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Guia de Prescrição de Probióticos

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e-book | 1ª edição | institutoanapaulapujol.com.br
Uma Publicação Instituto Ana Paula Pujol Ltda ME. Copyright© 2022 
Fica proibido distribuir este arquivo por e-mail, sites, ou quaisquer outras formas. 
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Guia de Prescrição de Probióticos
Copyright© 2022
ISBN:  978-65-997321-0-2
Instituto Ana Paula Pujol.
Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a repro-
dução total ou parcial desta obra sem a autorização prévia do 
Instituto Ana Paula Pujol.
Elaboração e desenvolvimento:
Autora:
Dra. Ana Paula Pujol - Nutricionista (CRN10/0559)
• Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, SC;
• Doutora em Educação pela Universidade Católica de Santa 
Fé – Argentina; 
• Especialização em Obesidade e Emagrecimento pela AVM 
Faculdade Integrada; 
• Especialização em Metodologia do Ensino Superior pela Fa-
culdade Dom Bosco; 
• Especialização em Nutrição e Qualidade de Vida pela Facul-
dade Dom Bosco; 
• Especialização em Fitoterapia pela Faculdade Unileya; 
• Diretora de Ensino do Instituto Ana Paula Pujol; 
• Autora do livro Nutrição Aplicada à Estética (1ª e 2ª edição – 
Rúbio); 
• Autora do livro Manual de Nutricosméticos: receitas e formu-
lações para a beleza (1ª e 2ª edição - editora própria); 
• Autora do livro Lista de Substituição dos Alimentos com Car-
ga Glicêmica (1ª e 2ª edição - editora própria); 
• Autora do livro Estratégia Low Carb (editora própria);
• Autora do livro Manual de Formulações para a Prática Clínica 
(1ª e 2ª edição – editora própria);
• Autora do livro Estratégia Low Carb, Jejum Intermitente & 
Cetogênica (editora própria).
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Colaboradores:
Camila Aragão - Nutricionista (CRN6/16456)
• Graduada pela Universidade de Fortaleza, CE; 
• Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional/ UNICSUL-VP; 
• Residência Multiprofissional em Nutrição na Clínica Médica/ 
HUCFF-UFRJ; 
• Nutricionista na área de Ensino no Instituto Ana Paula Pujol.
Fabiula Felisbino - Nutricionista (CRN10/8603)
• Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, SC; 
• Nutricionista na área de Ensino no Instituto Ana Paula Pujol.
Dra. Ligiane M Loureiro - Nutricionista (CRN7/2271) 
• Pós-graduada em Nutrição Esportiva Funcional/ UNICSUL-VP; 
• Pós-graduada em Bases Nutricionais da Atividade Física - 
UGF/SP; 
• Mestre em Ciências e Tec. Dos alimentos – UFPA; 
• Doutora em Ciências Nutricionais pela UFRJ; 
• Diretora do Instituto de Nutrição Integrativa (INUI); 
• Pesquisadora no NPQM/UFRJ. Linha de pesquisa: Microbiota, 
Microbioma e desfechos relacionados à saúde e doenças; 
• Professora Adjunta II na FANUT/UFPA.
Dra. Mariane Caroline Meurer - Nutricionista (CRN10/5317)
• Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, SC; 
• Nutricionista Gerente na área de Ensino do Instituto Ana 
Paula Pujol;
• Pós-graduada em Nutrição Clínica, Funcional e Fitoterapia 
pela Faculdade Inspirar;
• Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do Vale 
do Itajaí, SC; 
• Doutora em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do 
Vale do Itajaí, SC.
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Myllena Louise Ribeiro - Nutricionista (CRN10/8110)
• Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, SC; 
• Colaboradora na área de Ensino do Instituto Ana Paula Pujol.
Patricia Ferreira - Nutricionista (CRN10/7834) 
• Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, SC; 
• Mestranda em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do 
Vale do Itajaí, SC; 
• Nutricionista na área de Ensino do Instituto Ana Paula Pujol.
Ruan Kaio Silva Nunes - Nutricionista
• Graduado pela Universidade do Vale do Itajaí, SC.
Razão social: Instituto Ana Paula Pujol LTDA
CPNJ: 44.104.121/0001-59
Inscrição estadual: 261393839
Endereço: Rua 3300, número 360 - sala 108 C101
Balneário Camboriú/SC - CEP: 88330-272
E-mail: comercial@institutoapp.com.br
Site: www.institutoanapaulapujol.com.br
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e-book | 1ª edição | GUIA DE PRESCRIÇÃO DE PROBIÓTICOS
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APRESENTAÇÃO
Os probióticos são microrganismos vivos que 
conferem benefícios à saúde do hospedeiro, 
sendo indicado para o tratamento de inúmeras 
patologias. No entanto, a sua prescrição não 
pode ser feita de forma generalizada, visto que 
cada cepa probiótica possui uma indicação 
específica e a sua eficácia varia conforme 
suas doses, combinações com outras cepas e, 
também, a forma farmacêutica utilizada.1,2
Por isso, o Guia de Prescrição de Probióticos objetiva elu-
cidar todos os aspectos que o nutricionista deve levar em 
consideração na hora de elaborar uma prescrição de probi-
óticos, além de apresentar exemplos de formulações para 
inúmeras aplicações clínicas.
ESTE GUIA 
FOI DESENVOLVIDO 
APÓS EXTENSA 
PESQUISA 
BIBLIOGRÁFICA. 
Foram selecionadas pesquisas e meta-análises reali-
zadas em humanos, excluindo estudos em animais ou in 
vitro, publicados no período entre 2000 a 2021. Os artigos 
pesquisados encontram-se indexados nas bases de dados: 
SCIELO (Scientific Eletronic Library Online), Science Direct, 
PubMed e Elsevier.
O critério utilizado para as indicações clínicas (patolo-
gias) foi a relevância de evidências científicas. Entretanto, o 
uso de probióticos não está restrito somente às indicações 
clínicas descritas neste guia e podem ser aplicados com 
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sucesso na terapêutica de outras patologias, porém reque-
rem mais estudos clínicos controlados e randomizados. 
As formulações sugeridas foram baseadas nos estudos 
selecionados para o desenvolvimento deste guia. Vale res-
saltar o caráter sugestivo e que toda formulação deve ser 
inserida no contexto da avaliação clínica individual para 
prescrição personalizada.
O GUIA É 
ESTRUTURADO 
DA SEGUINTE FORMA:
 
1. Introdução;
2. Passo a passo para a prescrição 
de probióticos;
3. Indicações clínicas de probióticos, 
envolvendo os possíveis mecanismos de 
ação, tabela com informações dos traba-
lhos científicos selecionados: efeitos des-
critos na pesquisa, cepa(s) utilizada(s), 
dose diária, duração do tratamento e re-
ferência, e sugestões de formulações.
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INTRODUÇÃO01 09
PASSO A 
PASSO PARA A 
PRESCRIÇÃO DE 
PROBIÓTICOS
02
29
INDICAÇÕES
CLÍNICAS DE 
PROBIÓTICOS
03
34
ANEXOS04
103
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O QUE SÃO PROBIÓTICOS?
Probióticos são:
 
"Micro-organismos vivos que, quando admi-
nistrados em quantidades adequadas, podem 
conferir benefícioà saúde do hospedeiro e de-
vem ser resistentes ao ácido clorídrico (HCl), en-
zimas e ácidos biliares. Além disso devem con-
ferir antagonismo contra patógenos, estimular 
o sistema imunológico e demonstrar manu-
tenção da atividade, viabilidade e eficácia do 
crescimento do probiótico após tratamento 
tecnológico”, além disso esses microrganismos 
devem ser capazes de aderir à mucosa intesti-
nal e inativar toxinas.3,4,5 
São considerados como suplementos, segundo a RDC 
Nº 243/2018.6
Embora por muitos anos, as pesquisas sobre o uso de 
probióticos tenham se concentrado principalmente no 
trato gastrointestinal (TGI), nos últimos anos, com maior 
aprofundamento do conhecimento sobre o microbioma 
humano, sabemos que as bactérias também colonizam a 
pele, trato urogenital e vias aéreas. E com isso, novos nichos 
microbianos foram descobertos em órgãos até então con-
siderados estéreis e tecidos, como placenta, líquido amni-
ótico, glândula mamária e leite humano. Todos esses fatos, 
ampliaram consideravelmente as possibilidades terapêuti-
cas para o uso de probióticos na prática clínica nos dias de 
hoje, como vamos observar mais adiante.7,11
Além disso, com os atuais desafios tecnológicos que 
ainda permanecem, no que se refere ao processamento in-
dustrial e o armazenamento de produtos probióticos, que 
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podem prejudicar gravemente a viabilidade celular8, outras 
alternativas, dentre elas, os lisados microbianos, também 
chamados de Paraprobióticos e os Pós-bióticos começa-
ram a ter mais destaque no âmbito clínico, como possíveis 
novos adjuvantes terapêuticos.
OS 
PARAPROBIÓTICOS 
SÃO DEFINIDOS 
COMO:
“Células microbianas inviáveis (intactas ou 
quebradas), ou extratos celulares brutos (ou 
seja, com composição química complexa), 
que, quando administrados (por via oral ou 
tópica) em quantidades adequadas, confe-
rem um benefício ao consumidor humano ou 
animal”.  Suas vantagens incluem redução do 
risco de sepse probiótica e resistência aos an-
tibióticos e maior vida útil, uma vez que não há 
necessidade de manutenção da cadeia de frio 
para preservar a viabilidade dos organismos 
probióticos.8,9,10
Já os pós-bióticos são fatores solúveis (produtos ou 
subprodutos metabólicos) secretados por bactérias vivas 
(ou seja, probióticos ou não probióticos) ou liberados após 
a lise bacteriana que podem oferecer efeitos para o hospe-
deiro.10,11
QUE TIPOS 
DE MICRORGANISMOS 
SÃO OS PROBIÓTICOS?
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Os probióticos podem conter uma variedade de micror-
ganismos. Entretanto, os mais estudados e aceitos para a 
suplementação são as bactérias que pertencem aos gêne-
ros denominados  Lactobacillus  e  Bifidobacterium.  Cada 
um desses dois grandes gêneros inclui várias espécies e 
pode incluir subespécies. Bactérias de outros gêneros tam-
bém podem ser utilizados como probióticos, assim como 
leveduras Saccharomyces boulardii.
QUAIS AS VANTAGENS 
E DESVANTAGENS 
DA UTILIZAÇÃO 
DE PROBIÓTICOS 
PRONTOS 
E MANIPULADOS?
Há uma dificuldade na comercialização de probióti-
cos prontos no Brasil por conta das limitações presentes 
na RDC N° 243/20186, que dispõe sobre os requisitos para 
composição, qualidade, segurança e rotulagem dos su-
plementos alimentares, dificultando a disponibilidade de 
uma variedade de cepas e ocasionando um alto custo. Por 
outro lado, a RDC N° 67/200712, que dispõe sobre o uso de 
probióticos manipulados, possibilita ao nutricionista, aces-
so a uma maior gama de probióticos, além de permitir a 
personalização de diferentes combinações de cepas, doses, 
escolha da forma farmacêutica e excipientes.
PRINCIPAIS CEPAS 
DISPONÍVEIS 
NAS FARMÁCIAS 
MAGISTRAIS NO BRASIL:
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CRITÉRIOS 
PARA DEFINIÇÃO 
DAS CEPAS:
Primeiro deve-se entender que os probióticos agem de 
forma diferente em cada indivíduo. Pois cada pessoa apre-
senta um tipo de microbioma, resultando em interações 
distintas. Por isso, na hora de definir qual cepa probiótica 
utilizar, deve-se ficar atento aos sinais e sintomas ou pa-
tologia que o paciente apresenta, a fim de contribuir para 
uma prescrição assertiva e eficaz.
Os probióticos possuem diversas indicações terapêu-
ticas, mas não são recomendados para todas as doenças. 
Sendo assim, a seleção de probióticos deve ser sempre 
baseada na indicação clínica, levando em consideração 
a linhagem do micro-organismo probiótico, o tempo de 
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tratamento, as dosagens utilizadas, efeitos adversos e 
contraindicações apresentadas em ensaios clínicos.
Outro ponto a se considerar é a escolha de artigos científi-
cos elegíveis para estudar as indicações de eficácia terapêu-
tica dos probióticos visto que muitos estudos são realizados 
em animais, tem conflito de interesses, entre outros aspec-
tos. Em geral, alguns aspectos devem ser considerados:
• Estudos clínicos em humanos.
• Duplo cego randomizado, placebo controlado.
• n e p significantes.
• Linhagem microbiológica devidamente descrita.
• Sem conflitos de interesses.
• Resultados bem definidos e com nível de evidências 
considerável.
• Deve citar a composição, dose, duração do trata-
mento e resultados imparciais.
DEVO ESCOLHER 
UMA ÚNICA ESPÉCIE 
OU COMBINAR 
VÁRIAS ESPÉCIES?
Prefira combinar cepas. As cepas de bactérias probi-
óticas têm funções ligeiramente diferentes e estão con-
centradas em distintos locais ao longo do trato gastroin-
testinal. Por isso, suplementos probióticos que contêm 
múltiplas cepas tendem a serem mais eficazes em geral 
do que os produtos que contêm uma concentração extre-
mamente alta de apenas uma ou duas cepas. Isso ocorre 
porque muitas cepas trabalham de forma sinérgica.
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ALÉM DISSO, QUANDO 
MAIS DE UMA CEPA 
APRESENTA BENEFÍCIOS 
PARA UMA DETERMINADA 
PATOLOGIA, FAZER 
UM MIX COMBINANDO 
ESSAS CEPAS PODE 
FAVORECER A EFICÁCIA 
TERAPÊUTICA.
QUAIS ESPÉCIES 
DEVEM COMPOR 
A SUPLEMENTAÇÃO?
1) Inclua ao menos uma cepa de espécies Lactoba-
cillus e uma cepa de espécies Bifidobacteria: 
2) Inclua uma cepa produtora de ácido lático:
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3) Em caso de hipercloridria, optar pela escolha de es-
pécies mais resistentes ao ácido clorídrico:
Lactobacillus acidophillus
Bifidobacterium
4) Inclua cepas com maior atividade de colonização da 
mucosa:
QUAL DOSE 
UTILIZAR?
Não existe uma dose padrão. Em ensaios clí-
nicos randomizados em humanos a dose diá-
ria de probióticos variou de 100 milhões a 330 
bilhões de Unidades Formadoras de Colônias 
(UFC),sendo que na maioria dos estudos clíni-
cos randomizados em humanos, a dose variou 
de 2 a 50 bilhões de UFC por dia. 
A dose pode ser prescrita em potência ou nú-
mero decimal. Qualquer descrição está correta, 
desde que a prescrição sempre seja descrita 
considerando como unidade de medida UFC 
(Unidades Formadoras de Colônias).
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EQUIVALÊNCIA 
DE POTÊNCIA 
PARA NÚMEROS 
DECIMAIS:
Ao longo da passagem pelo estômago, a contagem de 
células viáveis e a taxa de sobrevivência de microrganismos 
probióticos são reduzidos ao pH extremo do ácido estoma-
cal, sendo assim, segundo Silva et al. (2021)14 o produto pro-
biótico deve apresentar a quantidade de 8 log UFCg-1 (8 bi-
lhões de UFC) para que, considerando as perdas durante o 
processo digestivo, 6 log UFC-1 (6 bilhões de UFC) atinjam o 
íleo para ser considerado efetivo, porém mais estudos pre-
cisam ser realizados para comprovar.
OS PROBIÓTICOS 
PODEM SER PRESCRITOS 
EM QUAIS FORMAS 
FARMACÊUTICAS? COMO 
ESCOLHER A MELHOR?
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Se não houver hipercloridria, pode-se prescrever em sa-
chê. Porém, é indicado somente no caso de incluir prebi-
óticos como FOS e inulina que necessitam de um volume 
maior para veicular em cápsulas. Pois como a massa de 
probióticos é ínfima, veiculá-los em sachê, pode gerar risco 
de “perda” nos cantos do sachê.
QUAIS 
EXCIPIENTES 
SÃO INDICADOS?
PODE-SE UTILIZAR INULINA, 
FRUTO-OLIGOSSACARÍDEO (FOS), 
GOMA ACÁCIA E CELULOSE 
MICROCRISTALINA. TODAVIA, 
NÃO HÁ CONSENSO CIENTÍFICO 
INDICANDO QUE A PRESENÇA 
DE PREBIÓTICOS AUMENTA 
A VIABILIDADE DURANTE 
O ARMAZENAMENTO E PROTEJA 
O MICRORGANISMO DURANTE 
A DIGESTÃO. NO ENTANTO, 
PODE FAVORECER A COLONIZAÇÃO 
NO INTESTINO.14 ALÉM DISSO, 
EXCIPIENTES COMO AEROSIL® 
E SACHÊ DE SÍLICA NA EMBALAGEM 
AUXILIAM NA REDUÇÃO DA UMIDADE.
O uso de antiumectante é importante, pois é uma subs-
tância capaz de reduzir as características higroscópicas dos 
alimentos e reduzir a umidade, possibilitando um produto 
de melhor qualidade. 
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QUAL 
HORÁRIO 
CONSUMIR?
Essa é uma dúvida muito comum sobre o consumo de 
probióticos. É melhor tomar pela manhã ou à noite, antes 
de dormir? Antes ou depois das refeições? Existe algum 
horário que otimize seus benefícios à saúde? 
Na verdade, raros estudos são focados no horá-
rio de ingestão do probiótico como diferencial 
de seus efeitos, o que sugere que esse não é um 
fator importante no resultado final da suple-
mentação. Na maioria desses estudos, é orien-
tado tomar os probióticos 30 minutos antes das 
refeições. Porque, em teoria, o tamponamento 
do pH do estômago gerado por certos alimen-
tos melhoraria a sobrevivência de probióticos, 
todavia mais estudos são necessários.15
Entretanto, Tompkins e cols., em 201115, busca-
ram examinar a sobrevivência de multi-cepas 
de probióticos consumidas em três diferentes 
situações: 30 minutos antes, durante ou 30 mi-
nutos depois uma refeição de mingau de aveia 
com leite. O estudo mostrou que a sobrevivên-
cia de todas as bactérias era melhor quando 
administrada com uma refeição ou 30 minutos 
antes de uma refeição.15
Já o estudo de Caillard e Lapointe (2017)16, que avaliou 
a resistência dos probióticos aos sucos gástricos quando 
consumidos em jejum, demonstrou que todas as cepas tes-
tadas apresentaram alta sensibilidade às condições ácidas 
e sugeriram que a maioria dos probióticos não apresenta-
riam qualquer viabilidade quando imersa no estômago em 
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jejum. A maioria das formas orais de probióticos não con-
feriu proteção às cepas, a menos que essas formas fossem 
consumidas em cápsulas ácido resistentes.
Por isso, se considerarmos o estudo de Calillard e Lapoin-
te (2017)16 a indicação de consumo poderia ser 30 minutos 
antes da refeição ou durante. Mas caso o paciente apresen-
te efeitos adversos, como flatulência, o consumo poderia 
acontecer antes de dormir, sem que o paciente esteja mui-
to tempo em jejum.
Este cuidado, entretanto, não é necessário caso o pro-
biótico seja ingerido em cápsulas gastrorresistentes, 
atualmente denominadas como “ácido resistentes”, que 
protegem as cepas da acidez estomacal, e só liberam o 
conteúdo no intestino delgado.17
Caso não tenha a necessidade de utilizar cáp-
sulas ácido resistentes, ele pode ser prescrito 
em cápsulas vegetais que são fisicamente es-
táveis e resistentes a condições severas de calor 
e umidade.17
CONTUDO É VÁLIDO 
RESSALTAR QUE NÃO 
EXISTE UM CONSENSO 
AINDA QUANTO 
AO MELHOR HORÁRIO 
PARA O USO 
DE PROBIÓTICOS.18
Portanto é importante que o profissional capacitado 
para tal indicação, avaliando a clínica do seu paciente e fa-
zendo uso de sua autonomia e atualização profissional, in-
dique o melhor horário para seu paciente.
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EXISTE PROBLEMA 
EM USAR PROBIÓTICO 
JUNTO COM 
ANTIBIÓTICO?
Os probióticos, também, devem ser usados com cautela 
em pacientes imunodeprimidos que utilizam medicamen-
tos como a ciclosporina, tacrolimus, azatioprina e agentes 
quimioterápicos, uma vez que os probióticos podem cau-
sar infecção ou colonização patogênica em pacientes imu-
nocomprometidos.1,19,20,21
Um estudo clínico duplo-cego, randomizado, 
controlado por placebo, avaliou o uso de an-
tibióticos em associação com probiótico (Lac-
tobacillus rhamnosus 2x109 UFC duas vezes ao 
dia) na prevenção de Diarreia Associada a An-
tibióticos (DAA) em 240 crianças de 3 meses a 
14 anos. Como resultado, foi possível observar 
uma redução no risco de diarreia associada à 
antibioticoterapia no grupo que usou probióti-
co em associação.22
Outro estudo, de 2020, buscou avaliar, através 
de amostras fecais, se os probióticos sobrevi-
veriam quando consumidos junto com os anti-
bióticos. Os pacientes iniciaram o consumo do 
produto com uma combinação de 4 cepas ou 
placebo no mesmo dia do início do tratamento 
com antibióticos e continuaram por 7 dias com 
o consumo do produto após a conclusão do tra-
tamento com antibióticos. Os pacientes foram 
instruídos a consumir antibióticos e probióticos 
com pelo menos 2 horas de intervalo. Os auto-
res concluíram que os probióticos podem ser 
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detectados nas fezes de pacientes aparente-
mente não afetados pelo consumo simultâneo 
de antibióticos.23
Portanto, recomendar que os pacientes que tomam an-
tibióticos também tomem probióticos, se mostrou eficaz 
tanto para a prevenção quanto para o tratamento da diar-
reia associada a antibióticos, segundo uma metanálise re-alizada.24
Saccharomyces boulardii pode interagir com antifún-
gicos (como clotrimazol, cetoconazol e nistatina). Assim, o 
consumo de probióticos deve respeitar pelo menos 2 horas 
de distância da utilização de antifúngicos.1 Porém, ainda 
não há concordância plena sobre esse ponto.
POR QUANTO 
TEMPO CONSUMIR?
Estudos clínicos utilizaram probióticos por no 
mínimo 5-7 dias, sendo que o período médio de 
consumo em que efeitos clínicos foram obser-
vados foi superior a 6 semanas.13
O USO DEVE 
SER CONTÍNUO?
Certos probióticos ingeridos sobrevivem à sua 
passagem pelo trato gastrointestinal e são ex-
cretados do cólon para as fezes sem multipli-
cação geral ou morte, não resultando em colo-
nização do intestino. Dessa forma, o consumo 
contínuo pode ser necessário.3
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No entanto, durante essa passagem, esses pro-
bióticos continuam metabolicamente ativos, 
proporcionando benefícios à saúde de seus 
hospedeiros.3 
O CONSUMO 
É SEGURO?
Para a maioria das populações, o consumo de 
probióticos é considerado seguro e as compli-
cações raras. No entanto, é preciso ter cautela 
quando se trata da Síndrome do Intestino Curto 
(SIC), infecção e a sepse, pois são as complica-
ções mais sérias e não prováveis da administra-
ção de probióticos, particularmente em pacien-
tes imunocomprometidos.25,26,27,28,29,30,31 
EFEITOS ADVERSOS
Os efeitos adversos comuns de probióticos são tipica-
mente transitórios, mas incluem desconforto gástrico (fla-
tulência, distensão abdominal, diarreia, cólica, constipação). 
Além de cefaléia (dor de cabeça) e náuseas que tendem 
a diminuir com o decorrer da terapia. Para amenizar esse 
efeito, a dose pode ser elevada gradativamente ou consu-
mida antes de dormir.
Para garantir a segurança, opte por probióticos os quais 
tenham sido submetidos a rastreio do genoma microbiano 
para avaliação da presença de fatores patogênicos e de vi-
rulência (verifique essa informação na farmácia magistral 
de sua confiança). A identificação das cepas é importante 
para a segurança, condições de crescimento e proprieda-
des metabólicas de determinada cepa. É importante reali-
zar a correta classificação das cepas no momento do pre-
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paro dos probióticos, pois essa informação é fundamental 
para a avaliação da estabilidade da cepa, e comparação 
clínica isolada em casos de infecções. Sabe-se que mesma 
que a cepa probiótica seja considerada segura, ela ainda 
pode causar bacteremia, mesmo que em casos raros.32
PRECISA SER 
ARMAZENADO 
EM GELADEIRA?
Probióticos liofilizados não necessitam de refri-
geração, desde que a temperatura do ambien-
te seja inferior a 25ºC. Pois a liofilização é um 
processo que busca melhorar a preservação do 
micro-organismo. Existem vários métodos, mas 
o mais utilizado é o Spray Dryer, que faz a reti-
rada da água a partir de uma secagem por ar 
quente, permitindo que o probiótico possa ser 
armazenado em temperatura ambiente. O ma-
terial liofilizado permite um transporte, manu-
seio e armazenamento fácil e barato.33
CASO O PROBIÓTICO 
NÃO SEJA LIOFILIZADO, 
OU A TEMPERATURA 
AMBIENTE SUPERIOR 
A 25ºC, A RECOMENDAÇÃO 
É MANTER O SUPLEMENTO 
EM GELADEIRA. ALÉM DISSO, 
PROTEJA OS PROBIÓTICOS 
DA EXPOSIÇÃO À LUZ, AO CALOR, 
AO OXIGÊNIO E À UMIDADE.
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COMO SABER 
SE OS PROBIÓTICOS 
SÃO LIOFILIZADOS?
Verifique com o farmacêutico nas farmácias magistrais. 
Em suplementos prontos, verifique na embalagem a ne-
cessidade de refrigeração. Probióticos que não necessitam 
de refrigeração normalmente são liofilizados. Na dúvida, 
contate o fornecedor.
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1) Descreva em itálico o gênero e espécie. A descrição 
da subespécie e da estirpe é opcional:
2) Informe a dose, utilizando como unidade de medida 
UFC (Unidades Formadoras de Colônias), conforme consta 
na Resolução Nº656/20201:
3) Informe o número de doses e tipo de cápsula 
Exemplo:
Aviar 30 doses em cápsulas vegetais.
4) Informe a posologia
 
Exemplo: 
Posologia: 
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes da refeição.
O QUE DEVE 
CONTER NO 
RECEITUÁRIO?
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Exemplo da prescrição manipulada:
Paciente: Maria Alice
Via oral:
Lactobacillus acidophilus - 5 bilhões de UFC 
Lactobacillus bulgaricus - 5 bilhões de UFC 
Bifidobacterium bifidum - 20 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas ácido resistentes para X dias.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes da refeição.
 
 [CARIMBO E ASSINATURA]
 Nutricionista Ana Clara
 CRNxx - xxxx
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Endereço - Número para contato
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Exemplo de prescrição de suplemento probiótico aca-
bado/industrializado:
Paciente: Maria Alice
Via oral:
Simfort® (Vitafor®) – 1 caixa
Posologia:
Diluir o sachê em água.
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes da refeição.
 
 [CARIMBO E ASSINATURA]
 Nutricionista Ana Clara
 CRNxx - xxxx
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Endereço - Número para contato
 
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JUNHO DE 2020. Disponível em: RESOLUÇÃO Nº 656, DE 15 DE 
JUNHO DE 2020 - RESOLUÇÃO Nº 656, DE 15 DE JUNHO DE 2020 
- DOU - Imprensa Nacional (in.gov.br). Acesso: 23 de junho de 2021.
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 3.1 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA ACNE VULGARIS
ACNE VULGARIS
Possíveis mecanismos:
• Redução na inflamação que indiretamente favorece 
a função de barreira cutânea.1
• Inibe a expressão de células TCD8 patogênicas, esti-
mula a produção de IL-10 e ativa as células T regula-
doras, modulando a inflamação.1
• Redução da produção de sebo, o que pode reduzir 
a colonização folicular por P. acnes e a inflamação 
associada.1
• Os probióticos quando em conjunto com o trata-
mento antibiótico da acne podem reduzir os efei-
tos adversos do medicamento e fornecer um efeito 
sinérgico ao tratamento.2
• Inibição de IL-8 em células epiteliais e queratinóci-
tos, sugerindo atividades imunomodulatórias.2
• O aumento na produção de ceramida pode forta-
lecer a função de barreira em pacientes com acne.1
• Regulam a liberação de citocinas inflamatórias na 
pele, com redução da interleucina 1 alfa (IL-1α).3,4,5
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36
SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA ACNE
Formulação 16
Componentes da fórmula:
Lactobacillus casei – 20 milhões de UFC
Bifidobacterium lactis – 20 milhões de UFC
Lactobacillus salivarius – 20 milhões de UFC
Lactobacillus casei – 20 milhões de UFC
Lactobacillus lactis – 20 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do café da 
manhã. 
Formulação 27
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus - 5 bilhões de UFC 
Lactobacillus bulgaricus - 5 bilhões de UFC 
Bifidobacterium bifidum - 20 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes 
do almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar.
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 3.2 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA ANSIEDADE E DEPRESSÃO
ANSIEDADE E DEPRESSÃO
Possíveis mecanismos:
• Ativação do Nervo vago.1
• Manutenção do Fator Neurotrófico Derivado do Cé-
rebro (BDNF).2 
• Aumento do triptofano plasmático.3
• Aumento da serotonina no hipocampo.3
• Síntese de cofatores para a produção de neurotrans-
missores, incluindo as vitaminas B6, B12 e B9.3
• Efeitos sistêmicos no eixo hipotálamo adrenal e res-
posta ao estresse de glicocorticóides.4
• Reduz as citocinas pró-inflamatórias, apresentando 
uma associação positiva com condições psiquiátri-
cas, em especial a depressão.3,4
• Efeitos benéficos sobre a ansiedade e a depressão 
pela exclusão competitiva de patógenos intestinais 
deletérios, diminuições de citocinas pró-inflamató-
rias e comunicação com o sistema nervoso central 
por meio de fibras sensoriais vagais, levando a altera-
ções nos níveis ou funções dos neurotransmissores.4
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA ANSIEDADE 
E DEPRESSÃO
Formulação 1 - Ansiedade4
Componentes da fórmula:
Lactobacillus helveticus – 1,5 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 1,5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 2 - Probiótico Antidepressivo5
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 2 bilhões de UFC
Lactobacillus casei – 2 bilhões de UFC
Bifidobacterium bifidum – 2 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 3 - Redução do Estresse6
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 1,5 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 1,5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 4 - Formulações para 
melhora do humor e cognição7
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus brevis – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus casei – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus salivarius – 1 bilhão de UFC
Lactococcus lactis – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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 3.3 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
Possíveis mecanismos:
• Produção de ácido lático e ácidos graxos de cadeia 
curta (AGCC) que reduzem o pH no cólon.1
• Melhora o peristaltismo intestinal conduzindo à 
uma diminuição no tempo de trânsito no cólon e es-
timulando a atividade motora intestinal e aumento 
da frequência evacuatória.2
• Desconjugação de sais biliares que são convertidos 
em sais biliares secundários livres e podem estimu-
lar a motilidade do cólon.2
• Redução de gás metano e melhora a motilidade 
mioelétrica do cólon.3
• Modulação dos reflexos de motilidade neuronal-de-
pendentes e dos nervos sensoriais aferentes que in-
fluenciam a motilidade intestinal.2
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA CONSTIPAÇÃO 
INTESTINAL
Formulação 13
Componentes da fórmula:
Lactobacillus reuteri – 100 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes do 
almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar. 
Formulação 24
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium lactis – 250 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 250 milhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 250 milhões de UFC
FOS – 6g
Aviar X doses em sachês.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes 
do almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar. 
Formulação 35
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 5 bilhões de UFC
Lactobacillus casei – 5 bilhões de UFC
Lactobacillus lactis – 5 bilhões de UFC
Bifidobacterium bifidum – 5 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 5 bilhões de UFC
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Bifidobacterium infantis – 5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 46
Componentes da fórmula:
Lactobacillus casei – 14 milhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 14 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 14 milhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 14 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 14 milhões de UFC
Bifidobacterium longum – 14 milhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 14 milhões de UFC
Aviar X doses em sachês.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes 
do almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar.
Formulação 57
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium lactis – 12,5 bilhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 1,2 bilhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 1,2 bilhões de UFC
Lactobacillus casei – 1,2 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço. 
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 3.4 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA DERMATITE ATÓPICA
DERMATITE ATÓPICA
Possíveis mecanismos:
• Atuam na maturação das células T helper tipo 1, na 
inibição do desenvolvimento de células T auxiliares 
2 do tipo alérgico, na produção de anticorpos e res-
postas IgE mediadas.1
• Induzem as células T com propriedades regulado-
ras (Tregs) que podem envolver as células apresen-
tadoras de antígeno (APCs), como os monócitos e 
células dendríticas.2
• Diminuem a porcentagem e/ou contagem absolu-
ta de linfócitos CD4 e CD25, e aumentam os linfó-
citos CD8.3
• Potencial papel na melhora da inflamação intesti-
nal e da integridade da barreira, através da melhora 
dos níveis de produção de butirato e propionato.4
• Reduzem a liberação de interleucinas: IL-5, IL-4 e 
IL-6 e de IL-13.4
• Os probióticos também estimulam a secreção de 
IL-10 e do fator transformador de crescimento-β 
(TGF-β).4
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA DERMATITE 
ATÓPICA
Formulação 15
Componentes da fórmula:
Lactobacillus salivarius – 2 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes do 
almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar. 
Formulação 26
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 5 bilhões de UFC
Bifidobacterium lactis – 5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir duas doses ao dia, uma dose 30 minutos antes 
do almoço e uma dose 30 minutos antes do jantar. 
Formulação 37
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Lactococcus lactis – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
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Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço. 
Formulação 48
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus casei – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 59
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium animalis – 1,6 bilhões de UFC
Bifidobacterium lactis – 1,6 bilhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 1,6 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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 3.5 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA DIARREIA ASSOCIADA
AO USO DE ANTIBIÓTICOS
DIARREIA ASSOCIADA 
AO USO DE ANTIBIÓTICOS
Possíveis mecanismos:
• Atua na produção de moléculas antimicrobianas, 
incluindo ácidos graxos de cadeia curta, bacterio-
cinas e microcinas.1
• Recolonização e restauração da mucosa intestinal.2
• Os probióticos secretam ácidos acético e láctico 
que reduzem o pH intraluminal e inibem o cresci-
mento de alguns patógenos.1
• Possui efeito imunomodulador que pode neutrali-
zar o efeito pró-inflamatório de bactérias patogê-
nicas.3
• Prevenção da diarreia associada ao uso de antibió-
ticos através dos ácidos biliares intestinais e ácidos 
graxos de cadeia curta.3
• Regula a secreção e absorção do fluido intestinal.3
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES
PARA DIARREIA 
ASSOCIADA AO 
USO DE ANTIBIÓTICOS
Formulação 12
Componentes da fórmula:
Saccharomyces boulardii – 10 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose duas vezes ao dia, 30 minutos antes 
das refeições e com no mínimo 2 horas de distância da admi-
nistração do antibiótico. Enquanto durar a antibióticoterapia.
*As doses utilizadas nos estudos 
são altas. Deve-se adaptar 
conforme a realidade do paciente, 
visto que doses altas possuem 
um alto custo.
Formulação 24 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 50 bilhões de UFC
Lactobacillus casei – 50 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 35 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus casei – 100 milhões
S. thermophilus – 100 milhões
L. bulgaricus – 10 milhões 
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia: 
Consumir uma dose ao dia, meia hora antes ou uma a 
duas horas após as refeições.
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 3.6 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA DISLIPIDEMIA
DISLIPIDEMIAS
Possíveis mecanismos:
• Incorporação e assimilação do colesterol na mem-
brana celular.1
• Desconjugação de sais biliares pela hidrolase de sais 
biliares dos probióticos.1
• Inibição da síntese do colesterol hepático e ácidos 
graxos por meio da produção de ácidos graxos de 
cadeia curta.2
• Diminuição da absorção do colesterol alimentar.3
• In vitro promove a inibição de Niemann-Pick C1-Like 
1 (NPC1L1), que participa do transporte de colesterol 
para os enterócitos; a inativação genética frequen-
temente resulta em uma redução significativa da 
absorção de colesterol.3
• Capacidade de ligar o colesterol à superfície celular 
no intestino delgado.1
• Conversão do colesterol nos intestinos em coprosta-
nol, que é excretado diretamente nas fezes. Isso di-
minui a quantidade de colesterol sendo absorvida, 
levando a uma concentração reduzida no pool de 
colesterol fisiológico.1
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES
PARA DISLIPIDEMIAS
Formulação 14,5,6
Componentes da fórmula:
Lactobacillus reuteri – 2 bilhões de UFC 
Lactobacillus plantarum – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus sallivarius – 2 bilhões de UFC
Bifidobacterium animalis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 27 
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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56
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 3.7 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA DOENÇA HEPÁTICA 
GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA
DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA 
NÃO ALCOÓLICA (DHGNA)
Possíveis mecanismos:
• Redução da resistência à insulina e melhora do con-
trole da glicose.1
• Redução da permeabilidade intestinal.2
• Aumento da β-oxidação de ácidos graxos no fígado.3
• Redução de gordura hepática e da gordura corporal.4,1
• Redução da inflamação sistêmica e do estresse oxi-
dativo.5
• Redução do Fator de Necrose Tumoral – α.6,7
• Modulação do sistema imunológico e supressão do 
crescimento bacteriano patogênico.3
• Melhora dos marcadores lipídicos.8
• Prevenção da produção e/ou da absorção de lipo-
polissacarídeos no intestino e, portanto, redução 
da inflamação e da melhora do achado histológico 
do parênquima hepático.9
• Possível inibição do TNF-α e do aumento da adipo-
nectina, podendo resultar na regulação da glicose 
sanguínea, metabolismo lipídico e proteção da le-
são hepática.10,11
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES
PARA DHGNA
Formulação 14,12
Componentes da formulação:
Lactobacillus acidophilus – 200 milhões de UFC
Lactobacillus casei – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 200 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 5 bilhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 500 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 213 
Componentes da formulação:
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus paracasei – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium breve – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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proving intestinal barrier integrity, and attenuating inflamma-
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3. GU, Z. eta l. Probiotics for Alleviating Alcoholic Liver Injury.  Gas-
troenterology Research And Practice, v. 2019, n. 0, p. 1-8, 27 maio 
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Index, Cytokines and Aminotransferase levels in NAFLD Patients: 
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with nonalcoholic fatty liver disease: a meta-analysis. Digestive 
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fatty liver disease by restoring the gut microbiota structure and 
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10. WANG, Wei et al. Efficacy of probiotics on the treatment of non-
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13. AHN, S. B. et al. Randomized, Double-blind, Placebo-controlled 
Study of a Multispecies Probiotic Mixture in Nonalcoholic Fatty Li-
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 3.8 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA DOENÇA RENAL
DOENÇA RENAL
Possíveis mecanismos:
• Mecanismos anti-inflamatórios (direcionados à 
desequilíbrios da disbiose do intestino) e antioxi-
dantes (abordando deficiências na sinalização dos 
radicais livres - geração de espécies reativas de oxi-
gênio no intestino).1
• Redução de endotoxinas e citocinas pró-inflamató-
rias TNF-α, IL-5, IL-6 e aumento nos níveis séricos 
de IL-10.2
• Pode reduzir o nível de p-cresilsulfato (PCS), que é 
um dos principais tipos de toxinas da ureia causa-
das pela disbiose.3,4
• A probioticoterapia tem sido sugerida para a me-
lhoria da qualidade de vida ou redução dos níveis 
de toxinas urêmicas em pacientes renais. As cepas 
microbianas probióticas especificamente formula-
das impedem que as toxinas urêmicas se acumu-
lem à níveis altamente tóxicos.5
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES
PARA DOENÇA RENAL
Formulação 16
Componentes da formulação:
Lactobacillus acidophilus – 20 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 20 bilhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 20 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose, 30 minutos antes do café da manhã, 
almoço e do jantar.
* As doses utilizadas nos estudos são altas e podem impactar em um alto 
custo, por isso deve-se adaptar conforme a realidade do paciente.
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double-blind, placebo-controlled trial. Beneficial Microbes, v. 6, n. 
4, p. 423-430, ago. 2015.
3. FAGUNDES, R. A B et al. Probiotics in the treatment of chronic kid-
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 3.9 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA ENCEFALOPATIA HEPÁTICA
ENCEFALOPATIA HEPÁTICA (HE)
Possíveis mecanismos:
• Melhora da mucosa intestinal, melhora da permea-
bilidade intestinal e redução da disbiose.1
• Diminuição da produção de amônia.2
• Redução do pH que estimula o crescimento e as 
funções da microbiota intestinal.1
• Diminuição dos níveis de endotoxina.2
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES
PARA ENCEFALOPATIA 
HEPÁTICA
Formulação 13
Componentes da fórmula:
Clostridium butyricum – 10 milhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 1 milhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose três vezes ao dia, 30 minutos antes 
das principais refeições.
Formulação 24
Componentes da fórmula:
Lactobacillus casei – 14 milhões de UFC
Lactobacillus plantarum – 14 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 14 milhões de UFC
Lactobacillus delbrueckii subsp. Bulgaricus – 14 milhões 
de UFC 
Bifidobacterium longum – 14 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 14 milhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 14 milhões de UFC
Streptococcus salivarius subsp. thermophilus – 14 mi-
lhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais. 
Posologia: 
Consumir uma dose três vezes ao dia, 30 minutos antes 
das principais refeições.
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Formulação 35
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 1 milhão de UFC
Bifidobacterium infantis – 1 milhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais. 
Posologia:
 
Consumir uma dose três vezes ao dia, 30 minutos antes 
das principais refeições.
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REFERÊNCIAS
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hepatic encephalopathy in patients with HBV-induced liver cir-
rhosis. Journal of International Medical Research, v. 46, n. 9, p. 
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2. CAO, Qing et al. Effect of probiotic treatment on cirrhotic patients 
with minimal hepatic encephalopathy: A meta-analysis. Hepato-
biliary & Pancreatic Diseases International, v. 17, n. 1, p. 9-16, 2018.
3. XIA, X.; et al. Role of probiotics in the treatment of minimal he-
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4. AGRAWAL, A. et al. Secondary prophylaxis of hepatic encephalo-
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lactulose, probiotics, and no therapy. Am J Gastroenterol. v. 107, 
n.7, p. 1043-50, 2012.
5. ZIADA, D. H. et al. Can Lactobacillus acidophilus improve minimal 
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 3.10 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA HELICOBACTER PYLORI
HELICOBACTER PYLORI
Possíveis mecanismos:
• Inibição da colonização do H. pylori na mucosa do es-
tômago.1
• Redução dos efeitos colaterais associados ao trata-
mento.1,2
• Inibição do crescimento de outras bactérias patogê-
nicas por inibição competitiva dentro do trato diges-
tório. A infecção ocorre tipicamente à partir da proli-
feração de bactérias que liberam toxinas irritando os 
revestimentos internos da parede intestinal. Ao tomar 
probióticos, as culturas vivas são introduzidas de volta 
no sistema para restaurar o equilíbrio da microbiota 
normal competindo por nutrientes.3
• Produção de ácido láctico, que é capaz de neutralizar 
a hipocloridria induzida por H. pylori, somado ao efei-
to bactericida.4
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA A 
HELICOBACTER PYLORI
Formulação 12,3,5
Componentes da fórmula:
Lactobacillus reuteri – 100 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 4bilhões de UFC
Bifidobacterium animalis subsp. lactis – 10 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço. 
Formulação 26,7
Componentes da fórmula:
Lactobacillus reuteri – 200 milhões de UFC
Sacharomycces boulardii – 200 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose duas vezes ao dia, 30 minutos antes 
da refeição.
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 3.11 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA INTOLERÂNCIA 
À LACTOSE & ALERGIA 
ALIMENTAR
INTOLERÂNCIA À LACTOSE 
E ALERGIA ALIMENTAR 
(À PARTIR DE 2 ANOS DE IDADE)
Possíveis mecanismos:
• Atuam como uma fonte de lactase no trato intestinal, 
aumentando a capacidade hidrolítica geral e a fer-
mentação colônica.1
• Modulam o estado imunológico e reduzem os sinto-
mas clínicos.2
• Equilibram a microbiota e melhoram a função da bar-
reira intestinal contribuindo para prevenção e trata-
mento do eczema infantil, particularmente, tratando-
-se de casos de alergias alimentares.3
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA INTOLERÂNCIA 
À LACTOSE E ALERGIA 
ALIMENTAR
Formulação 14
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 10 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do jantar. 
Formulação 23
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium longum – 4 bilhões de UFC
Lactobacillus rhaminosus – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do jantar. 
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74
 3.12 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA OBESIDADE, DIABETES 
MELLITUS TIPO 2 
E SÍNDROME METABÓLICA
OBESIDADE, DIABETES 
MELLITUS TIPO 2 
E SÍNDROME METABÓLICA
Possíveis mecanismos:
• Liberação do hormônio glucagon-like peptide-1 (GLP-1) a 
partir das células-L intestinais, resultando em uma me-
lhor tolerância à glicose.1
• Produção de Ácidos Graxos de Cadeia Curta (AGCC), 
especialmente o butirato.1
 
• Liberação do hormônio peptídeo YY (PYY), relaciona-
do à saciedade.1
 
• Diminuição do nível de fetuína-A e aumento do SIRT1, 
melhorando a homeostase da glicose e a sensibilida-
de à insulina no tecido adiposo, músculo esquelético 
e fígado.2
 
• Diminuição dos níveis séricos da Proteína-C-Reativa.3
 
• Redução da concentração de Ácidos Graxos Livres 
(AGLs) no cólon e a quantidade desses ácidos graxos 
disponível para a absorção.4
 
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• Efeito anti-hipertensivo.5
• Redução de adipocitocinas.1
• Melhora da função da barreira intestinal.1
 
• Estimulação do crescimento de microrganismos in-
testinais benéficos.6
• Redução do crescimento de vários agentes patogêni-
cos gram-negativos.6
• Redução da absorção intestinal de Lipopolissacaríde-
os (LPS).1
• Redução de citocinas pró-inflamatórias em tecido 
adiposo.1
• Diminuição nos níveis de insulina em jejum e, conse-
quentemente, da resistência à insulina.1
• Redução do nível de endotoxinas.1
• Redução da produção e da absorção de toxinas intes-
tinais e elevação do pH fecal.1
• Redução da gordura visceral.1
• Redução da glicose sérica.1
• Atuação no sistema endocanabinoide.1
• Redução da adiposidade.1
• Efeito anti-inflamatório.1
• Modulação do metabolismo lipídico.1
• Efeito hipocolesterolêmico (redução de LDL e aumen-
to de HDL).1
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA OBESIDADE, 
DIABETES MELLITUS 
TIPO 2 E SÍNDROME 
METABÓLICA
Formulação 1 - Perda de peso3,7
Componentes da fórmula:
Lactobacillus reuteri – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus gasseri – 10 bilhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 320 milhões de UFC
Aviar X dosesem cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço. 
Formulação 2 - Redução dos marcadores 
inflamatórios e dislipidemia6,8,9 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus salivarius – 2 bilhões de UFC
Lactobacillus sporogenes – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais. 
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 3 - Redução da glicemia10 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus salivarius – 10 bilhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 2 bilhões de UFC
Lactobacillus casei – 7 bilhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1, 5 bilhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 200 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 20 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 7 bilhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 1, 5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais. 
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
* As doses utilizadas nos estudos são altas. Deve-se adaptar conforme a 
realidade do paciente, visto que doses altas possuem um alto custo.
Formulação 4 - Proteção contra o ganho 
de massa corporal e o acúmulo de gordura11 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 6 bilhões de UFC
Lactobacillus delbrueckii ssp. Bulgaricus – 6 bilhões de UFC
Lactobacillus paracasei – 6 bilhões de UFC
Lactobacillus plantarum – 6 bilhões de UFC
Bifidobacterium longum – 6 bilhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 6 bilhões de UFC
Bifidobacterium breve – 6 bilhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 6 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais. 
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 5 – Redução dos níveis 
séricos de triglicerídeos, da insulina 
e do colesterol total12
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 200 milhões de UFC
Lactobacillus casei – 200 milhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 200 milhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 200 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 200 milhões de UFC
Bifidobacterium longum – 200 milhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 200 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço. 
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10. LINDSAY, K.L. et al. Impact of probiotics in women with gestatio-
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12. SANCHEZ, M. et al. Effect of Lactobacillus rhamnosus CGMCC13724 
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1519, 2014.
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 3.13 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NO PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO
PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO
Possíveis mecanismos:
• Melhora da modulação intestinal, possivelmente pela ini-
bição de patobiontes.1,2,8
• Aumento de bactérias benéficas.1,2,3
• Modificação de metabólitos bacterianos.2,8
• Melhora na barreira mucosa ou absorção de substâncias 
tóxicas.1,2,3,4
• Melhora da resposta imunológica, através da modulação 
e ativação de linfócitos intra epiteliais, células naturals kil-
lers, macrófagos e indução de células T reguladoras.2,4,5
• Liberação de neuromoduladores envolvidos no reparo 
tecidual.5
• Melhora da cicatrização.1,5
• Ação anti-inflamatória.1,2,4,5,6,7
• Modificação do microambiente intestinal resultando em 
um declínio nas citocinas pró-inflamatórias.7
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA MODULAÇÃO 
INTESTINAL 
NA IMUNIDADE
Formulação 17
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 5 milhões de UFC
Lactobacillus lactis – 5 milhões de UFC
Lactobacillus casei – 5 milhões de UFC
Bifidobacterium longum – 5 milhões de UFC
Bifidobacterium bifidum – 5 milhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 5 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, com o almoço.
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4. VAN SANTVOORT, et al. Probiotics in surgery. Gastrointestinal Re-
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5. KREZALEK, M. A.; ALVERDY, J. C.. The influence of intestinal micro-
biome on wound healing and infection. Seminars In Colon And 
Rectal Surgery, v. 29, n. 1, p.17-20, 2
6. WANG, Pingzhu et al. Perioperative probiotic treatment decrea-
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ly patients following non-cardiac surgery: A randomised double-
-blind and placebo-controlled trial. Clinical Nutrition, v. 40, n. 1, p. 
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7. ZAHARUDDIN, Liyana et al. A randomized double-blind placebo-
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BMC gastroenterology, v. 19, n. 1, p. 1-8, 2019.
8. ZHUANG, Xiaojun et al. Gut Microbiota Profiles and Microbial-Ba-
sed Therapies in Post-operative Crohn's Disease: A Systematic Re-
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 3.14 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA PSORÍASE
PSORÍASE
Possíveis mecanismos:
• Modulação da microbiota e possível controle das células 
T reguladoras pela supressão das células CD103+.1
• Redução da expressão de marcadores pró-inflamatórios, 
como IL-6, TNF-α e PCR.2
• Modulação da resposta imune pela modulação do mi-
crobioma intestinal.1,2
• Redução IL-23/ IL-17.1
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA MODULAÇÃO 
INTESTINAL 
NA IMUNIDADE
Formulação 13
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, pela noite, 30 minutos antes 
do jantar.
Formulação 24
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium infantis – 10 bilhões de UFC
Aviar X doses em sachês.
Posologia:
Diluir o conteúdo em 200 ml de água, vitamina, fórmula 
ou suco natural. Consumir uma dose ao dia, pela noite, 30 
minutos antes do jantar.
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REFERÊNCIAS
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sis of psoriasis and the therapeutic effects of probiotics. Journal Of 
Family Medicine And Primary Care, v. 8, n. 11, p. 3496-3503, 2019. 
2. ATABATI, H. et al. Probiotics with ameliorating effects on the seve-
rity of skin inflammation in psoriasis: Evidence from experimental 
and clinical studies. journal of cellular physiology, v. 235, n. 12, p. 
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4. GROEGER, D.; O’MAHONY, L.; MURPHY, E. F. et al. Bifidobacterium 
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the gut. Gut Microbes. v.4, p.325‐ 339, 2013.
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 3.15 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS
NA RESPOSTA IMUNE
RESPOSTA IMUNE
Possíveis mecanismos:
• Manutenção e fortalecimento da barreira intestinal, 
aumentando o número de células caliciformes que 
reforçam a camada de muco e prevenindo a destrui-
ção das tight junctions.2,4,5
• Regulação da resposta imune por meio do bloqueio 
da degradação do inibidor I-κB e interferência com a 
função do proteassoma e da promoção da exporta-
ção nuclear da subunidade RelA de NF-κB, através de 
uma via dependente de PPAR-γ.2
• Redireciona a resposta Th2, característica dos pacien-
tes atópicos, para o tipo Th1 por meio do aumento da 
secreção de IFN-γ e diminuição da produção de IL-4, 
IL-13 e IgE com melhora da predisposição e reações 
alérgicas.1,2
• Ativação das células B na lâmina própria que se tor-
nam plasmócitos produtores de IgA.1,2,4,5
• Produção de peptídeos antimicrobianos.3
• Ativação do sistema imune do hospedeiro.4
• Inibição do crescimento de bactérias patogênicas.2,3
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA MODULAÇÃO 
INTESTINAL 
NA IMUNIDADE
Formulação 11,3,5
Componentes da fórmula:
Lactobacillus casei – 500 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 500 milhões de UFC
Bifidobacterium brevis – 500 milhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 500 milhões de UFC
Streptococcus termophilus – 500 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose, 30 minutos antes do almoço e do 
jantar.
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 3.16 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA SÍNDROME DO 
INTESTINO IRRITÁVEL
SÍNDROME DO INTESTINO 
IRRITÁVEL (SII)
Possíveis mecanismos:
• Redução das cólicas, flatulência e constipa-
ção.1,3,4,11,14,15,16,18
• Redução da hipersensibilidade visceral.4,8,19
• Redução da percepção da dor.1,2,3,4,6,8,9,10,11,12,14,16,17,18,20
• Redução da permeabilidade intestinal em pacien-
tes com SII.3,18
• Promoção de citocinasanti-inflamatórias e inibição 
de citocinas pró-inflamatórias.4,7,8,16,19
• Redução da distensão abdominal.1,2,4,11,14,15,17,21
• Efeito sobre a motilidade intestinal.1,19
• Modulação da microbiota.4,8,9,12,14,18,19
• Melhora do humor.5,7,19 
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA SÍNDROME 
DO INTESTINO 
IRRITÁVEL
Formulação 1 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D)8,11 
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium bifidum – 500 milhões de UFC
Bifidobacterium breve – 500 milhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 500 milhões de UFC
Bifidobacterium longum – 500 milhões de UFC
Lactobacillus acidophilus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus bulgaricus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus casei – 500 milhões de UFC
Lactobacillus plantarum – 500 milhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus helveticus – 500 milhões de UFC
Lactobacillus salivarius – 500 milhões de UFC
Lactococcus lactis – 500 milhões de UFC
Streptococcus thermophilus – 500 milhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose uma vez ao dia, 30 minutos antes do 
almoço.
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Formulação 2 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão constipação (SII – D)8,14 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 5 bilhões de UFC
Lactobacillus reuteri – 5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose uma vez ao dia, 30 minutos após o 
almoço.
Formulação 3 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão constipação (SII – C)8,14 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus plantarum – 5 bilhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 5 bilhões de UFC
Bifidobacterium animalis – 5 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose uma vez ao dia, 30 minutos após o 
almoço.
Formulação 4 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D)18 
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium lactis – 3 bilhões de UFC 
Bifidobacterium longum – 300 milhões de UFC 
Bifidobacterium bifidum – 300 milhões de UFC 
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC 
Lactobacillus acidophilus – 500 milhões de UFC 
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
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Posologia:
Consumir uma dose uma vez ao dia, 30 minutos após o 
almoço.
Formulação 5 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D)3 
Componentes da fórmula:
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC 
Lactobacillus bulgaricus – 1 bilhão de UFC 
Streptococcus thermophilus – 1 bilhão de UFC 
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC 
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose, duas vezes ao dia.
Formulação 6 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D), mista (SII-M)
e não categorizada8 
Componentes da fórmula:
Streptococcus thermophilus – 1 bilhão de UFC 
Bifidobacterium breve – 1 bilhão de UFC  
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC 
Bifidobacterium infantis – 1 bilhão de UFC  
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC  
Lactobacillus plantarum – 1 bilhão de UFC  
Lactobacillus paracasei – 1 bilhão de UFC 
Lactobacillus delbrueckii. bulgaricus – 1 bilhão de UFC 
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 7 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D), constipação (SII-C)
e mista (SII-M)13 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus paracasei – 10 bilhões de UFC 
Bifidobacterium longum – 10 bilhões de UFC 
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 8 – Síndrome do Intestino 
Irritável padrão diarreia (SII – D) e mista (SII-M)1,7 
Componentes da fórmula:
Saccharomyces boulardii – 100 bilhões de UFC
Aviar X doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose, duas vezes ao dia, 30 minutos antes 
do almoço e jantar.
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27 nov. 2019.
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18. SKRZYDŁO-RADOMAŃSKA, B. et al. The Effectiveness of Synbiotic 
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 3.17 
FORMULAÇÃO DE PROBIÓTICOS 
NA GESTAÇÃO
GESTAÇÃO
Possíveis mecanismos:
• Prevenção do diabetes gestacional.1,2
• Prevenção de mastite.3,4
• Modulação da microbiota e constipação intesti-
nal.1,5,7,8
• Prevenção de recorrências de vaginose bacteriana e 
apoio à saúde intestinal de recém-nascidos.6,7
• Influencia o desenvolvimento da imunidade infantil 
durante o período pré-natal e pós-natal.6,8,9,10
• Prevenção de infecções e partos pré-maturos.6
• Respostas imunológicas moduladas e redução da 
incidência de alergias e eczemas infantis.6,8,11
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SUGESTÕES 
DE FORMULAÇÕES 
PARA GESTAÇÃO
Primeiro trimestre gestacional 
Formulação 1 – Modulação da microbiota 
intestinal e constipação intestinal5,7,8 
Componentes da fórmula:
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus casei – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Streptococcus thermophilus – 500 milhões de UFC
Aviar 30 doses em sachês.
Posologia:
Diluir o conteúdo em 200ml de água e consumir uma 
dose, 30 minutos antes do almoço.
Associar com:
Formulação 28
Componentes da fórmula:
Inulina - 2g
Aviar 30 doses em sachês. 
Posologia:
Diluir o conteúdo em 200ml de água e consumir uma 
dose, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 3 - Segundo e terceiro 
trimestre gestacional4,5,8
Saúde gestacional
Componentes da fórmula:
Lactobacillus gasseri – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus reuteri – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus acidophillus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus casei – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium lactis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium infantis – 1 bilhão de UFC
Aviar 30 doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 4 - Modulação imunológica 
e redução da incidência de alergias 
e eczemas infantis6,11
Componentes da fórmula:
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus acidophilus – 1 bilhão de UFC
Lactococcus lactis – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus paracasei – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium animalis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium breve – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Streptococcus thermophilus – 1 bilhão de UFC
Aviar 30 doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
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Formulação 5 - Prevenção de mastite 
para lactantes3,4
Componentes da fórmula:
Lactobacillus gasseri – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus salivarius – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium animalis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium bifidum – 1 bilhão de UFC
Aviar 30 doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose ao dia, 30 minutos antes do almoço.
Formulação 6 - Prevenção de recorrência 
de vaginose bacteriana6,8
Componentes da fórmula:
Lactobacillus plantarum – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus paracasei – 1 bilhão de UFC
Lactobacillus acidophilus – 2 bilhões de UFC
Lactobacillus rhamnosus – 2 bilhões de UFC
Bifidobacterium infantis – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium longum – 1 bilhão de UFC
Bifidobacterium breve – 1 bilhão de UFC
Streptococcus thermophilus – 1 bilhão de UFC
Aviar 30 doses em cápsulas vegetais.
Posologia:
Consumir uma dose, fracionada em duas tomadas ao dia, 
30 minutos antes das principais refeições.
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TABELA DE CEPAS
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Obs.: 
a) Os números dentro dos retângulos laranjas indicam as 
referências bibliográficas listadas no final deste e-book.
b) As cepas cujos nomes estão seguidos de parênteses 
são sempre formuladas em conjunto com outra cepa segui-
da por parêntese de mesmo número.
c) Em caso de dúvida quanto à definição de cepas ou 
dosagens, consulte nosso farmacêutico via e-mail "suporte-
cientifico@biostater.com.br" ou WhatsApp (011 99699 0394).
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