Prévia do material em texto
CFS I/23 1 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 2 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Nesta aula: • Atendimento de ocorrência envolvendo bombas ou explosivos ORGANOGRAMA DO GATE D.E.L.T.A CFS I/23 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 3 CFS I/23 4 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES ESQUADRÃO DE BOMBAS AÇÕES ANTIBOMBA (PRÉ-INCIDENTAIS) • VARREDURA PREVENTIVA • AMEAÇA DE BOMBA • LOCALIZAÇÃO DE BOMBA AÇÕES CONTRABOMBA (INCIDENTAIS) • VARREDURA AMBIENTE PÓS EXPLOSÃO • IDENTIFICAÇÃO • DESATIVAÇÃO / NEUTRALIZAÇÃO PERÍCIA (PÓS-INCIDENTAIS) • ESTUDOS • RELATÓRIO TÉCNICO-PERICIAL 5CFS I/23 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 6 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 7 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES LEI DO EXPLOSIVISTA “COM EXPLOSIVOS SÓ SE ERRA UMA VEZ” CFS I/23 8DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CFS I/23 9 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES • IP-1-PM, de 14AGO96: • Atendimento de ocorrências envolvendo artefatos explosivos (ou bombas). • Diretriz nº PM3-001/02/13, de 19MAR13: • Ocorrências que exijam a intervenção do GATE. • POP nº 3.06.00, de 31MAR14: • Ocorrências com bombas e explosivos. • Portaria do Cmt G nº PM3-001/02/22, de 11ABR22: • Disciplina o atendimento de ocorrências com bombas, explosivos e objetos suspeitos pela Polícia Militar, e dá outras providências. LEGISLAÇÃO SOBRE O ASSUNTO CFS I/23 10 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Lei Nº 10.826 de 22DEZ03 – Estatuto do Desarmamento Art. 16. Possuir, deter, portar, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob sua guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição de uso restrito, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar: (Redação dada pela Lei nº 13.964, de 2019) Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem: § 1º Nas mesmas penas incorre quem: (Redação dada pela Lei nº 13.964 de 2019) I – suprimir ou alterar marca, numeração ou qualquer sinal de identificação de arma de fogo ou artefato; LEGISLAÇÃO CFS I/23 11 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES III – possuir, detiver, fabricar ou empregar artefato explosivo ou incendiário, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar; V – vender, entregar ou fornecer, ainda que gratuitamente, arma de fogo, acessório, munição ou explosivo a criança ou adolescente; e VI – produzir, recarregar ou reciclar, sem autorização legal, ou adulterar, de qualquer forma, munição ou explosivo. LEGISLAÇÃO CFS I/23 12 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Lei Nº 13.654 de 23ABR18 - Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 dezembro de 1940 (Código Penal) Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. Qualificadora § 4º-A A pena é de reclusão de 4 (quatro) a 10 (dez) anos e multa, se houver emprego de explosivo ou de artefato análogo que cause perigo comum. § 7º A pena é de reclusão de 4 (quatro) a 10 (dez) anos e multa, se a subtração for de substâncias explosivas ou de acessórios que, conjunta ou isoladamente, possibilitem sua fabricação, montagem ou emprego.” (NR) LEGISLAÇÃO https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art155%C2%A74a https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art155%C2%A77 CFS I/23 13 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Lei Nº 13.654 de 23ABR18 - Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 dezembro de 1940 (Código Penal) Art. 157 - Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência: Pena - reclusão, de quatro a dez anos, e multa. § 2º A pena aumenta-se de 1/3 (um terço) até metade: VI – se a subtração for de substâncias explosivas ou de acessórios que, conjunta ou isoladamente, possibilitem sua fabricação, montagem ou emprego. § 2º-A A pena aumenta-se de 2/3 (dois terços): II – se há destruição ou rompimento de obstáculo mediante o emprego de explosivo ou de artefato análogo que cause perigo comum. § 3º Se da violência resulta: I – lesão corporal grave, a pena é de reclusão de 7 (sete) a 18 (dezoito) anos, e multa; II – morte, a pena é de reclusão de 20 (vinte) a 30 (trinta) anos, e multa.”(NR) LEGISLAÇÃO https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art157%C2%A72vi https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art157%C2%A72a https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art157%C2%A73.. CFS I/23 14 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Definição Produto que, por meio de uma excitação adequada, se transforma rápida e violentamente de estado, gerando gases, altas pressões e elevadas temperaturas. O QUE É EXPLOSIVO? CFS I/23 15 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Formado por uma cápsula de alumínio contendo em seu interior dois tipos de altos explosivos, 0,3g de alto explosivo primário (azida de chumbo) e 0,5g de alto explosivo secundário ou reforçador (PETN ou RDX). Sensível: • Choque • Calor • Atrito Sua detonação pode gerar até 300 fragmentos ESPOLETAS CFS I/23 16 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES ESPOLETAS ELÉTRICAS CFS I/23 17 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES ESPOLETA NÃO ELÉTRICA CFS I/23 18 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES ACIONAMENTO DE UM DETONADOR CFS I/23 19 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Constituído por um núcleo de pólvora negra, recoberto por fibras de algodão e revestidos por uma camada externa de PVC. A sua queima ocorre a uma velocidade de aproximadamente 140 à 150 s/m. Padronizados na cor branca e antigamente encontrava-se na cor preta ESTOPIM PIROTÉCNICO CFS I/23 20 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CORDEL DETONANTE - Comercializado em diversas cores com exceção das cores branco e preto. - Os cordéis detonantes são compostos por um núcleo de PETN recoberto por uma camada de fibras e um revestimento de plástico ou tecido encerado que lhe confere resistência e flexibilidade, podendo atingir uma velocidade de detonação de aproximadamente 7500m/s. NP-3 NP-5 NP-10 NP-40 NP-60 NP-100 A representação acima indica a quantidade de alto explosivo em gramas por metro linear. CFS I/23 21 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES EMULSÃO Emulsão encartuchada com resistência à água e grande potência na detonação. Apresenta-se em filmes plásticos, possuindo comprimento e diâmetro variados, adequando-se a diversos tipos de aplicação. Pode ser aplicado em mineração a céu aberto, subterrânea, desmontes subaquáticos e construção civil. Velocidade de detonação entre 3500m/s a 5100m/s. CFS I/23 22 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES CONCEITO - Bombas são todos os dispositivos ou artefatos confeccionados para causar danos, lesões ou mortes, de forma voluntária ou não. - As bombas se classificam em: I - Artefatos Explosivos Industrializados - EXPLOSIVE ORDINANCE DISPOSAL - EOD II - Artefatos Explosivos Improvisados - IMPROVISED EXPLOSIVE DEVICE - IED CFS I/23 23 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES E. O. D CFS I/23 24 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES E. O. D CFS I/23 25 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES I. E. D CFS I/23 26 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES I. E. D CFS I/23 27 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Incidentes com a presença confirmada de bombas e explosivos, localizados ou não, bem como de objetos cujas características e circunstâncias façam presumir se tratarem de bomba ou explosivo, doravante denominados “objetos suspeitos”, e que exigem intervenção direta do GATE. OCORRÊNCIAS COM BOMBAS E EXPLOSIVOS - DEFINIÇÃO CFS I/23 28 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE E CONDUÇÃO DE CRISE COM BOMBA (Não mexer) CFS I/23 29 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES I - AMEAÇA DE BOMBA; II - LOCALIZAÇÃO DE BOMBA OUOBJETO SUSPEITO; III - EXPLOSÃO DE BOMBA. CLASSIFICAÇÃO DAS OCORRÊNCIAS COM BOMBAS CFS I/23 30 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES É a comunicação direta ou indireta, informação ou fundada suspeita da existência de uma bomba em determinado local Pode ser: ✓ Ameaça Real – Verdadeira ✓ Ameaça Falsa AMEAÇA DE BOMBA CFS I/23 31 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES • IP-1-PM Atendimento de ocorrências envolvendo artefatos explosivos (bombas) • Artigo 26 - Procedimentos iniciais a serem adotados pelo Policial Militar em ocorrências de ameaça de bomba: I - Adotar medidas para não provocar tumulto, pânico ou evacuações precipitadas. II - Contatar a pessoa ameaçada ou responsável do local ameaçado e com a pessoa que especificamente recebeu a ameaça. III - Entrevistá-los e proceder análise, a fim de classificar a ameaça como falsa ou real. AMEAÇA DE BOMBA CFS I/23 32 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES • Quais foram as palavras exatas da ameaça? • Como era a voz do ameaçador (sexo, idade presumida, timbre, disfarces, sotaques, comportamento, etc.)? • Havia ruídos de fundo (risadas, obras, veículos, etc.)? • Houve tentativa de conversação com o ameaçador? • Se a ameaça veio por carta, como chegou, quem a trouxe? • A pessoa ou local ameaçado possuem alguma importância estratégica, social ou política? QUESTIONÁRIO CFS I/23 33 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES • A pessoa ou local ameaçado já recebeu algum tipo de ameaça? • Existe algum motivo recente na vida da pessoa ou no local ameaçado que poderia gerar uma vingança ou atentado? • Existem testemunhas que viram a bomba ou sua colocação? • Existem indícios que possam materializar ou comprovar a ameaça de bomba? • Outras perguntas que julgar esclarecedoras ou de interesse investigativo. QUESTIONÁRIO CFS I/23 34 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES No caso de AMEAÇA FALSA, ou seja, quando as informações ou análise da suspeita são infundadas, não havendo elementos ou provas que confirmem a possível existência da bomba: 1. Iniciar imediatamente uma busca preventiva no local ou possíveis locais da instalação ou da existência da bomba. 2. Não encontrando nenhum objeto suspeito, orientar que a pessoa/local ameaçado retorne à rotina normal, não devendo ser realizada a desocupação do local. Orientar a pessoa/local ameaçado sobre comparecimento no Distrito Policial da área, caso deseje registrar Boletim de Ocorrência a respeito. ** São característicos de tais casos, telefonemas anônimos, cartas e ameaças pessoais de vingança. AMEAÇA DE BOMBA CFS I/23 35 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Havendo caracterização de uma ameaça verdadeira: 1. O Policial Militar deverá iniciar a busca com auxílio da pessoa ameaçada, funcionários, frequentadores e/ou moradores do local ameaçado, os quais indicarão os objetos conhecidos e os suspeitos. 2. A busca sempre deverá ocorrer de fora para dentro e de baixo para cima AMEAÇA DE BOMBA CFS I/23 36 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES LOCALIZAÇÃO DE BOMBA OU OBJETO SUSPEITO CFS I/23 37 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 1. O Policial Militar ao localizar um objeto suspeito de ser bomba, quer seja após uma ameaça, busca preventiva, bem como na localização de explosivos, acessórios e/ou material bélico, entrega por terceiros em órgãos públicos, em decorrência de denúncia, abordagem ou mandados de busca, deverá obedecer as seguintes orientações: 1.1. NÃO mexer, NÃO tocar e NÃO remover o objeto suspeito. 1.2. Isolar e desocupar o local e proximidades em que se encontra o objeto suspeito, estabelecendo a distância de acordo com o seu volume. LOCALIZAÇÃO DE OBJETO SUSPEITO CFS I/23 38 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES I. A desocupação total deverá ser feita quando se tiver a certeza da existência da bomba e a avaliação de danos for elevada; II. A desocupação parcial deverá ser feita quando se tiver certeza do local exato onde a bomba se encontra e a avaliação de danos for controlada. AMEAÇA DE BOMBA CFS I/23 39 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES GUIA DE DISTÂNCIA DE DESOCUPAÇÃO CFS I/23 40 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 2. Acionar imediatamente o Esquadrão de Bombas do GATE, que realizará as ações pré-incidentais, incidentais e/ou pós incidentais o policial ainda deverá iniciar a montagem do Teatro de Operações, delimitando o Perímetro Externo e Perímetro Interno, bem como controlando o acesso a pessoas estranhas a ocorrência, conforme preconizado na Diretriz Nº PM3-001/02/13. LOCALIZAÇÃO DE OBJETO SUSPEITO CFS I/23 41 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES TEATRO DE OPERAÇOES CFS I/23 42 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 3. Antes da chegada o Esquadrão de Bombas, o Policial Militar deverá colher o maior número de informações sobre o objeto suspeito entre elas: 3.1. Qual local exato foi encontrado? 3.2. Quais as características do objeto (tamanho, volume, aparência, cor, etc.)? 3.3. Quem localizou o objeto? 3.4. Quando o objeto foi localizado? 3.5. Como o objeto chegou ao local? 3.6. Há quanto tempo o objeto está no local? 3.7. Se alguém já manuseou o objeto? Se sim, por quem e quando? 4. Caberá ainda ao Policial Militar que manteve o primeiro contato com a ocorrência a apresentação ao Distrito Policial da área, quando for o caso. LOCALIZAÇÃO DE OBJETO SUSPEITO CFS I/23 43 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Explosão de Bombas CFS I/23 44 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Após a explosão de uma bomba, o Policial Militar deverá imediatamente: 1. Acionar o Corpo de Bombeiros. 2. Socorrer feridos caso haja. 3. Isolar e desocupar o local da explosão. 4. Auxiliar nos procedimentos de contenção de maiores danos, como combate ao fogo, corte de energia elétrica, gás, etc., seguindo orientações do Corpo de Bombeiros. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS EM CASO DE EXPLOSÕES DE BOMBAS CFS I/23 45 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 5. Acionar o Esquadrão de Bombas para rastreamento do local, caso seja encontrado um artefato secundário ou substância explosiva, e iniciar a montagem do Teatro de Operações, delimitando o Perímetro Externo e Perímetro Interno, bem como controlando o acesso a pessoas estranhas a ocorrência, conforme preconizado na Diretriz Nº PM3-001/02/13. 6. Durante o isolamento, o policial militar deverá preservar o local da ocorrência, de modo a garantir o trabalho dos peritos, não permitindo que pessoas estranhas à ocorrência realizem coleta de materiais, resíduos da bomba, de explosivos e outros de interesse probatório. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS EM CASO DE EXPLOSÕES DE BOMBAS CFS I/23 46 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 7. Colher informações que levem a identificação da autoria ou ser o causador do fato, colaborando com as investigações. 8. Caberá, ainda, ao policial militar que manteve o primeiro contato com a ocorrência a apresentação ao Distrito Policial da área, quando for o caso. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS EM CASO DE EXPLOSÕES DE BOMBAS CFS I/23 47 DOUTRINA DE GERENCIAMENTO DE CRISES Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47