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Acesso Intraósseo Monitorização do Paciente Utilizar agulha adequada Utilizar monitor cardíaco e para punção na tíbia. para avaliação. Assepsia local é Aferir pressão arterial fundamental para evitar regularmente durante infecções. atendimento. Conectar seringa e aspirar Reavaliar A, e C para confirmar acesso. para ajustes. Fixar agulha com micropore Comunicação eficaz entre a equipe para estabilidade. é fundamental. Intubação Intubação Orotraqueal Choque Séptico e Apresentação e Paramentação são Caracterizado por febre e essenciais para segurança. sinais de má perfusão. Identificar necessidade de via Choques Avaliação deve incluir A, aérea avançada é crucial. B e C de forma ordenada. Posicionar a criança Administração de corretamente para facilitar O antibióticos deve ser procedimento. rápida e eficaz. Confirmar a intubação através Reavaliar frequentemente da ausculta e monitorização. para ajustar tratamento necessário. Avaliação Secundária Após estabilização, realizar avaliação completa do paciente. Choque Hipovolêmico Incluir exames laboratoriais Administração de Cristaloides Causado por desidratação, para diagnóstico preciso. Recomenda-se 20 ml/kg em 5 a 20 hemorragia ou vômitos. Identificar e tratar causas minutos. Sintomas incluem boca seca e subjacentes do choque. Repetir quantas vezes forem taquicardia significativa. Continuar monitorização e necessárias para estabilização. Requer avaliação rápida e reavaliação contínua. Monitorar resposta do paciente após administração de fluidos. cada administração. Monitorar sinais vitais e Ajustar volume conforme sinais de reavaliar constantemente. hipervolemia.