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HEMOGRAMA
Professoress: Amanda Vernasque
 Flávio Arruda
 Márcia Maria de Souza Americano
 Nestor Aguiar
 
HEMOGRAMA
Hemácias ou Eritrócitos
 ERITROGRAMA
LEUCOGRAMA
Plaquetas - PLAQUETOGRAMA
HEMOGRAMA
ELEMENTOS DO SANGUE
HEMATOPOIESE
ERITROPOIESE
HEMOGRAMA
HEMOGRAMA
HEMOGRAMA
ANEMIA
INFECÇÃO
INFLAMAÇÃO
RESPOSTA IMUNE
COAGULAÇÃO
ERITROGRAMA
ANEMIA
 POLICITEMIA
altitudes
HEMOGLOBINA (Hb) – Transporte de oxigênio
 Anemia
Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a 
condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do 
normal como resultado da carência de um ou mais nutrientes 
essenciais, seja qual for a causa dessa deficiência. 
 
 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/69anemia.html
HIPOPROLIFERATIVA
• Falta de substrato: defifiência de ferro, folatos ou vitamina B12
• Falta de estímulo: falta de eritropoetina
• Desordem da produção: mielodisplasia, anemia aplásica, supressão medular.
HIPERPROLIFERATIVA
• Consumo: hemorragias, infecção...
• Destruição: hemólise, anemia falciforme, microangiopatia
FISIOPATOLOGIA
HEMATÓCRITO
HEMATÓCRITO (Ht) é o percentual do sangue que é 
ocupado pelas hemácias.
 Ht – anemia
 hemorragias
 cirrose
 hiper-hidratação
 gravidez
 Ht – desidratação
 Policitemia
 
ERITROGRAMA -HEMATÓCRITO
VCM – mede tamanho das hemácias
HCM – peso da Hb dentro da hemácia
CHCM – concentração da hemoglobina dentro da hemácia
RDW – diferença de tamanho entre as hemácias (ANISOCITOSE)
 anemia ferropriva x talasssemia
ERITROGRAMA - ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS
 - Diferenciam os vários tipos de anemia.
MORFOLOGIA
ANEMIA
A anemia pode ser causada por: 
• Infecções crônicas 
• Problemas hereditários sanguíneos
• Perda sanguínea
• Deficiência hormonal - eritropoetina 
• Carência de um ou mais nutrientes essenciais, necessários na 
formação da hemoglobina: 
✓ Ferro 
✓ Ácido Fólico 
✓ Vitaminas B12
ANEMIA FERROPRIVA
ERITROGRAMA
ANEMIA MICROCÍTICA E HIPOCRÔMICA
DEFICIÊNCIA DE FERRO
causas
Dieta
Idade
Gravidez
Hemorragias
Gastrectomia
Gastroplastia
Medicamentos
Hemodiálise
Parasitoses
VCM
HCM
ANEMIA FERROPRIVA
ANEMIA MEGALOBLÁSTICA
ERITROGRAMA
ANEMIA MACROCÍTICA E NORMOCRÔMICA
• DEFICIÊNCIA DE VITAMINA B12
• DEFICIÊNCIA DE FOLATOS 
causas
• Déficit na dieta 
(idosos, crianças, 
veganos)
• Fator intrínseco 
disfuncional
• Falta de fator 
intrínseco
• Anemia perniciosa 
(Cirurgia gástrica)
VCM - aumentado
HCM - normal
Deficiência na maturação 
ou produção DNA 
resultando em eritrócitos 
grandes e imaturos 
(megaloblastos)
ANEMIA MEGALOBLÁSTICA
LEUCOGRAMA
LEUCOGRAMA
–Baixa sensibilidade e especificidade.
– Interpretação criteriosa.
–Considerar contexto clinico.
–Variação nos resultados
• Idade, sexo, raça, temperatura, 
doenças subjacentes, uso de 
medicamentos
LEUCOCITOSE 
 Resposta da fase aguda de várias doenças.
Processos infecciosos e inflamatórios. 
Leucemias.
LEUCOPENIA
Associada a variedade de infecções, em geral virais.
Resulta de maior consumo, menor produção ou menor sobrevida 
intravascular.
VALOR DE REFERÊNCIA
LEUCOGRAMA 
CONTAGEM 
DIFERENCIAL 
LEUCOGRAMA
Leucometria
diferencial
Valores normais (%) Significação clínica
NEUTRÓFILOS 50 a 70% infecção bacteriana, 
corticoterapia e hemorragias
agudas
depressão da medula óssea
(anemia aplástica, agranulocitose), 
neutropenia cíclica, infecções
viróticas e realização de 
quimioterapia
EOSINÓFILOS 0 a 5% alergia, infecções parasitárias, 
doença de Hodgking, sarcoidose, 
carcinoma metastático e doenças
auto-imunes (doenças cutâneas
crônicas)
BASÓFILOS 0 a 1% Leucemia mielocítica aguda
LEUCOGRAMA
Leucometria diferencial Valores normais (%) Significação clínica
LINFÓCITOS 30 a 40% infecções viróticas
Tuberculose, sífilis
Imunodeficiências
MONÓCITOS 3 a 7%
infecções bacterianas
(endocardite bacteriana subaguda, 
tuberculose e febre tifóide)
LEUCOGRAMA – DESVIO À ESQUERDA
PLAQUETAS
PLAQUETAS
VALOR DE REFERÊNCIA
150.000 – 400.000/mm³
• PLAQUETOPENIA
– 150.000/mm³
• PLAQUETOSE
– 600.000/mm³
 A dosagem de plaquetas é importante 
antes de cirurgias e para avaliar quadro 
de sangramentos sem causa definida. 
HEMOGRAMA NA GESTAÇÃO
• A gestação normal está associada a ajustes fisiológicos 
e anatômicos que acarretam acentuadas mudanças no 
organismo materno. 
• Hematológicas
• Cardiovasculares
• Urinárias
• Digestivas
• Respiratórias
• Músculo 
esqueléticas
• Pele
•HEMOGRAMA NA 
GESTAÇÃO
MODIFICAÇÕES CARDIOVASCULARES
AUMENTO DO CONSUMO DE OXIGÊNIO
ADAPTAÇÃO DO SISTEMA CARDIOVASCULAR PARA
 SE AJUSTAR A DEMANDA METABÓLICA
ADEQUADO CRESCIMENTO FETAL
• O útero, sofre modificações de hipertrofia e dilatação.
• Na placenta, devido ao aumento progressivo, há um aumento do 
fluxo sanguíneo útero-placentário com a evolução da gestação.
HEMOGRAMA 
Habitualmente todas as gestantes devem, na primeira 
consulta de pré-natal, realizar um hemograma completo 
(em busca de anemia), juntamente com outros testes pré-
natais. O hemograma deve ser repetido por volta das 24ª a 
28ª semanas para nova avaliação.
• Volume plasmático
 - Eleva-se progressivamente a partir da 6ª semana de gestação, (50%) durante 
todo o período gestacional, estabilizando-se no final da gestação, em torno da 
32ª a 34ª semanas.
–O aumento do volume plasmático é necessário para suprir a demanda do sistema 
vascular. 
•Massa eritrocitária
 Elevação considerável, embora em proporções menores (30%) e um pouco 
mais tarde (20ª semana) que o volume plasmático.
Volume sanguíneo
 - Elevação do volume sanguíneo total (40 a 50%)
– aumento tanto do volume plasmático quanto da massa total de 
eritrócitos e leucócitos na circulação.
Necessidade de O2
 Eritropoetina 
- Indicadores hematológicos
- contagem de células vermelhas, 
- níveis de hemoglobina (Hb) 
- hematócrito (Ht),
2º TRIMESTRE
HIPERVOLEMIA 
GRAVÍDICA
ANEMIA 
FISIOLÓGICA
• BENEFÍCIOS
–Responder as demandas metabólicas do útero aumentado;
–Prover placenta e feto de nutrientes;
–Proteger a mãe e o feto dos efeitos das posições supina e 
ereta sobre o retorno venoso
–Salvaguardar a gestante contra os efeitos da perda 
sanguínea.
• CONSEQUÊNCIAS
–Deficiência de Ferro e Folato.
–Diminuição da concentração de hemoglobina.
HIPERVOLEMIA GRAVÍDICA
Leucócitos Período da gestação Valor de referência
5000 a 7000 mm3 4000 a 11000 mm3
8.000 a 16.000/mm3 2° e 3° trimestre
Podem atingir até 20.000 
a 30.000/mm3
parto e o puerpério
- Neutrófilos e bastonetes (aumento)
- Linfócitos (diminuição)
• Hemostasia
–PLAQUETAS, moderada diminuição com o progredir da gestação, 
principalmente a partir do terceiro trimestre, com recuperação no 
puerpério. 
• Trombocitopenia gestacional - contagem de plaquetas é acima de 100 mil 
em 99% dos casos.
–Aumento da destruição fisiológica das plaquetas.
–Hemodiluição.
–Ac anti-plaquetários são sempre negativo
• Placenta seria o local de consumo (deposição de fibrina) funcionando 
como um filtro.
ANEMIA NA GESTANTE
SITUAÇAO FISIOLÓGICA E PATOLÓGICA
ANEMIA FISIOLÓGICA NA GRAVIDEZ
HEMATÓCRITO: 31 a 33%
ANEMIA NORMOCÍTICA E NORMOCRÔMICA
ANEMIA FISIOLÓGICA NA GRAVIDEZ
Metabolismo do ferro
 - Apesar da absorção do ferro estar moderadamente elevada 
durante a gestação, a quantidade de ferro absorvido pela dieta, 
junto com a mobilização do ferro estocado, em geral é insuficiente 
para suprir a demanda imposta pela gestação.
ANEMIA FERROPRIVA NA GESTAÇÃO
ANEMIA MICROCÍTICA E HIPOCRÔMICA
- ANEMIA NORMOCÍTICA E NORMOCRÔMICA
 – anemia fisiológica da gestação.
- ANEMIA MICROCÍTICA E HIPOCRÔMICA 
 – anemia ferropriva.
- ANEMIA MACROCÍTICA E HIPERCRÔMICA 
– anemia megaloblástica.
- TROMBOCITOPENIA GESTACIONAL 
- acima de 100 mil plaquetas /mL
- LEUCOCITOSE
- Neutrofilia com linfocitopeniaProfa Márcia Americano
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	Slide 27: LEUCOGRAMA
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	Slide 29: LEUCOGRAMA CONTAGEM DIFERENCIAL 
	Slide 30: LEUCOGRAMA
	Slide 31: LEUCOGRAMA
	Slide 32: LEUCOGRAMA – DESVIO À ESQUERDA
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	Slide 34: PLAQUETAS
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	Slide 36: HEMOGRAMA NA GESTAÇÃO
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	Slide 38: MODIFICAÇÕES CARDIOVASCULARES
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	Slide 45: HIPERVOLEMIA GRAVÍDICA
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