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2 ª E T A P A Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia autorização escrita da Inspirali Educação. 21-64179 CDD-610.07 NLM-WB 100 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno : 2ª etapa / [organização José Lúcio Machado, Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. -- (Bussola inspirali ; 1) PDF ISBN 978-65-88166-29-1 1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos 3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. Série. Índices para catálogo sistemático: 1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07 Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964 SUMÁRIO 2ª E T A P A NECESSIDADES E CUIDADOS EM SAÚDE (NCS) .......................................................07 Complexo temático I – Funções biológicas ............................................................08 Árvore temática 1 .........................................................................................................10 Agenda para TBL ...........................................................................................................35 Complexo temático II – Mecanismos de agressão e defesa ...................................36 Árvore temática 2 .........................................................................................................38 Agenda para TBL ...........................................................................................................76 Complexo temático III – Abrangências em Saúde ..................................................77 Árvore temática 3 ......................................................................................................79 Agenda para TBL ........................................................................................................108 HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS ......................................................109 Objetivos e estratégias educacionais ..................................................................110 Expandir a compreensão, organizar informações e propor cuidados ...........111 Objetivos específicos ................................................................................................113 Cronograma HM/EC .............................................................................................116 Rotações em estações autodirigidas ...................................................................118 Roteiros das estações do 1º ciclo ...............................................................................119 Saúde Baseada em Evidência ..............................................................................175 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS ................................................................................178 ÍCONES ÍCONE SIGNIFICADO Vídeo disparador disponível na plataforma. Videoaula disponível na plataforma. Vídeo interativo disponível na plataforma. Vídeo de animação disponível na plataforma. Aula interativa disponível na plataforma. Material de apoio disponível na plataforma. Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 7 NECESSIDADES E CUIDADOS EM SAÚDE (NCS) 2ª E T A P A 8 FUNÇÕES BIOLÓGICAS COMPLEXO TEMÁTICO I 9 “Observando-se os fenômenos que ocorrem na Natureza, pode-se por analogia estendê-los à fisiologia do corpo humano, pois nele se reproduzem os mesmos fenômenos naturais. Nessa visão global de integração Natureza-Ser Humano, todas as ciências são coerentes e concordantes entre si, os ramos do conhecimento humano partem ou confluem para o saber básico.” (Ysao Yamamura, 2004) 10 Árvore temática 1 https://www.ulife.com.br/inspirali 11 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a integração dos sistemas fisiológicos que compõem o corpo humano para a manutenção da homeostase. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar a homeostase como um estado de equilíbrio dinâmico, identificando a participação dos diversos sistemas orgânicos em sua manutenção. Relacionar a homeostase com a manutenção da qualidade de vida do homem. Reconhecer a valorização do ambiente tanto como fonte de perturbações da homeostase quanto de expressão de comportamentos e reações que definem as interações sociais do indivíduo. Desenvolver a visão da complexidade da atuação médica no reconhecimento do estado funcional global do indivíduo, particularizando os diversos sistemas orgânicos, em múltiplas interações para a manutenção de homeostase, em situações de equilíbrio e de desequilíbrio real ou potencial. Correlacionar parâmetros morfológicos e funcionais com a avaliação clínica (sinais e sintomas), fornecendo subsídios para a compreensão e a aplicação de procedimentos semiológicos diagnósticos. Reconhecer a importância da incorporação de novos hábitos e práticas que visem à manutenção da saúde, no âmbito do atendimento das necessidades de saúde. 12 Avaliar situações desconhecidas, identificando lacunas no próprio conhecimento, formulando questões e hipóteses explicativas adequadas, consolidando a autonomia intelectual na busca de informações científicas que possibilitem a compreensão da realidade observada e a tomada de decisões. Valorizar a integração de diversas áreas do conhecimento na prática médica da capacidade de autoavaliação, na dinâmica do processo de formação médica. 13 SP 1.1 E agora? Morfologia do sistema nervoso e transporte através de membranas 1 2 3 4 14 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Aprendiz, você se recorda dos principais eventos envolvidos nas primeiras semanas de desenvolvimento embriológico? Recordá-los será fundamental para a compreensão da organização do sistema nervoso. Desta forma, antes de iniciar a trilha de aprendizagem, relembre os aspectos inerentes ao desenvolvimento embriológico, compreendidos desde a primeira semana até a 3ª semana de gestação. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Durante os vídeos, responda as questões “A” a “E”: • Sistema nervoso. • Embriologia do sistema nervoso. • Tecido nervoso parte I. • Tecido nervoso parte II. A. Quais células compõem o sistema nervoso? B. Quais são as funções dos dendritos, do corpo celular e do axônio? C. Como os neurônios podem ser classificados? D. Conceitue substância branca e substância cinzenta. E. Explique os critérios embriológicos, anatômicos e funcionais para divisão do sistema nervoso. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1 1 2 3 4 15 5 Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1 ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Para execução desta atividade, você deve acessar a Minha Biblioteca na plataforma Ulife e fazer a leitura das páginas 89 a 93 do livro “Biologia Celular e Molecular” de JUNQUEIRA . Após a leitura, faça um fichamento do conteúdo, destacando os pontos mais importantes estudados. Dica: para acessar o material diretamente pelo link, é necessário estar com a página “Minha biblioteca” aberta. ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade, estudaremos o transporte transmembrana de substâncias; para isso, faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Depois, siga o passo a passo para execução das atividades A7 1 e A7 2: “Entenda sua fisiologia > A7: Como as substâncias atravessam as membranas > A7 1 e A7 2”. Fonte: Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª edição: Grupo GEN, 2012.E-book. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 02 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ 16 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO PROBLEMA 1. Leia a situação problema a seguir e responda às questões “A” a “C”. Ao descobrir que estava grávida, Maria, 30 anos de idade, agendou em uma Unidade Básica de Atendimento (UBS) de sua região a primeira consulta de pré- natal. A médica solicitou alguns exames laboratoriais, uma ultrassonografia obstétrica e explicou da importância da suplementação com ácido fólico, uma vez que a anencefalia está associada a baixos níveis dessa vitamina nas primeiras semanas de desenvolvimento embrionário. A. Conceitue anencefalia. B. Explique a relação da anencefalia com o desenvolvimento embrionário do sistema nervoso central. C. Qual outro defeito congênito está associado ao desenvolvimento do tubo neural? ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud, clique em “Entenda sua fisiologia”, depois em Volume celular e faça todas as lições. Correlacione o que você aprendeu em medicina laboratorial com esta atividade. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.1 https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments 17 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 18 SP 1.2 Voltando das férias... Sistema nervoso autônomo e fatores que influenciam a atividade enzimática https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 19 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Aprendizes, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos anatômicos e histológicos de intestino delgado e intestino grosso. Você já ouviu falar sobre a “constipação do viajante”, ou já sentiu um “frio na barriga” antes de fazer alguma coisa importante? Investigue sobre o tema e depois siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife e assista as videoaulas indicadas a seguir. Durante os vídeos responda as questões “A” a “D”. • Caracterização morfológica do intestino delgado. • Caracterização morfológica do intestino grosso. • Plexo submucoso e mioentérico. A. Segmentos do intestino delgado e intestino grosso. B. Organização da parede do trato gastrointestinal. C. Conceito de sistema nervoso entérico. D. Localização do plexo submucoso e plexo mioentérico. ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife e faça a leitura do Capítulo 10 do livro “Bioquímica Clínica” de Pinto et al. Após a leitura, realize um fichamento dos principais pontos apreendidos e registre em seu portfólio. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731478/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter10]!/4/2/4%4050:15 1 2 3 4 20 5 ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NO LT KURACLOUD 1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud. Selecione e execute a atividade “Entenda sua fisiologia->A6.2”. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2 https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1 https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1 21 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL 1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, faça a leitura na página 320 da seção “Plexos intrínsecos/sistema nervoso entérico” do livro “Fundamentos de Anatomia Clínica”, de Moore . Após a leitura, desenvolva um mapa conceitual mostrando os reflexos longos (extrínsecos) e curtos (intrínsecos) envolvendo o sistema nervoso entérico. 2. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, realize a leitura do capítulo 6, seção 6.2 “Como as enzimas funcionam”, do livro “Princípios de bioquímica de Lehninger”, de Nelson e Cox. Após a leitura, construa um mapa mental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, Keith L.; DAILEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Fundamentos de Anatomia Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 9788527737265. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527737265/. Acesso em: 29 mai. 2023. NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788582715345. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582715345/. Acesso em: 30 jun. 2023. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715345/pageid/223 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715345/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715345/ 22 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 23 SP 1.3 Quietinha demais Morfologia do Coração e fatores que influenciam a resistência vascular periférica 1 2 3 4 24 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Você sabia que o coração pode se contrair sem uma conexão com o sistema nervoso Central, ou outra parte do corpo? Pesquise sobre o tema e depois siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife, assista aos vídeos “Sistema de condução do coração” e “Organização histológica do coração” e, depois, responda às questões propostas. A. Qual é a localização anatômica do nó sinoatrial, do nó atrioventricular, do fascículo atrioventricular (feixe de His), dos ramos direito e esquerdo e dos ramos subendocárdicos? B. Quais são as composição e função do esqueleto fibroso? C. Qual é a organização da parede do coração? D. Quais são as características das células musculares cardíacas? E. Qual é a composição e função dos discos intercalares? 2. Acesse o Ulife, assista ao vídeo “Fatores que influenciam na resistência vascular periférica – Parte 1” e, em seguida, responda às questões propostas. A. Quais fatores interferem na resistência vascular periférica? B. Qual é a importância da Lei de Poiseuille sobre o comportamento do fluxo sanguíneo do sistema circulatório? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.3 25 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade,estudaremos o coração e o sistema circulatório, para isto realize o login na Plataforma LT KuraCloud. Após, siga o passo a passo para execução das atividades abaixo descritas. A. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > O coração”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.3 B. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > Sistema circulatório”. https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/816/studentview https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/816/studentview 26 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 27 SP 1.4 Como lidar? Morfologia do sistema respiratório e determinação dos volumes e das capacidades pulmonares pela espirometria 1 2 3 4 28 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos anatômicos e histológicos do sistema respiratório. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto assiste aos vídeos, responda às questões de “A” a “I”. • Aspectos anatômicos do sistema respiratório. • Organização histológica do sistema respiratório parte 1. • Organização histológica do sistema respiratório parte 2 • Determinação dos volumes e capacidades pulmonares pela espirometria partes 1 e 2. A. Constituição e localização do epitélio respiratório. B. Importância das células caliciformes. C. Função dos pneumócitos dos tipos 1 e 2. D. Importância do surfactante. E. Volume-corrente. F. Volume de reserva inspiratória. G. Volume de reserva expiratória. H. Volume residual. I. Princípio da espirometria. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.4 29 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Execute as atividades “Fisiologia Humana > Respiração > Anatomia do pulmão e fluxo de ar”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.4 https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/833/studentview 30 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 31 SP 1.5 Várias pedras no caminho Morfologia do sistema urinário e urinálise 1 2 3 4 32 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos morfológicos e histológicos do sistema urinário. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto assiste aos vídeos, responda às questões “A” a “G”. • Aspectos morfológicos do sistema urinário. • Organização histológica do rim partes I e II. • Urinálise partes I e II. A. Quais estruturas revestem os rins externamente? B. Quais estruturas formam o trígono da bexiga urinária? C. Cite as diferenças anatômicas entre a uretra feminina e a uretra masculina. D. Quais são as unidades funcionais dos rins e como elas são organizadas? E. Quais as composição e função do aparelho justaglomerular? F. Quais são as etapas do exame de urina 1? G. Quais parâmetros são avaliados no exame de urina 1? ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL 1. Elabore um mapa mental sobre o processo de formação da urina. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.5 33 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Acesse a plataforma LT KuraCloud e realize as atividades “A” e “B”. A. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Anatomia do rim”. B. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Função tubular”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.5 https://accounts.kuracloud.com/user/login 34 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 35 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 5 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 36 MECANISMOS DE AGRESSÃO E DEFESA COMPLEXO TEMÁTICO II 37 “O sistema imune humano evoluiu durante milhões de anos, a partir dos organismos invertebrados, para desenvolver mecanismo de defesa sofisticados com o objetivo de proteger o hospedeiro contra microrganismos e seus fatores de virulência. O sistema imune normal tem três propriedades fundamentais: um repertório altamente diverso de receptores de antígenos que proporciona o reconhecimento de uma variedade quase infinita de patógenos, memória imune para reativar respostas imunes rápidas e tolerância imune para evitar danos aos próprios tecidos normais.” (Haynes, Soderberg, Fauci, 2013) Árvore temática 2 https://www.ulife.com.br/inspirali 39 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Identificar as agressões provocadas por agentes físicos, químicos, biológicos e psicossociais e os mecanismos de defesa do organismo a estas agressões. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer os diversos tipos de agentes agressores (físicos, químicos, biológicos e psicossociais). Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes biológicos: fungos, vírus, bactérias, protozoárias e helmintos. Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes químicos. Explicar os mecanismos de agressão pelos agentes físicos: temperatura, radiações e trauma mecânico. Descrever os mecanismos de agressão psicossociais com ênfase em estresse, doenças ocupacionais e psicossomáticas. Identificar a influência dos aspectos genéticos, nutricionais e psicológicos nos sistemas de defesa do organismo. Identificar e caracterizar o papel da imunidade inata e adquirida no mecanismo de defesa. Caracterizar os mecanismos de defesa específicos e inespecíficos; Descrever os mecanismos da inflamação aguda e crônica. Caracterizar o mecanismo da resposta imune celular, humoral e o desenvolvimento da memória imunológica. 40 Caracterizar os mecanismos envolvidos na imunização ativa e passiva. Caracterizar as imunodeficiências congênitas e adquiridas. Descrever os tipos de resposta de hipersensibilidade (Tipo I, II, III, IV) e suas principais diferenças. Identificar os mecanismos de lesão celular reversível e irreversível e descrever os mecanismos de reparação tecidual. Relacionar a lesão celular aos processos de adaptação e/ou morte celular. 41 SP 2.1 – Ficou bom, mas queimou... Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Identificar e caracterizar histologicamente: Capilares linfáticos Vasos linfáticos Ductolinfáticos: • Torácico; • Linfático direito. Linfonodos: • Córtex; • Medula. SISTEMA LINFÁTICO https://www.ulife.com.br/inspirali 42 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 43 Avaliação do processo inflamatório pela determinação da proteína C reativa Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO Detectar a presença de proteína C reativa em soro humano conforme o procedimento abaixo: a) Os reagentes e o soro devem estar à temperatura ambiente. b) Com o auxílio de uma pipeta automática, dispense 25 µL do controle positivo no círculo do cartão e 25 µL do controle negativo em outro círculo. c) Com o auxílio de uma pipeta automática, dispense 25 µL de soro no círculo de teste do cartão. d) Homogenize o reagente látex e então, com uma pipeta, adicione 25 µL da suspensão em cada um dos círculos utilizados. e) Misture as gotas usando um bastão descartável e cubra toda a área do círculo com a mistura. f) Homogenize suavemente com movimentos circulares na horizontal, o cartão de teste por 2 minutos, observando a formação de aglutinação. g) Examine o cartão de teste sob uma forte fonte de luz após 2 minutos. h) O controle negativo do kit deve dar um resultado negativo após 2 minutos e o controle positivo do kit deve dar um resultado positivo em um título de 1/4 ± uma dupla diluição após 2 minutos. Se os níveis dos controles ou amostras conhecidas de pacientes não derem os resultados esperados, os resultados do teste devem ser considerados inválidos. 44 i) Um resultado positivo é indicado pelo nítido padrão de aglutinação do látex, em uma solução clara. Um resultado negativo é indicado quando não se verifica nenhuma alteração na suspensão de látex no cartão de teste. 45 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 46 SP 2.2 – Mãos de costureira Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Aspectos macroscópicos Lobos: • Direito e esquerdo; • Lóbulos. Aspectos microscópicos: • Zona cortical; • Zona medular; • Corpúsculo de Hassal; • Células reticulares epiteliais. Ossos e articulações da mão: Macroscopicamente; Ossos do punho e da mão. TIMO https://www.ulife.com.br/inspirali 47 Ossos carpais Fileira proximal: • Escafoide; • Semilunar; • Piramidal; • Pisiforme. Fileira distal: • Trapézio; • Trapezoide; • Capitato; • Hamato; • Hâmulo do hamato. Ossos metacarpais (I-V) • Base; • Corpo; • Cabeça. Falanges • Falange proximal; • Falange Média; • Falange Distal; • Cabeça; • Corpo. Articulações da mão • Articulação radiulnar distal (sinovial trocoidea); • Articulação radiocarpal (sinovial elipsoidea); • Articulações intercarpais (sinoviais planas); • Articulação carpometacarpal do polegar (sinovial selar); • Articulações carpometacarpais (2ª à 5ª Sinoviais planas); OSSOS DA MÃO 48 • Articulações intermetacarpais: entre as bases dos metacarpais (2º à 5º sinoviais planas); • Articulações metacarpofalângicas (sinoviais elipsoideas); • Articulações interfalângicas da mão (sinoviais gínglimo). 49 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 50 Confecção e coloração de lâminas de extensão sanguínea Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO Preparo e coloração da extensão sanguínea. 1. Pressionar um dos dedos da mão, da base para a ponta, de modo que o fluxo sanguíneo se concentre na extremidade; 2. Desinfetar a ponta do dedo com álcool 70% e perfurá-la com uma lanceta estéril; 3. Colocar uma gota pequena de sangue a aproximadamente 1 cm da extremidade de uma lâmina bem limpa. 4. Pegar uma outra lâmina limpa (lâmina extensora – bordas arredondadas) e colocá-la sobre a outra, formando um ângulo de 45° sobre a lâmina com o sangue (veja desenho abaixo). 51 5. Encostar a lâmina superior na gota de sangue, permitindo que o sangue se espalhe ao longo de toda a borda da lâmina. 6. Deslizar a lâmina superior sobre a lâmina com a gota, de forma que esta se espalhe uniformemente em uma camada delgada sobre a lâmina. 7. Secar o esfregaço ao ar. 8. Submergir a lâmina na Solução 1, por meio de movimentos contínuos para cima e para baixo durante 5 segundos (5 imersões de 1 segundo cada uma) e deixar escorrer bem. 9. Submergir a lâmina na Solução 2, por meio de movimentos contínuos para cima e para baixo durante 8-9 segundos (8-9 imersões de 1 segundo cada uma) e deixar escorrer bem. 10. Submergir a lâmina na Solução 3, por meio de movimentos contínuos para cima e para baixo durante 2 segundos (2 imersões de 1 segundo cada uma) e deixar escorrer bem. 11. Lavar em água destilada, secar ao ar em posição vertical e com o final da extensão voltada para cima. 52 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 53 SP 2.3 – A dengue veio para ficar? Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Aspectos macroscópicos: Localização Face visceral Superfície diafragmática Margens: • Inferior e superior. Extremidades: • Posterior e anterior. https://www.ulife.com.br/inspirali 54 Faces: • Renal, gástrica, cólica. Ligamentos: • Gastroesplênico; • Esplenorrenal (lienorrenal). Hilo: • Artéria esplênica; • Veia esplênica. Aspectos microscópicos: • Cápsula do baço; • Polpa branca; • Polpa vermelha; • Artéria folicular. 55 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 56 Extensão sanguínea e diferenciação celular Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO 1. Levar as lâminas coradas ao MOC e observar a extensão sanguínea inicialmente em menor aumento. Realizar a observação da região mediana da lâmina. 2. Deve-se percorrer a lâmina em zigue-zague. 3. Localizar os tipos celulares sanguíneos em aumento de 100X e esquematize-os a partir do aumento de 400X e 1000X em imersão. 4. Realizar a contagem geral para determinar a porcentagem de cada tipo de célula encontrada (neutrófilos, linfócitos, monócitos, basófilos, eosinófilos, hemácias e plaquetas). 57 OBSERVAÇÃO DE SANGUE PERIFÉRICO EM LÂMINAS DE EXTENSÃO SANGUÍNEA HEMÁCIAS A quantidade de hemácias é muito maior que a de leucócitos e plaquetas, daí a predominância das mesmas no campo microscópico. As hemácias que são células anucleadas quando adultas e que se coram em róseo-amarelado pela eosina. LEUCÓCITOS Os leucócitos estão subdivididos em granulócitos e agranulócitos. Os granulócitos apresentam granulações específicas sempre com a mesma forma, tamanho e ultraestrutura. Os agranulócitos não apresentam granulações específicas. Os núcleos de todos os leucócitos se coram em púrpura pelo azul de metileno. 58 LINFÓCITOS Os linfócitos podem ser classificados em pequenos, médios e grandes. O seu núcleo ocupa quase toda célula e o citoplasma azulado fica mais na periferia. MONÓCITOS Os monócitos que geralmente apresentam o núcleo em forma de feijão ou de rim são células grandes e com o citoplasma bem azulado. Presença de hemácias, 2 neutrófilos e monócito bem característico.59 EOSINÓFILO Os eosinófilos geralmente apresentam o núcleo bilobulado com uma ponte cromatínica. Os grânulos são maiores que os dos neutrófilos e se coram em vermelho pela eosina. BASÓFILOS Os basófilos apresentam-se com núcleo que pode ter uma forma de “S”. Os grânulos do basófilo ficam bem escuros e podem mascarar o núcleo, no entanto, também estão presentes no citoplasma; e o seu nome já indica a sua afinidade. 60 NEUTRÓFILOS Os neutrófilos podem apresentar-se com núcleos em forma de bastão ou segmentados. Quanto maior o número de segmentos, mais velha é a célula. Os grânulos dos neutrófilos se coram em salmão por uma mistura de componentes. PLAQUETAS As plaquetas são fragmentos de megacariócitos e se coram em vermelho. Apresentam-se relativamente menores em relação às hemácias. As plaquetas estão ligadas à coagulação do sangue podem apresentar-se isoladas ou agrupadas sendo róseo-avermelhadas. 61 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 62 SP 2.4 – Sufoco! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Morfologia: • Parte nasal da faringe; • Toro tubário; • Tonsilas tubárias; • Prega salpingofaríngea; • Prega salpingopalatina; • Óstio faríngeo da tuba auditiva; • Tonsila faríngea. FARINGE https://www.ulife.com.br/inspirali 63 Morfologia: • Cartilagens da laringe; • Cartilagem tireoidea; • Proeminência laríngea; • Lâminas direita e esquerda; • Incisura tireoidea superior; • Cartilagem cricoidea; • Cartilagem aritenoidea; • Cartilagem epiglótica (epiglote); • Cavidade da laringe; • Vestíbulo da laringe; • Prega vestibular; • Ventrículo da laringe; • Prega vocal; • Cavidade infraglótica. LARINGE Morfologia: • Parte cervical; • Parte torácica; • Cartilagens traqueais; • Ligamentos anulares; • Parede membranácea; • Carina da traqueia. TRAQUEIA 64 Morfologia: • Brônquio principal direito; • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar médio; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares; • Brônquio principal esquerdo; • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares. Pulmão Morfologia: • Base do pulmão; • Ápice do pulmão; • Face costal; • Face mediastinal; • Face diafragmática; • Hilo do pulmão; • Raiz do pulmão. • Pulmão direito: • Lobo superior; • Lobo médio; • Lobo inferior; • Fissura oblíqua; • Fissura horizontal. • Pulmão esquerdo: • Língula; • Lobo superior; • Lobo inferior; • Fissura oblíqua. ÁRVORE BRONQUIAL 65 Reconhecer o epitélio respiratório com ênfase na sua participação para a filtração do ar identificando os tipos celulares que o compõem bem como o tecido conjuntivo onde repousa. Microscopia Reconhecer e diferenciar o epitélio que reveste os bronquíolos, os ductos e os alvéolos pulmonares, bem como o tecido conjuntivo em que repousam com ênfase para os mecanismos de defesa contra possíveis patógenos. 66 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 67 Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO 1. Acender o bico de Bunsen e deixá-lo ligado por 5 minutos. Deixar a placa de cultura perto do fogo. 2. Separar 2 lâminas de microscopia previamente limpas e desengorduradas. Flambar rapidamente as lâminas 3 vezes sobre o fogo do bico de Bunsen. 3. Segurar a alça de platina com a mão direita, flambar primeiro na chama azul, depois na amarela. Esperar esfriar (a alça é flambada na posição vertical e deverá ficar atrás da chama para proteção do operador). 4. Retirar a tampa da placa de cultura que contém o microrganismo próximo ao fogo e passar levemente e superficialmente a alça de platina previamente esterilizada sobre a Unidade Formadora de Colônia (UFC). 5. O material coletado deve ser semeado em lâmina de microscopia fazendo pequenos círculos na região mediana da lâmina. Para isso, pingue antes uma pequena gota de água destilada na região central da lâmina. 6. Esperar secar e seguir o procedimento para coloração de Gram. 7. Cobrir o esfregaço já fixado com solução de cristal violeta por um (1) minuto. 8. Escorrer o cristal violeta, lavar em fio d’água e cobrir o esfregaço com Lugol por um (1) minuto. 9. Escorrer o lugol, lavar em fio d’água. 10. Descorar rapidamente com álcool etílico (20 segundos). 11. Interromper o processo de descoramento lavando o esfregaço com fio d’água. 12. Cobrir o esfregaço com fucsina diluída por 30 segundos. 13. Lavar e secar com papel filtro, pressionando a parte de trás do esfregaço cuidadosamente. Técnica de coloração de GRAM 68 14. Esperar secar e observar ao microscópio, utilizando a objetiva de imersão. 15. Identificar as bactérias coradas em roxo como GRAM positivas e as bactérias coradas em vermelho como GRAM negativas. ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO Técnica de coloração de GRAM Os alunos receberão as placas prontas contendo meio sólido para cultivo de microrganismos assim como tubos contendo meio líquido para o mesmo propósito. 1. Dividir o fundo da parte externa da placa como auxílio de uma caneta de retroprojetor, escrevendo de cada lado da placa o local onde foi obtido o material a ser cultivado. 2. Molhar o cotonete estéril (swab) em solução fisiológica e esfregá- lo na área de interesse para cultivo posterior. 3. Semear com este cotonete a metade da placa referente ao local onde foi obtido o material. Outro local deve ser investigado e seguir o mesmo procedimento anterior. 4. Levar a placa identificada para ser incubada na estufa a 37ºC. Estas placas serão mantidas até a próxima semana para realização de coloração específica (Coloração de Gram). 5. Fazer leitura da placa após incubação e verificar a formação de colônias crescidas dos dois lados da placa, descrevendo o observado. 69 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 70 SP 2.5 – Sinal de alerta! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO MALT Tonsilas Definir: https://www.ulife.com.br/inspirali 71 MALT Tonsilas Palatinas: • Epitélio pavimentoso estratificado; • Folículo linfático da tonsila; • Cripta da tonsila. Faríngea: • Epitélio pseudoestratificado cilíndrico ciliado. Linguais Identificar: 72 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 73 Caracterização das principais enteroparasitoses causadas por helmintos Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO Reconhecer microscopicamente os principais helmintos causadores de doenças (enteroparasitoses) utilizando o laminário próprio para identificação dos seus ovos. Observar as características dos principais helmintos e seus ovos em microscópio óptico em aumento de 40, 100, 400 e 1.000X (imersão). 74 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. REY, L. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guana bara Koogan, 2011. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 75 REFERÊNCIAS SUGERIDAS Básica ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. REY, L. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guana- bara Koogan, 2011.ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Complementar COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. COURA, J. R. Dinâmica das doenças infecciosas e parasitá rias. 2 volumes. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. GOLDMAN, L.; SCHAFER, A. I. Tratado de medicina interna. 2 volumes. 24. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. MOORE, K. L; DALLEY, A. F; AGUR, A. M R. Anatomia orienta da para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. MURPHY, K. Imunobiologia de JANEWAY. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 76 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 5 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 77 ABRANGÊNCIAS EM SAÚDE COMPLEXO TEMÁTICO III 78 “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.” (Donne, 1572 - 1631) 79 Árvore temática 3 https://www.ulife.com.br/inspirali 80 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a complexidade dos cuidados básicos aos indivíduos idosos, no contexto social em que vivem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar o processo saúde-doença em uma perspectiva não apenas individual, mas coletiva, em um determinado território. Caracterizar os fatores críticos no adoecimento humano, destacando- se a vulnerabilidade e o risco de grupos sociais. Reconhecer a história da implantação do SUS, com seus princípios e diretrizes, abrangendo o universo dos cuidados à saúde da população no país. Reconhecer a epidemiologia como estratégia conceitual e operacional para o estudo dos agravos de saúde que acometem grupos populacionais. Realizar os cálculos de indicadores de saúde populacionais, como subsídio para o planejamento das ações de cuidado à saúde. Desenvolver uma visão da complexidade das ações de planejamento em saúde. Descrever a Estratégia da Saúde da Família e de seus impactos na saúde populacional. 81 Identificar os sistemas de informação, bem como a importância de sua alimentação, nos diversos níveis da inserção do médico no SUS. Acessar criticamente as fontes públicas de dados, primárias e secundárias, disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e outros órgãos. Identificar documentos (legislação, diretrizes, parâmetros e outros) relativos ao processo de cuidado da saúde dos indivíduos e da população assistida. 82 SP 3.1 – Por onde começar? Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Anatomia: • Faces; • Lobos; • Ligamentos; • Hilo; • Vesícula biliar. FIGADO https://www.ulife.com.br/inspirali 83 Identificar as veias abaixo, constituintes do sistema venoso portal: • Veia porta; • Veia esplênica; • Veia mesentérica superior; • Veia mesentérica inferior; • Veias gástricas direita e esquerda. Histologia: • Trama reticular; • Lóbulos hepáticos; • Hepatócitos; • Estruturas da tríade portal: • Arteríola; • Vênula; • Ducto. 84 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 85 Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ESTUDO 1. Analisar os dados e indicadores de Saúde baseados no sistema Governamental Datasus conforme o procedimento abaixo: a) Acessar Datasus: http://www2.datasus.gov.br/ b) Acessar: Informações de Saúde (Tabnet). c) Acessar: Indicadores de Saúde e Pactuações (Indicadores e Dados Básicos – IDB - IDB - 2012). d) Acessar: Indicadores demográficos (2000 a 2011) – Ano 2010 A. Acessar: Taxa Bruta de Natalidade (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). Indicar os Estados que mais aumentaram e mais diminuíram esta taxa. B. Acessar: Taxa Bruta de Mortalidade (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). Indicar os Estados que mais aumentaram e mais diminuíram esta taxa. e) Acessar: Indicadores Socioeconômicos A. Acessar: Taxa de analfabetismo (Anos Censitários) (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). B. Acessar: Proporção de Pessoas com baixa renda (Anos censitários) (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas/proporções). Compreender as informações obtidas pelo Datasus http://www2.datasus.gov.br/ 86 f) Acessar: Indicadores de Mortalidade A. Acessar: Taxa Mortalidade Infantil - 2000 a 2011 (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). Indicar os Estados que mais aumentaram e mais reduziram esta taxa. B. Acessar: Taxa Mortalidade Específica por Diabetes melito (Brasil/ São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). C. Acessar: Taxa de mortalidade específica por doenças do aparelho circulatório (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas/proporções). D. Acessar: Taxa de mortalidade específica por doenças transmissíveis (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas/proporções). g) Acessar: Indicadores de Morbidade A. Incidência de doenças transmissíveis - D.1 (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas). I. Sífilis Congênita; II. Meningite; III. Febre hemorrágica da dengue. B. Taxa de incidência de doenças transmissíveis - D.2 (Brasil/São Paulo e verificar quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas); I. Aids (2000 em diante); II. Tuberculose; III. Dengue. 87 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Datasus. Disponível em: http://www. datasus.gov.br/idb. LIMA, A. C. et al. Datasus: o uso dos Sistemas de informação na saúde pública. LIMA, A. C. et al. Datasus: o uso dos Sistemas de informação na saúde pública. Revista Fatec Zona Sul, v. 1, n. 3, 2015. Disponível em: http:// www.revistarefas.com.br/index.php/RevFATECZS/article/view/27. http://www.datasus.gov.br/idb http://www.datasus.gov.br/idb 88 SP 3.2 – Mico da semana! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Epiderme: • Estratos (basal, espinhoso, granuloso, córneo e lúcido); • Queratinócitos, melanócitos e células de Langerhans. Derme: • Derme papilar (tecido conjuntivo frouxo); • Derme reticular (tecido conjuntivo denso). PELE https://www.ulife.com.br/inspirali 89 REFERÊNCIAS GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 90 Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO 1. Verifique se as lâminas a serem utilizadas estão limpas. A limpeza da lâmina é realizada antes de se iniciar a preparação do esfregaço, pois frequentemente elas vêm de fábrica engorduradas pelo polimento. Nesse caso, é preciso: lavar essas lâminas com água e detergente neutro, enxaguá-las bem e depois lavá-las com álcool etílico comercial. Em seguida, secar com gaze as lâminas que serão utilizadas. Pegue as lâminas pela borda fosca para não engordurá- las novamente. 2. Forre a bancada com papel-toalha capaz de absorver respingos. 3. Providencie os materiais para preparar e fixar o esfregaço, e organize tudo na bancada de forma a assegurar um fluxo de trabalho lógico e seguro.4. Coloque em sua frente o coletor com a amostra que vai ser processada. 5. Identifique a lâmina. Para isso, escreva, com lápis grafite, na borda fosca da lâmina o mesmo número colocado no corpo do coletor. 6. Tire lentamente a tampa da amostra, para evitar a formação de aerossóis, e coloque-a virada para cima no papel. 7. Quebre ao meio um palito de madeira. 8. Retire a partícula maior e mais purulenta da amostra e deposite-a na lâmina próximo à borda fosca. 9. Distenda a amostra na lâmina, com uma das partes do palito em posição horizontal. Faça movimentos de vai-e-vem em cima da amostra, até obter um esfregaço homogêneo que cubra 2/3 da lâmina, sem deixar espaços vazios. Diagnóstico laboratorial da tuberculose - baciloscopia 91 Obs: Esfregaços muito finos ou muito grossos dificultam a leitura e podem levar a resultados falso negativos. Por isso, se houver excesso de escarro na lâmina, retire, com o mesmo palito e devolva para o coletor. Se o esfregaço ficar muito fino, pegue mais amostra e repita os passos anteriores. 10. Coloque a lâmina, com o esfregaço voltado para cima, para secar em temperatura ambiente, numa superfície forrada com papel seco. 11. Quando as lâminas estiverem completamente secas, fixe o esfregaço. 12. Pegue a lâmina seca, com o esfregaço voltado para cima, e passe-a rapidamente, por 3 vezes, sobre a chama do bico de Bunsen (Aquecimento excessivo pode danificar o bacilo e prejudicar a leitura da lâmina; aquecimento insuficiente pode impedir a fixação). 13. Depois da fixação, os esfregaços ficam aderidos às lâminas e estão prontos para a coloração. Coloração do esfregaço - Método de Ziehl-Neelsen O princípio da coloração do esfregaço pelo método de Ziehl-Neelsen baseia-se na resistência à descoloração da fucsina na parede celular do bacilo, após lavagem com soluções álcool-ácido. Assim, proceder da seguinte maneira: 1. Após a fixação, colocar as lâminas sobre um suporte, com a parte do esfregaço voltada para cima. 2. Cobrir as lâminas na totalidade com fucsina a 0.3%. 3. Aquecer as lâminas lentamente até a emissão de vapor. Aqueça a fucsina do seguinte modo: a) passe a chama lentamente por debaixo das lâminas, até ocorrer a emissão de vapores. Retire a chama imediatamente e marque o tempo de 5 minutos. 92 b) Passe novamente a chama por debaixo das lâminas até a emissão de vapor. Repita esta operação mais uma vez. c) No total, você passa a chama lentamente por debaixo da lâmina até a emissão de vapores, por 3 vezes, no tempo máximo de 5 minutos. 4. Deixar esfriar por 5-7 minutos. 5. Lavar as lâminas com água corrente. 6. Cobrir as lâminas com a solução álcool-ácido a 3% ou ácido sulfúrico a 20%. 7. Deixar atuar durante 2 minutos. 8. Lavar com água corrente e repetir a operação se necessário. Verifique se os esfregaços ficaram descorados. Considera-se descorado o esfregaço que apresentar coloração esbranquiçada ou levemente rosada. 9. Cobrir as lâminas com azul de metileno a 0,3%. 10. Deixar atuar durante 2-3 minutos. 11. Lavar com água corrente e secar ao ar livre. 12. Pingue uma gota de óleo de imersão, próximo ao número e no centro da lâmina. Você vai fazer a leitura em linha reta e no sentido horizontal; no aumento de 1.000X. Como os BAAR podem se apresentar na visualização microscópica? No método Ziehl-Neelsen, além da coloração vermelha, os bacilos podem se apresentar isolados, em grupos ou fragmentados. Veja na Figura 1: 93 • não são encontrados BAAR em 100 campos = relata-se o resultado como negativo; • são encontrados de 1 a 9 BAAR em 100 campos = relata-se apenas a quantidade de BAAR encontrada; • são encontrados de 10 a 99 BAAR, em 100 campos = relata-se o resultado como positivo +; • é encontrada em média de 1 a 10 BAAR por campo, nos primeiros 50 campos observados = relata-se o resultado como positivo ++; • é encontrada em média mais de 10 BAAR por campo, nos primeiros 20 campos observados = relata-se o resultado como positivo +++. Formas de apresentação dos BAAR na visualização microscópica. Quais os critérios para interpretação dos resultados da baciloscopia, padronizados para o método de Ziehl-Neelsen pela Organização Mundial da Saúde? Em amostras de escarro, quando: • não são encontrados BAAR = relata-se o resultado como negativo; • são encontrados BAAR em qualquer quantidade, em 100 campos = relata-se o resultado como positivo. 94 REFERÊNCIAS ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. DUARTE, A. J. da S. et al. Clínica médica: atuação da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina física e reabili tação, medicina laboratorial na prática médica. 2. ed. Barueri: Manole, 2016. DUNCAN, B. B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_controle_ tuberculo se.pdf. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_controle_tuberculose.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_controle_tuberculose.pdf 95 SP 3.3 – “Super Liga” Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Menisco lateral Menisco medial Ligamento cruzado anterior Ligamento cruzado posterior Ligamento colateral fibular Ligamento colateral tibial Ligamento da patela Articulação do joelho (sinovial bicondilar, sinovial gínglimo para alguns autores) https://www.ulife.com.br/inspirali 96 Ligamento colateral medial ou deltoideo: • Ligamento tibiotalar anterior; • Ligamento tibiotalar posterior; • Ligamento tibionavicular; • Ligamento tibiocalcaneo. Ligamento colateral lateral: • Ligamento talofibular anterior; • Ligamento talofibular posterior; • Ligamento calcaneofibular. Articulação talocrural (articulação do tornozelo) (sinovial gínglimo) 97 REFERÊNCIAS JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 98 Caracterização das principais doenças causadas por exoparasita Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO Reconhecer microscopicamente os principais exoparasitas causadores de doenças, utilizando o laminário próprio para identificação. Observar as características dos principais exoparasitas em microscópio óptico em aumento de 40, 100, 400 e 1000X (imersão). 99 REFERÊNCIAS ROITT, Ivan Maurice et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. HEUKELBACH, Jörg; OLIVEIRA, Fabíola Araújo Sales de; FELDMEIER, Hermann. Ectoparasitoses e saúde pública no Brasil: desafios para controle. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(5):1535-1540, set- out, 2003. 100 SP 3.4 – Comigo... tudo ótimo! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Parte superior Parte descendente Parte horizontal Parte ascendente Papila maior do duodeno (papila duodenal maior) Flexura duodenojejunal MACROSCOPIA INTESTINO DELGADO DUODENO https://www.ulife.com.br/inspirali 101 Saculações do colo Tênias do colo Apêndices omentais Flexura direita do colo Flexura esquerda do colo JEJUNO (alças jejunais) ÍLEO (alças ileais) INTESTINO GROSSO Valva ileocecal - Lábio ileocecal Valva ileocecal - Lábio ileocólico Apêndice vermiforme CECO COLO ASCENDENTE COLO TRANSVERSO COLO DESCENDENTE COLO SIGMOIDE 102 Ampola do reto Prega superior do reto Prega média do reto Prega inferior do reto RETO Linha pectínea - pectinada (linha anorretal) Colunas anais Seios anais CANAL ANAL MICROSCOPIAVilosidades intestinais: epitélio e lâmina própria Epitélio cilíndrico simples (células absortivas ou enterócitos), contém em seus polos apicais microvilosidades (borda em escova). INTESTINO DELGADO TÚNICA MUCOSA 103 Túnica mucosa: • Células caliciformes: produtoras de muco, menor concentração em comparação ao intestino grosso. Túnica submucosa Túnica muscular Túnica serosa INTESTINO GROSSO 104 REFERÊNCIAS JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. GUYTON, A. C; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. VAN DE GRAAFF, K. M. Anatomia humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 105 Caracterização das principais enteroparasitoses causadas por protozoários Medicina Laboratorial ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO 1. Reconhecer microscopicamente os principais protozoários causadores de doenças, utilizando o laminário próprio para identificação. 2. Observar as características dos principais protozoários em microscópio óptico em aumento de 40, 100, 400 e 1.000X (imersão). 106 REFERÊNCIAS REY, L. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. ROITT, I. M. et al. Fundamentos de imunologia. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. 107 REFERÊNCIAS SUGERIDAS Básica DUARTE, A. J. S. et al. Clínica médica: atuação da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina fí sica e reabilitação, medicina laboratorial na prática médica. V.1. 2. ed. Ba rueri: Manole, 2016. DUNCAN, B. B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013. SOLHA, R. K. de T. Saúde coletiva para iniciantes: polí ticas e práticas profissionais. 2. ed. São Paulo: Érica, 2014. Complementar CAMPOS, G. W. S. et al. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2012. DA SILVA, S. F. Redes de atenção à saúde no SUS: o pacto pela saúde e redes regionalizadas de ações de serviços de saúde. 2. ed. Campinas: Saberes, 2013. GARCIA, M. L. B. Manual de saúde da família. Rio de Janei ro: Guanabara Koogan, 2015. ROTHMAN, K. J.; GREENLAND, S.; LASH, T. L. Epidemio logia moderna. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. ZANCHI, M. T.; ZUGNO, P. L. Sociologia da saúde. 3. ed. Caxias do Sul: Educs, 2012. 108 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 109 HABILIDADES MÉDICAS/ ESTAÇÕES CLÍNICAS 2ª E T A P A 110 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS 111 As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular Habilidades Médicas (HM), junto com Saúde Baseada em Evidências (SBE), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame físico, raciocínio clínico, oferta de cuidados, decisões terapêuticas e seleção de exames complementares, além de relacionamento médico-paciente, através de oficinas práticas, sala de aula invertida, simulações com pacientes padronizados, e discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e novas sínteses). As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais (reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor estes valores na experiência terapêutica). Preferencialmente, cada etapa apresenta dois módulos temáticos, relacionados com os temas das outras unidades curriculares do mesmo período, mas há momentos em que esta sincronia não ocorre, mas sem configurar problema pois os temas são trabalhados dentro da lógica da espiral construtivista, que permite abordagens em momentos diferentes, mas que mantenham seu diálogo Agora, os estudantes acompanharão a mesma personagem nos dois módulos, todos idosos (cerca de 60-65 anos) afetados por doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão, diabetes, doença obstrutiva crônica) já diagnosticadas previamente, mas com adesão precária aos cuidados, relação frágil com o serviço de saúde, e problemas de cunho psicossocial (solidão e luto mal resolvido) além de consumo de tabaco ou álcool. Objetivos e Estratégias educacionais EXPANDIR A COMPREENSÃO, ORGANIZAR INFORMAÇÕES E PROPOR CUIDADOS 112 Estas situações permitirão diálogo não só com PMSUS e NCS, mas também com a antropologia. Nestes dois módulos, os estudantes entrarão em contato com as formas de estruturar uma história clínica (convencional ou centrada na pessoa), com os exames qualitativos gerais, de linfonodos, oroscopia e exames cardiopulmonares. Eles iniciarão com as pessoas sem alterações perceptíveis, para treinarem sua percepção dos estados normais e conseguirem comparar com os estados alterados nos cenários de prática em PMSUS. Por fim, ao final do segundo módulo, realizaremos a oficina de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) e desobstrução de vias aéreas por corpos estranhos, com uso de manequins de simulação realística. Esta oficina se propõe a ser o primeiro contato dos estudantes com situações de emergência e não se encerra nesta etapa, sendo repetida e aprimorada nos quatro anos e, por isso, não tem como finalidade formar socorristas. As habilidades relacionadas à RCP serão avaliadas apenas a partir da oitava etapa. 113 COMPETÊNCIAS ESPERADAS Ao final desta etapa, espera-se que os estudantes sejam capazes de demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da taxonomia de Bloom. COGNITIVAS 1. Aplicar de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, sendo capaz de reconhecer e utilizar os elementos do SIFE (Sentimentos, Ideias, Funcionamento e Expectativa). 2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos da entrevista em pequeno grupo. 3. Identificar a maioria dos problemas da pessoa entrevistada, e trazer ofertas – ainda que pouco complexas – de cuidados relacionados. 4. Utilizar os critérios de confiabilidade nas fontes bibliográficas. 5. Buscar e manusear adequadamente as informações em diferentes meios. 6. Realizar de forma sistemática a pesquisa bibliográfica. 7. Realizar a consulta à bibliografia em diferentes cenários: laboratório de informática, biblioteca central, acesso aos periódicos e à internet. Objetivos Específicos 114 PSICOMOTORAS 1. Realizar a aferição de peso, altura e circunferência abdominal em uma pessoa adulta. 2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea (IMC), a partir dos dados anteriores. 3. Aferir a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura, mesmo que de forma mecanizada. 4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa. 5. Realizar o exame físico qualitativo, mesmo com dificuldade, com base nos elementos trabalhados na oficina prática. 6. Realizar exame de linfonodos, mesmo com dificuldade. 7. Realizar exame de orocospia, mesmo com dificuldade. 8. Realizar exame cardíaco, mesmo com dificuldade. 9. Realizar exame pulmonar, mesmo com dificuldade. 10. Ao final, consegue explicar à pessoa o significado desses achados. 11. Ser capaz de reconhecer situação de emergência relacionada à parada cardiorrespiratória e oferecer os primeiros socorros de suporte básico de vida. 12. Ser capaz de reconhecer situação de obstrução de vias aéreas por corpo estranho e oferecer os primeiros socorros apropriados. 115 ATITUDINAIS 1. Reconhecer a pessoa entrevistada, iniciar e manter um diálogo com a mesma. 2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 3. Respeitar o sigilo da entrevista. 4. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, sua vida e seusproblemas. 5. Conseguir organizar as bases de um seguimento da pessoa atendida entre as duas entrevistas. ESTAÇÃO TEMA 1 Introdução do semestre, cronograma, conteúdos e avaliações Reunir as novas turmas 2 1ª Oficina - Exame físico geral, oroscopia, pulsos e linfonodos 3 1ª Simulação 4 2ª Simulação 5 3ª Simulação 6 Síntese provisória 7 Nova síntese 8 APA meio semestre Reteste 9 2ª Oficina: Exame cardiopulmonar 10 4ª Simulação 11 5ª Simulação 12 6ª Simulação 13 Síntese provisória Cronograma HM/EC https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 14 Nova síntese 15 3ª Oficina - Suporte Básico de Vida 16 APA de final de semestre 17 Avaliação prática 18 Avaliação prática 19 Avaliação prática https://www.ulife.com.br/inspirali 118 ROTAÇÃO EM ESTAÇÕES AUTODIRIGIDAS (READ) HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS 119 ROTEIROS DAS ESTAÇÕES DO 1º CICLO HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS 120 Sinais vitais, antropometria, exame físico qualitativo geral e caso clínico utilizando a plataforma MedRoom INTENCIONALIDADE Nesta estação, espera-se que o estudante pratique as técnicas de aferição dos sinais vitais e de medidas antropométricas, que foram vistos na etapa 1, acrescentando a isso os dados do exame físico qualitativo geral que proporcionam uma amplitude do estado de saúde do paciente. Para reter o aprendizado e aplicar os conhecimentos, o estudante faz o atendimento em realidade virtual da paciente Guilhermina Morales, que apresenta aspectos trabalhados na etapa 1, como o contexto social, somados aos que serão abordados na etapa 2, como alterações do estado geral, por meio da plataforma de casos clínicos da MedRoom. A estação permite ainda aprimorar as técnicas de exame físico, a comunicação escrita e a interação com a realidade virtual. O estudo autodirigido desenvolve habilidades de trabalho em equipe, gestão de tempo e motiva a capacidade de aprender de forma independente, conduzindo o próprio processo de aprendizagem. Estação 1 121 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Realizar a técnica de aferição dos sinais vitais e antropometria de um paciente adulto entre pares (aluno com aluno). Praticar o exame físico qualitativo geral de um paciente adulto entre pares (aluno com aluno). Desenvolver o atendimento da paciente Guilhermina Morales na plataforma de casos clínicos MedRoom para treino de anamnese e exame físico. DURAÇÃO DA ESTAÇÃO 150 minutos. 122 ATIVIDADE A: ATIVIDADE EM GRUPO – SINAIS VITAIS E ANTROPOMETRIA Prezado aluno, nesta atividade, você praticará as técnicas de aferição dos sinais vitais e das medidas antropométricas. Esses parâmetros complementam a avaliação do exame físico geral qualitativo, auxiliando na definição do estado geral do paciente. 1. Para esta atividade, os estudantes devem formar um grupo de três componentes. Siga as orientações abaixo. • Um estudante do trio faz a vez do paciente. • Os outros dois realizam todas as medidas e as anotam. • Alterne os papéis de modo que todos façam ambas as funções. Observação: Na etapa 1 do Ulife, estão disponíveis as atividades em formato ilustrado para revisão. I) TEMPERATURA (T) Para aferição da temperatura com termômetro digital, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Separe o material necessário: termômetro, álcool, algodão e papel toalha. • Deixe o paciente deitado ou sentado confortavelmente. • Limpe o termômetro com algodão embebido em álcool. • Enxugue a axila com papel toalha se necessário. • Ligue o termômetro e coloque-o na axila quando apresentar a indicação “L o º”, solicitando que o paciente mantenha o braço encostado ao tórax. • Retire o termômetro quando soar o alarme. • Limpe com algodão embebido em álcool. 123 • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. II) FREQUÊNCIA CARDÍACA (FC) Para aferição da frequência cardíaca em pulso radial, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Separe o material necessário: cronômetro ou relógio de ponteiro. • Deixe o paciente deitado ou sentado confortavelmente, com o local para aferição do pulso radial disponível. • Com os dedos indicador e médio, realize uma suave compressão da artéria radial na região distal do punho e, com as polpas dos dedos, conte quantos batimentos são aferidos em 1 minuto e, neste momento, atente-se também, além de a frequência do batimento, ao ritmo, à amplitude e à tensão e compare com a artéria contralateral. • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. • Para ampliar a investigação e considerando que o paciente possa não ter os pulsos radiais disponíveis, identifique nos colegas os demais locais para palpação do pulso nas artérias: temporais, carótidas, braquiais, femorais, poplíteas, tibiais e dorsais dos pés. III) FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA (FR) Para aferição da frequência respiratória, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. Para que não haja interferência na obtenção do valor, utilize a técnica de palpação 124 do pulso radial, mas atente-se à frequência respiratória. • Separe o material necessário: cronômetro ou relógio de ponteiro. • Deixe o paciente deitado ou sentado confortavelmente. Realize a inspeção e observe: • Observe os movimentos respiratórios torácicos e abdominais e conte a quantidade de inspirações por minuto. Observe a presença das seguintes alterações: • Dispneia: respiração difícil, trabalhosa ou curta. Sintoma comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser súbita ou lenta e gradativa. • Ortopneia: incapacidade de respirar facilmente, exceto na posição ereta. • Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da normalidade, frequentemente pouco profunda. • Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade. • Apneia: ausência da respiração. • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. IV) PRESSÃO ARTERIAL (PA) Para aferição da pressão arterial, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Oriente o repouso de pelo menos 5 minutos antes do procedimento em ambiente calmo. • Solicite ao paciente que esteja com a bexiga vazia. • Pergunte ao paciente se ele praticou exercícios físicos 60 a 90 minutos antes da aferição, se ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos ou se fumou 30 minutos antes. 125 • O paciente deve manter as pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado. • Remova roupas do braço do paciente no qual será colocado o manguito. • Posicione o braço do paciente na altura do coração (nível do ponto médio do esterno ou 4º espaço intercostal), apoiado, com a palma da mão voltada para cima e o cotovelo ligeiramente fletido. • Solicite que o paciente não fale durante a aferição. • Meça a circunferência do braço do paciente. • Selecione o manguito de tamanho adequado ao braço (pequeno: < 25,3 cm; médio: 25,3-34,3 cm; grande: > 34,3 cm). • Coloque o manguito sem deixar folgas acima da fossa cubital, cerca de 2 a 3 cm. • Centralize o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial posicionando a seta do esfigmomanômetro. • Estime o nível da pressão sistólica (palpe o pulso radial e infle o manguito até seu desaparecimento, desinfle rapidamente e aguarde 30 segundos antes da medida oficial). • Palpe a artéria braquial na fossa cubital e coloque o diafragma do estetoscópio sem compressão excessiva. • Infle até ultrapassar 30 mmHg o nível estimado da pressãosistólica. • Proceda à deflação lentamente (velocidade de 2 a 4 mmHg/ segundo). • Determine a pressão sistólica na ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff), que é um som fraco seguido de batidas regulares e, após, aumente ligeiramente a velocidade de deflação. • Determine a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff). • Ausculte cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e, depois, proceda à deflação rápida e completa. • Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff) e anote os valores da sistólica/diastólica/zero. • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. 126 V) AVALIAÇÃO DA DOR Para mensuração da dor e considerando um paciente consciente e orientado, utilize o passo a passo a seguir: • Para mensurar a intensidade da dor, utilize a escala numérica de avaliação da dor, que varia de 0 a 10, perguntando ao paciente a intensidade da dor naquele momento, em que o número 0 representa ausência de dor e o 10, dor comparada à maior dor que ele já sentiu. • Atente-se também aos seguintes itens: • Duração da dor; • Sua localização; • Fatores de melhora da dor; • Fatores de piora da dor; • Se a dor irradia para algum local; • E o tipo de dor (em pontada, pulsátil, em aperto, em fisgada). Observação: Lembre-se, a dor deve ser sempre reavaliada! VI) PESO Para aferição do peso, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Solicite que o paciente retire o calçado, o máximo de roupas possível e seus adornos. • Ligue a balança e aguarde que esteja zerada – geralmente, um toque com o pé liga a balança. • Solicite que o paciente suba na balança, mantendo-se em posição ereta e realize a leitura. • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. 127 VII) ALTURA Para aferição da altura, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Solicite que o paciente retire o calçado e adornos na cabeça (tiara, por exemplo). • Se for utilizado um estadiômetro, solicite que o paciente encoste- se à parede e mantenha-se em posição ereta, com os braços esticados para baixo na lateral do corpo e a cabeça erguida, com o olhar para frente. Então, desça o estadiômetro até que se encoste à cabeça do paciente e realize a leitura. • Se for utilizada a régua da balança mecânica, solicite que o paciente fique virado de costas para os cursores e que se mantenha-se em posição ereta, com os braços esticados para baixo na lateral do corpo e a cabeça erguida, com o olhar para frente. Então, erga a régua e a alinhe até que se encoste à cabeça do paciente e realize a leitura. • Fale ao paciente o valor obtido e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. VIII) ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC) Para calcular o IMC, utilize o passo a passo a seguir: • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Realize as medidas da altura e peso conforme já descrito. • Calcule o IMC: peso (kg) / altura2 (m). • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. 128 IX) CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA Para calcular a circunferência da cintura, leia o passo a passo abaixo. • Lave as mãos. • Explique o procedimento ao paciente. • Com uma fita métrica virada para a mensuração dos centímetros, realize a medida entre a décima segunda costela e a crista ilíaca e calcule o ponto médio. Neste local, realize a medida da circunferência da cintura. • Fale ao paciente o valor obtido explicando seu significado e anote em papel à parte. • Lave novamente as mãos. 2. Por fim, escreva no seu portfólio os dados obtidos e acrescente os valores de referência para cada medida, tomando por parâmetro os valores de um paciente adulto. Escreva também uma reflexão sobre as dificuldades encontradas em realizar a aferição dos sinais vitais e a antropometria e como você as venceu. 129 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Álcool 70% 5 Algodão 5 Maca 5 Cadeira com braçadeira 5 Papel descartável para maca 5 Calculadora 5 Cronômetro 5 Estetoscópio 5 Esfigmomanômetro 5 Termômetro 5 Fita métrica 5 Balança 5 Estadiômetro 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação, apoiados em uma bancada ou mesa de apoio. Ao lado do material, deixar a maca forrada com papel descartável e uma cadeira com braçadeira. 130 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; HOFFMAN, Richard M. Bates – Propedêutica Médica. 13ª edição. Grupo GEN, 2022. Pág. 179 a 202. E-book. ISBN 9788527738484. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. Acesso em: 03 jul. 2023. MARTINS, Mílton de A.; Semiologia clínica. 1ª edição. Editora Manole, 2021. Pág. 348 a 354. E-book. ISBN 9786555765250. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 10 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 127 a 131; 407 a 413. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527734998/. Acesso em: 03 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 131 ATIVIDADE B: ATIVIDADE EM GRUPO – EXAME FÍSICO QUALITATIVO GERAL Nesta atividade, você realizará o exame físico qualitativo geral que possibilita obter uma visão ampliada do estado de saúde do paciente. 1. Esta atividade deve ser realizada em três momentos. No primeiro, as funções de cada estudante são: • Um faz a vez do paciente. • Um faz a vez do médico. • O outro deve observar e realizar um registro em prontuário junto ao estudante médico, de acordo com o modelo de prontuário a seguir. • Estes papéis devem ser alternados no segundo e no terceiro momentos. 2. Preencha o modelo de prontuário e registre a avaliação do exame físico qualitativo com base nas orientações sugeridas abaixo. Quadro 1: Modelo de prontuário PRONTUÁRIO PACIENTE:__________________________ NÚMERO PRONTUÁRIO:________ DATA DE NASCIMENTO:__________ NOME DO MÉDICO DATA HORÁRIO REGISTRO ASSINATURA E CRM 132 ORIENTAÇÕES Estado geral: avaliação individualizada do estado geral do paciente, que permite acompanhar a sua evolução, podendo ser classificado em bom estado geral, regular estado geral e mau estado geral. Nível de consciência: avaliação da percepção do paciente quanto a si mesmo e quanto ao mundo exterior, podendo variar entre consciente, obnubilado, sonolento, confuso, torporoso e comatoso. Fala: avaliação da capacidade de comunicação verbal do paciente, considerando a fluidez e o entendimento das palavras pronunciadas. Fácies: avaliação da face do paciente, as alterações anatômicas e os movimentos voluntários ou involuntários. Aproveite para observar se o paciente mantém o olhar focado e atento ou se o desvia a todo tempo. Biotipo: avaliação da estrutura do paciente, podendo ser brevilíneo, mediolíneo e longilíneo. Postura: avaliação de como o paciente se posiciona em pé, sentado e deitado. Aproveite para observar se o paciente parece inquieto, se muda de posição o tempo todo. Hidratação: avaliação que engloba a pele, as mucosas e os olhos. Na pele, avaliam-se a umidade e o turgor (elasticidade); nas mucosas da boca e dos olhos, avalia-se a sua umidade; e nos olhos, avalia-se também a profundidade. Edema: avaliação de líquido acumulado no espaço intersticialou no interior das células, devendo-se considerar: • A distribuição: localizado ou generalizado. 133 • A intensidade: realizar uma compressão na região edemaciada com o dedo indicador e, se ao retirar o dedo, houver uma depressão, isso indica a presença de fóvea - Figura 1. Esta deve ser classificada em cruzes, sendo uma cruz (+) para menor profundidade até quatro cruzes (4+) para maior profundidade. • A elasticidade: tempo de demora para que a fóvea, retorne ao local inicial, que indica edema elástico (retorno rápido) e edema inelástico (retorno lento). Figura 1. Exemplo de fóvea Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Combinpedal.jpg Circulação colateral: avaliação da presença de rede venosa anormal ao exame físico, com veias tortuosas e intensas, considerando-se a direção do fluxo sanguíneo: • No primeiro momento, aplicam-se sobre um segmento de veia as polpas digitais dos indicadores justapostos. No segundo momento, os dedos se afastam um do outro enquanto comprimem o vaso, que vai se tornando exangue. O terceiro momento consiste na retirada da compressão, sendo uma mão por vez, e observando se o vaso permanece vazio ou se ocorreu o reenchimento da veia, o que direcionará o sentido do fluxo. https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Combinpedal.jpg 134 Fâneros (cabelo, pelos e unhas): no cabelo, observar a quantidade, a distribuição e o aspecto. Nos pelos, observar a presença e a distribuição; e nas unhas observar o formato, a coloração, a implantação e a presença de descamação. Neste momento, pode-se observar a presença de lesões na pele, de manchas e de cicatrizes e a coloração das extremidades, verificando a presença de cianose. Movimentos: avaliação dos movimentos corporais em voluntários ou involuntários e se são contínuos ou em momentos específicos. Marcha: avaliação da forma como o paciente caminha, solicitando-lhe que caminhe descalço, de olhos abertos e, depois, fechados, indo e voltando a uma distância de 5 metros. 3. Por fim, acrescente ao seu portfólio os três prontuários fictícios e evidencie as diferenças entre eles. Escreva também uma reflexão sobre as dificuldades encontradas em realizar o exame físico qualitativo geral e fazer o registro dele, e como você as venceu. MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Modelo de prontuário impresso 15 Maca 5 Papel descartável para maca 1 Cadeira 5 MATERIAIS 135 ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação, apoiados em uma bancada ou mesa de apoio. Ao lado do material, deixar a maca forrada com papel descartável e uma cadeira. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; HOFFMAN, Richard M. Bates – Propedêutica Médica. 13ª edição. Grupo GEN, 2022. Pág. 179 a 202. E-book. ISBN 9788527738484. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. Acesso em: 03 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 407 a 413. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 02 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 136 ATIVIDADE C: PLATAFORMA MEDROOM – ATENDIMENTO DE PACIENTE EM REALIDADE VIRTUAL Nesta atividade, você atenderá a consulta inicial (caso 1) da paciente Guilhermina Morales. 1. Forme grupo de três pessoas e siga as orientações abaixo: • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no metaverso e interagir com o paciente conforme as orientações do leitor). • 1 estudante para ser o anjo (sua função é garantir a segurança do explorador, já que este utilizará um óculos de realidade virtual, zelando para que ele não caia ou que tropece nos fios). • 1 estudante para ser leitor e relator (sua função é ler o roteiro da atividade, anotar as descobertas do grupo e fornecer um feedback ao estudante que atendeu ressaltando os pontos fortes e o que faria de diferente). 2. Siga o passo a passo abaixo: A. Higienize os controles manuais com um lenço úmido. B. Higienize os óculos com um lenço úmido na parte externa e um lenço seco nas lentes. 137 3. Realize previamente a familiarização com o equipamento e a plataforma dos casos clínicos MedRoom. Caso o equipamento não esteja pronto para uso, siga as instruções: Versão em vídeo: Como acessar os programas MedRoom. Instruções ao explorador: • Sente-se a 1 metro do computador. Tenha a certeza de que seu braço esticado não é capaz de esbarrar na mesa à sua frente. Caso haja móveis ao redor, os afaste. • Deve-se ter cuidado com o cabo que conecta os óculos de realidade virtual ao computador, evite passar por cima dele com a cadeira e deixe-o em uma posição confortável para que não limite seus movimentos. Tente assegurar que ele não se desconecte durante o uso. • Vista os óculos de realidade virtual e ajuste-o na cabeça até obter nitidez. Use as faixas de ajuste no topo e atrás da cabeça para vesti- los de maneira confortável (para quem usa óculos de grau: não há correção ocular nas lentes dos óculos de realidade virtual, você deve vestir os óculos de realidade virtual junto aos seus óculos de grau). • Ative o Quest Link. A conexão entre os óculos de realidade virtual e o computador é criada pelo Quest Link. Dentro da realidade virtual, clique no ícone de wi-fi na barra de tarefas, clique na opção Quest Link e inicie a conexão com o computador. Instruções ao anjo: • No computador designado para as experiências de realidade virtual, localize o ícone “MedRoom Launcher” na área de trabalho e clique duas vezes nele. • A janela de login se abrirá. Clique em ENTRAR caso exista um login institucional salvo, ou insira seus dados de login. • O sistema exibirá todas as aplicações disponíveis para a sua IES. Cada aplicação é um caso clínico diferente. Casos rotulados como “Retorno” são evoluções do caso inicial. • Escolha o caso clínico Guilhermina Morales. • Certifique-se que o explorador realizou todas as etapas acima. Caso sim, clique em ENTRAR. • Forneça o suporte necessário. https://youtu.be/SP_ut8GC8PU 138 Instruções ao leitor e relator: • Leia o roteiro de atividade para guiar as ações do explorador. • Preste atenção ao que é perguntado e respondido. • Anote as principais dúvidas percebidas no diálogo para virarem objetos de estudo; • Anote as descobertas do grupo. • Forneça um feedback ao estudante que atendeu a paciente ressaltando os pontos fortes e o que faria de diferente. Ao lado do notebook, há um QR code com todas as informações de manuseio do equipamento; em caso de dúvidas ou de falhas durante a execução, se necessário, chame o técnico do laboratório que poderá lhe auxiliar. 4. Interaja no atendimento do caso clínico realizando todas as etapas da anamnese e o exame físico conforme introdução a seguir. Estamos na cidade da sua escola. Você, como estudante da 2ª etapa de Medicina, realizará uma consulta de acolhimento a pedido da médica de sua equipe, Soraia, que lhe solicitou que verifique como está a Guilhermina. 5. De acordo com o atendimento da paciente Guilhermina Morales, responda às questões a seguir: A. Quais informações do exame físico qualitativo podem ser obtidas do atendimento? B. Quais achados da anamnese chamam a atenção? C. Quais achados do exame físico chamam a atenção? D. Elabore um plano de cuidado em relação às necessidades de cuidado levantadas considerando o MCCP (método clínico centrado na pessoa). 139 6. Por fim, acrescente no portfólio as suas impressões, as respostas da questão do item 5 e o aprendizado obtido com o caso da paciente Guilhermina Morales de quando atender e de quando realizar seufeedback ao colega. Escreva também uma reflexão sobre as dificuldades encontradas em realizar o atendimento e como você as venceu. MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Kit de Higienização MedRoom (lenço umedecido e máscara ocular descartável) 12 Notebook 2 Estrutura MedRoom: óculos 3D e joystick 2 Cadeira com altura ajustável 2 Cadeira 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à atividade e já conectados para uso, apoiados em uma bancada ou mesa de apoio. À frente do material, deixar a cadeira de altura ajustável. Certifique-se que o QR code está disponível para o estudante. 140 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; HOFFMAN, Richard M. Bates – Propedêutica médica. 13ª edição. Grupo GEN, 2022. Pág. 179 a 202. E-book. ISBN 9788527738484. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. Acesso em: 03 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 407 a 413. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 02 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 141 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Egly Priscila de Almeida Butafava UAM - Piracicaba http://lattes.cnpq. br/0914500259949036 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Ana Paula Quilici UAM - São José dos Campos http://lattes.cnpq. br/8028265278079499 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/0914500259949036 http://lattes.cnpq.br/0914500259949036 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 142 Exame físico dos linfonodos INTENCIONALIDADE Nesta estação, espera-se que o estudante realize o exame físico dos linfonodos e que realize essa mesma avaliação com a simulação de alterações por meio de sementes ou grãos. Na sequência, para ilustrar o aprendizado e aplicar os conhecimentos, o estudante faz o atendimento da paciente Verônica mediante o estudo de caso apresentado, correlacionando o conhecimento sobre o sistema linfático às notícias que a mídia divulga como verdade. Os estudantes também poderão analisar, em modelos anatômicos a posição dos linfonodos em relação a acidentes anatômicos, de referência e estudar o trajeto da linfa. A estação permite ainda aprimorar as técnicas de exame físico, a comunicação escrita e adaptada ao paciente leigo e o aprimoramento de evidências científicas. O estudo autodirigido desenvolve também habilidades de trabalho em equipe e gestão de tempo e motiva a capacidade de aprender de forma independente, conduzindo seu próprio processo de aprendizagem. Estação 2 143 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Praticar o exame físico dos linfonodos de um paciente adulto entre pares (aluno com aluno). Praticar o exame físico dos linfonodos de um paciente adulto, simulando anormalidades entre pares (aluno com aluno). Desenvolver o atendimento da paciente Verônica a partir do estudo de caso apresentado que correlaciona conhecimento científico e a divulgação feita pela mídia. DURAÇÃO DA ESTAÇÃO 150 minutos. 144 ATIVIDADE A: VIDEOAULA E PRÁTICA – EXAME FÍSICO DOS LINFONODOS Prezado aluno, esta atividade propõe a realização do exame físico dos linfonodos. O sistema linfático auxilia o corpo na drenagem dos líquidos do espaço intersticial no retorno à corrente sanguínea. Os vasos linfáticos atravessam linfonodos, os quais podem ser palpados de acordo com seu estado, acompanhando a rede venosa, e desembocam no sistema sanguíneo. Esta atividade deve ser realizada em três momentos: videoaula, exame físico e reflexão no portfólio. 1. Assista ao vídeo sobre a técnica de realização do exame físico dos linfonodos conforme o passo a passo a seguir: • Assista ao vídeo demonstrativo da técnica do exame físico dos linfonodos por meio do QR code abaixo: • Esse QR code pertence ao livro Semiologia Clínica, de Mílton de Arruda Martins; et al., disponível na Minha Biblioteca. Será necessário que você realize um acesso colocando inicialmente a senha semiologia e, depois, preencha um cadastro. Na plataforma do livro, clique em aulas, no menu lateral, e assista aos vídeos: • O Exame dos Gânglios e o Sistema Linfático 1/2 – Dra. Ana Luisa Ito Baptista da Cruz. • O Exame dos Gânglios e o Sistema Linfático [2/2] – Dr. Guilherme Konishi Kudo. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555765250/epubcfi/6/50%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter13%5D!/4 145 2. Realize, então, a inspeção geral do paciente quanto à: presença de sinais flogísticos e à de abaulamentos. 3. Realize, na sequência, a palpação do paciente em busca de linfonodos nas regiões: • Submentonianos. • Submandibulares. • Pré-auriculares. • Pós-auriculares. • Cervicais. • Occipitais. • Supraclaviculares. • Axilares. • Inguinais. • Poplíteos. Figura 1. Locais de palpação dos linfonodos da cabeça e pescoço. Fonte: Hipocampus, etapa 2, exame físico qualitativo dos linfonodos (conteúdo), 146 Para a palpação, posicione o paciente da seguinte forma: • Cabeça e pescoço: sentado, com o pescoço levemente fletido, com ambas as mãos palpando cadeias contralaterais simultaneamente. • Axilares: sentado, com o membro superior do lado examinado apoiado no examinador, que deve examinar a cadeia axilar esquerda com a mão direita, enquanto apoia o membro superior esquerdo do paciente com a mão esquerda. No exame da cadeia axilar direita, o processo inverso deve ocorrer. • Inguinais: cada cadeia deve ser analisada separadamente, com o paciente deitado com a coxa estendida e ligeiramente abduzida. • Poplíteos: decúbito dorsal com a perna semifletida, devendo o examinador utilizar ambas as mãos em garra para palpar a fossa poplítea. Figura 2. Exemplo de linfonodo aumentado. 147 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Álcool 70% 5 Maca 5 Papel descartável para maca 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação apoiados em uma mesa ou bancada, com as macas em paralelo na frente ou ao lado da bancada. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTINS, Mílton de A.; Semiologia clínica. 1ª edição. Editora Manole, 2021. Pág. 115 a 117. E-book. ISBN 9786555765250. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 07 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 501 a 504. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 07 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 148 ATIVIDADE B: EXERCÍCIO EM TRIO E REFLEXÃO – EXAME FÍSICO DOS LINFONODOS “ALTERADOS” Esta atividade deve ser realizada com o mesmo trio da atividade A, considerando que um estudante fará a vez do médico; o outro, a do paciente; e o terceiro, a do observador. 1. Siga as orientações abaixo: • O integrante que fará o paciente deve escolher três tipos de grãos diferentes (com tamanhos e formatos diferentes) e fixá-los, com fita hipoalergênica (Micropore®), em locais diferentes do corpo, considerando a região anatômica da rede linfática. • O aluno médico realiza o exame físico dos linfonodos e uma anotação das características do “linfonodo” encontrado, quantoa: quantidade, localização, tamanho, aspecto (endurecido/amolecido) e mobilidade. • Esses papeis devem ser alternados no segundo e no terceiro momentos. Observação: O passo a passo com a descrição da técnica do exame físico dos linfonodos é o mesmo da atividade A. 2. Por fim, reflita sobre as dificuldades para a realização do exame físico dos “linfonodos alterados” e como elas foram superadas e acrescente as anotações dos três alunos sobre as características encontradas realizando uma comparação entre elas, ressaltando os pontos comuns e os pontos divergentes. 149 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Tesoura 5 Álcool 70% 5 Maca 5 Papel descartável para maca 5 Fita hipoalergênica 5 Sementes ou grãos de três tamanhos diferentes Diversas MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação apoiados em uma bancada ou mesa de apoio. As sementes ou grãos podem ser feijão, milho, abóbora, girassol, granola, entre outros. As macas devem estar em paralelo, na frente ou ao lado da bancada. Na ausência da fita hipoalergênica, a fita crepe pode ser utilizada. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTINS, Mílton de A.; Semiologia clínica. 1ª edição. Editora Manole, 2021. Pág. 115 a 117. E-book. ISBN 9786555765250. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 07 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 501 a 504. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 07 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 150 ATIVIDADE C: ESTUDO DE CASO Para esta atividade, acompanhe a leitura do estudo de caso a seguir. 1. Você, estudante de Medicina da segunda etapa, está em atividade externa na USF. Recebe Verônica, 26 anos, moradora do bairro Orquídeas e, por ser mês de outubro, aproveitou a campanha “Outubro Rosa” de coleta do Papanicolaou para mostrar empolgada para você e para a Dra. Soraia o seguinte anúncio: Verônica gostaria de melhorar a sua aparência e a proposta a interessou, em especial pela parte do “sem esforço”, pois não gosta de atividade física. Começa, então, a fazer muitas perguntas: A. O termo “linfático” refere-se à que parte do corpo? Qual a sua função? B. O que seria uma massagem linfática? É o mesmo que drenagem linfática? C. Qual é a técnica correta aplicada? Pode ser feita no corpo inteiro? D. O anúncio é verdadeiro? Não preciso mesmo fazer atividade física? Quer perder pes o sem esforço? Aproveite o pac ote de massage m linfática! Fechan do cinco sessõe s, você ganha mai s uma! Agende h oje mesmo e alcanc e os resultados que sempre sonhou ! 151 2. Dra. Soraia solicita que você a auxilie nas respostas das questões. Esta atividade deve ser realizada em três momentos: • Cada aluno do trio, considerado o que já foi visto sobre sistema linfático e após uma busca na literatura, reflete sobre quais respostas podem ser dadas para a Verônica. • Compare as respostas obtidas. • Escreva um texto narrativo de maneira informal com as respostas, de forma que a paciente entenda os conceitos e princípios, adequando a linguagem e propondo intervenções benéficas à paciente. 2. Por fim, acrescente no portfólio as dificuldades encontradas e como você as superou, considerando atender a paciente, realizar a busca na literatura e dar à paciente uma resposta adequada. Anexe também as respostas encontradas e o texto narrativo elaborado. MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Notebook para consulta 5 MATERIAIS 152 ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação e apoiados em uma mesa ou bancada. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 501 a 504. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 07 jul. 2023. VASCONCELOS, Maria Goreti de. Princípios de drenagem linfática. 1ª edição: Editora Saraiva, 2015. E-book. ISBN 9788536521244. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788536521244/. Acesso em: 11 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521244/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521244/ 153 ATIVIDADE D: MODELOS ANATÔMICOS E EXERCÍCIO – LOCALIZAÇÃO DOS LINFONODOS 1. Nos modelos anatômicos, localize os principais grupos de linfonodos e um ponto de referência anatômico para sua localização: • Linfonodos cervicais superficiais; ponto de referência anatômico: m. esternocleidomastóideo. • Linfonodos cervicais profundos; ponto de referência anatômico: m. esternocleidomastóideo. • Linfonodos axilares; ponto de referência anatômico: fossa axilar e margem do m. peitoral maior. • Linfonodos inguinais superficiais; ponto de referência anatômico: m. ligamento inguinal. • Linfonodos inguinais profundos; ponto de referência anatômico: m. ligamento inguinal. • Linfonodos poplíteos; ponto de referência anatômico: fossa poplítea. 2. Leia o texto e faça o que se pede. • O líquido extracelular passa para os capilares linfáticos, os quais se unem em vasos coletores. Os vasos coletores se unem formando nove tronco linfáticos, sendo os trocos jugular direito e esquerdo, tronco subclávio direito e esquerdo, tronco broncomediastinal direito e esquerdo, tronco intestinal e tronco lombar direito e esquerdo. Os troncos linfáticos, por sua vez, se unem e formam os ductos linfáticos direito e torácico que desembocam, na corrente 154 sanguínea, próximos ao coração. O esquema abaixo ilustra a circulação linfática, a qual ocorre em direção centrípeta (na direção do coração). Água, eletrólitos, proteínas plasmáticas, macromoléculas Capilares linfáticos Vasos coletores Corrente sanguínea Ductos linfáticos Troncos linfáticos São dois ductos linfáticos que recebem a linfa de todo o corpo de maneira desigual. Veja, no esquema abaixo, de quais regiões do corpo o ducto linfático direito recebe a linfa e onde ela desemboca na corrente sanguínea: Linfa das vísceras torácicas - lado direito Tronco broncomediastinal direito Ducto linfático direito Corrente sanguínea (na veia subclávia direita, junção com a veia jugular interna - ângulo venoso direito) Linfa do membro superior direito Tronco subclávico direito Tronco jugular direito Linfa da cabeça e do pescoço - lado direito 155 Veja no esquema abaixo de quais regiões do corpo o ducto torácico recebe a linfa e onde ela desemboca na corrente sanguínea: Linfa das vísceras torácicas - lado esquerdo Tronco broncomediastinal esquerdo Ducto torácico Corrente sanguínea (veia braquiocefálica esquerda, junção da veia subclávia esquerda com a veia jugular interna - ângulo venoso esquerdo) Linfa do membro superior esquerdo Tronco subclávico esquerdo Tronco jugular esquerdo Linfa da cabeça e do pescoço - lado esquerdo Cisterna do quilo Tronco lombar direito Tronco lombar esquerdo Linfa do membro inferior direito Linfa do membro inferior esquerdo Tronco intestinal Linfa das vísceras abdominais 156 3. Para ajudá-lo a fixar o trajeto da circulação linfática, esquematize, na imagem abaixo, o trajeto da linfa até a corrente sanguínea: Em A, esquematize o trajeto da linfa: • Do membro superior direto até a corrente sanguínea. Em B, esquematize o trajeto da linfa: • Do pescoço esquerdo até a corrente sanguínea. Fonte: Wikimedia. Anatomicalposition (credit: modification of work by Donna Browne). A) B) 157 MATERIAL QUANTIDADE Torso (modelo anatômico) 2 Prancha do sistema linfático (modelo anatômico) 2 Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Notebook ou tablet para consulta 2 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem esta,r dispostos sobre uma bancada ou mesa de apoio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M R. Anatomia orientada para clínica. Grupo GEN, 2022. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527734608/. Acesso em: 13 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 158 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Ana Paula Quilici UAM – São José dos Campos http://lattes.cnpq. br/8028265278079499 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Egly Priscila de Almeida Butafava UAM – Piracicaba http://lattes.cnpq. br/0914500259949036 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/0914500259949036 http://lattes.cnpq.br/0914500259949036 159 Exame físico da orofaringe INTENCIONALIDADE Nesta estação, espera-se que o estudante realize o exame físico da orofaringe. Na sequência, para ilustrar o aprendizado e aplicar os conhecimentos, o aluno desenvolve um mapa mental sobre as estruturas e funções da cavidade oral e da orofaringe, que possibilita melhor organização e maior objetividade do conteúdo estudado. Por fim, elabora um panfleto educativo sobre cuidados e prevenção de doenças da cavidade oral para pacientes adultos, resumindo o conhecimento e adequando-o para orientação da população geral. A estação permite também aprimorar as técnicas de exame físico e a síntese de informações. O estudo autodirigido desenvolve ainda habilidades de trabalho em equipe e de gestão de tempo e estimula a capacidade de aprender de forma independente, conduzindo o próprio processo de aprendizagem. Estação 3 160 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Praticar o exame físico da orofaringe de um paciente adulto entre pares (aluno com aluno). Desenvolver um mapa mental sobre as estruturas e funções da cavidade oral e orofaringe. Elaborar um panfleto educativo sobre cuidados e prevenção de doenças da cavidade oral para pacientes adultos incentivando o interprofissionalismo. DURAÇÃO DA ESTAÇÃO 150 minutos. 161 ATIVIDADE A: EXAME FÍSICO DA OROFARINGE Prezado aluno, esta atividade deve ser realizada em três momentos. No primeiro momento, cada aluno deve elaborar um checklist individual com os itens a serem avaliados no exame físico da orofaringe. Após esta construção, seguir para a próxima etapa. No segundo momento, as funções de cada estudante são: um faz a vez do paciente; outro faz a vez do médico; e o terceiro deve observar a técnica executada com o checklist que elaborou. O aluno observador deve primeiramente acompanhar e no final dar um feedback ao colega médico de como foi o exame físico, considerando o acolhimento ao paciente, a técnica executada e quantos itens do checklist foram alcançados. Esses papéis devem ser alternados no segundo e no terceiro momento, cada um com seu checklist próprio. No terceiro momento, reveja o passo a passo para a realização do exame físico da orofaringe com o material descrito abaixo e reflita com seus colegas o que poderia ser diferente. 1. Assista ao vídeo demonstrativo da técnica do exame físico da orofaringe por meio do QR code abaixo: Esse QR code pertence ao livro Semiologia Clínica, de Mílton de Arruda Martins; ., disponível na Minha Biblioteca. 162 • Será necessário que você realize um acesso colocando inicialmente a senha semiologia e depois preencha um cadastro. Na plataforma do livro, clique em aulas, no menu lateral, e assista ao vídeo: O Exame da Cabeça e Pescoço – Dra. Debora Sitnik. Observação: o exame físico da orofaringe inicia-se no 13º minuto. 2. Realize a inspeção geral do paciente quanto à assimetria e à presença de sinais flogísticos, de lesões e de piercings. 3. Realize o exame da cavidade oral, seguindo os passos abaixo: • Forre a mesa do laboratório com papel descartável e coloque sobre ela a espátula de madeira e a gaze. Lave e seque as mãos e os antebraços. Coloque a máscara com a parte do arame para cima e molde o formato do seu nariz. Após a colocação da máscara, coloque os óculos de segurança. Calce as luvas. • Inicie o exame físico pelos lábios do paciente, ainda este com a boca fechada, atentando para a coloração e hidratação. • Afaste a bochecha com a espátula de madeira para que possa ter uma visão de toda a sua superfície. A palpação é feita com o dedo polegar por fora da bochecha e o dedo indicador na boca. • Após isso, solicite que o paciente abra a boca. Avalie os dentes, quanto à quantidade e cuidados, como a presença de placas de tártaro. Para a inspeção dos dentes peça para o paciente abrir bem a boca e, com a espátula de madeira, afaste a mucosa bucal (bochechas) e os lábios. Examine desde o último molar do lado direito até o último molar do lado esquerdo. Para visualizar a arcada dentária superior, peça ao paciente que incline a cabeça para trás. A palpação é feita com os dedos indicador e polegar “em pinça” e serve apenas para verificar a mobilidade dental. • Na sequência, avalie a gengiva, observando sua coloração e se há presença de sinais flogísticos. • A seguir, avalie a língua quanto à simetria e à movimentação lateral. Neste momento, com o auxílio de uma gaze, peça para que o paciente coloque a língua para fora e, com a gaze entre o indicador e o polegar, puxe-a delicadamente e visualize todo o 163 Fonte: PORTO, Celmo C. Semiologia Médica, pág 240. dorso, a base e a superfície lateral. Peça ao paciente para colocar o ápice na papila incisiva. Visualize o ventre e o assoalho da boca. A palpação bidigital da língua é feita puxando-a para fora com a mão esquerda, como se fosse uma “pinça”, enquanto com a mão direita, com os dedos polegar e indicador, verifica-se o tônus. Peça ao paciente que afunile a língua, alargue-a e, faça seu canolamento. • Com uma lanterna, avalie a mucosa, o palato mole e o palato duro. Caso necessário, um abaixador de língua pode ser utilizado. • Estenda a cabeça do paciente e peça que ele abra a boca. Observe o formato do palato. Verifique a coloração mais clara em relação à superfície da gengiva devido à sua queratinização. Observação: Lembre-se de utilizar os equipamentos de proteção individual - luvas de procedimento, óculos de proteção e máscara descartável! Figura 1. Cavidade oral Lábio Palato duro Palato mole Úvula Amigdalas Papilas Língua Orofaringe Superfície ventral da língua Óstio do canal submandibular 164 4. Realize o exame da orofaringe, conforme as seguintes orientações: • Com um abaixador de língua e uma lanterna, posicione a ponta do abaixador no meio da língua e faça uma leve pressão para baixo, pedindo ao paciente que deixe a língua relaxada. • Coloque o abaixador no terço médio da língua e empurre-o suavemente para baixo. • À medida que o paciente deixar de fazer resistência, aumente a pressão e avalie a parte posterior: as tonsilas palatinas, a úvula e a parede posterior da orofaringe. Observe se há sinais flogísticos e a presença de caseum. Figura 2. Caseum na tonsila palatina esquerda. Fonte: DaFerRod. Dos tonsilolitos en amígdala izquierda. 165 5. Realize a inspeção dinâmica, seguindo os passos: • Solicite que o paciente emita a vogal A prolongadamente (Aaaaa) e observe o véu palatino descer e movimentar-se. Após isso, soliciteque emita algumas vezes a sequência A - Ãn - A - Ãn e novamente observe o véu palatino movimentar-se. • Localize a abertura de cada um dos ductos das glândulas parótidas. Observe o fluxo de saída da saliva em cada um dos óstios. Se necessário, comprima suavemente cada uma das glândulas para aumentar a drenagem da saliva e facilitar a visualização. A palpação da glândula parótida é realizada com os dedos de uma mão, com a outra mão na cabeça do paciente, fazendo pequenos movimentos para relaxar os músculos. • A palpação da glândula submandibular é bimanual. Para isso, introduzem-se um ou dois dedos na boca, ficando a outra mão para fora, sobre a região submandibular, em sua superfície posterior. 6. Após aplicados os três checklists, condense-os em apenas um, de forma que apresente o maior detalhamento em cada item. 7. Por fim, reflita sobre as dificuldades encontradas no exame físico da orofaringe e na elaboração do checklist e como você as venceu e acrescente no portfólio o primeiro checklist elaborado de cada colega e o checklist condensado final do grupo. 166 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Gaze 15 Luva de procedimento 15 pares Óculos de proteção individual 5 Máscara descartável 15 Abaixador de língua 15 Lanterna 5 Notebook 5 Maca ou cadeira 5 Papel descartável para maca 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação, apoiados em uma mesa ou bancada, com as macas ou cadeiras em paralelo na frente ou ao lado da bancada. 167 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTINS, Mílton de A.; Semiologia clínica. 1ª edição. Editora Manole, 2021. Pág. 69 a 76. E-book. ISBN 9786555765250. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 07 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 240 e 241. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 08 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 168 ATIVIDADE B: MAPA MENTAL DA CAVIDADE ORAL E OROFARINGE A atividade B tem por objetivo a construção, pelo grupo, de um único mapa mental sobre as estruturas e as funções da cavidade oral e da orofaringe. 1. Neste mapa mental, considere os itens a seguir: • O local de elaboração pode ser digital ou em papel. • Incluir a anatomia e a fisiologia das estruturas principais: lábio, dentes, gengiva, língua, saliva, úvula, tonsilas palatinas, palato mole, palato duro e faringe. • Descrever as funções relacionadas à cavidade oral e à orofaringe: mastigação, percepção do paladar e deglutição. • Descrever possíveis complicações relacionadas a alterações das estruturas ou funções, por exemplo, má digestão dos alimentos. • Devem ser descritas as referências bibliográficas utilizadas. 2. Por fim, reflita sobre as dificuldades encontradas e o uso da ferramenta do mapa mental e acrescente no portfólio o mapa mental elaborado. 169 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Notebook 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTINS, Mílton de A.; Semiologia clínica. 1ª edição. Editora Manole, 2021. Pág. 69 a 76. E-book. ISBN 9786555765250. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 07 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 240 e 241. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 08 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 170 ATIVIDADE C: PANFLETO EDUCATIVO A atividade C tem como objetivo que o grupo elabore um único panfleto educativo sobre cuidados e prevenção de doenças da cavidade oral para pacientes adultos. 1. Considere na elaboração os itens a seguir: • O tamanho do panfleto deve ser o mesmo de uma folha sulfite A4. • O local de elaboração pode ser digital ou em papel. • A linguagem utilizada deve ser acessível ao público geral. • A presença de ilustrações auxilia no entendimento do conteúdo, indicando-se o seu uso. • A técnica de escovação correta pode constar, mas não pode ser o único tema abordado. • Devem ser descritas as referências bibliográficas utilizadas. 2. Como forma de validação, sugere-se que o panfleto seja apresentado a um dentista já que esse profissional realiza também orientações de educação sobre cuidados e prevenção de doenças da cavidade oral. 3. Por fim, reflita sobre as dificuldades encontradas na elaboração do panfleto e como as superou e acrescente isso no portfólio o panfleto elaborado. 171 MATERIAL QUANTIDADE Papel sulfite 15 Lápis 5 Prancheta 5 Notebook 5 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos próximos ao local destinado à estação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FREITAS, Fernanda Natrieli de. Promoção e prevenção em saúde bucal. 1ª edição. Editora Saraiva, 2014. E-book. ISBN 9788536521299. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788536521299/. Acesso em: 13 jul. 2023. PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 240 e 241. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 08 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521299/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521299/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 172 ATIVIDADE D: POSICIONAMENTO ANATÔMICO Para a atividade D, utilize os modelos anatômicos da cavidade oral. 1. Verifique o posicionamento das seguintes estruturas anatômicas: LÁBIO • Frênulo do lábio superior; • Frênulo do lábio inferior. SOALHO DA BOCA • Carúncula sublingual; • Língua: • Frênulo da língua. • Bochecha: • Papila do ducto parotídeo. • Dentes: • Incisivos, caninos, pré-molares, molares. PALATO • Papila incisiva; • Úvula palatina; • Arco palatoglosso; • Úvula palatina; • Orofaringe; • Tonsila palatina; • Arco palatofaríngeo. GLÂNDULAS SALIVARES • Glândula parótida; • Papila do ducto parotídeo; • Glândula submandibular; • Carúnculas sublinguais; • Glândula sublingual. 173 MATERIAL QUANTIDADE Hemicabeça (modelo anatômico) 3 Língua (modelo anatômico) 3 Crânio e mandíbula (modelo anatômico) 3 Notebook 3 MATERIAIS ORGANIZAÇÃO Os materiais podem estar dispostos sobre uma mesa com cadeiras. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PORTO, Celmo C. Semiologia médica. 8ª edição. Grupo GEN, 2019. Pág. 240 e 241. E-book. ISBN 9788527734998. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 08 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 174 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Ana Paula Quilici UAM – São José dos Campos http://lattes.cnpq. br/8028265278079499 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Egly Priscila de Almeida Butafava UAM – Piracicaba http://lattes.cnpq. br/0914500259949036 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/8028265278079499 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/0914500259949036http://lattes.cnpq.br/0914500259949036 175 SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIA HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS 176 AULA OBJETIVOS 01 Estudos de intervenção - Compreender a importância da randomização como forma de equilibrar os grupos e garantir uma base semelhante para comparação; - Observar que sem um grupo de comparação não é possível estimar um efeito de intervenção; - Refletir sobre a influência da comparação no efeito estimado, seja na escolha do tratamento controle ou no uso de placebo; - Refletir sobre o mascaramento e a sua importância na identificação de um efeito real de uma intervenção; - Refletir sobre a razão do ensaio randomizado ser melhor do que estudos de observação para cenários de intervenção (destacar as diferenças); - Diferenciar os conceitos de eficácia, efetividade e eficiência. 02 Busca de ensaios randomizados - Revisar os conceitos de busca em bases de dados; - Apresentar o Clinical Queries (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/clinical/) como fonte de otimização da busca de acordo com a categoria clínica de interesse. 03 Avaliação Crítica de Ensaios Randomizados (Parte 1) - Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto de ensaios randomizados. 04 Avaliação Crítica de Ensaios Randomizados (Parte 2) - Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto de ensaios randomizados; - Praticar avaliação crítica nos aspectos relacionados com a randomização, sigilo de alocação, mascaramento (participantes, equipe e avaliadores de desfechos), perdas e relato seletivo. 05 NNT - Demonstrar aplicações do cálculo do NNT para interpretações mais claras. 06 Construção de pergunta PICO - Discutir formas de aprimorar perguntas para busca (PICO); - Discutir sobre o uso de várias fontes de informação para uma mesma pergunta; - Apresentar a publicação de estudos de revisão como fontes abrangentes de conteúdo. 07 Revisão Sistemática - Apresentar o desenho de revisão sistemática da literatura; - Destacar as características básicas de uma revisão sistemática; - Apresentar o conceito de metanálise; - Diferenciar os conceitos de revisão sistemática, revisão da literatura e metanálise. 08 Busca de RS na Cochrane Library - Apresentar a Biblioteca Cochrane como fonte de revisões sistemáticas em saúde; - Praticar a busca de revisões nesta fonte de informação destacando a utilização do resumo em linguagem acessível e o texto completo. 09 Interpretação de Metanálises - Apresentar as partes de um gráfico de floresta; - Discutir as vantagens e limitações das metanálises; - Exercitar a interpretação geral de metanálises em gráficos de floresta. Objetivos de SBE Quadro 3 - Relação de aulas e seus objetivos. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 177 AULA OBJETIVOS 10 Diretrizes Clínicas - Apresentar a publicação de diretrizes clínicas; - Diferenciar diretriz clínica de protocolo clínico; - Conhecer os componentes relevantes de uma diretriz clínica. 11 Certeza da evidência (GRADE) - Discutir sobre a importância da avaliação da certeza da evidência em detrimento de uma análise puramente estatística. - Apresentar a abordagem GRADE de forma superficial sob o ponto de vista do leitor que precisa entender do que se trata. - Interpretar resultados de certeza de evidência por meio de exercícios práticos. 12 Prática de busca em cenários de intervenção - Revisar os pontos principais apresentados até o momento buscando uma revisão sistemática (estruturação de uma pergunta no PICO, identificação dos descritores, busca nas bases de dados, avaliação crítica, interpretação dos resultados). 13 Análise estatística em artigos I - Apresentação de conceitos básicos de estatística descritiva; - Revisão de conceitos de medidas de tendência central (Média, moda e mediana); - Apresentação do Teorema do Limite Central; - Apresentação de conceitos de medidas de dispersão (desvio-padrão, variância, amplitude); - Apresentação de medidas de posição (Quartis, Decis, Percentis). 14 Análise estatística em artigos II - Revisão de medidas de associação; - Apresentar com mais detalhes a medida de Hazard Ratio com base em cenários de sobrevida; - Revisão sobre Intervalo de confiança. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 178 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS (PMSUS) 2ªE T A P A ESTAÇÃO TEMA DATA (a ser definida pela coordenação) 1 Acolhimento dos estudantes e Conferência: Sistema Único de Saúde 2 Seminário: Política Nacional de Atenção Básica/PNAB 2011 e 2017 e Mudança da Política de Financiamento 2019: Perspectiva e Desafios Oficina de Trabalho 1 - Atributos da Atenção básica no Brasil: o que muda com o novo financiamento da AB 2019 Nova Síntese 1 3 Oficina de Trabalho 2 - O Trabalho da Atenção Básica na Rede de Atenção à Saúde: Novos Desafios Nova Síntese 2 4 Mesa Redonda: A Atenção Básica no Brasil: Velhos Problemas e Novos Desafios D1 /AF 1 Avaliação Cognitiva e Processual 5 Oficina de Trabalho 3 - Vigilância em Saúde no SUS D1 /AF 1 Devolutiva da Avaliação Cognitiva e Processual 6 Nova Síntese 3 7 Nova Síntese 4 Cronograma PMSUS https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 8 Oficina de Trabalho 4 - Política Nacional de Imunização/PNI Nova Síntese 5 Nova Síntese 6 9 Mesa Redonda: Vigilância em Saúde e Política Nacional de Imunização no Brasil D2 /AF 2 Avaliação Cognitiva e Processual D2 /AF 2 Devolutiva da Avaliação Cognitiva e Processual https://www.ulife.com.br/inspirali