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Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
quaisquer meios eletrônicos, sendo destinado exclusivamente aos profissionais da saúde devidamente habilitados e inscritos em seus conselhos regionais, sendo proibida a veiculação 
deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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[2] 
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[3] 
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Truite CVR. Barg M. Formulário do Nutricionista – Fitoterápicos. Volume 1. Pharmaceutical Assessorias e 
Treinamento LTDA. 2012, Abril. pharmaceutical@pharmaceutical.com.br 
 
Estas informações foram elaboradas a partir de estudos realizados pelo Departamento Técnico da Pharmaceutical 
Assessorias, resultando em informações seguras e confiáveis. Sugere-se a análise criteriosa das sugestões de fórmulas 
antes de adotá-las na clínica médica. O conteúdo deste material é de uso exclusivo aos profissionais da saúde 
devidamente inscritos em seus conselhos regionais. 
 
 
© Copyright – Todos os direitos reservados. Este material não 
poderá ser reproduzido sem consentimento por escrito da 
Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA, protegido pela Lei 
de Direitos Autorais 9610/98. Utilização exclusiva para empresa 
que adquiriu o mesmo. 
 
 
 
 
 
[4] 
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ÍÍnnddiiccee 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO................................................................................................................5 
Histórico................................................................................................................5 
Fitoterapia.............................................................................................................7 
Fitoterapia pelo profissional nutricionista.............................................................8 
Fitoterápicos que não podem ser prescritos por nutricionistas...........................10 
Definições de acordo com a CFN nº 402/2007....................................................10 
Literatura Consultada..........................................................................................12 
 
 
ATIVOS........................................................................................................................13 
Aesculus hippocastanum.....................................................................................14 
Allium sativum....................................................................................................15 
Bacopa monnieri.................................................................................................16 
Centella asiatica..................................................................................................17 
Cynara scolymus.................................................................................................18 
Dioscorea villosa.................................................................................................19 
Euterpe oleraceae...............................................................................................20 
Glycyrrhiza uralensis............................................................................................21 
Griffonia simplicifolia..........................................................................................22 
Hedera helix........................................................................................................23 
Ilex paraguariensis..............................................................................................24 
Lepidium meyenii................................................................................................25 
Matricaria recutita...............................................................................................26 
Maytenus ilicifolia...............................................................................................27 
Melissa officinalis................................................................................................28 
Myrciaria dubia...................................................................................................29 
Panax ginseng ....................................................................................................30 
Passiflora incarnata.............................................................................................31 
Paullinia cupana..................................................................................................32 
Pinus pinaster......................................................................................................33 
Rhodiola rosea....................................................................................................34 
Trichilia catigua...................................................................................................35 
Trigonella foenum-graecum................................................................................36 
Trifolium pratense...............................................................................................37 
Uncaria tomentosa..............................................................................................38 
Vaccinium macrocarpon......................................................................................39 
Zingiber officinalis...............................................................................................40 
 
 
 
SUGESTÕES DE FÓRMULAS.........................................................................................41[5] 
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Introdução 
 
 
Histórico1: 
 
Há milhares de anos, o homem vem utilizando 
os recursos da flora no tratamento de diversas patologias. 
Há relatos, por exemplo, do uso de plantas com 
finalidades terapêuticas por volta de 3.000 a.C. na obra 
Pen Ts’ao do chinês Shen Nung1,2,3. No ano 78, o 
botânico grego Pedanios Dioscorides descreveu cerca de 
600 plantas medicinais, além de produtos minerais e 
animais no Tratado de Materia Medica. Este tratado 
permaneceu como fonte de referência por mais de 
quatorze séculos1,3,4. Foi através da observação e da 
experimentação pelos povos primitivos que as 
propriedades terapêuticas de determinadas plantas foram 
sendo descobertas e propagadas de geração em geração, 
fazendo parte da cultura popular. 
 
No século XVI, o médico suíço Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 
conhecido como Paracelsus (1493-1541), formulou a Teoria das Assinaturas, baseada no provérbio latim 
similia similibus curantur, “semelhante cura semelhante”. Com esta teoria acreditava-se que a forma, a cor, o 
sabor e o odor das plantas estavam relacionados com as suas propriedades terapêuticas, podendo dar 
indícios de seu uso clínico. Algumas destas plantas passaram a fazer parte das farmacopeias alopáticas e 
homeopáticas a partir do século XIX, quando se começou a investigar suas bases terapêuticas1,5. 
 
O isolamento da morfina da Papaver somniferum em 1803 pelo 
farmacêutico Friedrich Wilhelm Adam Sertürner marcou o início do processo 
de extração de princípios ativos de plantas. A partir de então, outras 
substâncias foram isoladas, como por exemplo, a quinina e a quinidina 
obtidas da Cinchona spp, em 1819, e a atropina da Atropa belladona, em 
1831, que passaram a ser utilizadas em substituição aos extratos 
vegetais1,3,6. 
 
Assim, a produção de fármacos via síntese química, o crescimento 
do poder econômico das indústrias farmacêuticas e a ausência de 
comprovações científicas de eficácia das substâncias de origem vegetal 
 
 
 
 
[6] 
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aliada às dificuldades de controle químico, físico-químico, farmacológico e toxicológico dos extratos vegetais 
até então utilizados, impulsionaram a substituição destes por fármacos sintéticos1,7. 
 
Após a década de 1960, observou-se, então, um desinteresse 
da indústria farmacêutica e dos institutos de pesquisa pela busca de 
novas substâncias de origem vegetal, por se acreditar que já haviam 
sido isoladas as principais substâncias ativas das drogas vegetais 
conhecidas, bem como já haviam sido realizadas todas as possíveis 
modificações químicas de interesse destas substâncias1,8. 
 
Entretanto, a partir dos anos 1980, os avanços técnicos e o 
desenvolvimento de novos métodos de isolamento de substâncias ativas a partir de fontes naturais, 
permitiram maior rapidez na identificação de substâncias em amostras complexas como os extratos vegetais, 
ressurgindo o interesse pela pesquisa destas substâncias como protótipos para o desenvolvimento de novos 
fármacos1. 
 
Assim, mesmo com o desenvolvimento de grandes laboratórios farmacêuticos e dos fármacos 
sintéticos, as plantas medicinais permaneceram como forma alternativa de tratamento em várias partes do 
mundo. Observou-se nas últimas décadas a revalorização do emprego de preparações fitoterápicas. Assim, 
alguns grupos farmacêuticos passaram a desenvolver esforços voltados para o aprimoramento de 
medicamentos fitoterápicos e sua produção em escala industrial1. 
 
Estima-se que cerca de 60% dos fármacos com atividades antitumorais e antimicrobianas, já 
comercializados ou em fase de pesquisa clínica, sejam de origem natural. As plantas medicinais 
desempenham, portanto, papel muito importante na medicina moderna: 
 
 Fornecer fármacos extremamente importantes, os quais dificilmente seriam obtidos via 
síntese química, como por exemplo, os alcaloides da Papaver somniferum e os glicosídeos 
cardiotônicos da Digitalis spp; 
 
 São fontes naturais que fornecem compostos 
que podem ser levemente modificados, 
tornando-os mais eficazes ou menos tóxicos; 
 
 Os produtos naturais podem ser utilizados como 
protótipos para obtenção de fármacos com 
atividades terapêuticas semelhantes aos 
compostos originais1,4,9. 
 
 
 
 
[7] 
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Diante da grande importância dos medicamentos fitoterápicos, vários países da Europa estão 
intensificando esforços para unificar a legislação referente aos medicamentos fitoterápicos, amplamente 
comercializados nestes países (em especial na Alemanha e França). Por outro lado, nos Estados Unidos, as 
preparações à base de plantas são classificadas como suplementos nutricionais, não sendo necessário 
submeter dados de segurança e eficácia ao Food and Drug Administration (FDA) para a comercialização 
destes produtos1. 
 
No Brasil, a legislação vem sofrendo modificações nos últimos anos. A Agência Nacional de Vigilância 
Sanitária (Anvisa) vem elaborando normas para a regulamentação destes medicamentos, desde a Portaria nº 
6 de 1995, que estabeleceu prazos para que as indústrias farmacêuticas apresentassem dados de eficácia e 
segurança dos medicamentos fitoterápicos, passando pela RDC nº 17 de 2000, a RDC nº 48 de 16 de março 
de 2004, e a Resolução RDC nº 14 de 13 de março de 2010, atualmente em vigor, que dispõe sobre o 
registro de medicamentos fitoterápicos10,11,12,13. 
 
Esta preocupação das autoridades regulatórias com a normatização dos medicamentos fitoterápicos 
propicia a avaliação de aspectos importantes, como a eficácia e segurança do uso destes medicamentos. O 
uso tradicional de diversas plantas medicinais baseado em conhecimentos populares, aliado à crença de que, 
por sernatural não causa reações adversas, fez com que poucas plantas medicinais fossem avaliadas através 
de estudos pré-clínicos e clínicos, a fim de comprovar sua eficácia e segurança1. 
 
 
Fitoterapia: 
 
A fitoterapia abrange a maior parte das especialidades 
médicas e o uso de fitoterápicos no tratamento de diversas 
enfermidades vem sendo cada vez mais utilizado. As plantas, como 
dito anteriormente, apresentam compostos químicos com 
atividades farmacológicas comprovadas por estudos em humanos e 
em modelos animais e estão à disposição do consumidor na 
farmácia magistral. Sua segurança e qualidade estão asseguradas 
pela rigorosa legislação a qual estes estabelecimentos estão 
submetidos, segundo as normas da Anvisa. 
 
Segundo a Portaria nº 971, de 3 de maio de 2006, a fitoterapia é uma “terapêutica caracterizada pelo 
uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas 
isoladas, ainda que de origem vegetal”14. 
 
 
 
 
 
[8] 
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Os fitoterápicos têm por objetivo um tratamento “natural” de diversas 
patologias ou simplesmente uma terapia preventiva de certas doenças. Apesar 
da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco e pode 
causar uma série de problemas ao organismo, caso sejam usados de forma 
errônea e sem acompanhamento profissional. Além do princípio ativo 
terapêutico, pode conter também outras substâncias tóxicas, podendo induzir à 
reações alérgicas, contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados e 
interação com outras medicações, levando a danos à saúde15. 
 
 
 
Fitoterapia pelo profissional nutricionista: 
 
O cenário da fitoterapia abrange possibilidades para 
os profissionais da saúde interagirem em caráter 
multidisciplinar, visando aperfeiçoar a saúde da população. 
A problemática dos distúrbios nutricionais relacionados à 
alimentação muito quantitativa, pouco qualitativa e à baixa 
ingestão de fatores botânicos pela população torna 
relevante a participação do profissional nutricionista nesse 
contexto, agregando mais recursos à orientação da 
suplementação fitoterápica16. 
 
Além do médico, o nutricionista também está apto 
a prescrever medicamentos fitoterápicos. O nutricionista 
devidamente capacitado, que atua individualmente ou em 
equipe multidisciplinar, poderá prescrever fitoterápicos, 
desde que forem de origem conhecida, com rotulagem 
adequada às normas da Anvisa. 
 
A discussão da utilização pelo nutricionista da fitoterapia iniciou-se em 2002, sendo aprovada em 
2007, a Resolução CFN nº 402 no Diário Oficial da União em 6 de agosto de 2007, regulamentando, então, a 
prescrição pelo profissional nutricionista de fitoterápicos de plantas in natura frescas, ou como droga vegetal 
nas suas diferentes formas farmacêuticas17. 
 
Porém, somente as formas farmacêuticas de uso oral serão permitidas para a indicação do 
nutricionista, como: infusão, decocto, tintura, alcoolatura, pó, extrato seco e macerado. De acordo com a 
 
 
 
 
[9] 
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CFN nº 402/2007, o nutricionista terá total autonomia para prescrever os produtos objetos desta Resolução, 
quando julgar conveniente a necessidade de complementação da dieta de indivíduos ou grupos, atuando 
isoladamente ou como membro integrante de uma equipe multiprofissional de saúde17. 
 
Os nutricionistas poderão prescrever todos os produtos que tenham indicações terapêuticas 
relacionadas ao seu campo de conhecimento específico, exceto os produtos cuja legislação vigente (IN nº 
12/2008) exija prescrição médica17,18. 
 
O profissional nutricionista deverá levar em consideração alguns critérios importantes na prescrição 
de fitoterápicos, em conjunto com a orientação dietética: 
• Saber qual parte da planta utilizar e todas as propriedades terapêuticas da mesma; 
• Conhecer os critérios de controle de qualidade; 
• Saber qual a melhor maneira de utilização; 
• Saber qual a dosagem e o tempo do tratamento; 
• Avaliar toxicidade, interações e possíveis efeitos colaterais das plantas; 
• Não prescrever fitoterápicos que estão sob prescrição médica e respeitar a avaliação da 
equipe multidisciplinar. 
 
Assim, a prescrição fitoterápica deverá conter, obrigatoriamente17: 
• Nomenclatura botânica, sendo opcional o nome popular 
• Parte usada 
• Forma farmacêutica/modo de preparo 
• Tempo de utilização 
• Dosagem 
• Frequência de uso 
• Horários 
 
É importante ressaltar que a prescrição destas substâncias exige do 
profissional o estudo de cada um dos princípios ativos, partes das plantas 
a serem utilizadas, modo de preparo, dosagens, contraindicações, reações 
adversas, dentre outros aspectos. O paciente confia em quem faz a 
prescrição, e este é um ato de extrema responsabilidade que pode, 
inclusive, prejudicar o paciente quando feito de maneira errada. Os 
nutricionistas têm em suas mãos mais uma ferramenta que, sendo 
utilizada com adequação, conhecimento e responsabilidade, é mais uma 
aliada na conquista de novos mercados17. 
 
 
 
 
 
 
[10] 
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A Resolução – RDC nº 10 de 9 de março de 2010 dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto 
à Anvisa e da outras providências. Em seu anexo I encontra-se uma lista de fitoterápicos que, de acordo com 
o Art. 2º, são produtos isentos de prescrição médica. Além disso, na Instrução Normativa nº 5 de 2008 da 
ANVISA, que publica a “Lista de Medicamentos Fitoterápicos de Registro Simplificado”, há outra lista de 
fitoterápicos que não necessitam de prescrição médica, juntamente com a via de administração, devendo ser 
observada pelo nutricionista a fim de direcionar a respeito de quais fitoterápicos podem ser prescritospor 
ele. Esses documentos podem ser encontrados no site do Conselho Federal de Nutricionistas 
(www.cfn.org.br) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (portal.anvisa.gov.br)18,19. 
 
Portanto, a prática de prescrição de fitoterápicos constitui estratégia complementar à prescrição 
dietética elaborada pelo nutricionista. O profissional possui total autonomia para utilização dessas 
plantas quando julgar conveniente, diante de avaliação nutricional prévia. Cabe ressaltar que a 
ANVISA, de acordo com a Instrução Normativa nº 5, de 12 de dezembro de 2008, registra como 
produtos de exclusiva prescrição médica, isto é, NÃO pode ser prescrito pelos nutricionistas18: 
 
 
FITOTERÁPICOS QUE NÃO PODEM SER PRESCRITOS POR NUTRICIONISTAS18: 
Arctostaphylos uva-ursi (uva-ursina) 
Cimicifuga racemosa (cimicifuga) 
Echinacea purpurea (equinácea) 
Ginkgo biloba (ginkgo) 
Hypericum perforatum (hipérico) 
Piper methysticum (kava-kava) 
Serenoa repens (saw palmeto) 
Tanacetum parthenium (tanaceto) 
Valeriana officinalis (valeriana) 
 
 
Definições de acordo com a CFN 402/200717. 
 
A resolução do conselho federal de nutrição (RE CFN nº 402 de 2007 regulamenta a prescrição fitoterápica 
pelo nutricionista de plantas in natura frescas, ou como droga vegetal nas suas diferentes formas 
farmacêuticas. Consideram-se as seguintes definições: 
 
Fitoterapia 
Terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a 
utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal; 
 
 
 
 
 
[11] 
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Fitoterápico 
É o produto obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais, caracterizado pelo 
conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua 
qualidade. Sua eficácia e segurança são validadas através de levantamentos etnofarmacológicos de utilização, 
documentações tecnocientíficas em publicações ou ensaios clínicos fase 3. 
 
Plantas medicinais 
Todo e qualquer vegetal que possui, em um ou mais órgãos substâncias que podem ser utilizadas com fins 
terapêuticos ou que sejam precursores de fármacos semi-sintéticos. 
 
Droga vegetal 
Planta medicinal ou suas partes após processo de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra, 
rasurada, triturada ou pulverizada. 
 
Pós 
Plantas cortadas e depois moídas. Os pós devem ser empregados na obtenção de extratos ou algumas vezes 
podem ser usados como tal. 
 
Infuso 
Preparação extrativa que resulta do contato da planta com água fervente. Indicado para folhas e flores; 
 
Decocto 
Preparação extrativa onde os princípios ativos são extraídos com água até a ebulição. Mais indicado para 
raízes, cascas e rizomas. 
 
Macerado 
Preparação extrativa realizada a frio, que consiste em colocar a parte da planta dentro de um recipiente 
contendo água, álcool ou óleo. Ao fim do tempo previsto, filtra-se o líquido. 
 
Extratos 
São preparações líquidas, sólidas ou semi-sólidas obtidas pela extração de drogas vegetais frescas ou secas, 
por meio líquido, extrator adequado, seguida de uma evaporação total ou parcial e ajuste do concentrado a 
padrão previamente estabelecido. 
 
Tintura 
Extração hidroalcoólica, onde se utiliza sempre a planta seca na proporção de 20%. 
 
Alcoolatura: 
Extração hidroalcoólica, onde se utiliza sempre a planta fresca na proporção de 50% 
 
 
 
 
 
 
[12] 
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Literatura Consultada 
 
1. TUROLLA MSR, NASCIMENTO ES. Toxicological information of some herbal medicines used in Brazil Rev. Bras. Cienc. Farm. vol.42 no.2 São Paulo 
Apr./June 2006. 
2. KO, R.J. Causes, epidemiology, and clinical evaluation of suspected herbal poisoning. Clin. Toxicol., New York, v.37, n.6, p.697-708, 1999. 
3. TYLER, V.E. Natural products and medicine: an overview. In: BALICK, M.J.; ELISABETSKY, E.; LAIRD, S.A., eds. Medicinal resources of the tropical 
forest, biodiversity and its importance to human health. New York: Columbia University Press, 1996. p.3-10. (Biology and resource management 
series). 
4. ROBBERS, J.E.; SPEEDIE, M.K.; TYLER, V.E. Pharmacognosy and pharmacobiotechnology. Baltimore: Willians & Wilkins, 1996. p.1-14. 
5. ELVIN-LEWIS, Memory. Should we be concerned about herbal medicines? J. Ethnopharmacol., Amsterdam, v.75, p.141-164, 2001. 
6. SCHULZ, V.; HÄNSEL, R.; TYLER, V.E. Medicinal plants, phytomedicines, and phytotherapy. In: Rational phytotherapy: a physician's guide to herbal 
medicine. 4.ed. New York, Berlin: Springer, 2001. cap.1, p.1-39. 
7. RATES, S.M.K. Plants as source of drugs. Toxicon, Amsterdam, v.39, p.603-613, 2001. 
8. SCHENKEL, E.P.; GOSMANN, G.; PETROVICK, P.R. Produtos de origem vegetal e o desenvolvimento de medicamentos. In: Simões, CMO; Schenkel, 
EP; Gosmann, GM.; Mello, JCP; Mentz, LA.; Petrovick, PR e colaboradores. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 2.ed. Florianópolis. UFSC; 
Porto Alegre: UFRGS, 2000. cap.15, p.291-320. 
9. SHU, Y.-Z. Recent natural products based drug development: a pharmaceutical industry perspective. J. Nat. Prod., Columbus, v.61, p.1053-1071, 
1998. 
10. BRASIL. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Portaria SVS/MS nº 6, de 31 de janeiro de 1995. O Secretário de 
Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições apresentadas pela Sociedade civil, resolve: Instituir e normatizar o registro 
de produtos fitoterápicos junto ao Sistema de Vigilância Sanitária, Diário Oficial da União, Brasília, 31 de janeiro de 1995. 
11. BRASIL. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução - RDC Nº 17, de 24 de fevereiro de 2000. Dispõe sobre o 
registro de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de fevereiro de 2000. 
12. BRASIL. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução - RDC Nº 48, de 16 de março de 2004. Dispõe sobre o 
registro de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da União, Brasília, 08 de março de 2004. 
13. BRASIL. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução - RDC Nº 14, de 05 de abril de 2010. Dispõe sobre o 
registro de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da União, Brasília, 29 de março de 2010. 
14. Brasil. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Portaria SVS/MS nº 971, de 3 de maio de 2006. Aprova a PolíticaNacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, 3 de maio de 2006. 
15. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política nacional 
de plantas medicinais e fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 
16. KALLUF LJH. A realidade da fitoterapia na prática do nutricionista. CRN-3 Notícias. Out/Dez 2007. Acesso em: 
<http://www.crn3.org.br/atualidades/revistas/arquivos/edicao_088_artigo.pdf>. X 
17. Conselho Federal de Nutricionistas RESOLUÇÃO CFN Nº 402/2007. Regulamenta a prescrição fitoterápica pelo nutricionista de plantas in natura 
fescas, ou como droga vegetal nas suas diferentes formas farmacêuticas, e dá outras providências. Diário Oficial da União, 06 de agosto de 2007. 
18. Brasil. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Instrução Normativa – IN Nº 5, de 11 de dezembro de 2008. Determina 
a publicação da "lista de medicamentos fitoterápicos de registro simplificado". Diário Oficial da União nº 242 , Brasília, 12 de dezembro de 2008 
(p.56 a 58). 
19. Brasil. Ministério da Saúde, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução - RDC Nº 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a 
notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 
Brasília, 08 de março de 2010; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
[13] 
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deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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ATIVOS 
Aesculus hippocastanum 
Allium sativum 
Bacopa monnieri 
Centella asiatica 
Cynara scolymus 
Dioscorea villosa 
Euterpe oleraceae 
Glycyrrhiza uralensis 
Griffonia simplicifolia 
Hedera helix 
Ilex paraguariensis 
Lepidium meyenii 
Matricaria chamomilla 
Maytenus ilicifolia 
Melissa officinalis 
Myrciaria dubia 
Panax ginseng 
Passiflora incarnata 
Paullinia cupana 
Pinus pinaster 
Rhodiola rosea 
Trichilia catigua 
Trifolium pratense 
Trigonella foenum-graecum 
Uncaria tomentosa 
Vaccinium macrocarpon 
Zingiber officinalis 
 
 
 
 
 
 
 
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Aesculus hippocastanum (castanha da 
índia) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Meta-análise avalia a eficácia e segurança do extrato da 
castanha da índia (A. hippocastanum) no tratamento da 
insuficiência venosa venosa1. 
 
Estudo avalia a eficácia do extrato de castanha da índia, analisando parâmetros 
como o volume das pernas, tornozelos e panturrilhas, sensação de tensão, 
fadiga, inchaço nas pernas, cãibras da panturrilha e prurido. Efeitos adversos 
também foram avaliados. 
 
Resultados: 
 Os pacientes que utilizaram o extrato da castanha da 
índia apresentaram redução significativa do volume das 
pernas; 
 Estudo observacional demonstrou redução de dores, 
edemas e inchaço das pernas dos pacientes que 
receberam o tratamento com o extrato da castanha da 
índia; 
 Não foram observados efeitos adversos severos, e o 
tratamento com o extrato da castanha da índia não 
apresentou aumento significativo de efeitos adversos 
moderados. 
 
 
O tratamento com o 
extrato de castanha da 
índia é uma alternativa 
segura e eficaz para 
pacientes com 
insuficiência crônica 
venosa, reduzindo dores, 
edema e inchaço da 
pernas1. 
 
 
 
 
Estudo de revisão demonstrou a eficácia do extrato de 
castanha da índia em reduzir edema e aliviar o inchaço, 
peso e prurido das pernas, sendo seguro e bem tolerado, 
oferecendo uma alternativa no tratamento de pacientes 
com insuficiência venosa leve a moderada2. 
 
 
Cápsulas de castanha da índia 
 
Castanha da índia…………………………..........................…...................150mg3 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
Propriedades4,5: 
A castanha da índia tem sido amplamente 
utilizada no tratamento de varizes 
aumentando o tônus venoso e 
favorecendo o retorno venoso ao coração. 
Possui, ainda, atividade anti-inflamatória e 
antiexsudativa. Sua semente contém 
principalmente mistura de saponinas 
triterpênicas, denominada escina, 
considerada o componente mais bioativo 
do extrato vegetal. Além da escina, a 
castanha da índia é composta ainda por 
cumarinas, flavonoides e taninos. 
 
Atividades6: 
O principal benefício do A. 
hippocastanum está relacionado a 
degradação das paredes vasculares, 
mantendo a integridade e prevenindo 
hiperpermeabilidade vascular e 
consequente edema. 
Principais usos clínicos: 
 Insuficiência venosa crônica; 
 Úlcera crônica venosa nas pernas; 
 Hemorroidas; 
 Outros usos: contusões, torções, 
lesões dolorosas, edema, diarreia, 
febre, aumento da próstata, eczema 
e dores menstruais. 
 
Concentração de Uso3: 
Aesculus hippocastanum 250-312,5mg/dia 
 
Efeitos adversos e contraindicações3: 
Efeitos adversos não são relatados na 
literatura consultada. 
 
Literatura Consultada: 
1. Siebert U, Brach M, Sroczynski G, Berla K. Efficacy, 
routine effectiveness, and safety of horsechestnut 
seed extract in the treatment of chronic venous 
insufficiency. A meta-analysis of randomized 
controlled trials and large observational studies. Int 
Angiol. 2002 Dec;21(4):305-15. 
2. Pittler MH, Ernst E. Horse chestnut seed extract for 
chronic venous insufficiency. Cochrane Database Syst 
Rev. 2006 Jan 25;(1):CD003230. 
3. Drug Information online. Acesso em: 
<http://www.drugs.com/npp/horse-chestnut.html>. 
4. Blekic J. Horse chestnut seeds (Aesculus 
hippocastanum L.) in the treatment of 
phlebopathological disorders. Farm Glas. 
1996;52(6):145-55. 
5. Parfitt, K; Martindale: the complete drug reference. 
Supplementary drugs and other substances. Aesculus. 
1999. London : Pharmaceutical Press. 
6. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
 
 
0
10
20
30
40
50
A. hipocastanum
46,4
V
o
lu
m
e
 (
m
l)
Redução do volume das pernas de 
pacientes tratados com extrato da 
castanha da índia quando 
comparados ao grupo placebo
 
 
 
 
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Allium sativum (alho) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos benéficos do alho em pacientes com 
doença arterial coronariana1. 
 
Neste estudo, 60 pacientes foram randomizados em dois grupos e receberam 
as seguintes suplementações por três meses: 
Grupo 1 (n=30): Placebo 
Grupo 2 (n=30): Cápsulas com óleo de alho 
Dentes de alho foram esmagados, e a extração realizada com acetato de etila. Após evaporação do 
solvente, o óleo resultante foi dissolvido em óleo de soja. O extrato de óleo de alho foi encapsulado. Cada 
cápsula contém óleo equivalente de 1g de alho cru. 
 
Resultados: 
 Os pacientes que receberam a suplementação com óleo 
de alho apresentaram aumento significativo dos níveis 
de HDL-colesterol e atividade fibrinolítica quando 
comparados ao placebo; 
 O LDL-colesterol e triglicerídeos apresentaram redução 
significativa nos pacientes que receberam 
suplementação com óleo de alho por três meses. 
 
A suplementação com o óleo de alho apresenta efeitos 
benéficos, alterando o perfil lipídico positivamente e 
melhorando atividade antiplaquetária em pacientes com 
patologia de artéria coronariana1. 
 
 
 
Revisão sistemática da literatura científica demonstra que a 
suplementação com alho reduz os níveis séricos de 
colesterol LDL, triglicerídeos, e de LDL-oxidado. Estes dados 
clínicos conferem a este vegetal a propriedade 
antiaterogênica2. 
 
 
 
Estudo avaliou os efeitos protetores do dialil dissulfeto e 
dialil trissulfeto, os principais constituintes do alho, na 
função endotelial, demonstrando efeito protetor da enzima 
óxido nítrico (NO) sintase contra os danos causados pelo 
LDL-oxidado. Desta maneira há um aumento na 
disponibilidade de óxido nítrico e consequentemente uma 
vasodilatação benéfica ao paciente com aterosclerose3. 
 
 
 
 
Cápsulas de extrato de alho 
 
Extrato de alho.……………………………..........................….................300mg4 
Administrar duas cápsulas ao dia, uma após o almoço e a outra após o jantar. 
Propriedades2,5: 
O alho (Allium sativum) é um membro da 
família da cebola, com origem nos 
desertos da Ásia central. Sua utilização 
com fins medicinais tem origem há 
séculos. Os compostos organossulfúricos 
(dialil dissulfeto e dialil trissulfeto) 
presentes no alho inibem os efeitos da 
angiotensina II, o que confere ao alho um 
efeito benéfico no tratamento da 
hipertensão. 
 
Atividades4: 
 Cardiovascular: doença periférica 
arterial hipertensão, aterosclerose, 
hiperlipidemia, diabetes e efeito 
antiplaquetário; 
 Câncer; 
 Atividade antimicrobiana: o óleo de 
alho apresenta atividade contra 
bactérias, vírus e fungos incluindo S. 
aureus, Candida sp., Aspergillus, 
entre outros. 
 
Concentração de Uso4: 
Extrato seco de alho 400-1200mg/dia. 
 
Contraindicações4: 
Lactantes (pode provocar cólicas no ventre 
do lactente), recém-nascidos, pessoas com 
pressão baixa, problemas estomacais e de 
úlceras, dermatites, acidez de estômago, 
hipertireoidismo, hemorragias ativas pré e 
pós-operatórios, trombocitopenia, 
tratamento com anticoagulantes. 
 
Literatura Consultada: 
1. Bordia A, Verma SK, Srivastava KC. Effect of garlic 
(Allium sativum) on blood lipids, blood sugar, 
fibrinogen and fibrinolytic activity in patients with 
coronary artery disease. Prostaglandins Leukot Essent 
Fatty Acids. 1998 Apr;58(4):257-63. 
2. Rahman Effects of garlic on platelet biochemistry and 
physiology. Mol Nutr Food Res. 2007 Nov; 
51(11):1335-44. 
3. Lei YP, Liu CT, Sheen LY, Chen HW, Lii CK Diallyl 
disulfide and diallyl trisulfide protect endothelial nitric 
oxide synthase against damage by oxidized low-
density lipoprotein. Mol Nutr Food Res. 2010 Mar 12. 
4. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
5. Castro C, Lorenzo AG, González A, Cruzado M. Garlic 
components inhibit angiotensin II-induced cell-cycle 
progression and migration: Involvement of cell-cycle 
inhibitor p27 (Kip1) and mitogen-activated protein 
kinase. Mol Nutr Food Res. 2009 Nov 10. 
 
 
 
 
 
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Bacopa monnieri (bacopá) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos do extrato de Bacopa monnieri na 
performance cognitiva, ansiedade e depressão1. 
 
170 pacientes saudáveis foram recrutados e participaram deste estudo duplo-
cego, placebo-controlado. Destes, 62 pacientes concluíram o estudo que teve 
duração de 90 dias: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Bacopa monnieri 300mg/dia 
Os efeitos da B. monnieri foram avaliados conforme a escala AVLT(Rey Auditory 
Learning Verbal Test). Outras medidas cognitivas avaliadas foram a DAT 
(Atenção Difusa de Tarefas) e a escala Wechsler de Inteligência. Foi aplicado um 
teste de memória para trabalhos imediatos. 
 
 
Resultados: 
 O grupo de pacientes que utilizou o extrato de Bacopa 
monnieri 300mg/dia demonstrou melhora significativa 
no rendimento e pontuação de todos os testes 
utilizados para avaliar a memória e a concentração, 
quando comparados ao grupo placebo; 
 Na avaliação da atenção difusa de tarefas, não houve 
diferença significativa entre os grupos de tratamento. 
 
 
 
A Bacopa monnieri aumenta a capacidade cognitiva, 
conforme a pontuação do teste de aprendizado verbal. 
Estes resultados comprovam que o extrato possui potencial 
para incrementar a aprendizagem e memória1. 
 
 
 
 
A intoxicação por agentes anticolinérgicos e 
benzodiazepínicos pode induzir a déficits de memória. 
Estudo demonstrou que a Bacopa monnieri pode atenuar o 
déficit de memória induzido por diazepam e modular a 
amnésia induzida por escopolamina, apresentando redução 
dos sintomas. O estudo demonstra também a relação 
positiva da expressão da calmodulina e da proteína quinase 
C, comprovando sua atividade no aprendizado e memória2. 
 
 
 
 
Cápsulas de Bacopa monnieri 
 
Bacopa monnieri.........………………………..........................….............300mg1 
Administrar uma cápsula ao dia. 
 
Propriedades2: 
Os principais constituintes químicos 
encontrados na Bacopa monnieri são: 
saponinas triterpênicas glicosiladas, 
denominadas bacosídeos A e B e 
bacosaponinas. Seu mecanismo de ação 
responsável pela melhora do aprendizado 
e memória não está completamente 
elucidado, porém estudos sugerem que o 
extrato de bacopá está envolvido com a 
modulação da calmodulina e proteína 
quinase C. Estudos comprovam seus 
efeitos antioxidantes, envolvendo 
proteção à lipoperoxidação de 
membranas. Este mecanismo de ação 
também pode estar envolvido na 
manutenção e melhora do processo 
cognitivo. 
 
 
Atividades3: 
 Efeitos cognitivos; 
 Depressão e ansiedade; 
 Epilepsia; 
 Bronquitee asma; 
 Desordem gastrointestinal; 
 Efeitos cardiovasculares; 
 Hipotiroidismo. 
 
 
Concentração de Uso1,3: 
Bacopa monnieri 200-400mg/dia. 
 
 
Reações adversas e contraindicações3: 
O tratamento com Bacopa monnieri é 
bem tolerado, não apresentando efeitos 
adversos. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Calabrese C, Gregory WL, Leo M, Kraemer D, Bone K, 
Oken B. Effects of a standardized Bacopa monnieri 
extract on cognitive performance, anxiety, and 
depression in the elderly: a randomized, double-blind, 
placebo-controlled trial. J Altern Complement Med. 
2008 Jul;14(6):707-13. 
2. Anand, Akshay ; Saraf, Manish Kumar ; Prabhakar, 
Sudesh; Antiamnesic effect of B. monniera on L-NNA 
induced amnesia involves calmodulin. Department of 
Neurology, Post Graduate Institute of Medical 
Education and Research, Chandigarh, India. 
Neurochem Res 2010,Aug. 
3. No authors listed. Bacopa monniera. Monograph. 
Altern Med Rev. 2004 Mar;9(1):79-85. 
 
 
 
 
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Centella asiatica (centella) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo clínico avalia o uso de Centella asiatica no tratamento 
da desordem de ansiedade generalizada1. 
 
Neste estudo, 35 pacientes, 18 homens e 15 mulheres, receberam o seguinte 
protocolo de tratamento por sessenta dias: 
Centella asiatica 500mg 
Duas vezes ao dia após as refeições. 
 
 
Resultados: 
 Os pacientes tratados com a Centella asiatica 
apresentaram redução significativa das desordens de 
ansiedade (26%), do estresse (23,2%) e dos sintomas 
relacionados à depressão (21,8%); 
 A melhora significativa da cognição foi um dos 
resultados observado na terapêutica com Centella 
asiatica; 
 A administração regular de Centella asiatica, por dois 
meses, apresentou aumento da atenção e da 
concentração nos pacientes sem causar efeitos 
adversos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Centella asiatica melhora a qualidade de vida e as 
funções cognitivas através da regulação do eixo 
hipotálamo-pituitária-adrenal, especialmente durante os 
períodos de estresse. Apresenta-se como alternativa eficaz 
e segura ao uso dos benzodiazepínicos no tratamento de 
desordens clínicas relacionadas ao estresse1. 
 
 
 
 
Cápsulas de Centella asiatica 
 
Centella asiatica............………………………..........................…...........500mg1 
Administrar duas cápsulas ao dia, antes das principais refeições. 
Propriedades2,3: 
A Centella asiatica contém vários ativos, 
dos quais os mais importantes são as 
saponinas triterpenoides, incluindo 
asiaticosídeo, centellosídeo, 
madecassosídeo e ácido asiático. Além 
disso, a Centella contém outros 
componentes, incluindo os óleos voláteis, 
flavonoides, taninos, fitoesterois, 
aminoácidos e açúcares. 
A Centella asiatica é conhecida por seus 
diversos benefícios em desordens 
neurológicas. Pesquisadores comprovaram 
que esta não apenas atenua 
significativamente as desordens de 
ansiedade generalizada, como também 
reduz significativamente o estresse e a 
depressão relacionada. Este fitoterápico 
melhora a cognição e pode ser utilizado 
como promissor agente ansiolítico. 
 
Atividades4: 
 Os triterpenos da Centella asiatica 
apresentam efeito no tônus venoso e 
vascular, com ação na insuficiência 
crônica e hipertensão venosa; 
 Efeito anti-inflamatório; 
 Atividade antineoplásica; 
 Proteção contra úlceras gástricas; 
 Cicatrizante. 
 
Concentração de Uso1: 
Centella asiatica 500mg/duas vezes ao dia 
após as refeições. 
 
Reações adversas4: 
Dermatite de contato. 
 
Contraindicações3: 
Evitar o uso durante a gravidez em virtude 
de sua ação emenagoga. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Jana U, Sur TK, Maity LN, Debnath PK, Bhattacharyya 
D. A clinical study on the management of generalized 
anxiety disorder with Centella asiatica. Nepal Med Coll 
J. 2010 Mar;12(1):8-11. 
2. Rumalla CS, Ali Z, Weerasooriya AD, Smillie TJ, Khan 
IA. Two new triterpene glycosides from Centella 
asiatica. Planta Med. 2010 Jul;76(10):1018-21. 
3. [No authors listed] Centella asiatica. Altern Med Rev. 
2007 Mar;12(1):69-72. 
4. Gruenwald J, Brendler T, Jaenicke C. PDR for Herbal 
Medicine, 2000. 
0
10
20
30
40
Ansiedade Estresse Depressão
26
23,2 21,8
P
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rc
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si
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m
a
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%
)
Percentual de redução dos sintomas de 
ansiedade, estresse e depressão após tratamento com 
Centella asiatica.
 
 
 
 
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Cynara scolymus (alcachofra) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia o efeito da terapia com extrato de alcachofra 
sobre os sintomas da síndrome do intestino irritável (SII) 
associada à dispepsia1. 
 
Neste estudo, 208 pacientes diagnosticados com dispepsia e sintomas de SII 
foram randomizados em dois grupos e submetidos aos seguintes tratamentos 
por dois meses: 
Grupo 1: Extrato de alcachofra 320mg/dia 
Grupo 2: Extrato de alcachofra 640mg/dia 
 
Resultados: 
 
 O tratamento com extrato de alcachofra em ambos os 
grupos diminuiu a incidência de SII em 24,6% dos 
pacientes (ρ<0,001); 
 No início do estudo, mais da metade dos pacientes 
relataram padrão intestinal “alternando entre diarréia e 
constipação”. Após o tratamento com o extrato de 
alcachofra, houve mudança significativa deste padrão 
para “normal” (ρ<0,001); 
 No teste relacionado à qualidade de vida, houve 
melhora significativa nas pontuações finais em relação 
às pontuações iniciais, demonstrando que o tratamento 
com extrato de alcachofra é eficaz também na melhora 
das condições de vida desses pacientes; 
 Durante os dois meses de tratamento não foram 
observados efeitos adversos significativos. 
 
 
O extrato de alcachofra é eficaz no tratamento dos 
sintomas da síndrome do intestino irritável em pacientes 
com dispepsia associada, apresentando ainda efeito sobre a 
qualidade de vida desses pacientes1. 
 
 
 
O extrato de alcachofra é eficaz na redução dos sintomas 
da dispepsia e da síndrome do intestino irritável, sendo 
uma opção com boa aceitabilidade e tolerância entre os 
pacientes, além de não causar efeitos adversos 
significativos2. 
 
 
Cápsulas de alcachofra 
 
Extrato de alcachofra…………………………..........................…...........320mg1 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
Propriedades1,3: 
O extrato de alcachofra atua como 
agonista dos receptores serotonérgicos e 
colinérgicos, presentes no intestino,responsáveis pelo peristaltismo e 
motilidade intestinal, apresentando 
melhora da constipação, da dispepsia e 
dos sintomas da SII. 
Possui em sua composição flavonoides e 
ácido hidroxicinâmicos. Por seu efeito 
antioxidante, ainda reduz a oxidação do 
colesterol LDL, controlando um fator 
importante para doenças ateroscleróticas. 
 
 
Atividades4: 
 Hiperlipidemia; 
 Dispepsia; 
 Efeitos antioxidantes; 
 Hepatoprotetor; 
 Colerético e colagogo; 
 Diurético. 
 
 
Concentração de uso1: 
Extrato de alcachofra 320-640mg/dia. 
 
 
Efeitos adversos4: 
Efeito laxativo, gases, aumento do apetite 
e fraqueza. 
 
 
Contraindicações4: 
Gestantes, mulheres em fase de 
amamentação, pacientes com obstrução 
biliar, cirrose hepática, colecistite, 
espasmo intestinal ou do íleo, câncer de 
fígado. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Bundy R, Walker AF, Middleton RW, Marakis G, Booth 
JC. Artichoke leaf extract reduces symptoms of 
irritable bowel syndrome and improves quality of life 
in otherwise healthy volunteers suffering from 
concomitant dyspepsia: a subset analysis. J Altern 
Complement Med. 2004 Aug;10(4):667-9. 
2. Walker AF, Middleton RW, Petrowicz O. Artichoke leaf 
extract reduces symptoms of irritable bowel 
syndrome in a post-marketing surveillance study. 
Phytother Res. 2001 Feb;15(1):58-61. 
3. Gebhardt R. Inhibition of cholesterol biosynthesis in 
primary cultured rat hepatocytes by artichoke (Cynara 
scolymus L.) extracts. J Pharmacol Exp Ther. 1998 
Sep;286(3):1122-8. 
4. Mason P, Dietary Supplements. Third edition, 
Pharmaceutical Press, 2007. Londres. 
 
 
 
 
[19] 
Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
quaisquer meios eletrônicos, sendo destinado exclusivamente aos profissionais da saúde devidamente habilitados e inscritos em seus conselhos regionais, sendo proibida a veiculação 
deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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Dioscorea villosa (yam mexicano) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado avalia o efeito do yam mexicano no perfil 
lipídico, status antioxidante e hormônios sexuais em mulheres 
pós-menopausa1. 
 
24 mulheres saudáveis foram randomizadas a receber o seguinte tratamento 
por 30 dias: 
Grupo 1: Controle (240g de batata doce dividido em 2 a 3 refeições ao dia). 
Grupo 2: 390g de yam mexicano divididos em 2 a 3 refeições ao dia. 
Amostras de sangue e a primeira urina da manhã foram coletadas antes e 
depois do tratamento para análise do perfil lipídico, hormônios sexuais e 
biomarcadores de estresse oxidativo. 
 
Resultados: 
 Observou-se aumento da concentração sérica de 
estrona e estradiol nas pacientes suplementadas com 
yam mexicano; 
 As pacientes que receberam suplementação com yam 
mexicano apresentaram redução significativa do 
colesterol plasmático; 
 Os marcadores do estresse oxidativo (LDL oxidada) 
apresentaram redução significativa após suplementação 
com yam mexicano. 
 O grupo suplementado com batata doce (controle) não 
apresentou alterações nos padrões hormonais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A utilização do yam mexicano na alimentação melhora os 
níveis dos hormônios sexuais, lipídios e antioxidantes. Estes 
efeitos podem reduzir o risco de câncer de mama e doenças 
cardiovasculares em mulheres pós-menopáusicas1. 
 
 
Cápsulas de yam mexicano2 
 
Yam mexicano extrato seco.................................…............................300mg2 
Administrar uma cápsula ao dia. 
Propriedades1,2: 
As maiores utilização do yam mexicano 
foram registradas no controle da 
síndrome pré-menstrual, osteroporose e 
os sintomas do climatério (depressão, 
redução da libido, fogachos), bem como 
cólicas menstruais, intestinais e cãibras. 
Existem evidências que seu uso 
prolongado diminui a velocidade de 
proliferação tumoral no câncer de mama. 
Pesquisas também demonstraram efeitos 
positivos na senescência precoce do corpo 
lúteo, melhorando os índices de 
abortamento de repetição causados por 
este problema. 
 
 
Atividades2,3: 
 Ação hormonal; 
 Antiespasmódico; 
 Anti-inflamatório; 
 Antioxidante; 
 Efeito relaxante do sistema nervoso 
autônomo. 
 
 
Concentração de Uso2 
Yam mexicano extrato seco 100-
500mg/dia 
 
 
Contraindicações3: 
Apresenta baixo índice de efeitos 
colaterais. 
 
 
Reações adversas3: 
Em altas doses, pode causar náusea, 
vômitos e diarreia. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Wen-Huey Wu, PhD, Li-Yun Liu, PhD, Cheng-Jih 
Chung, MS, RD, Hei-Jen Jou, MD and Tzong-An Wang, 
MD. Estrogenic Effect of Yam Ingestion in Healthy 
Postmenopausal Women. Journal of the American 
College of Nutrition, Vol. 24, No. 4, 235-243 (2005). 
2. Duke, J A. Handbook of Medicinal Herbs. 2ªEd, CRC 
Press. New York, 2002. 
3. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
0
5
10
15
20
25
30
Estrona Estradiol
26 27
A
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s 
co
m
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in
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m
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n
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 (
%
)
Alterações observadas no perfil 
hormonal das pacientes 
suplementadas com Yam mexicano
-10
-5
0
Colesterol LDL oxidado
-5,9 -5,8
A
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 (
%
)
Alterações observadas no perfil 
lipídico e estresse oxidativo nas 
pacientes suplementadas com Yam 
mexicano
 
 
 
 
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Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
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Euterpe oleraceae (Açai) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo cruzado avalia a capacidade de absorção das 
antocianinas do açaí e seus efeitos antioxidantes no organismo 
humano1. 
 
Neste estudo, 12 voluntários sadios avaliaram o consumo agudo (altas doses 
em curto período de tempo) do açaí. Os voluntários receberam as três 
diferentes suplementações, com período de washout de 72 horas. Estes 
receberam: 
Grupo 1: Polpa de açaí 
Grupo 2: Suco de açaí 
Grupo 3: Controle (molho de maçã) 
A dose administrada de todos os diferentes consumos foi de 7ml/kg. 
 
Resultados: 
 Foi observada relação positiva entre a dose consumida 
de açaí com a biodisponibilidade das antocianinas. 
 A capacidade antioxidante do plasma foi aumentada 
significativamente com o consumo do açaí em polpa ou 
em suco, ficando comprovada sua ação antioxidante. 
 
O consumo de açaí fornece antocianinas, que se mantem 
biodisponíveis em uma relação dose-dependente e 
protegem o organismo contra os danos oxidativos, devido 
ao seu efeito antioxidante1. 
 
 
Caracterização fitoquímica e identificação de nutrientes do 
extrato seco de açaí: rico em antocianinas, 
proantocianidinas e outros flavonoides2. 
 
FlavonoidesAntocianinas 
Proantocianidinas 
3,1919mg/g 
12,89mg/g 
Ácidos Graxos 
Poli-insaturados 
Monoinsaturados 
Saturados 
11,1% 
60,2% 
28,7% 
Aminoácidos 7,59% 
Esterois 0,048% 
 
A caracterização fitoquímica do extrato seco de açaí 
demonstrou seu alto teor de flavonoides, substâncias com 
ação antioxidante amplamente estudada. Isso, aliado à 
presença de ácidos graxos insaturados e esterois, confere 
ao extrato de açaí propriedades funcionais importantes2. 
 
 
 
Cápsulas de açaí 
 
Açaí extrato seco....................….........................................................1000mg 
Administrar uma ou duas cápsulas ao dia 
Propriedades3: 
Fruta nativa da região norte, o açaí possui 
alto valor nutricional. É rico em proteínas, 
gordura vegetal, vitaminas B1, C e E, e 
minerais como ferro, fósforo, cálcio e 
potássio, apresentando um alto teor 
calórico. Seu alto teor de flavonoides, 
especialmente as antocianinas e 
proantocianinas, conferem a este alimento 
um grande potencial antioxidante, 
comprovado em diversos estudos. 
 
Atividades: 
 Atividade antioxidante; 
 Ação anti-inflamatória4; 
 Efeito vasodilatador5; 
 Ação antiproliferativa6. 
 
Concentração de Uso3: 
Açaí extrato seco 1000-2000mg/dia. 
 
Contraindicações3: 
Não são conhecidas até o momento. 
 
Reações adversas/efeitos colaterais3: 
Não foram encontradas na literatura 
consultada. 
 
Literatura Consultada: 
1. Mertens-Talcott SU, Rios J, Jilma-Stohlawetz P, 
Pacheco-Palencia LA, Meibohm B, Talcott ST, 
Derendorf H. Pharmacokinetics of anthocyanins and 
antioxidant effects after the consumption of 
anthocyanin-rich acai juice and pulp (Euterpe oleracea 
Mart.) in human healthy volunteers. J Agric Food 
Chem. 2008 Sep 10;56(17):7796-802. 
2. Schauss AG, Wu X, Prior RL, Ou B, Patel D, Huang D, 
Kababick JP. Phytochemical and nutrient composition 
of the freeze-dried amazonian palm berry, Euterpe 
oleraceae mart. (acai). J Agric Food Chem. 2006 Nov 
1;54(22):8598-603. 
3. Drug information online. Acesso 
em:<www.drugs.com/npp/acai.html>. 
4. Schauss AG, Wu X, Prior RL, Ou B, Huang D, Owens J, 
Agarwal A, Jensen GS, Hart AN, Shanbrom E. 
Antioxidant capacity and other bioactivities of the 
freeze-dried Amazonian palm berry, Euterpe 
oleraceae mart. (acai). J Agric Food Chem. 2006 Nov 
1;54(22):8604-10. 
5. Rocha AP, Carvalho LC, Sousa MA, Madeira SV, Sousa 
PJ, Tano T, Schini-Kerth VB, Resende AC, Soares de 
Moura R. Endothelium-dependent vasodilator effect 
of Euterpe oleracea Mart. (Açaí) extracts in mesenteric 
vascular bed of the rat. Vascul Pharmacol. 2007 
Feb;46(2):97-104. 
6. Shelly Hogan, Hyun Chung, Lei Zhang, Jianrong Li, 
Yongwoo Lee, Yumin Dai, Kequan Zhou. 
Antiproliferative and antioxidant properties of 
anthocyanin-rich extract from açai. Food Chemistry, 
Volume 118, Issue 2, 15 January 2010, Pages 208-
214. 
 
 
 
 
 
[21] 
Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
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Glycyrrhiza uralensis (licorice) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos do tratamento com o extrato de licorice 
com flavonoides da raiz de Glycyrrhiza uralensis em modelos 
animais com inflamação pulmonar induzida. 
 
 Neste estudo, camundongos com inflamação pulmonar induzida foram 
randomizados em cinco grupos e receberam os seguintes tratamentos: 
Grupo 1: Veículo 
Grupo 2: Licorice 3mg/kg 
Grupo 3: Licorice 10mg/kg 
Grupo 4: Licorice 30mg/kg 
Grupo 5: Dexametasona 1mg/kg (controle positivo) 
 
Resultados: 
 Observou-se redução significativa da inflamação 
pulmonar aguda induzida por lipopolissacarídeos nas 
diferentes concentrações testadas; 
 Licorice inibe a infiltração por neutrófilos e seu efeito 
máximo (dose de 30mg/kg) é comparável ao 
tratamento com a dexametasona 1mg/kg. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O extrato de licorice atenua efetivamente a inflamação 
pulmonar induzida, através da inibição da infiltração das 
células inflamatórias e inibição da liberação de mediadores 
inflamatórios, seguido por redução de neutrófilos e injúria 
oxidativa induzida por neutrófilos1. 
 
 
Cápsulas de licorice 
 
Licorice extrato seco padronizado…………………………………………..100mg 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
 
*Licorice extrato seco padronizado contêm 10-12% de ácido glicirrizina. 
Propriedades2,3: 
A Glycyrrhiza uralensis, conhecida por 
Licorice, é do gênero Glycyrrhiza e inclui 
cerca de 20 espécies nativas na Europa, 
Ásia, América do Norte e Sul, bem como a 
Austrália. 
Os flavonoides derivados do Licorice 
inibem a inflamação eosinofílica envolvida 
na asma. O ácido glicirrízico inibe a 
atividade da ciclooxigenase e formação 
das prostaglandinas, atuando 
indiretamente na agregação plaquetária e 
demais fatores do processo inflamatório. 
 
 
Atividades4: 
 Infecções do trato respiratório; 
 Coadjuvante no tratamento de 
úlceras gástricas e dispepsia; 
 Ação anti-inflamatória; 
 Infecções virais. 
 
 
Concentração de Uso3: 
Glicirrizina 1-10mg/dia. 
 
 
Contraindicações4: 
Pacientes com hipertensão ou retenção de 
líquidos, hipotonia, insuficiência renal, 
hipocalemia, cirrose hepática. Também é 
contraindicado para mulheres grávidas 
 
 
Efeitos adversos3: 
Elevação da pressão arterial, ação no 
sistema renina-angiotensina-aldosterona, 
hipocalemia, distúrbios visuais. 
 
 
Literatura Consultada 
1. Xie YC, Dong XW, Wu XM, Yan XF, Xie QM. 
Inhibitory effects of flavonoids extracted from licorice 
on lipopolysaccharide-induced acute pulmonary 
inflammation in mice. Int Immunopharmacol. 2009 
Feb;9(2):194-200. 
2. Jayaprakasam B, Doddaga S, Wang R, Holmes D, 
Goldfarb J, Li XM. Licorice flavonoids inhibit eotaxin-1 
secretion by human fetal lung fibroblasts in vitro. J 
Agric Food Chem. 2009 Feb 11;57(3):820-5. 
3. Glycyrrhiza glabra. Alternative Medicine Review. Vol. 
10, N.3, 2005. 
4. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007 
0
5
10
15
20
25
Controle Veículo Licorice 
3mg/kg
Licorice 
10mg/kg
Licorice 
30mg/kg
Dexametasona
Q
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Efeito do tratamento com o extrato de licorice na 
contagem de células inflamatórias no fluido 
broncoalveolar após inflamação pulmonar induzida
Leucócitos totais
Neutrófilos
*
**
#p<0,01 (veículo versus controle); *p<0,05, **p<0,01(veículo versus grupos tratados)
**
**
**
**
**
**
#
#
 
 
 
 
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Griffonia simplicifolia 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado, duplo-cego e placebo-controlado avalia a 
eficácia do extrato de G. simplicifolia, fonte natural de 5-
hidroxitriptofano (5HTP), precursor de serotonina, na inibição 
do apetite e promotor da saciedade em mulheres adultas com 
sobrepeso1. 
 
27 mulheres adultas com sobrepeso foram randomizadas em dois grupos de 
tratamento por período de oito semanas: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Extrato de G. simplicifolia 100mg/dia 
 
Resultados: 
 
 Aumento significativo na sensação de saciedade no 
grupo tratado com extrato de G. simplicifolia; 
 Redução no IMC e nos sintomas depressivos, além de 
diminuição na severidade da compulsão alimentar, em 
comparação ao placebo; 
 Efeitos adversos não foram relatados durante o período 
do estudo. 
 
A suplementação com extrato de G. simplicifolia, fonte 
natural de 5-HTP, promove aumento da sensação de 
saciedade, sendo benéfica no controle do apetite, 
auxiliando no tratamento da obesidade durante um 
programa de perda de peso1. 
 
 
 
Estudo avaliou o efeito do extrato de G. simplicifolia sobre 
a ansiedade e demonstrou que a suplementação com esta 
fonte natural de 5-HTP promove efeitos ansiolíticos 
significativos, os quais são atribuídos ao fato do 5–HTP ser 
um precursor direto na síntese de serotonina (5-HT)2. 
 
 
Estudo demonstra que o tratamento com G. simplicifolia é 
capaz de modular o nível de excitação de crianças e induzir 
em longo prazo uma redução dos episódios de terror e 
melhora a qualidade do sono3. 
 
 
 
Cápsulas de Griffonia simplicifolia 
 
Extrato de Griffonia simplicifolia.......................…................................50mg1 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
 
Propriedades2,4: 
A Griffonia simplicifolia é uma espécie 
nativa da África Central e Ocidental que 
produz sementes ricas em 5-HTP, 
aminoácido natural precursor do 
neurotransmissor serotonina. 
A G. simplicifolia aumenta a síntese da 
serotonina, um hormônio produzido pelo 
cérebro que está envolvido com o humor, 
sono e apetite. A diminuição de 
serotonina tem sido associada à 
depressão, insônia, transtornos obsessivo-
compulsivos, assim como a distúrbios 
alimentares que causam a obesidade. 
 
 
Atividades4: 
 Distúrbios do sono; 
 Distúrbios de humor 
 Controle da compulsão alimentar; 
 Tratamento da obesidade. 
 
 
Concentração de Uso1,5: 
Extrato de Griffonia simplicifolia 100mg, 
dividido em duas doses ao dia. 
 
 
Efeitos adversos5: 
Náuseas, prisão de ventre, gases, 
sonolência e redução do desejo sexual. 
 
 
Contraindicações5: 
Pacientes em tratamento com 
antidepressivos, gestantes e lactantes. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Rondanelli M, Klersy C, Iadarola P, Monteferrario F, 
Opizzi A. Satiety and amino-acid profile in overweight 
women after a new treatment using a natural plant 
extract sublingual spray formulation. Int J Obes 
(Lond). 2009 Oct;33(10):1174-82. 
2. Carnevale G, Di Viesti V, Zavatti M, Zanoli P. 
Anxiolytic-like effect of Griffonia simplicifolia Baill. 
seed extract in rats. Phytomedicine. 2011 Jul 
15;18(10):848-51. 
3. Bruni O, Ferri R, Miano S, Verrillo E. L -5-
Hydroxytryptophan treatment of sleep terrors in 
children. Eur J Pediatr. 2004 Jul;163(7):402-7. 
4. Bell EA, Fellows LE. Occurrence of 5-hydroxy-L-
tryptophan as a free plant amino acid. Nature 1966. 
210:529. 
5. Emanuele E, Bertona M, Minoretti P, Geroldi D. An 
open-label trial of L-5-hydroxytryptophan in subjects 
with romantic stress. Neuro Endocrinol Let. 
2010;31(5):663-6. 
 
 
 
 
[23] 
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Hedera helix (hera) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo duplo cego avalia a eficácia da administração do extrato 
fluido de Hedera helix no tratamento da bronquite aguda com 
tosse produtiva em adultos1. 
 
361 pacientes com bronquite foram randomizados em dois grupos e receberam 
os seguintes tratamentos: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Xarope de Hedera helix 5,4ml / três vezes ao dia. 
 
Resultados: 
 
 O tratamento com xarope de hera proporcionou 
redução de 68,7% da tosse nos pacientes com 
bronquite aguda; 
 Os sintomas da bronquite melhoraram em ambos os 
grupos, porém a regressão dos sintomas foi mais 
evidente nos pacientes tratados com o xarope de hera; 
 O tratamento foi bem tolerado, não apresentando 
diferenças significativas em efeitos adversos no grupo 
controle e tratado com xarope de hera. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O tratamento com o xarope de Hedera helix apresenta-se 
seguro e eficaz na redução da tosse e da secreção 
brônquica em pacientes que apresentavam bronquite 
aguda1. 
 
 
 
Xarope de Hedera helix 
 
Extrato de Hedera helix..................................................................15mg/5ml2 
Xarope simples qsp................................................................................100ml 
Administrar 5ml do xarope três vezes ao dia. 
Propriedades2: 
A Hedera helix é uma planta rica em uma 
saponina denominada α-hederina, com 
reconhecida ação mucolítica e 
broncodilatador. Ambas as ações 
aumentam a expectoração eliminando as 
secreções obstrutivas das vias aéreas. 
 
 
Mecanismo de Ação3: 
 Expectorante; 
 Afecções broncopulmonares. 
 
 
Concentração de Uso3: 
Adultos: Extrato de hera 15-105mg/dia; 
Crianças de 6-12 anos: Extrato de hera 11-
70mg/dia; 
Crianças de 2-5 anos: Extrato de hera 8-
36mg/dia; 
 
 
Efeitos adversos3: 
Sistema gastrointestinal (náuseas, vômito 
e diarreia). Mais raramente pode ocorrer 
reação alérgica. 
 
 
Contraindicação3: 
Contraindicado para crianças com idade 
inferior a dois anos. 
 
 
Literatura Consultada 
1. Kemmerich B, Eberhardt R, Stammer H. Efficacy and 
tolerability of a fluid extract combination of thyme 
herb and ivy leaves and matched placebo in adults 
suffering from acute bronchitis with productive 
cough. A prospective, double-blind, placebo-
controlled clinical trial. Arzneimittelforschung. 
2006;56(9):652-60. 
2. de MELLO FB, de MELLO JRB. Avaliação dos efeitos 
antitussígenos e expectorantes de duas formulações 
fitoterápicas existentes no mercado brasileiro. Acta 
Farm. Bonaerense 25 (1): 64-70 (2006). 
3. European Medicines Agency. Science Medicine Health. 
Community herbal monograph on Hedera helix L. 
folium. Acesso em :< http://www.ema.europa.eu 
/docs/en_GB/document_library/Herbal__Community_ 
herbal_ monograph/2011/04/WC500105313.pdf>. 
 
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10
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 (
%
)
Regressão dos sintomas associados à bronquite aguda 
após tratamento com xarope de hera ou placebo
Placebo Xarope de Hera
 
 
 
 
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quaisquer meios eletrônicos,sendo destinado exclusivamente aos profissionais da saúde devidamente habilitados e inscritos em seus conselhos regionais, sendo proibida a veiculação 
deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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Ilex paraguariensis (erva-mate) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Este estudo avaliou a eficácia da erva-mate em inibir a lipase 
pancreática in vitro (em células de porcos e humanos) e em seu 
efeito antiobesidade in vivo (em ratos obesos)1. 
 
40 ratos previamente tratados com dieta rica em gordura foram randomizados 
em dois grupos: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Extrato aquoso de I. paraguariensis 1-2g/kg 
 
Resultados: 
 
 O extrato de erva-mate inibiu significativamente a 
lipase pancreática das células in vitro; 
 No grupo tratado com erva-mate foi observada 
supressão significativa do aumento de peso, em 
comparação ao grupo placebo (p<0,05), evidenciando 
o efeito antiobesidade deste extrato; 
 Neste grupo foi observada redução significativa nos 
níveis séricos de triglicerídeos e LDL-colesterol (p<0,05) 
e no conteúdo lipídico hepático. 
 
O extrato de erva-mate é eficaz em inibir a lipase 
pancreática, suprimir o aumento de peso em animais 
tratados com dieta rica em gordura e reduzir os níveis 
séricos de triglicerídeos e LDL-colesterol, sendo uma 
alternativa no tratamento da obesidade1. 
 
 
Estudo avaliou o efeito da I. paraguariensis em pacientes 
com diabetes mellitus tipo 2 ou pré-diabéticos 
demonstrando a eficácia desta terapia em controlar os 
níveis plasmáticos de glicose e reduzir significativamente os 
níveis de LDL-colesterol, triglicerídeos e colesterol total, 
sendo benéfica na redução dos riscos associados ao 
desenvolvimento da síndrome metabólica2. 
 
 
Cápsulas de Ilex paraguariensis 
 
I. paraguariensis extrato seco....................................….......................500mg 
Administrar uma cápsula ao dia. 
 
Shake contendo erva-mate 
 
I. paraguariensis Pó......................................................................................5g 
Preparação extemporânea sabor shake de chocolate qsp........................25g 
Administrar um sachê ao dia. 
Diluir o conteúdo de um sachê em um copo de leite, bater no liquidificador e 
consumir imediatamente após o preparo. 
Propriedades3,4: 
Diversos estudos têm reportado os efeitos 
biológicos da erva-mate, especialmente 
por sua ação antioxidante, sendo que 
alguns autores vêm sugerindo sua 
potencial ação no tratamento da 
obesidade. Acredita-se que o extrato de I. 
paraguariensis atue através da inibição da 
lipase pancreática, além de prevenir a 
oxidação de lipoproteínas. Efeito 
hipolipidêmico também é relatado em 
alguns estudos. 
 
Outras atividades5: 
 Antioxidante; 
 Anti-inflamatório; 
 Deslipidêmico; 
 Antimutagênico. 
 
Concentração de Uso2: 
I. paraguariensis Pó - 5g ao dia. 
I. paraguariensis Extrato Seco – 500mg ao 
dia. 
 
Efeitos adversos2: 
Os mais comuns são efeitos 
gastrointestinais, principalmente diarreia. 
 
Contraindicações2: 
A erva-mate contém cafeína, não devendo 
ser utilizada por pacientes que são 
sensíveis ou alérgicos a este ativo. Além 
disso, em pacientes com pressão alta, 
diabetes e úlceras, administrar com 
cautela. 
 
Literatura Consultada: 
1. Martins F, Noso TM, Porto VB, Curial A, Gambaro A, 
Bastes DH, Ribera ML, Carvalho Pde O. Maté tea 
inhibits in vitro pancreatic lipase activity and has 
hypolipidemic effect on high-fat diet-induced obese 
mice. Obesity (Silver Spring). 2010 Jan;18(1):42-7. 
2. Klein GA, Stefanuto A, Boaventura BC, de Morais EC, 
Cavalcante Lda S, de Andrade F, Wazlawik E, Di Pietro 
PF, Maraschin M, da Silva EL. Mate Tea (Ilex 
paraguariensis) Improves Glycemic and Lipid Profiles 
of Type 2 Diabetes and Pre-Diabetes Individuals: A 
Pilot Study. J Am Coll Nutr. 2011 Oct;30(5):320-32. 
3. Miranda DD, Arçari DP, Pedrazzoli J Jr et al. Protective 
effects of mate tea (Ilex paraguariensis) on H2O2-
induced DNA damage and DNA repair in mice. 
Mutagenesis 2008;23:261–265. 
4. Menini T, Heck C, Schulze J, de Mejia E, Gugliucci A. 
Protective action of Ilex paraguariensis extract against 
free radical inactivation of paraoxonase-1 in high-
density lipoprotein. Planta Med 2007;73:1141–1147. 
5. Bracesco N, Sanchez AG, Contreras V, Menini T, 
Gugliucci A. Recent advances on Ilex paraguariensis 
research: minireview. J Ethnopharmacol. 2011 Jul 
14;136(3):378-84. 
 
 
 
 
[25] 
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Lepidium meyenii (maca) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado, duplo-cego, placebo controlado avalia o 
efeito da maca no desejo sexual e sua relação com os níveis de 
testosterona sérica em homens saudáveis1. 
 
57 voluntários saudáveis, idade entre 21 e 56 anos foram randomizados em 
três grupos e submetidos aos seguintes tratamentos por 12 semanas: 
Grupo 1 (n=12): Placebo. 
Grupo 2 (n=30): Maca 1500mg/dia. 
Grupo 3 (n=15): Maca 3000mg/dia. 
Foram mensuradas os níveis séricos de testosterona e estrogênio. O desejo 
sexual, testes de depressão (escala Hamilton Depression Rating Scale) e 
ansiedade (escala Hamilton Anxiety Rating Scale)l foram avaliados. 
 
Resultados: 
 O aumento do desejo sexual foi evidente nos homens 
tratados com maca, independente da dose utilizada no 
estudo; 
 Escores de depressão e ansiedade e níveis séricos de 
testosterona e estrogênio não apresentaram diferenças 
significativas entre os grupos tratados com maca e o 
placebo; 
 O tratamento com a maca exerceu efeito independente 
no desejo sexual, não estando associado aos escores de 
ansiedade e depressão ou aos níveis séricos de 
testosterona e estrogênios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O tratamento com maca, nas doses de 1,5g/dia e 3g/dia, 
aumenta o desejo sexual em homens saudáveis, 
independentemente de mudanças em seu estado 
psicológico e níveis séricos de testosterona e estrogênio1. 
 
 
Cápsulas de maca 
Maca...............................................................................................500-1000mg1 
Administrar três cápsulas ao dia. 
Propriedades2,3: 
Maca (Lepidium meyenii) é uma planta 
Andina, que tem sido utilizada há séculos 
para aumentar a fertilidade em seres 
humanos. É altamente rica em proteínas, 
apresentando grande número de 
aminoácidos (predominantemente 
aminoácidos essenciais), carboidratos e 
algumas vitaminas (A, B1, B2, B3, B6, B12, 
C, E, betacaroteno), minerais e 
oligoelementos, incluindo cálcio, fósforo, 
ferro, zinco, magnésio, cobre, sódio, 
potássio, selênio, boro, manganês, entre 
outros. 
O extrato seco de Lepidium meyenii 
apresenta diversos componentes 
antioxidantes que exercem papel 
importante na produção epididimal de 
esperma, atuando beneficamente sobre a 
função testicular. 
 
Atividades3: 
 Aumento da fertilidade; 
 Melhora da performance sexual; 
 Desordens menstruais.Concentração de Uso1: 
Maca 1500-3000mg/dia. 
 
Efeitos adversos2: 
Não foram relatados efeitos adversos 
sérios com o uso de maca. 
 
Contraindicações2: 
Indivíduos com problemas de tireoide 
devem evitar a utilização da maca porque 
os glucosinolatos, presentes na maca, 
tomado em excesso e combinado com 
uma dieta de baixo índice de iodo pode 
causar bócio. 
 
Literatura Consultada: 
1. Gonzales GF, Córdova A, Vega K, Chung A, Villena A, 
Góñez C, Castillo S. Effect of Lepidium meyenii (MACA) 
on sexual desire and its absent relationship with serum 
testosterone levels in adult healthy men. Andrologia. 
2002 Dec;34(6):367-72. 
2. Zenico T, Cicero AF, Valmorri L, Mercuriali M, Bercovich 
E. Subjective effects of Lepidium meyenii (Maca) extract 
on well-being and sexual performances in patients with 
mild erectile dysfunction: a randomised, double-blind 
clinical trial. Andrologia. 2009 Apr;41(2):95-9. 
3. Drug Information online. Acesso em: 
<http://www.drugs.com/npp/maca.html>. 
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40
50
Semana 4 Semana 8 Semana 12
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(%
)
Prevalência do desejo sexual em homens após 
tratamento com placebo e maca.
Placebo
Maca
 
 
 
 
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Matricaria chamomilla (camomila) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado, duplo-cego e placebo controlado avalia a 
eficácia do extrato de camomila no tratamento de desordem de 
ansiedade generalizada1. 
 
61 pacientes, apresentando desordem de ansiedade generalizada leve a 
moderada foram randomizados em dois grupos e receberam os seguintes 
tratamentos por 8 semanas: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Extrato de camomila 220mg/ uma a cinco vezes ao dia 
Foram analisadas alterações na escala HAM-A (Hamilton Anxiety Rating Score), 
escala Beck (Beck Anxiety Inventory e CGI-S (Clinical Global Impression 
Severity). 
 
Resultados: 
 Após o tratamento com o extrato de camomila, os 
pacientes apresentaram redução significativa da escala 
HAM-A, demonstrando melhora nos parâmetros 
relacionados à ansiedade. 
 Apesar de não significativas, observou-se mudanças 
positivas em todos os parâmetros analisados 
relacionadas à ansiedade; 
 Não foram observados efeitos adversos significativos 
durante o estudo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A terapia com extrato de camomila é segura e eficaz no 
tratamento de ansiedade generalizada leve a moderada, 
apresentando atividade ansiolítica modesta nestes 
pacientes1. 
 
 
Cápsulas de camomila 
 
Extrato de camomila..............…..........................................................220mg1 
Administrar uma a cinco cápsulas ao dia. 
Inicia-se o tratamento com uma cápsula ao dia. Após uma semana, aumentar a 
dose conforme necessidade de cada paciente. 
Propriedades2,3: 
A camomila (Matricaria chamomilla L.) é 
uma espécies conhecidas de plantas 
medicinais da família Asteraceae. 
No tratamento da ansiedade, a apigenina, 
componente presente na camomila, liga-
se aos receptores dos benzodiazepínicos, 
resultando em efeitos ansiolíticos e 
sedativos leves, porém não atuando no 
relaxamento muscular e nos efeitos 
anticonvulsivantes, não causando prejuízo 
de memória. 
 
 
 
Atividades2: 
• Efeitos sedativos; 
• Atividade antibacteriana, antiviral e 
antifúngica; 
• Anti-inflamatório; 
• Antiespasmódico; 
• Antiulcerativo. 
 
 
 
Concentração de Uso1: 
Camomila extrato seco 220mg-
1100mg/dia. 
 
 
 
Efeitos adversos/Contraindicações2: 
Efeitos adversos não são relatados na 
literatura. 
 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Amsterdam JD, Li Y, Soeller I, Rockwell K, Mao 
JJ, Shults J. A randomized, double-blind, 
placebo-controlled trial of oral Matricaria 
recutita (chamomile) extract therapy for 
generalized anxiety disorder. J Clin 
Psychopharmacol. 2009 Aug;29(4):378-82. 
2. No authors listed. Matricaria chamomilla 
(German chamomile). Monograph. Altern Med 
Rev. 2008 Mar;13(1):58-62. 
3. Singh O, Khanam Z, Misra N, Srivastava MK. 
Chamomile (Matricaria chamomilla L.): An 
overview. Pharmacogn Rev. 2011 Jan;5(9):82-
95. 
4
6
8
10
12
14
16
18
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Redução observada na escala HAM-A durante o tratamento com 
camomila ou placebo.
Camomila
Placebo
Semanas
 
 
 
 
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Maytenus ilicifolia (espinheira santa) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos do chá da espinheira santa como 
gastroprotetor1. 
 
Polissacarídeos identificados no extrato de Maytenus ilicifolia foram 
identificados e purificados. Os pesquisadores encontraram galactose, arabinose, 
ácido galacturônico, rhamnose e glicose no extrato. Lesões gástricas induzidas 
com etanol em ratos foram inibidas com a administração do extrato: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Controle positivo (omeprazol) 
Grupo 3: Polissacarídeos de M. ilicifolia 3mg/kg 
Grupo 3: Polissacarídeos de M. ilicifolia 10mg/kg 
Grupo 3: Polissacarídeos de M. ilicifolia 30mg/kg 
 
 
Resultados: 
 O tratamento oral com os polissacarídeos de M. ilicifolia 
nas concentrações de 10 e 30mg/kg reduziram 
significativamente as lesões gástricas induzidas por 
etanol; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os resultados demonstram que os polissacarídeos presentes 
no extrato de espinheira santa possuem efeito 
antiulcerativa1. 
 
 
Estudo avaliou os efeitos gastroprotetores dos flavonoides 
da Maytenus ilicifolia sobre a mucosa gástrica, 
demonstrando que a administração de mistura padronizada 
com os flavonoides galactiol, epicatequina e catequina 
reduziu significativamente as lesões gástricas nos modelos 
animais analisados2. 
 
 
 
Cápsulas de Espinheira Santa 
 
Extrato de Maytenus ilicifolia………………..........................…..........500mg3. 
Administrar quatro cápsulas ao dia. 
Propriedades2: 
Maytenus ilicifolia é integrante da família 
Celastraceae e é conhecida popularmente 
como espinheira santa. Amplamente 
utilizada na medicina popular brasileira 
para o combate de afecções 
gastroduodenais. Possui em sua 
composição química glucosídeos 
alcalóides, polifenois, diterpenos, 
triterpenos do tipo friedelano e 
sesquiterpenos. O estudo de frações 
hexânicas das folhas de M. ilicifolia 
evidenciou que os compostos triterpênicos 
friedelina efriedelanol, isolados por 
Itokawa et al., 1991, são responsáveis por 
50% do efeito antiulcerogênico da 
espinheira santa. 
 
 
Atividades3: 
 Anorexia; 
 Úlceras pépticas; 
 Dispepsia; 
 Constipação intestinal; 
 Anti-inflamatório; 
 Antioxidante; 
 Asma brônquica. 
 
 
Concentração de Uso3: 
Espinheira santa pó: 2-3g/dia. 
 
 
Contraindicações3: 
Estudos sugerem que a espinheira santa 
pode apresentar efeito estrogênico e 
reduzir a fertilidade em mulheres. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Cipriani TR, Mellinger CG, de Souza LM, Baggio CH, 
Freitas CS, Marques MC, Gorin PA, Sassaki GL, 
Iacomini M. A polysaccharide from a tea (infusion) of 
Maytenus ilicifolia leaves with anti-ulcer protective 
effects. J Nat Prod. 2006 Jul;69(7):1018-21. 
2. Baggio CH, Freitas CS, Otofuji Gde M, Cipriani TR, 
Souza LM, Sassaki GL, Iacomini M, Marques MC, 
Mesia-Vela S. Flavonoid-rich fraction of Maytenus 
ilicifolia Mart. ex. Reiss protects the gastric mucosa of 
rodents through inhibition of both H+,K+ -ATPase 
activity and formation of nitric oxide. J 
Ethnopharmacol. 2007 Sep 25;113(3):433-40. 
3. Tropical plant database. Maytenus ilicifolia (espinheira 
santa). Raintree nutrition. Acesso em: 
<http://www.rain-tree.com/espinheira.htm>. 
0
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Controle Omeprazol 3 10 30
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)
Efeito protetor dos polissacarídeos de M. 
ilicifolia, controle e omeprazol em lesões gástricas 
induzidas por etanol em modelos animais
*
*
*
*p<0,05 versus controle Polissacarídeos de M. ilicifolia
 
 
 
 
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Melissa officinalis (melissa) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo aberto avalia a eficácia do extrato das folhas de Melissa 
officinalis no tratamento de voluntários que apresentavam 
ansiedade leve a moderada e distúrbios do sono1. 
 
20 voluntários estressados, entre 18 e 70 anos, sendo 6 homens e 14 mulheres, 
que apresentavam ansiedade leve a moderada e distúrbios do sono, foram 
tratados por 15 dias com: 
Melissa officinalis 300mg/duas vezes ao dia. 
Uma cápsula de manhã e uma cápsula à noite antes de adormecer. 
 
Resultados: 
 
 Após o tratamento com M. officinalis os pacientes 
apresentaram melhora significativa em todas as 
categorias estudadas: manifestações de ansiedade, 
sintomas associados à ansiedade e insônia; 
 O tratamento com M. officinalis foi bem tolerado pelo 
grupo de voluntários; 
 Nos pacientes tratados com M. officinalis não foi 
observado nenhum efeito adverso e todos os 
voluntários atenderam ao tratamento até o final dos 
estudos. 
 
 
 
 
A Melissa officinalis é 
uma valiosa opção 
para tratamento dos 
transtornos da 
ansiedade leve a 
moderada, apresen-
tando ausência de 
efeitos sedativos e de 
significativos efeitos 
colaterais1. 
 
 
 
 
 
 
Cápsulas de Melissa officinalis 
 
Extrato de Melissa officinalis..............................................................300mg1 
Administrar duas cápsulas ao dia, sendo uma pela manhã e a outra à noite. 
Propriedades2: 
A Melissa officinalis foi utilizada na 
medicina tradicional nos antigos tempos 
da Roma e Grécia para o tratamento de 
desordens do sistema nervoso e 
melancolia. 
Recentemente foi demonstrado que a M. 
officinalis tem efeitos ansiolíticos, melhora 
o humor e a memória, é também 
antioxidante, antimicrobiano e com ações 
antitumorais. 
 
 
Outras atividades3: 
 Ansiedade; 
 Função cognitiva; 
 Doença de Alzheimer; 
 Insônia; 
 Problemas gastrointestinais 
relacionados ao nervosismo e 
convulsões; 
 Estudos em animais identificaram 
atividade antiulcerogênica dose-
dependente, associada à redução 
ácida e aumento da secreção de 
mucinas. 
 
 
Concentração de Uso1: 
Melissa 600mg/dia, divididos em duas 
doses, uma pela manhã e a outra à noite. 
 
 
Efeitos adversos1: 
Boa tolerabilidade. Nos estudos não foram 
relatados efeitos adversos. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Cases J, Ibarra A, Feuillère N, Roller M, Sukkar SG. 
Pilot trial of Melissa officinalis L. leaf extract in the 
treatment of volunteers suffering from mild-to-
moderate anxiety disorders and sleep disturbances. 
Med J Nutrition Metab. 2011 Dec;4(3):211-218. 
2. Awad R, Muhammad A, Durst T, Trudeau VL, Arnason 
JT. Bioassay-guided fractionation of lemon balm 
(Melissa officinalis L.) using an in vitro measure of 
GABA transaminase activity. Phytother Res. 2009 
Aug;23(8):1075-81. 
3. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
Sintomas associados à ansiedade antes e após 
15 dias de tratamento com Melissa officinalis 
300mg duas vezes ao dia. 
 
 
 
 
*p<0.05; **p<0.01 
 
 
 
Comportamento 
obsessivo 
compulsivo * 
Distúrbios 
intelectuais ** 
Sentimento de 
Inferioridade ** 
Fadiga ** 
Sentimentos 
de culpa ** 
Instabilidade 
emocional * 
Problemas de 
alimentação ** 
Problemas 
de fala * 
Sintomas somáticos 
vagos * 
Reações 
 de pele 
Psicosso-
mático ** 
Relações 
interpessoais 
pobres ** 
Reações 
musculares ** 
-- Pré-administração 
-- Após administração 
 
 
 
 
[29] 
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Myrciaria dubia (camu-camu) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia a atividade antioxidante e anti-inflamatória da 
fruta do camu-camu1. 
 
Neste estudo, 20 homens fumantes voluntários com estado de estresse 
oxidativo acelerado, foram randomizados em dois grupos e receberam os 
seguintes tratamentos por 7 dias: 
Grupo 1 (n=10): 1050mg de vitamina C 
Grupo 2 (n=10): 70ml de suco de camu-camu 100%, correspondendo a 
1050mg de vitamina C 
 
Resultados: 
 
 Os homens que utilizaram o suco de camu-camu 
apresentaram redução significativa dos marcadores do 
estresse oxidativo como os níveis de 8-hidroxi-
deoxiguanosina (8-OHdG) urinária, espécies reativas de 
oxigênio e marcadores inflamatórios como a 
interleucina IL-6 e IL-8; 
 O grupo que utilizou a suplementação com a vitamina 
C não apresentou diferenças significativas nestes 
parâmetros. 
 
 
O suco de camu-camu apresenta potente efeito 
antioxidante e anti-inflamatório, demonstrando resultados 
superiores quando comparados aos comprimidos de 
vitamina C, sugerindo benefícios além daqueles 
proporcionados pela suplementação da vitamina C isolada1.Estudo demonstrou que o extrato de camu-camu suprime 
significativamente a formação de edema induzido em patas 
de camundongos, e a formação de óxido nítrico. Além 
disso, é fonte de ácido betulínico, um conhecido anti-
inflamatório triterpenoide, sendo utilizado como um 
alimento funcional para a prevenção de doenças 
relacionadas com a imunidade2. 
 
 
 
 
 
Cápsulas de camu-camu 
 
Extrato de camu-camu..........…..........................................................500mg 
Administrar quatro cápsulas ao dia. 
Propriedades3: 
O camu-camu (Myrciaria dubia) é uma 
fonte promissora de vários compostos 
bioativos como a vitamina C, compostos 
fenólicos e carotenoides. O camu-camu 
também apresenta em sua composição 
potássio, ferro, cálcio, fósforo, e vários 
tipos de aminoácidos, tais como serina, 
valina e leucina. Portanto, a presença de 
diferentes compostos bioativos poderia 
ser utilizada para retardar ou prevenir 
várias doenças tais como cardiovascular e 
câncer. 
 
 
Atividades3: 
 Atividade antioxidante; 
 Ação anti-inflamatória; 
 Atividade antimicrobiana. 
 
 
Concentração de Uso1,3,4: 
Camu-camu extrato seco 1-2g, duas vezes 
ao dia, ou de acordo com a quantidade de 
vitamina C desejada. 
*extrato seco de camu-camu apresenta 
20% de vitamina C. 
 
 
Efeitos adversos3,4: 
Não foram encontrados na literatura 
consultada. Efeitos adversos devido ao 
excesso de vitamina C incluem distúrbios 
gastrointestinais e diarreias. 
 
 
Contraindicações3,4: 
Não são conhecidas até o momento, de 
acordo com a literatura consultada. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Inoue T, Komoda H, Uchida T, Node K. Tropical fruit 
camu-camu (Myrciaria dubia) has anti-oxidative and 
anti-inflammatory properties. J Cardiol. 2008 
Oct;52(2):127-32. 
2. Yazawa K, Suga K, Honma A, Shirosaki M, Koyama T. 
Anti-inflammatory effects of seeds of the tropical fruit 
camu-camu (Myrciaria dubia). J Nutr Sci Vitaminol 
(Tokyo). 2011;57(1):104-7. 
3. Akter S, Oh S, Eun JB, Ahmed M. Nutritional 
compositions and health promoting phytochemicals 
of camu-camu (myrciaria dubia) fruit: A review. Food 
Research International, Volume 44, Issue 7, August 
2011, Pages 1728-1732 
4. Tropical plant database. Myrciaria dubia (camu 
camu). Raintree nutrition. Acesso em: 
<http://www.rain-tree.com/camu.htm>. 
 
 
 
 
 
[30] 
Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
quaisquer meios eletrônicos, sendo destinado exclusivamente aos profissionais da saúde devidamente habilitados e inscritos em seus conselhos regionais, sendo proibida a veiculação 
deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
www.pharmaceutical.com.br |48. 3234-7247 
Panax ginseng (ginseng coreano) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo investiga o efeito do P. ginseng na resposta inflamatória 
e dano muscular após exercício físico em atletas1. 
 
Neste estudo, 18 atletas foram randomizados em dois grupos e submetidos aos 
seguintes tratamentos por quatro dias antes do teste da esteira e sete dias 
antes do teste da esteira com elevação: 
Grupo 1:Placebo 
Grupo 2: P. ginseng 20g/dia em pó (três vezes ao dia). 
 
Resultados: 
 
• Os níveis plasmáticos de creatina quinase após 72 horas 
do exercício apresentaram-se significativamente 
reduzidos no grupo tratado com P. ginseng (p<0,05); 
• No grupo tratado com P. ginseng, os valores de 
interleucina-6 encontraram-se significativamente 
reduzidos durante o período de recuperação do 
exercício (2-3 horas após realização do teste da esteira 
com ou sem elevação) (p<0,05); 
• A resposta à insulina e os valores de glicose plasmática 
foram significativamente reduzidos nos indivíduos 
tratados com P. ginseng (p<0,05)1. 
 
 
A suplementação com P. ginseng é benéfica e eficaz em 
reduzir o dano muscular e a resposta inflamatória induzida 
pelo exercício, além de promover melhora significativa na 
sensibilidade à insulina1. 
 
 
 
 
O P. ginseng é um dos suplementos mais utilizados no 
tratamento e prevenção de diversas doenças. Este 
adaptógeno, conhecido por melhorar a resistência do 
organismo ao estresse, trauma, ansiedade e fadiga, é 
utilizado por atletas com o intuito de aumentar o 
desempenho físico, além de reduzir os danos decorrentes 
da atividade física nestes atletas2. 
 
 
 
 
Cápsulas de Panax ginseng 
 
Panax ginseng extrato seco……………..........................…...................200mg 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
Propriedades3: 
Conhecido também por ginseng coreano é 
uma espécie muito utilizada na medicina 
por suas diversas propriedades 
farmacológicas. Dentre seus principais 
constituintes estão os ginosídeos 
(glicosídeos) e a ginsenina, além de 
diversos minerais como o cálcio e o cobre, 
e algumas vitaminas como a riboflavina e 
a vitamina C. 
Seu efeito protetor do músculo 
esquelético se deve à sua ação 
antioxidante, protegendo o músculo 
contra o estresse oxidativo decorrente do 
exercício intenso. 
 
Atividades3,4: 
 Propriedade anti-inflamatória; 
 Propriedade antioxidante; 
 Efeitos cardiovasculares (anti-
hipertensivo, antiplaquetário, anti-
hiperlipidêmico); 
 Efeitos gastrointestinais 
(Antiulcerativo, peristaltismo); 
 Imunomodulador; 
 Neurológico (neuroprotetor, função 
cognitiva, analgesia, 
anticonvulsivante). 
 
Concentração de Uso1,3,4: 
Panax ginseng extrato seco 400mg/dia3,4. 
Panax ginseng pó 20g/dia1. 
 
Efeitos adversos4: 
Agitação, diarreia, dores de cabeça, 
nervosismo e problemas de sono. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Jung HL, Kwak HE, Kim SS, Kim YC, Lee CD, Byurn HK, 
Kang HY. Effects of Panax ginseng Supplementation 
on Muscle Damage and Inflammation after Uphill 
Treadmill Running in Humans. Am J Chin Med. 
2011;39(3):441-50. 
2. Engels HJ, Kolokouri I, Cieslak TJn, and Wirth JC. 
Effects of ginseng supplementation on supramaximal 
exercise performance and short-term recovery. J 
Strength Cond Res. 2001; (15):290-95. 
3. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007 
4. Drug information online. Acesso em: 
<http://www.drugs.com/npc/ginseng.html>. 
 
 
 
 
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Passiflora incarnata (maracujá) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado e duplo-cego comparou a eficácia da 
Passiflora incarnata versus oxazepam no tratamento de 
desordens de ansiedade generalizada1. 
 
Neste estudo, 36 pacientes diagnosticados com desordens de ansiedade 
generalizada foram randomizados em dois grupos e receberam os seguintes 
tratamentos por quatro semanas: 
Grupo 1: Oxazepam 30mg/dia (controle positivo) 
Grupo 2: Extrato de Passiflora incarnata 45 gotas/dia 
 
Resultados: 
 Os pacientes tratados com o extrato de P. incarnata 
apresentarammelhora significativa nos sintomas 
relacionados à desordem de ansiedade generalizada; 
 O tratamento com o extrato de P. incarnata apresentou 
resultados semelhantes ao oxazepam, demonstrando 
sua efetividade nas desordens de ansiedade; 
 Não foram observados efeitos adversos severos após 
tratamento com o extrato de P. incarnata. Foram 
relatados efetivos leves a moderados, incluindo tontura, 
sonolência, confusão e insuficiência de desempenho no 
trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O tratamento com o extrato de P. incarnata é eficaz na 
manutenção dos sintomas de desordens de ansiedade 
generalizada, com menores efeitos sobre a insuficiência de 
desempenho no trabalho1. 
 
 
Cápsulas de Passiflora incarnata 
 
Extrato de Passiflora incarnata...…......................................................500mg 
Administrar uma a quatro cápsulas ao dia. 
Propriedades2: 
O maracujá tem sido utilizado na 
medicina tradicional como um calmante e 
ansiolítico, sendo que diversos estudos já 
confirmaram sua eficácia no tratamento 
da desordem de ansiedade generalizada. 
Além dos benefícios da terapia com P. 
incarnata, uma grande vantagem é sua 
alta tolerabilidade pelos pacientes e sua 
segurança. 
 
 
Atividades3: 
 Tratamento da ansiedade e 
nervosismo; 
 Redução da insônia (atividade 
sedativa). 
 
 
Concentração de Uso3: 
 Extrato seco de P. incarnata 250mg-
2g/ dividido em três a quatro vezes 
ao dia. 
 Extrato fluido (1:1) (g/ml) de P. 
incarnata: 2ml três a quatro vezes ao 
dia em 150ml de água. 
 
 
Efeitos adversos3: 
Efeitos sedativos em doses elevadas. 
Ainda pode causar confusão e 
insuficiência de desempenho nas 
atividades diárias (trabalho, escola, entre 
outros). 
 
 
Contraindicações3: 
Não foram observadas na literatura 
consultada. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Akhondzadeh S, Naghavi HR, Vazirian M, 
Shayeganpour A, Rashidi H, Khani M. Passionflower in 
the treatment of generalized anxiety: a pilot double-
blind randomized controlled trial with oxazepam. J 
Clin Pharm Ther. 2001 Oct;26(5):363-7. 
2. Wong AHC, Smith M, Boon HS. Herbal Remedies in 
Psychiatric Practice. Arch Gen Psychiatry. 1998 
Nov;(55):1033-44. 
3. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
E
sc
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 H
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 A
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a
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e
 
Dias de tratamento 
Gotas de P. incarnata 
Oxazepam 
Redução dos sintomas da ansiedade de acordo com a 
escala Hamilton após tratamento com extrato de P. 
incarnata ou oxazepam. 
***: sem diferença significativa entre os grupos. 
 
 
 
 
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Paullinia cupana (guaraná) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo duplo-cego, placebo-controlado e multidose avalia o 
efeitos da administração do guaraná nas atividades 
comportamentais em humanos1. 
 
26 participantes saudáveis, receberam em seis dias diferentes os seguintes 
tratamentos: 
Dia 1: Prática igual aos demais dias, porém sem tratamentos (tratado ou 
placebo). 
Dia 2-6: Receberam os tratamentos, em dias aleatórios: Placebo e extrato de 
guaraná nas concentrações de 37,5mg, 75mg, 150mg e 300mg. 
Foram avaliados os parâmetros relacionados á disposição e efeitos cognitivos 
após administração de cada tratamento e após uma, três e seis horas. 
 
Resultados: 
 Observou-se melhora significativa da performance de 
memória secundária dos participantes após 
administração de guaraná 37,5mg e 75mg quando 
comparados ao placebo; 
 A administração do guaraná proporcionou melhora na 
disposição dos voluntários; 
 O estado de alerta apresentou aumento significativo 
após administração do guaraná 300mg; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A administração do guaraná é eficaz na melhora da 
disposição e nos efeitos cognitivos dos voluntários, sendo 
que as menores doses (37,5,g ou 70mg) apresentaram 
respostas mais positivas quando comparadas as doses mais 
elevadas1. 
 
 
 
Cápsulas de guaraná 
 
Guaraná extrato seco.................…......................................................37,5mg 
Administrar uma a duas cápsulas ao dia. 
Propriedades1,2: 
As sementes do guaraná apresentam uma 
longa história de utilização como 
estimulante pelas tribos da Amazônia. 
Esta ação geralmente é atribuída à 
cafeína, presente no seu extrato seco. 
Porém, as propriedades psicoativas do 
guaraná também estão atribuídas à alta 
concentração de outros conteúdos, 
incluindo as saponinas e os taninos, sendo 
que este último também pode contribuir 
para suas propriedades antioxidantes. 
 
 
Atividades2: 
 Estimulante do sistema nervoso 
central (melhora da função cognitiva 
e estado de alerta); 
 Auxiliar ergogênico; 
 Inibidor do apetite e auxiliar na perda 
de peso; 
 Antioxidante. 
 
 
Concentração de Uso1,2: 
 Guaraná 37,5mg-75mg (efeito 
cognitivo de alerta e disposição por 
pelo menos seis horas) 
 
 
Efeitos adversos2: 
Baseado no conteúdo de cafeína, altas 
doses podem ocasionar agitação, tremor, 
ansiedade, inquietação, dor de cabeça, 
apreensão, taquicardia, contração 
ventricular prematura, diarreia, cólicas 
gastrointestinais, náuseas, vômitos e 
diurese. 
 
 
Contraindicações2: 
Hipertensão e arritmias cardíacas. Usar 
com cautela em estados de ansiedade, 
hipertensão, diabetes, úlceras gástricas e 
dores de cabeça crônicas. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Haskell CF, Kennedy DO, Wesnes KA, Milne AL, 
Scholey AB. A double-blind, placebo-controlled, multi-
dose evaluation of the acute behavioural effects of 
guaraná in humans. J Psychopharmacol. 2007 
Jan;21(1):65-70. 
2. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
 
0
20
40
60
Placebo 37,5mg 70mg 150mg 300mg
m
e
m
ó
ri
a
 s
e
cu
n
d
á
ri
a
 (
%
)
Efeito do guaraná na melhora da performance da 
memória secundária após administração do guaraná ou 
placebo.
*
**
*p<0,05 ;**p<0,005versus controle
 
 
 
 
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Pinus pinaster (Pycnogenol®) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos da suplementação com o Pycnogenol® 
no estresse oxidativo e perfil lipídico em indivíduos saudáveis1. 
 
25 voluntários saudáveis receberam o seguinte tratamento por seis semanas: 
Pycnogenol® 150mg/dia 
Os voluntários,após seis semanas de tratamento, passaram por um período de 
washout de quatro semanas, sendo os parâmetros analisados no tempo zero, 
após três e seis semanas de tratamento e após as quatro semanas de washout. 
 
Resultados: 
 
 A suplementação com Pycnogenol® proporcionou 
aumento significativo dos níveis de polifenois no 
plasma dos voluntários; 
 O efeito antioxidante do Pycnogenol® ficou evidente 
devido ao aumento significativo de ORAC (capacidade 
de absorção radical do oxigênio) no plasma dos 
voluntários durante o período de suplementação, 
retornando aos valores basais após as quatro semanas 
de washout; 
 O HDL-colesterol aumentou significativamente nos 
voluntários durante a suplementação com o 
Pycnogenol®, enquanto o LDL-colesterol apresentou-se 
reduzido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A suplementação oral com Pycnogenol® promove aumento 
significativo da capacidade antioxidante do plasma, 
exercendo efeitos favoráveis no perfil lipídico dos 
voluntários1. 
 
 
Cápsulas de Pycnogenol® 
Pycnogenol®.............................................................................................150mg1 
Administrar uma cápsula ao dia. 
Propriedades2,3: 
O Pycnogenol® é o nome padrão do 
extrato da casca de Pinus pinaster (French 
maritime pine bark extract). A constituição 
do Pycnogenol® inclui procianidinas 
monoméricas e poliméricas, ácidos 
fenólicos, além de cálcio, potássio e ferro 
com traços de magnésio, zinco e cobre. É 
um potente antioxidante que tem sido 
relatado em vários estudos. Ele age contra 
os radicais livres hidroxila e superóxido. 
Pode estender a vida útil e aumentar a 
função antioxidante do radical ascorbato 
(Vitamina C). Aumenta a atividade 
antioxidante endógena, exercendo 
atividade sobre o superóxido dismutase, a 
glutationa peroxidase e a catalase. 
 
Atividades2,3: 
 Efeito hipoglicemiante; 
 Melhora o perfil lipídico; 
 Inibe a liberação de histamina; 
 Reduz a pressão arterial; 
 Melhora a integridade das 
membranas celulares e dos vasos 
sanguíneos devido a sua potente 
ação antioxidante; 
 Inibe a liberação de mediadores da 
inflamação. 
 
Concentração de Uso2: 
Pycnogenol® 120-150mg/dia. 
 
Efeitos adversos2: 
Não foram relatados efeitos adversos 
sérios com o uso do Pycnogenol® em 
nenhum estudo clínico ou relato de uso 
comercial. 
 
Contraindicações2: 
Pycnogenol® não deve ser utilizado em 
mulheres grávidas. 
 
Literatura Consultada: 
1. Devaraj S, Vega-López S, Kaul N, Schönlau F, 
Rohdewald P, Jialal I. Supplementation with a pine 
bark extract rich in polyphenols increases plasma 
antioxidant capacity and alters the plasma lipoprotein 
profile. Lipids. 2002 Oct;37(10):931-4. 
2. Scientific and Clinical Monograph for Pycnogenol 
(French Maritime Pine Bark Extract), American 
Botanical Council, Propriety Botanical Ingredient. 
Acesso: www.herbalgram.org. 
3. Maimoona A, Naeem I, Saddiqe Z, Jameel K. A review 
on biological, nutraceutical and clinical aspects of 
French maritime pine bark extract. Ethnopharmacol. 
2011 Jan 27;133(2):261-77. 
 
0
1
2
3
4
5
Tempo zero 3 semanas
Pycnogenol
6 semanas
Pycnogenol
Washout
4 semanas
A
ti
vi
d
a
d
e
 O
R
A
C
(µ
M
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ro
lo
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e
q
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)
Medida de ORAC no plasma humano dos voluntários no tempo 
inicial, após suplementação com o Pycnogenol® e após período de 
washout.
*p<0,05 versus tempo zero
 
 
 
 
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Rhodiola rosea 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia a eficácia de Rhodiola rosea no tratamento de 
indivíduos sofrendo fadiga relacionada ao estresse1. 
 
60 participantes entre 20 e 55 anos foram randomizados em dois grupos e 
receberam os seguintes tratamentos: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Rhodiola rosea 576mg/dia 
Os efeitos do extrato foram avaliados nos dias 1 e 28, através de um 
questionário de avaliação da qualidade de vida (SF-36 Questionnaire), sintomas 
de fadiga (Pine’s Bournout Scale), depressão (Montgomery - Asberg Depression 
Rating Scale – MADRS), atenção (Conners' Computerised Continuous 
Performance Test II - CCPT II) e resposta ao cortisol contido na saliva ao acordar. 
 
Resultados: 
 
 Após tratamento com R. rosea, os pacientes 
apresentaram melhora nas escalas relacionadas aos 
sintomas de fadiga (Pines´s burnout scale) e depressão 
(Montogomery), quando comparados ao início do 
estudo; 
 Quando comparado ao placebo, os pacientes tratados 
com R. rosea apresentaram diminuição nos níveis de 
cortisol; 
 Não foram relatados efeitos adversos severos durante o 
tratamento com R. rosea. 
 
 
Rhodiola rosea exerce efeitos antifadiga, aumenta o 
desempenho mental e, principalmente, a capacidade de 
concentração, além de reduzir os níveis de cortisol, 
reduzindo o quadro de depressão e aumentando a 
qualidade de vida1. 
 
 
A Rhodiola rosea apresenta-se como agente fitoterápico 
eficaz e vantajoso para o alívio dos sintomas em pacientes 
com diversas condições médicas, incluindo estresse e 
ansiedade. Estudos sugerem sua atividade adaptógena e 
promissora aplicação em quadros depressivos, melhorando 
a memória, disfunção sexual e ganho de peso2. 
 
 
 
 
Cápsulas com Rhodiola rosea 
 
Rhodiola rosea extrato seco…..........................…...............................288mg1 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
 
Propriedades2,3: 
Rhodiola rosea L., ou raiz dourada é uma 
planta popular da medicina tradicional da 
Europa Ocidental e Ásia, com a reputação 
de melhorar a depressão, aumentar o 
desempenho no trabalho, eliminar a 
fadiga e no tratamento dos sintomas 
subsequentes ao estresse físico e 
psicológico. 
Suas propriedades farmacológicas estão 
relacionadas com a capacidade de 
modular a ativação de vários 
componentes do complexo sistema de 
resposta ao estresse. A administração de 
Rhodiola rosea promove aumento 
moderado de endorfinas imunorreativas 
séricas, proporcionando sensação de bem-
estar. 
 
Outras atividades3: 
 Apresenta atividade adaptogênica; 
 Os componentes ativos da R. rosea 
interferem no sistema nervoso central 
pelo aumento na habilidade de 
concentração, poder físico e mental; 
 Eficiente nos estados astênicos; 
 Melhora a resistência geral das 
células e do coração contra o estresse 
e arritmias; 
 Melhora atividade antioxidante. 
 
Concentração de Uso4: 
Rhodiola rosea – 340-680mg ao dia, 
divididos em duas doses. 
 
Reações adversas/efeitos colaterais: 
Não foram relatados efeitos adversos nas 
literaturas consultadas. 
 
Literatura Consultada: 
1. Olsson EM, von Schéele B, Panossian AG. A 
randomised, double-blind, placebo-controlled, 
parallel-group study of the standardised extract shr-5 
of the roots of Rhodiola rosea in the treatment of 
subjects with stress-related fatigue. Planta Med. 2009 
Feb;75(2):105-12. 
2. Iovieno N, Dalton ED, Fava M, Mischoulon D. Second-
tier natural antidepressants: Review and critique. J 
Affect Disord. 2010 Jun 24. 
3. Kelly, G.S., 2001. Rhodiola rosea: a possible plant 
adaptogen. Altern. Med. Rev.6, 293–302. 
4. Darbinyan V, AslanyanG, Amroyan E, Gabrielyan E, 
Malmström C, Panossian A. Clinical trial of Rhodiola 
rosea L. extract SHR-5 in the treatment of mild to 
moderate depression. Nord J Psychiatry. 
2007;61(5):343-8. 
 
 
 
 
[35] 
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Efeito do extrato hidroalcoólico da catuaba (1-300µg/ml) na 
liberação de dopamina em modelos animais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Catuaba (µg/ml) 
**p<0,01 
Trichilia catigua (catuaba) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os afeitos como antidepressivo do extrato de 
Trichilia catigua (catuaba) e apresenta evidências de seus 
mecanismos mediadores dopaminérgicos1. 
 
Estudo avaliou os possíveis efeitos antidepressivos da T. catigua e alguns 
mecanismos de ação: 
Teste 1: In vivo – Teste de nado forçado 
Teste 2: in vitro – Recaptação de monoaminas e liberação em preparações 
sinaptossomais 
 
Resultados: 
 O tratamento via oral com catuaba promoveu efeito 
comparável aos antidepressivos clássicos em modelos 
animais, verificado através do teste de nado forçado; 
 As ações anti-imobilização do extrato de catuaba em 
modelos animais foram revertidas significativamente 
com haloperidol e clorpromazina, mas não com 
pimozida, ketanserina, spiroxatrine ou p-
clorofenilalanina; 
 In vitro, de maneira concentração-dependente, foi 
inibida a recaptação e aumentada a liberação de 
serotonina, e, particularmente, da dopamina, das 
preparações sinaptossomais de cérebro de rato. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O estudo apresenta evidências que confirmam a atividade 
antidepressiva da catuaba, mediada pela dopamina, 
sugerindo potencial interesse para o tratamento de 
desordens depressivas1. 
 
 
Cápsulas com catuaba 
 
Catuaba extrato seco…..........................…..........................................250mg3 
Administrar duas cápsulas ao dia, umas as 10:00 e outra as 16:00. 
 
Propriedades2: 
Trichilia catigua A. Juss (Meliaceae) é uma 
planta nativa que cresce abundantemente 
em várias regiões do Brasil. É 
popularmente conhecida como catuaba 
ou catigua e é amplamente utilizada na 
medicina popular como um tônico para o 
tratamento da fadiga, estresse, 
impotência e déficits de memória. Alguns 
estudos químicos indicaram a presença de 
β-sitosterol, estigmasterol, campesterol e 
uma mistura de flavalignanas. 
 
Atividades3: 
 Afrodisíaco; 
 Tratamento da ansiedade; 
 Mal de Alzheimer, perda de memória; 
 Estimulante do sistema nervoso 
central; 
 Antiviral. 
 
Concentração de Uso3: 
Tintura de catuaba 2-3ml/duas vezes ao 
dia. 
Extrato seco de catuaba: 500mg-
1000mg/dia 
 
Reações adversas/efeitos colaterais4: 
Embora haja limitações de informações a 
respeito, como a maioria dos suplementos que 
alteram as funções cerebrais, a catuaba pode 
causar enjoo, tonturas e confusão mental. Não 
deve ser excedida a dose máxima sugerida7. 
 
Contraindicação5: 
É contraindicado para crianças. 
 
Literatura Consultada: 
1. Campos MM, Fernandes ES, Ferreira J, Santos AR, 
Calixto JB. Antidepressant-like effects of Trichilia 
catigua (Catuaba) extract: evidence for dopaminergic-
mediated mechanisms. Psychopharmacology (Berl). 
2005 Oct;182(1):45-53. 
2. Pizzolatti MG, Verdi LG, Brighente IM, Madureira LA, 
Braz Filho R. Minor gamma-lactones from Trichilia 
catigua (Meliaceae) and its precursors by GC-MS. Nat 
Prod Res. 2004 Oct;18(5):433-8. 
3. Tropical plant database. Trichilia catigua (catuaba). 
Raintree nutrition. Acesso em: <http://www.rain-
tree.com/catuaba.htm>. 
4. Catuaba side effects. Acesso em: 
<http://www.livestrong.com/article/112284-catuaba-
side-effects/>. 
5. Corrêa AD, Batista RS, Quintas LEM. Plantas 
medicinais: do cultivo à terapêutica. 3.ed. Petrópolis: 
Vozes, 2000. 
Li
b
e
ra
çã
o
 d
e
 d
o
p
a
m
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a
 
(%
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deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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Trifolium pratense (red clover) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo prospectivo e aberto avalia a influência das isoflavonas 
derivadas do red clover no perfil lipídico em mulheres pós-
menopausa1. 
 
Neste estudo 40 mulheres saudáveis na pós-menopausa, com idade superior a 
56 anos foram divididas em dois grupos: 
Grupo 1 (n=18): Placebo – não recebeu nenhum tratamento 
Grupo 2 (n=22): Isoflavona 40mg/dia proveniente do red clover por doze 
meses. 
Colesterol total, LDL-colesterol, HDL-colesterol e triglicerídeos foram 
mensurados antes e após quatro, oito e doze meses de tratamento. 
 
Resultados: 
 
 O grupo que recebeu tratamento com as isoflavonas do 
red clover apresentou redução significativa do 
colesterol total, LDL-colesterol e triglicerídeos; 
 O HDL-colesterol aumentou significativamente nas 
voluntárias tratadas com as isoflavonas; 
 Não foram observados efeitos adversos durante o 
período de tratamento com as isoflavonas do red 
clover; 
 
 
A suplementação com as isoflavonas do red clover 
apresentam efeitos metabólicos favoráveis sobre o perfil 
lipídico, sendo bem tolerada pelas mulheres pós-
menopausa1. 
 
 
Estudo demonstra que a administração de 80mg/dia de 
isoflavonas provenientes do red clover é eficaz no 
tratamento dos hot flushes, reduzindo seu aparecimento 
em até 44%2. 
 
 
Outro estudo demonstra que a administração de 
isoflavonas derivadas do red clover é eficaz na redução dos 
sintomas da depressão e ansiedade em mulheres pós-
menopausa3. 
 
 
 
 
Cápsulas de red clover 
Extrato seco de red clover........................................................................500mg1 
Administrar uma cápsula ao dia. 
 
*Extrato seco de red clover contem 8% de isoflavonas 
(500mg de red clover equivale a 40mg de isoflavonas) 
Propriedades4: 
O red clover (Trifolium pratense L) cresce 
principalmente na Europa e América do 
Norte. Contêm em sua composição altas 
concentrações do fitohormônio Isoflavona 
(genisteína, daidzeína, biochanin, 
farmanonetina) que possuem ação 
semelhante aos estrógenos. Estas 
agliconas são metabolizadas no fígado, 
sendo conjugada a vários metabólitos 
ativos, fornecendo assim uma alternativa 
para reposição hormonal em mulheres 
pós-menopausa. Estudos mostraram que 
as isoflavonas presentes no red clover 
podem melhorar a função cardíaca e 
também ajudar na prevenção do câncer 
de próstata e mama. 
 
Atividades1,2,3,4: 
 Sintomas da menopausa; 
 Atividade estrogênica; 
 Reduçãode risco de câncer; 
 Efeitos cardiovasculares; 
 Prevenção da osteoporose. 
 
Concentração de Uso1,2,3: 
Isoflavonas (red clover) 40-80mg/dia. 
*Extrato seco de red clover contem 8% de 
isoflavonas. 
 
Reações adversas1,4: 
Não foram encontradas na literatura 
consultada. 
 
Contraindicações4: 
Seu uso não é recomendado durante a 
gravidez. 
 
Literatura Consultada: 
1. Terzic MM, Dotlic J, Maricic S, Mihailovic T, Tosic-Race 
B. Influence of red clover-derived isoflavones on 
serum lipid profile in postmenopausal women. J 
Obstet Gynaecol Res. 2009 Dec;35(6):1091-5. 
2. van de Weijer PH, Barentsen R. Isoflavones from red 
clover (Promensil) significantly reduce menopausal 
hot flush symptoms compared with placebo. 
Maturitas. 2002 Jul 25;42(3):187-93. 
3. Lipovac M, Chedraui P, Gruenhut C, Gocan A, 
Stammler M, Imhof M. Improvement of 
postmenopausal depressive and anxiety symptoms 
after treatment with isoflavones derived from red 
clover extracts. Maturitas. 2010 Mar;65(3):258-61. 
4. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
 
 
 
 
 
 
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Trigonella foenum-graecum (Feno-grego) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia as propriedades hipolipidêmicas do feno-grego 
em pacientes que apresentam hipercolesterolemia1. 
 
18 pacientes (11 homens e 7 mulheres) com nível sérico elevado de colesterol e 
lipídeos foram divididos em 3 grupos: 
Grupo 1 (n=6): Placebo 50g duas vezes ao dia. 
Grupo 2 (n=6): Feno-grego pó 25g + Placebo 25g, duas vezes ao dia. 
Grupo 3 (n=6): Feno-grego pó 50g, duas vezes ao dia 
Os voluntários, após seis semanas de tratamento, passaram por um período de 
washout de quatro semanas, sendo os parâmetros analisados no tempo zero, 
após três e seis semanas de tratamento e após as quatro semanas de washout. 
 
 
Resultados: 
• Os pacientes tratados com feno-grego apresentaram 
diminuição significativa nos níveis de colesterol, LDL, 
VLDL e triglicerídeos quando comparados ao controle; 
• Os níveis séricos de HDL-colesterol demonstraram 
tendência de queda nos 10 dias iniciais de tratamento 
com feno-grego, porém se normalizando após 20 dias 
de tratamento. 
 
 
O feno-grego reduz níveis séricos de colesterol total, LDL, 
VLDL e triglicerídeos e mantém os níveis de HDL séricos em 
pacientes que apresentam hipercolesterolemia, sendo 
eficaz nas doses de 50 a 100g/dia1. 
 
 
Sachê de feno-grego 
Feno-grego*....................................................................................................5g1 
Administrar um sachê duas vezes ao dia. 
 
Misturar o conteúdo do sachê a refeição, podendo ser incorporado aos 
alimentos do café da manhã, almoço ou jantar. Pode ser administrado sob a 
forma de shakes, sopas ou outros alimentos líquidos, desde que seja 
administrado completamente após o seu preparo. 
*Corresponde a 50g de Feno Grego em pó. 
VALORES LIPÍDICOS (MG/DL) EM PACIENTES DO GRUPO 1, 2 E 3 
 Níveis séricos de lipídeos (mg%) 
 Dias Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 
Colesterol 0 
20 
263 
255 
303 
224d 
290 
194b 
Triglicérides 0 
20 
144 
140 
249 
183c 
242 
147ª 
LDL 0 
20 
167 
168 
209 
145c 
191 
118ª 
VLDL 0 
20 
29 
28 
49 
36c 
49 
29ª 
HDL 0 
20 
58 
59 
45 
42 
50 
47 
 
a (p<0,05); b (p<0,02); c (p<0,01); d (p<0,001) 
Propriedades2: 
O potencial do feno-grego é um grande 
avanço na área nutricional e farmacêutica 
devido aos seus efeitos positivos na 
hiperglicemia e hipercolesterolemia. Nos 
seres humanos, o feno-grego exerce efeito 
hipoglicêmico por meio do estímulo da 
secreção de insulina, das células β–
pancreáticas, bem como por meio da 
inibição das atividades de α-amilase e 
sucrase, duas enzimas intestinais 
envolvidas no metabolismo do 
carboidrato. 
 
 
Atividades3: 
 Efeito hipoglicemiante; 
 Melhora no perfil lipídico; 
 Atividade antiulcerogênica; 
 Atividade imunoestimulante; 
 Anti-inflamatório e antipirético; 
 Efeito antinociceptivo; 
 Atividade nos hormônios tireoidianos; 
 Estímulo da digestão. 
 
 
Concentração de Uso1,3: 
Feno-grego 18-100 g/dia (pó). 
Feno-grego 1,8-10 g/dia (extrato seco). 
 
 
Efeitos adversos3: 
Podem ser observados sintomas 
gastrointestinais como diarreia, 
flatulência. Raros casos de reações 
alérgicas podem ser relatados. 
 
 
Contraindicações3: 
Pacientes com alergia ao feno-grego. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Prasanna, M. Hypolipidemic effect of fenugreek; a 
clinical study. Indian Journal of Pharmacology, 2000 
(32) 34-36. 
2. Ajabnoor MA, Tilmisany AK. Effect of Trigonella 
foenum graecum on blood glucose levels in normal 
an alloxan – diabetic mice. J Ethnopharmacol 1988; 
22: 45 – 49. 
3. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
 
 
 
 
 
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Uncaria tomentosa (unha de gato) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias 
do extrato da Uncaria tomentosa in vitro1. 
 
Culturas de macrófagos foram incubadas com os seguintes extratos de Uncaria 
tomentosa: 
Grupo 1: Uncaria tomentosa micropulverizada 
Grupo 2: Uncaria tomentosa liofilizada 
Foi realizada a análise de citotoxicidade das células em resposta aos radicais 
livres DPPH (radical estável 1,1-difenil-2-picril-hirazil) e contra a radiação 
ultravioleta. Avaliou-se também a produção de TNF-α induzida por 
lipopolissacarídeos 
 
 
Resultados: 
 A unha de gato apresentou-se eficaz como “varredor” 
de radicais livres, inibindo o DPPH em ambos os 
extratos avaliados; 
 A citotoxicidade induzida pela radiação ultravioleta ou 
DPPH apresentou redução significativa após tratamento 
com a unha de gato; 
 Os lipopolissacarídeos aumentam níveis de TNF-α. O 
tratamento com a unha de gato proporcionou a 
supressão da produção de TNF-α em 65-85% nas 
culturas de células. 
 
O extrato de Uncaria tomentosa mostra-se eficaz como 
agente antioxidante, apresentando ação protetora no DNA 
celular e propriedades anti-inflamatórias, sendo este 
resultado verificado através da supressão da produção de 
TNF-α1. 
 
 
 
 
 
O Extrato de Uncaria tomentosa é eficaz na ativação do 
sistema imunológico. Experimento in vitro confirma a 
eficácia deste fitoterápico na ativação de macrófagos, 
células Natural Killer e interleucinas-122. 
 
 
 
 
 
Cápsulas de unha de gato 
 
Uncaria tomentosa extrato seco.......…..............................................300mg3 
Administrar uma cápsula ao dia. 
Propriedades3: 
A unha de gato é uma planta trepadeira 
tropical da família Rubiaceae. Na América 
do sul é utilizada tradicionalmente a 
cicatrização de feridas e no tratamento de 
artrite, úlceras gástricas, distúrbios 
intestinais, e algumas doenças de pele e 
tumores. Os principais componentes da 
unha de gato são os alcaloides indólicos e 
oxindólicos, triterpenoides pentacíclicos e 
flavonoides, além de ácido quinóvico, 
esterois e cumarinas. 
 
 
Atividades3,4: 
 Anti-inflamatória; 
 Antiviral; 
 Antioxidante; 
 Imunoestimulante; 
 Antirreumático; 
 Anticâncer. 
 
 
Concentração de Uso3: 
Unha de gato extrato seco 25-300mg. 
 
 
Efeitos adversos3: 
Desconforto gastrointestinal, náusea, 
diarreia, efeitos hormonais, neuropatia e 
aumento do risco de sangramento em 
pacientes com terapia anticoagulante. 
 
 
Contraindicações4: 
Sua utilização na gravidez e lactação deve 
ser evitada. Não é aconselhado o uso em 
crianças menores de 3 anos. 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Sandoval M, Charbonnet RM, Okuhama NN, Roberts J, 
Krenova Z, Trentacosti AM, Miller MJ. Cat's claw inhibits 
TNFalpha production and scavenges free radicals: role in 
cytoprotection. Free Radic Biol Med. 2000 Jul 
1;29(1):71-8. 
2. Groom SN, Johns T, Oldfield PR. The potency of 
immunomodulatory herbs may be primarily dependent 
upon macrophage activation. J Med Food. 2007 
Mar;10(1):73-9. 
3. Drug Information Online. Acesso em: 
<http://www.drugs.com/npp/cat-s-claw.html>. 
4. Barnes J, Anderson LA, Phillipson JD. Herbal Medicine. 
Third edition, Pharmaceutical Press. London, 2007 
 
 
 
 
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Vaccinium macrocarpon (cranberry) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo randomizado, cruzado, duplo-cego e placebo-
controlado avalia os efeitos do consumo de cranberry com 
relação à atividade de E. coli no epitélio da bexiga1. 
 
Neste estudo, 20 voluntários receberam 750ml de suco dose única (dividido em 
quatro diferentes tratamentos), em ordem randômica, após o jantar. Após 
período de 6 dias de washout, os tratamentos foram alternados 
randomicamente, sendo que cada voluntário recebeu todos os quatro 
tratamentos descritos: 
Grupo 1: 250ml de placebo + 500ml de água 
Grupo 2: 750ml de placebo 
Grupo 3: 250ml de cranberry + 500ml de água 
Grupo 4: 750ml de cranberry 
Culturas uropatogênicas de E. coli foram incubadas nas amostras de urina dos 
voluntários, e testadas quanto à capacidade de adesão às células do epitélio da 
bexiga (in vitro). 
 
Resultados: 
 
 A utilização do suco de cranberry demonstrou efeito 
antiaderente significativo das bactérias de E. coli 
quando comparados ao placebo; 
 Observou-se relação dose-dependente da concentração 
de cranberry com a adesão das bactérias. 
 
O consumo de cranberry demonstra significativa atividade 
antiaderente contra cepas uropatogênicas de E. coli na 
urina, quando comparado com o uso de placebo1. 
 
 
 
Estudo demonstrou que o cranberry interfere nas 
propriedades de superfície (fimbrias e polissacarídeos) e de 
adesão das bactérias que causam infecções do trato 
urinário como a E. coli. Essa ação é dependente da 
concentração de cranberry e de células expostas2. 
 
 
Testes in vitro da fruta inteira e do isolado dos flavonoides 
glicosilados demonstraram atividade “varredora” de 
radicais livres do cranberry, comparável à observada na 
vitamina E3. 
 
 
 
Cápsulas com cranberry 
 
Cranberry extrato seco........................…..............................................400mg 
Administrar duas cápsulas ao dia. 
Propriedades3,4: 
Cranberry é uma planta nativa do América 
do Norte. Apresentam diversos 
componentes fenólicos, incluindo classes 
como as antocianinas, flavonoides, 
proantocianidinas e taninos condensados. 
Os flavonoides e antocianinas são 
identificados por sua atividade 
antioxidantes, prevenindo estresse 
oxidativo causados pelas espécies reativas 
de oxigênio. As proantocianidinas 
presentes no extrato de cranberry 
possuem sítio de ligação tipo-A, que têm 
afinidade às fimbrias do tipo-P. Estas 
fimbrias estão presentes em bactérias 
uropatogênicas como a Escherichia coli. 
 
Atividades5: 
 Bacteriostático; 
 Antioxidante; 
 Aumento da excreção de ácido 
oxálico e ácido úrico; 
 Alteração do pH urinário. 
 
Concentração de Uso6: 
Cranberry 600-800mg/dia. 
 
Efeitos adversos5,6: 
Desconforto gastrointestinal e diarreia 
podem ocorrer em doses elevadas. Pode 
elevar os níveis urinários de oxalato. 
 
Contra indicações5: 
Indivíduos que apresentam cálculo renal 
devem limitar o uso do cranberry. 
 
Literatura Consultada: 
1. Di Martino P, Agniel R, David K, Templer C, Gaillard JL, 
Denys P, Botto H. Reduction of Escherichia coli 
adherence to uroepithelial bladder cells after 
consumption of cranberry juice: a double-blind 
randomized placebo-controlled cross-over trial. World 
J Urol. 2006 Feb;24(1):21-7. 
2. Pinzón-Arango PA, Liu Y, Camesano TA. Role of 
cranberry on bacterial adhesion forces and 
implications for Escherichia coli-uroepithelial cell 
attachment. J Med Food. 2009 Apr;12(2):259-70. 
3. Yan X, Murphy BT, Hammond GB, Vinson JA, Neto CC. 
Antioxidant activities and antitumor screening of 
extracts from cranberry fruit (Vaccinium 
macrocarpon). J Agric Food Chem. 2002 Oct 
9;50(21):5844-9. 
4. Head KA. Natural approaches to prevention and 
treatment of infections of the lower urinary tract. 
Altern Med Rev. 2008 Sep;13(3):227-44. 
5. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
6. Lynch DM. Cranberry for prevention of urinary tract 
infections. Am Fam Physician. 2004 Dec 
1;70(11):2175-7. 
 
 
 
 
[40] 
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Zingiber officinalis (gengibre) 
 
 
Estudos & Atualidades 
 
 
Estudo avalia os efeitos do extrato de gengibre no tratamento 
de náuseas e vômitos em pacientes grávidas1. 
 
Neste estudo, 67 grávidas com sintomas de náuseas e vômitos foram 
randomizadas em dois grupos e receberam os seguintes tratamentos: 
Grupo 1: Placebo 
Grupo 2: Extrato de gengibre 250mg/ quatro vezes ao dia 
 
Resultados: 
 
 A intensidade das náuseas relatadas pelas pacientes 
melhorou significativamente após tratamento com 
extrato de gengibre; As pacientes tratadas com extrato de gengibre 
apresentaram redução significativa da incidência de 
episódios de vômitos quando comparadas ao grupo 
placebo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A administração do extrato de gengibre em mulheres 
grávidas promove redução das náuseas e episódios de 
vômitos, demonstrando ser uma alternativa segura e eficaz 
para enjoos durante a gravidez1. 
 
 
 
Estudo analisa o efeito do gengibre no tratamento da 
náusea em pacientes submetidos à quimioterapia 
altamente emética. Os pacientes que utilizaram o extrato 
de gengibre apresentaram redução significativa da êmese e 
melhoraram o quadro de desconforto abdominal2. 
 
 
Cápsulas de gengibre 
 
Extrato de gengibre.......................…....................................................250mg 
Administrar quatro cápsulas ao dia. 
Propriedades3: 
Como planta medicinal o gengibre é uma 
das mais antigas e populares do mundo. 
Suas propriedades terapêuticas são 
resultado da ação de várias substâncias, 
especialmente do seu óleo essencial que 
contém canfeno, felandreno, zingibereno 
e zingerona. Estudos têm comprovado o 
uso do gengibre para o tratamento da 
náusea e desconforto abdominal. 
 
 
 
Atividades3,4: 
 Efeito antiemético; 
 Atividade gastrointestinal; 
 Atividade antiulcerativa; 
 Hiperlipidemia; 
 Atividade anti-inflamatória; 
 Analgésica. 
 
 
 
Concentração de Uso1: 
Extrato de gengibre 1000mg/dia. 
 
 
 
Reações adversas/efeitos colaterais5: 
Não foram observadas reações adversas 
na literatura consultada. 
 
 
 
Literatura Consultada: 
1. Giti Ozgoli, M.Sc., Marjan Goli, M.Sc., and Masoumeh 
Simbar, Effects of Ginger Capsules on 
Pregnancy,Nausea, and Vomiting.The Journal of 
Alternative and Complementary Medicine. Volume 15, 
Number 3, 2009. 
2. Pillai AK, Sharma KK, Gupta YK, Bakhshi S. Anti-emetic 
effect of ginger powder versus placebo as an add-on 
therapy in children and young adults receiving high 
emetogenic chemotherapy. Pediatr Blood Cancer. 
2010 Sep 14. 
3. Duke, J A. Handbook of Medicinal Herbs. 2ªEd, CRC 
Press. New York, 2002 
4. Braun L, Cohen M, Herbs & Natural Supplements. An 
Evidence-bases guide. Second Edition, Elsevier 
Australia, 2007. 
5. Gruenwald J, Brendler T, Jaenicke C. PDR for Herbal 
Medicine, 2000. 
 
20
40
60
80
100
Controle Extrato de 
gengibre
R
e
d
u
çã
o
 d
a
s 
n
a
u
se
a
s 
(%
)
Redução da intensidade das 
nauseas após tratamento 
com extrato de gengibre ou 
placebo.
*
*p<0,05 versus controle
0
20
40
60
Controle Extrato de 
gengibre
In
ci
d
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n
ci
a
 d
e
 v
ô
m
it
o
s 
(%
)
Redução da incidência de 
episódios de vômitos após 
tratamento com extrato de 
gengibre ou placebo.
*
*p<0,05 versus controle
 
 
 
 
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Elaborado por Pharmaceutical Assessoria e Treinamento LTDA. © Direitos autorais protegidos pela Lei 9.610/98. A Pharmaceutical não autoriza a veiculação deste material em 
quaisquer meios eletrônicos, sendo destinado exclusivamente aos profissionais da saúde devidamente habilitados e inscritos em seus conselhos regionais, sendo proibida a veiculação 
deste material ou de parte de seu conteúdo ao público leigo. As informações contidas devem ser analisadas pelo profissional prescritor antes de adotadas na clínica. Em caso de 
dúvidas, solicitações ou sugestões procure o farmacêutico ou a farmácia responsável pela disponibilização do mesmo. 
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Pastilhas de chocolate com Pycnogenol® 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Suco de açaí 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Xarope de chocolate com unha de gato 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gomas com yam mexicano 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Suco de camu-camu rico em vitamina C 
 
 
 
 
 
 
 
Pycnogenol®......................................1mg/kg1 
Tablete de chocolate qsp...........................5g 
Ingerir um chocolate ao dia. 
Açai extrato seco...............................500mg2 
Excipiente para shake suco sabor uva 
qsp...........................................................15g 
Administrar dois a quatro sachês ao dia. Abrir 
o conteúdo do envelope e diluir em um copo 
d’água. 
Unha de gato extrato seco..........100mg/5ml3 
Xarope de chocolate com menta 
qsp........................................................100ml 
Administrar 5ml do xarope duas vezes ao 
dia. 
Yam mexicano extrato seco...............200mg5 
Goma de gelatina sabor uva qsp.............1un 
Administrar duas unidades ao dia. 
Extrato de camu-camu.....................1000mg7 
Excipiente para shake suco sabor laranja 
qsp............................................................15g 
Administrar dois sachês ao dia. Abrir o 
conteúdo do envelope e diluir em um copo 
d’água. 
O extrato de Uncaria tomentosa mostra-se eficaz como agente 
antioxidante, apresentando ação protetora no DNA celular e 
propriedades anti-inflamatórias, sendo este resultado verificado 
através da supressão da produção de TNF-α14. 
A utilização do yam mexicano na alimentação melhora os níveis 
dos hormônios sexuais, lipídios e antioxidantes, podendo reduzir 
o risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares em 
mulheres pós-menopáusicas6. 
O suco de camu-camu apresenta potente efeito antioxidante e 
anti-inflamatório, demonstrando resultados superiores quando 
comparados aos comprimidos de vitamina C, sugerindo benefícios 
além daqueles proporcionados pela suplementação de vitamina C 
isolada8. 
A administração de Pycnogenol® 1mg/kg/dia diminui 
significativamente os níveis de glutationa oxidada e aumenta os 
níveis da glutationa reduzida, demonstrando que este normaliza 
o status antioxidante total em crianças que apresentam déficit de 
atenção e hiperatividade1. 
O alto teor de flavonoides do açaí, especialmente as antocianinas 
e proantocianinas, conferem a este alimento um grande potencial 
antioxidante, comprovado em diversos estudos2. 
SSUUGGEESSTTÕÕEESS DDEE FFÓÓRRMMUULLAASS 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sachê de Feno-grego e Momordica charantia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gomas de Rhodiola rosea 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Infusão de Matricaria recutita 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Goma de gelatina com Passiflora incarnata 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Solução contendo guaraná, catuaba, gengibre e marapuama16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Feno-grego Extrato................................1,8g9 
Momordica charantia...................100mg/kg10 
Administrar um sachê ao dia. 
Rhodiola rosea.................................340mg12 
Goma de gelatina sabor uva qsp.............1un 
Comer duas unidades ao dia. 
Flores secas de camomila.....................2-8g13 
Adicionar às flores secas da planta um copo 
d’água fervente e deixar sob infusão por 10 
minutos. Consumir em seguida. 
Ingerir a infusão três vezes ao dia. 
Extrato de P. incarnata.....................250mg15 
Tablete de chocolate qsp.........................1un 
Administrar duas unidades ao dia 
Extrato fluído de Paulliniacupana.....40,31% 
Extrato fluído de Trichilia catigua.....28,23% 
Extrato fluído de Zingiber officinalis...3,26% 
Extrato fluído de Ptychopetalum 
olacoides.............................................28,23% 
Administrar 25ml duas vezes ao dia. 
Trigonella foenum-graecum e Momordica charantia são eficazes 
no controle da glicemia e são potenciais antioxidantes, 
protegendo órgãos vitais, tais como coração e rins contra os 
danos causados pelo estresse oxidativo em diabéticos11. 
A Rhodiola rosea apresenta-se como agente fitoterápico eficaz e 
vantajoso para o alívio dos sintomas em pacientes com diversas 
condições médicas, incluindo estresse e ansiedade. Estudos 
sugerem sua atividade adaptógena e promissora aplicação em 
quadros depressivos, melhorando a memória, disfunção sexual e 
ganho de peso12. 
A camomila é utilizada frequentemente na redução da ansiedade, 
como sedativo e no tratamento de distúrbios do sono como 
pesadelos e insônia. Além disso, nos distúrbios gastrointestinais 
atua na redução da flatulência, indigestão, diarreia, anorexia, 
náusea e vômito14. 
A Passiflora incarnata tem sido utilizada na medicina tradicional 
como calmante e ansiolítico, sendo que diversos estudos já 
confirmaram sua eficácia no tratamento da desordem de 
ansiedade generalizada. Além dos benefícios da terapia com P. 
incarnata, uma grande vantagem é sua alta tolerabilidade pelos 
pacientes e sua segurança15. 
Estudo demonstrou que a administração crônica desta associação 
é eficaz no manejo clínico dos estados depressivos leves a 
moderados16. 
 
 
 
 
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Chocolate com Centella asiatica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gomas de Bacopa monnieri 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Goma de gelatina com Melissa officinalis 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chocolate contendo Panax ginseng 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Picolés de alcachofra 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Centella asiatica...............................500mg17 
Tablete de chocolate qsp.........................1un 
Administrar uma unidade duas vezes ao dia. 
Bacopa monnieri..............................300mg18 
Goma de gelatina sabor morango qsp..1un 
Administrar uma unidade uma a duas vezes ao 
dia. 
Extrato de Melissa officinalis............300mg19 
Goma de gelatina sabor abacaxi qsp.......1un 
Administrar uma unidade de manhã e uma 
unidade à noite antes de adormecer. 
Ginseng coreano extrato seco..........400mg21 
Tablete Chocolate qsp..............................1un 
Ingerir um tablete de chocolate ao dia. 
Extrato fluido de alcachofra*................1,6g22 
Picolé sabor abacaxi qsp..........................1un 
Ingerir uma unidade antes do almoço e antes 
do jantar. 
*1,6g de extrato fluido de alcachofra equivale a 320mg de 
extrato seco 
A Centella asiatica apresenta-se como alternativa eficaz e segura 
ao uso dos benzodiazepínicos no tratamento de desordens 
clínicas relacionadas ao estresse17. 
A Bacopa monnieri aumenta a capacidade cognitiva, conforme a 
pontuação do teste de aprendizado verbal. Estes resultados 
comprovam que o extrato possui potencial para incrementar a 
aprendizagem e memória18. 
O extrato de Melissa officinalis, que contém ácido rosmarínico, 
oleanólico e ursacólico, inibe a atividade de transaminase do 
ácido gama aminobutírico (GABA-T). Inibição de GABA-T aumenta 
a disponibilidade de GABA no cérebro. O sistema gabaérgico tem 
demonstrado função de regulação cognitiva e do comportamento 
emocional20. 
Estudo demonstrou que a utilização de 400mg de ginseng 
melhora a performance da memória secundária e velocidade de 
executar a tarefa de memória, melhorando a atenção dos 
voluntários21. 
O extrato de alcachofra é eficaz na redução dos sintomas da 
dispepsia e da síndrome do intestino irritável, sendo uma opção 
com boa aceitabilidade e tolerância entre os pacientes, além de 
não causar efeitos adversos significativos22. 
 
 
 
 
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Xarope com licorice 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Infusão de Maytenus ilicifolia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sopa com extrato de alho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chocolate com Griffonia simplicifolia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chá de Ilex paraguariensis 
 
 
 
 
 
 
 
 
Licorice extrato seco....................50mg/5ml23 
Xarope de chocolate qsp.......................50ml 
Administrar 5ml ao dia. 
Folhas rasuradas de espinheira santa......3g24 
Adicionar às folhas rasuradas da planta um 
copo d’água fervente e deixar sob infusão por 
10 minutos. Consumir em seguida. 
MaxVegg Slim...................................500mg25 
Extrato de alho................................ 500mg26 
Excipiente para sopa sabor frango qsp..20g 
Administrar um sachê ao dia. 
Adicionar o conteúdo do sachê em 200ml de água 
quente ou morna. Agitar até solubilizar. 
Extrato de G. simplicifolia..................50mg28 
Tablete de chocolate qsp.........................1un 
Administrar duas unidades ao dia. 
I. paraguariensis pó..............................5g29,30 
Verter um litro de água fervente sobre a planta 
moída, manter em infusão por 5-10 minutos e 
tomar ao longo do dia. Manter em geladeira 
pelo prazo máximo de 24h. 
Licorice possui efeitos protetores contra úlceras gástricas 
induzidas por aspirina. O mecanismo de ação gastroprotetor é 
resultado da capacidade deste produto liberar secretina 
endógena, que é um potente mediador das ações antiulcerosas. 
Carbenoxolone, um succinato derivado do licorice apresenta-se 
eficaz para acelerar o processo de cicatrização de úlceras23. 
A infusão das folhas e/ou pó da espinheira santa são utilizadas 
para úlceras gástricas, como antiácido, laxativo e como terapia 
adjuvante para o câncer24. 
O MaxVegg Slim é um complemento alimentar que possui 
nutrientes derivados diretamente do feijão branco, agar–agar, 
casca de laranja amarga, farinha de maracujá e tamarindo, de 
baixa caloria que contribuem para uma complementação 
alimentar auxiliar no gerenciamento de peso de forma saudável e 
natural25. O extrato de alho reduz níveis séricos de LDL-colesterol, 
triglicerídeos e LDL-oxidado27. 
A suplementação com extrato de G. simplicifolia, fonte natural de 
5-HTP, promove aumento da sensação de saciedade, sendo 
benéfica no controle do apetite e auxiliando no tratamento da 
obesidade durante um programa de perda de peso28. 
O consumo do chá de Ilex paraguariensis está associado à 
melhora da densidade mineral óssea naespinha lombar e colo do 
fêmur em mulheres pós-menopausa, demonstrando o efeito 
protetor deste chá na saúde óssea29. 
 
 
 
 
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Leite flavorizado com isoflavonas do red clover 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chocolate de castanha da índia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Xarope de Hedera helix 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Preparação extemporânea sabor shake de chocolate com maca 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Suco com cranberry 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Extrato seco de red clover................500mg31 
Excipiente tipo leite flavorizado sabor uva 
qsp............................................................15g 
Administrar dois sachês ao dia. Dissolver o 
conteúdo de um sachê em um copo de água 
ou leite e consumir imediatamente após o 
preparo 
*Extrato seco de red clover contem 8% de isoflavonas 
(500mg de red clover equivale a 40mg de isoflavonas) 
Castanha da índia.............................500mg34 
Tablete de chocolate qsp.........................1un 
Administrar uma unidade uma a duas vezes ao 
dia. 
Extrato fluido de Hedera helix.....5,4ml/5ml35 
Xarope de chocolate com menta qsp..100ml 
Administrar 5ml do xarope três vezes ao dia. 
Maca......................................................2,4g36 
Veículo para preparação extemporânea 
sabor shake de chocolate qsp.................15g 
Administrar um sachê ao dia. Diluir o conteúdo 
de um sachê em um copo de leite, bater no 
liquidificador e consumir imediatamente após 
o preparo. 
Cranberry extrato seco.....................300mg37 
Excipiente para shake suco sabor morango 
qsp............................................................15g 
Administrar dois sachês ao dia. Abrir o 
conteúdo do envelope e diluir em um copo 
d’água. 
Estudos demonstram que a administração de isoflavonas 
derivadas do red clover é eficaz na redução dos hot flashes e dos 
sintomas da depressão e ansiedade em mulheres pós-menopausa, 
apresentando ainda efeitos metabólicos favoráveis sobre o perfil 
lipídico31,32,33.. 
O tratamento com o extrato de castanha da índia mostra-se 
seguro e eficaz, demonstrando ser uma alternativa no tratamento 
de pacientes que apresentam insuficiência crônica venosa34. 
O tratamento com o xarope de Hedera helix apresenta-se seguro 
e eficaz na redução da tosse e da secreção brônquica em 
pacientes que apresentavam bronquite aguda35. 
O tratamento com maca, nas doses de 1,5g/dia e 3g/dia, aumenta 
o desejo sexual em homens saudáveis, independentemente de 
mudanças em seu estado psicológico e níveis séricos de 
testosterona e estrogênio36. 
Tradicionalmente, o cranberry tem sido utilizado para o 
tratamento e profilaxia de infecções do trato urinário. As 
pesquisas sugerem que seu mecanismo de ação impede a 
aderência bacteriana nas membranas de superfície celular37. 
 
 
 
 
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Literatura consultada: 
 
 
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