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Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
Neuropatologia 
 
➛ Lesão do SNC: alteração em célula da Glia, principalmente 
astrócitos 
➛ Neurônio (1) - seta curva: corpúsculo de nissi (RER) - 
indicativo de lesão quando 
rebatido para as 
extremidades 
➛ Astrócito (2) - seta 
verde: núcleo globoso mais 
claros próximo de vasos, 
responsável pela 
sustentação ao tecido 
nervoso e formação da 
barreira hematoencefálica 
➛ Oligodendrócito (3) - seta 
azul: próximo de axônios - síntese de bainha de mielina 
➛ Micróglia (4) - seta amarela: núcleo alongado similar ao 
macrófago tecidual 
➛ Células ependimárias (5) 
Patologia celular do SNC: 
➛ Os neurônios requerem um suprimento contínuo de 
oxigênio e glicose para atender as necessidades metabólicas 
➛ A manutenção e a qualidade das proteínas precisam ser 
cuidadosamente reguladas para garantir a integridade celular 
➛ Caso haja hipóxia, isquemia, trauma, infecção ou lesão 
química, o tecido nervoso responde com características 
peculiares 
➛ A compreensão desses padrões pode informar o 
mecanismo de lesão celular e o tipo de doença 
Corpo celular - pericário: 
Cromatólise: 
➛ Reação axonal 
➛ Alteração observada no corpo celular durante a 
regeneração do axônio (reação precoce e reversível) 
➛ Secção (axotomia) ou dano grave do axônio de neurônios 
motores (Substância cinza - corno anterior da medula espinal) 
➛ Aumento de proteínas envolvidas na regeneração do 
axônio (estado metabólico aumentado) 
➛ Aumento do tamanho e arredondamento do corpo celular 
(tumefação), deslocamento periférico do núcleo, aumento do 
tamanho do nucléolo e dispersão da substância de nissi do 
centro para a periferia da célula 
Armazenamento: 
➛ Tumefação ao celular/
degeneração espongiforme 
➛ Modificações na 
permeabilidade da membrana 
citoplasmática 
➛ Contorno do neurônio 
torna-se abaulado, enquanto 
diminui a basofilia do citoplasma 
(célula opaca) 
➛ Evolução da tumefação 
com aspecto vacúolos no 
neuropilo (degeneração espongiforme) 
Atrofia: 
➛ Atrofia simples: 
Neuropatologia
Introdução: 
Alteraçõ Neuronais:
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
 
 ✓ Processos crônicos, no 
envelhecimento e processos 
crônicos isquêmico 
 ✓ Retração do corpo neuronal 
com basofilia citoplasmática (cor 
mais azulada) e hipercromasia 
nuclear 
 ✓ Consequente atrofia 
muscular, paralisia e mórte 
➛ Atrofia pigmentar: 
 ✓ Acúmulo de lipofuscina (cor 
marrom) 
Necrose: 
➛ Neurônios vermelhos ou isquêmicos 
➛ Alterações em decorrência de anóxia por isquemia aguda 
➛ Neurônios vermelhos ficam evidentes em torno de 12 a 
24h após lesão 
➛ Retração do corpo celular (forma triangular), picnose do 
núcleo, desaparecimento do nucléolo e perda da substância 
de nissi, com intensa eosinofilia citoplasmática (mais vermelha) 
 ✓ Pode sofrer lise e calcificação 
Erro inato: 
➛ Doenças genéticas 
➛ Deficiência de enzimas lisossomicas resultam em acúmulo 
do substrato no citoplasma 
de neurônios 
➛ Pericário abaulado e 
espumoso com o núcleo 
deslocado para a periferia 
➛ Esfingolipidose: 
distúrbios do metabolismo 
de esfingolipídeos de 
origem genética, autossômicos recessivos, incomuns e que 
degeneram progressivamente o sistema nervoso central. 
Inclusões protéicas: 
➛ Doenças degenerativas do SNC 
➛ Doença de Alzheimer (emaranhados neurofibrilares 
resultante do acúmulo da proteína TAU hiperfosforilada) 
➛ Inclusões intracitoplasmáticas (em torno do núcleo ou 
ocupando todo o pericário) 
➛ Inclusões intracitoplasmática 
➛ Imunorreatividade para alfa-sinucleina (proteína envolvida 
na homeostase da vesícula pré-sináptica) 
➛ Doença de parkinson (corpúsculo de Lewy) 
Infecções virais: 
➛ Corpúsculos de inclusão nuclear ou citoplasmático 
➛ A infecção viral pode levar a inclusões intranucleares e/ou 
citoplasmáticas anormais (resultantes da replicação viral) 
 ✓ Infecção herpética (corpúsculo de cowdry) 
 ✓ Raiva (corpúsculo de negri) 
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
 ✓ Citomegalovírus (inclusões no núcleo e citoplasma) 
Dendritos: 
➛ Redução da ramificação dendrítica é encontrada no 
envelhecimento, na doença de Alzheimer e após axotomia 
➛ Alterações no padrão da ramificação dendritica e na 
forma e no número de espinhos são encontradas em 
algumas doenças associadas a retardamento mental e na 
epilepsia do lobo temporal 
 
Axônio: 
➛ Lesão axonal aguda é um 
achado comum em 
traumatismos cranioencefálicos. 
 ✓ Axotomia primária: Sem 
ruptura, interrupção do fluxo 
axonal, tumefação e 
fragmentação do segmento 
afetado (axotomia secundária) 
 
Reações dos astrócitos à lesão: 
Tumefação: 
➛ Processo de isquemia (degeneração hidrópica - célula mais 
envolvida neste processo - edema citotoxico) 
➛ Aumento da expressão de aquaporina 
Gliose: 
➛ A gliose é o indicador histopatológico mais importante de 
lesão do SNC, independentemente da etiologia 
➛ Caracterizada tanto pela hipertrofia quanto pela hiperplasia 
dos astrócitos (astrocitose) 
➛ Reparo e cicatrização do tecido nervoso 
➛ Astrócito reativo à lesão 
➛ Núcleo aumenta de tamanho e se torna vesiculares, 
desenvolvendo nucléolos proeminentes 
➛ Expansão citoplasmática, rosa-brilhante e irregular ao 
redor de um núcleo excêntrico, numerosos prolongamentos 
vigorosos e ramificados (astrócitos gemistocíticos) 
➛ Aumento na expressão da proteína GFAP (proteína 
fibrilar ácida glial) 
Astrócito de Alzheimer tipo 2: 
➛ Não relacionado à doença de Alzheimer, mas descrito 
pela primeira vez pelo mesmo indivíduo 
➛ Hiperamonemia de longa 
duração (doença hepática 
crônica, doença de Wilson 
ou em distúrbios 
metabólicos hereditários) 
➛ Célula da substância 
cinzenta que possui um 
núcleo grande, cromatina 
central de coloração pálida, 
uma gotícula intranuclear de 
glicogênio, e membrana 
nuclear e nucléolos 
proeminentes 
➛ Não expressa GFAP 
(proteína fibrilar ácida glial) 
Alteraçõ das Células Glias:
GFAP (proteína fibrilar ácida glial) 
- Astrocitos e seus prolongamentos 
- A coloração por Imunohistoquimica para proteína glial 
fibrilar ácida revela o citoplasma perinuclear astrocitico e 
os prolongamentos bem desenvolvidos 
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
Fibras de rosenthal: 
➛ Estruturas espessas, alongadas, irregulares e 
brilhantemente eosinófilas, que ocorrem dentro de um 
prolongamento astrocitário (forma de cenoura) 
➛ São encontradas em 
regiões de gliose de 
longa duração 
➛ Também são 
características de um 
tipo de tumor glial, o 
astrocitoma 
➛ Doença de alexander 
- Leucodistrofia 
associada a mutações 
no gene codificador da 
GFAP (proteína fibrilar 
ácida glial) 
Corpúsculos amiláceos (corpúsculos de 
poliglicosanos): 
➛ São estruturas arredondadas, fracamente basófilas 
➛ Localizam onde existam prolongamentos astrocitários, 
especialmente nas zonas 
subpial e perivascular 
➛ Polímeros de 
glicosaminoglicanos 
(polímero de glicose) e 
proteínas de choque 
proteínas alfa-beta-
cristalina, hsp27 e 
ubiquitina 
➛ Aumento com a 
idade com degeneração 
do astrócito 
Corpúsculo de lafora: 
➛ Doença de Lafora (genética) 
➛ Epilepsia mioclônica 
➛ Depósito de polímeros de glicose no citoplasma de 
neurônios 
Reações das micróglias à lesão: 
➛ Proliferação e atividade fagocitária, micróglias e monócitos 
do sangue tornam-se globosos e carregados de restos 
celulares e lipídeos (macrófagos espumosos ou xantomizados 
ou células granulogordurosas 
➛ Proliferação, núcleos alongados (células em bastonete), 
formando agregados em torno de pequenos focos de 
necrose tecidual (nódulos microgliais); ou em torno dos 
pericários de neurônios que estão morrendo (neuronofagia) 
Reações dos oligodendrócitos à 
lesão: 
➛ Lesão característica de 
doença desmielinizante 
(leucodistrofia ou infecção viral) 
➛ Redução de ologodendrócitos 
desmielinizadas. 
número nas de áreas 
➛ Picnose e cariorrexe 
(fragmentação nuclear) nas células 
remanescentes 
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Novede Julho
Reações das células ependimárias 
à lesão: 
➛ Sem padrão específico de reação 
➛ Inflamação ou dilatação acentuada do sistema 
ventricular 
➛ Lesões crônicas com 
descontinuidade do epitélio 
ependimário associam-se a 
proliferação focal de 
astrócitos subependimários 
e intensa deposição de 
fibras gliais (granulação 
ependimária) 
➛ Pode apresentar 
inclusão viral como na infecção pelo citomegalovírus. 
➛ Acúmulo anormal de líquido no espaço intra ou 
extracelular do tecido nervoso, localizado ou difuso, resultando 
em aumento do volume encefálico 
Morfologia geral: 
➛ Cérebro aumentado de 
volume e peso 
➛ Giros achatados e sulcos 
apagados 
➛ Redução do espaço 
subaracnóideo 
➛ Dura-máter tensa 
➛ Redução das cavidades 
ventriculares 
➛ Desvio da linha média 
Edema vasogênico: 
➛ Causa mais comum 
➛ Extracelular ou intracelular (interstício) 
➛ Lesão da barreira hematoencefálica - aumento da 
permeabilidade capilar 
➛ Edema forma-se ao redor das lesões (maior na substância 
branca) 
➛ Principais causas: 
 ✓ Hemorragia cerebral 
 ✓ Infarto cerebral 
 ✓ Abscesso cerebral 
 ✓ Neoplasias intracranianas 
 ✓ Traumatismos cranioencefálicos 
 ✓ Crises convulsivas 
 ✓ Encefalopatia hipertensiva 
 ✓ Radiação 
 ✓ Intoxicação por chumbo 
Morfologia: 
➛ Expansão do espaço extracelular, dissociação 
(descontinuidade) das fibras nervosas 
➛ Tumefação e vacuolização da mielina e diminuição da 
afinidade tintorial, corando-se a substância branca mais 
palidamente pela eosina 
➛ Quando o edema é prolongado, a área exibe astrocitose 
fibrilar e fragmentação e perda parcial da mielina, a qual é 
fagocitada por macrófagos 
➛ GFAP: em Imunohistoquimica para GFAP, o centro da 
lesão que corresponde a necrose, aparece em claro, pois aí 
os astrócitos foram destruídos 
 ✓ A periferia é mais corada, notando-se já neste aumento 
astrócitos hipertrófico (gliose) 
➛ CD68: em Imunohistoquimica para CD68,o aspecto é 
oposto ao visto com GFAP 
 ✓ CD68 marca 
macrófagos, derivados 
da micróglia ou de 
monocitos do sangue 
 ✓ Estes são 
numerosos no centro 
da lesão, onde 
fagocitam restos 
necróticos 
 ✓ Não são notados 
nas áreas periféricas 
não necróticas 
Edema cerebral: 
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
 
Edema Citotoxico: 
➛ Intracelular (edema celular) 
➛ Degeneração hidrópica (neurônio e principalmente 
astrócito) 
➛ Diminuição do O2 -> Falha bomba de Na+/K+/ATPase 
-> aumento da osmolaridade (Na+) intracitoplasmático -> 
tumefação celular 
➛ BHE preservada 
➛ Causas: 
 ✓ Resulta de isquemia regional por obstrução vascular por 
redução global, transitória ou permanente, do fluxo sanguíneo 
cerebral 
 ✓ Encefalopatia hepática e distúrbios genéticos do ciclo da 
ureia 
 
Edema Intersticial: 
➛ Surge na hidrocefalia obstrutiva por obstáculo na 
circulação liquórica e aumento da pressão intraventricular 
➛ Liquor passa através do epêndima para a substância 
branca periventricular (neurópilo) 
Edema Hiposmótico: 
➛ Deve-se à diminuição da osmolaridade plasmática. 
➛ Entrada de água nos espaços extracelulares do tecido 
nervoso e no interior dos astrócitos 
➛ Causas 
 ✓ Infusão intravenosa de grande quantidade de solução 
salina ou glicosada. 
 ✓ Secreção inapropriada de hormônio antidiurético. 
 ✓ Depleção aguda de sódio, resultando em hiponatremia (< 
120 mmol/l) 
➛ O compartimento intracraniano é preenchido por: 
 ✓ Encéfalo (cerca de 1.400 mL) 
 ✓ Sangue (100 a 150 mL) 
 ✓ Liquor (100 a 200 mL). 
➛ Estes estão na cavidade cranial (caixa inelástica após 
ossificação das suturas) 
➛ O aumento da pressão leva a compensação espacial: 
 ✓ 1° Redução do volume liquórico (diminuição da produção 
ou aumento da absorção) 
 ✓ 2° Redução do componente sanguíneo (venoso) 
 ✓ 3° Hipertensão intracraniana quando a pressão medida 
no compartimento liquórico ultrapassa 15 mmHg 
 - Incapacidade de manter os mecanismo compensatórios. 
Causas: 
➛ Edema cerebral. 
➛ Lesões expansivas com efeito de massa. 
 ✓ Neoplasias primárias ou metastáticas 
 ✓ Hematomas (acumulo de sangue fora do vaso) 
 ✓ Abscessos e outras doenças infecciosas 
 ✓ Infartos cerebrais 
 ✓ TCE. 
 ✓ Hidrocefalias 
Manifestações: 
➛ Cefaleia: Distensão das meninges e vasos 
(nocirreceptores) 
➛ Papiledema: Disco óptico (tumefação da papila do nervo 
óptico) -> Exame de fundo de olho 
➛ Náusea e vômito: Compressão do bulbo - centro do 
vômito no assoalho do IV ventrículo 
➛ Hérnias (manifestações relacionadas a compressão de 
áreas específicas) 
Hérnias cerebrais: 
➛ Distorção e deslocamento de partes do encéfalo de um 
compartimento de maior 
pressão para outro de menor 
pressão 
 ✓ Hérnia do giro do cíngulo 
(supracalosa ou Subfalcina) 
 ✓ Hérnia do (Transtentorial ) 
giro para-hipocampal 
 ✓ Hérnia das tonsilas 
cerebelares (tonsilar) 
Hipertensão intracraniana:
Camila Mariana Castro de Oliveira 
Medicina Nove de Julho
Hérnia do giro do cíngulo: 
➛ Lesão expansiva se localiza na 
região frontoparietal de um 
hemisfério cerebral 
➛ Compressão de artérias 
pericalosas 
➛ Lesão clinicamente tolerável 
➛ Pode causar infarto no córtex 
frontoparietal parassagital, 
resultando em déficit motor e 
sensitivo dos membros inferiores 
Hérnia do giro Para-hipocampal: 
➛ Lesões expansivas da porção lateral do hemisfério 
cerebral. 
➛ Compressão do nervo 
oculomotor (mais comum) - 
dilatação pupilar ipsilateral 
(midríase), ptose palpebral e 
oftalmoplegia. 
➛ Compressão do mesencéfalo 
 ✓ Hemiparesia ou hemiplegia 
contralateral seguida de sinal do no 
outro lado 
 ✓ Isquemia, necrose e hemorragia 
Hérnia das tonsilas cerebelares: 
➛ Lesões expansivas da fossa 
posterior 
➛ Deslizamento do bulbo e das 
porções paramedianas da face 
inferior do cerebelo através do 
forame magno 
➛ Compressão e achatamento 
do bulbo contra a borda anterior 
do forame magno 
➛ Apneia por compressão dos 
centros respiratórios (bulbo) 
➛ Necrose isquêmica e 
hemorrágica, por compressão de seus vasos (cerebelo 
hernado) 
➛ Aumento do volume e da pressão do liquor 
 ✓ Hidrocefalia interna: acúmulo de liquor nos ventrículos 
encefálicos 
 ✓ Hidrocefalia externa: acúmulo de liquor no espaço 
subaracnóideo (incomum) 
 ✓ Hidrocefalia comunicante: circulação do liquor não é 
bloqueada (redução da absorção do liquor pelas vilosidades 
aracnóideas). 
 - Aumento do tamanho de todo o sistema ventricular. 
 ✓ Obstrutiva ou não comunicante: sistema ventricular 
obstruído e não se comunica com o espaço subaracnoide 
 - Formação de massa no 3° ventrículo) 
Causas: 
➛ Comunicante 
 ✓ Fibrose da aracnóide e pia mater (pós-meningite ou pós- 
hemorragia subaracnóidea) 
 ✓ Papiloma do plexo coroide (menos frequente). 
➛ Obstrutivas 
 ✓ Cisticercose (tênia) 
 ✓ Malformações (hidrocefalia congênita) 
 ✓ Hemorragia ventricular 
Hidrocefalia ex vácuo: 
➛ Dilatação ventricular e alargamento do espaço 
subaracnóideo secundários a 
atrofia cerebral de qualquer 
natureza 
 ✓ Doenças 
neurodegenerativas 
 ✓ Infartos cerebrais 
 ✓ Sequela de traumatismo 
cranioencefálico 
 ✓ Procedimentos 
neurocirúrgico
Hidrocefalia:
Hidrocefalia congênita x adquirida: 
- Congênita: quando a hidrocefalia surge na infância, 
antes do fechamento das suturas cranianas, ocorre 
aumento da cabeça, manifestado pelo aumento do 
perímetro cefálico 
- Adquirida: quando a hidrocefalia surge após esse 
período é associada à expansão dos ventrículos e ao 
aumento da pressão intracraniana, sem alteração do 
perímetro cefálico

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