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Leia o texto a seguir para responder às questões 4 e 5.
Internet
Leio e ouço nos principais meios de comunicação que a nova onda dos candi-
datos às eleições de 2010 é tuitar. Os internautas de plantão devem ficar, como 
se diz na gíria do mundo virtual, "espertos, ligados, antenados". Pois muitos destes 
que agora estão a tuitar, depois de eleitos vão "roubar, desviar, enrolar", ou seja, 
"corruptar". Então vamos identificá-los, colocar na rede e depois "deletar" nas 
urnas. 
W. L. F. (Florianópolis, SC). Folha de S.Paulo. Painel do leitor, 25 abr. 2010. 
 4. O autor da carta faz uso do verbo tuitar, bastante utilizado em contex-
tos específicos, para destacar uma prática adotada pelos candidatos 
às eleições de 2010. Como esse verbo foi criado?
a) O autor da carta cria um outro verbo a partir do mesmo processo 
usado para a formação de tuitar. Identifique esse verbo. 
b) Que outro verbo, já existente em português, poderia ter sido usado 
em lugar do que foi criado pelo autor da carta? 
c) Por que o autor teria optado por criar um novo verbo em vez de usar 
um já existente?
 5. O verbo tuitar está ligado ao universo da internet. Identifique, no 
texto, outro verbo associado a esse universo. 
a) Com que significado esse verbo é usado normalmente?
b) Considerando o título e o assunto tratado na carta, explique por que 
esse verbo ganha um novo sentido. 
 Leia a tira a seguir para responder à questão 6.
DAVIS, Jim. Garfield está de dieta. Porto Alegre: L&PM, 2010. p. 58.
 6. Descreva a situação retratada na tira.
a) Por que John usou o verbo no passado ao se dirigir a Garfield?
b) O pensamento de Garfield é fundamental para a criação de um efeito 
de humor. Explique por quê.
 Leia o texto abaixo para responder às questões de 7 a 9.
O beijo no escuro
Tudo aconteceu, concluiu ela depois, porque era uma executiva de-
dicada, que não hesitava em ficar até altas horas da noite no escritório. 
Não era a única, naturalmente. Muitos faziam o mesmo, e isso também 
foi importante no incidente que viria a mudar a sua vida.
GARFIELD Jim Davis
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Era muito tarde quando ela, finalmente, encerrou o trabalho. Com 
um suspiro, desligou o computador, arrumou-se um pouco, apagou as 
luzes, saiu e dirigiu-se devagar para o elevador. Não tinha motivos para 
pressa. [...]
O elevador chegou. Seis pessoas estavam lá dentro, seis execu-
tivos como ela, os seis com suas pastas, os seis com ar fatigado. 
Nenhum deles era conhecido. Ela entrou, a porta se fechou, a descida 
começou — e aí veio o blecaute. Completo: a lâmpada de segurança 
do elevador não funcionava. E ninguém tinha isqueiros ou fósforos. 
[...] Depois fez-se silêncio, o pesado e tenso silêncio comum nesses 
momentos.
E foi nesse silêncio, nessa escuridão, que alguém a beijou. Foi sur-
preendente; tão surpreendente que ela não reagiu. Mas não só por 
causa da surpresa. Por causa do beijo, também: um beijo tão ardente, 
tão apaixonado, que ela chegou a estremecer. Jamais alguém a beijara 
assim, jamais. [...]
SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano. São Paulo: 
l al p ra e
 7. Os verbos destacados no texto transcrito estão conjugados, predo-
minantemente, em dois tempos verbais. Quais são eles?
a) Transcreva os verbos que correspondem a cada um dos tempos 
verbais identificados por você.
b) Considerando o momento em que ocorreram os fatos relatados no 
texto, explique a escolha desses tempos verbais.
 8. “Muitos faziam o mesmo, e isso também foi importante no incidente que 
viria a mudar a sua vida.” Nesse período, os verbos destacados estão 
conjugados em tempos verbais diferentes. O que o uso de cada um deles 
indica a respeito das ações nomeadas pelos verbos em questão?
 9. Releia.
“E foi nesse silêncio, nessa escuridão, que alguém a beijou. 
Jamais alguém a beijara assim, jamais.”
a) A ação nomeada pelo verbo beijar está conjugada, no primeiro 
período, no pretérito perfeito do Indicativo. Em que tempo e modo 
está conjugada no segundo?
b) Explique por que, no contexto, o mesmo verbo foi conjugado em 
tempos distintos.
 10. Apresentamos, no trecho transcrito a seguir, também extraído do texto 
de Moacyr Scliar, algumas formas verbais no Infinitivo. Sua tarefa 
será conjugar os verbos identificados entre parênteses, utilizando os 
tempos verbais adequados. Considere, no momento de flexioná-los, 
a relação temporal que devem manter com os verbos que aparecem 
destacados.
Ela foi	para	casa,	ali	perto.	*	 (Morar)	no	primeiro	andar.	*	 (Entrar)	 sem	
dificuldade,	*	(deitar-se),	vestida,	e	*	(ficar)	ali,	no	escuro,	soluçando baixinho. 
Soluçando de paixão, da paixão adormecida que o beijo nela despertara. Paixão 
por	alguém	que	não	*	(conhecer),	e	que	não	*	(ter)	como	identificar.
Só lhe resta esperar pelo próximo blecaute. [...]
SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano a l l al p ra e
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Usos dos tempos verbais
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ar a s r e de a e e s ass ad s a d ere es e s 
 e p ara e s le res s a s ar s a e e s e 
rela l s e re s da e al e se a e s da le 
de e p d s ver s serve
1580
Buenos Aires
Os fundadores
Há cerca de meio século, um capitão espanhol se fez ao mar, em Sevilha, 
rumo a estas costas sem fama. Gastou na expedição toda a fortuna que tinha 
feito no saqueio a Roma.
Aqui fundou uma cidade, um forte rodeado de ranchos, e daqui perseguiu, 
rio acima, a serra da prata e o misterioso lago onde dorme o sol.
Dez anos antes, Sebastián Gaboto tinha buscado os tesouros do rei Salo-
mão remontando este rio da Prata inocente de seu nome, que só tem barro em 
uma margem e areia na outra e conduz a outros rios que conduzem à selva.
Pouco durou a cidade de dom Pedro de Mendoza. Enquanto seus soldados 
se comiam entre si, loucos de fome, o capitão lia Virgílio e Erasmo e pronun-
ciava frases para a imortalidade. Em pouco tempo, desvanecida a esperança 
de outro Peru, quis voltar à Espanha. Não chegou vivo. Depois veio Alonso 
Cabrera, que incendiou Buenos Aires em nome do rei. Ele, sim, pôde regressar 
à Espanha. Lá matou a mulher e terminou seus dias em um manicômio.
Juan de Garay chega agora de Assunção. Santa Maria de Buenos Aires 
nasce de novo. Acompanham Garay uns quantos paraguaios, filhos de 
conquistadores, que receberam de suas mães guaranis o primeiro leite e a 
língua indígena que falam.
A espada de Garay, cravada nesta terra, desenha a sombra da cruz. Ti-
ritam de frio e medo os fundadores. A brisa arranca uma música que range 
nas copas das árvores e mais além, nos campos infinitos, silenciosos espiam 
os índios e os fantasmas.
GALEANO d ard Memória do fogo 1 s as e s rad de r 
ep e de a e r a e erra p 
 es r r r a d ard alea es reve a s r e de arra vas 
r as e v de ar a s r a da r a a a
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r para al a ar e e de a r apr a e re le r 
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e s res a r a s d presente histórico da d a pres-
s de e s a e e s es se dese r la d e da 
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gastou, fundou, perseguiu 
de a a e e sde 
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rela a passad a s 
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p s a d pretérito mais- 
-que-perfeito tinha feito, 
tinha buscado 
O presente l ad e 
passa e s a s des r vas 
para r d r ara er s -
as da a re a l al dorme, 
tem, conduz, conduzem 
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p r a e ar ar a d e-
re a e re a e e s 
e se repe e passad 
comiam, lia, pronunciava 
e r s e es pas-
sad s a rr a 
p al a durou, quis, 
chegou , veio , incendiou , 
matou, terminou ssa d s-
 e a p r e d s 
d s d s pre r s d d 
d a v imperfeito para 
d ar re rr a passa-
d e perfeito para ear 
a es p a s 
s d s l s par -
ra s presente histórico 
chega , nasce , acompa-
nham, falam, desenha, tiri-
tam, arranca, range, espiam 
apare e l ad para apr -
ar d le r a s a -
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d a a da a da da de 
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 re er a e a a a 
ara er s a d s l s 
d s s ad res apare-
e pretérito imperfeito 
receberam p r e esse 
as se ra a de apr -
ar a e e d 
le r as s de r d r 
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