Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

2023
Média:
- Soma de todos os números dividido pelo número de informações do conjunto;
- É a média aritmética;
- Medida MAIS influenciada por fatores extremos;
Mediana:
- Número em posição central no conjunto;
- Sempre que tiver um conjunto de números pares → soma os 2 números centrais e
divide por 2;
- Medida MENOS influenciada por fatores extremos.
Moda: número que mais se repete de um conjunto.
Expressam uma qualidade da variável; não possuem um 
número
• Ordinais: quando há sequência, ordem ou hierarquia 
nos dados estudados. Ex.: escolaridade (1º, 2º, 3º graus), 
estadiamento de tumor (IA, IB, IIA e IIB);
• Nominais: características que não possuem ordem ou 
sequência nas suas representações. Ex.: sexo, cor dos 
olhos, estado civil, tipo sanguíneo etc.
Curva em formato de sino que mostra 
resultados aleatórios
• Em uma distribuição normal - média, mediana e 
moda coincidem;
• A maioria de uma população gira em torno da 
média enquanto algumas pessoas irão sofrer um 
desvio, seja para mais, seja para menos;
• Desvios-padrão (DP):
- 1DP = 68%;
- 2DP = 95%;
- 3DP = 99,7%.
Qualitativas
Quantitativas
Representadas por meio de números resultantes de
uma contagem ou mensuração.
• Contínuas: quando os valores pertencem a um
intervalo de mensuração que pode conter frações
(“números quebrados”). Ex.: altura (1,66m); peso
(57,3kg).
• Discretas: valores representam um conjunto de
números inteiros (não podem ser fracionados). Ex.: nº de
filhos, nº de bactérias por amostra, frequência cardíaca
etc.
Dependente x Independente
• Dependente: depende de algum fator para estar acontecendo, ou seja, 
depende que tenha uma exposição a algo. Ex.: doença (desfecho) - o câncer 
de pulmão é dependente do tabagismo.
• Independente: não depende de algo (fator de exposição), pelo contrário, 
ele é a causa e pode mudar o fator dependente. Ex.: gênero.
• Mais utilizado em estudo transversal;
• Razão de prevalência = Prevalência do 
evento nos expostos dividido prevalência do 
evento nos não expostos;
Razão de 
prevalência
Risco relativo
• Relação da incidência do desfecho entre expostos e não 
expostos a um fator de risco;
• Pode acontecer em qualquer estudo de associação, 
sendo mais comum em coorte e ensaio clínico;
• Cálculo: Incidência expostos / Incidência não expostos;
- Incidência expostos = A/A + B;
- Incidência não expostos = C/ C + D;
Odds ratio
• RR = 1 → o estudo não apresentou relação de associação entre
fator e efeito;
• RR > 1 → possibilidade de o fator ser de risco, já que a
exposição aumenta o risco de surgimento do efeito → quem
está mais exposto, irá ter mais desfecho do que quem não está
exposto;
• RR < 1 → possibilidade de o fator ser de proteção, já que a
exposição ao mesmo diminui o risco de surgimento de efeito.
• Quantas vezes mais chances os expostos têm (em 
relação aos não expostos) de desenvolver o desfecho;
• Pode ser calculado para qualquer estudo, mas é mais 
comum no caso-controle;
• Também é chamado de razão de chance;
• Quanto mais rara for uma doença, mais o OR aproxima-
se do RR;
• O OR é uma estimativa do risco, mas não define o risco 
tão fortemente quanto o RR;
• Cálculo: A x D / B x C (Fórmula do peixinho).
Redução do 
risco relativo
• Informa “o quanto o risco foi reduzido” com a 
nova droga;
• Utilizada em casos clínicos;
• Avalia “o quanto a nova droga foi capaz de reduzir
a doença”;
• O RRR avalia a eficácia e efetividade de uma droga;
• Cálculo: RRR = 1-RR;
Redução 
absoluta do risco
• Significa a diferença entre as incidências da doença
entre os que utilizaram a nova droga e os que não
utilizaram;
• Utilizada em casos clínicos;
• Consiste na diferença absoluta entre a maior
incidência e a menor;
• RAR = Incidência maior – Incidência menor (RAR =
Ie – Ine ou RAR = lne – Ie);
Número necessário 
de tratamento
• O resultado significa o número de pacientes que
devemos tratar com a nova intervenção para que se
possa prevenir 1 caso da doença;
• Analisa a eficiência da intervenção testada;
• Quanto maior o NNT, pior a intervenção;
• Cálculo: NNT = 1/RAR.
• Temporalidade: causa deve ser anterior a doença 
• Força de associação: é o único critério que pode ser medido; quanto mais forte uma associação, 
mais provável que seja causal;
• Consistência: a relação deve ser condizente com os achados de outros estudos;
• Plausibilidade biológica: a associação deve ter uma explicação plausível segundo história natural;
• Gradiente biológico (efeito dose-resposta): efeito dose-resposta (deve ser em gradiente, 
proporcional). Incidência é maior quanto maior for a exposição;
• Especificidade: exposição específica causa a doença;
• Analogia: com outra doença ou com outra exposição;
• Coerência: o que se busca provar não entra em conflito com o já conhecido;
• Evidência de estudos experimentais: mudanças na exposição mudam o padrão da doença.
Bradford Hill
	Slide 1

Mais conteúdos dessa disciplina