Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Alanne Paula I 7E</p><p>DEFINIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA:</p><p>➜ A lesão medular é toda injúria às estruturas</p><p>contidas no canal medular (medula, cone medular</p><p>e cauda equina) e pode levar a alterações</p><p>motoras, sensitivas, autonômicas e psicoafetivas:</p><p>➜ O grau de comprometimento das funções</p><p>neurológicas pode ser temporário ou permanente;</p><p>➜ Geralmente, o traumatismo da medula espinhal é</p><p>uma lesão devastadora que resulta em paralisia e</p><p>incapacidade física permanentes;</p><p>➜ A COLUNA VERTEBRAL:</p><p> Tem a função de mobilidade, bem como de</p><p>proteger a medula espinhal;</p><p> A primeira vértebra cervical, é chamada de</p><p>ATLAS por sustentar o peso da cabeça;</p><p>➜ A MEDULA ESPINHAL:</p><p> A medula espinhal é um feixe de nervos</p><p>raquidianos que formam o sistema nervoso</p><p>periférico;</p><p> Está presente de C1 até L1 ou L2;</p><p> Lesões acima de C4 podem ser</p><p>incompatíveis com a vida;</p><p> À partir de L3, inicia a cauda equina.</p><p>➜ Dermátomos:</p><p> Área da pele inervada pelos axônios</p><p>sensoriais dentro de uma determinada raiz</p><p>nervosa:</p><p>Alanne Paula I 7E</p><p>MECANISMOS DA LESÃO:</p><p> C1 a C4 são um tanto variáveis em</p><p>distribuição cutânea, por isso não são</p><p>utilizados para localização de lesão</p><p>medular.</p><p>➜ MIÓTOMOS:</p><p> Cada raiz nervosa inerva mais de um músculo</p><p>e a maioria dos músculos é inervada por mais</p><p>de uma raiz nervosa;</p><p> Certos grupos musculares são identificados</p><p>como representando uma única raiz nervosa</p><p>espinhal;</p><p> Os músculos de referência devem ser</p><p>testados quanto à força em ambos os lados:</p><p>➜ Os acidentes automotivos são a causa mais</p><p>comum de TRM, seguidos de quedas, atos de</p><p>violência (principalmente por PAF) e atividades</p><p>esportivas;</p><p>➜ Mais frequente em homens jovens de 25 a 35</p><p>anos;</p><p>➜ 30% das pessoas morrem no local do trauma, 10%</p><p>após 1 ano e 50% ficam tetraplégicos;</p><p>➜ No Brasil: 70 a 90 casos /100.000 habitantes;</p><p>➜ Quanto mais alta a lesão, mais grave, pois</p><p>atinge um número maior de nervos periféricos.</p><p>➜ Lesão primária: causada no acidente;</p><p>➜ Lesão secundária: causada pela má assistência;</p><p>➜ As forças mecânicas que podem causar o TRM</p><p>são:</p><p>1. Hiperflexão;</p><p>2. Hiperextensão;</p><p>3. Sobrecarga axial (compressão):</p><p>4. Rotação.</p><p>➜ O TRM também pode ser classificado com base</p><p>na causa do acidente, que inclui:</p><p> Concussão ou golpes diretos;</p><p> Compressão dos elementos neurais por</p><p>fragmentos ósseos ou sangramento;</p><p> Contusão (hematoma) da medula espinhal;</p><p> Laceração;</p><p> Transecção ou bloqueio dos vasos</p><p>sanguíneos que irrigam a medula.</p><p>➜ TRAUMA FECHADO:</p><p> Geralmente são uma combinação de forças</p><p>de contusão, compressão, rotação e</p><p>tração (estiramento);</p><p> Locais mais comuns: C5-6-7 e T11-12 e L1;</p><p> Cervicais altas, torácicas puras e</p><p>lombares são menos frequentes;</p><p> Afeita mais os segmentos móveis cervicais e</p><p>lombares;</p><p> O comprometimento neurológico é</p><p>secundário à patologia da raquis;</p><p>1. FRATURA CERVICAL:</p><p>Alanne Paula I 7E</p><p>SINTOMAS:</p><p>TRM- CLASSIFICAÇÃO DE FRANKEL:</p><p>o Angulação aguda do pescoço por</p><p>flexão e extensão violenta;</p><p>o Acidente automobilístico e mergulho</p><p>em águas rasas;</p><p>o O áxis (C2) é a maior vértebra</p><p>cervical e tem o formato mais</p><p>incomum, por isso é mais susceptível</p><p>a várias fraturas, dependendo da</p><p>força e impacto;</p><p>o 40% das fraturas de Atlas estão</p><p>associadas às fraturas de áxis;</p><p>o Em adultos, o nível comum de</p><p>fratura vertebral é C5 e o nível</p><p>mais comum de subluxação é C6</p><p>(áreas de maior flexão e extensão).</p><p>2. FRATURA TORÁCICA:</p><p>o Rara, devido a proteção da caixa</p><p>torácica;</p><p>o Podem ser classificadas em: lesões</p><p>em cunha por compressão anterior,</p><p>lesões por explosão, fraturas de</p><p>chance e fraturas-luxação.</p><p>3. TÓRACO-LOMBAR:</p><p>o São devidas à imobilidade da</p><p>coluna torácica em comparação</p><p>com a lombar;</p><p>o Geralmente são instáveis, pois</p><p>combinam hiperflexão e rotação;</p><p>o</p><p>o Comum em: quedas de grande altura</p><p>com impacto dos pés e região</p><p>glútea, motoristas usando cinto de</p><p>segurança que sofrem flexão severa</p><p>no impacto;</p><p>o T11, T12 e L1.</p><p>4. LOMBAR BAIXA:</p><p>o Acometem apenas a cauda equina;</p><p>o Os traumas produzem ruptura de</p><p>discos;</p><p>o A probabilidade de déficit</p><p>neurológico completo é bem menor.</p><p>➜ TRAUMA PENETRANTE:</p><p> Perfuração da coluna por PAF, PAB ou</p><p>estilhaço de bomba na coluna;</p><p> Lesão medular completa ou incompleta,</p><p>associada ou não a lesão dos nervos</p><p>espinhais e/ou tronco dos plexos nervosos;</p><p> Quadro neurogênico é variável;</p><p> Lesões penetrantes da coluna geralmente</p><p>são estáveis, a menos que o projétil</p><p>destrua uma porção significativa da</p><p>vértebra.</p><p>➜ Dor;</p><p>➜ Formigamento, amortecimento ou fraqueza;</p><p>➜ Dor com movimentação;</p><p>➜ Dificuldade para respirar.</p><p>➜ Lesões cervicais e torácicas podem causar</p><p>paralisia da musculatura da parede torácica e a</p><p>respiração ser apenas diafragmática;</p><p>* Vai depender da área/altura da lesão medular,</p><p>podendo causar arreflexia, ausência de</p><p>movimentos.</p><p>A. Motricidade e sensibilidade ausente;</p><p>B. Motricidade ausente e sensibilidade presente;</p><p>C. Motricidade presente não útil e sensibilidade</p><p>presente;</p><p>Alanne Paula I 7E</p><p>SUSPEITAS DE TRM:</p><p>GRAVIDADE DO TRAUMA:</p><p>SINAIS E TRM:</p><p>TIPOS DE LESÃO:</p><p>TRATAMENTO:</p><p>D. Motricidade presente útil e sensibilidade</p><p>presente;</p><p>E. Motricidade e sensibilidade normais.</p><p>1. Mecanismo de lesão sugestivo (causas de</p><p>TRM), mesmo sem sintomas;</p><p>2. Politraumatizados;</p><p>3. Vítimas inconscientes que sofreram algum tipo</p><p>de trauma;</p><p>4. Mergulho em águas rasas;</p><p>5. Dor ou deformidade em qualquer região da</p><p>coluna vertebral;</p><p>6. Traumatismo facial grave, traumatismo de</p><p>crânio, qualquer dano significativo no</p><p>capacete;</p><p>7. Fratura por impacto ou outro tipo de</p><p>desaceleração, nas pernas e no quadril;</p><p>8. Ejeção ou queda de veículo ou outro</p><p>9. dispositivo de transporte;</p><p>10. Parestesia, paresia, paralisia ou déficit</p><p>neurológico abaixo do nível da lesão e</p><p>priaprismo;</p><p>11. Lesão contusa importante no tronco.</p><p>➜ Depende se a medula é atingida;</p><p>➜ Lesão medular cervical é a mais comum;</p><p>➜ De C4 a C7 é mais vulnerável a lesão e tem</p><p>maior gravidade;</p><p>➜ Lesão instável ou estável:</p><p> Difícil de avaliar no APH;</p><p> Considerar que toda lesão é instável, até</p><p>que se prove o contrário.</p><p>➜ Deformidade;</p><p>➜ Edema;</p><p>➜ Laceração ou contusão;</p><p>➜ Paralisia, parestesia, paresia;</p><p>➜ Incontinência fecal/urinária.</p><p>➜ Partes moles;</p><p>➜ Lesão óssea – sem lesão medular;</p><p>➜ Lesão óssea - com lesão medular INCOMPLETA;</p><p>➜ Lesão óssea – com lesão medular COMPLETA.</p><p>➜ O atendimento adequado no local do acidente</p><p>é fundamental para se reconhecerem as lesões</p><p>existentes e evitar lesões adicionais/secundárias;</p><p>➜ A lesão da coluna vertebral deve sempre ser</p><p>considerada, até que o paciente possa ser avaliado</p><p>com segurança e de maneira apropriada;</p><p>➜ Conduta geral:</p><p> Controle de hemorragia;</p><p> Imobilização da coluna vertebral;</p><p> Restaurar vias aéreas;</p><p> Ventilação adequada;</p><p> Reposição volêmica:</p><p>o Caso não suspeite/detecte</p><p>hemorragia ativa, a hipotensão</p><p>persistente deve ser considerada</p><p>como choque neurogênico;</p><p>o Quando a PA não melhora, após a</p><p>infusão de líquidos, e não se</p><p>Alanne Paula I 7E</p><p>COMPLICAÇÕES:</p><p>CONCEITOS:</p><p>encontrou focos de sangramento, o</p><p>uso criterioso de vasopressina está</p><p>indicado: dopamina, norepinefrina,</p><p>fenilefrina;</p><p>o Se existem dúvidas quanto à</p><p>volemia do paciente, o uso de USG</p><p>ou monitorização invasiva pode</p><p>ser útil;</p><p>o Deve ser passada sonda vesical</p><p>para monitorar diurese e prevenir</p><p>distensão vesical.</p><p> Atenção ao choque</p><p>medular ou</p><p>neurogênico - hipotensão, bradicardia,</p><p>vasodilatação:</p><p>o O choque neurogênico: disfunção</p><p>autonômica caracterizada por</p><p>diminuição do tônus vascular, e da</p><p>inervação simpática ao coração -</p><p>vasodilatação arterial e venosa,</p><p>hipotensão arterial e bradicardia -</p><p>pode acontecer desde o momento</p><p>do trauma até 6 meses após –</p><p>consiste na vasodilatação</p><p>generalizada e o sangue vai para</p><p>parte inferior do corpo;</p><p>o O choque medular: estado de</p><p>completa arreflexia da medula</p><p>espinhal</p><p> Imobilização antes de qualquer</p><p>mobilização;</p><p> Todos os pacientes com suspeita de TRM</p><p>devem receber O2;</p><p> Obtenha imagens, quando indicado, assim</p><p>que as lesões que ameaçam a vida sejam</p><p>estabilizadas;</p><p> Encaminhar a centro especializado para</p><p>realizar o tratamento definitivo.</p><p>➜ PRECOCES:</p><p> Depende da gravidade da lesão;</p><p> Mais frequente em lesões cervicais ou</p><p>torácica alta;</p><p> Insuficiência respiratória;</p><p> Choque neurogênico.</p><p>➜ TARDIAS:</p><p> Sequelas neurológicas graves;</p><p> Infecção;</p><p> Lesões por pressão;</p><p> Espasticidade;</p><p> Bexiga neurogênica (flácida ou espástica);</p><p> Dor crônica;</p><p> Rigidez articular;</p><p> Tromboses.</p><p>PARAPLEGIA: paralisia de ambas as pernas;</p><p>QUADRIPLEGIA OU TETRAPLEGIA: paralisia de</p><p>ambos os braços e pernas;</p><p>HEMIPLEGIA: paralisia do braço e perna do mesmo</p><p>lado.</p><p>Alanne Paula I 7E</p>

Mais conteúdos dessa disciplina