Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Neonatologia
Profª Leydiane Almeida
Teste do Pezinho
Exame gratuito e obrigatório, feito a partir da coleta de
sangue (calcanhar do bebê ou periférico) que permite
identificar doenças graves que não apresentam sintomas no
nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem causar
sérios danos à saúde, inclusive retardo mental grave e
irreversível, bem como a morte.
Deve ser realizados entre o 3º e o 5º dia de vida.
Doenças detectadas
Fenilcetonúria
● Doença genética em que a criança não tem a enzima fenilalanina 
hidroxilase, que promove o metabolismo do aminoácido fenilalanina 
existente em todas as formas de proteína (carne, leite, ovos, etc.). 
Com isso, a fenilalanina se acumula no sangue e em todos os 
tecidos, provocando lesões graves e irreversíveis no sistema nervoso 
central, inclusive o retardo mental.
Hipotireoidismo congênito
● É um distúrbio causado pela insuficiência de hormônios da tireóide. 
A falta de tiroxina pode provocar retardo mental e o 
comprometimento do desenvolvimento físico.
Anemia falciforme
● É um problema genético que causa alteração na forma das células 
vermelhas do sangue (que assumem forma semelhante a foices), 
prejudicando o transporte de oxigênio para várias partes do corpo, 
podendo provocar atrasos no desenvolvimento da criança, dores e 
infecções generalizadas. A anemia falciforme não tem cura.
Fibrose cística
● É uma doença genética, também conhecida como mucoviscidose, que 
causa mau funcionamento do transporte de cloro e sódio nas 
membranas celulares. Esta alteração faz com que se produza um 
muco espesso nos brônquios e nos pulmões, facilitando infecções de 
repetição e causando problemas respiratórios e digestivos.
Hiperplasia adrenal congênita
● a doença genética faz com que a criança tenha mau funcionamento 
das glândula suprarrenais, prejudicando produção de alguns 
hormônios essenciais para o corpo como cortisol e aldosterona, o 
que pode provocar crescimento excessivo, puberdade precoce ou 
outros problemas físicos.
Deficiência da biotinidase
● doença genética em que o organismo não é capaz de obter a enzima 
biotinidase, responsável pela absorção e regeneração orgânica da 
biotina, uma vitamina existente nos alimentos que compõem uma 
dieta normal. Esta vitamina é indispensável para a atividade de 
diversas enzimas. O quadro mais severo é marcado por convulsões, 
retardo mental e lesões de pele.
Instruções de coleta
● É necessário escolher um local 
adequado para a punção, devendo 
ser numa das laterais da região 
plantar do calcanhar, local com pouca 
possibilidade de atingir o osso. 
Segurando o pé e o tornozelo da 
criança, envolvendo com o dedo 
indicador e o polegar todo o 
calcanhar, de forma a imobilizar, mas 
evitando prender a circulação. A 
punção só deverá ser realizada após a 
assepsia e secagem completa do 
álcool.
● Caso ocorra uma interrupção no sangramento, é recomendável fazer a troca 
de círculo do papel-filtro e massagear novamente a região do calcanhar, 
passar um algodão ou gaze com firmeza no mesmo local da punção para 
retirar o tampão de fibrina e plaquetas que se formou com o processo 
fisiológico de coagulação, ativando novamente a circulação. Caso esse 
artifício não mostre efeito, tentar nova punção, no mesmo local da punção 
anterior. Isso irá aumentar a área da lesão e consequentemente favorecer o 
aumento do fluxo de sangue. Puncionar o outro pé quando essas alternativas 
não obtiverem êxito para a obtenção da quantidade de sangue necessária 
para a finalização da coleta naquele recém-nascido.
Cuidados importantes
● • “Importante deixar o sangue fluir naturalmente após puncionar e de 
maneira homogênea pelo papel-filtro, evitando concentração de sangue. 
Não permita que ele coagule nem no papel-filtro nem no pé do bebê. Só 
desencoste o papel-filtro do pé quando o círculo estiver todo preenchido”.
• “Não é necessário que os limites do sangue coincidam com os limites dos 
círculos impressos no papel-filtro. Os limites estabelecidos servem de guia 
para a quantidade de material necessária à realização dos testes e também 
para se evitar a supersaturação de sangue no papel-filtro (encharcado, 
empapado), o que inviabilizaria a amostra”.
• “Jamais retorne um círculo já coletado no local do sangramento para 
completar áreas mal preenchidas. A superposição de camadas de sangue 
interfere nos resultados dos testes”.
Observações: convocação para recoleta
● Em casos de Transfusão (SIM), para diagnóstico das 
hemoglobinopatias, será necessário uma 2ª coleta após 90 dias da 
última transfusão;
● Uso de corticoide no último trimestre de gravidez também será 
necessária uma nova coleta entre o 15º ao 29º dia de vida do RN;
● Diferentes situações podem gerar casos de reconvocações 
(transfusão sanguinea, problemas técnicos, uso de corticoide na 
gestação, material insuficiente, suspeita de doença). A maioria das 
reconvocações possui caráter urgente. Seguir as orientações 
indicadas no laudo em cada caso.
Patologias em 
Recém-Nascidos
Doença Hemolítica Perinatal – Eritroblastose fetal
Compatibilidade sanguínea é indispensável não apenas para 
transfusões, mas também é essencial no período da gravidez.
Conhecida como Eritroblastose Fetal, a Doença Hemolítica 
Perinatal (DHPN) se manifesta quando mãe e bebê possuem 
sangue incompatíveis. Nesses casos, se faz necessária a adoção 
de uma série de medidas para evitar complicações que vão desde 
a anemia até o aborto.
Doença Hemolítica Perinatal
É caracterizada pela destruição das hemácias fetais por anticorpos maternos, 
que são produzidos a partir do primeiro estímulo em uma gestação anterior ou 
transfusão anterior à gestação em curso. Na gestação anterior a mulher produz 
os anticorpos IgM, e na gestação seguinte produz anticorpos IgG que passa pela 
barreira placentária para o feto, uma vez que este apresenta nas suas hemácias 
antígenos diferentes dos antígenos da mãe, que são os antígenos que a criança 
herdou do pai.
Incompatibilidade Rh
Como a doença começa no útero, o feto tenta compensar a hemólise progressiva 
acelerando o ritmo da eritropoiese. Em decorrência disso, hemácias imaturas 
(eritoblastos) surgem na circulação fetal – daí o termo eritoblastose fetal.
Incompatibilidade ABO
● A doença hemolítica também pode ocorrer quando os principais 
antígenos sanguíneos do feto são diferentes daqueles da mãe. Os 
principais grupos sanguíneos são A, B, AB e O. A incompatibilidade 
mais comum nesse grupo sanguíneo no recém-nascido é entre uma 
mãe com grupo sanguíneo O e um recém-nascido com grupo 
sanguíneo A ou B.
● Embora a doença hemolítica do recém-nascido por incompatibilidade 
ABO seja mais freqüente que aquela causada por incompatibilidade 
Rh, a incompatibilidade ABO costuma ser menos grave e não se 
encontra associada à morte fetal e neonatal nem às sequelas 
significativas observadas na doença hemolítica Rh.
Prevenção
● Identificar se a mãe é Rh negativo e se o pai tem Rh positivo;
● Ao conhecer o risco da mãe ser sensibilizada pelo sangue positivo, 
evitar a produção de anticorpos com a oferta da imunoglobulina anti
Rh ou anti-D;
● A administração deve ocorrer entre a 28ª semana e até em 72 horas 
após o nascimento do bebê Rh positivo.
Manifestações clínicas
• Anemia intensa;
• icterícia;
• ascite;
• anasarca;
• hepatomegalia;
• aumento do baço esplenomegalia.
Diagnóstico
O diagnóstico pode ser feito pela tipagem sanguínea da mãe e do pai 
precocemente e durante a gestação o teste de Coombs que utiliza anti-
corpo humano pode detectar se está havendo a produção de anticorpos 
pela mãe.
Tratamento do recém-nascido afetado
Objetivo: prevenção de morte fetal intra-uterina e prevenção da 
encefalopatia por hiperbilirrubinemia do recém-nascido.
➢ Exsanguineotransfusão
Usa-se neste caso sangue Rh(-), pois este tipo, não tendo o antígeno, 
não é destruído pelos anticorpos presentes no recém-nascido. O sangue 
do recém-nascido é retirado em pequenas quantidades (em geral 5 a 10 
ml por vez) e substituídopor sangue compatível.
A transfusão de sangue intra-uterina e até mesmo a antecipação do 
parto são adotados em casos mais graves. Após o nascimento, o bebê 
passa pela fototerapia para eliminar a bilirrubina existente no 
organismo, ou até mesmo pela troca do sangue.
Icterícia Neonatal
A icterícia é um achado comum no 
período neonatal e corresponde à 
expressão clínica da 
hiperbilirrubinemia. Na maioria das 
vezes é benigna, mas em virtude do 
potencial de toxicidade da bilirrubina 
em concentrações elevadas, os 
recém-nascidos (RN) devem ser 
monitorados a fim de prevenir o 
quadro de encefalopatia bilirrubínica
ou kernicterus.
Causas
● As causas da icterícia são diversas, entre elas, estão a 
prematuridade, a oferta inadequada de leite materno, diabetes 
materno, predisposição genética e a incompatibilidade 
sanguínea entre mãe e filho, quando um tem fator RH positivo e o 
outro negativo.
Metabolismo da Bilirrubina
● A dosagem é importante porque 
existem dois tipos de icterícia: a 
fisiológica, em que o tratamento 
não é necessário e é a mais 
comum; e a patológica, quando o 
bebê precisa de fototerapia, pois 
traz riscos à saúde.
● A icterícia, normalmente, 
manifesta-se entre o terceiro e 
quinto dia de vida do recém-
nascido, mas também pode 
acontecer já no primeiro dia, 
sendo classificada como precoce. 
Independentemente do tempo, 
a assistência médica é 
fundamental.
Diagnóstico
➢ Exame físico 
A icterícia pode ser visualmente detectada através da digitopressão na 
pele do RN e percebida com níveis de BT maior que 4-8 mg/dl, porém a 
impressão visual não guarda relação estreita com o nível sérico de 
bilirrubina. A icterícia apresenta progressão craniocaudal e níveis mais 
elevados de bilirrubina estão associados à icterícia abaixo dos joelhos. 
➢ Mensuração da bilirrubina transcutânea
Forma não invasiva de estimar os níveis séricos de bilirrubina através do 
bilirrubinômetro.
A "medida" transcutânea de bilirrubina em substituição a sua dosagem 
sérica é, certamente, o modo mais adequado de evitar coleta de sangue 
desnecessária para sua avaliação, já que a icterícia é, de um modo geral, 
o achado de maior frequência entre os recém-nascidos.
➢ Mensuração da bilirrubina sérica
Dosagem de bilirrubina sérica para confirmar o aumento dos níveis de 
bilirrubina evidenciados através do BTc ou da avaliação visual. 
A hiperbilirrubinemia pode ser classificada como indireta, diagnosticada 
com níveis de BI maiores que 1,5 mg/dl, ou direta, determinada pelo 
valor da BD maior que 2,0 mg/dl, desde que represente mais que 15% 
do valor de BT.
Diagnóstico etiológico
➢ A investigação etiológica da hiperbilirrubinemia através de exames 
laboratoriais deve ser feita nos RNs que apresentam icterícia nas 
primeiras 24 horas de vida ou valores de BT maiores que 15 mg/dl, 
independentemente da idade pós-natal. 
Diagnóstico diferencial
➢ Icterícia fisiológica
Icterícia de origem benigna que ocorre em 25-60% dos RN, sem 
alteração no metabolismo da bilirrubina. No RN a termo a 
hiperbilirrubinemia pode atingir valores de 12-15 mg/dl entre o 3º e o 
5º dia de vida e nos pré-termos, o pico é de até 12-17 mg/dl entre o 5º e 
o 7º dia. A hiperbilirrubinemia fisiológica costuma regredir em uma 
semana nos RN a termo e até o 10º dia de vida nos prematuros. 
➢ Icterícia ligada à amamentação
Icterícia por baixo aporte de leite, levando ao aumento da circulação 
entero-hepática de bilirrubina. Ocorre em até 13% dos RN em 
aleitamento materno exclusivo, com pico de hiperbilirrubinemia maior 
que 12 mg/dl.
➢ Icterícia pelo leite humano
Icterícia que ocorre em 2-4% dos RN por uma provável interferência de 
fatores presentes no leite materno com o processo de conjugação da 
bilirrubina. A hiperbilirrubinemia pode atingir um pico de 20 mg/dl por 
volta do 14º dia de vida, com redução gradual em até 12 semanas.
Em certos casos, intervenção médica se fará necessária.
➢ Icterícia patológica
Icterícia que ocorre por sobrecarga de bilirrubina no hepatócito, 
deficiência/inibição da conjugação da bilirrubina ou colestase . 
Frequentemente, a bilirrubina sérica já atinge nível maior que 12 mg/dl 
nas primeiras 24 horas de vida.
Etiologia da hiperbilirrubinemia patológica
➢ Hiperbilirrubinemia indireta
• Sobrecarga de bilirrubina ao hepatócito: 
o Doenças hemolíticas – incompatibilidade Rh e ABO
o infecções bacterianas (sepse, infecção urinária) ou virais 
o Coleções sanguíneas extravasculares – hemorragia intracraniana, 
pulmonar ou gastrointestinal, cefalohematoma ou equimose 
o Policitemia – prematuridade, RN PIG, RN de mãe diabética, transfusão 
feto-fetal.
o Circulação êntero-hepática aumentada de bilirrubina – estenose 
hipertrófica de piloro 
o Deficiência ou inibição da conjugação de bilirrubina: Hipotireoidismo 
congênito Síndrome de Gilbert
● Deficiência ou inibição da conjugação de bilirrubina: 
○ Hipotireoidismo congênito
○ Síndrome de Gilbert
➢ Hiperbilirrubinemia direta
• Colestase neonatal: 
o Hepatite neonatal 
o Atresia biliar
o Infecções congênitas (STORCH) 
o Erros inatos do metabolismo 
Tratamento
● Hiperbilirrubinemia indireta 
O tratamento da hiperbilirrubinemia indireta, quando necessário, pode ser 
realizado através de fototerapia ou exsanguineotransfusão. A fototerapia é o 
tratamento mais prescrito na primeira semana de vida de um neonato e resulta 
na fotoisomerização da bilirrubina, fazendo com que esta deixe de ser 
lipossolúvel, e também tornando mais fácil seu transporte até o intestino para 
ser excretada. 
● Hiperbilirrubinemia direta
O tratamento da hiperbilirrubinemia direta deve ser realizado de acordo com sua 
etiologia.
Fototerapia
Uso da luz para fotoisomerizar bilirrubina não conjugada, transformando-a em 
formas mais hidrossolúveis e que possam ser excretadas rapidamente pelo 
fígado.
Para lactentes nascidos ≥ 35 semanas de gestação, a fototerapia é uma opção quando a bilirrubina 
não conjugada for > 12 mg/dL (> 205,2 micromol/L) e pode ser indicada quando a bilirrubina não 
conjugada for > 15 mg/dL (257 micromol/L) em 25 a 48 horas, 18 mg/dL (308 micromol/L) em 49 a 72 
horas e 20 mg/dL (342 micromol/L) em > 72 horas (Risco de hiperbilirrubinemia em neonatos). A 
fototerapia não é indicada na hiperbilirrubinemia conjugada.
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/pediatria/dist%C3%BArbios-metab%C3%B3licos,-eletrol%C3%ADticos-e-t%C3%B3xicos-em-rec%C3%A9m-nascidos/hiperbilirrubinemia-neonatal#v52169787_pt
Exsanguineotransfusão
Complicações
➢ Encefalopatia bilirrubínica aguda 
Manifestação neurológica aguda e eventualmente reversível, secundária à 
toxicidade da bilirrubina no sistema nervoso central nas primeiras semanas após 
o nascimento. Inicialmente, o RN apresenta-se letárgico, hipotônico e com 
dificuldade de sucção, evoluindo com irritabilidade, hipertermia, choro agudo e 
hipertonia extensora de pescoço e tronco, podendo progredir para apneia, 
convulsões, coma e morte
➢ Kernicterus
Forma crônica e permanente da encefalopatia bilirrubínica. O RN 
desenvolve paralisia cerebral atetoide, neuropatia auditiva, displasia 
dentária, e ocasionalmente, deficiência mental.
Prevenção da encefalopatia bilirrubinica
● Promoção do aleitamento materno;
● avaliação da icterícia nas primeiras 24h de vida;
● reconhecimento dos RN com maior risco de desenvolvimento de 
hiperbilirrubinemia;
● reavaliação do RN 24 a 72 horas após a alta de acordo com a zona 
de risco;
● tratamento adequado com fototerapia ou exsanguineotransfusão
quando indicado.
Fatores de risco para hiperbilirrubinemia
● Icterícia nas primeiras 24 horas de vida 
● Incompatibilidade sanguínea com coombs direto positivo 
● Prematuridade (IG < 37 semanas) 
● Irmão que necessitou fototerapia 
● Cefalohematoma ou equimoses 
● Aleitamento materno exclusivo com dificuldade de amamentação ou 
perda de peso maior que 7% 
● BT na zona de alto risco ou risco intermediário superior
Exercícios de fixação
1 – Quando deve ser realizado o testedo pezinho
2 – Quais as doenças detectadas no teste do pezinho?
3 – O que é a DHPN?
4 – Quais são as complicações da DHPN?
5 – O que é Icterícia neonatal?
6 – Cite 3 causas da icterícia neonatal, como é feito o diagnóstico?
7 - Qual é o tratamento para hiperbilirrubinemia e quais as complicações?
Referências
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção 
Especializada e Temática. Triagem neonatal biológica: manual técnico / Ministério da Saúde, 
Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada e Temática. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf
Doença Hemolítica do Recém-nascido
Disponível em: https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/biblioteca-
digital/imunohematologia/16-Doenca-hemolitica-do-recem-nascido.pdf
Icterícia Neonatal
Disponível em: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/04/882381/ictericia-neonatal.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf
https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/04/882381/ictericia-neonatal.pdf
https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/04/882381/ictericia-neonatal.pdf
	Slide 1: Neonatologia
	Slide 2: Teste do Pezinho
	Slide 3: Doenças detectadas
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6: Instruções de coleta
	Slide 7
	Slide 8: Cuidados importantes
	Slide 9
	Slide 10: Observações: convocação para recoleta
	Slide 11
	Slide 12: Doença Hemolítica Perinatal – Eritroblastose fetal
	Slide 13: Doença Hemolítica Perinatal
	Slide 14: Incompatibilidade Rh
	Slide 15: Incompatibilidade ABO
	Slide 16: Prevenção
	Slide 17: Manifestações clínicas
	Slide 18: Diagnóstico
	Slide 19: Tratamento do recém-nascido afetado
	Slide 20: Icterícia Neonatal
	Slide 21: Causas
	Slide 22: Metabolismo da Bilirrubina
	Slide 23
	Slide 24: Diagnóstico
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27: Diagnóstico etiológico
	Slide 28: Diagnóstico diferencial
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31: Etiologia da hiperbilirrubinemia patológica
	Slide 32
	Slide 33: Tratamento
	Slide 34: Fototerapia
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37: Complicações
	Slide 38
	Slide 39: Prevenção da encefalopatia bilirrubinica
	Slide 40: Fatores de risco para hiperbilirrubinemia
	Slide 41: Exercícios de fixação
	Slide 42: Referências

Mais conteúdos dessa disciplina