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1 
 
UNIVERSIDADE DE MARÍLIA – UNIMAR 
 
 
 
 
 
 
MARIANE JORDÃO VIDAL 
 
 
 
 
DIFERENÇA ENTRE UBS E ESF 
GENOGRAMA, ECOMAPA, RAS E ENDEMIAS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARÍLIA – SP 
2024 
2 
 
MARIANE JORDÃO VIDAL 
 
 
 
 
 
DIFERENÇA ENTRE UBS E ESF 
GENOGRAMA, ECOMAPA, RAS E ENDEMIAS. 
 
 
 
 
 
Apresentação de trabalho ao curso de enfermagem 
da Universidade de Marília como requisito da 
disciplina de estágio de Saúde Pública I 
 
 
 
 
 
 
 
MARÍLIA – SP 
2024 
3 
 
SUMÁRIO 
 
1. DIFERENÇA ENTRE ESF E UBS? ............................................................................................ 4 
2. REDES DE ATENÇÃO A SAÚDE .............................................................................................. 4 
2.1. Redes Temáticas de Atenção à Saúde .................................................................................. 5 
3. TERRITORIALIZAÇÃO ............................................................................................................ 6 
4. GENOGRAMA E ECOMAPA .................................................................................................... 6 
4.1. Genograma ............................................................................................................................. 6 
4.1.1. Ecomapa ............................................................................................................................. 7 
4. DOENÇAS ENDÊMICAS ............................................................................................................ 9 
5. DENGUE ........................................................................................................................................ 9 
5.1. VACINA QDENGA ............................................................................................................... 10 
6. REFERÊNCIAS .......................................................................................................................... 12 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1. DIFERENÇA ENTRE ESF E UBS? 
 
A Unidade Básica de Saúde (UBS), popularmente conhecida como posto de saúde, é o 
local onde o cidadão pode receber atendimentos agendados e espontâneos, além de obter 
requisições de exames e acesso a medicamentos. Geralmente com equipe composta por um 
médico e enfermeiro, a UBS encaminha o paciente a procedimentos eletivos e outros exames 
com especialistas. (BRASIL, 2006) 
A Unidade de Saúde da Família (USF) é voltada aos atendimentos primários e possui 
acompanhamento da população, especialmente de pessoas com doenças crônicas. Seu grande 
diferencial, contudo, está na existência de equipes multidisciplinares, que garantem um 
acompanhamento maior e a promoção da prevenção de doenças com grupos de moradores de 
cada território, por meio de agentes comunitários e assistentes sociais. (BRASIL, 2016) 
 
2. REDES DE ATENÇÃO A SAÚDE 
 
São arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades 
tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, 
buscam garantir a integralidade do cuidado." Portaria de Consolidação nº 03, de 28 de setembro 
de 2017. (BRASIL, 2017) 
Tem como proposta lidar com projetos e processos complexos de gestão e atenção à 
saúde, onde há interação de diferentes agentes e onde se manifesta uma crescente demanda por 
ampliação do acesso aos serviços públicos de saúde e por participação da sociedade civil 
organizada. As redes temáticas acordadas de forma tripartite. (BRASIL, 2020) 
As RAS são sistematizadas para responder a condições específicas de saúde, por meio 
de um ciclo completo de atendimentos (PORTER e TEISBERG, 2007), que implica a 
continuidade e a integralidade da atenção à saúde nos diferentes níveis Atenção Primária, 
Secundária e Terciária; Devem ter foco na população, de forma integral, por meio de serviço 
contínuo de cuidados que visem prioritariamente à promoção da saúde. 
 
5 
 
2.1.Redes Temáticas de Atenção à Saúde 
 
Rede de Atenção à Saúde Materna e Infantil - Rede Cegonha: Rede Materno-Infantil 
Visa garantir o fluxo adequado para o atendimento ao planejamento sexual e reprodutivo, pré-
natal, parto e nascimento, puerpério e primeira infância com o objetivo de qualificar a 
assistência e enfrentar a mortalidade materna, infantil e fetal. Está vinculada ao programa 
federal denominado Rede Cegonha, ao programa estadual Primeira Infância Melhor (PIM) e a 
outros financiamentos estaduais como: Ambulatório de Gestante de Alto Risco (AGAR), 
Ambulatório de Egressos de UTI neonatal, incentivo estadual para atendimento de alto risco e 
casa da gestante, entre outros. (BRASIL, 2020) 
Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE): Tem a finalidade de ampliar e 
qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência e emergência 
de forma ágil e oportuna. A Rede está organizada em dois componentes: o pré-hospitalar (móvel 
e fixo) e o hospitalar. As diretrizes da RUE estão definidas na Portaria GM/MS no 1.600/2011. 
(BRASIL 2011) 
Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas: Rede de Atenção às 
Pessoas com Condições Crônicas vem sendo pensada a partir de diferentes tecnologias, 
estruturadas em serviços territorializados, construídos da seguinte forma: Serviços 
Assistenciais em Oncologia, Linha de Cuidado de Sobrepeso e Obesidade. (BRASIL 2020) 
Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência: A Saúde da Pessoa com Deficiência (SPD) 
no SUS busca proporcionar atenção integral à saúde dessa população, desde a APS até a 
reabilitação, incluindo o fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, 
quando necessário. O objetivo é proteger a saúde e reabilitar as pessoas com deficiência em 
relação a suas capacidades funcionais (física, auditiva, intelectual e visual). A criação da 
Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria MS/SAS no 1.060/2002) 
oportunizou a implantação das Redes Estaduais de Assistência à Pessoa com Deficiência, em 
especial às ações de reabilitação, através de legislações específicas para habilitação de Serviços 
de Modalidade Única, ou seja, habilitados para atender apenas uma área de deficiência: 
auditiva, física, intelectual ou visual. (BRASIL, 2002) 
Rede de Atenção Psicossocial: A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), criada pela 
Portaria GM/MS no 3.088/2011, tem o objetivo de acolher e acompanhar as pessoas com 
http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/rede-cegonha-redes/6131-rede-cegonha
http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/geral/10257-rede-de-atencao-as-urgencias-e-emergencias-rue
http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/geral/10258-rede-de-atencao-a-saude-das-pessoas-com-doencas-cronicas-cidadao
http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/geral/10259-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia
6 
 
sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras 
drogas no âmbito do SUS. (BRASIL, 2011) 
 
3. TERRITORIALIZAÇÃO 
 
Desde a década de 1990 colocava-se a questão de como planejar territorialmente a ABS 
do SUS. Compreendeu-se que toda a estrutura e o próprio modelo assistencial dependem não 
apenas de como são alocados os serviços, mas como são organizadas territorialmente suas 
ações, sobretudo as ações de prevenção e promoção (TEIXEIRA, 1998). 
Por isso, era necessário mais do que apenas delimitar territórios para os serviços, 
devendo haver uma relação de vinculação e pertencimento entre a população e os serviços. Essa 
concepção, assim designada territorialização da saúde, ganhou força ainda na implementação 
dos Distritos Sanitários, foi, depois, incorporada aos programas Agentes Comunitário de Saúde 
(ACS) e Saúde da Família (PSF) e passou a compor o escopo das políticas estratégicas em torno 
da Saúde da Família (ESF) e das Redes de Atenção à Saúde (RAS).(BRASIL, 2006) 
A territorialização está hoje presente nos documentos reguladores da ABS do SUS e 
incorpora em si mesma o modelo de atenção que se quer adotar. Mas os contextos político-
ideológicos e os processos econômico-institucionais inviabilizaram, até agora, a reorientação 
para um modelo assistencial territorializado. (GONDIM, 2008) 
 
4. GENOGRAMA E ECOMAPA 
 
4.1.Genograma 
 
Trata-se de uma representação gráfica do sistema familiar, preferencialmente em três 
gerações, que utiliza símbolos padronizados para identificar os componentes da família e suas 
relações. Os terapeutas familiares utilizam-no como estratégia para avaliação e intervenção. 
Algumas equipes da ESF já o empregam para visualização dos agravos de saúde e planejamento 
de ações. (MELLO, 2005) 
7 
 
A vantagem do genograma é que apresenta um modo sucinto e universal de 
representação do grupo familiar, compreensível por todos que o conhecem, evitando textos 
longos e muitas vezes pouco precisos e operacionais na descrição do grupo familiar. O 
genograma também pode servir como ferramenta de conversação, seja com a família, seja com 
a equipe, visando à escuta de diversos pontos de vista sobre dada realidade e a construção 
simultânea de uma única forma – muitas vezes acaba servindo como instrumento terapêutico, 
constituindo uma estratégia de vinculação, consenso e exposição dialogada acerca do grupo 
familiar. (MELLO, 2005) 
 
4.1.1. Ecomapa 
 
O ecomapa, tal como o genograma, faz parte do conjunto de instrumentos de avaliação 
familiar, e os dois podem aparecer de forma complementar dentro de um prontuário familiar. 
Enquanto o genograma identifica as relações e ligações dentro do sistema multigeracional da 
família, o ecomapa identifica as relações e ligações da família e de seus membros com o meio 
e a comunidade onde habitam. Foi desenvolvido em 1975 para ajudar as assistentes sociais do 
serviço público dos Estados Unidos em seu trabalho com famílias-problema (AGOSTINHO, 
2007). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
O ecomapa não é mais do que uma representação gráfica das ligações de uma família às 
pessoas e estruturas sociais do meio onde habita ou convive (ambiente de trabalho, por 
exemplo), desenhando o seu “sistema ecológico”. Identifica os padrões organizacionais da 
família e a natureza das suas relações com o meio, mostrando-nos o equilíbrio entre as 
necessidades e os recursos da família (sua rede de apoio social, por exemplo). Pode ilustrar, 
assim, três diferentes dimensões para cada ligação (AGOSTINHO, 2007): 
1. Força da ligação (fraca; tênue; forte); 
2. Impacto da ligação (sem impacto; requerendo esforço/energia; fornecendo 
apoio/energia); 
3. Qualidade da ligação (estressante ou não). 
 
 
 
9 
 
4. DOENÇAS ENDÊMICAS 
 
O termo doença endêmica ou endemia é utilizado para definir qualquer doença 
localizada ou com uma grande incidência em um espaço limitado denominado de “faixa 
endêmica”, seja esse um estado ou um país. Essas enfermidades foram o foco da saúde pública 
brasileira por quase um século até que com a chegada da urbanização, da ampla disponibilidade 
de água encanada, melhores condições de saneamento e o desenvolvimento de diversas políticas 
e estratégias de controle, observou-se uma diminuição considerável na incidência dessas 
complicações. No Brasil costumam ocorrer em áreas rurais ou urbanas com problemas de 
saneamento básico. A maioria dessas doenças é de ordem parasitária ou são transmitidas por 
vetores (organismos que servem de veículo para a transmissão de doenças, ex: mosquitos, 
moluscos). (BRASI, 2010) 
 
5. DENGUE 
 
A Dengue é uma arbovirose que dá origem a doença infecciosa emergente causada pelo 
vírus pertencente ao gênero Flavivirus e transmitida por meio da picada do mosquito 
pertencente ao gênero Aedes. O vírus possui quatro tipos presentes no Brasil: DEN-1, DEN-2, 
DEN-3, DEN-4. A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença com um variado espectro 
clínico, apresentando desde formas brandas a quadros clínicos graves, em alguns casos com 
manifestações hemorrágicas. O Aedes é o principal vetor do vírus no país, tratando-se de um 
mosquito com hábitos diurnos, antropofílico e essencialmente urbano, que se desenvolve 
principalmente em depósitos de água. A principal medida de controle da doença é o combate 
ao vetor. (GOMES, 2013) 
A fonte de infecção e o hospedeiro vertebrado é a espécie humana. O ciclo de 
transmissão do vírus da dengue começa quando o mosquito pica uma pessoa infectada. Dentro 
do Aedes, o vírus multiplica-se no intestino médio do inseto e, com o tempo, passa para outros 
órgãos, chegando finalmente às glândulas salivares, de onde sairá para a corrente sanguínea da 
pessoa picada. Assim que penetra na corrente sanguínea, o vírus passa a se multiplicar em 
órgãos específicos, como o baço, o fígado e os tecidos linfáticos. Esse período é conhecido 
como incubação e dura de quatro a sete dias. Após, o vírus volta a circular na corrente 
sanguínea. Pouco depois ocorrem os primeiros sintomas. (BRASIL, 2022) 
10 
 
O vírus replica-se também nas células sanguíneas, como o macrófago, e atinge a medula 
óssea, comprometendo a produção de plaquetas. Durante a multiplicação viral, formam-se 
substâncias que agridem as paredes dos vasos sanguíneos, provocando uma perda de líquido 
(plasma). Quando isso ocorre muito rapidamente, aliado à diminuição de plaquetas, podem 
ocorrer sérios distúrbios no sistema circulatório, como hemorragias e queda da pressão arterial 
(choque). Com pouco plasma, o sangue fica mais denso, dificultando as trocas gasosas com o 
pulmão, o que pode gerar uma deficiência respiratória aguda. (BRASIL, 2022) 
O diagnóstico envolve critérios clínico-laboratoriais com investigação da propagação 
da doença na região da qual advêm os pacientes com suspeita de dengue. As alterações 
laboratoriais serão apresentadas sob dois aspectos: os exames inespecíficos e específicos. Os 
exames específicos são feitos pelo isolamento do agente ou pela sorologia, teste de proteínas 
não estruturais e determinações de anticorpos ou antígenos específicos. Os exames 
inespecíficos incluem hemograma, velocidade de hemossedimentação (VHS) coagulograma, e 
exame das enzimas hepáticas, sendo que os dois últimos são realizados na suspeita de Dengue 
hemorrágica. (XAVIER, 2014) 
A prevenção é basicamente acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre 
limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante 
o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionam proteção às picadas e podem, 
principalmente, ser utilizadas durante os surtos. Repelentes e inseticidas de acordo com as 
instruções no rótulo, os inseticidas servem para eliminar as formas imaturas e adultas do 
mosquito. (PAIXAO, 2018) 
 
5.1.VACINA QDENGA 
 
Atualmente, existem duas vacinas contra a dengue no Brasil. Ambas são atenuadas e 
previnem a infecção causada pelos quatro sorotipos do vírus, DENV-1, DENV-2, DENV-3 e 
DENV-4. Nos ensaios clínicos, as duas vacinas apresentaram eficácia variável, de acordo com 
o sorotipo viral, idade do vacinado e status sorológico no início do esquema vacinal. Em 
indivíduos soropositivos antes da vacinação, a eficácia foi mais elevadas eficácias gerais, 
considerando tanto pessoas soronegativas como soropositivas antes da vacinação. (SBIM, 
2024) 
11 
 
 
 Dengvaxia® (Sanofi) - até 25 meses após a terceira dose: cerca de 65% de eficácia para 
doença sintomática; 79% para dengue grave; 93% para dengue hemorrágica e mais de 
80% para internação. 
 QDenga® (Takeda) – até 54 meses após a segunda dose: cerca de 63% de eficácia para 
doença sintomática de qualquer gravidade e 85% para internação. 
 
As duas vacinas utilizam a tecnologia de DNA recombinante, em que genes dos 
diferentes sorotipos do vírus da dengue são inseridos na estrutura genética de um vírus 
atenuado. A diferençaentre as vacinas está no vírus atenuado utilizado como estrutura genética 
de “base”: a Dengvaxia usa o vírus vacinal da febre amarela, e a QDenga® usa o próprio 
DENV-2 atenuado. (SBIM, 2024) 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina em 
março de 2023, com base em estudo feito com mais de 28 mil pessoas, incluindo crianças e 
adultos. A concessão permite a comercialização do produto no Brasil, desde que sejam mantidas 
as condições aprovadas. Antes de ser incorporado ao sistema público de saúde, o produto foi 
avaliado pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologia (Conitec), e teve parecer 
favorável. (BRASIL, 2024) 
A eficácia da vacina de acordo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de 
Imunizações (SBim), a Qdenga demonstrou ser eficaz contra o DENV-1 em 69,8% dos casos; 
contra o DENV-2 em 95,1%; e contra o DENV-3 em 48,9%. As contraindicações da Qdenga 
são as mesmas para as vacinas feitas a partir de vírus vivo, ou seja, não deve ser tomada por 
gestantes e lactantes e pessoas com imunodeficiência. (SBIM, 2024) 
 
 
 
 
 
 
12 
 
6. REFERÊNCIAS 
 
 
AGOSTINHO, M. Ecomapa. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, [S. l.], v. 23, 
n. 3, p. 327–30, 2007. DOI: 10.32385/rpmgf.v23i3.10366. Disponível em: 
https://rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/10366. Acesso em: 18 de Maio de 2024. 
 
BRASIL. Manual de estrutura física das Unidades Básicas de Saúde. Série A. Normas e 
manuais técnicos. Brasília, 2006. Acesso em 10 Abr 2024 Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_estrutura_ubs.pdf Acesso em: 21 de Maio 
de 2024 
 
Brasil. Portaria nº 648/GM de 28 de março de 2006. Aprova a Política Nacional de Atenção 
Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica 
para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde 
(PACS). Diário Oficial da União 2006; Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/prtGM648_20060328.pdf Acesso em: 19 de Maio 
de 2024 
 
BRASIL, Ministério da Saúde, Portaria n° 1.600, de 7 de julho de 2011 - Reformula a Política 
Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único 
de Saúde (SUS). Disponível em: 
https://www.observatoriohospitalar.fiocruz.br/biblioteca/portaria-ndeg-1600-de-7-de-julho-
de-2011#:~:text=portaria%2D201600.pdf-
,Portaria%20n%C2%B0%201.600%2C%20de%207%20de%20julho%20de%202011,7%20de
%20julho%20de%202011. Acesso em: 21 de Maio de 2024 
 
BRASIL, Ministério da Saúde. Vacina contra dengue, Brasília – DF, 2024. Disponível em: 
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202401/entenda-como-funciona-a-vacina-contra-
dengue-ofertada-pelo-sus Acesso em: 18 de Maio de 2024 
 
BRASIL, Ministério da Saúde, Gabinete do Ministro, Portaria Nº 1060, de 5 de junho De 2002. 
Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt1060_05_06_2002.html Acesso em: 18 
de Maio de 2024 
 
Brasil, Ministério da Saúde, & Secretaria de Vigilância em Saúde. "Doenças infecciosas e 
parasitárias: guia de bolso." (2010). Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf 
Acesso em: 21 de Maio de 2024 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_estrutura_ubs.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/prtGM648_20060328.pdf
https://www.observatoriohospitalar.fiocruz.br/biblioteca/portaria-ndeg-1600-de-7-de-julho-de-2011#:~:text=portaria%2D201600.pdf-,Portaria%20n%C2%B0%201.600%2C%20de%207%20de%20julho%20de%202011,7%20de%20julho%20de%202011
https://www.observatoriohospitalar.fiocruz.br/biblioteca/portaria-ndeg-1600-de-7-de-julho-de-2011#:~:text=portaria%2D201600.pdf-,Portaria%20n%C2%B0%201.600%2C%20de%207%20de%20julho%20de%202011,7%20de%20julho%20de%202011
https://www.observatoriohospitalar.fiocruz.br/biblioteca/portaria-ndeg-1600-de-7-de-julho-de-2011#:~:text=portaria%2D201600.pdf-,Portaria%20n%C2%B0%201.600%2C%20de%207%20de%20julho%20de%202011,7%20de%20julho%20de%202011
https://www.observatoriohospitalar.fiocruz.br/biblioteca/portaria-ndeg-1600-de-7-de-julho-de-2011#:~:text=portaria%2D201600.pdf-,Portaria%20n%C2%B0%201.600%2C%20de%207%20de%20julho%20de%202011,7%20de%20julho%20de%202011
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202401/entenda-como-funciona-a-vacina-contra-dengue-ofertada-pelo-sus
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202401/entenda-como-funciona-a-vacina-contra-dengue-ofertada-pelo-sus
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt1060_05_06_2002.html
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf
13 
 
 
BRASIL. Planejamento da Estrutura Física das Unidades da Saúde da Família no Estado do 
Paraná. 2016. Acesso em 10 Abr 2024 Disponível em: 
http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/PLANEJAMENTOESTRUTURAFISICAUSF.pdf 
Acesso em : 18 de Maio de 2024 
 
BRASIL, Portaria de Consolidação N°3, Diretrizes para Organização da Rede de Atenção à 
Saúde do SUS, Brasília – DF, 2017. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/MatrizesConsolidacao/Matriz-3-
Redes.html# Acesso em: 21 de Maio de 2024 
 
BRASIL, Serviços e Informações do Brasil, Serviços estaduais. As Redes de Atenção à Saúde, 
Brasília – DF, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/as-redes-de-
atencao-a-saude-1 Acesso em: 18 de Maio de 2024 
 
Gondim GMM, Monken M, Rojas LI, Barcellos C, Peiter P, Navarro M, Gracie R. O território 
da saúde: a organização do sistema de saúde e a territorialização. In: Miranda, AC, Barcellos 
C, Moreira JC, Monken M, organizadores. Território, ambiente e saúde. Rio de Janeiro: 
Fiocruz; 2008. p. 237-255. Disponível em: 
https://www.escoladesaude.pr.gov.br/arquivos/File/TEXTOS_CURSO_VIGILANCIA/20.pdf 
Acesso em: 21 de Maio de 2024 
 
MELLO, D. F.; et al. Genograma e ecomapa: possibilidades de utilização na estratégia de saúde 
da família. Rev Bras Cresc Desenv Hum, v. 15, n. 1, p. 79-89, 2005. Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbcdh/v15n1/09.pdf Acesso em: 21 de Maio de 2024. 
 
PORTER, M. E; TEISBERG, E. O. Repensando a saúde: estratégias para melhorar a qualidade 
e reduzir os custos. Porto Alegre: Bookman, 2007. Disponível em: https://consad.org.br/wp-
content/uploads/2013/02/ESTRAT%C3%89GIAS-DE-COMPETI%C3%87%C3%83O-EM-
SA%C3%9ADE-PARA-O-SISTEMA-%C3%9ANICO-DE-SA%C3%9ADE-UMA-
PROPOSTA-BASEADA-NAS-ID%C3%89IAS-DE-PORTER-E-TEISBERG2.pdf Acesso 
em: 21 de Maio de 2024 
 
SBIM; Sociedade Brasileira de Imunizações. Vacinas Dengue. Brasil, 2024. Disponível em: 
https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacinas-dengue Acesso em: 18 de Maio 
de 2024 
 
Teixeira CF, Paim JS, Vilasboas AL. SUS: modelos assistenciais e vigilância da saúde. Informe 
Epidemiológico SUS 1998; 7(2):7-28 Dispinível em: 
http://scielo.iec.gov.br/pdf/iesus/v7n2/v7n2a02.pdf Acesso em: 18 de Maio de 2024 
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