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1 3 ª E T A P A Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia autorização escrita da Inspirali Educação. 21-64138 CDD-610.07 NLM-WB 100 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno : 3ª etapa / [organização José Lúcio Machado, Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. -- (Bussola inspirali ; 1) PDF ISBN 978-65-88166-11-6 1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos 3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. Série. Índices para catálogo sistemático: 1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07 Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964 5 SUMÁRIO HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS ............................................................................... ....07 Objetivos e estratégias educacionais ....................................................................08 Raciocinar clinicamente, expandir as práticas .......................................................09 Objetivos específicos ...................................................................................................11 Cognitivas ...........................................................................................................11 Psicomotoras .....................................................................................................12 Atitudinais ..........................................................................................................13 Cronograma EC/HM ...............................................................................................14 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS .............................................................................................16 SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS ...............................................................................18 COMPLEXO TEMÁTICO I - Nascimento, crescimento e desenvolvimento ................19 Árvore temática 1 .........................................................................................................21 Agenda para TBL .........................................................................................................119 COMPLEXO TEMÁTICO II - Percepção, consciência e emoção ................................120 Árvore temática 2 .......................................................................................................122 Agenda para TBL .........................................................................................................199 COMPLEXO TEMÁTICO III - Processos degenerativos e saúde do idoso .................200 Árvore temática 3 .......................................................................................................202 Agenda para TBL .........................................................................................................308 3ª E T A P A 6 ÍCONES ÍCONE SIGNIFICADO Vídeo disparador disponível na plataforma. Videoaula ou podcast disponível na plataforma. Vídeo interativo disponível na plataforma. Vídeo de animação disponível na plataforma. Aula interativa disponível na plataforma. Material de apoio disponível na plataforma. Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 7 HABILIDADES/ ESTAÇÕES CLÍNICAS 3ª E T A P A 8 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS 9 As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico-paciente, através de oficinas práticas, sala de aula invertida, simulações com pacientes padronizados e discussões em pequenos grupos (Sínteses Provisórias e Novas Sínteses). As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais (reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor estes valores na experiência terapêutica). Pelas limitações associadas ao exame da criança na simulação padronizada, este módulo utilizará manequins infantis, acompanhados por atrizes/atores que serão seus guardiões legais. A partir desta etapa, iniciam-se as estratégias para apresentar e desenvolver o raciocínio clínico dos estudantes, começando pelo diagnóstico sindrômico em cada módulo. No módulo da infância, as crianças apresentam quadros ictérico ou exantemático, enquanto no módulo de exame abdominal, as pessoas trarão queixas de dores ou de GECA, o que auxilia no processamento dos grupos. RACIOCINAR CLINICAMENTE, EXPANDIR AS PRÁTICAS Objetivos e Estratégias educacionais 10 O módulo de avaliação da criança é o inicial por estar vinculado às atividades de NCS e PMSUS no mesmo período. Este módulo retoma os exames antropométricos, agora em crianças, além de abordar as orientações vacinais e alimentares do primeiro ano de vida. O módulo seguinte, que traz o exame físico abdominal, retoma as simulações padronizadas com os atores adultos e permite a revisão dos exames aprendidos anteriormente. Inicia-se, neste módulo, a discussão dos exames complementares que podem auxiliar no raciocínio clínico, em parceria com as atividades de práticas funcionais. 11 COMPETÊNCIAS ESPERADAS Ao final desta etapa, espera-se que os estudantes sejam capazes de demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da taxonomia de Bloom. COGNITIVAS 1. Aplicar, de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (sentimentos, ideias, funcionamento e expectativa). 2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo tradicional, seja no modelo SOAP, o que permite discutir os elementos da entrevista em pequeno grupo. 3. Identificar a maioria dos problemas da pessoa entrevistada e trazer ofertas – mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa – de cuidados relacionados. 4. Saber reconhecer os elementos básicos da caderneta vacinal da criança. 5. Organizar, mesmo que de forma superficial, o seu raciocínio clínico a partir de diagnósticos sindrômicos. 6. Sugerir condutas básicas farmacológicas de tratamento. 7. Sugerir, de forma básica, exames complementares que auxiliem na condução dos casos. Objetivos Específicos 12 PSICOMOTORAS 1. Realizar a aferição de peso, de altura e de circunferência abdominal em um adulto e em uma criança. 2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea (IMC) a partir dos dados anteriores. 3. Aferir a pressão arterial, a frequência cardíaca, a frequência respiratória e a temperatura, em pessoa adulta, de forma mecanizada. 4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa. 5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma mecanizada, com base nos elementos trabalhados na oficina prática. 6. Realizar exame de linfonodos, de forma mecanizada. 7. Realizar exame de orocospia, de forma mecanizada. 8. Realizar exame cardíaco, de forma mecanizada. 9. Realizar exame pulmonar, de forma mecanizada. 10. Realizar o exame abdominal, mesmo que com dificuldades. 11. Ao final, explicar à pessoa o significado desses achados. 13 ATITUDINAIS 1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada, ou com seuhttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 1 2 3 4 5 83 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 ESTAÇÃO 4: ABSORÇÃO DE NUTRIENTES PELO INTESTINO DELGADO E DESNUTRIÇÃO Duração total: 19 minutos ATIVIDADE 1: DIAGRAMA E LINHA DO TEMPO 1. A imagem representa a parede do jejuno, local onde ocorre a finalização da digestão e absorção dos nutrientes. Analise a imagem e preencha as legendas com os termos a seguir: • Absorção • Bolo alimentar/Quilo • Digestão • Lúmen do trato gastrointestinal • Motilidade • Mucosa • Secreção • Submucosa • Vaso sanguíneo 1 2 3 4 5 84 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 2. Organize uma linha do tempo para os processos de digestão dos carboidratos e proteínas. 2.1. Carboidratos A A glicose entra com Na+ pelo SGLT e sai pelo GLUT2 e a frutose entra pelo GLUT5 e sai pelo GLUT2 B Absorção dos monossacarídeos pelos enterócitos C Carboidratos digeridos a monossacarídeos D Maior parte dos carboidratos em nossa dieta são dissacarídeos e carboidratos complexos IVIIIIII 1 2 3 4 5 85 2.1. Carboidratos A Lipase e colipase pancreáticas quebram os lipídeos em monoacilgliceróis e ácidos graxos que ficam em micelas B Lipídeos absorvidos combinam-se com o colesterol e lipoproteínas nas células intestinais formando os quilomícrons C Monoacilgliceróis e os ácidos graxos saem das micelas e migram para as células por difusão e o colesterol é transportado para as células D Quilomícrons são transportados pelo sistema linfático E Sais biliares oriundos do fígado se ligam às gotas lipídicas Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 IVIIIIII 1 2 3 4 5 86 A A exopeptidase digere as ligações peptídicas terminais, liberando aminoácidos B Após a digestão, as proteínas são absorvidas principalmente como aminoácidos livres. Poucos di e tripeptídeos são absorvidos. Alguns peptídeos maiores que os tripeptídeos podem ser absorvidos por transcitose C As endopeptidases incluem a pepsina no estômago, e tripsina e quimiotripsina no intestino delgado. A endopeptidase digere as ligações peptídicas internas D Proteínas são cadeias de aminoácidos IVIIIIII 2.3. Proteínas 3. Responda como as disfunções nos processos de absorção de nutrientes podem estar relacionados a situações clínicas de desnutrição? Fonte: material adaptado do livro Fisiologia Humana: uma abordagem integrada, Silverthorn, 2017. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 1 2 3 4 5 87 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Cartões impressos das atividades das linhas do tempo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 1 2 3 4 5 88 Roteiro de Medicina Laboratorial Aspectos morfofuncionais do intestino delgado, dosagem de níveis de ferro, desnutrição e anemia LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar a importância do ferro no metabolismo, suas principais fontes alimentares e os fatores que afetam sua absorção, para a gestante e o neonato. Explicar a importância do hematócrito e dos índices hematimétricos na análise do hemograma. Caracterizar o diagnóstico clínico e laboratorial das anemias carenciais e as medidas terapêuticas na gestação, durante o crescimento e desenvolvimento infantil. ESTAÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO LABORATORIAL DOS DIFERENTES TIPOS DE ANEMIA SEGUNDO OS ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Em grupo, identifiquem na tabela a seguir os diferentes tipos de anemia (1 a 4) segundo os índices hematimétricos e justifiquem sua resposta. SP 1.3 1 2 3 4 5 89 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DE SANTIS, G.C. Anemia: definição, epidemiologia, fisiopatologia, classificação e tratamento. Medicina (Ribeirão Preto. Online) 2019;52(3):239-51. NAOUM, P.C. ANEMIAS – CLASSIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL. Ciência News. Disponível em: https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/ anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf. HAMERSCHLAK, N. Manual de hematologia: Programa Integrado de Hematologia e Transplante de Medula Óssea. Editora Manole, 2010. E-book. ISBN 9788520459676. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788520459676/. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf https://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/anemias/Anemias_Classificação_Diagnóstico_Diferencial.pdf https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ 1 2 3 4 5 90 ESTAÇÃO 2: ANÁLISE DO EXAME HEMATOLÓGICO E ALTERAÇÕES DOS ERITRÓCITOS EM LÂMINAS DE EXTENSÃO SANGUÍNEA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Utilize o acesso ao laboratório virtual da Algetec, clique no link de acesso ao Conteúdo do Curso referente à área da Saúde e selecione o tema Hematologia, e, em seguida, o tópico Esfregaço sanguíneo. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3 2. Para realização do experimento virtual, siga as etapas abaixo: A. 1ª Etapa: Apresentação: Nesta prática, será realizada a avaliação de alterações dos eritrócitos por esfregaço sanguíneo. É importante observar a estrutura normal dessas células para poder compará-las quanto a modificações no seu tamanho e coloração. Essa técnica é amplamente utilizada para compor os dados do hemograma, auxiliando no diagnóstico de diversas doenças. B. 2ª Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. C. 3ª Etapa: Acesse o Roteiro de Experimento. 1 2 3 4 5 91 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3 D. 4ª Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). E. 5ª Etapa: Realize o experimento. F. 6ª Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 2. Ao final do experimento, acesse o Láminario Virtual MedRoom pelo link https:// student.medroom.com.br/. Clique na lâmina Esfregaço de Sangue, observe os eritrócitos e elabore uma breve descrição das características morfológicas dos diferentes eritrócitos das lâminas virtuais. MATERIAIS NECESSÁRIOS Microscópio óptico de luz, Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. LORENZI, T F. Atlas Hematologia. Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85- 277-1997-1. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/978-85-277-1997-1/. https://student.medroom.com.br/ https://student.medroom.com.br/https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ 1 2 3 4 5 92 ESTAÇÃO 3: ALTERAÇÕES DE TAMANHO E COLORAÇÕES ERITROCITÁRIAS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse ao laboratório virtual da Algetec, clique no link de acesso ao Conteúdo do Curso referente à área da Saúde e selecionar o tema Hematologia. Selecione, em seguida, o tópico: Alterações de Tamanho e Colorações Eritrocitárias. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3 2. Para realização do experimento virtual, siga as etapas sequenciadas abaixo: A. 1ª Etapa: Apresentação: Nesta prática, será realizada a avaliação de alterações dos eritrócitos por esfregaço sanguíneo. É importante observar a estrutura normal dessas células para poder compará-las quanto a modificações no seu tamanho e coloração entre pacientes fisiologicamente normais com aquelas apresentando diferentes tipos de anemia (ferropriva, megaloblástica e falciforme). Esta técnica é amplamente utilizada para compor os dados do hemograma, auxiliando no diagnóstico de diversas doenças. 1 2 3 4 5 93 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.3 B. 2ª Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. C. 3ª Etapa: Acesse o Roteiro de Experimento. D. 4ª Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). E. 5ª Etapa: Realize o experimento. F. 6ª Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 3. Ao final do experimento, elabore uma breve descrição das diferenças observadas nos diferentes eritrócitos das lâminas virtuais. MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HAMERSCHLAK, N. Manual de hematologia: Programa Integrado de Hematologia e Transplante de Medula Óssea. Editora Manole, 2010. E-book. ISBN 9788520459676. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788520459676/. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. LORENZI, T F. Atlas Hematologia. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85-277-1997-1. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520459676/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ 1 2 3 4 5 94 Encerramento da sessãoSP 1.3 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: METODOLOGIA KWL 1. Em grupo, anotem no quadro abaixo as informações solicitadas: A. Em relação à anatomia e à histologia do intestino delgado: O QUE EU APRENDI (L) O QUE EU APRENDI (L) B. Em relação à desnutrição e à anemia: C. Um representante de cada grupo apresenta as informações descritas no último quadro e é feita uma discussão sobre a evolução do aprendizado dos temas. 1 2 3 4 5 95 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico a seguir e responda às questões. Paciente do sexo feminino, branca, 1 ano e 8 meses, natural e procedente de Bagé. Encaminhada por quadro de desnutrição calórico-proteica grave com história de vômitos frequentes com rajas de sangue, diarreia sanguinolenta e perda de peso pronunciada a partir dos 8 meses. Paciente foi amamentada no primeiro mês de vida; a partir do segundo mês, recebeu fórmula láctea por 3 meses. A partir de então, começou a receber leite integral pasteurizado complementado com dieta habitual para a idade. Conforme relato da mãe, a paciente era bem nutrida até por volta dos 7 meses, quando se iniciou o quadro acima descrito. Possui um histórico de múltiplas consultas e internações prévias, sempre manejadas com hidratação oral e venosa, além de tratamento antiparasitário, sem melhora do quadro. Na admissão, chorosa, irritada, letárgica, prostrada, desidratada, taquipneica, taquicárdica, com peso e altura abaixo do percentil 3 para a idade (peso: 7.300 g e altura: 75,5 cm) e cabelos finos, despigmentados e quebradiços. Exame físico: lesão pelagroide em região occipital, em anasarca e fígado palpável 3 cm abaixo do rebordo costal. Exames laboratoriais: hemograma com anemia megaloblástica, anisocitose, policromatofilia, pecilocitose e macrócitos; leucograma com leucocitose, porém sem desvio à esquerda. Eletrólitos (sódio, potássio e magnésio) dentro dos limites da normalidade. Albumina total de 2,5 g/dL. Hemocultura negativa. Urocultura por punção suprapúbica positiva para Escherichia coli >100.000 UFC/mL e Enterococcus sp. Anatomia patológica: anatomopatológica da biópsia de intestino delgado revelou mucosa duodenal com discreto aumento da população eosinofílica da lâmina própria, arquitetura vilosa preservada e esofagite crônica discreta com raros eosinófilos intraepiteliais em mucosa gástrica, pangastrite crônica discreta e pesquisa para Helicobacter pylori negativa. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3 1 2 3 4 5 96 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3 A. Quais sinais e sintomas apresentados pela criança caracterizam a desnutrição proteico-calórica? B. Qual a relação da lesão pelagroide, anasarca e fígado palpável com o quadro de desnutrição? C. Que tipo de desnutrição proteico-calórica essa criança apresenta, Marasmo ou Kwashiorkor? Justifique. D. Caracterize os achados hematológicos e correlacione com o quadro de desnutrição. E. A análise anatomopatológica identificou infiltração eosinofílica na mucosa duodenal, qual a importância desta informação para a determinação da causa da desnutrição e do diagnóstico? 2. Verifique o seu aprendizado e encontre as respostas esperadas para essas perguntas, acessando o artigo Rev HCPA 2009;29(1):70-73 https:// www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187. pdf?sequence=1&isAllowed=y. https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/157579/000743187.pdf?sequence=1&isAllowed=y 97 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq. br/1976838585516477 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 98 SP 1.4 Vacinação ou imunização? Aspectos morfofuncionais dos órgãos do sistema imune e os diferentes tipos sanguíneos https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 5 99 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse os vídeos abaixo no Ulife. A. Sistema linfático: Vasos linfáticos e linfonodos / Sistema linfático - Timo / Organização histológica dos linfonodos, timo e baço e; B. Tipagem sanguínea e sua relação com a eritroblastose fetal. ATIVIDADE 2: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Leia o texto e realize os exercícios a seguir. Apenas 1% da população total de linfócitos é encontrada circulando no sangue, isto porque, na sua maioria, eles são encontrados nos órgãos linfoides. A. O que são órgãos linfoides primário e secundário? B. Anote no quadro abaixo, os órgãos linfoidesprimários e secundários. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.4 ÓRGÃOS LINFOIDES PRIMÁRIOS ÓRGÃOS LINFOIDES SECUNDÁRIOS 1 2 3 4 5 100 Abertura da sessãoSP 1.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM Preencha corretamente a atividade a seguir, com base no seu conhecimento prévio sobre o sistema ABO e RH sanguíneo. 1. Faça um círculo nos possíveis receptores para cada tipo sanguíneo. 1 2 3 4 5 101 2. Qual a consequência para o organismo no caso de uma reação cruzada incompatível? Explique o processo no contexto da imunidade. Abertura da sessãoSP 1.4 1 2 3 4 5 102 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Aspectos morfofuncionais dos órgãos do sistema imune e os diferentes tipos sanguíneos LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Comparar a apresentação normal e alterada de exames de imagem do sistema imune: imagem/silhueta cardiotíimica em radiografias e linfonodos em ultrassonografia. Analisar os aspectos macroscópicos, microscópicos e funcionais dos órgãos do sistema imune e linfático por meio de sua localização e morfologia. Correlacionar os componentes celulares do sistema imune com a resposta ativa ante a vacinação. ESTAÇÃO 1: ANATOMIA DOS ÓRGÃOS LINFOIDES PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E POST-ITS 1. No modelo anatômico do torso, identifique, com post-its, o nome e onde se encontram os principais órgãos linfoides primários (ou centrais) e secundários (periféricos) de "A” a “G". SP 1.4 1 2 3 4 5 103 A. TONSILAS: Faríngea, tubárias, palatinas e linguais. B. Anel linfático da faringe (Anel de Waldeyer). C. Baço. D. Timo. E. Linfonodos: cervicais, axilares, cubitais, inguinais, poplíteos. F. Medula óssea. G. Tecidos linfoides associados à mucosa (MALT). 2. Acesse a plataforma LT Kuracloud e complete a trilha do conhecimento. ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na plataforma LT KuraCloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments). No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Anatomia. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Linfático e Imune. 2. Entre na opção “Histologia Linfática - laboratório”. 3. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4 https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments 1 2 3 4 5 104 ATIVIDADE 3: MICROSCÓPIO VIRTUAL - PERIPHERAL BLOOD 1. Prezado(a) aluno(a), acesse o Histology Guide/ Peripheral Blood - Sangue Periférico/ https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood. html e explore as seguintes imagens microscópicas: Granulócitos: neutrófilo (EM 169), eosinófilo (EM 119) e basófilo (EM 168). Agranulócitos: linfócito (EM 199) e plasmócito (EM 205). A. A partir das informações obtidas durante o estudo de cada célula imunológica, as quais são as principais características histológicas e fisiológicas de cada célula avaliada. B. Quais componentes celulares do sistema imune, explorados no momento 1, são os principais responsáveis pela resposta ativa ante a vacinação? C. Determine, em grupo, quais são as principais diferenças entre as vacinas atenuadas, inativadas e de subunidades. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores ou tablets com acesso à internet e Modelos anatômicos - cabeça, pescoço, nervoso, sensorial: Torso de luxo, masculino e feminino, com o dorso aberto, em 28 partes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D, U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 12 dez. 2022. DELVES, P. ROITT - Fundamentos de Imunologia, 13ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527733885. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/. Acesso em: 13 dez. 2022. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4 https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood.html https://www.histologyguide.com/EM-atlas/07-peripheral-blood.html https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/255 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/255 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527733885/ 1 2 3 4 5 105 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4 ESTAÇÃO 2: EXAMES DE IMAGEM DO TIMO E DOS LINFONODOS Duração total: 37 minutos O grupo se divide em duas metades: uma metade começa pela atividade 1 e a outra pela atividade 2 e depois de 17,5 minutos, invertem as atividades. ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. “O timo do RN caracteriza-se, radiologicamente, por alargamento do mediastino acima da imagem cardíaca na incidência ântero-posterior e por aumento da densidade retroesternal na incidência em perfil (Figura 5). Na incidência ântero-posterior, a largura normal da imagem tímica deve ser igual ou superior ao dobro da largura da terceira vértebra torácica, e dimensões inferiores a esta representam um sinal de involução tímica (Figura 6). Em situações de estresse ocasionadas por febre, infecções, cardiopatias congênitas, doenças pulmonares e desnutrição, pode haver rápida involução do timo, em consequência da ação do corticosteroide adrenal, podendo, inclusive, a imagem tímica não ser visualizada nas radiografias de tórax (Figura 7). Esta involução acidental regride após o término da situação de estresse e o timo volta às suas dimensões normais. O timo também pode apresentar configurações peculiares normais, compreendendo o sinal da onda, que corresponde a uma suave ondulação em seus contornos produzida pela compressão dos arcos costais anteriores, mais comum à esquerda; o sinal da incisura, representado pela junção do timo normal com a silhueta cardíaca; e o sinal da vela, decorrente de um formato peculiar do timo, apresentando uma configuração triangular da silhueta mediastinal superior, sendo mais comum à direita (Figuras 8, 9 e 10).” Fonte: Álvares, Beatriz Regina et al. Achados normais no exame radiológico de tórax do recém-nascido. Radiologia Brasileira [online]. 2006, v. 39, n. 6 [Acesso em 22 dez 2022], pp. 435-440. Disponível em: • 1 aluno(a) irá anotar as observações do exame. 1 2 3 4 5 108 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4 2. Realize o exame conforme as orientações a seguir: • Com respeito e cuidado, o(a) aluno(a) avaliador(a) pede ao(a) paciente para que se posicione sobre a maca e exponha a região cervical e axilar. • O(a) aluno(a) auxiliar irá ajudar o(a) paciente a se posicionar em decúbito dorsal na maca e a colocar o papel toalha, protegendo as vestimentas do(a) colega. • O(a) aluno(a) avaliador(a) aplica o gel para ultrassonografia no transdutor linear (plano) e coloca o transdutor na posição oblíqua, e depois na transversal e identifica os linfonodos. • O(a) aluno(a) que estará no aparelho de US fará os ajustes necessários e congelará a imagem (freeze) para a cópia da imagem para discussão no final da aula e colocação no portfólio. 3. Circule os linfonodos nas imagens do pescoço, conforme imagens a seguir (CHAMAS et al., 2004): Figura A Figura B Figura D Figura C 4. Qual das imagens acima apresenta linfonodomegalia? 1 2 3 4 5 109 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores ou tablets com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Álvares, B.R. et al. Achados normais no exame radiológico de tórax do recém- nascido. Radiologia Brasileira [online]. 2006, v. 39, n. 6 [Acesso em 22 dez 2022], pp. 435-440. Disponível em: . Epub 07 Fev 2007. ISSN 1678-7099. https://doi. org/10.1590/S0100-39842006000600012. Chammas, M.C. et al. Linfonodos cervicais: um dilema para o ultra-sonografista. Radiologia Brasileira [online]. 2004, v. 37, n. 5 [Acessado 22 Dezembro 2022], pp. 357-364. Disponível em: . Epub 17 Nov 2004. ISSN 1678-7099. https://doi. org/10.1590/S0100-39842004000500010. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.4 https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012 https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012 https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012 https://doi.org/10.1590/S0100-39842006000600012 https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010 https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010 https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010 https://doi.org/10.1590/S0100-39842004000500010 1 2 3 4 5 110 Roteiro de Medicina Laboratorial Aspectos morfofuncionais Dos órgãos do sistema Imune e os diferentes Tipos sanguíneos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Caracterizar a eritropoiese relacionando a importância da vitamina B12, ácido fólico e hormônio eritropoietina na formação das hemácias e suas indicações clínicas. Caracterizar os antígenos da membrana eritrocitária, contextualizar com o sistema ABO, Rh sanguíneo e o desenvolvimento de doença hemolítica do recém-nascido. Relacionar a avaliação do grupo sanguíneo materno na gravidez como pilar fundamental no diagnóstico pré-natal, as medidas terapêuticas e de seguimento associada à doença hemolítica do recém-nascido. ESTAÇÃO 1: DETERMINAÇÃO DOS GRUPOS SANGUÍNEOS (HEMAGLUTINAÇÃO IN VITRO) Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Identifique os grupos sanguíneos a seguir analisando os resultados. SP 1.4 1 2 3 4 5 111 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4 Antissoros produzidos em cobaias Indivíduo I Indivíduo II 2. A figura acima mostra testes de hemoaglutinação in vitro para dois indivíduos diferentes. Com base nos resultados dos testes, responda ao que se pede: A) Determine os tipos sanguíneos dos indivíduos I e II Nos Sistemas ABO e Rh. B) O indivíduo I pode doar sangue para o Indivíduo II? Justifique. C) O indivíduo II pode doar sangue para o Indivíduo I? D) Tratando-se de teste realizado para mãe e filho afetado por eritroblastose fetal, defina quem é a mãe e quem é o filho: Mãe: _________________________ Filho: ________________________ E) O que significa eritroblastose fetal? Como ela pode ser prevenida? Quais as medidas devem ser tomadas no pré-natal para a gestante? 1 2 3 4 5 112 MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ÁCLOHERTY, J. P.; EICHENWALD, E. C.; STARK, A. R.; e outros Manual de Neonatologia. Grupo GEN, 2015. E-book. ISBN 978-85-277-2735-8. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ 1 2 3 4 5 113 ESTAÇÃO 2: TIPAGEM SANGUÍNEA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Em grupos de 5 a 6 alunos e utilizando o acesso ao laboratório virtual da Algetec, acessar o link ao tópico: Tipagem Sanguínea. 2. Siga as etapas na ordem correta até a realização do experimento virtual: A. 1° Etapa: Apresentação: Neste experimento, você irá identificar o tipo sanguíneo (grupos ABO e Rh) da amostra pelo método de hemaglutinação em lâmina, utilizando os reagentes específicos (anticorpos monoclonais) e interpretando os resultados. Como parte das atividades, você deverá escolher os equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados e selecionar os instrumentos e reagentes corretos para classificar o tipo sanguíneo da amostra em análise. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4 B. 2° Etapa: Acesse o sumário teórico e realize uma leitura prévia. C. 3° Etapa: Roteiro de Experimento. D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). 1 2 3 4 5 114 E. 5° Etapa: Realize o experimento. F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CLOHERTY, J. P.; EICHENWALD, E. C.; STARK, A. R.; e outros Manual de Neonatologia. Grupo GEN, 2015. E-book. ISBN 978-85-277-2735-8. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2735-8/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ 1 2 3 4 5 115 ESTAÇÃO 3: ESFREGAÇO DE MEDULA ÓSSEA - ERITROPOESE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Prezado(a) aluno(a), acesse o site Histology guide e selecione o tópico Caixa de Slides/Eritrócito. A. Acesse: Desenvolvimento de glóbulos vermelhos MH 034bhr (coloração de Wright). B. Observar as diferenças existentes entre os precursores do eritrócito e diferencie-o de um eritroblasto. Clique no link a seguir: https://www. histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08- slide-1.html. 2. Qual a importância das vitaminas B9 e B12 e da eritropoetina no desenvolvimento das hemácias? A ausência das vitaminas B9 e B12 pode trazer quais consequências para a gestante e para o feto? 3. Descreva o processo pelo qual os eritrócitos se formam, amadurecem e passam a fazer parte do sangue circulante (eritropoese). MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ORENZI, T. F. Atlas Hematologia . Grupo GEN, 2005. E-book. ISBN 978-85- 277-1997-1. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/. HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A. H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. Grupo A, 2018. E-book. ISBN 9788582714515. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.4 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-034bhr-bone-marrow-smear/08-slide-1.html https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1997-1/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714515/ 1 2 3 4 5 116 Encerramento da sessãoSP 1.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 1. Discuta juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e, após, forneça uma breve explicação sobre o tema sorteado. 1 2 3 4 5 117 ATIVIDADE 1: VÍDEO E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Prezado(a) aluno(a), assista ao vídeo educativo e responda ao questionário associado. 2. Acesse o vídeo, de aproximadamente 5 minutos, e responda às questões de "A a D": https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s- hodge A. O que são antígenos? B. Se uma pessoa herda o alelo A de sua mãe e o alelo B de seu pai, qual será seu tipo sanguíneo? C. Por que as pessoas com sangue tipo O são consideradas doadoras universais? D. O que é fator Rh? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.4 https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s-hodge https://ed.ted.com/lessons/why-do-blood-types-matter-natalie-s-hodge 118 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq. br/1976838585516477 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 119 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 120 PERCEPÇÃO, CONSCIÊNCIA E EMOÇÃO COMPLEXO TEMÁTICO II 121 “Quem contempla desapaixonadamente, não contempla” (Jorge Luis Borges, 1899-1986) 122 Árvore temática 2 https://www.ulife.com.br/inspirali 123 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Integrar o conhecimento das estruturas responsáveis pela recepção, transmissão e processamento das informações (estímulos) originadas no meio interno e meio ambiente com reações psíquicas e comportamentais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Explicar as modalidades sensoriais de estímulos e sua interpretação cerebral. Descrever os mecanismos de neurotransmissão, reconhecendo estruturas e substâncias químicas nela envolvidas. Identificar as vias sensoriais e suas características morfofuncionais, no que se refere à audição, à visão, ao tato, ao olfato e ao paladar. Reconhecer como as informações do meio ambiente e do meio interno influenciam as emoções, memória, aprendizagem e comportamento. Caracterizar memória de curto e longo prazo. Identificar os três estágios de aprendizagem motora: cognitivo, associativo e autônomo. Identificar os principais transtornos de comportamento na infância, com enfoque no TDAH. Caracterizar o período do sono e suas fases. Descrever o mecanismo de sono e vigília. Valorizar os cuidados multiprofissionais no desenvolvimento do ser humano e em suas relações com o mundo. 124 SP 2.1 Vai voltar... Via gustatória e Via olfatória 1 2 3 4 5 125 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE E MAPA MENTAL 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, reflita: A. Você se lembra em quais tratamentos precisou usar antibióticos? Como foi sua experiência? B. Você acha que em todos os casos de infecções deve-se utilizar antibióticos? C. Você conhece as estruturas morfofisiológicas envolvidas em infecções de vias superiores? 2. Assista aos vídeos do Ulife abaixo e durante sua execução, anote os pontos que julgar importantes. A. Sensações gustatórias e olfatórias; B. Introdução ao sistema nervoso sensorial; C. Via gustatória; D. Epitélio olfatório e gustatório; E. Via olfatória. 3. Após assistir aos vídeos, elabore um mapa mental com as vias gustatória e olfatória, desde o receptor até o córtex associativo. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1 1 2 3 4 5 126 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Estudantes voluntários vão até a frente da sala e cada um deles será um relé da via. Cada um deve colar uma folha sulfite no tórax com o nome do relé que representa. Cada estudante (relé) deve se dar a mão representando as sinapses. Ao final, discutem por que estes sentidos são chamados de sentidos químicos. Abertura da sessãoSP 2.1 1 2 3 4 5 127 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Via gustatória e Via olfatória LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os componentes microscópicos do epitélio olfatório e das papilas linguais. Correlacionar as vias gustatória e olfatória às areas do sistema nervoso responsáveis pelo seu processamento. ESTAÇÃO 1: HISTOFISIOLOGIA DO EPITÉLIO OLFATÓRIO E GUSTATÓRIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Prezado(a) aluno(a), acesse a plataforma MedRoom https://student.medroom. com.br/, depois Laminário Virtual MedRoom e siga os passos abaixo: A. Busque pela lâmina: Corte - Língua, Traqueia e Fossas Nasais; B. Analise a lâmina, diferenciando as cavidades nasal e oral; SP 2.1 https://student.medroom.com.br https://student.medroom.com.br 1 2 3 4 5 128 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 C. Na cavidade nasal, observe o septo nasal e o epitélio que o recobre. Note que esse epitélio é, na sua região mais anterior, um epitélio pseudoestratificado ciliado e que vai gradualmente, no sentido posterior, aumentando de espessura e organizando-se como o epitélio olfatório. 2. Responda às questões “A” e “B”: A. Como podemos classificar um neurônio olfatório, quanto à sua morfologia: pseudounipolar, bipolar ou multipolar? B. Em que regiões da cavidade nasal de humanos encontramos o epitélio olfatório? ATIVIDADE 2: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o site Histology guide, depois Slide box e siga as instruções abaixo: A. Busque as lâminas do trato gastrintestinal (gastrintestinal tract – chapter 14) e clique na lâmina da língua: MHS 264 Tongue; B. Analise a lâmina, procurando as regiões onde estão as papilas circunvaladas, analise sua morfologia e anote suas características; C. Nessa papila, descreva a organização dos corpúsculos gustatórios; D. Responda: Quais são os 5 sabores básicos que podemos perceber e em qual região da língua estão situados? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, laminário virtual MedRoom. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 28 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 129 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 ESTAÇÃO 2: ÓRGÃO OLFATÓRIO E GUSTATÓRIO EM REALIDADE VIRTUAL Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E MODELOS ANATÔMICOS 1. Acesse a ferramenta que lhe foi orientado(a) e siga os passos abaixo: A. Higienize os óculos e controles manuais. B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar noroteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram no modelo anatômico e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). C. Busque as estruturas abaixo: • Concha nasal superior; • Meato nasal superior; • Neurônios olfatórios no epitélio olfatório; • Filamentos do nervo olfatório (I par); • Lâmina cribriforme do o. etmoide; • Trato olfatório; • Bulbo olfatório; • Córtex olfatório; • Papilas filiformes; • Papilas fungiformes; 1 2 3 4 5 130 • Papilas circunvaladas; • Papilas folhadas; • Nervo corda do tímpano (ramo do nervo facial, VII par, responsável pela sensibilidade gustatória dos 2/3 anteriores da língua); • Nervo glossofaríngeo (IX par, responsável pela sensibilidade gustatória do 1/3 posterior da língua e epiglote); • Núcleo Gustatório; • Núcleo Ventral Posteromedial – VPN; • Córtex Gustatório – Área 36. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, Atrium MedRoom, kit de higienização para realidade virtual, modelo anatômico da língua e hemicabeça. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 28 dez. 2022. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 131 ESTAÇÃO 3: LINHA DO TEMPO DA VIA GUSTATÓRIA E VIA OLFATÓRIA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO 1. A partir das imagens a seguir, organize uma linha do tempo para os eventos que ocorrem no processo gustatório e olfatório. A. Via gustatória. Com a ajuda da figura 8.8, organize os termos a seguir na linha do tempo abaixo: • Córtex Gustatório – Área 36; • Núcleo Gustatório; • Núcleo Ventral Posteromedial – VPN; • Parte anterior da língua, parte posterior da língua, epiglote. Em qual região do encéfalo (telencéfalo, tálamo, hipotálamo, mesencéfalo, ponte, bulbo, cerebelo) cada área acima está situada? Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 1 2 3 4 5 132 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 Fonte: FIGURA 8.8 Vias centrais da gustação. BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331 1 2 3 4 5 133 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 C. Via olfatória. Organize os termos a seguir na linha do tempo esquematizada no desenho abaixo: • Bulbo olfatório; • Córtex olfatório; • Nervo craniano I; • Neurônios olfatórios no epitélio olfatório; • Trato olfatório. Fonte: SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022 D. Em qual região do encéfalo (telencéfalo, tálamo, hipotálamo, mesencéfalo, ponte, bulbo, cerebelo) cada área acima está situada? https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041 1 2 3 4 5 134 2. As sensações olfatórias e gustatórias em muitas situações se sobrepõem e são complementares. Explique essa relação a partir da organização das vias olfatórias e gustatórias. 3. Como as sensações olfatórias e gustatórias podem contribuir para nossa memória e nossas emoções, a partir da relação destas com o sistema límbico? MATERIAIS NECESSÁRIOS Material das linhas do tempo impresso e cortado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022. BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 1 2 3 4 5 135 Roteiro de Medicina Laboratorial Via gustatória e Via olfatória LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os mecanismos fisiológicos da sensibilidade gustatória e olfatória, quanto às características dos receptores, adaptação, localização, tipos e transdução do estímulo. ESTAÇÃO 1: PERCEPÇÃO DO SABOR E CHEIRO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1:TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Nesta atividade, será possível experienciar diferentes odores e sabores, a fim de entender o processo morfofisiológico por trás desses sentidos. 1. Siga as instruções abaixo: A. Selecione 1 aluno(a) voluntário(a). Vende os olhos dele(a) e feche o nariz com um pregador grande. B. Selecione o(a) aluno(a) que aplicará o experimento. Ele(a) deve higienizar as mãos e calçar as luvas antes de ter contato com os frascos. SP 2.1 1 2 3 4 5 136 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1 2. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Neurociência/ Fisiologia Sensorial/ Fisiologia Sensorial Laboratório e faça a lição 17. A. Anote aqui os resultados encontrados: B. Destampe o nariz do voluntário. C. Aproxime o frasco 4 do nariz dele e mantenha. D. Coloque um pedaço do conteúdo do frasco 1 na boca dele. E. Anote aqui os resultados encontrados: 3. Responda ao desafio: Qual a reação do colega? Por que ocorre esta confusão? Explique fisiologicamente o resultado dessa experiência. FRASCO PERCEPÇÃO DE SABOR 1 2 3 FRASCO CHEIRADO FRASCO DEGUSTADO PERCEPÇÃO DE SABOR 4 1 https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 137 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS 4 copos descartáveis, com etiquetas numeradas de 1 a 4 e completamente tampados com folha de papel inox; Frasco 1 - fatias de maçã; Frasco 2 - fatias de batata crua; Frasco 3 - fatias de cebola; Frasco 4 - cebola cortada ao meio; venda, pregador grande, luvas e guardanapos de papel. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOUGLAS, C. R. Tratado de Fisiologia Aplicada às Ciências Médicas, 6ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2009. E-book. ISBN 978-85-277-1974-2. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/. Acesso em: 23 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/ 1 2 3 4 5 138 ESTAÇÃO 2: DISTRIBUIÇÃO DOS ÓRGÃOS GUSTATÓRIOS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade, os(as) estudantes são convidados(as) a experenciar diferentes sabores, a fim de entender o processo morfofisiológico por trás desses sentidos. 2. Siga as instruções abaixo: A. Selecione 1 aluno(a) voluntário(a). Vende os olhos dele(a). B. Selecione o(a) aluno(a) que aplicará o experimento. Ele(a) deve higienizar as mãos e calçar as luvas antes de ter contato com os frascos. 3. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Neurociência/ Fisiologia Sensorial/ Fisiologia Sensorial Laboratório e faça a lição 18. A. Anote aqui os resultados encontrados: Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1 FRASCO PERCEPÇÃO DE SABOR (POR REGIÃO DA LÍNGUA) 5 6 7 8 https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 139 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.1 4. Responda aos desafios “A” e “B”. A. Explique fisiologicamente como você pode identificar melhorcada sabor básico em uma região específica da língua. B. Por que quando queimamos a língua com algum alimento quente, fica mais difícil identificar o sabor do alimento? MATERIAIS NECESSÁRIOS 4 copos descartáveis, com etiquetas numeradas de 5 a 8 e completamente tampados com folha de papel inox; Frasco 5 - Solução de sacarose: Aproximadamente 15 g de açúcar em 50 mL de água; Frasco 6 - Solução de cloreto de sódio: Aproximadamente 5 g de sal em 50 mL de água; Frasco 7 - Ácido cítrico: Aproximadamente 2 g de ácido cítrico em 50 mL de água, Frasco 8 - Água tônica: 50 mL de água tônica contendo quinino; venda, luvas, guardanapos de papel e 8 pissetas descartáveis. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOUGLAS, C. R. Tratado de Fisiologia Aplicada às Ciências Médicas, 6ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2009. E-book. ISBN 978-85-277-1974-2. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/. Acesso em: 23 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1974-2/ 1 2 3 4 5 140 Encerramento da sessãoSP 2.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL 1. Um estudante de cada grupo deverá apresentar o mapa conceitual confeccionado no período extra-aula. A turma complementa as informações dos mapas apresentados e discute pontos relevantes. 1 2 3 4 5 141 ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO-PROBLEMA 1. Leia o texto abaixo e faça o que se pede. Febre, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Esses são sintomas comumente relatados por quem contrai dengue ou COVID-19, de forma que pode ser difícil diferenciar as duas doenças. Mas a evolução dos sinais e sintomas pode dar uma pista do diagnóstico. As duas doenças são causadas por vírus, mas a transmissão ocorre de maneira diferente: a dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Já a COVID-19 é transmitida por gotículas de secreções respiratórias de uma pessoa infectada. No caso da COVID-19, podem ocorrer sinais de casos leves, moderados ou graves. Os casos leves da doença causada pelo coronavírus são caracterizados pela presença de sintomas não específicos, como: tosse; dor de garganta seguida de anosmia, ageusia, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, coriza, fadiga e/ ou cefaleia. (Fonte: Ministério da Saúde. https://www.gov.br/saude/pt-br/ assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais- das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas). Acesse o link e leia sobre sintomas sensoriais da COVID-19 e após, responda às questões https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e- ageusia/. A. O que é anosmia e hiposmia? B. O que é ageusia e disgeusia? C. Quais são os fatores que podem causar anosmia? D. Quais são os fatores que podem causar ageusia? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.1 https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/dengue-e-covid-19-conheca-os-sinais-das-duas-doencas-e-aprenda-a-diferenciar-os-sintomas https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e-ageusia/ https://www.blogs.unicamp.br/salav/2022/09/21/anosmia-e-ageusia/ 142 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 143 SP 2.2 O quê? Repita, por favor? Via Auditiva e Via Vestibular 1 2 3 4 5 144 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Reflita: • Você conhece alguém que tenha perda auditiva? • Já realizou algum exame de audição? • Você conhece as estruturas morfofisiológicas envolvidas na percepção do som? 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, assista, no Ulife, aos vídeos abaixo e, após, siga para as questões 2 e 3. A. Diagnóstico das perdas auditivas condutivas e sensoriais; B. Sensibilidade auditiva e audiometria; C. Via vestibular; D. Via auditiva; E. Sistema Audiorreceptor; F. Sistema Audiorreceptor - receptores da audição. 2. Anote no seu caderno as estruturas anatômicas que compõem as vias. 3. Qual o papel da visão e da propriocepção na função do equilíbrio? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2 1 2 3 4 5 145 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO 1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments Monash University/. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/ experiments / Hearing/ Revisão de Anatomia Auditiva/ Quebra-cabeça. Em seguida, o(a) professor(a) projeta, na tela, a atividade, e toda a turma ajuda a completar. Abertura da sessãoSP 2.2 https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments 1 2 3 4 5 146 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Via Auditiva e Via Vestibular LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Classificar as estruturas anatômicas da orelha em externa, média e interna de acordo com sua localização. Diferenciar morfológica e funcionalmente os componentes do órgão vestibulococlear. Analisar as vias auditiva e vestibular (consciente e inconsciente), de acordo com sua estrutura e função. ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA DA ORELHA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos e o app visible body ou similar e analise as referências anatômicas das estruturas a seguir: Orelha externa: • Lóbulo da orelha; • Hélice; • Anti-hélice; • Trago; SP 2.2 1 2 3 4 5 147 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 • Anti-trago; • Concha da orelha; • Fossa triangular; • Meato acústico externo; • Poro acústico externo; • Membrana timpânica. Orelha média: • Cavidade timpânica; • Ossículos da audição; • Martelo; • Bigorna; • Estribo. • Tuba auditiva: • Óstio timpânico da tuba auditiva; • Parte óssea da tuba auditiva; • Parte cartilaginosa da tuba auditiva; • Óstio faríngeo da tuba auditiva. Orelha interna: • Labirinto ósseo: • Canais semicirculares; • Cóclea: • Janela oval; • Janela redonda. Labirinto vestibular: • Utrículo; • Sáculo. Labirinto coclear: • Ducto coclear; • Membrana tectórea; • Órgão espiral (Epônimo: órgão de Corti); • Gânglio espiral. 1 2 3 4 5 148 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 2. Acesse a plataforma LT KuraCloud e siga os passos abaixo: A. Entre na disciplina “Anatomia”; B. Clique na aula Sentidos Especiais; C. Clique na atividade Modelos de Sentidos Especiais – Laboratório; D. Realize somente a atividade 7, “Audição e Equilíbrio”. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos: Ouvido, 3 vezes o tamanho natural, 4 partes; Seção frontal e lateral de cabeça; Ossículos da audição; Cóclea, tablet ou notebook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A. M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments 1 2 3 4 5 149 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 ESTAÇÃO 2: MICROSCOPIA DA ORELHA INTERNA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o Laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/e digite H61 na busca. Observe que esta é uma lâmina da cóclea. Identifique as estruturas listadas abaixo: Cóclea: • Modíolo; • Membrana Basilar; • Membrana Vestibular; • Escalas: Vestibular, Média e Timpânica; • Helicotrema; • Órgão de Corti: • Membrana Basilar; • Membrana Tectórea; • Células Ciliadas (pilosas) Externas e Internas; • Estria vascular. Labirinto vestibular: • Crista Ampular: • Células Sensoriais Ciliadas; • Células de Sustentação; • Cúpula. 2. Acesse a plataforma LT KuraCloud e siga os passos abaixo: A. Entre na disciplina “Anatomia”; B. Clique na aula Sentidos Especiais; https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 150 C. Clique na atividade Histologia de Sentidos Especiais – Laboratório; D. Realize somente a atividade 7, “Audição”. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos: cabeça, pescoço, nervoso, sensorial: Órgão de Corti, tablet, notebook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 02 jan. 2023. PAWLINA, W. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527737241/. Acesso em: 02 jan. 2023. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 151 ESTAÇÃO 3: VIAS AUDITIVA E VESTIBULAR Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Siga o passo a passo abaixo: A. Higienize os óculos e controles manuais; B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium, conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (busque no App Visible Body ou similar, as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). C. Busque as estruturas abaixo: Via auditiva: • Gânglio espiral; • Parte coclear do nervo vestíbulo coclear (VIII par); • Bulbo: núcleos cocleares e olivares superiores; • Corpo trapezoide; • Lemnisco lateral; • Colículos inferiores; • Corpo geniculado medial; • Giro temporal transverso anterior. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 1 2 3 4 5 152 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.2 Via Vestibular: • Gânglio vestibular; • Parte vestibular do nervo vestíbulo coclear (VIII par); • Núcleos vestibulares; • Via inconsciente: Pedúnculo cerebelar inferior; Cerebelo; • Via consciente: Área vestibular: lobo parietal próximo ao território da área somestésica da face. ATIVIDADE 2: MAPA CONCEITUAL 1. Elabore um mapa conceitual formando as vias auditivas e vestibulares (consciente e inconsciente). MATERIAIS NECESSÁRIOS Papel flip chart, giz de cera, notebook e tablet, Atrium MedRoom, kit de higienização. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714041/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 153 Roteiro de Medicina Laboratorial Via Auditiva e Via Vestibular LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Caracterizar os aspectos fisiológicos relacionados à audição, por meio dos testes de condutância aérea e óssea. Analisar a integridade da via auditiva a partir de testes auditivos. ESTAÇÃO 1: AUDIOMETRIA POR VIA AÉREA Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO 1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments Monash University. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/ experiments / Hearing/ Hearing Sensitivity/ Hearing Test e siga as instruções abaixo: SP 2.2 https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments 1 2 3 4 5 154 2. Nesta estação, o grupo fará uma audiometria por via aérea. Selecione um voluntário que não tenha queixas auditivas conhecidas e que tenha fone de ouvidos. Esta pessoa fará o papel de paciente. 3. Outro estudante voluntário fará a testagem. Lembre-se de não dar pistas visuais para o voluntário paciente. O ideal é que você fique atrás dele ou em qualquer lugar que ele não possa vê-lo. 4. Toda a sala deve estar em silêncio para não atrapalhar a testagem. Quem puder, faça uso de libras ou da linguagem escrita, mas não utilize a linguagem verbal. 5. Do lado esquerdo da tabela estão os sons graves e do lado direito, os sons agudos. No lado de cima da tabela estão os sons menos intensos e do lado de baixo, os sons mais intensos. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2 1 2 3 4 5 155 6. Avise o voluntário que você iniciará a testagem e que ele deverá levantar a mão sempre que detectar um som. 7. Comece testando Both Ears (ambas as orelhas), do início da coluna (menor intensidade) de frequência mais grave indo para as maiores intensidades, até encontrar um tom que o voluntário consiga detectar. 8. Passe por todas as colunas, até que o tom menos intenso esteja marcado em verde escuro e plotado no audiograma (veja o exemplo abaixo). Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2 1 2 3 4 5 156 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2 Observação: os dados obtidos não têm sensibilidade para ter um significado clínico. 9. Após obter o audiograma, pergunte ao voluntário como ele se sentiu e como foi fazer o teste. 10. Qual o significado fisiológico dos dados obtidos? Em caso de falha no teste, quais estruturas da via auditiva poderiam estar lesadas? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook e fones de ouvido. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SCHOCHAT, E.; SAMELLI, A. G.; COUTO, C. D.; et al. Tratado de audiologia. Santana de Parnaíba: Editora Manole, 2022. E-book. ISBN 9786555765731. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. Acesso em: 23 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/ 1 2 3 4 5 157 ESTAÇÃO 2: AUDIOMETRIA POR VIA ÓSSEA VERSUS VIA AÉREA Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO 1. Nesta estação, o grupo fará uma audiometria por via óssea. Selecione um voluntário que escute bem. Esta pessoa fará o papel de paciente. 2. Outro estudante voluntário fará a testagem. 3. Toda a sala deve estar em silêncio para não atrapalhar o experimento. 4. Siga as instruções abaixo: EXPERIMENTO 1 - Teste de Weber - Procedimento • Bata o diapasão com forte intensidade na mão ou em uma superfície emborrachada. • Coloque o diapasão tocando a linha média da fronte, da calota craniana ou junto aos dentes incisivos. • Se o som for ouvido igualmente em ambos ouvidos, a audição é normal ou a perda auditiva é similar bilateralmente e, nesse caso, diz-se que o WEBER é indiferente. • Se a percepção do som for no lado pior (afetado), então a perda auditiva é condutiva. • Se a percepção do som for no lado melhor (não afetado), então a perda auditiva é neurossensorial (afetado). EXPERIMENTO 2 - Teste de Rinne - Procedimento • Bata o diapasão com forte intensidade na mão ou em uma superfície emborrachada. • Coloque o diapasão sobre a mastoide até que o paciente refira que não está mais escutando o som, momento em que o diapasão é colocado junto Roteiro de Medicina LaboratorialSP2.2 1 2 3 4 5 158 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.2 ao meato acústico externo cerca de 2 cm dele, com os arcos no sentido perpendicular ao ouvido (para se evitar a zona muda). • O Rinne é positivo quando o som é escutado por via aérea, após não ser mais escutado por via óssea. Isto ocorre na audição normal e nas perdas neurossensoriais. • O Rinne é negativo quando o som não é escutado por via aérea, após não ser mais escutado por via óssea. Isto ocorre nas perdas condutivas, quando a audição por via óssea é mais prolongada e o sistema amplificador da condução tímpano-ossicular está alterado. Esta diferença será percebida quando houver um gap aéreo-ósseo de 20 dB ou mais. Observação: Os dados obtidos não têm sensibilidade para ter um significado clínico. 5. Após obter os resultados, pergunte ao voluntário como ele se sentiu e como foi fazer o teste. 6. Qual o significado fisiológico dos dados obtidos por via aérea e por via óssea? Em caso de falha no teste, que estruturas da via auditiva poderiam estar lesadas? MATERIAIS NECESSÁRIOS Diapasão (128 ou 256 ou 512 Hz). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SCHOCHAT, E.; SAMELLI, A. G.; COUTO, C. M. D.; et al. Tratado de audiologia. Santana de Parnaíba: Editora Manole, 2022. E-book. ISBN 9786555765731. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/. Acesso em: 23 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765731/ 1 2 3 4 5 159 Encerramento da sessãoSP 2.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL 1. O(a) professor(a) irá escolher um membro de cada grupo para apresentar o mapa conceitual das vias auditiva e vestibular elaborado na estação 2 do Laboratório Morfofuncional, os demais alunos farão sugestões sobre o tema estudado. Após, responda as perguntas disparadoras para discussão a partir da visualização do mapa conceitual: A. Por que temos uma via vestibular consciente e outra inconsciente? B. Qual a diferença entre: perda auditiva neurossensorial e condutiva? Perda auditiva central e periférica? (alunos(as) voluntários(as) podem assinalar com um X no mapa conceitual, onde é provável que esteja a lesão, em cada um dos 4 tipos de perdas auditivas citadas). 1 2 3 4 5 160 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO - HABILIDADE AUDITIVA 1. Leia o texto a seguir e realize as atividades propostas. Os testes de audiometria tonal limiar aferem a detecção do som, ou seja, se o indivíduo escuta ou não determinada frequência sonora. Entretanto, a audiometria tonal não dá pistas sobre se o paciente entende ou não o que está escutando. O processamento auditivo central refere-se à eficiência e à efetividade com que o sistema auditivo utiliza a informação do som, captada na cóclea. Em outras palavras, é um conjunto de habilidades específicas das quais o indivíduo depende para compreender o que ouve. A. Acesse o documento do Conselho Federal de Fonoaudiologia e identifique quais são as 7 etapas que compõem o processamento auditivo central, ou seja, que permitem que compreendamos aquilo que ouvimos. CFFA. Guia de Orientação Avaliação e Intervenção no Processamento Auditivo Central. 2020. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org. br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_ Intervencao_PAC.pdf. Acessado em: 23 de dezembro de 2022. B. Anote no quadro abaixo a habilidade auditiva e sua respectiva definição. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.2 HABILIDADE DEFINIÇÃO https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf https://www.fonoaudiologia.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CFFa_Guia_Orientacao_Avaliacao_Intervencao_PAC.pdf 161 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 162 SP 2.3 Eu não nasci de óculos... Via Óptica 1 2 3 4 5 163 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Antes do vídeo, reflita: você já ouviu falar que pessoas com diabetes podem perder a visão? Já parou para pensar por que isso ocorre? 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem pré-aula, assista, no Ulife, aos vídeos e faça a associação dos componentes com seus aspectos funcionais, conforme listado abaixo. A. Vias óptica parte 1; B. Vias óptica parte 2; C. Sistema Fotorreceptor; D. Retinopatia diabética; E. Visão (Reflexo pupilar consensual e determinação do ponto cego); F. Via optica - USG, TC e RM; G. Visão. 2. Após assistir aos vídeos, responda às seguintes perguntas: A. Quais são os componentes da via óptica? B. Quais são as possíveis alterações detectadas no campo visual e suas correlações anatômicas? C. Quais são os componentes macroscópicos do olho? D. Como está organizada microscopicamente a retina? E. Como classificam-se as retinopatias diabéticas? F. Explique o reflexo pupilar. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3 1 2 3 4 5 164 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - ANATOMIA DO OLHO 1. Em grupo, acesse a plataforma LT KuraCloud, na disciplina “Anatomia” a aula “Sentidos Especiais” e realize as atividades propostas abaixo: A. Nessa aula, escolha a atividade “Dissecação dos olhos – Laboratório” e faça as etapas de 1 a 5. B. Em uma folha “flipchart”, elabore um esquema da Anatomia do Olho. C. Ao final, um representante de cada grupo apresenta o esquema e realiza uma discussão do material. Abertura da sessãoSP 2.3 1 2 3 4 5 165 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Via Óptica LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar morfologicamente as estruturas anatômicas do olho. Diferenciar morfológica e funcionalmente os componentes microscópicos da retina. Correlacionar a via óptica com alterações de campo de visão. ESTAÇÃO 1: ANATOMIA DO OLHO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos e o App Visible Body ou similar e analise as referências anatômicas das estruturas a seguir. Olho e estruturas pertinentes. 1. Bulbo do olho • Túnica fibrosa do bulbo. Esclera; Córnea: • Túnica vascular do bulbo. SP 2.3 1 2 3 4 5 166 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 Corióide; Corpo ciliar; M. ciliar; Íris; Pupila; M. dilatador da pupila; M. esfíncter da pupila: • Túnica interna do bulbo. Retina; Parte cega da retina; Ora serrata; Parte óptica da retina; Disco do nervo óptico: • Lente; • Câmaras do bulbo do olho. Câmara anterior; Câmara posterior; Câmara postrema; Humor aquoso; Corpo vítreo. 2. Estruturas oculares acessórias Órbita: • Ossos que formam a orbita: • Frontal; • Esfenoide; • Zigomático; • Maxilar; • Palatino; • Etmoide; • Lacrimal: • Ducto lacrimonasal. Supercílio; Pálpebras; 1 2 3 4 5 167 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 Glândula lacrimal; Músculos extrínsecos do olho: • Reto superior; • Reto inferior; • Reto lateral; • Reto Medial; • Oblíquo superior; • Oblíquo inferior; • Levantador da pálpebra superior. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos: Olho, 3 vezes o tamanho natural, 7 partes e Crânio montado sobre a coluna cervical, 4 peças, tablet ou notebook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A. M. R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book.ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 168 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 ESTAÇÃO 2: HISTOFISIOLOGIA DA RETINA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e digite H68 na busca. Observe que esta é uma lâmina do Globo Ocular. Faça uma análise morfológica do globo ocular e identifique as estruturas abaixo: A. Túnica fibrosa (externa, formada pela esclera e pela córnea); B. Túnica vascular (média, formada pela coroide, pelo corpo ciliar e pela íris); C. Túnica nervosa (interna, formada pela retina). 2. Na retina, identifique as estruturas abaixo: A. Camada das células pigmentares – epitélio pigmentar da retina: células cúbicas com grânulos de melanina fortemente corados em marrom; B. Camada dos cones e bastonetes: células fotosensitivas; C. Plexiforme externa: região de sinapses; D. Camada das células bipolares: células organizadas em várias camadas com núcleos redondos pequenos e bem corados; E. Plexiforme interna: região de sinapses; F. Camada das células ganglionares: formada por células nervosas em duas ou três camadas. https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 169 ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Leia o texto abaixo e responda às questões “A” e “B”: Observe que o globo ocular apresenta 3 câmaras, a anterior e a posterior, preenchida pelo humor aquoso sintetizado no corpo ciliar e drenado pelo canal de Schlemm, e o corpo vítreo, preenchida por uma substância gelatinosa e transparente, o humor vítreo. Após a íris, há uma lente, o cristalino, protegido por uma cápsula conjuntiva. A. Em qual camada da retina estão os fotorreceptores? B. Quais estruturas do olho podem ser lesadas na retinopatia diabética? Como esse processo ocorre? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook e tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 02 jan. 2023. PAWLINA, W. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527737241/. Acesso em: 02 jan. 2023. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 170 ESTAÇÃO 3: VIA ÓPTICA E EXAMES DE IMAGEM DO OLHO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS E APLICATIVO E-ANATOMY (IMAIOS) 1. Organize os termos a seguir na ordem correta, de acordo com a via óptica a partir da retina (projeção retinofugal) e, depois, identifique no modelo anatômico do encéfalo o local onde estão situadas essas estruturas. • Corpos geniculado lateral; • Córtex visual primário: lábios do sulco calcarino; • Fibras retino geniculadas; • Nervo óptico; • Quiasma óptico; • Trato geniculocalcarino (radiação óptica); • Trato óptico. 2. Analise as imagens abaixo, identifique as estruturas apontadas e faça a correlação com as lesões nas projeções retinofugais. Fonte: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com) Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 1 2 3 4 5 171 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.3 3. Entre no link https://www.imaios.com/br/e-anatomy/cabeca-e-pescoco/olho analise as imagens de tomografia de coerência óptica – imagens 108 a 128 - e faça um esquema das camadas que compõem a retina. MATERIAIS NECESSÁRIOS Esquema impresso da imagem da atividade 2, notebook e tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022. BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegrue: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. https://www.imaios.com/br/e-anatomy/cabeca-e-pescoco/olho https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 1 2 3 4 5 172 Roteiro de Medicina Laboratorial Via Óptica LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar como as condições clínicas afetam as características morfológicas e funcionais da via óptica. Experimentar testes visuais com relevância clínica para atuação médica. ESTAÇÃO 1: TESTE DE CONVERGÊNCIA DE OLHAR E TESTE DO PONTO CEGO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments) e siga as instruções. 2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis. Clique em Fisiologia Humana. 3. Abrirá muitas opções, clique na opção Fisiologia Sensorial. SP 2.3 https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments 1 2 3 4 5 173 4. Entre na opção “Fisiologia Sensorial - laboratório” (imagem abaixo): 5. Faça a trilha 3 (Convergência do Olhar – Atividade) e, após, faça a trilha 6 (Ponto Cego – Atividade). Estes testes podem estar alterados em pacientes com retinopatia diabética? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet, caneta de feltro com tinta preta (caneta de quadro branco), folhas de sulfite brancas, fita crepe e cartolinas brancas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714041/. Acesso em: 28 dez. 2022. BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 1 2 3 4 5 174 ESTAÇÃO 2: TESTE DE ILUSÕES DE ÓTICAS E TESTE DE DALTONISMO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments) e siga as instruções. 2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Fisiologia Humana. 3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Fisiologia Sensorial. 4. Entre na opção “Fisiologia Sensorial - laboratório” (imagem abaixo): 5. Faça a trilha 12 (Ilusões de Óticas – Atividade), trilha 13 (Daltonismo: teste de Ishihara – Atividade) e trilha 14 (Tipos de Daltonismo- Atividade). MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LENT, R. Neurociência da Mente e do Comportamento. São Paulo: Grupo GEN, 2008. E-book. ISBN 978-85-277-1994-0. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/. Acesso em: 25 dez. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSPcuidador (no caso de crianças). 2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 3. Respeitar o sigilo da entrevista. 4. Aprofundar a compreensão sobre os elementos da vida da pessoa, que impactem no seu processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho, de relacionamentos afetivos). 5. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas. ESTAÇÃO TEMA 1 Introdução do semestre, cronograma, conteúdos e avaliações 1ª Oficina - Plano de cuidado 2ª Oficina - Diagnósticos sindrômicos 2 3ª Oficina - Consulta da puericultura e da criança lactente 3 1ª Simulação 4 2ª Simulação 5 3ª Simulação 6 Síntese provisória 7 Nova síntese 8 APA meio semestre Reteste 9 4ª Oficina - Exame físico abdominal 5ª Oficina - Sons cardíacos e pulmonares alterados Cronograma EC/HM 10 4ª simulação 11 5ª simulação 12 6ª simulação 13 Síntese provisória 14 Nova síntese 15 APA de final de semestre 16 Avaliação prática 17 Avaliação prática 18 Avaliação prática 16 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS 3ª E T A P A Cronograma PMSUS ESTAÇÃO TEMA DATA (a ser definida pela coordenação) 1 Acolhimento dos estudantes e discussão do funcionamento da 3ª Etapa PMSUS em UBS e Reflexão da Prática 2 Oficina de Trabalho 1 - Epidemiologia e o sistema de informação em saúde Nova Síntese 1 3 Oficina de Trabalho 2 - Situação da infância e adolescentes no Brasil Nova Síntese 2 4 Oficina de Trabalho 3 - Rede de atenção à saúde Nova Síntese 3 D1 /AF 1 Avaliação Cognitiva e Processual 5 Oficina de Trabalho 4 - Atenção à saúde da criança de 0 a 2 anos na rede cegonha D1 /AF 1 Devolutiva da Avaliação Cognitiva e Processual 5 Nova Síntese 4 6 Oficina de Trabalho 5 - Violência contra crianças e adolescentes Nova Síntese 5 D2 /AF 2 Avaliação Cognitiva e Processual D2 /AF 2 Devolutiva da Avaliação Cognitiva e Processual 18 SITUAÇÕES- PROBLEMAS E ROTEIROS 3ª E T A P A 19 NASCIMENTO, CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO COMPLEXO TEMÁTICO I 20 “Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo.” (Alberto Caeiro / Fernando Pessoa, 1888 - 1935) 21 Árvore temática 1 https://www.ulife.com.br/inspirali 22 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender o processo de nascimento, crescimento e desenvolvimento humano a partir de seus determinantes familiares e sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as características peculiares e os problemas do período neo e perinatal, bem como da assistência ao bebê e à sua família. Valorizar o papel do aleitamento materno no desenvolvimento normal da criança. Integrar o processo de desenvolvimento neuropsicossocial infantil à necessidade da assistência individual e coletiva à criança e à sua família. Reconhecer a importância e a complexidade da atuação da saúde pública no crescimento de uma população infantil sadia, reduzindo assim as taxas de morbidade e mortalidade nessa população. Valorizar o ambiente social tanto como fonte de fatores favoráveis ao crescimento sadio quanto como ameaças à integridade física e mental de crianças e adolescentes. Acompanhar o desenvolvimento infantil em uma perspectiva multiprofissional. 1 2 3 4 5 23 O QUE É O ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? O Ateliê de Forma e Função é um ecossistema de aprendizagem ativa e colaborativa. Por meio desta estratégia de aprendizagem, os conhecimentos adquiridos no Laboratório Morfofuncional e na Medicina Laboratorial serão potencializados. A partir de diferentes experiências de aprendizagem colaborativa, argumentaremos sobre a importância da cooperação para a formação médica. Além disso, buscamos evidenciar, com este ecossistema, a necessidade e as implicações de uma formação médica fundamentada numa perspectiva integral. Ou seja, com o Ateliê de Forma e Função, será possível reconhecer, por meio de uma diversidade de recursos, o quanto diferentes áreas das ciências importam para a Medicina e para os seus profissionais. Em relação à metodologia utilizada, a experiência de aprendizagem se dá por meio da “Rotação em Estações”. Nesta abordagem, os recursos tecnológicos e clínicos criam um ambiente dinâmico, em que o estudante assume protagonismo em seu processo de aprendizado. Para além disso, tais recursos de tecnologia asseguram um aprendizado contínuo e duradouro, já que a interatividade e o feedback imediato permitem autonomia e personalização da experiência, os quais são elementos essenciais para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências médicas e comportamentais. Na sequência, apresentamos uma síntese ilustrada sobre as principais características do Ateliê. Analise-a com atenção! 24 COMO FUNCIONA A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? O Ateliê está estruturado em cinco momentos: 25 COMO POSSO ENRIQUECER A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? Em cada sessão, há um passo a passo que servirá de guia para a trilha de aprendizagem. Para segui-lo, utilize os roteiros disponibilizados. Neles, os momentos do Ateliê estão representados com os números e os símbolos abaixo. Confira-os: Boa experiência! 1 Trilha de aprendizagem pré-aula 2 Abertura da sessão 3 Rotação em estações 4 Encerramento da sessão 5 Trilha de aprendizagem pós-aula 26 SP 1.1 Positivo, e agora? Morfofisiologia do Sistema Nervoso Central e malformações causadas por agentes biológicos https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 5 27 ATIVIDADE 1: LEITURA 1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizado leia o capítulo 20 do livro Embriologia clínica de MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, Mark G. Embriologia clínica. 10ª Edição. Rio de Janeiro: AG Livraria, 2016. 524 p.: ISBN 9788535283839, ou Leia o capítulo 18 até a página 254 do livro Embriologia Médica de SADLER, T W. Langman. 14ª, Edição. Grupo GEN, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/ epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]. 2. Verifique as informações presentes no site: https://www.gov.br/saude/pt-br/ assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus. 3. Durante a leitura, anote: A. Quais são as principais causas dos defeitos congênitos em humanos? B. Diferencie os seguintes termos: malformação, perturbação, deformação e displasia. C. Caracterize os períodos críticos do desenvolvimento humano. D. Reconheça os principais agentes biológicos causadores dos defeitos congênitos em humanos. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus 1 2 3 4 5 28 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Faça a leitura do texto a seguir: Apesar do feto ou do embrião estar protegido pela placenta, alguns agentes infecciosos presentes na mãe podem atingi-lo. Os defeitos induzidos por microrganismos diferem dos induzidos por agentes ambientais, uma vez que nem todas as lesões aparecem no período da gestação e que muitas manifestações clínicas aparecem após o nascimento, mesmo que congenitamente adquiridas. Portanto, é importante conhecer os principais agentes infecciosos causadores das anomalias congênitas, os principais métodos clínicos laboratoriais utilizados nos diagnósticos destas doenças e os métodos de prevenção e tratamento para estas enfermidades. DESAFIO Após a análise do Caso clínico a seguir, identifique o diagnóstico a partir das alterações congênitas presentes no recém-nascido e indique os métodos utilizados no diagnóstico laboratorial, prevenção e tratamento2.3 https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/ 1 2 3 4 5 175 ESTAÇÃO 3: MIOPIA E ACUIDADE VISUAL Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO 1. No navegador que você está acostumado a usar, digite Physiology Experiments Monash University/. Clique em https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/ experiments/ Vision/ Myopia and Vision Acuity/ Simulation ou clique no link abaixo e siga as instruções: Miopia e acuidade visual - Experimentos de visão (monash.edu.au). 2. Habilite o tradutor do seu navegador (para o Português – BR). 3. Leia as informações presentes na aba “fundo” (Background). 4. Faça a atividade proposta na aba “simulação”. 5. Leia as informações da aba “explicação”. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3 Fonte: Physiology Experiments, Monash University. Disponível em: https://ilearn.med.monash.edu.au/ physiology/vision/myopia#simulation. Acessado em: 04 de Jan. de 2023. https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#background https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#background https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#simulation https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/vision/myopia#simulation 1 2 3 4 5 176 6. A seguir, leia o texto abaixo e discuta com os colegas a questão disparadora: Como você viu na guia de simulação, a miopia causa alterações na acuidade visual – especialmente em grandes distâncias. A miopia pode ocorrer quando o ponto focal da luz cai antes da retina, levando a uma imagem borrada. Mas o que causa essas mudanças? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS YOUNG, P. A.; YOUNG, P. H.; TOLBERT, D. L. Neurociência clínica básica 3a ed. São Paulo: Editora Manole, 2018. E-book. ISBN 9788520462966. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462966/. Acesso em: 25 dez. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520462966/ 1 2 3 4 5 177 Encerramento da sessãoSP 2.3 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 1. Discutir juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e, após, apresentar à turma. 1 2 3 4 5 178 ATIVIDADE 1: LEITURA Siga as orientações a seguir: 1. Acesse em “Minha Biblioteca” o livro: Neurociência Clínica Básica, 3ª edição https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/ pageid/219 2. Acesse a “Parte III – Sistemas Sensoriais” e faça a leitura do capítulo 14: Sistema visual: anopsia. 3. Após a leitura, responda às questões: A. Como o glaucoma difere da catarata? B. A cegueira noturna está associada a déficits funcionais em quais estruturas? Qual vitamina pode estar envolvida? C. Qual é a importância médica das características morfológicas exclusivas do nervo óptico? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/pageid/219 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520462966/pageid/219 179 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 José Manoel dos Santos UAM - SP http://lattes.cnpq. br/3125945007925613 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/3125945007925613 http://lattes.cnpq.br/3125945007925613 180 SP 2.4 Acabou a bateria! Vias Sensitivas Gerais 1 2 3 4 5 181 ATIVIDADE 1: LEITURA E VIDEOAULA NO ULIFE 1. Prezado(a) aluno(a), acesse em “Minha Biblioteca” o livro: Neurociências, de Mark F. Bear, e siga as instruções abaixo: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ pageid/475 2. Acesse a página 430 e leia a partir do tópico “Córtex Somatossensorial” até o primeiro parágrafo da página 435. 3. No Ulife, assista aos vídeos: A. Sensibilidade somestésica; B. Mecanismos de modulação da atividade cortical; C. Introdução ao Sistema nervoso sensorial; D. Receptores sensoriais da pele; E. Sistema ativador reticular ascendente; F. Aspectos morfológicos e funcionais as vias sensitivas gerais - TC e RM; G. Vias sensitivas gerais - Parte 3; H. Vias sensitivas gerais - Parte 2; I. Vias sensitivas gerais - Parte 1. 4. Após leitura e videoaula, responda às questões “A” e “B”: A. Quais as principais funções do córtex somatossensorial primário? Onde se localiza? B. Explique o que representa o Homúnculo de Penfield Somatossensorial. Por que a representação de suas dimensões não corresponde às dimensões reais de um corpo humano? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/pageid/475 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/pageid/475 1 2 3 4 5 182 Duração total: 25 minutos Antes da atividade, reflita: como a sensação de tato, dor e temperatura percebidas na periferia do nosso corpo chegam ao córtex cerebral? Como essas sensações, o tato, o frio, o calor, a dor, podem nos despertar durante o sono e nos trazer ao estado de consciência? ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - VIAS SENSITIVAS 1. Descreva a diferença entre uma via sensitiva especial e uma via sensitiva geral. ATIVIDADE 2: GAMIFICAÇÃO - SISTEMA SOMATOSSENSORIAL 1. Leia o texto para seguir com a atividade proposta: O trajeto de um impulso nervoso do receptor ao córtex recebe o nome de via. As vias aferentes são cadeias de neurônios unindo os receptores ao córtex. No caso das vias inconscientes (cerebelares), esta cadeia é constituída apenas por dois neurônios (I, II). Já nas vias conscientes (cerebrais), estes neurônios são geralmente três (I, II, III). Como princípios gerais de uma via aferente geral, temos: • Neurônio I (ou de primeira ordem): situado na parte periférica do sistema nervoso; • Neurônio II (ou de segunda ordem): situado na coluna posterior da medula (substância cinzenta) ou em núcleos de nervos cranianos do tronco encefálico. Originam axônios que cruzam o plano mediano (decussam) e formam um trato ou lemnisco; • Neurônio III (ou de terceira ordem): situado no tálamo e origina um axônio que chega ao córtex por uma radiação talâmica. Abertura da sessãoSP 2.4 1 2 3 4 5 183 Abertura da sessãoSP 2.4 A. A partir destes conhecimentos, cada grupo de estudantes deve abrir o link abaixo e jogar, por aproximadamente 15 minutos. Após, o(a) professor(a) deve abrir e projetar o jogo para todos os(as) estudantes, fazendo um feedback das respostas. Note que este momento é fundamental para justificar as associações corretas presentes no jogo. Link: https://wordwall.net/resource/39729642 https://wordwall.net/resource/39729642 1 2 3 4 5 184 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Vias Sensitivas Gerais LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar morfológica e funcionalmente os componentes das vias sensitivas gerais. Correlacionar o Sistema Ativador Reticular Ascendente e o Sistema Límbico às vias sensitivas gerais. ESTAÇÃO 1: ESTUDO DAS VIAS AFERENTES GERAIS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO - VIAS AFERENTES 1. A partir da sequência de informações referentes as vias aferentes gerais listadas abaixo, organize as informaçõesnos quadros a seguir, colocando o nome da via, a letra correspondente, a etapa da via na imagem e o nome da região anatômica: I. Via Propriocepção Consciente, Tato Epicrítico e Sensibilidade Vibratória (Via Coluna Dorsal-Lemnisco Medial). A. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal. SP 2.4 1 2 3 4 5 185 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4 B. Funículo posterior ipsilateral. MMII (fascículo grácil), MMSS (fascículo cuneiforme). C. Neurônio de segunda ordem: núcleo grácil ou cuneiforme do bulbo (ipsilateral). Fibras arqueadas internas (bulbo) e Lemnisco medial (ponte). D. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal. E. Receptores sensoriais da pele: tato (Ruffini e Meissner), propriocepção (fuso e OTG) e vibração (Paccini). F. Neurônio de terceira ordem: tálamo-núcleo ventro póstero lateral (contralateral). II. Via de Dor Aguda e Temperatura (Via neoespinotalâmica – trato espinotalâmico lateral). A. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal. B. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal. C. Receptores sensoriais da pele: terminações nervosas livres estimuladas por estímulos mecânicos nocivos, térmicos ou químicos. D. Neurônio de terceira ordem: núcleo ventro póstero lateral (contralateral). E. Funículo lateral contralateral. Lemnisco espinal (ponte). F. Neurônio de segunda ordem: coluna posterior da medula ipsilateral (I, II ou V). 1 2 3 4 5 186 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4 III. Via de Pressão e Tato Protopático (Via paleoespinotalâmica – trato espinotalâmico anterior). A. Neurônio de primeira ordem: gânglio espinal. B. Córtex Encefálico: área somatossensorial do lobo parietal. C. Receptores sensoriais da pele: corpúsculo de Vater Pacini. D. Neurônio de terceira ordem: núcleo ventro póstero lateral (contralateral). E. Funículo lateral contralateral. Lemnisco espinal (ponte). F. Neurônio de segunda ordem: coluna posterior da medula ipsilateral (I, II ou V). 1 2 3 4 5 187 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebooks ou tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A. M. R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 188 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4 ESTAÇÃO 2: SISTEMA ATIVADOR RETICULAR ASCENDENTE E SISTEMA LÍMBICO - EXAMES DE IMAGEM Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: IMAIOS E MESA ANATÔMICA 1. Acesse o site: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com) e clique em IRM axial do cérebro e procure as seguintes estruturas: Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA): • Formação Reticular: • Lócus ceruleus; • Núcleo da rafe; • Núcleo pedunculopontino; • Área tegmentar ventral. • Hipotálamo: • Núcleo túberomamilar. • Prosencéfalo basal: • Núcleo basal de Meynert. Sistema Límbico: • Giro do cíngulo; • Giro parahipocampal; • Úncus; • Sulco hipocampal; • Fímbria do hipocampo; • Hipocampo; • Corpo amigdaloide; • Fórnice. https://www.imaios.com/br/e-anatomy 1 2 3 4 5 189 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 2.4 2. Acesse a mesa digital, escolha um exame de ressonância magnética do encéfalo e faça a reconstrução tridimensional. No encéfalo em 3D, identifique: Núcleo da rafe. Área tegmentar ventral: • Hipotálamo; • Giro do cíngulo; • Giro parahipocampal; • Úncus; • Sulco hipocampal; • Fímbria do hipocampo; • Hipocampo; • Corpo amigdalóide; • Fórnice. ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Como o Sistema Ativador Reticular Ascendente participa dos períodos de vigília, mantendo níveis de consciência? 2. Quais seriam as possíveis consequências de lesões na linha média do tronco encefálico? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, mesa anatômica. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 28 dez. 2022. MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A. M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 190 Roteiro de Medicina Laboratorial Vias Sensitivas Gerais LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os tipos de somestesia e os receptores envolvidos nas vias sensitivas gerais. Correlacionar a avaliação somestésica com aspectos da clínica médica. Correlacionar as funções dos diferentes tipos de receptores sensitivos gerais com sua localização. ESTAÇÃO 1: DISCRIMINAÇÃO ENTRE DOIS PONTOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Sigas as orientações abaixo: A. Um estudante deve abrir um compasso de maneira que a distância entre as pontas tenha 12 cm. Estimule um outro colega de seu grupo, tocando as duas pontas ao mesmo tempo, a região escapular. O colega voluntário não pode ver a experiência, portanto, deve estar com os olhos fechados ou vendados, e deverá responder quantos pontos foram estimulados. SP 2.4 1 2 3 4 5 191 B. Repita o experimento cada vez com distâncias menores entre as pontas do compasso, diminuindo em 1 cm a cada repetição, até que o colega voluntário perceba apenas um ponto, apesar de se estar estimulando dois pontos. Anote este resultado no quadro abaixo. C. Repita os mesmos procedimentos na palma da mão e no segundo dedo da mão (indicador). D. Após os procedimentos repetirem-se em todos do grupo, observe os resultados no quadro e elabore um parágrafo sobre campos de recepção em diferentes regiões corporais. DISCRIMINAÇÃO ENTRE DOIS PONTOS (cm) Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4 NOME REGIÃO ESCAPULAR PALMA DA MÃO DEDO INDICADOR MATERIAIS NECESSÁRIOS Compasso, régua e venda para os olhos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ROCHA, M. A.; JÚNIOR, M. A. R.; ROCHA, C. F. Neuroanatomia. São Paulo: Thieme Brazil, 2015. E-book. ISBN 9788554651596. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/. Acesso em: 24 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/ 1 2 3 4 5 192 ESTAÇÃO 2: AVALIAÇÃO DA PROPRIOCEPÇÃO CONSCIENTE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POSIÇÕES DE MEMBROS 1. Siga as orientações abaixo: O colega voluntário não pode ver a experiência, portanto, deve estar com os olhos fechados ou vendados. Um dos estudantes do grupo (examinador), deve posicionar um dos membros superiores do voluntário e solicitar que repita o movimento com o outro membro superior, colocando-o na mesma posição do membro mobilizado pelo examinador. Repita o procedimento, posicionando o membro de várias formas diferentes. 2. Agora responda: A. O colega voluntário repetiu com êxito as posições do membro determinada pelo examinador? B. Os testes que você realizou com as manobras acima mencionadas mostraram a importância de quais receptores sensoriais? ATIVIDADE 2: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse os links abaixo referentes às camadas da pele (Microscópio Virtual Histology Guide). A seguir, identifique as seguintes estruturas e determine a sua função: MH091 Pele Grossa https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1. html Identifique o Corpúsculo de Meissner: Descreva a função: ____________________________________________________ Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-091-thick-skin/06-slide-1.html 1 2 3 4 5 193 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4 MHS 294 Pâncreas https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1. html Identifique o Corpúsculo de Pacini: Descreva a função: ____________________________________________________ MHS 262 Músculo Esquelético Identifique o Fuso Muscular: Descreva a função: ____________________________________________________ MATERIAIS NECESSÁRIOS Computador ou tablet com acesso à internet e venda para os olhos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEAR, M. F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 24 dez. 2022. https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-294-pancreas/06-slide-1.html https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 1 2 3 4 5 194 ESTAÇÃO 3: ESTRUTURAS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL RELACIONADAS AS VIAS AFERENTES GERAIS – EXAMES DE IMAGEM Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: APLICATIVO E-ANATOMY (IMAIOS) 1. Acesse o site: e-Anatomy a anatomia em imagens (imaios.com) e clique em “IRM DO CÉREBRO” e, depois, em “TC DO CÉREBRO”e procure as seguintes estruturas: • Lobo Parietal; • Sulco Central; • Giro pós-central; • Área sensorial primária; • Área sensorial secundária; • Tálamo: Núcleo Ventral Póstero-Lateral; • Ponte: Lemniscos medial e lateral; • Bulbo. 2. Clique em “IRM DA COLUNA LOMBAR” e depois em “TC DA COLUNA LOMBAR” e procure as seguintes estruturas: • Gânglio espinal; • Coluna anterior; • Coluna posterior; • Funículo anterior; • Funículo posterior; • Funículo lateral. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4 https://www.imaios.com/br/e-anatomy 1 2 3 4 5 195 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 2.4 3. Clique em “IRM DA COLUNA CERVICAL” e procure as seguintes estruturas: • Gânglio espinal; • Coluna anterior; • Coluna posterior; • Funículo anterior; • Funículo posterior; • Fascículo grácil; • Fascículo cuneiforme; • Funículo lateral. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computador ou tablet com acesso à internet e venda para os olhos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K. L.; DALLEY, A. F.; AGUR, A. M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 02 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 196 Encerramento da sessãoSP 2.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Seis alunos irão representar a sequência de eventos observada na Via Coluna Dorsal-Lemnisco Medial. 2. Outros seis alunos irão realizar a dramatização da Via Espinotalâmica. • Os demais colegas devem contribuir com sugestões para enriquecer a dramatização das vias aferentes gerais. 1 2 3 4 5 197 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Analise o caso a seguir e responda às questões “A”, “B” e “C”. Adolescente, 13 anos de idade, sexo masculino, atendido em Unidade de Atenção Terciária, proveniente de Serviço de Atenção Primária, com história de inúmeras vesículas em região genital e nádega esquerda, há cerca de três dias, respeitando a linha média, associado à disúria e à dor intensa no local. A mãe referia febre há dois dias. Negava patologias prévias, inclusive varicela. Apresentava calendário vacinal em dia, porém não havia tomado vacina contra varicela, já que ela não consta no calendário do Ministério da Saúde. Negava viagens recentes, alergias, uso de drogas imunossupressoras e história familiar para qualquer doença imunossupressora. Estava em uso de Cefalexina há um dia e compressas de permanganato de potássio, pois apresentara infecção cutânea secundária em alguns locais. Ao exame físico, apresentava múltiplas vesículas agrupadas sobre base eritematosa em corpo do pênis, glande, saco escrotal, nádega e raiz da coxa esquerda, tendendo a respeitar linha média, seguindo dermátomo (território de S2/S3). A. Qual a relação da varicela com a herpes zoster? B. Por que essa infecção viral causa dor na forma de uma ardência constante, acompanhada de eventuais dores intensas agudas, deixando a pele especialmente sensível a qualquer estímulo? C. Qual a relação dos sintomas com o território na pele correspondente ao dermátomo, conforme indicado no caso clínico? MATERIAL DE APOIO Veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico e para verificação de seu aprendizado. Acesse o artigo: Frota AS, Lima VRS, Queiroz HMC, Maia IL, Accioly Filho JW, Brasil MG, Matos MGC. Herpes zoster na adolescência: caso clínico. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2015;10(36)1-7. http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc10(36)704 e o Livro BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 24 dez. 2022. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4 http://dx.doi.org/10.5712/rbmfc10(36)704 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 198 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 199 Agenda para TBL TBL 1 2 3 4 5 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 200 PROCESSOS DEGENERATIVOS E SAÚDE DO IDOSO COMPLEXO TEMÁTICO III 201 “A grandeza de uma nação é medida pela forma como ela cuida dos seus membros mais fracos.” (Mahatma Gandhi, 1869-1948) 202 Árvore temática 3 https://www.ulife.com.br/inspirali 203 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a complexidade dos cuidados básicos aos indivíduos idosos, no contexto social em que vivem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Diferenciar senescência de senilidade. Discutir as diversas teorias de envelhecimento celular e tecidual, compreendendo de forma integral e contextualizada a fisiologia do envelhecimento humano, comprometendo os diversos sistemas do organismo. Explicar os processos patológicos múltiplos e interdependentes que afetam o idoso, reconhecendo as causas de adoecimento mais comuns nesta população. Caracterizar as doenças que ocorrem tanto exclusivamente na população idosa, como aquelas que acometem outras faixas etárias e que nos idosos apresentam manifestações peculiares. Valorizar a importância da humanização no atendimento à população idosa e suas particularidades. Identificar a importância da promoção global da qualidade de vida da população idosa, em suas dimensões nutricionais, de locomoção, de independência, de espiritualidade e socioeconômicas. Reconhecer e valorizar a importância da atuação multiprofissional nos cuidados aos idosos. Reconhecer as políticas públicas voltadas para a população idosa, bem como a legislaçãorelacionada a esta população. 204 SP 3.1 Já posso ir à feira? Sistema Respiratório e Anemia na Senescência 1 2 3 4 5 205 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita: você já sentiu uma dor aguda e desconfortável do lado superior esquerdo do abdome durante uma corrida? O que imagina que tenha causado essa dor? Siga para a trilha pré-aula e pondere sobre sua reflexão. 1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Fisiologia Humana e, depois, em Volumes Pulmonares e realize as atividades das aulas “Anatomia do pulmão e fluxo de ar” e “Mecânica respiratória e espirometria”: Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1 Durante a realização da atividade, responda: A. Quais são os volumes e capacidades pulmonares? B. Quais órgãos compõem a parte condutora e respiratória do sistema respiratório? C. Defina hematose. D. Quais fatores podem interferir na resistência do ar nas vias condutoras? E. Defina as doenças respiratórias obstrutivas e restritivas. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 206 2. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Fisiologia Humana/ Contagem Sanguínea/ aula “Sangue” e realize as atividades 1 a 3, 6 e 7. 3. Assista à videoaula “Anemia no Idoso” que está disponível no Ulife e anote os pontos a seguir: • O que é anemia? Quais as causas fisiopatológicas mais comuns de anemia em idoso? • Qual a correlação entre um processo inflamatório crônico e anemia? • Qual a correlação entre doença renal crônica e anemia? • Quais as outras causas fisiopatológicas de anemia foram mencionadas na videoaula? • Como os índices hematimétricos (VCM, HCM, CHCM e RDW) podem auxiliar no diagnóstico de anemia? Ao final desta atividade, você poderá construir uma pequena reflexão para colocar no seu portfólio. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.1 https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 207 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema da condução do ar até a hematose. Nesse esquema, represente cada parte do sistema respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a dramatização da hematose. Abertura da sessãoSP 3.1 1 2 3 4 5 208 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Sistema Respiratório e Anemia na Senescência LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os componentes anatômicos da via aérea inferior. Diferenciar os componentes celulares do epitélio respiratório e da membrana respiratória, relacionando-os com os processos de senescência. Definir DPOC e citar suas causas, descrever sua fisiopatologia e relacionar esse quadro com maior probabilidade de infecções. ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES E INFERIORES Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Uma parte do grupo pesquisa as estruturas anatômicas solicitadas no Atrium MedRoom, e outra parte pesquisa nos modelos anatômicos, com apoio do App Visible Body, e verificam a morfologia em ambos os recursos de aprendizagem. SP 3.1 1 2 3 4 5 209 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 Seguir o passo a passo: A. Higienize os óculos e controles manuais. B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App de anatomia 3D – Visible Body, Zygote Body, Medroom ou similar - as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram-nas no modelo anatômico e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). ÁRVORE BRONQUIAL: • Brônquio principal direito: • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar médio; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares. • Brônquio principal esquerdo: • Brônquio lobar superior; • Brônquio lobar inferior; • Brônquios segmentares. PULMÃO: • Base do pulmão; • Ápice do pulmão; • Face costal; • Face mediastinal; • Impressão cardíaca (pulmão esquerdo); • Face diafragmática; • Face interlobar; • Hilo do pulmão; 1 2 3 4 5 210 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 • Raiz do pulmão; • Pulmão direito: Lobo superior, Lobo médio, Lobo inferior, Fissura oblíqua e Fissura horizontal; • Pulmão esquerdo: Língula, Lobo superior, Lobo inferior e Fissura oblíqua. 3. Acesse o microscópio virtual Histology Guide. Clique em Respiratory System e após na lâmina MHS 205 Lung. Esta é uma lâmina de pulmão. Identifique as estruturas a seguir, com a ajuda do livro de histologia https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205- lung/17-slide-1.html. • Bronquíolo primário; • Bronquíolos terminais; • Bronquíolo respiratório; • Epitélio pseudoestratificado colunar ciliado; • Ductos alveolares; • Sacos alveolares; • Alvéolos; • Epitélio pavimentoso simples; • Células alveolares tipo I (pneumócito tipo I); • Células alveolares tipo II (pneumócito tipo II); • Capilares sanguíneos; • Macrófagos pulmonares; • Células de clara. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos do tronco e do pulmão, tablet, notebooks, Atrium MedRoom, Kit de higienização do Atrium. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K. L., DALLEY, A. F., Agur, A. M. R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-205-lung/17-slide-1.html https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D 1 2 3 4 5 211 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 212 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 ESTAÇÃO 2: ESPIROMETRIA Duração total: 45 minutos ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD1. Organize grupos com 4 a 5 estudantes, divididos de acordo com as funções: • 1 orador – responsável pela leitura e realização do passo a passo (essa função exige atenção com a forma de realizar o experimento no voluntário). • 2 técnicos responsáveis pela montagem do equipamento e possíveis anotações (essa função exige cuidado com o manuseio do equipamento). • 1 voluntário – para a realização da Espirometria. O(a) orador(a) acessa o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login e clica em Volumes Pulmonares - Laboratório. O(a) orador(a) coloca os nomes e e-mails dos integrantes do grupo no LT KuraCloud. Depois de divididas as tarefas, inicie a espirometria na atividade “Volumes pulmonares - laboratório” até a etapa 11. No caso do uso do espirômetro, fazer uma foto do gráfico obtido e compará-lo com os gráficos do LT. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 213 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.1 2. Faça um print dos gráficos obtidos para discussão ao final do experimento. MATERIAIS NECESSÁRIOS LT KuraCloud com power lab ou espirômetro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0. WEST, J. B. Fisiologia Respiratória - Princípios Básicos – 9ª edição 2013. https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788565852791/pageid/1 1 2 3 4 5 214 Roteiro de Medicina Laboratorial Sistema Respiratório e Anemia na Senescência LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar o perfil hematológico e índices hematimétricos para diagnóstico de anemia. Classificar as alterações morfológicas dos eritrócitos no esfregaço de sangue periférico. Diferenciar os principais tipos de anemias no idoso. ESTAÇÃO 1: CONTAGEM DE ERITRÓCITOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec e faça a aula “Contagem manual de eritrócito”. Ao entrar na aula “Contagem manual de eritrócito”, verá o menu a seguir. SP 3.1 1 2 3 4 5 215 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do Experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, acesse o laboratório, pressione “Contagem manual de eritrócito”. Inicie o experimento. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no Pós-teste. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ 1 2 3 4 5 216 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Transporte de oxigênio e tamponamento do plasma. In: ________ Bioquímica Básica. 4ª ed. [Reimpr.] - Rio de Janeiro – Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/978-85-277-2782-2/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ 1 2 3 4 5 217 ESTAÇÃO 2: ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DOS ERITRÓCITOS NO ESFREGAÇO DE SANGUE PERIFÉRICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - JOGO DA MEMÓRIA 1. Correlacione corretamente as cartas numeradas que estão com as descrições morfológicas dos eritrócitos, com as cartas identificadas por letras contendo as imagens dos eritrócitos. Regras do jogo da memória Separe as cartas em dois montes, um com as morfologias dos eritrócitos (cartas com imagens identificadas por letras) e o outro com as descrições morfológicas (cartas numeradas). Mantendo os montes separados, espalhe as cartas de cada monte e coloque-as com os escritos virados para baixo. Cada participante deve, na sua vez, virar uma carta de cada monte e deixar que todos as vejam. Caso os pares sejam complementares, descrição da forma dos eritrócitos com a respectiva imagem, o participante deve recolher consigo esse par e jogar novamente. Se forem cartas não complementares, elas devem ser viradas novamente, e sendo passada a vez ao participante seguinte. Ao finalizar a atividade, quando todos os pares de cartas estiverem feitos, embaralhe as cartas de cada monte para o próximo grupo. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 1 2 3 4 5 218 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Eritrócito (Tamanho e formas normais) Apresentam forma de um disco bicôncavo com diâmetro médio de 7,5 µm (7,2 a 7,9 µm). 1 Anisocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Microcitose Eritrócito com diâmetro acima de 7,0 µm. 2 1 2 3 4 5 219 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Esferócitos Eritrócito com formas esféricas sem a palidez central característica. 4 Anisocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Macrocitose Eritrócito com diâmetro acima de 9,0 µm. 3 1 2 3 4 5 220 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Estomatócitos Eritrócitos que apresentam uma fenda similar a uma boca na região central da célula. 6 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Eliptócitos Eritrócito cujo maior eixo celular é, pelo menos, duas vezes o menor. 5 1 2 3 4 5 221 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Codócitos Eritrócitos em alvo. Células com uma mancha central de hemglobina. 7 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Dacriócitos Eritrócitos em forma de lágrima. 8 1 2 3 4 5 222 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Equinócitos Eritrócitos crenados com dez a trinta pequenas espículas regulares. 10 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Drepanócitos Eritrócitos falciformes, em forma de foice. 9 1 2 3 4 5 223 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Acantócitos Eritrócitos com duas a 20 espículas de distribuição e tamanho irregulares. 11 Poiquilocitose (Alteração no tamanho dos eritrócitos) Esquizócitos Fragmentos eritrocitários, muito dos quais espiculados. 12 1 2 3 4 5 224 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A B 1 2 3 4 5 225 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 C D 1 2 3 4 5 226 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 E F 1 2 3 4 5 227 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 G H 1 2 3 4 5 228 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 I J 1 2 3 4 5 229 SP 3.1 K L Roteiro de Medicina Laboratorial 1 2 3 4 5 230 Roteiro de MedicinaLaboratorialSP 3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Material impresso colorido e plastificado (cada carta cortada individualmente), tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ 1 2 3 4 5 231 ESTAÇÃO 3: ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - HEMOGRAMA 1. Analise o hemograma e a morfologia dos eritrócitos do exame de sangue de um idoso. Em seguida, responda às questões propostas. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Pelo perfil hematológico (número de hemácias, dosagem de hemoglobina e hematócrito), índices hematimétricos (VCM, CHCM e RDW) e morfologia dos eritrócitos, qual é o tipo de anemia que o idoso apresenta? Justifique. B. Qual a causa mais comum para ocorrer este tipo de anemia no idoso? 1 2 3 4 5 232 2. Com base no hemograma analisado, pode-se afirmar que o paciente, um idoso, apresenta um tipo de anemia. Qual é o tipo dessa anemia? Quais dados do exame podem justificar essa hipótese diagnóstica? Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.1 A. Pelo perfil hematológico (número de hemácias, dosagem de hemoglobina e hematócrito), índices hematimétricos (VCM, CHCM e RDW) e morfologia dos eritrócitos, qual seria a situação patológica mais comum em idosos para este o tipo de anemia? Justifique MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOS RODRIGUES, Adriana D.; SANTOS, Aniúsca Vieira; ROTTA, Liane N.; et al. Hemograma: eritrograma. In: Hematologia básica. 2.ed. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. ISBN 9788595029491. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/. FAILACE, Renato & FERNANDES, Flavo. Eritrograma. In: Hemograma - Manual de interpretação. Porto Alegre: Artmed. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788582712290. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582712290/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595029491/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582712290/ 1 2 3 4 5 233 Encerramento da sessãoSP 3.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá criar um esquema do processo condutor do ar até a hematose. Neste esquema, represente cada parte do sistema respiratório - cavidade nasal, nasofaringe, orofaringe, laringofaringe, glote e epiglote, laringe, traqueia, brônquios primários, brônquios secundários, brônquios segmentares, bronquíolos terminais, bronquíolos respiratórios, ductos alveolares, sacos alveolares, capilares sanguíneos. O outro grupo irá realizar a dramatização da hematose. 1 2 3 4 5 234 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas. Uma mulher de 76 anos apresenta-se na clínica médica para acompanhamento, após uma hospitalização recente por conta de fraqueza e hiponatremia. O motivo da hospitalização acabou sendo atribuído aos efeitos colaterais de diuréticos. A paciente notou falta de ar com as atividades domésticas de rotina. Ela não exibe tosse significativa nem produção de escarro. Também não há diagnóstico prévio de qualquer doença pulmonar crônica nem dor torácica. Essa mulher fumou cerca de 40 maços de cigarro/ano, mas parou de fumar há 20 anos. O exame físico revelou uma mulher frágil e magra que parece ter uma fraqueza generalizada, sendo os seguintes achados significativos do exame físico: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Ela apresenta ruídos respiratórios diminuídos em ambas as bases pulmonares, sem sibilos. Não há qualquer edema periférico. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: concentração de hemoglobina de 6,5 g/dL, hematócrito de 19,1%, volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL. O teste de função pulmonar revelou capacidade vital forçada (CVF) de 1,99 L (88% do previsto), volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) de 1,36 L (76% do previsto), capacidade pulmonar total de 4,88 L (124% do previsto), volume residual de 2,84 L (171% do previsto) e capacidade de difusão corrigida de 78% do valor previsto. A radiografia torácica demonstrou hiperinsuflação pulmonar e atenuação da trama vascular periférica. TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788580555097/. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 1 2 3 4 5 235 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 Analisando esse caso, responda: A. Qual(is) o(s) provável(is) diagnóstico(s)? Descreva as principais características dessa(s) doença(s). B. Analisando os gráficos ao lado do teste função pulmonar, escolha qual pertence a essa paciente e justifique sua escolha. C. Que preocupações relacionadas com a idade o clínico deve ter em relação ao tratamento? ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico abaixo e responda às questões propostas. Um homem de 83 anos é levado ao Setor de Emergência por seus familiares, depois de “desmaiar” em casa logo após sair do banheiro. Naquele momento, foi fácil despertá-lo. Ele afirma que eliminou sangue vermelho-vivo pelo reto nas últimas 10 horas, com considerável perda sanguínea. A história médica pregressa é significativa para o tabagismo, embora ele tenha parado há 40 anos, além do consumo moderado de bebidas alcoólicas. Também teve tuberculose há 60 anos. O paciente também havia tido infecções respiratórias frequentes, sem história de doença cardíaca conhecida. Esse paciente sofreu dois ataques 1 2 3 4 5 236 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.1 isquêmicos transitórios no passado, apresentando osteoartrite e hipertensão nos últimos 20 anos. A hipertensão, no entanto, está bem controlada. O único fármaco que esse homem toma é o ácido acetilsalicílico, 81 mg, diariamente, sendo que o último ele tomou há cerca de 24 horas. Os achados significativos do exame físico são: pressão arterial de 105/60 mmHg e pulso de 110 batimentos por minuto (bpm), com extremidades frias e pálidas. Além disso, o paciente parece ansioso. Os pulmões estão límpidos (claros), enquanto o exame cardiovascular revela taquicardia sinusal, sem sopro. O exame abdominal mostra uma leve sensibilidade no quadrante inferior esquerdo, sem rebote ou reflexo de proteção. O abdome também revela ruídos intestinais (borborigmos) ativos. Os testes laboratoriais produziram os seguintes resultados: contagem de leucócitos de 10.500 células/mm3, concentração de hemoglobina de 6,5 g/ dL, hematócrito de 19,1%, volume corpuscular médio (VCM) de 83 fL, tempo de protrombina/relação normalizada internacional/tempo de tromboplastina parcial dentro dos limites de normalidade, ureiade 25 mg/dL, creatinina de 1,2 mg/dL, albumina de 3,9 mg/dL e testes de função hepática normais. TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788580555097/. Analisando esse caso, responda: A. Qual é a causa mais provável da anemia desse paciente? B. Que outros fatores podem contribuir para a anemia? Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas dos casos clínicos 1 e 2 para verificação de seu aprendizado. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 237 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq. br/3797714737481727 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq. br/6988411245716839 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 238 SP 3.2 Oi tum, tum, bate coração! Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos 1 2 3 4 5 239 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Atualmente, as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de óbito, sendo o infarto agudo do miocárdio uma das condições mais frequentes. Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita sobre como a alimentação e o sedentarismo podem afetar o funcionamento normal dos órgãos cardiovasculares. 1. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização da atividade, anote: A. Quais são as diferenças histológicas entre as três túnicas cardíacas? B. Quais os componentes do esqueleto cardíaco fibroso? C. Como ocorre o sistema de condução cardíaca? 2. Assista à videoaula Constituição histológica do coração; durante a realização da atividade, anote: A. Quais são as diferenças histológicas entre as quatro túnicas cardíacas? B. Quais alterações fisiopatológicas ocorrem nos vasos sanguíneos, durante o desenvolvimento da placa aterosclerótica? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2 1 2 3 4 5 240 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.2 3. Assista à videoaula “Marcadores do Infarto Agudo do Miocárdio”, disponível no Ulife. Durante a realização da atividade, anote: A. O que é infarto agudo do miocárdio (IAM)? B. Quais fatores de risco podem ocasionar o IAM? C. Como diagnosticar o IAM? D. Quais são os biomarcadores associados ao infarto agudo do miocárdio utilizados na clínica médica? Qual o significado clínico de cada um destes biomarcadores? 4. Ao final desta atividade, construa uma pequena reflexão e coloque-a no seu portfólio. 1 2 3 4 5 241 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Aguarde a orientação do professor para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e na grande circulação. Abertura da sessãoSP 3.2 1 2 3 4 5 242 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos LOCAL Laboratório de estrutura e função. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Associar a estrutura e a função cardíaca à senescência. Classificar os aspectos macroscópicos e microscópicos dos vasos sanguíneos, pequena e média circulação. Analisar os processos de formação da placa de ateroma e de suas complicações. ESTAÇÃO 1: HISTOLOGIA E CICLO CARDÍACO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Acesse o laminário virtual da MedRoom https://student.medroom.com.br e, na busca, digite “Coração - Disco Intercalar (H. Ferrica)”. Com a ajuda do livro de Histologia, analise, na lâmina, as estruturas a seguir: A. Células cardíacas (cardiomiócitos). B. Discos intercalares. C. Pigmentos de lipofucsina. SP 3.2 https://student.medroom.com.br 1 2 3 4 5 243 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 Responda às perguntas: A. Quais as características morfológicas da fibra cardíaca? B. Qual a função dos discos intercalares? 2. Responda às questões do jogo e coloque as fases do ciclo cardíaco na sequência correta. A. Como o estímulo elétrico é transmitido no coração durante um cicio cardíaco? B. Por que o retardo do estímulo elétrico no nodo atrioventricular é importante para a função cardíaca? C. O que são é quando ocorrem as bulhas cardíacas? D. Como as junções abertas participam da condução do estímulo elétrico e da contração do músculo cardiaco? E. O que é infarto (enfarto) do miocárdio e fibrilação cardíaca? Como o infarto e a fibrilação alteram o bombeamento de sangue pelo coração? Fase 1: _______ Fase 2: _______ Fase 3: _______ Fase 4: _______ Fase 5: _______ Fonte: (Marcondes, F. K., Moura, M. J., Sanches, A., Costa, R., de Lima, P. O., Groppo, F. C. et al. (2015). A Puzzle Used to Teach the Cardiac Cycle. Advances in Physiology Education, 39, 27- 31. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014. http://dx.doi.org/10.1152/advan.00116.2014 1 2 3 4 5 244 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 3. Organize as peças do jogo do ciclo cardíaco de acordo com as características fisiológicas de cada fase. Figura Fase Estado Atrial Estado Ventricular Valvas Átrio-Vent. Valvas Pulm. e Aórtica Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Fechadas Relaxado Relaxado Relaxado Abertas Abertas Abertas Enchimento passivo Contração ventricular isovolumétrica Contração atrial Relaxamento ventricular isovolumétrica Relaxado em enchimentoEjeção Relaxado Em contração Relaxado em enchimento AbertasEm constração isovolumétrica Em constração: ejeção Em relaxamento isovolumétrico 1 2 3 4 5 245 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebooks e tablets, modelos anatômicos do coração e do torso, jogo do ciclo cardíaco. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dchttps://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 1 2 3 4 5 246 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 ESTAÇÃO 2: VASOS SANGUÍNEOS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. 2. Na busca, digite “Artéria de Grande Calibre (Masson)”. Esta é uma lâmina da aorta. Observe as características do vaso e mantenha a janela do seu navegador aberta. 3. Após, em outra janela, volte ao site da MedRoom e, na busca, digite “Nervo”. Esta é uma lâmina com um feixe vásculo nervoso. Encontre a veia na imagem. 4. Coloque a imagem da lâmina da artéria e da veia uma ao lado da outra para que você possa compará-las e responda: A. Quais as diferenças entre uma artéria elástica e uma veia de grande calibre? B. Enumere as características morfológicas das túnicas (camadas): íntima, média e adventícia. C. Observe os vasa vasorum, eles estão presentes em qual camada e de qual tipo de vaso? https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 247 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM - SENESCÊNCIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Nesta atividade, será estudado o processo de senescência do Sistema Cardiovascular. 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/. Na busca, digite “Aterosclerose (HE)”. 2. Coloque a imagem da lâmina de aterosclerose ao lado da lâmina de artéria normal e identifique: • Túnica Adventícia; • Túnica íntima espessada; • Túnica Média; • Discos intercalares com hipercontração; • Infiltração de células inflamatórias; • Miócitos anucleados; • Placa de ateroma; • Região com calcificação; • Região com concentração de lipídios; • Região com cristalização de colesterol; • Sarcômeros. Dica: Acesse o site de Anatomia Patológica da UNICAMP o, ANATPAT no link http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose para ver exemplos. MATERIAIS NECESSÁRIOS Flip chart, giz de cera, notebook ou tablet. https://student.medroom.com.br/ http://anatpat.unicamp.br/lamdc7.html#aterosclerose 1 2 3 4 5 248 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. Anatomia patológica Unicamp. https://anatpat.unicamp.br/. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://anatpat.unicamp.br/ 1 2 3 4 5 249 Roteiro de Medicina Laboratorial Sistema circulatório na senescência e biomarcadores cardíacos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar a formação de placa de ateroma com infarto agudo do miocárdio. Caracterizar bioquimicamente os principais biomarcadores cardíacos. Caracterizar os biomarcadores cardíacos conforme seu significado clínico. ESTAÇÃO 1: PLACA DE ATEROMA E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o livro SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artemed, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/, e siga as próximas instruções: A. Nas páginas 502 e 503, observe a figura 15.21 “O desenvolvimento de placas ateroscleróticas”. B. Utilizando a massa de modelar de diferentes cores, faça o passo a passo da formação da placa de ateroma. SP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 250 C. Escreva uma legenda explicativa do desenvolvimento da placa de ateroma e a sua relação com o infarto agudo do miocárdio. D. Ao finalizar, comunique ao(à) seu(sua) professor(a). E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. F. Desfaça seus modelos e retorne as massas de modelagem para as respectivas embalagens. G. Limpe a bancada para o próximo grupo. MATERIAIS NECESSÁRIOS Massinhas coloridas para modelar, tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artemed, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788582714041/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 251 ESTAÇÃO 2: BIOMARCADORES DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO - MASSINHA DE MODELAGEM 1. Assista à animação da contração muscular no link: https://thumbs.gfycat.com/ AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4. 2. Crie um miócito, utilizando massinha de modelagem, contendo as proteínas da contração muscular e os biomarcadores cardíacos. A. Utilize massinha de modelagem e construa as etapas da contração muscular. B. Escreva uma legenda explicativa abrangendo todas as etapas. C. Na última etapa, terminada a contração, faça uma pequena ruptura na fibra muscular que permita a saída dos biomarcadores cardíacos. D. Ao finalizar, comunique ao(à) seu(sua) professor(a). E. Fotografe sua atividade para registro no portfólio. F. Desfaça seu modelo e retorne as massas de modelagem para as respectivas embalagens. G. Limpe a bancada para o próximo grupo. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4 https://thumbs.gfycat.com/AcidicEuphoricHorse-mobile.mp4 1 2 3 4 5 252 MATERIAIS NECESSÁRIOS Massinhas coloridas para modelagem, tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Contração Muscular. In: ________ Bioquímica Básica. 4ª ed. [Reimpr.] - Rio de Janeiro – Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/. MOREIRA, Valéria Cunha & TICLI, Fábio Kiss. Biomarcadores do Infarto Agudo do Miocárdio: Biomarcadores Atuais e Perspectiva de Novos Marcadores. Revista Saúde em Foco – Edição nº 14 – p. 21 a 30, Ano: 2022. Disponível em: https:// portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/ BIOMARCADORES-DO-INFARTO-AGUDO-DO-MIOC%C3%81RDIO-P%C3%A1g- 21-%C3%A0-30.pdf. NICOLAU et al. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST – 2021. Disponível em: https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066- 782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-01-0181.x55156.pdf. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTOhttps://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2022/02/BIOMARCADORES-DO-INFARTO https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0 https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-117-01-0181/0066-782X-abc-117-0 1 2 3 4 5 253 ESTAÇÃO 3: INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E MARCADORES BIOLÓGICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede. Homem de 51 anos chega ao setor de emergência com dor no peito. Informa que sentia um desconforto no peito ou pressão intermitente durante o último ano, especialmente em situações em que aumentava sua atividade, e descreve a dor no peito como uma pressão atrás do osso do peito que se espalha pelo lado esquerdo até a nuca. De maneira diferente do que vinha ocorrendo, ele estava deitado, assistindo à televisão, quando sentiu essa dor novamente. A dor no peito durou aproximadamente 15 minutos e então parou sozinha. Ele também relatou que teve náusea e suor durante o episódio. Afirma não ter conhecimento de qualquer problema médico, mas já fazia muitos anos que não era examinado por um médico. O exame mostrou que ele não tinha nenhuma alteração aguda nos sinais vitais, os pulmões estavam límpidos na auscultação bilateral e o coração tinha frequência e ritmo regulares sem sopro. O eletrocardiograma (ECG) revelou elevação do segmento ST e picos de onda T nas derivações II, III e aVF. Os níveis séricos de troponina I e T estavam elevados. A. Qual o diagnóstico mais provável e sua correlação com os níveis séricos de troponina? B. Quais os sintomas relevantes que você considerou para chegar ao diagnóstico? Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 1 2 3 4 5 254 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 C. Analise os resultados dos testes rápidos. Correlacione os marcadores à interpretação clínica. ATIVIDADE 2: PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. Analise atentamente as informações no gráfico, complete os espaços em branco no quadro. C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl C Myo Ck-MB Tnl 1 2 3 4 5 255 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.2 MARCADOR CARDÍACO NATUREZA QUÍMICA AUMENTO INICIAL PICO RETORNO - VALOR BASAL SIGNIFICADO CLÍNICO Mioglobina CK-MB Troponina I MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS TOY, Eugene C.; JR., William E. S.; STROBEL, Henry W.; e outros Casos clínicos em bioquímica. 3. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2016. E-book. ISBN 9788580555752. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788580555752/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555752/ 1 2 3 4 5 256 Encerramento da sessãoSP 3.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DRAMATIZAÇÃO DO CICLO CARDÍACO - PARTE 2 1. Aguarde a orientação do(a) professor(a) para realização da atividade proposta. Um grupo voluntário de alunos(as) irá representar a morfologia externa e interna do coração (átrios, ventrículos e valvas), artérias e veias pulmonares, artéria aorta, pulmão e um outro órgão, artérias coronárias, nós sinoatrial e atrioventricular, o caminho percorrido pelo sangue na pequena e grande circulação. 1 2 3 4 5 257 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso abaixo e faça o que se pede. Paciente do sexo masculino, 70 anos, hipertenso e diabético há cerca de 20 anos; dislipidêmico e tabagista (carga tabágica 40 anos/maço), compareceu ao pronto atendimento com queixa de dor retroesternal em aperto, de forte intensidade, há cerca de 40 minutos, com irradiação para o membro superior esquerdo, associada a desconforto abdominal, náuseas e sudorese profusa. Foram solicitados os seguintes exames: eletrocardiograma (ECG), que revelava supradesnivelamento do segmento ST com aspecto convexo nas derivações V1 a V6, bem como dosagens seriadas de troponina, que mostraram curva de padrão ascendente. Analisando esse caso, responda: Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2 A. O que é carga tabágica? B. Qual o provável diagnóstico? Caracterize essa situação patológica. C. Quais vasos sanguíneos estão relacionados com essa patologia? 1 2 3 4 5 258 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.2 D. O que caracteriza o supradesnivelamento do segmento ST observado no ECG e em quais situações clínicas está presente? E. O que significa curva padrão ascendente de troponina? 2. Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico para verificação de seu aprendizado. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 259 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Leandro Spinelli UAM http://lattes.cnpq. br/2532683423345248 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq. br/6988411245716839 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 260 SP 3.3 Meu mundo caiu Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência 1 2 3 4 5 261 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Prezado(a) aluno(a), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá para a compreensão das atividades realizadas em aula. Com a idade, a densidade óssea, especialmente em mulheres, pode reduzir consideravelmente, levando ao desenvolvimento de osteopenia e de osteoporose. Reflita porque, mulheres idosas estão mais sujeitas a estas condições do que homens. Após, vá para a trilha pré-aula e estude sobre a relação entre a mineralização da matriz óssea e a osteoporose. 1. Acesse o LT pelo link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em “Anatomia”, depois em “Sistema Esquelético” e realize as atividades 1, 3 a 5 da aula “Histologia de Ossos e Cartilagens - Laboratório”. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 2. Assista à videoaula “Alterações dos níveis de cálcio em distúrbios ósseos”, disponível no Ulife. https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 262 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 3. Na Aula “Modelo de Sistema Esquelético – Laboratório”, realize as atividades 5 e 7 (atividades relacionadas aos ossos do quadril e fêmur). Antes de realizar as atividades, anote as informações que você conhece sobre o sistema esquelético e o tecido ósseo. Durante a realização das 3 atividades, responda: A. Quais os componentes celulares do tecido ósseo são responsáveis pelo processo de ossificação? Como eles atuam nesse processo? B. Qual a importância do cálcio e do fósforo no metabolismo ósseo? C. Como é a regulação hormonal do cálcio e do fósforo no organismo? D. Quais as principais alterações ósseas na senescência relacionadas às alterações nos níveis de cálcio e fósforo no organismo? E. Qual é a composição do tecido ósseo? F. Capture imagens dos ossos: do quadril, do fêmur e de uma vértebra, e identifique os acidentes ósseos nas imagens. 1 2 3 4 5 263 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.3 4. Ao final desta atividade, construa uma pequena reflexãono seu portfólio, dívida conosco a sua experiência! REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 264 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os alunos devem selecionar seis voluntários(as) para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and- osteoclasts-ty08W7 e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? B. Assista ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? C. Responda: • Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea? • Qual o principal hormônio regulador da calcemia? • Como esse hormônio age para regular a calcemia? Abertura da sessãoSP 3.3 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts 1 2 3 4 5 265 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os processos de ossificação e os componentes celulares do tecido ósseo. Analisar os acidentes ósseos do osso do quadril, do fêmur e de uma vértebra típica. Reconhecer as principais alterações morfológicas na osteopenia, osteoporose e osteoartrite. ESTAÇÃO 1: PROCESSO DE OSSIFICAÇÃO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - HISTOLOGY GUIDE 1. Acesse o site histology guide, navegue até o slide box e selecione o capítulo 5 “ossos e cartilagens”. Busque a lâmina MH 46: https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046- bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 https://www.histologyguide.com/slideview/MH-046-bone-development/05-slide-3.html?p=24480&q=19765 1 2 3 4 5 266 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize o tecido ósseo em processo de ossificação intramembranosa e a amostra de tecido ósseo em ossificação endocondral, e indique as seguintes estruturas: Ossificação Intramembranosa: • Condensação com células mesenquimais; • Células Osteoprogenitoras; • Osteoblastos; • Osteóide; • Osteócitos; • Espículas ósseas; • Trabéculas; • Sistemas de Harvers. Ossificação Endocondral: • Zonas: • Repouso; • Proliferativa; • Hipertrófica; • de Calcificação; • de Ossificação; • Osteoblastos; • Osteoclastos. A. Analise as características que permitiram identificar os processos de ossificação endocondral e intramembranosa. B. Quais são os principais íons envolvidos nos processos de ossificação? C. Quais são os hormônios que controlam os processos de ossificação? 1 2 3 4 5 267 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador/notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1 PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5d!/4/2/2%4051:2 1 2 3 4 5 268 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS DO TECIDO ÓSSEO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. Organize o quadro a seguir usando as informações e as figuras ao lado, considerando o tipo de tecido de ósseo, suas características morfológicas e fatores comportamentais e outros (alimentação, atividade física, uso de medicamentos, idade e outros). 1 2 3 4 5 269 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Fonte: Figuras adaptadas do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021. 1 2 3 4 5 270 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 2. A remodelação óssea é um processo fisiológico que permite a renovação, a adaptação e a reparação de microlesões ósseas, participando também da homeostase do cálcio e do fosfato. Analise a imagem abaixo e coloque em ordem as fases do processo de remodelação óssea, utilizando os termos a seguir: • Ativação; • Formação; • Mineralização; • Reabsorção; • Repouso; • Reversão. 1. __________________________ 2. __________________________ 3. __________________________ 4. __________________________ 5. __________________________ 6. __________________________ 7. __________________________ Fonte: Figura adaptada do Manual brasileiro de osteoporose: orientações práticas para os profissionais de saúde, Pedro, A. O. et al., 1. ed. São Paulo: Editora Clannad, 2021. 1 2 3 4 5 271 SP 3.3 Roteiro de Laboratório Morfofuncional 3. Elabore hipóteses de como a compreensão dos processos de remodelação óssea pode ser aplicada no tratamento de doenças ósseas como a osteoporose. MATERIAIS NECESSÁRIOS Jogos educativos sobre patologias do tecido ósseo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Brasileiro Filho, G. Bogliolo Patologia/Geraldo Brasileiro Filho. – 10. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst . idref%3Dhtml5]!/4/44/1:23[ral%2Cdo] SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdo https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/10%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml5%5d!/4/44/1:23%5bral%2Cdopara esta enfermidade. 2. R. N. nasceu de 37 semanas, com peso de 1500 gramas, 41 cm de comprimento e perímetro cefálico de 30,5cm. Ao nascer, apresentou sangramento, múltiplas petéquias e manchas cutâneas acinzentadas que foram desaparecendo lentamente nas duas primeiras semanas de vida. Apresentou ainda hepatoesplenomegalia, prega palmar única bilateral e hipoplasia das unhas dos pés. A avaliação cardiológica clínica demonstrou persistência do canal arterial. A observação oftalmológica inicial mostrou microftalmia bilateral, glaucoma e retinopatia pigmentar. A análise laboratorial evidenciou trombocitopenia com um número de plaquetas abaixo de 76.000/mm3 e osteopatia. A avaliação do desenvolvimento aos 2 meses de idade confirmou um atraso psicomotor importante. Abertura da sessãoSP 1.1 1 2 3 4 5 29 Abertura da sessãoSP 1.1 3. Cada grupo deve anotar em uma folha sulfite ou folha de caderno uma hipótese e justifica-la. As folhas deverão ser pregadas no quadro ou na parede para que as hipóteses sejam compartilhadas. A resposta será revelada no Encerramento da Sessão. 4. Após a realização da atividade, o(a) professor(a) apresentará os objetivos de aprendizagem das aulas de laboratório, integrando esses objetivos ao tema da Situação Problema, cuja síntese provisória estará sendo elaborada. 1 2 3 4 5 30 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Morfofisiologia do Sistema Nervoso Central e malformações causadas por agentes biológicos LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Relacionar o desenvolvimento do Sistema Nervoso Central (SNC) com os fatores teratogênicos biológicos e drogas de abuso. Caracterizar a organização funcional do Sistema Nervoso. Correlacionar a morfologia dos componentes celulares do tecido nervoso com suas funções. ESTAÇÃO 1: NEURULAÇÃO E PRINCIPAIS FATORES TERATOGÊNICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: GAMIFICAÇÃO E PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. A partir das imagens expostas a seguir, obtidas do livro Embriologia Médica de SADLER, T W. Langman. 14ª. Edição. Grupo GEN, 2021. https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/ epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX], produza um filme com massinha ou desenho. Para isso, você terá que fotografar o material (massinha, desenho) e depois organizar as fotos em aplicativo de filmagem. As imagens devem apresentar legendas indicando os nomes das estruturas. SP 1.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] 1 2 3 4 5 31 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 2. Após o fechamento, o tubo neural cresce e se dilata, surgindo as vesículas primárias (dilatações) do tubo neural. As vesículas primárias continuam crescendo e dão origem às vesículas secundárias. As vesículas secundárias originam as partes que compõem o sistema nervoso. Realize o jogo educativo sobre o desenvolvimento do SNC. Preencha o quadro em branco, correlacione as peças de acordo com suas características embrionárias e indique o local onde podem ocorrer anomalias do desenvolvimento do tubo neural (placas em amarelo). Cada peça estará separada e misturada em um saco (Anexo 1). Microcefalia Holoprosencefalia Meroanencefalia (anencefalia) Neuroporo rostral Meningomielocele Neuroporo caudal Hidrocefalia 1 2 3 4 5 32 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 2. Pesquise: Qual o período crítico (semanas) em que podem ocorrer anomalias congênitas no desenvolvimento do tubo neural? MATERIAIS NECESSÁRIOS Massinha, flip chart, jogo educativo do desenvolvimento do SNC recortado e plastificado, papel e giz de cera. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Embriologia Médica de SADLER, T W. Langman. 14ª. Edição. Grupo GEN, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/ epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX]. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] 1 2 3 4 5 33 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 ESTAÇÃO 2: MORFOFISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM O Atrium - MedRoom é um equipamento de realidade virtual em que o(a) aprendiz é inserido em ambientes virtuais de aprendizagem, como laboratórios de anatomia, com o objetivo de proporcionar uma fácil integração com o conteúdo didático estudado, sendo uma ferramenta complementar aos estudos teóricos. Seu uso é importante como mediador entre a tecnologia e a aprendizagem, solidificando conhecimentos adquiridos. Para desenvolver esta atividade, utilize o Atrium - MedRoom (equipamento de imersão em realidade virtual). Para isso, Os(As) alunos(as)deverão ser organizados da seguinte maneira: • 1 estudante deve ser o explorador (sua função será isolar os componentes do sistema nervoso na região encefálica e detalhar as estruturas para os demais colegas, conforme solicitado por este roteiro (estruturas indicadas em negrito nas questões). • 1 estudante deve ser o guia (sua função será garantir a segurança do explorador enquanto estiver imerso no software). • 1 estudante deve ser o tradutor (sua função será mostrar aos demais estudantes no aplicativo Visible Body e/ou nos modelos anatômicos as estruturas relatadas pelo explorador). • 1 ou mais estudantes devem ser os relatores (sua função será, com a ajuda dos colegas, responder às questões). 1. O telencéfalo é formado pelo córtex cerebral, que compreende os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, e uma pequena linha mediana situada na porção anterior do III ventrículo. Analise a localização anatômica do hemisfério direito, do hemisfério esquerdo e da fissura longitudinal. 1 2 3 4 5 34 2. A superfície do cérebro apresenta várias depressões denominadas de sulcos, que delimitam os giros cerebrais. Analise a localização anatômica do sulco lateral, do sulco central, do giro pré-central e do giro pós-central. Fisiologicamente, o que fazem o giro pré-central e o giro pós-central? 3. Analise as relações anatômicas dos lobos cerebrais e correlacione com suas principais funções. • Frontal: • Parietal: • Temporal: • Occipital: • Ínsula: 4. Em relação aos lobos cerebrais, qual é o único lobo que não se relaciona com nenhum osso do crânio devido a sua localização profunda no sulco lateral? 5. Qual é a maior comissura inter-hemisféricas? Qual é a sua função? 6. Identifique no telencéfalo as seguintes estruturas: • Lobo frontal. • Giro pré-central. • Sulco pré-central. • Giro frontal superior. • Sulco frontal superior. • Giro frontal médio. • Sulco frontal inferior. • Giro frontal inferior: partes orbital, triangular e opercular (esquerdo: Giro de Broca). • Lobo parietal. • Giro pós-central. • Sulco pós-central. • Lobo temporal. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 1 2 3 4 5 35 • Sulco lateral (de Sylvius). • Giro temporal superior. • Sulco temporal superior. • Giro temporal médio. • Sulco temporal inferior. • Giro temporal inferior. • Giros temporais transverso anterior (de Heschl). • Giros temporais transverso posterior. • Lobo occipital. • Sulco calcarino. • Corpo caloso. • Rostro do corpo caloso. • Joelho do corpo caloso. • Tronco do corpo caloso. • Esplênio do corpo caloso. • Comissura anterior. • Fórnice. • Ventrículo lateral. MATERIAIS NECESSÁRIOS Equipamentos para a realidade virtual (Atrium-MedRoom) e tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A.https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714041/pageid/0 1 2 3 4 5 272 Roteiro de Medicina Laboratorial Processo de mineralização do tecido ósseo e senescência LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar o metabolismo do cálcio e do fósforo com o processo de ossificação. Correlacionar as principais alterações ósseas na senescência com os níveis de cálcio e de fósforo. Caracterizar morfofuncionalmente as glândulas tireoide e paratireoide. ESTAÇÃO 1: DOSAGEM DE CÁLCIO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”. 2. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu. SP 3.3 1 2 3 4 5 273 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, escolha a prática “Dosagem de cálcio” e realize o experimento, seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no pós-teste. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. 1 2 3 4 5 274 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 275 ESTAÇÃO 2: DOSAGEM DE FOSFATO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual da Algetec: “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”. Ao entrar em “Aula de dosagem de cálcio e fósforo sérico”, verá o menu. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 A. Selecione o ícone do “Sumário teórico” e leia o embasamento teórico para a realização da prática. B. Após a leitura, selecione o ícone do “Roteiro de experimentos”. Anote as instruções descritas para conseguir manipular os instrumentos e equipamentos durante a realização do Experimento no ícone. C. Responda às perguntas do pré-teste. D. Em seguida, escolha a prática “Dosagem de fósforo” e realize o experimento, seguindo as instruções do roteiro que você anotou no item “b’’. E. Ao finalizar o experimento, responda às perguntas que estão no pós-teste. 1 2 3 4 5 276 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALIK, Rubina A. Osteoporose e fraturas do quadril. In: WILLIAMS, Brie A.; CHANG, Anna; AHALT, Cyrus; et al. CURRENT: Geriatria. – 2. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2015. E-book. ISBN 9788580555165. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555165/. SILVERTHORN, Dee U. Controle Endócrino do Crescimento e do Metabolismo. In: Fisiologia Humana. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap. 23, p. 743 – 750. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582714041/. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555165/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714041/ 1 2 3 4 5 277 ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA DAS GLÂNDULAS TIREOIDE E PARATIREOIDE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o site Histology Guide, Endocrine Glands e encontre a lâmina MHS 209 Thyroid-Parathyroid-Thymus (http://www.histologyguide.com/slideview/ MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z=- 1&page=1). Após, copie estas imagens em um arquivo word ou power point, localize e indique as seguintes estruturas: Glândula Tireoide: • Folículos tireoideanos; • Células foliculares; • Coloide; • Células parafoliculares ou C; • Cápsula conjuntiva; • Vasos sanguíneos. Glândula Paratireoide: • Cápsula; • Cordões celulares com: • Células principais; • Células oxifílicas; • Vasos sanguíneos. 2. Associe a coloração e a disposição das células com sua função, indicando os tipos de hormônios sintetizados por essas células e suas funções. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z http://www.histologyguide.com/slideview/MHS-209-thyroid-parathyroid-thymus/13-slide-1.html?x=0&y=0&z 1 2 3 4 5 278 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 279 Encerramento da sessãoSP 3.3 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar outros seis voluntários para participarem do jogo responda ou repasse. Os(as) demais alunos(as) serão jurados(as). A. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and- osteoclasts-ty08W7 e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? B. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Qual é esta célula do tecido ósseo? • Qual é a sua função no processo de remodelagem do osso? C. Assistir ao gif disponível em https://makeagif.com/gif/random42-medical- animation-osteoblasts-and-osteoclasts e responda: • Quais são os dois principais elementos inorgânicos da matriz óssea? • Qual o principal hormônio regulador da calcemia? • Como esse hormônio age para regular a calcemia? https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/osteoblasts-and-osteoclasts-ty08W7 https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts https://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclastshttps://makeagif.com/gif/random42-medical-animation-osteoblasts-and-osteoclasts 1 2 3 4 5 280 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO Prezados(as) alunos(as), a trilha pós-aula deverá ser realizada após a aula, no período extra-aula, individualmente ou em grupo, a fim de consolidar o conhecimento adquirido em sala. 1. Leia o caso clínico e responda às perguntas a seguir. Uma mulher de 82 anos é levada de ambulância ao setor de emergência, queixando-se de dor no quadril direito. Ela foi encontrada no chão de sua casa, depois de sofrer uma queda em nível plano, na noite anterior. Ela tem consciência de que caiu, mas não consegue se lembrar de mais detalhes sobre a lesão, exceto de sentir um pouco de tontura imediatamente antes da queda. A mulher não conseguiu se levantar e foi forçada a esperar pela chegada de socorro na manhã seguinte. Além disso, ela mora sozinha e costuma andar pela casa com o uso de um andador de rodinhas. Sua história médica pregressa é digna de nota para uma leve perda de memória, fibrilação atrial (usando varfarina), hipotireoidismo, hipertensão controlada com diuréticos, duas gestações normais e menopausa aos 51 anos. O exame revela uma mulher sonolenta, mas responsiva, em decúbito e dor evidente, com a perna direita em rotação externa e visivelmente mais curta do que a esquerda. Seu peso é de 44,5 kg e sua altura é de 1,60 m. Os sinais vitais são normais, com fibrilação atrial a uma frequência de 84 batimentos por minuto (bpm). Ela não tolera a movimentação de seu quadril direito, mas nega dor à palpação no joelho e no tornozelo. Não há edema, equimose ou abrasões naquelas áreas. A paciente consegue realizar atividades motoras simples e nega déficits sensoriais distalmente a seu membro inferior direito. A realização do exame radiográfico confirma a presença de fratura deslocada no colo femoral direito e fratura pertrocantérica, com aumento da radiotransparência e adelgaçamento dos córtices femorais. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Qual é a próxima etapa no diagnóstico? C. Qual é o próximo passo da terapia? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3 1 2 3 4 5 281 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.3 2. Mulher de 42 anos, foi atendida em uma clínica com queixa de desconforto espalhado pela região do abdome, fraqueza, cansaço e dor nos ossos. A paciente relata não ter história pessoal ou familiar de problemas médicos, mencionou apenas que teve infecções urinárias com frequência e tinha tido vários episódios de pedras nos rins. O exame físico não mostrou anormalidades, a contagem de células do sangue estava dentro da faixa normal e o exame de eletrólitos mostrou níveis significativamente elevados de cálcio e níveis baixos de fósforo. A. Qual é o diagnóstico mais provável? Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico 1 para verificação de seu aprendizado. Acesse o livro TOY, Eugene C.; DENTINO, Andrew N.; JOHNSON, Lowell S.; et al. Casos Clínicos em Geriatria. Porto Alegre: AMGH. Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555097. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788580555097/ na Minha Biblioteca, veja as respostas esperadas para as perguntas do caso clínico 1 para verificação de seu aprendizado. Ao final desta atividade, você pode construir uma pequena reflexão no seu portfólio, dívida conosco a sua experiência! https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555097/ 282 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Carolina Rocha Moreira de Oliveira USJT http://lattes.cnpq. br/6870025850137907 Fernando Rodrigues UAM - São Paulo http://lattes.cnpq. br/6988411245716839 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 283 SP 3.4 Inverno e primavera Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento 1 2 3 4 5 284 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezados(as) alunos(as), a trilha pré-aula deverá ser realizada previamente à aula prática, no período extra-aula, individualmente ou em grupo. A realização dessa atividade apresenta extrema importância para a construção do seu conhecimento e contribuirá muito para a compreensão das atividades que serão realizadas em aula. Por causa da idade, pode ficar mais difícil urinar para idosos do sexo masculino. Isso ocorre porque a próstata tende a aumentar com a idade. Reflita sobre a relação entre o aumento da próstata e a dificuldade em urinar. Após, siga para a trilha pré-aula. 1. Assista às videoaulas disponíveis no Ulife: A. “Sistema genital 1 e 2”. B. “Aspectos histológicos da próstata”. C. “Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)”. D. “Utilização de antígeno prostático específico (PSA) para diagnóstico de câncer de próstata”. 2. Enquanto assiste aos vídeos, anote: A. Quais as características anatômicas da bexiga? B. Quais as diferenças morfofuncionais entre a uretra masculina e, feminina? C. Como ocorre o controle da micção? D. Quais as características anatômicas da próstata? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4 1 2 3 4 5 285 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 3.4 E. Quais as características das zonas anátomo-funcionais da próstata? F. Quais exames laboratoriais e clínicos podem ser utilizados para diagnóstico diferencial de patologias da próstata? Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)? Ao final desta atividade, você poderá construir uma pequena reflexão e colocá- la no seu portfólio. 1 2 3 4 5 286 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - RESPONDA OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Quais são os aspectos da bexiga urinária na senescência? B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na senescência? C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata? D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas? E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna? Abertura da sessãoSP 3.4 1 2 3 4 5 287 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os aspectos macroscópicos e microscópicos da próstata, associando-os com o processo de senescência, para compreender o processo fisiopatológico da hiperplasia prostática. Diferenciar os aspectos macroscópicos e microscópicos da bexiga urinária, associando-os com o controle da micção e o processo de senescência, para compreender o processo fisiopatológico da incontinência urinária. ESTAÇÃO 1: MACROSCOPIA DA PRÓSTATA E HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB) Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible bodyou similar e, com a ajuda do Atlas de Anatomia, localize a próstata e analise as seguintes características: A. A próstata possui uma porção glandular e uma porção fibromuscular. Qual face prostática é palpável ao toque retal? B. Qual a relação da próstata com os esfíncteres uretrais interno e externo? SP 3.4 1 2 3 4 5 288 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 C. Localize o ducto ejaculatório. Como se dá a formação desse ducto? O ducto ejaculatório recebe secreção prostática? D. Localize o colículo seminal. Em que porção da próstata está localizado? E. Localize os dúctulos prostáticos. F. Localize a fáscia retoprostática ou retovesical, também denominada fáscia de Denonvillier. Ela constitui uma referência cirúrgica para evitar a lesão de nervos justaprostáticos e também é uma estrutura importante para evitar a disseminação posterior dos tumores de próstata. G. Identifique as artérias: vesical inferior, prostática, uretrais e capsulares, pudenda interna, retal média. H. Identifique as veias do plexo prostático na porção anterolateral, cuja principal tributária é a veia dorsal do pênis, que também recebe as veias vesicais e ramos prostáticos, que se conectam com o plexo vesical e a veia pudenda interna. Essas veias drenam para a veia vesical e a veia ilíaca interna. I. Localize os nervos: pélvico (parassimpático) e hipogástrico (simpático), que são ramos dos gânglios nervosos pélvicos. 2. Responda às questões a seguir: A. As metástases dos tumores de próstata acometem linfonodos retroperitoneais e ossos, mas são raramente vistas no fígado, diferentemente do que ocorre com os tumores originários do intestino. Como podemos explicar isso à luz da compreensão da vascularização da próstata? B. Os ramos nervosos erigentes (esplâncnicos pélvicos) passam próximos à próstata? Sua lesão determina impotência? 3. A hiperplasia benigna da próstata (HPB) gera os sintomas listados na tabela a seguir. Qual o motivo para que ocorram esses sintomas? 1 2 3 4 5 289 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA HPB Sintomas obstrutivos Sintomas irritativos Jato fraco 59% Polaciúria 72% Esvaziamento incompleto 45% Capacidade reduzida 48% Gotejamento terminal 45% Noctúria 41% Jato interrompido 41% Incontinência/urgência 28% Hesitância 41% Dor suprapúbica 21% Incontinência paradoxal 14% Retenção urinária 2% a 10% MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D 1 2 3 4 5 290 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 ESTAÇÃO 2: HISTOFISIOLOGIA DA BEXIGA E DA PRÓSTATA E HISTOPATOLOGIA DE HIPERPLASIA PROSTÁTICA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide, Male Reproductive System e encontre a lâmina MH 183 Prostate, ou no link: https://www.histologyguide. com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html. Esta é uma lâmina da próstata. Analise as seguintes estruturas: A. Parênquima, com glândulas tubuloalveolares. B. Epitélio glandular – Células basais; Corpora amilacea. C. Tecido conjuntivo perialveolar. D. Estroma. E. Cápsula. ATIVIDADE 2: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o laminário virtual MedRoom https://student.medroom.com.br/ e digite “bexiga” na busca. Clique na lâmina de bexiga urinária. Identifique: • Mucosa. • Epitélio de transição. • Lâmina própria. • Camada Muscular - M. detrusor. • Camada Adventícia. • Tecido conjuntivo. https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-183-prostate/19-slide-1.html https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 291 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 2. Que características histológicas permitem diferenciar uma bexiga cheia de uma bexiga vazia? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dc 1 2 3 4 5 292 ESTAÇÃO 3: MACROSCOPIA E MICROSCOPIA DA BEXIGA URINÁRIA E REFLEXO DE MICÇÃO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Utilize os modelos anatômicos, o App visible body ou similar e com a ajuda do Atlas de Anatomia localize a bexiga urinária e analise as seguintes características: A. Analise suas relações anatômicas. B. Observe as diferenças de relações anatômicas da bexiga no organismo feminino em relação ao masculino. C. Observe que a bexiga tem quatro superfícies anatômicas: superior, inferior, inferolateral direita e inferolateral esquerda. D. Observe que a bexiga pode ser pode ser dividida em quatro partes: Ápice, Corpo, Colo e Fundo. E. No fundo, localize o trígono da bexiga: o orifício interno da uretra e os dois orifícios ureterais. F. Observe que o músculo detrusor constitui a parede da bexiga, ele forma o esfíncter interno da uretra em torno do colo da bexiga. O músculo detrusor contrai em torno dos orifícios ureterais quando a bexiga contrai, de forma a prevenir refluxo vesicoureteral. G. Localize o esfíncter interno da bexiga e o diafragma urogenital com o músculo do esfíncter externo da bexiga. Quais as diferenças funcionais entre esses dois músculos? H. Localize os nervos: hipogástricos, pélvicos e pudendo. Quais desses nervos são simpáticos e quais são parassimpáticos? Como eles participam do reflexo de micção? Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 1 2 3 4 5 293 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 3.4 ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL 1. Elabore um mapa mental com as etapas do reflexo de micção. Use o breve resumo encontrado em https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst. idref%3Dchapter26%5D!/4/666/2%4050:98 como inspiração para o seu mapa. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook, tablet com o App Visible body ou similar, e os modelos anatômicos do torso e do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes e Órgão Genital Feminino, em 4 Partes. Cartolina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i/6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomiae Fisiologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527728867. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527728867/epubcfi/6/72%5B%3Bvnd.vst.idref% https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3D https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/z/zika-virus https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 22 jan. 2023 1 2 3 4 5 294 Roteiro de Medicina Laboratorial Alterações Morfofisiológicas da bexiga e da próstata no processo de envelhecimento LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar: hiperplasia benigna da próstata, carcinoma da próstata e prostatite crônica. Analisar os principais tipos de diagnósticos dos tumores de próstata. Correlacionar a indicação da realização da biópsia prostática aos riscos associados ao procedimento. ESTAÇÃO 1: PRÓSTATA Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM E APLICATIVO VISIBLE BODY 1. Siga o passo a passo abaixo: A. Higienize os óculos e controles manuais. SP 3.4 1 2 3 4 5 295 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body ou similar, as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor, encontram a estrutura anatômica e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). • Próstata. • Base da próstata. • Parte proximal. • Zona glandular periuretral. • Parte distal. • Ápice da próstata. • Face anterior. • Face posterior. • Face ínfero-lateral. • Lobos direito e esquerdo da próstata. • Istmo da próstata. • Cápsula prostática. • Parênquima. • Dúctulos prostáticos. • Tecido muscular. • M. puboprostático. 2. Explore os aspectos anatômicos: uretra prostática e pré-prostática, junção com o ducto ejaculatório. • Ao terminar a atividade, deixe a estação organizada e limpa, para que o próximo grupo possa realizar seu estudo. 1 2 3 4 5 296 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS - APARELHO UROGENITAL MASCULINO 1. Utilize o modelo anatômico do aparelho urogenital: Órgão Genital Masculino em 5 Partes, e responda às questões sobre o exame digital retal. A. Quais lobos prostáticos são palpados no exame digital retal? B. Quais as alterações na próstata podem ser sentidas pelo urologista ao realizar o exame digital retal? C. Em uma hiperplasia prostática, quais estruturas anatômicas do sistema geniturinário estarão afetadas? Correlacione as estruturas alteradas aos sinais e sintomas desta patologia. D. Quais limitações do exame digital retal? E. Registre suas respostas. • Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico e responda ao que se pede. Foi constatado que um homem branco, de 67 anos, apresenta um nível sérico do antígeno prostático específico (PSA) igual a 4,8 ng/mL (normal ≤ 4,0 ng/mL) em um check-up anual de saúde há duas semanas. Além de não relatar dificuldade de micção, ele nega qualquer episódio recente de disúria, frequência urinária ou urgência miccional. Também nega hematúria. Esse homem tem um irmão mais idoso de 69 anos, com história de câncer de próstata, tratado por meio de prostatectomia radical há 10 anos. Além disso, ele tem uma história médica pregressa digna de nota para hipertensão e hipercolesterolemia e, para tanto, toma ácido acetilsalicílico, sinvastatina e lisinopril. Ao exame, esse paciente é um homem bem nutrido que aparenta a idade declarada. Os sinais vitais 1 2 3 4 5 297 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 permanecem normais. Além de não haver organomegalia palpável, não há rigidez, sensibilidade nem distensão abdominal. Ele também não exibe linfadenopatia palpável, e sua genitália está normal. Ao exame de toque retal, a próstata tem cerca de 40 cm³ e está macia à palpação, sem nódulos ou doloridos. O tônus esfincteriano apresenta-se normal. O restante de seu exame físico também se encontra normal. O exame de urina revela resultados normais, sem qualquer sinal de piúria ou hematúria. Foram realizados os exames de urocultura e repetidos os níveis do PSA; os resultados demonstraram a ausência de crescimento de microrganismos em 72 horas e um nível de 5,0 ng/mL do antígeno mencionado, respectivamente. O paciente, então, é encaminhado a um urologista e passa por uma biópsia transretal da próstata guiada por ultrassonografia. Os resultados do laudo histopatológico são os seguintes: base, porção média e ápice do lado direito, além do ápice do lado esquerdo: tecido benigno; base do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 + 3 = 6 de Gleason em 5% da porção central; porção média do lado esquerdo: adenocarcinoma de grau 3 + 3 = 6 de Gleason em 20% do comprimento total da porção central. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Quais são as opções terapêuticas? C. Qual foi a orientação desse paciente sobre a realização da biópsia prostática e os riscos associados ao procedimento? D. Crie uma cartilha para prevenção de câncer de próstata. E. Registre suas atividades. Coloque-as em seu portfólio. • Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. 1 2 3 4 5 298 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet, Atrium MedRoom, kit de Higienização para Atrium, modelos anatômicos: torso, sistema genital masculino. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. REBELLO, Richard J.; OING, Christoph; KNUDSEN, Karen E.; LOEB, Stacy; et al. Prostate Cancer. NATURE REVIEWS Disease Primers, v. 7, n. 9, p. 1-27, 2021. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0. https://www.nature.com/articles/s41572-020-00243-0 1 2 3 4 5 299 ESTAÇÃO 2: PATOLOGIAS DA PRÓSTATA: EXAMES DE IMAGEM Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO - PRÓSTATA 1. Observe, abaixo, a imagem da próstata e responda às questões a seguir. A. Identifique, na imagem, três zonas anatômicas da próstata descritas por McNeal. B. Diferencie as zonas anatômicas conforme sua função. C. Qual destas zonas está alterada na hiperplasia prostática benigna? D. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 300 ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA PRÓSTATA 1. Analise as imagens de ressonância magnética demonstrando anatomia prostática. Correlacione as alterações prostáticas à hiperplasia prostática benigna e ao câncer de próstata. Na Figura 1, a letra “A” corresponde à imagemde uma próstata normal. Zona Periférica (ZP) exibe hipersinal homogêneo, e a Glândula Central (Zona Central e a Zona de Transição) apresenta sinal intermediário. O limite entre a zona periférica e a glândula central é denominado cápsula cirúrgica, e linha de baixo sinal circundando a próstata é denominada cápsula prostática (setas). Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 301 Tendo como norte a imagem da letra “A”, responda: A. Quais alterações podem ser observadas em B? __________________________________________________________________ B. Quais alterações podem ser observadas em C? __________________________________________________________________ C. Quais alterações podem ser observadas em D? __________________________________________________________________ D. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 3: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM - ULTRASSONOGRAFIA TRANSRETAL DA PRÓSTATA 1. Analise as imagens de ultrassonografia transretal da próstata. Na imagem A, tem-se o aspecto normal da glândula prostática. A Zona periférica está homogênea e mais ecogênica do que a central. A. O que se observa em B? _________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 1 2 3 4 5 302 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 B. Registre suas respostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 4: CASO CLÍNICO 1. Interprete o de caso clínico e responda às questões a seguir. Um homem de 63 anos, com queixa de dificuldade de micção e sensação de que não consegue esvaziar a bexiga completamente, há 6 meses. Além disso, informa que, após urinar, com frequência sente urgência em urinar novamente. Nega secreção uretral ou queimação com a micção. Teve uma hipertensão branda e tomou um diurético, chamado tiazida. A única outra medicação é a ampicilina contra duas infecções do trato urinário, durante anos anteriores. No exame, a pressão arterial era de 130/84 mmHg, pulso de 80 batimentos/min e estava afebril. Os exames do coração e do pulmão estavam normais e o exame do abdome não mostrava massas. A. Qual é o diagnóstico mais provável? B. Qual é a explicação anatômica para os sintomas do paciente? C. Crie um mapa mental da fisiopatologia da doença abordada no caso clínico. D. Registre suas respostas. Coloque-as em seu portfólio. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. ATIVIDADE 5: QUADRO COMPARATIVO 1. Faça um quadro comparativo para diferenciar os sintomas de prostatite, hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata, e os exames laboratoriais que poderiam ser solicitados para auxiliar no diagnóstico destas patologias. Registre suas repostas. Ao terminar a atividade, apague suas respostas para que o próximo grupo possa realizá-la. Deixe a estação organizada e limpa. 1 2 3 4 5 303 MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Li, Mantong; JIANG, Feng; XUE, Liangyi, PENG, Cheng, et al. Recent Progress in Biosensors for Detection of Tumor Biomarkers. Molecules. NIH, n.27, v.21, p. 7327, Oct 2022. doi: 10.3390/molecules27217327. PMID: 36364157; PMCID: PMC9658374. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/. SANTOS, Viviane Cristine Tavares; MILITO, Miguel Angelo e MARCHIORI, Edson. O papel atual da ultrassonografia transretal da próstata na detecção precoce do câncer prostático. Radiol Bras, n. 39, v. 3, p. 185–192, Mai/ Jun 2006. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues. TOY, Eugene C.; ROSS, Lawrence M.; ZHANG, Han; et al. Casos Clínicos em Anatomia. 3. ed. – Porto Alegre. Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788580555639. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 3.4 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36364157/ http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1282&idioma=Portugues https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555639/. Acesso em: 26 nov. 2022 1 2 3 4 5 304 Encerramento da sessãoSP 3.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO - PASSE OU REPASSE 1. Os(as) alunos(as) devem selecionar nove voluntários(as) para responder ou repassar perguntas, o restante dos(as) participantes será jurado(a). A. Quais são os aspectos da bexiga na senescência? B. Quais alterações nos aspectos morfológicos da próstata são relevantes na senescência? C. Qual é o biomarcador utilizado para diagnosticar patologias da próstata? D. Qual a relação entre a bexiga e a próstata nas patologias prostáticas? E. Quais são os aspectos fisiopatológicos da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)? F. Como a HPB pode afetar o reflexo de micção? G. Como a senescência pode afetar o reflexo de micção? 1 2 3 4 5 305 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia e interprete o caso clínico. J. S., masculino, 55 anos, iniciou acompanhamento urológico aos 39 anos pós-fratura traumática de pelve com lesão uretral, tendo sido realizadas uretroplastia e uretrotomia interna para tratamento. Perdeu seguimento por ter apresentado melhora e retornou aos 53 anos, com queixa de disúria e gotejamento, apesar de apresentar jato moderado. Em investigação, apresentou PSA total 57 ng/dl, toque retal com próstata endurecida, ecografia com próstata de 25cm³3 e calcificações em lobo esquerdo, bexiga de paredes espessadas, resíduo pós-miccional 10ml. Biópsia de próstata com 6 fragmentos, sendo 3 do lobo esquerdo Gleason 10 (5+5) e 3 do lobo direito Gleason 9 (4+5), invasão perineural não observada, embolia angiolinfática presente. Raio X tórax normal. Cintilografia óssea com aumento do radiofármaco em região lateral do quadril esquerdo, sugestivo de metástase. Realizada orquiectomia bilateral. Evoluiu com melhora das queixas urinárias após 3 meses, tendo queda do PSA para 0,51 ng/dl. Apresentou seguimento a cada 3 meses durante 20 meses, tendo todas as dosagens de PSA 50 nódulos) (figura 1), foi internado e realizada tomografia computadorizada de abdômen e pelve (figura 2) que mostrou processo expansivo com densidade de partes moles, heterogênea, com áreas suspeitas de necrose, localizada em cavidade pélvica, 9x7cm em topografia de próstata, envolvendo região retal, sem plano de clivagem, com presença de linfonodos aorto-ilíacos 7mm. Em poucos dias, evoluiu com quadro de emagrecimento, queda do estado geral e suboclusão intestinal, sendo realizada laparotomia exploradora e colostomia em alça, realizadas biópsias de nódulo em epíplon e nódulo subcutâneo abdominal. Anatomopatológico das biópsias foi adenocarcinoma acinar moderadamente diferenciado, metastático, compatível com sítio primário prostático. Antes de Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4 1 2 3 4 5 306 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 3.4 iniciar quimioterapia, a qual não foi iniciada por falta de condições clínicas, o paciente evoluiu com evisceração e infecção de ferida operatória, sendorealizados desbridamento e ressutura de parede abdominal, mas o paciente evoluiu para sepse e óbito. Fonte: https://www.researchgate.net/publication/278005879_. 2. Após analisar o caso clínico, quais observações podem ser feitas em relação à clínica do adenocarcinoma prostático e dosagem de PSA, que tornam este caso clínico raro? Acesse o link https://www.researchgate.net/publication/278005879, veja a resposta esperada para essa pergunta e verificação de seu aprendizado. https://www.researchgate.net/publication/278005879_ https://www.researchgate.net/publication/278005879 307 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM - Piracicaba https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Elizabeth Fonseca dos Reis FASEH - Vespasiano http://lattes.cnpq. br/2117192003251022 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq. br/3797714737481727 Carolina Rocha Moreira de Oliveira USJT http://lattes.cnpq. br/6870025850137907 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 http://lattes.cnpq.br/2117192003251022 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 http://lattes.cnpq.br/6870025850137907 308 Agenda para TBL TBL 1 2 3 4 https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 309F., AGUR A.M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed.#2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT. Neurociência da Mente e do Comportamento, Grupo GEN, Reimpressão. 2018. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/ pageid/0. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4LENT https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/pageid/0 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/978-85-277-1994-0/pageid/0 1 2 3 4 5 36 ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA DO TECIDO NERVOSO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL E TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Para executar a atividade proposta, acesse o microscópio virtual Histology Guide, por meio do link abaixo, e clique em Nervous Tissue > Brain. https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1. html?x=81439&y=14430&z=50.0 1. Diferencie as regiões do encéfalo e do cerebelo e anote as características morfológicas que permitiram esta identificação. 2. Analise a organização do córtex encefálico e observe a morfologia dos neurônios. 3. Analise a organização do cerebelo, observe e identifique suas camadas. 4. Correlacione as características estruturais das células de Purkinje com sua função (observe a presença da substância de Nissl). 5. Esquematize uma célula de Purkinje em uma folha avulsa e classifique este neurônio. 6. Identifique: • Pericário ou corpo celular. • Prolongamentos citoplasmáticos. • Núcleo com nucléolo. • Substância ou corpúsculo de Nissl. 7. Acesse a plataforma LT KuraCloud → Anatomia → Sistema Nervoso Central → Histologia do Tecido Neural - Laboratório → Em grupo realizem as atividades de 1 a 4. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1.html?x=81439&y=14430&z=50.0 https://www.histologyguide.com/slideview/MHS-283-brain/06-slide-1.html?x=81439&y=14430&z=50.0 1 2 3 4 5 37 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet ou computador/notebook com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. ROSS, M. H. ROSS. histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8ª Edição. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 1 2 3 4 5 38 Roteiro de Medicina Laboratorial Morfofisiologia do Sistema Nervoso Central e malformações causadas por agentes biológicos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Caracterizar os possíveis agentes biológicos causadores de malformações congênitas. Relacionar manifestação clínica, modo de transmissão, diagnóstico, medidas terapêuticas de prevenção e controle de agentes biológicos causadores de malformações congênitas. Correlacionar o mecanismo de desenvolvimento das malformações congênitas causadas por estes agentes biológicos ao período crítico de desenvolvimento embriológico e fetal. ESTAÇÃO 1: DEFEITOS CONGÊNITOS MAIS COMUNS E AGENTE ETIOLÓGICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Estabeleça as correlações entre os defeitos congênitos apresentados e o agente biológico responsável por esta enfermidade. SP 1.1 1 2 3 4 5 39 Agentes biológicos: A. Citomegalovírus. B. Toxoplasma gondii. C. Treponema pallidum. D. Vírus da Hepatite B. E. Vírus da Varicella-zoster. F. Vírus do herpes simples. G. Zika vírus. H. Vírus da imunodeficiência adquirida. Defeitos congênitos mais comuns: A. Microcefalia, coriorretinite, perda auditiva neurossensorial, retardo do desenvolvimento psicomotor/mental, hepatoesplenomegalia, hidrocefalia, paralisia cerebral, calcificação encefálica. B. Hidrocefalia, surdez congênita, deficiência mental, dentes e ossos anormais. C. Nascimento pré-termo, baixo peso ao nascimento e macrossomia fetal. D. Vesículas e cicatrizes na pele, coriorretinite, hepatomegalia, trombocitopenia, petéquias, anemia hemolítica e hidroanencefalia. E. Microcefalia, deficiência mental, microftalmia, hidrocefalia, coriorretinite, calcificações cerebrais, perda auditiva e distúrbios neurológicos. F. Cicatrizes cutâneas, paralisia incompleta de membros, hidrocefalia, convulsões, catarata, microftalmia, atrofia óptica, nistagmo, coriorretinite, microcefalia, deficiência mental, hipoplasia de membros, dedos das mãos e pés, anomalias urogenitais. G. Atraso no crescimento, microcefalia, distúrbios no cérebro e medula espinhal, problemas de comportamento, desenvolvimento e cognição. H. Microcefalia, distúrbios neurológicos, calcificação intracranial, disfagia e problemas na motilidade gástrica. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 1 2 3 4 5 40 Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Malformações congênitas causadas por vírus. MACHADO V. G. V., DANTAS P. H. de A., ALMEIDA R. C. P de, LIMA FILHO J. A. de, SILVA, I. M. da, MOURA R. B. de, COUTINHO V. E. A. Malformações congênitas causadas por vírus. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, [S.l.], v. 10, n. 4, pág. e44610414110, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i4.14110. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/ rsd/article/view/14110. Acesso em: 2 nov. 2022. Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/ images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110 https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110 https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf 1 2 3 4 5 41 ESTAÇÃO 2: ANOMALIAS CONGÊNITAS CAUSADAS POR AGENTES BIOLÓGICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Utilizando o material disponível sobre a bancada, siga a orientação clínica para os diferentes casos clínicos pré-estabelecidos a seguir: A. Caso Clínico 1: Uma menina de 8 anos de idade contraiu infecção por rubéola e sua mãe ficou preocupada quanto ao risco de desenvolver glaucoma, catarata, malformação cardíaca, retardo no crescimento e surdez. Além disso, a mãe não sabia sobre a possibilidade da criança adquirir a doença novamente na fase adulta durante a gestação. Qual orientação clínica deve ser realizada pelo médico diante desta situação? Justifique sua resposta. B. Caso Clínico 2: Uma gestante tem em sua casa 2 gatos que costumam fugir e dias depois aparecer. Sua vizinha, preocupada com a gestação da amiga, informou que ela deveria evitar o contato próximo com os animais durante a gravidez. Na consulta do pré-natal, a gestante perguntou ao médico se a informação que recebera da vizinha era verdadeira. Qual a orientação clínica do médico diante desta situação? Qual a fase mais crítica para a gestante ser infectada pelo patógeno (período embriológico ou período fetal)? C. Caso Clínico 3: Uma gestante, durante consulta do Pré-Natal na UBS, revela que já realizou tratamento anterior para sífilis e pergunta ao seu médico se é necessário realizar teste rápido, uma vez que acredita estar imunizada. Qual deve ser a condutado médico? Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 1 2 3 4 5 42 MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Malformações congênitas causadas por vírus. MACHADO, VGV.; DANTAS, PH de A.; ALMEIDA, RCP de.; LIMA FILHO, JA de.; SILVA, IM da.; MOURA, RB de.; COUTINHO, VEA. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, [S. l.], v. 10, n. 4, pág. e44610414110, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i4.14110. Disponível em: https://rsdjournal.org/ index.php/rsd/article/view/14110. Acesso em: 2 nov. 2022. Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/ images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf. GUIA PRÁTICO Diagnóstico de anomalias congênitas no pré-natal e ao nascimento. MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110 https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/14110 https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf 1 2 3 4 5 43 ESTAÇÃO 3: AGENTE ETIOLÓGICO E TOXOPLASMOSE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO Para esta atividade, acesse o site do Departamento de doença Veterinária, por meio do link https://atlas.sund.ku.dk/parasiteatlas/zoonotic/toxoplasma_gondii/. 1. Observe o agente etiológico da Toxoplasmose e classifique-o quanto ao tipo de microrganismo. 2. Após a observação, interprete o diagnóstico sorológico apresentado na tabela abaixo para uma gestante em sua primeira consulta e estabeleça a conduta médica, justificando sua orientação. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 Sorologia Toxoplasmose 1ª Consulta lgM (-) lgG (+) lgM (-) lgG (-) lgM (+) lgG (-) lgM (+) lgG (+) https://atlas.sund.ku.dk/parasiteatlas/zoonotic/toxoplasma_gondii/ 1 2 3 4 5 44 3. Cada grupo deve anotar em uma folha sulfite ou folha de caderno uma hipótese e justifica-la. As folhas deverão ser pregadas no quadro ou na parede para que as hipóteses sejam compartilhadas no Encerramento da Sessão. MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Ref. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Protocolo de Notificação e Investigação: Toxoplasmose gestacional e congênita [recurso eletrônico]/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018. 31 p. : il. Manual de Teratogênese em Humanos 2011. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/ images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf. GUIA PRÁTICO Diagnóstico de anomalias congênitas no pré-natal e ao nascimento. MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis, 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.1 https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Outros_Manuais/manual_teratogenese.pdf 1 2 3 4 5 45 Encerramento da sessãoSP 1.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Realize uma discussão com os grupos baseada nas questões abordadas anteriormente. Correlacionar as atividades abordadas no laboratório de morfofuncional e de Medicina Laboratorial. 1 2 3 4 5 46 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico a seguir e faça o que se pede. Na década de 80, no bairro de Vila Socó, em Cubatão, São Paulo, muitas crianças nasceram com má-formação devido à exposição das gestantes a fatores de contaminação ambiental. P. R. e A. R, gêmeos, nasceram nesta época e apresentaram as seguintes alterações: P. R.: saco protuso, contendo líquido seroso, meninges e medula espinal, caracterizando um quadro de mielomeningocele. P.R. evoluiu para um quadro de deficiência motora e de linguagem devido a hidrocefalia e convulsões. A. R.: ausência de hemisférios cerebrais, o que caracteriza anencefalia. A. R. foi a óbito após três dias de vida. Após analisar o caso clínico, responda às perguntas utilizando, para isso, o artigo científico, ERIC DESSAUD, E.; MCMAHON, A. P.; BRISCOE, J. Pattern formation in the vertebrate neural tube: a sonic hedgehog morphogen- regulated transcriptional network. Development 2008 135:2489-2503; doi:10.1242/dev.009324 e o livro de Embriologia Médica de SADLER, T W. Langman. 14. Edição. Grupo GEN, 2021. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst. idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] A. Em que fase da gestação se forma o tubo neural? B. Quais genes estão relacionados com o fechamento do tubo neural? C. Quais substâncias poderiam ter causado as más-formações apresentadas pelos gêmeos? D. Qual a relação entre as crises convulsivas apresentadas por P. R. e as más- formações apresentadas por ele? E. Por que A.R. foi a óbito somente no terceiro dia de vida extrauterina? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737289/epubcfi/6/64[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter18]!/4/342/12/1:0[%2CLHX] 1 2 3 4 5 47 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Varjabedian, D. Silva, V A. documentação acadêmica da unidade curricular sistema nervoso 2017. 48 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq. br/1976838585516477 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 49 SP 1.2 Nasceu, e agora? Triagem neonatal, morfofisiologia do fígado e icterícia própria do recém-nascido https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 5 50 ATIVIDADE 1: LEITURA Na sequência, indicamos como as trilhas de aprendizagem e os roteiros são apresentados aos(às) estudantes. Atente-se às notações didáticas, as quais servem de base para a melhor compreensão dos roteiros. 1. Prezado(a) aluno(a), leia sobre o Programa Nacional da Triagem Neonatal presente na página do Ministério da Saúde no link a seguir: https://www.gov. br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem- neonatal. Durante a leitura, anote: A. Em que consiste a Triagem Neonatal Biológica? B. Quais os critérios habitualmente utilizados para os programas de triagem? C. Quais as doenças que estão no escopo do Programa Nacional de Triagem Neonatal? D. Qual o período de coleta da primeira amostra sanguínea para realização da Triagem Neonatal? E. Relacione o metabolismo da bilirrubina com os diferentes tipos de icterícias. ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse o vídeo no Ulife sobre Triagem neonatal e dosagem de bilirrubina. 2. Procure estabelecer os principais métodos utilizados no diagnóstico de doenças no neonato e as possíveis alterações que envolvem os níveis de bilirrubina. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2 https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal.https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal. https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue/programa-nacional-da-triagem-neonatal. 1 2 3 4 5 51 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2 ATIVIDADE 3: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Assista aos vídeos no Ulife sobre Aspectos Macroscópicos do Fígado e Histologia do Fígado Parte 1 e Parte 2, e anote: A. A localização anatômica do fígado. B. Os lobos e os ligamentos hepáticos. C. As estruturas do pedículo hepático. D. Como é o revestimento do fígado. E. Os componentes dos lóbulos hepáticos. F. Arranjo histológico, morfologia e funções dos hepatócitos. G. Características do espaço de Disse das células de Kupffer. 1 2 3 4 5 52 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARZZOCO, A; TORRES, B B. Bioquímica Básica. Grupo GEN, 2015. E-book. ISBN 978-85-277-2782-2. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/978-85-277-2782-2/. Acesso em: 11 dez. 2022. Abertura da sessãoSP 1.2 INTESTINO DELGADO INSTESTINO GROSSO BILIRRUBINA DIRETAFEZES HEMOGLOBINA URINA ÁCIDO GLUCORÔNICO VESÍCULA BILIARALBUMINA RINS BILIRRUBINA INDIRETA HEME ESTERCOBILINOGÊNIO UROBILINOGÊNIO HEMÁCIAS SENIS SISTEMA RETÍCULOENDOTELIAL UROBILINA ESTERCOBILINA FÍGADOCIRCULAÇÃO SANGUÍNEA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CONSTRUÇÃO DE FLUXOGRAMA 1. Construa um fluxograma com as palavras a seguir demonstrando o metabolismo da bilirrubina a partir das hemácias senis e correlacionando com a localização destes processos bioquímicos em órgãos e tecidos. 52 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2782-2/ 1 2 3 4 5 53 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Triagem neonatal, morfofisiologia do fígado e icterícia própria do recém-nascido LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Comparar a morfologia do fígado em imagens de ultrassom e em realidade virtual. Relacionar os componentes microscópicos do fígado com o processo de síntese de bile. Relacionar o processo de síntese de bilirrubina com a ocorrência de icterícia própria do recém-nascido. ESTAÇÃO 1: MORFOLOGIA DO FÍGADO Duração total: 37 minutos] ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL - LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM Os(As) alunos(as)devem ser divididos em dois grupos, em que uma parte inicia a atividade 1 e a outra parte dos alunos, a atividade 2. Posteriormente, após 17,5 minutos do início da atividade, elas devem ser invertidas. SP 1.2 1 2 3 4 5 54 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 1. Higienize os óculos e controles manuais. 2. Cada grupo deverá conter: • 1 estudante para ser leitor: sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador. • 1 para ser relator: sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo. • 1 para ser explorador: sua função é explorar no Atrium, conforme as orientações do leitor. • 3 pesquisadores: buscam no App Visible Body ou similar (por exemplo, https://www.zygotebody.com/) as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las. 3. Identifique no Atrium MedRoom: A. Faces: Diafragmática e Visceral. B. Lobos: direito, esquerdo, caudado e quadrado. C. Impressões: Gástrica, Renal, Duodenal e Cólica. D. Ligamentos: Falciforme, Coronário e Redondo. E. Hilo: artéria hepática, ducto hepático e veia porta. F. Vesícula biliar: colo, corpo e fundo. G. Sistema Venoso Portal: Veia Porta hepática, Veia esplênica, Veia mesentérica superior, Veia mesentérica inferior, Veias gástricas direita e esquerda. H. Ductos biliares: ductos hepáticos, direito e esquerdo, ducto hepático comum, ducto cístico, ducto colédoco. I. Ampola hepatopancreática. https://www.zygotebody.com/ 1 2 3 4 5 55 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 ATIVIDADE 2: EXECUÇÃO DE PROCEDIMENTO - ULTRASSONOGRAFIA DO FÍGADO 1. Em pequenos grupos, no máximo 5 alunos(as), os(as) alunos(as) deverão ser organizados da seguinte forma: • Um(a) aluno(a) será o(a) paciente. • Um(a) aluno(a) irá realizar o exame. • Um(a) aluno(a) irá auxiliar o paciente a deitar na maca e expor a região abdominal, protegendo a roupa com os lenços de papel. • Um(a) aluno(a) irá ajustar o aparelho de ultrassonografia e realizar a obtenção das imagens e do doppler quando solicitado. • Um(a) aluno(a) irá anotar as observações do exame. 2. Orientações para realização do exame: • Com respeito e cuidado, o(a) aluno(a) avaliador(a) pede ao(à) paciente para que se posicione sobre a maca e exponha a região abdominal. • O(a) aluno(a) auxiliar irá ajudar o(a) paciente a se posicionar em decúbito dorsal na maca e a colocar o papel toalha, protegendo as vestimentas do(a) colega. • O(a) aluno(a) avaliador(a) irá pedir ao(à) paciente que permita o toque para a realização da palpatória da região abdominal. Esse exame permite localizar ao lado direito (quadrante superior direito – hipocôndrio direito) a margem costal (cartilagem da 8ª. a 10ª costela); nesse local o(a) aluno(a) avaliador(a) irá colocar o transdutor (probe). • O(a) aluno(a) avaliador(a) aplica o gel para ultrassonografia no transdutor côncavo e coloca o transdutor na posição oblíqua e depois na transversal (figura 1) e identifica as estruturas do fígado. • O(a) aluno(a) que estará no aparelho de US fará os ajustes necessários e congelará a imagem (freeze) para a cópia da imagem para discussão no final da aula e colocação no portfólio. 1 2 3 4 5 56 • Ao usar o botão doppler, será possível visualizar o fluxo de sangue nos vasos venosos e arteriais, observe também a pulsação dos vasos arteriais. • Nas imagens todos devem procurar as seguintes estruturas: • Parênquima hepático – observar sua ecotextura e a diferença de ecogenicidade entre a cápsula, parênquima e vasos. • Vasos sanguíneos – Veia Porta, artéria hepática. Figura 1. US do fígado, imagem do livro DAWKINS, Adrian. Ultrassonografia: Revisão, Atualização e Preparação para Provas. Thieme Brazil, 2022. E-book. ISBN 9786555721560. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555721560/. Acesso em: 13 dez. 2022. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555721560/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555721560/ 1 2 3 4 5 57 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos do torso e do Sistema Digestório: fígado com vesícula biliar, tablet ou notebook, ultrassom, gel, lenços de papel e Atrium-MedRoom. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K.L., DALLEY, A. F., Agur, A. M.R. Anatomia orientada para a clínica - 8ª Ed. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/ epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4. DAWKINS, A. Ultrassonografia: Revisão, Atualização e Preparação para Provas. Rio de Janeiro: Thieme Revinter Publicações Ltda, 2022. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd. vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcopyright]!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd.vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd.vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555721560/epubcfi/6/8[%3Bvnd.vst.idref%3Dcreditos.xhtml]!/4. 1 2 3 4 5 58 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 ESTAÇÃO 2: HISTOFISIOLOGIA DO FÍGADO E HIPERBILIRRUBINEMIA Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom pelo link https://student.medroom.com. br. Na lâmina Fígado (HE), identifique:A. Lóbulos hepáticos. B. Veia central. C. Hepatócitos. D. Capilares sinusóides. E. Tríade portal: • arteríola; • vênula; • ducto biliar; • vasos linfáticos. 2. Na lâmina Baço (HE), identifique: A. Polpa branca: bainhas periarteriais (linfócitos T) nódulos linfáticos – linfócitos B. B. Polpa vermelha: cordões esplênicos e sinusoides, fibras reticulares, macrófagos, linfócitos B e T, plasmócitos, monócitos, leucócitos, plaquetas e eritrócitos. https://student.medroom.com.br https://student.medroom.com.br 1 2 3 4 5 59 ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL 1. A partir do estudo da anatomia, histologia e fisiologia do fígado organize um mapa mental sobre a síntese de bilirrubina e sua relação com a icterícia própria do neonato, indicando as 3 principais razões para que essa situação clínica ocorra. O mapa deve conter, no mínimo, os seguintes termos: • Bilirrubina direta ou conjugada. • Bilirrubina indireta ou não conjugada. • Hemácias. • Hemoglobina. • Hepatócitos. • Enterobactérias. • Biliverdina. • Urobilina. • Estercobilina. • Icterícia fisiológica. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 1 2 3 4 5 60 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 1 2 3 4 5 61 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.2 2. Após construir o mapa, responda: A. Como ocorrem a síntese e o metabolismo da bilirrubina? B. Quais as causas da icterícia própria do recém-nascido e suas possíveis manifestações e complicações? MATERIAIS NECESSÁRIOS Flipchart, giz de cera, tablet, notebooks e modelo anatômico de lóbulos hepáticos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross. Histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8ª Edição. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/ epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2 1 2 3 4 5 62 Roteiro de Medicina Laboratorial Triagem neonatal, morfofisiologia do fígado e icterícia própria do recém-nascido LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Explicar a importância da triagem neonatal (teste do pezinho) na prevenção de doenças que não apresentam sinais ou sintomas ao nascimento. Associar as principais causas de hiperbilirrubinemia neonatal de acordo com o metabolismo da bilirrubina. Caracterizar a fisiopatologia da hiperbilirrubinemia em recém-nascidos e sua associação com a dosagem da bilirrubina. Duração total: 25 minutos ESTAÇÃO 1: TESTE DO PEZINHO ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO Em grupos de 5 a 6 alunos, relacione as principais doenças diagnosticadas por meio do teste do pezinho com as respectivas consequências para o recém-nascido: 1. Relacione as principais doenças diagnosticadas por meio do teste do pezinho com as respectivas manifestações clínicas para o recém-nascido: A. Fenilcetonúria. B. Hipotireoidismo congênito. C. Doença falciforme. SP 1.2 1 2 3 4 5 63 D. Fibrose cística. E. Hiperplasia adrenal congênita. F. Deficiência de biotinidase. Manifestações clínicas: I. Deficiência mental, microcefalia e baixo peso ao nascimento. II. Hipotonia muscular, dificuldades respiratórias, cianose, icterícia prolongada, constipação, bradicardia, anemia, sonolência excessiva, choro rouco, hérnia umbilical, alargamento de fontanelas, sopro cardíaco, atraso na dentição, retardo na maturação óssea, pele seca e sem elasticidade, atraso de desenvolvimento neuropsicomotor e retardo mental. III. Anemia hemolítica, crises vaso-oclusivas, crises de dor, insuficiência renal progressiva, acidente vascular cerebral, maior susceptibilidade a infecções e alterações no desenvolvimento neurológico. IV. Infecção pulmonar crônica, disfunção respiratória, perda de enzimas digestivas, má nutrição, perda de sal pelo suor, dor abdominal recorrente, icterícia prolongada, edema hipoproteinêmico, pancreatite recorrente, cirrose biliar e retardo no desenvolvimento somático. V. A forma perdedora de sal apresenta-se nos primeiros dias de vida, mais frequentemente a partir da segunda semana, com desidratação, hipotensão, taquicardia, vômitos, perda de peso, letargia, hiponatremia e hiperpotassemia. A forma não perdedora de sal (virilizante simples) apresenta-se mais tardiamente, com pubarca precoce, velocidade de crescimento aumentada ou maturação óssea acelerada, podendo apresentar, mais tardiamente, sinais de virilização, tais como engrossamento da voz, aumento da massa muscular e crescimento clitoriano e peniano pós-natal. VI. Manifesta-se a partir da sétima semana de vida, com distúrbios neurológicos e cutâneos, tais como crises epiléticas, hipotonia, microcefalia, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, alopecia e dermatite. Nos pacientes com diagnóstico tardio observam-se distúrbios visuais, auditivos, assim como atraso motor e de linguagem. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2 1 2 3 4 5 64 ATIVIDADE 2: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Responda às seguintes perguntas: A. O que é o Teste do Pezinho? B. Qual a metodologia de realização? C. Quais doenças podem ser diagnosticadas ao nascimento por meio deste teste? D. Quais são as medidas terapêuticas para a hiperbilirrubinemia no recém- nascido? MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Atenção Especializada e Temática. Triagem neonatal biológica: manual técnico / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada e Temática. – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_ manual_tecnico.pdf. Acesso em: 22 dez. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/triagem_neonatal_biologica_manual_tecnico.pdf 1 2 3 4 5 65 ESTAÇÃO 2: DOSAGEM DE BILIRRUBINA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse no laboratório virtual da Algetec o tópico: Dosagem de Bilirrubina. 2. Siga as etapas sequenciadas abaixo até a realização do experimento virtual: A. 1° Etapa: Apresentação: Compreender o objetivo da prática virtual e identificar as características da bilirrubina tanto no organismo como na análise clínica; reconhecer o funcionamento do espectrofotômetro; determinar procedimentos para coleta, a fim de favorecer maior estabilização da amostra; e relacionar os resultados de análise com possíveis interferentes. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2 B. 2° Etapa: Acesse o Sumário Teórico – Leitura Prévia. C. 3° Etapa: Acesse o roteiro de Experimento. D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). 1 2 3 4 5 66 E. 5° Etapa: Realize o experimento. F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 3. Após realizar o experimento, responda: como ocorrem a síntese e o metabolismo da bilirrubina? MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BIOANALÍTICA DIAGNÓSTICA LTDA. Bilirrubina. Bioanalítica Diagnóstica Ltda., 2020. Disponível em: http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/ bilirrubinaref-ba031.pdf. MBIOLOG DIAGNÓSTICOS LTDA. Bilirrubina: Sims-Horn – direta/total. MBiolog Diagnósticos Ltda., 2011. Disponível em: http://mbiolog.com.br/produtos/ Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf. MOTTA, V. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Interpretações. [Digite o Local daEditora]: MedBook Editora, 2009. E-book. ISBN 9786557830260. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786557830260/. Acesso em: 11 dez. 2022. Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2 http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/bilirrubinaref-ba031.pdf http://bioanalitica.com.br/wp-content/uploads/2019/06/bilirrubinaref-ba031.pdf http://mbiolog.com.br/produtos/Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf http://mbiolog.com.br/produtos/Bilirrubina_Colorimtrica_c_padro_Cepa_vs_05_1.pdf https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/ 1 2 3 4 5 67 ESTAÇÃO 3: FISIOPATOLOGIA DA HIPERBILIRRUBINEMIA NO RECÉM-NASCIDO E TIPOS DE ICTERÍCIA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Estabeleça o tipo de icterícia em cada um dos indivíduos ictéricos a seguir e correlacione com as possíveis alterações orgânicas/sistêmicas. 2. Liste as possíveis alterações associadas à hiperbilirrubinemia no recém- nascido. MATERIAIS NECESSÁRIOS Smartphone, tablet ou computador com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Síntese e metabolismo da bilirrubina e fisiopatologia da hiperbilirrubinemia associados à Síndrome de Gilbert: revisão de literatura. Rev Med Minas Gerais 2012; 22(2): 216-220. MOTTA, V. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Interpretações. MedBook Editora, 2009. E-book. ISBN 9786557830260. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/. Acesso em: 11 dez. 2022. (N) valores normais ( ↑ ) valores aumentados Roteiro de Medicina LaboratorialSP 1.2 LOCALIZAÇÃO MEDULAR 1 2 3 Bilirrubina total ↑ ↑ ↑ Bilirrubina indireta (não conjugada) ↑ N ou ↑ N Bilirrubina indireta (conjugada) ↑ ↑ Bilirrubina na urina ausente presente presente Urobilinogênio na urina presente presente ausente https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786557830260/ 1 2 3 4 5 68 Encerramento da sessãoSP 1.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Responda às questões propostas: A. Identifique na figura os lobos hepáticos apontados pelas setas: a) A - caudado; B – esquerdo; C – quadrado; D - direito. b) A - quadrado; B – esquerdo; C – caudado; D - direito. c) A - caudado; B – direito; C – quadrado; D - esquerdo. d) A - quadrado; B – direito; C – caudado; D - esquerdo. 1 2 3 4 5 69 Encerramento da sessãoSP 1.2 C. Qual o nome da estrutura indica pela letra “a” observada nessa imagem de US do fígado? A) Veia porta. B) Artéria hepática. C) Veia cava inferior. D) Artéria gástrica direita. B. Qual o nome da estrutura apontada pela seta observada na fotomicrografia do fígado? 1 2 3 4 5 70 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Analise o caso clínico e responda às questões propostas. Mãe tercigesta, Rh negativo. Na primeira gestação, gerou recém-nascido normal, de termo, não tendo recebido imunoglobulina humana anti-RhD. A segunda gestação complicou-se por isoimunização Rh, dando à luz neonato de termo, o qual necessitou três exsanguinotransfusões e faleceu com 8 dias de vida. Na gestação atual, conseguiu dar à luz a termo recém-nascido tipo O, Rh positivo, Coombs direto positivo, bilirrubina de cordão 6,5 mg/dl e hematócrito 44%. Com 5 horas de vida, estava ictérico, tendo sido iniciados fenobarbital (por 3 dias) e fototerapia intensiva. A hiperbilirrubinemia foi logo controlada, porém ascendia rapidamente sempre que a fototerapia era suspensa. No 10º dia de vida, a criança foi transfundida por anemia importante. Em vista da persistência da icterícia, no 13º dia de vida, pensou-se em associação com síndrome de Gilbert, e o sequenciamento de DNA foi solicitado. O resultado mostrou genótipo mutante homozigoto UDPT1A1[TA]7TAA. Permaneceu em fototerapia até o 17º dia de vida. Recebeu alta no dia seguinte, após controle de bilirrubinemia. Voltou para acompanhamento ambulatorial e apresentou desenvolvimentos pondo-estatural e neurológico normais. A. Qual a relação das gestações anteriores com a hiperbilirribinemia nesse terceiro filho? B. A mutação observada na Síndrome de Gilbert está relacionada com problemas na atividade de qual enzima? Qual o papel dessa enzima na síntese de bilirrubina? C. Descreva e diferencie a ação dos tratamentos utilizados no segundo filho e no terceiro filho. 2. Acesse o artigo Hiperbilirrubinemia neonatal prolongada devido à associação entre síndrome de Gilbert e doença hemolítica por incompatibilidade RhD, J Pediatr (Rio J). 2005;81(5):421-4 https://www.scielo.br/j/jped/a/ LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf e encontre as respostas esperadas para essas perguntas e verifique o seu aprendizado. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.2 https://www.scielo.br/j/jped/a/LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf https://www.scielo.br/j/jped/a/LRjts8PVCDQM3DWSMbSrVHr/?lang=pt&format=pdf 71 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Adrianne Christine Palanch UAM https://lattes.cnpq. br/7963718100112897 Rodrigo Ippolito Bouças UAM - Mooca http://lattes.cnpq. br/1976838585516477 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 https://lattes.cnpq.br/7963718100112897 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 http://lattes.cnpq.br/1976838585516477 72 SP 1.3 “Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio” (Hipócrates) Aspectos morfofuncionais do intestino delgado, dosagem de níveis de ferro, desnutrição e anemia https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 5 73 Na sequência, indicamos como as trilhas de aprendizagem e os roteiros são apresentados aos(às) estudantes. Atente-se às notações didáticas, as quais servem de base para a melhor compreensão dos roteiros. A determinação das concentrações de ferro, hematócrito e índices hematimétricos no neonato e o conhecimento sobre diagnóstico diferencial das anemias propicia ao estudante compreender a importância destes biomarcadores no diagnóstico das síndromes anêmicas no recém-nascido. Valores hematimétricos e hematócrito baixos no recém-nascido serão preocupantes somente se levarem alguma repercussão clínica, porém, devem ser considerados em possíveis síndromes anêmicas. ATIVIDADE 1: LEITURA E QUESTÕES DE APRENDIZAGEM 1. Leia: Programa Nacional de Suplementação de Ferro: manual de condutas gerais / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_ condutas_gerais.pdf. 2. Durante a leitura do manual indicado acima, anote: A. O que é anemia? B. Quais são as principais deficiências de ferro e os fatores predisponentes para seu desenvolvimento? C. Quais são as principais consequências da deficiência de ferro? D. Quais são os principais alimentos ricos em ferro? E. Quais são as principais estratégias utilizadas para prevenção da anemia em gestantes e crianças até os 2 anos de idade? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_condutas_gerais.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_suplementacao_ferro_condutas_gerais.pdf 1 2 3 4 5 74 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3 ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse a bússola e assista aos vídeos do Laboratório Morfofuncional: Caracterização morfológica do intestino delgado, Aspectos microscópicos do intestino delgado: absorção e Desnutrição e o vídeo do laboratório de Medicina Laboratorial: Determinação dos Níveis de Ferro, Hematócrito e Índices Hematimétricos no Neonato e sua Importância no Diagnóstico Diferencial das Anemias. 2. Procure e anote as seguintes informaçõesno seu portfólio: A. Organização anatômica do intestino delgado e suas relações com outros órgãos. B. Vascularização do intestino delgado. C. Características histofisiológicas do duodeno, jejuno e íleo. D. Causas, consequências e tipos de desnutrição proteica-energética. E. Tipos de anemia. F. Características dos exames para diagnóstico diferencial das anemias. 1 2 3 4 5 75 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: PREENCHIMENTO DE QUADRO 1. Ausência de Ferro da Dieta, suas consequências para o organismo humano e as principais alterações laboratoriais. Hemograma é o nome dado ao conjunto de avaliações das células do sangue que, reunido aos dados clínicos, permite conclusões diagnósticas e prognósticas de grande número de patologias. Este exame é composto por três determinações básicas que incluem as avaliações dos eritrócitos (ou série vermelha), dos leucócitos (ou série branca) e das plaquetas (ou série plaquetária). A sérievermelha inclui a contagem de eritrócitos, a dosagem de hemoglobina, a determinação do hematócrito e dos índices hematimétricos. Esses parâmetros são importantes na determinação da anemia e podem indicar a origem desta patologia. Assim, indique, no quadro abaixo a definição/ função de cada um dos parâmetros laboratoriais destacados e se eles podem se encontrar aumentados, diminuídos ou normais na anemia ferropriva. Justifique sua resposta para cada parâmetro laboratorial apresentado: Abertura da sessãoSP 1.3 PARÂMETROS LABORATORIAIS FIBRAS NERVOSAS TIPO A (DELTA) FIBRAS NERVOSAS TIPO C Hemoglobina Hematócrito HCM CHCM VCM RDW Ferro sérico Ferritina Transferrina 2. Qual a relação do ferro com a molécula de hemoglobina? 1 2 3 4 5 76 ATIVIDADE 2: METODOLOGIA KWL 1. Em grupo, preencham as tabelas abaixo com as informações solicitadas. A. Em relação à anatomia e à histologia do intestino delgado: B. Em relação à desnutrição: O QUE EU SEI (K) O QUE EU QUERO APRENDER MAIS (W) COMO FAREI PARA APRENDER (H) O QUE EU SEI (K) O QUE EU QUERO APRENDER MAIS (W) COMO FAREI PARA APRENDER (H) 1 2 3 4 5 77 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Aspectos morfofuncionais do intestino delgado, dosagem de níveis de ferro, desnutrição e anemia LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os componentes macroscópicos e a vascularização do intestino delgado. Relacionar os componentes microscópicos do intestino delgado com o processo de absorção e a desnutrição. ESTAÇÃO 1: ANATOMIA DO INTESTINO DELGADO Duração total: 19 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS 1. Utilizando a projeção de imagem corporal, os modelos anatômicos, o visible body e o atlas de anatomia, analise as referências anatômicas das estruturas a seguir: • Duodeno: • Parte superior; • Parte descendente; • Parte horizontal; • Parte ascendente; • Papila maior do duodeno (papila duodenal maior); • Flexura duodenojejunal. • Jejuno (alças jejunais). • Íleo (alças ileais). SP 1.3 1 2 3 4 5 78 2. Observe a posição do duodeno, do jejuno e do íleo na peça anatômica e correlacione ao seu próprio abdome. 3. Dê as relações anterior, posterior, lateral, medial, superior e inferior do duodeno. 4. Qual o outro nome que recebe a papila duodenal maior? Quais estruturas desembocam na papila duodenal maior? 5. Qual o nome do ligamento que une a flexura duodenojejunal à parede abdominal posterior? 6. Preencha o quadro de acordo com as características anatômicas das três porções do intestino delgado. Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 CARACTERÍSTICA DUODENO JEJUNO ÍLEO Cor Calibre Parede Vascularização Tecido adiposo mesentérico Pregas circulares Nódulos linfáticos MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet, notebook e modelos anatômicos (torso, masculino e feminino, com o dorso aberto, em 28 partes e Sistema Digestório em Placa). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K. L., DALLEY A. F., AGUR A.M.R. Anatomia orientada para a clínica. 8ª Edição. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 1 2 3 4 5 79 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 ESTAÇÃO 2: VASCULARIZAÇÃO DO INTESTINO DELGADO Duração total: 19 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS, APLICATIVO VISIBLE BODY E ATLAS DE ANATOMIA 1. Utilizando os modelos anatômicos, o visible body e o atlas de anatomia, analise a vascularização arterial e venosa do intestino delgado por meio dos vasos a seguir: ARTÉRIAS • Tronco celíaco. • Hepática comum. • Gastroduodenal. • Pancreaticoduodenal superior posterior. • Pancreaticoduodenal superior anterior. • Mesentérica superior. • Pancreaticoduodenal inferior posterior. • Pancreaticoduodenal inferior anterior. VEIAS • Porta. • Pancreaticoduodenal superior posterior. • Pancreaticoduodenal superior anterior. • Gastromental direita. • Mesentérica superior. • Pancreaticoduodenais inferiores anteriores. • Pancreaticoduodenais inferiores posteriores. 2. Correlacione a vascularização arterial do intestino delgado com a vascularização arterial das 3 regiões do intestino primitivo (anterior, média e posterior) observadas na fase embrionária do desenvolvimento. 1 2 3 4 5 80 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet, notebook e modelos anatômicos: torso, masculino e feminino, com o dorso aberto, em 28 partes e Sistema Digestório em Placa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE K. L., DALLEY A. F., AGUR A.M.R. Anatomia orientada para a clínica. 8ª Edição. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/10[%3Bvnd.vst.idref%3Dcpyright]!/4 1 2 3 4 5 81 Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 ESTAÇÃO 3: HISTOFISIOLOGIA DO INTESTINO DELGADO Duração total: 19 minutos ATIVIDADE 1: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Entre no Histology Guide. A. Analise a lâmina MHS 118 https://www.histologyguide.com/slideview/MH- 118-small-intestine/14-slide-1.html. B. Encontre as seguintes estruturas: • Camada Mucosa: Vilosidades com células absortivas e caliciformes; Criptas e Muscular da Mucosa. • Camada Submucosa. • Glândulas duodenais ou de Brunner. • Placas de Peyer. • Camada Muscular. • Camada Adventícia. https://www.histologyguide.com/slideview/MH-118-small-intestine/14-slide-1.html https://www.histologyguide.com/slideview/MH-118-small-intestine/14-slide-1.html 1 2 3 4 5 82 2. Preencha o quadro de acordo com as características histofisiológicas das três porções do intestino delgado. 3. Defina desnutrição proteico-energética e citar suas principais repercussões. 4. O que é o marasmo de kwashiorkor? MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablet e notebook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica - Texto e Atlas. 13 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527732178/epubcf i /6/2[%3Bvnd.vst . idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1. PAWLINA, W. Ross, M.H. Ross histologia texto e atlas: correlações com biologia celular e molecular. 8. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737241/epubcfi/6/2[%3Bvnd. vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:2. CARACTERÍSTICA DUODENO JEJUNO ÍLEO Morfologia das Vilosidades Glândulas Quantidade de células caliciformes Quantidade de células de Paneth Tipos de secreções Roteiro de Laboratório MorfofuncionalSP 1.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/2[%3Bvnd.vst.idref%3Dcover]!/4/2/2%4051:1