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GERENCIAMENTO DE 
CRISES 
Instrutor: GCM CD TCHEILON de LIMEIRA SP 
granada 41;20 Gcm Tcheilon.VOB
CRISE ANTIGAMENTE.mp4
Tcheilon 
• GCM em Limeira á 21 anos 
• Equipe de apoio tático ROMU
• Instrutor da Academia 
Preparatória e Aprimoramento 
da GCML credenciado na PF
• Instrutor de armament e tiro
• Instrutor de técnicas e táticas 
policiais 
• Vigilante com algumas 
extenções.
• Instrutor da Academia de 
Vigilantes Monte Castelo 
credenciado na PF
FBI limeira.avi
• Os estudos no Brasil começou no 
final dos anos 80 e inicio dos anos 
90, o tema foi trazido no Brasil 
pela Academia Nacional de 
Policia, pela Policia Federal, de 
autoria do Delegado Dr. Roberto 
das Chagas Monteiro 
Outro marco importante, nesse contexto, foi a criação 
nos anos 80, de uma unidade tática de elite (tipo SWAT) 
na Polícia Federal, o COT (Comando de Operações 
Táticas) subordinado ao alto escalão da corporação, 
responsável por intervenções de alto risco, com reféns 
e apoderamento ilícito de aeronaves, comumente 
conhecido como "sequestro de aviões".
Conceito de conflito
• Conflito, nesse contexto, seria uma oposição 
de interesses, sentimentos, idéias, que pode 
gerar desentendimentos, tumulto, desordem, 
brigas, confusão, etc., que geralmente pode 
ser contido por outro tipo de ação: desde o 
convencimento, buscando um acordo, uma 
concordância entre os envolvidos, ou, até 
mesmo com a intervenção da força de 
aparato de segurança, que pode ser de 
policiais ou de vigilantes.
“É todo incidente ou situação crucial não rotineira, uma 
anormalidade, ou uma quebra brusca da ordem publica, 
resultando, obviamente, em uma grave perturbação da 
ordem publica, que exija uma resposta especial policial, 
em razão da possibilidade de agravamento conjuntural, 
inclusive com risco de vida para as pessoas envolvidas, e 
que possa manifestar-se através de motins em presídios, 
assaltos a bancos com reféns, sequestros, atos de 
terrorismo, tentativas de suicídios, ocupação ilegal de 
terras, bloqueios de estradas, dentre outras ocorrências 
de vulto, surpreendendo as autoridades e exigindo uma 
postura imediata das mesmas, com emprego de técnicas 
especializadas”.
O que é crise?
Definição de Crise
“ ...um evento ou situação crucial que exige uma 
resposta especial da Polícia, a fim de 
assegurar
uma solução aceitável.” (FBI)
Extremo, difícil
Policiamento especializado:
Pessoal e equipamento
Dever legal de agir
Aquela que preserva vidas e 
aplica a lei
MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE 
E CONDUÇAO DA CRISE
•Conter;
• Isolar;
•Negociar = 1° contato 
SEM CONCESSÕES 
Conter
Evitar que se alastre;
Impedir de Aumentar 
Número de Reféns;
Evitar que atinja 
pontos Vulneráveis
MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE E 
CONDUÇÃO DA CRISE
ISOLAR
Consiste em extremar o 
local da ocorrência;
Obter o total controle da 
situação pela polícia, que 
passa a ser o único 
veículo de comunicação 
entre os protagonistas do 
evento e o mundo 
exterior. 
MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE E 
CONDUÇÃO DA CRISE
Dar Início as 
Verbalizações com o 
objetivo de criar um 
Grau de confiança 
com o causador da 
crise (Rapport)
NEGOCIAR
“PRIMEIRO 
INTERVENTOR”
MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE E 
CONDUÇÃO DA CRISE
REFEM 18 BPM BEIJO NO CORONEL.wmv
Perímetros de segurança
• São os anéis de controle, que 
propiciam a segurança da 
população, das autoridades 
envolvidas, da imprensa, das 
vítimas ou reféns e do 
protagonistas do evento. 
CARACTERÍSTICAS DE 
UMA CRISE
• Imprevisibilidade
•Compressão de tempo
•Ameaça de vida
CARACTERISTICAS DA CRISE
IMPREVISIBILIDADE: A crise é não seletiva e inesperada, 
isto é, qualquer pessoa ou instituição pode ser atingida a 
qualquer instante, em qualquer local, a qualquer hora.
COMPRESSÃO DO TEMPO: Os processos decisórios que 
envolvem discussões para adoção de posturas no 
ambiente operacional devem ser realizados em um curto 
espaço de tempo. As ocorrências de alta complexidade 
impõem às autoridades policiais responsáveis pelo seu 
gerenciamento: urgência, agilidade e rapidez nas 
decisões.
AMEAÇA A VIDA: Sempre se configura como elemento 
de um evento critico (decisivo), mesmo quando a vida em 
risco é a do próprio causador da crise.
Necessidade de:
• Postura organizacional não 
rotineira.
• Planejamento analítico especial e 
capacidade de implementação.
• Considerações legais especiais.
Postura organizacional 
não-rotineira
 É a de todas as características essenciais, a 
que causa maiores transtornos ao processo 
de gerenciamento, principalmente, 
quando a instituição policial não 
desprende energias suficientes para se 
planejar antes mesmo da crise acontecer. 
Contudo, é a única cujos efeitos podem ser 
minimizados, graças a um preparo e a um 
treinamento prévio da organização para o 
enfrentamento de eventos críticos.
Planejamento analítico especial e 
capacidade de implementação
• Sobre a necessidade de um planejamento 
analítico especial é importante salientar 
que a análise e o planejamento, durante o 
desenrolar de uma crise, são 
consideravelmente prejudicados por fatores 
como a insuficiência de informações sobre 
o evento crítico, a intervenção da mídia e o 
tumulto de massa geralmente causado por 
situações dessa natureza.
• A capacidade de implementação resume-
se na habilidade que terá o Gerente da 
crise em mobilizar todos os recursos 
necessários para solucionar a crise.
Considerações legais especiais 
• Com relação às considerações legais 
especiais exigidas pelos eventos críticos, 
cabe ressaltar que, além de reflexões sobre 
temas como estado de necessidade, 
legítima defesa, estrito cumprimento do 
dever legal, responsabilidade civil, etc., o 
aspecto da competência para atuar é 
aquele que primeiro vem à baila, ao se ter 
notícia do desencadeamento de uma 
crise. “Quem ficará encarregado do 
gerenciamento?” - é o primeiro e mais 
urgente questionamento a ser feito, sendo 
muito importante na sua solução um 
perfeito entrosamento entre as autoridades 
responsáveis pelas organizações policiais 
envolvidas.
Como nos ensina o Ten. PM Irio Doria Junior (SENASP 
2007), “o Gerenciamento de Crises por sua vez pode ser 
descrito, como uma metodologia, que se utiliza, muitas 
vezes, de uma sequência lógica para resolver problemas 
que são fundamentados em possibilidades. Devemos 
observar que o Gerenciamento de Crises não é uma 
ciência exata, pois cada crise apresenta características 
exclusivas, exigindo, soluções particulares, que exigem 
uma cuidadosa análise e reflexão”. O Gerenciamento de 
Crises pode ser descrito como um processo racional e 
analítico de resolver problemas baseados em 
probabilidades. A Academia Nacional do FBI conceitua o 
Gerenciamento de Crises, da seguinte forma:
“Gerenciamento de Crises é o processo de identificar, 
obter e aplicar os recursos necessários à antecipação,
prevenção e resolução de uma crise.”
O que é gerenciamento de 
crise?
FBI limeira.avi
O objetivo do gerenciamento 
de crises:
É preservar a vida e aplicar a 
lei. A vida como bem jurídico de 
maior valor é o principal alvo de 
proteção no gerenciamento de 
crises.
Critérios de ação no 
gerenciamento de crises
• Na tomada de decisões, deve-se
rigorosamente observar os seguintes 
critérios:
Necessidade
Validade do Risco
Aceitabilidade
CRITERIOS DE AÇÕES PARA TOMADA DE 
DECISÕES
Necessidade: A ação que 
pretendermos fazer é 
estritamente necessária?
Validade do risco: Vale a 
pena correr esse risco?
Aceitabilidade: Deve ter 
respaldo legal, moral e 
ético.
Necessidade
– Indica que qualquer ação 
somente deve ser 
implementada quando for 
indispensável.
Validade do Risco
– Orienta que toda e qualquer 
ação tem que levar em conta 
se os riscos dela advindos são 
compensados pelos 
resultados
Aceitabilidade
– Implica em que toda a ação 
deve ter embasamento legal, 
moral e ético.
GERENTE DA CRISE
• ESTADO DE NECESSIDADE, LEGITIMA DEFESA, 
O ESTRITO CUMPRIMENTODO DEVER LEGAL, 
E A RESPONSABILIDADE CIVIL, SÃO 
CONSIDERAÇÕES LEGAIS QUE DEVERÃO SER 
OBSERVADAS PELO GERENTE NA 
OCORRÊNCIA DE GERENCIAMENTO DE CRISES 
O GERENTE DA CRISE
▪ Papel de fundamental importância, que permitirá o 
estabelecimento de uma cadeia hierárquica no Teatro 
de Operações.
▪ Todas as ações a serem implantadas, 
obrigatoriamente têm que passar pela avaliação do 
Gerente da Crise.
▪ O Gerente da Crise deve ser um policial com 
conhecimento e experiência acerca do assunto.
O GERENTE DA CRISE 
DEVE SE PREOCUPAR
COM TODA A OCORRÊNCIA 
E NÃO FAZER TUDO NA OCORRÊNCIA
“quem está presente deve ter uma 
função;
quem não tem uma função, NÃO deve 
estar presente.”
PRESERVAÇÃO DE VIDAS
Dos reféns;
Do policial;
Do publico em 
geral;
Dos criminosos;
APLICAÇAO DA LEI
• prisão dos 
infratores;
• proteção do 
patrimônio;
• garantir o 
estado de 
direito;
CLASSIFICAÇÃO 
DOS GRAUS DE 
RISCO OU
AMEAÇA
CLASSIFICAÇÃO 
TIPO E EXEMPLOS 
DO FBI
CLASSIFICAÇÃO DOS GRAUS DE RISCO
A avaliação da classificação do grau de
risco deve ser uma das primeiras ações a ser
mentalizada pelo gerente da crise. A
doutrina do FBI estabelece uma escala de
risco ou ameaça que serve de padrão para a
classificação da crise.
Para exemplificar construímos uma
tabela, de acordo do FBI, com exemplos de
ocorrências citadas pelo próprio FBI.
Classificação Tipos Exemplos (FBI)
1º Grau Alto Risco Assalto a banco promovido por uma ou duas pessoas armadas 
de pistola ou revólver, sem reféns.
2º Grau Altíssimo 
Risco
Um assalto a banco por dois elementos armados mantendo 
três ou quatro pessoas como reféns.
3º Grau Ameaça 
Extraordinária 
Terrorista armados de metralhadoras ou outras armas 
automáticas, mantendo oitenta reféns a bordo de uma 
aeronave.
4º Grau Ameaça 
Exótica
Um indivíduo de posse de um recipiente, afirmando que seu 
conteúdo é radioativo e de alto poder destrutivo ou letal, por 
um motivo qualquer, ameaça uma população.
NÍVEL RECURSOS RESPOSTA LOCAL
NÍVEL UM LOCAIS
As guarnições normais de área poderão 
atender a ocorrência.
NÍVEL DOIS LOCAIS ESPECIALIZADOS
As guarnições com apoio de guarnições 
especiais da Unidade de área.
NÍVEL TRÊS TODOS DO NÍVEL DOIS + COMANDO GERAL
As guarnições especiais de área não 
conseguiram solucionar, pede-se apoio da 
equipe especial da maior autoridade.
NÍVEL QUATRO
TODOS DO NÍVEL TRÊS + RECURSOS 
EXÓGENOS
A equipe especial é empregada com 
auxilio de equipe de profissionais de 
áreas especificas.
ALTERNATIVAS TÁTICAS 
• SNIPER OU ATIRADOR DE PRECISÃO 
• EQUIPAMENTOS NÃO LETAIS 
• NEGOCIAÇÃO 
• EQUIPE TÁTICA
- QUAL É A SEQUENCIA DENTRO DO USO 
DIFERENCIADO DA FORÇA?
ASSALTANTE MORRE NO RIO DE JANEIRO 25_09.avi
SNIPER/crise tiro arma sniper ARMA NO COPÔ DO CARRO.wmv
SNIPER/SNIPER PRESERVANDO A VIDA.wmv
invasão da febem gate 12 nao letal.VOB
Limeira_ homem tem surto e faz esposa refém.mp4
Homem faz ex-namorada refém após termino de relacionamento em Santa Bárbara D’ Oeste.mp4
5 AÇÕES INCRÍVEIS DO GATE _ RANKING DO DATENA.mp4
•QUANDO SEI, QUAL É O 
MOMENTO DE AGIR DE 
CADA OPÇÃO TÁTICA?
TIPOS DE 
NEGOCIAÇÃO
• NEGOCIAÇAO REAL: 
emprego da verdade é 
primordial, pois, o objetivo 
é fazer instalar-se o 
rapport ou vínculo de 
confiança, e assim obter a 
rendição dos causadores e 
a libertação dos reféns.
• NEGOCIAÇAO TÁTICA: é 
aquela empregada 
coordenada com uma ação 
tática. Tem por objetivo 
ocultar a movimentação da 
equipe tática ou a 
proximidade de um tiro de 
comprometimento.
OBJETIVOS DA NEGOCIAÇÃO
Ganhar tempo;
Abrandar exigências;
Colher informações;
Prover um suporte tático;
Libertar os reféns.
FONTES DE INFORMAÇÃO NUMA 
CRISE
• Para se avaliar o grau de risco de um 
evento crítico, se toma por base as 
informações coletadas desde os 
primeiros momentos, geralmente 
pela primeira autoridade policial 
que chega ao local. Segundo 
Monteiro (ANP, 1991) são as 
seguintes fontes de informação:
Fontes de Informação
• a) Reféns liberados (cautela) ou que tenham 
conseguido fugir;
• b) Negociadores;
• c) Snipers e observadores;
• d) Inteligência;
• e) Documentos a respeito dos bandidos e do 
ponto crítico, tais como, mapas, croqui, plantas, 
fotografias, etc.;
• f) Vigilância técnica do ponto crítico;
• g) Mídia e;
• h) Ações táticas de reconhecimento
INCIDENTE NEGOCIÁVEL
1 - Deve haver vontade de viver por parte do causador da 
crise;
2-Deve haver demonstração de força por parte das 
autoridades;
3 - Deve haver comunicação entre causador e autoridades;
4 - Deve haver um líder nas negociações;
5 - Deve haver exigências;
6 - Deve haver isolamento;
7 - Deve haver tempo para negociar;
8 - Deve haver um negociador das autoridades ( policia) que 
pode ferir ou matar o causador mas que indica o caminho 
para salvá-lo.
TIPOLOGIA DOS CAUSADORES DA CRISE E 
SUA PERICULOSIDADE
Criminoso profissional: Indivíduo que se 
mantém através de repetidos furtos e 
roubos e de uma vida dedicada ao crime.
Emocionalmente perturbado: Pode ser um 
psicopata ou simplesmente alguém que não 
conseguiu lidar com seus problemas de 
trabalho ou família, ou ainda àquele que 
esteja parcial ou completamente divorciado 
da realidade.
Terrorista por motivação política: Essa 
espécie de causador de evento crítico é, de 
longe, a que causa maior estardalhaço.
Terrorista por motivação religiosa: Pode 
não haver nenhuma racionalização através 
do diálogo, o que praticamente inviabiliza 
as negociações.
TIPOS DE REFÉNS
• Refém tomado ou ocasional: é aquele que é 
pego aleatoriamente pelo causador da crise, 
quando ele tem sua ação criminosa frustrada pela 
polícia, e seu único propósito é manter a polícia à 
distância para assegurar a sua fuga e 
conseqüente liberdade e sua integridade física 
preservada.
• Refém seqüestrado, localizado ou intencional: é 
aquele que é previamente escolhido pelo 
causador da crise, com o objetivo de satisfazer 
suas exigências, normalmente financeiras, 
mediante o pagamento de resgate pela família do 
seqüestrado.
REFÉM = VÍTIMA?
REFÉM: da situação
Há exigências;
Há ameaças em caso de não atender as exigências.
Não tem valor afetiva para o captor;
VÍTIMA: da emoção 
Pessoa significativa para o captor;
Não há exigências objetivas;
Real possibilidade de homicídio - suicídio.
Negocião - Assaltantes Fazem 2 Reféns Em Ribeirão Preto - 28-03-2014 - Vídeos HD Viral .mp4
OCORRÊNCIA COM REFÉM TERMINA COM DISPARO DE ARMA DE FOGO. ROCAM!.mp4
Reféns_livres_e_sequestrador_morto.avi
O QUE SE ESPERA DO REFÉM
Na captura:
Resistir ou não
Sentimento de abandono
Após a liberação:
Depressão, fadiga e confusão
Síndrome de Estocolmo
SÍNDROME DE ESTOCOLMO
Banco de Crédito de Estocolmo - Suécia;03
mulheres e 01 homem como reféns durante 6
dias; Aproximadamente 45 min para instalação;
Elo Psicológico: Seqüestrador - Refém;
•Refém defende o Seqüestrador;
•Refém fica contra as autoridades;
•Seqüestrador sensibiliza-se com o 
refém.
ESCOTOMO 
A "Síndrome de Estocolmo" foi cunhada pelo 
criminologista Nils Berejot, que colaborou com a 
polícia durante um sequestro. Ela se desenvolve a 
partir de tentativas da refém de se identificar com seu 
raptor ou de conquistar a simpatia do sequestrador, 
considerada uma doença psicológica aleatória.
As pessoas que desenvolvem a síndrome costumam 
apresentar sintomas como:
• Confusão mental, depressão, agressão, culpa, 
dependência do aproveitador e distúrbio de estresse 
pós-traumático;
• Ansiedade, irritabilidade, impulsividade e timidez;
• Síndrome de Estocolmo, também conhecida 
como Vinculação Afetiva de Terror ou 
Traumática. Essa identificação afetiva é uma 
forma de afastá-la emocionalmente da realidade 
violenta à qual está submetida e também de 
ganhar a simpatia do sequestrador, podendo 
até mesmo resultar em amizade ou amor. Em 
alguns casos, o refém acaba ajudando o raptor a 
alcançar seus objetivos, como fugir da polícia. No 
entanto, dependendo do refém não se torna 
totalmente alheia à situação,buscando escapar 
em algum momento.
• Explica-se esta reação pelo fato de 
as vítimas, por terem sido 
submetidas a uma forte tensão 
emocional, vivendo momentos 
extremamente difíceis, imaginando 
a proximidade da morte, costumam 
apegar-se a qualquer coisa que lhe 
indique a possibilidade de 
sobrevivência, que possa a ser 
tabua de salvação. 
Qual o aspecto positivo da 
Síndrome de Estocolmo?
• Como aspecto positivo, o 
desenvolvimento da síndrome diminui 
consideravelmente a possibilidade de 
violência contra os capturados. Somente 
esse aspecto, por si só, já justifica a 
importância de se induzir a Síndrome de 
Estocolmo no Ponto Crítico.
DESENVOLVENDO A SÍNDROME 
DE ESTOCOLMO
• Pedir aos causadores que lhe dê os 
nomes das pessoas;
• Pedir aos causadores para descobrir se 
alguém precisa de cuidados médicos ou 
considerações especiais;
• Quando se referir às necessidades, 
inclua todas as pessoas;
• Não use o termo REFÉM, chame-os pelo 
nome;
• Pedir para transmitir recados as “pessoas” 
que estão com os causadores;
• Conte com a passagem do tempo, desde 
que reféns e causadores fiquem juntos.
QUANDO A SÍNDROME NÃO ESTÁ 
SE DESENVOLVENDO
O causador se mantêm distante 
(física e psicologicamente) dos 
reféns;
O causador continuar a 
despersonalizar os reféns.
QUAIS OS ASPECTOS NEGATIVOS 
DA SÍNDROME?
• Informações transmitidas pelos capturados 
tornam-se não confiáveis!
•Capturados, consciente ou inconsciente, 
dão falsas informações sobre as armas ou 
potencial dos captores
•Capturados terão dificuldades em descrever 
captores e assumem postura de 
“advogados” dos mesmos
ASPECTOS NEGATIVOS DA 
SÍNDROME
A Síndrome pode causar interferência 
nos planos de resgate dos capturados, 
que poderão agir contrariamente aos 
comandos dos Policiais no momento do 
assalto;
Negociadores despreparados podem ter 
seu desempenho afetado, principalmente 
caso se identifique a necessidade de 
ação tática;
O QUE SE PODE OU NÃO NEGOCIAR
Comida; Drogas 
Bebida; Cigarros
Cobertura da mídia; Celular
Transporte; Parentes (pai, mãe...)
Dinheiro; Troca de vitimas 
Armas; 
Troca de reféns; 
Liberdade para os causadores;
Colete 
Remédio 
LADRÃO CULPA A MÃE NO MOMENTO DE SUA MORTE.jpeg
AUTORIDADES 
LOCAIS QUE DEVAM 
SER 
IMEDIATAMENTE
COMUNICADAS
COMPETENCIA DE ATUAÇÃO 
Resolução SSP-13, de 5-2-2010
• Artigo 1° - Caberá ao Grupo de Ações Táticas da Polícia 
Militar (GATE) atender ocorrências com reféns, no exercício 
das atribuições da Polícia Militar, na preservação da ordem 
pública, que implica na prevenção e repressão imediata, 
ainda que acionado por qualquer outro órgão, mediante 
prévia autorização do Comandante do CPChq ou do 
Comandante Geral ou do Secretário da Segurança Pública.
Parágrafo único - Em caso de atendimento da ocorrência por 
policiais militares da unidade territorial, se já estiver 
estabelecido vínculo de negociação, este será mantido com o 
apoio do GATE, que avaliará a necessidade e oportunidade de 
assumir integralmente a operação.
• Artigo 2° - Caberá ao Grupo Especial de 
Resgate da Polícia Civil (GER) atender 
ocorrências com reféns, decorrentes da 
atividade de polícia judiciária afeta às 
atribuições do DEIC ou de outro órgão de 
execução da Polícia Civil, mediante 
autorização do Delegado de Polícia 
Diretor do DEIC ou do Delegado Geral de 
Policia ou do Secretário da Segurança 
Pública.
Resolução SSP-13, de 5-2-2010
EXEMPLOS DE CRISES
 Tomada de reféns por criminosos cercados;
 Extorsão mediante seqüestro;
 Mentalmente perturbados com vítimas ou reféns;
 Tentativas de suicídio, tentante , suicídio
 Rebeliões em presídios/unidades de internação;
 Seqüestro terrorista;
 Seqüestro de aeronave;
 Movimentos sociais com reféns;
 Ameaças com artefatos explosivos;
 Acidentes de grandes proporções;
 Atirador ativo no Brasil
Erro em negociação, todos falam.mp4
SEQUESTRO DA FILHA DO SILVIO SANTOS.mp4
vigilante FAZ REFEM EM BANCO.avi
TENTANTE/policia convence tentante na ponte 15.33.53.mp4
TENTANTE/Sequestrador se mata.MPG
TENTANTE/suicida com faca na rua se cortando 09.44.47.mp4
ABORDAGEM AO TENTANTE BOMBEIRO.pdf
invasão da febem gate 12 nao letal.VOB
sequestro avião 1988.mp4
40 homens armados invadem fazenda, torturam funcionários e roubam tratores em RO.mp4
ATIRADORR ATIVO/ATAQUE AO SUPERMERCADO.mp4
ATIRADORR ATIVO/Atirador ativo. O que fazer_.mp4
ATIRADORR ATIVO/WhatsApp Image 2022-06-20 at 00.22.29.jpeg
AMEAÇAS ATIVA 
• Segundo o U.S. Department of Homeland
Security (Departamento de Segurança Interna 
dos Estados Unidos), o Atirador Ativo é 
“alguém que toma a iniciativa de matar ou 
tentar matar pessoas em um ambiente 
delimitado e populoso; na maioria dos casos, 
os atiradores ativos usam armas de fogo sem 
nenhum padrão ou método definido para 
seleção das suas vítimas.” (2018).
• Assassinos em Massa: são aqueles que 
matam (ou tentam) matar mais de 4 
pessoas em um único local. Os atiradores 
escolares entram nesta categoria. 
• Já os Assassinos em Série (conhecidos como 
Serial Killers): são assassinos que matam 
mais de duas pessoas, em locais diferentes 
e com um período de resfriamento, ou seja, 
ficam sem matar por um tempo. 
• O FBI (Federal Bureau of Investigation, a 
polícia federal americana), define Atirador 
Ativo como “um indivíduo altamente 
empenhado em matar ou tentar matar 
pessoas em uma área populosa. As 
vítimas são escolhidas aleatoriamente. O 
evento é imprevisível e acontece 
rapidamente. Conhecimento é o que pode 
salvar vidas.” (2015).
• A característica principal do Atirador Ativo é que 
ele quer matar ou tentar matar o maior número 
de pessoas que conseguir, independentemente 
de sua motivação. A intenção principal dele não 
é matar para roubar, não é fazer reféns. Seu 
propósito é matar muita gente.
• Isso não quer dizer que uma ocorrência de 
Atirador Ativo não possa se tornar uma 
ocorrência com reféns. Ou vice-versa. Pode ser 
que o Atirador Ativo faça, ou reúna, reféns, para 
executá-los em frente às câmeras de televisão, 
se sua intenção é ganhar visibilidade.
PERFIL VISTO NO BRASIL 
• Buscam atenção para si (Efeito 
COYCAT).
• Psicológicos 
• Bulling
• Religião 
• Drogas 
• Apostas e desfios
MAC 
(Múltiplos Ataques Coordenados).
• Quando há, simultaneamente, 
atiradores ativos atacando em 
lugares diferentes agindo de 
forma coordenada.
INCIDENTES CRÍTICOS 
DINÂMICOS 
• São aqueles eventos cujos impactos não se 
limitam a um espaço geográfico determinado e, 
em razões de sua natureza, os atores 
envolvidos encontra-se em movimento, 
tornando difícil a adoção das medidas iniciais 
de contenção e isolamento, exigindo uma 
resposta imediata da primeira força policial 
interventora a fim de cessar as suas ações, e 
posteriormente, o acionamento das demais 
ações do estado e outras organizações. 
CIN 
CONTER, ISOLAR, NEUTRALIZAR 
• A prioridade das forças de segurança, da 
polícia, em uma situação de Ameaça ativa é 
CONTER, ISOLAR = LOCALIZAR e 
NEUTRALIZAR o elemento.
• O protocolo de conter, isolar e negociar 
ainda deve ser empregado em ocorrências 
com reféns, mas se houver um Atirador 
Ativo atirando nas pessoas, ele deve ser 
localizado e neutralizado.
• Quando falamos de neutralização nos referimos a 
necessidade de fazer com que a Ameaça Ativa 
pare imediatamente de atirar contra as pessoas. 
Cada minuto que a polícia demora para fazer isso, 
pode significar a morte de mais uma pessoa.
• A PRIMEIRA RESPOSTA é dada pelos primeiros 
policiais que chegam ao local. Ou até mesmo por 
seguranças particulares, armados e treinados, 
que já estejam no local. Devem entrar no 
ambiente, localizar e neutralizar rapidamente a 
Ameaça Ativa.
Primeiros interventores 
• Buscar informação.
• Usar técnicas de progressão, CQB, 
LOW LIGHTe o que pedir o evento. 
• 1. PRIMEIRA INTERVENÇÃO EM CRISES -
conjunto de ações técnicas a ser aplicado pelo 
policial militar ou pela equipe de policiais 
militares que primeiramente se deparou com 
ocorrências críticas em andamento.
• 2. CAUSADOR DA CRISE - todo indivíduo que dá 
causa a uma crise. As motivações ou os fatores 
que desencadearam a crise podem variar 
imensamente, determinando o tipo a ser 
gerenciado. O atirador ativo é um exemplo de 
causador de uma crise.
• 3. ATIRADOR ATIVO - indivíduo engajado em 
matar ou tentar matar pessoas em uma área 
populosa e confinada; em muitos casos, 
atiradores ativos usam armas de fogo e não 
existe um padrão ou método de seleção de 
vítimas.
• 4. PERÍMETROS DE SEGURANÇA - são 
barreiras de contenção contra os terceiros que 
têm a intenção de se aproximar do ponto 
crítico
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Aproximação dos primeiros interventores 
ao local da crise envolvendo atiradores 
ativos;
2. Início da busca ao atirador mesmo estando 
sem apoio de outras equipes; 
3. Localização do atirador ativo e da ameaça 
que ele representa;
• 4. A ocorrência envolvendo um atirador 
ativo é uma ocorrência diferente e que 
costuma ser breve, durando poucos 10 á 15 
minutos. 
• 5. É um tipo de crise que necessita de um 
atendimento rápido e objetivo por parte 
dos primeiros interventores na 
identificação e neutralização da ação do 
causador de evento, eliminando o risco que 
ele promove e evitando assim mais mortes
SEQUÊNCIA DE AÇÕES
1. Chegar ao local da ocorrência com 
extrema segurança e realizar a análise do 
cenário (pessoas em fuga, estampidos de 
disparos de arma de fogo, gritos etc.);
2. Se houver confirmação, acionar de 
imediato apoio via canais de comunicação 
oficial;
• 3. Contatar com o COPI e informar o início 
da busca ao(s) atirador(s) ativo(s), que 
deverá deslocar equipes de apoio e 
unidade especializada, bem como, os 
Graduados para coordenação das ações de 
desocupação, contenção e isolamento;
• 4. Iniciar deslocamento em busca do 
atirador ativo, usando técnicas e táticas 
policiais, bem como, cobertas e abrigos 
existente no local; 
5. Se possível orientar quanto à direção de 
desocupação da área, para as vitimas que estejam 
em fuga, enquanto, estiver em deslocamento;
6. Coletar informações com pessoas que estejam 
escapando do local da crise, fazendo-lhes as 
seguintes perguntas:
a) Onde estão?
b) Quantos atiradores? 
c) Como estão vestidos?
7. Ficar atento a barulhos de disparos, gritos, 
explosões e outros indicativos de possíveis 
localizações do atirador;
8. Envidar esforços para localizar o 
atirador ativo, utilizando técnicas de 
adentramento e deslocamento, sem 
descuidar da necessária segurança;
9. Neutralizar a ação do atirador ativo de 
forma efetiva e rápida eliminando o risco 
que ele proporciona;
10. Solicitar socorro médico para as 
pessoas feridas que já estiverem em local 
seguro;
• 11. Preservar o local e acionar os 
órgãos competentes para realização 
das pericias necessárias;
• 12. No caso do atirador tomar 
reféns no momento da intervenção, 
iniciar a tomada das medidas de 
resposta imediata da Primeira 
Intervenção em crises policiais.
POSSIBILIDADES DE ERRO
1. Perder muito tempo para o inicio da 
busca ao causador da crise;
2. Posicionar-se "na linha de tiro” do 
causador da crise (atirador ativo);
3. Demorar para acionar ou não acionar as 
equipes de apoio da área ou equipes 
especializadas;
• 4. Não coletar informações importantes e 
disponíveis sobre a ocorrência antes da 
tomada das ações de busca e neutralização 
do causador da crise (atirador ativo);
• 5. Não envidar esforços para afastar todas as 
pessoas que estiverem nas proximidades e no 
raio de ação do atirador;
• 6. Subestimar a intenção violenta e 
destrutiva do causador da crise (atirador 
ativo).
RESULTADOS ESPERADOS
1. Constatação se a crise policial com 
atirador ativo está de fato ou não 
ocorrendo;
2. Neutralização do causador da crise 
(atirador) no menor tempo possível;
3. Solicitação de equipes de apoio de área e 
das equipes especializadas;
• 4. Acionamento de equipes de 
socorro médico para atender feridos 
que estiverem em área segura;
• 5. Atuações em segurança de todos 
os policiais envolvidos;
• 6. Preservação do local para as 
perícias necessárias.
AÇÕES CORRETIVAS
1. No caso do causador da crise estar em 
ambiente aberto, numa rua, por exemplo, o 
risco aumenta, portanto, adotar as medidas 
de segurança individual apropriadas;
2. Em caso de não localizar a ocorrência, solicitar 
novas informações à Central de Operações e 
também coletar dados junto a terceiros que 
estiverem nas proximidades do local indicado;
3. Se perceber que pessoas se aglomeram nas 
proximidades do local da crise, afastá-las para que 
não atrapalhem os trabalhos e não se coloquem em 
risco;
4. Acionar as equipes especializadas de forma 
imediata à constatação da ocorrência e auxiliá-las 
com as ações necessárias e que lhe forem 
solicitadas;
5. Ter cuidado com a presença de policiais militares 
em trajes civis ou outras forças de segurança no local 
da ocorrência, para evitar fatalidades.
No GC, o que fazer?
•Conter
• Isolar 
•Fazer o primeiro 
contato 
Tiroteio e morte na frente da Catedral da Sé em São Paulo - Death in the Sé Cathedral in São Paulo (1).mp4
Tiroteio e morte na frente da Catedral da Sé em São Paulo - Death in the Sé Cathedral in São Paulo (1).mp4
Salvar vidas e 
aplicar a lei.
EUA - uma nação que honra as suas Forças Armadas.asf
EUA - uma nação que honra as suas Forças Armadas.asf
	Slide 1: GERENCIAMENTO DE CRISES 
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	Slide 6: Conceito de conflito
	Slide 7: O que é crise?
	Slide 8: Definição de Crise
	Slide 9: MEDIDAS INICIAIS DE CONTROLE E CONDUÇAO DA CRISE
	Slide 10
	Slide 11
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	Slide 13: Perímetros de segurança
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16: CARACTERÍSTICAS DE UMA CRISE
	Slide 17: CARACTERISTICAS DA CRISE
	Slide 18: Necessidade de:
	Slide 19: Postura organizacional não-rotineira
	Slide 20: Planejamento analítico especial e capacidade de implementação
	Slide 21: Considerações legais especiais 
	Slide 22: O que é gerenciamento de crise?
	Slide 23
	Slide 24: Critérios de ação no gerenciamento de crises
	Slide 25: CRITERIOS DE AÇÕES PARA TOMADA DE DECISÕES
	Slide 26: Necessidade
	Slide 27: Validade do Risco
	Slide 28: Aceitabilidade
	Slide 29
	Slide 30: O GERENTE DA CRISE
	Slide 31
	Slide 32: PRESERVAÇÃO DE VIDAS
	Slide 33: APLICAÇAO DA LEI
	Slide 34: CLASSIFICAÇÃO DOS GRAUS DE RISCO OU AMEAÇA
	Slide 35
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	Slide 38: ALTERNATIVAS TÁTICAS 
	Slide 39
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	Slide 41: TIPOS DE NEGOCIAÇÃO
	Slide 42
	Slide 43: FONTES DE INFORMAÇÃO NUMA CRISE
	Slide 44: Fontes de Informação
	Slide 45
	Slide 46: TIPOLOGIA DOS CAUSADORES DA CRISE E SUA PERICULOSIDADE
	Slide 47: TIPOS DE REFÉNS
	Slide 48
	Slide 49
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	Slide 51: ESCOTOMO 
	Slide 52
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	Slide 55: DESENVOLVENDO A SÍNDROME DE ESTOCOLMO
	Slide 56
	Slide 57: QUANDO A SÍNDROME NÃO ESTÁ SE DESENVOLVENDO
	Slide 58: QUAIS OS ASPECTOS NEGATIVOS DA SÍNDROME?
	Slide 59: ASPECTOS NEGATIVOS DA SÍNDROME
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	Slide 61: AUTORIDADES LOCAIS QUE DEVAM SER IMEDIATAMENTE COMUNICADAS
	Slide 62: COMPETENCIA DE ATUAÇÃO 
	Slide 63
	Slide 64: EXEMPLOS DE CRISES
	Slide 65: AMEAÇAS ATIVA 
	Slide 66
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	Slide 69: PERFIL VISTO NO BRASIL 
	Slide 70: MAC (Múltiplos Ataques Coordenados).
	Slide 71: INCIDENTES CRÍTICOS DINÂMICOS 
	Slide 72
	Slide 73: CIN CONTER, ISOLAR, NEUTRALIZAR 
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	Slide 80: SEQUÊNCIA DE AÇÕES
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