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Líquido Cefalorraquidiano Biomarcadores e Tratamento Análise do LCR é usada para Níveis de NfL diminuem com diagnóstico e exclusão de outras tratamentos como natalizumabe e doenças fingolimod Bandas oligoclonais no LCR são Fetuína A reduzida após tratamento achado clássico e sensível para EM com natalizumabe, indicando resposta Indice de IgG positivo em 75% dos Osteopontina diminui com tratamento, casos com bandas oligoclonais mas papel preditivo ainda incerto Novos biomarcadores no LCR ampliam CXCL13 reduzido com terapias avaliação além do diagnóstico anti-células B, como rituximabe e ocrelizumabe Biomarcadores Introdução à EM Biomarcadores de Progressão EM é doença autoimune com formas EM Níveis elevados de NfL no LCR associam-se a pior prognóstico e remitente-recorrente e progressão progressiva GFAP indica dano em astrócitos e Inflamação e correlaciona-se com incapacidade desmielinização predominam clínica na fase CXCL13 pode estar relacionado à remitente-recorrente progressão clínica da EM progressiva Degeneração axonal é Proteína básica de mielina indica principal causa da forma desmielinização aguda, não progressiva da EM progressão Diagnóstico baseia-se em Perspectivas Futuras disseminação espacial e Biomarcadores podem permitir temporal das lesões avaliação mais individualizada da EM Biomarcadores de Atividade Integração com dados clínicos e neuroimagem pode otimizar Desafios e Limitações CXCL13 é quimiocina que atrai decisões Frequência ideal para medir células e correlaciona-se com Novos marcadores podem biomarcadores ainda não atividade melhorar monitoramento da estabelecida Fetuína A está aumentada em EM atividade e progressão Falta padronização na ativa e pode indicar risco de Aplicação clínica futura pode interpretação clínica dos conversão aprimorar escolha e ajuste resultados laboratoriais Neurofilamento leve aumenta terapêutico Necessária uniformização das após recidivas e indica lesão técnicas entre laboratórios axonal para confiabilidade Citocinas pró-inflamatórias como Mais estudos prospectivos são TNF-α e IL-6 têm resultados essenciais para validar controversos biomarcadores