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Siphonaptera
A tungíase é uma ectoparasitose causada pela 
Tunga penetrans (ordem Siphonaptera).
Vulgarmente:
▪ chigoe, 
▪ chique,
▪ jique,
▪ chica, 
▪ bicho-do-pé, 
▪ bicho-do-porco, etc., é cientificamente chamada 
de Tunga penetrans.
Parasitose é causada pela fêmea 
fecundada que penetrando no hospedeiro 
exerce o hematofagismo a fim de dar 
continuidade ao seu ciclo vital.
Seu tamanho é cerca da metade da pulga 
humana Pulex irritans.
Interesse em se estudar estes 
ectoparasitos têm diminuído,
 principalmente por se tratar de uma 
ectoparasitose associada com populações 
residentes em áreas de extrema pobreza, 
descrita na literatura internacional como 
uma doença exótica.
Negligenciada e não ser classificada como 
comunicável.
 A tungiase é uma patologia autolimitada. 
Contudo, os animais e o homem estão 
submetidos às mesmas áreas, facilitando assim 
a disseminação da doença.
Epidemiologia
América tropical.
Comum nas zonas rurais e em cidades 
pequenas interioranas da América do Sul,
Caribe,
África.
Ordem Siphonaptera: Tunga penetrans
– pulga da areia
As lesões passam a ser porta de entrada de Clostridium 
tetani (tétano), C. perfringens (gangrena gasosa), 
Paracoccidioides braziliensis.
Siphonaptera
Tungidae – Tunga penetrans
✔É a menor das pulgas, 
✔inseto adulto 1mm de 
comprimento.
✔corpo achatado 
✔fronte terminando em ponta 
aguda, (favorecendo a 
penetração na pele do 
hospedeiro). 
Alimenta-se de sangue:
✔Cães,
✔Gatos,
✔Ratos,
✔Porcos,
✔Homens,
✔Animais silvestres.
Adultos vivem em lugares de 
solo arenoso, quentes e 
secos, perto de habitações 
humanas, cabanas.
Abundantes em chiqueiros de 
porcos .
São exclusivamente 
hematófagas.
A fêmea grávida penetra na 
pele do homem, deixando 
apenas a extremidade 
posterior em contato com a 
atmosfera para respirar. 
Com o acúmulo de ovos seu abdômen se expande 
expelindo os ovos (10dias) os quais, em chão darão 
origem às larvas (8 dias), pupas(15 dias) e adulta (7dias) 
Ciclo aproximadamente de 30 dias. Após15 dias, o corpo 
da fêmea é expulso pela reação inflamatória da pele. 
Patogenia em cinco fases:
Primeira : ocorrendo com a penetração da 
pulga, o que pode durar de 30 minutos a 
várias horas, causando uma mancha 
avermelhada no local.
 Segunda: um a dois dias após a 
penetração, sendo observados no local 
hipertrofia, nódulo embranquecido com 
ponto enegrecido central e eritema. 
Terceira: hipertrofia macroscopicamente, 
com escamação da pele no local. A 
expulsão dos ovos e fezes pelo orifício 
exposto do parasito após a penetração, 
causando lesões dolorosas. 
Quarta: crosta negra sobre a lesão, com a 
presença do parasito morto. 
Já na fase final, se dá a presença de 
cicatriz residual.
As localizações 
preferenciais da 
fêmea parasita são:
Sola dos pés,
Espaços interdigitais, 
Sobre as unhas. 
Caso clínico de uma criança de 10 anos, do sexo 
feminino, saudável, que se apresentou acompanhada 
dos responsáveis ao atendimento médico com várias 
lesões nas plantas dos pés em forma de pápulas, com 
pontos pretos nos centros e dolorosas, associadas a 
prurido intenso. Os responsáveis informaram que 
fizeram uma viagem para uma cidade no interior do 
Brasil e essa criança brincou dentro de um criadouro de 
porcos, vulgarmente conhecido como “chiqueiro”, sem 
usar sapatos. 
Siphonaptera
A lesão começa em aspecto de pápula, 
de coloração marrom-escuro, circundada 
por um halo claro e fino. 
Pode haver presença de vários ovos 
brancos na superfície, com diâmetro 
menor que 1mm, isso quando a fêmea 
do parasita conseguiu depositar ovos.
 (Rocha 2019) 
Sintomas
Ligeiro prurido.
Reação inflamatória que prejudica a 
deambulação. 
Pode ocorrer infecção secundária após 
saída do adulto por (tétano/micoses). 
Diagnóstico
Inspeção da lesão: 
pequeno tubérculo 
como uma ervilha, 
com um pequeno 
ponto central 
característico
 que é o último 
segmento abdominal 
da pulga.
Tratamento
Extirpação dos parasitas em condições: 
assépticas,
Limpeza do ferimento,
Vacina antitetânica.
Prevenção
Uso de calçados.
Tratamento dos animais domésticos 
infestados,
Aplicação de inseticidas no ambiente. 
O movimento de pessoas e cães infestados 
e veículos como areia, leivas de grama, 
madeiras para a construção das casas 
provenientes de locais favorecem a 
dispersão.

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