Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

HANSENÍASE
P R O F . B R U N O S O U Z A
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza | HanseníaseDERMATOLOGIA 2
APRESENTAÇÃO:
PROF. BRUNO
SOUZA
@estrategiamed
/estrategiamed
Estratégia MED
t.me/estrategiamed
@estrategiamed
@profbruno.souza
Fale, Estrategista, tudo bem? Vamos passar agora pelo re-
sumo de um dos temas que tem mais questões em dermatologia: 
hanseníase. Como vamos fazer isso? Vou mostrar a você em cada 
tópico aquilo que as bancas já cobraram sobre assunto, mas com 
uma visão totalmente direcionada para a prova. Lembre-se de que 
isto é um resumo, então se quiser se aprofundar e garantir pontos 
que podem ser valiosos cheque nosso livro digital. Vamos lá? 
https://www.instagram.com/estrategiamed/
https://www.facebook.com/estrategiamed1
https://www.youtube.com/channel/UCyNuIBnEwzsgA05XK1P6Dmw
https://t.me/estrategiamed
https://t.me/estrategiamed
https://www.tiktok.com/@estrategiamed
https://www.instagram.com/profbruno.souza
https://www.instagram.com/profbruno.souza/
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
3
SUMÁRIO
1.0 HANSENÍASE 4
1.1 INTRODUÇÃO 4
1.2 IMUNOLOGIA 4
1.3 TESTE DE MITSUDA 5
1.4 TRANSMISSÃO E HISTÓRIA NATURAL 5
1.5 APRESENTAÇÃO CLÍNICA 6
1.5.1 HANSENÍASE INDETERMINADA 7
1.5.2 HANSENÍASE TUBERCULOIDE 7
1.5.3 HANSENÍASE VIRCHOWIANA 9
1.5.4 HANSENÍASE DIMORFA 9
1.6 CLASSIFICAÇÃO 10
1.7 ESTADOS REACIONAIS 11
1.7.1 REAÇÃO DO TIPO 1 12
1.7.2 REAÇÃO DO TIPO 2 12
1.7.3 FENÔMENO DE LÚCIO 14
1.8 EXAMES COMPLEMENTARES 14
1.9 DIAGNÓSTICO 15
1.10 TRATAMENTO 15
1.11 EFEITOS COLATERAIS DA POLIQUIMIOTERAPIA 16
1.12 RECIDIVA 17
1.13 AVALIAÇÃO E CONDUTA DOS CONTATOS 17
2.0 LISTA DE QUESTÕES 19
3.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 20
4.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS 20
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
4
CAPÍTULO
1.0 HANSENÍASE
1.1 INTRODUÇÃO
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa crônica, cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae (M. leprae). A doença 
acomete principalmente o sistema nervoso periférico e a pele, mas também pode afetar outros órgãos. 
Você tem que conhecer o “bicho”. Além disso, as bancas costumam cobrar estes conceitos:
a) O Mycobacterium leprae é um bacilo álcool-ácido 
resistente, fracamente gram-positivo. É parasita intracelular 
obrigatório predominante em macrófagos e na célula de 
Schwann.
b) O tempo de incubação do agente é longo.
c) Até hoje não foi possível realizar cultivo in vitro do M. 
leprae. 
O Brasil é o 2º país do mundo com maior número de 
casos da doença no mundo. Os locais com piores indicadores 
socioeconômicos possuem maiores taxas de detecção, no entanto 
há uma tendência na redução da incidência e prevalência da 
hanseníase no nosso país.
1.2 IMUNOLOGIA
A hanseníase é uma doença espectral! Naqueles pacientes 
com intensa imunidade celular será chamada de hanseníase 
tuberculoide (TT). Por outro lado, naqueles com intensa imunidade 
humoral será chamada de hanseníase virchowiana (VV). Já os 
pacientes com uma imunidade entre um polo e outro serão os 
pacientes com hanseníase dimorfa (DD)! A hanseníase dimorfa 
ainda é dividida em pacientes que apresentam um pouco mais da 
imunidade celular (dimorfo-tuberculoide ou DT) e aqueles com um 
pouco mais de imunidade humoral (dimorfo-virchowiano ou DV). 
Atenção: entender este conceito é fundamental para 
compreensão da doença. Vamos lá?
Resposta Th1 - imunidade celular – hanseníase tuberculoide.
Resposta Th 2 – imunidade humoral – hanseníase 
virchowiana.
Observe a figura ao lado que resume a importância da 
imunologia na forma clínica da hanseníase.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
5
O que essa figura mostra é que o polo TT apresenta uma intensa imunidade celular, enquanto o polo VV apresenta uma intensa 
imunidade humoral. No meio do espectro, estão os pacientes dimorfos (DT, DD e DV). Como a imunidade humoral não é capaz de conter o M. 
leprae, há uma grande quantidade de bacilos nos tecidos dos pacientes em que há predomínio desse tipo de imunidade!
1.3 TESTE DE MITSUDA
O que cai sobre esse teste? Você deve saber o que fazer com ele. Spoiler: um teste de Mitsuda positivo não confirma o diagnóstico de 
hanseníase e um teste negativo não afasta o diagnóstico! 
 O teste consiste na avaliação da imunidade celular contra o M. leprae. A técnica consiste na aplicação intradérmica de 0,1 ml do 
antígeno de Mitsuda (antígenos do M. leprae) na pele sã da face anterior do antebraço direito. Após 28 a 30 dias, o local da injeção do 
antígeno é examinado. Os pacientes com reação de Mitsuda positiva possuem uma boa imunidade celular contra o M. leprae! Repetindo: 
um teste de Mitsuda positivo não confirma o diagnóstico de hanseníase, assim como um teste negativo não afasta o diagnóstico! 
1.4 TRANSMISSÃO E HISTÓRIA NATURAL
Apenas os pacientes com grande carga bacilar (chamados de bacilíferos) são transmissores. A principal via de eliminação e de contágio 
do bacilo é a via aérea superior!
Principal via de transmissão: via aérea superior!
Raramente áreas da pele e/ou mucosas erosadas podem ser vias de eliminação do bacilo. 
Quando um indivíduo é infectado pelo bacilo de Hansen, na maior parte das vezes, apresenta cura espontânea. Um menor número 
de casos, então, manifestará a forma inicial da doença, que é chamada de hanseníase indeterminada (MHI). A maioria dos pacientes com 
MHI (70%) ainda assim apresentará cura espontânea. Apenas os 30% restantes evoluirão com a moléstia e seguirão para algum dos polos da 
doença (TT, VV ou as formas dimorfas).
Algumas palavrinhas são queridas pelas bancas, vamos decorá-las? A hanseníase tem alta infectividade, baixa patogenicidade e baixa 
mortalidade, certo? 
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
6
Figura 1: Nesse esquema, mostramos a história natural da hanseníase. TTp = tuberculoide polar; TTs = tuberculoide subpolar; 
DT = dimorfo-tuberculoide; DD = dimorfodimorfo; DV = dimorfo-virchowiano; VVs = virchowiano subpolar; VVp = virchowiano polar.
1.5 APRESENTAÇÃO CLÍNICA
Quando você estiver em uma questão de prova e o examinador descrever um paciente com uma lesão de pele que apresenta 
alteração de sensibilidade, o diagnóstico é de hanseníase! Há uma ordem bem estabelecida de perda de sensibilidade na hanseníase. A 
primeira sensibilidade a ser perdida é a térmica (paciente não sabe diferenciar quente do frio), posteriormente, há perda da sensibilidade 
dolorosa e, por último, há comprometimento da sensibilidade tátil. Para facilitar sua memorização, aprenda em ordem alfabética!
C
D
T
ALOR
OR
ATO
Ordem da perda de sensibilidade em uma lesão de hanseníase: Primeiro, o paciente 
não sente o Calor (sensibilidade térmica), depois não sente mais Dor (sensibilidade dolorosa) 
e, por fim, não sente mais o Tato (sensibilidade tátil).
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
7
Podemos melhorar a sensibilidade do nosso exame dermatoneurológico utilizando o teste da histamina e da pilocarpina.
Atenção! Vamos passar, agora, pelas formas clínicas da doença! Isso cai em toda prova... 
1.5.1 HANSENÍASE INDETERMINADA
A hanseníase indeterminada (MHI) é a forma inicial da doença. O paciente apresenta-se com máculas ou áreas circunscritas, hipocrômicas, 
com distúrbio de sensibilidade, sudorese (hipohidrose) e vasomotor. Geralmente, apresenta bordas mal delimitadas e imprecisas. Pode haver 
alopecia (perdas dos pelos) na mancha. Nessa forma, não há espessamento neural! Em geral, apresenta baciloscopia e teste de Mitsuda 
negativos.
Duas fotografias de crianças com hanseníase indeterminada apresentando-se com máculas hipocrômicas localizadas na face. 
Figura retirada do Guia prático sobre a hanseníase, do Ministério da Saúde.
1.5.2 HANSENÍASE TUBERCULOIDE
Esses pacientes se apresentam com placas eritematosas ou acastanhadas,bem delimitadas, com contornos regulares ou irregulares, 
formando lesões anulares, circulares ou geográficas. As lesões podem apresentar um crescimento centrífugo cujo centro se torna mais 
claro. São únicas ou em pequenas quantidades e distribuem-se de forma assimétrica. Em alguns casos, pequenos nervos espessados podem 
emergir das placas (lesão tuberculoide “em raquete”). A alteração de sensibilidade nas lesões é bastante acentuada!
Placa bem delimitada, anular, com borda eritematosa e 
regressão na parte central. Muito característica de hanseníase 
tuberculoide.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
8
A alteração de sensibilidade nas lesões de hanseníase é secundária à agressão do 
sistema imunológico do paciente ao nervo! Portanto, pacientes com melhor imunidade 
celular apresentarão maiores alterações de sensibilidade!
Esses pacientes apresentam lesão nos troncos neurais, o que determina alterações neurológicas. O acometimento dos troncos nervosos 
é precoce, agressivo e assimétrico! Devemos realizar a avaliação dos troncos nervosos em busca de espessamento neural, de possíveis 
sequelas neurológicas e de algum grau de incapacidade. Isso vale para todos os pacientes com hanseníase!
Essas são as três lesões neurais com maior chance de serem cobradas em provas de Residência Médica! Atenção maior a essas 
lesões.
Apresentam teste de Mitsuda positivo e baciloscopia negativa! Na biópsia da pele, visualizamos a formação de granulomas envolvendo 
os filetes nervosos e também não encontramos bacilos! Com tudo isso, podemos dizer que esses pacientes também são paucibacilares.
ATENÇAO! EXISTE HANSENÍASE COM BACILOSCOPIA NEGATIVA. 
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
9
1.5.3 HANSENÍASE VIRCHOWIANA
Caracterizada pela presença de pápulas, placas, nódulos agrupados e/ou confluentes, distribuídos de forma simétrica por toda a 
pele. A pele vai tornando-se toda espessada e infiltrada lentamente. Geralmente, há pouca perda de sensibilidade nas lesões.
Caracteristicamente, apresentam a “fáscies leonina”, que é a infiltração da face e do pavilhão auricular, associada à madarose e 
conservação dos cabelos. O comprometimento dos troncos nervosos é difuso e simétrico e os pacientes podem cursar com polineuropatia. 
Duas fotografias de pacientes com hanseníase virchowiana. Eles apresentam pele espessada e infiltrada. Observe os nódulos 
eritematosas na fotografia da esquerda. Ambos os pacientes apresentam madarose. Figura retirada do Guia prático sobre a hanseníase, 
do Ministério da Saúde.
Pode haver infiltração dos bacilos em órgãos internos. Apresentam teste de Mitsuda negativo e baciloscopia positiva! O histopatológico 
é marcado por uma grande infiltração de bacilos álcool-ácido resistentes (M. leprae) e não há a formação de granulomas. Há grande 
produção de anticorpo anti-PGL1. Eles são multibacilares e são os principais transmissores da doença! 
1.5.4 HANSENÍASE DIMORFA
Estrategista, você já entendeu que o paciente pode migrar do polo virchowiano para tuberculoide e ficar no meio do caminho. Esse é o 
caso da hanseníase dimorfa! O que cai na prova sobre esse assunto? A lesão dermatológica clássica em queijo-suíço. Geralmente, apresentam 
baciloscopia positiva e teste de Mitsuda negativo!
Essa forma da doença é instável e o paciente que se encontra nela, em algum momento, pode migrar para o polo tuberculoide ou para 
o polo virchowiano. Há um grupo de pacientes que possui uma maior proximidade com a forma tuberculoide (dimorfo-tuberculoide ou DT), 
outros com uma maior proximidade com a forma virchowiana (dirmorfa-virchowiana ou DV) e há aqueles que estão exatamente no meio do 
espectro (dimorfodimorfo). Como esses pacientes apresentam uma forma instável, são os principais causadores de reação hansênica (ver a 
seguir).
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
10
Paciente com hanseníase dimorfadimorfa. Esse 
paciente apresenta a típica lesão em “queijo-suíço”. A 
parte interna da lesão é bem nítida, porém a borda externa 
é mal delimitada! 
1.6 CLASSIFICAÇÃO
Existem três classificações para os pacientes com hanseníase: a de Ridley e Jopling, a de Madrid e a operacional. A classificação mais 
complexa é a de Ridley e Jopling e já foi apresentada. Observe a figura abaixo, com certeza você já está familiarizado.
CLASSIFICAÇÃO DE RIDLEY E JOPLING
Legenda: TTP = tuberculoide polar; TTS = tuberculoide subpolar; DT = dimorfo-tuberculoide; DD = dimorfodimorfo; DV = 
dimorfo-virchowiano; VVs = virchowiano subpolar; VVp = virchowiano.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
11
Na classificação de Ridley e Jopling, há as formas estáveis e as formas instáveis. As estáveis já sabemos que são os polos tuberculoide 
(TTp) e virchowiano (VVp). Já as formas instáveis são todas as demais formas (TTs, DT, DD, DV, VVS e VV)!!!
A classificação de Madrid é mais simples. Ela considera os dois polos (tuberculoide e vichorwiano), bem como a forma indeterminada 
(inicial) e dimorfa como formas instáveis!
Mas, a classificação que você realmente precisa saber para gabaritar as questões das provas é a operacional! 
Essa classificação só leva em conta o número de lesões 
cutâneas, independentemente da morfologia. Ela divide os 
pacientes em paucibacilares e multibacilares. Os pacientes 
paucibacilares são aqueles com até cinco lesões cutâneas. Já os 
multibacilares são aqueles com seis ou mais lesões de pele. Há 
uma ressalva que devemos ter em mente: caso o paciente tenha 
dois ou mais troncos neurais espessados ou baciloscopia positiva, 
será considerado multibacilar, independentemente do número de 
lesões cutâneas. Observe a figura ao lado e decore-a!
Operacional 
(OMS e MS)
Madrid (1953) Ridley e Jopling (1966)
Paucibacilar (PB) – até cinco lesões 
cutâneas com baciloscopia negativa 
e no máximo um tronco nervoso 
espessado
Indeterminada Indeterminada
Tuberculoide
Tuberculoide (TTp, TTs) e dimorfa-
tuberculoide (DT)
Multibacilar (MB) – mais de cinco 
lesões cutâneas
Dimorfa 
Dimorfa-dimorfa (DD) e dimorfa-
virchowiana (DV)
Virchowiana Virchowiana (VVp, VVs)
1.7 ESTADOS REACIONAIS
Ah, Estrategista, chegamos às reações hansênicas e, aqui, você deve aprender a diferenciar a tipo 1 do tipo 2, saber como tratar, bem 
como reconhecer algumas peculiaridades sobre o tratamento.
As reações hansênicas (ou estados reacionais) são decorrentes de uma exacerbação aguda da imunidade celular (reação do tipo I) ou 
de acentuada formação de imunocomplexos (reação do tipo II). Os pacientes dimorfos são os que mais fazem estados reacionais! Sempre que 
você ver uma questão de prova em que um paciente com hanseníase apresenta uma piora súbita, pense em reação hansênica!
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
12
Os estados reacionais podem ocorrer antes, durante ou após o tratamento da hanseníase. Outra informação importante é que o 
tratamento da hanseníase deve ser mantido, mesmo em vigência de um estado reacional. Guarde essas informações, pois são cobradas com 
frequência nas provas.
1.7.1 REAÇÃO DO TIPO 1
A reação do tipo 1 (também chamada de reação reversa) está associada à imunidade celular. A característica clínica da reação do tipo 1 
é que as lesões preexistentes de hanseníase se tornam mais inflamadas. Também há o surgimento de pequenas novas lesões semelhantes 
às preexistentes. Alguns pacientes cursam com edema dos pés e das mãos. Sintomas sistêmicos estão AUSENTES!
A principal complicação da reação do tipo 1 é a neurite! Ela tende a ser grave e acentuada, ocasionando paralisia súbita e perda de 
função. Os nervos tornam-se intumescidos, com dor à palpação do trajeto neural, e há exacerbação da sensibilidade no local inervado por 
eles.
O tratamento da reação do tipo 1 é realizada com prednisona 1mg/kg/dia. 
Tipo 1 – inflamação de lesões preexistentes e surgimento de algumas novas lesões. Neurite intensa associada. Tratamento 
feito com prednisona.
1.7.2 REAÇÃO DO TIPO 2
Também chamadas de eritema nodoso hansênico, essa reação é decorrente de depósitos de imunocomplexos. Ocorre em pacientes 
DV e VV e geralmente ao redor do sexto mês de tratamento. 
É uma reação sistêmica e o paciente cursa com queda do estado geral, febre e dores no corpo. Ao exame físico, pode apresentar 
hepatoesplenomegalia, neurite, orquite, artrite, irite e iridociclite. Há o surgimento de múltiplas pápulas, placas e/ou nódulos eritematosos 
que são dolorosos ao toque e se distribuem por todo o tegumento. Pode haver leucocitose com neutrofilia, aumento de provas inflamatórias 
(PCR e VHS), autoanticorpos (FAN), aumento de bilirrubinas e transaminases, além de hematúria e proteinúria.
A talidomida é a droga de escolha. Devemos associar prednisona 1 mg/kg/dia quando há comprometimento neural, de outros 
órgãos internos (orquite, artrite, irite) ou quando houver ulcerações cutâneas extensas. Como a talidomida é teratogênica, não deve ser 
utilizada em mulheres em idade fértil que não estejam em uso de método contraceptivo seguro. Nesses casos, está indicado tratamento com 
prednisona ou pentoxifilina.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
13
Nódulos eritematosos dolorosos distribuídos pelo 
membro inferior de uma paciente com eritema nodoso 
hansênico.
Reação do tipo 2 – eritema nodoso + sintomas sistêmicos. Talidomida é a droga de escolha. Cuidado com mulheres em idade fértil.
REAÇÃO TIPO I (REAÇÃO REVERSA) REAÇÃO TIPO II (ERITEMA NODOSO HANSÊNICO)
Imunidade celular Imunidade humoral
Paucibacilares e tipos “instáveis” (DT, DD e DV) Multibacilares (DV e VV)
Reagudização de lesões antigas e surgimento de 
algumas novas lesões. Piora dos sinais neurológicos. 
Edema de mãos e pés.
Surgimento de nódulos eritematosos, dolorosos, 
difusamente pelo corpo. Tais nódulos podem ulcerar. 
Edema de mãos e pés.
Espessamento neural, calor e neurite dolorosa Acometimento neural possível, porém menos frequente.
Ausência de sintomas sistêmicos
Sintomas sistêmicos presentes (febre, astenia, artralgia). 
Leucocitose presente.
Ausência de acometimento de outros órgãos
Envolvimento de outros órgãos como olhos, rins, fígado 
e testículos
Prednisona é a droga de escolha Talidomida é a droga de escolha
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
14
1.7.3 FENÔMENO DE LÚCIO
O fenômeno de Lúcio ocorre especialmente em pacientes com hanseníase virchowiana de Lúcio ou “lepra bonita”. Ocorre quase 
exclusivamente antes do tratamento. É decorrente de uma intensa quantidade de bacilos íntegros no endotélio vascular, acarretando uma 
vasculite leucocitoclástica e necrose das arteríolas! Percebam, então, que o fenômeno é principalmente vascular e leva à isquemia da pele!
Há o surgimento de áreas de necrose cutânea principalmente nas extremidades. O histopatológico mostra uma grande quantidade 
de bacilos íntegros, vasculite leucocitoclástica e vasos trombosados. O tratamento é feito com início precoce da terapêutica específica para 
hanseníase.
Fenômeno de Lúcio – ocorre exclusivamente em virchowianos. Isquemia e necrose cutânea por fenômeno trombo-oclusivo. 
1.8 EXAMES COMPLEMENTARES
A baciloscopia é o exame complementar mais útil para o diagnóstico da hanseníase. Apresenta uma especificidade de 100%, ou seja, 
quando é positiva, o paciente realmente tem hanseníase! Porém, uma baciloscopia negativa não exclui o diagnóstico da doença. A baciloscopia 
não é obrigatória, mas deve ser realizada quando disponível!
Lembra-se dessa imagem que mostramos quando 
conversamos cobre o M. leprae? Essa é a imagem 
que esperamos ver em uma baciloscopia de paciente 
multibacilar! Os bacilos álcool-ácido resistentes, quando 
corados pelo Ziehl-Neelsen, ficam lilases!
Vamos relembrar que as formas indeterminadas e tuberculoides são paucibacilares e apresentam baciloscopia negativa! Os pacientes 
virchowianos apresentam sempre baciloscopia positiva. A maioria dos dimorfos apresenta baciloscopia positiva, porém os dimorfo-
tuberculoide, geralmente, apresentam baciloscopia negativa. A dosagem de anticorpo IgM anti PGL-1 é específica para o diagnóstico de 
hanseníase. Porém, esse anticorpo só está presente em pacientes virchowianos!! 
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
15
1.9 DIAGNÓSTICO
Definição de caso de hanseníase
Lesão(ões) e/ou área(s) da pele com alteração da sensibilidade térmica e/ou dolorosa e/ou tátil; ou
Espessamento de nervo periférico, associado a alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas; ou
Presença de bacilos M. leprae, confirmada na baciloscopia de esfregaço intradérmico ou na biopsia de pele. 
De acordo com o Ministério da Saúde, o diagnóstico de hanseníase é firmado se um desses três pontos acima estiver presente. Perceba 
que a presença de qualquer um dos três pontos é suficiente!! Volto a insistir que a baciloscopia e a biópsia de pele não são obrigatórias para 
o diagnóstico de hanseníase, porém podem ser realizadas em dúvidas diagnósticas ou quando estiverem disponíveis com facilidade.
1.10 TRATAMENTO
O primeiro ponto que precisamos saber é que um paciente 
multibacilar já deixa de ser transmissor após as primeiras doses 
da poliquimioterapia. Para definir qual é o tratamento do nosso 
paciente, utilizamos a classificação operacional da OMS comentada 
anteriormente. As drogas padrão para o tratamento da hanseníase 
são rifampicina dapsona e clofazimina 
Todos os pacientes (independentemente de serem 
paucibacilares ou multiacilares) devem ser tratados com 
rifampicina, dapsona e clofazimina. Uma vez por mês recebem 
uma dose supervisionada de rifampicina 600 mg, dapsona 100 mg 
e clofazimina 300 mg. Nos demais dias, o paciente toma dapsona 
100 mg/dia e clofazimina 50 mg/dia. A diferença é o tempo de 
tratamento entre eles. No caso dos paucibacilares, o tratamento 
completo é de seis cartelas, podendo ser tomadas em até 9 
meses. Já para os multibacilares o tratamento completo é de doze 
cartelas, podendo ser tomadas em até 18 meses. 
Os pacientes paucibacilares que concluírem as seis cartelas 
em até 9 meses devem ser avaliados por médico, ser submetidos 
a uma avaliação dermatológica, neurológica simplificada e do 
grau de incapacidade física e receber alta por cura. Os pacientes 
multibacilares que concluírem as doze cartelas em até 18 meses 
devem ser avaliados por médico, submetidos a uma avaliação 
dermatológica, neurológica simplificada e do grau de incapacidade 
física e, se for o caso, receberem alta por cura.
Observe o esquema abaixo de como deve ser feito o tratamento da hanseníase.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
16
1.11 EFEITOS COLATERAIS DA POLIQUIMIOTERAPIA 
Veja esta tabela com os principais efeitos colaterais da poliquimioterapia. Esse assunto não é cobrado frequentemente. O que 
eventualmente é cobrado é a meta-hemoglobinemia da dapsona e síndrome DRESS. 
MEDICAÇÃO EFEITO COLATERAL
Dapsona Anemia hemolítica, meta-hemoglobinemia, DRESS, agranulocitose
Clofazimina
Coloração da pele cinza-azulada (melhora com a suspensão da droga).
Pele com aspecto ictiosiforme.
Dores abdominais, náuseas, vômitos, obstrução intestinal (relacionada a depósito de cristais do 
medicamento na parede do intestino delgado).
Rifampicina
Síndrome gripal (febre, coriza, dor no corpo, insuficiência respiratória e insuficiência renal).
Reduz atividade de contraceptivos orais.
Urina avermelhada.
Rash acneiforme.
No ano de 2022 o Ministério da Saúde divulgou um novo Protocolo Clínico e Diretrizes terapêuticas (PCDT) da 
hanseníase modificando algumas condutas. Uma delas é que foi incorporado um teste laboratorial para detecção de M. 
leprae resistentea antimicrobianos. Agora, sempre que você identificar um paciente multibacilar e este apresentar um 
índice baciloscópico maior ou igual a 2, deverá submetê-lo ao teste de resistência primária à poliquimioterapia! Se for 
resistente, fará tratamento com esquema alternativo na atenção especializada.
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
17
1.12 RECIDIVA
Alguns pacientes, após terem feito todo o esquema terapêutico de forma correta e terem sido curados, voltam a apresentar novos 
sinais e sintomas clínicos de doença infecciosa ativa. Esses são os casos de recidiva! Geralmente, os casos de recidiva ocorrem após cinco 
anos da alta por cura. É muito importante que seja feita uma distinção correta entre recidiva e reação hansênica pós-tratamento. A reação 
hansênica geralmente apresenta-se até três anos após a alta por cura e caracteriza-se por quadros mais agudos. Essa definição é importante, 
pois os pacientes com recidiva deverão ser retratados, enquanto os pacientes com reação hansênica, não!
A forma mais fácil de, em uma questão, diferenciarmos reação de recidiva é observando o início do quadro. As reações são fenômenos 
agudos, enquanto que as recidivas são lentas e insidiosas.
1.13 AVALIAÇÃO E CONDUTA DOS CONTATOS
Lembre-se de que a hanseníase é uma doença de notificação 
compulsória em todo território nacional. Todas as pessoas que 
residem, ou tenham residido, convivam ou tenham convivido 
(contato domiciliar) com o paciente nos últimos cinco anos devem 
ser avaliados! 
Se algum caso for diagnosticado, deverá ser tratado 
normalmente. Aqueles que não possuem sinais da doença devem 
ser submetidos ao teste rápido imuocromatográfico para detecção 
de anticorpo IgM (anti-PGL1). Os pacientes que apresetarem teste 
rápido positivo devem ser submetidos uma vez por ano a exame 
dermatoneurológico completo, por 5 anos. Após esse período, 
recebem alta, mas com orientações sobre a possibilidade de 
surgirem sinais e sintomas de hanseníase no futuro. Os com teste 
rápido negativos devem ser orientados a realizar autoexame e 
realizar ao serviço de Saúde se surgimento de alguma alteração 
suspeita. Observe o fluxograma abaixo para melhor entendimento.
Confirmado
Tratamento
Seguimento anual por 5 anos
Descartado
Teste rápido
Vigilência passiva - auto exame
Não reagenteReagente
Contato de hanseníase confirmado
Avaliação dermatoneurológica
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
18
RECOMENDAÇÃO DE APLICAÇÃO DE VACINA BCG EM CONTATOS DE HANSENÍASE
Cicatriz vacinal Conduta
Ausência de cicatriz Uma dose
Uma cicatriz de BCG Uma dose
Duas cicatrizes de BCG Não prescrever
Obs.: contatos de hanseníase com menos de um ano de idade, já comprovadamente vacinados, não necessitam da 
aplicação de outra dose de BCG.
Algumas pessoas que tiveram contato com um paciente com hanseníase, independentemente da forma clínica (paucibacilar ou 
multibacilar), terão indicação de serem vacinadas com a BCG. A vacina BCG não é específica da hanseníase, porém oferece algum grau de 
proteção. 
Baixe na Google Play Baixe na App Store
Aponte a câmera do seu celular para o 
QR Code ou busque na sua loja de apps.
Baixe o app Estratégia MED
Preparei uma lista exclusiva de questões com os temas dessa aula!
Acesse nosso banco de questões e resolva uma lista elaborada por mim, pensada para a sua aprovação.
Lembrando que você pode estudar online ou imprimir as listas sempre que quiser.
Resolva questões pelo computador
Copie o link abaixo e cole no seu navegador 
para acessar o site
Resolva questões pelo app
Aponte a câmera do seu celular para 
o QR Code abaixo e acesse o app
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
19
https://bit.ly/37fn07w
https://bit.ly/37fn07w
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
20
CAPÍTULO
3.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Diretrizes para vigilância, atenção e eliminação da Hanseníase como problema de saúde pública : manual técnico-operacional [recurso 
eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : 
Ministério da Saúde, 2016. 58 p. : il. Modo de acesso: World Wide Web: . ISBN 978-85-334-2348-0
2. Guia prático sobre a hanseníase [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de 
Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017. 68 p. : il. Modo de acesso: World Wide Web: ISBN 978-85-
334-2542-2
3. Dermatologia na prática Médica / José Alexandre de Souza Sittar, mario Cezar Pires. – São Paulo: Roca, 2007. ISBN 978-85-7241-695-5
4. Tratado de dermatologia / editores Walter Belda Junior, nilton di Chiacchio, Paulo Ricardo Criado. – 2. Ed. – São Paulo: Editora Atheuneu 
2014
5. Dermatologia / Jean L. Bolognia, joseph L. Jorizzo, Julie V. Schaffer ; organização Célia Luiza Petersen Vitello Kalil ; tradução Adriana de 
Carvalho Corrêa ..e. [et al.]. – 3. Ed. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2015.
6. Wolff, K., Goldsmith, L., Katz, S., Gilchrest, B., Paller, AS., & Leffell, D. (2011). Fitzpatrick's Dermatology in General Medicine, 8th Edition. 
New York: McGraw-Hill.
CAPÍTULO
4.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Caro Aluno, chegamos ao fim do resumo mais importante da dermatologia para as provas de Residência Médica! Esteja seguro de que 
está dominando os principais pontos relacionados à hanseníase, principalmente imunologia, formas clínicas, estados reacionais e tratamento! 
Sem dúvida, isso é o mais cobrado nas provas. 
Em caso de dúvidas, não hesite em nos contatar!
Contatos:
Fórum de dúvidas
Instagram: @profbruno.souza
Estratégia
MED
Prof. Bruno Souza| Resumo Estratégico | 2024
 HanseníaseDERMATOLOGIA
21
https://med.estrategia.com/
	1.0 HANSENÍASE
	1.1 Introdução
	1.2 Imunologia
	1.3 Teste de Mitsuda
	1.4 TRANSMISSÃO E HISTÓRIA NATURAL
	1.5 APRESENTAÇÃO CLÍNICA
	1.5.1 HANSENÍASE INDETERMINADA
	1.5.2 HANSENÍASE TUBERCULOIDE
	1.5.3 HANSENÍASE VIRCHOWIANA
	1.5.4 HANSENÍASE DIMORFA
	1.6 CLASSIFICAÇÃO
	1.7 ESTADOS REACIONAIS
	1.7.1 REAÇÃO DO TIPO 1
	1.7.2 REAÇÃO DO TIPO 2
	1.7.3 FENÔMENO DE LÚCIO
	1.8 EXAMES COMPLEMENTARES
	1.9 Diagnóstico
	1.10 Tratamento
	1.11 Efeitos colaterais da poliquimioterapia 
	1.12 Recidiva
	1.13 Avaliação e conduta dos contatos
	2.0 LISTA DE QUESTÕES
	3.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
	4.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Mais conteúdos dessa disciplina