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Inaloterapia 1 Inaloterapia Ramificações do trato respiratório são barreiras para impedir fluxo laminar de partículas Fatores a considerar na terapia inalatória Tamanho da partícula ideal: 1 a 5 um Pequena o suficiente para penetrar na via aérea mas tamanho suficiente para se depositar Aerossol: inspiração com fluxo lento e profundo Inaladores de pó: fluxo rápido e curto Quando inalado por via oral → partículas impactam na orofaringe Espaçador + aerossol = 21% é o máximo de medicação depositada na via aérea quando a técnica utiliza é a melhor possível; Se direto na boca, chega 1-2% na via aérea. Deposição na criança é menor que no adulto, mas dose deve ser a mesma em todas as idades Choro reduz a deposição na via aérea Inaladores pressurizados dosimetrados (aerossol) Inaloterapia 2 Inaloterapia 3 Serve para administrar broncodilatadores e corticosteroides (não é bom usar corticoide sem espaçador pq pode depositar mais em orofaringe → efeitos sistêmicos indesejados) Deposição pulmonar de 10% a 20% Menos efeitos colaterais sistêmicos Se acoplado a espaçadores → melhora disponibilidade Espaçadores Diminui velocidade do aerossol antes de atingir a boca; Permite maior evaporação do propelente Deposição de particulas maiores Menor deposição do aerossol na boca e na orofaringe (a grande maioria fica no espaçador) <4 anos → espaçador com máscara >4 anos → espaçador (não precisa de máscara, pois já conseguem fazer apneia → técnica adequada) Inaloterapia 4 Se tossir, significa que o jato está entrando com muita força (válvula não funcionando) Inaladores de Pó Seco Vantagens Não usam propelentes Mais fáceis de usar Maior deposição pulmonar (30%) Desvantagens Maior deposição na orofaringe Não permite uso de espaçador/máscara Eficiência depende do fluxo inspiratório Nebulização Volume total de soro 4ml 6-8l/min Adesão quando paciente registra uso é melhor