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Anemias 
congênitas
Bruna Maria de Souza Rodrigues 0506/21 
Cleverson Machado dos Reis 0484/21
Laís do Prado Molitor 0686/21
Letícia Saturno de Castro 0611/21
Mateus Oliveira da Silva 0618/21
Victoria Goda Pranúvio 0638/21
Vitor Ferreira Amorim de Araújo 0533/22
Vitória Camargo de Paula 0621/21
Introdução
Anemias congênitas são condições em que a criança 
nasce com uma deficiência na produção de glóbulos 
vermelhos ou hemoglobina. Além das formas principais 
que serão abordadas ao longo deste trabalho (Anemia 
Falciforme e a Talassemia) existem também outras 
comumente vistas, como a Deficiência de G6PD, Anemia 
de Diamond-Blackfan, Anemia de Fanconi.
01 02 03
Talassemias 
Alfa 
Beta 
Anemia falciforme Anemia 
megaloblástica
NÃO é congênita 
Anemias congênitas 
Talassemias
Caracterizadas pela produção reduzida das cadeias alfa ou beta, 
que formam a molécula de Hb
Doença autossômica recessiva: ambos os pais devem ser afetados 
ou portadores para que haja a manifestação em seus descendentes
O grau de desequilíbrio alfa-beta e as propriedades das cadeias 
excessivas que se acumulam impulsionam o fenótipo clínico 
Talassemias 
Fisiopatologia
Talassemia alfa
Redução da produção de cadeias alfa e acúmulo de cadeias 
beta-like
Gravidade do fenótipo aumenta de acordo com a quantidade de 
perda de alelos da alfa globina 
Hemoglobina Barts: completa falta de cadeias alfa
● Síndrome da hidropsia fetal ou talassemia alfa major
● Cadeias alfa são usadas para fazer Hb fetal
● Anemia grave ocorre durante o desenvolvimento fetal
● Hb Barts é frequentemente fatal antes do nascimento, a 
menos que sejam realizadas transfusões no útero 
Talassemia alfa 
Doença da Hb H: perda de 3 genes da cadeia alfa
● Genótipo pode ser delecional ou não delecional 
● Gravidade da clínica é variável 
● Maioria dos indivíduos é sintomática ao nascer, mas 
geralmente não são necessárias transfusões regulares 
● Anemia leve (Hb e VCM típicos) e icterícia neonatal podem 
estar presentes
● Se anemia mais grave, são exigidas transfusões episódicas 
durante períodos de aumento da hemólise (infeções), na 
gravidez (anemia se diluição), ou se desenvolverem uma 
crise aplástica (parvovírus)
Talassemia alfa 
Talassemia alfa menor: perda de 2 genes de cadeia alfa
● Condição clinicamente leve
● Anemia leve, hipocromia e microcitose, sem outras 
manifestações clínicas 
Talassemia alfa 
Mínimas de talassemia alfa: também chamado de portador 
silencioso, é a perda de um único gene de cadeia alfa 
● Portador é assintomático 
● Anemia está ausente, as hemácias não são microcíticas (mas 
pode ser observada hipocromia leve) e a análise de Hb é 
normal (não há Hb H) 
Redução da produção de cadeias beta e acúmulo de cadeias alfa
Pode ser devido variantes que reduzem a expressão da globina 
beta (beta+) ou eliminam completamente a expressão da globina 
beta (beta0)
Gravidade da doença se correlaciona com a quantidade de 
produção normal de globina beta
Terminologia mudou de “maior, intermediária, menor” para 
distúrbio dependente de transfusão ou não dependente de 
transfusão 
Talassemia beta 
Fisiopatologia 
Talassemia beta 
Transfusão dependente (antiga beta talassemia major): 
necessita de transfusões regulares devido anemia grave e/ou 
complicações da hematopoiese extramedular
● Genótipos: beta0/beta0, beta+/beta0 ou beta+/beta+
● Pouca ou nenhuma produção de beta globina e, 
consequentemente, pouca ou nenhuma Hb A
● Transição de Hb F para Hb A ocorre após o nascimento -> 
sintomas se manifestam durante 6-12 meses de idade
● Anemia grave, manifestações de hematopoiese 
extramedular e complicações da sobrecarga de ferro
Talassemia beta 
Não dependente de transfusão (antiga talassemia beta 
intermediária): fenótipo menos grave
● Idade típica de apresentação: 2-4 anos
● Alguns indivíduos nunca precisam de transfusões 
● Alguns desenvolvem dependência transfusional da terceira a 
quarta década de vida, ou durante estresse eritropoiético 
(infecções, gravidez)
Talassemia beta 
Beta talassemia minor: condição portadora na qual um indivíduo 
é heterozigoto para mutação beta+ ou beta0
● Também chamada de traço beta talassemia
● Maioria é assintomática 
● Microcitose marcada, que pode ser confundida com 
deficiência de ferro
Talassemia beta 
Variam de portador assintomático a anormalidades profundas 
Anemia grave (talassemia major, dependente de transfusão): 
nível de Hb muito reduzido é consistente com hidropsia fetal/Hb 
Barts, que se apresenta intraútero e normalmente não é 
compatível com a vida, ou beta talassemia major, que se 
aparesenta aos 6-12 meses
● Bebês não tratados: palidez, icterícia, urina escura 
(hemólise), irritabilidade e inchaço abdominal 
(hepatoesplenomegalia)
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Anemia grave (talassemia maior, talassemia dependente de 
transfusão): 
● Anormalidades esqueléticas da face e ossos longos, 
aumento renal 
● Normalmente há hipocromia e microcitose marcadas, 
morfologia bizarra de glóbulos vermelhos e aumento na 
contagem de hemácias 
● Indivíduos precisam de transfusões crônicas 
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Anemia moderada (talassemia não dependente de transfusão):
● Requer transfusões episódicas apenas durante períodos de 
estresse eritropoiético (infecções)
Anemia leve e/ou microcitose (talassemia minor): 
● Hb geralmente é > 10 g/dL e não há um grande componente 
de hemólise contínua ou eritropoiese ineficaz
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Complicações da hemólise:
● Icterícia e cálculos biliares pigmentados 
● Hepatoesplenomegalia: por hemólise crônica, hematopoiese 
extramedular no fígado e baço e deposição de ferro hepática 
Complicações da hematopoiese extramedular:
● Alterações esqueléticas (beta talassemia dependente de 
transfusão)
- Deformidades faciais: bossing frontal, crescimento 
excessivo das maxilas, “fácies de esquilo”
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Complicações da hematopoiese extramedular:
- Mudanças no habitus corporal: fusão prematura das epífises 
-> encurtamento característico dos membros 
- Osteopenia/osteoporose
- Massas ósseas, dor, deficiência de crescimento 
(multifatorial)
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Complicações da sobrecarga de ferro:
● Anormalidades endócrinas e metabólicas: hipogonadismo, 
hipotireoidismo, resistência à insulina e diabetes, 
deficiência de crescimento 
● Insuficiência cardíaca e arritmias (beta talassemia 
dependente de transfusão): dilatação cardíaca, fibrose e 
necrose miocárdica 
- Pode haver taquicardia em repouso, PA baixa, aumento do 
volume diastólico final, aumento do débito cardíaco
● Anormalidades pulmonares, trombose, úlceras nas pernas, 
câncer 
Talassemias - manifestações 
clínicas 
Talassemias - diagnóstico alfa
Talassemias - diagnóstico beta 
História e exame físico 
● História familiar pode ajudar a determinar o tipo e gravidade 
da talassemia
● Idade de início:
- Início no nascimento o antes sugere talassemia alfa maior 
- Início na infância (6-12 meses) sugere talassemia beta 
dependente de transfusão 
- Diagnóstico mais tarde na vida sugere forma mais suave 
Talassemias - diagnóstico 
Testes laboratoriais 
Hemograma completo, esfregaço sanguíneo e estudos do ferro
● Hemograma: anemia microcítica e hipocrômica, morfologia 
bizarra de glóbulos vermelhos, alta contagem de hemácias, 
leve reticulocitose, leucócitos e plaquetas normais 
● Teste de hemólise: teste de lactato desidrogenase (LDH), 
alta bilirrubina indireta, baixa haptoglobina e teste de 
Coombs negativo 
● Descartar deficiência de ferro
● Análise de Hb e teste genético 
Talassemias - diagnóstico 
Confirmação diagnóstica: melhor confirmado pelo teste de 
genes de globina (eletroforese de Hb)
● Se o teste de DNA não estiver disponível, o diagnóstico das 
formas mais graves pode ser inferido com base nos 
resultados da análise da Hb
Talassemias - diagnóstico 
Alfa:
● Quelantes de ferro
● Avaliaçãocardiovascular e de 
ferro
● Transfusão
● Repor ácido fólico 
Talassemias - Tratamento
Beta: 
Anemia de Cooley
● Transfusão crônica
● Esplenectomia
● Quelante de ferro
● Transplante de medula 
alogênico (curativo)
● Repor ácido fólico
Intermédia e minor
● Transfusão
● Avaliação cardiovascular e de 
ferro
● Quelantes de ferro
● Repor ácido fólico 
Diagnósticos diferenciais: deficiência de ferro, ACD/AI (anemia 
de doença crônica/anemia de inflamação), outras anemias 
hereditárias, doença hepática e outras causas de células alvo
Teste reprodutivo e aconselhamento: teste pré-concepcional 
para talassemia é apropriado em indivíduos com talassemia e 
seus parentes de primeiro grau se os testes anteriores tiverem 
sido incompletos ou não tiverem sido feitos 
Talassemias 
Anemia
 falciforme
Hemoglobina A 
Variantes
● É uma mutação pontual específica no gene da hemoglobina beta
● Troca da valina por ácido glutâmico (11p6->11p7)
● Produção de beta globina anormal
● Formação da Hb S
● Hemácias falcizadas
Anemia falciforme 
● Padrão de herança autossômica recessiva
Transmissão 
● Beta talassemia (beta0 ou beta+)
● Hemoglobina C 
● Hemoglobina D
● Hemoglobina E
● Hemoglobina O
Outras variantes
● Polimerização “dobra” a hemoglobina (Drepanócito)
- Baixas quantidades de oxigênio
- Meio ácido com
- Altas temperaturas
● Pode ser reversível com a reoxigenação 
● Processo de vaso-oclusão na microcirculação 
● Ativação endotelial 
● Agregação de plaquetas e leucócitos 
● Hemólise intra e extravascular
Fisiopatologia 
Anemia falciforme - 
Fisiopatologia
● Astenia (cansaço, fraqueza, indisposição) e palidez de face, mucosa oral e 
conjuntiva
● Crise algica 
● Infecção recorrente
● Dactilite falcêmica
● Síndrome torácica aguda 
● Icterícia
● Complicações: infarto, ICC, hipertensão pulmonar, sepse, insuficiência 
respiratória, lesões vasculares e retinianas 
Quadro clínico 
● Opacidade pulmonar nova na radiografia
● Associada a um ou mais dos seguintes: 
- dispneia, 
- tosse, 
- dor torácica, 
- leucocitose e 
- febre. 
● Em crianças é precedido por febre
● Em adultos é precedido por evento vaso-oclusivo
Síndrome torácica aguda
● Aconselhamento genético no pré-natal
● Realizado através do Teste de Triagem Neonatal (teste do pezinho)
● Exame clínico (anamnese e exame físico)
● Eletroforese de hemoglobina
Diagnóstico
Diagnóstico 
Avaliação laboratorial 
Anemia falciforme - avaliação 
laboratorial 
● Abordagem multidisciplinar
● Hidratação adequada
● Manejo da dor
● transfusões sanguíneas
● Hidroxiuréia (previne crises vaso-oclusivas)
● Profilaxia antibiótica
● Transplante de medula óssea (alguns paciente - efeito curativo)
● Vacinação 
Tratamento 
Anemia 
megaloblástica
Causada principalmente pela deficiência de cianocobalamina (vitamina B12) e/ou de 
folato (B9), a qual provoca uma síntese seletiva de DNA -> promove anemia, plaquetopenia 
e leucopenia.
● B9 e B12 estão envolvidos na formação de timidina, um dos nucleotídeos que 
compõem o DNA -> a síntese é diminuída quando há deficiência destes compostos.
● A função da vitamina B12 é converter a homocisteína em metionina, em seu papel de 
coenzima. Além disso, ativa o folato, o qual participa diretamente da síntese de 
timidina. Por isso, na ausência de cianocobalamina, o folato não se torna ativo, 
reduzindo assim a síntese do nucleotídeo e do DNA.
● Essas deficiências levam a produção de células de tamanho aumentado e morte de 
uma parcela considerável das células na própria medula. Como consequência, 
tem-se uma anemia macrocítica, megaloblastos na medula óssea, reticulócitos 
normais ou baixos, plaquetopenia e neutrófilos pluri-segmentados. 
Anemia megaloblástica 
● As causas das hipovitaminoses são diversas -> podem se 
relacionadas à redução da ingestão ou da absorção intestinal, 
defeitos no transporte ou no metabolismo, aumento da 
excreção ou perda. 
● Dieta: a B12 está em alimentos de origem animal 
exclusivamente. Nossa necessidade diária é muito pequena, o 
que torna esta uma causa pouco comum, ocorrendo somente 
em pessoas que passam anos sem ingerir qualquer produto 
animal.
Etiologias das hipovitaminoses — B12:
● Absorção: as células parietais da mucosa gástrica produzem fator intrínseco 
(FI) -> tem a função de ligar-se à vitamina B12 formando um complexo. 
● Ao chegar ao íleo terminal, esse complexo é absorvido. Então, quando há 
alguma interferência em qualquer parte do percurso, não temos a entrada 
dessa vitamina no organismo, levando à sua deficiência. 
● A causa mais comum aqui é a anemia perniciosa, doença autoimune em que 
ocorre uma gastrite atrófica (inflamação e atrofia da mucosa gástrica), 
impedindo assim a formação do FI e do ácido clorídrico (e absorção da B12).
● O diagnóstico é feito por meio de biópsia endoscópica da mucosa 
(comprometimento de fundo e corpo gástrico, poupando antro), associada a 
presença de anticorpos contra células parietais e contra o fator intrínseco.
Etiologias das hipovitaminoses — B12:
● Transporte e metabolismo: o transporte é feito duas 
proteínas: transcobalamina I e II -> a deficiência dessas, de 
forma congênita, leva a anemia megaloblástica também. 
● Doenças do íleo terminal, como doença de Crohn,, 
comprometem a absorção, também sendo causa de anemia 
megaloblástica. 
● Causas raras envolvem deficiência congênita de FI ou de seus 
receptores, bem como algumas medicações.
Etiologias das hipovitaminoses — B12:
Etiologias das hipovitaminoses — B12:
● Dieta: o folato é encontrado principalmente em vegetais 
frescos, frutas e fígado. Ocorre especialmente em indivíduos 
desnutridos, alcoólatras e idosos.
● Absorção: grande parte do folato do organismo está na 
circulação êntero-hepática. Por esse motivo, pode haver 
carência na presença de doenças intestinais crônicas com 
diarreia.
Etiologias das hipovitaminoses — B9:
● Transporte e metabolismo: várias drogas podem cursar com 
deficiência de folato. As principais são metotrexato, 
fenitoína, pirimetamina e trimetoprim.
● Aumento da demanda: quando há aumento da proliferação 
celular, o consumo de folato é aumentado, podendo ocorrer 
redução dos níveis corporais -> caso de dermatites crônicas 
esfoliativas, anemia hemolítica crônica, neoplasias, primeiros 
anos de vida.
Etiologias das hipovitaminoses — B9:
Etiologias das hipovitaminoses — B9:
Megaloblástica — Quadro clinico:
B12: 
● Muitos pacientes com anemia por deficiência de B12 apresentam alterações 
gastrointestinais e neuropsiquiátricas. 
● Queixas Hematológicas: palpitações, Fraqueza, cefaleia, irritabilidade. 
Eventualmente, nota-se pétequias e púrpuras devido à trombocitopenia 
associada.
● Quanto às manifestações gastrointestinais: os pacientes se apresentam, 
muitas vezes, com glossite, queilite angular, diarreia e perda ponderal (devido 
à má absorção).
● Manifestações neurológicas: diminuição da sensibilidade profunda, 
desequilíbrio.
B9: 
● A deficiência de ácido fólico pode se apresentar com os mesmo 
sintomas de anemia da deficiência de B12, com as seguintes 
diferenças: os sintomas digestivos são mais exuberantes e os 
sintomas neurológicos não se fazem presentes. Ainda, a 
deficiência de folato pode cursar com hiperpigmentação da pele, 
ou somente pregas cutâneas.
Megaloblástica — Quadro clinico:
● Historia clinica e exame físico completos. 
● Dosagem de vitamina B12 e B9.
● Hemograma: espera-se encontrar uma anemia macrocítica (hemoglobina 
diminuída, VCM elevado, HCM elevado (hipercrômica)), leucopenia e plaquetopenia, 
associado a poiquilocitose (hemácias de formato anormal) e neutrófilos 
hipersegmentados (5 ou mais lobos nos neutrófilos).
Megaloblástica — Diagnóstico:
● Em geral, não há necessidade de avaliação da medula óssea, pois 
temos formas menos invasivas de fechar o diagnóstico. Porém, 
uma vez realizada, demonstra intensa hiperplasia da medula 
óssea, em especial da linhagem eritroide, ocorrendo aberraçõescitológicas (megaloblastos gigantes, polilobulados e 
binucleados, e mielócitos e metamielócitos gigantes). 
● O ferro medular está aumentado devido à eritropoiese ineficaz.
Megaloblástica — Diagnóstico:
B12:
● Via parenteral: a dose típica em crianças é de 50 a 100 mcg 
semanais, até que se corrija a deficiência, então passa 
para doses mensais.
● Via oral: em crianças, a reposição oral não é tão eficaz, 
sendo a via preferencial a parenteral.
Megaloblástica — Tratamento:
B9:
● O folato é geralmente reposto por via oral, exceto durante 
quimioterapia com metotrexato ou impossibilidade de terapia oral. 
● Quando o diagnóstico de deficiência de folato é estabelecido, 
pode-se administrar ácido fólico via oral em doses de 0,5-1,0 mg/dia.
● Importante saber que a reposição de folato isolada pode mascarar 
uma deficiência de B12 e por vezes piorar os sintomas neurológicos. 
Por isso, é sempre importante dosar a B12 antes de repor o ácido 
fólico (ou repor concomitantemente de maneira empírica).
Megaloblástica — Tratamento:
● Nelson Tratado de Pediatria. 20ª ed. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2017.
● Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de 
Pediatria, 4ª edição, Barueri, SP: Manole, 2017.
● JR, Edward J Benz., ANGELUCCI, Emanuelle. 
Diagnosis of thalassemia (adults and children. 
UpToDate. Disponível em: 
<https://www.uptodate.com/contents/diagnosis-
of-thalassemia-adults-and-children?search=talass
emias&source=search_result&selectedTitle=1%7E1
50&usage_type=default&display_rank=1>. Acesso 
em 13 de maio de 2024.
Referências:

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