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Estratégia MED A marca que mais aprova no Brasil, agora com um curso preparatório para revalidação med.estrategiaeducacional.com.br Estratégia MED HANSENÍA SE Prof. Bruno Souza CRM:178.157 RQE:79.161 med.estratégia.co m Estatístic a med.estratégia.co m Bruno Souza Introdução •Doença infectocontagiosa crônica •Período de incubação: 3 a 5 anos •Acomete a pele e o sistema nervoso periférico Bruno Souza med.estratégia.co m Vigilância epidemiológica Notificação compulsória e investigação obrigatória Alta infectividade e baixa patogenicidade Alta morbidade; baixa mortalidade e letalidade Principal reservatório é o humano Bruno Souza med.estratégia.co m Mycobacterium leprae Bruno Souza med.estratégia.co m M. leprae BAAR Intracelular obrigatório Parasita macrófagos e células de Schwann Não é cultivado in vitro Bruno Souza med.estratégia.co m Epidemiolo gia •Brasil é o segundo em número de casos •Associada a baixas condições socioeconômicas •Mais comum em homens Bruno Souza med.estratégia.co m Imunolog ia M. leprae é intracelular Imunidade celular (Th1) é necessária para combatê-lo Imunidade humoral (Th2) é ineficaz Bruno Souza med.estratégia.co m Infecção pelo M. leprae Th1 imunidade celular Th2 imunidade humoral Formação de granulomas. Doença localizada Formação de anticorpos. Doença disseminadaBruno Souza med.estratégia.co m med.estrategiaeducacional.com.brNome do professor Título slide Padrão para uso de ícones COMO AVALIAR A IMUNIDADE DO INDIVÍDUO? TESTE DE MITSUDA Bruno Souza med.estratégia.co m Positivo ≥ 5 mm Negativo < 5mm TESTE DE MITSUDA Bruno Souza med.estratégia.co m Vias aéreas superiores Eventualmente pela pele e mucosas Apenas os multibacilares transmitem! Transmissão Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Levando em conta o mecanismo de transmissão da hanseníase e a variação na sua notificação, podemos afirmar que A) por se tratar de uma doença aguda, transmitida de pessoa a pessoa, com contato íntimo e duradouro e com período de incubação de cerca de 10 a 15 dias, o descritor de eleição para monitorar e controlar a doença é a taxa de ataque e o coeficiente de ataque secundário. B) embora fatores biológicos desempenhem papel importante na transmissão da doença, por se tratar de uma doença negligenciada, a alta concentração de casos notificados em poucos países está relacionada ao baixo nível socioeconômico e de instrução, falta de serviços de saúde e moradia inadequada. C REVALIDA - INEP Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Levando em conta o mecanismo de transmissão da hanseníase e a variação na sua notificação, podemos afirmar que A) por se tratar de uma doença aguda, transmitida de pessoa a pessoa, com contato íntimo e duradouro e com período de incubação de cerca de 10 a 15 dias, o descritor de eleição para monitorar e controlar a doença é a taxa de ataque e o coeficiente de ataque secundário. B) embora fatores biológicos desempenhem papel importante na transmissão da doença, por se tratar de uma doença negligenciada, a alta concentração de casos notificados em poucos países está relacionada ao baixo nível socioeconômico e de instrução, falta de serviços de saúde e moradia inadequada. C REVALIDA - INEP Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova C) a doença é transmitida, predominantemente, pela mucosa oral e mucosa do trato respiratório, através de aerossóis e secreções orais e nasais e o M. leprae caracteriza-se por baixa infectividade e alta patogenicidade, o que significa que poucos se infectam e muitos adoecem. D) para o cálculo do coeficiente de incidência, no Brasil, em 2011, foi utilizada a somatória do número de casos novos ou iniciados no período acrescida do número de casos antigos existentes no período em estudo. C REVALIDA - INEP Bruno Souza med.estratégia.co m Título slide Padrão para uso de ícones Bruno Souza med.estratégia.co m Apresentação clínica Lesões de pele Alteração de sensibilidade + C D T alo r or ato Bruno Souza med.estratégia.co m Apresentação clínica Bruno Souza Teste da histamina Teste da pilocarpina med.estratégia.co m Formas clínicas Hanseníase indeterminad a Hanseníase tuberculoide Hanseníase virchowiana Hanseníase dimorfa Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase indeterminada Fonte: Ministério da Saúde •Forma inicial da doença •Pode evoluir para outras formas clínicas •Mácula hipocrômica mal delimitada •Não há comprometimento de tronco neural •Baciloscopia negativa Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase indeterminada Fonte: Ministério da Saúde Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase tuberculoide Fonte: Ministério da Saúde •Polo da imunidade celular •Poucas lesões cutâneas •Comprometimento neural precoce, grave e simétrico Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase tuberculoide Fonte: Arquivo pessoal Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase tuberculoide Polo Th1 GranulomasDoença localizada Mitsuda + Baciloscopia - Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase virchowiana Fonte: Arquivo pessoal •Polo da imunidade humoral •Múltiplas lesões e pele infiltrada •Infiltração de outros órgãos •Comprometimento neural tardio e simétrico Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase virchowiana Fonte: Ministério da Saúde Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase virchowiana Polo Th2 Ausência de granulomas Doença disseminad a Mitsuda - Baciloscopia + Bruno Souza med.estratégia.co m Hanseníase dimorfa Fonte: Ministério da Saúde •Forma instável •Principais causadores de reações •Lesões em “queijo-suíço” Bruno Souza med.estratégia.co m Classificação operacional Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Dona Renata Najura procurou a UBS responsável pelo seu bairro para consultar-se com a médica dra. Jaqueline Fasta. Dona Renata é manicure, relatou que, durante seu trabalho, tinha notado uma "mancha mais branca" em seu braço direito. Notara também que tinha queimado essa "mancha enquanto cozinhava há 10 dias e não tinha sentido nada na mancha". Negou traumas físicos prévios no MSD. Relatou também que seu falecido pai (morreu de "infarto fulminante" há 05 anos) tinha tratado de "lepra" há cerca de 06 anos. Refere que nunca casou e sempre morou com os pais. Dra. Jaqueline percebeu, ao exame físico da Dona Renata, uma lesão hipocrômica com ausência de pelos, sensibilidade térmica, tátil e dolorosa praticamente ausentes, localizada no antebraço anterior direito. Também notou os nervos ulnar direito e auricular posterior direito espessados na paciente. Após análise do caso, responda o item. Qual é o diagnóstico mais provável? Qual é sua classificação (operacional)? Trata-se de uma doença a ser notificada? Justifique. C REVALIDA - UFMT Bruno Souza med.estratégia.co m Estados reacionais •Exacerbação imune aguda •Podem ocorrer antes, durante ou após o tratamento •Principal causa de sequela neurológica Bruno Souza med.estratégia.co m Estados reacionais Reação do tipo I Reação do tipo II Bruno Souza med.estratégia.co m med.estrategiaeducacional.com.brNome do professor Título slide Padrão para uso de ícones Cai na Prova Uma mulher de 37 anos de idade vem à consulta com queixa de febre (temperatura axilar = 38°C), náuseas, vômitos, mialgia, dor nos braços, pernas e nas articulações dos pés e mãos há cerca de dez dias. Refere já ter tido esse quadro há cerca de um mês, tendo obtido melhora com o uso de analgésicos e anti- inflamatórios. Atualmente, refere piora do quadro clínico. Ao exame físico, evidencia-se que a paciente se encontra em regular estado geral, descorada, anictérica, com dificuldade à deambulação – tem sinais clínicos de polineurite, artralgia e artrite de pequenas e médias articulações. Apresenta nódulos cutâneos de váriostamanhos e estádios evolutivos diferentes, róseo-eritemato-edematosos, violáceos, acastanhados, isolados e confluentes, manchas acastanhadas, pústulas, vesículas hemorrágicas e nódulos necrótico-ulcerativos, em especial nas coxas e pernas. Apresenta, ainda, cicatrizes de lesões anteriores e hepato-esplenomegalia dolorosa. Qual o diagnóstico mais provável nesse caso? A) Farmacodermia. B) Lúpus eritematoso sistêmico. C) Leishmaniose tegumentar americana. D) Eritema nodoso por doença reumática. E) Reação por imunocomplexos da hanseníase. REVALIDA - INEP Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Uma mulher de 37 anos de idade vem à consulta com queixa de febre (temperatura axilar = 38°C), náuseas, vômitos, mialgia, dor nos braços, pernas e nas articulações dos pés e mãos há cerca de dez dias. Refere já ter tido esse quadro há cerca de um mês, tendo obtido melhora com o uso de analgésicos e anti- inflamatórios. Atualmente, refere piora do quadro clínico. Ao exame físico, evidencia-se que a paciente se encontra em regular estado geral, descorada, anictérica, com dificuldade à deambulação – tem sinais clínicos de polineurite, artralgia e artrite de pequenas e médias articulações. Apresenta nódulos cutâneos de vários tamanhos e estádios evolutivos diferentes, róseo-eritemato-edematosos, violáceos, acastanhados, isolados e confluentes, manchas acastanhadas, pústulas, vesículas hemorrágicas e nódulos necrótico-ulcerativos, em especial nas coxas e pernas. Apresenta, ainda, cicatrizes de lesões anteriores e hepato-esplenomegalia dolorosa. Qual o diagnóstico mais provável nesse caso? A) Farmacodermia. B) Lúpus eritematoso sistêmico. C) Leishmaniose tegumentar americana. D) Eritema nodoso por doença reumática. E) Reação por imunocomplexos da hanseníase. REVALIDA - INEP Bruno Souza med.estratégia.co m Diagnósti co Definição de caso de hanseníase Lesão(ões) e/ou área(s) da pele com alteração da sensibilidade térmica e/ou dolorosa e/ou tátil; ou Espessamento de nervo periférico, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas; ou Presença de bacilos M. leprae, confirmada na baciloscopia de esfregaço intradérmico ou na biopsia de pele. Bruno Souza med.estratégia.co m med.estrategiaeducacional.com.brNome do professor Título slide Padrão para uso de ícones Avaliação e conduta dos contatos Contatos Caso índice Seguimento dos contatos 5 anos Bruno Souza med.estratégia.co m Avaliação e conduta dos contatos Recomendação de aplicação de vacina BCG em contatos de hanseníase Cicatriz vacinal Conduta Ausência de cicatriz Uma dose Uma cicatriz de BCG Uma dose Duas cicatrizes de BCG Não prescrever Obs: Contatos de hanseníase com menos de 1 ano de idade, já comprovadamente vacinados, não necessitam da aplicação de outra dose de BCG. Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Maria Clara, portadora de Hanseníase, encontra-se com PQT/MB. Trouxe seu esposo à UBS para avaliação. Ele, por ser contactante, precisa fazer o exame físico dermatoneurológico. Após a consulta, encontra-se assintomático e normal. Com base nesse caso, o acompanhamento do contactante deve se dar em qual periodicidade, em qual tempo e com qual conduta? A) Semestralmente, durante quatro anos e fazer uso de isoniazida 300 mg vo por dia, por 6 meses. B) Semestralmente, durante dois anos com reavaliação. C) Anualmente, durante três anos e administrar tríplice. D) Anualmente, durante cinco anos e administrar BCG. REVALIDA - UFMT Bruno Souza med.estratégia.co m Cai na Prova Maria Clara, portadora de Hanseníase, encontra-se com PQT/MB. Trouxe seu esposo à UBS para avaliação. Ele, por ser contactante, precisa fazer o exame físico dermatoneurológico. Após a consulta, encontra-se assintomático e normal. Com base nesse caso, o acompanhamento do contactante deve se dar em qual periodicidade, em qual tempo e com qual conduta? A) Semestralmente, durante quatro anos e fazer uso de isoniazida 300 mg vo por dia, por 6 meses. B) Semestralmente, durante dois anos com reavaliação. C) Anualmente, durante três anos e administrar tríplice. D) Anualmente, durante cinco anos e administrar BCG. REVALIDA - UFMT Bruno Souza med.estratégia.co m med.estrategia.co m Obrigado @profbruno.souz a