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A primeira fase do processo de design estabelecido por Lobach (2001) é a preparação. A fase de preparação é quando tudo se inicia, tendo a análise de um problema ou necessidade, nessa etapa o designer coleta informações, analisa essas informações, clarifica o problema que deve ser resolvido e gera as diretrizes e objetivos que vão guiar a busca de soluções e alternativas de projeto. A segunda fase é a geração. Nessa fase, são geradas alternativas para o projeto. Para estimular a criatividade, são usadas técnicas como brainstorming, que visa liberar a mente de ideias pré-concebidas e gerar alternativas em grande quantidade sem muita preocupação com a qualidade delas. A terceira fase é a de avaliação. Nessa fase, são criados meios para filtrar as melhores alternativas, além de serem realizadas combinações das alternativas visando extrair o melhor de cada uma delas. A quarta, e última fase, é a realização. Essa fase é responsável pelo refinamento ou aperfeiçoamento da alternativa escolhida visando à sua viabilização, além de serem construídos modelos ou protótipos para os testes antes da entrada em produção. O processo inicial da preparação começa na análise de um problema ou necessidade. Nessa etapa o designer coleta informações, analisa essas informações, clarifica o problema que deve ser resolvido e gera as diretrizes e objetivos que vão guiar a busca de soluções e alternativas de projeto. O que deve ser considerado nessa etapa é o pensamento investigativo na busca de informações sobre usuário, mercado e tecnologias disponíveis. A capacidade de olhar de forma diferente para situações que são conhecidas por todos fornece o “combustível” para a criatividade na próxima etapa. Personas são personagens de ficção, que podem ser criados com base no briefing de um projeto e no levantamento inicial de dados. Elas servem para representar as diferentes características do público-alvo de um projeto, que pode ser de serviço, produto físico ou digital, ambiente, site ou marca. As características da persona são: permitir uma visualização mais humana dos comportamentos e das preferências do usuário, ajuda a definir o público alvo além de representar e descrever o usuário. A utilização de uma persona em projetos de design, ajuda a compreender expectativas, experiências e comportamentos dos usuários, além de compreender que o projeto deve ser feito em função destes usuários e não do projetista. Serve também como reflexão sobre as necessidades e expectativas dos usuários, permitindo conhecê-los melhor.