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Daniella	 Machado
	 	 	 	 	 																 	 	 	 	 	 	 TURMA	XXVI	
 
 
Habilidades Clínicas IV: Módulo 1 
Exame Físico do Coração – Interação do Organismo Humano e Drogas 
 
Geral do Sistema Cardiovascular 
 
Anatomia 
Circulação sistêmica. Sendo o grande ator: Ventrículo esquerdo. 
Artérias coronárias ramos da aorta, sendo a aorta ramificando em carótida comum esquerda. 
Tronco celíaco - celíaco comum - ilíaca comum – ilíaca interna e externa. 
 
Fisiologia 
Sístole: abertura da aórtica e pulmonar e fechamento a mitral e tricúspide. 
Diástole: abertura da mitral e tricúspide e fechamento a aórtica e pulmonar 
 
Pulso e pressão arterial 
As grandes artérias transformam o fluxo pulsátil em um fluxo mais constante, expandindo-se durante a 
sístole para amortecer a ejeção do sangue e recuando passivamente durante a diástole para impelir o sangue 
para a circulação periférica. 
 
Exame Físico 
 
Inspeção 
Paciente em decúbito dorsal. Olhar o Precórdio! 
Olhar Tangencial: examinador de pé do lado direito do paciente. 
Olhar Frontal: examinador junto aos pés do paciente que permanece deitado. 
Abaulamentos 
Lesões cutâneas 
Cicatriz 
Ictus Cordis 
Estase jugular (insuficiência cardíaca direita) 
Cianose 
Hipocratismo digital: unhas - vidro de relógio e dedo em baqueta de tambor 
Tórax: batimento do ventrículo direito e ictus cordis 
Edemas: MMII 
 
Palpação 
 
Ictus Cordis 
o Frequência 
o Ritmo 
o Extensão 
o Localização: 4-5º EICE LHC, com 1-2 espaços intercostais com 
mobilidade de 1 cm, pode estar alterado no derrame 
pleural, depressão do esterno e elevação do diafragma 
(ascite ou obesidade). Em 30% da população mundial, o 
ictus cordis não é palpável. 
o Intensidade e forma de impulsão 
o Mobilidade (choque de ponta) 
 
 
Exame	Físico	do	Coração	–	Módulo	1	 	 	 	 	 	 	 	 					Daniella	 Machado	
Habilidades	Clínicas	–	4º	período	UniEVANGÉLICA																 	 	 	 	 															TURMA	XXVI	
 
 2 
Batimento do Ventrículo Direito 
Localização: 3º-5º EIC. 
Técnica: mão em garra, suave, com apneia pós inspiratória. 
Objetivo: estimar aumento da cavidade (por causa da hipertensão pulmonar). 
Diferencial: retração do ventrículo esquerdo. 
 
Impulsões sistólicas do oco esternal 
Pessoas sem anormalidades. Estados hipercinéticos. Usa-se as polpas digitais de 
maneira suave no local 
Causas: Coarctação da aorta, dilatação da aorta, doença valvar aórtica, hipertensão 
arterial sistêmica 
 
Bulhas 
São mais bem avaliadas na ausculta. Se forem perceptíveis à palpação traduzem alteração do aparelho 
valvar correspondente (exceções fisiológicas). 
 
Frêmito Cardiovascular ou Catário 
Percepção tátil do conjunto de vibrações (coração e vasos) que formam o sopro. 
o Localização (usa-se como referência as áreas de ausculta) 
o Fase do ciclo cardíaco 
o Intensidade (com cruzes + até ++++) 
o Irradiação 
o Duração 
 
*Não é realizado a percussão: pelo baixo valor clínico. 
 
Ausculta 
 
Ausculta do Precórdio com Estetoscópio 
Técnica: ambiente silencioso. Sequência lógica. Posição confortável, deitado, sentado ou em decúbito 
lateral esquerdo, ou manobra de Pachon: paciente em decúbito lateral esquerdo com a mão sobre a cabeça. 
Sons de baixa frequência (30-150 Hz): cânula aplicada suavemente sobre o tórax. 
Sons de alta frequência: diafragma firmemente sobre o tórax. 
 
Focos da Ausculta Cardíaca 
Aórtico: 2º EICD junto ao esterno 
Pulmonar: 2º EICE 
Acessório aórtico: 3º EICE, junto ao esterno. 
Tricúspide: base do apêndice xifoide, ligeiramente para a esquerda. 
Mitral ou Bicúspide: é o ictus cordis, no 5º EICE. 
 
Devem ser avaliadas também: 
o Região paraesternal direita e esquerda 
o Pescoço e Axila 
o Região infraclavicular 
o Região interescapular 
 
B1 (TUM) 
Uma série de vibrações e intensidade variada originadas do 
fechamento das valvas mitral e tricúspide (atrioventriculares). Coincide 
com o pulso arterial. Mais grave e com maior duração que a segunda 
bulha. Maior intensidade no foco mitral. 
 
Exame	Físico	do	Coração	–	Módulo	1	 	 	 	 	 	 	 	 					Daniella	 Machado	
Habilidades	Clínicas	–	4º	período	UniEVANGÉLICA																 	 	 	 	 															TURMA	XXVI	
 
 3 
Intensidade 
Anatomia torácica: hiperfonese (diâmetro diminuído do tórax) e hipofonese (obesidade, enfisema 
pulmonar). 
Velocidade de elevação da pressão ventricular: hiperfonese (estados hiperdinâmicos como febre, anemia e 
exercício) e hipofonese (baixo DC, como choque, cardiomiopatia e bloqueio do ramo esquerdo) 
Amplitude da incursão dos folhetos: hiperfonese (estenose mitral, mixoma atrial e P-R curto) e hipofonese (P-
R longo, insuficiência aórtica grave). 
Rigidez dos folhetos: hiperfonese (valva mitral com degeneração mixomatosa e folhetos amplos) e 
hipofonese (estenose mitral calcificada). 
 
Desdobramento da Primeira Bulha 
Mínimo desdobramento pode ser percebido em indivíduos normais, na porção inferior da borda esternal 
esquerda. Desdobramento amplo ocorre em razão do retardo do componente tricúspide – foco tricúspide. 
 
B2 (TÁ) 
É formada pelos componentes aórticos (fecha primeiro) e pulmonar pela tensão e desaceleração do 
sangue e do movimento valvar quando do seu fechamento. Melhor auscultada no foco aórtico com timbre agudo. 
Ela é mais aguda e seca. 
 
Intensidade 
Anatomia torácica: hiperfonese (espessura diminuída) e hipofonese (obesidade e enfisema pulmonar). 
Velocidade de elevação da pressão ventricular: hiperfonese ou hipofonese. 
Pressão arterial sistêmica/pulmonar: hiperfonese (HAS ou pulmonar) e hipofonese (hipofluxo pulmonar). 
Relação espacial grandes vasos/parede torácica: hiperfonese (dilatação da aorta ou pulmonar) ou hipofonese. 
Rigidez dos folhetos: hipofonese ou hiperfonese. 
 
Desdobramento Inspiratório ou Fisiológico da segunda bulha 
Auscultadas no foco pulmonar (TLÁ). Avaliação utilizando as fases da 
respiração, apnéia pós inspiratória e apnéia pós expiratória. 
 
Avaliação das bulhas 
Regularidade: arritmias são perturbações do ritmo do coração (extrassístoles, taquicardias, bradicardias, 
ritmo de FA etc.), 60-100 bpm. 
2T (binário), 3T (tríplice) 
Intensidade: normofonética, hiperfonética e hiperfonética. 
 
B3 (TU) 
Som transitório de baixa frequência, que ocorre concomitantemente a fase de enchimento ventricular 
rápido, pelo aumento do fluxo através das valvas AV. Pode ser dos dois ventrículos. O resultado da súbita 
limitação do movimento de expansão longitudinal da parede ventricular. Ela é protodiastólica, pode ocorrer em 
crianças e adolescentes, mais audível na mitral. Marcador da disfunção sistólica, anormalidade ventricular que 
modifica a complacência do volume. 
*Ritmo de galope: taquicardia com B3, PÁTÁTÁ. 
 
B4 (TU) 
Ruído de baixa frequência (débil) e demonstra relação temporal evidente com a contração atrial ou fim da 
diástole. Pela brusca desaceleração do fluxo sanguíneo pela redução da complacencia 
dos ventrículo (HAS, hipertensão pulmonar, estenose aórtica, estenose pulmonar, 
cardiomiopatia hipertrófica e doença isquêmica do coração). Auscultada com a 
campânula, relacionada ao ventrículo esquerdo na região apical. Está relacionada ao 
ventrículo direito na região paraesternal. 
 
Sopros 
Conjunto de vibrações de duração bem prolongada que surgem quando o sangue, submetido a um 
gradiente de pressão entre 2 pontos, modifica o seu padrão luminar de fluxo, tornando-se turbulento. 
Exame	Físico	do	Coração	–	Módulo	1	 	 	 	 	 	 	 	 					Daniella	 Machado	
Habilidades	Clínicas	–	4º	período	UniEVANGÉLICA																 	 	 	 	 															TURMA	XXVI	
 
 4 
Aumento da velocidade da corrente sanguínea: turbulência (hipertireoidismos, exercício), é um hiperfluxo trans 
valvar, pelo estado hiperdinâmico do corpo. 
Passagem do sangue através de uma zona estreita: obstruções arteriais. 
Passagem de sangue por uma zona dilatada: orifícios que não fecham e dilatações vasculares. 
Passagem de sangue por uma membrana de borda livre. 
Coarctação de aorta e Comunicações interventriculares.Características do sopro 
Fase do ciclo cardíaco: sistólico ou diastólico 
Localização: proto (início), meso (meio), tele(final), holo (todo). 
Intensidade 
I. Pouco percebido 
II. Ausculta não deixa dúvidas 
III. Moderadamente alto 
IV. Alto, com frêmito palpável 
V. Muito alto, com frêmito palpável 
VI. Pode ser ouvido com o estetoscópio fora do tórax. 
Frequência(tonalidade) 
Timbre: depende do espectro de frequência (harmônicas) que o compõe, 
podendo ser rude, áspero, suave, musical, aspirativo e em ruflar 
Configuração: Maneira em que a intensidade se distribui ao longo do tempo, em 
crescendo (intensidade aumenta progressivamente), decrescendo (intensidade diminui 
progressivamente), crescendo-decrescendo (intensidade aumenta no início atinge um 
pico e depois reduz progressivamente) e plateuau (mantém intensidade contente ao longo de toda a ocorrência). 
Irradiação: local com maior intensidade. Auscultar também o mesocárdio, as bordas esternais esquerda e 
a direita, região subxifóide. áreas de irradicação: região axilar, subclavicular, 
fúrcula, base do pescoço e dorso. 
 
*Clique sistólico: estenose aórtica 
*Estalidos de abertura: estenose mitral 
 
Atrito pericárdico 
Na sístole e na diástole. Sons rudes ou ásperos à ausculta, relacionados ao contato das camadas visceral 
e parietal do pericárdio envolvidas por um processo inflamatório. 
 
Exame vascular 
Pulso arterial: tibial posterior, pedioso, femoral, braquial, carotídea. 
Fisiopatologia: pressão intravascular, dimensões da artéria e pressão exercida pelos dedos do examinador. 
 
Inspeção 
Pele. 
 
Palpação 
Polpa digital, suave, conforto e postura. É a flutuação periódica no vaso causada pelo coração. Frequência 
(60-100), ritmo (intervalos iguais), localização, simetria, formato e amplitude, estado da parede arterial, tensão ou 
durez. 
 
Amplitude 
0: ausente, pulo não palpável 
1: diminuído, pulso pouco palpável 
2: normal 
3: aumentado 
4: muito aumentado 
 
Exame	Físico	do	Coração	–	Módulo	1	 	 	 	 	 	 	 	 					Daniella	 Machado	
Habilidades	Clínicas	–	4º	período	UniEVANGÉLICA																 	 	 	 	 															TURMA	XXVI	
 
 5 
Tipos de pulso arterial 
Pulso na fibrilação atrial: Ritmo irregular, amplitude variável, com 
frequência (normal ou aumentada). 
Pulso Tardus Parvus ou pequeno: estenose aórtica, tensão diminuída, 
ascensão lenta e pico prolongado. 
Pulso alternante: insuficiência cardíaca esquerda, onda ampla 
seguida de onda mais fraca. 
Pulso filiforme: pulso de pequena amplitude e mole. 
Pulso paradoxal: redução inspiratória da amplitude do pulso. 
Pulso célere ou em Martelo d’água (Corrigan): Aparece e some com 
rapidez, por causa da diferença de pressão. 
Pulso capilar de Quink: pulso ungueal. 
 
*Manobra de Allen: saber se a artéria ulnar ou radial está ocluída. 
 
Pulso venoso 
Esse pulso reflete a dinâmica do coração direito. Pressão venosa central 
Movimento suave, difuso e ondulante, visto melhor na inspeção, principalmente 
das pulsações de base de pescoço. 
Turgência jugular: ficam túrgidas somente quando o paciente 
fica em decúbito, na posição semissentada e de pé ou sentada, as 
veias jugulares ficam colabadas, restando visível apenas o pulso 
venoso. Se as veias jugulares fiarem túrgidas quando o paciente 
ficar semissentada é caracterizado o ingurgitamento jugular, indicando hipertensão 
venosa no sistema da VCS. 
Pressão normal: 7 cm 
 
Palpação panturrilhas 
Palpação de musculatura da panturrilha. 
o Sinal da Bandeira: empastamento da panturrilha devido edema. 
o Sinal de Homan: dor após compressão da panturrilha contraestrutura óssea. 
o Sinal de Bancroft: desconforto ou dor na panturrilha após dorsiflexão do pé.

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