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DISCIPLINA: Projeto Integrador de Suprimentos 
CURSO: Engenharia de Produção 
Carga Horária: 
80 horas 
 
CAPÍTULO I 
REFERENCIAL TEÓRICO 
 
 
1) APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 
 
Um Projeto Integrador consiste na resolução de um Problema, utilizando-se de 
conhecimentos e informações de maneira ampla e sistêmica. 
Além da área foco tema da disciplina do Projeto Integrador, que neste caso é a Cadeia 
de Suprimentos, o problema delimitado poderá demandar conhecimentos e informações de 
diversas áreas do conhecimento. 
Estes conhecimentos e informações devem ser utilizados de maneira a promover uma 
integração entre as diferentes áreas de conhecimento utilizadas na resolução do problema 
delimitado. 
O aluno deverá realizar na disciplina de Projeto Integrador de Suprimentos, a análise de 
um Estudo de Caso que será demonstrado no Capítulo II deste material, com o objetivo de 
resolver o problema descrito no Estudo. 
Poderá utilizar como suporte para resolução do problema, o referencial teórico contido 
aqui neste material, além de outras fontes de consulta que estiverem relacionadas com o tema. 
Ao final, o aluno deverá produzir um registro por meio de um trabalho escrito, de toda a 
construção deste projeto, por meio de uma estrutura que será demonstrada no Passo a Passo 
do Capítulo III deste material. 
 
 
2) REFERENCIAL TEÓRICO 
 
2.1) A Cadeia de Suprimentos 
A Cadeia de Suprimentos possui amplo aspecto no suprimento das matérias primas, na 
distribuição dos produtos acabados ou semi acabados após o processamento das matérias 
primas, na distribuição dos produtos finais aos consumidores e no gerenciamento das 
demandas, produção e estoques. 
 
2.2) Cenário Brasil Matriz Modal X Cenário Países selecionados 
O cenário da Matriz Modal do Brasil, demonstra que o modal Rodoviário é responsável 
por cerca de 60% do transporte de cargas no país. Este alto percentual relativo ao modal 
Rodoviário demonstra um desequilíbrio entre outros modais possíveis de serem utilizados 
(Cabotagem, Dutoviário, Ferroviário), gerando assim uma dependência de apenas um único 
modal. 
Segundo Alvarenga (2020), alguns países implementam estratégias para manter um 
maior equilíbrio entre os modais, diminuindo assim a sua dependência de apenas um modal, 
conforme demonstra o Gráfico 01: 
 
 
 
 
 
 
A dependência do modal Rodoviário no Brasil, acarreta vários fatores tais como: 
- Inflaciona o custo dos transportes; 
- Gera uma maior necessidade de manutenção das estradas; 
- Preços dos produtos em geral elevados devido alto custo deste modal, perdendo 
apenas para o modal aéreo; 
- Inflaciona o preço dos combustíveis; 
- Desestimula o turismo devido falta de segurança nas estradas e tráfego intenso de 
caminhões, entre outros fatores. 
- Torna o país suscetível a greve dos caminhoneiros; 
- Perdas econômicas e sociais devido paradas por greves de caminhoneiros; 
Gráfico 01: Comparativo Matriz Modal - Países selecionados 
Fonte: Fontes: ILOS (Brasil); National Bureau of Statistics of China, Bureau of Transportation Statistics 
(EUA), Eurostat (UE), North American Transportation Statistics (Canadá), Department of Infrastructure, 
Transport, Cities and Regional Development (Austrália), Statistics Bureau (Japão). 
 
O modal Rodoviário possui vantagens e benefícios tais como: 
- Entrega porta a porta em centros urbanos onde outros modais não conseguem acessar; 
- Rapidez e agilidade dependendo da distância e acessibilidade por rodovias ao local. 
 
Ao observarmos a Matriz modal da China conforme Gráfico 01, percebemos uma das 
matrizes mais equilibradas entre todos os modais, com 35% de distribuição no modal 
Rodoviário, 25% em Cabotagem, 23% Hidroviário, seguido de 14% no Ferroviário. 
É evidente que cada país adota o seu balanceamento ideal entre os modais, levando-se 
em consideração condições geográficas, climáticas entre outros fatores, buscando também um 
custo adequado por meio deste balanceamento. Porém sempre observando a necessidade de 
não gerar uma grande dependência de um único modal. 
Dentre os países selecionados conforme Gráfico 01, além do que ocorre com o Brasil no 
modal Rodoviário, a Austrália também apresenta uma certa dependência do modal Ferroviário, 
sendo que este é responsável por 55% do transporte de cargas no país, apresentando assim 
uma possibilidade de melhorar o transporte de cargas por meio de Cabotagem e Dutoviário, 
comparando-se neste sentido ao Brasil. Porém a grande vantagem neste caso, é que o custo 
do transporte Ferroviário para grandes tonelagens, é mais barato do que o custo do modal 
Rodoviário. 
 
 
2.3) Curva ou Classificação ABC de Estoques 
A Curva ou Classificação ABC é uma metodologia de gerenciamento que segundo 
especialistas foi inicialmente utilizada e introduzida na empresa General Eletric, com o objetivo 
de mapear os Estoques e classificá-los de acordo com a quantidade absoluta, relativa, 
demandas, volumes, giros de estoque ou valores. 
Para Szabo (2015), a Classificação ABC serve tanto para a simplificação do 
planejamento como para a efetividade no controle de materiais. Sua ideia é a simplificação e 
concentra-se nos itens que mais impactam em um estoque. 
Além da utilização na área de Suprimentos e Gestão de Estoques, seus princípios podem 
ser utilizados amplamente em outras áreas empresariais, como por exemplo em uma área de 
marketing para classificar os serviços mais vendidos de uma empresa. 
Ao utilizar-se os princípios do 20:80 disseminados por Vilfredo Pareto, temos a seguinte 
Classificação: 
Classe A: Normalmente os materiais que possuem maior demanda ou giro em um 
estoque. Representam em torno de 80% da demanda ou giro total, porém cerca de apenas 
20% em relação a quantidade de itens cadastrados. São considerados prioritários, pois 
possuem um giro de estoque alto e é onde normalmente também concentra-se o maior volume 
absoluto de movimentação. 
Classe B: São materiais com demanda ou giro médio, representando em torno de 15% 
do total. Porém em termos de quantidade de itens cadastrados, este percentual fica em torno 
de 30% do total. 
Classe C: São os materiais que representam uma demanda ou giro baixo em um 
estoque, em torno de 5% do total. Porém representam a maior quantidade de itens 
cadastrados, girando em torno de 50% do total de itens cadastrados. Isso significa que apesar 
de um baixo giro de estoque, a quantidade muitas vezes pode representar um grande volume 
e problema para as empresas armazenarem. Existe a necessidade de controlar estes itens 
Classe C, para que não tornem-se obsoletos ou pereçam no estoque devido seu baixo giro e 
até mesmo não tornem-se inviáveis devido alto custo de armazenagem, manutenção e perdas. 
 
 
2.4) Sistemas de Informação no auxílio à Gestão de Suprimentos 
 
Vários tipos de Sistemas de Informação podem ser utilizados para proporcionar uma 
melhor análise dos níveis de estoque, de demanda e até mesmo para interligar fornecedores 
ou centros de distribuição, proporcionando uma ampla integração da cadeia de suprimentos. 
Com a introdução dos sistemas de Planejamento dos Recursos Materiais (MRP´s), por 
volta da década de 70, as empresas perceberam que os ganhos compensaram em muito o 
investimento e isso permitiu uma rápida evolução e implementação dos Sistemas de 
Informação nas empresas. Com essa evolução, um dos tipos de Sistemas de Informação mais 
disseminados a partir da década de 80, é a classificação ERP (Enterprise Resource Planning), 
que traduzido significa Planejamento dos Recursos Empresariais, o qual permite a integração 
e a comunicação entre todas as áreas empresariais (Marketing, Produção, Financeiro, 
Recursos Humanos...), e não somente relativo aos recursos materiais como tratava o MRP. 
Segundo Taylor (2005), os ERP´s tornaram-se o alicerce das operações das empresas 
modernas. 
Os sistemas permitem aos gestores a busca de informações que suportem astomadas 
de decisões. E na área de Suprimentos não é diferente. É necessário obter informações 
precisas sobre por exemplo níveis de Estoque e Demandas, para que um gestor por exemplo, 
tome a decisão de comprar mais insumos ou simplesmente deixar baixar os níveis de 
Suprimentos nos estoques. 
Chopra e Meindl (2016), defendem que a coordenação de atividades por meio de 
Sistemas de Informação na área de Suprimentos, permitem a melhoria nos níveis de serviços 
e ao mesmo tempo a diminuição dos estoques e consequentemente dos custos totais. 
O ERP de II geração, permite a aplicação do conceito de SCM (Suply Chain 
Management) Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, pois integra tanto o controle interno 
de uma empresa, quanto externamente a ela. Integra as funcionalidades de demanda, da 
cadeia de suprimentos, dos níveis de estoque, da estrutura de produto, da capacidade 
produtiva e do rastreamento de origem, abrangendo os fornecedores e os centros de 
distribuição. 
Os ERP´s de I e II geração, podem possuir integração com módulos específicos para 
Gerenciamento de Armazéns Logísticos, chamados de WMS (Warehouse Management 
System) e com módulos específicos de Planejamento que envolvam desde a fase de projetos 
e prototipação de produtos até a entrega final aos clientes, chamados de APS (Advanced 
Planning and Scheduling). 
 
 
2.5) Novos desenvolvimentos 
 
Os carros atuais têm em média somente 15% do seu peso feito de plásticos (polímeros). 
Porém pesquisas estimam que pode chegar a 40% em apenas quatro anos. Se antes o uso 
desse material restringia-se ao acabamento e interior, até 2020 serão desenvolvidas e testadas 
aplicações que podem envolver componentes até mesmo do motor dos veículos (CARVALHO, 
2016). 
Com as inovações de polímeros de alto desempenho (polímeros que possuem 
resistência mecânica, térmica e química) as necessidades foram solucionadas e, hoje, o 
plástico constitui parte essencial dos automóveis (BRASKEN, 2018). 
 
Segundo Anderson Moróstica (apud CARVALHO, 2016), a substituição de peças de aço 
e metais por polímeros nos veículos, agrega vários benefícios tais como: 
- Redução de peso do veículo (Os componentes de plástico podem reduzir o peso de um 
veículo em até 30% do seu peso total. Os polímeros são em média 50% mais leves do que os 
componentes de metais); 
- Diminui o custo de produção entre 10% e 50%; 
- Diminui o consumo de combustível (cada 100 kg de peso reduzido gera uma economia 
de 0,5 litro de combustível por 100 km rodados; 
- Aumenta a autonomia do veículo e economiza dinheiro para o proprietário; 
- Menos energia para serem produzidos, o que contribui para a redução das emissões 
de gases e resíduos; 
- Maior durabilidade, diminuindo a demanda de peças de reposição; 
- Menos CO2 no meio ambiente: Estudos do American Chemistry Council (ACC, 2011 – 
apud BRASKEN 2018), demonstram que 4,7 toneladas de dióxido de carbono (CO2), deixam 
de ser emitidas por carro ao longo de sua vida útil, em função do uso de plástico em sua 
composição; 
- Veículos tornam-se mais seguros; 
- Absorvem melhor os impactos por colisão do que os metais (ajudando a preservar 
assim a integridade dos ocupantes de um veículo); 
- Menos suscetíveis à corrosão. 
 
Outro aspecto a ser observado é em relação a quantidade absoluta de peças feitas com 
polímeros e neste contexto, já é atualmente maior do que a quantidade de peças de um veículo 
fabricadas com metais. 
Quase todas as inovações eletrônicas não poderiam ser implementadas sem os 
materiais plásticos. Para designers e engenheiros não seria viável desenvolver soluções em 
transporte com o equilíbrio entre alta performance, preço competitivo, estilo, conforto, 
segurança, resistência, maior autonomia e o mínimo impacto ambiental, sem a evolução do 
material plástico. O material plástico oferece vantagens como sua versatilidade para um design 
inovador e, ao mesmo tempo, a absorção de energia, contribuindo com a segurança dos 
passageiros, atributos de absorção de impacto nos para-choques, sistemas que evitam riscos 
de explosão nos tanques de combustível, cinto de segurança, air-bag e outros acessórios de 
segurança, como a cadeirinha para crianças, fazem do plástico um material essencial. 
Com as soluções em material plástico os carros se tornaram mais seguros, leves, menos 
suscetíveis à corrosão e mais eficientes aos danos por colisão, pois absorvem melhor o 
impacto do que os metais, preservando assim a vida dos ocupantes de um veículo (BRASKEN, 
2018). 
 
 
 
 
 
PERCENTUAL DE PEÇAS DE PLÁSTICOS 
EM UM VEÍCULO 
Interior 63% 
Exterior 15% 
Motor 9% 
Sistema Elétrico 8% 
Chassi 5% 
 
 
 
 
Exemplos de aplicações que podem ser utilizados polímeros nos veículos: 
Protetor de cárter, caixa de câmbio, tanque de combustível, pedais de acelerador e 
embreagem, suporte de estepe, front end, spoillers, cinto de segurança, painel, acabamento 
interno em geral, maçanetas de portas, vidros de acrílico, air bag, entre outros itens. 
 
 
3) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ALVARENGA, Henrique. Matriz de Transportes no Brasil a espera de Investimentos. 
2020. Disponível em: https://www.ilos.com.br/web/tag/matriz-de-transportes/ (Última 
visualização em 15/02/2021). 
BRASKEN. Cartilha Brasken: Impactos ambientais causados pelo plástico. 2018. 
Disponível em: http://www.plasticotransforma.com.br/a-vida-antes-e-depois-do-plastico-
automotivo#:~:text=Al%C3%A9m%20da%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peso,dema
nda%20de%20pe%C3%A7as%20de%20reposi%C3%A7%C3%A3o (Última visualização em 
15/02/2021). 
CARVALHO, Isadora. O carro do futuro será feito de... plástico? Revista 4 Rodas, Editora 
Abril, 2016. Disponível em: https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/o-carro-do-futuro-sera-
feito-de-plastico/ (Última visualização em 15/02/2021). 
CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pearson 
do Brasil, 2016. (Disponível na Biblioteca Virtual 3.0 Universitária que pode ser acessada pelo 
Web aluno). 
Quadro 01: Percentual de Peças de Polímeros em veículos 
Fonte: BRASKEN (2018) 
https://www.ilos.com.br/web/tag/matriz-de-transportes/
http://www.plasticotransforma.com.br/a-vida-antes-e-depois-do-plastico-automotivo#:~:text=Al%C3%A9m%20da%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peso,demanda%20de%20pe%C3%A7as%20de%20reposi%C3%A7%C3%A3o
http://www.plasticotransforma.com.br/a-vida-antes-e-depois-do-plastico-automotivo#:~:text=Al%C3%A9m%20da%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peso,demanda%20de%20pe%C3%A7as%20de%20reposi%C3%A7%C3%A3o
http://www.plasticotransforma.com.br/a-vida-antes-e-depois-do-plastico-automotivo#:~:text=Al%C3%A9m%20da%20redu%C3%A7%C3%A3o%20de%20peso,demanda%20de%20pe%C3%A7as%20de%20reposi%C3%A7%C3%A3o
https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/o-carro-do-futuro-sera-feito-de-plastico/
https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/o-carro-do-futuro-sera-feito-de-plastico/
SZABO, Viviane. Gestão de Estoques. São Paulo: Pearson do Brasil, 2015. (Disponível 
na Biblioteca Virtual 3.0 Universitária que pode ser acessada pelo Web aluno). 
TAYLOR, David. Logística na Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Pearson do Brasil, 
2005. (Disponível na Biblioteca Virtual 3.0 Universitária que pode ser acessada pelo Web 
aluno). 
 
 
 
CAPÍTULO II 
ESTUDO DE CASO 
 
 
1) ESTUDO DE CASO 
 
1.1) Estudo de caso de uma Rede de Concessionárias de Veículos 
 
Uma rede de concessionárias de veículos está encontrando dificuldades para armazenar 
em seu estoque, todos os itens de reposição solicitados pelos clientes. 
Os clientes reclamam de uma espera que pode durar até 30 dias, para obterem as peças 
de reposição que a concessionária não possui em pronta entrega e necessitam serem trazidas 
dos fornecedores homologados pela fábrica. 
 A concessionária alega que o custo de estoque é muito alto e o espaço é insuficiente 
para manter todas as peças de todos os modelos de carros em estoque. A concessionária 
relata também,que o transporte dos fornecedores até a concessionária é demorado devido 
baixa eficiência da cadeia logística do país. 
Os principais fornecedores de peças e a fábrica dos veículos comercializados pelas 
Concessionárias, encontram-se na região de São José dos Pinhais no Paraná. Atualmente o 
fornecimento das peças para esta rede de concessionárias é feito unicamente por modal 
Rodoviário, até as cidades de Salvador, Maceió, Recife e Fortaleza, nas quais encontram-se 
situadas as Concessionárias. 
Ao solicitar maior agilidade nas entregas para a fornecedora do serviço terceirizado de 
Transportadora Rodoviária, esta alegou que os custos vem aumentando devido má 
conservação das estradas, pedágios, aumento do combustível, roubos de cargas entre outros 
fatores. Portanto, para aumentar a agilidade nas entregas, o preço do frete também aumentaria 
significativamente. Preço este que foi considerado pela Gerência das Concessionárias, inviável 
de ser pago em relação ao preço final das peças para os clientes e o praticado pela 
concorrência. 
 
 
2) PERGUNTAS NORTEADORAS 
 
2.1) Quais problemas podem ser evidenciados no Estudo de Caso da rede de 
Concessionárias de Veículos? 
2.2) Quais seriam as propostas de resoluções para evitar as reclamações dos clientes 
da Rede de Concessionárias? 
2.3) Quais outros modais de transporte podem ser testados e utilizados além do modal 
Rodoviário para diminuir custos? 
2.4) Quais outros modais de transporte podem ser testados e utilizados além do modal 
Rodoviário para aumentar a agilidade na reposição das peças aos clientes? 
2.5) Quais ferramentas, metodologias e tecnologias podem ser implementadas para 
resolver os problemas evidenciados e delimitados de acordo com a análise do Estudo de 
Caso? 
2.6) Como a Gestão de Suprimentos pode diminuir custos e agregar maior lucratividade 
para uma Empresa? 
2.7) Como a Gestão de Suprimentos pode agregar maior e vantagem competitiva para 
uma Empresa? 
2.8) É possível realizar a integração de conhecimentos adquiridos durante esta disciplina 
e em outras disciplinas, para a elaboração do Projeto Integrador? 
 
 
 
CAPÍTULO III 
ROTA DE APRENDIZAGEM: PASSO A PASSO 
 
 
1) PERGUNTA NORTEADORA 
 
O que devo fazer passo a passo, para poder elaborar meu Projeto Integrador de 
Suprimentos? 
 
 
2) O QUE DEVE SER FEITO 
 
2.1) Orientações Gerais 
O aluno deverá analisar o Estudo de caso sobre a Rede de Concessionárias de 
Veículos demonstrado no Capítulo II, e construa o Projeto Interdisciplinar de Suprimentos que 
você deverá entregar ao Professor Orientador, seguindo a Estrutura e o Passo a Passo abaixo: 
 
2.2) Estrutura Formal para elaboração do Projeto 
- Folha de Rosto; 
- Introdução; 
- Delimitação do Problema ou Análise; 
- Proposta de solução do Problema; 
- Considerações Finais; 
- Referências Bibliográficas. 
 
2.3) Datas 
Entregar o Trabalho ao Professor Orientador da disciplina, seguindo as datas 
programadas e solicitadas. As entregas podem ser parciais, de acordo com a solicitação do 
Professor Orientador. Por este motivo, fique atento a este detalhe desde o início da disciplina. 
 
 
3) PASSO A PASSO SEGUINDO A ESTRUTURA DO PROJETO 
 
Segue o Passo a Passo apresentado para facilitar a compreensão da sequência das 
atividades, alinhado com a estrutura formal apresentada. 
 
PASSO 1) Elaborar a Folha de Rosto 
A folha de Rosto é a primeira página do Trabalho, que funcionará como uma espécie de 
capa do Trabalho. 
A folha de Rosto deve conter as seguintes informações: 
Título do Projeto, Disciplina, Curso, Nome dos alunos, Nome do Professor, Instituição de 
Ensino, Cidade e Ano. 
 
PASSO 2) Elaborar a Introdução 
Elabore um texto abordando o cenário da Cadeia de Suprimentos no Brasil X Mundo, 
que será a Introdução do seu trabalho. 
Fale um pouco sobre a importância da cadeia de Suprimentos para a Sociedade, tanto 
no contexto científico quanto na prática das Empresas. 
Você poderá utilizar fontes de referências tais como o Referencial Teórico do Trabalho 
além de outras fontes que podem embasar e serem citadas nesta sua introdução. 
 
PASSO 3) Realizar a Análise 
Observar um problema específico para poder delimitá-lo. 
O projeto depende da identificação do problema referente ao Estudo de Caso, para poder 
propor a solução. 
Para propor soluções a um problema, é necessário primeiro realizar uma análise e 
compreender a causa raiz deste problema, ou seja, o que está causando este problema. 
Portanto, realize a leitura do Estudo de Caso sobre a Rede de Concessionárias de 
Veículos e delimite pelo menos três problemas encontrados por meio da sua análise. 
Procure evidenciar quais fatores geram reclamações de clientes nas Concessionárias de 
Veículos, focados na raiz do problema e não no efeito que eles desencadeiam. 
Algumas ferramentas que podem lhe auxiliar na delimitação da causa raiz de um 
problema, são o Diagrama de Ishikawa e a técnica dos 5 Porquês. 
 
PASSO 4) Elaborar a Proposta de Solução 
Elabore uma proposta com sugestões de melhorias para sanar os problemas que você 
delimitou no seu trabalho. 
Esta proposta de solução poderá estar embasada em registros históricos, experimentos 
ou artigos científicos, referências bibliográficas entre outras fontes de embasamento teórico ou 
prático. 
O importante neste item, além de criar a proposta de solução, é citar referências de 
embasamento tanto prático quanto teórico. 
Exemplo de Ferramentas e Metodologias que podem ser utilizadas para resolver um 
problema na área de Suprimentos, os quais podem ser encontrados nas Referências 
Bibliográficas sugeridas: 
Curva ou Classificação de Estoque ABC, Análise de Modais de Transporte, tecnologias e 
sistemas de informação que ajudam a diminuir estoques... 
Reflita sobre o percentual e sobre a quantidade de peças de plástico, que são utilizadas 
na composição de um automóvel, com base no Referencial Teórico apresentado do Trabalho. 
A análise da curva ABC poderia auxiliar sobre quais itens você manteria em estoque e 
quais itens você descartaria dos estoques para tentar solucionar os problemas delimitados? 
Quais itens de acordo com uma análise da Curva ABC, possuem maior probabilidade de serem 
descartados? Itens A, B ou C? 
Reflita na sua proposta de solução, se existe a possibilidade de implementar alguma 
tecnologia e sistemas de informação, que auxiliem na resolução dos problemas. Caso sim, 
contemple a implantação desta tecnologia e de sistemas de informação. 
 
PASSO 5) Considerações Finais 
Relatar o que você aprendeu nesta disciplina. 
Agregou experiência de aplicação prática dos conteúdos teóricos? 
Realizar neste item também, um breve relato das dificuldades encontradas para a 
proposta da solução. 
Analisar quais os benefícios serão alcançados, se o problema for realmente resolvido 
por meio da proposta de solução sugerida no Projeto. 
 
PASSO 6) Referências Bibliográficas 
Listar todos os Artigos, Bibliografias e outras fontes de Consulta, que foram utilizadas 
e citados durante o desenvolvimento do Projeto. Citar no mínimo 03 fontes de Consulta 
interessantes de acordo com o contexto do trabalho realizado.

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