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1
3 ª E T A P A
Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia 
autorização escrita da Inspirali Educação. 
21-64138 CDD-610.07
NLM-WB 100
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno :
3ª etapa / [organização José Lúcio Machado, 
Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina 
Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : 
Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. --
(Bussola inspirali ; 1)
PDF
ISBN 978-65-88166-11-6
1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos
3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 
5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde
I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia 
Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. 
Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
5
SUMÁRIO 
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS ............................................................................... ....07
 Objetivos e estratégias educacionais ....................................................................08
 Raciocinar clinicamente, expandir as práticas .......................................................09 
	 	 Objetivos	específicos	...................................................................................................11	
 Cognitivas ...........................................................................................................11
 Psicomotoras .....................................................................................................12
 Atitudinais ..........................................................................................................13
 
 Cronograma EC/HM ...............................................................................................14
 
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS .............................................................................................16
SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS ...............................................................................18
 COMPLEXO TEMÁTICO I - Nascimento, crescimento e desenvolvimento ................19
 Árvore temática 1 .........................................................................................................21
 Agenda para TBL .........................................................................................................119
 
 COMPLEXO TEMÁTICO II - Percepção, consciência e emoção ................................120
 Árvore temática 2 .......................................................................................................122
 Agenda para TBL .........................................................................................................199 
 
 COMPLEXO TEMÁTICO III - Processos degenerativos e saúde do idoso .................200
 Árvore temática 3 .......................................................................................................202
 Agenda para TBL .........................................................................................................308 
 
3ª E T A P A
6
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Videoaula ou podcast disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
7
HABILIDADES/
ESTAÇÕES 
CLÍNICAS
3ª E T A P A
8
OBJETIVOS E 
ESTRATÉGIAS 
EDUCACIONAIS
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
9
As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade 
curricular Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois 
primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, 
exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico-paciente, 
através	 de	 oficinas	 práticas,	 sala	 de	 aula	 invertida,	 simulações	 com	
pacientes padronizados e discussões em pequenos grupos (Sínteses 
Provisórias e Novas Sínteses).
As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os 
elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), 
psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais 
(reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor 
estes valores na experiência terapêutica).
Pelas limitações associadas ao exame da criança na simulação 
padronizada, este módulo utilizará manequins infantis, acompanhados 
por atrizes/atores que serão seus guardiões legais.
A partir desta etapa, iniciam-se as estratégias para apresentar e 
desenvolver o raciocínio clínico dos estudantes, começando pelo 
diagnóstico sindrômico em cada módulo.
No módulo da infância, as crianças apresentam quadros ictérico ou 
exantemático, enquanto no módulo de exame abdominal, as pessoas 
trarão queixas de dores ou de GECA, o que auxilia no processamento 
dos grupos.
RACIOCINAR CLINICAMENTE, 
EXPANDIR AS PRÁTICAS
Objetivos e 
Estratégias educacionais
10
O módulo de avaliação da criança é o inicial por estar vinculado às 
atividades de NCS e PMSUS no mesmo período. Este módulo retoma 
os exames antropométricos, agora em crianças, além de abordar as 
orientações vacinais e alimentares do primeiro ano de vida.
O módulo seguinte, que traz o exame físico abdominal, retoma as 
simulações padronizadas com os atores adultos e permite a revisão dos 
exames aprendidos anteriormente. Inicia-se, neste módulo, a discussão 
dos exames complementares que podem auxiliar no raciocínio clínico, 
em parceria com as atividades de práticas funcionais.
11
COMPETÊNCIAS ESPERADAS
Ao	final	desta	etapa,	espera-se	que	os	estudantes	sejam	capazes	de	
demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da 
taxonomia de Bloom.
COGNITIVAS
1. Aplicar, de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, 
sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (sentimentos, ideias, 
funcionamento e expectativa).
2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo 
tradicional, seja no modelo SOAP, o que permite discutir os elementos 
da entrevista em pequeno grupo.
3.	Identificar	a	maioria	dos	problemas	da	pessoa	entrevistada	e	trazer	
ofertas – mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa – de 
cuidados relacionados.
4. Saber reconhecer os elementos básicos da caderneta vacinal da 
criança.
5.	Organizar,	mesmo	que	de	forma	superficial,	o	seu	raciocínio	clínico	
a partir de diagnósticos sindrômicos.
6. Sugerir condutas básicas farmacológicas de tratamento.
7. Sugerir, de forma básica, exames complementares que auxiliem na 
condução dos casos.
Objetivos
Específicos
12
PSICOMOTORAS
1. Realizar a aferição de peso, de altura e de circunferência abdominal 
em um adulto e em uma criança.
2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea (IMC) a partir dos 
dados anteriores.
3. Aferir a pressão arterial, a frequência cardíaca, a frequência 
respiratória e a temperatura, em pessoa adulta, de forma mecanizada.
4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa.
5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma mecanizada, com base 
nos	elementos	trabalhados	na	oficina	prática.
6. Realizar exame de linfonodos, de forma mecanizada.
7. Realizar exame de orocospia, de forma mecanizada.
8. Realizar exame cardíaco, de forma mecanizada.
9. Realizar exame pulmonar, de forma mecanizada.
10.	Realizar	o	exame	abdominal,	mesmo	que	com	dificuldades.
11.	Ao	final,	explicar	à	pessoa	o	significado	desses	achados.
13
ATITUDINAIS
1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada, ou com 
seuhttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
1 2 3 4 5
83
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
ESTAÇÃO 4:	ABSORÇÃO	DE	NUTRIENTES	PELO	
INTESTINO	DELGADO	E	DESNUTRIÇÃO
Duração total: 19 minutos
ATIVIDADE 1: DIAGRAMA E LINHA DO TEMPO
1. A	imagem	representa	a	parede	do	jejuno,	 local	onde	ocorre	a	finalização	da	
digestão e absorção dos nutrientes. Analise a imagem e preencha as legendas 
com os termos a seguir:
• Absorção 
• Bolo alimentar/Quilo 
• Digestão	
• Lúmen do trato 
gastrointestinal 
• Motilidade 
• Mucosa 
• Secreção 
• Submucosa 
• Vaso sanguíneo 
1 2 3 4 5
84
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
2. Organize uma linha do tempo para os processos de digestão dos carboidratos 
e proteínas.
2.1. Carboidratos
 
A
A glicose entra com Na+ pelo 
SGLT e sai pelo GLUT2 e a 
frutose entra pelo GLUT5 e sai 
pelo GLUT2
B Absorção dos monossacarídeos 
pelos enterócitos 
C Carboidratos digeridos a 
monossacarídeos 
D
Maior parte dos carboidratos 
em nossa dieta são 
dissacarídeos e carboidratos 
complexos
IVIIIIII
1 2 3 4 5
85
2.1. Carboidratos
A
Lipase e colipase pancreáticas quebram 
os lipídeos em monoacilgliceróis e ácidos 
graxos	que	ficam	em	micelas
B
Lipídeos absorvidos combinam-se com 
o colesterol e lipoproteínas nas células 
intestinais formando os quilomícrons 
C
Monoacilgliceróis e os ácidos graxos saem 
das micelas e migram para as células por 
difusão e o colesterol é transportado para 
as células
D Quilomícrons são transportados pelo 
sistema linfático
E Sais biliares oriundos do fígado se ligam 
às gotas lipídicas
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
IVIIIIII
1 2 3 4 5
86
A
A exopeptidase digere as ligações 
peptídicas terminais, liberando 
aminoácidos
B
Após a digestão, as proteínas são 
absorvidas principalmente como 
aminoácidos livres. Poucos di 
e tripeptídeos são absorvidos. 
Alguns peptídeos maiores que os 
tripeptídeos podem ser absorvidos 
por transcitose
C
As endopeptidases incluem a 
pepsina no estômago, e tripsina 
e quimiotripsina no intestino 
delgado. A endopeptidase digere as 
ligações peptídicas internas 
D Proteínas são cadeias de 
aminoácidos 
IVIIIIII
2.3. Proteínas
3. Responda como as disfunções nos processos de absorção de nutrientes podem 
estar relacionados a situações clínicas de desnutrição? 
Fonte: material adaptado do livro Fisiologia Humana: uma abordagem integrada, Silverthorn, 
2017.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
1 2 3 4 5
87
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Cartões impressos das atividades das linhas do tempo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D.U.	Fisiologia	Humana:	uma	abordagem	 integrada.	7ª	ed.	Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
1 2 3 4 5
88
Roteiro de Medicina Laboratorial
Aspectos morfofuncionais do intestino 
delgado, dosagem de níveis de ferro,
desnutrição e anemia
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar a importância do ferro no metabolismo, suas principais fontes 
alimentares e os fatores que afetam sua absorção, para a gestante e o neonato. 
Explicar a importância do hematócrito e dos índices hematimétricos na análise 
do hemograma.
Caracterizar o diagnóstico clínico e laboratorial das anemias carenciais e as 
medidas terapêuticas na gestação, durante o crescimento e desenvolvimento 
infantil. 
ESTAÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO	LABORATORIAL	DOS	
DIFERENTES	TIPOS	DE	ANEMIA	SEGUNDO	OS	
ÍNDICES	HEMATIMÉTRICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Em	grupo,	identifiquem	na	tabela	a	seguir	os	diferentes	tipos	de	anemia	(1	a	4)	
segundo	os	índices	hematimétricos	e	justifiquem	sua	resposta.
SP 1.3
1 2 3 4 5
89
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DE	SANTIS,	G.C.	Anemia:	definição,	epidemiologia,	fisiopatologia,	classificação	e	
tratamento. Medicina (Ribeirão Preto. Online) 2019;52(3):239-51.
NAOUM,	 P.C.	 ANEMIAS	 –	 CLASSIFICAÇÃO	 E	DIAGNÓSTICO	DIFERENCIAL.	 Ciência	
News.	Disponível	em:	https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/
anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf. 
HAMERSCHLAK, N. Manual de hematologia: Programa Integrado de Hematologia 
e Transplante de Medula Óssea. Editora Manole, 2010. E-book. ISBN 
9788520459676.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788520459676/. 
HOFFBRAND,	A	V.;	MOSS,	P.	A.	H.	Fundamentos	em	hematologia	de	Hoffbrand.	[Digite	
o	Local	da	Editora]:	Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. 
https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf
https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
1 2 3 4 5
90
ESTAÇÃO 2: ANÁLISE	DO	EXAME	HEMATOLÓGICO	
E	ALTERAÇÕES	DOS	ERITRÓCITOS	EM	LÂMINAS	DE	
EXTENSÃO	SANGUÍNEA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Utilize o acesso ao laboratório virtual da Algetec, clique no link de acesso ao 
Conteúdo do Curso referente à área da Saúde e selecione o tema Hematologia, 
e, em seguida, o tópico Esfregaço sanguíneo.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3
2. Para realização do experimento virtual, siga as etapas abaixo:
A. 1ª Etapa: Apresentação: 
Nesta prática, será realizada a avaliação de alterações dos eritrócitos por 
esfregaço sanguíneo. É importante observar a estrutura normal dessas 
células	para	poder	compará-las	quanto	a	modificações	no	seu	tamanho	e	
coloração. Essa técnica é amplamente utilizada para compor os dados do 
hemograma, auxiliando no diagnóstico de diversas doenças. 
B. 2ª Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. 
C. 3ª Etapa: Acesse o Roteiro de Experimento. 
1 2 3 4 5
91
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3
D. 4ª Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). 
E. 5ª Etapa: Realize o experimento. 
F. 6ª Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 
2. Ao	final	do	experimento,	acesse	o	Láminario	Virtual	MedRoom	pelo	link https://
student.medroom.com.br/. Clique na lâmina Esfregaço de Sangue, observe os 
eritrócitos e elabore uma breve descrição das características morfológicas dos 
diferentes eritrócitos das lâminas virtuais.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Microscópio óptico de luz, Smartphone, tablet ou computador com acesso à 
internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HOFFBRAND,	 A	 V.;	MOSS,	 P.	 A.	 H.	 Fundamentos	 em	hematologia	 de	Hoffbrand.	
Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/.
LORENZI, T F. Atlas Hematologia. Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85-
277-1997-1.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/978-85-277-1997-1/.
https://student.medroom.com.br/
https://student.medroom.com.br/https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
1 2 3 4 5
92
ESTAÇÃO 3: ALTERAÇÕES	DE	TAMANHO	E	
COLORAÇÕES ERITROCITÁRIAS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse ao laboratório virtual da Algetec, clique no link de acesso ao Conteúdo 
do Curso referente à área da Saúde e selecionar o tema Hematologia. Selecione, 
em seguida, o tópico: Alterações de Tamanho e Colorações Eritrocitárias.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3
2. Para realização do experimento virtual, siga as etapas sequenciadas abaixo:
A. 1ª Etapa: Apresentação: 
Nesta prática, será realizada a avaliação de alterações dos eritrócitos por 
esfregaço sanguíneo. É importante observar a estrutura normal dessas 
células	 para	 poder	 compará-las	 quanto	 a	modificações	 no	 seu	 tamanho	
e	 coloração	 entre	 pacientes	 fisiologicamente	 normais	 com	 aquelas	
apresentando diferentes tipos de anemia (ferropriva, megaloblástica e 
falciforme). Esta técnica é amplamente utilizada para compor os dados do 
hemograma, auxiliando no diagnóstico de diversas doenças.
1 2 3 4 5
93
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3
B. 2ª Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. 
C. 3ª Etapa: Acesse o Roteiro de Experimento. 
D. 4ª Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). 
E. 5ª Etapa: Realize o experimento. 
F. 6ª Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 
3. Ao	 final	 do	 experimento,	 elabore	 uma	 breve	 descrição	 das	 diferenças	
observadas nos diferentes eritrócitos das lâminas virtuais.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HAMERSCHLAK, N. Manual de hematologia: Programa Integrado de Hematologia 
e Transplante de Medula Óssea. Editora Manole, 2010. E-book. ISBN 
9788520459676.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788520459676/. 
HOFFBRAND,	 A	 V.;	MOSS,	 P.	 A.	 H.	 Fundamentos	 em	hematologia	 de	Hoffbrand.	
Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. 
LORENZI,	 T	 F.	 Atlas	 Hematologia.	 [Digite	 o	 Local	 da	 Editora]:	 Grupo	 GEN,	
2005.	 E-book.	 ISBN	 978-85-277-1997-1.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
1 2 3 4 5
94
Encerramento da sessãoSP 1.3
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: METODOLOGIA KWL 
1. Em grupo, anotem no quadro abaixo as informações solicitadas: 
A. Em relação à anatomia e à histologia do intestino delgado:
O	QUE	EU	APRENDI	(L)	
O	QUE	EU	APRENDI	(L)	
B. Em relação à desnutrição e à anemia:
 
C. Um representante de cada grupo apresenta as informações descritas no 
último quadro e é feita uma discussão sobre a evolução do aprendizado 
dos temas. 
1 2 3 4 5
95
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico a seguir e responda às questões.
Paciente do sexo feminino, branca, 1 ano e 8 meses, natural e procedente de 
Bagé. Encaminhada por quadro de desnutrição calórico-proteica grave com 
história de vômitos frequentes com rajas de sangue, diarreia sanguinolenta 
e perda de peso pronunciada a partir dos 8 meses. Paciente foi amamentada 
no primeiro mês de vida; a partir do segundo mês, recebeu fórmula láctea 
por 3 meses. A partir de então, começou a receber leite integral pasteurizado 
complementado com dieta habitual para a idade. Conforme relato da mãe, a 
paciente era bem nutrida até por volta dos 7 meses, quando se iniciou o quadro 
acima descrito. Possui um histórico de múltiplas consultas e internações 
prévias, sempre manejadas com hidratação oral e venosa, além de tratamento 
antiparasitário, sem melhora do quadro. Na admissão, chorosa, irritada, 
letárgica, prostrada, desidratada, taquipneica, taquicárdica, com peso e altura 
abaixo do percentil 3 para a idade (peso: 7.300 g e altura: 75,5 cm) e cabelos 
finos,	 despigmentados	 e	 quebradiços.	 Exame físico: lesão pelagroide em 
região occipital, em anasarca e fígado palpável 3 cm abaixo do rebordo costal. 
Exames laboratoriais: hemograma com anemia megaloblástica, anisocitose, 
policromatofilia,	 pecilocitose	 e	 macrócitos;	 leucograma	 com	 leucocitose,	
porém sem desvio à esquerda. Eletrólitos (sódio, potássio e magnésio) dentro 
dos limites da normalidade. Albumina total de 2,5 g/dL. Hemocultura negativa. 
Urocultura por punção suprapúbica positiva para Escherichia coli >100.000 
UFC/mL e Enterococcus sp. Anatomia patológica: anatomopatológica da 
biópsia de intestino delgado revelou mucosa duodenal com discreto aumento 
da população eosinofílica da lâmina própria, arquitetura vilosa preservada 
e	esofagite	crônica	discreta	com	raros	eosinófilos	intraepiteliais	em	mucosa	
gástrica, pangastrite crônica discreta e pesquisa para Helicobacter pylori 
negativa. 
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3
1 2 3 4 5
96
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3
A. Quais sinais e sintomas apresentados pela criança caracterizam a 
desnutrição proteico-calórica? 
B. Qual a relação da lesão pelagroide, anasarca e fígado palpável com o quadro 
de desnutrição? 
C. Que tipo de desnutrição proteico-calórica essa criança apresenta, Marasmo 
ou	Kwashiorkor?	Justifique.	
D. Caracterize os achados hematológicos e correlacione com o quadro de 
desnutrição. 
E. A	análise	anatomopatológica	identificou	infiltração	eosinofílica	na	mucosa	
duodenal, qual a importância desta informação para a determinação da 
causa da desnutrição e do diagnóstico? 
2. Verifique	 o	 seu	 aprendizado	 e	 encontre	 as	 respostas	 esperadas	 para	
essas perguntas, acessando o artigo Rev HCPA 2009;29(1):70-73 https://
www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.
pdf?sequence=1&isAllowed=y.
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y
97
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq.
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Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq.
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CONHEÇA OS AUTORES
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
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98
SP 1.4
Vacinação ou imunização? 
Aspectos morfofuncionais
dos órgãos do sistema
imune e os diferentes
tipos sanguíneos
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ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse os 
vídeos abaixo no Ulife. 
A. Sistema linfático: Vasos linfáticos e linfonodos / Sistema linfático - Timo / 
Organização histológica dos linfonodos, timo e baço e; 
B. Tipagem sanguínea e sua relação com a eritroblastose fetal. 
ATIVIDADE 2: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Leia o texto e realize os exercícios a seguir. 
Apenas	 1%	 da	 população	 total	 de	 linfócitos	 é	 encontrada	 circulando	 no	
sangue, isto porque, na sua maioria, eles são encontrados nos órgãos linfoides. 
A. O que são órgãos linfoides primário e secundário?
B. Anote no quadro abaixo, os órgãos linfoidesprimários e secundários.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.4
ÓRGÃOS LINFOIDES PRIMÁRIOS ÓRGÃOS LINFOIDES SECUNDÁRIOS 
1 2 3 4 5
100
Abertura da sessãoSP 1.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
Preencha corretamente a atividade a seguir, com base no seu conhecimento 
prévio sobre o sistema ABO e RH sanguíneo.
1. Faça um círculo nos possíveis receptores para cada tipo sanguíneo.
1 2 3 4 5
101
2. Qual a consequência para o organismo no caso de uma reação cruzada 
incompatível? Explique o processo no contexto da imunidade. 
Abertura da sessãoSP 1.4
1 2 3 4 5
102
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Aspectos morfofuncionais
dos órgãos do sistema
imune e os diferentes
tipos sanguíneos
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Comparar a apresentação normal e alterada de exames de imagem do sistema 
imune:	 imagem/silhueta	 cardiotíimica	 em	 radiografias	 e	 linfonodos	 em	
ultrassonografia.	
Analisar os aspectos macroscópicos, microscópicos e funcionais dos órgãos 
do sistema imune e linfático por meio de sua localização e morfologia. 
Correlacionar os componentes celulares do sistema imune com a resposta 
ativa ante a vacinação. 
ESTAÇÃO 1: ANATOMIA	DOS	ÓRGÃOS	LINFOIDES	
PRIMÁRIOS	E	SECUNDÁRIOS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E POST-ITS
1. No	modelo	anatômico	do	torso,	 identifique,	com	post-its, o nome e onde se 
encontram os principais órgãos linfoides primários (ou centrais) e secundários 
(periféricos) de "A” a “G".
SP 1.4
1 2 3 4 5
103
A. TONSILAS: Faríngea, tubárias, palatinas e linguais. 
B. Anel	linfático	da	faringe	(Anel	de	Waldeyer).	
C. Baço. 
D. Timo. 
E. Linfonodos: cervicais, axilares, cubitais, inguinais, poplíteos. 
F. Medula óssea. 
G. Tecidos linfoides associados à mucosa (MALT). 
2. Acesse a plataforma LT Kuracloud e complete a trilha do conhecimento. 
ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD
1. Faça o login na plataforma LT KuraCloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments). No campo esquerdo da sua tela, você 
encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Anatomia. Abrirá um 
grande número de opções, clique na opção Linfático e Imune. 
2. Entre na opção “Histologia Linfática - laboratório”.
3. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
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104
ATIVIDADE 3: MICROSCÓPIO VIRTUAL - PERIPHERAL BLOOD
1. Prezado(a) aluno(a), acesse o Histology Guide/ Peripheral Blood - Sangue 
Periférico/ https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood.
html e explore as seguintes imagens microscópicas: 
Granulócitos:	neutrófilo	(EM	169),	eosinófilo	(EM	119)	e	basófilo	(EM	168).	
Agranulócitos: linfócito (EM 199) e plasmócito (EM 205). 
A. A partir das informações obtidas durante o estudo de cada célula 
imunológica, as quais são as principais características histológicas e 
fisiológicas	de	cada	célula	avaliada.	
B. Quais componentes celulares do sistema imune, explorados no momento 
1, são os principais responsáveis pela resposta ativa ante a vacinação? 
C. Determine,	em	grupo,	quais	são	as	principais	diferenças	entre	as	vacinas	
atenuadas, inativadas e de subunidades. 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores ou tablets com acesso à internet e Modelos anatômicos - cabeça, 
pescoço, nervoso, sensorial: Torso de luxo, masculino e feminino, com o dorso 
aberto, em 28 partes. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D,	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Grupo	A,	2017.	E-book.	ISBN	
9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 12 dez. 2022. 
DELVES,	P.	ROITT	-	Fundamentos	de	Imunologia,	13ª	edição.	Rio	de	Janeiro:	Grupo	
GEN,	 2018.	 E-book.	 ISBN	 9788527733885.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/. Acesso em: 13 dez. 2022. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4
https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood.html
https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood.html
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/255
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/255
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/
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105
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4
ESTAÇÃO 2:	EXAMES	DE	IMAGEM	DO	TIMO	E	DOS	
LINFONODOS
Duração total: 37 minutos
O grupo se divide em duas metades: uma metade começa pela atividade 1 e a 
outra pela atividade 2 e depois de 17,5 minutos, invertem as atividades.
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. “O timo do RN caracteriza-se, radiologicamente, por alargamento do mediastino 
acima da imagem cardíaca na incidência ântero-posterior e por aumento 
da	densidade	retroesternal	na	 incidência	em	perfil	 (Figura 5). Na incidência 
ântero-posterior, a largura normal da imagem tímica deve ser igual ou superior 
ao dobro da largura da terceira vértebra torácica, e dimensões inferiores a esta 
representam um sinal de involução tímica (Figura 6). Em situações de estresse 
ocasionadas por febre, infecções, cardiopatias congênitas, doenças pulmonares 
e desnutrição, pode haver rápida involução do timo, em consequência da 
ação do corticosteroide adrenal, podendo, inclusive, a imagem tímica não 
ser	visualizada	nas	 radiografias	de	tórax	(Figura 7). Esta involução acidental 
regride após o término da situação de estresse e o timo volta às suas dimensões 
normais.	O	timo	também	pode	apresentar	configurações	peculiares	normais,	
compreendendo o sinal da onda, que corresponde a uma suave ondulação 
em seus contornos produzida pela compressão dos arcos costais anteriores, 
mais comum à esquerda; o sinal da incisura, representado pela junção do timo 
normal com a silhueta cardíaca; e o sinal da vela, decorrente de um formato 
peculiar	 do	 timo,	 apresentando	 uma	 configuração	 triangular	 da	 silhueta	
mediastinal superior, sendo mais comum à direita (Figuras 8, 9 e 10).” Fonte: 
Álvares, Beatriz Regina et al. Achados normais no exame radiológico de tórax 
do	recém-nascido.	Radiologia	Brasileira	[online].	2006,	v.	39,	n.	6	[Acesso	em	
22	dez	2022],	pp.	435-440.	Disponível	em:	• 1 aluno(a) irá anotar as observações do exame.
1 2 3 4 5
108
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4
2. Realize o exame conforme as orientações a seguir: 
• Com respeito e cuidado, o(a) aluno(a) avaliador(a) pede ao(a) paciente para 
que se posicione sobre a maca e exponha a região cervical e axilar. 
• O(a) aluno(a) auxiliar irá ajudar o(a) paciente a se posicionar em decúbito 
dorsal na maca e a colocar o papel toalha, protegendo as vestimentas do(a) 
colega. 
• O(a)	aluno(a)	avaliador(a)	aplica	o	gel	para	ultrassonografia	no	transdutor	
linear (plano) e coloca o transdutor na posição oblíqua, e depois na 
transversal	e	identifica	os	linfonodos.	
• O(a) aluno(a) que estará no aparelho de US fará os ajustes necessários e 
congelará a imagem (freeze) para a cópia da imagem para discussão no 
final	da	aula	e	colocação	no	portfólio.
3. Circule os linfonodos nas imagens do pescoço, conforme imagens a seguir 
(CHAMAS et al., 2004): 
Figura A    Figura B 
Figura	D Figura	C 
4. Qual das imagens acima apresenta linfonodomegalia? 
1 2 3 4 5
109
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores ou tablets com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Álvares, B.R. et al. Achados normais no exame radiológico de tórax do recém-
nascido.	 Radiologia	 Brasileira	 [online].	 2006,	 v.	 39,	 n.	 6	 [Acesso	 em	22	 dez	
2022],	 pp.	 435-440.	 Disponível	 em:	 . Epub 07 Fev 2007. ISSN 1678-7099. https://doi.
org/10.1590/S0100-39842006000600012. 
Chammas,	M.C.	et	al.	Linfonodos	cervicais:	um	dilema	para	o	ultra-sonografista.	
Radiologia	 Brasileira	 [online].	 2004,	 v.	 37,	 n.	 5	 [Acessado	22	 Dezembro	
2022],	 pp.	 357-364.	 Disponível	 em:	 . Epub 17 Nov 2004. ISSN 1678-7099. https://doi.
org/10.1590/S0100-39842004000500010. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4
https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012
https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012
https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012
https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012
https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010
https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010
https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010
https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010
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Roteiro de Medicina Laboratorial
Aspectos morfofuncionais
Dos órgãos do sistema
Imune e os diferentes
Tipos sanguíneos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Caracterizar a eritropoiese relacionando a importância da vitamina B12, ácido 
fólico e hormônio eritropoietina na formação das hemácias e suas indicações 
clínicas.
Caracterizar os antígenos da membrana eritrocitária, contextualizar com o 
sistema ABO, Rh sanguíneo e o desenvolvimento de doença hemolítica do 
recém-nascido. 
Relacionar a avaliação do grupo sanguíneo materno na gravidez como 
pilar fundamental no diagnóstico pré-natal, as medidas terapêuticas e de 
seguimento associada à doença hemolítica do recém-nascido. 
ESTAÇÃO 1: DETERMINAÇÃO	DOS	GRUPOS	
SANGUÍNEOS (HEMAGLUTINAÇÃO IN VITRO)
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
1. Identifique	os	grupos	sanguíneos	a	seguir	analisando	os	resultados.	
SP 1.4
1 2 3 4 5
111
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4
Antissoros
produzidos em cobaias
Indivíduo I
Indivíduo II
2. A	figura	acima	mostra	testes	de	hemoaglutinação	in vitro para dois indivíduos 
diferentes. Com base nos resultados dos testes, responda ao que se pede: 
A) Determine	os	tipos	sanguíneos	dos	indivíduos	I	e	II	Nos	Sistemas	ABO	e	Rh.
B) O	indivíduo	I	pode	doar	sangue	para	o	Indivíduo	II?	Justifique.	
C) O indivíduo II pode doar sangue para o Indivíduo I? 
D) Tratando-se	de	teste	realizado	para	mãe	e	filho	afetado	por	eritroblastose	
fetal,	defina	quem	é	a	mãe	e	quem	é	o	filho:	
Mãe: _________________________ 
Filho: ________________________ 
E) O	que	significa	eritroblastose	fetal?	Como	ela	pode	ser	prevenida?	Quais	as	
medidas devem ser tomadas no pré-natal para a gestante? 
1 2 3 4 5
112
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ÁCLOHERTY,	J.	P.;	EICHENWALD,	E.	C.;	STARK,	A.	R.;	e	outros	Manual	de	Neonatologia.	
Grupo	 GEN,	 2015.	 E-book.	 ISBN	 978-85-277-2735-8.	 Disponível	 em:	 https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/.
HOFFBRAND,	A	V.;	MOSS,	P.	A.	H.	Fundamentos	em	hematologia	de	Hoffbrand.	[Digite	
o	Local	da	Editora]:	Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
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ESTAÇÃO 2: TIPAGEM SANGUÍNEA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Em grupos de 5 a 6 alunos e utilizando o acesso ao laboratório virtual da 
Algetec, acessar o link ao tópico: Tipagem Sanguínea. 
2. Siga as etapas na ordem correta até a realização do experimento virtual: 
A. 1° Etapa: Apresentação: 
Neste	experimento,	você	irá	identificar	o	tipo	sanguíneo	(grupos	ABO	e	Rh)	da	
amostra pelo método de hemaglutinação em lâmina, utilizando os reagentes 
específicos	(anticorpos	monoclonais)	e	interpretando	os	resultados.	Como	
parte das atividades, você deverá escolher os equipamentos de proteção 
individual (EPIs) adequados e selecionar os instrumentos e reagentes 
corretos	para	classificar	o	tipo	sanguíneo	da	amostra	em	análise.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4
B. 2° Etapa: Acesse o sumário teórico e realize uma leitura prévia. 
C. 3° Etapa: Roteiro de Experimento. 
D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). 
1 2 3 4 5
114
E. 5° Etapa: Realize o experimento. 
F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento).
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CLOHERTY,	J.	P.;	EICHENWALD,	E.	C.;	STARK,	A.	R.;	e	outros	Manual	de	Neonatologia.	
Grupo	 GEN,	 2015.	 E-book.	 ISBN	 978-85-277-2735-8.	 Disponível	 em:	 https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/.
HOFFBRAND,	 A	 V.;	MOSS,	 P.	 A.	 H.	 Fundamentos	 em	hematologia	 de	Hoffbrand.	
Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
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ESTAÇÃO 3: ESFREGAÇO	DE	MEDULA	ÓSSEA	-	
ERITROPOESE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Prezado(a) aluno(a), acesse o site Histology guide e selecione o tópico Caixa de 
Slides/Eritrócito. 
A. Acesse:	Desenvolvimento	de	glóbulos	vermelhos	MH	034bhr	(coloração	de	
Wright).	
B. Observar as diferenças existentes entre os precursores do eritrócito e 
diferencie-o de um eritroblasto. Clique no link a seguir: https://www.
histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-
slide-1.html.
2. Qual a importância das vitaminas B9 e B12 e da eritropoetina no 
desenvolvimento das hemácias? A ausência das vitaminas B9 e B12 pode 
trazer quais consequências para a gestante e para o feto? 
3. Descreva	o	processo	pelo	qual	os	eritrócitos	se	formam,	amadurecem	e	passam	
a fazer parte do sangue circulante (eritropoese).
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ORENZI, T. F. Atlas Hematologia . Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85-
277-1997-1.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/.
HOFFBRAND,	 A	 V.;	MOSS,	 P.	 A.	 H.	 Fundamentos	 em	 hematologia	 de	Hoffbrand.	
Grupo	A,	2018.	E-book.	ISBN	9788582714515.	Disponível	em:	https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/
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116
Encerramento da sessãoSP 1.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA
1. Discuta	juntamente	com	seu	grupo	sobre	o	post-it surpresa e, após, forneça 
uma breve explicação sobre o tema sorteado.
1 2 3 4 5
117
ATIVIDADE 1: VÍDEO E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
1. Prezado(a) aluno(a), assista ao vídeo educativo e responda ao questionário 
associado. 
2. Acesse o vídeo, de aproximadamente 5 minutos, e responda às questões de 
"A	 a	 D":	 https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s-
hodge 
A. O que são antígenos? 
B. Se uma pessoa herda o alelo A de sua mãe e o alelo B de seu pai, qual será 
seu tipo sanguíneo?
C. Por que as pessoas com sangue tipo O são consideradas doadoras universais?
D. O que é fator Rh?
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.4
https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s-hodge
https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s-hodge
118
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Mike	Yoshio	Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq.
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CONHEÇA OS AUTORES
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
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http://lattes.cnpq.br/1976838585516477
119
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
120
PERCEPÇÃO, 
CONSCIÊNCIA 
E EMOÇÃO
COMPLEXO TEMÁTICO II
121
“Quem contempla 
desapaixonadamente, 
não contempla”
(Jorge Luis Borges, 1899-1986) 
122
Árvore 
temática 2
https://www.ulife.com.br/inspirali
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Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Integrar o conhecimento das estruturas responsáveis pela recepção, 
transmissão e processamento das informações (estímulos) originadas no 
meio interno e meio ambiente com reações psíquicas e comportamentais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 
Explicar as modalidades sensoriais de estímulos e sua interpretação 
cerebral.
Descrever	os	mecanismos	de	neurotransmissão,	reconhecendo	estruturas	
e substâncias químicas nela envolvidas.
Identificar	as	vias	sensoriais	e	suas	características	morfofuncionais,	no	que	
se refere à audição, à visão, ao tato, ao olfato e ao paladar.
 
Reconhecer como as informações do meio ambiente e do meio interno 
influenciam	as	emoções,	memória,	aprendizagem	e	comportamento.
Caracterizar memória de curto e longo prazo.
Identificar	os	três	estágios	de	aprendizagem	motora:	cognitivo,	associativo	
e autônomo.
Identificar	os	principais	 transtornos	de	comportamento	na	 infância,	 com	
enfoque	no	TDAH.
Caracterizar o período do sono e suas fases. 
Descrever	o	mecanismo	de	sono	e	vigília.
Valorizar	 os	 cuidados	 multiprofissionais	 no	 desenvolvimento	 do	 ser	
humano e em suas relações com o mundo.
124
SP 2.1
Vai voltar... 
Via gustatória
e Via olfatória
1 2 3 4 5
125
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE E MAPA MENTAL
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, 
reflita:	
A. Você se lembra em quais tratamentos precisou usar antibióticos? Como foi 
sua experiência?
B. Você acha que em todos os casos de infecções deve-se utilizar antibióticos?
C. Você	conhece	as	estruturas	morfofisiológicas	envolvidas	em	infecções	de	
vias superiores? 
2. Assista aos vídeos do Ulife abaixo e durante sua execução, anote os pontos 
que julgar importantes.
A. Sensações gustatórias e olfatórias;
B. Introdução ao sistema nervoso sensorial;
C. Via gustatória;
D. Epitélio olfatório e gustatório;
E. Via olfatória.
3. Após assistir aos vídeos, elabore um mapa mental com as vias gustatória e 
olfatória, desde o receptor até o córtex associativo.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1
1 2 3 4 5
126
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Estudantes voluntários vão até a frente da sala e cada um deles será um relé 
da	via.	Cada	um	deve	colar	uma	 folha	 sulfite	no	 tórax	com	o	nome	do	 relé	
que representa. Cada estudante (relé) deve se dar a mão representando as 
sinapses.
Ao	final,	discutem	por	que	estes	sentidos	são	chamados	de	sentidos	químicos.
Abertura da sessãoSP 2.1
1 2 3 4 5
127
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Via gustatória e
Via olfatória
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os componentes microscópicos do epitélio olfatório e das papilas 
linguais. 
Correlacionar as vias gustatória e olfatória às areas do sistema nervoso 
responsáveis pelo seu processamento.
ESTAÇÃO 1: HISTOFISIOLOGIA	DO	EPITÉLIO	
OLFATÓRIO E GUSTATÓRIO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - LAMINÁRIO VIRTUAL 
MEDROOM
1. Prezado(a) aluno(a), acesse a plataforma MedRoom https://student.medroom.
com.br/, depois Laminário Virtual MedRoom e siga os passos abaixo:
A. Busque pela lâmina: Corte - Língua, Traqueia e Fossas Nasais;
B. Analise a lâmina, diferenciando as cavidades nasal e oral;
SP 2.1
https://student.medroom.com.br
https://student.medroom.com.br
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128
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
C. Na cavidade nasal, observe o septo nasal e o epitélio que o recobre. Note que 
esse	epitélio	é,	na	sua	região	mais	anterior,	um	epitélio	pseudoestratificado	
ciliado e que vai gradualmente, no sentido posterior, aumentando de 
espessura e organizando-se como o epitélio olfatório.
 
2. Responda às questões “A” e “B”:
A. Como	podemos	classificar	um	neurônio	olfatório,	quanto	à	sua	morfologia:	
pseudounipolar, bipolar ou multipolar?
B. Em que regiões da cavidade nasal de humanos encontramos o epitélio 
olfatório?
ATIVIDADE 2: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o site Histology guide, depois Slide box e siga as instruções abaixo:
A. Busque as lâminas do trato gastrintestinal (gastrintestinal tract – chapter 
14) e clique na lâmina da língua: MHS 264 Tongue;
B. Analise a lâmina, procurando as regiões onde estão as papilas circunvaladas, 
analise sua morfologia e anote suas características;
C. Nessa papila, descreva a organização dos corpúsculos gustatórios;
D. Responda: Quais são os 5 sabores básicos que podemos perceber e em qual 
região da língua estão situados?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet, laminário virtual MedRoom. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	Ross	Histologia	 -	Texto	e	Atlas.	Rio	de	 Janeiro:	Grupo	GEN,	2021.	
E-book.	ISBN	9788527737241.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 28 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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129
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
ESTAÇÃO 2: ÓRGÃO OLFATÓRIO E GUSTATÓRIO EM 
REALIDADE	VIRTUAL
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E MODELOS ANATÔMICOS
1. Acesse a ferramenta que lhe foi orientado(a) e siga os passos abaixo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
 
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: 
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar noroteiro as descobertas 
do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar as estruturas 
anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram no modelo anatômico e 
ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium).
C. Busque as estruturas abaixo:
• Concha nasal superior;
• Meato nasal superior;
• Neurônios olfatórios no epitélio olfatório;
• Filamentos do nervo olfatório (I par);
• Lâmina cribriforme do o. etmoide;
• Trato olfatório;
• Bulbo olfatório;
• Córtex olfatório;
• Papilas	filiformes;
• Papilas fungiformes;
1 2 3 4 5
130
• Papilas circunvaladas;
• Papilas folhadas;
• Nervo corda do tímpano (ramo do nervo facial, VII par, responsável pela 
sensibilidade gustatória dos 2/3 anteriores da língua);
• Nervo	glossofaríngeo	(IX	par,	responsável	pela	sensibilidade	gustatória	
do 1/3 posterior da língua e epiglote);
• Núcleo Gustatório;
• Núcleo Ventral Posteromedial – VPN;
• Córtex Gustatório – Área 36.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet, Atrium MedRoom, kit de higienização para realidade virtual, 
modelo anatômico da língua e hemicabeça.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	Ross	Histologia	 -	Texto	e	Atlas.	Rio	de	 Janeiro:	Grupo	GEN,	2021.	
E-book.	ISBN	9788527737241.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 28 dez. 2022.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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131
ESTAÇÃO 3:	LINHA	DO	TEMPO	DA	VIA	GUSTATÓRIA	E	
VIA OLFATÓRIA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO
1. A partir das imagens a seguir, organize uma linha do tempo para os eventos 
que ocorrem no processo gustatório e olfatório.
A. Via gustatória.
Com	a	ajuda	da	figura	8.8,	organize	os	termos	a	seguir	na	linha	do	tempo	
abaixo:
• Córtex Gustatório – Área 36;
• Núcleo Gustatório;
• Núcleo Ventral Posteromedial – VPN;
• Parte anterior da língua, parte posterior da língua, epiglote.
Em qual região do encéfalo (telencéfalo, tálamo, hipotálamo, mesencéfalo, 
ponte, bulbo, cerebelo) cada área acima está situada?
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
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132
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
Fonte: FIGURA 8.8 Vias centrais da gustação. 
BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. 
Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/. 
Acesso em: 28 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331
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133
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
C. Via olfatória. 
Organize os termos a seguir na linha do tempo esquematizada no desenho 
abaixo:
• Bulbo olfatório;
• Córtex olfatório;
• Nervo craniano I;
• Neurônios olfatórios no epitélio olfatório;
• Trato olfatório.
Fonte:	 SILVERTHORN,	Dee	U.	 Fisiologia	Humana.	 Porto	Alegre:	Grupo	A,	 2017.	 E-book.	
ISBN	 9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022
D. Em qual região do encéfalo (telencéfalo, tálamo, hipotálamo, mesencéfalo, 
ponte, bulbo, cerebelo) cada área acima está situada?
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041
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2. As sensações olfatórias e gustatórias em muitas situações se sobrepõem e 
são complementares. Explique essa relação a partir da organização das vias 
olfatórias e gustatórias.
3. Como as sensações olfatórias e gustatórias podem contribuir para nossa 
memória e nossas emoções, a partir da relação destas com o sistema límbico?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Material das linhas do tempo impresso e cortado.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D.	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Grupo	A,	2017.	E-book.	ISBN	
9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022.
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
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Roteiro de Medicina Laboratorial
Via gustatória e 
Via olfatória
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar	os	mecanismos	fisiológicos	da	 sensibilidade	gustatória	e	olfatória,	
quanto às características dos receptores, adaptação, localização, tipos e 
transdução do estímulo. 
ESTAÇÃO 1: PERCEPÇÃO	DO	SABOR	E	CHEIRO
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1:TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD
Nesta	atividade,	será	possível	experienciar	diferentes	odores	e	sabores,	a	fim	de	
entender	o	processo	morfofisiológico	por	trás	desses	sentidos.
1. Siga as instruções abaixo:
A. Selecione 1 aluno(a) voluntário(a). Vende os olhos dele(a) e feche o nariz 
com um pregador grande.
B. Selecione o(a) aluno(a) que aplicará o experimento. Ele(a) deve higienizar 
as mãos e calçar as luvas antes de ter contato com os frascos.
SP 2.1
1 2 3 4 5
136
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1
2. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
Neurociência/ Fisiologia Sensorial/ Fisiologia Sensorial Laboratório e faça a 
lição 17.
A. Anote aqui os resultados encontrados:
B. Destampe	o	nariz	do	voluntário.
C. Aproxime o frasco 4 do nariz dele e mantenha.
D. Coloque um pedaço do conteúdo do frasco 1 na boca dele.
E. Anote aqui os resultados encontrados:
3. Responda	ao	desafio:	Qual	a	reação	do	colega?	Por	que	ocorre	esta	confusão?	
Explique	fisiologicamente	o	resultado	dessa	experiência.
FRASCO PERCEPÇÃO DE SABOR
1
2
3
FRASCO CHEIRADO FRASCO DEGUSTADO PERCEPÇÃO DE SABOR
4 1
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
137
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
4 copos descartáveis, com etiquetas numeradas de 1 a 4 e completamente 
tampados com folha de papel inox; Frasco 1 - fatias de maçã; Frasco 2 - fatias de 
batata crua; Frasco 3 - fatias de cebola; Frasco 4 - cebola cortada ao meio; venda, 
pregador grande, luvas e guardanapos de papel.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOUGLAS,	C.	 R.	 Tratado	de	 Fisiologia	Aplicada	 às	Ciências	Médicas,	 6ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2009.	E-book.	ISBN	978-85-277-1974-2.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/. 
Acesso em: 23 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/
1 2 3 4 5
138
ESTAÇÃO 2: DISTRIBUIÇÃO	DOS	ÓRGÃOS	
GUSTATÓRIOS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD
1. Nesta atividade, os(as) estudantes são convidados(as) a experenciar diferentes 
sabores,	a	fim	de	entender	o	processo	morfofisiológico	por	trás	desses	sentidos.
2. Siga as instruções abaixo:
A. Selecione 1 aluno(a) voluntário(a). Vende os olhos dele(a).
B. Selecione o(a) aluno(a) que aplicará o experimento. Ele(a) deve higienizar 
as mãos e calçar as luvas antes de ter contato com os frascos.
3. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
Neurociência/ Fisiologia Sensorial/ Fisiologia Sensorial Laboratório e faça a 
lição 18.
A. Anote aqui os resultados encontrados:
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1
FRASCO PERCEPÇÃO DE SABOR (POR REGIÃO DA LÍNGUA)
5
6
7
8
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
139
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1
4. Responda	aos	desafios	“A”	e	“B”.
A. Explique	fisiologicamente	como	você	pode	identificar	melhorcada	sabor	
básico	em	uma	região	específica	da	língua.	
B. Por	que	quando	queimamos	a	língua	com	algum	alimento	quente,	fica	mais	
difícil identificar	o	sabor	do	alimento?	
MATERIAIS NECESSÁRIOS
4 copos descartáveis, com etiquetas numeradas de 5 a 8 e completamente 
tampados com folha de papel inox; Frasco 5 - Solução de sacarose: 
Aproximadamente 15 g de açúcar em 50 mL de água; Frasco 6 - Solução de cloreto 
de sódio: Aproximadamente 5 g de sal em 50 mL de água; Frasco 7 - Ácido cítrico: 
Aproximadamente 2 g de ácido cítrico em 50 mL de água, Frasco 8 - Água tônica: 
50 mL de água tônica contendo quinino; venda, luvas, guardanapos de papel e 8 
pissetas descartáveis.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOUGLAS,	C.	 R.	 Tratado	de	 Fisiologia	Aplicada	 às	Ciências	Médicas,	 6ª	 edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2009.	E-book.	ISBN	978-85-277-1974-2.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/. 
Acesso em: 23 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/
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140
Encerramento da sessãoSP 2.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL
1. Um estudante de cada grupo deverá apresentar o mapa conceitual 
confeccionado no período extra-aula. A turma complementa as informações 
dos mapas apresentados e discute pontos relevantes.
1 2 3 4 5
141
ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO-PROBLEMA
1. Leia o texto abaixo e faça o que se pede.
Febre, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Esses são sintomas 
comumente	relatados	por	quem	contrai	dengue	ou	COVID-19,	de	forma	que	
pode ser difícil diferenciar as duas doenças. Mas a evolução dos sinais e sintomas 
pode dar uma pista do diagnóstico. As duas doenças são causadas por vírus, 
mas a transmissão ocorre de maneira diferente: a dengue é transmitida pela 
picada do mosquito Aedes aegypti.	Já	a	COVID-19	é	transmitida	por	gotículas	
de	 secreções	 respiratórias	 de	uma	pessoa	 infectada.	No	 caso	da	COVID-19,	
podem ocorrer sinais de casos leves, moderados ou graves. Os casos leves 
da doença causada pelo coronavírus são caracterizados pela presença de 
sintomas	não	específicos,	como:	tosse;	dor	de	garganta	seguida	de	anosmia,	
ageusia, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, coriza, fadiga e/
ou cefaleia. (Fonte: Ministério da Saúde. https://www.gov.br/saude/pt-br/
assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-
das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas).
Acesse o link	e	leia	sobre	sintomas	sensoriais	da	COVID-19	e	após,	responda	
às questões https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e-
ageusia/.
A. O que é anosmia e hiposmia?
B. O que é ageusia e disgeusia?
C. Quais são os fatores que podem causar anosmia?
D. Quais são os fatores que podem causar ageusia?
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.1
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas
https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e-ageusia/
https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e-ageusia/
142
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
143
SP 2.2
O quê? Repita, por favor? 
Via Auditiva 
e Via Vestibular
1 2 3 4 5
144
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Reflita:
• Você conhece alguém que tenha perda auditiva?
• Já realizou algum exame de audição?
• Você	 conhece	 as	 estruturas	 morfofisiológicas	 envolvidas	 na	 percepção	 do	
som?
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, 
assista, no Ulife, aos vídeos abaixo e, após, siga para as questões 2 e 3. 
A. Diagnóstico	das	perdas	auditivas	condutivas	e	sensoriais;
B. Sensibilidade auditiva e audiometria;
C. Via vestibular;
D. Via auditiva;
E. Sistema Audiorreceptor;
F. Sistema Audiorreceptor - receptores da audição.
2. Anote no seu caderno as estruturas anatômicas que compõem as vias. 
3. Qual o papel da visão e da propriocepção na função do equilíbrio?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2
1 2 3 4 5
145
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO
1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments 
Monash University/. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/
experiments / Hearing/ Revisão de Anatomia Auditiva/ Quebra-cabeça. Em 
seguida, o(a) professor(a) projeta, na tela, a atividade, e toda a turma ajuda a 
completar.
Abertura da sessãoSP 2.2
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
1 2 3 4 5
146
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Via Auditiva e
Via Vestibular
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Classificar	as	estruturas	anatômicas	da	orelha	em	externa,	média	e	interna	de	
acordo com sua localização.
Diferenciar	 morfológica	 e	 funcionalmente	 os	 componentes	 do	 órgão	
vestibulococlear.
Analisar as vias auditiva e vestibular (consciente e inconsciente), de acordo 
com sua estrutura e função.
ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA	DA	ORELHA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos e o app visible body ou similar e analise as 
referências anatômicas das estruturas a seguir:
Orelha externa:
• Lóbulo da orelha;
• Hélice;
• Anti-hélice;
• Trago;
SP 2.2
1 2 3 4 5
147
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
• Anti-trago;
• Concha da orelha;
• Fossa triangular;
• Meato acústico externo;
• Poro acústico externo;
• Membrana timpânica.
Orelha média:
• Cavidade timpânica;
• Ossículos da audição;
• Martelo;
• Bigorna;
• Estribo.
• Tuba auditiva:
• Óstio timpânico da tuba auditiva;
• Parte óssea da tuba auditiva;
• Parte cartilaginosa da tuba auditiva;
• Óstio faríngeo da tuba auditiva.
Orelha interna:
• Labirinto ósseo:
• Canais semicirculares;
• Cóclea:
• Janela oval;
• Janela redonda. 
Labirinto vestibular:
• Utrículo;
• Sáculo.
Labirinto coclear:
• Ducto	coclear;
• Membrana tectórea;
• Órgão espiral (Epônimo: órgão de Corti);
• Gânglio espiral.
1 2 3 4 5
148
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
2. Acesse a plataforma LT KuraCloud e siga os passos abaixo:
A. Entre na disciplina “Anatomia”;
B. Clique na aula Sentidos Especiais;
C. Clique na atividade Modelos de Sentidos Especiais – Laboratório;
D. Realize somente a atividade 7, “Audição e Equilíbrio”.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos: Ouvido, 3 vezes o tamanho natural, 4 partes; Seção frontal 
e lateral de cabeça; Ossículos da audição; Cóclea, tablet ou notebook.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE,	K.	L.;	DALLEY,	A.	F.;	AGUR,	A.	M	R.	Anatomia	Orientada	para	Clínica,	8ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2018.	E-book.	ISBN	9788527734608.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. 
Acesso em: 02 jan. 2023. 
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
ESTAÇÃO 2:	MICROSCOPIA	DA	ORELHA	INTERNA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o Laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/e 
digite H61 na busca. 
Observe	que	esta	é	uma	lâmina	da	cóclea.	 Identifique	as	estruturas	 listadas	
abaixo:
Cóclea:
• Modíolo;
• Membrana Basilar;
• Membrana Vestibular;
• Escalas: Vestibular, Média e Timpânica;
• Helicotrema;
• Órgão de Corti:
• Membrana Basilar;
• Membrana Tectórea;
• Células Ciliadas (pilosas) Externas e Internas;
• Estria vascular.
Labirinto vestibular:
• Crista Ampular:
• Células Sensoriais Ciliadas;
• Células de Sustentação;
• Cúpula.
2. Acesse a plataforma LT KuraCloud e siga os passos abaixo: 
A. Entre na disciplina “Anatomia”;
B. Clique na aula Sentidos Especiais;
https://student.medroom.com.br/
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150
C. Clique na atividade Histologia de Sentidos Especiais – Laboratório;
D. Realize somente a atividade 7, “Audição”.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos: cabeça, pescoço, nervoso, sensorial: Órgão de Corti, 
tablet, notebook.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: 
Grupo	 GEN,	 2017.	 E-book.	 ISBN	 9788527732178.	 Disponível	 em:	 https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 
02 jan. 2023.
PAWLINA,	 W.	 Ross	 histologia	 texto	 e	 atlas:	 correlações	 com	 biologia	
celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 
9788527737241.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527737241/. Acesso em: 02 jan. 2023.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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ESTAÇÃO 3:	VIAS	AUDITIVA	E	VESTIBULAR
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Siga o passo a passo abaixo:
A. Higienize os óculos e controles manuais;
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as 
descobertas do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium, 
conforme as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (busque no App Visible Body ou similar, as estruturas 
anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las 
no Atrium).
C. Busque as estruturas abaixo:
Via auditiva:
• Gânglio espiral;
• Parte coclear do nervo vestíbulo coclear (VIII par);
• Bulbo: núcleos cocleares e olivares superiores;
• Corpo trapezoide;
• Lemnisco lateral;
• Colículos inferiores;
• Corpo geniculado medial;
• Giro temporal transverso anterior.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2
Via Vestibular:
• Gânglio vestibular;
• Parte vestibular do nervo vestíbulo coclear (VIII par);
• Núcleos vestibulares;
• Via inconsciente: Pedúnculo cerebelar inferior; Cerebelo;
• Via consciente: Área vestibular: lobo parietal próximo ao território da 
área somestésica da face.
ATIVIDADE 2: MAPA CONCEITUAL
1. Elabore um mapa conceitual formando as vias auditivas e vestibulares 
(consciente e inconsciente).
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Papel flip chart, giz de cera, notebook e tablet, Atrium MedRoom, kit de higienização.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D.	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Grupo	A,	2017.	E-book.	ISBN	
9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714041/. Acesso em: 02 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
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Roteiro de Medicina Laboratorial
Via Auditiva e
Via Vestibular
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Caracterizar	 os	 aspectos	 fisiológicos	 relacionados	 à	 audição,	 por	meio	 dos	
testes de condutância aérea e óssea.
Analisar a integridade da via auditiva a partir de testes auditivos.
ESTAÇÃO 1: AUDIOMETRIA	POR	VIA	AÉREA
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO
1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments 
Monash University. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/
experiments / Hearing/ Hearing Sensitivity/ Hearing Test e siga as instruções 
abaixo:
SP 2.2
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
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154
2. Nesta estação, o grupo fará uma audiometria por via aérea. Selecione um 
voluntário que não tenha queixas auditivas conhecidas e que tenha fone de 
ouvidos. Esta pessoa fará o papel de paciente.
3. Outro estudante voluntário fará a testagem. Lembre-se de não dar pistas 
visuais	para	o	voluntário	paciente.	O	ideal	é	que	você	fique	atrás	dele	ou	em	
qualquer lugar que ele não possa vê-lo.
4. Toda a sala deve estar em silêncio para não atrapalhar a testagem. Quem puder, 
faça uso de libras ou da linguagem escrita, mas não utilize a linguagem verbal.
5. Do	lado	esquerdo	da	 tabela	estão	os	sons	graves	e	do	 lado	direito,	os	sons	
agudos. No lado de cima da tabela estão os sons menos intensos e do lado de 
baixo, os sons mais intensos.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2
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155
6. Avise o voluntário que você iniciará a testagem e que ele deverá levantar a 
mão sempre que detectar um som.
7. Comece testando Both Ears (ambas as orelhas), do início da coluna (menor 
intensidade) de frequência mais grave indo para as maiores intensidades, até 
encontrar um tom que o voluntário consiga detectar.
8. Passe por todas as colunas, até que o tom menos intenso esteja marcado em 
verde escuro e plotado no audiograma (veja o exemplo abaixo).
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2
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156
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2
Observação:	 os	 dados	 obtidos	 não	 têm	 sensibilidade	 para	 ter	 um	 significado	
clínico.
9. Após obter o audiograma, pergunte ao voluntário como ele se sentiu e como 
foi fazer o teste.
10. Qual	o	significado	fisiológico	dos	dados	obtidos?	Em	caso	de	falha	no	teste,	
quais estruturas da via auditiva poderiam estar lesadas?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook e fones de ouvido.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SCHOCHAT,	E.;	SAMELLI,	A.	G.;	COUTO,	C.	D.;	et	al.	Tratado	de	audiologia.	Santana	
de	Parnaíba:	Editora	Manole,	2022.	E-book.	ISBN	9786555765731.	Disponível
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. 
Acesso em: 23 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/
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ESTAÇÃO 2: AUDIOMETRIA	POR	VIA	ÓSSEA	VERSUS 
VIA AÉREA
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO
1. Nesta estação, o grupo fará uma audiometria por via óssea. Selecione um 
voluntário que escute bem. Esta pessoa fará o papel de paciente.
2. Outro estudante voluntário fará a testagem. 
3. Toda a sala deve estar em silêncio para não atrapalhar o experimento. 
4. Siga as instruções abaixo:
EXPERIMENTO 1 - Teste de Weber - Procedimento 
• Bata o diapasão com forte intensidade na mão ou em uma superfície 
emborrachada. 
• Coloque o diapasão tocando a linha média da fronte, da calota craniana ou 
junto aos dentes incisivos. 
• Se o som for ouvido igualmente em ambos ouvidos, a audição é normal ou 
a	perda	auditiva	é	similar	bilateralmente	e,	nesse	caso,	diz-se	que	o	WEBER	
é indiferente. 
• Se a percepção do som for no lado pior (afetado), então a perda auditiva é 
condutiva. 
• Se a percepção do som for no lado melhor (não afetado), então a perda 
auditiva é neurossensorial (afetado). 
EXPERIMENTO 2 - Teste de Rinne - Procedimento 
• Bata o diapasão com forte intensidade na mão ou em uma superfície 
emborrachada. 
• Coloque	o	diapasão	sobre	a	mastoide	até	que	o	paciente	 refira	que	não	
está mais escutando o som, momento em que o diapasão é colocado junto 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP2.2
1 2 3 4 5
158
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2
ao meato acústico externo cerca de 2 cm dele, com os arcos no sentido 
perpendicular ao ouvido (para se evitar a zona muda). 
• O Rinne é positivo quando o som é escutado por via aérea, após não ser 
mais escutado por via óssea. Isto ocorre na audição normal e nas perdas 
neurossensoriais. 
• O Rinne é negativo quando o som não é escutado por via aérea, após não 
ser mais escutado por via óssea. Isto ocorre nas perdas condutivas, quando 
a	 audição	 por	 via	 óssea	 é	mais	 prolongada	 e	 o	 sistema	 amplificador	 da	
condução tímpano-ossicular está alterado. Esta diferença será percebida 
quando houver um gap aéreo-ósseo de 20 dB ou mais. 
Observação:	 Os	 dados	 obtidos	 não	 têm	 sensibilidade	 para	 ter	 um	 significado	
clínico.
5. Após obter os resultados, pergunte ao voluntário como ele se sentiu e como 
foi fazer o teste.
6. Qual	o	significado	fisiológico	dos	dados	obtidos	por	via	aérea	e	por	via	óssea?	
Em caso de falha no teste, que estruturas da via auditiva poderiam estar 
lesadas?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Diapasão	(128	ou	256	ou	512	Hz).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SCHOCHAT,	E.;	SAMELLI,	A.	G.;	COUTO,	C.	M.	D.;	et	al.	Tratado	de	audiologia.	Santana	
de	 Parnaíba:	 Editora	Manole,	 2022.	 E-book.	 ISBN	 9786555765731.	 Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. 
Acesso em: 23 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/
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159
Encerramento da sessãoSP 2.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL
1. O(a) professor(a) irá escolher um membro de cada grupo para apresentar o 
mapa conceitual das vias auditiva e vestibular elaborado na estação 2 do 
Laboratório Morfofuncional, os demais alunos farão sugestões sobre o tema 
estudado. Após, responda as perguntas disparadoras para discussão a partir da 
visualização do mapa conceitual:
A. Por que temos uma via vestibular consciente e outra inconsciente?
B. Qual a diferença entre: perda auditiva neurossensorial e condutiva? Perda 
auditiva central e periférica? (alunos(as) voluntários(as) podem assinalar 
com	um	X	no	mapa	conceitual,	onde	é	provável	que	esteja	a	lesão,	em	cada	
um dos 4 tipos de perdas auditivas citadas).
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160
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO - HABILIDADE 
AUDITIVA
1. Leia o texto a seguir e realize as atividades propostas.
Os testes de audiometria tonal limiar aferem a detecção do som, ou seja, 
se o indivíduo escuta ou não determinada frequência sonora. Entretanto, a 
audiometria tonal não dá pistas sobre se o paciente entende ou não o que 
está	escutando.	O	processamento	auditivo	central	 refere-se	à	eficiência	e	à	
efetividade com que o sistema auditivo utiliza a informação do som, captada 
na	cóclea.	Em	outras	palavras,	é	um	conjunto	de	habilidades	específicas	das	
quais o indivíduo depende para compreender o que ouve.
A. Acesse	o	documento	do	Conselho	Federal	de	Fonoaudiologia	e	identifique	
quais são as 7 etapas que compõem o processamento auditivo central, ou 
seja, que permitem que compreendamos aquilo que ouvimos. 
CFFA. Guia de Orientação Avaliação e Intervenção no Processamento 
Auditivo	 Central.	 2020.	 Disponível	 em:	 https://www.fonoaudiologia.org.
br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_
Intervencao_PAC.pdf. Acessado em: 23 de dezembro de 2022.
B. Anote	no	quadro	abaixo	a	habilidade	auditiva	e	sua	respectiva	definição.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.2
HABILIDADE DEFINIÇÃO
https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf
https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf
https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf
161
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
162
SP 2.3
Eu não nasci de óculos... 
Via Óptica
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163
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Antes	 do	 vídeo,	 reflita:	 você	 já	 ouviu	 falar	 que	 pessoas	 com	 diabetes	 podem	
perder a visão? Já parou para pensar por que isso ocorre?
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, 
assista, no Ulife, aos vídeos e faça a associação dos componentes com seus 
aspectos funcionais, conforme listado abaixo.
A. Vias óptica parte 1;
B. Vias óptica parte 2;
C. Sistema Fotorreceptor;
D. Retinopatia diabética;
E. Visão	(Reflexo	pupilar	consensual	e	determinação	do	ponto	cego);
F. Via optica - USG, TC e RM;
G. Visão.
 
2. Após assistir aos vídeos, responda às seguintes perguntas:
A. Quais são os componentes da via óptica?
B. Quais são as possíveis alterações detectadas no campo visual e suas 
correlações anatômicas?
C. Quais são os componentes macroscópicos do olho?
D. Como está organizada microscopicamente a retina?
E. Como	classificam-se	as	retinopatias	diabéticas?
F. Explique	o	reflexo	pupilar.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3
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164
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - ANATOMIA DO 
OLHO
1. Em grupo, acesse a plataforma LT KuraCloud, na disciplina “Anatomia” a aula 
“Sentidos Especiais” e realize as atividades propostas abaixo:
A. Nessa	aula,	escolha	a	atividade	“Dissecação	dos	olhos	–	Laboratório”	e	faça	
as etapas de 1 a 5.
B. Em uma folha “flipchart”, elabore um esquema da Anatomia do Olho.
C. Ao	final,	um	representante	de	cada	grupo	apresenta	o	esquema	e	realiza	
uma discussão do material.
Abertura da sessãoSP 2.3
1 2 3 4 5
165
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Via Óptica
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	morfologicamente	as	estruturas	anatômicas	do	olho.
Diferenciar	morfológica	e	funcionalmente	os	componentes	microscópicos	
da retina.
Correlacionar a via óptica com alterações de campo de visão. 
ESTAÇÃO 1: ANATOMIA	DO	OLHO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos e o App Visible Body ou similar e analise as 
referências anatômicas das estruturas a seguir.
Olho e estruturas pertinentes.
1. Bulbo do olho
• Túnica	fibrosa	do	bulbo.
Esclera;
Córnea:
• Túnica vascular do bulbo.
SP 2.3
1 2 3 4 5
166
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
Corióide;
Corpo ciliar;
M. ciliar;
Íris;
Pupila;
M. dilatador da pupila;
M. esfíncter da pupila:
• Túnica interna do bulbo.
Retina;
Parte cega da retina;
Ora serrata;
Parte óptica da retina;
Disco	do	nervo	óptico:
• Lente; 
• Câmaras do bulbo do olho.
Câmara anterior;
Câmara posterior;
Câmara postrema;
Humor aquoso;
Corpo vítreo.
 
2. Estruturas oculares acessórias
Órbita:
• Ossos que formam a orbita:
• Frontal;
• Esfenoide;
• Zigomático;
• Maxilar;
• Palatino;
• Etmoide;
• Lacrimal:
• Ducto	lacrimonasal.
Supercílio;
Pálpebras;
 
1 2 3 4 5
167
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
Glândula lacrimal;
Músculos extrínsecos do olho:
• Reto superior; 
• Reto inferior;
• Reto lateral; 
• Reto Medial; 
• Oblíquo superior;
• Oblíquo inferior;
• Levantador da pálpebra superior.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos: Olho, 3 vezes o tamanho natural, 7 partes e Crânio montado 
sobre a coluna cervical, 4 peças, tablet ou notebook.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE,	K.	L.;	DALLEY,	A.	F.;	AGUR,	A.	M.	R.	Anatomia	Orientada	para	Clínica,	8ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2018.	E-book.ISBN	9788527734608.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. 
Acesso em: 02 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
1 2 3 4 5
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
ESTAÇÃO 2:	HISTOFISIOLOGIA	DA	RETINA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e 
digite H68 na busca. Observe que esta é uma lâmina do Globo Ocular. Faça 
uma	análise	morfológica	do	globo	ocular	e	identifique	as	estruturas	abaixo:
A. Túnica	fibrosa	(externa,	formada	pela	esclera	e	pela	córnea);
B. Túnica vascular (média, formada pela coroide, pelo corpo ciliar e pela íris);
C. Túnica nervosa (interna, formada pela retina).
2. Na	retina,	identifique	as	estruturas	abaixo:
A. Camada das células pigmentares – epitélio pigmentar da retina: células 
cúbicas com grânulos de melanina fortemente corados em marrom;
B. Camada dos cones e bastonetes: células fotosensitivas; 
C. Plexiforme externa: região de sinapses;
D. Camada das células bipolares: células organizadas em várias camadas com 
núcleos redondos pequenos e bem corados;
E. Plexiforme interna: região de sinapses;
F. Camada das células ganglionares: formada por células nervosas em duas 
ou três camadas.
https://student.medroom.com.br/
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169
ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 
1. Leia o texto abaixo e responda às questões “A” e “B”:
Observe que o globo ocular apresenta 3 câmaras, a anterior e a posterior, 
preenchida pelo humor aquoso sintetizado no corpo ciliar e drenado pelo 
canal de Schlemm, e o corpo vítreo, preenchida por uma substância gelatinosa 
e transparente, o humor vítreo. Após a íris, há uma lente, o cristalino, protegido 
por uma cápsula conjuntiva.
A. Em qual camada da retina estão os fotorreceptores?
B. Quais estruturas do olho podem ser lesadas na retinopatia diabética? Como 
esse processo ocorre?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook e tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: 
Grupo	 GEN,	 2017.	 E-book.	 ISBN	 9788527732178.	 Disponível	 em:	 https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 02 
jan. 2023.
PAWLINA,	 W.	 Ross	 histologia	 texto	 e	 atlas:	 correlações	 com	 biologia	
celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 
9788527737241.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527737241/. Acesso em: 02 jan. 2023.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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ESTAÇÃO 3:	VIA	ÓPTICA	E	EXAMES	DE	IMAGEM	DO	
OLHO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO E-ANATOMY 
(IMAIOS)
1. Organize os termos a seguir na ordem correta, de acordo com a via óptica a partir 
da	retina	(projeção	retinofugal)	e,	depois,	identifique	no	modelo	anatômico	do	
encéfalo o local onde estão situadas essas estruturas.
• Corpos geniculado lateral;
• Córtex visual primário: lábios do sulco calcarino;
• Fibras retino geniculadas;
• Nervo óptico;
• Quiasma óptico;
• Trato geniculocalcarino (radiação óptica);
• Trato óptico.
2. Analise	 as	 imagens	 abaixo,	 identifique	 as	 estruturas	 apontadas	 e	 faça	 a	
correlação com as lesões nas projeções retinofugais.
Fonte: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com)
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
1 2 3 4 5
171
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3
3. Entre no link https://www.imaios.com/br/e-anatomy/cabeca-e-pescoco/olho 
analise	as	imagens	de	tomografia	de	coerência	óptica	–	imagens	108	a	128	-	e	
faça um esquema das camadas que compõem a retina.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Esquema impresso da imagem da atividade 2, notebook e tablet com acesso à 
internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D.	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Grupo	A,	2017.	E-book.	ISBN	
9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022.
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegrue: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022.
https://www.imaios.com/br/e-anatomy/cabeca-e-pescoco/olho
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
1 2 3 4 5
172
Roteiro de Medicina Laboratorial
Via Óptica
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar como as condições clínicas afetam as características morfológicas e 
funcionais da via óptica.
 
Experimentar testes visuais com relevância clínica para atuação médica.
ESTAÇÃO 1: TESTE	DE	CONVERGÊNCIA	DE	OLHAR	E	
TESTE	DO	PONTO	CEGO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD
1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments) e siga as instruções.
2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis. Clique 
em Fisiologia Humana.
3. Abrirá muitas opções, clique na opção Fisiologia Sensorial.
SP 2.3
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
1 2 3 4 5
173
4. Entre na opção “Fisiologia Sensorial - laboratório” (imagem abaixo):
5. Faça a trilha 3 (Convergência do Olhar – Atividade) e, após, faça a trilha 6 (Ponto 
Cego – Atividade).
Estes testes podem estar alterados em pacientes com retinopatia diabética?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet, caneta de feltro com tinta preta (caneta 
de	quadro	branco),	folhas	de	sulfite	brancas,	fita	crepe	e	cartolinas	brancas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	D.	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Grupo	A,	2017.	E-book.	ISBN	
9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022.
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
1 2 3 4 5
174
ESTAÇÃO 2: TESTE	DE	ILUSÕES	DE	ÓTICAS	E	TESTE	
DE	DALTONISMO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD 
1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments) e siga as instruções.
2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu 
login. Clique em Fisiologia Humana.
3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Fisiologia Sensorial.
4. Entre na opção “Fisiologia Sensorial - laboratório” (imagem abaixo):
 
5. Faça	a	trilha	12	(Ilusões	de	Óticas	–	Atividade),	trilha	13	(Daltonismo:	teste	de	
Ishihara	–	Atividade)	e	trilha	14	(Tipos	de	Daltonismo-	Atividade).
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LENT, R. Neurociência da Mente e do Comportamento. São Paulo: Grupo GEN, 
2008.	 E-book.	 ISBN	 978-85-277-1994-0.	 Disponível	 em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/. Acesso em: 25 dez. 
2022.
Roteiro de Medicina LaboratorialSPcuidador (no caso de crianças).
2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor.
3. Respeitar o sigilo da entrevista.
4. Aprofundar a compreensão sobre os elementos da vida da pessoa, 
que impactem no seu processo de saúde e doença (condições de 
moradia, de trabalho, de relacionamentos afetivos).
5. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, 
sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas.
ESTAÇÃO TEMA
1
Introdução do semestre, cronograma, conteúdos e avaliações
1ª	Oficina	-	Plano	de	cuidado
2ª	Oficina	-	Diagnósticos	sindrômicos
2 3ª	Oficina	-	Consulta	da	puericultura	e	da	criança	lactente
3 1ª Simulação
4 2ª Simulação
5 3ª Simulação
6 Síntese provisória
7 Nova síntese
8
APA meio semestre
Reteste
9
4ª	Oficina	-	Exame	físico	abdominal
5ª	Oficina	-	Sons	cardíacos	e	pulmonares	alterados
Cronograma
EC/HM
10 4ª simulação 
11 5ª simulação 
12 6ª simulação 
13 Síntese provisória
14 Nova síntese
15 APA	de	final	de	semestre
16 Avaliação prática
17 Avaliação prática
18 Avaliação prática
16
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS
3ª E T A P A
Cronograma
PMSUS
ESTAÇÃO TEMA DATA (a ser definida pela 
coordenação)
1 Acolhimento	dos	estudantes	e	discussão	do	funcionamento	da	3ª	Etapa	PMSUS	em	UBS	e	Reflexão	da	
Prática
2
Oficina	de	Trabalho	1	-	Epidemiologia	e	o	sistema	de	informação	em	saúde
Nova Síntese 1
3
Oficina	de	Trabalho	2	-	Situação	da	infância	e	adolescentes	no	Brasil
Nova Síntese 2
4
Oficina	de	Trabalho	3	-	Rede	de	atenção	à	saúde
Nova Síntese 3
D1	/AF	1 Avaliação Cognitiva e Processual
5 Oficina	de	Trabalho	4	-	Atenção	à	saúde	da	criança	de	0	a	2	anos	na	rede	cegonha
D1	/AF	1 Devolutiva	da	Avaliação	Cognitiva	e	Processual
5 Nova Síntese 4
6
Oficina	de	Trabalho	5	-	Violência	contra	crianças	e	adolescentes
Nova Síntese 5
D2	/AF	2 Avaliação Cognitiva e Processual
	D2	/AF	2 Devolutiva	da	Avaliação	Cognitiva	e	Processual
18
SITUAÇÕES- 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
3ª E T A P A
19
NASCIMENTO, 
CRESCIMENTO E 
DESENVOLVIMENTO
COMPLEXO TEMÁTICO I
20
“Sinto-me nascido a cada 
momento para a eterna 
novidade do mundo.”
(Alberto Caeiro / Fernando Pessoa, 1888 - 1935) 
21
Árvore 
temática 1
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22
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Compreender o processo de nascimento, crescimento e desenvolvimento 
humano a partir de seus determinantes familiares e sociais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 
Identificar	as	características	peculiares	e	os	problemas	do	período	neo	e	
perinatal, bem como da assistência ao bebê e à sua família.
Valorizar o papel do aleitamento materno no desenvolvimento normal da 
criança.
Integrar o processo de desenvolvimento neuropsicossocial infantil à 
necessidade da assistência individual e coletiva à criança e à sua família.
Reconhecer a importância e a complexidade da atuação da saúde pública 
no crescimento de uma população infantil sadia, reduzindo assim as taxas 
de morbidade e mortalidade nessa população.
Valorizar o ambiente social tanto como fonte de fatores favoráveis ao 
crescimento sadio quanto como ameaças à integridade física e mental de 
crianças e adolescentes.
Acompanhar o desenvolvimento infantil em uma perspectiva 
multiprofissional.
1 2 3 4 5
23
O QUE É O ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO?
O Ateliê de Forma e Função é um ecossistema de aprendizagem ativa e 
colaborativa. Por meio desta estratégia de aprendizagem, os conhecimentos 
adquiridos no Laboratório Morfofuncional e na Medicina Laboratorial serão 
potencializados.
A partir de diferentes experiências de aprendizagem colaborativa, 
argumentaremos sobre a importância da cooperação para a formação médica. 
Além disso, buscamos evidenciar, com este ecossistema, a necessidade e 
as implicações de uma formação médica fundamentada numa perspectiva 
integral. Ou seja, com o Ateliê de Forma e Função, será possível reconhecer, por 
meio de uma diversidade de recursos, o quanto diferentes áreas das ciências 
importam	para	a	Medicina	e	para	os	seus	profissionais.
Em relação à metodologia utilizada, a experiência de aprendizagem se dá por 
meio da “Rotação em Estações”. Nesta abordagem, os recursos tecnológicos e 
clínicos criam um ambiente dinâmico, em que o estudante assume protagonismo 
em seu processo de aprendizado.
Para além disso, tais recursos de tecnologia asseguram um aprendizado 
contínuo e duradouro, já que a interatividade e o feedback imediato permitem 
autonomia e personalização da experiência, os quais são elementos essenciais 
para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências médicas e 
comportamentais.
Na sequência, apresentamos uma síntese ilustrada sobre as principais 
características do Ateliê. Analise-a com atenção!
24
COMO FUNCIONA A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE 
FORMA E FUNÇÃO?
O Ateliê está estruturado em cinco momentos:
25
COMO POSSO ENRIQUECER A EXPERIÊNCIA NO 
ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO?
Em cada sessão, há um passo a passo que servirá de guia para a trilha de 
aprendizagem. Para segui-lo, utilize os roteiros disponibilizados. Neles, os 
momentos do Ateliê estão representados com os números e os símbolos 
abaixo.	Confira-os:
Boa experiência!
1
Trilha de 
aprendizagem 
pré-aula
2
Abertura da 
sessão
3
Rotação em 
estações
4
Encerramento 
da sessão
5
Trilha de 
aprendizagem 
pós-aula
26
SP 1.1
Positivo, e agora?
Morfofisiologia do
Sistema Nervoso Central e 
malformações causadas
por agentes biológicos
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https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
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27
ATIVIDADE 1: LEITURA
1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizado leia o capítulo 20 
do	livro	Embriologia	clínica	de	MOORE,	Keith	L.;	PERSAUD,	T.	V.	N.;	TORCHIA,	
Mark G. Embriologia clínica. 10ª Edição. Rio de Janeiro: AG Livraria, 2016. 
524 p.: ISBN 9788535283839, ou Leia o capítulo 18 até a página 254 do livro 
Embriologia	Médica	de	SADLER,	T	W.	Langman.	14ª,	Edição.	Grupo	GEN,	2021.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/
epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]. 
2. Verifique	as	informações	presentes	no	site: https://www.gov.br/saude/pt-br/
assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus.
3. Durante	a	leitura,	anote:	
A. Quais são as principais causas dos defeitos congênitos em humanos? 
B. Diferencie	os	seguintes	termos:	malformação,	perturbação,	deformação	e	
displasia. 
C. Caracterize os períodos críticos do desenvolvimento humano. 
D. Reconheça os principais agentes biológicos causadores dos defeitos 
congênitos em humanos. 
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
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28
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Faça a leitura do texto a seguir: 
Apesar do feto ou do embrião estar protegido pela placenta, alguns agentes 
infecciosos presentes na mãe podem atingi-lo. Os defeitos induzidos 
por microrganismos diferem dos induzidos por agentes ambientais, uma 
vez que nem todas as lesões aparecem no período da gestação e que 
muitas manifestações clínicas aparecem após o nascimento, mesmo que 
congenitamente adquiridas. Portanto, é importante conhecer os principais 
agentes infecciosos causadores das anomalias congênitas, os principais 
métodos clínicos laboratoriais utilizados nos diagnósticos destas doenças e 
os métodos de prevenção e tratamento para estas enfermidades. 
DESAFIO
Após	a	análise	do	Caso	clínico	a	seguir,	identifique	o	diagnóstico	a	partir	das	
alterações congênitas presentes no recém-nascido e indique os métodos 
utilizados no diagnóstico laboratorial, prevenção e tratamento2.3
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/
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175
ESTAÇÃO 3: MIOPIA	E	ACUIDADE	VISUAL
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO
1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments 
Monash University/. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/
experiments/ Vision/ Myopia and Vision Acuity/ Simulation ou clique no link 
abaixo e siga as instruções: Miopia e acuidade visual - Experimentos de visão 
(monash.edu.au).
2. Habilite o tradutor do seu navegador (para o Português – BR).
3. Leia as informações presentes na aba “fundo” (Background).
4. Faça a atividade proposta na aba “simulação”.
5. Leia as informações da aba “explicação”.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3
Fonte:	Physiology	Experiments,	Monash	University.	Disponível	em:	https://ilearn.med.monash.edu.au/
physiology/vision/myopia#simulation. Acessado em: 04 de Jan. de 2023.
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#background
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#background
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#simulation
https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#simulation
1 2 3 4 5
176
6. A seguir, leia o texto abaixo e discuta com os colegas a questão disparadora: 
Como você viu na guia de simulação, a miopia causa alterações na acuidade 
visual – especialmente em grandes distâncias. A miopia pode ocorrer quando 
o ponto focal da luz cai antes da retina, levando a uma imagem borrada. Mas o 
que causa essas mudanças?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
YOUNG,	P.	A.;	YOUNG,	P.	H.;	TOLBERT,	D.	L.	Neurociência	clínica	básica	3a	ed.	São	
Paulo:	 Editora	 Manole,	 2018.	 E-book.	 ISBN	 9788520462966.	 Disponível	 em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462966/.
Acesso em: 25 dez. 2022.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462966/
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177
Encerramento da sessãoSP 2.3
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 
1. Discutir	juntamente	com	seu	grupo	sobre	o	post-it surpresa e, após, apresentar 
à turma.
1 2 3 4 5
178
ATIVIDADE 1: LEITURA 
Siga as orientações a seguir:
1. Acesse em “Minha Biblioteca” o livro: Neurociência Clínica Básica, 3ª edição 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/
pageid/219
2. Acesse a “Parte III – Sistemas Sensoriais” e faça a leitura do capítulo 14: Sistema 
visual: anopsia.
3. Após a leitura, responda às questões:
A. Como o glaucoma difere da catarata?
B. A	cegueira	noturna	está	associada	a	déficits	funcionais	em	quais	estruturas?	
Qual vitamina pode estar envolvida?
C. Qual é a importância médica das características morfológicas exclusivas do 
nervo óptico? 
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/pageid/219
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/pageid/219
179
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Mike	Yoshio	Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
José Manoel dos Santos UAM - SP http://lattes.cnpq.
br/3125945007925613
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/3125945007925613
http://lattes.cnpq.br/3125945007925613
180
SP 2.4
Acabou a bateria!
Vias Sensitivas 
Gerais
1 2 3 4 5
181
ATIVIDADE 1: LEITURA E VIDEOAULA NO ULIFE
1. Prezado(a) aluno(a), acesse em “Minha Biblioteca” o livro: Neurociências, de 
Mark F. Bear, e siga as instruções abaixo:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/
pageid/475
2. Acesse a página 430 e leia a partir do tópico “Córtex Somatossensorial” até o 
primeiro parágrafo da página 435.
3. No Ulife, assista aos vídeos:
A. Sensibilidade somestésica;
B. Mecanismos de modulação da atividade cortical;
C. Introdução ao Sistema nervoso sensorial;
D. Receptores sensoriais da pele;
E. Sistema ativador reticular ascendente;
F. Aspectos morfológicos e funcionais as vias sensitivas gerais - TC e RM;
G. Vias sensitivas gerais - Parte 3;
H. Vias sensitivas gerais - Parte 2;
I. Vias sensitivas gerais - Parte 1.
 
4. Após leitura e videoaula, responda às questões “A” e “B”:
A. Quais as principais funções do córtex somatossensorial primário? Onde se 
localiza?
B. Explique	o	que	representa	o	Homúnculo	de	Penfield	Somatossensorial.	Por	
que a representação de suas dimensões não corresponde às dimensões 
reais de um corpo humano?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/pageid/475
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/pageid/475
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182
Duração total: 25 minutos
Antes	da	atividade,	reflita:	como	a	sensação	de	tato,	dor	e	temperatura	percebidas	
na periferia do nosso corpo chegam ao córtex cerebral? Como essas sensações, 
o tato, o frio, o calor, a dor, podem nos despertar durante o sono e nos trazer ao 
estado de consciência?
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - VIAS SENSITIVAS
1. Descreva	a	diferença	entre	uma	via	sensitiva	especial	e	uma	via	sensitiva	geral.
ATIVIDADE 2: GAMIFICAÇÃO - SISTEMA 
SOMATOSSENSORIAL
1. Leia o texto para seguir com a atividade proposta:
O trajeto de um impulso nervoso do receptor ao córtex recebe o nome de via. 
As vias aferentes são cadeias de neurônios unindo os receptores ao córtex. 
No caso das vias inconscientes (cerebelares), esta cadeia é constituída apenas 
por dois neurônios (I, II). Já nas vias conscientes (cerebrais), estes neurônios 
são geralmente três (I, II, III).
Como princípios gerais de uma via aferente geral, temos:
• Neurônio I (ou de primeira ordem): situado na parte periférica do sistema 
nervoso;
• Neurônio II (ou de segunda ordem): situado na coluna posterior da medula 
(substância cinzenta) ou em núcleos de nervos cranianos do tronco 
encefálico. Originam axônios que cruzam o plano mediano (decussam) e 
formam um trato ou lemnisco;
• Neurônio III (ou de terceira ordem): situado no tálamo e origina um axônio 
que chega ao córtex por uma radiação talâmica.
Abertura da sessãoSP 2.4
1 2 3 4 5
183
Abertura da sessãoSP 2.4
A. A partir destes conhecimentos, cada grupo de estudantes deve abrir o link 
abaixo e jogar, por aproximadamente 15 minutos. Após, o(a) professor(a) 
deve abrir e projetar o jogo para todos os(as) estudantes, fazendo um 
feedback das respostas. 
Note	 que	 este	 momento	 é	 fundamental	 para	 justificar	 as	 associações	
corretas presentes no jogo.
Link: https://wordwall.net/resource/39729642
https://wordwall.net/resource/39729642
1 2 3 4 5
184
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Vias Sensitivas
Gerais
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	morfológica	e	funcionalmente	os	componentes	das	vias	sensitivas	
gerais.
Correlacionar o Sistema Ativador Reticular Ascendente e o Sistema Límbico às 
vias sensitivas gerais.
ESTAÇÃO 1: ESTUDO	DAS	VIAS	AFERENTES	GERAIS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO - VIAS AFERENTES
1. A partir da sequência de informações referentes as vias aferentes gerais 
listadas abaixo, organize as informaçõesnos quadros a seguir, colocando o 
nome da via, a letra correspondente, a etapa da via na imagem e o nome da 
região anatômica:
I. Via Propriocepção Consciente, Tato Epicrítico e Sensibilidade Vibratória 
(Via	Coluna	Dorsal-Lemnisco	Medial).
A. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal. 
SP 2.4
1 2 3 4 5
185
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4
B. Funículo posterior ipsilateral. MMII (fascículo grácil), MMSS (fascículo 
cuneiforme).
C. Neurônio de segunda ordem: núcleo grácil ou cuneiforme do bulbo 
(ipsilateral). Fibras arqueadas internas (bulbo) e Lemnisco medial 
(ponte).
D. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal.
E. Receptores	sensoriais	da	pele:	tato	(Ruffini	e	Meissner),	propriocepção	
(fuso e OTG) e vibração (Paccini).
F. Neurônio de terceira ordem: tálamo-núcleo ventro póstero lateral 
(contralateral).
II. Via	 de	 Dor	 Aguda	 e	 Temperatura	 (Via	 neoespinotalâmica	 –	 trato	
espinotalâmico lateral).
A. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal.
B. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal.
C. Receptores sensoriais da pele: terminações nervosas livres estimuladas 
por estímulos mecânicos nocivos, térmicos ou químicos.
D. Neurônio de terceira ordem: núcleo ventro póstero lateral (contralateral).
E. Funículo lateral contralateral. Lemnisco espinal (ponte).
F. Neurônio de segunda ordem: coluna posterior da medula ipsilateral (I, 
II ou V).
1 2 3 4 5
186
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4
III. Via de Pressão e Tato Protopático (Via paleoespinotalâmica – trato 
espinotalâmico anterior).
A. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal.
B. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal.
C. Receptores sensoriais da pele: corpúsculo de Vater Pacini.
D. Neurônio de terceira ordem: núcleo ventro póstero lateral (contralateral).
E. Funículo lateral contralateral. Lemnisco espinal (ponte).
F. Neurônio de segunda ordem: coluna posterior da medula ipsilateral (I, 
II ou V).
 
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebooks ou tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022.
MOORE,	K.	L.;	DALLEY,	A.	F.;	AGUR,	A.	M.	R.	Anatomia	Orientada	para	Clínica,	8ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2018.	E-book.	ISBN	9788527734608.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 02 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4
ESTAÇÃO 2:	SISTEMA	ATIVADOR	RETICULAR	
ASCENDENTE	E	SISTEMA	LÍMBICO	-	EXAMES	DE	
IMAGEM
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: IMAIOS E MESA ANATÔMICA
1. Acesse o site: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com) e clique em IRM 
axial do cérebro e procure as seguintes estruturas:
Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA):
• Formação Reticular:
• Lócus ceruleus;
• Núcleo da rafe;
• Núcleo pedunculopontino;
• Área tegmentar ventral.
• Hipotálamo:
• Núcleo túberomamilar.
• Prosencéfalo basal:
• Núcleo basal de Meynert.
Sistema Límbico:
• Giro do cíngulo;
• Giro parahipocampal;
• Úncus;
• Sulco hipocampal;
• Fímbria do hipocampo;
• Hipocampo;
• Corpo amigdaloide;
• Fórnice.
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4
2. Acesse a mesa digital, escolha um exame de ressonância magnética do encéfalo 
e	faça	a	reconstrução	tridimensional.	No	encéfalo	em	3D,	identifique:
Núcleo da rafe.
Área tegmentar ventral:
• Hipotálamo;
• Giro do cíngulo;
• Giro parahipocampal;
• Úncus;
• Sulco hipocampal;
• Fímbria do hipocampo;
• Hipocampo;
• Corpo amigdalóide;
• Fórnice.
ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
1. Como o Sistema Ativador Reticular Ascendente participa dos períodos de 
vigília, mantendo níveis de consciência?
2. Quais seriam as possíveis consequências de lesões na linha média do tronco 
encefálico?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet, mesa anatômica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022.
MOORE,	K.	L.;	DALLEY,	A.	F.;	AGUR,	A.	M	R.	Anatomia	Orientada	para	Clínica,	8ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2018.	E-book.	ISBN	9788527734608.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 02 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Roteiro de Medicina Laboratorial
Vias Sensitivas
Gerais
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os tipos de somestesia e os receptores envolvidos nas vias sensitivas 
gerais.
Correlacionar a avaliação somestésica com aspectos da clínica médica.
Correlacionar as funções dos diferentes tipos de receptores sensitivos gerais 
com sua localização.
ESTAÇÃO 1: DISCRIMINAÇÃO	ENTRE	DOIS	PONTOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Sigas as orientações abaixo:
A. Um estudante deve abrir um compasso de maneira que a distância entre 
as pontas tenha 12 cm. Estimule um outro colega de seu grupo, tocando 
as duas pontas ao mesmo tempo, a região escapular. O colega voluntário 
não pode ver a experiência, portanto, deve estar com os olhos fechados ou 
vendados, e deverá responder quantos pontos foram estimulados.
SP 2.4
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191
B. Repita o experimento cada vez com distâncias menores entre as pontas 
do compasso, diminuindo em 1 cm a cada repetição, até que o colega 
voluntário perceba apenas um ponto, apesar de se estar estimulando dois 
pontos. Anote este resultado no quadro abaixo.
C. Repita os mesmos procedimentos na palma da mão e no segundo dedo da 
mão (indicador).
D. Após os procedimentos repetirem-se em todos do grupo, observe os 
resultados no quadro e elabore um parágrafo sobre campos de recepção 
em diferentes regiões corporais.
DISCRIMINAÇÃO	ENTRE	DOIS	PONTOS	(cm)
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4
NOME REGIÃO ESCAPULAR PALMA DA MÃO DEDO INDICADOR
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Compasso, régua e venda para os olhos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ROCHA,	M.	A.;	JÚNIOR,	M.	A.	R.;	ROCHA,	C.	F.	Neuroanatomia.	São	Paulo:	Thieme	
Brazil,	 2015.	 E-book.	 ISBN	 9788554651596.	 Disponível	 em:	https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/. Acesso em: 24 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/
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ESTAÇÃO 2: AVALIAÇÃO	DA	PROPRIOCEPÇÃO	
CONSCIENTE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POSIÇÕES DE MEMBROS
1. Siga as orientações abaixo:
O colega voluntário não pode ver a experiência, portanto, deve estar com os 
olhos fechados ou vendados. Um dos estudantes do grupo (examinador), deve 
posicionar um dos membros superiores do voluntário e solicitar que repita o 
movimento com o outro membro superior, colocando-o na mesma posição do 
membro mobilizado pelo examinador. Repita o procedimento, posicionando o 
membro de várias formas diferentes.
2. Agora responda:
A. O colega voluntário repetiu com êxito as posições do membro determinada 
pelo examinador?
B. Os testes que você realizou com as manobras acima mencionadas mostraram 
a importância de quais receptores sensoriais?
ATIVIDADE 2: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse os links abaixo referentes às camadas da pele (Microscópio Virtual 
Histology	Guide).	A	seguir,	identifique	as	seguintes	estruturas	e	determine	a	
sua função:
MH091 Pele Grossa
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1.
html
Identifique	o	Corpúsculo	de	Meissner:
Descreva	a	função:	____________________________________________________
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1.html
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193
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4
MHS 294 Pâncreas
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1.
html
Identifique	o	Corpúsculo	de	Pacini:
Descreva	a	função:	____________________________________________________
MHS 262 Músculo Esquelético
Identifique	o	Fuso	Muscular:
Descreva	a	função:	____________________________________________________
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computador ou tablet com acesso à internet e venda para os olhos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 24 dez. 2022.
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1.html
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
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194
ESTAÇÃO 3: ESTRUTURAS	DO	SISTEMA	NERVOSO	
CENTRAL	RELACIONADAS	AS	VIAS	AFERENTES	
GERAIS	–	EXAMES	DE	IMAGEM
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: APLICATIVO E-ANATOMY (IMAIOS)
1. Acesse o site: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com) e clique em 
“IRM	DO	CÉREBRO”	 e,	 depois,	 em	 “TC	DO	CÉREBRO”e	procure	 as	 seguintes	
estruturas: 
• Lobo Parietal;
• Sulco Central;
• Giro pós-central;
• Área sensorial primária;
• Área sensorial secundária;
• Tálamo: Núcleo Ventral Póstero-Lateral;
• Ponte: Lemniscos medial e lateral;
• Bulbo.
2. Clique	em	“IRM	DA	COLUNA	LOMBAR”	e	depois	em	“TC	DA	COLUNA	LOMBAR”	
e procure as seguintes estruturas:
• Gânglio espinal;
• Coluna anterior;
• Coluna posterior;
• Funículo anterior;
• Funículo posterior;
• Funículo lateral.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
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195
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4
3. Clique	em	“IRM	DA	COLUNA	CERVICAL”	e	procure	as	seguintes	estruturas:
• Gânglio espinal;
• Coluna anterior;
• Coluna posterior;
• Funículo anterior;
• Funículo posterior;
• Fascículo grácil;
• Fascículo cuneiforme;
• Funículo lateral.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computador ou tablet com acesso à internet e venda para os olhos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE,	K.	L.;	DALLEY,	A.	F.;	AGUR,	A.	M	R.	Anatomia	Orientada	para	Clínica,	8ª	edição.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2018.	E-book.	ISBN	9788527734608.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/.
Acesso em: 02 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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196
Encerramento da sessãoSP 2.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Seis alunos irão representar a sequência de eventos observada na Via Coluna 
Dorsal-Lemnisco	Medial.
2. Outros seis alunos irão realizar a dramatização da Via Espinotalâmica.
• Os demais colegas devem contribuir com sugestões para enriquecer a 
dramatização das vias aferentes gerais.
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197
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Analise o caso a seguir e responda às questões “A”, “B” e “C”.
Adolescente, 13 anos de idade, sexo masculino, atendido em Unidade de 
Atenção Terciária, proveniente de Serviço de Atenção Primária, com história 
de inúmeras vesículas em região genital e nádega esquerda, há cerca de três 
dias, respeitando a linha média, associado à disúria e à dor intensa no local. A 
mãe referia febre há dois dias. Negava patologias prévias, inclusive varicela. 
Apresentava calendário vacinal em dia, porém não havia tomado vacina contra 
varicela, já que ela não consta no calendário do Ministério da Saúde. Negava 
viagens recentes, alergias, uso de drogas imunossupressoras e história familiar 
para qualquer doença imunossupressora. Estava em uso de Cefalexina há um 
dia e compressas de permanganato de potássio, pois apresentara infecção 
cutânea secundária em alguns locais. Ao exame físico, apresentava múltiplas 
vesículas agrupadas sobre base eritematosa em corpo do pênis, glande, saco 
escrotal, nádega e raiz da coxa esquerda, tendendo a respeitar linha média, 
seguindo dermátomo (território de S2/S3).
A. Qual a relação da varicela com a herpes zoster?
B. Por que essa infecção viral causa dor na forma de uma ardência constante, 
acompanhada de eventuais dores intensas agudas, deixando a pele 
especialmente sensível a qualquer estímulo?
C. Qual a relação dos sintomas com o território na pele correspondente ao 
dermátomo, conforme indicado no caso clínico?
MATERIAL DE APOIO
Veja	as	respostas	esperadas	para	as	perguntas	do	caso	clínico	e	para	verificação	
de seu aprendizado. 
Acesse	o	artigo:	Frota	AS,	Lima	VRS,	Queiroz	HMC,	Maia	IL,	Accioly	Filho	JW,	Brasil	
MG, Matos MGC. Herpes zoster na adolescência: caso clínico. Rev Bras Med Fam 
Comunidade. 2015;10(36)1-7. http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc10(36)704 e 
o Livro BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 24 dez. 2022.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4
http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc10(36)704
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
198
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Mike	Yoshio	Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
199
Agenda 
para TBL
TBL
1
2
3
4
5
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
200
PROCESSOS 
DEGENERATIVOS E
SAÚDE DO IDOSO
COMPLEXO TEMÁTICO III
201
“A grandeza de uma nação é 
medida pela forma como ela cuida dos seus 
membros mais fracos.”
(Mahatma Gandhi, 1869-1948)
202
Árvore 
temática 3
https://www.ulife.com.br/inspirali
203
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Compreender a complexidade dos cuidados básicos aos indivíduos idosos, 
no contexto social em que vivem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 
Diferenciar	senescência	de	senilidade.
Discutir	 as	 diversas	 teorias	 de	 envelhecimento	 celular	 e	 tecidual,	
compreendendo	 de	 forma	 integral	 e	 contextualizada	 a	 fisiologia	 do	
envelhecimento humano, comprometendo os diversos sistemas do 
organismo.
Explicar os processos patológicos múltiplos e interdependentes que 
afetam o idoso, reconhecendo as causas de adoecimento mais comuns 
nesta população.
Caracterizar as doenças que ocorrem tanto exclusivamente na população 
idosa, como aquelas que acometem outras faixas etárias e que nos idosos 
apresentam manifestações peculiares.
Valorizar a importância da humanização no atendimento à população idosa 
e suas particularidades.
Identificar	 a	 importância	 da	 promoção	 global	 da	 qualidade	 de	 vida	 da	
população idosa, em suas dimensões nutricionais, de locomoção, de 
independência, de espiritualidade e socioeconômicas.
Reconhecer	 e	 valorizar	 a	 importância	 da	 atuação	 multiprofissional	 nos	
cuidados aos idosos.
Reconhecer as políticas públicas voltadas para a população idosa, bem 
como a legislaçãorelacionada a esta população.
204
SP 3.1
Já posso ir à feira?
Sistema Respiratório
e Anemia na Senescência
1 2 3 4 5
205
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. 
Antes	 de	 iniciar	 a	 trilha	 pré-aula,	 reflita:	 você	 já	 sentiu	 uma	 dor	 aguda	 e	
desconfortável do lado superior esquerdo do abdome durante uma corrida? O 
que imagina que tenha causado essa dor? Siga para a trilha pré-aula e pondere 
sobre	sua	reflexão.
1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
Fisiologia Humana e, depois, em Volumes Pulmonares e realize as atividades 
das	 aulas	 “Anatomia	 do	 pulmão	 e	 fluxo	 de	 ar”	 e	 “Mecânica	 respiratória	 e	
espirometria”:
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1
Durante	a	realização	da	atividade,	responda:
A. Quais são os volumes e capacidades pulmonares?
B. Quais órgãos compõem a parte condutora e respiratória do sistema 
respiratório?
C. Defina	hematose.
D. Quais fatores podem interferir na resistência do ar nas vias condutoras?
E. Defina	as	doenças	respiratórias	obstrutivas	e	restritivas.
 https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
206
2. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique 
em Fisiologia Humana/ Contagem Sanguínea/ aula “Sangue” e realize as 
atividades 1 a 3, 6 e 7.
3. Assista à videoaula “Anemia no Idoso” que está disponível no Ulife e anote 
os pontos a seguir:
• O que é anemia? Quais as causas fisiopatológicas mais comuns de 
anemia em idoso?
• Qual	a	correlação	entre	um	processo	inflamatório	crônico	e	anemia?
• Qual a correlação entre doença renal crônica e anemia?
• Quais as outras causas fisiopatológicas de anemia foram mencionadas 
na videoaula?
• Como	os	índices	hematimétricos	(VCM,	HCM,	CHCM	e	RDW)	podem	auxiliar	
no diagnóstico de anemia?
Ao	final	desta	atividade,	você	poderá	construir	uma	pequena	reflexão	para	
colocar no seu portfólio.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
207
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um 
grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema da condução do ar até 
a hematose. Nesse esquema, represente cada parte do sistema respiratório 
- cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, 
laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios 
segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos 
alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a 
dramatização da hematose.
Abertura da sessãoSP 3.1
1 2 3 4 5
208
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Sistema Respiratório
e Anemia na
Senescência
 
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	os	componentes	anatômicos	da	via	aérea	inferior.
Diferenciar	os	componentes	celulares	do	epitélio	respiratório	e	da	membrana	
respiratória, relacionando-os com os processos de senescência.
Definir	 DPOC	 e	 citar	 suas	 causas,	 descrever	 sua	 fisiopatologia	 e	 relacionar	
esse quadro com maior probabilidade de infecções.
ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA	DAS	VIAS	AÉREAS	
SUPERIORES E INFERIORES
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Uma parte do grupo pesquisa as estruturas anatômicas solicitadas no Atrium 
MedRoom, e outra parte pesquisa nos modelos anatômicos, com apoio do App 
Visible	Body,	e	verificam	a	morfologia	em	ambos	os	recursos	de	aprendizagem.	
SP 3.1
1 2 3 4 5
209
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
Seguir o passo a passo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas 
do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3	pesquisadores	(buscam	no	App	de	anatomia	3D	–	Visible	Body,	Zygote	
Body, Medroom ou similar - as estruturas anatômicas solicitadas pelo 
leitor, encontram-nas no modelo anatômico e ajudam o explorador a 
encontrá-las no Atrium).
ÁRVORE BRONQUIAL:
• Brônquio principal direito:
• Brônquio lobar superior;
• Brônquio lobar médio;
• Brônquio lobar inferior;
• Brônquios segmentares.
• Brônquio principal esquerdo:
• Brônquio lobar superior;
• Brônquio lobar inferior;
• Brônquios segmentares.
PULMÃO:
• Base do pulmão;
• Ápice do pulmão;
• Face costal;
• Face mediastinal;
• Impressão cardíaca (pulmão esquerdo);
• Face diafragmática;
• Face interlobar;
• Hilo do pulmão;
1 2 3 4 5
210
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
• Raiz do pulmão;
• Pulmão direito: Lobo superior, Lobo médio, Lobo inferior, Fissura oblíqua e 
Fissura horizontal;
• Pulmão esquerdo: Língula, Lobo superior, Lobo inferior e Fissura oblíqua.
3. Acesse o microscópio virtual Histology Guide. Clique em Respiratory System 
e após na lâmina MHS 205 Lung. 
Esta	é	uma	lâmina	de	pulmão.	Identifique	as	estruturas	a	seguir,	com	a	ajuda	
do livro de histologia https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-
lung/17-slide-1.html.
• Bronquíolo primário;
• Bronquíolos terminais;
• Bronquíolo respiratório;
• Epitélio	pseudoestratificado	colunar	ciliado;
• Ductos	alveolares;
• Sacos alveolares;
• Alvéolos;
• Epitélio pavimentoso simples;
• Células alveolares tipo I (pneumócito tipo I);
• Células alveolares tipo II (pneumócito tipo II);
• Capilares sanguíneos;
• Macrófagos pulmonares;
• Células de clara.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos do tronco e do pulmão, tablet, notebooks, Atrium MedRoom, 
Kit de higienização do Atrium.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.	L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.	R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
1 2 3 4 5
211
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
1 2 3 4 5
212
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
ESTAÇÃO 2: ESPIROMETRIA
Duração total: 45 minutos
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 
KURACLOUD1. Organize grupos com 4 a 5 estudantes, divididos de acordo com as funções:
• 1 orador – responsável pela leitura e realização do passo a passo (essa 
função exige atenção com a forma de realizar o experimento no voluntário).
• 2 técnicos responsáveis pela montagem do equipamento e possíveis 
anotações (essa função exige cuidado com o manuseio do equipamento).
• 1 voluntário – para a realização da Espirometria.
O(a) orador(a) acessa o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login 
e clica em Volumes Pulmonares - Laboratório.
O(a) orador(a) coloca os nomes e e-mails dos integrantes do grupo no LT 
KuraCloud.
Depois	de	divididas	as	 tarefas,	 inicie	 a	espirometria	na	atividade	 “Volumes	
pulmonares - laboratório” até a etapa 11.
No	caso	do	uso	do	espirômetro,	fazer	uma	foto	do	gráfico	obtido	e	compará-lo	
com	os	gráficos	do	LT.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
213
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1
2. Faça um print	dos	gráficos	obtidos	para	discussão	ao	final	do	experimento.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
LT KuraCloud com power lab ou espirômetro.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0. 
WEST,	J.	B.	Fisiologia	Respiratória	-	Princípios	Básicos	–	9ª	edição	2013.	https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1
1 2 3 4 5
214
Roteiro de Medicina Laboratorial
Sistema Respiratório
e Anemia na
Senescência
 
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar o perfil hematológico e índices hematimétricos para diagnóstico 
de anemia.
Classificar as alterações morfológicas dos eritrócitos no esfregaço de 
sangue periférico. 
Diferenciar	os	principais	tipos	de	anemias	no	idoso.
ESTAÇÃO 1: CONTAGEM	DE	ERITRÓCITOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec e faça a aula “Contagem manual de 
eritrócito”.
 Ao entrar na aula “Contagem manual de eritrócito”, verá o menu a seguir.
SP 3.1
1 2 3 4 5
215
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do Experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em seguida, acesse o laboratório, pressione “Contagem manual de 
eritrócito”. Inicie o experimento. 
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	Pós-teste.
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
1 2 3 4 5
216
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/. 
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Transporte de oxigênio e tamponamento 
do	 plasma.	 In:	 ________	 Bioquímica	 Básica.	 4ª	 ed.	 [Reimpr.]	 -	 Rio	 de	 Janeiro	 –	
Guanabara	Koogan,	2022.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/978-85-277-2782-2/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
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217
ESTAÇÃO 2: ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS 
DOS	ERITRÓCITOS	NO	ESFREGAÇO	DE	SANGUE	
PERIFÉRICO 
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - JOGO DA MEMÓRIA
1. Correlacione corretamente as cartas numeradas que estão com as descrições 
morfológicas	dos	eritrócitos,	com	as	cartas	identificadas	por	letras	contendo	
as imagens dos eritrócitos.
Regras do jogo da memória
Separe as cartas em dois montes, um com as morfologias dos eritrócitos (cartas 
com	imagens	identificadas	por	letras)	e	o	outro	com	as	descrições	morfológicas	
(cartas numeradas). Mantendo os montes separados, espalhe as cartas de cada 
monte e coloque-as com os escritos virados para baixo. Cada participante 
deve, na sua vez, virar uma carta de cada monte e deixar que todos as vejam. 
Caso os pares sejam complementares, descrição da forma dos eritrócitos com 
a respectiva imagem, o participante deve recolher consigo esse par e jogar 
novamente. Se forem cartas não complementares, elas devem ser viradas 
novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte.
Ao	 finalizar	 a	 atividade,	 quando	 todos	 os	 pares	 de	 cartas	 estiverem	 feitos,	
embaralhe as cartas de cada monte para o próximo grupo.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
1 2 3 4 5
218
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Eritrócito
(Tamanho e formas normais)
Apresentam forma de um disco bicôncavo 
com diâmetro médio 
de 7,5 µm (7,2 a 7,9 µm). 
1
Anisocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Microcitose
Eritrócito com diâmetro acima 
de 7,0 µm. 
2
1 2 3 4 5
219
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Esferócitos
Eritrócito com formas esféricas 
sem a palidez central característica.
4
Anisocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Macrocitose
Eritrócito com diâmetro acima 
de 9,0 µm.
3
1 2 3 4 5
220
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Estomatócitos
Eritrócitos que apresentam uma 
fenda similar a uma boca na 
região central da célula.
6
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Eliptócitos
Eritrócito cujo maior eixo celular 
é, pelo menos, duas vezes o menor.
5
1 2 3 4 5
221
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Codócitos
Eritrócitos em alvo.
Células com uma mancha central 
de hemglobina.
7
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Dacriócitos
Eritrócitos em forma de lágrima.
8
1 2 3 4 5
222
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Equinócitos
Eritrócitos crenados com dez a trinta 
pequenas espículas regulares.
10
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Drepanócitos
Eritrócitos falciformes, 
em forma de foice.
9
1 2 3 4 5
223
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Acantócitos
Eritrócitos com duas a 20 espículas
de distribuição e tamanho
irregulares.
11
Poiquilocitose
(Alteração no tamanho dos eritrócitos)
Esquizócitos
Fragmentos eritrocitários, muito
dos quais espiculados.
12
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224
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A
B
1 2 3 4 5
225
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
C
D
1 2 3 4 5
226
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
E
F
1 2 3 4 5
227
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
G
H
1 2 3 4 5
228
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
I
J
1 2 3 4 5
229
SP 3.1
K
L
Roteiro de Medicina Laboratorial
1 2 3 4 5
230
Roteiro de MedicinaLaboratorialSP 3.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Material	 impresso	colorido	e	plastificado	 (cada	carta	cortada	 individualmente),	
tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
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231
ESTAÇÃO 3: ÍNDICES	HEMATIMÉTRICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - HEMOGRAMA
1. Analise o hemograma e a morfologia dos eritrócitos do exame de sangue de 
um idoso. Em seguida, responda às questões propostas. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Pelo	perfil	hematológico	(número	de	hemácias,	dosagem	de	hemoglobina	
e	hematócrito),	índices	hematimétricos	(VCM,	CHCM	e	RDW)	e	morfologia	
dos	eritrócitos,	qual	é	o	tipo	de	anemia	que	o	idoso	apresenta?	Justifique.
B. Qual a causa mais comum para ocorrer este tipo de anemia no idoso?
1 2 3 4 5
232
2. Com	base	no	hemograma	analisado,	pode-se	afirmar	que	o	paciente,	um	idoso,	
apresenta um tipo de anemia. Qual é o tipo dessa anemia? Quais dados do 
exame	podem	justificar	essa	hipótese	diagnóstica?
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1
A. Pelo	perfil	hematológico	(número	de	hemácias,	dosagem	de	hemoglobina	
e	hematócrito),	índices	hematimétricos	(VCM,	CHCM	e	RDW)	e	morfologia	
dos eritrócitos, qual seria a situação patológica mais comum em idosos 
para	este	o	tipo	de	anemia?	Justifique
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DOS	 RODRIGUES,	 Adriana	 D.;	 SANTOS,	 Aniúsca	 Vieira;	 ROTTA,	 Liane	 N.;	 et	 al.	
Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 
2019.	 E-book.	 ISBN	 9788595029491.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/.
FAILACE,	 Renato	 &	 FERNANDES,	 Flavo.	 Eritrograma.	 In:	 Hemograma	 -	 Manual	
de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788582712290.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582712290/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/
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233
Encerramento da sessãoSP 3.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um 
grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema do processo condutor 
do ar até a hematose. Neste esquema, represente cada parte do sistema 
respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote 
e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, 
brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, 
ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá 
realizar a dramatização da hematose.
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234
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas.
Uma mulher de 76 anos apresenta-se na clínica médica para acompanhamento, 
após uma hospitalização recente por conta de fraqueza e hiponatremia. O 
motivo da hospitalização acabou sendo atribuído aos efeitos colaterais de 
diuréticos. A paciente notou falta de ar com as atividades domésticas de 
rotina.	Ela	não	exibe	tosse	significativa	nem	produção	de	escarro.	Também	não	
há diagnóstico prévio de qualquer doença pulmonar crônica nem dor torácica. 
Essa mulher fumou cerca de 40 maços de cigarro/ano, mas parou de fumar 
há 20 anos. O exame físico revelou uma mulher frágil e magra que parece 
ter	uma	fraqueza	generalizada,	sendo	os	seguintes	achados	significativos	do	
exame físico: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos 
por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Ela apresenta ruídos 
respiratórios diminuídos em ambas as bases pulmonares, sem sibilos. Não há 
qualquer edema periférico. Os testes laboratoriais produziram os seguintes 
resultados:	concentração	de	hemoglobina	de	6,5	g/dL,	hematócrito	de	19,1%,	
volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL. O teste de função pulmonar 
revelou	capacidade	vital	forçada	(CVF)	de	1,99	L	(88%	do	previsto),	volume	
expiratório	forçado	no	primeiro	segundo	(VEF1)	de	1,36	L	(76%	do	previsto),	
capacidade	 pulmonar	 total	 de	 4,88	 L	 (124%	do	 previsto),	 volume	 residual	
de	2,84	L	(171%	do	previsto)	e	capacidade	de	difusão	corrigida	de	78%	do	
valor	previsto.	A	radiografia	torácica	demonstrou	hiperinsuflação	pulmonar	e	
atenuação da trama vascular periférica.
TOY,	 Eugene	 C.;	 DENTINO,	 Andrew	 N.;	 JOHNSON,	 Lowell	 S.;	 et	 al.	 Casos	
Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788580555097/.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
1 2 3 4 5
235
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
Analisando esse caso, responda:
A. Qual(is)	 o(s)	 provável(is)	 diagnóstico(s)?	 Descreva	 as	 principais	
características dessa(s) doença(s).
B. Analisando	 os	 gráficos	 ao	 lado	 do	 teste	 função	 pulmonar,	 escolha	 qual	
pertence	a	essa	paciente	e	justifique	sua	escolha.
C. Que preocupações relacionadas com a idade o clínico deve ter em relação 
ao tratamento?
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas.
Um homem de 83 anos é levado ao Setor de Emergência por seus familiares, 
depois de “desmaiar” em casa logo após sair do banheiro. Naquele momento, 
foi	fácil	despertá-lo.	Ele	afirma	que	eliminou	sangue	vermelho-vivo	pelo	reto	
nas últimas 10 horas, com considerável perda sanguínea. A história médica 
pregressa	é	significativa	para	o	tabagismo,	embora	ele	tenha	parado	há	40	anos,	
além do consumo moderado de bebidas alcoólicas. Também teve tuberculose 
há 60 anos. O paciente também havia tido infecções respiratórias frequentes, 
sem história de doença cardíaca conhecida. Esse paciente sofreu dois ataques 
1 2 3 4 5
236
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1
isquêmicos transitórios no passado, apresentando osteoartrite e hipertensão 
nos últimos 20 anos. A hipertensão, no entanto, está bem controlada. O único 
fármaco que esse homem toma é o ácido acetilsalicílico, 81 mg, diariamente, 
sendo	que	o	último	ele	tomou	há	cerca	de	24	horas.	Os	achados	significativos	
do exame físico são: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 
batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Além disso, o 
paciente parece ansioso. Os pulmões estão límpidos (claros), enquanto o exame 
cardiovascular revela taquicardia sinusal, sem sopro. O exame abdominal 
mostra uma leve sensibilidade no quadrante inferior esquerdo, sem rebote ou 
reflexo	de	proteção.	O	abdome	também	revela	ruídos	intestinais	(borborigmos)	
ativos. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: contagem 
de leucócitos de 10.500 células/mm3, concentração de hemoglobina de 6,5 g/
dL,	hematócrito	de	19,1%,	volume	corpuscular	médio	(VCM)	de	83	fL,	tempo	
de protrombina/relação normalizada internacional/tempo de tromboplastina 
parcial dentro dos limites de normalidade, ureiade 25 mg/dL, creatinina de 
1,2 mg/dL, albumina de 3,9 mg/dL e testes de função hepática normais. 
TOY,	 Eugene	 C.;	 DENTINO,	 Andrew	 N.;	 JOHNSON,	 Lowell	 S.;	 et	 al.	 Casos	
Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 
9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788580555097/.
 
Analisando esse caso, responda:
A. Qual é a causa mais provável da anemia desse paciente?
B. Que outros fatores podem contribuir para a anemia?
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	para	as	perguntas	dos	casos	clínicos	1	e	2	para	verificação	de	seu	
aprendizado.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
237
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - 
Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.
br/3797714737481727
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.
br/6988411245716839
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
238
SP 3.2
Oi tum, tum, bate coração!
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
1 2 3 4 5
239
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em 
aula. 
Atualmente, as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de óbito, 
sendo o infarto agudo do miocárdio uma das condições mais frequentes. Antes 
de	 iniciar	a	 trilha	pré-aula,	 reflita	 sobre	como	a	alimentação	e	o	sedentarismo	
podem afetar o funcionamento normal dos órgãos cardiovasculares.
1. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização 
da atividade, anote:
A. Quais são as diferenças histológicas entre as três túnicas cardíacas?
B. Quais	os	componentes	do	esqueleto	cardíaco	fibroso?
C. Como ocorre o sistema de condução cardíaca?
2. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização 
da atividade, anote:
A. Quais são as diferenças histológicas entre as quatro túnicas cardíacas?
B. Quais	alterações	fisiopatológicas	ocorrem	nos	vasos	sanguíneos,	durante	o	
desenvolvimento da placa aterosclerótica?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2
1 2 3 4 5
240
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2
3. Assista à videoaula “Marcadores do Infarto Agudo do Miocárdio”, disponível 
no	Ulife.	Durante	a	realização	da	atividade,	anote:
A. O que é infarto agudo do miocárdio (IAM)? 
B. Quais fatores de risco podem ocasionar o IAM?
C. Como diagnosticar o IAM?
D. Quais são os biomarcadores associados ao infarto agudo do miocárdio 
utilizados	na	clínica	médica?	Qual	o	significado	clínico	de	cada	um	destes	
biomarcadores?
4. Ao	final	desta	atividade,	construa	uma	pequena	reflexão	e	coloque-a	no	seu	
portfólio.
1 2 3 4 5
241
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. 
Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e 
interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, 
artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e 
atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e na grande 
circulação.
Abertura da sessãoSP 3.2
1 2 3 4 5
242
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
LOCAL
Laboratório de estrutura e função.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Associar a estrutura e a função cardíaca à senescência. 
Classificar	os	aspectos	macroscópicos	e	microscópicos	dos	vasos	sanguíneos,	
pequena e média circulação. 
Analisar os processos de formação da placa de ateroma e de suas complicações.
ESTAÇÃO 1: HISTOLOGIA	E	CICLO	CARDÍACO
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE 
APRENDIZAGEM
1. Acesse o laminário virtual da MedRoom https://student.medroom.com.br e, na 
busca,	digite	“Coração	-	Disco	Intercalar	(H.	Ferrica)”.	
Com a ajuda do livro de Histologia, analise, na lâmina, as estruturas a seguir:
A. Células cardíacas (cardiomiócitos). 
B. Discos	intercalares.
C. Pigmentos de lipofucsina.
SP 3.2
https://student.medroom.com.br
1 2 3 4 5
243
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
Responda às perguntas:
A. Quais	as	características	morfológicas	da	fibra	cardíaca?
B. Qual a função dos discos intercalares?
2. Responda às questões do jogo e coloque as fases do ciclo cardíaco na 
sequência correta. 
A. Como o estímulo elétrico é transmitido no coração durante um cicio 
cardíaco? 
B. Por que o retardo do estímulo elétrico no nodo atrioventricular é importante 
para a função cardíaca?
C. O que são é quando ocorrem as bulhas cardíacas?
D. Como as junções abertas participam da condução do estímulo elétrico e da 
contração do músculo cardiaco?
E. O	que	é	infarto	(enfarto)	do	miocárdio	e	fibrilação	cardíaca?	Como	o	infarto	
e	a	fibrilação	alteram	o	bombeamento	de	sangue	pelo	coração?
Fase 1: _______
Fase 2: _______
Fase 3: _______
Fase 4: _______
Fase 5: _______
Fonte: (Marcondes, F. K., Moura, M. J., Sanches, A., Costa, R., de 
Lima, P. O., Groppo, F. C. et al. (2015). A Puzzle Used to Teach 
the Cardiac Cycle. Advances in Physiology Education, 39, 27-
31. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014.
http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014
1 2 3 4 5
244
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
3. Organize as peças do jogo do ciclo cardíaco de acordo com as características 
fisiológicas de cada fase.
Figura Fase Estado 
Atrial
Estado 
Ventricular
Valvas 
Átrio-Vent.
Valvas 
Pulm. e 
Aórtica
Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas
Relaxado Relaxado Relaxado Abertas Abertas Abertas
Enchimento 
passivo
Contração 
ventricular 
isovolumétrica
Contração 
atrial
Relaxamento 
ventricular 
isovolumétrica
Relaxado em 
enchimentoEjeção
Relaxado
Em 
contração
Relaxado em 
enchimento
AbertasEm constração 
isovolumétrica
Em 
constração: 
ejeção
Em 
relaxamento 
isovolumétrico
1 2 3 4 5
245
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebooks e tablets, modelos anatômicos do coração e do torso, jogo do ciclo 
cardíaco. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
 
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dchttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
1 2 3 4 5
246
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
ESTAÇÃO 2: VASOS SANGUÍNEOS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE 
APRENDIZAGEM
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/.
2. Na busca, digite “Artéria de Grande Calibre (Masson)”. 
Esta é uma lâmina da aorta.
Observe as características do vaso e mantenha a janela do seu navegador 
aberta.
3. Após, em outra janela, volte ao site da MedRoom e, na busca, digite “Nervo”. 
Esta é uma lâmina com um feixe vásculo nervoso. Encontre a veia na imagem.
4. Coloque a imagem da lâmina da artéria e da veia uma ao lado da outra para 
que você possa compará-las e responda:
A. Quais as diferenças entre uma artéria elástica e uma veia de grande calibre?
B. Enumere as características morfológicas das túnicas (camadas): íntima, 
média e adventícia.
C. Observe os vasa vasorum, eles estão presentes em qual camada e de qual 
tipo de vaso?
https://student.medroom.com.br/
1 2 3 4 5
247
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM - SENESCÊNCIA DO 
SISTEMA CARDIOVASCULAR
Nesta atividade, será estudado o processo de senescência do Sistema 
Cardiovascular.
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. Na 
busca, digite “Aterosclerose (HE)”. 
2. Coloque a imagem da lâmina de aterosclerose ao lado da lâmina de artéria 
normal	e	identifique:
• Túnica Adventícia;
• Túnica íntima espessada;
• Túnica Média;
• Discos	intercalares	com	hipercontração;
• Infiltração	de	células	inflamatórias;
• Miócitos anucleados;
• Placa de ateroma;
• Região	com	calcificação;
• Região com concentração de lipídios;
• Região com cristalização de colesterol;
• Sarcômeros.
Dica:	Acesse	o	site de Anatomia Patológica da UNICAMP o, ANATPAT no link 
http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose para ver exemplos.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Flip chart, giz de cera, notebook ou tablet.
https://student.medroom.com.br/
http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose 
1 2 3 4 5
248
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
 
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	 texto	e	atlas:	 correlações	com	biologia	 
celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. 
Anatomia patológica Unicamp. https://anatpat.unicamp.br/.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://anatpat.unicamp.br/
1 2 3 4 5
249
Roteiro de Medicina Laboratorial
Sistema circulatório
na senescência e
biomarcadores
cardíacos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar a formação de placa de ateroma com infarto agudo do miocárdio. 
Caracterizar bioquimicamente os principais biomarcadores cardíacos. 
Caracterizar	os	biomarcadores	cardíacos	conforme	seu	significado	clínico.	
ESTAÇÃO 1: PLACA	DE	ATEROMA	E	INFARTO	AGUDO	
DO	MIOCÁRDIO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse	o	livro	SILVERTHORN,	Dee	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Artemed,	
2017.	 E-book.	 ISBN	 9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/, e siga as próximas 
instruções:
A. Nas	 páginas	 502	 e	 503,	 observe	 a	 figura	 15.21	 “O	 desenvolvimento	 de	
placas ateroscleróticas”. 
B. Utilizando a massa de modelar de diferentes cores, faça o passo a passo da 
formação da placa de ateroma.
SP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
250
C. Escreva uma legenda explicativa do desenvolvimento da placa de ateroma 
e a sua relação com o infarto agudo do miocárdio.
D. Ao	finalizar,	comunique	ao(à)	seu(sua)	professor(a).	
E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. 
F. Desfaça	seus	modelos	e	retorne	as	massas	de	modelagem	para	as	respectivas	
embalagens.
G. Limpe a bancada para o próximo grupo.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Massinhas coloridas para modelar, tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN,	Dee	U.	Fisiologia	Humana.	Porto	Alegre:	Artemed,	2017.	E-book.	
ISBN	 9788582714041.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788582714041/.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
251
ESTAÇÃO 2: BIOMARCADORES	DO	INFARTO	AGUDO	
DO	MIOCÁRDIO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - MASSINHA DE MODELAGEM
1. Assista à animação da contração muscular no link: https://thumbs.gfycat.com/
AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4.
2. Crie um miócito, utilizando massinha de modelagem, contendo as proteínas 
da contração muscular e os biomarcadores cardíacos. 
A. Utilize massinha de modelagem e construa as etapas da contração muscular.
B. Escreva uma legenda explicativa abrangendo todas as etapas. 
C. Na	última	etapa,	terminada	a	contração,	faça	uma	pequena	ruptura	na	fibra	
muscular que permita a saída dos biomarcadores cardíacos. 
D. Ao	finalizar,	comunique	ao(à)	seu(sua)	professor(a).
E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. 
F. Desfaça	seu	modelo	e	retorne	as	massas	de	modelagem	para	as	respectivas	
embalagens.
G. Limpe a bancada para o próximo grupo.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4
https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4
1 2 3 4 5
252
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Massinhas coloridas para modelagem, tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Contração Muscular. In: ________ Bioquímica 
Básica.	4ª	ed.	[Reimpr.]	-	Rio	de	Janeiro	–	Guanabara	Koogan,	2022.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/.
MOREIRA, Valéria Cunha & TICLI, Fábio Kiss. Biomarcadores do Infarto Agudo do 
Miocárdio: Biomarcadores Atuais e Perspectiva de Novos Marcadores. Revista 
Saúde	em	Foco	–	Edição	nº	14	–	p.	21	a	30,	Ano:	2022.	Disponível	em:	https://
portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/
BIOMARCADORES-DO-INFARTO-AGUDO-DO-MIOC%C3%81RDIO-P%C3%A1g-
21-%C3%A0-30.pdf.
NICOLAU	et	 al.	Diretrizes	da	 Sociedade	Brasileira	 de	Cardiologia	 sobre	Angina	
Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST – 2021. 
Disponível	 em:	 https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-
782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-01-0181.x55156.pdf.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTOhttps://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO
https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0
https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0
1 2 3 4 5
253
ESTAÇÃO 3: INFARTO	AGUDO	DO	MIOCÁRDIO	E	
MARCADORES	BIOLÓGICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede.
Homem de 51 anos chega ao setor de emergência com dor no peito. Informa 
que sentia um desconforto no peito ou pressão intermitente durante o último 
ano, especialmente em situações em que aumentava sua atividade, e descreve 
a dor no peito como uma pressão atrás do osso do peito que se espalha pelo 
lado	esquerdo	até	a	nuca.	De	maneira	diferente	do	que	vinha	ocorrendo,	ele	
estava deitado, assistindo à televisão, quando sentiu essa dor novamente. 
A dor no peito durou aproximadamente 15 minutos e então parou sozinha. 
Ele	 também	relatou	que	teve	náusea	e	suor	durante	o	episódio.	Afirma	não	
ter conhecimento de qualquer problema médico, mas já fazia muitos anos 
que não era examinado por um médico. O exame mostrou que ele não tinha 
nenhuma alteração aguda nos sinais vitais, os pulmões estavam límpidos 
na auscultação bilateral e o coração tinha frequência e ritmo regulares sem 
sopro. O eletrocardiograma (ECG) revelou elevação do segmento ST e picos de 
onda T nas derivações II, III e aVF. Os níveis séricos de troponina I e T estavam 
elevados.
A. Qual o diagnóstico mais provável e sua correlação com os níveis séricos de 
troponina?
B. Quais os sintomas relevantes que você considerou para chegar ao 
diagnóstico?
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
1 2 3 4 5
254
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
C. Analise os resultados dos testes rápidos. Correlacione os marcadores à 
interpretação clínica.
ATIVIDADE 2: PREENCHIMENTO DE QUADRO 
1. Analise	 atentamente	 as	 informações	 no	 gráfico,	 complete	 os	 espaços	 em	
branco no quadro.
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
C
Myo
Ck-MB
Tnl
1 2 3 4 5
255
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2
MARCADOR 
CARDÍACO
NATUREZA 
QUÍMICA
AUMENTO 
INICIAL PICO
RETORNO 
- VALOR 
BASAL
SIGNIFICADO 
CLÍNICO
Mioglobina
CK-MB
Troponina I
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
TOY,	 Eugene	 C.;	 JR.,	 William	 E.	 S.;	 STROBEL,	 Henry	 W.;	 e	 outros	 Casos	
clínicos em bioquímica. 3. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2016. E-book. ISBN 
9788580555752.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788580555752/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/
1 2 3 4 5
256
Encerramento da sessãoSP 3.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DRAMATIZAÇÃO DO CICLO 
CARDÍACO - PARTE 2
1. Aguarde a orientação do(a) professor(a) para realização da atividade proposta. 
Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e 
interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, 
artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e 
atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e grande 
circulação.
1 2 3 4 5
257
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso abaixo e faça o que se pede.
Paciente do sexo masculino, 70 anos, hipertenso e diabético há cerca de 20 
anos; dislipidêmico e tabagista (carga tabágica 40 anos/maço), compareceu 
ao pronto atendimento com queixa de dor retroesternal em aperto, de forte 
intensidade, há cerca de 40 minutos, com irradiação para o membro superior 
esquerdo, associada a desconforto abdominal, náuseas e sudorese profusa. 
Foram solicitados os seguintes exames: eletrocardiograma (ECG), que revelava 
supradesnivelamento do segmento ST com aspecto convexo nas derivações 
V1 a V6, bem como dosagens seriadas de troponina, que mostraram curva de 
padrão ascendente.
Analisando esse caso, responda:
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2
A. O que é carga tabágica?
B. Qual o provável diagnóstico? Caracterize essa situação patológica.
C. Quais vasos sanguíneos estão relacionados com essa patologia?
1 2 3 4 5
258
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2
D. O que caracteriza o supradesnivelamento do segmento ST observado no 
ECG e em quais situações clínicas está presente?
E. O	que	significa	curva	padrão	ascendente	de	troponina?
2. Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	para	as	perguntas	do	caso	clínico	para	verificação	de	seu	aprendizado.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
259
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Leandro Spinelli UAM http://lattes.cnpq.
br/2532683423345248
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.
br/6988411245716839
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - 
Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
260
SP 3.3
Meu mundo caiu
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
1 2 3 4 5
261
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá para a compreensão das atividades realizadas em aula. 
Com a idade, a densidade óssea, especialmente em mulheres, pode reduzir 
consideravelmente, levando ao desenvolvimento de osteopenia e de osteoporose. 
Reflita	 porque,	 mulheres	 idosas	 estão	 mais	 sujeitas	 a	 estas	 condições	 do	
que homens. Após, vá para a trilha pré-aula e estude sobre a relação entre a 
mineralização da matriz óssea e a osteoporose.
1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
“Anatomia”, depois em “Sistema Esquelético” e realize as atividades 1, 3 a 5 
da aula “Histologia de Ossos e Cartilagens - Laboratório”.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
2. Assista à videoaula “Alterações dos níveis de cálcio em distúrbios ósseos”, 
disponível no Ulife.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
1 2 3 4 5
262
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
3. Na Aula “Modelo de Sistema Esquelético – Laboratório”, realize as atividades 
5 e 7 (atividades relacionadas aos ossos do quadril e fêmur).
Antes de realizar as atividades, anote as informações que você conhece sobre 
o sistema esquelético e o tecido ósseo.
Durante	a	realização	das	3	atividades,	responda:
A. Quais os componentes celulares do tecido ósseo são responsáveis pelo 
processo	de	ossificação?	Como	eles	atuam	nesse	processo?
B. Qual a importância do cálcio e do fósforo no metabolismo ósseo?
C. Como é a regulação hormonal do cálcio e do fósforo no organismo?
D. Quais as principais alterações ósseas na senescência relacionadas às 
alterações nos níveis de cálcio e fósforo no organismo? 
E. Qual é a composição do tecido ósseo?
F. Capture imagens dos ossos: do quadril, do fêmur e de uma vértebra, e 
identifique	os	acidentes	ósseos	nas	imagens.
1 2 3 4 5
263
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3
4. Ao	 final	 desta	 atividade,	 construa	 uma	 pequena	 reflexãono	 seu	 portfólio,	
dívida conosco a sua experiência!
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
264
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU 
REPASSE
1. Os alunos devem selecionar seis voluntários(as) para responder ou repassar 
perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). 
A. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-
osteoclasts-ty08W7 e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
B. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
C. Responda:
• Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea?
• Qual o principal hormônio regulador da calcemia?
• Como esse hormônio age para regular a calcemia?
Abertura da sessãoSP 3.3
https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
1 2 3 4 5
265
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	os	processos	de	ossificação	e	os	componentes	celulares	do	tecido	
ósseo.
Analisar os acidentes ósseos do osso do quadril, do fêmur e de uma vértebra 
típica.
Reconhecer as principais alterações morfológicas na osteopenia, osteoporose 
e osteoartrite.
ESTAÇÃO 1: PROCESSO	DE	OSSIFICAÇÃO	
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - HISTOLOGY GUIDE
1. Acesse o site histology guide, navegue até o slide box e selecione o capítulo 5 
“ossos e cartilagens”. 
Busque a lâmina MH 46: https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-
bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765
1 2 3 4 5
266
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize o 
tecido	 ósseo	 em	 processo	 de	 ossificação	 intramembranosa	 e	 a	 amostra	 de	
tecido	ósseo	em	ossificação	endocondral,	e	indique	as	seguintes	estruturas:
Ossificação Intramembranosa:
• Condensação com células mesenquimais;
• Células Osteoprogenitoras;
• Osteoblastos;
• Osteóide;
• Osteócitos; 
• Espículas ósseas; 
• Trabéculas;
• Sistemas de Harvers.
Ossificação Endocondral:
• Zonas:
• Repouso; 
• Proliferativa; 
• Hipertrófica;
• de	Calcificação;
• de	Ossificação;	
• Osteoblastos;
• Osteoclastos.
A. Analise	as	características	que	permitiram	identificar	os	processos	de	ossificação	
endocondral e intramembranosa.
B. Quais	são	os	principais	íons	envolvidos	nos	processos	de	ossificação?
C. Quais	são	os	hormônios	que	controlam	os	processos	de	ossificação?
1 2 3 4 5
267
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador/notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2
1 2 3 4 5
268
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS	DO	TECIDO	ÓSSEO	
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO
1. Organize o quadro	 a	 seguir	 usando	 as	 informações	 e	 as	 figuras	 ao	 lado,	
considerando o tipo de tecido de ósseo, suas características morfológicas 
e fatores comportamentais e outros (alimentação, atividade física, uso de 
medicamentos, idade e outros). 
1 2 3 4 5
269
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Fonte: Figuras adaptadas do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para 
os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021.
1 2 3 4 5
270
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
2. A remodelação óssea é um processo fisiológico que permite a renovação, 
a adaptação e a reparação de microlesões ósseas, participando também da 
homeostase do cálcio e do fosfato. Analise a imagem abaixo e coloque em 
ordem as fases do processo de remodelação óssea, utilizando os termos a 
seguir:
• Ativação;
• Formação;
• Mineralização;
• Reabsorção;
• Repouso;
• Reversão.
1. __________________________
2. __________________________
3. __________________________
4. __________________________
5. __________________________
6. __________________________
7. __________________________
Fonte: Figura adaptada do Manual 
brasileiro de osteoporose: orientações 
práticas para os profissionais de 
saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São 
Paulo: Editora Clannad, 2021.
1 2 3 4 5
271
SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional
3. Elabore hipóteses de como a compreensão dos processos de remodelação 
óssea pode ser aplicada no tratamento de doenças ósseas como a 
osteoporose.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Jogos educativos sobre patologias do tecido ósseo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Brasileiro Filho, G. Bogliolo Patologia/Geraldo Brasileiro Filho. – 10. ed. – Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst .
idref%3Dhtml5]!/4/44/1:23[ral%2Cdo]	
SILVERTHORN,	 D.U.	 Fisiologia	 Humana:	 uma	 abordagem	 integrada.	 7	 ed.	 Porto	
Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdopara esta 
enfermidade. 
2. R. N. nasceu de 37 semanas, com peso de 1500 gramas, 41 cm de comprimento 
e perímetro cefálico de 30,5cm. Ao nascer, apresentou sangramento, múltiplas 
petéquias e manchas cutâneas acinzentadas que foram desaparecendo 
lentamente nas duas primeiras semanas de vida. Apresentou ainda 
hepatoesplenomegalia, prega palmar única bilateral e hipoplasia das unhas dos 
pés. A avaliação cardiológica clínica demonstrou persistência do canal arterial. 
A observação oftalmológica inicial mostrou microftalmia bilateral, glaucoma 
e retinopatia pigmentar. A análise laboratorial evidenciou trombocitopenia 
com um número de plaquetas abaixo de 76.000/mm3 e osteopatia. A avaliação 
do	desenvolvimento	aos	2	meses	de	idade	confirmou	um	atraso	psicomotor	
importante. 
Abertura da sessãoSP 1.1
1 2 3 4 5
29
Abertura da sessãoSP 1.1
3. Cada	grupo	deve	anotar	em	uma	folha	sulfite	ou	folha	de	caderno	uma	hipótese	
e	justifica-la.	As	folhas	deverão	ser	pregadas	no	quadro	ou	na	parede	para	que	
as hipóteses sejam compartilhadas. A resposta será revelada no Encerramento 
da Sessão. 
4. Após a realização da atividade, o(a) professor(a) apresentará os objetivos de 
aprendizagem das aulas de laboratório, integrando esses objetivos ao tema da 
Situação Problema, cuja síntese provisória estará sendo elaborada. 
1 2 3 4 5
30
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Morfofisiologia do 
Sistema Nervoso Central e 
malformações causadas 
por agentes biológicos
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Relacionar o desenvolvimento do Sistema Nervoso Central (SNC) com os 
fatores teratogênicos biológicos e drogas de abuso. 
Caracterizar a organização funcional do Sistema Nervoso. 
Correlacionar a morfologia dos componentes celulares do tecido nervoso com 
suas funções.
ESTAÇÃO 1: NEURULAÇÃO E PRINCIPAIS FATORES 
TERATOGÊNICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO E PREENCHIMENTO DE QUADRO
1. A partir das imagens expostas a seguir, obtidas do livro Embriologia 
Médica	 de	 SADLER,	 T	W.	 Langman.	 14ª.	 Edição.	 Grupo	 GEN,	 2021.	 https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/
epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX], 
produza	um	filme	com	massinha	ou	desenho.	Para	isso,	você	terá	que	fotografar	
o material (massinha, desenho) e depois organizar as fotos em aplicativo de 
filmagem.	As	 imagens	devem	apresentar	 legendas	 indicando	os	 nomes	das	
estruturas.
SP 1.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
1 2 3 4 5
31
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
2. Após o fechamento, o tubo neural cresce e se dilata, surgindo as vesículas 
primárias (dilatações) do tubo neural. As vesículas primárias continuam 
crescendo e dão origem às vesículas secundárias. As vesículas secundárias 
originam as partes que compõem o sistema nervoso. Realize o jogo educativo 
sobre o desenvolvimento do SNC. Preencha o quadro em branco, correlacione 
as peças de acordo com suas características embrionárias e indique o local 
onde podem ocorrer anomalias do desenvolvimento do tubo neural (placas 
em amarelo). Cada peça estará separada e misturada em um saco (Anexo 1).
Microcefalia Holoprosencefalia
Meroanencefalia
(anencefalia)
Neuroporo rostral
Meningomielocele
Neuroporo caudal
Hidrocefalia
1 2 3 4 5
32
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
2. Pesquise: Qual o período crítico (semanas) em que podem ocorrer anomalias 
congênitas no desenvolvimento do tubo neural? 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Massinha, flip chart, jogo educativo do desenvolvimento do SNC recortado e 
plastificado,	papel	e	giz	de	cera.	
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Embriologia	Médica	de	SADLER,	T	W.	 Langman.	14ª.	Edição.	Grupo	GEN,	2021.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/
epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX].
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
1 2 3 4 5
33
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
ESTAÇÃO 2:	MORFOFISIOLOGIA	DO	SISTEMA	
NERVOSO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM
O Atrium - MedRoom é um equipamento de realidade virtual em que o(a) aprendiz é 
inserido em ambientes virtuais de aprendizagem, como laboratórios de anatomia, 
com o objetivo de proporcionar uma fácil integração com o conteúdo didático 
estudado, sendo uma ferramenta complementar aos estudos teóricos. Seu uso é 
importante	como	mediador	entre	a	 tecnologia	e	a	aprendizagem,	solidificando	
conhecimentos adquiridos.
Para desenvolver esta atividade, utilize o Atrium - MedRoom (equipamento de 
imersão em realidade virtual). Para isso, Os(As) alunos(as)deverão ser organizados 
da seguinte maneira: 
• 1 estudante deve ser o explorador (sua função será isolar os componentes 
do sistema nervoso na região encefálica e detalhar as estruturas para os 
demais colegas, conforme solicitado por este roteiro (estruturas indicadas 
em negrito nas questões).
• 1 estudante deve ser o guia (sua função será garantir a segurança do 
explorador enquanto estiver imerso no software). 
• 1 estudante deve ser o tradutor (sua função será mostrar aos demais 
estudantes no aplicativo Visible Body e/ou nos modelos anatômicos as 
estruturas relatadas pelo explorador).
• 1 ou mais estudantes devem ser os relatores (sua função será, com a ajuda 
dos colegas, responder às questões). 
1. O telencéfalo é formado pelo córtex cerebral, que compreende os dois 
hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, e uma pequena linha mediana 
situada na porção anterior do III ventrículo. Analise a localização anatômica 
do hemisfério direito, do hemisfério esquerdo e da fissura longitudinal. 
1 2 3 4 5
34
2. A superfície do cérebro apresenta várias depressões denominadas de 
sulcos, que delimitam os giros cerebrais. Analise a localização anatômica 
do sulco lateral, do sulco central, do giro pré-central e do giro pós-central. 
Fisiologicamente, o que fazem o giro pré-central e o giro pós-central? 
3. Analise as relações anatômicas dos lobos cerebrais e correlacione com suas 
principais funções.
• Frontal: 
• Parietal: 
• Temporal: 
• Occipital: 
• Ínsula: 
4. Em relação aos lobos cerebrais, qual é o único lobo que não se relaciona com 
nenhum osso do crânio devido a sua localização profunda no sulco lateral? 
5. Qual é a maior comissura inter-hemisféricas? Qual é a sua função? 
6. Identifique	no	telencéfalo	as	seguintes	estruturas:
• Lobo frontal. 
• Giro pré-central.
• Sulco pré-central. 
• Giro frontal superior. 
• Sulco frontal superior. 
• Giro frontal médio.
• Sulco frontal inferior. 
• Giro frontal inferior: partes orbital, triangular e opercular (esquerdo: Giro 
de Broca). 
• Lobo parietal. 
• Giro pós-central. 
• Sulco pós-central.
• Lobo temporal. 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
1 2 3 4 5
35
• Sulco lateral (de Sylvius). 
• Giro temporal superior. 
• Sulco temporal superior. 
• Giro temporal médio. 
• Sulco temporal inferior. 
• Giro temporal inferior. 
• Giros temporais transverso anterior (de Heschl). 
• Giros temporais transverso posterior. 
• Lobo occipital. 
• Sulco calcarino. 
• Corpo caloso. 
• Rostro do corpo caloso. 
• Joelho do corpo caloso. 
• Tronco do corpo caloso. 
• Esplênio do corpo caloso. 
• Comissura anterior. 
• Fórnice. 
• Ventrículo lateral. 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Equipamentos para a realidade virtual (Atrium-MedRoom) e tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	 K.L.,	 DALLEY,	 A.https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0
1 2 3 4 5
272
Roteiro de Medicina Laboratorial
Processo de
mineralização
do tecido ósseo
e senescência
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar o metabolismo do cálcio e do fósforo com o processo de 
ossificação.	
Correlacionar as principais alterações ósseas na senescência com os níveis de 
cálcio e de fósforo.
Caracterizar morfofuncionalmente as glândulas tireoide e paratireoide.
ESTAÇÃO 1: DOSAGEM	DE	CÁLCIO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo 
sérico”. 
2. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu.
SP 3.3
1 2 3 4 5
273
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em	seguida,	escolha	a	prática	“Dosagem	de	cálcio”	e	realize	o	experimento,	
seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’.
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	pós-teste.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
1 2 3 4 5
274
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
275
ESTAÇÃO 2: DOSAGEM	DE	FOSFATO	
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e 
fósforo sérico”. 
Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para 
a realização da prática. 
B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote 
as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e 
equipamentos durante a realização do Experimento no ícone.
C. Responda às perguntas do pré-teste.
D. Em	seguida,	escolha	a	prática	“Dosagem	de	fósforo”	e	realize	o	experimento,	
seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’.
E. Ao	finalizar	o	experimento,	responda	às	perguntas	que	estão	no	pós-teste.
1 2 3 4 5
276
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MALIK,	Rubina	A.	Osteoporose	e	fraturas	do	quadril.	In:	WILLIAMS,	Brie	A.;	CHANG,	
Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. 
E-book.	ISBN	9788580555165.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555165/. 
SILVERTHORN,	 Dee	 U.	 Controle	 Endócrino	 do	 Crescimento	 e	 do	 Metabolismo.	
In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. 
E-book.	ISBN	9788582714041.	Disponível	em:	https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582714041/. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/
1 2 3 4 5
277
ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA	DAS	GLÂNDULAS	
TIREOIDE	E	PARATIREOIDE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o site Histology Guide, Endocrine Glands e encontre a lâmina MHS 209 
Thyroid-Parathyroid-Thymus (http://www.histologyguide.com/slideview/
MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z=-
1&page=1).
Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize e 
indique as seguintes estruturas: 
Glândula Tireoide:
• Folículos tireoideanos;
• Células foliculares;
• Coloide;
• Células parafoliculares ou C;
• Cápsula conjuntiva;
• Vasos sanguíneos.
Glândula Paratireoide:
• Cápsula;
• Cordões celulares com:
• Células principais;
• Células oxifílicas;
• Vasos sanguíneos.
2. Associe a coloração e a disposição das células com sua função, indicando os 
tipos de hormônios sintetizados por essas células e suas funções.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z
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278
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou notebook com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. 
PAWLINA,	 W.	 Ross,	 M.H.	 Ross	 histologia	 texto	 e	 atlas:	 correlações	 com	
biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
1 2 3 4 5
279
Encerramento da sessãoSP 3.3
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU 
REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar outros seis voluntários para participarem 
do jogo responda ou repasse. Os(as) demais alunos(as) serão jurados(as).
A. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-
osteoclasts-ty08W7 e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
B. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Qual é esta célula do tecido ósseo?
• Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso?
C. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical-
animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda:
• Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea?
• Qual o principal hormônio regulador da calcemia?
• Como esse hormônio age para regular a calcemia?
 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclastshttps://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts
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280
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
Prezados(as) alunos(as), a trilha pós-aula deverá ser realizada após a aula, 
no	 período	 extra-aula,	 individualmente	 ou	 em	 grupo,	 a	 fim	 de	 consolidar	 o	
conhecimento adquirido em sala.
1. Leia o caso clínico e responda às perguntas a seguir.
Uma mulher de 82 anos é levada de ambulância ao setor de emergência, 
queixando-se de dor no quadril direito. Ela foi encontrada no chão de sua 
casa, depois de sofrer uma queda em nível plano, na noite anterior. Ela tem 
consciência de que caiu, mas não consegue se lembrar de mais detalhes sobre 
a lesão, exceto de sentir um pouco de tontura imediatamente antes da queda. 
A mulher não conseguiu se levantar e foi forçada a esperar pela chegada de 
socorro na manhã seguinte. Além disso, ela mora sozinha e costuma andar 
pela casa com o uso de um andador de rodinhas. Sua história médica pregressa 
é	digna	de	nota	para	 uma	 leve	perda	de	memória,	 fibrilação	 atrial	 (usando	
varfarina), hipotireoidismo, hipertensão controlada com diuréticos, duas 
gestações normais e menopausa aos 51 anos. O exame revela uma mulher 
sonolenta, mas responsiva, em decúbito e dor evidente, com a perna direita 
em rotação externa e visivelmente mais curta do que a esquerda. Seu peso é 
de	44,5	kg	e	sua	altura	é	de	1,60	m.	Os	sinais	vitais	são	normais,	com	fibrilação	
atrial a uma frequência de 84 batimentos por minuto (bpm). Ela não tolera a 
movimentação de seu quadril direito, mas nega dor à palpação no joelho e no 
tornozelo. Não há edema, equimose ou abrasões naquelas áreas. A paciente 
consegue	 realizar	 atividades	 motoras	 simples	 e	 nega	 déficits	 sensoriais	
distalmente	a	seu	membro	inferior	direito.	A	realização	do	exame	radiográfico	
confirma	 a	 presença	 de	 fratura	 deslocada	 no	 colo	 femoral	 direito	 e	 fratura	
pertrocantérica, com aumento da radiotransparência e adelgaçamento dos 
córtices femorais.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Qual é a próxima etapa no diagnóstico?
C. Qual é o próximo passo da terapia?
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3
1 2 3 4 5
281
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3
2. Mulher de 42 anos, foi atendida em uma clínica com queixa de desconforto 
espalhado pela região do abdome, fraqueza, cansaço e dor nos ossos. A 
paciente relata não ter história pessoal ou familiar de problemas médicos, 
mencionou apenas que teve infecções urinárias com frequência e tinha 
tido vários episódios de pedras nos rins. O exame físico não mostrou 
anormalidades, a contagem de células do sangue estava dentro da faixa 
normal	e	o	exame	de	eletrólitos	mostrou	níveis	significativamente	elevados	
de cálcio e níveis baixos de fósforo.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	 para	 as	 perguntas	 do	 caso	 clínico	 1	 para	 verificação	 de	 seu	
aprendizado.
Acesse	o	 livro	TOY,	Eugene	C.;	DENTINO,	Andrew	N.;	 JOHNSON,	Lowell	S.;	et	
al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. 
ISBN	 9788580555097.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas 
esperadas	 para	 as	 perguntas	 do	 caso	 clínico	 1	 para	 verificação	 de	 seu	
aprendizado.
Ao	final	desta	atividade,	você	pode	construir	uma	pequena	 reflexão	no	seu	
portfólio, dívida conosco a sua experiência!
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/
282
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - 
Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Carolina Rocha Moreira de 
Oliveira USJT http://lattes.cnpq.
br/6870025850137907
Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq.
br/6988411245716839
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
http://lattes.cnpq.br/6988411245716839
283
SP 3.4
Inverno e primavera
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
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284
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula 
prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa 
atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento 
e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em 
aula. 
Por	causa	da	idade,	pode	ficar	mais	difícil	urinar	para	idosos	do	sexo	masculino.	
Isso	 ocorre	 porque	 a	 próstata	 tende	 a	 aumentar	 com	 a	 idade.	 Reflita	 sobre	 a	
relação	entre	o	aumento	da	próstata	e	a	dificuldade	em	urinar.	Após,	siga	para	a	
trilha pré-aula.
1. Assista às videoaulas disponíveis no Ulife: 
A. “Sistema genital 1 e 2”.
B. “Aspectos histológicos da próstata”.
C. “Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)”.
D. “Utilização	 de	 antígeno	 prostático	 específico	 (PSA)	 para	 diagnóstico	 de	
câncer de próstata”.
2. Enquanto assiste aos vídeos, anote:
A. Quais as características anatômicas da bexiga?
B. Quais as diferenças morfofuncionais entre a uretra masculina e, feminina?
C. Como ocorre o controle da micção?
D. Quais as características anatômicas da próstata?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4
1 2 3 4 5
285
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4
E. Quais as características das zonas anátomo-funcionais da próstata?
F. Quais exames laboratoriais e clínicos podem ser utilizados para diagnóstico 
diferencial	de	patologias	da	próstata?	Quais	são	os	aspectos	fisiopatológicos	
da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)?
Ao	final	desta	atividade,	você	poderá	construir	uma	pequena	reflexão	e	colocá-
la no seu portfólio.
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286
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA 
OU REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários para responder ou 
repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). 
A. Quais são os aspectos da bexiga urinária na senescência?
B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na 
senescência?
C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da 
próstata?
D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas?
E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática 
Benigna?
Abertura da sessãoSP 3.4
1 2 3 4 5
287
Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar	 os	 aspectos	 macroscópicos	 e	 microscópicos	 da	 próstata,	
associando-os com o processo de senescência, para compreender o processo 
fisiopatológico	da	hiperplasia	prostática.	
Diferenciar	 os	 aspectos	macroscópicos	 e	microscópicos	 da	 bexiga	 urinária,	
associando-os com o controle da micção e o processo de senescência, para 
compreender	o	processo	fisiopatológico	da	incontinência	urinária.
ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA	DA	PRÓSTATA	E	
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible bodyou similar e, com a ajuda 
do Atlas de Anatomia, localize a próstata e analise as seguintes características:
A. A	próstata	possui	uma	porção	glandular	e	uma	porção	fibromuscular.	Qual	
face prostática é palpável ao toque retal?
B. Qual a relação da próstata com os esfíncteres uretrais interno e externo?
SP 3.4
1 2 3 4 5
288
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
C. Localize o ducto ejaculatório. Como se dá a formação desse ducto? O ducto 
ejaculatório recebe secreção prostática?
D. Localize o colículo seminal. Em que porção da próstata está localizado?
E. Localize os dúctulos prostáticos.
F. Localize a fáscia retoprostática ou retovesical, também denominada fáscia 
de	Denonvillier.	Ela	constitui	uma	referência	cirúrgica	para	evitar	a	lesão	de	
nervos justaprostáticos e também é uma estrutura importante para evitar a 
disseminação posterior dos tumores de próstata.
G. Identifique	 as	 artérias:	 vesical	 inferior,	 prostática,	 uretrais	 e	 capsulares,	
pudenda interna, retal média. 
H. Identifique	 as	 veias	 do	 plexo	 prostático	 na	 porção	 anterolateral,	 cuja	
principal tributária é a veia dorsal do pênis, que também recebe as veias 
vesicais e ramos prostáticos, que se conectam com o plexo vesical e a veia 
pudenda interna. Essas veias drenam para a veia vesical e a veia ilíaca 
interna.
I. Localize os nervos: pélvico (parassimpático) e hipogástrico (simpático), que 
são ramos dos gânglios nervosos pélvicos.
2. Responda às questões a seguir:
A. As metástases dos tumores de próstata acometem linfonodos 
retroperitoneais e ossos, mas são raramente vistas no fígado, diferentemente 
do que ocorre com os tumores originários do intestino. Como podemos 
explicar isso à luz da compreensão da vascularização da próstata?
B. Os ramos nervosos erigentes (esplâncnicos pélvicos) passam próximos à 
próstata? Sua lesão determina impotência?
3. A hiperplasia benigna da próstata (HPB) gera os sintomas listados na tabela a 
seguir. Qual o motivo para que ocorram esses sintomas?
1 2 3 4 5
289
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA HPB 
Sintomas obstrutivos Sintomas irritativos
Jato fraco 59% Polaciúria 72%	
Esvaziamento incompleto 45% Capacidade reduzida 48%	
Gotejamento terminal 45% Noctúria 41%
Jato interrompido 41% Incontinência/urgência 28%
Hesitância 41% Dor	suprapúbica 21%	
Incontinência paradoxal 14%	
Retenção urinária 2%	a	10%
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do 
torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
1 2 3 4 5
290
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
ESTAÇÃO 2:	HISTOFISIOLOGIA	DA	BEXIGA	E	DA	
PRÓSTATA	E	HISTOPATOLOGIA	DE	HIPERPLASIA	
PROSTÁTICA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide, Male Reproductive System e 
encontre a lâmina MH 183 Prostate, ou no link: https://www.histologyguide.
com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html. 
Esta é uma lâmina da próstata. Analise as seguintes estruturas: 
A. Parênquima, com glândulas tubuloalveolares.
B. Epitélio glandular – Células basais; Corpora amilacea.
C. Tecido conjuntivo perialveolar.
D. Estroma.
E. Cápsula.
ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e 
digite	“bexiga”	na	busca.	Clique	na	lâmina	de	bexiga	urinária.	Identifique:
• Mucosa.
• Epitélio de transição.
• Lâmina própria.
• Camada Muscular - M. detrusor.
• Camada Adventícia.
• Tecido conjuntivo.
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html
https://student.medroom.com.br/
1 2 3 4 5
291
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
2. Que características histológicas permitem diferenciar uma bexiga cheia de 
uma bexiga vazia?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	 texto	e	atlas:	 correlações	com	biologia	 
celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc
1 2 3 4 5
292
ESTAÇÃO 3: MACROSCOPIA	E	MICROSCOPIA	DA	
BEXIGA	URINÁRIA	E	REFLEXO	DE	MICÇÃO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e com a ajuda 
do Atlas de Anatomia localize a bexiga urinária e analise as seguintes 
características:
A. Analise suas relações anatômicas.
B. Observe as diferenças de relações anatômicas da bexiga no organismo 
feminino em relação ao masculino.
C. Observe que a bexiga tem quatro superfícies anatômicas: superior, inferior, 
inferolateral direita e inferolateral esquerda. 
D. Observe que a bexiga pode ser pode ser dividida em quatro partes: Ápice, 
Corpo, Colo e Fundo.
E. No fundo, localize o trígono da bexiga: o orifício interno da uretra e os dois 
orifícios ureterais.
F. Observe que o músculo detrusor constitui a parede da bexiga, ele forma o 
esfíncter interno da uretra em torno do colo da bexiga. O músculo detrusor 
contrai em torno dos orifícios ureterais quando a bexiga contrai, de forma a 
prevenir	refluxo	vesicoureteral.	
G. Localize o esfíncter interno da bexiga e o diafragma urogenital com o 
músculo do esfíncter externo da bexiga. Quais as diferenças funcionais 
entre esses dois músculos?
H. Localize os nervos: hipogástricos, pélvicos e pudendo. Quais desses 
nervos são simpáticos e quais são parassimpáticos? Como eles participam 
do	reflexo	de	micção?
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
1 2 3 4 5
293
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4
ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL
1. Elabore	 um	 mapa	 mental	 com	 as	 etapas	 do	 reflexo	 de	 micção.	 Use	 o	
breve resumo encontrado em https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.
idref%3Dchapter26%5D!/4/666/2%4050:98 como inspiração para o seu 
mapa.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do 
torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes e Órgão 
Genital Feminino, em 4 Partes. Cartolina.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
 
TORTORA,	 Gerard	 J.;	 DERRICKSON,	 Bryan.	 Princípios	 de	 Anatomiae	 Fisiologia.	
Rio	de	Janeiro:	Grupo	GEN,	2016.	E-book.	ISBN	9788527728867.	Disponível	em:	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso 
em: 22 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref%
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023
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294
Roteiro de Medicina Laboratorial
Alterações Morfofisiológicas
da bexiga e da próstata
no processo de
envelhecimento
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar:	hiperplasia	benigna	da	próstata,	carcinoma	da	próstata	e	prostatite	
crônica.
Analisar os principais tipos de diagnósticos dos tumores de próstata.
Correlacionar a indicação da realização da biópsia prostática aos riscos 
associados ao procedimento.
ESTAÇÃO 1: PRÓSTATA
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY
1. Siga o passo a passo abaixo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
SP 3.4
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295
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas 
do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar, as estruturas 
anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram a estrutura anatômica e 
ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium).
• Próstata.
• Base da próstata.
• Parte proximal.
• Zona glandular periuretral.
• Parte distal.
• Ápice da próstata.
• Face anterior.
• Face posterior.
• Face ínfero-lateral.
• Lobos direito e esquerdo da próstata.
• Istmo da próstata.
• Cápsula prostática.
• Parênquima.
• Dúctulos	prostáticos.
• Tecido muscular.
• M. puboprostático.
2. Explore os aspectos anatômicos: uretra prostática e pré-prostática, junção com 
o ducto ejaculatório. 
 
• Ao terminar a atividade, deixe a estação organizada e limpa, para que o 
próximo grupo possa realizar seu estudo.
1 2 3 4 5
296
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS - APARELHO UROGENITAL 
MASCULINO
1. Utilize o modelo anatômico do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino 
em 5 Partes, e responda às questões sobre o exame digital retal.
 
A. Quais lobos prostáticos são palpados no exame digital retal?
B. Quais as alterações na próstata podem ser sentidas pelo urologista ao 
realizar o exame digital retal? 
C. Em uma hiperplasia prostática, quais estruturas anatômicas do sistema 
geniturinário estarão afetadas? Correlacione as estruturas alteradas aos 
sinais e sintomas desta patologia.
D. Quais limitações do exame digital retal?
E. Registre suas respostas.
• Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede.
Foi constatado que um homem branco, de 67 anos, apresenta um nível sérico do 
antígeno	prostático	específico	(PSA)	igual	a	4,8	ng/mL	(normal	≤	4,0	ng/mL)	em	
um check-up	anual	de	saúde	há	duas	semanas.	Além	de	não	relatar	dificuldade	
de micção, ele nega qualquer episódio recente de disúria, frequência urinária 
ou urgência miccional. Também nega hematúria. Esse homem tem um irmão 
mais idoso de 69 anos, com história de câncer de próstata, tratado por meio 
de prostatectomia radical há 10 anos. Além disso, ele tem uma história médica 
pregressa digna de nota para hipertensão e hipercolesterolemia e, para tanto, 
toma ácido acetilsalicílico, sinvastatina e lisinopril. Ao exame, esse paciente 
é um homem bem nutrido que aparenta a idade declarada. Os sinais vitais 
1 2 3 4 5
297
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
permanecem normais. Além de não haver organomegalia palpável, não há 
rigidez, sensibilidade nem distensão abdominal. Ele também não exibe 
linfadenopatia palpável, e sua genitália está normal. Ao exame de toque 
retal,	a	próstata	tem	cerca	de	40	cm³	e	está	macia	à	palpação,	sem	nódulos	
ou	doloridos.	O	tônus	esfincteriano	apresenta-se	normal.	O	restante	de	seu	
exame físico também se encontra normal. O exame de urina revela resultados 
normais, sem qualquer sinal de piúria ou hematúria. Foram realizados os 
exames de urocultura e repetidos os níveis do PSA; os resultados demonstraram 
a ausência de crescimento de microrganismos em 72 horas e um nível de 
5,0 ng/mL do antígeno mencionado, respectivamente. O paciente, então, é 
encaminhado a um urologista e passa por uma biópsia transretal da próstata 
guiada	 por	 ultrassonografia.	Os	 resultados	 do	 laudo	 histopatológico	 são	 os	
seguintes: base, porção média e ápice do lado direito, além do ápice do lado 
esquerdo: tecido benigno; base do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 
+	3	=	6	de	Gleason	em	5%	da	porção	central;	porção	média	do	lado	esquerdo:	
adenocarcinoma	de	grau	3	+	3	=	6	de	Gleason	em	20%	do	comprimento	total	
da porção central.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Quais são as opções terapêuticas? 
C. Qual foi a orientação desse paciente sobre a realização da biópsia prostática 
e os riscos associados ao procedimento?
D. Crie uma cartilha para prevenção de câncer de próstata. 
E. Registre suas atividades. Coloque-as em seu portfólio.
• Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
1 2 3 4 5
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Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet, Atrium MedRoom, kit de Higienização 
para Atrium, modelos anatômicos: torso, sistema genital masculino.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
REBELLO,	 Richard	 J.;	 OING,	 Christoph;	 KNUDSEN,	 Karen	 E.;	 LOEB,	 Stacy;	 et	 al.	
Prostate	 Cancer.	 NATURE	 REVIEWS	 Disease	 Primers,	 v.	 7,	 n.	 9,	 p.	 1-27,	 2021.	
Disponível	em:	https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0.
https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0
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299
ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS	DA	PRÓSTATA:	EXAMES	DE	
IMAGEM
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - PRÓSTATA 
1. Observe, abaixo, a imagem da próstata e responda às questões a seguir.
A. Identifique,	 na	 imagem,	 três	 zonas	 anatômicas	 da	 próstata	 descritas	 por	
McNeal. 
B. Diferencie	as	zonas	anatômicas	conforme	sua	função.
C. Qual destas zonas está alterada na hiperplasia prostática benigna? 
D. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
1 2 3 4 5
300
ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - RESSONÂNCIA 
MAGNÉTICA DA PRÓSTATA 
1. Analise as imagens de ressonância magnética demonstrando anatomia 
prostática. Correlacione as alterações prostáticas à hiperplasia prostática 
benigna e ao câncer de próstata. 
Na Figura 1, a letra “A” corresponde à imagemde uma próstata normal. Zona 
Periférica (ZP) exibe hipersinal homogêneo, e a Glândula Central (Zona Central 
e a Zona de Transição) apresenta sinal intermediário. O limite entre a zona 
periférica e a glândula central é denominado cápsula cirúrgica, e linha de 
baixo sinal circundando a próstata é denominada cápsula prostática (setas).
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
1 2 3 4 5
301
Tendo como norte a imagem da letra “A”, responda:
A. Quais alterações podem ser observadas em B? 
__________________________________________________________________
B. Quais alterações podem ser observadas em C? 
__________________________________________________________________
C. Quais	alterações	podem	ser	observadas	em	D?
__________________________________________________________________
D. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 3: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - ULTRASSONOGRAFIA 
TRANSRETAL DA PRÓSTATA 
1. Analise	 as	 imagens	 de	 ultrassonografia	 transretal	 da	 próstata.	 Na	 imagem	
A, tem-se o aspecto normal da glândula prostática. A Zona periférica está 
homogênea e mais ecogênica do que a central.
A. O que se observa em B?
_________________________________________________________________
__________________________________________________________________
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
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302
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
B. Registre suas respostas.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 4: CASO CLÍNICO 
1. Interprete o de caso clínico e responda às questões a seguir.
Um	homem	de	63	anos,	com	queixa	de	dificuldade	de	micção	e	sensação	de	
que não consegue esvaziar a bexiga completamente, há 6 meses. Além disso, 
informa que, após urinar, com frequência sente urgência em urinar novamente. 
Nega secreção uretral ou queimação com a micção. Teve uma hipertensão 
branda e tomou um diurético, chamado tiazida. A única outra medicação é a 
ampicilina contra duas infecções do trato urinário, durante anos anteriores. No 
exame, a pressão arterial era de 130/84 mmHg, pulso de 80 batimentos/min e 
estava afebril. Os exames do coração e do pulmão estavam normais e o exame 
do abdome não mostrava massas.
A. Qual é o diagnóstico mais provável?
B. Qual é a explicação anatômica para os sintomas do paciente?
C. Crie	um	mapa	mental	da	fisiopatologia	da	doença	abordada	no	caso	clínico.	
D. Registre suas respostas. Coloque-as em seu portfólio.
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
ATIVIDADE 5: QUADRO COMPARATIVO
1. Faça um quadro comparativo para diferenciar os sintomas de prostatite, 
hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata, e os exames laboratoriais 
que poderiam ser solicitados para auxiliar no diagnóstico destas patologias. 
Registre suas repostas. 
Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo 
possa	realizá-la.	Deixe	a	estação	organizada	e	limpa.
1 2 3 4 5
303
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Li,	Mantong;	 JIANG,	 Feng;	 XUE,	 Liangyi,	 PENG,	 Cheng,	 et	 al.	 Recent	 Progress	 in	
Biosensors	 for	 Detection	 of	 Tumor	 Biomarkers.	 Molecules.	 NIH,	 n.27,	 v.21,	 p.	
7327,	 Oct	 2022.	 doi:	 10.3390/molecules27217327.	 PMID:	 36364157;	 PMCID:	
PMC9658374.	Disponível	em:	https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/.
SANTOS, Viviane Cristine Tavares; MILITO, Miguel Angelo e MARCHIORI, Edson. 
O	papel	atual	da	ultrassonografia	transretal	da	próstata	na	detecção	precoce	do	
câncer	prostático.	Radiol	Bras,	n.	39,	v.	3,	p.	185–192,	Mai/	Jun	2006.	Disponível	
em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues.
TOY,	Eugene	C.;	ROSS,	Lawrence	M.;	ZHANG,	Han;	et	al.	Casos	Clínicos	em	Anatomia.	
3.	ed.	–	Porto	Alegre.	Grupo	A,	2016.	E-book.	ISBN	9788580555639.	Disponível	
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. 
Acesso em: 26 nov. 2022.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/
http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022
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304
Encerramento da sessãoSP 3.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - PASSE OU 
REPASSE
1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários(as) para responder ou 
repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a).
A. Quais são os aspectos da bexiga na senescência?
B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na 
senescência?
C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata?
 
D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas?
 
E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna 
(HPB)?
F. Como	a	HPB	pode	afetar	o	reflexo	de	micção?	
G. Como	a	senescência	pode	afetar	o	reflexo	de	micção?
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305
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia e interprete o caso clínico.
J. S., masculino, 55 anos, iniciou acompanhamento urológico aos 39 anos 
pós-fratura traumática de pelve com lesão uretral, tendo sido realizadas 
uretroplastia e uretrotomia interna para tratamento. Perdeu seguimento por 
ter apresentado melhora e retornou aos 53 anos, com queixa de disúria e 
gotejamento, apesar de apresentar jato moderado. Em investigação, apresentou 
PSA	total	57	ng/dl,	toque	retal	com	próstata	endurecida,	ecografia	com	próstata	
de	25cm³3	e	calcificações	em	lobo	esquerdo,	bexiga	de	paredes	espessadas,	
resíduo pós-miccional 10ml. Biópsia de próstata com 6 fragmentos, sendo 3 do 
lobo esquerdo Gleason 10 (5+5) e 3 do lobo direito Gleason 9 (4+5), invasão 
perineural	não	observada,	embolia	angiolinfática	presente.	Raio	X	tórax	normal.	
Cintilografia	óssea	com	aumento	do	radiofármaco	em	região	lateral	do	quadril	
esquerdo, sugestivo de metástase. Realizada orquiectomia bilateral. Evoluiu 
com melhora das queixas urinárias após 3 meses, tendo queda do PSA para 
0,51 ng/dl. Apresentou seguimento a cada 3 meses durante 20 meses, tendo 
todas	as	dosagens	de	PSA	50	nódulos)	
(figura	1),	foi	internado	e	realizada	tomografia	computadorizada	de	abdômen	
e	pelve	(figura	2)	que	mostrou	processo	expansivo	com	densidade	de	partes	
moles, heterogênea, com áreas suspeitas de necrose, localizada em cavidade 
pélvica,	9x7cm	em	topografia	de	próstata,	envolvendo	região	retal,	sem	plano	
de clivagem, com presença de linfonodos aorto-ilíacos 7mm. Em poucos dias, 
evoluiu com quadro de emagrecimento, queda do estado geral e suboclusão 
intestinal, sendo realizada laparotomia exploradora e colostomia em alça, 
realizadas biópsias de nódulo em epíplon e nódulo subcutâneo abdominal. 
Anatomopatológico das biópsias foi adenocarcinoma acinar moderadamente 
diferenciado, metastático, compatível com sítio primário prostático. Antes de 
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4
1 2 3 4 5
306
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4
iniciar quimioterapia, a qual não foi iniciada por falta de condições clínicas, 
o paciente evoluiu com evisceração e infecção de ferida operatória, sendorealizados desbridamento e ressutura de parede abdominal, mas o paciente 
evoluiu para sepse e óbito.
Fonte: https://www.researchgate.net/publication/278005879_.
2. Após analisar o caso clínico, quais observações podem ser feitas em relação 
à clínica do adenocarcinoma prostático e dosagem de PSA, que tornam este 
caso clínico raro?
Acesse o link https://www.researchgate.net/publication/278005879, veja a 
resposta	esperada	para	essa	pergunta	e	verificação	de	seu	aprendizado.
https://www.researchgate.net/publication/278005879_
https://www.researchgate.net/publication/278005879
307
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - 
Vespasiano
http://lattes.cnpq.
br/2117192003251022
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq.
br/3797714737481727
Carolina Rocha Moreira de 
Oliveira USJT http://lattes.cnpq.
br/6870025850137907
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
http://lattes.cnpq.br/2117192003251022
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
https://lattes.cnpq.br/3797714737481727
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
http://lattes.cnpq.br/6870025850137907
308
Agenda
para TBL
TBL
1
2
3
4
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
309F.,	 AGUR	 A.M.R.	 Anatomia	 orientada	 para	 a	
clínica - 8ª Ed.#2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT.
Neurociência da Mente e do Comportamento, Grupo GEN, Reimpressão. 2018. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/
pageid/0.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/pageid/0
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/pageid/0
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ESTAÇÃO 3:	HISTOFISIOLOGIA	DO	TECIDO	NERVOSO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL E TRILHA DO CONHECIMENTO 
NA PLATAFORMA LT KURACLOUD
Para executar a atividade proposta, acesse o microscópio virtual Histology 
Guide, por meio do link abaixo, e clique em Nervous Tissue > Brain. 
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1.
html?x=81439&y=14430&z=50.0 
1. Diferencie	 as	 regiões	 do	 encéfalo	 e	 do	 cerebelo	 e	 anote	 as	 características	
morfológicas	que	permitiram	esta	identificação.
2. Analise a organização do córtex encefálico e observe a morfologia dos 
neurônios. 
3. 	Analise	a	organização	do	cerebelo,	observe	e	identifique	suas	camadas.
4. Correlacione as características estruturais das células de Purkinje com sua 
função (observe a presença da substância de Nissl).
5. Esquematize	uma	célula	de	Purkinje	em	uma	folha	avulsa	e	classifique	este	
neurônio.
6. Identifique:	
• Pericário ou corpo celular. 
• Prolongamentos citoplasmáticos. 
• Núcleo com nucléolo. 
• Substância ou corpúsculo de Nissl. 
7. Acesse a plataforma LT KuraCloud → Anatomia → Sistema Nervoso Central → 
Histologia do Tecido Neural - Laboratório → Em grupo realizem as atividades 
de 1 a 4.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1.html?x=81439&y=14430&z=50.0
https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1.html?x=81439&y=14430&z=50.0
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet ou computador/notebook com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	ROSS,	M.	H.	ROSS.	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	
celular e molecular. 8ª Edição. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
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38
Roteiro de Medicina Laboratorial
Morfofisiologia do 
Sistema Nervoso Central e 
malformações causadas 
por agentes biológicos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Caracterizar os possíveis agentes biológicos causadores de malformações 
congênitas. 
Relacionar manifestação clínica, modo de transmissão, diagnóstico, medidas 
terapêuticas de prevenção e controle de agentes biológicos causadores de 
malformações congênitas. 
Correlacionar o mecanismo de desenvolvimento das malformações congênitas 
causadas por estes agentes biológicos ao período crítico de desenvolvimento 
embriológico e fetal. 
ESTAÇÃO 1: DEFEITOS	CONGÊNITOS	MAIS	COMUNS	E	
AGENTE ETIOLÓGICO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Estabeleça as correlações entre os defeitos congênitos apresentados e o 
agente biológico responsável por esta enfermidade. 
SP 1.1
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39
Agentes biológicos: 
A. Citomegalovírus. 
B. Toxoplasma gondii. 
C. Treponema pallidum. 
D. Vírus da Hepatite B. 
E. Vírus da Varicella-zoster. 
F. Vírus do herpes simples. 
G. Zika vírus. 
H. Vírus	da	imunodeficiência	adquirida.	
Defeitos congênitos mais comuns: 
A. Microcefalia, coriorretinite, perda auditiva neurossensorial, retardo do 
desenvolvimento psicomotor/mental, hepatoesplenomegalia, hidrocefalia, 
paralisia	cerebral,	calcificação	encefálica.	
B. Hidrocefalia,	surdez	congênita,	deficiência	mental,	dentes	e	ossos	anormais.
C. Nascimento pré-termo, baixo peso ao nascimento e macrossomia fetal. 
D. Vesículas e cicatrizes na pele, coriorretinite, hepatomegalia, trombocitopenia, 
petéquias, anemia hemolítica e hidroanencefalia. 
E. Microcefalia,	deficiência	mental,	microftalmia,	hidrocefalia,	coriorretinite,	
calcificações	cerebrais,	perda	auditiva	e	distúrbios	neurológicos.	
F. Cicatrizes cutâneas, paralisia incompleta de membros, hidrocefalia, 
convulsões,	catarata,	microftalmia,	atrofia	óptica,	nistagmo,	coriorretinite,	
microcefalia,	deficiência	mental,	hipoplasia	de	membros,	dedos	das	mãos	
e pés, anomalias urogenitais. 
G. Atraso no crescimento, microcefalia, distúrbios no cérebro e medula 
espinhal, problemas de comportamento, desenvolvimento e cognição. 
H. Microcefalia,	 distúrbios	 neurológicos,	 calcificação	 intracranial,	 disfagia	 e	
problemas na motilidade gástrica.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
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40
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Malformações	 congênitas	 causadas	 por	 vírus.	 MACHADO	 V.	 G.	 V.,	 DANTAS	 P.	
H.	de	A.,	 ALMEIDA	R.	C.	 P	de,	 LIMA	FILHO	 J.	A.	 de,	 SILVA,	 I.	M.	da,	MOURA	R.	B.	
de, COUTINHO V. E. A. Malformações congênitas causadas por vírus. Pesquisa, 
Sociedade	e	Desenvolvimento,	[S.l.],	v.	10,	n.	4,	pág.	e44610414110,	2021.	DOI:	
10.33448/rsd-v10i4.14110.	 Disponível	 em:	 https://rsdjournal.org/index.php/
rsd/article/view/14110. Acesso em: 2 nov. 2022. 
Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações 
de	 Ginecologia	 e	 Obstetrícia.	 Disponível	 em:	 https://www.febrasgo.org.br/
images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf.
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
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41
ESTAÇÃO 2: ANOMALIAS	CONGÊNITAS	CAUSADAS	
POR AGENTES BIOLÓGICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Utilizando o material disponível sobre a bancada, siga a orientação clínica para 
os diferentes casos clínicos pré-estabelecidos a seguir: 
A. Caso Clínico 1: Uma menina de 8 anos de idade contraiu infecção por rubéola 
e	 sua	mãe	 ficou	 preocupada	 quanto	 ao	 risco	 de	 desenvolver	 glaucoma,	
catarata, malformação cardíaca, retardo no crescimento e surdez. Além 
disso, a mãe não sabia sobre a possibilidade da criança adquirir a doença 
novamente na fase adulta durante a gestação. Qual orientação clínica deve 
ser	realizada	pelo	médico	diante	desta	situação?	Justifique	sua	resposta.
B. Caso Clínico 2: Uma gestante tem em sua casa 2 gatos que costumam fugir 
e dias depois aparecer. Sua vizinha, preocupada com a gestação da amiga, 
informou que ela deveria evitar o contato próximo com os animais durante 
a gravidez. Na consulta do pré-natal, a gestante perguntou ao médico se 
a informação que recebera da vizinha era verdadeira. Qual a orientação 
clínica do médico diante desta situação? Qual a fase mais crítica para a 
gestante ser infectada pelo patógeno (período embriológico ou período 
fetal)?
C. Caso Clínico 3: Uma gestante, durante consulta do Pré-Natal na UBS, revela 
que	já	realizou	tratamento	anterior	para	sífilis	e	pergunta	ao	seu	médico	se	
é necessário realizar teste rápido, uma vez que acredita estar imunizada. 
Qual deve ser a condutado médico? 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
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42
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Malformações	congênitas	causadas	por	vírus.	MACHADO,	VGV.;	DANTAS,	PH	de	A.;	
ALMEIDA,	RCP	de.;	LIMA	FILHO,	JA	de.;	SILVA,	IM	da.;	MOURA,	RB	de.;	COUTINHO,	VEA.	
Pesquisa,	Sociedade	e	Desenvolvimento,	[S.	l.],	v.	10,	n.	4,	pág.	e44610414110,	
2021.	 DOI:	 10.33448/rsd-v10i4.14110.	 Disponível	 em:	 https://rsdjournal.org/
index.php/rsd/article/view/14110. Acesso em: 2 nov. 2022. 
Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações 
de	 Ginecologia	 e	 Obstetrícia.	 Disponível	 em:	 https://www.febrasgo.org.br/
images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf.
GUIA	PRÁTICO	Diagnóstico	de	anomalias	congênitas	no	pré-natal	e	ao	nascimento.	
MINISTÉRIO	 DA	 SAÚDE	 Secretaria	 de	 Vigilância	 em	 Saúde	 Departamento	 de	
Análise	Epidemiológica	e	Vigilância	de	Doenças	não	Transmissíveis	2022.	
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
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43
ESTAÇÃO 3: AGENTE	ETIOLÓGICO	E	TOXOPLASMOSE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
Para esta atividade, acesse o site	do	Departamento	de	doença	Veterinária,	por	meio	
do link https://atlas.sund.ku.dk/parasiteatlas/zoonotic/toxoplasma_gondii/. 
1. Observe	o	agente	etiológico	da	Toxoplasmose	e	classifique-o	quanto	ao	tipo	
de microrganismo. 
2. Após a observação, interprete o diagnóstico sorológico apresentado na tabela 
abaixo para uma gestante em sua primeira consulta e estabeleça a conduta 
médica,	justificando	sua	orientação.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
Sorologia Toxoplasmose
1ª Consulta
lgM (-)
lgG (+)
lgM (-)
lgG (-)
lgM (+)
lgG (-)
lgM (+)
lgG (+)
https://atlas.sund.ku.dk/parasiteatlas/zoonotic/toxoplasma_gondii/
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44
3. Cada	grupo	deve	anotar	em	uma	folha	sulfite	ou	folha	de	caderno	uma	hipótese	
e	justifica-la.	As	folhas	deverão	ser	pregadas	no	quadro	ou	na	parede	para	que	
as hipóteses sejam compartilhadas no Encerramento da Sessão.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Ref.	Brasil.	Ministério	da	Saúde.	Secretaria	de	Vigilância	em	Saúde.	Departamento	
de	Vigilância	das	Doenças	Transmissíveis.	Protocolo	de	Notificação	e	Investigação:	
Toxoplasmose	gestacional	e	congênita	[recurso	eletrônico]/	Ministério	da	Saúde,	
Secretaria	 de	 Vigilância	 em	 Saúde,	 Departamento	 de	 Vigilância	 das	 Doenças	
Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 31 p. : il. 
Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações 
de	 Ginecologia	 e	 Obstetrícia.	 Disponível	 em:	 https://www.febrasgo.org.br/
images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf. 
GUIA	PRÁTICO	Diagnóstico	de	anomalias	congênitas	no	pré-natal	e	ao	nascimento.	
MINISTÉRIO	 DA	 SAÚDE	 Secretaria	 de	 Vigilância	 em	 Saúde	 Departamento	 de	
Análise	Epidemiológica	e	Vigilância	de	Doenças	não	Transmissíveis,	2022.	
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf
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45
Encerramento da sessãoSP 1.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Realize uma discussão com os grupos baseada nas questões abordadas 
anteriormente. Correlacionar as atividades abordadas no laboratório de 
morfofuncional e de Medicina Laboratorial.
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46
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico a seguir e faça o que se pede. 
Na década de 80, no bairro de Vila Socó, em Cubatão, São Paulo, muitas 
crianças nasceram com má-formação devido à exposição das gestantes a 
fatores de contaminação ambiental. P. R. e A. R, gêmeos, nasceram nesta época 
e apresentaram as seguintes alterações: 
P. R.: saco protuso, contendo líquido seroso, meninges e medula espinal, 
caracterizando um quadro de mielomeningocele. P.R. evoluiu para um 
quadro	 de	 deficiência	 motora	 e	 de	 linguagem	 devido	 a	 hidrocefalia	 e	
convulsões. 
A. R.: ausência de hemisférios cerebrais, o que caracteriza anencefalia. A. R. 
foi a óbito após três dias de vida. 
Após analisar o caso clínico, responda às perguntas utilizando, para isso, 
o	 artigo	 científico,	 ERIC	 DESSAUD,	 E.;	 MCMAHON,	 A.	 P.;	 BRISCOE,	 J.	 Pattern	
formation in the vertebrate neural tube: a sonic hedgehog morphogen-
regulated	 transcriptional	 network.	 Development	 2008	 135:2489-2503;	
doi:10.1242/dev.009324	 e	 o	 livro	 de	 Embriologia	Médica	 de	 SADLER,	 T	W.	
Langman. 14. Edição. Grupo GEN, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.
idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] 
A. Em que fase da gestação se forma o tubo neural? 
B. Quais genes estão relacionados com o fechamento do tubo neural? 
C. Quais substâncias poderiam ter causado as más-formações apresentadas 
pelos gêmeos? 
D. Qual a relação entre as crises convulsivas apresentadas por P. R. e as más-
formações apresentadas por ele? 
E. Por que A.R. foi a óbito somente no terceiro dia de vida extrauterina? 
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]
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47
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Varjabedian,	D.	Silva,	V	A.	documentação	acadêmica	da	unidade	curricular	sistema	
nervoso 2017. 
48
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq.
br/1976838585516477
CONHEÇA OS AUTORES
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/1976838585516477
http://lattes.cnpq.br/1976838585516477
49
SP 1.2
Nasceu, e agora? 
Triagem neonatal, 
morfofisiologia do 
fígado e icterícia 
própria do recém-nascido
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
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50
ATIVIDADE 1: LEITURA
Na sequência, indicamos como as trilhas de aprendizagem e os roteiros são 
apresentados aos(às) estudantes. Atente-se às notações didáticas, as quais 
servem de base para a melhor compreensão dos roteiros.
1. Prezado(a) aluno(a), leia sobre o Programa Nacional da Triagem Neonatal 
presente na página do Ministério da Saúde no link a seguir: https://www.gov.
br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-
neonatal.	Durante	a	leitura,	anote:	
A. Em que consiste a Triagem Neonatal Biológica? 
B. Quais os critérios habitualmente utilizados para os programas de triagem? 
C. Quais as doenças que estão no escopo do Programa Nacional de Triagem 
Neonatal? 
D. Qual o período de coleta da primeira amostra sanguínea para realização da 
Triagem Neonatal? 
E. Relacione o metabolismo da bilirrubina com os diferentes tipos de icterícias. 
ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Acesse o vídeo no Ulife sobre Triagem neonatal e dosagem de bilirrubina. 
2. Procure estabelecer os principais métodos utilizados no diagnóstico de 
doenças no neonato e as possíveis alterações que envolvem os níveis de 
bilirrubina. 
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal.https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal.
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal.
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Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2
ATIVIDADE 3: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Assista aos vídeos no Ulife sobre Aspectos Macroscópicos do Fígado e 
Histologia do Fígado Parte 1 e Parte 2, e anote: 
A. A localização anatômica do fígado. 
B. Os lobos e os ligamentos hepáticos. 
C. As estruturas do pedículo hepático. 
D. Como é o revestimento do fígado. 
E. Os componentes dos lóbulos hepáticos. 
F. Arranjo histológico, morfologia e funções dos hepatócitos. 
G. Características	do	espaço	de	Disse	das	células	de	Kupffer.	
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52
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MARZZOCO, A; TORRES, B B. Bioquímica Básica. Grupo GEN, 2015. E-book. ISBN 
978-85-277-2782-2.	Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/978-85-277-2782-2/. Acesso em: 11 dez. 2022. 
Abertura da sessãoSP 1.2
INTESTINO	DELGADO INSTESTINO GROSSO
BILIRRUBINA	DIRETAFEZES HEMOGLOBINA URINA
ÁCIDO	GLUCORÔNICO VESÍCULA BILIARALBUMINA RINS
BILIRRUBINA	INDIRETA HEME ESTERCOBILINOGÊNIO
UROBILINOGÊNIO HEMÁCIAS SENIS SISTEMA	RETÍCULOENDOTELIAL
UROBILINA ESTERCOBILINA FÍGADOCIRCULAÇÃO SANGUÍNEA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CONSTRUÇÃO DE FLUXOGRAMA
1. Construa	um	fluxograma	com	as	palavras	a	seguir	demonstrando	o	metabolismo	
da bilirrubina a partir das hemácias senis e correlacionando com a localização 
destes processos bioquímicos em órgãos e tecidos.
52
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/
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Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Triagem neonatal, morfofisiologia
do fígado e icterícia própria
do recém-nascido
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Comparar a morfologia do fígado em imagens de ultrassom e em realidade 
virtual. 
Relacionar os componentes microscópicos do fígado com o processo de 
síntese de bile. 
Relacionar o processo de síntese de bilirrubina com a ocorrência de icterícia 
própria do recém-nascido. 
ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA	DO	FÍGADO
Duração total: 37 minutos]
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
Os(As) alunos(as)devem ser divididos em dois grupos, em que uma parte inicia a 
atividade 1 e a outra parte dos alunos, a atividade 2. Posteriormente, após 17,5 
minutos do início da atividade, elas devem ser invertidas.
SP 1.2
1 2 3 4 5
54
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
1. Higienize os óculos e controles manuais. 
2. Cada grupo deverá conter: 
• 1 estudante para ser leitor: sua função é ler o roteiro e garantir a segurança 
do explorador. 
• 1 para ser relator: sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo. 
• 1 para ser explorador: sua função é explorar no Atrium, conforme as 
orientações do leitor. 
• 3 pesquisadores: buscam no App Visible Body ou similar (por exemplo, 
https://www.zygotebody.com/) as estruturas anatômicas solicitadas pelo 
leitor e ajudam o explorador a encontrá-las. 
3. Identifique	no	Atrium	MedRoom:	
A. Faces:	Diafragmática	e	Visceral.	
B. Lobos: direito, esquerdo, caudado e quadrado. 
C. Impressões:	Gástrica,	Renal,	Duodenal	e	Cólica.	
D. Ligamentos: Falciforme, Coronário e Redondo. 
E. Hilo: artéria hepática, ducto hepático e veia porta. 
F. Vesícula biliar: colo, corpo e fundo. 
G. Sistema Venoso Portal: Veia Porta hepática, Veia esplênica, Veia mesentérica 
superior, Veia mesentérica inferior, Veias gástricas direita e esquerda. 
H. Ductos	 biliares:	 ductos	 hepáticos,	 direito	 e	 esquerdo,	 ducto	 hepático	
comum, ducto cístico, ducto colédoco. 
I. Ampola hepatopancreática. 
https://www.zygotebody.com/
1 2 3 4 5
55
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
ATIVIDADE 2: EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTO - ULTRASSONOGRAFIA 
DO FÍGADO
1. Em pequenos grupos, no máximo 5 alunos(as), os(as) alunos(as) deverão ser 
organizados da seguinte forma:
• Um(a) aluno(a) será o(a) paciente. 
• Um(a) aluno(a) irá realizar o exame. 
• Um(a) aluno(a) irá auxiliar o paciente a deitar na maca e expor a região 
abdominal, protegendo a roupa com os lenços de papel. 
• Um(a)	 aluno(a)	 irá	 ajustar	 o	 aparelho	 de	 ultrassonografia	 e	 realizar	 a	
obtenção das imagens e do doppler quando solicitado. 
• Um(a) aluno(a) irá anotar as observações do exame.
2. Orientações para realização do exame:
• Com respeito e cuidado, o(a) aluno(a) avaliador(a) pede ao(à) paciente para 
que se posicione sobre a maca e exponha a região abdominal. 
• O(a) aluno(a) auxiliar irá ajudar o(a) paciente a se posicionar em decúbito 
dorsal na maca e a colocar o papel toalha, protegendo as vestimentas do(a) 
colega. 
• O(a) aluno(a) avaliador(a) irá pedir ao(à) paciente que permita o toque 
para a realização da palpatória da região abdominal. Esse exame permite 
localizar ao lado direito (quadrante superior direito – hipocôndrio direito) 
a margem costal (cartilagem da 8ª. a 10ª costela); nesse local o(a) aluno(a) 
avaliador(a) irá colocar o transdutor (probe). 
• O(a)	aluno(a)	avaliador(a)	aplica	o	gel	para	ultrassonografia	no	transdutor	
côncavo e coloca o transdutor na posição oblíqua e depois na transversal 
(figura	1)	e	identifica	as	estruturas	do	fígado.	
• O(a) aluno(a) que estará no aparelho de US fará os ajustes necessários e 
congelará a imagem (freeze)	para	a	cópia	da	imagem	para	discussão	no	final	
da aula e colocação no portfólio. 
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• Ao	 usar	 o	 botão	 doppler,	 será	 possível	 visualizar	 o	 fluxo	 de	 sangue	 nos	
vasos venosos e arteriais, observe também a pulsação dos vasos arteriais. 
• Nas imagens todos devem procurar as seguintes estruturas: 
• Parênquima hepático – observar sua ecotextura e a diferença de 
ecogenicidade entre a cápsula, parênquima e vasos. 
• Vasos sanguíneos – Veia Porta, artéria hepática.
Figura	 1.	 US	 do	 fígado,	 imagem	 do	 livro	 DAWKINS,	 Adrian.	 Ultrassonografia:	
Revisão, Atualização e Preparação para Provas. Thieme Brazil, 2022. E-book. ISBN 
9786555721560.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9786555721560/. Acesso em: 13 dez. 2022.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555721560/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555721560/
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos	anatômicos	do	torso	e	do	Sistema	Digestório:	fígado	com	vesícula	biliar,	
tablet ou notebook, ultrassom, gel, lenços de papel e Atrium-MedRoom. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	K.L.,	DALLEY,	A.	F.,	Agur,	A.	M.R.	Anatomia	orientada	para	a	clínica	-	8ª	Ed.	2022.	
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/
epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4.
DAWKINS,	 A.	 Ultrassonografia:	 Revisão,	 Atualização	 e	 Preparação	 para	 Provas.	
Rio de Janeiro: Thieme Revinter Publicações Ltda, 2022. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4
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https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd.vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4.
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
ESTAÇÃO 2:	HISTOFISIOLOGIA	DO	FÍGADO	E	
HIPERBILIRRUBINEMIA
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom pelo link https://student.medroom.com.
br.	Na	lâmina	Fígado	(HE),	identifique:A. Lóbulos hepáticos. 
B. Veia central. 
C. Hepatócitos. 
D. Capilares sinusóides. 
E. Tríade portal: 
• arteríola; 
• vênula; 
• ducto biliar; 
• vasos linfáticos. 
2. Na	lâmina	Baço	(HE),	identifique:	
A. Polpa branca: bainhas periarteriais (linfócitos T) nódulos linfáticos – 
linfócitos B.
B. Polpa	 vermelha:	 cordões	 esplênicos	 e	 sinusoides,	 fibras	 reticulares,	
macrófagos, linfócitos B e T, plasmócitos, monócitos, leucócitos, plaquetas 
e eritrócitos. 
https://student.medroom.com.br
https://student.medroom.com.br
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ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL
1. A	 partir	 do	 estudo	 da	 anatomia,	 histologia	 e	 fisiologia	 do	 fígado	 organize	
um mapa mental sobre a síntese de bilirrubina e sua relação com a icterícia 
própria do neonato, indicando as 3 principais razões para que essa situação 
clínica ocorra. O mapa deve conter, no mínimo, os seguintes termos: 
• Bilirrubina direta ou conjugada. 
• Bilirrubina indireta ou não conjugada. 
• Hemácias. 
• Hemoglobina. 
• Hepatócitos. 
• Enterobactérias. 
• Biliverdina. 
• Urobilina. 
• Estercobilina.
• Icterícia	fisiológica.	
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2
2. Após construir o mapa, responda: 
A. Como ocorrem a síntese e o metabolismo da bilirrubina? 
B. Quais as causas da icterícia própria do recém-nascido e suas possíveis 
manifestações e complicações? 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Flipchart, giz de cera, tablet, notebooks e modelo anatômico de lóbulos hepáticos. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross.	Histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	
celular e molecular. 8ª Edição. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/
epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2
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Roteiro de Medicina Laboratorial
Triagem neonatal, morfofisiologia
do fígado e icterícia
própria do recém-nascido
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Explicar a importância da triagem neonatal (teste do pezinho) na prevenção 
de doenças que não apresentam sinais ou sintomas ao nascimento. 
Associar as principais causas de hiperbilirrubinemia neonatal de acordo com 
o metabolismo da bilirrubina. 
Caracterizar	a	fisiopatologia	da	hiperbilirrubinemia	em	recém-nascidos	e	sua	
associação com a dosagem da bilirrubina. 
Duração total: 25 minutos
ESTAÇÃO 1: TESTE	DO	PEZINHO
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
Em grupos de 5 a 6 alunos, relacione as principais doenças diagnosticadas por meio 
do teste do pezinho com as respectivas consequências para o recém-nascido: 
1. Relacione as principais doenças diagnosticadas por meio do teste do pezinho 
com as respectivas manifestações clínicas para o recém-nascido: 
A. Fenilcetonúria. 
B. Hipotireoidismo congênito. 
C. Doença	falciforme.	
SP 1.2
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D. Fibrose cística. 
E. Hiperplasia adrenal congênita. 
F. Deficiência	de	biotinidase.	
Manifestações clínicas: 
I. Deficiência	mental,	microcefalia	e	baixo	peso	ao	nascimento.	
II. Hipotonia	muscular,	dificuldades	respiratórias,	cianose,	 icterícia	prolongada,	
constipação, bradicardia, anemia, sonolência excessiva, choro rouco, hérnia 
umbilical, alargamento de fontanelas, sopro cardíaco, atraso na dentição, 
retardo na maturação óssea, pele seca e sem elasticidade, atraso de 
desenvolvimento neuropsicomotor e retardo mental. 
III. Anemia	 hemolítica,	 crises	 vaso-oclusivas,	 crises	 de	 dor,	 insuficiência	 renal	
progressiva, acidente vascular cerebral, maior susceptibilidade a infecções e 
alterações no desenvolvimento neurológico. 
IV. Infecção pulmonar crônica, disfunção respiratória, perda de enzimas 
digestivas, má nutrição, perda de sal pelo suor, dor abdominal recorrente, 
icterícia prolongada, edema hipoproteinêmico, pancreatite recorrente, 
cirrose biliar e retardo no desenvolvimento somático. 
V. A forma perdedora de sal apresenta-se nos primeiros dias de vida, mais 
frequentemente a partir da segunda semana, com desidratação, hipotensão, 
taquicardia, vômitos, perda de peso, letargia, hiponatremia e hiperpotassemia. 
A forma não perdedora de sal (virilizante simples) apresenta-se mais 
tardiamente, com pubarca precoce, velocidade de crescimento aumentada ou 
maturação óssea acelerada, podendo apresentar, mais tardiamente, sinais de 
virilização, tais como engrossamento da voz, aumento da massa muscular e 
crescimento clitoriano e peniano pós-natal. 
VI. Manifesta-se a partir da sétima semana de vida, com distúrbios neurológicos 
e cutâneos, tais como crises epiléticas, hipotonia, microcefalia, atraso do 
desenvolvimento neuropsicomotor, alopecia e dermatite. Nos pacientes com 
diagnóstico tardio observam-se distúrbios visuais, auditivos, assim como 
atraso motor e de linguagem.
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2
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64
ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
1. Responda às seguintes perguntas:
A. O que é o Teste do Pezinho? 
B. Qual a metodologia de realização? 
C. Quais doenças podem ser diagnosticadas ao nascimento por meio deste 
teste?
D. Quais são as medidas terapêuticas para a hiperbilirrubinemia no recém-
nascido? 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL.	Ministério	da	Saúde.	Secretaria	de	Atenção	a	Saúde.	Departamento	de	
Atenção Especializada e Temática. Triagem neonatal biológica: manual técnico / 
Ministério	da	Saúde,	Secretaria	de	Atenção	a	Saúde,	Departamento	de	Atenção	
Especializada	e	Temática.	–	Brasília:	Ministério	da	Saúde,	2016.	Disponível	em:	
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_
manual_tecnico.pdf. Acesso em: 22 dez. 2022. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf
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ESTAÇÃO 2: DOSAGEM	DE	BILIRRUBINA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Acesse	no	laboratório	virtual	da	Algetec	o	tópico:	Dosagem	de	Bilirrubina.
2. Siga as etapas sequenciadas abaixo até a realização do experimento virtual:
A. 1° Etapa: Apresentação: 
Compreender	 o	 objetivo	 da	 prática	 virtual	 e	 identificar	 as	 características	
da bilirrubina tanto no organismo como na análise clínica; reconhecer o 
funcionamento do espectrofotômetro; determinar procedimentos para coleta, 
a	fim	de	favorecer	maior	estabilização	da	amostra;	e	relacionar	os	resultados	
de análise com possíveis interferentes.
 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2
B. 2° Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. 
C. 3° Etapa: Acesse o roteiro de Experimento. 
D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento).
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E. 5° Etapa: Realize o experimento. 
F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 
3. Após realizar o experimento, responda: como ocorrem a síntese e o metabolismo 
da bilirrubina?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BIOANALÍTICA	 DIAGNÓSTICA	 LTDA.	 Bilirrubina.	 Bioanalítica	 Diagnóstica	 Ltda.,	
2020.	Disponível	em:	http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/
bilirrubinaref-ba031.pdf. 
MBIOLOG	 DIAGNÓSTICOS	 LTDA.	 Bilirrubina:	 Sims-Horn	 –	 direta/total.	 MBiolog	
Diagnósticos	 Ltda.,	 2011.	 Disponível	 em:	 http://mbiolog.com.br/produtos/
Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf.
MOTTA, V. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Interpretações. 
[Digite	 o	 Local	 daEditora]:	 MedBook	 Editora,	 2009.	 E-book.	 ISBN	
9786557830260.	 Disponível	 em:	 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9786557830260/. Acesso em: 11 dez. 2022. 
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2
http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/bilirrubinaref-ba031.pdf
http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/bilirrubinaref-ba031.pdf
http://mbiolog.com.br/produtos/Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf
http://mbiolog.com.br/produtos/Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/
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ESTAÇÃO 3: FISIOPATOLOGIA	DA	
HIPERBILIRRUBINEMIA	NO	RECÉM-NASCIDO	E	TIPOS	
DE	ICTERÍCIA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Estabeleça o tipo de icterícia em cada um dos indivíduos ictéricos a seguir e 
correlacione com as possíveis alterações orgânicas/sistêmicas.
2. Liste as possíveis alterações associadas à hiperbilirrubinemia no recém-
nascido. 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Síntese	 e	 metabolismo	 da	 bilirrubina	 e	 fisiopatologia	 da	 hiperbilirrubinemia	
associados à Síndrome de Gilbert: revisão de literatura. Rev Med Minas Gerais 
2012; 22(2): 216-220.
MOTTA, V. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Interpretações. 
MedBook	Editora,	2009.	E-book.	ISBN	9786557830260.	Disponível	em:	https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/. Acesso em: 11 
dez. 2022. 
(N) valores normais ( ↑ ) valores aumentados
Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2
LOCALIZAÇÃO MEDULAR
1 2 3
Bilirrubina total ↑ ↑ ↑
Bilirrubina indireta (não conjugada) ↑ N ou ↑ N
Bilirrubina indireta (conjugada) ↑ ↑
Bilirrubina na urina ausente presente presente
Urobilinogênio na urina presente presente ausente
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/
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Encerramento da sessãoSP 1.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
1. Responda às questões propostas:
A. Identifique	na	figura	os	lobos	hepáticos	apontados	pelas	setas:
a) A	-	caudado;	B	–	esquerdo;	C	–	quadrado;	D	-	direito.	
b) A	-	quadrado;	B	–	esquerdo;	C	–	caudado;	D	-	direito.	
c) A	-	caudado;	B	–	direito;	C	–	quadrado;	D	-	esquerdo.	
d) A	-	quadrado;	B	–	direito;	C	–	caudado;	D	-	esquerdo.
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69
Encerramento da sessãoSP 1.2
C. Qual o nome da estrutura indica pela letra “a” observada nessa imagem de 
US do fígado? 
A) Veia porta. 
B) Artéria hepática. 
C) Veia cava inferior. 
D) Artéria gástrica direita. 
B. Qual	o	nome	da	estrutura	apontada	pela	seta	observada	na	fotomicrografia	
do fígado?
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ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Analise o caso clínico e responda às questões propostas.
Mãe tercigesta, Rh negativo. Na primeira gestação, gerou recém-nascido 
normal,	 de	 termo,	 não	 tendo	 recebido	 imunoglobulina	 humana	 anti-RhD.	 A	
segunda gestação complicou-se por isoimunização Rh, dando à luz neonato de 
termo, o qual necessitou três exsanguinotransfusões e faleceu com 8 dias de 
vida. Na gestação atual, conseguiu dar à luz a termo recém-nascido tipo O, Rh 
positivo, Coombs direto positivo, bilirrubina de cordão 6,5 mg/dl e hematócrito 
44%.	Com	5	horas	de	vida,	estava	ictérico,	tendo	sido	iniciados	fenobarbital	
(por 3 dias) e fototerapia intensiva. A hiperbilirrubinemia foi logo controlada, 
porém ascendia rapidamente sempre que a fototerapia era suspensa. No 10º 
dia de vida, a criança foi transfundida por anemia importante. Em vista da 
persistência da icterícia, no 13º dia de vida, pensou-se em associação com 
síndrome	de	Gilbert,	e	o	sequenciamento	de	DNA	foi	solicitado.	O	resultado	
mostrou	 genótipo	mutante	 homozigoto	UDPT1A1[TA]7TAA.	 Permaneceu	 em	
fototerapia até o 17º dia de vida. Recebeu alta no dia seguinte, após controle 
de bilirrubinemia. Voltou para acompanhamento ambulatorial e apresentou 
desenvolvimentos pondo-estatural e neurológico normais. 
A. Qual a relação das gestações anteriores com a hiperbilirribinemia nesse 
terceiro	filho?	
B. A mutação observada na Síndrome de Gilbert está relacionada com 
problemas na atividade de qual enzima? Qual o papel dessa enzima na 
síntese de bilirrubina? 
C. Descreva	e	diferencie	a	ação	dos	tratamentos	utilizados	no	segundo	filho	e	
no	terceiro	filho.	
2. Acesse o artigo Hiperbilirrubinemia neonatal prolongada devido à associação 
entre síndrome de Gilbert e doença hemolítica por incompatibilidade 
RhD,	 J	 Pediatr	 (Rio	 J).	 2005;81(5):421-4	 https://www.scielo.br/j/jped/a/
LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf e encontre as respostas 
esperadas	para	essas	perguntas	e	verifique	o	seu	aprendizado.	
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.2
https://www.scielo.br/j/jped/a/LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf
https://www.scielo.br/j/jped/a/LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf
71
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq.
br/7963718100112897
Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq.
br/1976838585516477
CONHEÇA OS AUTORES
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
https://lattes.cnpq.br/7963718100112897
http://lattes.cnpq.br/1976838585516477
http://lattes.cnpq.br/1976838585516477
72
SP 1.3
“Que seu remédio seja seu 
alimento, e que seu alimento 
seja seu remédio” (Hipócrates)
Aspectos morfofuncionais 
do intestino delgado,
dosagem de níveis de ferro, 
desnutrição e anemia
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
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Na sequência, indicamos como as trilhas de aprendizagem e os roteiros são 
apresentados aos(às) estudantes. Atente-se às notações didáticas, as quais 
servem de base para a melhor compreensão dos roteiros.
A determinação das concentrações de ferro, hematócrito e índices hematimétricos 
no neonato e o conhecimento sobre diagnóstico diferencial das anemias propicia 
ao estudante compreender a importância destes biomarcadores no diagnóstico 
das síndromes anêmicas no recém-nascido. Valores hematimétricos e hematócrito 
baixos no recém-nascido serão preocupantes somente se levarem alguma 
repercussão clínica, porém, devem ser considerados em possíveis síndromes 
anêmicas. 
ATIVIDADE 1: LEITURA E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM
 
1. Leia: Programa Nacional de Suplementação de Ferro: manual de condutas 
gerais	 /	Ministério	da	Saúde.	Secretaria	de	Atenção	à	Saúde.	Departamento	
de	 Atenção	 Básica.	 Brasília:	 Ministério	 da	 Saúde,	 2013.	 Disponível	 em:	
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_
condutas_gerais.pdf.
2. Durante	a	leitura	do	manual	indicado	acima,	anote:	
A. O que é anemia? 
B. Quais	são	as	principais	deficiências	de	ferro	e	os	fatores	predisponentes	
para seu desenvolvimento? 
C. Quais	são	as	principais	consequências	da	deficiência	de	ferro?	
D. Quais são os principais alimentos ricos em ferro? 
E. Quais são as principais estratégias utilizadas para prevenção da anemia em 
gestantes e crianças até os 2 anos de idade? 
 
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_condutas_gerais.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_condutas_gerais.pdf
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74
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3
ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Acesse a bússola e assista aos vídeos do Laboratório Morfofuncional: 
Caracterização morfológica do intestino delgado, Aspectos microscópicos 
do	 intestino	 delgado:	 absorção	 e	 Desnutrição	 e	 o	 vídeo	 do	 laboratório	 de	
Medicina	Laboratorial:	Determinação	dos	Níveis	de	Ferro,	Hematócrito	e	Índices	
Hematimétricos	no	Neonato	e	sua	Importância	no	Diagnóstico	Diferencial	das	
Anemias. 
2. Procure e anote as seguintes informaçõesno seu portfólio: 
A. Organização anatômica do intestino delgado e suas relações com outros 
órgãos. 
B. Vascularização do intestino delgado. 
C. Características	histofisiológicas	do	duodeno,	jejuno	e	íleo.	
D. Causas, consequências e tipos de desnutrição proteica-energética. 
E. Tipos de anemia. 
F. Características dos exames para diagnóstico diferencial das anemias.
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75
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO
1. Ausência	de	Ferro	da	Dieta,	suas	consequências	para	o	organismo	humano	e	as	
principais alterações laboratoriais.
 
Hemograma é o nome dado ao conjunto de avaliações das células do 
sangue que, reunido aos dados clínicos, permite conclusões diagnósticas e 
prognósticas de grande número de patologias. Este exame é composto por 
três determinações básicas que incluem as avaliações dos eritrócitos (ou 
série vermelha), dos leucócitos (ou série branca) e das plaquetas (ou série 
plaquetária). A sérievermelha inclui a contagem de eritrócitos, a dosagem de 
hemoglobina, a determinação do hematócrito e dos índices hematimétricos. 
Esses parâmetros são importantes na determinação da anemia e podem indicar 
a origem desta patologia. Assim, indique, no quadro abaixo a definição/
função de cada um dos parâmetros laboratoriais destacados e se eles podem 
se encontrar aumentados, diminuídos ou normais na anemia ferropriva. 
Justifique sua resposta para cada parâmetro laboratorial apresentado:
Abertura da sessãoSP 1.3
PARÂMETROS 
LABORATORIAIS 
FIBRAS NERVOSAS 
TIPO A (DELTA)
FIBRAS NERVOSAS 
TIPO C
Hemoglobina
Hematócrito
HCM
CHCM
VCM
RDW
Ferro sérico
Ferritina
Transferrina
2. Qual a relação do ferro com a molécula de hemoglobina? 
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ATIVIDADE 2: METODOLOGIA KWL
1. Em grupo, preencham as tabelas abaixo com as informações solicitadas.
A. Em relação à anatomia e à histologia do intestino delgado:
B. Em relação à desnutrição:
O QUE EU SEI (K) O QUE EU QUERO 
APRENDER MAIS (W)
COMO FAREI PARA 
APRENDER (H)
O QUE EU SEI (K) O QUE EU QUERO 
APRENDER MAIS (W)
COMO FAREI PARA 
APRENDER (H)
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Roteiro de Laboratório Morfofuncional
Aspectos morfofuncionais do intestino 
delgado, dosagem de níveis de ferro,
desnutrição e anemia
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os componentes macroscópicos e a vascularização do intestino 
delgado.
Relacionar os componentes microscópicos do intestino delgado com o 
processo de absorção e a desnutrição. 
ESTAÇÃO 1: ANATOMIA	DO	INTESTINO	DELGADO
Duração total: 19 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS
1. Utilizando a projeção de imagem corporal, os modelos anatômicos, o visible 
body e o atlas de anatomia, analise as referências anatômicas das estruturas 
a seguir: 
• Duodeno:	
• Parte superior; 
• Parte descendente; 
• Parte horizontal; 
• Parte ascendente; 
• Papila maior do duodeno (papila duodenal maior); 
• Flexura duodenojejunal.
• Jejuno (alças jejunais).
• Íleo (alças ileais).
SP 1.3
1 2 3 4 5
78
2. Observe a posição do duodeno, do jejuno e do íleo na peça anatômica e 
correlacione ao seu próprio abdome. 
3. Dê	as	relações	anterior,	posterior,	lateral,	medial,	superior	e	inferior	do	duodeno.	
4. Qual o outro nome que recebe a papila duodenal maior? Quais estruturas 
desembocam na papila duodenal maior? 
5. Qual	 o	 nome	 do	 ligamento	 que	 une	 a	 flexura	 duodenojejunal	 à	 parede	
abdominal posterior? 
6. Preencha o quadro de acordo com as características anatômicas das três 
porções do intestino delgado.
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
CARACTERÍSTICA DUODENO JEJUNO ÍLEO
Cor
Calibre
Parede
Vascularização
Tecido adiposo 
mesentérico
Pregas circulares
Nódulos linfáticos
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet, notebook e modelos anatômicos (torso, masculino e feminino, com o dorso 
aberto,	em	28	partes	e	Sistema	Digestório	em	Placa).	
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	 K.	 L.,	 DALLEY	 A.	 F.,	 AGUR	 A.M.R.	 Anatomia	 orientada	 para	 a	 clínica.	
8ª Edição. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
ESTAÇÃO 2:	VASCULARIZAÇÃO	DO	INTESTINO	
DELGADO
Duração total: 19 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS, APLICATIVO VISIBLE BODY E 
ATLAS DE ANATOMIA
1. Utilizando os modelos anatômicos, o visible body e o atlas de anatomia, analise 
a vascularização arterial e venosa do intestino delgado por meio dos vasos a 
seguir: 
ARTÉRIAS 
• Tronco celíaco. 
• Hepática comum. 
• Gastroduodenal. 
• Pancreaticoduodenal superior posterior. 
• Pancreaticoduodenal superior anterior. 
• Mesentérica superior. 
• Pancreaticoduodenal inferior posterior. 
• Pancreaticoduodenal inferior anterior. 
VEIAS 
• Porta. 
• Pancreaticoduodenal superior posterior. 
• Pancreaticoduodenal superior anterior. 
• Gastromental direita. 
• Mesentérica superior. 
• Pancreaticoduodenais inferiores anteriores. 
• Pancreaticoduodenais inferiores posteriores. 
2. Correlacione a vascularização arterial do intestino delgado com a vascularização 
arterial das 3 regiões do intestino primitivo (anterior, média e posterior) 
observadas na fase embrionária do desenvolvimento. 
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MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet, notebook e modelos anatômicos: torso, masculino e feminino, com o dorso 
aberto,	em	28	partes	e	Sistema	Digestório	em	Placa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE	 K.	 L.,	 DALLEY	 A.	 F.,	 AGUR	 A.M.R.	 Anatomia	 orientada	 para	 a	 clínica.	
8ª Edição. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
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Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
ESTAÇÃO 3:	HISTOFISIOLOGIA	DO	INTESTINO	
DELGADO
Duração total: 19 minutos
ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Entre no Histology Guide. 
A. Analise a lâmina MHS 118 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-
118-small-intestine/14-slide-1.html.
B. Encontre as seguintes estruturas: 
• Camada Mucosa: Vilosidades com células absortivas e caliciformes; 
Criptas e Muscular da Mucosa. 
• Camada Submucosa. 
• Glândulas duodenais ou de Brunner. 
• Placas de Peyer. 
• Camada Muscular. 
• Camada Adventícia. 
https://www.histologyguide.com/slideview/MH-118-small-intestine/14-slide-1.html
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2. Preencha	o	quadro	de	acordo	com	as	características	histofisiológicas	das	três	
porções do intestino delgado.
3. Defina	desnutrição	proteico-energética	e	citar	suas	principais	repercussões.
4. O que é o marasmo de kwashiorkor? 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablet e notebook.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i /6/2[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1.
PAWLINA,	W.	Ross,	M.H.	Ross	histologia	texto	e	atlas:	correlações	com	biologia	celular	
e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.
vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2.
CARACTERÍSTICA DUODENO JEJUNO ÍLEO
Morfologia das 
Vilosidades 
Glândulas 
Quantidade 
de células 
caliciformes 
Quantidade de 
células de Paneth 
Tipos de 
secreções 
Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3
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