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Fís ica com Tr ovã o 1. (IME - 2011) Uma lente convergente de distância focal f situa-se entre o objeto A e a tela T, como mostra a figura abaixo. Sendo L a distância entre o objeto e a tela, considere as seguintes afirmativas: I) Se L > 4f, existem duas posições da lente separadas por uma distância , paraas quais é formada na tela uma imagem real. II) Se L < 4f, existe apenas uma posição da lente para a qual é formada na tela uma imagem real. III) Se L = 4f, existe apenas uma posição da lente para a qual é formada na tela uma imagem real. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): (a) I e II, apenas (b) I e III, apenas (c) II e III, apenas (d) I, II e III (e) III, apenas 2. (IME - 2011) Considere um meio estratificado em N camadas com índices de refração ni, como mostrado na figura acima, onde estão destacados os raios traçados por uma onda luminosa que os atravessa, assim como seus respectivos ângulos com as normais a cada interface. Se ni+1 = ni/2 para i=1,2,3,...N-1 e senθN=1024senθ1 , então N é igual a: OBSERVAÇÕES: A escala da figura não está associada aos dados. Admite-se que sempre ocorrerá a refração. (a) 5 (b) 6 (c) 9 (d) 10 (e) 11 3. (IME - 2011) Uma carga positiva está presa a um es- pelho plano. O espelho aproxima-se, sem rotação, com velocidade constante paralela ao eixo x, de uma carga negativa, pendurada no teto por um fio inextensível. No instante ilustrado na figura, a carga negativa se move no sentido oposto ao da carga positiva, com a mesma veloci- dade escalar do espelho. Determine, para esse instante: (a) as componentes x e y do vetor velocidade da imagem da carga negativa refletida no espelho; (b) as acelerações tangencial e centrípeta da carga neg- ativa; (c) as componentes x e y do vetor aceleração da imagem da carga negativa refletida no espelho. Dados: Ângulo entre o eixo x e o espelho: α; Ângulo entre o eixo x e o segmento de reta formado pelas cargas: β; Diferença entre as coordenadas y das cargas: d; Comprimento do fio: L; Velocidade escalar do espelho: v; Módulo das cargas elétricas: Q; Massa da carga negativa: m; Constante elétrica do meio: K. Fís ica com Tr ovã o 4. (IME - 2011) A Figura mostra dois raios luminosos r1 e r2, de mesma frequência e inicialmente com diferença de fase δ1, ambos incidindo perpendicularmente em uma das paredes de um reservatório que contém líquido. O reservatório possui uma fenda de comprimento h preenchida pelo líquido, na direção de r2. Determine o comprimento da fenda para que a diferença de fase me- dida no Detector D entre os raios seja δ2. DADOS: Índice de refração do líquido: n; Índice de refração da parede do reservatório: nR; Comprimento de onda dos raios luminosos no ar: λ. OBSERVAÇÃO: Considere o índice de refração da parede do reservatório maior que o índice de refração do líquido. 5. (IME - 2012) Num instante inicial, um espelho começa a girar em uma de suas extremidades, apoiada em P, com aceleração angular constante e valor inicial de θ = π/2. A trajetória que a imagem do objeto puntiforme parado em Q percorre até que a outra extremidade do espelho atinja o solo é um (a) (a) semicircunferência (b) arco de parábola (c) arco de senóide (d) arco de espiral (e) arco de elipse, sem se constituir em uma circunfer- ência 6. (IME - 2012)A figura apresenta o esquema de um telescópio refletor composto de: Um espelho esférico de Gauss com distância focal fE ; Um espelho plano inclinado 45° em relação ao eixo prin- cipal do espelho esférico e disposto a uma distância a do vértice do espelho esférico, sendo a < fE ; Uma lente ocular delgada convergente com distância focal fL, disposta a uma distância b do eixo do espelho esférico. Para que um objeto no infinito, cujos raios luminosos são oblíquos ao eixo óptico do espelho esférico, apresente uma imagem final focada nas condições usuais de observação (imagem da ocular no seu plano focal) o valor de b deve ser: (a) fL + fE - a (b) fE - fL - a (c) fLfE a (d) afE fL Fís ica com Tr ovã o (e) fL + afE fL 7. (IME - 2012) Uma luz com comprimento de onda λ in- cide obliquamente sobre duas fendas paralelas, separadas pela distância a. Após serem difratados, os feixes de luz que emergem das fendas sofrem interferência e seus máx- imos podem ser observados num anteparo, situado a uma distância d (d > >a) das fendas. Os valores de θ associ- ados aos máximos de intensidades no anteparo são dados por: (a) cosθ = nλ/a - cosα; n =...,-3,-2,-1,0,1,2,3,... (b) senθ = (2n+1)λ/a - senα; n =...,-3,-2,-1,0,1,2,3,... (c) senθ = nλ/a - senα; n =...,-3,-2,-1,0,1,2,3,... (d) cosθ = nλ/a - senα; n =...,-3,-2,-1,0,1,2,3,... (e) senθ = 2nλ/a - cosα; n =...,-3,-2,-1,0,1,2,3,... 8. (IME - 2012) A figura abaixo mostra a trajetória parabólica de um raio luminoso em um meio não homogê- neo. Determine o índice de refração n desse meio, que é uma função de y, sabendo que a trajetória do raio é descrita pela equação y = ax2, onde a > 0. DADOS: cotgθ = 2ax; n(0) = n0. OBSERVAÇÃO: P(x,y) é o ponto de tangência entre a reta t e a parábola. 9. (IME - 2012) A figura apresenta uma fonte de luz e um objeto com carga +q e massa m que penetram numa região sujeita a um campo elétrico E uniforme e sem a influên- cia da força da gravidade. No instante t = 0, suas ve- locidades horizontais iniciais são v e 2v, respectivamente. Determine: (a) o instante t em que o objeto se choca com o anteparo; (b) a equação da posição da sombra do objeto no an- teparo em função do tempo; (c) a velocidade máxima da sombra do objeto no an- teparo; (d) a equação da velocidade da sombra do objeto no an- teparo em função do tempo caso o campo elétrico esteja agindo horizontalmente da esquerda para a direita. 10. (IME - 2013) Um foguete de brinquedo voa na direção e sentido indicados na figura com velocidade constante v. Durante todo o voo, um par de espelhos, composto por um espelho fixo e um espelho giratório em torno do ponto A, faz com que um raio laser sempre atinja o foguete, como mostra a figura módulo da velocidade de rotação do espelho Fís ica com Tr ovã o (a) [vsen(θ)]/d (b) [vsen2(θ/2)]/d (c) [vsen2(θ)]/d (d) [vsen(θ)]/2d (e) [vsen2(θ)]/2d 11. (IME - 2013) Um objeto puntiforme encontra-se a uma distância L de sua imagem, localizada em uma tela, como mostra a figura abaixo. Faz-se o objeto executar um movi- mento circular uniforme de raio r (r < < L) com entro no eixo principal e em um plano paralelo à lente. A distância focal da lente é 3L/16 e a distância entre o objeto e a lente é x. A razão entre as velocidades escalares das imagens para os possíveis valores de x para os quais se forma uma imagem na posição da tela é: (a) 1 (b) 3 (c) 6 (d) 9 (e) 12 12. (IME - 2013) Um feixe de luz de intensidade I incide perpendicularmente em uma lâmina de vidro de espessura constante. A intensidade da onda transmitida do ar para o vidro e vice-versa é reduzida por um fator q (0 < q < 1). Ao chegar a cada interface de separação entre o ar e o vidro, a onda se divide em refletida e transmitida. A intensidade total da luz que atravessa o vidro, após sucessivas reflexões internas no vidro, é dada por: (a) q2I (b) qI 2− q2 (c) 2qI 1 + q (d) qI 2− q (e) 1 2q(1+q)I 13. (IME - 2013) Uma esfera de gelo de raio R flutua par- cialmente imersa em um copo com água, como mostra a figura abaixo. Com a finalidade de iluminar uma bolha de ar, também esférica, localizada no centro da esfera de gelo, utilizou-se um feixe luminoso de seção reta circular de área πR 2 100 m2 que incide verticalmente na esfera. Con- siderando que os raios mais externos do feixe refratado tangenciam a bolha conforme a figura, determine a massa específica do gelo. DADOS: Índice de refração do ar: 1,0 Índice de refração do gelo: 1,3 Massa específica do ar: 1,0 kg/m3 Massa específica da água: 103kg/m3 Volume da calota esférica: v = 2 · 10−2πR3 Fís ica com Tr ovã o 14. (IME - 2013) Um aparato óptico é constituído de uma tela de projeção e uma lente delgada convergente móvel guiada por trilhos e fixada em um dos ladospor duas molas, conforme ilustrado na figura. O aparato encontra- se imerso em um campo magnético uniforme B, ortogonal ao eixo óptico e às duas hastes condutoras de suporte da lente. Ao dispor-se um objeto luminoso na extremidade do aparato, com as molas relaxadas, verifica-se a formação de uma imagem nítida na tela de projeção de tamanho L1. Aplicando-se uma diferença de potencial constante entre as extremidades das hastes de suporte da lente através dos trilhos, observa-se a mudança na posição da lente, formando-se na tela de projeção uma nova imagem nítida, de tamanho L2 , sendo L2 > L1. Determine: (a) o tamanho do objeto luminoso; (b) a distância entre o objeto luminoso e a lente quando os trilhos não estão energizados; (c) o valor da ddp que faz formar a nova imagem nítida. DADOS: Intensidade do campo magnético: B Constante elástica de cada mola: k Distância focal da lente: f Comprimento de cada haste condutora: a Resistência elétrica de cada haste condutora: R OBSERVAÇÕES: Desconsidere a resistência elétrica do trilho e da fonte elétrica. Desconsidere a massa do conjunto móvel da lente e os atritos nos roletes. 15. (IME - 2014) Um espelho plano gira na velocidade an- gular constante ω em torno de um ponto fixo P, enquanto um objeto se move na velocidade v, de módulo constante, por uma trajetória não retilínea. Em um determinado in- stante, a uma distância d do ponto P, o objeto pode tomar um movimento em qualquer direção e sentido, conforme a figura acima, sempre mantendo constante a velocidade escalar v. A máxima e a mínima velocidades escalares da imagem do objeto gerada pelo espelho são, respectiva- mente (a) ωd + v e |ωd− v| (b) ωd + v e √ wd2 + v2 (c) √ wd2 + v2 e |ωd− v| (d) 2ωd + v e |2ωd− v| (e) 2ωd + v e √ 2wd2 + v2 16. (IME - 2014) Um banhista faz o lançamento horizontal de um objeto na velocidade igual a 5 √ 3 m/s em direção a uma piscina. Após tocar a superfície da água, o objeto submerge até o fundo da piscina em velocidade horizontal desprezível. Em seguida, o banhista observa esse objeto em um ângulo de 30° em relação ao horizonte. Admitindo- se que a altura de observação do banhista e do lançamento do objeto são iguais a 1,80 m em relação ao nível da água da piscina, a profundidade da piscina, em metros, é DADOS: Índice de refração do ar: nar = 1; Índice de refração da água: nágua = 5 √ 3/6 (a) 2 (b) 1,6 (c) 1,6 √ 3 (d) 2 √ 3 (e) √ 3 Fís ica com Tr ovã o 17. (IME - 2014) Um corpo luminoso encontra-se posi- cionado sobre o eixo óptico de uma lente esférica con- vergente de distância focal f, distando d do vértice da lente. Esse corpo se encontra sob a ação da gravidade e é lançado com velocidade v, formando um ângulo θ com a horizontal. Determine o ângulo de lançamento θ necessário para que a distância entre esse eixo e a imagem do corpo luminoso produzida pela lente varie linearmente com o tempo, até o instante anterior ao de seu retorno ao eixo óptico. DADOS: g = 10 m/s2; v = 4 m/s; f = 1,2 m; d = 2 m. 18. (IME - 2014) Um raio de luz monocromática incide per- pendicularmente no fundo transparente de um balde cilín- drico, inicialmente em repouso. Continuando a sua tra- jetória, o raio de luz atravessa a água a uma distância b do eixo z (eixo de simetria do balde) até ser transmitido para o ar, de acordo com a figura abaixo. Se o balde e a água giram em torno do eixo z a uma velocidade angular constante ω, calcule o menor valor de b para o qual a luz sofre reflexão total. DADOS: Índice de refração da água: n; Índice de refração do ar: 1; Raio do balde: R > b. 19. (IME - 2015) A figura abaixo mostra uma rampa AB no formato de um quarto de circunferência de centro O e raio r. Essa rampa está apoiada na interface de dois meios de índices de refração n1 e n2. Um corpo de dimensões de- sprezíveis é lançado do ponto A com velocidade escalar v0, desliza sem atrito pela rampa e desprende-se dela por efeito da gravidade. Nesse momento, o corpo emite um feixe de luz perpendicular à sua trajetória na rampa, que encontra a Base 2 a uma distância d do ponto P. Determine: (a) a altura relativa à Base 1 no momento em que o corpo se desprende da rampa, em função de v0; (b) o valor de v0 para que d seja igual a 0,75 m; (c) a faixa de valores que d pode assumir, variando-se v0. DADOS: Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2; Raio da rampa: |OA| = 2 m; Espessura do meio 2: h = 1 m; Índice de refração do meio 1: n1 = 1; Índice de refração do meio 2: n2 = 4/3. 20. (IME - 2016) A figura abaixo apresenta um desenho esquemático de um projetor de imagens, onde A é um espelho e B e C são lentes. Com relação aos elementos do aparelho e à imagem formada, pode-se afirmar que Fís ica com Tr ovã o (a) o espelho convexo A, colocado atrás da lâmpada, tem por finalidade aumentar a intensidade da luz que in- cide no objeto (filme). (b) o filamento da lâmpada deve situar-se no plano focal do espelho A, para que sua imagem real se forme nesse mesmo plano. (c) a imagem projetada na tela é virtual, invertida e maior. (d) a lente delgada C é convergente de borda delgada, possuindo índice de refração menor que o meio. (e) as lentes plano-convexas B poderiam ser substituídas por lentes de Fresnel, menos espessas, mais leves, proporcionando menor perda da energia luminosa. 21. (IME - 2016) Um raio luminoso atravessa um prisma de vidro de índice de refração n, imerso em água, com índice de refração nágua. Sabendo que tanto o ângulo α como o ângulo de incidência são pequenos, a razão entre o desvio angular ∆ e o α será (a) n nágua -1 (b) n nágua +1 (c) n nágua -1/2 (d) n nágua +1/2 (e) nágua n -1 22. (IME - 2016) Uma fenda é iluminada com luz monocromática cujo comprimento de onda é igual a 510 nm. Em um grande anteparo, capaz de refletir toda a luz que atravessa a fenda, são observados apenas cinco mínimos de intensidade de cada lado do máximo central. Sabendo que um dos mínimos encontra-se em θ , tal que sen(θ) = √ 3/4 e cos(θ) = 7/4, determine a largura da fenda. 23. (IME - 2016) A figura abaixo mostra uma fonte lumi- nosa e uma lente convergente, presas a molas idênticas, de massas desprezíveis e relaxadas. A fonte e a lente são colocadas em contato, provocando a mesma elongação nas três molas. Em seguida são soltas e movimentam-se sem atrito. Do instante inicial até o instante em que a fonte e a lente se encontram novamente, determine o tempo total em que a imagem formada é virtual. DADOS: Constante elástica das molas: k = 20 g/s2; Massa da fonte luminosa + suporte: 20 g; Massa da lente: 10 g; Elongação das molas no instante do contato: 10 cm; Distância focal da lente: 26,25 cm. 24. (IME - 2017) Uma partícula de massa m e com carga elétrica q entra em um campo magnético B, movimentando-se no plano da figura de forma a atingir frontalmente (direção x) um corpo de massa M fixo a uma Fís ica com Tr ovã o mola. O campo magnético é ortogonal ao plano da figura e é desligado em um determinado instante durante o movi- mento da partícula. A partícula colide com o corpo num choque perfeitamente inelástico, de forma a comprimir a mola que estava inicialmente relaxada. Uma lente, rep- resentada na figura, é utilizada para amplificar a imagem da mola, permitindo observar na tela a mola em sua com- pressão máxima decorrente do choque supracitado. De- termine: (a) O intervalo de tempo durante o qual o campo magnético permaneceu ligado após a entrada da partícula no campo magnético; (b) A intensidade do campo magnético; (c) A velocidade v da partícula ao entrar no campo mag- nético, em função dos demais parâmetros; (d) A deformação máxima da mola; (e) A distância C entre a mola e a lente, em função dos demais parâmetros. DADOS: Tamanho da imagem na tela da mola em sua máxima compressão: i = 9 mm; Distância entre a lente e a tela: D = 100 mm; Distância focal: f = 10 mm; Massa da partícula: m = 1 g; Massa do corpo inicialmente fixo à mola: M = 9 g; H = 10 m; Comprimento da mola relaxada: L = 11 mm; Carga da partícula: q = + 5 C; Constante elásticada mola: k = 40 N/mm. CONSIDERAÇÃO: O plano da figura é ortogonal ao vetor aceleração da gravi- dade. 25. (IME - 2017) A figura abaixo mostra um recipiente com paredes transparentes de espessuras desprezíveis. Esse re- cipiente contém um gás ideal hipotético e é fechado por um êmbolo opaco. Inicialmente, um corpo encontra-se apoiado sobre o êmbolo, em sua extremidade, mantendo todo o sistema em equilíbrio. Uma microcâmera, posi- cionada no ponto O (interior do recipiente) e direcionada para o ponto A, consegue filmar o ponto B no corpo. O corpo é, então, lançado com velocidade horizontal v e sem atrito. Após o lançamento do corpo, o gás se ex- pande até que o êmbolo atinja o equilíbrio novamente em um intervalo de tempo desprezível. A temperatura per- manece constante durante todo o fenômeno. Determine em quanto tempo, após o lançamento, o corpo voltará a ser filmado pela microcâmera. OBSERVAÇÃO: O êmbolo tem altura suficiente para permanecer vedando o recipiente durante toda a expansão do gás; Considere que o gás obedeça à lei de Gladstone-Dale, que diz que a relação entre seu índice de refração n e sua densidade ρ é constante e dada pela expressão: n-1/ρ DADOS: Altura inicial do ponto B: 90 cm; Altura do ponto A: 30 cm; Base do recipiente: Quadrado de lado 40 cm; Massa do corpo = Massa do êmbolo; Velocidade v: 1,5 m/s; Índice de refração do vácuo: 1,0; Aceleração da gravidade: 10 m/s2. 26. (IME - 2017) Uma partícula de carga + Q está presa a um espelho plano que se movimenta ortogonalmente ao plano xy. Em um instante t, onde 0 < t < 1/2 π, a interseção do espelho com o plano xy encontra-se na reta de equação y = sen(t) x + cos2(t). Sabe-se que a coordenada y da partícula vale sempre 1 e que toda a região está sujeita a um campo magnético de coordenadas (0,0,B). Determine: Fís ica com Tr ovã o (a) as coordenadas do vetor da força magnética sofrida pela partícula; (b) o cosseno do ângulo entre o vetor da força magnética e o plano do espelho; (c) as coordenadas do vetor da força magnética refletido no espelho. 27. (IME - 2018) Conforme a figura abaixo, duas lanter- nas muito potentes, cilíndricas, com diâmetro D = 4 cm, estão alinhadas no plano vertical. Ambas possuem lentes nas extremidades, cujos centros ópticos O estão alinhados verticalmente e cujas distâncias focais são f = 3 cm. Uma das lentes é convergente e a outra é divergente. Suas lâmpadas geram raios de luz horizontais, que encontram as lentes das respectivas lanternas e são projetados até um anteparo vertical. Sabendo que a distância entre os centros ópticos das duas lentes é y = 12 cm, a distância máxima x entre os centros ópticos das lentes O e o an- teparo, em centímetros, que faz com que a luz projetada pelas lanternas não se sobreponha é: (a) 6 (b) 9 (c) 12 (d) 15 (e) 18 28. (IME - 2018) A atmosfera densa de um planeta hipotético possui um índice de refração dependente das condições meteorológicas do local, tais como pressão, tem- peratura e umidade. Considere um modelo no qual a região da atmosfera é formada por k +1 camadas de índice de refração diferentes, n0, n1,..., nk , de 1 km de al- tura cada, onde o índice de refração decai 10% a cada quilômetro de aumento na altitude. Considerando so- mente os efeitos da reflexão e da refração na atmosfera, se um raio luminoso, proveniente de um laser muito potente for disparado da superfície do planeta, formando um ân- gulo de 60º com a tangente à superfície, verifique se este raio alcançará o espaço, e, em caso negativo, determine qual será a altitude máxima alcançada pelo raio. DADOS: O planeta é esférico com raio RP = 6.370 km; log10(9) = 0,95 e log10(2) = 0,3; k = 9. 29. (IME - 2019) Uma lanterna cilíndrica muito potente possui uma lente divergente em sua extremidade. Ela projeta uma luz sobre um anteparo vertical. O eixo cen- tral da lanterna e o eixo principal da lente estão alinhados e formam um ângulo de 45º com a horizontal. A lâmpada da lanterna gera raios de luz paralelos, que encontram a lente divergente, formando um feixe cônico de luz na sua saída. O centro óptico da lente O está, aproximada- mente, alinhado com as bordas frontais da lanterna. A distância horizontal entre o foco F da lente e o anteparo é de 1 m. Sabendo disto, pode-se observar que o contorno da luz projetada pela lanterna no anteparo forma uma seção plana cônica. Diante do exposto, o comprimento do semieixo maior do contorno dessa seção, em metros, é: Fís ica com Tr ovã o DADOS: A lente é do tipo plano-côncava; A face côncava está na parte mais externa da lanterna; Diâmetro da lanterna: d = 10 cm; Indice de refração do meio externo (ar): 1; Índice de refração da lente: 1,5; Raio de curvatura da face côncava: 2,5 √ 3 cm. (a) 3 √ 2 (b) ( √ 3 - 1) (c) ( √ 3 + 1) (d) √ 3 (e) 2 √ 3 30. (IME - 2019) A figura abaixo mostra três meios trans- parentes, de índices de refração n1, n2 e n3, e o percurso de um raio luminoso. Observando a figura, é possível con- cluir que: (a) n2 < n3 < n1 (b) n1 < n2 < n3 (c) n3 < n1 < n2 (d) n1 < n3 < n2 (e) n2 < n1 < n3 31. (IME - 2019) Um conjunto óptico é formado por uma lente convergente e um prisma de Amici, conforme mostra a Figura 1. O conjunto está totalmente integrado, sendo formado pelo mesmo vidro. A lente possui centro óptico O e foco F situado sobre a face-hipotenusa do prisma. Nesse prisma, os raios incidentes sobre a face-hipotenusa sofrem reflexão interna total. Uma lanterna cilíndrica muito po- tente, com potência óptica de P = π √ 3 W e diâmetro d = 10 cm, gera raios de luz paralelos ao eixo princi- pal da lente. A lanterna está solidária ao sistema óptico e seus raios são focalizados pela lente e refletidos pelo prisma, até a sua face-cateto plana, saindo do prisma e projetando a luz sobre um anteparo plano alinhado verti- calmente. Conforme mostra a Figura 2, no intervalo 0 ≤ t < 12 s, todo o conjunto óptico começa a girar, a partir do instante em que P coincide com T, em velocidade angular constante ω = π/36 rad/s. Dessa forma, o contorno da luz projetada no anteparo passa a ser uma curva plana, conhecida na matemática. Diante do exposto, determine: a) o ângulo de abertura θ do cone formado na saída do prisma, quando o índice de refração do conjunto óptico é o mínimo para que o feixe luminoso seja totalmente refletido na face-hipotenusa; b) a expressão da velocidade escalar v(t) com que o ponto P (interseção do eixo do cone com o anteparo) desloca-se verticalmente ao longo do anteparo; c) a densidade de potência, em W/m2, da luz projetada no anteparo, em t = 9 s. Neste caso,considere que todas as dimensões do prisma são muito pequenas em relação à distância para o anteparo, ou seja, o ângulo de abertura é θ ao longo de todo o cone de saída, a partir de F. Fís ica com Tr ovã o DADOS: O meio externo é o ar: n1 = 1; OF = FA = 5(1 + 2 √ 2) cm; A separação horizontal entre o foco F da lente e o an- teparo, no ponto T, é FT =10 m. OBSERVAÇÕES: A linha FP, prolongamento de FA, é o eixo do cone; O ângulo θ é o ângulo entre o eixo e qualquer geratriz do cone de luz de saída do prisma; Desconsidere qualquer perda da intensidade luminosa ao longo de todo o percurso até o anteparo. 32. (IME - 2019) Uma partícula carregada efetua um movi- mento circular na região onde há um campo magnético, conforme mostra a figura abaixo. Durante todo o movimento, uma antena situada no ponto mais à esquerda da trajetória acompanha rigorosamente a imagem da partícula refletida em um espelho plano, que se desloca para a esquerda em velocidade constante, conforme mostra a figura. Em função do tempo t e dos dados da questão, determine: (a) as componentes x e y da posição da imagem da partícula em relação à antena; (b) as componentes x e y da velocidade da imagem da partícula; (c) a velocidade angular da antena, a partir dos resulta- dos obtidos nos itens anteriores. CONSIDERAÇÕES: No instante t = 0, a partícula está no ponto mais à direita da trajetória; No instante t = 0, o espelho parte da posição onde está situada a antena; Desprezeo efeito gravitacional. DADOS: Carga da partícula: +Q; Massa da partícula: m; Módulo da velocidade do espelho: u; Módulo da densidade de campo magnético da região: B; Raio da trajetória: r. 33. (IME - 2019) Como mostra a figura, uma lente conver- gente, que está pendurada no teto por duas molas ideais de constante elástica k, é submetida a uma força vertical F para baixo. Determine: (a) para que valores de F a lente produz uma imagem real de uma figura colada no teto; (b) o valor de F para o qual a imagem real tem o dobro do tamanho da figura colada no teto. DADOS: Distância entre o centro óptico da lente e o teto para F = 0: d; Distância focal da lente: f = 3d; 34. (IME - 2020) Em um experimento, uma fonte laser emite um pulso luminoso instantâneo, que é refletido por um espelho plano (MR), girando em velocidade angular constante ω. Um outro espelho fixo, côncavo e circular (MF), encontra-se acima da fonte laser, ambos localiza- dos a uma distância L = 3 km de MR, conforme mostra a figura. O centro de curvatura (C) de MF localiza-se no ponto onde a luz do laser encontra MR e coincide com seu centro de rotação. Fís ica com Tr ovã oDADO: Velocidade da luz: c = 3 · 108 m/s. OBSERVAÇÕES: A posição de MR e MF são tais que o feixe consegue chegar a MF, pelo menos, duas vezes; Despreze o comprimento da fonte laser. Para que o pulso luminoso seja refletido em MF pela se- gunda vez, a um comprimento de arco ∆s = 30 cm do primeiro ponto de reflexão, o valor de ω, em rad/s, é: (a) 1,25 (b) 2,50 (c) 3,33 (d) 5,00 (e) 10,00 35. (IME - 2020) Uma fonte luminosa A emite uma luz com comprimento de onda λ = 500 nm, no vácuo, na direção de um anteparo localizado em C. Em frente ao espelho localizado em B, encontra-se a película P1 com índice de refração n1 = 1,25 e, em frente ao espelho localizado em D, encontra-se uma a película P2 com índice de refração n2. OBSERVAÇÕES: Os espelhos equidistam do centro do anteparo C; Após ser emitido do ponto A, o feixe de luz reflete em direção a B e refrata em direção a D; Após refletir em B, o feixe refrata diretamente em direção a E; Após refletir em D, o feixe volta a refletir totalmente em C em direção a E. O menor índice de refração n2 para que ocorra interferên- cia totalmente destrutiva para um observador localizado em E, é (a) 1,00 (b) 1,05 (c) 1,15 (d) 1,20 (e) 1,25 36. (IME - 2020) Um feixe de luz hipotético, mostrado na figura acima, propaga-se ao longo do plano xy em um meio não homogêneo, cujo índice de refração é função da coordenada y (n = n(y)). Considerando que o feixe tan- gencia o eixo x no ponto (0,0), onde n(0) = n0. Sabendo que a velocidade da luz no vácuo é c, o valor máximo absoluto possível da componente y para a velocidade do feixe passível de ser atingida é: (a) c 2n2 0 (b) c 2n0 (c) c 4n2 0 (d) c n0 (e) c 4n0 37. (IME - 2020) Uma partícula emite um feixe laser hor- izontal de encontro a uma lente convergente de distância focal f. Após ser desviado, o feixe atinge um anteparo lo- calizado depois do foco da lente. Sabendo que a partícula, Fís ica com Tr ovã o a lente e o anteparo estão em movimento em velocidade escalar v nos respectivos sentidos indicados na figura, a aceleração do ponto de impacto do feixe, no referencial do anteparo, é: (a) v2/4f (b) v2/3f (c) v2/2f (d) 2v2/f (e) 4v2/f 38. (IME - 2020) A figura mostra um sistema usado em um laboratório de física para demonstrar a difração de luz por uma fenda. A luz de um laser de comprimento de onda λ passa por uma fenda de largura d, formada pelo espaço entre as extremidades de duas barras de comprimento L. A outra extremidade de cada barra é mantida fixa. Depois de passar pela fenda, a luz incide em uma tela distante, na qual é observado um padrão de difração formado por regiões claras e escuras. (a) Dado que na tela são observados exatamente 3 mín- imos de intensidade luminosa em cada lado do máx- imo central de intensidade, determine o intervalo de valores da largura d da fenda que são compatíveis com essa observação. (b) A temperatura do laboratório normalmente é man- tida em 24,0°C por um aparelho de ar condicionado. Em um dia no qual o experimento foi realizado com o aparelho de ar condicionado desligado, observou-se na tela apenas 1 mínimo de intensidade luminosa em cada lado do máximo central de intensidade, o que foi atribuído à dilatação térmica das barras. Sabendo que o coeficiente de dilatação linear das barras é α, determine o intervalo de temperaturas do labo- ratório, no dia em que o aparelho de ar condicionado foi desligado, que são compatíveis com essa obser- vação. DADOS: Comprimento de onda do laser: λ = 532 nm; Comprimento de cada barra a 24,0°C: L = 50 cm; Coeficiente de dilatação linear de cada barra: α = 10−7°C−1. 39. (IME - 2020) Um feixe de luz monocromática de seção reta de área A vindo de um meio com índice de refração n1 = 2 incide na superfície de separação entre dois meios. O ângulo de incidência é igual a θ1 = 45º em relação à normal de separação com o outro meio, cujo índice de re- fração é n2. O feixe incidente separa-se em feixe refletido e feixe transmitido (refratado). Calcule o valor numérico do índice de refração n2. DADOS: As intensidades dos feixes incidente, refletido e transmi- tido são iguais Ii = 1; Ir = 1/3 e It = √ 2 3 Observação: Despreze a energia absorvida. 40. (IME - 2020) Um recipiente de vidro contendo gás tem uma lente convergente e uma fonte sonora presas a um su- porte (A) que desliza no trilho (B) a velocidade constante. Um feixe laser (C), que ilumina o objeto (D), forma im- agens reais nítidas por duas vezes em (E), separadas por uma diferença de tempo ∆t, sendo que, entre a formação dessas duas imagens, chegam n bips (pulsos sonoros de mesma duração) no detector (F) e n - 1 bips são emitidos pela fonte sonora. Considerando que o comprimento do recipiente é L e a distância focal da lente é f, determine a velocidade do som no gás. claras e escuras. Fís ica com Tr ovã o 41. (IME - 2020) Um profissional de iluminação deseja pro- jetar um sistema de feixe de luz capaz de iluminar o fundo reflexível de uma piscina e o gramado posicionado logo após o lado A. Sua ideia é submergir parcialmente um bloco maciço em formato de paralelepípedo reto, com uma fonte luminosa presa em sua base submersa B1, que emite um feixe de luz que percorre a trajetória mostrada na figura. O bloco é fixado por dois cabos horizontais presos a sua base não submersa B2 e ortogonais ao lado A da piscina, sendo um deles amarrado, por meio de roldanas, na tampa articulada do compartimento onde é guardado o material de limpeza da piscina e o outro, na árvore. Considere que a piscina esteja completamente cheia com água e que a tração aplicada nos cabos seja metade do seu valor máximo para ruptura, especificado pelo fabricante. Calcule: (a) a altura L do bloco; (b) a distância d em que o bloco deve ser posicionado, em relação ao lado A da piscina. DADOS: Profundidade da piscina: 3 m; Indice de refração do ar: 1; Índice de refração da água da piscina: 5/3; Massa específica da água: 1 g/cm3; Massa específica do material do bloco: 0,5 g/cm3; Comprimento t da tampa: 1 m; Massa da tampa: 8 kg; Tração máxima até a ruptura nos cabos: 30 N; Aceleração da gravidade: 10 m/s2. OBSERVAÇÕES: Despreze o atrito e as dimensões das quatro roldanas; Considere a árvore uma estrutura rígida; As roldanas estão fixas. 1. B 2. E 3. a) vx = v · (1-2cos(2α)) e vy = v′y = -2vsen(2α) b) acp = V 2 L e aT = k m ( Q · senβ d 2) · senβ c) ax = V 2 L sen(2α)-KQ 2 md2 sen 2β.cosβ.cos(2α) e ay = - V 2 L cos(2α)-KQ 2 md2 sen 2β.cosβ.sen(2α) 4. h = λ 2π · δ2 − δ1 nR − n 5. A 6. A 7. C 8. ny = n0 √ 1 + 4ay 9. a) t = √ 2md qE b) xs = 3vdt+ qEv 2m t3 d+ qE 2m t 2 c) vmáx = 3v d) vs = 3v2qE m t 10. E 11. D 12. D 13. dgelo = 985 kg/m3 14. a) o = √ L1L2 b) P1 = f L1 · (L1- √ L1L2) e P2 = f L2 · (L2- √ L1L2) c) V0 = f · RK Ba [√ L2 L1 − √ L1 L2 ] 15. D 16. C 17. sen2θ = 1/2 (θ = 15° ou θ = 75°) 18. b = gω2 √ n2 − 1 19. a) hc = v2 0 30 b) v0 = 6 m/s c) 0 ≤ d < 3 √ 7 7 20. E Fís ica com Tr ovã o 21. A 22. a = 2,72 · 10−6 23. ttotal = 2arccos(1/4)+2arccos(3/4) 24. a) ∆t = πH 2v b) 4 · 10−3T c) 10 mm d) 100/9 mm 25. 0,2 s 26. a) ~F = -QB · cost ĵ b) cosα = 1√ 1 + sen2t c) Fx = -QBcost · sen(2t) (1 + sen2t) e Fy = QBcost · (1− sen2t) (1 + sen2t) 27. B 28. 7 km 29. D 30. C 31. a) θ = 30° b) V(t) = 5π 18 [ 1 + tg2( π36)t ] m/s c) σ = 1 · 10−2 W/m2 32. a) X1 = -2µt-r(1+cos(QBt m )) e y1 = rsen(QBt m ) b) ~VIx = (γcosϕ-2u)i e ~VIy = QBr m sen(QBt m )j c) α = tg−1( rsenϕ 2µt+ r(1 + cosϕ)) e β = tg−1(cotgϕ- 2µ γ cosecϕ) 33. a) F = 4kd b) F = 7kd 34. B 35. B 36. B 37. E 38. a) 1596 nm ≤ d ≤ 2128 nm b) 29,32°C ≤ θF ≤ 39,96°C 39. n2 = √ 3 40. vs = n √ L2 − 4Lf ∆t 41. a) L = 1,6 m b) d = 3,9 m