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Características e Diferenças Individuais
•
Objetivos
Compreender as diferenças relativas 
aos seres humanos
Analisar as implicações dessas 
diferenças no convívio social
Analisar as características que fazem 
as pessoas singulares
Explicar o efeito das características 
individuais sobre o comportamento 
humano e o desempenho das 
pessoas.
1. As 
pessoas 
não são 
iguais.
As pessoas não são 
iguais no que tange a 
seus direitos e deveriam 
ser iguais nas 
oportunidades.
Sob o ponto de vista 
físico e comportamental, 
não há duas pessoas 
iguais, felizmente.
Se todos 
fossem 
iguais a 
você...
Cada pessoa é diferente não 
apenas de todas as demais, mas 
também de si própria em 
diferentes momentos, ao longo 
de sua vida, e em diferentes 
situações.
Com algumas pessoas, você pode 
ser mais extrovertido;
Com outras mais reservado.
Também os 
grupos são 
diferentes...
Se alteram com o passar do 
tempo;
Conforme entram novas 
pessoas.
Conforme saem as pessoas mais 
antigas do grupo.
Os grupos são diferentes entre 
si e de si próprios, em diferentes 
momentos e situações.
A participação em 
grupos afeta seu 
comportamento.
• Algumas de suas 
características 
(linguagem, hábitos e 
uma parte de seus 
valores) foram 
adquiridas pela 
convivência com esses 
grupos.
• www.google.com.br/
imagens/administrador
es/2020
Quem é você?
• Você é você mesmo ou é produto da 
convivência?
www.google.com.br/imagens/góticos londrinos/2020
• Certas profissões atraem certos 
temperamentos ou será que os 
temperamentos são reforçados pelas 
profissões?
www.google.com.br/imagens/farm/2020
• Compreender como as 
pessoas são, e como 
agem, ajuda a preparar e 
tomar decisões de 
marketing, propaganda, 
recrutar, selecionar 
pessoal, bem como 
trabalhar em grupo, 
liderar equipes e conviver. 
2. 
Percepção
É o processo de selecionar, organizar e 
interpretar os estímulos (eventos, 
informações, objetos, outras pessoas) 
que o ambiente oferece.
A interpretação é uma decodificação que 
empresta significado e valor ao estímulo.
É o processo de percepção que 
transforma a realidade em um padrão 
que você e muitas outras pessoas 
reconhecem.
A percepção também é definida como o 
produto da interação entre o estímulo e 
o observador, o estímulo influencia o 
observador e é por ele influenciado.
2. 
Percepção
Diferentes pessoas reagem de forma 
diferente ao mesmo estímulo. 
A realidade percebida provoca 
percepções diferentes conforme 
muda o observador.
A percepção é uma interpretação 
singular da situação ou estímulo.
Cada observador representa a 
realidade à sua maneira.
A representação pode ser muito 
diferente da realidade, segundo a
interpretação de outro observador.
Qual a sua percepção em 
relação a esta imagem?
• Nas organizações, a 
percepção afeta 
inúmeros aspectos do 
comportamento das 
pessoas.
• O entendimento da 
percepção é uma 
competência 
gerencial, que 
contribui para a 
criação de um clima 
organizacional 
saudável.
2.1. 
Fenômenos 
básicos da 
percepção
Não se percebe todos os 
estímulos que se recebe.
Exemplo: o olho é capaz de 
registrar imagens e detalhes 
como uma câmara de vídeo. 
As nem sempre enxerga tudo 
o que vê. 
Dois fenômenos básicos 
explicam essa diferença 
entre a realidade observada 
e a realidade percebida: 
seleção e adaptação.
• Apenas uma pequena parte 
dos estímulos é percebida.
• Percepção seletiva pode 
produzir julgamentos 
apresados.
• Exemplo: percebi-se 
características físicas ou 
comportamentais mais 
evidentes como – idade, 
altura, etnia, aparência da 
vestimenta ou estado 
emocional aparente.
• Isto pode levar a pré-
conceitos.
• A percepção ajusta-se a 
variações no comportamento 
dos estímulos.
• Com o tempo, as variações 
deixam de ser percebidas.
• Exemplo: passar a marcha de 
um carro. Diminuir a qualidade 
de um produto porque se 
acostuma com ele. Deixar de 
fazer carinhos no namorado 
porque já se acostumou.
• A sensibilidade pode se reduzir 
quando submetida durante 
muito tempo a um mesmo 
estímulo. 
PERCEPÇÃO SELETIVA ADAPTAÇÃO SENSITIVA
2.2. Fatores 
que 
influenciam 
as diferenças 
na percepção
OBSERVADOR • Atitudes, motivações, interesses, 
experiências e expectativas 
determinam como os estímulos são 
percebidos e avaliados.
ESTÍMULO • Intensidade, freqüência, tamanho e 
outras características afetam a 
capacidade de perceber os estímulos.
SITUAÇÃO • O ambiente empresta significado ao 
estímulo.
Estereótipos 
e 
Preconceitos
Estereotipagem é o que ocorre quando 
o observador percebe outra pessoa de 
forma simplificada, enxergando-a 
dentro de uma categoria social ou 
comportamental.
Os estereótipos quando produzem 
apreciações negativas são chamados 
preconceitos.
Etnia, religião, classe social, profissão e 
outras características tendem a 
produzir estereótipos e preconceitos.
Estereótipos 
e 
Preconceitos
As pessoas têm estereótipos e 
preconceitos em relação, até mesmo 
de integrantes dos seus próprios 
grupos e aos de outros grupos.
Exemplos: Se hoje é sexta-feira, uma 
pessoa vestida de branco deve ser 
médica, enfermeira ou mãe de santo.
Mulheres são mais aptas (ou menos 
aptas) do que os homens para 
desempenhar tarefas gerenciais (e 
vice-versa).
Efeito 
Halo
Consiste em generalizar a partir de um traço de 
comportamento.
É o julgamento que se faz de uma pessoa, a 
partir da observação de um traço de seu 
comportamento.
Exemplos: Joaquim usa barba comprida, como 
Fidel Castro e outros revolucionários, portanto 
deve ser revolucionário e contestador também.
Pedro usa óculos de lentes grossas. Deve ser 
um gênio.
Atitudes
São estados mentais de predisposição 
ou prontidão que influenciam a
avaliação de estímulos.
Dependendo das atitudes, a avaliação 
pode ser positiva ou negativa.
As atitudes fazem parte das 
características adquiridas por meio 
das diversas formas de aprendizagem.
É possível mudá-las, embora sejam 
estáveis.
Atitudes
A mudança de atitudes 
depende da mudança de 
crenças e sentimentos a 
respeito dos estímulos (outras 
pessoas, objetos, grupos, a 
própria pessoa).
Mudando-se o que você sabe 
a respeito de um estímulo, ou 
seus sentimentos, seu 
comportamento em relação a
ele também mudará.
Atitudes e 
opiniões
As atitudes manifestam-se por meio 
de opiniões.
Opiniões são crenças e julgamentos, 
ou hipóteses a respeito da natureza 
dos estímulos e da própria pessoa.
Exemplo: Como farmacêutico você 
terá interesse em todas as 
informações referentes aos 
fármacos proibidos pela ANVISA. 
Estas informações podem ser 
indiferentes por quem não utiliza 
nenhum tipo de medicação.
Valores
São convicções a respeito de comportamentos 
que são certos ou errados ou de condutas que 
são pessoal ou socialmente preferíveis.
Os valores definem até que ponto determinado 
comportamento é importante.
Um sistema de valores dispõe os valores em 
ordem, de acordo com sua importância relativa.
Todas as pessoas e todos os grupos têm um 
sistema ou hierarquia de valores.
Liberdade, igualdade, fraternidade, segurança, 
educação, honestidade e disciplina são alguns 
dos valores que fazem parte de muitos sistemas 
de valores.
Papel das atitudes
As atitudes permitem selecionar e 
organizar fatos.
As atitudes também possibilitam 
a convivência pacífica de opiniões 
contraditórias.
Exemplo:
• Uma pessoa pode detestar uma 
tarefa e, no entanto, executá-la 
com grande cuidado e alto nível 
de qualidade, por acreditar que é 
importante para si própria ou 
para outros.
•Uma segunda pessoa, no 
entanto, poderá achar esse 
comportamento incoerente, se 
não entender as atitudes da 
primeira.
Gandhi: atitudes pacíficas 
levaram a Índia à libertar-se 
da Inglaterra.
Dissonância 
Cognitiva
Criada por Leon Festinger 
(1919 a 1989), a 
dissonância cognitiva diz 
que as pessoas não toleram 
a incoerência. 
Sempre que ocorrer uma 
incoerência, as pessoas 
tentarão eliminá-la ou 
reduzi-la.
A incoerência ativa dirige o 
organismo, motivando-oa 
procurar reduzir a tensão 
desconfortável que ela 
produz.
Você é capaz de tolerar a incoerência?
Dissonância 
Cognitiva
Segundo Festinger, a dissonância 
(incoerência psicológica) é causada 
pelo conflito entre dois elementos 
cognitivos, que são conhecimentos, 
opiniões ou crenças.
Para haver dissonância, de acordo 
com a teoria, um dos elementos 
cognitivos precisa referir-se ao 
próprio indivíduo.
A possibilidade da dissonância 
aumenta quando a pessoa 
compromete-se com uma decisão 
e, ao mesmo tempo, fica 
consciente de que deveria agir de 
forma diferente.
Aptidões
Referem-se ao potencial para a realização de tarefas 
ou atividades. 
Quando realizam tarefas ou atividades, como tocar 
instrumentos musicais, nadar, andar de bicicleta, 
desenhar, cantar, correr, etc., as pessoas usam 
aptidões.
A maioria das pessoas são capazes de fazer tudo isso.
Algumas pessoas fazem algumas coisas com bastante 
habilidade, melhor do que outras pessoas, mas não 
tudo.
São raras as pessoas com alto nível em todas as 
aptidões.
Raríssimos indivíduos, com aptidões altamente 
especializadas, encontram-se em patamar muito 
superior ao da grande maioria dos seres humanos.
A 
distribuição 
normal
As pessoas são combinações complexas 
de aptidões que se desenvolvem e são 
usadas e maneira singular.
Desde que tenha motivação, uma pessoa 
pode transformar suas aptidões em 
habilidades e desenvolvê-las 
continuamente.
O desenvolvimento das habilidades 
depende não apenas de aptidões, mas 
de motivação, experiência e 
oportunidades educacionais apropriadas.
Ninguém sabe ao certo quanto das 
habilidades se deve a aptidões inatas, e 
quanto se desenvolve por meio de 
experiência e treinamento.
Tipos de 
aptidões
As aptidões agrupam-se 
em três categorias 
principais: cognitivas ou 
intelectuais, físicas e 
interpessoais.
As habilidades 
específicas dentro dessas 
categorias são muitas.
Principais aptidões
Intelectuais
• Aptidão verbal: compreensão 
de palavras e textos, 
compreensão de sinônimos e 
antônimos.
• Aptidão numérica: cálculo e 
raciocínio aritmético.
• Aptidão espacial: capacidade 
de entender representações 
bidimensionais de objetos 
tridimensionais e de visualizar 
o efeito do movimento em 
três dimensões.
• Raciocínio: capacidade de 
identificar seqüências 
lógicas, relações de causa e 
efeito e implicações de um 
argumento.
• Memória.
• Compreensão mecânica: 
compreensão de 
fenômenos mecânicos 
elementares.
Similaridade
Principais aptidões
Intelectuais
• Compreensão científica: 
compreensão e utilização 
de princípios científicos 
(observação da realidade, 
generalização, inferência).
• Criatividade literária e 
artística: expressão de 
idéias por meio da escrita, 
pintura, música, 
representação, dança.
• Velocidade de percepção: 
capacidade de identificar 
similaridades e diferenças 
com rapidez.
• Percepção de formas: 
identificação de 
similaridades e diferenças 
entre objetos.
Aptidões 
Físicas
• Coordenação motora.
• Destreza manual e 
digital.
• Aptidão sensorial: 
visão, tato, paladar, 
audição, discriminação de 
cores.
Aptidões Interpessoais
•Conversação
•Trabalhar e decidir em grupo
•Capacidade de ajudar outras pessoas a resolver problemas
•Liderança e coordenação de grupos.
Inteligência
É a capacidade de lidar 
com a complexidade.
São duas teorias 
principais sobre a
inteligência: a teoria do 
fator geral e a teoria das 
inteligências múltiplas.
Teoria do 
Fator 
Geral
O Quociente Intelectual (QI) é a
expressão da inteligência.
Os testes de QI medem três 
aptidões principais: numérica, 
verbal e lógica.
A técnica estatística da análise 
fatorial mostra que essas três 
aptidões variam juntas e se 
influenciam mutuamente.
Portanto são interdependentes e 
indicam uma aptidão principal, à 
qual se chamou fator geral da 
inteligência ou fator g.
Teoria do 
Fator Geral
• O fator g exprime o conceito de 
inteligência.
• O QI tem valores entre menos de 
70 e mais de 130, exprime e mede 
uma dimensão importante do 
potencial humano e vem sendo 
utilizado há muito tempo, 
especialmente pelas organizações 
altamente profissionalizadas, que 
empregam grandes contingentes 
humanos.
Exemplo de um exercício de QI.
Teoria das 
inteligências 
múltiplas
• Não questiona a existência de 
aptidões medidas pelo QI.
• É a corrente das inteligências 
múltiplas, uma idéia liderada por 
Howard Gardner (1947):
• Inteligência Lingüística;
• Inteligência Lógico-matemática;
• Inteligência musical;
• Inteligência espacial;
• Inteligência corporal-cinestésica;
• Inteligências pessoais;
• Inteligência naturalista e
• Inteligência existencial
Inteligência 
Lingüística
Domínio, gosto e 
desejo de explorar 
linguagem e 
palavras.
Exemplos: poetas, 
escritores, 
lingüistas.
Inteligência 
Lógico-
Matemática
Capacidade de confrontar 
e avaliar objetos e 
abstrações, bem como de 
entender suas relações e 
princípios.
Exemplos: Matemáticos, 
cientistas e filósofos.
Inteligência 
Musical
Competência não apenas 
para compor e executar 
peças, mas também para 
ouvir e entender.
Exemplos: Compositores, 
maestros, músicos, 
críticos musicais.
Inteligência 
Espacial
Habilidade para perceber 
com precisão o mundo 
visual, transformar e 
modificar percepções e 
recriar a realidade visual.
Exemplos: Arquitetos, 
artistas, escultores, 
cartógrafos, navegadores, 
enxadristas.
Inteligência 
Corporal-
Cinestésica
Capacidade de controlar 
e orquestrar o 
movimento do corpo e 
manejar objetos com 
habilidade.
Exemplos: Dançarinos, 
atletas, atores, artistas 
circenses.
Inteligências 
Pessoais
Capacidade de 
entender a si próprio 
(intrapessoal) e aos 
outros (interpessoal).
Exemplos: psicólogos, 
psiquiatras, políticos, 
líderes religiosos, 
antropólogos.
Inteligência 
Naturalista
Capacidade de 
reconhecer e 
categorizar objetos 
da natureza.
Exemplos: Biólogos, 
naturalistas, 
engenheiros 
ambientais.
Inteligência 
Existencial
Capacidade de entender 
e ponderar as questões 
fundamentais da 
existência humano.
Exemplos: líderes 
espirituais, pensadores 
filosóficos (ainda sob 
estudo, possível uma 
inteligência).
Inteligência 
Emocional
É uma idéia com grande 
potencial da aplicação no campo 
da administração das 
organizações, sendo de grande 
utilidade em todos os aspectos 
da sociedade humana.
O sucesso ou fracasso, da escola 
às profissões, da família às 
empresas, depende tanto ou 
mais da inteligência emocional 
quanto da inteligência clássica do 
Quociente de Inteligência.
Principal autor e defensor da 
tese: Daniel Goleman (1995).
O teste de Marshmallow
• Crianças que esperaram o 
cientista por 15 a 20 
minutos para ganhar e 
marshmallows, 
acompanhadas entre os 12 
e 16 anos de idade, 
apresentavam-se mais 
eficazes nas relações 
humanas, autoconfiantes, 
capazes de lidar com 
frustrações.
Emoção
• Motivação
• Significa impulso, 
movimento.
• Daniel Goleman define 
como os pensamentos, 
estados psicológicos, 
biológicos e uma certa 
gama de propensões a agir, 
associados a um 
sentimento.
Ira, anger Raiva, fúria, ódio, ressentimento, exasperação, 
indignação, animosidade, irritação, irritabilidade, 
hostilidade. No extremo: ódio patológico e 
violência.
Tristeza, sadness Lamentação, melancolia, autocomiseração, solidão, 
desalento, consternação, desespero. No extremo: 
depressão severa.
Medo, fear Ansiedade, temor, apreensão, nervosismo, 
inquietação, susto, preocupação, terror. No 
extremo: psicopatologia, fobia e pânico.
Alegria, enjoyment Felicidade, alívio, contentamento, prazer, júbilo, 
divertimento, gratificação, satisfação, euforia, 
êxtase. No extremo: obsessão.
Amor, love Aceitação, amizade, atração, gosto, confiança, 
afinidade, dedicação, devoção, culto, adoração. No 
extremo: deslubramento e paixão obcecada.
Surpresa, surprise Choque, espanto, assombro, admiração, 
maravilhamento.
Rejeição, disgust Desdém, antipatia, aversão, repulsa, repugnância
Vergonha, shame Culpa,desgosto, aflição, embaraço, remorso, 
humilhação, mortificação, contrição
As 
principais 
emoções. 
Adaptado 
de 
GOLEMAN, 
Daniel 
(1995)
Ingredientes 
da 
Inteligência 
Emocional
• Segundo Goleman os cinco ingredientes 
da inteligência emocional e seu 
significado são:
1. Autoconhecimento
2. Autocontrole
3. Automotivação
4. Empatia
5. Habilidades interpessoais
Gardner e Goleman dizem que as pessoas 
podem ser “emocionalmente 
alfabetizadas” e educadas para lidar 
com suas emoções e seu 
comportamento.
Personalidade
• É um conceito dinâmico que procura 
descrever o crescimento e 
desenvolvimento do sistema 
psicológico individual como um todo.
• De acordo com Adrian Furnham (1992), 
o conceito de personalidade “abrange 
todos os traços de comportamento e 
características fundamentais de uma 
pessoa (ou de pessoas de forma geral) 
que permanecem com a passagem do 
tempo, e que explicam as reações às 
situações do dia-a-dia. Os traços de 
personalidade explicam como e porque 
as pessoas funcionam”.
Autoconhecimento
Self-awareness
• Capacidade de reconhecer o sentimento no momento de sua 
ocorrência;
•Compreensão das próprias emoções, forças, fraquezas, 
necessidades e impulsos;
•Compreensão dos próprios valores e objetivos;
•As pessoas como seus sentimentos afetam a si próprias, os 
outros e seu desempenho profissional.
Autocontrole
Self-regulation
• Manejo das emoções, com base no autoconhecimento.
•Envolve a capacidade de postegar o recebimento de 
recompensas.
•Equivale a uma conversação interior que controla as emoções 
e coloca-as a serviço de objetivos úteis.
•Envolve a capacidade de fazer avaliações de outras pessoas 
que apresentam desempenho negativo, sem se deixar dominar 
por emoções negativas.
•As pessoas com alto grau de autocontrole emocional são 
capazes de superar mais facilmente as dificuldades da vida.
Principais componentes da inteligência emocional. Adaptada de GOLEMAN, 
Daniel (1995).
Automotivação
Self-motivation
• Impulso interior para a realização;
•Realização motivada pela satisfação 
interior, não por incentivos exteriores;
•Busca da superação de si próprio;
•As pessoas automotivadas conseguem 
ser altamente produtivas e eficazes no 
que se propõem fazer.
Empatia
Empathy
• Capacidade de reconhecer as emoções 
alheias e considerá-las no processo de 
tomar decisões de forma inteligente.
•Capacidade de entender as necessidades 
e interesses de outras pessoas.
•Habilidade fundamental em profissões 
como magistério, vendas, administração e 
serviços pessoais.
•Não significa procurar ficar de bem com 
todo mundo.
Principais componentes da inteligência emocional. Adaptada de 
GOLEMAN, Daniel (1995).
Habilidades interpessoais
Social skills
• Eficácia no relacionamento com outros.
• Compreende diversas competências: demonstrar 
emoções de forma apropriada, entender o efeito 
das próprias emoções sobre os outros, contagiar os 
outros com emoções positivas, organizar grupos, 
negociar soluções, responder da forma apropriada 
às emoções alheias, detectar e entender emoções 
alheias.
•Falta desta habilidade produz arrogância, teimosia 
e insensibilidade.
•Arte de relacionar-se positivamente com outros.
Principais componentes da inteligência emocional. Adaptada de GOLEMAN, 
Daniel (1995).
Tipos Psicológicos de Carl Gustav Jung 
(1875 a 1961)
• Discípulo de Freud.
• Propôs a existência 
de tipos psicológicos 
que se baseiam em 
quatro dimensões 
bipolares da 
personalidade.
Primeira fileira:Sigmund Freud, Stanley 
Hall, Carl Gustav Jung; segunda fileira: 
Abraham Brill, Ernest Jones, Sandor
Ferenczi. Universidade de Clark, 
Massachusetts, Estados Unidos da 
América, Setembro de 1909
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Stanley_Hall&action=edit&redlink=1
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Abraham_Brill&action=edit&redlink=1
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ernest_Jones&action=edit&redlink=1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sandor_Ferenczi
http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Universidade_de_Clark&action=edit&redlink=1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massachusetts
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica
http://pt.wikipedia.org/wiki/1909
Extroversão (E)
Atenção preferencial ao 
mundo exterior
Introversão (I)
Atenção preferencial ao mundo 
interior
Sensação (S)
Preferência por informação 
concreta e detalhes
Intuição (N)
Preferência por informação 
abstrata e visão de conjunto
Pensamento (T)
Sentimento (F)
Considerações de ordem 
pessoal, atenção aos fatores 
pessoais
Dimensões Bipolares da 
Personalidade
Julgamento (J):
Preferência por tomar 
decisões em lugar de 
buscar informações
Percepção (P):
Preferência por buscar 
informações em lugar de 
tomar decisões 
imediatas
Combinações 
de 
dimensões 
junguianas
Os pólos de cada uma das 
quatro dimensões indicam 
preferências e facilidade para 
realizar determinadas 
atividades.
A sombra é o potencial 
menor que é preciso ativar e 
desenvolver quando os 
problemas exigem aptidões 
diferentes daquelas que as 
preferências escolheriam.
Retomada 
dos 
objetivos
Compreender as diferenças relativas aos 
seres humanos
Analisar as implicações dessas 
diferenças no convívio social
Analisar as características que fazem as 
pessoas singulares
Explicar o efeito das características 
individuais sobre o comportamento 
humano e o desempenho das pessoas.
Bibliografia
• MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria 
Geral da Administração. Da Revolução Urbana 
à Revolução Digital. 6.ed. São Paulo: Atlas, 
2006.
• www.google.br/imagens

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