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CENTRO UNIVERSITÁRIO – 
UNINOVAFAPI BACHARELADO EM 
DIREITO 
 
 
 
 
ALEXANDRE DHYEY MONTELLO DE AGUIAR 
BARBARA GRAZYELLE MARQUES ALVES 
MARIA EDUARDA VIEIRA DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A APLICABILIDADE DO ESTATUTO DO IDOSO NO PERÍODO PÓS-PANDEMIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERESINA – PI 
2023 
 
 
 
ALEXANDRE DHYEY MONTELLO DE AGUIAR 
BARBARA GRAZYELLE MARQUES ALVES 
MARIA EDUARDA VIEIRA DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A APLICABILIDADE DO ESTATUTO DO IDOSO NO PERÍODO PÓS-PANDEMIA 
 
 
 
 
 
 
Projeto I de Conclusão de Curso, apresentado à 
Banca Examinadora do Centro Universitário 
UNINOVAFAPI, como requisito parcial para 
obtenção do grau de Bacharel em Direito 
 
 
Orientadora: xxxxxxxxxxxxxxx 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERESINA – PI 
2023 
 
 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO....................................................................................................... 04 
1.1 Tema do Projeto ................................................................................................ 04 
1.2 Problema de Investigação ................................................................................ 05 
1.3 Hipóteses ...........................................................................................................06 
2 Objetivos .............................................................................................................. 09 
2.1.1 Objetivo Geral ................................................................................................ 09 
2.1.2 Objetivos Específicos .................................................................................... 09 
2.2 Justificativa ...................................................................................................... 09 
3 CRONOGRAMA ............................................................................................. ......11 
4 ORÇAMENTO. ...................................................................................................... 12 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ....................................................................... 13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
1 INTRODUÇÃO 
1.1 Tema do Projeto 
A APLICABILIDADE DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA NA GARANTIADOS 
DIREITOS AOS IDOSOS 
 
O Brasil, ao longo de sua existência, sempre foi considerado um país jovem. 
Entretanto, esta ideia do país do futuro, dos jovens e das crianças está perdendo 
espaço, em função da nova tendência mundial, qual seja, a presença intensa e 
massiva da Terceira Idade no cotidiano das civilizações. Aos poucos, a pirâmide 
etária brasileira vai se invertendo, embalada pela queda da natalidade, 
desenvolvimentos tecnológicos, avanços da medicina e, por incrível que 
pareça, pela melhora na qualidade de vida, favorecendo o crescimento do número 
de idosos, que, ao final da primeira metade do século XXI, representará cerca de 
15% da população total, segundo estimativas oficiais. 
No fim de agosto deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
(IBGE) divulgou sua projeção da população para 2050. Nesse ano, pela 
primeira vez, o número de idosos será igual ao de jovens. Se em 2000 as pessoas 
com mais de 65 anos representavam 5% da população, na década de 50 deste 
século elas serão 18%, mesma porcentagem dos que terão entre zero e 14 
anos. Em pouco mais de quatro décadas, o número de pessoas com 80 anos ou 
mais será quase oito vezes maior do que era há quatro anos. De 1,8 milhão, a 
quantidade pode chegar a 13,7 milhões. Além disso, há o fato de que a proporção 
da população "mais idosa" leia-se, com mais de 80 anos, encontra-se em 
ascensão, transformando a pirâmide etária dentro de seu próprio grupo. Isto 
significa que a população idosa também está envelhecendo (Camarano et alii, 
1999). Estas transformações repercutiram na estrutura política, através da 
necessidade maior de realização de políticas públicas voltadas ao atendimento 
dos idosos, bem como na esfera jurídica, com a edição de legislações protetivas, 
que procuram efetivar e complementar o princípio da dignidade da pessoa 
humana, bem como o artigo 230 da nossa lei Maior. 
Desta forma, o advento do Estatuto do Idoso representa uma mudança de 
paradigma, já que amplia o sistema protetivo desta camada da sociedade, 
caracterizando verdadeira ação afirmativa em prol da efetivação da igualdade 
5 
material. Daí a importância do estudo do sistema jurídico de proteção ao 
idoso, 
 
 
 
tendo em vista a sua relevância para a sociedade atual e para a futura, sendo 
extremamente necessária a conscientização da população, no sentido de respeitar 
os direitos, a dignidade e a sabedoria de vida desta camada tão vulnerável e 
até bem pouco tempo desprezada da sociedade. 
 
1.2 Problema de Investigação 
 
 
O Estatuto do Idoso tramitou durante 6 (seis) longos anos pelas casas do 
Congresso Nacional até ser, finalmente, sancionado pelo Presidente da República 
Luís Inácio Lula da Silva em 1º de outubro de 2003. Em suas normas, encontram-
se preceitos amplamente debatidos pela sociedade, revelando um caráter 
protetivo dos direitos fundamentais desta parcela da população com idade igual ou 
superior a 60 (sessenta) anos, cuja situação é extremamente precária, seja no 
quesito aposentadoria, na dificuldade de transportes, ou de recursos básicos para 
sobrevivência, como, moradia, saúde, lazer, educação, entre outros. 
Sob este aspecto, o sistema jurídico brasileiro deixou a desejar, visto que 
não há uma coerência quanto à sistematização, o que traz certa dificuldade no que 
tange a interpretação e aplicação das normas referentes aos idosos. Basta 
observar a Lei 8.842, de 04 de janeiro de 1994, que dispõe sobre a Política 
Nacional do Idoso e dá outras providências (regulamentado pelo Decreto 1.948, de 
03 de julho de 1996), que, em seu art. 2º, considera pessoa idosa aquela com 
idade maior a 60 (sessenta anos). 
O Estatuto do Idoso, Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, na mesma linha, 
prevê expressamente a idade de 60 anos para que uma pessoa seja considerada 
idosa. Porém, alguns direitos exigem dos idosos uma idade mais avançada, v. g., 
o direito à gratuidade no transporte coletivo, que exige a idade mínima de 65 
(sessenta e cinco) anos, vide art. 230, § 2º da Constituição da República 
Federativa do Brasil de 1998 - CRFB/88. 
Esta é também a idade exigida para obter prioridade na tramitação de 
processos judiciais, de acordo com a Lei 10.173, de 09 de janeiro de 2001. 
6 
As palavras do Presidente remontam a um questionamento prévio para o 
estudo em questão: a "adesão da sociedade" assume um papel preponderante, no 
tocante às garantias jurídicas descritas no Estatuto em tela? Existem políticas 
 
 
 
públicas voltadas para educação da sociedade em relação aos idosos? Há 
punição aos indivíduos que transgridam o Estatuto do Idoso? 
 
1.3 Hipóteses 
O idoso contribui durante toda a sua vida para o desenvolvimento da 
sociedade, então a garantia de seus direitos permite a valorização da cidadania do 
idoso na sociedade contemporânea. 
A busca por qualidade de vida é vivenciada na terceira idade, por isso se a 
legislação brasileira for obedecida, o idoso terá condições de obter melhor 
qualidade de vida e, consequentemente, a melhoria na oferta de uma melhor 
assistência para a saúde do idoso. 
Valores morais e éticos são destacados no Estatuto do idoso, logo a 
eficácia da legislação em se tratando de valores, permitirá que idoso seja 
respeitado e tenha seus direitos garantidos, tendo assim, uma vida melhor em 
sociedade. 
É fato notório que a problemática do idoso, na sociedade brasileira, não é 
nova, segundo autores como Salgado (1991), Fernandes (1997), Oliveira (1999), 
Palma (2000), a Constituição Federal de 1988 (Artigos 229 e 230) apenas aponta 
diretrizes princípio lógicos acerca do tema, mas não determina políticas 
específicas paraesta parcela da população. A tendência no Brasil é valorizar 
aquilo que é novo e desprezar o que é velho. A própria educação faz o velho se 
sentir um objeto fora de uso. Dessa realidade emerge a necessidade de 
programas alternativos que garantam maior qualidade de vida para essa 
população. Não se trata apenas de uma preocupação da sociedade política, mas 
também da sociedade civil que precisa se conscientizar do envelhecimento da 
população brasileira. 
A sociedade política também assumiu sua responsabilidade diante desse 
novo panorama demográfico brasileiro, elaborou a Política Nacional do Idoso e o 
Estatuto do Idoso. São leis elaboradas para preservar os direitos do idoso e evitar 
7 
que essa faixa etária sofra discriminações e seja marginalizado na sociedade 
brasileira. Como uma etapa da vida, a velhice nem sempre é encarada de forma 
natural. Muitos indivíduos querem viver por muito tempo, mas não querem 
envelhecer. Uma contradição que reflete dessa situação pessimista e 
marginalizadora que a sociedade atribui ao idoso. 
Vale lembrar que a valorização do idoso é ponto central para a inserção e 
participação desse segmento etário na sociedade brasileira. Uma tutela específica 
para o idoso surgiu em 1994, com a Lei 8842/94 que estabelece a Política 
Nacional do Idoso em razão de várias reivindicações feitas pela sociedade em 
meados da década de 70 e principalmente em razão do documento Políticas para 
a Terceira Idade nos anos 90, produzida pela Associação Nacional de 
Gerontologia - ANG estabelecendo um rol de recomendações sobre a questão dos 
idosos. A referida Lei foi promulgada a fim de assegurar os direitos sociais do 
idoso possibilitando condições para promoção da autonomia, integração e 
participação na sociedade. 
 
No que tange à educação, a lei trata da inclusão da Gerontologia e Geriatria 
como disciplinas curriculares nos cursos superiores e, nos currículos mínimos, nos 
diversos níveis de ensino formal, inserindo conteúdos voltados para o processo de 
envelhecimento bem como o desenvolvimento de programas educativos, 
especialmente nos meios de comunicação, a fim de produzir conhecimentos 
informando sobre o assunto de forma a eliminar preconceitos. Preceitua-se o 
apoio do governo na criação de universidades abertas para a terceira idade como 
meio de universalizar às diferentes formas do saber e também o desenvolvimento 
de programas que adotem modalidades de ensino à distância, adequados às 
condições do idoso compatibilizando currículos, metodologias e material didático 
aos programas educacionais destinados a essa faixa etária. Se a sociedade 
brasileira proporcionasse aos cidadãos mais velhos o tratamento e a consideração 
dispensada aos adultos eliminar-se-ia os estatutos especiais para os idosos, afirma 
Fernandes (1997). 
Sabe-se que as leis existem para regular o comportamento dos indivíduos 
dentro de uma sociedade estabelecendo seus direitos e deveres; porém, 
necessário se faz uma legislação específica para os idosos em razão da 
8 
própria exclusão destes da sociedade produtiva. Deste modo, segundo o autor, 
tornou-se necessária a criação do Estatuto do Idoso em 2003, que veio resgatar, 
os princípios constitucionais que garantem aos cidadãos idosos direitos que 
preservem a dignidade da pessoa humana, sem discriminação de origem, raça, 
sexo, cor e idade. A falta de vontade política, acusação feita por estudiosos e 
profissionais responsáveis quanto aos vinte anos de expectativas de atitudes 
governamentais em favor do Revista HISTEDBR On-line Artigo Revista 
HISTEDBR On-line, Campinas, n.28, p.278 –286, dez. 2007 - ISSN: 1676-2584 
282 público idoso, sendo colocado como prioridade por alguns apenas em suas 
campanhas eleitorais. 
Flagra-se na sociedade brasileira um discurso favorável ao idoso, porém 
inserido em uma realidade prática incompatível, ora reforçado pelo paternalismo, 
ora pelo assistencialismo, ora potencializando essa faixa etária, mas sem oferecer 
um real espaço social. O Estatuto do Idoso, Lei 10.741/03, veio resgatar os 
princípios constitucionais que garantem aos cidadãos os direitos que preservem 
a dignidade da pessoa humana, sem discriminação de origem, raça, sexo, cor e 
idade conforme o artigo 3º IV da Constituição da República Federativa do Brasil. 
A imagem positiva da velhice contemporânea, segundo afirma Lopes (2000) 
parece ter contribuído para o interesse que a sociedade brasileira passou a nutrir 
pelo tema, estimulando a efetivando a criação de Programas para a terceira idade, 
com distintos perfis econômicos, o que também “[...] confirmam a possibilidade de 
a velhice ser vivida com uma imagem positiva. (LOPES, 2000, p.28). 
É importante mencionar que o Estatuto do Idoso, Lei 10741/ 03, prescreve 
no capítulo V o direito do idoso à educação e o incentivo por parte do governo 
para a criação de programas que atendam a especificidade dessa faixa etária. No 
entanto, verifica-se como incipientes essas iniciativas para atender o aumento 
quantitativo dos idosos na sociedade brasileira. Constata-se a inexistência de um 
espaço educacional para essa clientela, um lugar adequado que se busque o 
aprimoramento do conhecimento, a busca de novos conhecimentos, visando a 
promoção do ser humano. 
 
1.4 Objetivos 
1.4.1 Objetivo Geral 
 
9 
 Verificar direitos já assegurados na Constituição Federal de 1988, 
protegendo, principalmente, o idoso em situação de risco. 
 
1.4.2 Objetivos Específicos 
 Demonstrar a utilidade da Lei nº 10.741/03 (Estatuto do Idoso); 
 Destacar a importância do Estatuto do Idoso na proteção aos idosos; 
 Mostrar a aplicabilidade das leis no dia-a-dia do idoso. 
 Evidenciar a aplicabilidade do estatudo do idoso no período pós 
pandemia. 
 
 
1.5 Justificativa 
 
O Brasil, ao longo de sua existência, sempre foi considerado um país jovem. 
Entretanto, esta ideia do país do futuro, dos jovens e das crianças está perdendo 
espaço, em função da nova tendência mundial, qual seja, a presença intensa e 
massiva da Terceira Idade no cotidiano das civilizações. Aos poucos, a pirâmide 
etária brasileira vai se invertendo, embalada pela queda da natalidade, 
desenvolvimentos tecnológicos, avanços da medicina e, por incrível que 
pareça, pela melhora na qualidade de vida, favorecendo o crescimento do número 
de idosos, que, ao final da primeira metade do século XXI, representará cerca de 
15% da população total, segundo estimativas oficiais. 
Um dos principais desafios da atualidade, que traz crescentes demandas 
sociais e econômicas, para todos os países, é o envelhecimento populacional. O 
número de pessoas com mais de sessenta anos, em todo o mundo, está em 
contínua elevação, e continuará a elevar-se “mais rápido que todos os outros 
grupos etários, por causa do declínio das taxas de fertilidade e da crescente 
longevidade”. 
Maria Helena J. M. de FREITAS pontua que, por causa da idade, milhões 
de pessoas idosas eram condenadas a viverem na pobreza, “ao invés de serem 
reconhecidas suas contribuições econômicas e sociais ativas às suas famílias, 
comunidades e sociedades como um todo”, sendo-lhe negados tratamentos de 
saúde e social adequados, concedendo-lhes, muitas vezes, tratamentos 
insuficientes para a sua condição de vida e saúde. 
Iluminados por todo este contexto, ainda que timidamente, a partir da 
Constituição Federal de 1988, começaram a aparecer no Brasil, no campo jurídico, 
10 
leis de proteção jurídica para a terceira idade. 
A primeira dificuldade a ser superada é identificar quem é considerada 
pessoa idosa e, capaz de exigir os vários direitos que possui, afirma Tania 
Margarete Mezzomo KEINERT ettall: 
 
No Brasil, considera-se idosa a pessoa com 60 anos ou mais (Leis 
n. 8.842/94 e n.10741/03), seguindo-se os padrões da Organização 
Mundial da Saúde (OMS). Apesar de muitas vezes predominar o 
preconceito e a discriminação contra esse grupo populacional, vemaumentando a consciência de que os idosos podem dar uma 
contribuição fundamental à construção de uma sociedade mais 
humana. 
 
Em suas normas, encontram-se preceitos amplamente debatidos pela 
sociedade, revelando um caráter protetivo dos direitos fundamentais dos 
idosos, cuja situação atual é extremamente precária: baixo valor da aposentadoria, 
altos custos dos remédios, dificuldade nos transportes e nas calçadas cheias de 
buracos, falta de moradia, saúde, lazer direcionado e educação em níveis de 
excelência. 
É tendência mundial a presença de populações cada vez mais 
envelhecidas, tornando intensa a Terceira Idade no cotidiano das civilizações. Aos 
poucos, a pirâmide etária brasileira vai se invertendo, embalada pela queda 
da natalidade, 
 
 
 
desenvolvimentos tecnológicos, avanços da medicina e, por incrível que 
pareça, pela melhora vagarosa na qualidade de vida, favorecendo o crescimento 
do número de idosos. 
Desta forma, o presente tema justifica-se pelo que o advento do Estatuto do 
Idoso representa uma mudança de paradigma, já que amplia o sistema protetivo 
desta camada da sociedade, caracterizando verdadeira ação afirmativa em prol da 
efetivação da igualdade material. É necessária a conscientização da população, 
no sentido de respeitar os direitos, a dignidade e a sabedoria de vida desta 
camada tão vulnerável e, até bem pouco tempo, desprezada da sociedade. 
Devemos cuidar dos idosos, fonte de sabedoria social e científica. 
 
 
11 
2 METODOLOGIA 
 
 
Para o estudo do tema se utilizará como metodologia uma revisão da 
literatura de natureza exploratória e qualitativa, a qual foi realizada em livros 
relacionados ao tema da pesquisa e em artigos publicados em bases de dados 
eletrônicas de acesso gratuito, como SciELO (Scientific Eletronic Library Online), 
Lilacs, Google acadêmico e sites relacionados ao tema. Além disso, se buscará 
referencial teórico em leis e documentos que tratam do idoso e seus direitos, 
principalmente o Estatuto do Idoso. 
A pesquisa bibliográfica é de fundamental importância porque consiste no 
primeiro passo de qualquer estudo, tanto em nível lato sensu como stricto sensu. 
É através de uma pesquisa bem feita que se torna possível a investigação de 
todos os dados de uma questão e, por conseguinte, oferece a fundamentação 
teórica para o problema (FIGUEIREDO; SOUZA, 2011). 
Partindo desse pressuposto, para se iniciar as buscas pelos artigos nas 
bases de dados supracitadas, serão utilizados os seguintes descritores: idoso, leis, 
direitos, sociedade. 
Foram adotados como critérios de inclusão para esta pesquisa apenas 
trabalhos indexados nas bases SciELO, Lilacs e Google Acadêmico, no período de 
2019 a 2023 e que foram redigidos na forma de artigo, teses e dissertações, bem 
como publicações que faziam referência ao idoso e a legislação para a pessoa 
idosa e que estavam disponíveis nas línguas portuguesa. E como critérios de 
exclusão todos os estudos disponibilizados em forma de resumo, com equívoco 
metodológico e que haviam se repetido por estarem em mais de uma base de 
dados e em língua estrangeira. 
 
 
 
 
 
 
 
12 
4 CRONOGRAMA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE 
 
 
MESES 
 
2023 
F
E
V
 
M
A
R
 
A
B
R
 
M
A
I 
J
U
N
 
J
U
L
 
A
G
O
 
S
E
T
 
O
U
T
 
N
O
V
 
D
E
Z
 
Escolha do Tema 
Elaboração do 
Projeto de pesquisa 
 
 
 
 
Coleta de Dados da 
Pesquisa 
 
Análise de Dados 
Elaboração do 
Relatório Final da 
Pesquisa 
 
Apresentação do 
TCC 
 
Elaboração do 
artigo científico 
 
13 
5. ORÇAMENTO 
 
 
 
ITEM PESSOAL Quantidade Valor 
Unitário 
Valor total 
Digitador 01 50.00 50.00 
Revisor 01 50.00 50.00 
Professor de Português 01 100,00 100,00 
Professor de Inglês 01 100,00 100,00 
MATERIAL DE CONSUMO 
Papel A4 02 Resmas 15.00 30,00 
Material Impresso 04 50,00 200,00 
Caneta 02 1.00 2,00 
Cartuchos de Tinta Preta 
para Impressora 
02 180 210 
Xerox 50 0,10 5,00 
Encadernação 04 2,50 10,00 
Grampeador 01 5,00 5,00 
Serviços de Internet 30,00 30,00 
TOTAL 657,00 
 
*Pesquisa financiada pelos pesquisadores
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
ALVES, Paulo Roberto Ramos; PILAU SOBRINHO, LitonLanes; MORANDINI, 
Jaqueline. Do constitucionalismo sanitário ao Estatuto do Idoso: o direito à 
saúde como aquisição evolutiva e suas formas de efetivação. RBCEH, v.5, n. 
2, 
p. 141-149, jul./dez. 2008 Passo Fundo RS, p. 140 
 
 
ÁVILA, Thiago Pierobom de. Novos Crimes, nova polêmica, in: Revista Reviva, 
ed. PRODIDE, 2004, v. 01, pp.33-38 
 
BARROS, Ricardo Paes; MENDONÇA, Rosane e SANTOS, Daniel. Incidência e 
Natureza da Pobreza entre Idosos no Brasil. In: CMARANO (org.). Muito Além 
dos 60: os novos idosos brasileiros, IPEA, Rio de Janeiro, 1999. pp. 221-250. 
 
CARBONI, Rosadélia Malheiros, REPPETTO, Maria Ângela. Uma reflexão sobre 
a assistência à saúde do idoso no Brasil. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 
09, 
n. 01, p. 251 – 260, 2007. Disponível em http://www.fen.ufg.br/revista/v9/n1/ 
v9n1a20.htm, p. 252 
 
COUTINHO, Alessandro Dantas. Efetivação do Direito à Saúde pelo Poder 
Judiciário. Dissertação de Mestrado em Direitos e Garantias Fundamentais. Vitória 
ES: FDV, 2007, p. 40. 
 
KEINERT, Tania Margarete Mezzomo; ROSA, Tereza Etsuko da Costa. Direitos 
Humanos, envelhecimento ativo e saúde da pessoa idosa: marco legal e 
institucional. Boletim do Instituto da Saúde BIS 47/ Abril 2009. 
NETTO, Matheus Papaléo. A velhice e o Envelhecimento em Visão 
Globalizada. 
São Paulo, Ed. Atheneu, 2002. 
 
 
NEVES, M.C.A., Vademecum do direito de família à luz do novo código 
http://www.fen.ufg.br/revista/v9/n1/
15 
civil. São Paulo: Editora Jurídica Brasileira, 2002. pág 596 - 599. 
 
 
 
RAMAYANA, Marcos. Estatuto do Idoso Comentado. Rio de Janeiro, Ed. Roma 
Victor, 2004. 
SARLET, I.W. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na 
constituição federal de 1988. Livraria do Advogado, Porto Alegre, 2001. p.60. 
 
STUCKELBERGER, Astrid. Direitos Humanos e Pessoas Idosas. NAÇÕES 
UNIDAS. Uma sociedade para todas as idades. Ano Internacional das 
Pessoas Idosas 1999. Genebra Suíça Centro de Informação das Nações Unidas 
para Portugal. Março de 2002, p. 6. 
 
SUXBERGER, Antônio Henrique Graciana. A Proteção Penal do Idoso na Lei 
10.741/03, in: Revista Reviva, ed. PRODIDE, 2004, v.01, pp.28-32. 
 
TELLES JUNIOR, A. In: Carvalho Junior, P.L. - O idoso e o direito de 
família. Disponível na Internet: http://www.direitodoidoso.com.br. Acesso em 
14/02/2016
 
 
 
http://www.direitodoidoso.com.br/

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