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CURSO DE PEDAGOGIA PROJETOS E PRÁTICAS DE AÇÃO PEDAGÓGICA – SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL POSTAGEM 2: ATIVIDADE 2 PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA TÍTULO DO PROJETO 2018 1. Tema 2. Situação-problema 3. Justificativa e embasamento teórico 4. Público-alvo 5. Objetivos 6. Percurso metodológico 7. Recursos 8. Cronograma 9. Avaliação e produto final 10. Referências TEMA: As Ações do Supervisor Escolar TÍTULO: Dificuldades e Possibilidades na Educação Inclusiva SITUAÇÃO-PROBLEMA: O Orientador Educacional tem um papel importantíssimo dentro da escola, principalmente na Inclusão, auxiliando na adaptação, orientação na busca da interação professor/aluno, e ajudando o aluno na busca de conhecimento para sua vida. As necessidades dos alunos incluídos e propor formas de atuação do supervisor educacional na educação inclusiva. A questão da inclusão dos alunos com deficiência no ensino regular já se tornou uma realidade e a escola precisa se preparar e orientar seus profissionais para acompanhar da maneira mais ajustada possível estas transformações, lembrando que, o bem-estar deste aluno deve ser priorizado. O fato de crianças e jovens com diferentes possibilidades de freqüentarem os mesmos espaços escolares exige do supervisor um trabalho como agente que promove aprendizagem, atuando com base em uma pedagogia centrada no aluno, e não no conteúdo, com ênfase na aprendizagem, e não apenas no ensino. JUSTIFICATIVA: O processo de inclusão de alunos com deficiência no sistema regular de ensino, não cabe apenas ao professor em sala de aula, mas também à gestão escolar, que coordena todas as atividades da instituição. O gestor que incumbe o papel de atuar frente à educação inclusiva deve ter como objetivo a feitura da proposta da educação da mesma, envolvendo-se na elaboração do Projeto Político-Pedagógico, Regulamento, elaboração de projetos, na busca de recursos para garantir a acessibilidade dos alunos deficientes, entre outros. Ainda de acordo com MEC (2006) alguns apontamentos são necessários para atuação eficiente do Supervisor junto ao educador, na busca de uma promoção educacional formadora para os estudantes com deficiência: O Supervisor pode dar apoio ao aproveitamento de experiências comuns, criação de centros de documentação e criar acesso às fontes; serviços educacionais especializados devem ser integrados aos programas de pesquisa e desenvolvimento de instituições de pesquisa e de centros de elaboração de programas de estudos; estratégias pedagógicas inovadoras; promoção de reflexões sobre temas correlacionados com Educação Inclusiva; estudos orientados à tomadas de decisão e ações futuras (MEC, 2006). EMBASAMENTO TEÓRICO: Há sugestões de condutas bem sucedidas e diligências adequadas que contribuem para o aperfeiçoamento da aprendizagem de alunos com deficiência. Estas orientações são bem-vindas quando provenientes de um profissional de educação comprometido em sua atuação e preocupação com o crescimento e rendimento deste aluno. Para viabilizar a integração de pessoas com incapacidades no ensino regular, foi decidido que devem ser criados, em todas as escolas, serviço de apoio apropriado, dando-se ênfase ás crianças muito pequenas e adultos deficientes, principalmente mulheres. Quando o sistema não tiver condições de atender a todos, integrados nas salas de aulas da educação comum, o ensino especial deve guiar-se pelas mesmas finalidades e objetivos do ensino regular, como todo o esforço dirigido para a melhoria de sua qualidade e promoção da integração possível. (CARVALHO, 1997, p. 53). Todas as escolas deveriam acomodar todas as crianças independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingüísticas ou outras. Deveriam incluir crianças deficientes e superdotadas, crianças de rua e que trabalham, crianças de origem remota ou de população nômade, crianças pertencentes a minorias lingüísticas, étnicas ou culturais e crianças de outros grupos em desvantagem ou marginalizados... No contexto destas linhas de Ação o termo ‘necessidades educacionais especiais’ refere-se a todas aquelas crianças ou jovens cujas necessidades se originam em função de deficiências ou dificuldades de aprendizagem. (CARVALHO, 1997, p. 56) O processo de revisão de o nosso fazer escolar inclui, necessariamente, a politização de todos os educadores, sejam professores ou gestores da educação. Dentre as inúmeras e complexas preocupações, destaquem-se as que dizem respeito aos baixos salários, as condições das escolas e ao tamanho da s turmas. É muito difícil atender as diferenças individuais em turmas de 38 ou 40 alunos! (CARVALHO, 1997, p. 56). PÚBLICO-ALVO: Toda gestão escolar, alunos e principalmente portadores de deficiência, como os pais dos mesmos. OBJETIVOS Objetivo geral: Um dos principais objetivos é a conscientização e entendimento por meio de todas as partes envolvidas sobre o que se baseia a educação inclusiva. Fazer varias analises e reflexões sobre o que precisa ser construído e reconstruído e gerar uma nova estrutura. Tem a intenção de desenvolver propostas para uma intervenção na qual ela tenha uma compreensão digna do que se baseia a inclusão.Organizar as idéias e expor o tema na qual estamos discutindo de uma maneira de fácil compreensão, tentar ao máximo usar uma linguagem que pais/alunos possa ter concepção sobre o assunto. Chegar ao determinado ponto que entendam que todos alunos devem ter condições de acesso, escola, professores e funcionários capacitados e dar condições de acesso para todos, e fazer isso por meio de debates, reuniões, palestras e diálogos com conteúdos claros. Objetivos específicos: A palestra tem o intuito de promover o conhecimento, tornando assim que todos da escola saibam como lidar, o que fazer, perante as diferenças. O cartaz por sua vez expor de forma criativa e de fácil entendimento e incentivar a leitura. Musica para criar um ambiente de descontração PERCURSO METODOLÓGICO: A priori a gestão escolar se apresentará, e em conjunto com orientador educacional vai explicar as funções deles aos alunos e pais e assim sanar qualquer tipo de duvidas. Um fator importante é que as crianças conheçam os alunos portadores de deficiência da escola. Serão exibidos documentários sobre a inclusão social; palestras com os pais e psicopedagogos da escola. Contaremos com debates e questionamentos juntamente com os professores. Intercalando os meses do ano letivo acontecerá uma palestra com duração de uma semana na qual haverá conscientização sobre as diferenças de cada um, o que nos torna seres únicos, ou seja vamos expor e explicar as deficiências. Propor um ambiente de socialização através de diversos jogos e brincadeiras. Apresentação de música ‘’Pra ser feliz’’ do cantor Daniel. Todas as atividades serão registradas com câmera fotográfica digital (fotos e filmagem), haverá vários cartazes na escola, incentivando a leitura e o conhecimento. RECURSOS: Utilizaremos o espaço físico da escola, pátio ou quadra para que todos se aconcheguem, caixas de som e microfone para um bom entendimento, telão, data show, computador com acesso a internet, câmera fotográfica digital para registrar esses eventos, material impresso (como folder explicativo), cartazes. Contaremos com orientador educacional, psicopedagogo e professores capacitados. CRONOGRAMA: As atividades propostas serão desenvolvidas no inicio do ano letivo, como uma apresentação, e novamente após o recesso que acontece na metade do ano, já que alguns alunos podem ser transferidos para a escola nesse período. A duração das atividades será de duas semanas ao longo do ano, uma em cada semestre. Nessa semana, abriremos com uma palestra com duração de cerca de 50 minutos, explicando deficiências dos alunos presentes na escola, faremos um debate cerca de 20 minutos que questionará as duvidas pais/alunos AVALIAÇÃO: As avaliações ocorrerão de forma contínua ao longo do ano, onde pais professores e gestão, observarão o comportamento dos alunos em relação áscrianças portadoras de deficiência. O projeto visa alcançar conscientização, sensibilização, resgate de valores para que todos participem da sociedade igualmente. Buscar um ambiente harmonioso, aconchegante e que as crianças se sintam a vontade em estudar, brincar e ter amigos.Avaliar se as crianças com deficiência melhoraram as habilidades de autonomia diante da sociedade. PRODUTO FINAL: Disponibilizaremos um CD-ROM dos momentos mais marcantes com fotos e vídeos tiradas durante nossa semana de conscientização, exposição de cartazes feitos pela gestão escolar e alunos REFERÊNCIAS: image1.jpeg