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LOGÍSTICA EXPRESSA
Gustavo Galvan[footnoteRef:1] [1: Acadêmico do Curso Superior de Tecnologia em Logística, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Bento Gonçalves. ] 
Paula Ramella[footnoteRef:2] [2: Acadêmica do Curso Superior de Tecnologia em Logística, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Bento Gonçalves.] 
RESUMO: Com a globalização, o transporte internacional de cargas vem sendo objeto de inovações e especializações, pois estas podem ser transportadas por diversos modais, tanto no comércio doméstico como no comércio empresarial. O foco deste trabalho é mostrar os processos que ocorrem na importação expressa antes da mesma chegar ao destinatário final, com base na revisão teórica encontrada em artigos já publicados. Embora não tenham sido encontrados muitos estudos nesta área, alguns posteriormente relatados conseguem mostrar de forma breve os processos existentes nos Correios do Brasil para que tal logística expressa internacional ocorra. Para tal movimentação de cargas em gerais ou de documentos destaca-se a importância do modal aéreo. 
Palavras-chave: Comércio Exterior; Logística Expressa; Logística Internacional.
INTRODUÇÃO
	A logística é entendida como a ciência que faz com que uma empresa conheça seus recursos e coloque-os à disposição para o alcance dos objetivos do negócio. Quando falamos em comércio exterior, torna-se evidente o papel de uma logística internacional para o sucesso das operações, pois esta fará com que o produto solicitado chegue até o destino correto, em um prazo razoável, dentro dos padrões de qualidade e eficiência, envolvendo o menor custo possível. Obviamente, conquistar uma logística internacional eficaz é o primeiro passo para alcançar a credibilidade e a confiança dos clientes e parceiros e, assim, dominar o comércio exterior (MOURA, 2016).
	A importação diz respeito ao processo de trazer de outro país mercadorias de seu interesse, que sejam úteis à sua população e ao seu desenvolvimento, é a entrada de bens produzidos no exterior. Para a mercadoria ser considerada nacionalizada ela deve passar por um recinto alfandegado para que seja recolhido todos os tributos cabíveis e em alguns casos que seja efetuada uma conferência física do item (SOUZA, SOUZA; 2013).
	O transporte aéreo é o modal mais recente, surgiu no início do século XX, após ser utilizado no transporte de armamento das Guerras Mundiais, no Brasil este surge com o crescimento e a diversificação da economia em 1920. A principal característica do transporte aéreo é não ter 1eitos fixos de estrada, mas exigir um controle de tráfego e navegação permanentes. Apresenta três formas de serviços no transporte de cargas e passageiros: os regulares, como linhas nacionais ou internacionais, com regularidade de saídas com períodos anteriormente anunciados; regionais, linhas nacionais no ambiente regional, que atendem cidades de pequeno e médio porte, longe de capitais; e gerais, realizados em aeronaves de pequeno porte, por exemplo: taxi aéreo, publicidade e propaganda, pulverização sobre plantações, etc (ARAÚJO, et al. 2015).
	As principais vantagens do modal aéreo são a velocidade, a confiabilidade e a eficiência, além de ter uma cobertura única, atingindo regiões inacessíveis muito facilmente. Esse é ideal para transportar mercadorias com urgência na entrega e grande parte das empresas opta pelo transporte aéreo em situações com produtos de alto valor agregado, cargas expressas, pequenos volumes com pouco peso, mercadorias frágeis, eletroeletrônicos, vestuário de alta-costura, produtos farmacêuticos, máquinas industriais, produtos perecíveis, etc. (ARAÚJO, et al. 2015).
	Em 2013, o transporte de cargas movimentadas pelo modal aéreo representou aproximadamente 1/3 do valor total do comércio internacional, no Brasil as empresas aéreas TAM, Gol e ABSA lideraram a movimentação de cargas domésticas, para as cargas internacionais, que representam somente 0,03% (em toneladas) do total de cargas. Com relação aos fluxos das cargas internacionais, com destino no Brasil, as importações ainda prevalecem no sentido América do Norte-Brasil, principalmente com origem nos EUA. (QUINTILHANO, SILVEIRA. 2015).
	
LOGISTICA INTERNACIONAL DOS CORREIOS DO BRASIL
	Com a globalização, pessoas do mundo todo, estão cada vez mais “próximas”, ou seja, é possível comprar, vender, trabalhar ou trocar informações com praticamente qualquer pessoa em outro país. No caso de envios de mercadorias não é diferente, a logística internacional tem papel fundamental para que a globalização continue crescendo. Muitas vezes não nos damos por conta, ou nem mesmo paramos para pensar, o quão é complexo os processos inerentes a entrega de uma mercadoria comprada pela internet, envio de documentos ou presentes a outros países (ROSA, 2013).
	No Brasil os Correios são responsáveis pela distribuição das encomendas e correspondências internacionais. Os Correios do Brasil faz parte da União Postal Universal (UPU), que é o órgão no âmbito mundial que coordena e regulariza o setor postal internacional. Segundo Rosa (2013), que analisou a liberação de encomendas internacionais no Centro de Tratamento do Correio Internacional (CTCI) de Curitiba, no estado do Paraná, os seguintes são os passos para a liberação e entrega final das mercadorias internacionais; as mercadorias chegam através do modal aéreo ao aeroporto de Guarulhos – SP, e seguem viagem de caminhão até o CTCI de Curitiba – PR, onde já surge uma primeira seleção, as mercadorias que já foram desembaraçadas pela Receita Federal em Guarulhos seguem ao galpão 2, remetidos diretamente ao tratamento e distribuição, os envelopes que não foram desembaraçados anteriormente seguem ao setor de registros de entradas, onde são scaneados e passam a informar ao destinatário, via internet, que sua mercadoria esta no Brasil.
	Após a primeira parte, a mercadoria passa por três operadores da Receita Federal com equipamentos de Raio – X coloridos que examinam item a item, após isto a mercadoria pode ou não ser liberada para a distribuição, caso necessite de licença de importação ou sejam sujeitas à tributação a encomenda vai para o recinto dos órgãos anuentes. Em seguida é informado via sistema ao importador as informações inerentes à liberação da mercadoria, sendo mercadorias tributadas ou não, são armazenadas em pallets e posteriormente encaminhadas ao galpão 2 para a distribuição.
	No tratamento e distribuição são separadas as mercadorias expressas das tributadas, e também de acordo com 10 regiões estabelecidas e seus respectivos Estados, após são remetidas aos centros regionais anteriormente separadas, que encaminham as mercadorias para as agências locais em seus municípios e posteriormente a residência do cliente destinatário.
MATERIAL E MÉTODO
	A pesquisa tem como objetivo descobrir respostas para problemas mediante o emprego de procedimentos científicos. O trabalho, do ponto de vista de seus objetivos, baseou-se em uma pesquisa exploratória, e estudo de caso e bibliográfica quanto aos meios utilizados. 
RESULTADOS PARCIAIS/FINAIS
	Com base no estudo desenvolvido pode-se buscar elaborar um fluxograma logístico de uma importação expressa por meio do modal aéreo ate o Brasil e a sua posterior distribuição ao cliente destinatário feita pelos Correios do Brasil.
CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
	O transporte aéreo trabalha com diferenciação em velocidade, confiabilidade, eficiência e cobertura única, por isso, vem sendo o mais utilizado para cargas de alto valor agregado e cargas expressas, os Correios do Brasil, por exemplo, tem a maior parte de sua operação neste modal. 
REFERÊNCIAS
	ARAÚJO, Talita Custódio, et al. Transporte aéreo de cargas: uma análise das principais características e suas perspectivas. Universidade Metodista de São Paulo; XVIII Congresso Metodista de Iniciação e Produção Científica. 2015.
	MOURA, Magno Luiz Coelho de. O profissional de comércio exterior. Revista de Administração & Ciências Contábeis, v. 2, n. 1, 2016.QUINTILHANO, Diogo; SILVEIRA, Márcio Rogério. Contribuições do Modal Aéreo na Circulação de Cargas no Brasil: principais fluxos e atuação das principais companhias aéreas. Revista da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege); pag. 65-91, v.11, n.15, jan-jun, 2015.
	ROSA, José Cacio da. A liberação de encomendas internacionais no centro de tratamento do Correio internacional de Curitiba – Paraná. Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2013.
	SOUZA, Genivaldo da Silva; SOUZA, Reginaldo da Silva. A Logística Internacional e Comércio Exterior Brasileiro: Modais de Transporte, Fluxos Logísticos e Custos Envolvidos. Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia–SEGeT, 2013.

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