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MANUAL DO USUÁRIO – MANUTENÇÃO AXEL 4 
 AXEL 4 075 / AXEL 4 100 / AXEL 4 150 / AXEL 4 180 
CENTRO DE USINAGEM CNC 
02
 - 
22
 
 
P 
P 
Vers. 2.2.0
 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DO USUÁRIO – MANUTENÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ÍNDICE 
 
 
1 AVISOS GERAIS ......................................................................................... 2 
1.1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 2 
1.2 GARANTIA ...................................................................................................................... 2 
2 GENERALIDADES ....................................................................................... 3 
2.1 PREÂMBULO ................................................................................................................. 3 
2.2 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO .......................................................... 4 
2.3 AVISOS PRESENTES NA MÁQUINA (Fig. 02-02 / 02-03 / 02-04)................................ 5 
3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS................................................................. 8 
3.1 DIMENSÕES TOTAIS E PESO (Fig. 03-03) ................................................................ 12 
3.2 COMPONENTES DA MÁQUINA NA VERSÃO BÁSICA (Fig. 03-04) .......................... 13 
3.3 EMISSÃO SONORA DO CENTRO DE USINAGEM AXEL 4 ....................................... 14 
4 NORMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE ..................................................... 15 
4.1 PREÂMBULO ............................................................................................................... 15 
4.2 USO PREVISTO DA MÁQUINA ................................................................................... 15 
4.3 AVISOS DE SEGURANÇA ........................................................................................... 15 
4.4 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA ............................................................................... 18 
4.5 ÁREAS DE RISCO E RISCO RISCHIO RESIDUAL .................................................... 22 
5 TRANSPORTE E INSTALAÇÃO ............................................................... 23 
5.1 MANUSEIO ................................................................................................................... 23 
5.2 VERIFICAÇÕES ........................................................................................................... 25 
5.3 POSICIONAMENTO E INSTALAÇÃO DA MÁQUINA .................................................. 26 
5.3.1 NIVELAMENTO (Fig. 05-09) ................................................................................. 31 
5.3.2 FIXAÇÃO AO SOLO .............................................................................................. 32 
5.3.3 CONEXÃO ELÉTRICA E PNEUMÁTICA .............................................................. 34 
5.4 COLETA DE CAVACOS E FUMOS ............................................................................. 36 
6 COMANDOS .............................................................................................. 38 
6.1 COMANDOS DA COLUNA (Fig. 06-01) ....................................................................... 38 
6.2 COMANDOS DA MÁQUINA (Fig. 06-02 / 06-03) ......................................................... 39 
6.3 PAINEL DE COMANDO COM PC (Fig. 06-04) ............................................................ 41 
6.4 BOTOEIRA PORTÁTIL (Fig. 06-05) ............................................................................. 42 
6.5 BOTOEIRA PORTÁTIL COM CONTROLE REMOTO (opcional) (Fig. 06-06) ............. 43 
7 AJUSTES ................................................................................................... 46 
7.1 COLOCAÇÃO E AJUSTE DAS MORSAS .................................................................... 46 
7.2 AJUSTE DO FLUXO DE LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA ................................... 48 
7.3 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA BOTOEIRA PORTÁTIL COM 
CONTROLE REMOTO (opcional) ........................................................................................... 50 
7.4 SONDA DE PEÇA (opcional) ....................................................................................... 52 
7.4.1 CALIBRAÇÃO DA SONDA DE PEÇA ................................................................... 52 
7.4.2 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA SONDA DE PEÇA 
(opcional).............................................................................................................................. 56 
8 OPERAÇÕES PARA PARTIDA E USINAGEM .......................................... 58 
8.1 TROCA DE FERRAMENTA MANUAL ......................................................................... 60 
9 MANUTENÇÃO .......................................................................................... 64 
9.1 MANUTENÇÃO PERIÓDICA E ORDINÁRIA ............................................................... 64 
9.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA ........................................................................... 69 
9.3 MANUTENÇÃO PROGRAMADA EXTRAORDINÁRIA ................................................ 70 
9.4 LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA ........................................................................... 71 
9.5 SUBSTITUIÇÃO DA FERRAMENTA ........................................................................... 73 
9.6 MANUTENÇÃO DA CORREIA DE EVACUAÇÃO DE CAVACOS .............................. 74 
9.7 ELETROMANDRIL ....................................................................................................... 79 
9.7.1 USO E AJUSTE ..................................................................................................... 79 
9.7.2 MANUTENÇÃO ..................................................................................................... 87 
9.8 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA .............................................................. 94 
10 DESMONTAGEM DA MÁQUINA ............................................................... 97 
11 DIAGRAMAS ELÉTRICOS E PNEUMÁTICOS .......................................... 98 
 
 
12 PROBLEMAS – CAUSAS – SOLUÇÕES .................................................. 99 
13 REGRAS PARA SOLICITAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO ............... 119 
AXEL 4 
 2 
1 AVISOS GERAIS 
Antes de colocar a máquina em funcionamento é importante seguir atentamente as instruções 
técnicas contidas neste Manual de Instruções e seguir escrupulosamente todas as indicações 
fornecidas. Este Manual de Instruções, incluindo todas as publicações a ele anexas, deve ser 
mantido em local acessível e conhecido por todos os operadores e pessoal encarregado das 
operações de manutenção. 
1.1 INTRODUÇÃO 
O AXEL 4 é um centro de usinagem CNC com 3 eixos interpolados controlados, mais um eixo 
rotativo no eletromandril para usinagem em 3 faces, adequado para usinagem de perfis ou 
componentes (de diversos tipos) em alumínio, ligas leves e aço. 
1.2 GARANTIA 
Consulte as Condições Gerais de Venda. 
 AXEL 4 
 
 
 
3 
 
2 GENERALIDADES 
2.1 PREÂMBULO 
Este manual contém as instruções de uso e manutenção relativas ao centro de usinagem CNC 
AXEL 4, produzido pela empresa FOM INDUSTRIE. O manual contém todas as informações 
relativas à instalação correta e uma descrição do funcionamento da máquina. 
Também contém todas as informações relativas a ajustes e operações de manutenção. 
 
ATENÇÃO 
- Todas as operações de transporte, instalação, utilização, manutenção ordinária e 
extraordinária da máquina devem ser realizadas exclusivamente por operadores 
especializados e competentes. 
- “OPERADOR” significa a pessoa ou pessoas encarregadas de instalar, operar, regular, 
realizar a manutenção, limpar, reparar e transportar a máquina. 
 
IMPORTANTE 
- Todas as operações de uso e manutenção da máquina não listadas neste manual estão 
contidas nas publicações anexas. 
 
AXEL 4 
 4 
2.2 PLACADE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO 
A Fig. 02-01 mostra a placa de identificação e sua localização na máquina. 
 
N.B. O tipo, código e número de série estampados na placa devem ser indicados sempre que o 
fabricante for contatado para obter informações ou solicitar peças de reposição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 02-01 
 
 
Categoria MACHINING CENTRE 
Tipo AXEL 4 
Código 
Matrícula 
Velocidade de rotação das ferramentas 0 – 24000 giros/min 
Φ máx. ferramenta 80 mm 
Características elétricas 3F 400VCA 50HZ 
Consumo 26,5 kW 248 NL/min 
Ano de fabricação 
Peso kg 
 
 AXEL 4 
 
 
 
5 
 
2.3 AVISOS PRESENTES NA MÁQUINA (Fig. 02-02 / 02-03 / 02-04) 
 
 
 
1 Sinal de PERIGO TENSÃO (400 V) (gabinete elétrico) 
 
 
 
 
 
2 Sinal de PERIGO TENSÃO (230 V) (painel de comando) 
 
 
 
 
3 Obrigação de utilização de equipamentos de segurança 
ÓCULOS-LUVAS-PROTETORES AURICULARES 
 
 
 
 
 
4 Indicação de movimento dos eixos X - Y - Z - A 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 Sinal de “PROIBIDO ULTRAPASSAR” no painel de proteção 
inferior à esquerda da base 
 
 
AXEL 4 
 6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 02-02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 02-03 
 2 
 
 
 1 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 02-04 
4 
 
 
 3 
 
 
AXEL 4 
 8 
3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 
EIXOS 
 
Deslizamento dos eixos: eixo X, Y e Z: guias lineares com rolamentos de esferas 
 
Movimentação dos eixos: eixo X: servomotor sem escovas e cremalheira helicoidal 
eixos Y e Z: servomotor sem escovas e fuso de esferas 
 
 
- Detecção da posição do eixo por encoder 
 
 
Curso do eixo X (versão de 7,5 m) 7885 mm 
Curso do eixo X (versão de 10 m) 10045 mm 
Curso do eixo Y 1510 mm 
Curso do eixo Z 835 mm 
Movimentos rápidos eixo X 90 m/min 
Movimentos rápidos eixo Y 75 m/min 
Movimentos rápidos eixo Z 60 m/min 
Movimentos rápidos eixo A 200°/s 
 
 
 
 
FAIXAS DE USINAGEM (referindo-se a uma ferramenta com 140 mm de comprimento a partir 
da ponta do mandril) 
 
 
Faixa de usinagem do eixo X (usinagem útil nas 4 
faces com usinagem na cabeça nas versões de 7,5 / 
10 m) 
7535 / 9695 mm 
Faixa de usinagem do eixo X (usinagem útil na face 
superior sem usinagem na cabeça nas versões de 7,5 
/ 10 m) 
7675 / 9835 mm 
Faixa de usinagem do eixo X (usinagem útil nas 3 
faces sem usinagem na cabeça nas versões de 7,5 / 
10 m) 
7675 / 9835 mm 
Faixa de usinagem do eixo Y (usinagem útil nas 3 
faces: frontal, superior, traseira) 535 mm 
Faixa de usinagem do eixo Y (usinagem útil na face 
superior) 580 mm 
Faixa de usinagem do eixo Y (usinagem útil na face 
superior com equipamento especial) 810 mm 
Faixa de usinagem do eixo Z 360 mm 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
9 
 
ELETROMANDRIL 
 
- Série com sistema de resfriamento a líquido 
- Inversor para controle da velocidade de rotação 
- Eixo rotativo A (rotação -15° / 195°) 
- Porta-ferramentas cônico HSK E63 
 
 
Curvas características do eletromandril 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cone do mandril HSK E63 
Faixa de ajuste da rotação 0 ÷ 24.000 giros/min 
Potência do mandril 22 kW (S1) / 25 kW (S6) 
(S6 40%) 
Torque máx. mandril 20 Nm (S1) / 22,6 Nm (S6) 
(S6 40%) 
Potência absorvida 26,5 kW 
Pressão do ar de operação 7 bar 
Consumo de ar 248 NL/min 
Troca de ferramenta automática 15 posições 
Tempo médio para troca de ferramenta 8 s 
Diâmetro máx. ferramenta (fresa de ponta) 80 mm 
Diâmetro máx. ferramenta (fresa de disco) 400 mm 
AXEL 4 
 10 
Comprimento máx. ferramenta referida à ponta do 
mandril) 220 mm 
Peso máx. da ferramenta 6 kg 
Peso máx. total das ferramentas alojadas no 
magazine 90 kg 
Capacidade máx. de travamento 560 mm 
 
 
- Controle numérico POWER 
- Console de comando móvel completo com PC e tela de toque 24” 
- Morsas pneumáticas com posicionamento controlado independente (4 morsas para AXEL 4 
075 / 100, 6 morsas para AXEL 4 150 / 180) 
- 1 batente pneumático retrátil esquerdo 
- Cárter perimetral da cabeça para proteção da área de usinagem 
- Kit de barreira de fotocélulas para proteção frontal da máquina 
- Barreiras com tela metálica e portão para proteção traseira e lateral da máquina 
- Licença de uso do programa FSTCAM4 
- Lubrificação a microgota com óleo puro 
- Lubrificação centralizada para todas as peças móveis 
- Espessores de morsa para usinagem de perfis baixos 
 
 AXEL 4 
 
 
 
11 
 
Sob solicitação: 
- Botoeira portátil com comando por rádio 
- Kit de sonda de peça 
- Kit de sonda de temperatura da peça por infravermelho 
- Kit para medida e verificação da integridade da ferramenta com laser 
- Par de morsas pneumáticas adicionais (ver Fig. 03-01) 
- Kit de batente central para usinagem multi-peça 
- Lubri-refrigeração da ferramenta com recuperação do líquido refrigerante 
- Flow drill completo como sistema de resfriamento 
- Evacuador mecânico frontal de cavacos e líquidos (ver Fig. 03-01) 
- Cárter integral da cabeça per para coleta e extração de cavacos e fumos (ver Fig. 03-01) 
- Kit de usinagem pendular em duas ilhas com batente adicional (ver Fig. 03-01) 
- Kit de transporte por contêiner 
- Software FSTCAM4 para desktop 
- Leitor ótico para código de barras 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 03-01 
 
 
 
AXEL 4 
 12 
3.1 DIMENSÕES TOTAIS E PESO (Fig. 03-03) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 03-03 
 
 
L = 11920 mm (versão de 7,5 m) / 14020 mm (versão de 10 m) 
P = 5000 mm 
H = 3270 mm 
 
Peso da máquina 
Versão básica: 
4300 kg (versão de 7,5 m 
5600 kg (versão de 10 m) 
 
Peso do gabinete = 410 kg 
 
Peso da morsa pneumática adicional única = 75 kg. 
 
N.B. O peso das cercas e fotocélulas não está incluído nos valores indicados acima 
 
L 
 
 
P 
 
 
H 
 AXEL 4 
 
 
 
13 
 
3.2 COMPONENTES DA MÁQUINA NA VERSÃO BÁSICA (Fig. 03-04) 
A estrutura da máquina é feita de aço eletrossoldado normalizado e consiste em 5 blocos ou 
peças principais. 
 
1 - Base ou estrutura autoportante em cuja parte superior a área de trabalho é composta por 
morsas pneumáticas e batente pneumático retrátil. 
 
2 - Poste onde está instalado um eletromandril equipado com eixo rotativo e magazine de 
ferramentas com 15 posições. 
 
3 - Gabinete elétrico 
 
4 - Painel de comandos com tela sensível ao toque e PC 
 
5 - Cerca metálica (proteção traseira e lateral) e barreiras de fotocélulas (proteção frontal) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 03-04 
 
 
 
 3 
 
2 
 
1 
 
4 
 
 5 
 
AXEL 4 
 14 
3.3 EMISSÃO SONORA DO CENTRO DE USINAGEM AXEL 4 
 
VALORES SEGUNDO A ISO 3746 
 
Lwa 
Lpa 
Nível de potência sonora…………………………………………….. 
Nível de pressão sonora no posto de COMANDO………………….. 
dB(A): 101.9 
dB(A): 84.5 
 
 
O nível de pressão acústica foi calculado com base em um ciclo de usinagem que envolveu duas 
fresagens retangulares na parte superior, dois furos de fechadura na parte frontal e traseira de 
um perfil de alumínio com 1 m de comprimento e dimensões 80x40 mm e 2 mm de espessura. 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
15 
 
4 NORMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE 
4.1 PREÂMBULO 
O operador ou operadores devem estar perfeitamente cientes da posição e funcionamento de 
todos os comandos bem como das características da máquina, por isso é imprescindível que o 
conteúdo deste manual seja lido na íntegra. O manual de instruções também deve ser mantido 
próximo à máquina. 
A adulteração ou substituição não autorizada de componentes da máquina, a utilização de 
acessórios, ferramentas, consumíveis diferentes dos recomendados pelo fabricante, podem criar 
o risco de lesões e isentaro Fabricante de responsabilidade criminal e civil. 
4.2 USO PREVISTO DA MÁQUINA 
A máquina é adequada para trabalhar materiais em alumínio, ligas leves e aço. 
Um material de tipo diferente não é compatível com as características específicas da máquina. 
A máquina é em qualquer caso adequada para trabalhar com materiais estabelecidos no 
orçamento técnico do fabricante. 
 
ATENÇÃO 
A máquina não é adequada para trabalhar em ambientes onde possa haver riscos de explosão. 
Recomenda-se manter todos os materiais combustíveis e/ou inflamáveis o mais longe possível 
da máquina. 
 
A máquina foi especialmente projetada e construída para ser utilizada por um único operador. 
4.3 AVISOS DE SEGURANÇA 
Especifica-se que "OPERADOR" significa a pessoa ou pessoas encarregadas de instalar, 
operar, regular, realizar a manutenção, limpar, reparar e transportar a máquina; "ÁREAS 
PERIGOSAS" são qualquer área dentro e/ou perto de uma máquina na qual a presença de uma 
pessoa exposta constitui um risco para a segurança e saúde dessa pessoa; "PESSOA 
EXPOSTA" é qualquer pessoa que esteja total ou parcialmente em uma área perigosa. 
 
Ambiente de trabalho 
 
- De acordo com as disposições para “iluminação de ambientes de trabalho”, a sala de 
alojamento de máquinas não deve ter zonas de sombra, luzes ofuscantes incômodas, nem 
efeitos estroboscópicos perigosos (reflexos-reverberações) devido à iluminação presente na 
oficina de destino da máquina. A área escolhida deve estar suficientemente iluminada 
(mínimo 300 lux). 
 
- Deve ser garantida uma ótima ventilação dos ambientes, com a eventual utilização de um 
sistema de extração adequado. 
 
- As áreas de estacionamento do operador devem estar sempre desobstruídas e limpas de 
quaisquer resíduos oleosos. 
 
Uso da máquina 
 
- A máquina deve ser utilizada somente por operadores qualificados e foi construída para 
processamento de produtos "ATÓXICOS", "NÃO AGRESSIVOS" e "NÃO EXPLOSIVOS"; a 
utilização de produtos diferentes dos indicados exclui o fabricante de qualquer 
responsabilidade por quaisquer danos causados à máquina, a coisas ou a pessoas. 
AXEL 4 
 16 
 
- A máquina pode trabalhar em temperaturas ambientes de +10 °C a +40 °C, com máx. em 
90% para temperaturas ambientes até 20 °C e máx. em 50% para temperaturas de até 40 °C. 
 
- Durante o armazenamento ou quando a máquina não estiver em funcionamento, a 
temperatura ambiente deve estar entre -10 °C e +60 °C. Durante o armazenamento é 
necessário cobrir a máquina contra os agentes atmosféricos com folhas adequadas e, se a 
máquina for armazenada por um longo período, é necessário lubrificar e lubrificar as partes 
metálicas para evitar a oxidação dos componentes. 
 
- A máquina é capaz de funcionar corretamente em altitudes de até 1000 metros acima do nível 
do mar; acima desta cota devem ser feitos acordos específicos entre o fabricante e o usuário 
final. 
 
- Antes de iniciar o trabalho, o operador deve estar perfeitamente familiarizado com a posição 
e funcionamento de todos os comandos e as características da máquina. 
 
- Os comandos de usinagem deverão ser executados por um único operador; apenas na fase 
de carregamento da peça é permitida a intervenção de vários operadores. 
 
- Caso seja necessário trabalhar peças compridas que sobressaem abundantemente da 
máquina, é necessário prever e sinalizar as zonas fechadas à circulação (ex. no chão) e 
eventualmente limitá-las com barreiras móveis. 
 
- Qualquer utilização de substâncias lubri-refrigerantes (que podem conter aditivos químicos 
perigosos para a saúde) exige o cumprimento das prescrições relativas ao tratamento e 
eliminação (ver ficha de segurança anexa a este manual). 
 
- As manutenções ordinárias e extraordinárias devem ser realizadas com a máquina parada e 
sem alimentação elétrica e pneumática. Para isolar a máquina das fontes de energia é 
necessário aplicar um cadeado na chave geral e desconectar o engate rápido de alimentação 
pneumática ou, se houver, aplicar um cadeado no seccionador pneumático. Se a máquina 
estiver fora de serviço por qualquer motivo, informe-a com uma placa. 
 
- Quaisquer intervenções nos sistemas pneumáticos devem ser realizadas somente depois de 
descarregada a pressão no interior do próprio sistema. 
 
- É absolutamente proibido remover os cárteres de proteção e alterar os dispositivos de 
segurança. Além disso, se se verificar que um ou mais dispositivos de segurança já não 
funcionam, a máquina deve ser parada imediatamente. 
 
- É absolutamente proibido subir na máquina para realizar qualquer tipo de operação quando 
esta estiver acionada elétrica e pneumaticamente. 
 
- Para a execução das ligações eléctricas é boa prática observar as regras gerais de instalação 
para a preparação e instalação de sistemas elétricos. 
 
Pessoal operador 
 
- Utilize apenas pessoal treinado e competente. Estabeleça claramente as habilidades do 
pessoal para operar, configurar, usar, manter e reparar a máquina. 
 
- A instalação e as ligações elétricas devem ser realizadas por PESSOAL QUALIFICADO. 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
17 
 
 
 
 
 Nota: Pessoal qualificado é definido como pessoal que realizou cursos de 
especialização, treinamento, etc. e possui experiência em instalação, 
comissionamento e manutenção de sistemas. 
 
 
- O pessoal qualificado também deve ter conhecimentos de primeiros socorros e primeiros 
socorros em caso de acidente. 
 
- Em qualquer caso, o comportamento do pessoal de operação, manutenção, limpeza, controle, 
etc. devem cumprir escrupulosamente as normas de prevenção de acidentes do país de 
destino das máquinas. 
 
- Aconselha-se o operador a utilizar vestuário adequado ao ambiente de trabalho e à situação 
em que se encontra. 
Por exemplo: use roupas que não sejam muito largas (que possam ficar presas em peças 
móveis da máquina), use botas de segurança, luvas e, quando necessário, outras roupas de 
segurança, como protetores auriculares, óculos de proteção, máscaras. 
O operador da máquina ou da manutenção deve evitar usar correntes, pulseiras ou anéis, 
cabelos longos soltos. 
AXEL 4 
 18 
4.4 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA 
Preâmbulo 
O centro de usinagem AXEL 4 é uma máquina grande e, portanto, requer uma área de instalação 
correspondente a essas dimensões. Apesar dos dispositivos de segurança colocados na 
máquina, esta possui algumas áreas consideradas de risco. Por este motivo é necessário 
delimitar o perímetro de assentamento. 
 
NOTA: a configuração real da delimitação do perímetro de instalação da máquina está 
estabelecida no orçamento técnico. 
O desenho do layout real da máquina está anexado a este manual. 
 
Posicionamento da máquina no centro da oficina ou próximo a uma parede (Fig. 04-01) 
A cerca cobre a parte traseira do perímetro de assentamento. Uma cerca (h. 2.000 mm) é fixada 
ao solo à esquerda e à direita da máquina. Esta vedação também fecha parte da parte frontal do 
perímetro de instalação até se unir às fotocélulas. As fotocélulas, quando ativas, criam uma 
barreira de segurança na área frontal da máquina (área do operador). Na cerca é feita uma 
cancela para permitir a entrada dos operadores na zona traseira da máquina (operações de 
manutenção, limpeza, etc.). 
 
No caso de usinagem com 2 ilhas, o operador pode carregar a peça com segurança mesmo 
enquanto a máquina estiver trabalhando na outra ilha, devido à presença de um came que inibe 
o movimento do cabeçote de uma ilha para outra até que o operador tenha não saiu da área de 
carregamento e não reinicializou essa área. 
Além disso, entre as duas áreas de carga direita e esquerda, o sistema de fotocélulas cria uma 
“área proibida” que, se interceptada pelo operador, coloca a máquina em estado de emergência. 
Tudo isso para evitar que o operador fique muito próximo da cabeça durante o trabalho. 
As fotocélulas laterais são receptoras, as fotocélulas centrais são emissoras. 
 
A cerca, por razões de segurança, é colocada a um min. de 300 mm. damáquina de modo a 
permitir também a passagem do operador em caso de intervenções no interior do recinto. 
Embora a cerca, que obstrui completamente a parte traseira da máquina, possa estar próxima 
da própria máquina, recomenda-se deixar pelo menos 300 mm de espaço para as operações de 
manutenção já mencionadas acima. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 04-02 
 
 
 
 
IMPORTANTE 
 AXEL 4 
 
 
 
19 
 
Sempre que se pretenda realizar um novo reposicionamento da máquina noutro local ou 
noutra parte da oficina, é OBRIGATÓRIO informar e solicitar a verificação à FOM Industrie 
Srl para definir o novo layout da máquina antes da sua instalação. 
 
AXEL 4 
 20 
LISTA DE DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA 
 
1 
 
 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
3 
 
4 
 
5 
 
r6 
2 fotocélulas para proteção da área do operador na frente da máquina (‘A1 / A2’ - Fig. 04-03). 
Com as fotocélulas interceptadas, os tornos movem-se com velocidade “reduzida” por questões 
de segurança. Cada fotocélula contém LEDs coloridos com as seguintes funções: 
- led verde: fotocélulas habilitadas 
- led amarelo: as fotocélulas devem ser habilitadas (depois de ligar a máquina ou depois de o 
sistema de emergência ter sido acionado) 
- led vermelho: anomalia do sistema 
Botão de reinício das fotocélulas posicionado na coluna esquerda. 
No caso de usinagem com duas ilhas, serão instaladas mais 2 fotocélulas (‘A3 / A4’ - Fig. 04-
03) devidamente posicionadas para poder trabalhar numa ilha e permitir, ao mesmo tempo, 
operações de colocação na outra ilha em absoluta segurança; outra coluna à direita também será 
colocada de forma a ter um botão de reinicialização das fotocélulas para cada ilha. 
Botões de emergência localizados na botoeira portátil (quando presente), nas colunas e na 
central com PC (‘B1 / B2 / B3’ - Fig. 04-03). 
Cárter integral da cabeça (com porta frontal intertravada) com faixas laterais para proteção da 
área de trabalho ‘C’ - Fig. 04-03. 
Válvulas pneumáticas de retenção das morsas (uma por morsa): na ausência de ar no circuito, 
as morsas não abrem. 
Cerca ‘D’ - Fig. 04-03 para proteção das partes traseira e lateral da máquina. 
Portão ‘F’ - Fig. 04-03. A abertura do portão retira energia da máquina devido à presença de um 
microinterruptor de intertravamento ‘G’ - Fig. 04-04 (com abertura positiva). 
Quando o operador entra na cerca para realizar as operações de manutenção, girando o 
dispositivo intertravado de fechamento por cruz ‘H’ - Fig. 04-05 para poder abrir o portão, uma 
vez que o dispositivo ‘H’ - Fig. 04-05 tenha retornado à sua posição original (Fig. 04-06), deverá 
se proteger inserindo seu cadeado pessoal nos furos especiais ‘L’ - Fig. 04-06 presentes no 
dispositivo de travamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 04-03 
 
 
 A1 
 
 C 
 
 
 D 
 
 
 A3 
 
 
 A4 
 
 A2 
 
 
 B1 
 
 
 B3 
 
 
 F 
 
 
 E1 
 
 
 E2 
 
 
 B2 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 04-04 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 04-05 
 
 
 
 
 
Fig. 04-06 
 
 
 
ATENÇÃO 
É importante verificar periodicamente o funcionamento dos dispositivos de segurança, 
especialmente se estes não forem ativados com frequência. 
 
ATENÇÃO - IMPORTANTE 
Os invólucros fixados com parafusos que fecham as 2 aberturas laterais (ver ref. ‘E1 / E2’ 
- Fig. 04-03) SOMENTE poderão ser removidos se a máquina estiver inserida em uma linha 
de processamento com carga e descarga automática ou na presença de o sistema de 
evacuação de cavacos da correia (onde apenas o invólucro 'E2' precisa ser removido). 
 
 
 
 
 G 
 L 
 
 H 
AXEL 4 
 22 
4.5 ÁREAS DE RISCO E RISCO RISCHIO RESIDUAL 
Apesar do cárter de proteção e dos dispositivos previstos na máquina, esta possui áreas 
consideradas de “risco e risco residual” devido ao fato de que certos riscos da máquina não 
podem ser eliminados pela construção. 
 
 
Lista de áreas perigosas e riscos residuais 
 
1. Área de inserção da ferramenta no mandril: na fase de troca manual da ferramenta existe 
o risco residual de esmagamento dos dedos com a pinça que engata na ferramenta. 
2. Risco devido ao fato do operador poder passar por cima do painel inferior da cerca que 
está localizado à esquerda da base 
3. Risco devido ao fato de o operador poder subir na base com o cabeçote e a ferramenta 
em movimento 
4. Riscos devido à presença de eletricidade. 
5. Riscos de corte devido ao contato acidental com a ferramenta estacionária e manuseio de 
peças com arestas vivas 
6. Riscos de esmagamento devido tanto ao manuseio e instalação da máquina como ao 
manuseio de peças pesadas a serem usinadas. 
7. Riscos devido ao ruído gerado no local de trabalho. 
8. Riscos devido à inalação de névoas ou vapores durante a usinagem4 se a aspiração for 
insuficiente. 
9. Riscos devido à projeção de cavacos de usinagem 
10. Riscos de escorregamento próximo à área onde os cavacos e líquidos de usinagem são 
transportados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
23 
 
5 TRANSPORTE E INSTALAÇÃO 
5.1 MANUSEIO 
 
ATENÇÃO: Na ausência de meios adequados e/ou pessoal treinado, é aconselhável 
recorrer a empresas especializadas para estas operações. 
 
ATENÇÃO: antes de realizar as operações de descarga e colocação, nunca retire as 
correntes ou correias de fixação presentes na máquina, não libere o cabeçote. A máquina 
está preparada para elevação e transporte até a oficina do fabricante. Somente depois de 
colocar a máquina na área de operação preparada serão realizadas as operações de 
instalação descritas abaixo. 
 
A máquina é entregue com o gabinete eléctrico travado numa estrutura. O chassi por sua vez é 
fixado aos pés da máquina na parte traseira esquerda (ver Fig. 05-01). 
A cabeça é travada em uma posição que permite um centro de gravidade ideal da máquina 
quando ela é levantada. 
Para o levantamento da máquina foram confeccionadas 2 travessas que se projetam na frente e 
atrás da base (ver ‘A’ - Fig. 05-02) que, após o carregamento no local do fabricante, são deixadas 
no caminhão transportador – já em posição sob a base da máquina – para operações de 
descarga. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-01 
A 
AXEL 4 
 24 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-02 
 
 
 
Para descarregar e colocar a máquina na oficina de operação é necessário utilizar um guindaste 
com capacidade adequada ao peso e dimensões declarados no cap. 3 – Características técnicas. 
 
A máquina deve ser elevada pela grua através de 4 correias puxadoras enganchadas na parte 
dianteira e traseira das 2 travessas (Fig. 05-02) e posteriormente colocada numa posição onde 
seja possível a descarga. 
 
 
 
O cliente encontrará na máquina o Manual de Instruções e uma caixa contendo as chaves de 
serviço. 
 A2 A1 
 AXEL 4 
 
 
 
25 
 
5.2 VERIFICAÇÕES 
 
- Verifique se a sala de alojamento das máquinas não possui áreas de sombra, se não existem 
faróis altos incômodos, nem efeitos estroboscópicos (reflexos-reverberações) devidos à 
iluminação presente na oficina de destino da máquina. 
 
- Verifique se a máquina não foi danificada durante o transporte. 
 
- Verifique se a máquina está apoiada uniformemente no chão. 
AXEL 4 
 26 
5.3 POSICIONAMENTO E INSTALAÇÃO DA MÁQUINA 
Uma vez escolhido o local de instalação, a máquina é instalada. 
 
Neste ponto você pode liberar a máquina das correias utilizadas para o transporte e remover as 
travessas dianteiras e traseiras. 
Portanto é necessário colocar o quadro elétrico no chão. O quadro elétrico deve ser liberado das 
correias que o prendem à estrutura e das 2 travas ‘A’ - Fig. 05-03 que o prendem à base (que 
será então retirada da máquina) e em seguida levantado com o guindaste pela fixando-o nos 
olhais que se encontram na parte superior ou por meio de empilhadeira. O quadro elétrico deve 
ser manuseado prestando atenção para desenrolar cuidadosamente as bainhasque contêm os 
cabos de conexão à máquina (conexão fixa - não desconectável) e fica posicionado à esquerda 
da máquina. Agora é possível retirar a moldura onde foi fixado o gabinete elétrico para transporte 
(ver Fig. 05-01). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-03 
 
IMPORTANTE 
Ao final das operações acima, é necessário retirar os demais batentes da máquina. 
RETIRE as correias e as 2 travessas. 
RETIRE os batentes da parte frontal da cabeça atuando nos respectivos parafusos de fixação 
(ver ref. ‘B’ - Fig. 05-04). 
RETIRE a trava do eixo X (ver ref. ‘C’ - Fig. 05-05) 
RETIRE as 2 travas do eixo Y da cabeça (ver ref. ‘D’ - Fig. 05-06). 
RETIRE as travas das morsas (ver ref. ‘E’ - Fig. 05-07). 
RETIRE a trava do magazine de ferramentas (ver ref. ‘F’ - Fig. 05-08); por fim, gire manualmente 
tudo para trás o magazine de ferramentas e trave-o com os respectivos parafusos de fixação. 
RETIRE a trava de proteção da corrente (ver ref. ‘G’ - Fig. 05-09). 
 
 
 
 
A 
 AXEL 4 
 
 
 
27 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-04 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-05 
 C 
 
B 
AXEL 4 
 28 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-06 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-07 
 
 
 
 D 
 
 
 E 
 
 
 E 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
29 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-09 
 
 
O cárter frontal da cabeça também deve ser instalado. 
O cárter traseiro que enclausura o magazine de ferramentas e a chapa superior a esta tampa 
também devem ser montados. 
 
 F 
 
 
 G 
 
 
AXEL 4 
 30 
Quando presente, é necessário RETIRAR o kit de contêiner ‘D’ - Fig. 05-07 situado à esquerda 
da máquina e ‘E’ - Fig. 05-08 situado à direita da máquina, afrouxando os respectivos parafusos 
de fixação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-07 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-08 
 
 
NOTA: O manuseio da máquina deve ser realizado seguindo exclusivamente as instruções 
descritas neste manual. 
 
 
IMPORTANTE 
Se o Cliente pretender deslocar posteriormente a máquina, deverá utilizar apenas o 'kit de 
manuseio' da máquina fornecido pela FOM Industrie srl. 
 
 D 
 
 
 E 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
31 
 
5.3.1 NIVELAMENTO (Fig. 05-09) 
A máquina deve ser colocada no solo por meio das placas ‘1’ localizadas na parte inferior da 
base. As placas estão localizadas tanto na parte frontal quanto na parte traseira da máquina (o 
número de placas varia de acordo com a versão da máquina). As placas devem ser colocadas 
no solo de forma que a extremidade inferior do parafuso de ajuste ‘2’ entre no alojamento 
correspondente feito nas próprias placas. Verificando se o nível das guias da superfície de 
usinagem está bom com nível de bolha (eixo X – eixo Y), atua-se nos parafusos ‘2’ até obter um 
nivelamento ideal da máquina, e então trave os parafusos com as respectivas contraporcas ‘3’. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-09 
 
 
 1 
 
 
3 
 
 
2 
 
 
AXEL 4 
 32 
5.3.2 FIXAÇÃO AO SOLO 
A máquina é fixada ao solo colocando 4 suportes nos lados direito e esquerdo da máquina (2 
para cada lado). Cada suporte já vem fixado na máquina por meio de um parafuso inserido dentro 
da ranhura ‘1’ - Fig. 05-10. 
Para fixá-lo ao solo, afrouxe este parafuso, coloque cada suporte no chão deslizando-o para 
baixo pela ranhura ‘1’ - Fig. 05-10 , em seguida aperte o parafuso e por fim insira um bujão no 
ponto ‘2’ - Fig. 05-10. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-10 
 
1 
2 
 AXEL 4 
 
 
 
33 
 
As fotocélulas deverão ser fixadas ao solo na posição estabelecida no orçamento técnico, 
seguindo o diagrama indicado nas Figs. 04-01 / 04-02. 
Cada fotocélula externa é fixada ao solo inserindo 4 bujões nos pontos ‘A’ - Fig. 05-11. 
Cada fotocélula interna (quando presente) é fixada ao solo inserindo 4 bujões nos pontos ‘B’ - 
Fig. 05-12, e então é necessário inserir a respectiva placa de proteção superior ‘C’ - Fig. 05-12. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-12 
 
B 
B 
 
A 
 C 
A 
AXEL 4 
 34 
5.3.3 CONEXÃO ELÉTRICA E PNEUMÁTICA 
Para colocar a máquina em funcionamento, é necessário verificar se a linha de alimentação é de 
boa qualidade e segura confiabilidade, protegida por um interruptor automático de linha e 
conectada a um bom sistema de aterramento. 
Isto também se aplica à rede de ar comprimido que deve ter uma secção adequada à vazão 
requerida e uma torneira (ou válvula) de isolamento à chegada da máquina. Se a rede de 
distribuição de ar tiver um comprimento considerável, são necessários barris especiais de 
drenagem de condensados, localizados em pontos adequados. 
 
Antes de realizar qualquer operação neste sentido, certifique-se de que a tensão da rede 
corresponda à da máquina e que a chave geral ‘A’ - Fig. 05-13 esteja na posição 0 (ZERO). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-13 
 
A máquina não é fornecida com cabos de alimentação (400V trifásico e 230V monofásico). 
A linha de alimentação da máquina deve entrar pela lateral do quadro elétrico. 
Para conectar em 400 V, conecte o cabo de alimentação relevante às 3 fases L1, L2, L3 da placa 
de terminais do interruptor principal dentro do gabinete. 
Conecte o cabo de proteção externo ao ponto equipotencial PE da chave. 
Para conectar em 230 V, conecte o respectivo cabo de alimentação aos contatos auxiliares da 
chave. 
 
Proteja o cabo de alimentação de 400 V contra sobrecorrentes e curtos-circuitos com um 
disjuntor adequado. 
Proteja o cabo de alimentação de 230 V contra sobrecorrentes e curtos-circuitos com um 
interruptor magnetotérmico com tempo de disparo ≤ 0,4 s. 
Efetue a proteção contra contatos diretos e indiretos com diferencial de corrente diferencial Id ≥ 
0,5 A para 400 V trifásico e com diferencial de Id = 0,03 A para 230 V monofásico. 
 
A indicação de utilizar um diferencial ≥ 0,5 A para o 400 V trifásico decorre do fato de que, 
principalmente quando a máquina é ligada ou desligada, existem correntes espúrias na linha de 
alimentação geradas pelo filtro de rede da máquina que excedem 30 mA, e que também podem 
se somar a outras correntes de fuga geradas por outras máquinas presentes na planta e 
protegidas pela mesma chave diferencial. 
 
A 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
35 
 
As seções dos cabos de alimentação da máquina, que dependem da potência total absorvida 
pela máquina, serão estabelecidas no orçamento técnico, bem como tensões de alimentação 
diferentes das padrão. 
 
ATENÇÃO 
Abra a porta inferior do console e verifique se o cabo de rede, cabo serial, cabo do monitor, 
teclado e mouse estão conectados corretamente ao PC. 
Verifique também se os plugues do PC e do monitor estão inseridos corretamente nas tomadas 
do filtro de linha. 
 
 
O fornecimento de ar para a máquina possui uma entrada localizada na lateral do filtro de ar. 
Insira o tubo de entrada de ar (com diâmetro interno de 12 mm) no encaixe especial ‘B’ - Fig. 
05-14 e fixe-o com uma braçadeira metálica. 
Existe também um interruptor pneumático de energia ‘C’ - Fig. 05-14. 
Verifique no manômetro ‘D’ se a pressão é de 7 bar; caso contrário, gire o botão de ajuste ‘E’ 
(ver cap. 7.2). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-14 
 
 
 B 
 
 
C 
 
 
D 
 
 
E 
 
 
AXEL 4 
 36 
5.4 COLETA DE CAVACOS E FUMOS 
A máquina está preparada (opcional) para ligação a um aspirador para transporte de aparas e 
fumos voláteis produzidos por usinagem (ver Ref. “1” - Fig. 05-15). 
 
Se for utilizado um tipo de aspirador diferente dos propostos pela FOM Industrie, verifique se o 
sistema possui uma vazão volumétrica adequada (capacidade mín. 500 m3/h a 150 mbar). 
 
N.B. A instalação do sistema é a cargo do usuárioe está sob sua exclusiva 
responsabilidade. 
 
ATENÇÃO 
Recomenda-se não utilizar a máquina sem um dispositivo de sucção conectado e 
funcionando. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-15 
 
 1 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
37 
 
I Os cavacos e líquidos de processamento que caem da superfície de trabalho e se depositam 
na correia subjacente podem então ser transportados (quando presente) pelo transportador 
pneumático de cavacos “1” - Fig. 05-16 para fora da máquina, e então cair respectivamente no 
coletor de cavacos tanque “2” - Fig. 05-16 e (quando presente) no tanque de recuperação de 
líquido “3” - Fig. 05-17. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 05-17 
 
 
 2 
 
 1 
 3 
 
 
AXEL 4 
 38 
6 COMANDOS 
6.1 COMANDOS DA COLUNA (Fig. 06-01) 
 
 
1 Botão de REINÍCIO DAS FOTOCÉLULAS 
 
 
 
2 STOP – EMERGÊNCIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-01 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO 1 
- No caso de usinagem com 2 ilhas, existem 2 colunas (1 para cada ilha): portanto os comandos 
da coluna da esquerda referem-se apenas às fotocélulas e morsas da ilha da esquerda, e os 
comandos da coluna da direita referem-se apenas às fotocélulas e às morsas da ilha direita. 
 
 
2 
 
 
1 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
39 
 
6.2 COMANDOS DA MÁQUINA (Fig. 06-02 / 06-03) 
 
 
1 Botão ABERTURA-FECHAMENTO DAS MORSAS (em baixa 
pressão) 
 
 
 
2 Seletor (monoestável de 3 posições) TROCA MANUAL DE 
FERRAMENTA 
 
 
3 Luz de aviso: cabeça em movimento na ilha esquerda 
 
 
 
4 Luz de aviso: cabeça em movimento na ilha direita 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-02 
 
 
 
 
 
 
1 
 
 
AXEL 4 
 40 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-03 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO 2 
- As luzes de aviso ‘3’ - Fig. 06-03 e ‘4’ - Fig. 06-03 indicam as áreas das fotocélulas nas quais 
não é permitida a entrada durante a usinagem devido à presença do cabeçote móvel, caso 
contrário a máquina entra em emergência: se apenas a luz de aviso ‘3’ estiver acesa, não é 
permitida a entrada na zona esquerda e na zona intermédia das fotocélulas; se apenas a luz 
de aviso ‘4’ estiver acesa, não é permitida a entrada na zona direita e na zona intermédia das 
fotocélulas; se ambas as luzes de aviso ‘3’ e ‘4’ estiverem acesas não é permitida a entrada 
em nenhuma área das fotocélulas pois significa que a cabeça se encontra nesse momento 
na zona central da máquina (largura 1500 mm.) 
 
 2 
 
 
 3 
 
 
 4 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
41 
 
6.3 PAINEL DE COMANDO COM PC (Fig. 06-04) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-04 
PC 
 
 
 
 
Superfície de 
trabalho 
extensível para 
mouse e teclado 
Monitor 
 
 
 
 
STOP – 
EMERGÊNCIA 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 42 
6.4 BOTOEIRA PORTÁTIL (Fig. 06-05) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-05 
 
 
 
 
1 OVERFEED: variação percentual da velocidade dos eixos X – Y – Z 
 
 
 
2 HOLD PROGRAMA (se pressionado 1 vez) - STOP PROGRAMA (se 
pressionado 2 vezes) 
 
 
3 START PROGRAMA 
 
 
 
4 HABILITAÇÃO AO TRABALHO 
 
 
 
5 STOP – EMERGÊNCIA 
 
1 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
43 
 
6.5 BOTOEIRA PORTÁTIL COM CONTROLE REMOTO (opcional) (Fig. 06-06) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-06 
 
 
 
1 OVERFEED: variação percentual da velocidade dos eixos X – Y – Z 
 
 
 
2 HOLD PROGRAMA (se pressionado 1 vez) - STOP PROGRAMA (se 
pressionado 2 vezes) 
 
 
3 START PROGRAMA 
 
 
 
4 HABILITAÇÃO AO TRABALHO 
 
 
 
5 STOP – EMERGÊNCIA 
 
 
6 LIGAÇÃO DA BOTOEIRA 
 
 
7 LED VERDE SINALIZAÇÃO DO ESTADO DE FUNCIONAMENTO DO 
TRANSMISSOR (ver Tab. 06-01) 
6 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
 
1 
 
 
 
 
9 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
 
7 
 
 
 
 
4 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
AXEL 4 
 44 
 
 
8 LED AMARELO DE SINALIZAÇÃO MULTIFUNÇÃO (ver Tab. 06-01) 
 
 
9 LED AZUL SINALIZANDO O ESTADO DE FUNCIONAMENTO DO 
RECEPTOR (ver Tab. 06-01) 
 
 
Status do Led TX (VERDE) Indicação 
Apagado O transmissor está desligado ou com defeito 
Aceso O transmissor funciona corretamente 
Piscante O transmissor está ligado, mas não operacional 
Status do Led (AMARELO) 
Dois flashes próximos com uma pausa de 
20 segundos Bateria descarregada 
Piscante Bateria em reserva 
Apagado Bateria carregada 
Status do Led RX (AZUL) 
Apagado O receptor está desligado ou danificado 
Piscante Estabeleceu-se a conexão de rádio com o receptor 
Aceso O receptor está operacional 
 
Tab. 06-01 
 
 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO - 1 
Ao pressionar o botão STOP – EMERGÊNCIA da botoeira, uma vez reiniciado o cogumelo, antes 
de ligar a máquina pressionando o botão ‘4’ de HABILITAÇÃO AO TRABALHO, deverá também 
ter pressionado o botão ‘6’ de LIGAÇÃO DA BOTOEIRA. 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO - 2 
Quando a bateria do rádio controle estiver prestes a acabar, o operador é avisado com um sinal 
acústico-luminoso localizado acima do quadro elétrico. 
Neste ponto, para evitar que a máquina entre em emergência quando a bateria estiver 
completamente descarregada, antes de substituir a bateria o operador deverá colocar a chave 
seletora ‘A’ - Fig. 06-07 na posição I localizada no quadro elétrico (N.B. com o seletor na posição 
I, o botão de emergência no painel de botões não está mais ativo). 
Agora é possível substituir a bateria descarregada e reativar o controle remoto pressionando o 
botão verde “6” - Fig. 06-06. 
Em seguida, o seletor localizado no quadro elétrico deve ser colocado na posição 0. 
N.B. Se a bateria estiver fraca durante a execução de um programa, cabe ao operador avaliar 
se e quando colocar a máquina em 'espera' antes de trocar a bateria (quando a chave do gabinete 
é colocada na posição I, os movimentos são interrompidos em toda a máquina, como se o 
overfeed estivesse em 0). 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
45 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 06-07 
 
 
 
 
 A 
 
 
 
 
AXEL 4 
 46 
7 AJUSTES 
7.1 COLOCAÇÃO E AJUSTE DAS MORSAS 
 
As morsas deslizam longitudinalmente sobre a superfície de usinagem, são pneumáticas e 
podem ser acionadas (ABERTURA-FECHAMENTO em baixa pressão) através do respectivo 
botão ‘1’ - Fig. 06-02 na fase de colocação. 
A fixação das morsas ocorre através de um sistema (PATENTEADO) que cria um movimento da 
mandíbula frontal, bem como no sentido transversal, também para baixo, para obter uma fixação 
ideal da peça. 
 
O programa de trabalho controla automaticamente tanto a ABERTURA como o FECHAMENTO 
(em alta pressão) e o POSICIONAMENTO das morsas em altura. O movimento de translação 
das morsas é motorizado e independente para cada morsa. 
O posicionamento das morsas é realizado automaticamente pelo programa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-01 
 
Atuando nos respectivos botões, as mandíbulas ‘2’ e ‘3’ (Fig. 07-01) podem ser levantadas ou 
abaixadas. 
 
Para cada morsa é fornecido 1 bloco de suporte da peça ‘4’ - Fig. 07-01. O bloco pode ser 
inserido ou não na base da morsa de acordo com o tipo de usinagem ou tipo de perfil a ser 
usinado. 
 
 4 
 
 
 3 
 
 
 2 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
47 
 
Afastando manualmente o botão ‘1’ do bloco de referência ‘2’ (verificando se o ponto vermelho 
do botão corresponde ao ponto preto do bloco), o grupo de morsas frontal fica livre para deslizar 
transversalmente (Fig. 07-02A). 
 
ATENÇÃO – IMPORTANTE 
Uma vez posicionada a morsa frontal na posição desejada, é necessário travá-lo aproximando o 
botão ‘1’ do bloco de referência ‘2’ (verificando se o ponto verde no botão está alinhado com o 
ponto preto no bloco); isso evita que a unidade de fixação frontal se mova durante a fase de 
usinagem (Fig. 07-02B).Fig. 07-02A Fig. 07-02B 
 
As morsas são equipadas com reguladores de pressão (1 para cada ilha): atuando no botão ‘A’ 
- Fig. 07-02C e verificando o valor da pressão no respectivo manômetro, é possível ajustar o 
valor da alta pressão de fixação da barra (mín. 4 bar, máx. 7 bar) realizada pelas morsas para 
garantir uma ótima pressão de fixação da barra sem que ela sofra deformações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-02C 
 1 
 
 
 2 
 
 
 1 
 
 
 2 
 
 
CONFIGURAÇÃO DE 
COLOCAÇÃO 
CONFIGURAÇÃO DE USINAGEM 
(OBRIGATÓRIA) 
 A 
 
 
AXEL 4 
 48 
7.2 AJUSTE DO FLUXO DE LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA 
Antes de realizar esta operação, certifique-se de que os eixos da máquina estejam na 
posição de “estacionamento” à direita (eixo X = extremidade direita; eixo Y = totalmente à 
frente em direção ao operador; eixo Z = totalmente para cima). 
 
Para aumentar a quantidade de óleo que lubrifica a ferramenta, gire o botão ‘1’ - Fig. 07-03 do 
sistema de lubrificação a microgota no sentido anti-horário. Para diminuir o fluxo de lubrificação, 
gire o botão ‘1’ - Fig. 07-03 no sentido horário. 
 
N.B. A ausência de óleo para lubrificar a ferramenta é sinalizada através de uma mensagem de 
software. 
 
Para instalação, uso e manutenção do sistema de lubrificação a microgota, consulte o livreto 
“Lubrificação mínima ar-óleo em usinagem mecânica” anexo a este manual. 
 
As características técnicas do óleo refrigerante estão indicadas no referido folheto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-03 
 
 
 1 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
49 
 
 
A partir do programa FSTCAM4 é possível definir quais e quantos bicos devem ser habilitados 
para realizar a lubrificação da ferramenta, conforme os seguintes parâmetros: 
- quantidade de lubrificação, 
- tipo de lubrificação (óleo com microgota, com líquido lubri-refrigerante e recuperação do 
líquido no tanque, com flow drill) 
- tipo de ferramenta (fresa, transmissão angular), 
como na tabela seguinte. 
 
Lubrificação Bicos ativados Ferramenta 
Óleo 1 (quantidade mínima) 1 Fresa / Disco lâmina 
Óleo 2 (quantidade média) 1 - 2 Fresa / Disco lâmina 
Óleo 3 (quantidade máxima) 1 - 2 - 4 Fresa / Disco lâmina 
Flow drill 4 Fresa / Disco lâmina 
Lubri-refrigerante com recuperação 
no tanque 1 (quantidade mínima) 
3 Fresa / Disco lâmina 
Transmissão angular 
Lubri-refrigerante com recuperação 
no tanque 2 (quantidade máxima) 
1 - 2 - 3 - 4 Fresa / Disco lâmina 
 
A placa abaixo, presente na máquina, mostra a numeração dos bicos que podem ser acionados 
com base nos parâmetros indicados na tabela. 
 
 
 
AXEL 4 
 50 
7.3 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA BOTOEIRA PORTÁTIL COM 
CONTROLE REMOTO (opcional) 
Na botoeira portátil pode existir (opcional) um controle remoto (modelo M880 ALL sempre ativo) 
que pode funcionar numa determinada faixa de frequências. 
O controle remoto está configurado com o modo de mudança automática de frequência, que 
permite a mudança automática de frequência em caso de distúrbios externos. 
No entanto, às vezes pode ser necessário realizar a alteração de frequência manualmente, 
conforme descrito abaixo. 
Se nas proximidades existirem dispositivos que comuniquem em radiofrequência, é necessário 
verificar se a sua frequência de utilização não se sobrepõe à do controle remoto, caso contrário 
existe o risco de o circuito de a segurança do controle remoto colocar a máquina em emergência. 
 
A mudança de frequência no rádio controle ocorre se o canal selecionado estiver ocupado pela 
frequência de outros dispositivos externos, portanto é necessário alterar a frequência da maneira 
descrita abaixo até que seja identificado um canal livre de interferências. 
 
1 Certifique-se de que a bateria esteja carregada. 
2 Verifique se a unidade de controle (receptora) ‘1’ - Fig. 07-05 está energizada e, em 
seguida, aproxime-se dela o máximo possível com a botoeira de controle portátil 
(transmissora). 
3 Pressione o botão de emergência no púlpito de comandos. 
4 Na botoeira portátil, pressione (e mantenha pressionados) simultaneamente os botões 
branco ‘2’ e laranja ‘3’, depois pressione o botão verde ‘4’ com um impulso e verifique se o 
LED AMARELO ‘5’ começa a piscar por um período de 1 segundo (Fig. 07-06). 
5 Solte os botões ‘2’ e ‘3’ (Fig. 07-06). 
6 Defina um dos 16 canais possíveis (ver tabela abaixo) ativando primeiro o comando de 
dezenas (botão branco ‘2’ e depois o comando de unidades (botão laranja ‘3’). Por exemplo, 
para configurar o canal 16, pressione o botão ‘2’ uma vez e o botão ‘3’ 6 vezes (Fig. 07-06). 
7 Para confirmar o canal configurado, pressione o botão verde ‘4’ - Fig. 07-06. 
8 Depois de pressionar novamente o botão verde ‘4’ - Fig. 07-06 é possível utilizar os 
comandos do painel de botões para operações na máquina. Caso isso não aconteça, 
significa que o procedimento não foi bem-sucedido e deve ser repetido. 
 
Tabela das frequências utilizáveis 
 
Canal Frequência 
01 2405 MHz 
02 2410 MHz 
03 2415 MHz 
04 2420 MHz 
05 2425 MHz 
06 2430 MHz 
07 2435 MHz 
08 2440 MHz 
09 2445 MHz 
10 2450 MHz 
11 2455 MHz 
12 2460 MHz 
13 2465 MHz 
14 2470 MHz 
15 2475 MHz 
16 2480 MHz 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
51 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-05 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-06 
 
Para mais informações sobre a utilização do dispositivo de controle remoto, consulte o respectivo 
manual de utilização anexo a este manual de instruções. 
4 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
1 
5 
 
 
 
 
AXEL 4 
 52 
7.4 SONDA DE PEÇA (opcional) 
7.4.1 CALIBRAÇÃO DA SONDA DE PEÇA 
1) Verifique se o canal do receptor é igual ao canal do transmissor. 
2) Carregue a sonda no mandril a partir do magazine de ferramentas. 
3) Insira o comparador como na Fig. 07-07 para zerar o erro do comparador (ver página 3 do 
manual do usuário anexado a este manual de instruções). 
4) Para realizar a correção Z da sonda, é necessário posicionar uma barra de “amostra” (barra 
de medida conhecida) conforme indicado na Fig. 07-08. Coloque a sonda (em Jog) acima 
da barra até uma altura de cerca de 20/30 mm conforme indicado na Fig. 07-08. 
5) No FSTMI, a partir da janela 'Comunicação', selecione 'Blocos' e depois a aba 'Medições' 
conforme mostrado na Fig. 07-09. Selecione o bloco funcional 'Calibração da sonda em Z': 
no campo 'Valor teórico', insira o valor Z da barra de amostra. Clique no comando executar 
no canto inferior direito; em seguida, pressione o botão verde “start ciclo”. Se ao final da 
descida a sonda não tiver tocado o perfil, será exibida uma mensagem de aviso: será 
necessário clicar novamente no comando de execução e pressionar o botão 'Iniciar ciclo' e 
assim sucessivamente até que a sonda detecte a medida. Uma vez realizada a operação 
de sondagem da peça, o erro de medição encontrado aparecerá no campo 'Correção 
vertical'. 
N.B. É aconselhável variar o comprimento da sonda igual ao erro medido no arquivo de 
perfis. 
6) Para realizar a correção Y da sonda é necessário inserir um anel de tamanho conhecido 
(altura máx. 20 mm) conforme indicado na Fig. 07-10. Coloque a sonda (em Jog) acima do 
anel até uma altura de cerca de 20/30 mm conforme indicado na Fig. 07-10. 
7) No FSTMI, acesse como feito no ponto anterior do bloco ‘Calibração da sonda no anel’ (ver 
Fig. 07-11): verifique se os dados da esfera da sonda e do diâmetro do anel estão corretos 
(esses valores estão presentes nas sondas na guia 'Dados da máquina'). Clique no 
comando executar no canto inferior direito; em seguida, pressione o botão verde “start ciclo”. 
O apalpador descerá até sentir a base sobre a qual repousa o anel, depois fará movimentos 
horizontais em direção aos pontos internos do anel. Uma vez realizada a operação de 
apalpamento da peça, o valor medido aparecerá no campo 'Correção lateral'. 
8) Neste ponto insira os dois valores do arquivo de ferramentas do FSTCAM4 nos respectivos 
campos ‘Correçãovertical’ e ‘Correção lateral’ da ferramenta da sonda carregada na 
máquina conforme Fig. 07-12. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
53 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-07 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-08 
AXEL 4 
 54 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-09 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-10 
 AXEL 4 
 
 
 
55 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-12 
 
AXEL 4 
 56 
7.4.2 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA SONDA DE PEÇA (opcional) 
A sonda de peça é um dispositivo com controle via rádio que pode trabalhar em uma determinada 
faixa de frequências e é composto por um receptor (modelo RW Receiver 95.10-SCS) (Fig. 07-
13) e um transmissor (Fig. 07-14) que está localizado no magazine de troca de ferramentas. 
Se nas proximidades existirem dispositivos que comuniquem por radiofrequência, é necessário 
verificar se a sua frequência de utilização não se sobrepõe à do controle remoto, caso contrário 
o receptor da sonda não funcionará. 
Após ligar a máquina, o display ‘1’ - Fig. 07-13 pisca por 5 segundos e mostra um canal livre, e 
então mostra novamente o canal selecionado; se o canal que está piscando não for igual ao 
escolhido, é necessário selecionar um novo canal procedendo da seguinte forma. 
1) Pressione e segure o botão ‘2’. Quando o display ‘1’ mostrar o canal pré-selecionado, 
solte o botão ‘2’ (Fig. 07-13). 
2) Pressione o botão ‘3’ do transmissor por alguns segundos até que o canal seja exibido, 
depois pressione o botão ‘3’ cada vez que quiser aumentar o canal, até que o mesmo 
canal da unidade seja exibido no receptor (Fig. 07-14). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 07-14 
 
 
A faixa de frequência dentro da qual é possível configurar um dos 64 canais disponíveis conforme 
indicado na tabela abaixo está entre433,075 e 435,650 MHz. 
 
2 
 
 
 
 
1 
 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
57 
 
 
Tabela de frequências utilizáveis 
 
Canal Frequência Canal Frequência 
00 Não disponível 33 433,800 MHz 
01 433,925 MHz 34 433,825 MHz 
02 434,075 MHz 35 433,850 MHz 
03 433,075 MHz 36 433,875 MHz 
04 Não disponível 37 433,900 MHz 
05 433,175 MHz 38 433,950 MHz 
06 433,275 MHz 39 433,975 MHz 
07 433,375 MHz 40 434,000 MHz 
08 433,475 MHz 41 434,025 MHz 
09 433,575 MHz 42 434,050 MHz 
10 433,675 MHz 43 434,100 MHz 
11 433,775 MHz 44 434,125 MHz 
12 433,100 MHz 45 434,150 MHz 
13 433,125 MHz 46 434,175 MHz 
14 433,150 MHz 47 434,200 MHz 
15 433,200 MHz 48 434,225 MHz 
16 433,225 MHz 49 434,250 MHz 
17 433,250 MHz 50 434,275 MHz 
18 433,300 MHz 51 434,300 MHz 
19 433,325 MHz 52 434,325 MHz 
20 433,350 MHz 53 434,350 MHz 
21 433,400 MHz 54 434,375 MHz 
22 433,425 MHz 55 434,400 MHz 
23 433,450 MHz 56 434,425 MHz 
24 433,500 MHz 57 434,450 MHz 
25 433,525 MHz 58 434,475 MHz 
26 433,550 MHz 59 434,500 MHz 
27 433,600 MHz 60 434,525 MHz 
28 433,625 MHz 61 434,550 MHz 
29 433,650 MHz 62 434,575 MHz 
30 433,700 MHz 63 434,600 MHz 
31 433,725 MHz 64 434,625 MHz 
32 433,750 MHz 65 434,650 MHz 
 
 
Para mais informações sobre a utilização do dispositivo de controle remoto, consulte o respectivo 
manual de utilização anexo a este manual de instruções. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 58 
8 OPERAÇÕES PARA PARTIDA E USINAGEM 
Conecte a entrada de ar comprimido. 
Verifique a presença de ar na máquina (mín. 7 bar) e a chegada da linha elétrica. 
Coloque o interruptor principal (gabinete elétrico) na posição I. 
Aguarde o computador (console) carregar o programa. 
 
NOTA: a operação que deve ser realizada sempre que a máquina for ligada é: 
 
- Zeramento dos eixos 
 
IMPORTANTE 
Antes de qualquer operação, verifique a correta ligação das fases de alimentação da máquina 
verificando o sentido de rotação do sistema de lubrificação-refrigeração (o sentido correto de 
rotação é horário) ou da correia transportadora de cavacos (se presente). 
Caso se verifique que o motor do sistema de lubrificação ou da correia gira no sentido contrário, 
é necessário inverter a ligação de duas das três fases de alimentação elétrica da máquina. 
 
Operação 
No painel de controle portátil, pressione o botão HABILITAÇÃO AO TRABALHO. 
Depois de eventualmente ajustar as morsas, carregue a peça na máquina e posicione-a 
corretamente através do batente manual retrátil (esquerdo ou direito). 
Bloqueie a peça pressionando o botão de ABERTURA-FECHAMENTO. 
Se a fixação da peça não for a ideal e for necessário um posterior reposicionamento das morsas, 
solte a peça pressionando novamente o botão ABERTURA-FECHAMENTO DAS MORSAS. 
Após o reinício das fotocélulas, é possível iniciar a usinagem pressionando o botão START 
PROGRAMA na botoeira portátil. 
 
Para as demais operações operacionais é necessária a consulta do Manual do Software 
'FSTCAM4' anexo a esta publicação. 
 
 
ATENÇÃO 
Se durante a usinagem a ferramenta ficar presa no interior da peça, interrompa o programa em 
execução e saia da ferramenta através dos comandos JOG INCREMENTAL e/ou JOG MANUAL, 
mantendo o overfeed em um valor muito baixo. 
 
 
ATENÇÃO 
Se as fotocélulas forem interceptadas durante a usinagem, a máquina para em condições de 
segurança. Uma vez restauradas as fotocélulas, é possível reiniciar a partir do ponto onde o 
programa foi interrompido, pressionando o botão START PROGRAMA na botoeira portátil. 
Se a máquina entrar em situação de emergência durante a usinagem (por exemplo, porque o 
botão de emergência foi pressionado), a máquina para em condições de segurança. Uma vez 
abandonada a condição de emergência (por exemplo, o cogumelo é reiniciado e em seguida o 
botão HABILITAÇÃO AO TRABALHO é pressionado), é possível reiniciar o ciclo de usinagem 
que foi interrompido (portanto sem sair completamente do programa) clicando em FSTMI, na 
seção Programa ISO, no comando 'Reiniciar' e, em seguida, pressionando o botão START 
PROGRAMA duas vezes. 
 
 
ATENÇÃO– IMPORTANTE 
Recomenda-se liberar a ferramenta do cone do mandril ao final do dia de trabalho para evitar que, 
devido ao resfriamento do mandril durante a noite, ela possa endurecer com consequente quebra do 
garfo porta-ferramenta durante a troca automática de ferramenta. 
Possivelmente, se a ferramenta permaneceu inserida no mandril no final do dia de trabalho anterior, 
antes de realizar a troca automática de ferramenta, é aconselhável realizar algumas trocas manuais 
de ferramenta para eliminar o endurecimento do mandril. 
 AXEL 4 
 
 
 
59 
 
 
 
ATENÇÃO– IMPORTANTE 
Recomenda-se NÃO alterar as configurações e configurações do PC (por exemplo, o idioma) e NÃO 
instalar outros programas ou aplicativos no PC que possam causar mau funcionamento na máquina. 
 
 
IMPORTANTE 
Caso seja necessário carregar os programas de usinagem da rede da empresa, recomenda-se 
utilizar o cabo de rede e não o 'Wi-Fi' presente no PC da máquina que pode não ficar estável e 
portanto criar mau funcionamento temporário. 
 
 
AXEL 4 
 60 
8.1 TROCA DE FERRAMENTA MANUAL 
 
Antes de realizar esta operação, certifique-se de que os eixos da máquina estejam em 
“estacionamento” (eixo X = totalmente à direita; eixo Y = totalmente à frente em direção ao 
operador; eixo Z = totalmente para cima). 
 
Use luvas 
Abra manualmente a porta frontal intertravada. 
Segure o cone porta-ferramenta no ponto ‘1’ - Fig. 08-01. Gire o seletor ‘2’ - Fig. 08-02 para a 
direita (posição II): o cone se destaca de sua sede. 
Insira o cone na sede (empurrando para cima) e depois gire o seletor ‘2’ - Fig. 08-02 para a 
esquerda (posição I): o cone fica travado no mandril. 
Feche a porta frontal. 
 
 
Fig. 08-01 
 
1
 AXEL 4 
 
 
 
61 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 08-02 
 
 
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS NECESSÁRIAS 
 
- Diâmetro máx.da ferramenta: 80 mm 
- Diâmetro máx. da lâmina: 400 mm 
- Comprimento máx. da ferramenta: 220 mm 
- Peso máx. da ferramenta: 6 kg 
- Capacidade do magazine de ferramentas: 90 kg 
 
 
IMPORTANTE 
Cada vez que for realizada uma troca manual de ferramenta com possível descarga da 
ferramenta em uma posição do magazine de ferramentas, verificar se o programa de 
gerenciamento de ferramentas (FSTCAM4) está corretamente atualizado. 
 
NOTA DE SEGURANÇA 
Ao inserir a ferramenta, o operador deve ter cuidado para não inserir os dedos na sede do 
cone porta-ferramenta, pois existe o risco residual de esmagamento dos dedos com a 
pinça que engata na ferramenta. 
 
 
 
 2 
 
 
AXEL 4 
 62 
ATENÇÃO 
A lâmina (opcional) é definida com um comprimento de ferramenta = 100 mm (comprimento 
do cone HSK ‘1’ - Fig. 08-03 + comprimento do flange ‘2’ - Fig. 08-03) que não pode ser 
modificado: portanto, caso haja necessidade de substituição da lâmina por outra, o comprimento 
acima indicado deve permanecer inalterado; caso contrário, entre em contato com o fabricante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 08-03 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO - 1 
No magazine de ferramentas existem restrições para alojar as lâminas: 
- a lâmina com diâmetro entre 100 e 250 mm deve ser alojada numa posição fixa e nas 
posições adjacentes (1 à direita e 1 à esquerda), outras ferramentas não podem ser alojadas 
a menos que tenham uma capacidade máx. de 90 mm (relativa à ponta do mandril) 
- a lâmina com diâmetro entre 250 e 400 mm. deve ser alojada numa posição fixa e nas 
posições adjacentes (n.2 à direita e n.2 à esquerda) outras ferramentas não podem ser 
alojadas a menos que tenham um máx. de 90 mm (relativa à ponta do mandril) 
 
 
NOTA DE OPERAÇÃO - 2 
No magazine de ferramentas, existe a possibilidade de alojar até 2 redutores cônicos ao mesmo 
tempo; existem restrições para alojar os redutores cônicos: 
- cada redutor cônico pode ser alojado em uma posição fixa (definida pelo programa); 
- nas posições contíguas à posição em que está alojada cada redutor cônico, não podem ser 
alojadas outros redutores cônicos, mas apenas ferramentas com diâmetro não superior a 80 
mm. 
 
 1 
 
 
 2 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
63 
 
 
ATENÇÃO 
Por questões de segurança, as áreas cilíndricas 'A' - Fig. 08-04 do cone porta-ferramenta 
devem ser perfeitamente circulares, ou seja, sem superfícies fresadas de qualquer tipo. 
Certifique-se também de que estejam limpas e isentas de óxido (a presença de óxido 
impede, de fato, um acoplamento ideal com a sede do mandril). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 08-04 
 
 
ATENÇÃO 
A FOM Industrie srl declina qualquer responsabilidade por danos causados pela utilização 
de ferramentas que não correspondam às especificações descritas no Capítulo 3 e às 
características técnicas indicadas pelo fabricante da ferramenta ou causados pela 
utilização de ferramentas não montadas e utilizadas corretamente. 
 
A 
 
 
AXEL 4 
 64 
9 MANUTENÇÃO 
RECOMENDAÇÕES GERAIS 
Antes de proceder a qualquer tipo de intervenção, leia atentamente as instruções contidas nesta 
publicação. 
 
ATENÇÃO 
Para estas operações conte exclusivamente com pessoal especializado e competente. 
 
- Todas as operações de manutenção devem ser realizadas com a máquina desligada da 
alimentação elétrica e pneumática, bloqueando os respectivos seccionadores com cadeados. 
- Quando o equipamento elétrico está sob tensão, certas peças deste equipamento podem ser 
perigosas. 
- Comportamentos que não cumpram as instruções de segurança na utilização deste 
equipamento podem, portanto, causar danos a pessoas ou coisas. 
- É portanto necessário respeitar as instruções indicadas no capítulo 9.1 desta publicação e os 
avisos na própria máquina. 
- Uma vez realizados os trabalhos de manutenção, antes de recolocar a máquina em serviço, 
verifique se: 
1 - quaisquer peças substituídas e/ou ferramentas utilizadas para manutenção foram retiradas 
da máquina. 
2 - todos os dispositivos de segurança estão eficientes. 
 
9.1 MANUTENÇÃO PERIÓDICA E ORDINÁRIA 
- Se necessário, utilizando a pistola de jato de ar comprimido, limpe todas as superfícies de 
suporte e de trabalho de sujeira e aparas. Em particular, limpe as aparas das áreas internas 
das morsas motorizadas pelo menos uma vez por semana, depois de todas as morsas terem 
sido movidas para fora. 
ATENÇÃO: Ao utilizar a pistola de ar comprimido é obrigatório o uso de óculos de proteção 
e máscara; verifique também se não há pessoas próximas à área onde você está limpando. 
 
- Esvazie periodicamente o depósito de recolha de aparas localizado na parte frontal da 
máquina em todo o seu comprimento, evacuando-o manualmente para o pequeno depósito à 
direita da máquina. 
 
- Verifique o nível da pressão de entrada de ar no manômetro apropriado "A (Fig. 09-01). 
 
- Verifique os níveis do óleo de lubrificação da ferramenta (ver "B" - Fig. 09-02). 
 
Código FOM do óleo (microgota) para reposição: ET715934 por embalagem de 6 L 
Código FOM do óleo (microgota) para reposição: ET715935 por embalagem de 25 L 
 
- Purga de condensado no filtro de entrada de ar seco (utilizado para resfriar o 
eletromandril, limpar o cone porta-ferramentas e enviar ar seco para a entrada do resfriador 
de lubrificante): se houver condensação no copo, pressione o botão ‘1’ - Fig. 09-01 para cima 
até descarregar, verificando se o respectivo anel está aberto (esta operação é realizada sem 
desconectar a máquina da rede de ar). Em qualquer caso, o condensado é drenado 
automaticamente (sempre com a porca aberta) sempre que o tubo de alimentação de ar é 
desligado. 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
65 
 
- Verifique periodicamente a limpeza dos filtros localizados no interior das grelhas de ventilação 
do gabinete. As grades de ventilação são removidas manualmente. 
Se os filtros estiverem pretos e, portanto, saturados, devem ser limpos ou substituídos, se 
necessário. 
Ao substituir o filtro, utilize um material filtrante de fibra sintética termicamente ligado com as 
seguintes características: 
Tipo: 350 g/m2 
Eficiência de filtração: 83% 
Categoria do filtro (DIN 24 185): EU 3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-02 
 
 
1 
A 
2 
AXEL 4 
 66 
Como a máquina é equipada com sistema de lubrificação forçada/temporizada, é necessário 
verificar o nível da graxa presente no tanque ‘1’ - Fig. 09-03, localizado na parte traseira da 
cabeça e, se necessário, é necessário adicionar a graxa através do bico apropriado ‘2’ - Fig. 09-
03 verificando se o nível de graxa não ultrapassa o limite permitido. Além disso, elimine o ar 
presente no interior do tanque, realizando alguns ciclos após ter afrouxado o pino de sangria ‘3’ 
- Fig. 09-03. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fig. 09-03 
 
 2 
 
 
3 
 
 
 1 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
67 
 
Aproximadamente a cada 100 horas de trabalho é necessário lubrificar os blocos deslizantes e 
o fuso de esferas de cada morsa e de cada batente através dos respectivos bicos da Fig. 09-05 
(2 no total para cada morsa e para cada batente). 
 
Para cada lubrificação, realizar uma única bombeada, desenvolvendo uma força média durante 
esta operação. 
As características da graxa a ser utilizada estão indicadas na placa colocada na parte frontal da 
morsa central (ver também a Tabela 09-01). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-05 
 
 
 
AXEL 4 
 68 
 
 CARACTERÍSTICAS DA GRAXA 
 
Consistência 
NLGI 00 
Natureza da graxa Lítio - cálcio 
Penetração após 60 golpes duplos 
(ASTM D 217) 400 – 430 mm/10 
Ponto de gota 
(ASTM D 566) 165 °C 
Corrosão em cobre 
(IP 112 b 5) Negativa 
Teste Emcor Superado 
 
Tabela 09-01 
 
Código FOM da graxa para reposição: ET-77906 por embalagem de 1 kg. 
 
 
- Limpeza do teclado e da tela de toque 
 
Recomenda-se não usar objetospontiagudos para operar o teclado ou a tela sensível ao 
toque. 
Em particular, utilize a caneta fornecida para operar a tela sensível ao toque. 
Limpe com pano macio e detergente neutro; o etanol também pode ser usado para esse fim. 
Nunca utilize solventes químicos, ácidos ou soluções alcalinas. 
Evite que o líquido de limpeza pingue entre a película superficial e o vidro da tela. 
 
 
- O líquido do trocador deve ser trocado completamente a cada 5 anos ou quando estiver 
poluído; durante esta operação, o sistema deve ser limpo com ar seco e também com água 
deionizada que deve fluir dentro do sistema. 
Utilize sempre ou apenas o fluido fornecido pela FOM (5 L), tanto para reabastecimento como 
para substituição completa. 
 
 
- Pelo menos uma vez por semana, limpe as aparas e óleos lubrificantes da porta frontal de 
policarbonato da cabeça com uma solução de sabão neutro e água morna, utilizando um pano 
macio ou esponja. A limpeza frequente e correta dos painéis da máquina é essencial para 
manter a eficiência da própria proteção que, caso contrário, deverá ser substituída caso perca 
a sua robustez original. 
RECOMENDA-SE a substituição do painel de policarbonato da porta frontal da cabeça assim 
que apresentar sinais de desgaste como trincas ou infiltração de óleos lubrificantes. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
69 
 
9.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA 
- Caso o programa apresente a mensagem “Eixo A não bloqueado, óleo de freio sem pressão”, 
uma possível causa pode ser a diminuição do nível de óleo dentro do multiplicador de pressão 
“A”: portanto, é necessário verificar o nível de óleo lubrificante do o freio do eixo rotativo 
prestando atenção para que os níveis mínimo e máximo estejam incluídos dentro do círculo 
vermelho (para completar, desparafuse a tampa “B”) (Fig. 09-06). 
As características do óleo são mostradas na tabela a seguir (Tabela 09-02). 
 
NOTA 
Para acessar o ponto de manutenção indicado na figura é necessário utilizar uma escada. 
 
CARACTERÍSTICAS DO ÓLEO ESSO UNIVIS N.68 
 
Grau de viscosidade ISO 
Norma ISO 3448 
68 
Classificação de acordo com a Norma ISO 6743/4:3498 - '86 HV : - 
Viscosidade -15°C 
cinemática 0°C 
a: 40°C 
100°C 
2500 
668 
73 
13 
Índice de viscosidade 181 
Massa volumétrica a 15°C 879 
Ponto de inflamabilidade V.A., °C 218 
Ponto de fluidez °C -35 
Pressão de operação 70 bar 
Especificações Cincinnati P-69 
Especificações DIN 51 525 HLP 
Especificações Haegelunds AI-4,8 
Especificações Sperry Vlokers I-2865S 
M-2950S 
 
Tabela 09-02 
 
Código FOM do óleo para reposição: ET-77762 por embalagem de 1 kg 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-06 
 
 B 
 
 
 A 
 
 
AXEL 4 
 70 
Caso seja necessária uma manutenção extraordinária na máquina, é necessário contactar 
apenas os centros de assistência FOM. 
 
 
 
9.3 MANUTENÇÃO PROGRAMADA EXTRAORDINÁRIA 
 
Por motivos regulamentares, os dispositivos de segurança devem ser substituídos após 20 anos 
de utilização, mesmo que ainda estejam funcionais. 
Este tipo de manutenção deverá ser necessariamente realizado pelo Service FOM, que deverá 
ser previamente contatado pelo utilizador final. 
Os dispositivos de segurança que devem ser substituídos são os seguintes: 
 
- Os módulos do CLP de segurança 
- As barreiras fotoelétricas 
- Os fins de curso de rolos que fazem a sobreposição dos cames na operação de 2 ilhas 
- Todos os botões de parada de emergência 
- Os contatores relativos às funções de segurança da máquina 
- O inversor que realiza a função de frenagem da ferramenta no fuso 
- O resistor de frenagem conectado ao inversor 
- Os acionamentos e inversores dos eixos da máquina com função STO 
- As válvulas solenoides que controlam os movimentos pneumáticos perigosos da 
máquina 
- As válvulas de bloqueio relativas aos movimentos pneumáticos perigosos da máquina 
- Pressostato geral 
- Todos os pressostatos de segurança 
 
 AXEL 4 
 
 
 
71 
 
9.4 LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA 
A ferramenta pode ser lubrificada através de um sistema de lubrificação a microgota com óleo 
puro (ver par. 7.4) ou de um sistema de lubri-refrigeração com recuperação de líquido refrigerante 
(opcional) cujo funcionamento é descrito neste parágrafo. 
 
Recomenda-se a utilização de um dos seguintes tipos de óleo produzidos pela empresa 
CIMCOOL. A escolha do óleo a utilizar depende do tipo de água em que será diluído. 
CIMSTAR 620 para águas muito macias 
CIMFREE M60 para águas com uma dureza média (código FOM para reposição: ET-79856 por 
embalagem de 18,5 L) 
CIMSTAR 612 para águas com uma dureza elevada 
Como alternativa, é fornecido o óleo TS 30T produzido pela empresa RHENUS (código FOM 
para reposição: ET-79856 por embalagem de 18,5 L). 
 
Para obter uma lubrificação correta, a percentagem de óleo diluído em água deve ser de 5%. 
 
As características dos óleos acima indicados estão descritas nas respectivas fichas técnicas e 
de segurança anexas a esta publicação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-07 
 
 2 
 
 
 1 
 
 
 3 
 
 
AXEL 4 
 72 
 
Manutenção periódica (Fig. 09-07) 
 
- Limpe com água o ‘1’. 
 
- Verifique a presença de cavacos no interior do tanque de óleo após abrir as tampas ‘2’ e/ou 
‘3’ e remova-as se necessário. 
 
 
 
 
 
ATENÇÃO 
Quando o flow drill estiver presente (opcional), é possível que um dos elementos do lubrificante 
se acumule no interior do tanque, principalmente se o lubrificante não for utilizado por um longo 
período. Para solucionar o problema, antes de trabalhar com este tipo de lubrificação, realize 
operações de esvaziamento com lubrificação com flow drill ativa, para que o agitador dentro do 
tanque possa misturar completamente o produto. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
73 
 
9.5 SUBSTITUIÇÃO DA FERRAMENTA 
Na Fig. 09-08 está esquematizada a configuração mecânica de um mandril porta-ferramenta: 
 
1 – Cone HSK E63 
2 – Pinça 
3 – Anel metálico 
4 – Ferramenta (fresa, ponta, etc.) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-08 
 
A máquina é fornecida com ferramenta específica (‘1’ - Fig. 09-09) para travamento correto do 
mandril em caso de troca de ferramenta. A ferramenta pode ser fixada na bancada no ponto ‘2’, 
ou fixada em uma morsa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-09 
 
Ao introduzir o mandril na ferramenta específica, conforme mostrado na Fig. 09-10, este é 
travado por meio da alça ‘1’. Depois, com a chave ‘2’ (fornecida), o anel ‘3’ é afrouxado (ou 
apertado), liberando (ou apertando) a ferramenta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-10 
1 
2 
3 4 
1 
2 
 
1 
2 
3 
AXEL 4 
 74 
 
 
 
 
 
 
9.6 MANUTENÇÃO DA CORREIA DE EVACUAÇÃO DE CAVACOS 
Tensão da correia 
Verifique periodicamente a tensão da correia fazendo o seguinte. 
Retire a tampa "A" desapertando os respectivos 5 parafusos de fixação (Fig. 09-11). 
Em ambos os lados da correia, afrouxe a porca "B1" (mantendo-a apertada), em seguida afrouxe 
a porca superior "B2" e em seguida gire a porca inferior "C" no sentido horário para apertar ou 
no sentido anti-horário para afrouxar a correia, verificando a folga nos pontos "D" (Fig. 09-11). 
Como verificação adicional, é possível extrair o motor (retirar o seeger "E", depois retirar o motor) 
e utilizar uma chave dinamométrica "F" regulada em 30/35 N para rodar a correia (a chave deve 
clicar no valor definido) (Fig. 09-12). 
Ao final do tensionamento, aperte as porcas"B1" e "B2", insira e fixe o motor (através do seeger 
"E"), em seguida monte a placa "A". 
 
 
 
 
A 
B2 
B1 D 
C 
Fig. 09-11 
 AXEL 4 
 
 
 
75 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-12 
E 
F 
AXEL 4 
 76 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A 
 
 
 
 
 
 
Substituição de almofadas de deslizamento 
Desaparafuse a almofada a ser substituída atuando nos 4 parafusos de fixação "A" (Fig. 09-13). 
 Monte a nova almofada (conforme sequência na Fig. 09-13 e monte-a na esteira (a almofada 
deve ser inserida com o lado plano em correspondência com o sentido de rotaçãoda correia e 
com o arredondado em correspondência com sentido de rotação inverso). 
Aperte os 4 parafusos (eventualmente utilize uma chave dinamométrica "B" - Fig. 09-14 ajustada 
em 2,4 N). 
 
 
Fig. 09-13 
A 
A 
I 
II 
 AXEL 4 
 
 
 
77 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-14 
B 
AXEL 4 
 78 
 
 
ATENÇÃO 
Caso os cavacos ou restos de tamanho considerável fiquem, por acumulação, presos na correia 
até que ela pare, um sistema de inclinação automática permite que a unidade motora acione um 
interruptor magnetotérmico que interrompe o seu movimento, evitando assim danos para as 
partes restantes da correia. 
Portanto, é necessário eliminar a causa do bloqueio da correia. 
Para facilitar a operação é possível inserir uma chave Allen no ponto ‘1’ - Fig. 09-15 e girar o 
motor manualmente no sentido contrário (alternativamente o motor também pode ser 
desmontado); dessa forma, a correia vai para trás e assim é possível libertá-la de obstáculos. 
Ao final da operação, é necessário retirar a chave Allen. 
 
 
 
Fig. 09-15 
1 
 AXEL 4 
 
 
 
79 
 
9.7 ELETROMANDRIL 
 
9.7.1 USO E AJUSTE 
 
Condições ambientais 
O fabricante testou e verificou os seus produtos de acordo com as condições ambientais padrão. 
Contate o fabricante para informações sobre a possibilidade de aplicações em ambientes 
especiais. 
Rodagem 
Antes de ser embalado, o produto passa por um ciclo de amaciamento automático para garantir 
a distribuição correta do lubrificante (graxa de longa duração) nas pistas dos rolamentos e para 
o amaciamento das esferas e pistas dos rolamentos. Se presentes, também são acionados os 
redutores e servomotores e realizados testes dinâmicos nos circuitos pneumáticos e hidráulicos 
internos. 
O ciclo de rodagem inclui também um controlo rigoroso de todos os elementos de controle e 
sinalização, simulando vários tipos de ciclos de trabalho na bancada de testes. 
 
Pré-aquecimento 
O fabricante utiliza pares de rolamentos de contato angular de alta precisão, pré-carregados e 
lubrificados permanentemente com graxa especial para alta velocidade. 
No momento da primeira partida diária, o programa faz com que o eletromandril realize 
automaticamente um ciclo curto de pré-aquecimento, para permitir que os rolamentos atinjam 
gradativamente uma temperatura operacional uniforme e, portanto, obtenham uma expansão 
uniforme das pistas, e a pré-carga e rigidez corretas. 
 
É absolutamente necessário cumprir o seguinte ciclo de pré-aquecimento, sem realizar 
qualquer usinagem: 
• 50 50% da velocidade nominal máxima durante 2 minutos. Utilize um porta-ferramenta 
com velocidade máxima ≥ velocidade nominal máxima; 
• 75% da velocidade nominal máxima durante 2 minutos. Utilize um porta-ferramenta 
com velocidade máxima ≥ velocidade nominal máxima; 
• 100% da velocidade nominal máxima durante 1 minuto. Use um porta-ferramenta com 
velocidade máxima ≥ velocidade máxima nominal. 
O ciclo de pré-aquecimento também é realizado sempre que a máquina permanece inativa 
por tempo suficiente para resfriar o eletromandril até a temperatura ambiente. 
Somente no caso de primeira partida após armazenamento ou parada da máquina superior 
a quatro meses, é necessário preceder o ciclo de pré-aquecimento com uma fase 
preliminar de 2 minutos a 5000 rpm. 
 
ATENÇÃO 
O não cumprimento do ciclo de pré-aquecimento causa danos irreversíveis. 
 
É proibido ligar o eletromandril sem o porta-ferramenta inserido. 
 
ATENÇÃO 
Durante a usinagem, o mandril pode atingir altas temperaturas e não deve ser tocado sem 
precauções. 
 
Cone porta-ferramenta 
A geometria do cone deve estar de acordo com a norma DIN 69893 para cones HSK. 
AXEL 4 
 80 
Evite a presença de cavilhas, ranhuras ou outros formatos que comprometam o balanceamento 
dinâmico do porta-ferramentas. 
Na velocidade nominal máxima do eletromandril, o grau de balanceamento dinâmico deve ser 
G = 2,5 ou melhor (padrão ISO 1940). 
O balanceamento deve ser realizado com o porta-ferramenta montado (cone, pinça elástica, 
porca, ferramenta). 
 
ATENÇÃO 
É proibido utilizar porta-ferramentas que não atendam às condições descritas acima; A 
não observância destas indicações é fonte de risco de quebra ou engate imperfeito do 
cone porta-ferramenta, com riscos muito graves para o usuário. 
 
Recomendações gerais sobre cones porta-ferramentas 
A escolha do porta-ferramentas é crucial para a segurança. 
• As superfícies cônicas do porta-ferramenta e seu alojamento no eixo-mandril devem 
ser mantidas muito limpas para permitir um engate seguro (ver capítulo 9.6.2 
“Manutenção”). 
• Durante a usinagem, evite absolutamente o contato entre as peças rotativas não 
cortantes e a peça de trabalho. 
• A sede do cone porta-ferramentas deve estar sempre protegida da entrada de 
impurezas: utilize uma tampa ou cone porta-ferramentas. 
• Ao final do dia de trabalho, retire sempre o cone porta-ferramenta do eletromandril, 
para evitar fenômenos de aderência. Feche o assento do porta-ferramentas usando 
um cone porta-ferramentas limpo em temperatura ambiente. 
• Não gire o eletromandril sem o porta-ferramenta inserido. Principalmente nos modelos 
HSK, o funcionamento do eletromandril sem porta-ferramenta compromete o 
balanceamento e a operação da pinça. 
 
Ferramenta 
As ferramentas devem ter um grau de balanceamento dinâmico G = 2,5 ou melhor (padrão ISO 
1940) na velocidade máxima da placa do eletromandril. 
No momento de escolher uma ferramenta, é fundamental ter em mente as seguintes 
recomendações: 
• Utilize sempre ferramentas com ótimo grau de afiação, apertando-as adequadamente 
no respectivo porta-ferramentas. 
• Nunca utilize ferramentas deformadas, danificadas, com peças em falta ou que não 
estejam perfeitamente equilibradas. 
• Antes de inserir a ferramenta na pinça, certifique-se sempre de que todas as 
superfícies estejam livres de amolgadelas e limpas. 
• Os requisitos essenciais para poder utilizar uma ferramenta de alta velocidade são: 
- ferramenta compacta, curta e leve; 
- precisa e com eventuais insertos bloqueados com alto grau de segurança; 
- balanceada e acoplada simetricamente ao porta-ferramenta; 
- com arestas de corte próximas ao eixo de rotação. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
81 
 
Limites de velocidade 
Observe o número máximo de rotações por minuto (rpm) indicado pelo fabricante da 
ferramenta. 
Em nenhum caso deverá ser ultrapassada a velocidade máxima indicada pelo fabricante da 
ferramenta. Dependendo da usinagem a ser executada, é responsabilidade do usuário avaliar se 
deve operar em velocidades inferiores (NUNCA SUPERIORES) às indicadas pelo fabricante da 
ferramenta. 
 
Os gráficos das páginas seguintes mostram, a título de exemplo, a velocidade máxima de rotação 
em vazio do eletromandril, de acordo com o peso do conjunto FERRAMENTA + PORTA-
FERRAMENTA (incluindo o anel e pinça elástica, se presente), e a distância entre a ponta do 
eletromandril e o centro de gravidade “G” do conjunto ferramenta+porta-ferramenta. 
Ao lado de cada gráfico é desenhado o conjunto ferramenta+porta-ferramenta considerado 
montado no eixo do fuso para cálculo das curvas. 
A massa do conjunto ferramenta+porta-ferramenta foi aplicada no centro de gravidade “G”, 
destacado no desenho. 
Foram consideradas algumas posições possíveis do centro de gravidade “G”, e uma curva foi 
traçada no gráfico para cada posição. 
O grau de equilíbrio é o recomendado nos parágrafos anteriores. 
 
Cálculo do baricentro do conjunto ferramenta+porta-ferramenta 
Se a posição do baricentro (centro de gravidade) do conjunto ferramenta+porta-ferramenta não 
for indicada pelo fabricante, ela pode ser calculada aproximadamente da seguinte forma: 
1. Considere a ferramenta composta por partes elementares; no exemplo da figura 
seguinte a ferramenta é composta por duas partes cilíndricas (uma das quais é oca) 
e duas partes tronco-cónicas; 
 
 
 
 
2. Para cada parte elementar, calcule o baricentro conforme indicadoabaixo; 
 
Os seguintes símbolos são usados nas fórmulas abaixo: 
G : baricentro 
X : posição absoluta do baricentro b : posição relativa do baricentro; 
 V : volume; 
m : massa; 
d : densidade (na ausência de dados fornecidos pelo fabricante da ferramenta, 
utilizar as seguintes densidades genéricas: Ferro: 7850 kg/m³; Alumínio: 2100 
kg/m³). 
 
 
X
 
 
AXEL 4 
 82 
3. Fórmulas elementares para cálculo do baricentro; 
Segmento cilíndrico (possivelmente oco): 
Posição G : b = h 
 2 
Volume : V = π(R2- r2) h 
Massa : m = Vd 
 
 
 
 
 
Segmento cônico: 
 
 
Posição G : b = h(R2+2Rr+3r2) 
 4(R2+Rr+r2) 
 
Volume : V = 1 π(R2+Rr+r2)h 
 3 
 
Massa : m = Vd 
 
 
4. Encontre a posição do centro de gravidade do conjunto a partir do centro de gravidade 
das peças individuais; 
 
X= (m1x1+m2x2+m3x3+m4x4) 
(m1+m2+m3+m4 ) 
 
(Em amarelo as faces de referência para medida de "b") 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 G 
 
r R
 
r R
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 b G 
h 
 AXEL 4 
 
 
 
83 
 
5. Use o valor X para escolher a curva correta do gráfico. 
 
 
 
 
 
A ferramenta de qualquer formato pode ser considerada equivalente a uma ferramenta de 
formato cilíndrico (como aquelas ilustradas ao lado dos gráficos nas páginas seguintes). 
Escolha nos gráficos a curva correspondente à posição do baricentro (centro de gravidade) 
da sua ferramenta e leia o número máximo de rotações por minuto em correspondência 
com o peso da sua ferramenta. 
 
 
Procedimento para leitura dos gráficos 
 Os gráficos das páginas seguintes são indicativos, no sentido de que não levam em 
consideração (porque não podem ser conhecidos pelo fabricante) os parâmetros de 
usinagem, as características específicas da ferramenta utilizada pelo cliente, ou o tipo 
particular de material sendo usinado: é responsabilidade do usuário avaliar caso a caso 
a velocidade máxima que lhe permite operar com segurança. 
1. Identifique o gráfico referente ao seu eletromandril. 
2. Com base na distância "X" entre a ponta do mandril e o baricentro "G" do conjunto 
ferramenta + porta-ferramenta, escolha uma das curvas. Se o “X” medido no seu 
eletromandril não aparecer no gráfico, escolha a curva associada ao “X” 
imediatamente maior (ver exemplo). 
3. Em correspondência com o peso do conjunto ferramenta+porta-ferramenta, leia o 
valor da velocidade máxima. 
4. Caso o peso ou a distância de G sejam superiores aos previstos pelo fabricante, será 
responsabilidade do usuário avaliar caso a caso a velocidade máxima que permite 
uma operação segura. 
 
 Se você teme que a ferramenta seja muito grande e possa danificar o eletromandril, 
entre em contato com o Serviço de Assistência. 
 
 
 
 
 
 
X 
 
AXEL 4 
 84 
Exemplo 1 
Em um eletromandril, deseja-se utilizar um conjunto ferramenta + porta-ferramenta com 
peso total de 3,5 kg (incluindo o anel e pinça elástica); a distância entre a ponta do 
mandril e o baricentro "G" do conjunto ferramenta + porta-ferramenta é "X"=80 mm 
1. O gráfico referente a este eletromandril específico é o do parágrafo seguinte 
“Gráfico para determinação da velocidade máxima de usinagem”; 
2. Na ausência da curva específica para “X”=80 mm, deverá ser feita referência à 
curva verde associada a "X"=90 mm; 
3. Correspondente ao peso de 3,5 kg, é lida a velocidade limite sem carga de 14000 
rpm. 
 
Exemplo 2 
Em um eletromandril, deseja-se utilizar um conjunto de fresas semelhante a um cilindro 
com comprimento L=160 mm e peso total de 4,5 kg 
1. b = h/2 = 160/2 = 80 mm; 
2. A ferramenta pode ser equiparada a 
uma única peça elementar (cilindro), 
portanto "X"=b=80 mm; 
3. O gráfico referente a este eletromandril 
específico é o do parágrafo seguinte 
“Gráfico para determinação da 
velocidade máxima de usinagem”; 
4. Consulte a curva vermelha 
associada a "X"=90 mm; 
5. Correspondente ao peso de 4,5 kg, é 
lida a velocidade limite sem carga de 
12000 rpm. 
 
 
G 
 
 AXEL 4 
 
 
 
85 
 
Gráfico para determinação da velocidade máxima de usinagem 
 
Curvas dos baricentros (HSK E63) 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 86 
 
Componentes pneumáticos (Fig. 09-16) 
Para o correto funcionamento do eletromandril estão presentes os seguintes componentes 
pneumáticos que já estão corretamente calibrados durante a fase de testes na sede da FOM 
Industrie: 
1) Regulador de pressão para limpeza de cone (calibrado em 4 bar) 
2) Multiplicador de pressão para liberação do porta-ferramenta (calibrado em 10 bar) 
3) Filtro separador de óleo (introduz ar seco e limpo no circuito) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-16 
 
 
 2 
 
 
 1 
 
 
 3 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
87 
 
 
 
9.7.2 MANUTENÇÃO 
 
Manutenção programada 
O cumprimento atempado da manutenção programada é essencial para manter as 
condições de utilização e funcionamento previstas pelo fabricante no momento da 
colocação no mercado. 
A frequência foi avaliada considerando uma semana de trabalho de 5 dias, cada um com 8 horas, 
em condições normais de ambiente de trabalho. 
 
Verificação e limpeza do assento do porta-ferramenta e do cone do porta-ferramenta 
Frequência: DIÁRIA 
As superfícies de contato entre o porta-ferramenta e o assento do porta-ferramenta devem ser 
mantidas limpas para garantir um encaixe seguro. 
Antes de utilizar o eletromandril, certifique-se de que as superfícies cônicas dos porta-
ferramentas (destacadas em preto e indicadas com n° 1 na Fig. 09-17) e a superfície cônica do 
alojamento do porta-ferramentas no eixo-mandril (destacada em preto e indicados com n° 1 na 
Fig. 09-18) estão bem limpos e não apresentam vestígios de poeira, graxa, líquido refrigerante, 
óleo ou partículas metálicas, nem vestígios de óxido ou calcário; se necessário, limpe-os com 
um pano limpo e macio. 
Faça a mesma verificação também nas superfícies de apoio do porta-ferramenta e do mandril 
(superfícies destacadas em cinza e indicadas com n° 2 na Fig. 09-17 e na Fig. 09-18). 
 
 
 
 
Porta-ferramentas HSK: 
1.Superfície cônica (em preto) 
2.Superfície do batente (em cinza) 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-17 
 
 
 
 
 
Alojamento porta-ferramentas HSK: 
1.Superfície cônica (em preto) 
2.Superfície do batente (em cinza) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fig. 09-18 
 
 
 
2 
1 
AXEL 4 
 88 
Recomenda-se a limpeza diária ao final do dia de trabalho, com pano limpo e macio. 
 
 
ATENÇÃO 
Não direcione jatos de ar comprimido para o eixo-mandril sem o cone porta-ferramenta 
(Fig. 09-19). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-19 
 
A limpeza imperfeita impede o correto posicionamento do porta-ferramentas, com graves 
consequências na segurança do operador, no desgaste do eletromandril e do porta-
ferramentas, na precisão e eficácia da usinagem. 
 
Ao limpar a máquina com jatos de ar comprimido, é aconselhável inserir a tampa fornecida ’A’ - 
Fig. 09-20 para fechar o eixo-mandril. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-20 
 
Para limpar as superfícies destacadas na Fig. 09-17 e Fig. 09-18 utilize panos limpos e 
macios. 
Evite absolutamente o uso de ferramentas abrasivas, como esfregões, escovas metálicas, 
panos abrasivos, ácidos ou outros meios agressivos. 
 A 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
89 
 
 
 
Proteção da sede do porta-ferramenta 
Frequência: DIÁRIA 
A sede do porta-ferramenta deve estar sempre protegida da entrada de impurezas, que podem 
sujar, oxidar ou de alguma forma degradar as superfícies de contato: nunca deixe o eletromandril 
sem o cone porta-ferramenta inserido. 
O assento do cone porta-ferramenta no eixo-mandril deve estar sempre protegido da 
entrada de impurezas: utilize tampa ou cone porta-ferramenta. 
O cone utilizado para proteção não deve possuir furos passantes. 
Para evitar fenômenos de aderência, tanto após usinagens pesadas como no final da 
jornada de trabalho, retire o porta-ferramentaspresente no eletromandril e substitua-o por 
um porta-ferramentas limpo em temperatura ambiente para proteger o interior do 
eletromandril do ambiente externo. 
 
ATENÇÃO 
O porta-ferramentas a ser removido pode estar quente! Use luvas! 
 
Purga dos filtros do circuito pneumático 
Frequência: DIÁRIA 
Ao final do turno de trabalho, descarregue o circuito de ar comprimido para permitir a purga 
automática dos filtros que protegem o produto. 
 
Limpeza do cone porta-ferramenta 
Frequência: A CADA DUAS SEMANAS 
• Limpe cuidadosamente as superfícies cônicas dos porta-ferramentas (destacadas em preto 
na Fig. 09-17) com um pano limpo e macio embebido em álcool etílico. 
• Após a limpeza com álcool etílico, borrife a superfície cônica com o produto KLÜBER 
LUSIN PROTECT G 31 e distribua-o uniformemente com um pano limpo e seco. 
• Deixe o produto secar antes de utilizar novamente o porta-ferramentas. 
 
Verificação do líquido refrigerante 
Frequência: MENSAL 
Verifique se a cor e a transparência do líquido refrigerante não parecem degradadas e se não 
existem vestígios de ferrugem, calcário ou partículas metálicas. 
Se necessário, substitua o líquido refrigerante e, se houver ferrugem ou partículas metálicas, 
inspecione o circuito para encontrar e eliminar a fonte. 
 
Verificação das conexões 
Frequência: MENSAL 
Verifique a integridade dos cabos elétricos de potência e de sinal e se os conectores estão 
firmemente fixados. Verifique a estanqueidade das tubulações e conexões dos circuitos de 
refrigeração e ar comprimido. 
 
Lubrificação da pinça HSK 
Frequência: MENSAL 
Para manter a pinça HSK em perfeito funcionamento ao longo do tempo, é necessário lubrificá-
la mensalmente com graxa: 
METAFLUX-Fett-Paste Nr.70-8508 
AXEL 4 
 90 
ou alternativamente 
METAFLUX-Moly-Spray Nr.70.82 
colocando a graxa entre os segmentos ‘A’ e o ejetor ‘B’ da pinça HSK (ver Fig. 09-21). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 09-21 
 
USE SOMENTE AS GRAXAS INDICADAS ACIMA. 
Produtos diferentes são incompatíveis com aquele utilizado pelo fabricante para a 
primeira lubrificação. As graxas incompatíveis entre si, misturadas ou utilizadas 
sucessivamente na mesma pinça, formam substâncias prejudiciais ao funcionamento da 
pinça, com graves consequências para a segurança. 
 
Faça como indicado a seguir: 
• coloque a graxa no espaço entre os segmentos da pinça e o ejetor (Fig. 09-21) utilizando uma 
ferramenta plástica fina e limpa; 
• realizar cerca de dez trocas de ferramentas, para distribuir uniformemente a graxa; 
• retire o porta-ferramentas do eixo do mandril e, com um pano limpo, remova quaisquer 
pedaços visíveis de graxa. 
O excesso de graxa é prejudicial porque pode reter cavacos ou outros resíduos de 
usinagem, sujando a pinça, as superfícies cônicas e as superfícies dos batentes. Essas áreas 
devem ser mantidas as mais limpas possíveis, para garantir a segurança do operador, a 
precisão da usinagem e reduzir o desgaste do mandril e do cone porta-ferramenta. 
 AXEL 4 
 
 
 
91 
 
B 
Verificação de funcionalidade da pinça HSK 
Coloque o mandril no estado "Pinça aberta (cone do porta-ferramenta ejetado)"; nessas 
condições, a cota (B) (Fig. 09-22) assume o valor máximo; 
Utilize um profundímetro para verificar a dimensão de ejeção (ver cota ‘B’ na tabela da Fig. 
09-22 referente ao ejetor ‘A’); 
 
 
 
 
 A 
 
Forma HSK B (mm) 
A40, E40, F50 8,6+0,1/0 
A63, E63, F63 10,6+0,1/0 
 
Fig. 09-22 
 
Caso contrário, proceda com o ajuste da pinça da seguinte forma. 
 
ATENÇÃO 
As seguintes intervenções devem ser realizadas por pessoal especializado e 
devidamente treinado, ou por pessoal autorizado pela FOM Industrie. 
Com o eletromandril em “Pinça aberta (cone porta-ferramenta ejetado)” continue com o 
seguinte procedimento. 
1. Solte a porca do tirante; 
2. Ajuste o núcleo da pinça na cota de ajuste “B” indicada na tabela; 
3. Cubra a rosca do parafuso de fixação com trava-roscas de resistência média 
LOCTITE 243 (ou outro produto equivalente). 
4. Aperte a porca contra o tirante. Respeite o valor de torque de 30 Nm. Deixe em 
repouso para permitir a pega do líquido trava-rosca (conforme instruções do 
fabricante). 
5. Verifique a força axial no porta-ferramenta exercida pelo dispositivo de fixação 
(recomenda-se o uso do Power check). Se a força medida for inferior a 70% do 
valor nominal (18 ÷ 23 kN), é necessário realizar as seguintes operações: 
• lubrificar novamente a pinça conforme indicado no parágrafo Lubrificação da 
pinça HSK, e verificar novamente a força axial no porta-ferramenta; 
• se a força ainda for inferior a 70%, troque a pinça e verifique novamente; 
• se a força ainda for inferior a 70%, substitua completamente o dispositivo de 
bloqueio. 
 
Preste atenção na dosagem do líquido fixador de rosca. Uma quantidade 
excessiva pode bloquear involuntariamente os orifícios e/ou causar danos 
funcionais. 
Utilize sempre uma quantidade adequada de líquido trava-rosca e também ar 
pressurizado para garantir a remoção do excesso. 
 
AXEL 4 
 92 
Caso a pinça esteja ajustada é necessário verificar a calibração e, se necessário, calibrar 
novamente o respectivo sensor S2 - Fig. 09-23 conforme indicado abaixo. 
- Solte os quatro parafusos (1). 
- Retire o cárter (2) no sentido da seta da figura. 
O cárter também é fixado ao invólucro do eletromandril por meio de uma leve camada 
de silicone: basta aplicar uma leve força para remover o cárter. 
- Ao recolocar o cárter (2), tome cuidado para não danificar os cabos dos sensores 
internos. Aplique também Loctite 510 ou produto equivalente na borda do cárter. 
 
 
Fig. 09-23 
1. Mova o pistão para trás e faça com que a cota (B) assuma o valor mínimo; 
2. alimente o cilindro através de um regulador de pressão unidirecional, inicialmente 
ajustado em 0 bar; 
3. aumente a pressão de alimentação em passos de 0,1 bar, de modo a avançar 
lentamente o ejetor; 
4. pare quando a cota (B) atingir o valor B2 da tabela da Fig. 09-23; 
5. gire o sensor S2 até encontrar a posição onde ele fornece o sinal “ON” com (B) > B2 
e “OFF” com (B) < B2; 
6. aperte definitivamente o parafuso que fixa o sensor; 
7. execute um ciclo de 10 trocas de ferramenta; 
8. ao final do ciclo verifique se o ponto (5) é verificado sem necessidade de 
movimentar o sensor; 
9. caso seja necessário girar o sensor, então repita todo o procedimento desde o 
início; 
10. caso não seja necessário mover o sensor, então faça com que a máquina realize 
um ciclo de 100 trocas de ferramentas utilizando o maior número possível de porta-
ferramentas diferentes; 
11. ao final do ciclo verifique se o ponto (5) é verificado sem necessidade de 
movimentar o sensor; 
12. caso seja necessário mover o sensor, então repita todo o procedimento desde o 
início; 
13. caso não seja necessário movimentar o sensor, então o procedimento de ajuste de 
S2 está finalizado. 
Forma HSK B (mm) 
 
A40, E40, F50 
B1=8,6+0,1/0 
B2=8,40/-0,1 
 
A63, E63, F63 
B1=10,6+0,1/0 
B2=10,40/-0,1 
 
 
S5 
S1 S4 
S3 S2 
 AXEL 4 
 
 
 
93 
 
 
 
Verifique a funcionalidade da pinça nos termos indicados acima. 
A não verificação da funcionalidade da pinça pode levar à exposição a sérios 
perigos para o operador, bem como a danos ao próprio produto. 
 
Substituição do líquido refrigerante 
Frequência: ANUALMENTE 
Anualmente, ou de acordo com as recomendações dos fabricantes do líquido refrigerante, 
substitua o líquido refrigerante. 
 
Substituição dos filtros do circuito pneumático 
Frequência: DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES DO FABRICANTE 
Realize a manutenção e substituição regular dos filtros do circuito pneumático dedicado ao 
produto, seguindo as instruções do fabricante do filtro. 
 
Rolamentos 
Frequência: NUNCA 
ATENÇÃO 
Não intervenha nos rolamentos, pois eles são lubrificados permanentemente com graxa 
especial para altas velocidades e NÃO PRECISAM DE ADIÇÃO PERIÓDICA DE GRAXA. 
 
 
 
AXEL 4 
 94 
9.8 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADATrabalho com turno diário único de 8 h A B C D E F G 
Horas de trabalho (h) correspondentes a 
mais turnos diários 8 40 80 180 900 1800 G 
 
Referências 
ao manual 
de 
instruções 
LIMPEZA 
Limpeza de todas as superfícies de apoio e de 
usinagem de sujeira e aparas Cap. 9.1 X 
Limpeza completa de sujeira e aparas de todas as 
superfícies de apoio e de usinagem 
Cap. 9.1 X 
Limpeza dos cavacos das áreas internas das 
morsas motorizadas, após todas as morsas terem 
sido movidas para fora 
Cap. 9.1 X 
Limpeza de cavacos e óleos lubrificantes da porta 
frontal de policarbonato da cabeça, com uma 
solução de sabão neutro e água morna, utilizando 
um pano macio ou esponja 
Cap. 9.1 X 
Esvaziamento do tanque de coleta de cavacos 
localizado na parte frontal da máquina em todo o 
seu comprimento, removendo-os manualmente 
para o pequeno tanque à direita da máquina 
Cap. 9.1 X 
Limpeza do teclado e da tela de toque Cap. 9.1 X 
 
LUBRIFICAÇÃO 
Lubrificação precisa das peças mecânicas 
descobertas (por exemplo, guias, bancadas, etc.) 
Cap. 9.1 X 
Verificação dos níveis de óleo de lubrificação da 
ferramenta 
Cap. 9.1 X 
Verificação do nível de graxa presente no tanque 
do sistema de lubrificação forçada/temporizada 
Cap. 9.1 X 
Adição de graxa ao tanque do sistema de 
lubrificação forçada/temporizada através do bico 
apropriado, verificando se o nível de graxa não 
ultrapassa o limite permitido 
Cap. 9.1 X 
Eliminação do ar do interior do reservatório do 
sistema de lubrificação forçada/temporizada, 
realizando alguns ciclos após ter afrouxado o pino 
de purga 
Cap. 9.1 X 
Lubrificação dos blocos deslizantes e do fuso de 
esferas de cada morsa e de cada batente através 
dos respectivos bicos 
Cap. 9.1 X 
Substituição completa do líquido do trocador de 
calor juntamente com a limpeza do sistema com 
ar seco ou água deionizada 
Cap. 9.1 X* 
Verificação do nível do óleo lubrificante do freio 
dos eixos rotativos, prestando atenção ao fato de 
que os níveis mínimo e máximo estão incluídos 
dentro do círculo vermelho 
Cap. 9.2 X 
 AXEL 4 
 
 
 
95 
 
Lubri-refrigeração com recuperação do líquido 
refrigerante: limpeza do filtro com água 
Cap. 9.4 X 
Lubri-refrigeração com recuperação do líquido 
refrigerante: verificar a presença de aparas no 
interior do tanque de óleo após a abertura dos 
respectivos invólucros e removê-los se necessário 
Cap. 9.4 X 
Flow drill (opcional): antes de trabalhar com este 
tipo de lubrificação, realizar usinagens em vazio 
com lubrificação com flow drill ativa, para que o 
agitador dentro do tanque possa misturar 
completamente o produto. 
Cap. 9.4 X 
 
MANUTENÇÃO MECÂNICA 
Substituição de ferramentas Cap. 9.5 X 
Verificação da tensão da correia evacuadora de 
cavacos Cap. 9.6 X 
Substituição das guias da correia evacuadora de 
cavacos Cap. 9.6 X 
Substituição do painel de policarbonato da porta 
frontal da cabeça assim que houver sinais de 
desgaste, como rachaduras ou infiltração de óleos 
lubrificantes 
Cap. 9.1 X 
Verificação visual e funcional das faixas laterais 
de proteção da ferramenta X 
Substituição das faixas laterais de proteção da 
ferramenta X 
 
ELETROMANDRIL 
Verificação e limpeza do assento do porta-
ferramentas e do cone do porta-ferramentas (use 
panos limpos e macios; evite absolutamente o 
uso de ferramentas abrasivas como buchas, 
escovas metálicas, panos abrasivos, ácidos ou 
outros meios agressivos) 
Cap. 9.7.2 X 
 
 
Proteção da sede do porta-ferramentas (use uma 
cobertura ou um cone porta-ferramentas inserido) 
Cap. 9.7.2 X 
Purga dos filtros do circuito pneumático Cap. 9.7.2 X 
Limpeza do cone porta-ferramentas com um pano 
limpo e macio embebido em álcool etílico Cap. 9.7.2 X 
Verificação do líquido refrigerante, 
especificamente se a cor e a transparência do 
mesmo não parecem degradadas e se não há 
vestígios de ferrugem, calcário ou partículas 
metálicas 
Cap. 9.7.2 X 
Substituição do líquido refrigerante e, em caso de 
presença de ferrugem ou partículas metálicas, 
inspeção do circuito para encontrar e eliminar a 
fonte 
Cap. 9.7.2 X* 
Verificação das conexões elétricas e pneumáticas Cap. 9.7.2 X 
Lubrificação da pinça HSK com graxa específica Cap. 9.7.2 X 
Verificação da funcionalidade da pinça HSK Cap. 9.7.2 X 
AXEL 4 
 96 
Substituição dos filtros do circuito pneumático Cap. 9.7.2 X 
 
MANUTENÇÃO PNEUMÁTICA 
Verificação do nível da pressão de entrada de ar 
no manômetro apropriado Cap. 9.1 X 
Drenagem de condensado no filtro de entrada de 
ar seco 
Cap. 9.1 X 
Verificação funcional dos dispositivos de 
segurança (válvulas de bloqueio das morsas) X 
Substituição das válvulas de bloqueio Cap. 9.3 X** 
Substituição do pressostato geral da linha, de 
todos os pressostatos de segurança, das válvulas 
solenoides que controlam os movimentos 
pneumáticos perigosos da máquina 
Cap. 9.3 X** 
 
MANUTENÇÃO ELÉTRICA 
Verificação da limpeza dos filtros dentro das 
grades de ventilação do gabinete 
Cap. 9.1 X 
Substituição dos filtros dentro das grades de 
ventilação do gabinete (se estiverem pretos e 
portanto saturados) 
Cap. 9.1 X 
Verificação funcional dos dispositivos de 
segurança (fotocélulas, botões de emergência, 
microinterruptores de intertravamento do portão 
da cerca, 2 fins de curso nos cames sobrepostos 
das 2 ilhas) 
 X 
Substituição dos dispositivos de segurança 
(módulos de segurança do CLP, fotocélulas, 
botões de emergência, microinterruptores de 
intertravamento do portão da cerca, 2 fins de 
curso nos cames sobrepostos das 2 ilhas, 
contatores relativos às funções de segurança da 
máquina, acionamentos e inversores dos eixos da 
máquina com a função STO, resistor de frenagem 
ligado ao inversor) 
Cap. 9.3 X** 
 
Legenda 
A - diariamente 
B - semanalmente 
C - a cada 2 semanas 
D - mensalmente 
E - semestralmente 
F - anualmente 
G - se necessário 
 
X* = pelo menos a cada 5 anos 
X** = obrigatório após 20 anos de uso, mesmo que ainda funcionando 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
97 
 
10 DESMONTAGEM DA MÁQUINA 
Em caso de desmontagem e descarte da máquina, entre em contato com o fabricante, que 
providenciará e autorizará este procedimento atendendo à legislação em vigor sobre o assunto. 
AXEL 4 
 98 
11 DIAGRAMAS ELÉTRICOS E PNEUMÁTICOS 
Os diagramas elétricos e pneumáticos estão anexos ao presente manual. 
 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
99 
 
12 PROBLEMAS – CAUSAS – SOLUÇÕES 
Código Mensagem de 
erro 
Causas possíveis Testes e soluções 
200 Entrada em 
emergência 
A máquina está em uma 
emergência. 
Verifique se nenhum botão de 
emergência foi pressionado e, em 
seguida, habilite a máquina 
pressionando o botão branco de 
habilitação. 
206 Valor incorreto Há um comando inutilizável 
no código ISO. 
Tente reenviar. 
285 CAN bus off 
(ch:K) 
Problema de comunicação no 
canal CAN indicado pela letra 
K. 
Contate a assistência FOM 
300 erro de posição 
no eixo X 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição” 
Verifique se o eixo apresenta 
algum impedimento mecânico ou 
mais atrito que o normal. 
 
301 eixo X além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim decurso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota definida no 
parâmetro “posição 
mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
302 eixo X além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota definida no 
parâmetro “posição 
máxima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
312 erro na marca 
zero de X 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
Realize novamente o zeramento. 
350 erro de posição 
no eixo Y 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição”. 
Verifique se o eixo apresenta 
algum impedimento mecânico ou 
mais atrito que o normal. Se o 
problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
AXEL 4 
 100 
351 eixo Y além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim 
de curso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota 
definida no parâmetro 
“posição mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
352 eixo Y além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim 
de curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota 
definida no parâmetro 
“posição máxima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
362 erro na marca 
zero de Y 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
Realize novamente o zeramento. 
Se o problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
400 erro de posição 
no eixo Z 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição”. 
Verifique se o eixo apresenta 
algum impedimento mecânico ou 
mais atrito que o normal. 
 
401 eixo Z além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota definida no 
parâmetro “posição 
mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
402 eixo Z além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota definida no 
parâmetro “posição 
máxima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
412 erro na marca 
zero de Z 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
Realize novamente o zeramento. 
Se o problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
 AXEL 4 
 
 
 
101 
 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
450 erro de posição 
no eixo A 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição”. 
Verifique se o eixo apresenta 
algum impedimento mecânico ou 
mais atrito que o normal. 
 
451 eixo A além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota definida no 
parâmetro “posição 
mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
452 eixo A além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota definida no 
parâmetro “posição 
máxima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
453 erro na marca 
zero de A 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
Realize novamente o zeramento. 
Se o problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
600 erro de posição 
no eixo E 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
601 eixo E além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota definida no 
parâmetro “posição mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
AXEL 4 
 102 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
602 eixo E além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota definida no 
parâmetro “posição máxima”. 
Realize novamente o zeramento. 
Se o problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
612 erro na marca 
zero de E 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
650 erro de posição 
no eixo U 
Durante o movimento, a 
posição real do eixo difere da 
posição teórica em um valor 
maior que o parâmetro “erro 
de posição”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
651eixo U além do 
limite negativo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso mínimo. 
2) A cota alvo do eixo é 
inferior à cota definida no 
parâmetro “posição mínima”. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
652 eixo U além do 
limite positivo 
1) O eixo atingiu o fim de 
curso máximo. 
2) A cota alvo do eixo é 
superior à cota definida no 
parâmetro “posição máxima”. 
Realize novamente o zeramento. 
Se o problema persistir, entre em 
contato com a assistência FOM 
para realizar uma nova 
calibração. 
662 erro na marca 
zero de U 
A distância entre a posição 
zero de saída do 
microinterruptor e a próxima 
posição da marca zero é 
maior que o parâmetro 
"precisão da marca zero". O 
ajuste zero, portanto, não é 
confiável, o virabrequim pode 
ter escorregado e perdido a 
posição original. 
1. Caso o problema ocorra 
durante a usinagem, faça a 
simulação com o FSTCAM4 
para verificar se há algum 
movimento anormal. 
2. Caso o erro ocorra ao tentar 
movimentar o eixo também 
em Jog, verifique o estado 
dos microinterruptores de fim 
de curso. 
2000 efetue o 
zeramento da 
máquina antes 
de executar um 
programa 
A máquina requer um 
zeramento antes de realizar 
movimentos ou programas 
controlados. 
Realize o zeramento da máquina 
2001 erro, nó wago 
não está em run 
A central do nó Wago não 
está em comunicação com o 
controle. 
Contate a assistência FOM 
 AXEL 4 
 
 
 
103 
 
2002 falta de ar no 
sistema 
A pressão do ar caiu abaixo 
do limite mínimo por mais de 
2 segundos. 
Verifique se há ar no sistema ou 
se não há alterações de pressão 
durante a operação. 
2003 unidades 
térmicas não 
estão ok, 
verifique QF0-
QM0-QM00-QM1 
Um dos interruptores 
magnetotérmicos de energia 
dos acionamentos do eixo 
entrou no estado 
DESLIGADO. 
Verifique no quadro elétrico qual 
está desligado e coloque-o 
novamente no estado LIGADO. 
2004 relé de 
habilitação do 
CLP não 
comutado 
O relé de habilitação da 
máquina não está ligado 
embora o CLP esteja 
funcionando. 
Contate a assistência FOM 
2005 erro grave, dados 
sensíveis 
alterados na 
RAM 
Parâmetros sensíveis da 
máquina alterados sem 
realizar o procedimento de 
salvamento. 
Contate a assistência FOM 
2006 botões de 
emergência 
pressionados 
Pelo menos um dos botões 
de emergência está na 
posição LIGADO. 
Verifique se todos os botões de 
emergência estão livres antes de 
ligar a máquina. 
2007 máquina em 
emergência, 
fotocélula isl1 
interceptada 
A máquina entrou em 
emergência devido à 
interceptação da fotocélula da 
ilha 1 (esquerda). 
Habilite o FTC da ilha esquerda 
2008 máquina em 
emergência, 
fotocélula isl2 
interceptada 
A máquina entrou em 
emergência devido à 
interceptação da fotocélula da 
ilha 1 (direita). 
Habilite o FTC da ilha direita 
2009 anomalia da 
refrigeração, 
verifique QM3 
O interruptor magnetotérmico 
do refrigerador do 
eletromandril está na posição 
DESLIGADO. 
Abra o quadro elétrico e verifique 
a posição do disjuntor QM3 
2010 anomalia do 
condicionador do 
painel elétrico, 
verifique QF4 
O interruptor magnetotérmico 
do condicionador do painel 
elétrico está na posição 
DESLIGADO. 
Abra o quadro elétrico e verifique 
a posição do disjuntor QF4 
2011 anomalia da 
bomba de 
lubrificação de 
água, verifique 
QM40 
O interruptor magnetotérmico 
da bomba de lubrificação com 
refrigerante está na posição 
DESLIGADO. 
Abra o quadro elétrico e verifique 
a posição do disjuntor QM40 
2012 eixo A não 
bloqueado óleo 
de freio não 
pressurizado 
O óleo de freio para 
travamento do eixo A não 
pressurizou apesar de o 
comando ter sido dado. 
Contate a assistência FOM 
2013 eixo A não 
desbloqueado 
O eixo A não foi 
desbloqueado apesar de o 
comando ter sido dado. 
Contate a assistência FOM 
2014 perda de pressão 
do óleo de freio 
do eixo A durante 
a usinagem 
O óleo do freio do eixo A caiu 
abaixo da pressão mínima 
durante sua operação. 
Contate a assistência FOM 
2015 eixo A não 
bloqueado com 
freio ativo 
Durante a usinagem com 
freio bloqueado, o eixo A se 
moveu mais de meio grau. 
Diminua a velocidade de avanço 
 
2021 acionamento do 
eixo X não pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
AXEL 4 
 104 
2022 acionamento do 
eixo Y não pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
2023 acionamento do 
eixo Z não pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
2024 acionamento do 
eixo A não pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
2026 acionamento do 
eixo E não pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
2027 acionamento do 
eixo U não 
pronto 
O acionamento do eixo 
enviou um sinal de erro ao 
CLP. 
Contate a assistência FOM 
2031 programa 
interrompido por 
stop 
O programa em execução foi 
interrompido pressionando o 
botão amarelo Stop. 
 
2032 impossível 
executar, 
máquina em 
emergência 
A mensagem aparece ao 
tentar executar um comando 
enquanto a máquina está em 
situação de emergência. 
Coloque a máquina de volta em 
operação 
2033 impossível 
executar, 
máquina já em 
execução 
A mensagem aparece ao 
tentar executar um comando 
enquanto a máquina está 
funcionando. 
Aguarde a conclusão do 
programa antes de executar o 
comando necessário 
2034 movimento 
incorreto com o 
tipo de 
ferramenta no 
mandril 
Se for dado um comando de 
saída de peça com uma 
ferramenta montada que não 
seja compatível com o 
movimento solicitado. 
1) Saída da ferramenta 
impossível com ferramentas 
de lâmina ou rosqueamento. 
2) Saída da rosca impossível 
com lâmina. 
3) Movimentos para trás 
impossíveis com outras 
ferramentas que não uma 
lâmina. 
2035 não há 
movimentos na 
fila 
No caso de movimentos para 
trás, é alcançado o último 
movimento previamente 
memorizado. 
Reinicie o programa ou comece o 
trabalho do início. 
2036 comprimento da 
peça esquerda 
elevado para 
usinagem nas 
ilhas 
A peça supera o valor do 
parâmetro definido para 
usinagem nas ilhas. 
Usine a peça em 1 ilha. 
2037 comprimento da 
peça direita 
elevado para 
usinagem nas 
ilhas 
A peça supera o valor do 
parâmetro definido para 
usinagem nas ilhas. 
Usine a peça em 1 ilha. 
2038 impossível 
executar, seletor 
de troca de 
bateria não 
desligado 
Mensagem exibida se o rádio 
controle estiver presente, se 
o seletor de troca de bateria 
for deixado na posição 
LIGADO. 
Coloque o seletor de troca de 
bateria de volta na posição de 
repouso 
2043 cobertura não 
fechada 
A cobertura de proteção da 
cabeça não está 
completamente fechada e 
falta o sinal do 
microinterruptor. 
Verifique se a cobertura está 
realmente fechada e o 
microinterruptor corretamente 
pressionado 
 AXEL 4 
 
 
 
105 
 
2044 cobertura não 
aberta 
A cobertura de proteção da 
cabeça não está 
completamente aberta e falta 
o sinal do microinterruptor. 
Verifique se a cobertura está 
realmente aberta e o 
microinterruptor corretamente 
pressionado 
2045 faixas não altas As faixas não estão em 
posição com os cilindros 
retraídos. 
Verifique se não há nenhum 
obstáculo impedindo as faixas de 
terminar o curso 
2048 faixas não baixas As faixas não se abaixam Verifique se não há nenhum 
obstáculo impedindo as faixas de 
terminar o curso 
2051 óleo do cilindro 
da correia 
acabado 
Óleo da correia abaixo do 
limite mínimo. 
Adicione fluido lubrificante. 
2052 problema 
temporário da 
correia 
A correia fica bloqueada 
durante o funcionamento. 
Verifique se não há peças presas 
bloqueando o avanço. 
2100 mandril parado O eletromandril não gira 
apesar do comando de 
partida. 
Pressione emergência,restaure a 
energia e repita a operação do 
mandril 
2101 mandril não 
parado 
O eletromandril gira apesar 
do comando de parada. 
Pressione emergência, restaure a 
energia e repita a operação do 
mandril 
2102 contator do 
mandril não 
desligado 
Contator de habilitação do 
eletromandril ligado mesmo 
sem comando ativo 
Contate a assistência FOM 
2103 contator do 
mandril não 
ligado 
Contator de habilitação do 
eletromandril não está 
desligado, embora o 
comando esteja ausente 
Contate a assistência FOM 
2104 erro de 
zeramento do 
mandril, não 
pronto 
O acionamento do 
eletromandril não realizou o 
alinhamento inicial ou enviou 
sinal de erro ao CLP 
Pressione emergência, restaure a 
energia e repita a operação do 
mandril 
2105 comando do 
mandril com 
pétalas abertas 
O acionamento do 
eletromandril foi comandado 
com as pétalas do bloco de 
ferramentas abertas. 
Contate a assistência FOM 
2106 comando do 
mandril com 
pétalas fechadas 
O acionamento do 
eletromandril foi comandado 
com as pétalas do bloco de 
ferramentas fechadas. 
Contate a assistência FOM 
2107 pétalas não 
bloqueadas 
corretamente na 
ausência de 
ferramenta 
As pétalas do travamento de 
ferramentas estão na posição 
de presença de ferramenta 
sem que tenha sido atribuído 
o código de ferramenta no 
mandril. 
Contate a assistência FOM 
2108 perda do sensor 
de presença de 
ferramenta no 
mandril 
O sensor de presença de 
ferramenta dentro do 
eletromandril foi perdido 
durante uma operação de 
usinagem. 
Contate a assistência FOM 
2109 Impossível ativar 
mandril, máquina 
em 
estacionamento 
Quando a máquina está em 
estacionamento de eixo não é 
possível ligar o eletromandril. 
Tire a máquina da posição de 
estacionamento. 
Posicione a máquina fora da 
posição de estacionamento 
AXEL 4 
 106 
2110 velocidade do 
mandril muito 
baixa 
A velocidade definida está 
abaixo do limite mínimo (300 
rpm). 
Defina velocidade superior a 300 
rpm 
2111 velocidade do 
mandril fora de 
regime 
O eletromandril não atingiu a 
velocidade configurada no 
tempo máximo disponível. 
Contate a assistência FOM 
2112 velocidade do 
mandril elevada 
A velocidade configurada 
está acima do limite máximo 
permitido pelo eletromandril. 
Defina velocidade mais baixa 
2113 velocidade do 
mandril elevada 
para lâmina 
A velocidade definida está 
acima do limite máximo 
permitido para a ferramenta 
do tipo lâmina. 
Defina velocidade mais baixa 
2121 acionamento do 
mandril não 
pronto 
Problema no acionamento do 
eletromandril. 
Contate a assistência FOM 
2122 fluxostato de 
refrigeração 
bloqueado 
O fluxo de água para 
resfriamento do eletromandril 
está interrompido. 
Contate a assistência FOM 
2123 superaquecimen-
to térmico do 
refrigerador 
A temperatura do líquido de 
resfriamento atingiu o limite 
máximo 
Deixe a máquina ligada e tente 
trabalhar novamente após alguns 
minutos 
2124 temperatura do 
mandril acima do 
limite máximo 
A temperatura interna do 
eletromandril excedeu o limite 
máximo. 
Contate a assistência FOM 
2125 mandril não está 
na área segura 
A ferramenta não está numa 
posição segura para realizar 
a manobra solicitada. Suba o 
Z antes de repetir. 
Retorne com a função jog 
2126 superado limite 
de manutenção 
do mandril 
As horas de funcionamento 
do mandril excederam o limite 
para manutenção de rotina. 
Realize o procedimento de 
manutenção previsto no manual e 
contate a assistência FOM 
2127 superado limite 
de manutenção 
do desbloqueio 
da ferramenta 
O número de liberações da 
ferramenta ultrapassou o 
limite estabelecido para 
manutenção de rotina do 
cilindro de liberação da 
ferramenta e das molas de 
retenção no interior do 
mandril. 
Contate a assistência FOM 
2203 erro das morsas, 
realize uma 
leitura 
É necessário realizar uma 
leitura das morsas para obter 
a posição antes de 
prosseguir. 
Limpe o sensor 
2206 tempo limite de 
movimento das 
morsas ao longo 
de X 
Depois de uma espera, as 
morsas não chegaram à cota 
de destino. 
O problema diz respeito aos 
motores que se movem ao longo 
do eixo X. 
2208 tempo limite de 
posicionamento 
das morsas 
As morsas não terminaram o 
movimento solicitado. 
Contate a assistência FOM 
2211 número de 
morsas lidas 
errado (N menor) 
Foi lido um número de 
morsas menor que o 
esperado. N indica o número 
entre morsas e batentes 
lidos. 
Limpe o sensor de leitura das 
morsas 
2212 número de 
morsas lidas 
errado (N maior) 
Foi lido um número de 
morsas maior que o 
esperado. N indica o número 
Limpe o sensor de leitura das 
morsas 
 AXEL 4 
 
 
 
107 
 
entre morsas e batentes 
lidos. 
2213 morsa fora da 
tolerância, 
realizar leitura 
das morsas 
Durante uma verificação, uma 
morsa foi encontrada fora de 
posição. 
Repita a leitura das morsas 
2214 cota do eixo Z 
abaixo do limite 
para movimento 
das morsas 
O eixo Z está muito baixo 
para mover as morsas. 
Eleve o eixo Z com a função jog 
2215 cotas das morsas 
muito próximas 
A distância alvo entre duas 
morsas sucessivas é muito 
pequena e resultaria em 
colisão. 
Verifique as cotas das morsas no 
programa FSTCAM4 
2216 cotas de destino 
1 e 2 muito 
próximas uma da 
outra 
Os destinos de morsas ou 
batentes que apresentam 
interferência entre si estão 
muito próximos. 
Verifique as cotas das morsas no 
programa FSTCAM4 
2217 morsa 1 além do 
limite inferior 
Destino da primeira morsa 
abaixo do limite inferior. 
Verifique as cotas das morsas no 
programa FSTCAM4 
2218 última morsa 
além do limite 
superior 
Destino da última morsa 
acima do limite superior. 
Verifique as cotas das morsas no 
programa FSTCAM4 
2219 morsa não 
posicionada 
corretamente 
Após um posicionamento, é 
realizada uma nova 
verificação das morsas 
posicionadas. 
Repita a leitura da morsa 
2220 última morsa da 
ilha esquerda 
acima do limite 
superior 
Destino da última morsa da 
primeira ilha acima do limite 
superior. 
Verifique as cotas da última 
morsa da primeira ilha no 
programa FSTCAM4 
2221 primeira morsa 
da ilha direita 
abaixo do limite 
inferior 
Destino da primeira morsa da 
segunda ilha abaixo do limite 
inferior. 
Verifique as cotas da primeira 
morsa da segunda ilha no 
programa FSTCAM4 
2222 cota da primeira 
morsa muito 
próxima ao 
batente esquerdo 
Destino da primeira morsa 
contra batente esquerdo. 
Verifique as cotas da primeira 
morsa no programa FSTCAM4 
2223 cota da última 
morsa muito 
próxima ao 
batente direito 
Destino da última morsa 
contra batente direito. 
Verifique as cotas da última 
morsa no programa FSTCAM4 
2224 última morsa 
esquerda da isl1 
e primeira direita 
da isl2 muito 
próximas 
No caso de um batente 
central, as dimensões de 
destino das duas morsas 
centrais estão muito 
próximas. 
Limites mecânicos 
2225 destino da morsa 
N além do limite 
superior 
Destino da morsa N acima do 
limite superior. 
Limites mecânicos 
2226 destino da morsa 
N abaixo do 
limite inferior 
Destino da morsa N abaixo 
do limite inferior. 
Limites mecânicos 
2301 batente esquerdo 
não alto 
O batente esquerdo não está 
na posição alta. 
Verifique se não há um 
impedimento 
AXEL 4 
 108 
2302 batente esquerdo 
não baixo 
O batente esquerdo não está 
na posição baixa. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2303 batente direito 
não alto 
O batente direito não está na 
posição alta. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2304 batente direito 
não baixo 
O batente direito não está na 
posição baixa. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2305 batente central 
esquerdo não 
alto 
O batente central esquerdo 
não está na posição alta. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2306 batente central 
esquerdo não 
baixo 
O batente central esquerdo 
não está na posição baixa. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2307 batente central 
direito não alto 
O batente central direito não 
está na posição alta. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2308 batente centraldireito não baixo 
O batente central direito não 
está na posição baixa. 
Verifique se não há um 
impedimento 
2309 cota do batente 
esquerdo fora de 
tolerância, 
realizar leitura 
das morsas 
Antes do início de um 
programa, o batente 
esquerdo foi encontrado fora 
da posição teórica. 
Contate a assistência FOM 
2310 cota do batente 
direito fora de 
tolerância, 
realizar leitura 
das morsas 
Antes do início de um 
programa, o batente direito foi 
encontrado fora da posição 
teórica. 
Contate a assistência FOM 
2313 cota do batente 
esquerdo alta 
muito próxima à 
primeira morsa 
A cota de destino do batente 
esquerdo causaria colisão 
com a primeira morsa. 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2314 cota do batente 
direito alta muito 
próxima à última 
morsa 
A cota de destino do batente 
direito causaria colisão com a 
última morsa. 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2315 cota do batente 
central esquerdo 
alta muito 
próxima à última 
morsa isl1 
A cota de destino do batente 
central esquerdo causaria 
colisão com a última morsa 
da ilha esquerda. 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2316 cota do batente 
central direito 
alta muito 
próxima à 
primeira morsa 
isl2 
A cota de destino do batente 
central direito causaria 
colisão com a primeira morsa 
da ilha direita. 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2321 destino do 
batente esquerdo 
além do limite 
superior 
Destino do batente esquerdo 
acima do limite superior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2322 destino do 
batente direito 
além do limite 
superior 
Destino do batente direito 
acima do limite superior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2323 destino do 
batente 
CENTRAL além 
do limite superior 
Destino do batente central 
acima do limite superior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2326 destino do 
batente SX 
Destino do batente esquerdo 
abaixo do limite inferior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
 AXEL 4 
 
 
 
109 
 
abaixo do limite 
inferior 
2327 destino do 
batente direito 
abaixo do limite 
inferior 
Destino do batente direito 
abaixo do limite inferior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2328 destino do 
batente 
CENTRAL 
abaixo do limite 
inferior 
Destino do batente central 
abaixo do limite inferior. 
Limites mecânicos 
Verificar cotas no FSTCAM4 
2400 anomalia de 
troca de 
ferramentas, 
verificar QM60-
QM70 
Verifique os térmicos de troca 
de ferramenta. 
Contate a assistência FOM 
2401 o motor do 
carrossel gira ao 
contrário 
Durante um teste inicial 
descobriu-se que o motor do 
carrossel funciona em sentido 
inverso. 
Verifique se uma das fases da 
máquina ou do motor do 
carrossel não foi invertida por 
engano. 
2402 problema nos 
sensores troca 
ferr 
Todos os sensores do ciclo 
de troca de ferramentas estão 
presentes ao mesmo tempo. 
Verifique os microinterruptores na 
troca de ferramentas. 
2403 problema no 
sensor de 
repouso troca 
ferr 
Os 2 sensores do braço 
permutador não estão 
presentes em repouso. 
Verifique se os sensores não 
apresentam problemas ou se o 
braço trocador não está alinhado 
corretamente. 
2404 tempo excedido 
sensor troca ferr 
Tempo de espera alto entre 
ciclos de dois sensores 
sucessivos. 
Neste caso ou o sinal do 
microinterruptor não foi 
visualizado ou o braço está com 
algum impedimento mecânico. 
2405 problema de 
codificação da 
posição do 
carrossel 
A posição do carrossel não 
está coerente com a anterior. 
Os microinterruptores de 
codificação de posição do 
carrossel não estão consistentes. 
Talvez um não funcione. 
2406 posição incorreta 
da cabeça para 
troca de 
ferramenta 
Os eixos C e D não estão na 
posição correta para troca de 
ferramenta. 
Verifique a posição dos eixos. 
2407 porta-cone não 
inclinado 
Cone porta-ferramenta não 
está na posição LIGADO para 
acoplamento ao braço 
trocador. 
Contate a assistência FOM 
2408 porta-cone não 
está em repouso 
Cone porta-ferramenta não 
está na posição 
DESLIGADO. 
Contate a assistência FOM 
2409 porta troca ferr 
não aberta 
A porta da tampa de troca de 
ferramentas não abriu ou 
demorou muito. 
Verifique se não existem 
impedimentos mecânicos ou, 
caso contrário, se o sensor 
funciona corretamente. 
2410 porta troca ferr 
não fechada 
A porta da tampa de troca de 
ferramentas não fechou ou 
demorou muito. 
Verifique se não existem 
impedimentos mecânicos ou, 
caso contrário, se o sensor 
funciona corretamente. 
2411 ferramenta não 
desbloqueada 
O sensor de ferramenta 
desbloqueada não fica ativo 
Contate a assistência FOM 
AXEL 4 
 110 
após um comando de 
abertura. 
2412 ferramenta não 
bloqueada 
O sensor de ferramenta 
bloqueada não fica ativo após 
um comando de fechamento. 
Contate a assistência FOM 
2413 nenhuma 
ferramenta 
presente no 
mandril 
O sensor de presença de 
ferramenta não está ativo 
após um comando de 
fechamento de ferramenta.. 
Contate a assistência FOM 
2414 descarregar 
ferramenta no 
mandril antes 
Se for comandada uma carga 
de ferramenta sem ter 
descarregado a corrente do 
mandril. 
Efetue uma descarga de 
ferramenta no magazine. 
2415 posição 
solicitada do 
carrossel não 
existe 
A posição solicitada não 
existe. 
Insira a posição correta e tente 
novamente 
2416 carrossel não 
está em posição 
O carrossel não conseguiu 
atingir a posição solicitada. 
Contate a assistência FOM 
2417 nenhuma 
posição livre no 
magazine 
Foi solicitada uma descarga 
de ferramenta com magazine 
cheio. 
 
2418 trocador não em 
repouso 
O microinterruptor de fim de 
ciclo não fica ativo após um 
comando de movimentação 
do trocador de ferramentas 
na posição de repouso. 
Contate a assistência FOM 
2419 porta-lâmina não 
fora 
O sensor de magazine aberto 
não fica ativo após um 
comando de abertura. 
Contate a assistência FOM 
2420 porta-lâmina não 
dentro 
O sensor de magazine 
fechado não fica ativo após 
um comando de fechamento. 
Contate a assistência FOM 
2421 porta-redutor não 
fora 
O sensor de magazine 
fechado não fica ativo após 
um comando de fechamento. 
Contate a assistência FOM 
2422 porta-redutor não 
dentro 
O sensor de magazine aberto 
não fica ativo após um 
comando de abertura. 
Contate a assistência FOM 
2423 código de 
ferramenta 
indefinido, 
descarregar 
Foi inserida uma ferramenta 
no mandril sem ter realizado 
uma descarga no magazine. 
Realize uma descarga de 
ferramenta no magazine. 
2424 código maior que 
máx. de códigos 
Deseja-se descarregar uma 
ferramenta com código 
superior ao máximo permitido 
de 250. 
 
2425 ferramenta a 
descarregar já 
presente no 
magazine 
O código da ferramenta 
solicitada para ser 
descarregada não está 
presente na lista de códigos 
presentes no magazine de 
ferramentas. 
 
2426 ferramenta 
solicitada não 
presente no 
magazine 
O código da ferramenta 
solicitada para ser carregada 
não está presente na lista de 
códigos presentes no 
magazine de ferramentas. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
111 
 
2427 nenhum tipo de 
ferramenta, 
atualizar arquivo 
A ferramenta solicitada 
possui o código de tipo de 
ferramenta zero. 
É necessário atualizar o arquivo 
de ferramentas no controle. 
2430 Impossível 
descarregar na 
configuração 
atual do 
carrossel 
Existem posições vazias, mas 
que não permitem o 
carregamento daquela 
ferramenta porque existe uma 
lâmina ou redutor próximos 
que limitam seu tamanho. 
 
2431 diâmetro da 
ferramenta 
elevado para 
descarga no 
magazine 
A ferramenta que se intenta 
descarregar possui um 
diâmetro superior ao máximo 
permitido pelo magazine. 
 
2432 suporte da 
ferramenta 
errado para 
descarga no 
magazine 
A ferramenta que se intenta 
descarregar possui um 
suporte não permitido pelo 
magazine. 
 
2433 comprimento da 
ferramenta muito 
longo para 
descarga no 
magazine 
A ferramenta que se intenta 
descarregar tem um 
comprimento maior que o 
máximo permitido pelo 
magazine. 
 
2441 estação da 
lâmina não livreAo tentar descarregar uma 
lâmina com o local já 
ocupado por uma ferramenta 
desse tipo. 
 
2443 estação de 
redutor não livre 
Ao tentar descarregar um 
redutor com o local já 
ocupado por uma ferramenta 
desse tipo. 
 
2444 lâmina com 
diâmetro elevado 
A lâmina que se intenta 
descarregar tem um diâmetro 
maior que o máximo 
permitido pelo magazine. 
 
2445 redutor com 
diâmetro elevado 
O redutor que se intenta 
descarregar tem um diâmetro 
maior que o máximo 
permitido pelo magazine. 
 
2446 ferramenta 
manual não 
presente no 
arquivo 
A ferramenta solicitada para 
ser montada manualmente 
não está presente no arquivo. 
É necessário atualizar o arquivo 
de ferramentas no controle. 
2447 perfil alto para 
uso da lâmina 
Foi carregado um perfil muito 
alto para uso da lâmina. 
 
2451 erro de 
integridade da 
ferramenta 
Durante uma verificação de 
integridade da ferramenta, o 
comprimento é diferente do 
valor definido. 
Verifique o comprimento da 
ferramenta. 
2452 erro na sonda de 
peça 
A sonda emitiu um sinal de 
erro ao controle. 
Verifique a comunicação correta 
com o receptor de rádio. 
2453 erro no sensor de 
temperatura 
O sensor emitiu um sinal de 
erro ao controle. 
Verifique a comunicação correta 
com o receptor infravermelho. 
2454 ferramenta no 
mandril não é do 
tipo sonda 
Uma medição de temperatura 
é solicitada via G32 com uma 
ferramenta de um tipo 
Verifique a ISO 
AXEL 4 
 112 
diferente de sonda de 
temperatura. 
2455 entrada da sonda 
durante 
movimento 
rápido 
Se durante um movimento 
rápido a entrada do botão for 
ativada. 
Verifique se a haste não está 
muito mole. 
2456 contato com 
perfil não 
detectado 
Durante um movimento de 
leitura de posição, não foi 
detectado contato com o 
objeto a ser sondado. 
Verifique a faixa de medição no 
programa ou se a peça não está 
muito fora da tolerância. 
2457 bateria fraca da 
sonda de peças 
A sonda de peças possui 
baterias descarregadas. 
Trocar as baterias. 
2458 bateria 
descarregada do 
sensor de 
temperatura 
O sensor de temperatura 
possui baterias 
descarregadas. 
Trocar as baterias. 
2461 sonda de altura 
inserida e tipo de 
ferramenta 
errado 
A central recebe um sinal da 
sonda sem que esta esteja 
inserida no mandril. 
Contate a assistência FOM 
2462 sensor de 
temperatura 
inserido e tipo de 
ferramenta 
errado 
A central recebe um sinal do 
sensor sem que esta esteja 
inserido no mandril. 
Contate a assistência FOM 
2600 falta parâmetro I 
(número de ilhas) 
em M200 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o número de ilhas. 
Verifique a ISO. 
2601 falta parâmetro K 
(número da área) 
em M200 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o número da área na 
qual se deseja usinar. 
Verifique a ISO. 
2602 falta parâmetro P 
(cód. batentes) 
em M200 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o número do batente 
no qual se deseja usinar. 
Verifique a ISO. 
2603 parâmetro I 
(número de ilhas) 
em M200 errado 
O parâmetro número de ilhas 
está fora da faixa permitida. 
Verifique a ISO. 
2604 parâmetro K 
(número da área) 
em M200 errado 
O parâmetro número da área 
está fora da faixa permitida. 
Verifique a ISO. 
2605 parâmetro P 
(cód. batentes) 
em M200 errado 
O parâmetro número do 
batente está fora da faixa 
permitida. 
Verifique a ISO. 
2606 falta parâmetro I 
(cód. split) em 
M300 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o código do split do 
programa seguinte. 
Verifique a ISO. 
2607 parâmetro I (cód. 
split) em M300 
errado 
O parâmetro código do split 
está fora da faixa permitida. 
Verifique a ISO. 
2611 falta parâmetro I 
(número do 
batente) em G61 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o código do batente. 
Verifique a ISO. 
2612 parâmetro I 
(número do 
batente) em G61 
errado 
O parâmetro código do 
batente está fora da faixa 
permitida. 
Verifique a ISO. 
2613 falta parâmetro I 
(número da 
morsa) em G62 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o código da morsa. 
Verifique a ISO. 
 AXEL 4 
 
 
 
113 
 
2614 parâmetro I 
(número da 
morsa) em G62 
errado 
O parâmetro código da morsa 
está fora da faixa permitida. 
Verifique a ISO. 
2621 parâmetro I (cód. 
castelos) em 
G105 errado 
O parâmetro código do tipo 
de castelos traseiros está fora 
da faixa permitida. 
Verifique a ISO. 
2622 falta parâmetro I 
(cód. ut) em M6 
Na ISO falta o parâmetro que 
indica o código da ferramenta 
a ser carregada. 
Verifique a ISO. 
2623 parâmetro I (tipo 
lubr.) em M8 
errado [faixa 
0÷40] 
O parâmetro tipo de 
lubrificação está fora da faixa 
permitida. 
Verifique a ISO. 
2624 parâmetro J 
(intens lubr.) em 
M8 errado [faixa 
0÷10] 
O parâmetro intensidade de 
lubrificação está fora da faixa 
permitida. 
Verifique a ISO. 
2631 falta parâmetro I 
(máx. corretor) 
em G52 
A ISO não possui o 
parâmetro que indica o valor 
máximo de correção que 
pode ser obtido em uma 
correção de sonda. 
Verifique a ISO. 
2632 origem do eixo X 
fora da faixa do 
parâmetro I 
A correção em X dada pelo 
apalpador é maior que o 
parâmetro I definido em G52. 
Se o erro for muito grande 
verifique o programa; se do 
contrário estiver perto do 
parâmetro definido, verifique se a 
peça está dentro da tolerância. 
2633 origem do eixo Y 
fora da faixa do 
parâmetro I 
A correção em Y dada pelo 
apalpador é maior que o 
parâmetro I definido em G52. 
Se o erro for muito grande 
verifique o programa; se do 
contrário estiver perto do 
parâmetro definido, verifique se a 
peça está dentro da tolerância. 
2634 origem do eixo Z 
fora da faixa do 
parâmetro I 
A correção em Z dada pelo 
apalpador é maior que o 
parâmetro I definido em G52. 
Se o erro for muito grande 
verifique o programa; se do 
contrário estiver perto do 
parâmetro definido, verifique se a 
peça está dentro da tolerância. 
3000 máquina não 
estacionada 
Após um comando de 
posicionamento de 
estacionamento, a máquina 
não detectou as três entradas 
de zero. 
Verifique se as entradas zero dos 
eixos X Y Z estão pressionadas, 
caso contrário contate a 
assistência FOM. 
3001 impossível mover 
em jog, fotocélula 
da ilha esquerda 
interceptada 
O movimento em JOG é 
desabilitado antes de entrar 
na ilha com fotocélula 
interceptada. 
Habilite a fotocélula 
3002 impossível mover 
em jog, fotocélula 
da ilha direita 
interceptada 
O movimento em JOG é 
desabilitado antes de entrar 
na ilha com fotocélula 
interceptada. 
Habilite a fotocélula 
3003 impossível mover 
em jog, máquina 
estacionada 
Os eixos rotativos não podem 
ser movidos enquanto a 
máquina estiver estacionada. 
Mova a máquina da posição de 
estacionamento 
3004 impossível mover 
em jog, freio da 
cabeça travado 
Se o freio dos eixos C e D 
estiver travado por qualquer 
Verifique se o freio hidráulico não 
está travado. 
AXEL 4 
 114 
motivo, os eixos são 
desabilitados. 
3010 bateria do 
controle remoto 
fraca 
O controle remoto enviou 
sinal de bateria fraca. 
Quando o sinal aparece, a luz 
piscante sonora é ativada. Para 
trocar a bateria com a máquina 
ligada, acione o seletor no painel 
elétrico e, uma vez substituída a 
bateria, reative o controle remoto 
e coloque o seletor novamente na 
posição DESLIGADO. 
3011 aviso de 
temperatura do 
mandril 
A temperatura do 
eletromandril superou o nível 
de aviso. 
Contate a assistência FOM 
3012 hold ativo, 
pressione start 
ou stop 
O botão Hold foi pressionado. 
Pressione Start para reiniciar 
ou Stop para interromper 
definitivamente. 
 
3013 programa 
retomado 
O programa foi reiniciado 
após um Hold. 
 
3020 morsas não 
fechadas, 
aguardando 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se as morsas estão 
fechadas. 
Feche as morsas e confirme 
pressionando o botão verde Start. 
3021 morsas da ilha 
esquerda não 
fechadas, 
aguardando 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se as morsas estão 
fechadas. 
Feche as morsas e confirme 
pressionando o botão verde Start. 
3022 morsas da ilha 
direita não 
fechadas,aguardando a 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se as morsas estão 
fechadas. 
Feche as morsas e confirme 
pressionando o botão verde Start. 
3023 carro não dentro, 
aguardando 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se estão 
posicionados na posição de 
trabalho. 
Recolha os carros e confirme, 
pressionando o botão verde Start. 
3024 carro da ilha 
esquerda não 
dentro, 
aguardando 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se estão 
posicionados na posição de 
trabalho. 
Recolha os carros e confirme, 
pressionando o botão verde Start. 
3025 carro da ilha 
direita não 
dentro, 
aguardando 
START 
Antes de iniciar um programa, 
verifique se estão 
posicionados na posição de 
trabalho. 
Recolha os carros e confirme, 
pressionando o botão verde Start. 
3026 abrir morsas para 
comandar 
batentes 
Ao trabalhar com barras 
longas, primeiro é necessário 
abrir as morsas para ativar o 
batente oposto. 
Abra as morsas e tente 
novamente 
3027 Impossível abrir 
morsas, máquina 
não estacionado 
A máquina não está 
estacionada, os botões de 
abertura/fechamento das 
morsas estão desativados. 
Ao trabalhar em ilhas, a livre 
permanece ativa. 
Retire a máquina do 
estacionamento e tente 
novamente 
3028 impossível 
comandar carros, 
Se a máquina não estiver 
estacionada, os botões de 
movimento dos carros estão 
Retire a máquina do 
estacionamento e tente 
novamente 
 AXEL 4 
 
 
 
115 
 
máquina não 
estacionada 
desativados. Ao trabalhar em 
ilhas, a livre permanece ativa. 
3029 cota da morsa N 
não coerente, 
verificar posição 
Após um zeramento, a morsa 
N tem uma posição diferente, 
inconsistente com a posição 
antes do desligamento. 
Verifique se a morsa está 
posicionada corretamente em 
relação às adjacentes. 
3031 castelo da morsa 
N não está na 
posição 2 
No caso de morsas com duas 
posições de referência 
diferentes, o programa 
solicita uma posição diferente 
daquela configurada na 
máquina. 
Verifique se os castelos traseiros 
estão na posição consistente com 
o programa. 
3032 castelo da morsa 
N não está na 
posição 1 
No caso de morsas com duas 
posições de referência 
diferentes, o programa 
solicita uma posição diferente 
daquela configurada na 
máquina. 
Verifique se os castelos traseiros 
estão na posição consistente com 
o programa. 
3033 sensor de 
posição 1 do 
castelo da morsa 
N não ativo 
No caso de morsas com duas 
posições de referência 
diferentes, o programa 
solicita uma posição diferente 
daquela configurada na 
máquina. 
Verifique se os sensores de 
presença do castelo na posição 
não utilizada permaneceram 
ativos. 
3034 sensor de 
posição 2 do 
castelo da morsa 
N não ativo 
No caso de morsas com duas 
posições de referência 
diferentes, o programa 
solicita uma posição diferente 
daquela configurada na 
máquina. 
Verifique se os sensores de 
presença do castelo na posição 
não utilizada permaneceram 
ativos. 
3041 óleo de 
lubrificação 
acabou 
A boia do tanque de óleo 
lubrificante está no nível 
mínimo. 
A máquina permite que o 
programa continue após a 
confirmação do operador. 
3043 emulsão acabou A boia do tanque de emulsão 
para lubrificação está no nível 
mínimo. 
A máquina permite que o 
programa continue após a 
confirmação do operador. 
3044 graxa das guias 
acabou 
Acabou a graxa para 
lubrificação das guias. 
Adicione graxa ao tanque. 
3045 correia 
transportadora 
de cavacos 
parada 
A correia está bloqueada. O programa não é interrompido. 
Depois de terminar, verifique se 
não há cavacos muito grandes 
presos. 
3050 laser de medição 
de ferramenta 
não ok 
O laser de medição da 
ferramenta emitiu um sinal de 
erro ao controle. 
Contate a assistência FOM 
3051 atingiu segundos 
máx. vida da 
ferramenta N 
(atual XXX) 
O tempo de utilização 
definido para a ferramenta N 
expirou. 
Substitua a ferramenta. 
3052 verifique se o 
perfil não é 
superior a 300 
mm para 
descarga da 
lâmina 
Mensagem de aviso quando 
pode existir um perfil na 
máquina com dimensões que 
possam dificultar o 
descarregamento da lâmina. 
 
3053 verifique se o 
perfil não é 
Mensagem de aviso quando 
pode existir um perfil na 
 
AXEL 4 
 116 
superior a 300 
mm para carga 
da lâmina 
máquina com dimensões que 
possam dificultar o 
carregamento da lâmina. 
3060 remover 
ferramenta do 
mandril 
Durante um carregamento 
manual. 
 
3061 inserir ferramenta 
código N no 
mandril 
Carregamento manual da 
ferramenta código N 
 
3062 ferramenta 
código N superou 
o tempo de vida 
máximo XXX 
(atual YYY) 
Ao final do zeramento, são 
exibidos os códigos das 
ferramentas que 
ultrapassaram o limite de 
tempo máximo de uso 
 
 
Código Mensagem de 
operação 
Causas possíveis Testes e soluções 
4000 zeramento em 
andamento 
A máquina está realizando 
um zeramento. 
 
4001 zeramento 
concluído 
O zeramento foi concluído 
com sucesso. 
 
4005 reinicialização do 
mandril em 
andamento… 
aguarde 
Uma reinicialização do 
acionamento do eletromandril 
foi executada antes da 
energização. 
 
4010 reiniciar barreiras 
de fotocélulas 
Fotocélulas interceptadas. 
Antes de iniciar um programa 
em 2 ilhas, verifique se as 
fotocélulas da ilha atual foram 
reiniciadas. 
Reinicie as fotocélulas 
4011 reiniciar barreira 
de fotocélulas à 
esquerda 
Fotocélulas interceptadas. 
Antes de iniciar um programa 
em 2 ilhas, verifique se as 
fotocélulas da ilha atual foram 
reiniciadas. 
Reinicie as fotocélulas 
4012 reiniciar barreira 
de fotocélulas à 
direita 
Fotocélulas interceptadas. 
Antes de iniciar um programa 
em 2 ilhas, verifique se as 
fotocélulas da ilha atual foram 
reiniciadas. 
Reinicie as fotocélulas 
4013 reiniciar barreira 
de fotocélulas 
para comandar o 
batente 
Os batentes só podem ser 
comandados com as 
fotocélulas ativas. 
Reinicie as fotocélulas 
4014 pressione start 
para posicionar a 
máquina no 
estacionamento 
Assim que o botão verde start 
for pressionado, a máquina 
se moverá para a posição de 
estacionamento. 
 
4020 lubrificação das 
guias em 
andamento 
A máquina está executando a 
lubrificação das guias. 
 
4021 leitura das 
morsas em 
andamento 
A máquina está executando 
uma leitura das morsas. 
 
4022 leitura das 
morsas completa 
Leitura das morsas concluída 
com sucesso. 
 
4023 início do 
posicionamento 
das morsas 
Pressione o botão verde Start 
para posicionar as morsas. 
 
 AXEL 4 
 
 
 
117 
 
4024 pressione start 
para posicionar 
as morsas na ilha 
esquerda 
Pressione o botão verde Start 
para posicionar as morsas 
somente em uma ilha. 
 
4025 pressione start 
para posicionar 
as morsas na ilha 
direita 
Pressione o botão verde Start 
para posicionar as morsas 
somente em uma ilha. 
 
4026 pressione start 
para ativar o 
batente esquerdo 
Pressione o botão verde Start 
para ativar o batente. 
 
4027 pressione start 
para ativar o 
batente direito 
Pressione o botão verde Start 
para ativar o batente. 
 
4031 pressione 
START para 
mover à posição 
anterior 
Pressione o botão verde Start 
para fazer a lâmina sair da 
peça através de movimentos 
para trás. 
 
4032 último movimento 
concluído 
Não há outros movimentos na 
fila de retorno. 
 
4042 mover a sonda 
em jog para o 
plano definido 
Mover a sonda por meio de 
JOG próximo ao plano para 
realizar uma calibração. 
 
4043 mover a sonda 
em jog próximo 
ao centro do anel 
Mover a sonda por meio de 
JOG próximo ao anel para 
realizar uma calibração. 
 
4044 mover a sonda 
em jog sobre a 
esfera 
Mover a sonda por meio de 
JOG próximo à esfera para 
realizar uma calibração. 
 
4101 Programa em 
execução, 
pressione 
START para 
executar 
Solicitação de confirmação 
para efetuar um programa em 
uma ilha. 
 
4102 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
FRONTAL 
Solicitação para girar a barra. 
4103 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
SUPERIOR 
Solicitação para girar a barra. 
4104 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
INFERIOR 
Solicitação para girara barra. 
4105 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
TRASEIRA 
Solicitação para girar a barra. 
4106 GIRAR A BARRA 
EM N° 
Solicitação para girar a barra 
em N graus 
 
4107 TRANSLADAR A 
PEÇA 
Solicitação de divisão da 
barra. 
 
4110 MOVER A 
BARRA AO 
OUTRO 
BATENTE, 
pressione 
START para 
executar 
Solicitação de divisão da 
barra. Também usado para 
usinar barras longas. 
 
AXEL 4 
 118 
4111 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
TRASEIRA E 
MOVER PARA 
OUTRO 
BATENTE 
Solicitação de divisão da 
barra. Também usado para 
usinar barras longas. 
 
4112 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
SUPERIOR E 
MOVER PARA 
OUTRO 
BATENTE 
Solicitação de divisão da 
barra. Também usado para 
usinar barras longas. 
 
4113 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
INFERIOR E 
MOVER PARA 
OUTRO 
BATENTE 
Solicitação de divisão da 
barra. Também usado para 
usinar barras longas. 
 
4114 GIRAR A BARRA 
PARA FACE 
TRASEIRA E 
MOVER PARA 
OUTRO 
BATENTE 
Solicitação de divisão da 
barra. Também usado para 
usinar barras longas. 
 
4115 SPOSTARE 
BARRA 
SULL'ALTRA 
BATTUTA E 
RUOTARE DI N° 
Solicitação de divisão da 
barra e rotação de N graus. 
Também usado para usinar 
barras longas. 
 
4121 POSICIONAR 
PEÇA À 
ESQUERDA 
Solicitação de confirmação 
para realização de programa 
na ilha esquerda. 
 
4122 POSICIONAR 
PEÇA À 
DIREITA 
Solicitação de confirmação 
para realização de programa 
na ilha direita. 
 
4130 POSICONAR 2 
PEÇAS NOS 
BATENTES 
Solicitação de confirmação 
para realização de programa 
em duas peças ao mesmo 
tempo. 
 
4131 Peça1 inferior 
Peça2 superior 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4132 Peça1 superior 
Peça2 inferior 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4133 Peça1 frontal 
Peça2 superior 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4134 Peça1 superior 
Peça2 frontal 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4135 Peça1 traseira 
Peça2 superior 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4136 Peça1 superior 
Peça2 traseira 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4137 Peça1 inferior 
Peça2 inferior 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
4138 Peça1 frontal 
Peça2 frontal 
Solicitação de divisão as 
barras. 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
119 
 
13 REGRAS PARA SOLICITAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO 
 
 
 
PEÇAS DE REPOSIÇÃO 
 
 
 
PARA SOLICITAR PEÇAS DE REPOSIÇÃO, 
MENCIONAR: 
 
 
NA PLACA DA MÁQUINA: 
- TIPO DA MÁQUINA 
- NR. CÓDIGO 
- NR. MATRÍCULA 
 
NAS TABELAS EXPLODIDAS: 
- NR. TABELA 
- NR. REFERÊNCIA 
- NR. CÓDIGO 
 
 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 120 
TAB. 1 - GRUPO DE MORSAS 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
121 
 
TAB. 2 – BATENTE DIREITO 
 
 
 
AXEL 4 
 122 
 
 AXEL 4 
 
 
 
123 
 
TAB. 3 – BATENTE ESQUERDO 
 
 
 
AXEL 4 
 124 
 
 AXEL 4 
 
 
 
125 
 
TAB. 4 – BATENTE CENTRAL 
 
 
 
 
AXEL 4 
 126 
TAB. 5 – CARENAGEM 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
127 
 
 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 128 
TAB. 6 – GRUPO DE FAIXAS ESQUERDO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
129 
 
TAB. 7 – RODA PORTA-FERRAMENTAS 
 
 
 
AXEL 4 
 130 
 
 AXEL 4 
 
 
 
131 
 
TAB. 8 – GRUPO DE MICROINTERRUPTORES DO EIXO X 
 
 
AXEL 4 
 132 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
133 
 
TAB. 9 – CORREIA DE REMOÇÃO DE CAVACOS 
 
 
 
 
AXEL 4 
 134 
 
 AXEL 4 
 
 
 
135 
 
 
 
AXEL 4 
 136 
TAB. 10 – CAIXA DE COLETA DE LÍQUIDO REFRIGERANTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
137 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AXEL 4 
 138 
 
LISTA DE MATERIAL SUJEITO À SOLICITAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO 
 
 
 
 
Tipo A (material sujeito a desgaste ou quebra frequente no ciclo de vida da máquina) 
 
 
 Código Descrição Qtd. 
1 LX200428 Almofada da morsa 2 
2 PK312346 Suporte do perfil 1 
3 AN711817 Fim de curso 5 
4 PK314569 Garfo de engate do cone HSK 63 15 
5 ET715934 Óleo lubrificante 5 L 
6 ET715935 Óleo lubrificante 25 L 
7 ET-77762 Óleo lubrificante 1 kg 
8 ET713808 Líquido para refrigeração 1 L 
9 ET-77906 Graxa para rolamentos 1 kg 
10 ZD712495 Caneta para tela de toque 1 
11 ET-79856 Óleo lubri-refrigerante (opcional) 18,5 L 
 
 
 
 
 
 
 
1 LX200428 
2 PK312346 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2 
 
 
 1 
 
 
 1 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
139 
 
 
 
3 AN711817 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eixo X Eixo Y 
Eixo Z Eixo Z 
 3 
 
 
 3 
 
 
 3 
 
 
 
3 
 
 
AXEL 4 
 140 
 
 
 
 
 
 
4 PK314569 
 
 
 4 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
141 
 
 
Tipo B (material sujeito a desgaste ou quebra provável no ciclo de vida da máquina) 
 
 
 Código Descrição Qtd. 
1 AO711483 Sensor indutivo do eixo A 2 
2 AO-79820 Sensor de proximidade do batente central alto / baixo 1 
3 AO-78945 Sensor de proximidade do mandril 1 
4 AO-79203 Sensor de proximidade das faixas laterais / carrossel de 
ferramentas 3 
5 AO-76779 Sensor indutivo dos batentes externos 2 
6 AO712210 Sensor indutivo de leitura das morsas 2 
7 AN-79102 Chave fim de curso do portão 1 
8 AN712132 Fim de curso da porta da cobertura 1 
9 AG710197 Contator 1 
10 AG710198 Contator 1 
11 AG710179 Contator 1 
12 BT-74028 Pressostato das morsas 1 
13 OY305647 Bico 1 
14 IT323559 Vidro da porta frontal 1 
15 EO312385 Faixa em Kevlar 16 
16 AO711482 Barreira fotoelétrica (1 ilha) 1 
17 AO712325 Barreira fotoelétrica (2 ilhas) 2 
18 DR314383 Pinça para haste HSK E63 4 
19 CH-78626 Bomba microgota 1 
 
 
 
 
 
 
2 AO-79820 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 2 
 
 
 2 
 
 
AXEL 4 
 142 
 
 
 
4 AO-79203 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 AO-76779 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 AO712210 
 
 
 
 
 
 
 
 
 5 
 
 
 4 
 
 
 4 
 
 
 6 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
143 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 AN-79102 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 AN712132 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 OY305647 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7 
 
 
 13 
 
 13 
 
 
 8 
 
 
AXEL 4 
 144 
 
 
 
 
 
 
 
14 IT323559 
15 EO312385 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 AO711482 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 AO712325 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 10 
 
 
 11 
 
 
 17 
 
 
 16 
 
 
 15 
 
 
 14 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
145 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 DR314383 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 CH-78626 
 
 
 18 
 
 
17 
 
 
AXEL 4 
 146 
 
Tipo C (material sujeito a desgaste ou quebra pouco provável no ciclo de vida da 
máquina) 
 
 
 Código Descrição Qtd. 
1 BK712649 Motor do eixo X 1 
1A BK314600 Redutor do eixo X 1 
2 BK712094 Motor do eixo Y 1 
3 BK712095 Motor do eixo Z 1 
4 BK712655 Motor do eixo A 1 
5 BK710554 Motor de translação das morsas 1 
5A BK712650 Redutor de translação das morsas 1 
6 BK321914 Eletromandril 1 
7 BT-75142 Servoválvula 1 
8 CN712652 Cilindro pneumático (saída / descida das faixas) 1 
9 AA-77318 Interruptor magnetotérmico 1 
10 AA-74142 Interruptor magnetotérmico 1 
11 AA-77988 Interruptor magnetotérmico 1 
12 AA-74393 Interruptor magnetotérmico 1 
13 AA-77332 Guarda de proteção do motor 1 
14 AA-77338 Guarda de proteção do motor 1 
15 AA-76877 Guarda de proteção do motor 1 
16 AA-78871 Guarda de proteção do motor 1 
17 ZA-79597 Módulo de entrada 1 
18 ZA-79596 Módulo de saída 1 
19 BT-78578 Pressostato de linha 1 
20 BR712656 Válvula para lubri-refrigeração (opcional) 1 
21 BR-79635 Válvula solenoide 1 
22 BR-77871 Válvula solenoide 1 
23 BR-77872 Válvula solenoide 1 
24 BR-77873 Válvula solenoide 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
147 
 
 
 
 
 
 
1 BK712649 
1A BK314600 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 BK712094 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 BK710554 
5A BK712650 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
 
5 
 
 
5A 
 
 
1 
 
 
 1A 
 
 
AXEL 4 
 148 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 BK321914 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8CN712652 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7 
 
 
 8 
 
 
 AXEL 4 
 
 
 
149 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 ZA-79597 
18 ZA-79596 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20 BR712656 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 20 
 
 
AXEL 4 
 150 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 BR-79635 
22 BR-77871 
23 BR-77872 
24 BR-77873 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
	MANUAL DO USUÁRIO – MANUTENÇÃO
	1 AVISOS GERAIS
	1.1 INTRODUÇÃO
	1.2 GARANTIA
	2 GENERALIDADES
	2.1 PREÂMBULO
	2.2 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO
	2.3 AVISOS PRESENTES NA MÁQUINA (Fig. 02-02 / 02-03 / 02-04)
	3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
	3.1 DIMENSÕES TOTAIS E PESO (Fig. 03-03)
	3.2 COMPONENTES DA MÁQUINA NA VERSÃO BÁSICA (Fig. 03-04)
	3.3 EMISSÃO SONORA DO CENTRO DE USINAGEM AXEL 4
	4 NORMAS DE SEGURANÇA E SAÚDE
	4.1 PREÂMBULO
	4.2 USO PREVISTO DA MÁQUINA
	4.3 AVISOS DE SEGURANÇA
	4.4 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
	4.5 ÁREAS DE RISCO E RISCO RISCHIO RESIDUAL
	5 TRANSPORTE E INSTALAÇÃO
	5.1 MANUSEIO
	5.2 VERIFICAÇÕES
	5.3 POSICIONAMENTO E INSTALAÇÃO DA MÁQUINA
	5.3.1 NIVELAMENTO (Fig. 05-09)
	5.3.2 FIXAÇÃO AO SOLO
	5.3.3 CONEXÃO ELÉTRICA E PNEUMÁTICA
	5.4 COLETA DE CAVACOS E FUMOS
	6 COMANDOS
	6.1 COMANDOS DA COLUNA (Fig. 06-01)
	6.2 COMANDOS DA MÁQUINA (Fig. 06-02 / 06-03)
	6.3 PAINEL DE COMANDO COM PC (Fig. 06-04)
	6.4 BOTOEIRA PORTÁTIL (Fig. 06-05)
	6.5 BOTOEIRA PORTÁTIL COM CONTROLE REMOTO (opcional) (Fig. 06-06)
	7 AJUSTES
	7.1 COLOCAÇÃO E AJUSTE DAS MORSAS
	7.2 AJUSTE DO FLUXO DE LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA
	7.3 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA BOTOEIRA PORTÁTIL COM CONTROLE REMOTO (opcional)
	7.4 SONDA DE PEÇA (opcional)
	7.4.1 CALIBRAÇÃO DA SONDA DE PEÇA
	7.4.2 PROCEDIMENTO DE TROCA DE FREQUÊNCIA DA SONDA DE PEÇA (opcional)
	8 OPERAÇÕES PARA PARTIDA E USINAGEM
	8.1 TROCA DE FERRAMENTA MANUAL
	9 MANUTENÇÃO
	9.1 MANUTENÇÃO PERIÓDICA E ORDINÁRIA
	9.2 MANUTENÇÃO EXTRAORDINÁRIA
	9.3 MANUTENÇÃO PROGRAMADA EXTRAORDINÁRIA
	9.4 LUBRIFICAÇÃO DA FERRAMENTA
	9.5 SUBSTITUIÇÃO DA FERRAMENTA
	9.6 MANUTENÇÃO DA CORREIA DE EVACUAÇÃO DE CAVACOS
	9.7 ELETROMANDRIL
	9.7.1 USO E AJUSTE
	9.7.2 MANUTENÇÃO
	9.8 PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA
	10 DESMONTAGEM DA MÁQUINA
	11 DIAGRAMAS ELÉTRICOS E PNEUMÁTICOS
	12 PROBLEMAS – CAUSAS – SOLUÇÕES
	13 REGRAS PARA SOLICITAÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO

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