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UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA 
ENGENHÁRIA BÁSICA 
2° e 3° SEMESTRES 
 
 
NOME RA TURMA 
Albert Barbosa de Carvalho G779FH7 EB3Q07 
Brenda S. Santos T916GE7 EB3Q07 
Bruno Sales Silva G86EFD5 EB2P07 
Davi de Melo Catolé T709AG4 EB2P07 
Guilherme Freitas A de Jesus N075ED1 EB3Q07 
Guilherme Somovil Araújo N0987B3 EB3P07 
Gustavo Silva dos Santos N073268 EB3Q07 
Matheus Moreira dos Santos G7682J2 EB3P07 
Ronaldo Vieira da S Junior R022021 EB2P07 
Sarah Lorrane Santos Silva T572EG8 EB3Q07 
Tissiane da Cruz Oliveira G842022 EB3P07 
 
 
 
 
APS – ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
 
CARRINHO ELÉTRICO 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO - SP 
2024
 
 
 
 
 
UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA 
ENGENHÁRIA BÁSICA 
2° e 3° SEMESTRES 
 
 
 
 
 
 
APS – ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
 
CARRINHO ELÉTRICO 
 
 
 
 
Atividade prática supervisionada à 
UNIP como parte do ciclo básico de 
engenharia dos 2° e 3° semestres sob 
orientação do coordenador e 
professores. 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO – SP 
2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedicamos esta APS escrita a todos 
aqueles que buscam o conhecimento 
e aos que não tiveram medo de errar 
no passado para que hoje possamos 
acertar em direção ao progresso. 
Imprevistos acontecem e errar faz 
parte, todavia, desistir nunca será 
uma opção. Obrigado a todos que 
permanecerão. 
 
RESUMO 
Afim de ser realizado a montagem de um carrinho elétrico, com o intuito de colocar 
em prática o conteúdo teórico estudado em sala de aula. Este trabalho agrega 
conhecimentos e estimula habilidades de criatividade e capacidade de trabalhar em 
grupo, buscando a solução de um problema e desenvolvendo inovações de acordo 
com o documento que foi elaborado e distribuído com as devidas instruções. A partir 
da prática e planejamento é esperado o desenvolvimento de algumas competências 
previstas no plano de curso, tal como, conhecimento de circuitos elétricos. O grupo 
decidiu utilizar o arduino e dispositivo bluetooth para realizar os movimentos do 
carrinho elétrico. Esta apresentação teórica busca documentar a ideia geral e 
detalhada do projeto, desde a iniciativa do trabalho, organização, passo a passo e 
esboço para chegar ao resultado do projeto. Espera-se transparecer as etapas que 
resultou no projeto final. 
PALAVRAS-CHAVE: Arduino, elétrico, bluetooth, solução, projeto. 
 
ABSTRACT 
 
 In order to carry out the assembly of an electric cart, with the aim of putting into practice the 
theoretical content studied in the classroom. This work adds knowledge and stimulates 
creativity skills and the ability to work in groups, seeking the solution to a problem and 
developing innovations according to the document that was elaborated and distributed with 
the proper instructions. From practice and planning, the development of some competencies 
foreseen in the course plan is expected, such as knowledge of electrical circuits. The group 
decided to use Arduino and Bluetooth device to perform the movements of the electric cart. 
This theoretical presentation seeks to document the general and detailed idea of the project, 
from the initiative of the work, organization, step by step, and sketch to achieve the project 
result. It is expected to show the stages that resulted in the final project. 
 
KEYWORDS: Arduino, electric, Bluetooth, solution, project. 
 
 
 
Objetivo 
O objetivo deste trabalho é projetar, construir e apresentar um protótipo de um veículo 
movido a energia elétrica (baterias ou pilhas), com controle remoto ( com ou sem fio) 
para direcioná-lo a percorrer uma pista de dimensões e percursos, respeitando 
integralmente regras pré- estabelecidas por este manual. 
Nós estudantes deveremos aplicar os conhecimentos vistos em sala de aula em uma 
atividade prática com supervisão dos professores. Sendo assim busca uma vivência 
prática das teorias aprendidas no decorrer das disciplinas do curso. É buscada 
também uma visão interdisciplinar e multidisciplinar da realidade que será enfrentada 
na vida profissional. 
 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES 
Figura 1 Modelo do carrinho .............................................................................................. 11 
Figura 2 Frente ...................................................................................................................... 11 
Figura 3 Chassi ....................................................................................................................... 12 
Figura 4 Chassi ....................................................................................................................... 12 
Figura 5 Ligação dos leds ..................................................................................................... 13 
Figura 6 Led ............................................................................................................................ 13 
Figura 7 Montagem ................................................................................................................ 14 
Figura 8 Exemplo do motor que seria utilizado ................................................................. 14 
Figura 9 Motores e rodas traseiras utilizados ...................................................................... 14 
Figura 10 Rodas frontal ........................................................................................................ 15 
Figura 11Bateria utilizada ..................................................................................................... 16 
Figura 12 Componentes eletrônicos .................................................................................... 16 
Figura 13 Programação ......................................................................................................... 16 
Figura 14 Programação ......................................................................................................... 18 
Figura 15 Programação ............................................................................................................ 20 
Figura 16 Aplicativo ................................................................................................................ 23 
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578194
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578195
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578196
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578197
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578198
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578199
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578200
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578201
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578202
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578203
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578204
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578205
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578206
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578207
file:///C:/Users/Windows/Documents/APS%20escrito%20UNIP.docx%23_Toc135578208
9 
 
 
 
13 
 
SUMÁRIO 
 
 
INTRODUÇÃO ......................................................................................................................... 9 
Iniciativa ................................................................................................................................ 10 
Fundamentos teóricos ............................................................................................... 12 
Descrição ........................................................................................................................... 16 
Alimentação do sistema................................................................................................. 22 
Controle .............................................................................................................................. 25 
Tabela de custos .............................................................................................................. 26 
Conclusão ......................................................................................................................... 26 
Testes preliminares ......................................................................................................... 27 
Referências .............................................................................................................. 28
9 
 
 
 
13 
 
INTRODUÇÃO 
Após análise do estudo a respeito do projeto, obstáculos e ideias controversas 
surgiram tais como: não deixar que os alunos tenham a falsa sensação de 
aprendizagem, focando apenas na aplicação final. É importante o entendimento das 
técnicas de dispositivos eletrônicos e veículo movido a energia elétrica. 
O foco principal foi a criação do planejamento, nos reunindo em sala de aula, 
apenas o grupo afim de, dissertarmos e separar as ideias do grupo de maneira sucinta, 
eficaz e organizada. 
Discute-se sobre o formato e qual material a ser utilizado na construção do 
projeto de acordo com a orientação do arquivo compartilhado, para se obter uma boa 
estrutura, equilíbrio, praticidade, objetivando o funcionamento de um sistema elétrico 
com arduino de forma clara e operante. 
9 
 
 
 
13 
 
Iniciativa 
Muito se sabe que atualmente fala-se bastante sobre sustentabilidade ou também 
conhecida como desenvolvimento sustentável em diversos setores de nossa sociedade. É 
um tema que desperta cada vez mais interesse, principalmente pela ação predatória de 
origem humana, que tem acarretado graves consequências à humanidade, ameaçando sua 
sobrevivência. As emissões de gases e partículas de nível local, regional ou global, 
especialmente nas últimas décadas nos grandes centros urbanos, têm ocasionado 
alterações significativas da qualidade do ar, apresentando concentrações elevadas de 
poluentes que se mostram cada vez mais danosas à saúde e ao meio ambiente. 
Sendo assim, é importante lembrar que a atmosfera, além de ambientalmente 
fundamental para garantir a vida na terra, é também o elemento regulador do clima no 
Planeta, sem o qual a vida não teria se desenvolvido. 
Nesse contexto, vemos a imensa frota de veículos automotores terrestres que 
transita atualmente em todo o mundo e vem sendo estimada em torno de mais de um bilhão 
de unidades, considerando automóveis de passeio, utilitários, ônibus e caminhões, com a 
emissão de milhões de toneladas de poluentes no ar, principalmente nas grandes 
afluências urbanas. 
Diante da vasta gama de soluções para melhorar a eficiência e também reduzir as emissões 
de gases, tendo como foco, um menor impacto sobre o meio ambiente, está o 
desenvolvimento e o desafio da popularização de veículos que utilizam como propulsão 
motores elétricos. Além de não dependerem de combustíveis fósseis, os veículos 
elétricos emitem poucos ruídos, são econômicos, e não emitem CO2 e outros gases 
poluentes. 
O primeiro veículo elétrico foi construído em 1835 por Thomas Davenport. 
Logo depois desse tempo, começaram a serem adaptados alguns veículos para 
funcionarem em trilhos. A queda mesmo da fabricação de veículos elétricos veio quando 
houve uma fabricação em massa de carros com motores movidos a combustão, 
desenvolvidos por Henry Ford. 
 O funcionamento dos carros elétricos é baseado no uso de baterias como fonte 
primária, convertendo energia química em elétrica, assim transmitindo para os motores, 
que fazem a conversão em energia mecânica gerando a propulsão que o veículo precisa 
para que se mova. 
 Os carros elétricos contribuem como fonte direta, para a preservação do meio 
ambiente, porque, utilizam energia recarregável e não emitem gases poluentes. Outro 
9 
 
 
 
13 
 
ponto positivo no uso da eletricidade em veículos é a significativa diminuição da poluição 
sonora como em grandes metrópoles, que por sua vez causam vários e grandes danos à 
saúde, mais precisamente no sistema auditivo e endócrino, sendo um dos principais fatores 
relacionados por causar estresse e problemas circulatórios. 
 Em contrapartida, é importante lembrar que assim como existem pontos positivos, 
também existem algumas desvantagens, como por exemplo, o custo benefício de um 
veículo elétrico ainda ser muito alto se comparado com os veículos à combustão, que 
atende quase toda a gama de nível da sociedade. Outro ponto negativo é que ainda não 
possível obter uma autonomia satisfatória para as baterias, que atualmente duram em 
média normalmente apenas de 100 a 200 km. 
 Após vários estudos e inovações nas tecnologias, surgiu uma nova categoria de 
automóveis, chamados de “híbridos”. Estes veículos conseguem conciliam um motor à 
combustão a um motor elétrico, assim reduzindo as emissões de gases e o consumo de 
combustível fóssil, equilibrando a preservação do meio ambiente, sem perder a eficiência 
e autonomia. 
Sentindo a necessidade de um mundo mais sustentável, montadoras, universidades, 
instituições de pesquisa e empresas de tecnologia tem investido e incentivado o 
desenvolvimento contínuo de estudos para solucionar e difundir cada vez mais a utilização 
de veículos que atendam a humanidade, sem agredir o meio ambiente. 
9 
 
 
 
13 
 
Fundamentos teóricos 
 
História do carro elétrico 
 Entre os primeiros carros construídos durante os anos iniciais da indústria 
automobilística, estão os veículos elétricos. O primeiro veículo independente a rodar com 
eletricidade foi construído em 1830, na Escócia. A fonte de energia que ele usava não era 
recarregável, no caso um problema considerável. Vários outros veículos elétricos chegaram 
às ruas nos anos de 1800, mas o primeiro automóvel elétrico real surgiu em 1891, na oficina 
de William Morrison, de Des Moines, em Iowa. Em 1900, 28% de todos os carros nos 
Estados Unidos rodavam com eletricidade. 
Começou a ser produzido em massa, tornando os automóveis muito mais acessíveis. 
Em 1920 o carro elétrico quase não era mais produzido, pois foi substituído por carros que 
iam mais longe e mais rápido com mais energia, essa modificação que foi auxiliada pelo 
fato de que a gasolina estava prontamente disponível. A ideia de um carro elétrico para as 
massas voltou em 1960, mas só pegou na década de 1970, quando as preocupações com 
a poluição e os preços crescentes da gasolina aumentaram. 
 
Pilhas e baterias 
Usadas em vários aparelhos elétricos e eletrônicos, as pilhas e baterias consistem 
em fontes químicas de energia elétrica, portanto, dispositivos que convertem energia 
liberada numa reação química em energia elétrica. 
Em meados de 1786, o anatomista italiano Luigi Galvani dissecou uma rã sobre sua mesa, 
na qual se encontrava uma máquina eletrostática. Galvani observou contrações nos 
músculos do animal no momento em que seu assistente por acaso tocou com a ponta de 
seu bisturi no nervo interno da coxa da rã. Ou seja, isso acontecia no momento em que os 
tecidos da rã eram tocados por dois metais diferentes. Galvani então passou a defender 
uma teoria que tentava explicar esse fato: a teoria da “eletricidade animal”. Segundo 
Galvani, os metais eram apenas condutores da eletricidade, que na realidade estaria 
contida nos músculos da rã. 
Entretanto, sua teoria estava errada e isso foi visto pelo físico italiano Alessandro 
Volta, que realizou vários experimentos e notou que quando a placa e o fio eram 
constituídos do mesmo metal, as convulsões não apareciam, mostrando que não havia 
9 
 
 
 
13 
 
fluxo de eletricidade. Assim, ele passou a defender o conceito de que a eletricidade não se 
originava dos músculosda rã, mas sim dos metais e que os tecidos do animal é que 
conduziam essa eletricidade. 
Para provar que estava correto, Volta fez um circuito formado por uma solução eletrolítica, 
ou seja, uma solução com íons dissolvidos, que ele chamava de condutor úmido ou 
condutor de segunda classe, colocados em contato com dois eletrodos metálicos. Esses 
últimos, Alessandro Volta designava de condutores secos ou condutores de primeira 
classe. Um empilhamento de discos de cobre e zinco tendo entre eles discos de 
tecido embebidos numa solução de ácido sulfúrico. 
Em 1800, Volta criou a primeira pilha elétrica que passou a ser chamada de pilha 
de Volta, pilha Galvânica ou pilha voltaica e, ainda, “rosário”. Um esquema dessa pilha 
é mostrado abaixo: ele colocou um disco de cobre por cima de um disco de feltro embebido 
em uma solução de ácido sulfúrico e, por último, um disco de zinco; e assim 
sucessivamente, empilhando essas séries até formar uma grande coluna. O cobre, o feltro 
e o zinco tinham um furo no meio e eram enfiados numa haste horizontal, sendo assim 
conectados por um fio condutor. 
Uma bateria de 9V como a que usamos para alimentar um radinho, é uma bateria 
de pilhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
 
13 
 
Outro fator importante em se considerar para determinar a escolha de uma pilha é a sua 
capacidade de fornecimento de energia. A quantidade de energia de uma pilha é dada pelo 
produto da tensão que ela mantém no circuito, pela corrente que ele exige e pelo número 
de horas em que isso ocorre. 
 Assim, uma pilha de 15 VAh pode fornecer uma corrente de 1,0A sob corrente de 1,5V 
durante 10 horas. A mesma pilha fornecerá 100 mA de corrente a um circuito durante 100 
horas. 
 A capacidade de fornecimento de energia não depende apenas do tamanho da pilha, mas 
de seu tipo. Portanto, as pilhas que possuem maior densidade de energia são as alcalinas 
com 220 VAh por litro, contra 100 VAh das pilhas de comuns e 80 VAh das de Nicad. Esta 
capacidade refere-se ao conteúdo energético total da pilha e não à sua potência. 
 Assim, a resistência interna baixa de uma pilha permite que ela possa operar em condições 
de alta corrente. Isso significa que as pilhas de Nicad podem fornecer correntes muito 
maiores que a alcalinas e que as comuns. Em realidade é até perigoso colocar em curto 
tais pilhas pela elevada corrente que pode até causar sua explosão. Isso não significa que 
para um mesmo aparelho elas tenham maior durabilidade. 
 
Motores elétricos 
 
Motores elétricos é parte integrante de um a infinidade de equipamentos, máquinas 
industriais, automatismos domésticos e automotivos, portões elétricos, dispositivos 
mecatrônicos, robôs são alguns exemplos de lugares onde podemos encontrar motores. 
Os motores podem ser dos mais diversos tipos, formas e tamanhos o que leva a todo 
profissional da eletrônica a ter um conhecimento mais profundo destes dispositivos se 
quiser saber como trabalhar com eles. 
 
Em 1600 o cientista inglês William Gilbert publicou uma obra descrevendo a força de 
atração magnética. A primeira máquina eletrostática foi construída em 1663, pelo alemão 
Otto Guericke, e aperfeiçoada em 1774 pelo suíço Martin Planta. 
Já o professor de Medicina italiano Aloiso Galvani notou, em 1786, que ao tocar com o 
bisturi em coxas de rãs que estavam penduradas numa grade de ferro, estas apresentavam 
uma contração, a qual chamou “eletricidade animal”. Outro italiano, Alessandro Volta, 
descobriu que entre dois metais diferentes, imersos em líquido condutor, surgia uma tensão 
elétrica. 
9 
 
 
 
13 
 
Em 1799 ele desenvolveu uma fonte de energia que chamou de “coluna de Volta”, que 
podia fornecer corrente elétrica. O físico dinamarquês Hans Christian Oersted, em 1820, 
verificou por acaso que a agulha magnética de uma bússola era desviada de sua posição 
norte-sul quando passava perto de um condutor no qual circulava corrente elétrica. Essa 
observação foi o primeiro passo em direção ao desenvolvimento do motor elétrico. 
O físico e matemático André-Marie Ampère, com base nesses e outros estudos e 
constatações, construiu o primeiro eletroímã. Esse dispositivo foi fundamental para a 
invenção de vários aparelhos, como o telefone, o microfone, o alto-falante, o telégrafo. 
Depois, o inglês Michael Faraday descobriu, em 1831, a indução eletromagnética. 
Em 1832 o cientista italiano S. Dal Negro construiu a primeira máquina de corrente 
alternada com movimento de vaivém. No ano seguinte, o inglês W. Ritchie inventou o 
comutador, construindo um pequeno motor elétrico em que o núcleo de ferro enrolado 
girava em torno de um ímã permanente. Para dar uma rotação completa, a polaridade do 
eletroímã era alternada a cada meia volta, através do comutador. 
O professor alemão Moritz Hermann Von Jacobi, em 1838, desenvolveu um motor elétrico 
e aplicou-o a uma lancha. A aplicação prática da energia elétrica em trabalho mecânico 
ficou assim comprovada. Entretanto, toda a energia provinha de baterias, que eram caras 
e de uso restrito. A preocupação, então, voltou-se à geração de energia elétrica de baixo 
custo. 
A era Siemens 
Em 1856 o eletrotécnico Werner Siemens relatou o sucesso obtido na construção de 
um gerador de corrente, magnético, com induzido T duplo. Mas esse aparelho não podia 
gerar energia suficiente para alimentar indústrias e equipamentos domésticos. Os ímãs 
permanentes eram de ação restrita. 
Somente dez anos depois Siemens construiu um gerador sem ímã permanente, provando 
que a tensão necessária para o magnetismo podia ser retirada do próprio enrolamento do 
rotor, isso é, que a máquina podia auto excitar. O primeiro dínamo de Werner Siemens 
possuía uma potência de aproximadamente 30 watts e uma rotação de 1.200 rpm. A 
máquina também podia funcionar como motor, desde que se aplicasse uma corrente 
contínua aos seus bornes. 
 
 
 
 
9 
 
 
 
13 
 
Descrição 
• Chassi 
O estimulo para buscar esse projeto foi a concordância em separarmos sobre 
qual era a melhor opção no momento, desde que houvesse entendimento de como 
fazer e planejamento. A foto a seguir segue uma parte do que o grupo planejava no 
dia e se reuniu para discutir como seria o chassi do carrinho. 
 
 
Figura 1 Modelo do carrinho 
 
 
 
Figura 2 Frente 
 
 
Nosso modelo de chassi, visa um carrinho simples, que conseguisse acomodar nosso 
circuito e componentes elétricos. 
 
Foi optado por um carrinho com caçamba aberta e construída de MDF. 
 
 
 
 
9 
 
 
 
13 
 
 
Figura 3 Chassi 
 
 
 
 
Figura 4 Chassi 
 O primeiro passo para a construção do carro foi o chassi, pois é a estrutura que sustensa 
os motores, baterial e demais componentes. Respeitando as normas de construção 
estabelecidas, o chassi foi feito com 30 cm de comprimento e 20 cm de largura ( medidas 
máximas permitidas no manual). Foram utilizadas placas de MDF, material leve e 
resistente. 
Foram feitos recortes e furo para fixação de componentes e passaem dos fios condutores 
 
9 
 
 
 
13 
 
• Programação 
 
A parte de programação representou um desafio significativo em nosso projeto, demandando tempo 
e esforço para compreender completamente o conteúdo. Nosso objetivo era implementar um 
sistema de controle via Bluetooth para o carrinho elétrico, utilizando a placa do Arduino como base. 
Inicialmente, enfrentamos dificuldades em entender os princípios de comunicação Bluetooth e como 
integrá-los ao Arduino. Foi necessário realizar pesquisas extensivas, consultar documentações 
técnicas e até mesmo buscar ajuda de especialistas para adquirir o conhecimento necessário. 
Com o passar do tempo, gradualmente começamos a compreender os conceitos fundamentais da 
programação Bluetooth, como emparelhamento de dispositivos, protocolos de comunicação e envio 
de comandos. Essa compreensão nos permitiu desenvolver um código eficiente e funcional para o 
controle remoto do carrinho elétrico. 
Cada linhade código foi detalhada, elaborada e testada para garantir seu correto funcionamento. 
Enfrentamos obstáculos ao longo do caminho, como problemas de conectividade e erros de sintaxe, 
mas perseveramos, fazendo ajustes e correções até alcançarmos um resultado satisfatório. 
No final, o tempo e esforço investidos na compreensão e implementação da programação Bluetooth 
foram recompensados com um sistema de controle confiável e preciso para o nosso carrinho. 
 
• Entendimento dos leds 
Entender e realizar a ligação dos leds, foi uma etapa bem demorada e de dificil compreensão, porém 
conseguimos fazer os mesmos funcionarem na proton board. 
 
 
Figura 5 Ligação dos leds 
9 
 
 
 
13 
 
 
Figura 6 Led 
 
 
Figura 7 Montagem 
 
 
9 
 
 
 
13 
 
• Motores 
Inicialmente, consideramos o uso de motores convencionais, como o mostrado abaixo, para 
impulsionar nosso carrinho elétrico. No entanto, durante os testes iniciais, percebemos que 
esses motores priorizavam a velocidade em detrimento do torque. Embora fossem capazes 
de alcançar altas velocidades, não forneciam a força necessária para mover o carrinho 
eficientemente, especialmente quando enfrentava obstáculos ou terrenos irregulares. 
Diante dessa limitação, decidimos buscar uma alternativa que oferecesse mais torque, 
permitindo ao carrinho lidar melhor com situações que exigissem maior força de tração. Foi 
então que optamos por utilizar motores redutores. 
Os motores redutores são equipados com uma caixa de redução de engrenagens, que 
aumenta o torque e diminui a velocidade de rotação do eixo de saída em relação ao eixo 
de entrada. Essa redução na velocidade permite que o motor forneça mais força de torque, 
tornando-os ideais para aplicações que requerem movimento lento e potente, como é o 
caso de um carrinho elétrico. 
Ao optarmos pelos motores redutores, garantimos que nosso carrinho elétrico tivesse a 
potência necessária para enfrentar diversos tipos de terrenos e obstáculos, ao mesmo 
tempo em que mantínhamos um controle preciso sobre sua velocidade. Essa escolha 
demonstrou ser crucial para o desempenho e eficiência do nosso projeto, destacando a 
importância de considerar não apenas a velocidade, mas também o torque ao selecionar 
os componentes adequados para um projeto especifico. 
 
 
Figura 8 Exemplo do motor que seria utilizado 
9 
 
 
 
13 
 
 
Figura 9 Motores e rodas traseiras utilizados 
 
 
• Rodas 
 
As rodas fixadas na parte frontal do carrinho são consideradas como “rodas bobas”. Estas rodas 
têm a capacidade de girar livremente em qualquer direção, o que permite que o carrinho seja 
direcionado com facilidade, sem enfrentar dificuldades. Além disso, proporcionam um bom atrito 
com o chão e são leves, contribuindo para a manobrabilidade do carrinho. 
 
 
 
Figura 10 Rodas frontal
 
• Alimentação do sistema 
Para alimentação dos motores e demais componentes elétricos, utilizou-se a bateria Knup, 
com tensão 9 V e capacidade nominal de 450mAh. As dimensões da mesma são 47mm x 
20mm x 15mm, com um peso de 34g. 
 
Figura 11 Bateria utilizada 
A bateria foi alocada na parte interna frontal do carrinho. Este local foi escolhido para 
distribuir o peso da bateria, e assentar melhor as rodas no chão e com isso melhorar o 
controle do carrinho. 
 
• Componentes eletrônicos e programação 
Para o nosso carrinho, utilzamos como armazenador de programa, o arduíno, o mesmo 
é uma ferramenta fundamental para controlar um carrinho elétrico devido à sua 
capacidade de processar comandos e controlar dispositivos eletrônicos. Ao conectar o 
Arduino aos motores e sensores do carrinho, é possível programá-lo para realizar uma 
variedade de funções, como controlar a velocidade e a direção do movimento, detectar 
obstáculos e até mesmo implementar funções de controle remoto via Bluetooth. 
 
Usando a linguagem de programação Arduino, os desenvolvedores podem escrever 
códigos personalizados que definem o comportamento do carrinho em diferentes 
situações. Por exemplo, é possível programar o Arduino para fazer o carrinho avançar 
 
quando um botão é pressionado, parar quando um obstáculo é detectado por um sensor 
ultrassônico e até mesmo fazer curvas controladas usando algoritmos de controle de 
movimento. A ponte H é um circuito eletrônico usado para controlar a direção e a 
velocidade de motores DC (corrente contínua). Ela é especialmente útil em projetos que 
envolvem o controle de motores, como em carrinhos elétricos. O módulo Bluetooth é um 
componente eletrônico que permite a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos, 
como smartphones, tablets e computadores. É amplamente utilizado em uma variedade 
de aplicações, incluindo controle remoto, transferência de dados sem fio e comunicação 
entre dispositivos. O módulo Bluetooth consiste em um chip Bluetooth integrado a uma 
placa de circuito, geralmente acompanhado de uma antena para melhorar o alcance do 
sinal. Ele pode ser conectado a um microcontrolador, como o Arduino, permitindo que o 
microcontrolador envie e receba dados através da conexão Bluetooth. 
 
 
Figura 12 Componentes eletrônicos 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 14 Programação 
Figura 13 Programação 
 
 
Figura 15 Programação 
• Controle 
O acionamento do carrinho é realizado através de um aplicativo via celular. 
 
 
Figura 16 Aplicativo 
 
• Tabela de custos 
 
Os custo são parte importante a serem considerados no projeto. O foco da realização do 
carrinho estava em comprar materiais e componentes de qualidade sem alto custo e 
principalemente sem desperdícios. Na tabela a seguir estão apresentados alguns materiais 
utilziados e os gastos gerados para o desenvolvimento do trabalho. 
 
Arduino + componentes eletrônicos R$ 90,00 
Módulo Bluetooth R$ 13,73 
Rodas + Motores redutores R$ 40,00 
Suporte 4 pilhas AA R$ 10,90 
Bateria 9V R$ 16,50 
Kit condutores e jumpers R$ 22,00 
Painéis MDF R$ 40,00 
TOTAL R$ 233,13 
 
 
• Conclusão 
 Todo o planejamento, pesquisa, desenvolvimento e construção do projeto agregou 
muito conhecimento a todos integrantes da equipe, em várias áreas. Foi necessário 
aplicação de muitos conceitos estudados nas aulas teóricas e práticas de elétrica, física 
e mecânica. Mesmo com todo estudo e planejamento antes da construção, foram 
realizados muitos testes, que por sua vez, nos possibilitou verificar problemas e 
solucioná-los, e até mesmo implantar melhorias no projeto. Infelizmente ainda não ficou 
perfeito, perfeito assim como queríamos devido as correrias do dia a dia, mas em resumo, 
a proposta de atividade supervisiona da foi de grande valia para formação acadêmica, 
levando em consideração toda a temática e dinâmica existentes no trabalho 
apresentado. O mais importante é que o objetivo de construir o carrinho movido à 
energia elétrica foi alcançado, e proporcionou grande crescimento e experiência. 
 
 
 
 
 
 
• Testes preliminares 
 
https://youtube.com/shorts/NlLmPRn97FE?feature=shared 
 
 
Figura 17 Nosso carrinho 
 
 
 
Figura 18 Nosso carrinho 
https://youtube.com/shorts/NlLmPRn97FE?feature=shared
 
 
• Referências bibliográficas 
 
 
http://brasilescola.uol.com.br/ 
 
http://Qnit.sbq.org.br/ 
 
http://www.inee.org.br/veh_sob re.asp?Cat=veh 
 
http://www.ecologiaurbana .com.br/sustentabilidade/carros-eletricos-um- 
conceito-de-sustentabilidade/ 
 
https://p t.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%AD culo_el%C3%A9trico 
 
http://www.newtoncbraga.com .br/index.php/como-funci ona/3208-art437 
 
http://www.newtoncbraga.com .br/index.php/como-funci ona/2829-mec060 
 
http://unip.br/servicos/bibliotec a/download/manual_de_normalizacao_abnt.pdf 
 
http://planetasus tentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_2 682 
79.shtml 
http://brasilescola.uol.com.br/
http://qnit.sbq.org.br/

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