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<p>DANILO DA MATTA</p><p>Identificação dos Cátions do Grupo III: Fe+2, Fe+3, Cr+3, Co+2 e Ni+2</p><p>DETERMINAÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO EM BEBIDA ISOTÔNICA POR FOTOMETRIA DE CHAMA</p><p>MOGI DAS CRUZES 2024</p><p>DANILO DA MATTA</p><p>Identificação dos Cátions do Grupo III: Fe+2, Fe+3, Cr+3, Co+2 e Ni+2</p><p>DETERMINAÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO EM BEBIDA ISOTÔNICA POR FOTOMETRIA DE CHAMA</p><p>Projeto apresentado ao Curso de Química Bacharelado daInstituição Anhanguera Ampli.</p><p>Professor da disciplina conforme disponível no AVA: Luciana Rodrigues Cardoso Trigueiro</p><p>MOGI DAS CRUZES 2024</p><p>SUMARIO</p><p>INTRODUÇÃO…	4</p><p>IDENTIFICAÇÃO DOS CÁTIONS DO GRUPO III: Fe+2, Fe+3, Cr+3, Co+2 e Ni+2	5</p><p>RESULTADO E DISCUSSÕES	6</p><p>CONCLUSÃO	7</p><p>QUESTÕES PROPOSTA PELO ROTEIRO	8</p><p>REFERÊNCIAS	9</p><p>DETERMINAÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO EM BEBIDA ISOTÔNICA POR FOTOMETRIA DE CHAMA	10</p><p>Avaliação dos Resultados	11</p><p>Conclusão	12</p><p>Referências	13</p><p>4</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>A análise química qualitativa permite identificar a composição química de inúmeras amostras, estabelecendo, elucidando e informando a identidade (natureza) das espécies químicas (chamadas de analitos), ou seja, quais elementos, íons e moléculas estão presentes em certa amostra, sem se preocupar com as suas quantidade (HARRIS, 2012). Esse procedimento de investigação química é amplamente utilizado em diversos segmentos da indústria, como estações de tratamento de água e esgoto, no controle de qualidade de alimentos, insumos agrícolas, entre muitos outros. Cada grupo de cátions (com exceção dos íons sódio, potássio e amônio) apresenta um reagente de grupo que forma compostos insolúveis (precipitados) com todos os cátions pertencentes ao mesmo grupo (DIAS, 2016; VOGEL, 1981). Por exemplo, cátions do grupo I (Pb+2, Hg22+ e Ag+) formam compostos insolúveis quando adicionado ácido clorídrico diluído (HCl 2M), o reagente desse grupo.</p><p>Assim, é possível utilizar os reagentes de grupo para verificar a presença ou a ausência de grupos de cátions em uma determinada amostra e separá-los para posterior análise. É importante destacar que essa separação permite minimizar a interferência de um grupo sobre o outro. No entanto, a determinação individual dos analitos somente será realizada por meio de uma reação química ainda mais específica, que permitirá afirmar qual cátion/elemento está presente na amostra (DIAS, 2016).</p><p>Para realizar corretamente a investigação da composição química de uma determinada amostra, é preciso seguir uma ordem específica de adição dos reagentes de grupo, denominada marcha analítica ou análise sistemática (HARRIS, 2012; DIAS, 2016). A marcha analítica deve ser seguida à risca, ou seja, todas as etapas devem ser obrigatoriamente cumpridas, uma vez que alguns cátions precipitam com mais de um reagente específico de cada grupo. Por exemplo, não há como realizar a identificação direta do grupo III (que tem o sulfeto de amônio como reagente de grupo), sem ter investigado a presença de cátions dos grupos I e II, pois estes também precipitarão como sulfetos, gerando um falso positivo para o grupo III.</p><p>5</p><p>2- IDENTIFICAÇÃO DOS CÁTIONS DO GRUPO III: Fe+2, Fe+3, Cr+3, Co+2 e Ni+2</p><p>A análise química qualitativa permite identificar a composição química de inúmeras amostras, estabelecendo, elucidando e informando a identidade (natureza) das espécies químicas (chamadas de analitos), ou seja, quais elementos, íons e moléculas estão presentes em certa amostra, sem se preocupar com as suas quantidade (HARRIS, 2012). Esse procedimento de investigação química é amplamente utilizado em diversos segmentos da indústria, como estações de tratamento de água e esgoto, no controle de qualidade de alimentos, insumos agrícolas, entre muitos outros.</p><p>CĮASSIFICAIÃO DOS CÁTIONS PRESENTES EM UMA AMOSTRA</p><p>A classificação dos cátions presentes em uma amostra é realizada com base na diferença de solubilidade de seus compostos. Segundo os métodos clássicos de análise química qualitativa, a identificação dos analitos ocorre por meio da adição de reagentes específicos sobre a amostra. O comportamento químico observado (formação de sólido insolúvel, liberação de gás, alteração de turbidez, coloração da solução, entre outros aspectos visuais) dá origem à classificação dos cátions em cinco grupos distintos. Todos os íons pertencentes a um mesmo grupo de cátions apresentam comportamento químico semelhante frente a um determinado reagente. Estes são específicos para cada grupo, por isso são denominados reagentes de grupo ou reagentes precipitantes (HARRIS, 2012; DIAS, 2016).</p><p>Cada grupo de cátions (com exceção dos íons sódio, potássio e amônio) apresenta um reagente de grupo que forma compostos insolúveis (precipitados) com todos os cátions pertencentes ao mesmo grupo (DIAS, 2016; VOGEL, 1981). Por exemplo, cátions do grupo I (Pb+2, Hg22+ e Ag+) formam compostos insolúveis quando adicionado ácido clorídrico diluído (HCl 2M), o reagente desse grupo.</p><p>Assim, é possível utilizar os reagentes de grupo para verificar a presença ou a ausência de grupos de cátions em uma determinada amostra e separá-los para posterior análise. É importante destacar que essa separação permite minimizar a interferência de um grupo sobre o outro. No entanto, a determinação individual dos analitos somente será realizada por meio de uma reação química ainda mais específica, que permitirá afirmar qual cátion/elemento está presente na amostra (DIAS, 2016).</p><p>Para realizar corretamente a investigação da composição química de uma determinada amostra, é preciso seguir uma ordem específica de adição dos reagentes de grupo, denominada marcha analítica ou análise sistemática (HARRIS, 2012; DIAS, 2016). A marcha analítica deve ser seguida à risca, ou seja, todas as etapas devem ser obrigatoriamente cumpridas, uma vez que alguns cátions precipitam com mais de um reagente específico de cada grupo. Por exemplo, não há como realizar a identificação direta do grupo III (que tem o sulfeto de amônio como reagente de grupo), sem ter investigado a presença de cátions dos grupos I e II, pois estes também precipitarão como sulfetos, gerando um falso positivo para o grupo III.</p><p>IDENTIFICAIÃO DOS CÁTIONS DO GRUPO III: FE+2, FE+3, CR+3,</p><p>AĮ+3, CO+2, ZN+2, NI+2 E MN+2</p><p>O terceiro grupo de cátions é constituído pelos íons Al(III), Co(II), Cr(III), Fe(II), Fe(III), Mn(II), Ni(II) e Zn(II). Estes não reagem com os reagentes dos grupos I e II. Com exceção dos íons Al(III) e Cr(III), que são sulfetos insolúveis formados em meio alcalino a partir da utilização da hidrólise da tioacetamida em presença de um tampão alcalino</p><p>(NH3/NH4Cl). Vários íons do grupo III formam compostos coloridos, o que facilita a sua identificação.</p><p>Para garantir a correta precipitação dos cátions do grupo III, o meio reacional deve ser tamponado, em pH 9, pois os cátions Al+3, Cr+3 e Fe+3 formam sulfetos que, rapidamente, se hidrolisam nos seus respectivos hidróxidos, consumindo íons OH– da solução, o que poderia tornar o meio reacional muito ácido (devido ao excesso de íons H+ na solução resultante), o que impediria a precipitação completa dos cátions do grupo</p><p>III. A Tabela 1 descreve, resumidamente, o comportamento químico na presença do reagente precipitante e informa os valores das constantes do produto de solubilidade (Kps) para todos os cátions do grupo III.</p><p>Reagente de grupo</p><p>Cátions pertencentes ao grupo III</p><p>Complexo formado</p><p>Característica visual</p><p>Kps</p><p>H2S</p><p>Na presença de amônia (NH3) e excesso de cloreto de amônio (NH4Cl) ou em solução de sulfeto de</p><p>amônio.</p><p>Ferro(III), Fe+3</p><p>Cromo(III), Cr+3</p><p>Alumínio, Al+3</p><p>Cobalto(II), Co+2</p><p>Níquel(II), Ni+2</p><p>Hidróxido de ferro(III), Fe(OH)3</p><p>Hidróxido de cromo(III), Cr(OH)3</p><p>Hidróxido de alumínio(III), Al(OH)3</p><p>Sulfeto de Cobalto, CoS</p><p>Sulfeto de níquel, NiS</p><p>Precipitado marrom- avermelhado</p><p>Precipitado cinza- esverdeado</p><p>Precipitado branco- gelatinoso</p><p>Precipitado preto</p><p>Precipitado preto</p><p>2,0x10-39</p><p>6,3x10-31</p><p>2,0×10–22</p><p>3×10–26</p><p>1,3x10-25</p><p>Manganês(II), Mn+2</p><p>Sulfeto de</p><p>Precipitado rosa	3x10-14</p><p>manganês, MnS</p><p>Tabela 1 – Comportamento químico na presença do reagente precipitante e valores da constante do produto de solubilidade (Kps) dos cátions do grupo III. Fonte: adaptada de Oliveira et al. (2006) e Vogel (1981).</p><p>Ao observar as constantes de produto de solubilidade (Kps) dos hidróxidos e sulfetos formados, a partir da reação entre os cátions pertencentes ao grupo III e o reagente de grupo (H2S na presença de amônia e cloreto de amônio), é possível constatar os baixos valores de Kps, o que assegura altas taxas de precipitação dos cátions do grupo III. Além disso, uma diferença importante entre os cátions do grupo III para os do grupo II é que, apesar de serem igualmente precipitados na forma de sulfetos, os cátions do terceiro grupo são mais solúveis que os do segundo. É importante lembrar que os cátions do grupo III somente serão precipitados quando a solução for mantida em meio básico (alcalino).</p><p>(</p><p>Devido</p><p>aos</p><p>riscos</p><p>associados</p><p>ao</p><p>sulfeto</p><p>de</p><p>hidrogênio,</p><p>uma</p><p>solução</p><p>de</p><p>tioacetamida é utilizada para precipitar os sulfetos em vez de borbulhar o gás</p><p>H</p><p>2</p><p>S</p><p>diretamente</p><p>na</p><p>solução</p><p>da</p><p>amostra.</p><p>Esse</p><p>procedimento</p><p>minimiza</p><p>os</p><p>odores</p><p>desagradáveis</p><p>(de</p><p>ovo</p><p>podre)</p><p>e</p><p>as</p><p>características</p><p>de</p><p>alta</p><p>periculosidade</p><p>do</p><p>H</p><p>2</p><p>S</p><p>(gás</p><p>altamente</p><p>inflamável,</p><p>corrosivo,</p><p>muito tóxico</p><p>e</p><p>perigoso</p><p>para</p><p>o</p><p>meio</p><p>ambiente).</p><p>Além</p><p>disso,</p><p>os</p><p>precipitados</p><p>obtidos</p><p>por</p><p>meio</p><p>do</p><p>emprego</p><p>de</p><p>tioacetamida são mais finos e cristalinos, facilitando a sua sedimentação por</p><p>intermédio</p><p>de</p><p>centrifugação</p><p>e</p><p>minimizando</p><p>os</p><p>contaminantes</p><p>por</p><p>íons</p><p>coprecipitados.</p><p>Dessa</p><p>forma,</p><p>o</p><p>H</p><p>2</p><p>S</p><p>é</p><p>produzido,</p><p>em</p><p>solução,</p><p>através</p><p>da</p><p>hidrólise da tioacetamida em meio alcalino. Para aumentar a eficiência de sua</p><p>reação</p><p>de</p><p>precipitação,</p><p>o</p><p>sistema</p><p>reacional</p><p>deve</p><p>permanecer</p><p>aquecido</p><p>em</p><p>uma</p><p>temperatura</p><p>superior</p><p>a</p><p>90°C</p><p>(OLIVEIRA,</p><p>2006;</p><p>HARRIS,</p><p>2012;</p><p>DIAS,</p><p>2016).</p><p>)</p><p>Os cátions do grupo III são, tradicionalmente, divididos em dois subgrupos. Baseando-se na formação de hidróxidos, quando adicionados em uma solução aquosa</p><p>contendo amônia (NH3) e excesso de cloreto de amônio (NH4Cl), dão origem à sua denominação: grupo IIIA (ou subgrupo do ferro) e grupo IIIB (ou subgrupo do zinco).</p><p>GRUPO IIIA (OU SUBGRUPO DO FERRO)</p><p>Os cátions desse subgrupo Fe(II), Fe(III), Al(III) e Cr (III) formam hidróxidos insolúveis na presença de amônia (NH3) e excesso de cloreto de amônio (NH4Cl). Na Tabela 2 são descritas as reações químicas do grupo IIIA dos cátions, assim como algumas informações reacionais. Na Figura 1 é apresentado um resumo (fluxograma) da marcha analítica de separação dos cátions do grupo IIIA.</p><p>Cátion	Reação química	Informações adicionais</p><p>(</p><p>4</p><p>)O hidróxido de ferro(III), Cr(OH)3, precipitado de coloração marrom-</p><p>Ferro (III)</p><p>Fe+3</p><p>Fe+3 + 3NH4OH  Fe(OH)3 (s) + 3NH +</p><p>avermelhado é insolúvel em excesso de reagente precipitante, formando o sulfeto de ferro(III) Fe2S3(s), de coloração preta.</p><p>Cromo (III) Cr+3</p><p>(</p><p>4</p><p>)Cr+3 + 3NH4OH  Cr(OH)3 (s) + 3NH +</p><p>O hidróxido de cromo(III), Cr(OH)3, precipitado cinza-esverdeado, é ligeiramente solúvel em excesso de reagente precipitante, formando o composto hexaminocromato(III) ([Cr(NH3)6]3+), tornando a solução violeta ou rosa.</p><p>Alumínio Al+3</p><p>(</p><p>4</p><p>)Al+3 + 3NH4OH  Al(OH)3 (s) + 3NH +</p><p>O hidróxido de alumínio(III), Al(OH)3, precipitado branco- gelatinoso, é ligeiramente solúvel em excesso de reagente precipitante ou na presença de hidróxido de sódio (NaOH).</p><p>Tabela 2 – Reações químicas do grupo de cátions IIIA e informações adicionais. Fonte: adaptada de Oliveira et al. (2006) e Vogel (1981).</p><p>Figura 1 – Fluxograma da marcha analítica de separação dos cátions do grupo IIIA. Fonte: elaborada pelo autor (2021).</p><p>GRUPO IIIB (OU SUBGRUPO DO ZINCO)</p><p>Os cátions desse subgrupo Co(II), Ni(II), Zn(II) e Mn(II) formam sulfetos solúveis na reação com sulfeto de sódio (Na2S) na presença de amônia (NH3) e excesso de cloreto de amônio (NH4Cl). Na Tabela 3 são descritas as reações químicas do Grupo IIIB</p><p>dos cátions, bem como algumas informações reacionais. Na Figura 2 é apresentado um resumo (fluxograma) da marcha analítica de separação dos cátions do grupo IIIB.</p><p>Cátion	Reação química	Informações adicionais</p><p>O	sulfeto	de	cobalto,	CoS, precipitado preto, é insolúvel na</p><p>Cobalto(II) Co+2</p><p>Co+2 + S-2  CoS(s)</p><p>presença de ácidos minerais e em ácido (CH3COOH). No entanto, é solúvel na presença de ácidos concentrados.</p><p>Níquel(II) Ni+2</p><p>Ni+2 + S-2  NiS(s)</p><p>O sulfeto de níquel, NiS, precipitado preto, é insolúvel na presença de ácidos minerais e em ácido (CH3COOH). No entanto, é solúvel na presença de ácidos concentrados.</p><p>Zinco(II) Zn+2</p><p>Zn+2 + S-2  ZnS(s)</p><p>O sulfeto de manganês, MnS, precipitado rosa, é facilmente solúvel na presença de ácidos minerais e em ácido acético (CH3COOH).</p><p>Manganês(II) Mn+2</p><p>Mn+2 + S-2  MnS(s)</p><p>O sulfeto de manganês, MnS, precipitado rosa, é facilmente solúvel na presença de ácidos minerais e em ácido acético (CH3COOH).</p><p>Tabela 3 – Reações químicas do grupo de cátions IIIB e informações adicionais. Fonte: adaptada de Oliveira et al. (2006) e Vogel (1981).</p><p>Figura 2 – Fluxograma da marcha analítica de separação dos cátions do Grupo IIIA. Fonte: elaborada pelo</p><p>autor (2021).</p><p>6</p><p>3- RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>1. Quais os elementos e as características dos cátions do grupo IIIA?</p><p>R: Grupo IIIA: os cátions deste grupo formam hidróxidos em solução de amônia, na presença de um excesso de cloreto de amônio. Fazem parte deste grupo os cátions Fe(II), Fe(III), Cr(III) e Al(III). 2+ Os sais de Fe(II) em solução contêm o íon Fe²+ e, normalmente, apre- sentam uma coloração verde clara</p><p>2	Quais os elementos e as características dos cátions do grupo IIIB</p><p>R. Grupo IIIB: os cátions deste grupo não formam precipitados com solução de amônia e excesso de cloreto de amônio. Fazem parte deste grupo os cátions Co(II), Ni(II), Mn(II) e Zn(II).</p><p>7</p><p>4- CONCLUSÃO</p><p>Conclui-se que, o grupo III, reage com o gás sulfídrico, principalmente em meio alcalino. As precipitações, em forma de hidróxidos, sulfetos ou complexos, ocorrem em diversas cores, devida a configuração eletrônica dos elementos.</p><p>8</p><p>5- Questões Proposta Pelo Roteiro</p><p>1. Após seguir a marcha analítica para determinar os cátions presentes em certa amostra, o analista obteve os seguintes dados experimentais:</p><p>I. A adição de HCl (6M) não forma precipitado.</p><p>II. A formação de precipitado com adição de TAA (tioacetamida) ocorre somente após a correção do pH da solução para 9,5.</p><p>III. O precipitado formado é solúvel em excesso de NaOH.</p><p>IV. Após a adição de H2O2, um precipitado amarelo é formado pela reação com o cloreto de bário.</p><p>Considerando que todas as anotações são verdadeiras, é possível afirmar que a solução continha somente:</p><p>R. íons Cr+3.</p><p>2. Na investigação da composição química de uma determinada amostra, é necessário seguir uma ordem específica de adição dos reagentes de grupo, chamada marcha analítica. Sobre a investigação da composição química de uma amostra, é correto afirma que:</p><p>I. cada grupo de cátions, exceto o grupo V (formado pelos íons sódio, potássio e amônio), apresenta um reagente que forma	compostos	insolúveis	com	todos	os	cátions	do	grupo.</p><p>II. os reagentes de grupo não podem ser utilizados para verificar a presença ou a ausência de grupos de cátions em uma determinada amostra, de modo que estes sejam separados para posterior investigação individual.</p><p>III. a sequência correta da marcha analítica acontece minimizando a interferência de um grupo sobre o outro.</p><p>IV. a adição do reagente de grupo permite afirmar a presença individual de um elemento na amostra.</p><p>Sobre as asserções acima, qual é a alternativa correta?</p><p>R. As afirmativas I e III estão corretas.</p><p>3.</p><p>Os cátions de um determinado grupo (grupo X) formam compostos insolúveis com o íon sulfeto ou hidróxido. Dessa forma, o grupo X é subdividido em dois grupos, devido à</p><p>solubilidade excepcionalmente baixa dos sulfetos. Durante uma aula experimental, o reagente de grupo do grupo X foi adicionado em tubos de ensaio contendo (I) íons Cu+2,</p><p>(II) Ba+2, (III) Ag+ e (IV) Ni+2. A partir da observação do meio reacional, é possível afirmar que:</p><p>R. o grupo X é o grupo III, pois o reagente de grupo adicionado (no tubo IV) foi a tioacetamida (TAA), o que levou à precipitação de NiS.</p><p>4.</p><p>Em uma aula experimental de química analítica qualitativa, os alunos foram desafiados a realizar a investigação de certa amostra. Após seguir a marcha analítica para determinar os cátions presentes, o estudante X obteve os seguintes dados experimentais:</p><p>I. A	adição	de	HCl	(6M)	não	forma	precipitado.</p><p>II. A formação de precipitado com adição de TAA (tioacetamida) ocorre somente após a correção do pH da solução para	9,5.</p><p>III. O precipitado formado não é solúvel em HCl, sendo necessária a adição de HNO3 para solubilizá-lo completamente.</p><p>IV. A adição de tiocianato de amônio (NH4SCN) torna a solução azul.</p><p>Analisando as anotações do estudante X, e considerando que todas as asserções estão corretas, é possível afirmar que a solução continha somente:</p><p>R. íons Co+2.</p><p>5.</p><p>Uma amostra desconhecida de cátion foi tratada com TAA (tioacetamida), NH3 e NH4Cl, resultando em um precipitado escuro. O precipitado formado, depois de centrifugado, foi dissolvido em HNO3; e a solução resultante tratada com NaOH e um oxidante forte (H2O2), resultou em um novo precipitado, solúvel em HCl 12mol/L. Essa solução foi diluída com água ultra pura e, então, foram adicionados cristais de NH4SCN, resultando na formação de uma solução vermelho-sangue. Qual é o cátion presente nessa amostra?</p><p>R. Íons Fe+3.</p><p>6.</p><p>O terceiro grupo de cátions é constituído pelos íons Al(III), Co(II), Cr(III), Fe(II), Fe(III), Mn(II), Ni(II) e Zn(II). O que é correto afirmar sobre esse grupo?</p><p>I. Para garantir a correta precipitação dos cátions do grupo III, o meio reacional deve ser o tamponado em pH ácido.</p><p>II. Uma solução de tioacetamida não pode ser utilizada para precipitar os sulfetos em vez de borbulhar o gás H2S diretamente na solução da amostra.</p><p>III. Com exceção dos íons Al(III), Cr(III) Fe(II) e Fe(III), são formados sulfetos insolúveis em meio alcalino a partir da utilização da hidrólise da tioacetamida.</p><p>IV. Alguns cátions dos grupos I e II precipitam na forma de sulfetos quando adicionado o reagente de grupo do grupo III.</p><p>Sobre as asserções acima, qual é a alternativa correta?</p><p>R. As afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>7,</p><p>A classificação dos cátions presentes em uma amostra é realizada com base na diferença de solubilidade de seus compostos. Segundo os métodos clássicos de análise química qualitativa, a identificação dos analitos ocorre por meio da adição de reagentes específicos sobre a amostra. Na classificação dos cátions em cinco grupos distintos, o que é correto afirmar?</p><p>I. Os íons do mesmo grupo de cátions apresentam comportamento químico diferente quando adicionado o reagente de grupo.</p><p>II. Na divisão dos grupos de cátions um elemento pode pertencer a mais de um grupo.</p><p>III. Os reagentes de grupo, também chamados de solventes, não são específicos para cada grupo de cátions.</p><p>IV. Os reagentes de grupo são utilizados para verificar a presença ou a ausência de grupos de cátions em uma determinada amostra, separando-os para posterior análise.</p><p>Sobre as asserções acima, qual é a alternativa correta?</p><p>R. Apenas a afirmativa IV está correta.</p><p>8.</p><p>Durante uma aula de química analítica qualitativa experimental os alunos foram desafiados a realizar a investigação de uma certa amostra. Após seguir a marcha analítica para a determinação dos cátions presentes, o estudante X obteve os seguintes dados experimentais:</p><p>I. A adição de HCl (6M) não forma precipitado.</p><p>II. A formação de precipitado com adição de TAA (tioacetamidocorre somente após a correção do pH da solução para 9,5.</p><p>III. O precipitado formado é solúvel em HCl.</p><p>IV. A adição de tiocianato de amônio (NH4SCN) torna a solução vermelha.</p><p>Analisando as anotações do estudante X, e considerando que todas as asserções estão corretas, é possível afirmar que a solução continha somente:</p><p>R. íons Fe+3.</p><p>9.</p><p>Durante uma aula experimental, em um tubo de ensaio contendo 2mL de uma solução aquosa de níquel (Ni+2), cobalto (Co+2) e alumínio (Al+3), foram adicionadas cinco gotas de solução ácida de HNO3. A partir da observação do meio reacional, é possível afirmar que:</p><p>R. não houve formação de precipitado, pois o composto formado é solúvel e os cátions (Ni+2 Co+2 e Al+3) pertencem ao grupo III.</p><p>10.</p><p>Os cátions do grupo III são tradicionalmente divididos em dois subgrupos, baseando-se na formação de hidróxidos e sulfetos quando adicionados em uma solução aquosa contendo amônia (NH3) e excesso de cloreto de amônio (NH4Cl), dando, respectivamente, origem a qual denominação?</p><p>R. Grupo IIIA (Al, Cr e Fe Grupo IIIB (Co, Ni, Zn e Mn).</p><p>9</p><p>6- REFERÊNCIAS</p><p>SCIELO BRASIL https://www.scielo.br/</p><p>BRASIL ESCOLA https://brasilescola.uol.com.br/ GOOGLE https://www.google.com.br/?hl=pt-BR</p><p>VIRTUAL LAB ALGETEC https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/69101318</p><p>10</p><p>DETERMINAÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO EM BEBIDA ISOTÔNICA POR FOTOMETRIA DE CHAMA</p><p>PROCEDIMENTOS</p><p>1. SEGURANIA DO EXPERIMENTO</p><p>Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”.</p><p>Nesseexperimento, é obrigatório o uso de jaleco, máscara, óculos e luvas.</p><p>2. CONFIGURANDO O FOTÔMETRO DE CHAMA</p><p>Abra o fornecimento de gás e ligue o fotômetro. Selecione a opção “SETAGEM”, configure a unidade (mg/L), a resolução (0.1) e selecione a opção “LEITURA”. Mergulhe o capilar em águadestilada e aguarde a estabilização do equipamento.</p><p>3. PREPARANDO AS SOLUIÕES PADRÃO</p><p>Deposite uma amostra de solução estoque de lítio no béquer de 100 mL com o auxílio de um bastão de vidro. Ponha uma ponteira de 2,5 mL na micropipeta e, com auxílio dela, succione a solução de lítio do béquer. Transfira o conteúdo da micropipeta no balão volumétrico “Solução Padrão 1”. Repita os procedimentos anteriores, transfira 2,5 mL de solução de lítio para os balões 2, 3, 4, 5, 6. Esvazie e limpe o béquer de 100 mL. Troque a ponteira da micropipeta para outra de 2,5 mL. Coloque uma amostra de solução estoque de sódio no béquer de 100 mL e succione o conteúdo com a micropipeta. Coloque 2,5 mL no balão “Solução Padrão 1”, 5,0 mL no balão “Solução Padrão 2”, 7,5 mL no balão “Solução Padrão 3”,10,0 mL no balão “Solução Padrão 4”, 12,5 mL no balão “Solução Padrão 5” e 15,0 mL no balão“Solução Padrão 6”. Higienize e limpe o béquer. Troque a ponteira da micropipeta para uma de 0,5 mL. Despeje uma amostra de solução estoque de potássio no béquer de 100 mL. Succione o conteúdo do béquer com a micropipeta. Transfira 0,5 mL para o balão “Solução Padrão 1”, 1,5 mL para o balão “Solução Padrão 2”, 2,5 mL para o balão “Solução Padrão 3”, 3,5 mL para o balão “Solução Padrão 4”, 4,5 mL para o balão “Solução Padrão 5” e 5,5 mL para o balão “Solução Padrão 6”. Esvazie e limpe o béquer. Troque a ponteira da micropipeta parauma de 1,0 mL. Complete o volume dos balões com água deionizada até a marca de aferição.</p><p>Homogeneíze as soluções de cada balão.</p><p>Solução</p><p>Volume 𝐿𝑖+</p><p>100 mg/L (mL)</p><p>Volume 𝑁𝑎+</p><p>100 mg/L (mL)</p><p>Volume 𝐾+</p><p>100 mg/L (mL)</p><p>Volume Final</p><p>Concentrações Finais* (mg/L)</p><p>𝐿𝑖+</p><p>𝑁𝑎+</p><p>𝐾+</p><p>1</p><p>2,5</p><p>2,5</p><p>0,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>5,0</p><p>1,0</p><p>2</p><p>2,5</p><p>5,0</p><p>1,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>10,0</p><p>3,0</p><p>3</p><p>2,5</p><p>7,5</p><p>2,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>15,0</p><p>5,0</p><p>4</p><p>2,5</p><p>10,0</p><p>3,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>20,0</p><p>7,0</p><p>5</p><p>2,5</p><p>12,5</p><p>4,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>25,0</p><p>9,0</p><p>6</p><p>2,5</p><p>15,0</p><p>5,5</p><p>50,0</p><p>5,0</p><p>30,0</p><p>11,0</p><p>Concentração de cada uma das espécies químicas após o preparo das soluções nos balões volumétricos de 50 mL.</p><p>4. PREPARANDO A AMOSTRA</p><p>Agite a bebida isotônica e adicione uma amostra dela no béquer de 100 mL. Succione o conteúdo do béquer com a micropipeta e coloque 1,0 mL no balão volumétrico “Amostra 1”. Repita o procedimento anterior, despeje 1,0 mL de bebida isotônica no balão “Amostra 2”. Mova a micropipeta</p><p>para o suporte. Higienize o béquer e deposite uma amostra de solução estoque de lítio no béquer. Troque a ponteira da micropipeta para uma de 2,5 mL e succionea solução de lítio. Coloque 2,5 mL da solução de lítio no balão “Amostra 1”. Repita os procedimentos anteriores, troque a ponteira, succione 2,5 mL da solução estoque de lítio e transfira para o balão “Amostra 2”. Utilizando a pisseta, complete o volume dos dois balões com água deionizada até a marca de aferição e homogeneíze as soluções.</p><p>5. REALIZANDO A LEITURA DAS SOLUIÕES</p><p>Posicione o balão “Solução Padrão 1” no fotômetro de chama e ponha o capilar nele. Inicie a leitura e observe as concentrações dos íons presentes nela. Retire o capilar do balão e retire o balão do fotômetro. Posicione o béquer de limpeza e coloque o capilar nele. Inicie a leiturae deixa a água passar pelo equipamento até que o sinal seja zerado. Retire o capilar do béquer e o béquer do fotômetro. Repita os passos anteriores para os balões “Solução Padrão 2”,</p><p>“Solução Padrão 3”, “Solução Padrão 4”, “Solução Padrão 5”, “Solução Padrão 6”,</p><p>“Amostra 1</p><p>e “Amostra 2”.</p><p>6. REALIZANDO A LIMPEZA DO FOTÔMETRO DE CHAMA</p><p>Posicione o béquer de limpeza no fotômetro de chama e ponha o capilar nele. Inicie a leiturae deixe a água passar por 5 minutos. Retire o capilar do béquer e o béquer do fotômetro. Porfim, feche a válvula de gás do fotômetro.</p><p>11</p><p>AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS</p><p>1. Como funciona a técnica de identificação da concentração de íons utilizada pelo fotômetro de chama?</p><p>R: A fotometria de chama é a mais simples das técnicas analíticas baseadas em espectroscopia atômica. Nesse caso, a amostra contendo cátions metálicos é inserida em uma chama e analisada pela quantidade de radiação emitida pelas espécies atômicas ou iônicas excitadas.</p><p>2 Por que o fotômetro de chama é recomendado, principalmente, para quantificação de 𝑁𝑎+, 𝐾+ e 𝐿𝑖+?</p><p>R: Porque esses elementos são excitados nas temperaturas relativamente baixas das chamas, fornecendo espectros que são extremamente simples e não sofrem interferências de outras espécies. Os espectros dos metais alcalinos geralmente consistem de poucas linhas intensas, muitas das quais estão na região do visível e são adequadas para as medidas quantitativas de emissão</p><p>3 Qual é o propósito de um padrão interno em métodos de emissão por chama? R: O método da padronização interna é utilizado para minimizar erros causados por flutuações no sinal analítico e para reduzir efeitos da matriz. No entanto, a seleção deve ser um padrão interno que apresente propriedades físico-químicas semelhantes às do analito e o elemento selecionado como padrão interno deve estar contido em concentrações abaixo dos limites de detecção das amostras</p><p>4 Complete a tabela com as concentrações lidas no fotômetro.</p><p>5 Com os dados da tabela completada na questão anterior, complete a tabela abaixo.</p><p>6 Plote os gráficos solicitados abaixo e obtenha as funções das retas de cada um deles. (Utilize um programa de planilhas para isso.)</p><p>a) Construção da curva de [Na⁺]lida/[Li⁺]lida versus [Na⁺] teórica/[Li+]teórica.</p><p>[Na]lida [Li+]lida</p><p>Solução 1: 4,00 = 0,74 5,40</p><p>Solução 4: 18,30 = 3,39 5,40</p><p>Solução 2: 8,90 = 1,65 5,40</p><p>Solução 5: 23,70 = 4,56 5,20</p><p>13,90 Solução 3: = 2,57 5,40</p><p>Solução 6: 29,80 4.60 4,60 = 6,48</p><p>Solução 1: 5,00 5,00 = 1,00</p><p>10,00 Solução 2: = 2,00 5,00</p><p>[Na+] teórica [Li+]teórica Solução 4: 20,00 5,00 = 4,00</p><p>Solução 5: 25,00 5,00 = 5,00</p><p>Solução 3: 15,00 5,00 = 3,00</p><p>Solução 6: 30,00 5,00 = 6,00</p><p>Construção da curva de [K+]lida/[Li+]lida versus [K+]teórica/[Li+]teórica. [𝑲+]𝒍𝒊𝒅𝒂[𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 Solução 1: 0,805,40 = 0,15 Solução 2: 1,705,40 = 0,31</p><p>Solução 3: 3,305,40 = 0,61 Solução 4: 4,705,40 = 0,87 Solução 5: 5,905,20 =</p><p>1,13 Solução 6: 6,804,60 = 1,48 [𝑲+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂[𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 Solução 1: 1,005,00 =</p><p>0,20 Solução 2: 3,005,00 = 0,60 Solução 3: 5,005,00 = 1,00 Solução 4: 7,005,00</p><p>= 1,40 Solução 5: 9,005,00 = 1,80 Solução 6: 11,005,00 = 2,20</p><p>7 Com as funções das retas obtidas na questão anterior e com os valores das razões</p><p>[𝑁𝑎+]𝑙𝑖𝑑𝑎 [𝐿𝑖+]𝑙𝑖𝑑𝑎 e [𝐾+]𝑙𝑖𝑑𝑎 [𝐿𝑖+]𝑙𝑖𝑑𝑎</p><p>para as amostra 1 e 2, determine os valores das razões</p><p>[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 e [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 para essas amostras. [𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎	[𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎</p><p>(</p><p>0,3518=</p><p>1,3944</p><p>×</p><p>{[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 /</p><p>5}</p><p>+ 0,1729</p><p>0,1789</p><p>=</p><p>1,3944</p><p>×</p><p>{[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 /</p><p>5}</p><p>)8- Conhecendo as razões [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 e [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 para as amostras 1 e 2 que foram</p><p>[𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎	[𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎</p><p>calculadas na questão anterior e as concentrações teóricas de [𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 que foram apresentadas na questão 4, calcule qual será a concentração [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 e a concentração [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎.</p><p>R. Concentração de Na+ 𝒀 =𝟏,𝟎𝟔𝟐𝟔𝒙 + 𝟎,𝟐𝟓𝟔𝟑 𝒚= [𝑵𝒂+]𝒍𝒊𝒅𝒂[𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 𝒙= [𝑵𝒂+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂[𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 [𝑁𝑎+]𝑙𝑖𝑑𝑎 / [𝐿𝑖+]𝑙𝑖𝑑𝑎 = 1,0626 × {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎</p><p>/[𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎} + 0,2563 8,60 / 5,40 = 1,0626 × {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} + 0,2563</p><p>1,5926 = 1,0626 × {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} + 0,2563 1,3363 = 1,0626 ×</p><p>{[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎/ 5} {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} = 1,2576 [𝑵𝒂+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 = 𝟔,𝟐𝟖𝟖𝟎 𝒎𝒈/𝑳</p><p>Fator de diluição = 50 [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 = [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑥 50 = 6,2880 𝑥 50 =</p><p>𝟑𝟏𝟒,𝟒𝟎 𝒎𝒈/𝑳 OBS: 314,40 mg – 1000 mL x = 62,88 mg de Na+ em 200 mL x – 200 mL Concentração de K+ 𝑌 =1,3944𝑥 + 0,1729 𝒚 = [𝑲+]𝒍𝒊𝒅𝒂[𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 𝒙 =</p><p>[𝑲+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂[𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 [𝐾+]𝑙𝑖𝑑𝑎 / [𝐿𝑖+]𝑙𝑖𝑑𝑎 = 1,3944 × {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎</p><p>/[𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎} + 0,1729 1,90 / 5,40 = 1,3944 × {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} + 0,1729 0,3518</p><p>= 1,3944 × {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} + 0,1729</p><p>0,1789 = 1,3944 × {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} = 0,1283 [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 =</p><p>𝟎,𝟔𝟒𝟏𝟓 𝒎𝒈/𝑳 Fator de diluição: 50 [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 = [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑥 50 = 0,6415</p><p>𝑥 50 = 𝟑𝟐,𝟎𝟕𝒎𝒈/𝑳 OBS: 32,07 mg – 1000 mL x – 200 mL x = 6,41 mg de K+ em 200 mL II. Amostra 2 Concentração de Na+ 𝑌 =1,0626𝑥 + 0,2563 𝒚=</p><p>[𝑵𝒂+]𝒍𝒊𝒅𝒂[𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 𝒙= [𝑵𝒂+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂[𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 [𝑁𝑎+]𝑙𝑖𝑑𝑎 / [𝐿𝑖+]𝑙𝑖𝑑𝑎 = 1,0626 × { [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / [𝐿𝑖+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎} + 0,2563 8,90 / 5,40 = 1,0626 ×</p><p>{[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎/ 5} + 0,2563 1,6481 = 1,0626 × {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} + 0,2563</p><p>1,3918 = 1,0626 × {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} {[𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} = 1,3098 [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎</p><p>= 𝟔,𝟓𝟒𝟗𝟎 𝒎𝒈/𝑳 Fator de diluição: 50 [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 = [𝑁𝑎+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑥 50 = 6,5490 𝑥 50 = 𝟑𝟐𝟕,𝟒𝟓 𝒎𝒈/𝑳 OBS: 327,45 mg – 1000 mL x = 65,49 mg de Na+ em</p><p>200 mL x – 200 mL</p><p>Concentração de K+ 𝑌 =1,3944𝑥 + 0,1729 𝒚 = [𝑲+]𝒍𝒊𝒅𝒂[𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 𝒙 =</p><p>[𝑲+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂[𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 [𝑲+]𝒍𝒊𝒅𝒂 / [𝑳𝒊+]𝒍𝒊𝒅𝒂 = 1,3944 × {[𝑲+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂 / [𝑳𝒊+]𝒕𝒆ó𝒓𝒊𝒄𝒂} + 0,1729 1,90 / 5,40 = 1,3944 × {[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎/ 5} + 0,1729</p><p>{[𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 / 5} = 0,1283 [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑟𝑒𝑎𝑙 = [𝐾+]𝑡𝑒ó𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑥 50 = 0,6415 𝑥 50 =</p><p>𝟑𝟐,𝟎𝟕𝒎𝒈/𝑳 OBS: 32,07 mg – 1000 mL x – 200 mL x = 6,41 mg de K+ em 200 mL d) Cálculo do desvio padrão e o intervalo de confiança para Na+ e K+ em nível de 95 % de confiança. Na+ Média: 𝑋 = 314,40 +327,45 2 = 320,92 Desvio padrão: 𝑆 =</p><p>√(314,40−320,92)²+(327,45 −320,92)²2−1 𝑆 = √42,51+42,641 𝑆 = 9,23</p><p>Intervalo de Confiança: 𝐼𝐶 = 𝑥 ± 𝑡 × 𝑠√𝑁</p><p>𝐼𝐶 = 320,92± 12,7 × 9,23√2 𝐼𝐶 = 320,92 ± 82,89 𝑚𝑔/𝐿 𝑑𝑒 𝑆ó𝑑𝑖𝑜 𝐾+ Média: 𝑋 = 32,07+32,072 = 32,07	Desvio Padrão: 𝑆 =</p><p>√(32,07−32,07)²+(32,07−32,07)²2−1 𝑆 = √0+01 𝑆 = √0 𝑆 = 0 Intervalo de Confiança: 𝐼𝐶 = 𝑥 ± 𝑡 × 𝑠√𝑁 𝐼𝐶 = 32,07± 12,7 × 0√2 𝐼𝐶 = 32,07 ± 0,00 𝑚𝑔/𝐿 𝑑𝑒</p><p>𝑃𝑜𝑡á𝑠𝑠𝑖𝑜</p><p>(</p><p>com</p><p>o</p><p>valor</p><p>de</p><p>referência,</p><p>que</p><p>é</p><p>o</p><p>valor verdadeiro,</p><p>usa-se</p><p>o</p><p>teste</p><p>t.</p><p>)12</p><p>Conclusão</p><p>A fotometria de chama baseia-se na excitação de átomos neutros. No caso da prática foram utilizados: sódio, lítio (padrão interno), e potássio. “Os átomos excitados voltam ao seu estado fundamental</p><p>com emissão de um fóton de radiação que pode ser identificado e medido pelo equipamento”. [2] O devido cuidado foi tomado para que não houvessem interferências espectrais, deste</p><p>modo o Li+ foi adicionado como padrão interno para amenizar quaisquer interferências possíveis. “O método da padronização interna é utilizado para minimizar erros causados por flutuações no sinal analítico e para reduzir efeitos de matriz. No entanto, a seleção de um padrão interno que apresente propriedades físico- químicas semelhantes às do analito não é uma tarefa trivial.</p><p>Além disso, o elemento selecionado como padrão interno deve estar ausente, ou estar contido em concentrações abaixo do limite da amostra.” [1]	Na plotagem das curvas analíticas, retiraram-se os valores da solução 1, na curva [K+]lida/[Li+]lida versus [K+]teórica/[Li+]teórica e da solução 6 na curva [Na+]lida/[Li+]lida versus [Na+]teórica/[Li+]teórica para que os valores de R² ficassem mais próximos do ideal.	No cálculo do erro relativo das análises, conclui-se que, a quantidade de Sódio, com erro relativo de -28,68 é discrepante da de referência, mas tal diferença é menor que se comparada com a análise do Potássio das amostras, que possui erro relativo de – 73,27. Observa-se, então, que houve presença de interferências na análise dos dois íons nas amostras, que podem ter sido causadas por irregularidade do aparelho, contaminação pela mangueira ou erros na preparação das amostras. Para a comparação da média de uma série de resultados</p><p>Os valores de referências são usados para a tomada de decisões no experimento realizado. Usa-se um teste de hipóteses para tirar as conclusões sobre o valor obtido pela prática e o valor conhecido.</p><p>𝒕=(𝑿	−𝝁).√𝒏𝒔 (Teste t) Como descrito, os valores obtidos experimentalmente da concentração de Na+ na amostra analisada foram rejeitados, já que o valor de tcalculado foi maior que o valor de ttabelado. Já para os valores de K+, pelo fato do desvio padrão das amostras ter resultado em 0, o valor de tcalculado é indefinido, o que impediu a interpretação para rejeitar ou aceitar o valor experimental.</p><p>13</p><p>Referências</p><p>SCIELO BRASIL https://www.scielo.br/</p><p>BRASIL ESCOLA https://brasilescola.uol.com.br/ GOOGLE https://www.google.com.br/?hl=pt-BR</p><p>VIRTUAL LAB ALGETEC https://cogna.grupoa.education/sagah/object/default/69101318</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image1.png</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p>

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