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2 
 
 
 
 
 
 
1 APOSTILA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
2 BLOCO 1 : LEGISLAÇÕES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 
 
2.1 Declaração de Salamanca _____________________________________ 4 
 
2.2 Educação Especial na -Perspectiva da Educação Inclusiva ________ 39 
 
2.3 DCNS para a Educação Especial________________________________41 
 
2.4 Educação Especial na LDB____________________________________56 
 
2.5 BNCC e Educação Especial ____________________________________58 
 
2.6 Educação Especial no PNE_____________________________________71 
 
2.7 Estatuto da Pessoa com Deficiência_____________________________74 
 
Bloco 2 : conhecimentos sobre educação especial e bilíngue de surdos 
 
2.8- EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDO_____________________________91 
 
 - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO_________________93 
 
- modalidade da educação especial________________________________95 
 
- modalidade educação bilíngue de surdos __________________________95 
 
-Acessibilidade Curricular e Plano do AEE___________________________96 
 
- AEE do Aluno com Deficiência Auditiva___________________________ 97 
 SUMÁRIO 
3 
 
 
 
 
AEE do Aluno com Deficiência Visual______________________________97 
 
AEE do Aluno com Deficiência Física_______________________________97 
 
 
AEE do Aluno com Deficiência Intelectual____________________________ 
 
AEE do Aluno com Altas Habilidades e Superdotação_________________ 
 
AEE do Aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento___________ 
 
 
Bloco 3: educação inclusiva e diversidade 
 
Educação Inclusiva ____________________________________________110 
 
Dificuldades de Aprendizagem e Distúrbios de Aprendizagem__________112 
 
Organização do Trabalho Pedagógico e Institucional _________________125 
 
Organização e Gestão Escolar __________________________________126 
 
 
Tecnologias da Informação e Comunicação______________________ 129 
 
Planejamento na perspectiva da educação inclusiva ________________ 
 
Educação para diversidade ____________________________________127 
 
 
Avaliação na perspectiva da educação inclusiva ___________________ 128 
 
Deficiência Visual e o Atendimento Educacional Especializado________144 
4 
 
 
 
 
Deficiência Intelectual e o Atendimento Educacional Especializado ___154 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reconvocando as várias declarações das Nações Unidas que culminaram no 
documento das Nações Unidas "Regras Padrões sobre Equalização de Oportunidades para 
Pessoas com Deficiências", o qual demanda que os Estados assegurem que a educação de 
pessoas com deficiências seja parte integrante do sistema educacional. 
 Notando com satisfação um incremento no envolvimento de governos, grupos 
de advocacia, comunidades e pais, e em particular de organizações de pessoas com 
deficiências, na busca pela melhoria do acesso à educação para a maioria daqueles 
cujas necessidades especiais ainda se encontram desprovidas; e reconhecendo como 
evidência para tal envolvimento a participação ativa do alto nível de representantes e de 
vários governos, agências especializadas, e organizações intergovernamentais naquela 
Conferência Mundial. 
 
 
 
 
Nós, os delegados da Conferência Mundial de Educação Especial, representando 88 
governos e 25 organizações internacionais em assembléia aqui em Salamanca, Espanha, 
entre 7 e 10 de junho de 1994, reafirmamos o nosso compromisso para com a Educação 
para Todos, reconhecendo a necessidade e urgência do providenciamento de educação 
para as crianças, jovens e adultos com necessidades educacionais especiais dentro do 
sistema regular de ensino e re-endossamos a Estrutura de Ação em Educação Especial, em 
que, pelo espírito de cujas provisões e recomendações governo e organizações sejam 
guiados. 
 DECLARAÇÃO DE SALAMANCA 
Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas 
Especiais 
 
 IDEPENDENTE DAS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS , 
A EDUCAÇÃO É DIREITO DE TODOS . 
6 
 
 
 
 
2. ACREDITAMOS E PROCLAMAMOS QUE: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas 
educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, 
independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais. 
• toda criança tem direito fundamental à educação, e 
deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem. 
 
• toda criança possui características, interesses, habilidades e 
 necessidades de aprendizagem que são únicas, 
 
• sistemas educacionais deveriam ser designados e programas 
 educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta 
 a vasta diversidade de tais características e necessidades, 
 
• aqueles com necessidades educacionais especiais devem 
ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma 
Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer a tais necessidades, 
 
• escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem 
 os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias 
criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e 
alcançando educação para todos; além disso, tais escolas provêem uma 
educação efetiva à maioria das crianças e aprimoram a eficiência e, em última 
instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional. 
 
7 
 
 
 
• adotem o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política, matriculando 
todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam fortes razões para agir de 
outra forma. 
• desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em países que 
possuam experiências de escolarização inclusiva. 
• estabeleçam mecanismos participatórios e descentralizados para planejamento, revisão e 
avaliação de provisão educacional para crianças e adultos com necessidades educacionais 
especiais. 
• encorajem e facilitem a participação de pais, comunidades e organizações de pessoas 
portadoras de deficiências nos processos de planejamento e tomada de decisão 
concernentes à provisão de serviços para necessidades educacionais especiais. 
• invistam maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem 
como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva. 
• garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de treinamento de 
professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a provisão de educação 
especial dentro das escolas inclusivas. 
4. Nós também congregamos a comunidade internacional; em particular, nós 
congregamos: - governos com programas de cooperação internacional, agências 
financiadoras internacionais, especialmente as responsáveis pela Conferência 
Mundial em Educação para Todos, UNESCO, UNICEF, UNDP e o Banco Mundial: 
• a endossar a perspectiva de escolarização inclusiva e apoiar o desenvolvimento da 
educação especial como parte integrante de todos os programas educacionais; 
• As Nações Unidas e suas agências especializadas, em particular a ILO, WHO, 
UNESCO e UNICEF: 
• a reforçar seus estímulos de cooperação técnica, bem como reforçar suas 
cooperações e redes de trabalho para um apoio mais eficaz à já expandida e integrada 
provisão em educação especial; 
• organizações não-governamentaisenvolvidas na programação e entrega de 
serviço nos países; 
• a reforçar sua colaboração com as entidades oficiais nacionais e intensificar o 
envolvimento crescente delas no planejamento, implementação e avaliação de provisão em 
educação especial que seja inclusiva; 
• UNESCO, enquanto a agência educacional das Nações Unidas; 
8 
 
 
 
• a assegurar que educação especial faça parte de toda discussão que lide com 
educação para todos em vários foros; 
• a mobilizar o apoio de organizações dos profissionais de ensino em questões 
relativas ao aprimoramento do treinamento de professores no que diz respeito a 
necessidade educacionais especiais. 
• a estimular a comunidade acadêmica no sentido de fortalecer pesquisa, redes 
de trabalho e o estabelecimento de centros regionais de informação e documentação e da 
mesma forma, a servir de exemplo em tais atividades e na disseminação dos resultados 
específicos e dos progressos alcançados em cada país no sentido de realizar o que almeja a 
presente Declaração. 
• a mobilizar FUNDOS através da criação (dentro de seu próximo Planejamento a 
Médio Prazo. 1996-2000) de um programa extensivo de escolas inclusivas e programas de 
apoio comunitário, que permitiriam o lançamento de projetos-piloto que demonstrassem 
novas formas de disseminação e o desenvolvimento de indicadores de necessidade e de 
provisão de educação especial. 
 5. Por último, expressamos nosso caloroso reconhecimento ao governo da Espanha e à 
UNESCO pela organização da Conferência e demandamo-lhes realizarem todos os esforços 
no sentido de trazer esta Declaração e sua relativa Estrutura de Ação da comunidade 
mundial, especialmente em eventos importantes tais como o Tratado 
Mundial de Desenvolvimento Social ( em Kopenhagen, em 1995) e a Conferência 
Mundial sobre a Mulher (em Beijing, e, 1995). Adotada por aclamação na cidade de 
Salamanca, Espanha, neste décimo dia de junho de 1994. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO 
DE 
SALAMANCA 
 DOCUMENTO 
Fornece diretrizes para 
a reorganização da 
política social e 
educacional importante 
retomar o debate sobre 
as conseqüências e 
encaminhamento dos 
princípios básicos de 
formulação. 
Refere –se a 
todos que 
necessitam de 
educação 
especializada 
em algum 
ponto durante 
a sua 
Estrutura e fornece uma base 
sólida para o processo de 
integração da escola inclusiva 
com base no amparo de 
pessoas portadoras de 
deficiência . 
CONFERENCIA MUNDIAL EM 
1994 
Estabeleceu como princípio 
norteador a integração desses 
segmentos estudantil ao ensino 
regular. 
NECESSIDADES 
EDUCACIONAIS 
ESPECIAIS 
9 
 
 
 
 
 
 
 Introdução 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1.Esta Estrutura de Ação em Educação Especial foi adotada pela conferencia 
Mundial em Educação Especial organizada pelo governo da Espanha em cooperação com 
a UNESCO, realizada em Salamanca entre 7 e 10 de junho de 1994. Seu objetivo é 
informar sobre políticas e guias ações governamentais, de organizações internacionais ou 
agências nacionais de auxílio, organizações não- governamentais e outras instituições na 
implementação da Declaração de Salamanca sobre princípios, Política e prática em 
Educação Especial. A Estrutura de Ação baseia-se fortemente na experiência dos países 
participantes e também nas resoluções, recomendações e publicações do sistema das 
Nações Unidas e outras organizações inter-governamentais, especialmente o documento 
"Procedimentos-Padrões na Equalização de Oportunidades para pessoas Portadoras de 
Deficiência . Tal Estrutura de Ação também leva em consideração as propostas, direções e 
recomendações originadas dos cinco seminários regionais preparatórios da Conferência 
Mundial. 
 
• 2.O direito de cada criança a educação é proclamado na 
Declaração Universal de Direitos Humanos e foi fortemente reconfirmado pela 
Declaração Mundial sobre Educação para Todos. Qualquer pessoa portadora 
de deficiência tem o direito de expressar seus desejos com relação à sua 
educação, tanto quanto estes possam ser realizados. Pais possuem o direito 
inerente de serem consultados sobre a forma de educação mais apropriadas 
às necessidades, circunstâncias e aspirações de suas crianças. 
 
 
 
 
10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 3.O princípio que orienta esta Estrutura é o de que escolas 
deveriam acomodar todas as crianças independentemente de suas 
condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingüísticas ou outras. 
 
 
Aquelas deveriam incluir crianças deficientes e super-dotadas, crianças de 
rua e que trabalham, crianças de origem remota ou de população nômade, 
crianças pertencentes a minorias lingüísticas, étnicas ou culturais, e crianças 
de outros grupos desavantajados ou marginalizados. 
Muitas crianças experimentam dificuldades de aprendizagem e 
portanto possuem necessidades educacionais especiais em algum ponto 
durante a sua escolarização. Escolas devem buscar formas de educar tais 
crianças bem-sucedidamente, incluindo aquelas que possuam desvantagens 
severas. Existe um consenso emergente de que crianças e jovens com 
necessidades educacionais especiais devam ser incluídas em arranjos 
educacionais feitos para a maioria das crianças. Isto levou ao conceito de 
escola inclusiva. 
 
O desafio que confronta a escola inclusiva é no que diz respeito ao 
desenvolvimento de uma pedagogia centrada na criança e capaz de bem- 
sucedidamente educar todas as crianças, incluindo aquelas que possuam 
desvantagens severa. O mérito de tais escolas não reside somente no fato 
de que elas sejam capazes de prover uma educação de alta qualidade a 
todas as crianças: o estabelecimento de tais escolas é um passo crucial no 
sentido de modificar atitudes discriminatórias, de criar comunidades 
acolhedoras e de desenvolver uma sociedade inclusiva. 
 
Tais condições geram uma variedade de diferentes desafios aos sistemas 
escolares. No contexto desta Estrutura, o termo "necessidades 
educacionais especiais" refere-se a todas aquelas crianças ou jovens 
cujas necessidades educacionais especiais se originam em função de 
deficiências ou dificuldades de aprendizagem. 
11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 4. Educação Especial incorpora os mais do que comprovados princípios de 
uma forte pedagogia da qual todas as crianças possam se beneficiar. Ela assume que as 
diferenças humanas são normais e que, em consonância com a aprendizagem de ser 
adaptada às necessidades da criança, ao invés de se adaptar a criança às assunções pré-
concebidas a respeito do ritmo e da natureza do processo de aprendizagem. Uma 
pedagogia centrada na criança é beneficial a todos os estudantes e, consequentemente, à 
sociedade como um todo. A experiência tem demonstrado que tal pedagogia pode 
consideravelmente reduzir a taxa de desistência e repetência escolar (que são tão 
características de tantos sistemas educacionais) e ao mesmo tempo garantir índices médios 
mais altos de rendimento escolar. Uma pedagogia centrada na criança pode impedir o 
desperdício de recursos e o enfraquecimento de esperanças, tão freqüentemente 
conseqüências de uma instrução de baixa qualidade e de uma mentalidade educacional 
baseada na idéia de que "um tamanho serve a todos". Escolas centradas na criança são 
além do mais a base de treino para uma sociedade baseada no povo, que respeita tanto as 
diferenças quanto a dignidade de todos os seres humanos. Uma mudança de perspectiva 
social é imperativa. Por um tempo demasiadamente longo os problemas das pessoas 
portadoras de deficiências têm sido compostos por uma sociedade que inabilita, que tem 
prestado mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais de tais pessoas. 
 
O desafio que confronta a escola inclusivaé no que diz respeito 
ao desenvolvimento de uma pedagogia centrada na criança e capaz de 
bem- sucedidamente educar todas as crianças, incluindo aquelas que 
possuam desvantagens severa. O mérito de tais escolas não reside 
somente no fato de que elas sejam capazes de prover uma educação de 
alta qualidade a todas as crianças: o estabelecimento de tais escolas é um 
passo crucial no sentido de modificar atitudes discriminatórias, de criar 
comunidades acolhedoras e de desenvolver uma sociedade inclusiva. 
 
12 
 
 
 
 
 
 l.Novo pensar em educação especial 
II. Orientações para a ação em nível nacional: 
 
 
 
 
 
 
 
 
III. Orientações para ações em níveis regionais e internacionais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A. Política e Organização 
B. Fatores Relativos à Escola 
C. Recrutamento e Treinamento de Educadores 
D. Serviços Externos de Apoio 
E. Áreas Prioritárias 
F. Perspectivas Comunitárias 
G. Requerimentos Relativos a Recursos 
 
5. Esta Estrutura de Ação compõe-se das seguintes seções: 
 
• 6. A tendência em política social durante as duas últimas décadas tem sido a 
de promover integração e participação e de combater a exclusão. Inclusão e participação 
são essenciais à dignidade humana e ao desfrutamento e exercício dos direitos humanos. 
Dentro do campo da educação, isto se reflete no desenvolvimento de estratégias que 
procuram promover a genuína equalização de oportunidades. Experiências em vários 
países demonstram que a integração de crianças e jovens com necessidades 
educacionais especiais é melhor alcançada dentro de escolas inclusivas, que servem a 
todas as crianças dentro da comunidade. É dentro deste contexto que aqueles com 
necessidades educacionais especiais podem atingir o máximo progresso educacional e 
integração social. Ao mesmo tempo em que escolas inclusivas provêem um ambiente 
favorável à aquisição de igualdade de oportunidades e participação total, o sucesso delas 
requer um esforço claro, não somente por parte dos professores e dos profissionais na 
escola, mas também por parte dos colegas, pais, famílias e voluntários. A reforma das 
instituições sociais não constitui somente um tarefa técnica, ela depende, acima de tudo, 
de convicções, compromisso e disposição dos indivíduos que compõem a sociedade. 
 
 
13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 8. Dentro das escolas inclusivas, crianças com necessidades educacionais 
especiais deveriam receber qualquer suporte extra requerido para assegurar uma educação 
efetiva. Educação inclusiva é o modo mais eficaz para construção de solidariedade entre 
crianças com necessidades educacionais especiais e seus colegas. O encaminhamento de 
crianças a escolas especiais ou a classes especiais ou a sessões especiais dentro da escola 
• 7. Principio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças 
devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer 
dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e 
responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e 
ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade à todos através de um 
currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e 
parceria com as comunidades. Na verdade, deveria existir uma continuidade de serviços e 
apoio proporcional ao contínuo de necessidades especiais encontradas dentro da escola. 
 
 
 
PERFIL DO 
ALUNO 
AUTONOMIA E 
FLEXIBILIDADE 
CURRÍCULAR 
PROMOÇÃO 
DO SUCESSO 
ESCOLAR 
AVALIAÇÃO 
APRENDIZAGEM 
ESSENCIAIS ( AE) 
ESCOLA 
INCLUSIVA 
 
14 
 
 
 
em caráter permanente deveriam constituir exceções, a ser recomendado somente naqueles 
casos infreqüentes onde fique claramente demonstrado que a educação na classe regular 
seja incapaz de atender às necessidades educacionais ou sociais da criança ou quando 
sejam requisitados em nome do bem-estar da criança ou de outras crianças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 9. A situação com respeito à educação especial varia enormemente de um país a 
outro. Existem por exemplo, países que possuem sistemas de escolas especiais fortemente 
estabelecidos para aqueles que possuam impedimentos específicos. Tais escolas especais 
podem representar um valioso recurso para o desenvolvimento de escolas inclusivas. Os 
profissionais destas instituições especiais possuem nível de conhecimento necessário à 
identificação precoce de crianças portadoras de deficiências. Escolas especiais podem servir 
como centro de treinamento e de recurso para os profissionais das escolas regulares. 
Finalmente, escolas especiais ou unidades dentro das escolas inclusivas podem continuar a 
prover a educação mais adequada a um número relativamente pequeno de crianças 
portadoras de deficiências que não possam ser adequadamente atendidas em classes ou 
escolas regulares. Investimentos em escolas especiais existentes deveriam ser canalizados a 
este novo e amplificado papel de prover apoio profissional às escolas regulares no sentido de 
atender às necessidades educacionais especiais. Uma importante contribuição às escolas 
regulares que os profissionais das escolas especiais podem fazer refere-se à provisão de 
métodos e conteúdos curriculares às necessidades individuais dos alunos. 
 
• 10. Países que possuam poucas ou nenhuma escolas especial seriam em geral, 
fortemente aconselhados a concentrar seus esforços no desenvolvimento de escolas 
inclusivas e serviços especializados - em especial, provisão de treinamento de professores 
em educação especial e estabelecimento de recursos adequadamente equipados e 
assessorados, para os quais as escolas pudessem se voltar quando precisassem de apoio - 
deveriam tornar as escolas aptas a servir à vasta maioria de crianças e jovens. A 
experiência, principalmente em países em desenvolvimento, indica que o alto custo de 
escolas especiais significa na prática, que apenas uma pequena minoria de alunos, em geral 
uma elite urbana, se beneficia delas. 
 
15 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A vasta maioria de alunos com necessidades especiais, especialmente nas 
áreas rurais, é consequentemente, desprovida de serviços. De fato, em muitos países em 
desenvolvimento, estima-se que menos de um por cento das crianças com necessidades 
educacionais especiais são incluídas na provisão existente. Além disso, a experiência 
sugere que escolas inclusivas, servindo a todas as crianças numa comunidade são mais 
bem sucedidas em atrair apoio da comunidade e em achar modos imaginativos e 
inovadores de uso dos limitados recursos que sejam disponíveis. Planejamento 
educacional da parte dos governos, portanto, deveria ser concentrado em educação para 
todas as pessoas, em todas as regiões do país e em todas as condições econômicas, 
através de escolas públicas e privadas. 
 
• 11. Existem milhões de adultos com deficiências e sem acesso sequer aos 
rudimentos de uma educação básica, principalmente nas regiões em desenvolvimento 
no mundo, justamente porque no passado uma quantidade relativamente pequena de 
crianças com deficiências obteve acesso à educação. Portanto, um esforço concentrado 
é requerido no sentido de se promover a alfabetização e o aprendizado da matemática e 
de habilidades básicas às pessoas portadoras de deficiências através de programas de 
educação de adultos. Também é importante que se reconheça que mulheres têm 
freqüentemente sido duplamente desavantajadas, com preconceitos sexuais compondo 
as dificuldades 
 causadas pelas suas deficiências. Mulheres e homens deveriam possuir a mesma 
 influência no delineamento de programas educacionais e as mesmas oportunidades de 
se beneficiaremde tais. Esforços especiais deveriam ser feitos no sentido de se 
encorajar a participação de meninas e mulheres com deficiências em programas 
educacionais. 
 
• 12. Esta estrutura pretende ser um guia geral ao planejamento de ação em 
educação especial. Tal estrutura, evidentemente, não tem meios de dar conta da enorme 
variedade de situações encontradas nas diferentes regiões e países do mundo e deve 
desta maneira, ser adaptada no sentido ao requerimento e circunstâncias locais. Para que 
seja efetiva, ela deve ser complementada por ações nacionais, regionais e locais 
inspirados pelo desejo político e popular de alcançar educação para todos. 
 • 13. Educação integrada e reabilitação comunitária representam abordagens 
complementares àqueles com necessidades especiais. Ambas se baseiam nos princípios 
de inclusão, integração e participação e representam abordagens bem testadas e 
financeiramente efetivas para promoção de igualdade de acesso para aqueles com 
necessidades educacionais especiais como parte de uma estratégia nacional que objetive 
o alcance de educação para todos. Países são convidados a considerar as seguintes 
ações concernentes a política e organização de seus sistemas educacionais. 
 
16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LEVAR CRIANÇAS COM 
DEFICIENCIAS PARA O 
ESPAÇO ESCOLAR MAS EM 
ESPAÇO ESPECIFICO CLASSE 
ESPECIAL. 
INTEGRAÇÃO 
INCLUSÃO 
TODAS AS CRIANÇAS TEM 
DIREITO À ESCOLA DE SUA 
COMUNIDADE. 
• 14. Legislação deveria reconhecer o princípio de igualdade de oportunidade para crianças, 
jovens e adultos com deficiências na educação primária, secundária e terciária, sempre que 
possível em ambientes integrados. 
 
• 14. Legislação deveria reconhecer o princípio de igualdade de oportunidade para crianças, 
jovens e adultos com deficiências na educação primária, secundária e terciária, sempre que 
possível em ambientes integrados. 
 
 • 15. Medidas Legislativas paralelas e complementares deveriam ser adotadas nos campos 
da saúde, bem-estar social, treinamento vocacional e trabalho no sentido de promover apoio 
e gerar total eficácia à legislação educacional. 
 
 • 16. Políticas educacionais em todos os níveis, do nacional ao local, deveriam estipular 
que a criança portadora de deficiência deveria freqüentar a escola de sua vizinhança: ou 
seja, a escola que seria freqüentada caso a criança não portasse nenhuma deficiência. 
Exceções à esta regra deveriam ser consideradas individualmente, caso-por-caso, em 
casos em que a educação em instituição especial seja requerida. 
 
17 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 17. A prática de desmarginalização de crianças portadoras de deficiência deveria ser 
parte integrante de planos nacionais que objetivem atingir educação para todos. Mesmo 
naqueles casos excepcionais em que crianças sejam colocadas em escolas especiais, a 
educação dela não precisa ser inteiramente segregada. Freqüência em regime não-
integral nas escolas regulares deveria ser encorajada. Provisões necessárias deveriam 
também ser feitas no sentido de assegurar inclusão de jovens e adultos com necessidade 
especiais em educação secundária e superior bem como em programa de treinamento. 
Atenção especial deveria ser dada à garantia da igualdade de acesso e oportunidade para 
meninas e mulheres portadoras de deficiências. 
 
• 18. Atenção especial deveria ser prestada às necessidades das crianças e jovens com 
deficiências múltiplas ou severas. Eles possuem os mesmos direitos que outros na 
comunidade, à obtenção de máxima independência na vida adulta e deveriam ser 
educados neste sentido, ao máximo de seus potenciais. 
 
 
• 19. Políticas educacionais deveriam levar em total consideração as diferenças e 
situações individuais. A importância da linguagem de signos como meio de comunicação 
entre os surdos, por exemplo, deveria ser reconhecida e provisão deveria ser feita no 
sentido de garantir que todas as pessoas surdas tenham acesso a educação em sua 
língua nacional de signos. Devido às necessidades particulares de comunicação dos 
surdos e das pessoas surdas/cegas, a educação deles pode ser mais adequadamente 
provida em escolas especiais ou classes especiais e unidades em escolas regulares. 
 
• 20. Reabilitação comunitária deveria ser desenvolvida como parte de uma estratégia 
global de apoio a uma educação financeiramente efetiva e treinamento para pessoas 
com necessidade educacionais especiais. Reabilitação comunitária deveria ser vista 
como uma abordagem específica dentro do desenvolvimento da comunidade 
objetivando a reabilitação, equalização de oportunidades e integração social de todas 
as pessoas portadoras de deficiências; deveria ser implementada através de esforços 
combinados entre as pessoas portadoras de deficiências, suas famílias e comunidades 
e os serviços apropriados de educação, saúde, bem- estar e vocacional. 
 
18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 21. Ambos os arranjos políticos e de financiamento deveriam encorajar e facilitar o 
desenvolvimento de escolas inclusivas. Barreiras que impeçam o fluxo de 
movimento da escola especial para a regular deveriam ser removidas e uma estrutura 
administrativa comum deveria ser organizada. Progresso em direção à inclusão deveria 
ser cuidadosamente monitorado através do agrupamento de estatísticas capazes de 
revelar o número de estudantes portadores de deficiências que se beneficiam dos 
recursos, know-how e equipamentos direcionados à educação especial bem como o 
número de estudantes com necessidades educacionais especiais matriculados nas 
escolas regulares. 
 
• 22. Coordenação entre autoridades educacionais e as responsáveis pela saúde, 
trabalho e assistência social deveria ser fortalecida em todos os níveis no sentido de 
promover convergência e complementariedade, Planejamento e coordenação também 
deveriam levar em conta o papel real e o potencial que agências semi- públicas e 
organizações não-governamentais podem ter. Um esforço especial necessita ser feito no 
sentido de se atrair apoio comunitário à provisão de serviços educacionais especiais. 
 
• 23. Autoridades nacionais têm a responsabilidade de monitorar financiamento externo 
à educação especial e trabalhando em cooperação com seus parceiros internacionais, 
assegurar que tal financiamento corresponda às prioridades nacionais e políticas que 
objetivem atingir educação para todos. Agências bilaterais e multilaterais de auxílio , 
por sua parte, deveriam considerar cuidadosamente as políticas nacionais com respeito 
à educação especial no planejamento e implementação de programas em educação e 
áreas relacionadas. 
 
• 24. o desenvolvimento de escolas inclusivas que ofereçam serviços a uma 
grande variedade de alunos em ambas as áreas rurais e urbanas requer a 
articulação de uma política clara e forte de inclusão junto com provisão financeira 
adequada – um esforço eficaz de informação pública para combater o preconceito 
e criar atitudes informadas e positivas - um programa extensivo de orientação e 
treinamento profissional - e a provisão de serviços de apoio necessários. 
 
19 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mudanças em todos os seguintes aspectos da escolarização, assim como em 
muitos outros, são necessárias para a contribuição de escolas inclusivas bem-
sucedidas: currículo, prédios, organização escolar, pedagogia, avaliação, 
pessoal, filosofia da escola e atividades extra-curriculares. 
 
• 25. Muitas das mudanças requeridas não se relacionam exclusivamente à 
inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais. Elas fazem 
parte de um reforma maisampla da educação, necessária para o 
aprimoramento da qualidade e relevância da educação, e para a promoção de 
níveis de rendimento escolar superiores por parte de todos os estudantes. A 
Declaração Mundial sobre Educação para Todos enfatizou a necessidade de 
uma abordagem centrada na criança objetivando a garantia de uma 
escolarização bem-sucedida para todas as crianças. A adoção de sistemas 
mais flexíveis e adaptativos, capazes de mais largamente levar em 
consideração as diferentes necessidades das crianças irá contribuir tanto para 
o sucesso educacional quanto para a inclusão. As seguintes orientações 
enfocam pontos a ser considerados na integração de crianças com 
necessidades educacionais especiais em escolas inclusivas. Flexibilidade 
Curricular. 
 
• 26. O currículo deveria ser adaptado às necessidades das crianças, e não vice-versa. 
Escolas deveriam, portanto, prover oportunidades curriculares que sejam apropriadas a 
criança com habilidades e interesses diferentes. 
 
• 27. Crianças com necessidades especiais deveriam receber apoio instrucional adicional no 
contexto do currículo regular, e não de um currículo diferente. O princípio regulador deveria 
ser o de providenciar a mesma educação a todas as crianças, e também prover assistência 
adicional e apoio às crianças que assim o requeiram. 
 
• 28. A aquisição de conhecimento não é somente uma questão de instrução formal e 
teórica. O conteúdo da educação deveria ser voltado a padrões superiores e às 
necessidades dos indivíduos com o objetivo de torná-los aptos a participar totalmente no 
desenvolvimento. O ensino deveria ser relacionado às experiências dos alunos e a 
preocupações práticas no sentido de melhor motivá-los. 
 
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• 29. Para que o progresso da criança seja acompanhado, formas de avaliação deveriam ser 
revistas. Avaliação formativa deveria ser incorporada no processo educacional regular no 
sentido de manter alunos e professores informados do controle da aprendizagem adquirida, 
bem como no sentido de identificar dificuldades e auxiliar os alunos a superá-las. 
• 30. Para crianças com necessidades educacionais especiais uma rede contínua de apoio 
deveria ser providenciada, com variação desde a ajuda mínima na classe regular até 
programas adicionais de apoio à aprendizagem dentro da escola e expandindo, conforme 
necessário, à provisão de assistência dada por professores especializados e pessoal de 
apoio externo. 
• 31. Tecnologia apropriada e viável deveria ser usada quando necessário para aprimorar a 
taxa de sucesso no currículo da escola e para ajudar na comunicação, mobilidade e 
aprendizagem. Auxílios técnicos podem ser oferecidos de modo mais econômico e efetivo se 
eles forem providos a partir de uma associação central em cada localidade, aonde haja 
know-how que possibilite a conjugação de necessidades individuais e assegure a 
manutenção. 
 
• 32. Capacitação deveria ser originada e pesquisa deveria ser levada a cabo em níveis 
nacional e regional no sentido de desenvolver sistemas tecnológicos de apoio apropriados à 
educação especial. Estados que tenham ratificado o Acordo de Florença deveriam ser 
encorajados a usar tal instrumento no sentido de facilitar a livre circulação de materiais e 
equipamentos às necessidades das pessoas com deficiências. Da mesma forma, Estados 
que ainda não tenham aderido ao Acordo ficam convidados a assim fazê-lo para que se 
facilite a livre circulação de serviços e bens de natureza educacional e cultural. Administração 
da Escola. 
 
• 33. Administradores locais e diretores de escolas podem ter um papel significativo quanto a 
fazer com que as escolas respondam mais às crianças com necessidades educacionais 
especiais desde de que a eles sejam fornecidos a devida autonomia e adequado treinamento 
para que o possam fazê-lo. Eles (administradores e diretores) deveriam ser convidados a 
desenvolver uma administração com procedimentos mais flexíveis, a reaplicar recursos 
instrucionais, a diversificar opções de aprendizagem, a mobilizar auxílio individual, a oferecer 
apoio aos alunos experimentando dificuldades e a desenvolver relações com pais e 
comunidades, Uma administração escolar bem sucedida depende de um envolvimento ativo 
e reativo de professores e do pessoal e do desenvolvimento de cooperação efetiva e de 
trabalho em grupo no sentido de atender as necessidades dos estudantes. 
21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 34. Diretores de escola têm a responsabilidade especial de promover atitudes positivas 
através da comunidade escolar e via arranjando uma cooperação efetiva entre professores de 
classe e pessoal de apoio. Arranjos apropriados para o apoio e o exato papel a ser assumido 
pelos vários parceiros no processo educacional deveria ser decidido através de consultoria e 
negociação. 
• 35. Cada escola deveria ser uma comunidade coletivamente responsável pelo sucesso ou 
fracasso de cada estudante. O grupo de educadores, ao invés de professores 
individualmente, deveria dividir a responsabilidade pela educação de crianças com 
necessidades especiais. Pais e voluntários deveriam ser convidados assumir participação 
ativa no trabalho da escola. Professores, no entanto, possuem um papel fundamental 
enquanto administradores do processo educacional, apoiando as crianças através do uso de 
recursos disponíveis, tanto dentro como fora da sala de aula. Informação e Pesquisa. 
• 36. A disseminação de exemplos de boa prática ajudaria o aprimoramento do ensino e 
aprendizagem. Informação sobre resultados de estudos que sejam relevantes também seria 
valiosa. A demonstração de experiência e o desenvolvimento de centros de informação 
deveriam receber apoio a nível nacional, e o acesso a fontes de informação deveria ser 
ampliado. 
 
• 37. A educação especial deveria ser integrada dentro de programas de instituições de 
pesquisa e desenvolvimento e de centros de desenvolvimento curricular. Atenção especial 
deveria ser prestada nesta área, a pesquisa-ação locando em estratégias inovadoras de 
ensino-aprendizagem. professores deveriam participar ativamente tanto na ação quanto na 
reflexão envolvidas em tais investigações. Estudos-piloto e estudos de profundidade 
deveriam ser lançados para auxiliar tomadas de decisões e para prover orientação futura. 
Tais experimentos e estudos deveriam ser levados a cabo numa base de cooperação entre 
vários países. 
 
22 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 47. A provisão de serviços de apoio é de fundamental importância para o 
sucesso de políticas educacionais inclusivas. Para que se assegure que, em todos os níveis, 
serviços externos sejam colocados à disposição de crianças com necessidades especiais, 
autoridades educacionais deveriam considerar o seguinte: 
 
C. RECRUTAMENTO E TREINAMENTO DE EDUCADORES 
 
• 38. Preparação apropriada de todos os educadores constitui-se um fator chave 
na promoção de progresso no sentido do estabelecimento de escolas inclusivas. As 
seguintes ações poderiam ser tomadas. Além disso, a importância do recrutamento de 
professores que possam servir como modelo para crianças portadoras de deficiências 
torna-se cada vez mais reconhecida. 
 
• 39. Treinamento pré-profissional deveria fornecer a todos os estudantes de 
pedagogia de ensino primário ou secundário, orientação positiva frente à deficiência, 
desta forma desenvolvendo um entendimento daquilo que pode ser alcançado nas 
escolas através dos serviços de apoio disponíveis na localidade. O conhecimento e 
habilidades requeridas dizem respeito principalmente à boa prática de ensino e incluem a 
avaliação de necessidades especiais, adaptação do conteúdo curricular, utilização de 
tecnologia deassistência, individualização de procedimentos de ensino no sentido de 
abarcar uma variedade maior de habilidades, etc. Nas escolas práticas de treinamento de 
professores, atenção especial deveria ser dada à preparação de todos os professores 
para que exercitem sua autonomia e apliquem suas habilidades na adaptação do 
currículo e da instrução no sentido de atender as necessidades especiais dos alunos, 
bem como no sentido de colaborar com os especialistas e cooperar com os pais. 
 
23 
 
 
 
• 48. Apoio às escolas regulares deveria ser providenciado tanto pelas instituições 
de treinamento de professores quanto pelo trabalho de campo dos profissionais das escolas 
especiais. Os últimos deveriam ser utilizados cada vez mais como centros de recursos para 
as escolas regulares, oferecendo apoio direto aquelas crianças com necessidades 
educacionais especiais. Tanto as instituições de treinamento como as escolas especiais 
podem prover o acesso a materiais e equipamentos, bem como o treinamento em 
estratégias de instrução que não sejam oferecidas nas escolas regulares. 
• 49. O apoio externo do pessoal de recurso de várias agências, departamentos e 
instituições, tais como professor-consultor, psicólogos escolares, fonoaudiólogos e 
terapeutas ocupacionais, etc.., deveria ser coordenado em nível local. O agrupamento de 
escolas tem comprovadamente se constituído numa estratégia útil na mobilização de 
recursos educacionais bem como no envolvimento da comunidade. Grupos de escolas 
poderiam ser coletivamente responsáveis pela provisão de serviços a alunos com 
necessidades educacionais especiais em suas áreas e (a tais grupos de escolas) poderia 
ser dado o espaço necessário para alocarem os recursos conforme o requerido. Tais 
arranjos também deveriam envolver serviços não educacionais. De fato, a experiência 
sugere que serviços educacionais se beneficiariam significativamente caso maiores esforços 
fossem feitos para assegurar o ótimo uso de todo o conhecimento e recursos disponíveis. 
 
 
• 50. A integração de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais 
seria mais efetiva e bem-sucedida se consideração especial fosse dada a planos de 
desenvolvimento educacional nas seguintes áreas: educação infantil, para garantir a 
educabilidade de todas as crianças: transição da educação para a vida adulta do trabalho e 
educação de meninas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 51. O sucesso de escolas inclusivas depende em muito da identificação precoce, 
avaliação e estimulação de crianças pré- escolares com necessidades educacionais 
especiais. Assistência infantil e programas educacionais para crianças até a idade de 6 
anos deveriam ser desenvolvidos e/ou reorientados no sentido de promover o 
desenvolvimento físico, intelectual e social e a prontidão para a escolarização. Tais 
programas possuem um grande valor econômico para o indivíduo, a família e a sociedade 
na prevenção do agravamento de condições que inabilitam a criança. Programas neste 
nível deveriam reconhecer o princípio da inclusão e ser desenvolvidos de uma maneira 
abrangente, através da combinação de atividades pré-escolares e saúde infantil. 
 
• 52. Vários países têm adotado políticas em favor da educação infantil, tanto através do 
apoio no desenvolvimento de jardins de infância e pré-escolas, como pela organização de 
informação às famílias e de atividades de conscientização em colaboração com serviços 
comunitários (saúde, cuidados maternos e infantis) com escolas e com associações locais 
de famílias ou de mulheres. 
 
 
• 53. Jovens com necessidades educacionais especiais deveriam ser auxiliados no 
sentido de realizarem uma transição efetiva da escola para o trabalho. Escolas deveriam 
auxiliá-los a se tornarem economicamente ativos e provê-los com as habilidades necessárias 
ao cotidiano da vida, oferecendo treinamento em habilidades que correspondam às demandas 
sociais e de comunicação e às expectativas da vida adulta. Isto implica em tecnologias 
adequadas de treinamento, incluindo experiências diretas em situações da vida real, fora da 
escola. 
 
25 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• 54. Meninas portadoras de deficiências encontram-se em dupla desvantagem. 
Um esforço especial se requer no sentido de se prover treinamento e educação para 
meninas com necessidades educacionais especiais. Além de ganhar acesso a escola, 
meninas portadoras de deficiências deveriam ter acesso à informação, orientação e modelos 
que as auxiliem a fazer escolhas realistas e as preparem para desempenharem seus futuros 
papéis enquanto mulheres adultas. Educação de Adultos e Estudos Posteriores 
• 55. Pessoas portadoras de deficiências deveriam receber atenção especial 
quanto ao desenvolvimento e implementação de programas de educação de adultos e de 
estudos posteriores. Pessoas portadoras de deficiências deveriam receber prioridade de 
acesso à tais programas. Cursos especiais também poderiam ser desenvolvidos no sentido 
de atenderem às necessidades e condições de diferentes grupos de adultos portadores de 
deficiência. 
possam assumir 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O currículo para estudantes mais maduros e com necessidades educacionais especiais 
deveria incluir programas específicos de transição, apoio de entrada para a educação 
superior sempre que possível e conseqüentetreinamento vocacional que os prepare a 
funcionar independentemente enquanto membros contribuintes em suas comunidades e 
após o término da escolarização. Tais atividades deveria ser levadas a cabo com o 
envolvimento ativo de aconselhadores vocacionais, oficinas de trabalho, associações de 
profissionais, autoridades locais e seus respectivos serviços e agências. 
26 
 
 
 
• 68. O desenvolvimento de escolas inclusivas como o modo mais efetivo de 
atingir a educação para todos deve ser reconhecido como uma política governamental chave 
e dado o devido privilégio na pauta de desenvolvimento da nação. É somente desta maneira 
que os recursos adequados podem ser obtidos. Mudanças nas políticas e prioridades podem 
acabar sendo inefetivas a menos que um mínimo de recursos requeridos seja providenciado. 
O compromisso político é necessário, tanto a nível nacional como comunitário. Para que se 
obtenha recursos adicionais e para que se re-empregue os recursos já existentes. Ao 
mesmo tempo em que as comunidades devem desempenhar o papel- chave de desenvolver 
escolas inclusivas, apoio e encorajamento aos governos também são essenciais ao 
desenvolvimento efetivo de soluções viáveis. 
• 69. A distribuição de recursos às escolas deveria realisticamente levar em 
consideração as diferenças em gastos no sentido de se prover educação apropriada para 
todas as crianças que possuem habilidades diferentes. Um começo realista poderia ser o de 
apoiar aquelas escolas que desejam promover 
projetos-piloto que objetivem testar abordagens eoriginar capacitação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
1) 2021 - Natividade da Serra/SP - Prof. Educação Especial. 
A Declaração de Salamanca é considerada inovadora porque, conforme diz seu próprio 
texto, ela “...proporcionou uma oportunidade única de colocação da educação especial 
dentro da estrutura de “educação para todos” firmada em 1990 (...) promoveu uma 
plataforma que afirma o princípio e a discussão da prática de garantia da inclusão das 
crianças com necessidades educacionais especiais nestas iniciativas e a tomada de seus 
lugares de direito numa sociedade de aprendizagem”. Com isso acreditam e proclamam que: 
 
I- Toda criança tem direito fundamental à educação. 
II- Toda criança possui características, interesses, habilidades. 
III- Sistemas educacionais deveriam levar em conta a vasta diversidade. 
SIMULADO QUESTÕES DE SALAMANCA 
27 
 
 
 
IV- Aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escolaespecial, 
que é adequada as suas peculiaridades e condições de ensino e aprendizagem. 
V- Escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os meios mais 
eficazes de combater atitudes discriminatórias. 
 
Estão corretas as alternativas: 
a)II, III, IV e V estão corretas. 
b)I, II, III e IV estão corretas. 
c)I, II, III e V estão corretas. 
d)Todas as alternativas estão corretas. 
 
2) PROVA Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE 2021) Para a 
Declaração de Salamanca (1994), o princípio fundamental da escola inclusiva é o de que 
todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de 
quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Nessa perspectiva, essa 
Declaração proclama que: 1. Todas as crianças têm direito à educação e deve-se dar a 
elas a oportunidade de alcançar e manter um nível aceitável de conhecimentos. 2. Cada 
criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem 
que lhes são próprias. 3. Os sistemas de ensino devem ser organizados e os programas 
aplicados de modo que tenham em conta todas as diferentes características e 
necessidades. 4. As pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter 
acesso às escolas comuns. 5. As escolas comuns devem representar um meio mais 
eficaz para combater as atitudes discriminatórias, criar comunidades acolhedoras, 
construir uma sociedade integradora e alcançar a educação para todos. 
 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
a. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 2 e 4. 
 b. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3. 
 c. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. 
 d. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5. 
 e. Check-square São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. 
 
 
 
28 
 
 
 
3) 5.2021 - Natividade da Serra/SP - Prof. Educação Especial. 
São estratégias sugeridas pelo MEC para colocação da pessoa/aluno com deficiência no 
mundo do trabalho: 
1. Trabalho de sensibilização com as empresas. 
 2. Serviço de supervisão para o necessário acompanhamento do aluno. 
3. Firmar convênios e organizar cursos com as escolas da rede federal tecnológica e/ou com 
o sistema S. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
 a. SQUARE É correta apenas a afirmativa 3. 
b. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 1 e 2. 
 c. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 1 e 3. 
d. SQUARE São corretas apenas as afirmativas 2 e 3. 
e. Check-square São corretas as afirmativas 1, 2 e 3. 
 
4)Ano: 2022 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura de Bandeirante - SC Prova: AMEOSC - 
2022 - Prefeitura de Bandeirante - SC – Psicopedagogo Considerado os princípios da 
Educação Inclusiva, julgue os itens a seguir: 
 
I.Escola inclusiva é aquela que garante a qualidade de ensino educacional a cada um de 
seus alunos. 
II.Escola inclusiva reconhece e respeita a diversidade, respondendo a cada um dos alunos 
de acordo com suas potencialidades e necessidades. 
III.Escola inclusiva tem por característica a plasticidade empática que contempla a 
diversidade do universo escolar. 
IV.Na escola inclusiva o aluno se configura como um ser humano valorado e todos os 
esforços da comunidade escolar convergem para o desenvolvimento da autonomia e para o 
acesso efetivo à educação. 
 
Assinale a alternativa CORRETA. 
 A II e IV. 
 B I, II, III e IV. 
 C I, III e IV. 
 D II e III. 
 
29 
 
 
 
 
 
5)Ano: 2020 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de São Francisco - MGProva: Pedagogo 
Uma das alternativas abaixo NÃO se refere à necessária articulação entre ensino 
comum e Atendimento Educacional Especializado (AEE). Assinale esta alternativa. 
a) Em quaisquer escolas de ensino regular. 
b) Apenas em institutos de atendimentos especiais. 
c) Somente em escolas específicas para crianças com deficiências. 
d) Em quaisquer unidades de atendimento para educação especial. 
e) Em quaisquer escolas de educação especial. 
 
Questão 6 - IBADE - 2017 - Prefeitura de Rio Branco - AC - A Declaração de 
Salamanca, quanto ao que se refere aos princípios, políticas e práticas na área das 
necessidades educacionais especiais, acredita e proclama que: 
 
1. toda criança tem direito fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de 
atingir e manter o nível adequado de aprendizagem. 
2. toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de 
aprendizagem que são únicas. 
3. escolas regulares que possuem orientação inclusiva constituem os meios mais ineficazes 
para o combate de atitudes discriminatórias. 
4. sistemas educacionais e programas educacionais deverão ser designados no sentido de 
se levar em conta a vasta diversidade das crianças. 
Estão corretos apenas os itens: 
A) 1, 2 e 4. 
B) 1 e 2. 
C) 2, 3 e 4. 
D) 3 e 4. 
E) 1, 3 e 4. 
 
Questão 7 - FUNDEP - 2014 - IF-SP - A Declaração de Salamanca faz algumas 
proclamações relativas às pessoas com necessidades educativas especiais. Dentre essas 
proclamações, NÃO se inclui o fato de que 
A) cada criança tem o direito fundamental à educação e deve ter a oportunidade de 
conseguir e manter um nível aceitável de aprendizagem. 
B) os sistemas de educação devem ser planejados e os programas educativos 
implementados, tendo em vista a vasta diversidade destas características e necessidades. 
C) as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às 
escolas regulares. 
D) os sistemas de educação inclusiva devem ser implementados preferencialmente no 
âmbito da educação básica. 
 
Questão 8 - FUNDEP - 2014 - IF-SP - Com relação às obrigações dos Estados que 
assinaram a Declaração de Salamanca, analise as afirmativas. 
30 
 
 
 
I. Conceder a maior prioridade, por meio das medidas de política e das medidas 
orçamentais, ao desenvolvimento dos respectivos sistemas educativos, de modo a que 
possam incluir todas as crianças, independentemente das diferenças ou dificuldades 
individuais. 
II. Adotar como matéria de lei ou como política o princípio da educação inclusiva, admitindo 
todas as crianças nas escolas regulares, a não ser que haja razões que obriguem a 
proceder de outro modo. 
III. Regulamentar as relações intraescolares e adaptar as práticas educacionais nos cursos 
de educação profissional e outras modalidades de ensino que tenham como objeto 
atividades práticas. 
IV. Estabelecer mecanismos de planejamento, supervisão e avaliação educacional para 
crianças e adultos com necessidades educativas especiais, de modo descentralizado e 
participativo. 
V. Integrar a família e a sociedade no processo educativo inclusivo que se inicia no ambiente 
escolar, tendo por base métodos e técnicas compatíveis e identificados com os objetivos a 
serem alcançados. 
A partir da análise, conclui-se que estão CORRETAS. 
A) I, II e III apenas. 
B) III, IV e V apenas. 
C) I, II e IV apenas. 
D) II, IV e V apenas. 
 
 
Questão 9 - FUNDEP - 2014 - IF-SP - A Declaração de Salamanca sobre Princípios, 
Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais, em sua introdução 
(preâmbulo): 
I. Constata: o envolvimento crescente dos governos, dos grupos comunitários e de pais, e, 
em particular, das organizações de pessoas com deficiência, na procura da promoção do 
acesso à educação para a maioria dos que apresentam necessidades especiais e que ainda 
não foram por ela abrangidos. 
II. Reconhece, como prova desde envolvimento: a participação ativa dos representantes de 
alto nível de numerosos governos, de agências especializadas e de organizações 
intergovernamentais nesta Conferência Mundial. 
Sobre as afirmativas acima, considerando-se o texto da Declaração mencionada, é 
CORRETO afirmar que 
A) I e II são verdadeiras. 
B) I e II são falsas. 
C) a I é verdadeira e a II é falsa. 
D) a I é falsa e a II é verdadeira. 
 
Questão 10 - Big Advice - 2017 - Prefeitura de Martinópolis - SP - A noção de 
necessidadeseducacionais especiais entrou em evidência a partir das discussões do 
chamado “movimento pela inclusão” e dos reflexos provocados pela Conferência Mundial 
sobre Educação Especial, realizada em Salamanca, na Espanha, em 1994. Nesse evento, 
foi elaborado um documento mundialmente significativo denominado “Declaração de 
Salamanca” e na qual foram levantados aspectos inovadores para a reforma de políticas e 
sistemas educacionais. De acordo com a declaração: 
I. O conceito de “necessidades educacionais especiais” passará a incluir, além das crianças 
portadoras de deficiências, aquelas que estejam experimentando dificuldades temporárias 
ou permanentes na escola, as que estejam repetindo continuamente os anos escolares, as 
31 
 
 
 
que sejam forçadas a trabalhar, as que vivem nas ruas, as que vivem em condições de 
extrema pobreza ou que sejam desnutridas, as que sejam vítimas de guerra ou conflitos 
armados, as que sofrem de abusos contínuos, ou as que simplesmente estão fora da escola, 
por qualquer motivo que seja.” 
II. A Declaração de Salamanca estabeleceu uma nova concepção, extremamente 
abrangente, de “necessidades educacionais especiais” que provoca a secessão dos dois 
tipos de ensino, o regular e o especial, na medida em que esta nova definição implica que 
todos possuem ou podem possuir, temporária ou permanentemente, “necessidades 
educacionais especiais”. 
III. Dessa forma, orienta para a existência de um sistema único, que seja capaz de prover 
educação para todos os alunos, por mais especial que este possa ser ou estar. 
IV. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados com base na Lei de Diretrizes 
e Bases da Educação (LDB), de 1996, orientam a respeito de estratégias para a educação 
de alunos com necessidades especiais. Para isso, estabeleceu um material didático-
pedagógico intitulado “Adaptações Curriculares” que insere-se na concepção da escola 
inclusiva defendida na Declaração de Salamanca. 
Assinale a alternativa correta: 
a) Apenas a I. 
b) I, II e IV. 
c) I, III e IV. 
d) Todas estão corretas. 
e) N.D.A. 
 
Questão 11 - Big Advice - 2017 - Prefeitura de Martinópolis - SP - A década de 80 
manteve a mesma tendência dos anos anteriores em relação a Educação Especial, que 
começou novamente a se modificar nos anos 90, especialmente após a Conferência Mundial 
de Educação para Todos, ocorrida em Jomtien (Tailândia, 1990), secundada e fortalecida no 
que se refere aos direitos das pessoas com deficiência, pela: 
a) LDB. 
b) ECA. 
c) PCN. 
d) Declaração de Salamanca, 1994. 
e) N.D.A. 
 
Questão 12 - FGV - 2015 - SEDUC-PE - Com relação às recomendações presentes na 
Declaração de Salamanca, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. 
( ) A integração de alunos com necessidades educacionais especiais seria mais efetiva se 
fosse dada maior ênfase à educação infantil, à educação de meninas e à educação para o 
trabalho. 
( ) As escolas deveriam prover oportunidades curriculares apropriadas para a criança com 
habilidades e interesses diferentes. 
( ) A avaliação formativa deveria ser incorporada ao processo educacional. 
As afirmativas são, respectivamente, 
(A) F, V e F. 
(B) F, V e V. 
(C) F, F e F. 
(D) V, V e V. 
(E) F, F e V. 
 
32 
 
 
 
Questão 13 - UFMA - 2016 - UFMA - A Conferência Mundial sobre Necessidades 
Educacionais Especiais, organizada pelo governo espanhol, em colaboração com a 
UNESCO e realizada em junho de 1994, na cidade de Salamanca, ficou conhecida como 
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA e trata Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das 
Necessidades Educativas Especiais. Assinale a alternativa que corresponde ao Item 29 da 
Declaração e que se refere aos FATORES RELATIVOS À ESCOLA no que tange à 
avaliação dos alunos com necessidades educativas especiais. 
a) Para que o progresso da criança seja acompanhado, formas de avaliação deveriam ser 
revistas. Avaliação formativa deveria ser incorporada no processo educacional regular no 
sentido de manter alunos e professores informados do controle da aprendizagem adquirida, 
bem como no sentido de identificar dificuldades e auxiliar os alunos a superá-las. 
b) Para que o progresso da criança seja acompanhado, a avaliação deveria ser 
desenvolvida na perspectiva de disseminação de exemplos de boas práticas e modelos de 
avaliação ajudando no aprimoramento do ensino e aprendizagem. 
c) Para que o progresso da criança seja acompanhado, os diretores de escola têm a 
responsabilidade especial de promover atitudes positivas através da comunidade escolar e 
viabilizando uma cooperação efetiva entre professores no processo de avaliação de alunos 
de classe pelo pessoal de apoio. 
d) Para que o progresso da criança seja acompanhado, os professores possuem um papel 
fundamental enquanto avaliadores do processo educacional, apoiando as crianças através 
do uso de recursos disponíveis, tanto dentro como fora da sala de aula. 
e) Para que o progresso da criança seja acompanhado, cada escola deveria ser uma 
comunidade coletivamente responsável pelo sucesso ou fracasso de cada estudante. O 
grupo de educadores, ao invés de professores individualmente, deveria dividir a 
responsabilidade pela avaliação formativa de crianças com necessidades especiais. 
 
Questão 14 - FCC - 2012 - SEE-MG - A inclusão escolar, que visa a reverter o percurso de 
exclusão de qualquer natureza e ampliar as possibilidades de inserção de crianças, jovens e 
adultos em escolas regulares, tem sido defendida em conferências, convenções e 
documentos internacionais. A Declaração de Salamanca, em 1994, propôs a escola inclusiva 
como aquela 
(A) aberta às diferenças, na qual as crianças, jovens e adultos devem aprender juntos, 
independentemente de suas características, origens, condições físicas, sensoriais, 
intelectuais, linguísticas ou emocionais, econômicas ou socioculturais. 
(B) na qual se desenvolva uma pedagogia centrada no professor e capaz de educar as 
crianças com diferentes necessidades, reordenando o trabalho pedagógico para as classes 
que irão receber estas crianças com suas características, origens, condições físicas, 
sensoriais, intelectuais, linguísticas ou emocionais, econômicas ou socioculturais. 
(C) que reconhece e responde às diversas necessidades de seus alunos, assegurando um 
currículo capaz de educá-los em espaços criados exclusivamente para os alunos com 
necessidades educacionais especiais, reordenando e adaptando o trabalho pedagógico para 
as classes que acolherão as crianças com estas características. 
(D) que tem como princípio o direito incondicional à escolarização de todos os alunos em 
espaços educativos diferenciados; para isso a escola deve transformar-se para receber 
estes alunos e isto deve constar no Projeto Político-Pedagógico da escola, construído pela 
equipe gestora. 
Questão 15 - CESPE - 2011 - SAEB-BA - A educação inclusiva tornou-se uma das 
preocupações das políticas educacionais em todo o mundo a partir da segunda metade da 
33 
 
 
 
última década do século passado, com a difusão da Declaração de Salamanca. Com base 
nesse documento, assinale a opção correta. 
a) O acesso de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais ao sistema 
regular de ensino propicia a formação de escolas inclusivas, um dos principais meios para o 
fortalecimento do princípio da educação para todos. 
b) Os alunos com necessidades educacionais especiais devem frequentar escolas regulares, 
admitindo-se como critérios para a sua inclusão nas turmas o desempenho escolar e 
características de conduta moral. 
c) Uma vez que todas as crianças devem ter a mesma oportunidade de permanência na 
escola e de aproveitamento escolar, devem ser desconsiderados quaisquer características, 
interesses ou habilidades peculiares a essas crianças. 
d) O ato de ensinar deve apoiar-se nas semelhanças entre os alunos com necessidades 
educacionais especiais. 
 
Questão 16 - FGV - 2014 - Prefeitura de Osasco - SP - A Declaração de Salamanca/1994 
representaum marco no reconhecimento dos direitos à educação para pessoas com 
necessidades especiais. Em conformidade com a Declaração de Salamanca, com relação 
ao atendimento da criança com necessidades especiais nos primeiros anos de vida, assinale 
V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. 
( ) Destaca a importância de combinar, para crianças na faixa de 0 a 6 anos de idade, 
atividades que focalizem a saúde infantil com as atividades pré-escolares. 
( ) Destaca a importância de identificação precoce, avaliação e estimulação de crianças com 
necessidades educacionais especiais em áreas pré-escolares. ( 
 ) Destaca que os programas para o desenvolvimento da educação inclusiva para crianças 
de 0 a 6 anos possuem valor econômico na prevenção do agravamento das condições que 
inabilitam a criança. 
As afirmativas são, respectivamente, 
(A) V, V e F. 
(B) V, V e V. 
(C) V, F e F. 
(D) F, V e V. 
(E) F, V e F. 
 
 
Questão 17 - UTFPR - 2017 - A Declaração de Salamanca apresentou princípios, políticas e 
práticas, que são explicitados nas legislações atualmente vigentes e nos documentos 
oficiais. Sobre tais princípios, é correto afirmar que: 
A) a Declaração de Salamanca refere-se à necessidade de todas as crianças se adaptarem 
à educação regular, a partir dos esforços da família e da comunidade. 
B) a Declaração de Salamanca acentuou as desigualdades historicamente construídas em 
nossa sociedade, reforçando a segregação e a exclusão. 
C) a Declaração de Salamanca refere-se à educação nos países em desenvolvimento, fruto 
das desigualdades promovidas pelo sistema capitalista. 
D) a Declaração de Salamanca ressalta que os sistemas educativos devem ser projetados e 
os programas aplicados de modo que tenham em vista toda a gama das diferentes 
características e necessidades. 
E) a Declaração de Salamanca afirma que todas as crianças têm direito fundamental à 
educação, mesmo que não consiga se desenvolver e manter um nível aceitável de 
conhecimentos. 
 
34 
 
 
 
Questão 18 - ACAFE - 2011 - FCEE-SC - Na Declaração de Salamanca, os delegados 
afirmam que as escolas que possuem os meios mais eficazes para combater atitudes 
discriminatórias e construir comunidades acolhedoras que alcance a educação para todos 
são as: 
A) Escolas especiais quando a especificidade for alunos cegos. 
B) Escolas especiais com uma pedagogia centrada na inclusão. 
C) Escolas regulares com espaços específicos para a Ed. Especial. 
D) Escolas regulares que possuem orientação inclusiva. 
E) Escolas especiais quando a especificidade for altas-habilidades. 
 
Questão 19 - FUNRIO - 2015 - UFRB - O conceito de educação inclusiva surgiu a partir de 
1994, com a Declaração de Salamanca. A ideia da educação inclusiva é que as crianças 
com necessidades educativas especiais sejam incluídas em 
A) quaisquer escolas de ensino regular. 
B) apenas institutos de atendimentos especiais. 
C) somente escolas específicas para crianças com deficiências. 
D) quaisquer unidades de atendimento para educação especial. 
E) quaisquer escolas de educação especial. 
 
 
Questão 20 - IBFC - 2013 - HEMOMINAS - A Declaração de Salamanca é um documento 
internacional que apresenta proposições sobre: 
a) Propostas de educação em Direitos Humanos. 
b) Orientações de Educação para o trabalho coletivo e sustentável. 
c) Propostas para uma Educação inovadora para o século XXI. 
d) Perspectivas para uma educação inclusiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 1 
inclusão das crianças com necessidades educacionais especiais nestas iniciativas e a 
tomada de seus lugares de direito numa sociedade de aprendizagem”. Com isso acreditam e 
proclamam que: Toda criança tem direito fundamental à educação. Toda criança possui 
características, interesses, habilidades. Sistemas educacionais deveriam levar em conta a 
vasta diversidade. Escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os 
meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias. 
RESPOSTA LETRA : C 
 
QUESTÃO 2 
SIMULADO COMENTADO QUESTÕES DE SALAMANCA. 
35 
 
 
 
4) O princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem 
aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou 
diferenças que elas possam ter. Nessa perspectiva, essa Declaração proclama que: . 
Todas as crianças têm direito à educação e deve-se dar a elas a oportunidade de 
alcançar e manter um nível aceitável de conhecimentos. Cada criança tem 
características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhes são 
próprias. Os sistemas de ensino devem ser organizados e os programas aplicados de 
modo que tenham em conta todas as diferentes características e necessidades. As 
pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter acesso às escolas 
comuns. As escolas comuns devem representar um meio mais eficaz para combater as 
atitudes discriminatórias, criar comunidades acolhedoras, construir uma sociedade 
integradora e alcançar a educação para todos. 
RESPOSTA = E 
 
QUESTÃO 3 
São estratégias sugeridas pelo MEC para colocação da pessoa/aluno com deficiência no 
mundo do trabalho: Trabalho de sensibilização com as empresas, serviço de supervisão 
para o necessário acompanhamento do aluno ,firmar convênios e organizar cursos com as 
escolas da rede federal tecnológica e/ou com o sistemas. 
 
 
 
RESPOSTA LETRA = E 
QUESTÃO 4 
Considerado os princípios da Educação Inclusiva, escola inclusiva é aquela que garante a 
qualidade de ensino educacional a cada um de seus alunos,escola inclusiva reconhece e 
respeita a diversidade, respondendo a cada um dos alunos de acordo com suas 
potencialidades e necessidades, escola inclusiva tem por característica a plasticidade 
empática que contempla a diversidade do universo escolar,na escola inclusiva o aluno se 
configura como um ser humano valorado e todos os esforços da comunidade escolar 
convergem para o desenvolvimento da autonomia e para o acesso efetivo à educação. 
 
REPOSTA LETRA = B 
 
36 
 
 
 
QUESTÃO 5 
A inclusão não ajuda no desenvolvimento de habilidades sociais NÃO se refere à 
necessária articulação entre ensino comum e Atendimento Educacional Especializado 
(AEE). 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 6 
ao que se refere aos princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais 
especiais, acredita e proclama que . toda criança tem direito fundamental à educação, e 
deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem. toda 
criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que 
são únicas. . sistemas educacionais e programas educacionais deverão ser designados no 
sentido de se levar em conta a vasta diversidade das crianças 
 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 7 
Dentre essas proclamações, de salamanca NÃO se inclui o fato de que os sistemas de 
educação inclusiva devem ser implementados preferencialmente no âmbito da educação 
básica Adotar como matéria de lei ou como política o princípio da educação inclusiva, 
admitindo todas as crianças nas escolas regulares, a não ser que haja razões que obriguem 
a proceder de outro modo. 
 
REPOSTA CERTA = D 
 
QUETÃO 8 
às obrigações dos Estados que assinaram a Declaração de Salamanca, Adotar como 
matéria de lei ou como política o princípio da educação inclusiva, admitindo todas as 
crianças nas escolas regulares, a não ser que haja razões que obriguem a proceder de outro 
modo. Estabelecer mecanismos de planejamento, supervisão e avaliação educacional para 
crianças e adultos com necessidades educativas especiais, de modo descentralizado e 
participativo. Integrar a família e a sociedade no processo educativo inclusivo que se inicia 
no ambiente escolar, tendo por base métodos e técnicas compatíveis e identificados com os 
objetivos a serem alcançados 
REPOSTA CERTA = D 
 
37 
 
 
 
QUETÃO 9 
sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades EducativasEspeciais, em 
sua introdução (preâmbulo): Constata: o envolvimento crescente dos governos, dos grupos 
comunitários e de pais, e, em particular, das organizações de pessoas com deficiência, na 
procura da promoção do acesso à educação para a maioria dos que apresentam 
necessidades especiais e que ainda não foram por ela abrangidos. 
 Reconhece, como prova desde envolvimento: a participação ativa dos representantes de 
alto nível de numerosos governos, de agências especializadas e de organizações 
intergovernamentais nesta Conferência Mundial. 
 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 10 
, em 1994. Nesse evento, foi elaborado um documento mundialmente significativo 
denominado “Declaração de Salamanca” e na qual foram levantados aspectos inovadores 
para a reforma de políticas e sistemas educacionais. De acordo com a declaração O 
conceito de “necessidades educacionais especiais” passará a incluir, além das crianças 
portadoras de deficiências, aquelas que estejam experimentando dificuldades temporárias 
ou permanentes na escola, Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados com base na Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, orientam a respeito de estratégias para a 
educação de alunos com necessidades especiais. educação para todos os alunos, por mais 
especial que este possa ser ou estar. 
 
REPOSTA CERTA = C 
 
QUETÃO 11 
Declaração de Salamanca, 1994. de Educação para Todos, ocorrida em Jomtien (Tailândia, 
1990), secundada e fortalecida no que se refere aos direitos das pessoas com deficiência, 
pela: 
 
REPOSTA CERTA = D 
QUETÃO 12 
A declaração de Salamanca A integração de alunos com necessidades educacionais 
especiais seria mais efetiva se fosse dada maior ênfase à educação infantil, à educação de 
meninas e à educação para o trabalho. As escolas deveriam prover oportunidades 
curriculares apropriadas para a criança com habilidades e interesses diferentes. A avaliação 
formativa deveria ser incorporada ao processo educacional. As afirmativas são, 
respectivamente, 
 
REPOSTA CERTA = D 
38 
 
 
 
 
QUETÃO 13 
Declaração e que se refere aos fatores relativos à escola no que tange à avaliação dos 
alunos com necessidades educativas especiais. Para que o progresso da criança seja 
acompanhado, cada escola deveria ser uma comunidade coletivamente responsável pelo 
sucesso ou fracasso de cada estudante. O grupo de educadores, ao invés de professores 
individualmente, deveria dividir a responsabilidade pela avaliação formativa de crianças com 
necessidades especiais. 
 
REPOSTA CERTA = E 
 
QUETÃO 14 
A Declaração de Salamanca, em 1994, propôs a escola inclusiva como aquela aberta às 
diferenças, na qual as crianças, jovens e adultos devem aprender juntos, 
independentemente de suas características, origens, condições físicas, sensoriais, 
intelectuais, linguísticas ou emocionais, econômicas ou socioculturais. 
 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 15 
A educação inclusiva tornou-se uma das preocupações das políticas educacionais em todo o 
mundo a partir da segunda metade da última década do século passado, com a difusão da 
Declaração de Salamanca 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 16 
O acesso de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais ao sistema regular 
de ensino propicia a formação de escolas inclusivas, um dos principais meios para o 
fortalecimento do princípio da educação para todos. Destaca a importância de combinar, 
para crianças na faixa de 0 a 6 anos de idade, atividades que focalizem a saúde infantil com 
as atividades pré-escolares. Destaca a importância de identificação precoce, avaliação e 
estimulação de crianças com necessidades educacionais especiais em áreas pré-escolares. 
Destaca que os programas para o desenvolvimento da educação inclusiva para crianças de 
0 a 6 anos possuem valor econômico na prevenção do agravamento das condições que 
inabilitam a criança 
 
REPOSTA CERTA = B 
 
QUETÃO 17 
39 
 
 
 
A Declaração de Salamanca apresentou princípios, políticas e práticas, que são explicitados 
nas legislações atualmente vigentes e nos documentos oficiais. Sobre tais princípios a 
Declaração de Salamanca ressalta que os sistemas educativos devem ser projetados e os 
programas aplicados de modo que tenham em vista toda a gama das diferentes 
características e necessidades. 
REPOSTA CERTA = D 
 
 
QUETÃO 18 
Na Declaração de Salamanca, os delegados afirmam que as escolas que possuem os meios 
mais eficazes para combater atitudes discriminatórias e construir comunidades acolhedoras 
que alcance a educação para todos são as: Escolas regulares que possuem orientação 
inclusiva 
 
REPOSTA CERTA = D 
 
QUETÃO 19 
O conceito de educação inclusiva surgiu a partir de 1994, com a Declaração de Salamanca. 
A ideia da educação inclusiva é que as crianças com necessidades educativas especiais 
sejam incluídas em quaisquer escolas de ensino regular 
REPOSTA CERTA = A 
 
QUETÃO 20 
A Declaração de Salamanca é um documento internacional que apresenta proposições 
sobre Perspectivas para uma educação inclusiva. 
 
REPOSTA CERTA = D 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
40 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria no 555/2007, 
prorrogada pela Portaria no 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro 
de 2008. 
 
- OBJETIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA 
DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como 
objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para 
garantir: acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos 
níveis mais elevados do ensino; transversalidade da modalidade de educação especial 
desde a educação infantil até a educação superior; oferta do atendimento educacional 
especializado; formação de professores para o atendimento educacional especializado e 
demais profissionais da educação para a inclusão; participação da família e da comunidade; 
acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e 
informação; e articulação intersetorial na implementação das políticas públicas. 
 
 
 
 
 
 
Por muito tempo perdurou o entendimento de que a educação especial 
organizada de forma paralela à educação comum seria mais apropriada para a 
aprendizagem dos alunos que apresentavam deficiência, problemas de saúde, 
ou qualquer inadequação com relação à estrutura organizada pelos sistemas de 
ensino. Essa concepção exerceu impacto duradouro na história da educação 
especial, resultando em práticas que enfatizavam os aspectos relacionados à 
deficiência, em contraposição à dimensão pedagógica. 
41 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O desenvolvimento de estudos no campo da educação e a defesa dos direitos 
humanos vêm modificando os conceitos, as legislações e as práticas 
pedagógicas e de gestão, promovendo a reestruturação do ensino regular e 
especial. Em 1994, com a Declaração de Salamanca se estabelece como 
princípio que as escolas do ensino regular devem educar todos os alunos, 
enfrentando a situação de exclusão escolar das crianças com deficiência, das 
que vivem nas ruas ou que trabalham, das superdotadas, em desvantagem 
social e das que apresentam diferenças lingüísticas, étnicas ou culturais. 
 O conceito de necessidades educacionais especiais, que passa a ser 
amplamente disseminado, a partir dessa Declaração, ressalta a interação das 
características individuais dos alunos com o ambiente educacional e social, 
chamando a atenção do ensino regular para o desafio de atender as diferenças. 
No entanto, mesmo com essa perspectiva conceitual transformadora, as políticas 
educacionais implementadas não alcançaram o objetivo de levar a escola comum 
a assumir o desafio de atenderas necessidades educacionais de todos os 
alunos. 
 
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a constituir a 
proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo os alunos com 
deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação. Nestes casos e outros, que implicam em transtornos 
funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o 
ensino comum, orientando para o atendimento às necessidades educacionais 
especiais desses alunos. 
 Consideram-se alunos com deficiência àqueles que têm impedimentos de longo 
prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que em interação 
com diversas barreiras podem ter restringida sua participação plena e efetiva na 
escola e na sociedade. Os alunos com transtornos globais do desenvolvimento 
são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais 
recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, 
estereotipado e repetitivo. Incluem-se nesse grupo alunos com autismo, 
síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. 
 
42 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO No 4, DE 2 DE 
OUTUBRO DE 2009 (*) 
 
Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação 
Básica, modalidade Educação Especial. 
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso 
de suas atribuições legais, de conformidade com o disposto na alínea “c” do artigo 9o 
da Lei no 4.024/1961, com a redação dada pela Lei no 9.131/1995, bem como no artigo 90, 
no § 1o do artigo 8o e no § 1o do artigo 9o da Lei no 9.394/1996, considerando a 
Constituição Federal de 1988; a Lei no 10.098/2000; a Lei no 10.436/2002; a Lei no 
11.494/2007; o Decreto no 3.956/2001; o Decreto no 5.296/2004; o Decreto no 5.626/2005; 
o Decreto no 6.253/2007; o Decreto no 6.571/2008; e o Decreto Legislativo no 186/2008, e 
com fundamento no Parecer CNE/CEB no 13/2009, homologado por Despacho do Senhor 
Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 24 de setembro de 2009, resolve: 
 
 
Alunos com altas habilidades/superdotação demonstram potencial 
elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: 
intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. 
 
Também apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na 
aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. Dentre os 
transtornos funcionais específicos estão: dislexia, disortografia, disgrafia, 
discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros. As 
definições do público alvo devem ser contextualizadas e não se esgotam na 
mera categorização e especificações atribuídas a um quadro de deficiência, 
transtornos, distúrbios e aptidões. Considera-se que as pessoas se 
modificam continuamente transformando o contexto no qual se inserem. Esse 
dinamismo exige uma atuação pedagógica voltada para alterar a situação de 
exclusão, enfatizando a importância de ambientes heterogêneos que 
promovam a aprendizagem de todos os alunos. 
 
 
43 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Parágrafo único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na 
educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com 
deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e 
pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e 
informação, dos transportes e dos demais serviços. 
 
Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades de 
ensino, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional. 
 
Art. 4º Para fins destas Diretrizes, considera-se público-alvo do AEE: 
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza 
física, intelectual, mental ou sensorial. 
II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um 
quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações 
sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com 
autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da 
infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação. 
III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial 
elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou 
combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade. 
 
 
Art. 1º Para a implementação do Decreto no 6.571/2008, os sistemas de ensino devem 
matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento 
Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em 
centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições 
comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos. 
Art. 2º O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno 
por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que 
eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de 
sua aprendizagem. 
44 
 
 
 
Art. 5º O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria 
escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não 
sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de 
Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, 
confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de 
Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Parágrafo único. O financiamento da matrícula no AEE é condicionado à matrícula no 
ensino regular da rede pública, conforme registro no Censo Escolar/MEC/INEP do ano 
anterior, sendo contemplada: 
a) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais da mesma escola 
pública; 
b) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais de outra escola 
pública; 
c) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de 
instituição de Educação Especial pública; 
d) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de 
instituições de Educação Especial comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem 
fins lucrativos. 
 
Art. 9º A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos professores 
que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação 
Art. 6º Em casos de Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar 
ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a Educação 
Especial de forma complementar ou suplementar. 
Art. 7º Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de 
enriquece com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação e com 
as instituições de ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e 
promoção da pesquisa, das artes e dos esportes. 
Art. 8º Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB, de acordo com o 
Decreto no 6.571/2008, os alunos matriculados em classe comum de ensino regular 
público que tiverem matrícula concomitante no AEE. 
45 
 
 
 
com os demais professores do ensino regular, com a participação das famílias e em 
interface com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros 
necessários ao atendimento. 
Art. 10. O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do 
AEE prevendo na sua organização: 
I – sala de recursosmultifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, 
recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos; 
II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou 
de outra escola; 
III – cronograma de atendimento aos alunos; 
IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos 
alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas; 
V – professores para o exercício da docência do AEE; 
VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de 
Sinais, guia-intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de 
alimentação, higiene e locomoção; 
VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do 
desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros 
que maximizem o AEE. 
 
 
 
 
 
Art. 11. A proposta de AEE, prevista no projeto pedagógico do centro de Atendimento 
Educacional Especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado para essa 
finalidade, deve ser aprovada pela respectiva Secretaria de Educação ou órgão equivalente, 
contemplando a organização disposta no artigo 10 desta Resolução. 
 
 
 
 
 
 
Parágrafo único. Os profissionais referidos no inciso VI atuam com os alunos 
público- alvo da Educação Especial em todas as atividades escolares nas quais se 
fizerem necessários. 
Parágrafo único. Os centros de Atendimento Educacional Especializado devem 
cumprir as exigências legais estabelecidas pelo Conselho de Educação do respectivo sistema 
de ensino, quanto ao seu credenciamento, autorização de funcionamento e organização, em 
consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes Operacionais. 
 
46 
 
 
 
Art. 12. Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para 
o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial. 
Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado: 
I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de 
acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-
alvo da Educação Especial; 
II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a 
funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade; 
III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos 
multifuncionais; 
IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de 
acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da 
escola; 
V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na 
disponibilização de recursos de acessibilidade; 
VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade 
utilizados pelo aluno; 
VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais 
dos alunos, promovendo autonomia e participação; 
VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à 
disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das 
estratégias 
que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares. 
 
Art. 14. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário. 
 
 
 
 
 
 
47 
 
 
 
 
 
1)Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Guatambú - SC Prova: FEPESE - 
2022 - Prefeitura de Guatambú -SC - Professor de Educação Especial - Edital no 002 
Os pressupostos vygotskyanos embasam os principais argumentos citados nas 
políticas atuais de educação inclusiva, bem como os pontos norteadores de práticas 
educacionais voltadas aos estudantes público-alvo da Educação Especial. 
 
Neste sentido, configura-se como um dos pressupostos destas práticas: 
 
A) Atender aos diferentes ritmos de aprendizagem dos estudantes nas propostas 
pedagógicas. 
B) Minimizar os desafios apresentados aos estudantes público-alvo da Educação Especial. 
C) Priorizar apenas ações voltadas ao favorecimento da zona de desenvolvimento real. 
D) Propor atividades para as quais o estudante necessite de apoio constante. 
E) Valorizar as atividades realizadas de forma segregada à turma. 
 
2) Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: CELESC Prova: FEPESE - 2022 - CELESC - 
Analista – Pedagogia O objetivo principal da educação inclusiva é: 
 
A) Promover o processo de segregação dos estudantes público-alvo da educação especial. 
B) Organizar práticas que favoreçam a homogeneização no processo de aprendizagem. 
C) Eliminar obstáculos que limitam a aprendizagem e participação discente no processo 
educativo. 
D) Possibilitar somente o acesso aos estudantes, público-alvo da educação especial, nas 
instituições de ensino. 
E) Respeitar o processo natural e linear de aprendizagem dos sujeitos público-alvo da 
educação especial. 
 
3)Ano: 2019 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Lagoa Santa 
- MG Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - 
Secretário Escolar 
SIMULADO DCNS EDUCAÇÃO ESPECIAL 
48 
 
 
 
De acordo com a Resolução CNE / CEB no 2, de 11 de setembro de 2001, a qual 
instituiu Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, há 
critérios para se considerar um professor capacitado para atuar em classes comuns 
com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais. Essa 
consideração engloba aqueles professores que comprovem que, em sua formação de 
nível médio ou superior, foram incluídos conteúdos sobre educação especial 
adequados ao desenvolvimento de competências e valores. Isso possibilita 
 
A) enrijecer a ação pedagógica nas diferentes áreas de conhecimento, de modo que os 
estudantes com necessidades especiais se adéquem ao processo. 
B) avaliar esporadicamente a eficácia do processo educativo para o atendimento de 
necessidades educacionais especiais. 
C) atuar de forma individualizada, sem parceria com professores especializados em 
educação especial. 
D) perceber as necessidades educacionais especiais dos alunos e valorizar a educação 
inclusiva. 
 
 
 
 
 
 
 
4)2022 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Guatambú - SC Prova: FEPESE - 2022 - 
Prefeitura de Guatambú -SC - Professor de Educação Especial - Edital no 002 A 
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva 
(BRASIL,2008) é um documento legal que apresenta grande relevância para a 
modalidade educacional Educação Especial. Sobre as diretrizes dessa modalidade 
apresentadas nessa política, é correto afirmar que: 
A) As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se 
daquelas realizadas na sala de aula comum, sendo substitutivas à escolarização. 
B) O atendimento educacional especializado complementa e/ou suplementa a formação dos 
alunos. No processo de escolarização, esse atendimento deve ser desarticulado à proposta 
pedagógica do ensino comum, acontecendo paralelamente a ela. 
49 
 
 
 
C) O acesso à educação tem início no ensino fundamental I, no qual se desenvolvem as 
bases necessárias para a construção do conhecimento e desenvolvimento global do aluno. 
D) A educação especial é uma modalidade de ensino transversal, que realiza o atendimento 
educacional especializado, e disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto à sua 
utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular. 
 
5) O atendimento educacional especializado é obrigatoriamente ofertado nos sistemas 
de ensino, sendo desvinculado da modalidade de educação de jovens e adultos e da 
educação profissional, da educação indígena, do campo e quilombola. O atendimento 
para o público-alvo da Educação Especial se dará prioritariamente em: 
 
A) classes e escolas especiais, admitindo-sea inclusão em classes comuns quando não 
houver vaga para todos nos locais prioritários. 
B) classes comuns por meio da inclusão, e em classes e espaços especializados sempre 
que a situação pedagógica do educando demandar. 
C) classes especiais, sendo que o atendimento em classes comuns deve ocorrer quando 
não houver oferta de atendimento especializado. 
D) classes especiais em funcionamento nas escolas de ensino regular para oportunizar o 
convívio estudantil, sendo que o atendimento em escolas especiais deve ser ofertado aos 
estudantes com deficiências de alta complexidade. 
E) escolas especiais, com a inclusão em classes especiais de escolas regulares quando não 
houver vaga para todos nos locais prioritários. 
 
6)No que diz respeito às diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional 
Especializado (AEE), instituídas pela Resolução CNE/CEB n.o 04/2009, assinale a 
alternativa correta. 
A) Os alunos público-alvo do AEE, no âmbito do FUNDEB, serão contabilizados 
regularmente se estiverem matriculados em classes comuns; duplamente se estiverem 
inseridos em atividades complementares; triplamente se estiverem matriculadas em classes 
ou escolas especiais. 
B) A sala de recursos é um espaço multifuncional destinado a diversas atividades na escola, 
podendo ser um espaço adaptado momentaneamente para as atividades da AEE desde que 
contenha mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e 
equipamentos específicos. 
50 
 
 
 
C) Os alunos com altas habilidades/superdotação constituem público do AEE e terão suas 
atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas de ensino 
regular em interface com os núcleos de atividades especializados para essa situação. 
D) Os centros de AEE devem cumprir as exigências legais estabelecidas pelo Conselho de 
Educação do respectivo sistema de ensino, ou do Conselho de Saúde quando se tratem de 
espaços vinculados à Área da Saúde, como clínicas, hospitais e demais instituições desta 
natureza. 
E) Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial em nível superior que o 
habilite para o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial em 
curso de pós-graduação, preferencialmente em nível de mestrado ou doutorado. 
7)A Lei Federal n.o 13.146/2015 instituiu uma política de Inclusão da Pessoa com 
Deficiência. Sobre o direito à educação de que essa lei trata, é correto afirmar: 
A) O ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) deve ser dado a todos os estudantes e 
professores que tenham contato com pessoas surdas na escola, a partir do ensino 
fundamental. 
B) O Sistema Braille deve ser garantido nas escolas onde houver alunos com deficiência 
visual, podendo ser substituído por novas tecnologias de informação e comunicação, quando 
disponíveis. 
C) O acesso da pessoa com deficiência a jogos e esportes no sistema escolar está 
condicionado à existência de pessoal de apoio especializado, evitando-se riscos físicos aos 
alunos especiais. 
D) O prédio escolar deve ser adaptado para receber os estudantes e profissionais da 
educação com deficiência, sendo garantida, quando da impossibilidade de adaptação física 
predial, vaga em outra instituição próxima adaptada. 
E) A oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita 
da língua portuguesa como segunda língua, deve ser garantida em escolas e classes 
bilíngues e em escolas inclusivas. 
8)Analise as afirmativas a seguir sobre a educação inclusiva e marque a opção 
INCORRETA. 
A) Uma grande dificuldade enfrentada para implementar a educação inclusiva é a falta de 
comprometimento por parte de alguns docentes que ou, simplesmente, negligenciam os 
alunos com deficiência ou os tratam de um modo que os oprime ainda mais. 
51 
 
 
 
B) É uma nova possibilidade que se abre para o desenvolvimento e para o benefício, 
apenas, dosestudantes que possuam alguma deficiência, para que todos possam ser 
inseridos totalmente na sociedade em todos os seus segmentos. 
 
C) É assegurada pela legislação, mas na prática escolar ainda encontramos muitas 
barreiras. 
D) A atitude de ver o aluno com deficiência como coitadinho, ou a de, simplesmente, ignorar 
a sua presença em sala de aula, contribuem para o bullying sofrido por ele. 
e)Pesquisas mostraram que alunos, sem dificuldades de aprendizagem, também têm 
vantagens no ensino integrado/inclusivo. 
 
9) Assinale a assertiva incorreta. 
a) A escrita em relevo e a leitura tátil baseiam-se em componentes específicos no que diz 
respeito ao movimento das mãos, mudança de linha, adequação da postura e manuseio do 
papel. Esse processo requer o desenvolvimento de habilidades do tato, que envolvem 
conceitos espaciais e numéricos, sensibilidade, destreza motora, coordenação bimanual, 
discriminação, dentre outros aspectos. 
b) O punção é um instrumento em madeira, ou plástico, no formato de pera, ou anatômico, 
com ponta metálica, utilizado para a perfuração dos pontos na cela braille. O movimento de 
perfuração deve ser realizado da esquerda para a direita, a fim de produzir a escrita em 
relevo de forma não espelhada. 
 c) Algumas crianças cegas congênitas podem manifestar maneirismos, ecolalia e 
comportamentos estereotipados. Isso porque a falta da visão compromete a imitação e deixa 
um vazio a ser preenchido com outras modalidades de percepção. 
d) As informações tátil, auditiva, sinestésica e olfativa, são mais desenvolvidas pelas 
pessoas cegas, porque elas recorrem a esses sentidos com mais frequência para 
decodificar e guardar na memória as informações. Sem a visão, os outros sentidos passam 
a receber a informação de forma intermitente, fugidia e fragmentária. e) Uma pessoa com 
baixa visão, apresenta grande oscilação de sua condição visual, de acordo com o seu 
estado emocional, as circunstâncias e a posição em que se encontra, dependem das 
condições de iluminação natural, ou artificial. 
10) A utilização de recursos ópticos e não ópticos envolve o trabalho de pedagogia, 
de psicologia, de orientação, mobilidade e outros que se fizerem necessários. 
Conforme seu conhecimento sobre recursos, analise o teste e defina sobre que tipo 
52 
 
 
 
de recursos ele se refere. “Úteis para ampliar o tamanho de fontes para a leitura, as 
dimensões de mapas, gráficos, diagramas, figuras, etc. Quanto maior a ampliação do 
tamanho, menor o campo de visão com diminuição da velocidade de leitura e maior 
fadiga visual.” 
 a) Óculos especiais. 
b) Telescópio. 
 c) Circuito fechado de televisão. 
 d) Lupa. 
e) Lápis 4B ou 6B. 
11) Analise as assertivas e, de acordo com seus conhecimentos, aponte a incorreta. a) 
A identidade pessoal e social é essencial para o desenvolvimento de todo indivíduo, 
enquanto ser humano e enquanto cidadão. 
A) identidade pessoal é construída na trama das relações sociais que permeiam sua 
existência cotidiana. 
B) A participação da família e da comunidade traz para a escola informações, críticas, 
sugestões, solicitações, desvelando necessidades e sinalizando rumos. Este processo, 
ressignifica os agentes e a prática educacional, aproximando a escola da realidade social, 
na qual seus alunos vivem. 
 C) Uma proposta de educação para a paz, deve sensibilizar os educandos para novas 
formas de convivência, baseadas na solidariedade e no respeito às diferenças, valores 
essenciais na formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres e sensíveis para 
rejeitarem toda a forma de opressão e violência. 
 d) Nos anos 50, grande parte dos países, tendo como horizonte a Declaração Universal dos 
Direitos Humanos, passou a buscar um novo modelo, no trato da deficiência. A proposição 
do princípio da normalização contribuiu com a ideia de que as pessoas diferentes podiam 
ser normalizadas, ou seja, capacitadas para a vida no espaço comum da sociedade. 
E) A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas produziuvários documentos 
norteadores para o desenvolvimento de políticas públicas de seus países membros. O 
Brasil, enquanto país membro da ONU e signatário desses documentos, reconhece seus 
conteúdos e os tem respeitado, na elaboração das políticas públicas internas. 
13) Indique dentre as assertivas a que traz informação incorreta. 
a) O aluno com deficiência mental, como os demais, participa igualmente de todos esses 
momentos: planejamento, execução, avaliação e socialização dos conhecimentos 
produzidos. 
53 
 
 
 
b) A avaliação dos alunos com deficiência mental, visa ao conhecimento de seus avanços no 
entendimento dos conteúdos curriculares durante o ano letivo de trabalho, seja ele 
organizado por série, ou ciclos. 
c) As barreiras da deficiência mental diferem das encontradas nas demais deficiências. 
Trata-se de barreiras referentes à maneira de lidar com o saber em geral, fato que reflete, 
preponderantemente, na construção do conhecimento escolar. 
d) A pessoa com deficiência mental encontra inúmeras barreiras nas interações com o meio 
para assimilar as propriedades físicas do objeto de conhecimento, como por exemplo: cor, 
forma, textura, tamanho e outras características retiradas diretamente desse objeto. 
 e) A criança com deficiência mental consegue, espontaneamente, retirar informações do 
objeto e construir conceitos, progressivamente 
 
14)Sobre deficiência mental, aprecie as alternativas e assinale a incorreta. 
A) Os processos de aprendizagem da leitura e da escrita por alunos com deficiência mental, 
são semelhantes aos daqueles considerados normais, sob muitos aspectos. Esses aspectos 
dizem respeito ao letramento, à dimensão desejante, às expectativas do entorno, ao ensino 
e às interações escolares. 
B) A arte é uma forma de expressão, principalmente, quando a deficiência mental afeta a 
utilização de alguns recursos, que possibilitam ao aluno exprimir-se oralmente, ou pela 
linguagem escrita. 
C) É necessário que se estimule o aluno com deficiência mental a avançar na sua 
compreensão, criando-lhe conflitos cognitivos, ou melhor, desafiando-o a enfrentá-los. 
D) O aluno com deficiência mental, assim como os demais colegas, escolhe a atividade que 
mais lhe interessar e a executa. Essa escolha e a capacidade de desempenhar a tarefa é 
predefinida pelo professor. 
 e) As barreiras da deficiência mental diferem das encontradas nas demais deficiências. 
Trata-se de barreiras referentes à maneira de lidar com o saber em geral, fato que reflete, 
preponderantemente, na construção do conhecimento escolar. 
15Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Artes 
A) elaborar o plano de Atendimento Educacional Especializado. 
B)estabelecer como condição para a matrícula a apresentação de um diagnóstico clínico. 
C) evitar contato com as famílias e com os demais profissionais de saúde. 
D)garantir o atendimento somente a partir do acesso da escola ao diagnóstico clínico. 
54 
 
 
 
E)realizar estudo de caso somente se houver a apresentação de laudo médico do aluno. 
 
16)2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES Prova: IBADE - 2020 – 
A LEI no 12.764, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012, que Institui a Política Nacional de 
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, define em seu 
Artigo 1o, pessoa com transtorno do espectro autista, EXCETO como: 
 
A) padrões restritivos e repetitivos de comportamentos, interesses e atividades, 
manifestados por comportamentos motores ou verbais estereotipados ou por 
comportamentos sensoriais incomuns. 
B excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados; interesses 
restritos e fixos. 
C) ausência de reciprocidade social; falência em desenvolver e manter relações apropriadas 
ao seu nível de desenvolvimento. 
D) deficiência persistente e clinicamente significativa da comunicação e da interação sociais, 
manifestada por deficiência marcada de comunicação verbal e não verbal usada para 
interação social; ausência de reciprocidade social; falência em desenvolver e manter 
relações apropriadas ao seu nível de desenvolvimento. 
 
E) presença de reciprocidade social; crescimento na manutenção relações sociais e 
interesses amplos e mutáveis. 
 
E) Incorreta, vez que, ausência de reciprocidade social; falência em desenvolver e manter 
relações apropriadas 
ao seu nível de desenvolvimento, conforme art. 1o, inciso I da Lei 12.764/2012. 
 
17)2020 Banca: IBADE A Lei no 12.764, de 27 de novembro de 2012, define em seu 
Artigo 3o, que são direitos da pessoa com transtorno do 
espectro autista, EXCETO: 
A) a educação e o ensino profissionalizante. 
B) em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista 
incluída nas classes comuns de ensino regular, tem direito a acompanhante especializado. 
C) o atendimento multiprofissional. 
 
55 
 
 
 
D ) o diagnóstico precoce, ainda que não definitivo. 
 
E) o livro didático em formato acessível e nas cores específicas conforme determina a 
referida Lei. 
 
18) 2020 Banca: IBADE A Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com 
Transtorno do espectro Autista (conhecida como Lei do Autista), garante certos 
direitos a este público. Sobre o tema está INCORRETO o que se diz na alternativa : 
A) Diagnóstico precoce, medicamentos e das informações que auxiliem no diagnóstico e no 
tratamento. 
B) O incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento 
constituem um direito do educador, mesmo que conste na política para o autista. 
C) Acesso à educação e ao ensino profissionalizante 
D) Promoção dos meios necessários, não importa se instituição de ensino pública ou de 
iniciativa privada, para que o autista fique em sala de aula em condições de igualdade com 
os demais alunos. 
E) Direito a ser incluída nas classes comuns de ensino regular, com direito a acompanhante 
especializado, nos casos de comprovada necessidade. 
 
19)2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES Prova: IBADE - 2020 - 
Prefeitura de Vila Velha - ES - Professor - Educação Especial - Deficiência Intelectual e 
Deficiência Múltiplas Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) 
caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim 
como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades e em geral se manifestam 
nos primeiros cinco anos de vida. Os TGDs englobam os diferentes transtornos do 
espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner 
e a Síndrome de Rett. Sobre o assunto é possível afirmar corretamente que: 
A) a implementação de políticas e ações intersetoriais é muito importante para o direito de 
inclusão de crianças com TGDs. 
 
B) o diagnóstico médico permite que cada escola estabeleça, desde o princípio, desde o 
ingresso, quais são os limites possíveis de aprendizagem desses alunos e sempre se 
reporte a eles. 
 
56 
 
 
 
C) a pessoa com transtorno do espectro autista não é considerada pessoa com deficiência, 
visto que podem mostrar-se muito inteligentes e adaptados. 
D) se a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino 
regular necessitar um acompanhante especializado, ele será pago pela família. 
E) os TGDs têm diagnóstico complexo, difícil de ser realizado precocemente e muito 
raramente antes de cinco anos de idade. 
 
20 Ano: 2022 Banca: Avança SP São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos 
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, EXCETO: 
I - a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à 
pessoa com transtorno do espectro autista; 
II - a participação da comunidade na formulação de políticas públicas voltadas para as 
pessoas com transtorno do espectro autista e o controle social da sua implantação, 
acompanhamento e avaliação; 
III - a atenção parcial às necessidades desaúde da pessoa com transtorno do espectro 
autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a 
medicamentos e nutrientes; 
IV - o estímulo à inserção da pessoa com transtorno do espectro autista no mercado de 
trabalho, observadas as peculiaridades da deficiência e as disposições da Lei no 8.069, de 
13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente); 
V - a responsabilidade do poder privado quanto à informação pública relativa ao transtorno e 
suas implicações; 
VI - o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à 
pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis; 
VII - o estímulo à pesquisa científica, com prioridade para estudos epidemiológicos 
tendentes a dimensionar a magnitude e as características do problema relativo ao transtorno 
do espectro autista no País. 
 
A) I e III. B) III e VI. C) III e V. D) II e IV. E) V e VII. 
 
 
 
57 
 
 
 
 
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de 
educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos 
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou 
superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, 
para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. 
§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços 
especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for 
possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. 
 § 3º A oferta de educação especial, nos termos do caput deste artigo, tem início na 
educação infantil e estende-se ao longo da vida, observados o inciso III do art. 4º e o 
parágrafo único do art. 60 desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 13.632, de 2018) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, 
transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou 
superdotação: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização 
específicos, para atender às suas necessidades; 
II - terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível 
exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e 
aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os 
superdotados; 
III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para 
atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados 
para a integração desses educandos nas classes comuns; 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13632.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm#art1
58 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na 
vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem 
capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os 
órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade 
superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora; 
V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares 
disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. 
 Art. 59-A. O poder público deverá instituir cadastro 
nacional de alunos com altas habilidades ou superdotação 
matriculados na educação básica e na educação superior, a 
fim de fomentar a execução de políticas públicas destinadas ao 
desenvolvimento pleno das potencialidades desse 
alunado. (Incluído pela Lei nº 13.234, de 2015) 
 
 
Parágrafo único. A identificação precoce de alunos com 
altas habilidades ou superdotação, os critérios e procedimentos 
para inclusão no cadastro referido no caput deste artigo, as 
entidades responsáveis pelo cadastramento, os mecanismos 
de acesso aos dados do cadastro e as políticas de 
desenvolvimento das potencialidades do alunado de que trata 
o caput serão definidos em regulamento. 
 
Art. 60. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão 
critérios de caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, 
especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de 
apoio técnico e financeiro pelo Poder Público. 
Parágrafo único. O poder público adotará, como alternativa preferencial, 
a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria 
rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições 
previstas neste artigo. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm#art59a
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13234.htm#art2
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm#art1
59 
 
 
 
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, 
social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e 
colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo 
a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar 
causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive 
tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. 
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, 
e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. 
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), 
corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, 
matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e 
sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. 
• 5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de 
forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as 
escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir 
conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e 
coletiva. 
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos 
e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e 
fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, 
autonomia, consciência crítica e responsabilidade. 
7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar 
e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos 
humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional 
e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do 
planeta. 
 
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, com- preendendo-se 
na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e 
capacidade para lidar com elas. 
60 
 
 
 
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se 
respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e 
valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, 
culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquernatureza. 
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência 
e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, 
sustentáveis e solidários. 
 
 
 
A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 205, reconhece a educação como 
direito fundamental compartilhado entre Estado, família e sociedade ao determinar que 
 
 
Para atender a tais finalidades no âmbito da educação escolar, a Carta 
Constitucional, no Artigo 210, já reconhece a necessidade de que sejam “fixados conteúdos 
mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e 
respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (BRASIL, 1988). 
Com base nesses marcos constitucionais, a LDB, no Inciso IV de seu Artigo 9o, 
afirma que cabe à União 
estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, 
competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino 
Médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar 
formação básica comum (BRASIL, 1996; ênfase adicionada). 
5 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). Brasília, DF: Senado 
Federal,1988.Disponívelem:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado. 
htm>. Acesso em: 23 mar. 2017. 
 
 
A educação , direito de todos e dever do Estado 
e da família , será promovida e incentivada com 
a colaboração sociedade , visando ao pleno 
desenvolvimento da pessoa , seu preparo para o 
exercício da cidadania e sua qualificação para o 
trabalho ( BRASIL,1988). 
61 
 
 
 
 
A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a questões 
centrais do processo educativo: o que aprender, para que aprender, como ensinar, como 
promover redes de aprendizagem colaborativa e como avaliar o aprendizado. 
 No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, 
comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, 
resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. 
Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a 
informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos 
contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter 
autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e 
buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as diversidades. 
 Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a 
educação integral 13. Reconhece, assim, que a Educação Básica deve visar à formação e 
ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não 
linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou 
a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir uma visão 
plural, singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-
os como sujeitos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu acolhimento, 
reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades. Além 
disso, a escola, como espaço de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se 
fortalecer na prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito às 
diferenças e diversidades. 
 Independentemente da duração da jornada escolar, o conceito de educação 
integral com o qual a BNCC está comprometida se refere à construção intencional de 
processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as 
possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade 
contemporânea. Isso supõe considerar as diferentes infâncias e juventudes, as diversas 
culturas juvenis e seu potencial de criar novas formas de existir. 13 Na história educacional 
brasileira, as primeiras referências à educação integral remontam à década de 1930, 
incorporadas ao movimento dos Pioneiros da Educação Nova e em outras correntes 
políticas da época, nem sempre com o mesmo entendimento sobre o seu significado. 
62 
 
 
 
Assim, a BNCC propõe a superação da fragmentação radicalmente disciplinar do 
conhecimento, o estímulo à sua aplicação na vida real, a importância do contexto para dar 
sentido ao que se aprende e o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na 
construção de seu projeto de vida. 
 
 
 
 
 No Brasil, um país caracterizado pela autonomia dos entes federados, 
acentuada diversidade cultural e profundas desigualdades sociais, os sistemas e redes de 
ensino devem construir currículos, e as escolas precisam elaborar propostas pedagógicas 
que considerem as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes, assim 
como suas identidades linguísticas, étnicas e culturais. 
Nesse processo, a BNCC desempenha papel fundamental, pois explicita as 
aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver e expressa, portanto, 
a igualdade educacional sobre a qual as singularidades devem ser consideradas e 
atendidas. Essa igualdade deve valer também para as oportunidades de ingresso e 
permanência em uma escola de Educação Básica, sem o que o direito de aprender não se 
concretiza. 
 O Brasil, ao longo de sua história, naturalizou desigualdades educacionais em 
relação ao acesso à escola, à permanência dos estudantes e ao seu aprendizado. São 
amplamente conhecidas as enormes desigualdades entre os grupos de estudantes definidos 
por raça, sexo e condição socioeconômica de suas famílias. 
 Diante desse quadro, as decisões curriculares e didático-pedagógicas das 
Secretarias de Educação, o planejamento do trabalho anual das instituições escolares e as 
rotinas e os eventos do cotidiano escolar devem levar em consideração a necessidade de 
superação dessa desigualdades. Para isso, os sistemas e redes de ensino e as instituições 
escolares devem se planejar com um claro foco na equidade, que pressupõe reconhecer 
que as necessidades dos estudantes são diferentes. 
 De forma particular, um planejamento com foco na equidade também exige um 
claro compromisso de reverter a situação de exclusão histórica que marginaliza grupos – 
como os povos indígenas originários e as populações das comunidades remanescentes de 
63 
 
 
 
quilombos e demais afrodescendentes – e as pessoas que não puderam estudar ou 
completar sua escolaridade na idade própria. Igualmente, requer o compromisso com os 
alunos com deficiência, reconhecendo a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas e 
de diferenciação curricular, conforme estabelecido na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa 
com Deficiência (Lei no 13.146/2015)14. 
 
Como primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil é o início e o 
fundamento do processo educacional. A entrada na creche ou na pré-escola significa, na 
maioria das vezes, a primeira separação das crianças dos seus vínculos afetivos familiares 
para se incorporarem a uma situação de socialização estruturada. 
 
 
 Nas últimas décadas, vem se consolidando, na Educação Infantil, a concepção que 
vincula educar e cuidar, entendendo o cuidado como algo indissociável do processo 
educativo. 
 Nesse contexto, as creches e pré-escolas, ao acolher as vivências e os 
conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de sua 
comunidade, e articulá-los em suas propostas pedagógicas, têm o objetivo de ampliar o 
universo de experiências, conhecimentos e habilidades dessas crianças, diversificando 
e consolidando novas aprendizagens, atuando de maneira complementar à educação 
familiar – especialmente quando se trata da educação dos bebês e das crianças bem 
pequenas, que envolve aprendizagens muito próximas aos dois contextos (familiar e 
escolar), como a socialização,a autonomia e a comunicação. 
 Nessa direção, e para potencializar as aprendizagens e o desenvolvimento das 
crianças, a prática do diálogo e o compartilhamento de responsabilidades entre a 
instituição de Educação Infantil e a família. 
 
26 BRASIL. Emenda constitucional no 59, de 11 de novembro de 2009. Diário 
Oficial da União,Brasília, 12 de novembro de 2009, Seção 1, p. 8. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc59.htm>. Acesso em: 
23 mar. 2017. 
 
Educação infantil como primeira etapa da Educação Básica, 
64 
 
 
 
são essenciais. Além disso, a instituição precisa conhecer e trabalhar com as 
culturas plurais, dialogando com a riqueza/diversidade cultural das famílias e da 
comunidade. As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil. 
(DCNEI, Resolução CNE/CEB no 5/2009)27, em seu Artigo 4o, definem a criança 
como 
 
 
 
 
 Ainda de acordo com as DCNEI, em seu Artigo 9o, os eixos estruturantes das 
práticas pedagógicas dessa etapa da Educação Básica são as interações e a 
brincadeira, experiências nas quais as crianças podem construir e apropriar-se de 
conhecimentos por meio de suas ações e interações com seus pares e com os adultos, o 
que possibilita aprendizagens, desenvolvimento e socialização. 
 A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo 
consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao 
observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível 
identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustrações, a resolução de 
conflitos e a regulação das emoções. 
Tendo em vista os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e as 
competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, seis direitos de 
aprendizagem e desenvolvimento asseguram, na Educação Infantil, as condições para 
que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em 
ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, 
nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural. 
 
27 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Resolução no 5, de17 
de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.Diário 
Oficial da União, Brasília, 18 de dezembro de 2009, Seção 1, p. 18. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=2298-rceb005-
09&category_slug=dezembro-2009-pdf&Itemid=30192>. Acesso em 23 março 2017 
 
 
 
Sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas 
que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, 
deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos 
sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura (BRASIL, 2009). 
 
65 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, 
utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em 
relação à cultura e às diferenças entre as pessoas. 
• Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, 
com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a 
produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas 
experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. 
• Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da 
gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das 
atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos 
ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e 
se posicionando. 
• Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, 
transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora 
dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a 
escrita, a ciência e a tecnologia. 
• Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, 
emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por 
meio de diferentes linguagens. 
 
• Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo 
uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de 
cuidados, interações, brincadeiras e linguagem vivenciadas na instituição escolar e em seu 
contexto familiar e comunitário. 
Essa concepção de criança como ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz 
julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento 
sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve 
resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural 
ou espontâneo. Ao contrário, impõe a necessidade de imprimir intencionalidade educativa 
às práticas pedagógicas na Educação Infantil, tanto na creche quanto na pré-escola. 
66 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O eu , o outro e o nós visa a interação com seus 
pares adultos, valorização da sua própria identidade 
e desenvolvimento de autonomia e pertencimento a 
um grupo cultural e o respeito ás diferentes 
tradições culturais. 
 
Corpo gesto e movimento Aborda a importância 
do corpo no desenvolvimento da criança : é pelos 
sentidos, gestos e movimentos que a criança 
explora o mundo, o espaço e os objetos ao redor. 
O corpo da criança ganha centralidade. 
Traços ,sons cores e formas Visa mostrar as 
diferentes linguagens artísticas e culturais e seus 
diversos movimentos, a fim de ampliar o repertório 
cultural das crianças por meio das diversas 
experiências artísticas. 
Escuta, fala, pensamento e imaginação o foco 
desse campo é a comunicação : ouvir 
,compreender,contar, recortar e criar narrativas,expressar 
ideias e sentimentos. Conhecer diferentes gêneros e 
portadores textuais . 
67 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Ensino Fundamental, com nove anos de duração, é a etapa mais longa da 
Educação Básica, atendendo estudantes entre 6 e 14 anos. Há, portanto, crianças e 
adolescentes que, ao longo desse período, passam por uma série de mudanças 
relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros. Como 
já indicado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos 
(Resolução CNE/CEB no 7/2010)28, essas mudanças impõem desafios à elaboração de 
currículos para essa etapa de escolarização, de modo a superar as rupturas que ocorrem na 
passagem não somente entre as etapas da Educação Básica, mas também entre as duas 
fases do Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais. 
A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as situações 
lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as experiências 
vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto a progressiva 
sistematização 
28 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Resolução no 7, de 14 de 
dezrasília, 15 de dezembro de 2010,Seção 1, p. 34. Disponível em: 
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb007_10.pdf>.Acesso em: 23 mar. 2017 
. 
dessas experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas 
de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e formular hipóteses sobre os 
fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar conclusões, em uma atitude ativa na 
construção de conhecimentos. 
Espaços, tempos,quantidades e imagina-ção 
Visa ampliar seus conhecimentos do mundo físico 
e sociocultural,a fim de potencializar os seus 
conhecimentos e visão sobre o mundo ao seu 
redor aborda conhecimentos matemáticos como 
contagem ordenação quantidades , etc. 
68 
 
 
 
Nesse período da vida, as crianças estão vivendo mudanças importantes em seu 
processo de desenvolvimento que repercutem em suas relações consigo mesmas, com os 
outros e com o mundo. Como destacam as DCN, a maior desenvoltura e a maior autonomia 
nos movimentos e deslocamentos ampliam suas interações com o espaço; a relação com 
múltiplas linguagens, incluindo os usos sociais da escrita e da matemática, permite a 
participação no mundo letrado e a construção de novas aprendizagens, na escola e para 
além dela; a afirmação de sua identidade em relação ao coletivo no qual se inserem resulta 
em formas mais ativas de se relacionarem com esse coletivo e com as normas que regem 
as relações entre as pessoas dentro e fora da escola, pelo reconhecimento de suas 
potencialidades e pelo acolhimento e pela valorização das diferenças. 
Ampliam-se também as experiências para o desenvolvimento da oralidade e dos 
processos de percepção, compreensão e representação, elementos importantes para a 
apropriação do sistema de escrita alfabética e de outros sistemas de representação, como 
os signos matemáticos, os registros artísticos, midiáticos e científicos e as formas de 
representação do tempo e do espaço. Os alunos se deparam com uma variedade de 
situações que envolvem conceitos e fazeres científicos, desenvolvendo observações, 
análises, argumentações e potencializando descobertas. 
 As experiências das crianças em seu contexto familiar, social e cultural, suas 
memórias, seu pertencimento a um grupo e sua interação com as mais diversas tecnologias 
de informação e comunicação são fontes que estimulam sua curiosidade e a formulação de 
perguntas. O estímulo ao pensamento criativo, lógico e crítico, por meio da construção e 
do fortalecimento da capacidade de fazer perguntas e de avaliar respostas, de argumentar, 
de interagir com diversas produções culturais, de fazer uso de tecnologias de informação e 
comunicação, possibilita aos alunos ampliar sua compreensão de si mesmos, do mundo 
natural e social, das relações dos seres humanos entre si com a natureza. 
 As características dessa faixa etária demandam um trabalho no ambiente escolar 
que se organize em torno dos interesses manifestos pelas crianças, de suas vivências mais 
imediatas para que, com base nessas vivências, elas possam, progressivamente, ampliar 
essa compreensão, o que se dá pela mobilização de operações cognitivas cada vez mais 
complexas e pela sensibilidade para apreender o mundo, expressar-se sobre ele e nele 
atuar. 
Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pedagógica deve ter 
como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas oportunidades 
 
69 
 
 
 
Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pedagógica deve 
ter como foco a alfabetização. 
 
para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo 
articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu 
envolvimento em práticas diversificadas de letramentos. Como aponta o Parecer CNE/CE no 
11/2010 29, “os conteúdos dos diversos componentes curriculares [...], ao descortinarem às 
crianças o conhecimento do mundo por meio de novos olhares, lhes oferecem oportunidades 
de exercitar a leitura e a escrita de um modo mais significativo” (BRASIL, 2010). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Além desses aspectos relativos à aprendizagem e ao desenvolvimento, na 
elaboração dos currículos e das propostas pedagógicas devem ainda ser consideradas 
medidas para assegurar aos alunos um percurso contínuo de aprendizagens entre as duas 
fases do Ensino Fundamental, de modo a promover uma maior integração entre elas. Afinal, 
essa transição se caracteriza por mudanças pedagógicas na estrutura educacional, 
decorrentes principalmente da diferenciação dos componentes curriculares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ao longo do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a progressão do 
conhecimento ocorre pela consolidação das aprendizagens anteriores e pela ampliação 
das práticas de linguagem e da experiência estética e intercultural das crianças, 
considerando tanto seus interesses e suas expectativas quanto o que ainda precisam 
aprender. Ampliam-se a autonomia intelectual, a compreensão de normas e os 
interesses pela vida social, o que lhes possibilita lidar com sistemas mais amplos, que 
dizem respeito às relações dos sujeitos entre si, com a natureza, com a história, com a 
cultura, com as tecnologias e com o ambiente. 
 
Como bem destaca o Parecer CNE/CEB no 11/2010, “os alunos, ao mudarem 
do professor generalista dos anos iniciais para os professores especialistas dos diferentes 
componentes curriculares, costumam se ressentir diante das muitas exigências que têm de 
atender, feitas pelo grande número de docentes dos anos finais” (BRASIL, 2010). Realizar 
as necessárias adaptações articulações, tanto no 5o quanto no 6o ano, para apoiar os 
alunos nesse processo de transição, pode evitar ruptura no processo de aprendizagem, 
garantindo-lhes maiores condições de sucesso. 
 
70 
 
 
 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. Parecer no 11, de 29 BR 7 de julho de 2010. 
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de dezembro de 2010, 
Seção 1, p. 28. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6324-pceb011-
10&category_slug=agosto-2010-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 23 mar. 2017. 
Ensino Médio é a etapa final da Educação Básica, direito público subjetivo de todo 
cidadão brasileiro. Todavia, a realidade educacional do País tem mostrado que essa etapa 
representa um gargalo na garantia do direito à educação. Para além da necessidade de 
universalizar o atendimento, tem-se mostrado crucial garantir a permanência e as 
aprendizagens dos estudantes, respondendo às suas demandas e aspirações presentes 
e futura Como bem identificam e explicitam as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino 
Médio de 2011 (DCNEM/2011) 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para responder a essa necessidade de recriação da escola, mostra-se 
imprescindível reconhecer que as rápidas transformações na dinâmica social 
contemporânea nacional e internacional, em grande parte decorrentes do desenvolvimento 
tecnológico, atingem diretamente as populações jovens e, portanto, suas demandas de 
formação. Nesse cenário cada vez mais complexo, dinâmico e fluido, as incertezas relativas 
às mudanças no mundo do trabalho e nas relações sociais como um todo representam um 
grande desafio para a formulação de políticas e propostas de organização curriculares para 
a Educação Básica, em geral, e para o Ensino Médio, em particular. 
Na direção de atender às expectativas dos estudantes e às demandas da sociedade 
contemporânea para a formação no Ensino Médio, as DCNEM/2011 explicitam a 
necessidade de não caracterizar o público dessa etapa – constituído predominantemente por 
adolescentes e jovens – como um grupo homogêneo, nem conceber a “juventude” como 
Com a perspectiva de um imenso contingente de adolescentes, jovens e adultos que 
se diferenciam por condições de existência e perspectivas de futuro desiguais, é 
que o Ensino Médio deve trabalhar. Está em jogo a recriação da escola que, embora 
não possa por si só resolver as desigualdades sociais, pode ampliar as condições de 
inclusão social, ao possibilitar o acesso à ciência, à tecnologia, à cultura e ao 
trabalho (Parecer CNE/CEB no 5/201152; ênfases adicionadas). 
 
71 
 
 
 
mero rito de passagem da infância à maturidade. Ao contrário, defendem ser fundamental 
reconhecer 
52 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmara de Educação Básica. 
Parecer no 5, de 4 de maio de 2011. Diretrizes CurricularesNacionais para o Ensino Médio. 
Diário Oficial da União, Brasília, 24 de 
janeiro de 2012, Seção 1, p. 10. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index 
php?option=com_docman&view=download&alias=8016-pceb005-11&Itemid=30192>. 
Acesso em:27 fev. 2018. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Adotar essa noção ampliada e plural de juventudes significa, por tanto, entender 
as culturas juvenis em sua singularidade. Significa não apenas compreendê-las como 
diversas e dinâmicas, como também reconhecer os jovens como participantes ativos das 
sociedades nas quais estão inseridos, sociedades essas também tão dinâmicas e diversas. 
Considerar que há muitas juventudes implica organizar uma escola que acolha 
as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa 
humana e aos seus direitos. E mais, que garanta aos estudantes ser protagonistas de seu 
próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre 
currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegura-lhes uma formação 
que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, 
tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às 
escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. 
Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e 
responsáveis, cabe às escolas de Ensino Médio proporcionar experiências e processos que 
lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento 
dos novos desafios da contemporaneidade (sociais, econômicos e ambientais) e a tomada 
de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve lhes ser apresentado como campo 
aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, 
a juventude como condição sócio-histórico-cultural de uma categoria de sujeitos que necessita ser 
considerada em suas múltiplas dimensões, com especificidades próprias que não estão restritas às 
dimensões biológica e etária, mas que se encontram articuladas com uma multiplicidade de 
atravessamentos sociais e culturais, produzindo múltiplas culturas juvenis ou muitas juventudes 
(Parecer CNE/CEB no 5/2011; ênfase adicionada). 
 
72 
 
 
 
ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões 
legadas pelas gerações anteriores – e que se refletem nos contextos atuais –, abrindo-se 
criativamente para o novo. 
 
 
O Plano Nacional de Educação (PNE) é uma lei brasileira sancionada em 26 de junho de 
2014, que estabelece diretrizes e metas para o desenvolvimento nacional, estadual e 
municipal da educação. O PNE vincula medidas aos entes federados, os encarregando da 
tomada de iniciativas a fim do cumprimento das metas estabelecidas. Instituído pela Lei no 
13.005/2014, o PNE atualmente definiu 10 diretrizes e 20 metas a serem cumpridas, que 
servem para guiar a educação brasileira no decênio 2014/2024. Essa lei também reitera o 
princípio de cooperação federativa da política educacional, presente na Constituição Federal 
e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e estabelece que “a União, os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios atuarão em regime de colaboração, visando ao 
alcance das metas e à implementação das estratégias objeto deste Plano” e “caberá aos 
gestores federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal a adoção das medidas 
governamentais necessárias ao alcance das metas previstas deste PNE.” 
Para que esse regime de colaboração seja efetivado no que se refere ao acompanhamento 
das metas, a Lei prevê a criação da Instância Permanente de Negociação e Cooperação 
entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios (§ 5o do Art. 7o da Lei 
13.005/2014), instituída pela Portaria MEC no 1.716 de 03 de outubro de 2019, essa 
instância objetiva contribuir para a implementação das diretrizes e cumprimento das metas 
definida no PNE e apoiar os 68 mecanismos articuladores entre os sistemas de ensino, 
através do desenvolvimento de ações conjuntas. Dada pela Portaria MEC no 2010 de 20 de 
novembro de 2019, a Instância permanente contempla as os entes federados de forma 
paritária considerando também a representatividade regional. Mais especificamente, a 
execução e monitoramento contínuo deste plano devem ser realizados pelo Ministério da 
Educação (MEC); Comissão de educação da câmara dos deputados e Comissão de 
educação, cultural, esporte do Senado Federal; Conselho Nacional de Educação (CNE); 
Fórum Nacional de educação. Além da execução e monitoramento, compete também as 
73 
 
 
 
essas instâncias a divulgação dos resultados na internet, a análise e proposição de políticas 
públicas para assegurar a implementação das estratégias e cumprimento das metas, a 
análises e proposição de revisão do percentual de investimento público em educação. 
Diretrizes do PNE 
1 – Erradicação do analfabetismo; 
2 – Universalização do atendimento escolar; 
3 – Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da justiça social, 
da equidade e da não discriminação; 
4 – Melhoria da qualidade da educação; 
5 – Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos 
em que se fundamenta a sociedade; 
6 – Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; 
7 – Promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do país; 
8– Estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como 
proporção do produto interno bruto, que assegure atendimento às necessidades de 
expansão, com padrão de qualidade e equidade; 
9 – Valorização dos profissionais da educação; 
10 – Promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à 
sustentabilidade socioambiental 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Meta 4 – Educação Inclusiva: Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação 
básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia 
de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços 
especializados, públicos ou conveniados. 
Meta 1 – Educação Infantil: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 
(quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches, de forma a atender, no 
mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE 
Meta 2 – Ensino Fundamental: Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 
(seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa 
etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE. 
Meta 3 – Ensino Médio: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 
(dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino 
médio para 85% (oitenta e cinco por cento). 
74 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Meta 19- Valorização docente - Valorizar 
profissionais com escolaridade equivalente (até 
6o ano do pne). 
1Meta - Ed. Infantil - Universalizar 4-5 
anos (2016); - 50% 3 anos 
Meta 8- Escolaridade média- Mínimo 
12 anos de estudo (18-29 anos); - 
População campo (25% negros/não 
negros). 
Meta 2- Ens. Fundamental - 
Universalizar 6-14 anos; - 
95%concluinte na idade certa. 
Meta 3- Ens. Médio - Universalizar 15-
17anos (2016); - Elevar taxa líquida 
95%. 
Meta 4- Ed. Especial - Universalizar 4-
17anos (TGD);- Inclusão (altas 
HABILIDADES SUPERDOTAÇÃO ). 
Meta 5- Alfabetização - Alfabetizar até 
o fim do 3o ano (todos).Meta 7- Qualidade Educação Básica - 
Aumentar todas as etapas/ 
modalidades; - IDEB (anos i: 60; anos f: 
5,5, EM: 5,2). 
Meta 6- Ed. Integral - Tempo integral 
(50% escolas públicas); - Ed. básica 
(25%). 
Meta 15- Formação docente - Política nacional 
em favor da formação de todos os professores 
em nível superior. 
Meta 9- Jovens e adultos 
- Elevar taxa de 
alfabetização; - 15 anos 
ou + em 2015 (93,5%). 
Meta 18- Plano de carreira - Assegurar 2 anos. 
Meta 17- Valorização docente – Valorizar 
profissionais com escolaridade equivalente (até 
6º ano do PNE). 
Meta 16- Formação continuada – Formar 
professores da ed. Básica até o último ano do 
PNE (50%). 
Meta 14- Pós- graduação - Elevação de 
matrículas anualmente; - 60 mil mestres; - 25 mil 
doutores. 
Meta 13-Docência Ed. Superior - Elevação no de 
mestres e doutores (75%); - 35% doutores. 
Meta 12-Ed. Superior – Elevação bruta(50%); - 
Líquida (33%); - de 18 a 24 anos; - 40% seg. 
público. 
Meta 11-Ensino Técnico - Oferta mínima de 
matrícula (50%);- Triplicar matrículas. 
Meta 10- EJA - Oferta 
mínima de matrícula (25%); - 
EF/ Médio + ed. profissional. 
10 Diretrizes - Erradicar 
Analfabetismo;- Universalização; - Justiça 
social; - Melhoria da qualidade;- Trabalho 
e cidadania;- Gestão democrática;- 
Ciência, cultura e tecnologia; - Meta de 
recursos públicos; - Profissionais da 
educação; Promoção do respeito. 
ESTABELECE DIRETRIZES E METAS PARA O 
DESENVOLVIMENTO NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL 
DA EDUCAÇÃO. 
75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS 
Art. 1º É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da 
Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de 
igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com 
deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Parágrafo único. Esta Lei tem 
como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu 
Protocolo Facultativo, ratificados pelo Congresso Nacional por meio do Decreto 
Legislativo no 186, de 9 de julho de 2008 , em conformidade com o procedimento 
previsto no § 3o do art. 5o da Constituição da República Federativa do Brasil , em 
vigor para o Brasil, no plano jurídico externo, desde 31 de agosto de 2008, e 
promulgados pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 , data de início de sua 
vigência no plano interno. 
Art. 2º Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo 
prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com 
uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade 
em igualdade de condições com as demais pessoas. § 1º A avaliação da deficiência, 
quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e 
interdisciplinar e considerará: (Vigência) 
I - os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo 
II - os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais; 
III - a limitação no desempenho de atividades; e 
IV- a restrição de participação. 
§ 2o O Poder Executivo criará instrumentos para avaliação da deficiência. 
(Vide Lei no 13.846, de 2019) (Vide Lei no 14.126, de 2021 
76 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 3º Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se: 
I - acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e 
autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, 
informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços 
e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona 
urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida; 
II - desenho universal: concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem 
usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo 
os recursos de tecnologia assistiva; 
III - tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, 
metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, 
relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, 
visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social; 
IV - barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite 
ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício 
de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à 
comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, 
entre outros, classificadas em: 
a) barreiras urbanísticas: as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados 
abertos ao público ou de uso coletivo; 
b) barreiras arquitetônicas: as existentes nos edifícios públicos e privados; 
c) barreiras nos transportes: as existentes nos sistemas e meios de transportes; 
d) barreiras nas comunicações e na informação: qualquer entrave, obstáculo, 
atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o 
recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de 
comunicação e de tecnologia da informação; 
e) barreiras atitudinais: atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem 
a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e 
oportunidades com as demais pessoas; 
f) barreiras tecnológicas: as que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com 
deficiência às tecnologias; 
77 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 X - residências inclusivas: unidades de oferta do Serviço de Acolhimento do Sistema 
Único de Assistência Social (Suas) localizadas em áreas residenciais da comunidade, com 
estruturas adequadas, que possam contar com apoio psicossocial para o atendimento das 
necessidades da pessoa acolhida, destinadas a jovens e adultos com deficiência, em 
V - comunicação: forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras 
opções, as línguas, inclusive a Língua Brasileira de Sinais (Libras), a visualização de 
textos, o Braille, o sistema de sinalização ou de comunicação tátil, os caracteres 
ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e 
oral, os sistemas auditivos e os meios de voz digitalizados e os modos, meios e 
formatos aumentativos e alternativos de comunicação, incluindo as tecnologias da 
informação e das comunicações; 
VI - adaptações razoáveis: adaptações, modificações e ajustes necessários e 
adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos 
em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou 
exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos 
os direitos e liberdades fundamentais; 
VII - elemento de urbanização: quaisquer componentes de obras de urbanização, 
tais como os referentes a pavimentação, saneamento, encanamento para esgotos, 
distribuição de energia elétrica e de gás, iluminação pública, serviços de 
comunicação, abastecimento e distribuição de água, paisagismo e os que 
materializam as indicações do planejamento urbanístico; 
 VIII - mobiliário urbano: conjunto de objetos existentes nas vias e nos espaços 
públicos, superpostos ou adicionados aos elementos de urbanização ou de 
edificação, de forma que sua modificação ou seu traslado não provoque alterações 
substanciais nesses elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e 
similares, terminais e pontos de acesso coletivo às telecomunicações, fontes de 
água, lixeiras, toldos, marquises, bancos, quiosques e quaisquer outros de natureza 
análoga; 
 IX - pessoa com mobilidade reduzida: aquela quetenha, por qualquer motivo, 
dificuldade de movimentação, permanente ou temporária, gerando redução efetiva 
da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora ou da percepção, incluindo 
idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso; 
78 
 
 
 
situação de dependência, que não dispõem de condições de autossustentabilidade e com 
vínculos familiares fragilizados ou rompidos; 
 XI - moradia para a vida independente da pessoa com deficiência: moradia com 
estruturas adequadas capazes de proporcionar serviços de apoio coletivos e 
individualizados que respeitem e ampliem o grau de autonomia de jovens e adultos com 
deficiência; 
 XII - atendente pessoal: pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem 
remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais à pessoa com deficiência no 
exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados 
com profissões legalmente estabelecidas; 
XIII - profissional de apoio escolar: pessoa que exerce atividades de alimentação, 
higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares 
nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições 
públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões 
legalmente estabelecidas; 
XIV - acompanhante: aquele que acompanha a pessoa com deficiência, podendo ou 
não desempenhar as funções de atendente pessoal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 8º É dever do Estado, da sociedade e da família assegurar à pessoa com 
deficiência, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à 
sexualidade, à paternidade e à maternidade, à alimentação, à habitação, à educação, 
à profissionalização, ao trabalho, à previdência social, à habilitação e à reabilitação, 
ao transporte, à acessibilidade, à cultura, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à 
informação, à comunicação, aos avanços científicos e tecnológicos, à dignidade, ao 
respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, entre outros decorrentes 
da Constituição Federal, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 
e seu Protocolo Facultativo e das leis e de outras normas que garantam seu bem-
estar pessoal, social e econômico. 
79 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Art. 27. A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional 
inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo 
desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, 
segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem. 
Parágrafo único. É dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar 
educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, 
negligência e discriminação. 
Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar 
e avaliar: 
I - sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como o aprendizado ao longo 
de toda a vida; 
II - aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, 
participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que 
eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena; 
III - projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os 
demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência 
e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o 
exercício de sua autonomia; 
80 
 
 
 
 
 
 
01 Ano: 2021 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de João Pessoa - PB Prova: 
INSTITUTO AOCP - 2021 - Prefeitura de João Pessoa - PB - Assistente Social em SaúdeDe 
acordo com o artigo 3° da lei n°. 13.146/2015, Estatuto da pessoa com deficiência, as barreiras 
atitudinais são 
 
A) atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com 
deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas. 
 
B) as barreiras que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às tecnologias. 
 
C) qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão 
ou o recebimento de mensagens e de informações por intermédio de sistemas de comunicação e de 
tecnologia da informação. 
 
D )as barreiras existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso 
coletivo. E as barreiras existentes nos sistemas e meios de transportes. 
 
 
 
02 Ano: 2021 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Laranjal Paulista - SP Prova: Avança SP - 
2021 - Prefeitura de Laranjal Paulista - SP - Agente Fiscal de Posturas 
A Lei n. 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) traz alguns direitos e deveres das 
pessoas e da sociedade como um todo. Sobre o tema, julgue os itens a seguir e, ao final, 
assinale a alternativa correta: 
 
I – Toda pessoas com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e 
não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. 
II – A deficiência só afeta a plena capacidade civil para o casamento. 
III – É dever de todos comunicar à autoridade competente qualquer forma de ameaça ou de violação 
aos direitos da pessoa com deficiência. 
 
A Apenas o item I é verdadeiro. 
B Apenas o item II é verdadeiro. 
C Apenas o item III é verdadeiro. 
D Apenas os itens I e III são verdadeiros. 
E Nenhum dos itens é verdadeiro. 
 
 
 
 
 
 
 
03 Ano: 2021 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de São José - SC Prova: FEPESE - 2021 - 
Prefeitura de São José - SC - Professor de Educação Especial (AEE) - Itinerante 
O Capítulo IV da Lei n° 13.146/ 2015 dispõe sobre o direito à educação e em seu artigo 28 
incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar 
e avaliar: 
 
A oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua 
portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. 
 
SIMULADO : ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIENCIA 
81 
 
 
 
B sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como a manutenção dos 
centros de convivência para o apoio aqueles que não obtiveram êxito na escolarização formal. 
 
C acesso à educação básica e à educação especial profissionalizante em igualdade de 
oportunidades e condições com as demais pessoas no mercado de trabalho. 
 
D articulação intersetorial na implementação de políticas públicas para a garantia do direito da família 
ao ensino em escolas inclusivas ou em centros especializados. 
 
E participação dos estudantes com deficiência e de suas famílias nas instâncias de atuação da 
educação especial inclusiva. 
 
04 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Piracicaba - SP Prova: VUNESP - 2020 - 
Prefeitura de Piracicaba - SP - Professor - Educação Infantil De acordo com o artigo 28 da Lei 
n° 13.146/2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, incumbe ao poder 
público, entre outras ações, assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, 
acompanhar e avaliar: 
 
A) formação continuada de professores, em educação especial, através de cursos gratuitos de pós-
graduação sobre as diferentes deficiências. 
 
B) projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional apartado para deficientes, 
promovendo a sua anomia. 
 
C)oferta de educação bilíngue para surdos, em Sistema Braille, como primeira língua, e língua 
portuguesa como segunda língua. 
 
D) inclusão obrigatória de temas relacionados à pessoa com deficiência em conteúdos curriculares 
de cursos de nível fundamental e médio. 
 
E) acesso da pessoa com deficiência, em igualdade decondições, a jogos e a atividades recreativas, 
esportivas e de lazer, no sistema escolar. 
 
05 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Morro Agudo - SP Prova: VUNESP - 2020 - 
Prefeitura de Morro Agudo - SP - Professor de Educação EspecialA Lei n° 13.146/2015 
reconhece a “concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por 
todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os 
recursos de tecnologia assistiva”, como sendo a definição de 
 
A dosvox. 
B desenho universal. 
C ajuda técnica. 
D acessibilidade. 
E comunicação total. 
 
 
06 Ano: 2021 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de São José - SC Prova: FEPESE - 2021 - 
Prefeitura de São José – SC - Professor de Educação Especial (AEE) - Itinerante 
A Lei Brasileira de Inclusão, Lei n° 13.146/ 2015, que no seu artigo 74 diz: “É garantido à 
pessoa com deficiência cesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, 
métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade 
pessoal e qualidade de vida.” É(São) classificado(s) como recurso de tecnologia assistiva 
para a comunicação alternativa (CA): 
 
A Teclado expandido IntelliKeys. 
82 
 
 
 
B Virador de página por acionadores. 
C Aranha mola para fixação da caneta. 
D Vocalizadores de mensagens gravadas. 
E Pulseira de imã estabilizadora da mão. 
 
07 Ano: 2021 Banca: CS-UFG Órgão: TJ-GO Prova: CS-UFG - 2021 - TJ-GO - Analista 
Judiciário - Área Judiciária Leia as informações a seguir. A publicação da lei n. 13.146/2015 
causou repercussão direta ao direito substantivo privado brasileiro. Em um caminho de 
superação da corpo normatividade, que vê corpos na legislação de maneira dicotômica, 
classificando entre capacidades, fortaleceu as discussões jurídicas acerca do anticapacitismo 
no nosso ordenamento jurídico a fim de garantir liberdade, igualdade e dignidade humana, 
como meio de horizontalização de direitos fundamentais. Neste contexto, desde a instituição 
da legislação, asseverase pelo uso adequado do termo referente aos sujeitos amparados pela 
legislação, que é: 
A portadora de necessidades especiais. 
B pessoa deficiente. 
C pessoa com deficiência. 
D portadora de deficiência. 
08 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: EBSERH Prova: VUNESP - 2020 - EBSERH - Assistente 
Social Promover a inclusão social e a cidadania da pessoa com deficiência é o que visa a Lei 
n° 13.146/2015. Ao tratar do direito à vida, determina o artigo 10 do Estatuto da Pessoa com 
Deficiência, como competência do poder público, garantir a dignidade dessas pessoas ao 
longo de toda a vida. O parágrafo único desse artigo prevê que, em situações de risco, 
emergência ou estado de calamidade pública, deve o poder público adotar medidas para 
proteção e segurança da pessoa com deficiência, que será considerada 
A incapaz. 
B vulnerável. 
C útil. 
D valorizada. 
E privilegiada. 
 
09 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Morro Agudo - SP Prova: VUNESP - 2020 - 
Prefeitura de Morro Agudo – SP Considere o disposto na Lei n° 13.146/2015 quanto aos tipos 
de barreiras (1; 2; 3; 4) e os relacione aos seus significados (a; b; c; d), assinalando a 
alternativa correta. 
1. Barreiras urbanísticas; 
2. Barreiras atitudinais; 
83 
 
 
 
3. Barreiras arquitetônicas; 
4. Barreiras nas comunicações. 
a. As que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de 
condições e oportunidades com as demais pessoas; 
b. São as existentes nos edifícios públicos e privados; 
c. São as existentes nas vias e nos espaços públicos e privados abertos ao público ou de uso 
coletivo; 
d. As que dificultem ou impossibilitem a expressão ou o recebimento de mensagens e de 
informações por intermédio de sistemas de comunicação e de tecnologia da informação. 
 
A 1-b; 2-a; 3-c; 4-d. 
B 1-b; 2-d; 3-c; 4-a. 
C 1-c; 2-a; 3-b; 4-d. 
D 1-d; 2-b; 3-a; 4-c. 
E 1-a; 2-c; 3-d; 4-b. 
10 Ano: 2022 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) -----Em 6 de julho de 2015 foi instituída a 
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). 
Em seu capítulo IV é tratado o direito à educação, como: “Art. 27 - A educação constitui direito 
da pessoa com deficiência, assegurado sistema educacional inclusivo em todos os níveis e 
aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível 
de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas 
características, interesses e necessidades de aprendizagem.” BRASIL. Lei n° 13.146/2015. 
Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com 
Deficiência). Brasília, DF, 2015. Com relação aos processos seletivos para ingresso e 
permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação 
profissional e tecnológica, públicas e privadas, não deve ser adotada a seguinte medida: 
 
 
 A )Atendimento preferencial à pessoa com deficiência nas dependências das Instituições de Ensino 
Superior (IES) e nos serviços prestados. 
B )Disponibilização de recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva adequados, previamente 
solicitados e escolhidos pelo candidato com deficiência. 
C) Dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na 
realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e 
comprovação da necessidade. 
84 
 
 
 
D) Adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação que considerem a 
singularidade linguística da pessoa com deficiência, no domínio da modalidade escrita da língua 
portuguesa. 
E) Tradução completa do edital e de suas retificações em Libras e Braile. 
11 Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - Assistente 
Educacional De acordo com a Lei da Inclusão, no Art. 2, § 1o a avaliação da deficiência, 
quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e 
interdisciplinar que considerará: 
 
A) as barreiras atitudinais que são as atitudes ou comportamentos que impedem ou prejudiquem a 
participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as 
demais pessoas. 
 
B) o acompanhante que é aquele que acompanha a pessoa com deficiência, podendo ou não 
desempenhar as funções de atendente pessoal. 
C) os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; os fatores socioambientais, psicológicos 
e pessoais; a limitação no desempenho de atividades e a restrição de participação. 
D )o desenho universal na concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados 
por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos 
de tecnologia assistiva. 
E) as barreiras tecnológicas que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às 
tecnologias. 
12 Ano: 2021 Banca: IBGP Órgão: Prefeitura de Dores do Indaiá - MG Provas: IBGP - 2021 - 
Prefeitura de Dores do Indaiá - MG - Professor PEB I De acordo com a Lei Federal no 13.146, 
de 06 de julho de 2015, avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, 
realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará: 
I- Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo. 
II- Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais. 
III- A limitação no desempenho de atividades. 
Estão CORRETAS as afirmativas: 
 
A I e II apenas. 
B II e III apenas. 
C I e III apenas. 
D I, II e III. 
85 
 
 
 
13 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Cananéia - SP Prova: VUNESP - 2020 - 
Prefeitura de Cananéia - SP - Professor - Educação Especial No início do ano letivo, uma 
família recém-chegada ao município procurou a rede de ensino para matricular sua filha de 6 
anos, que tem surdez. A criança não frequentou a educação infantil e a família tem muitas 
dúvidas sobre o processo educacionalda filha. De acordo com a LBI (2015), o município 
deverá ofertar 
 
A) educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa 
como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. 
B) escola especial para surdos com ensino da Libras como primeira língua e a língua portuguesa 
associada aos sinais para contextos de leitura e escrita. 
C) escola comum inclusiva com interprete de Libras da educação infantil ao ensino médio, sendo a 
língua portuguesa como primeira língua. 
D) instrutor e intérprete de Libras para a Libras como primeira língua e professores de português 
para o ensino da segunda língua na modalidade escrita. 
E) professores especialistas e profissionais de apoio para o ensino da língua portuguesa como 
primeira língua e a língua de sinais como meio de comunicação. 
14 Ano: 2021 Banca: PS Concursos Órgão: Prefeitura de São João do Sul - SC Prova: PS 
Concursos - 2021 - Prefeitura de São Segundo a Lei 13.146/2015, classifique os itens abaixo 
como verdadeiros (V) ou falsos (F): Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, 
desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: 
( ) Sistema educacional inclusivo apenas nos níveis fundamentais e médio e suas respectivas 
modalidades. 
( ) Aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, 
participação e 
( ) aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as 
barreiras e promovam a inclusão plena. 
( ) Oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua 
portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. 
( ) Formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, de 
tradutores e intérpretes da 
Libras, de guias intérpretes e de profissionais de apoio. 
( ) Acessibilidade para todos os estudantes, trabalhadores da educação e demais integrantes da 
comunidade escolar às edificações, aos ambientes e às atividades concernentes a todas as 
modalidades, etapas e níveis de ensino. 
Assinale a sequência CORRETA: 
 
86 
 
 
 
A V, V, F, V, F 
B F, V, F, V, F 
C F, V, V, V, V 
D V, F, V, V, F 
E F, F, V, V, F 
 
15 : 2020 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura de Itapiranga - SC Provas: AMEOSC - 2020 - 
Prefeitura de Itapiranga - SC - Professor de Geografia A Lei no 13.146/15 prevê que a educação 
constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em 
todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo 
desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e 
sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem. Nos 
termos da referida Lei, nos processos seletivos para ingresso e permanência nos cursos 
oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, 
públicas e privadas, devem ser adotadas diversas medidas. Assinale a única alternativa que 
não corresponde a uma dessas medidas: 
 
A) Disponibilização de formulário de inscrição de exames com campos específicos para que o 
candidato com deficiência informe os recursos de acessibilidade e de tecnologia assistiva 
necessários para sua participação. 
B) Dilação de tempo, conforme demanda apresentada pelo candidato com deficiência, tanto na 
realização de exame para seleção quanto nas atividades acadêmicas, mediante prévia solicitação e 
comprovação da necessidade. 
C) Disponibilização de provas em formatos acessíveis que não atendam às necessidades específicas 
do candidato com deficiência. 
D) Tradução completa do edital e de suas retificações em Libras. 
 
16 Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2020 - SEE-AC - Professor 
Brailista P2 Segundo o Estatuto da Pessoa com Deficiência, no Capítulo IV do Direito a 
Educação, em seu Art. 28, incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, 
implementar, incentivar, acompanhar e avaliar o/a: 
A )sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como o aprendizado na 
infância e adolescência. 
B) oferta de educação bilíngue, sendo a língua portuguesa como primeira língua, em escolas e 
classes bilíngues e em escolas inclusivas. 
C )acesso da pessoa com deficiência a jogos e a atividades recreativas, esportivas e de lazer, no 
sistema escolar, específico para pessoa com deficiência. 
87 
 
 
 
D) participação dos estudantes com deficiência e de suas famílias nas diversas instâncias de 
atuação da comunidade escolar. 
E )formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, 
apenas no nível superior de ensino. 
 
17 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Sorocaba - SP Provas: VUNESP - 2020 - 
Prefeitura de Sorocaba - SP - Professor de Matemática Ainda com referência à Lei no 
13.146/2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da 
Pessoa com Deficiência), o Art. 27 dispõe que “A educação constitui direito da pessoa com 
deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao 
longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus 
talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, 
interesses e 
 
A) faixa etária”. 
B) aspirações pessoais”. 
C) expectativas familiares”. 
D) possibilidades econômicas”. 
E) necessidades de aprendizagem”. 
18. Segundo a Lei Federal 13.146/2015, é a pessoa que exerce atividades de alimentação, 
higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares 
nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições 
públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões 
legalmente estabelecidas. Estamos falando: 
( ) a) do acompanhante. 
( ) b) da tecnologia assistiva ou ajuda técnica. 
( ) c) do elemento de urbanização. 
( ) d) do desenho universal. 
( ) e) do profissional de apoio escolar. 
19 .Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
obre a Lei Federal que instaura o Estatuto da Pessoa com Deficiência, pode-se dizer 
que definiu: 
A) o conceito de deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza 
física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, 
88 
 
 
 
pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com 
as demais pessoas. 
B) o conceito de deficiência como a redução ou falta de capacidade de realizar uma 
atividade num padrão considerado normal para o ser humano, em decorrência de uma 
deficiência. 
 C) o conceito de deficiência como a repercussão imediata da doença sobre o corpo, 
impondo uma alteração estrutural ou funcional ao nível tecidual ou orgânico. 
20. A Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação 
Inclusiva/2008, propõe, EXCETO: 
A) Que no contexto escolar, todos aprendem a viver coletivamente, a repartir tarefas e dividir 
responsabilidades, pois a valorização da diversidade de talentos humanos é um exercício 
que desenvolve as ações dos alunos e que resulta do trabalho em grupos heterogêneos. 
B) Que a escola contemple todos os alunos, mesmo aqueles com severas limitações, que 
não conseguem aprender os conteúdos escolares, mas que se beneficiem da convivência 
com os outros alunos. Por conseguinte, os alunos, nestas condições, podem receber, como 
complemento, o Atendimento Educacional Especializado. 
C) A mudança de valores, atitudes e práticas educacionais para atender a todos os 
estudantes, sem nenhum tipo de discriminação, assegurando-lhes uma educação de 
qualidade. 
D) Que a intencionalidade da educação seja voltada diretamente para a preparação dosindivíduos para o desempenho de funções específicas: mão de obra qualificada para o 
mercado de trabalho, ou seja, funções atreladas ao desenvolvimento econômico do país. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
89 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 1 RESPOSTA LETRA A . 
De acordo com o artigo 3° da lei n°. 13.146/2015, Estatuto da pessoa com deficiência, as barreiras 
atitudinais são atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da 
pessoa com deficiência 
QUESTÃO 2 RESPOSTA LETRA D . 
I- Correto. Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais 
pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação, de acordo com o art. 4o, caput do 
Estatuto. II- Incorreto. A deficiência não afeta a plena capacidade civil da pessoa, inclusive para 
casar-se e constituir união estável, conforme art. 6o, I do Estatuto. III- Correto. É dever de todos 
comunicar à autoridade competente qualquer forma de ameaça ou d violação aos direitos da pessoa 
com deficiência, conforme art. 7o, caput do referido diploma legaL. 
QUESTÃO 3 RESPOSTA LETRA . A 
n° 13.146/ 2015 dispõe sobre o direito à educação e em seu artigo 28 incumbe ao poderpúblico 
assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: A oferta de educação 
bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como 
segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. "Art. 28. Incumbe ao poder 
público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar:(...) IV - oferta 
de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa 
como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas; (...)" 
 
QUESTÃO 4 RESPOSTA LETRA E . 
o artigo 28 da Lei n° 13.146/2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, incumbe ao 
poder público, entre outras ações, assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, 
acompanhar e avaliar: E acesso da pessoa com deficiência, em igualdade de condições, a jogos e a 
atividades recreativas, esportivas e de lazer, no sistema escolar. O item XV do Art. 28 estabelece que 
incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e 
avaliar o acesso da pessoa com deficiência, em igualdade de condições, a jogos e a atividades 
recreativas, esportivas e de lazer, no sistema escolar. 
 
QUESTÃO 5 RESPOSTA LETRA D . 
Desenho universal: PAPS,Produtos,Ambientes,Programas,Serviços. 
QUESTÃO 6 RESPOSTA LETRA D . 
 Vocalizadores de mensagens gravadas é um recurso de gravação e reprodução sonora que ajuda 
acomunicação das pessoas, garantindo eficiência na função comunicativa. 
SIMULADO COMENTADO DAS QUESTÕES ESTATUTO DA 
PESSOA COM DEFICIENCIA. 
90 
 
 
 
 
QUESTÃO RESPOSTA LETRA C . 
Pessoal com deficiência 
 
QUESTÃO 8 RESPOSTA LETRA B . 
O parágrafo único desse artigo prevê que, em situações de risco, emergência ou estado de 
calamidade pública, deve o poder público adotar medidas para proteção e segurança da 
pessoa com deficiência, que será considerada VULMERAVEL 
QUESTÃO 9 RESPOSTA LETRA C . 
 
QUESTÃO 10 RESPOSTA LETRA E. 
Não apresenta retificações em braile 
QUESTÃO 11 RESPOSTA LETRA C . 
 E, portanto, gabarito da questão. Os critérios que a avaliação da deficiência considera são: os 
impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; os fatores socioambientais, psicológicos e 
pessoais; a limitação no desempenho de atividades e a restrição de participação. Inteligência do art. 
2o, § 1o, do Estatuto da Deficiência, que preceitua: § 1o A avaliação da deficiência, quando 
necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e 
considerará: I - os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; II - os fatores 
socioambientais, psicológicos e pessoais; III - a limitação no desempenho de atividades; e IV - a 
restrição de participação. A criança não frequentou a educação infantil e a família tem muitas dúvidas 
sobre o processo educacional da filha. De acordo com a LBI (2015), o município deverá ofertar 
 
QUESTÃO 12 RESPOSTA LETRA D . 
QUESTÃO 13 RESPOSTA LETRA A . 
A educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa 
como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas. A assertiva está de 
acordo com disposto no art. 28, inciso IV do Estatuto da Pessoa com Deficiência. 
QUESTÃO 14 RESPOSTA LETRA C . 
QUESTÃO 15 RESPOSTA LETRA C . 
FVVVV 
Consoante ao disposto no art. 28, inciso I do Estatuto da Pessoa com Deficiência, sistema 
educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como o aprendizado ao longo de toda 
a vida. Disponibilização de provas em formatos acessíveis que não atendam às necessidades 
específicas do candidato com deficiência. Errado e, portanto, gabarito da questão. A disponibilização 
91 
 
 
 
de provas em formatos acessíveis devem atender às necessidades específicas docandidato com 
deficiência. Inteligência do art. 30, III, do Estatuto em estudo: Art. 30. Nos processos seletivos para 
ingresso e permanência nos cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação 
profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser adotadas as seguintes medidas: III - 
disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do 
candidato com deficiência;. 
 
QUESTÃO 16 RESPOSTA LETRA D . 
 Participação dos estudantes com deficiência e de suasfamílias nas diversasinstâncias de atuação da 
comunidade escolar. Correto e, portanto, gabarito da questão - para a banca. Inteligência do art. 28, 
VIII, do Estatuto da Pessoa com Deficiência: Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, 
desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: VIII - participação dos estudantes com 
deficiência e de suas famílias nas diversas instâncias de atuação da comunidade escolar; 
 
QUESTÃO 17 RESPOSTA LETRA E . 
 necessidades de aprendizagem”.o Art. 27 dispõe que “A educação constitui direito da pessoa com 
deficiência, asseguradossistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de 
toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades 
físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interessese 
QUESTÃO 18 RESPOSTA LETRA E . 
QUESTÃO 19 RESPOSTA LETRA .B 
o conceito de deficiência como a redução ou falta de capacidade de realizar uma atividade num padrão 
considerado normal para o ser humano, em decorrência de uma deficiência 
 
QUESTÃO 20 RESPOSTA LETRA D 
Exceto Que a intencionalidade da educação seja voltada diretamente para a preparação dos 
indivíduos para o desempenho de funções específicas: mão de obra qualificada para o mercado de 
trabalho, ou seja, funções atreladas ao desenvolvimento econômico do em igualdade de condições e 
oportunidades com as demais pessoas. 
 
 
 
 
 
 
92 
 
 
 
 
 
 
EDUCAÇÃO BILINGUE DE SURDOS 
 
 
 É A 
 MODALIDADE DE 
 EDUCAÇÃO ESCOLAR 
 
 
 
 
§ 1o Haverá, quando necessário, serviços de apoio educacional especializado, como o 
atendimento educacional especializado bilíngue, para atender às especificidades linguísticas dos 
estudantes surdos. 
 
 
§ 2o A oferta de educação bilíngue de surdos terá início ao zero ano, na educação infantil, e se 
estenderá ao longo da vida. 
§ 3o O disposto no caput deste artigo será efetivado sem prejuízo das prerrogativas de matrícula 
em escolas e classes regulares, de acordo com o que decidir o estudante ou, no que couber, 
seus pais ou responsáveis, e das garantias previstas naLei no 13.146, de 6 de julho de 2015 
(Estatuto da Pessoa com Deficiência), que incluem, para os surdos oralizados, o acesso a 
tecnologias assistivas. 
 
 Art. 60-B. Além do disposto no art. 59 desta Lei, os sistemas de ensino assegurarão aos educandos 
surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou 
superdotação ou com outras deficiências associadas materiais didáticos e professores bilíngues com 
formação e especialização adequadas, em nível superior. 
 
 
BLOCO : 2 CONHECIMENTO SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL E BILINGUE DOS 
SURDOS 
A EDUCAÇÃO 
BILÍNGUE DE 
SURDOS 
LIBRAS PRIMEIRA LÍNGUA 
PORTUGUÊS ESCRITO 
 
SEGUNDA LÍNGUA 
HAVERÁ, QUANDO NECESSÁRIO, SERVIÇOS DE APOIO EDUCACIONAL 
ESPECIALIZADO, 
 SISTEMAS DE ENSINO ASSEGURARÃO 
 
 AOS EDUCANDOS SURDOS, SURDO-CEGOS. 
93 
 
 
 
 
 
MATERIAIS DIDÁTICOS E PROFESSORES BILÍNGUES COM FORMAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO 
ADEQUADAS, EM NÍVEL SUPERIOR 
 Parágrafo único. Nos processos de contratação e de avaliação periódica dos professores a que 
serefere o caput deste artigo serão ouvidas as entidades representativas das pessoas surdas 
.”Art. 3º A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional), passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 78-A e 79-C: 
“Art. 78-A. Os sistemas de ensino, em regime de colaboração, desenvolverão programas integrados 
de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilíngue e intercultural aos estudantes surdos, 
surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou 
com outras deficiências associadas, com os seguintes objetivos: 
I - proporcionar aos surdos a recuperação de suas memórias históricas, a reafirmação de 
suas identidades e especificidades e a valorização de sua língua e cultura;II - garantir aos surdos o 
acesso às informações e conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais 
sociedades surdas e não surdas.” 
“Art. 79-C. A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da 
educação bilíngue e intercultural às comunidades surdas, com desenvolvimento de programas 
integrados de ensino e pesquisa. 
 
 
 
§ 1º Os programas serão planejados com participação das comunidades surdas, de 
instituições de ensino superior e de entidades representativas das pessoas surdas. 
§ 2º Os programas a que se refere este artigo, incluídos no Plano Nacional de Educação, 
terão os seguintes objetivos: 
I - fortalecer as práticas socioculturais dos surdos e a Língua Brasileira de Sinais; 
II - manter programas de formação de pessoal especializado, destinados à educação 
bilíngüe escolar dos surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com 
altas habilidades o superdotação ou com outras deficiências associadas; 
III - desenvolver currículos, métodos, formação e programas específicos, neles incluídos os 
conteúdos culturais correspondentes aos surdos; 
IV - elaborar e publicar sistematicamente material didático bilíngue, específico e 
diferenciado. 
UNIÃO APOIARÁ TÉCNICA E FINANCEIRAMENTE OS SISTEMAS DE ENSINO 
PROVIMENTO DA EDUCAÇÃO BILÍNGUE E INTERCULTURAL ÀS COMUNIDADES 
SURDAS. 
 
94 
 
 
 
§ 3º Na educação superior, sem prejuízo de outras ações, o atendimento aos estudantes 
surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou 
superdotação ou com outras deficiências associadas efetivar-se-á mediante a oferta de 
ensino bilíngue e de assistência estudantil, assim como de estímulo à pesquisa e 
desenvolvimento de programas especiais.” 
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação 
1. O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE 
 
 
 
 
 
Uma das inovações trazidas pela Política Nacional de Educação Especial na 
Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) é o Atendimento Educacional Especializado - 
AEE, um serviço da educação especial que "[...] identifica, elabora e organiza recursos 
pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos 
alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008). 
 
 
 
 O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno, visando a sua autonomia na 
escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos sistemas de ensino. É realizado, de 
preferência, nas escolas comuns, em um espaço físico denominado Sala de Recursos 
Multifuncionais. Portanto, é parte integrante do projeto político pedagógico da escola. São 
atendidos, nas Salas de Recursos Multifuncionais, alunos público-alvo da educação 
especial, conforme estabelecido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva 
da Educação Inclusiva e no Decreto N.6.571/2008. 
 
 
 l Alunos com deficiência: aqueles [...] que têm impedimentos de longo prazo de 
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais em interação com diversas 
barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de 
condições com as demais pessoas (ONU, 2006). 
AEE- ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO , OU AEE É O CONJUNTO DE ATIVIDADES , RECURSOS DE 
ACESSIBILIDADE E PEDAGÓGICOS ORGANIZADOS INSTITUCIONALMENTE , PRESTADO DAS SEGUINTES FORMA. 
COMPLEMENTAR Á FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES COM DEFICIENCIA TRANSTORNO GLOBAIS DO 
DESENVOLVIMENTO , COM APOIO PERMANENTE E LIMITADO NO TEMPO E NA FREQUENCIA DOS 
ESTUDANTES Á SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS 
COMPLEMENTA
R 
ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA 
TRANSTORNOS GLOBAIS DO 
DESENVOLVIMENTO 
SUPLEMENTAR 
ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAÇÃO 
95 
 
 
 
 l Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam al- 
terações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de 
interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Incluem-se nesse grupo alunos 
com autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. (MEC/SEESP, 
2008). 
 l Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que demonstram potencial 
elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, 
acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, 
envolvimen- to na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse 
(MEC/SEESP, 2008). 
 
 NUNCA É SUBSTITUTIVO AO ENSINO REGULAR , SENDO 
OFERECIDO DE MANEIRA COMPLEMENTAR OU SUPLEMENTAR. 
 
 A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR - A ESCOLA 
COMUM INCLUSIVA 
17 Marcos Seesp-Mec Fasciculo I.qxd 28/10/2010 10:31 Page 17 A matrícula no AEE é 
condicionada à matrícula no ensino regular. Esse atendimento pode ser oferecido em 
Centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou privada, sem 
fins lucrativos. Tais centros, contudo, devem estar de acordo com as orientações da 
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e com 
as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional 
Especializado na Educação Básica (MEC/SEESP, 2009). Na perspectiva da educação 
inclusiva, o processo de reorientação de escolas especial e centros especializados requer a 
construção de uma proposta pedagógica que institua nestes espaços, principalmente, 
serviços de apoio às escolas para a organização das salas de recursos multifuncionais e 
para a formação continuada dos professores do AEE. 
 
 
 
 
 AS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS SÃO: 
 AMBIENTES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS , MOBILIARIOS E MATERIAS DIDATICOS E 
PEDAGOGICOS PARA A OFERTA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. 
 
O ESTUDANTE DEVE FREQUENTAR O AEE NO CONTRATURNO DO 
HORARIO REGULAR. 
AEE 
96 
 
 
 
Modalidade da educação especial 
 A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os 
níveis, etapase modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, 
disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino 
e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular. 
 
 nas escolas comuns do ensino regular e ofertar o atendimento educacional especializado 
– AEE, promovendo o acesso e as condições para uma educação de qualidade. O 
atendimento educacional especializado – 
AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de 
acessibilidade que eliminem as barreiras. Para a plena participação dos alunos, 
considerando suas necessidades específicas. 
Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à 
autonomia e independência na escola e fora dela. 
 Consideram-se serviços e recursos da educação especial àqueles que asseguram 
condições de acesso ao currículo por meio da promoção da acessibilidade aos 
materiais didáticos, aos espaços e equipamentos, aos sistemas de comunicação e 
informação e ao conjunto das atividades escolares. 
Para o atendimento às necessidades específicas relacionadas às altas 
habilidades/superdotação são desenvolvidas atividades de enriquecimento curricular 
nas escolas de ensino regular em articulação com as instituições de educação 
superior, profissional e tecnológica, de pesquisa, de artes, de esportes, entre outros. 
 
MODALIDADE EDUCAÇÃO BILINGUE DE SURDOS 
LEI No 14.191, DE 3 DE AGOSTO DE 2021 
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional), para dispor sobre A MODALIDADE DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS. 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a 
seguinte Lei: 
Art. 1o O art. 3o da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional), passa a vigorar com a seguinte redação: 
“Art. 3o .................................................................................................................. 
............................................................................................................................... 
Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, os com 
transtornos globais desenvolvimento e os com altas habilidades/superdotação 
97 
 
 
 
XIV - respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-
cegas e com deficiência auditiva.” (Art. 2o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional), passa a vigorar acrescida do seguinte Capítulo V-A 
“CAPÍTULO V-A 
 
 
 
 
 
 
 
ACESSIBILIDADE DO PLANO AEE. 
 
 
 
 
 
 
 
 
O atendimento educacional especializado - AEE tem como função 
identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e 
de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos 
alunos, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento 
complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à 
autonomia e independência na escola e fora dela. 
 
 
DA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS 
 Art. 60-A. Entende-se por educação bilíngue de surdos, para os efeitos desta Lei, a modalidade de 
educação escolar oferecida em Língua Brasileira de Sinais (Libras), como primeira língua, e em 
português escrito, como segunda língua, em escolas bilíngues de surdos, classes bilíngues de surdos, 
escolas comuns ou em polos de educação bilíngue de surdos, para educandos surdos, surdo-cegos, 
com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras 
deficiências associadas, optantes pela modalidade de educação bilíngue de surdos. 
 
 A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos 
os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional 
especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua 
utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino 
regular. Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com 
deficiência, os com transtornos globais do desenvolvimento e os com 
altas habilidades/superdotação nas escolas comuns do ensino regular e 
ofertar o atendimento educacional especializado – AEE, promovendo o acesso e 
as condições para uma educação de qualidade. 
98 
 
 
 
AEE DO ALUNO COM DEFICIECIA AUDITIVA Perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e 
um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 
3.000Hz; 
AEE DO ALUNO COM DEFICIENCIA VISUA Cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou 
menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade 
visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória 
da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o; ou a ocorrência 
simultânea de quaisquer das condições anteriores; 
AEE DO ALUNO COM DEFICIENCIA FISICA No Decreto na 3.298 de 1999 da legislação brasileira, 
encontramos o conceito de deficiência e de deficiência física, conforme segue: 
Art. 3...: - Para os efeitos deste Decreto, considera-se: 
I - Deficiência – toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou 
anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado 
normal para o ser humano; 
Art. 4...: - Deficiência Física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo 
humano, acarretando o1) Uma das alternativas abaixo NÃO se refere à necessária articulação entre 
ensino comum e Atendimento Educacional Especializado (AEE). a) A elaboração conjunta de planos de 
trabalho na construção do Projeto Pedagógico, sendo a Educação Especial um tópico à parte da 
programação escolar, já que não é a regra entre os alunos. 
 
Deficiência Física eficiência Física 
No Decreto na 3.298 de 1999 da legislação brasileira, encontramos o conceito de deficiência e de 
deficiência física, conforme segue: 
Art. 3...: - Para os efeitos deste Decreto, considera-se: 
I - Deficiência – toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou 
anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado 
normal para o ser humano; 
Art. 4...: - Deficiência Física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo 
humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de 
paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, 
hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com 
deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam 
dificuldades para o desempenho de funções. 
 
 
 
 
 
 O comprometimento da função física poderá acontecer quando existe a falta de um membro 
(amputação), sua máformação ou deformação (alterações que acometem o sistema muscular e 
esquelético). Ainda encontraremos alterações funcionais motoras decorrentes de lesão do 
Sistema Nervoso e, nesses casos, observaremos principalmente a alteração do tônus muscular 
(hipertonia, hipotonia, atividades tônicas reflexas, movimentos involuntários e incoordenados). As 
terminologias “para, mono, tetra, tri e hemi”, diz respeito à determinação da parte do corpo 
envolvida, significando respectivamente, “somente os membros inferiores, somente um 
membro, os quatro membros, três membros ou um lado do corpo”. 
99 
 
 
 
 
 
01 - Deficiência física é: 
A) A cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor 
correção óptica. 
B) A perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma 
nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. 
C) Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano,acarretando o 
comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, 
monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, 
ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com 
deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam 
dificuldades para o desempenho de funções. 
D) Nenhuma das alternativas anteriores é correta. 
02 Banca: AMAUC De acordo com as limitações apresentadas pelo educando com deficiência 
física, o professor deverá realizar uma seleção de recursos e estratégias para que o educando 
possa acessar o conhecimento e interagir com o ambiente escolar. 
Sobre recursos e estratégias para o trabalho junto a educandos com deficiência física, assinale “V” 
para verdadeiro e “F” para falso. 
( ) O uso da Comunicação Aumentativa e Alternativa auxilia o educando com dificuldades de fala e 
escrita. 
( ) Os acionadores são exemplos de recursos para adequação postural utilizados com educandos 
com deficiência física. 
( ) A estratégia de fixar uma folha com uma fita adesiva auxilia para a realização de desenho e 
pintura por parte de educandos com deficiência física que possui dificuldades na área motora fina. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 
A) V – V – V 
B) V – F – V 
C) F – V – V 
D) F – F – V 
E) V – V – F 
03 Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: TJ-DFT Prova: FGV - 2022 - TJ-DFT - Analista Judiciário – 
Psicologia Um bebê indígena recém-nascido com uma deficiência física foi resgatado após ter 
SIMULADO DAS QUESTÕES 
100 
 
 
 
sido abandonado em um matagal e foi acolhido em uma entidade após o atendimento médico. 
De acordo com a legislação vigente no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): 
A) apenas membros da mesma comunidade étnica poderão adotar o bebê; 
B) os representantes da Funai terão preferência na adoção do bebê índio; 
C) os direitos fundamentais reconhecidos pelo ECA não se aplicam a indígenas; 
D) o bebê poderá vir a ser adotado por pretendentes habilitados à adoção; 
E) o bebê permanecerá em acolhimento em respeito à sua identidade cultural. 
 
04 Órgão: SEAD-AP “Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de 
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma 
ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade 
de condições com as demais pessoas”.(Art. 2 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com 
Deficiência, 2015.) 
Com base no conceito de “pessoa com deficiência” referido acima, leia as práticas descritas a seguir: 
1. Providenciar rampas, banheiros adaptados, plataformas elevatórias, piso tátil, entre outros. 
2. Implantar processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e formas de conceber a 
aprendizagem e a avaliação. Essas práticas atendem, respectivamente, aos seguintes tipos de 
acessibilidade: 
A) instrumental e atitudinal. 
B) arquitetônica e metodológica. 
C) pedagógica e programática. 
D) comunicacional e instrumental. 
E) física e tecnológica. 
05 Banca: CESPE Texto associado Considerando a regulamentação da acessibilidade, julgue 
o item seguinte. Define- se deficiência física como a alteração completa ou parcial de um ou 
mais segmentos do corpo humano que acarreta o comprometimento da função física. Não se 
consideram deficiência física as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades 
para o desempenho de funções laborais. 
Certo 
Errado 
 
 
06 Em relação às pessoas Portadoras de Necessidades Especiais (PNE), considere: 
101 
 
 
 
I. Deficiência física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, 
acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob forma, entre outras, de 
paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, 
hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, 
membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não 
produzem dificuldades para o desempenho de funções. 
II. Deficiente auditivo é o portador de perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) 
ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500 Hz, 1.000 Hz, 2.000 Hz e 3.000 Hz ou de 
perda unilateral, parcial ou total, de cinqüenta decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas 
frequências de 250 Hz, 500 Hz, 1.000 Hz e 2.000 Hz. 
 
III. Deficiente mental é o funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com 
manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades 
adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização de recursos da 
comunidade, saúde ou segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho. 
A) está correto o que se afirma em I e III, apenas. 
B) está correto o que se afirma em I e II, apenas. 
C) está correto o que se afirma em II e III, apenas. 
D) está correto o que se afirma em II, apenas. 
E) está correto o que se afirma em I, II e III. 
 
07) Banca: PUC-PR Segundo o Decreto no 3.298/1999, que regulamenta a Lei no 7.853, de 24 
de outubro de 1989, dispondo sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa 
Portadora de Deficiência, é considerada pessoa portadora de deficiência. 
A) física, quem apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, 
acarretando o comprometimento da função física, podendo apresentar-se sob a forma de paraplegia. 
B) mental, quem apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo 
humano, acarretando o comprometimento da função motora, podendo apresentar-se sob a forma de 
paralisia cerebral. 
C) física, quem apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo 
humano, acarretando o comprometimento da função física, podendo apresentar-se sob a forma de 
amputação ou ausência de membro, mesmo que a deficiência não produza dificuldades para o 
desempenho de funções ou atividades a serem exercidas. 
D) permanente, aquela que sofreu uma redução acentuada da capacidade de integração social, com 
necessidade de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que possa receber ou 
transmitir informações necessários para os eu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou 
atividade a ser exercida. 
102 
 
 
 
E) múltipla, aquela que apresenta, de forma simultânea, em um dos olhos cegueira (acuidade visual 
é igual ou menor que 0,05 no melhor olho) e no outro 
 
08 Leia as afirmativas a seguir: 
I. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o 
sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema nervoso. 
II. A escolha e definição dos conteúdos de ensino é unicamente tarefa do governo vigente. 
Marque a alternativa CORRETA: 
A As duas afirmativas são verdadeiras. 
B A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa. 
C A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa. 
D As duas afirmativas são falsas. 
09 Leia as afirmativas a seguir: 
I. A paralisia cerebral não é uma doença, mas uma condição especial que frequentemente ocorre em 
crianças, antes, durante ou logo após o parto. 
II. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o 
sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema nervoso. 
Marque a alternativa CORRETA: 
A) As duas afirmativas são verdadeiras. 
B) A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa. 
C) A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa. 
D) As duas afirmativas são falsas. 
10 Leia as afirmativas a seguir: 
I. O desenvolvimento psicomotor não está relacionado com a interação entre a criança e o meio 
ambiente através de gestos, movimentos e do contato físico. 
II. As ações de alfabetização e letramento devem proporcionara construção de leitura e da escrita 
através de atividades agradáveis, prazerosas e, ao mesmo tempo, desafiadoras. 
III. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o 
sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema digestivo. 
 
Marque a alternativa CORRETA: 
103 
 
 
 
A) Nenhuma afirmativa está correta. 
B) Está correta a afirmativa I, apenas. 
C) Está correta a afirmativa II, apenas. 
D) Está correta a afirmativa III, apenas. 
E) Todas as afirmativas estão corretas. 
 
11 Analise as afirmativas a seguir: 
I. A deficiência física em uma criança refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que 
compreende, sempre, o sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema digestivo, 
simultaneamente. 
II. Na criança com paralisia cerebral, pode-se perceber algumas dificuldades típicas como, por 
exemplo, as altas habilidades no desempenho motor ao falar, inclusive línguas estrangeiras, assim 
como a facilidade em adquirir e aprimorar movimentos finos, como a escrita e a pintura. 
III. O currículo deve ser adaptado às necessidades dos alunos e não o inverso. As escolas devem, 
portanto, oferecer oportunidades curriculares que se adaptem a alunos com diferentes interesses, 
potencialidades e capacidades. 
Marque a alternativa CORRETA: 
A) Nenhuma afirmativa está correta. 
B) Apenas uma afirmativa está correta. 
C) Apenas duas afirmativas estão corretas. 
D) Todas as afirmativas estão corretas. 
 
12 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Falar sobre a evolução conceitual da deficiência e sua 
terminologia correta é um importante meio para evitar estigmas e preconceitos. Salienta-se 
que, usar termos técnicos corretamente é ir além da questão semântica. É válido escrever 
construtivamente, principalmente, sobre a inclusão social e a educação para cidadania, pois 
se trata também de uma questão de direitos humanos. Atualmente, o termo correto é: 
 
A) Pessoa anormal 
B) Pessoa com deficiência 
C) Pessoa com necessidades especiais 
D) Aleijado 
104 
 
 
 
E) Mongoloide 
 
13 Banca: IADES A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na 
estrutura e na função do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como 
função de interações com o meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de 
lesões que afetam o ambiente neural. No que se refere à neuroplasticidade, julgue o item a 
seguir. 
Axônios em cérebro imaturo têm grande capacidade de crescimento e arborização dendrítica. 
 
Certo 
Errado 
 
14 Banca: IADES A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na 
estrutura e na função do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como 
função de interações com o meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de 
lesões que afetam o ambiente neural. No que se refere à neuroplasticidade, julgue o item a 
seguir. Após lesão do nervo periférico, há proliferação de células de Schwann, produtoras de 
mielina. 
 
Certo 
Errado 
 
15 Banca: IADES A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na 
estrutura e na função do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como 
função de interações com o meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de 
lesões que afetam o ambiente neural. No que se refere à neuroplasticidade, julgue o item a 
seguir. 
O organismo sofre modificações em sua estrutura física e funcional, incluindo seus padrões de 
desenvolvimento maturacional e ontogenético, mudando padrões de conexões de acordo com as 
várias influências, desde o nível de receptividade sensorial até as solicitações e os desafios 
adaptativos complexos. 
 
Certo 
Errado 
 
105 
 
 
 
16 Ano: 2017 Banca: COMPERVE A surdocegueira pode ser classificada em pré-simbólica e 
pós–simbólica. Enquadra-se no primeiro tipo a surdocegueira 
A) adquirida após a adolescência. 
B) ocorrida antes da estruturação da linguagem. 
C) ocorrida após a estruturação da linguagem. 
D) adquirida com perda gradual da visão. 
 
17 Ano: 2017 Banca: COMPERVE Órgão: UFRN 
É fato que a surdocegueira caracteriza o comprometimento auditivo e visual. Todavia, guardadas as 
especificidades de cada uma dessas deficiências, entende-se que a surdocegueira 
 
A) não se classifica como deficiência única, embora não resulte da somatória de duas deficiências 
sensoriais – auditiva e visual. 
B) constitui-se como deficiência múltipla, pela somatória de duas deficiências sensoriais – auditiva e 
visual. 
C) não se classifica como deficiência múltipla, embora se constitua pela somatória de duas 
deficiências sensoriais – auditiva e visual. 
D) constitui-se como uma deficiência única e não a somatória de duas deficiências sensoriais – 
auditiva e visual. 
 
18 Ano: 2016 Banca: FGV Renata é professora de uma turma do segundo ano do ensino 
fundamental. Dentre seus alunos, está Ana, uma criança com surdo-cegueira. As opções a 
seguir apresentam atividades que podem ser consideradas como recursos para a 
aprendizagem de alunos com surdo-cegueira e deficiências múltiplas, à exceção de uma. 
Assinale-a. 
 
A) Cabra-cega, para integração dos alunos. 
B) Objeto de referência pessoal da professora. 
C) Caixa de antecipação, com identificação dos seus objetos de referência. 
D) Calendários, como estratégia para orientação temporal. 
E) Objetos de referência das atividades. 
19 Ano: 2019 Banca: Quadrix Assinale a alternativa correta com relação à fase pré-linguística 
da surdocegueira. 
106 
 
 
 
 
A) Ocorre na fase adulta. 
B) Ocorre após a aquisição da linguagem, seja oral ou por sinais. 
C) É adquirida a partir da perda total da visão. 
D) É adquirida com a perda gradual da audição. 
E) Ocorre antes da aquisição da linguagem. 
20 Ano: 2017 Banca: COMPERVE Uma das mais conhecidas personagens com surdocegueira 
da história é Helen Keller, mulher estadunidense, nascida em 1880. Aos dezenove meses de 
vida, parou de responder a estímulos visuais e auditivos por ter contraído "febre cerebral". À 
época, o fato de ela ter conseguido se comunicar por sinais táteis, leitura labial tátil e Braille 
foi considerado um verdadeiro milagre. Além destas, hoje, são também consideradas formas 
de comunicação de pessoas surdocegas: 
 
A) Língua de Sinais a curta distância, encenação e gravuras. 
B) escrita na palma da mão, datilologia tátil e Tadoma. 
C) Língua de Sinais à distância, comunicação cromática e oralização. 
D) Código Morse, sinais de luz pulsada e Malossi. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
107 
 
 
 
 
 
 
01 - Deficiência física é: C) Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo 
humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de 
paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, 
hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, 
membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não 
produzam dificuldades para o desempenho de funções. 
 
02 De acordo com as limitações apresentadas pelo educando com deficiência física, o professor 
deverá realizar uma seleção de recursos e estratégias para que o educando possa acessar o 
conhecimento e interagir com o ambiente escolar. Sobre recursos e estratégias para o trabalho junto 
a educandos com deficiência física, assinale “V” para verdadeiro e “F” para falso. 
REPOSTA VERDADEIRA : O uso da Comunicação Aumentativa e Alternativa auxilia o educando 
com dificuldades de fala e escrita. 
RESPOSTA FALSA: Os acionadores são exemplos de recursos para adequação postural utilizados 
com educandos com deficiência física. 
RESPOSTA VERDADEIRA: A estratégia de fixar uma folha com uma fita adesiva auxilia para a 
realização de desenho e pintura por parte de educandos com deficiência física que possui 
dificuldadesna área motora fina. 
RESPOSTA CORRETA B) V – F – V 
03 Um bebê indígena recém-nascido com uma deficiência física foi resgatado após ter sido 
abandonado em um matagal e foi acolhido em uma entidade após o atendimento médico. De acordo 
com a legislação vigente no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): D) o bebê poderá vir a ser 
adotado por pretendentes habilitados à adoção; 
04 Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza 
física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir 
sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais 
pessoas”.(Art. 2 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, 2015.) 
 
Com base no conceito de “pessoa com deficiência” referido acima, leia as práticas descritas a seguir: 
 
1. Providenciar rampas, banheiros adaptados, plataformas elevatórias, piso tátil, entre outros. 
2. Implantar processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e formas de conceber a 
aprendizagem e a avaliação. Essas práticas atendem, respectivamente, aos seguintes tipos de 
acessibilidade: B) arquitetônica e metodológica. 
GABARITO COMENTADO DAS QUESTÕES 
108 
 
 
 
 
05 Considerando a regulamentação da acessibilidade, julgue o item seguinte. Define- se deficiência 
física como a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano que 
acarreta o comprometimento da função física. Não se consideram deficiência física as deformidades 
estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções laborais.Certo 
06 Em relação às pessoas Portadoras de Necessidades Especiais (PNE), considere: 
I. Deficiência física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, 
acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob forma, entre outras, de 
paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, 
hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, 
membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não 
produzem dificuldades para o desempenho de funções. 
III. Deficiente mental é o funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com 
manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades 
adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização de recursos da 
comunidade, saúde ou segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho. 
A) está correto o que se afirma em I e III, apenas. 
 
07) Segundo o Decreto no 3.298/1999, que regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 
1989, dispondo sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de 
Deficiência, é considerada pessoa portadora de deficiência. 
A) física, quem apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, 
acarretando o comprometimento da função física, podendo apresentar-se sob a forma de paraplegia. 
 
08 Leia as afirmativas a seguir: 
 
RESPOSTA VERDADEIRA I. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho 
locomotor que compreende o sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema nervoso. 
 
RESPOSTA FALSA II. A escolha e definição dos conteúdos de ensino é unicamente tarefa do 
governo vigente. 
 
B A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa. 
 
09 Leia as afirmativas a seguir: 
109 
 
 
 
RESPOSTA VERDADEIRA I. A paralisia cerebral não é uma doença, mas uma condição especial 
que frequentemente ocorre em crianças, antes, durante ou logo após o parto. 
RESPOSTA VERDADEIRA II. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho 
locomotor que compreende o sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema nervoso. 
A) As duas afirmativas são verdadeiras. 
 
10 Leia as afirmativas a seguir: 
 
RESPOSTA FALSA I. O desenvolvimento psicomotor não está relacionado com a interação entre a 
criança e o meio ambiente através de gestos, movimentos e do contato físico. 
RESPOSTA VERDADEIRA II. As ações de alfabetização e letramento devem proporcionar a 
construção de leitura e da escrita através de atividades agradáveis, prazerosas e, ao mesmo tempo, 
desafiadoras. 
RESPOSTA FALSA III. A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor 
que compreende o sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema digestivo. 
C) Está correta a afirmativa II, apenas. 
 
11 Analise as afirmativas a seguir: 
 
I. A deficiência física em uma criança refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que 
compreende, sempre, o sistema osteoarticular, o sistema muscular e o sistema digestivo, 
simultaneamente. 
B) Apenas uma afirmativa está correta. 
 
12 Falar sobre a evolução conceitual da deficiência e sua terminologia correta é um importante meio 
para evitar estigmas e preconceitos. Salienta-se que, usar termos técnicos corretamente é ir além da 
questão semântica. É válido escrever construtivamente, principalmente, sobre a inclusão social e a 
educação para cidadania, pois se trata também de uma questão de direitos humanos. Atualmente, o 
termo correto é:B) Pessoa com deficiência 
 
13 A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na estrutura e na função 
do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como função de interações com o 
meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de lesões que afetam o ambiente neural. 
No que se refere à neuroplasticidade, julgue o item a seguir.Axônios em cérebro imaturo têm grande 
capacidade de crescimento e arborização dendrítica. Certo 
110 
 
 
 
 
14 A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na estrutura e na função 
do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como função de interações com o 
meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de lesões que afetam o ambiente neural. 
No que se refere à neuroplasticidade, julgue o item a seguir. Após lesão do nervo periférico, há 
proliferação de células de Schwann, produtoras de mielina.Certo 
15 A plasticidade cerebral pode ser definida como uma mudança adaptativa na estrutura e na função 
do sistema nervoso, que ocorre em qualquer fase da ontogenia, como função de interações com o 
meio ambiente interno e externo, ou ainda como resultado de lesões que afetam o ambiente neural. 
No que se refere à neuroplasticidade, O organismo sofre modificações em sua estrutura física e 
funcional, incluindo seus padrões de desenvolvimento maturacional e ontogenético, mudando 
padrões de conexões de acordo com as várias influências, desde o nível de receptividade sensorial 
até as solicitações e os desafios adaptativos complexos.Certo 
 
16 A surdocegueira pode ser classificada em pré-simbólica e pós–simbólica. Enquadra-se no 
primeiro tipo a surdocegueiraB) ocorrida antes da estruturação da linguagem. 
17 É fato que a surdocegueira caracteriza o comprometimento auditivo e visual. Todavia, guardadas 
as especificidades de cada uma dessas deficiências, entende-se que a surdocegueira D) constitui-se 
como uma deficiência única e não a somatória de duas deficiências sensoriais – auditiva e visual. 
 
18 Renata é professora de uma turma do segundo ano do ensino fundamental. Dentre seus alunos, 
está Ana, uma criança com surdo-cegueira. As opções a seguir apresentam atividades que podem 
ser consideradas como recursos para a aprendizagem de alunos com surdo-cegueira e deficiências 
múltiplas, à exceção de uma.A) Cabra-cega, para integração dos alunos. 
19 com relação à fase pré-linguística da surdocegueira. E) Ocorre antes da aquisição da 
linguagem. 
20 Uma das mais conhecidas personagens com surdocegueira da história é Helen Keller, mulher 
estadunidense, nascida em 1880. Aos dezenove meses de vida, parou de respondera estímulos 
visuais e auditivos por ter contraído "febre cerebral". À época, o fato de ela ter conseguido se 
comunicar por sinais táteis, leitura labial tátil e Braille foi considerado um verdadeiro milagre. Além 
destas, hoje, são também consideradas formas de comunicação de pessoas surdocegas: B) escrita 
na palma da mão, datilologia tátil e Tadoma. 
 
 
 
 
 
 
111 
 
 
 
AEE DO ALUNO COM DEFICIENCIA INTELECTUAL 
 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, 
social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os 
estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de 
discriminação. 
 
EDUCAÇÃO INCLUSIVA 
 
 
• A educação educacional fundamentado na concepção de direitos 
humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores 
indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal 
ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da 
exclusão dentro e fora da escola. (MEC/SECADI) 
É uma modalidade de ensino voltada para o atendimento e educação de 
pessoas com deficiência ou superdotação. Ela se desenvolveu com base na 
igualdade de oportunidades, visando oferecer acesso à educação de 
qualidade para todos os cidadãos. Para isso, a educação especial busca 
atender as necessidades e diferenças individuais de cada aluno e assegura 
um conjunto de recursos e serviços educacionais para promover o 
desenvolvimento de potencialidades. 
AÇÃO POLITICA 
CULTURAL 
SOCIAL E PEDAGÓGICA 
112 
 
 
 
E “EDUCAÇÃO INCLUSIVA”? O movimento de inclusão das pessoas com 
deficiência é algo recente. É uma concepção de ensino contemporânea que 
tem como objetivo garantir o direito de todos à educação. Ela pressupõe a 
igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças humanas, 
contemplando, assim, as diversidades étnicas, sociais, culturais, intelectuais, 
físicas, sensoriais e de gênero dos seres humanos. Implica a transformação 
da cultura, das práticas e das políticas vigentes na escola e nos sistemas de 
ensino, de modo a garantir o acesso, a participação e a aprendizagem de 
todos, sem exceção. 
 
DIVERSIDADES ÉTICAS ,SOCIAIS , CULTURAIS INTELECTUAIS 
 FÍSICAS , SENSORIAIS E DE GÊNERO 
 
Políticas de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. 
 O direito à Educação Básica para toda a população é garantido pela Constituição Federal 
Brasileira, formulada em 1988, cujo artigo 208, inciso III, afirma que o dever do Estado com 
a educação será efetivado mediante a garantia de “atendimento educacional especializado 
aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino” 
 
Dificuldade de aprendizagem e distúrbio de aprendizagem. Educação Inclusiva é uma 
PERSPECTIVA, uma forma de olhar todo o sistema de educação de um país, não está 
direcionada especificamente para um “público alvo” (Pessoas com Deficiência, TGD, Altas 
Habilidades/Superdotação), mas tem como objetivo atingir a forma como os profissionais de 
educação "enxergam/trabalham/ensinam” todos os alunos em processo de aprendizagem. 
 
 
 
O direito à Educação básica 
 
 
 
 
 
 
PARA TODA A POPULAÇÃO É GARANTIDO PELA Constituição 
Federal Brasileira em 1988. Artigo 208, inciso lll 
113 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM E DISTURBIOS DE APRENDIZAGEM. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Compreende-se, dessa forma, a partir das questões colocadas acima, que uma 
barreira ainda maior se coloca em relação aos indivíduos que possuem transtornos de 
aprendizagem. Deste modo, tratou-se da Dislexia no entendimento de que esses alunos 
necessitam de um esforço ainda maior para se “mover” entre as for- matações escolares e o 
modelo avaliativo excludente. A identificação logo nos primeiros anos de alfabetização, bem 
como as estratégias adotadas pelos profissionais são imprescindíveis para que o discente se 
A escola nos moldes tradicionais ainda prevalece em grande parte no país, o que significa 
dizer que permanece na valorização do método e dos conhecimentos objetivos. O professor 
continua no centro do processo de aprendizagem com a função de transmitir seus 
conhecimentos aos alunos e avaliá-los por critérios bem definidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A escola nos moldes tradicionais ainda prevalece em grande parte no país, o que 
significa dizer que permanece na valorização do método e dos conhecimentos 
objetivos. O professor continua no centro do processo de aprendizagem com a função 
de transmitir seus conhecimentos aos alunos e avaliá-los por critérios bem definidos. 
Essa escola, não explora a capacidade criativa e resolutiva dos estudantes, tampouco 
encontra soluções eficientes e multidimensionais para os problemas enfrentados por 
estes. O período escolar de aquisição dos códigos de linguagem pode ser 
especialmente complicado para os discentes. Esse deslocamento do sujeito para o 
mundo letrado leva tempo e exige dos professores paciência, observação e estratégias 
diversas para identificar e lidar com algumas especificidades. 
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kk La Aa Ba 
O professor continua no centro do processo de aprendizagem com 
a função de transmitir seus conhecimentos aos alunos e avaliá-los 
por critérios bem definidos . 
114 
 
 
 
DISLEXIA: conceito, características e tipos A dislexia é classificada pelo Manual Diagnóstico e 
Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5, 2014) como Transtorno Específico de 
Aprendizagem, estando inserida dentro da classificação de Transtornos do 
Neurodesenvolvimento. Este distúrbio acomete aproximadamente 3% a 10% dos estudantes 
da educação básica e caracteriza-se por diversas dificuldades ocasionadas por um déficit 
cognitivo para o processamento dos códigos da linguagem, como a organização das letras 
em uma palavra (escrita), dificuldades de compreensão das palavras (leitura), compreensão 
e interpretação dos textos comprometida. As causas ainda são estudadas e discutidas, nas 
áreas da Neurologia e da Psiquiatria, contudo, os estudos apontam para algumas 
características diferenciadas na formação e no processamento cerebral, bem como para 
fatores genéticos, de forma a acometer outros indivíduo dentro do grupo familiar. Segundo 
Capellini (2004), a dislexia é uma decorrência da inter- rupção ou má formação das 
conexões cerebrais responsáveis pela ligação do lobo frontal com o parietal e occipital (ou 
zonas anteriores com zonas mais posteriores do córtex cerebral) que ocasiona um distúrbio 
específico de déficits nas capacidades fonológicas e de leitura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ALGUNS SINAIS NA PRÉ ESCOLA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
dispersão 
Fraco desenvolvimento da atenção 
Atraso do desenvolvimento da fala e da linguagem 
Fraco desenvolvimento da coordenação motora 
Dificuldade com quebra – cabeças 
Falta de interesse por livros impressos 
DIFICULDADE NA AQUISIÇÃO AUTOMÁTICA DA LEITURA E ESCRITA 
Desatenção e dispersão 
Dificuldade de ler e compreender as palavras 
115 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Na Declaração de Salamanca, o termo “necessidades educacionais especiais” refere-se a 
 
(A) todos os alunos que foram diagnosticados como deficientes físicos, mentais ou sensoriais. 
(B) todas aquelas crianças ou jovens cujas necessidades educacionais especiais se originam em função 
de deficiências ou dificuldades de aprendizagem. 
(C) todos os adultos cujas necessidades educacionais especiais se originam de transtornos globais do 
desenvolvimento. 
(D) alunos que frequentam centros ou escolas especiais, classes especiais e salas de recursos 
multifuncionais. 
(E) crianças, jovens e adultos que apresentam severas deficiências físicas, mentais, visuais ou auditivas. 
 
2. A orientação de que o princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as criançasdevem 
aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que 
elas possam ter, está expressa 
 
(A) na Convenção da ONU. 
(B) nos Parâmetros Curriculares Nacionais. 
(C) no Parecer CEE n.º 67/98. 
(D) na Declaração de Salamanca. 
(E) no Plano Estadual de Educação. 
 
3. Ao discorrer sobre as áreas prioritárias, a Declaração de Salamanca (1994) afirma que a integração de 
crianças e jovens com necessidades educacionais especiais seria mais efetiva e bem-sucedida se 
consideração especial fosse dada a planos de desenvolvimento educacional nas seguintes áreas: 
 
(A) formação de professores especializados e capacitados, destinação de recursos para áreas 
estratégicas e convênios com Universidades. 
(B) educação de jovens e adultos, preparação para o trabalho e provisão de recursos estratégicos. 
(C) educação infantil, para garantir a educabilidade de todas as crianças, transição da educação para a 
vida adulta do trabalho e educação de meninas. 
(D) educação de meninas das zonas rurais, formação de professores, aquisição de próteses e órteses. 
(E) adaptações curriculares, construção de escolas bem equipadas e contratação de psicólogos e 
psicopedagogos. 
 
 
4) ANO 2007 BANCA : FUNDAÇÃO PARA O VESTIBULAR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA – 
VUNESP. 
 Assinale a alternativa correta sobre dislexia . 
A)O indivíduo disléxico pode apresentar inteligência normal ou alterada e déficits nas funções 
receptivas, expressivas e de processamento de informações auditivas e visuais. 
 
B)Crianças com dislexia sempre apresentam dificuldades no entendimento e na execução do cálculo 
matemático em si e também na resolução de problemas com enunciado. 
SIMULADO : EDUCAÇÃO INCLUSIVA – DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM E 
DISTURBIO DE APRENDIZAGEM. 
116 
 
 
 
 
B) A dislexia é caracterizada pela dificuldade na linguagem em suas modalidades oral e escrita nos 
períodos pré-escolar e escolar. 
D)A dislexia corresponde a um transtorno específico no aprendizado da leitura, com rendimento 
escolar inferior ao esperado para a idade cronológica, ao potencial intelectual e ao nível de 
escolaridade. 
E)As falhas nas habilidades sintáticas, semânticas e pragmáticas da linguagem oral e escrita são as 
manifestações mais freqüentes da dislexia 
5) Ano: 2019 Banca: GUALIMP De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional (LDB 9.394/96), entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar 
oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, 
transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Sendo assim, 
os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, EXCETO: 
A) Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às 
suas necessidades. 
B)Terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão 
do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo 
o programa escolar para os superdotados. 
C) Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento 
especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses 
educandos nas classes comuns. 
D Educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em 
sociedade, porém sem condições adequadas para os que não revelarem capacidade de 
inserção no trabalho competitivo. 
06) Banca: NUCEPE Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. 
 
A )Nas classes comuns do ensino regular, desde que ofereçam recursos multifuncionais. 
B)Nas salas de atendimento Educacional Especializado (AEE), limitadas ao número máximo 
de 10 alunos. 
C)Nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado 
(AEE). 
D)Nas classes comuns do ensino regular, e nas turmas de LIBRAS que ofereçam 
Atendimento Educacional Especializado (AEE) 
117 
 
 
 
E)Nas classes comuns do ensino regular que ofereçam Atendimento Educacional 
Especializado no contraturno. 
 
07) Banca: VUNESP Conforme o documento Política Nacional de Educação Especial 
na perspectiva da educação inclusiva, incluem-se no grupo de alunos com 
transtornos globais do desenvolvimento as crianças com 
A )afasia, disfasia e transtornos relacionados à dislexia. 
B)afasia, Transtorno da Expressão Escrita e Síndrome de Borderline. 
C)autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. 
D)discalculia, disgrafia e disfunções psicomotoras. 
E)dislexia, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e síndrome de Down. 
 
08) Ano: 2019 Banca: FEPESE Assinale a alternativa que indica corretamente os 
ambientes pensados para complementar ou suplementar a aprendizagem dos 
estudantes, por exemplo, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e 
altas habilidades/superdotação. 
A)salas de aulas bilíngues. 
B)salas de aulas regulares. 
C)salas de recursos multifuncionais. 
D)laboratórios de atividades artísticas. 
E)laboratórios de línguas estrangeiras. 
 
09)Ano: 2018 Banca: FEPESE Assinale a alternativa que indica corretamente 
transtorno neurobiológico enquadrado dentro da categoria de transtornos globais do 
desenvolvimento. Considerada, por muitos anos, uma condição distinta, porém 
próxima e bastante relacionada ao autismo. 
A)Reye. 
B)Down. 
C)Uscher. 
D)Ganser. 
118 
 
 
 
E)Asperger. 
 
10) Ano: 2019 Banca: CESGRANRIO O transtorno de espectro autista (TEA) está entre 
os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) que afetam a escolarização. Sendo 
assim, na atuação escolar com crianças portadoras de TEA, deve-se considerar que 
A )a inclusão de crianças autistas é impossível. 
B)a ênfase deve ser nos fatores pedagógicos a serem reforçados. 
C)a aceitação de toda a equipe escolar é fundamental para o acolhimento. 
D)as crianças com esse transtorno devem ser separadas da turma regular. 
E)os campos de saúde e educação, neste caso, devem ser dissociados. 
 
11) Ano: 2020 Banca: IBADE A alternativa que NÃO se refere a práticas pedagógicas 
inclusivas que favorecem a aprendizagem e respeitam a diversidade dos alunos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação é 
a seguinte: 
A)Realizar atividades que estimulem a convivência grupal e a aprendizagem de forma lúdica. 
B)Assegurar a heterogeneidade da turma, evitando constituir espaços e atividades 
segregadas. 
C)Manter a comunicação entre o professor regular e o da sala de recursos. 
D)Criar e alimentar estratégia interativa e colaborativa. 
E)Assegurar um espaço físico interno das salas pequeno para a quantidade de alunos, com 
maior sensação de acolhimento. 
 
12) Ano: 2019 Banca: IBADE Segundo a legislação vigente, os sistemas de ensino 
devem matricular os estudantes com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação. Na perspectiva da educação 
inclusiva, estão entre as ações que devem ser realizadas no espaço escolar: 
 
A)Determinar que o acompanhamento da aprendizagem Dos estudantes é de 
responsabilidade exclusiva do professor. 
B)Discutir estratégias para desenvolver uma proposta pedagógica que atenda ao grupo e às 
necessidades individuais. 
119 
 
 
 
C)Evitar o estabelecimento de contatos e parcerias entre estudantes que não apresentam 
deficiência e os que apresentam. 
D)Ignorar situações cotidianas que envolvam intimidação vexatória principalmente àqueles 
que correm risco de exclusão. 
E)Superproteger estudantes com deficiência intelectual porque seu processo de 
aprendizagem se realiza de forma lenta. 
 
13) Ano: 2021 Banca: CESPE / CEBRASPE Assinale a opção que apresenta uma 
prática diferenciada a ser adotada por professor da escolaregular ao atuar em turmas 
com aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades ou superdotação para tornar as aulas inclusivas. 
A)falar de frente e devagar para que o aluno surdo faça a leitura labial, o que resolverá a 
questão da comunicação para esse tipo de aluno 
B)promover o acolhimento inclusivo para esse público pela turma com base no altruísmo, na 
comiseração e na tolerância 
C)dar apoio físico, verbal e instrucional para viabilizar a orientação e a mobilidade, visando à 
locomoção independente do aluno 
D)garantir que o tempo de leitura e a escrita em braile seja o mesmo tempo de escrita 
comum 
E)garantir a equidade na avaliação da aprendizagem deste público, proporcionando-lhes as 
mesmas condições, os mesmos instrumentos e critérios que aos demais alunos 
 
14)Ano: 2022 Banca: FUNDATEC Considerando as características essenciais do 
transtorno do espectro autista (DSM-5), assinale a alternativa INCORRETA. 
A)Manifestações do transtorno variam muito pouco dependendo da gravidade da condição 
autista, do nível de desenvolvimento e da idade cronológica. 
B)Prejuízo persistente na comunicação social recíproca e na interação social são 
características essenciais. 
C)Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades são 
características essenciais. 
D)Os sintomas estão presentes desde o início da infância e limitam ou prejudicam o 
funcionamento diário. 
120 
 
 
 
E)O estágio em que o prejuízo funcional fica evidente varia de acordo com características do 
indivíduo e seu ambiente 
 
15) Banca: FGV Assinale a opção que apresenta a característica essencial para o 
diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista. 
A)Padrões restritos e repetitivos de comportamento. 
B)Seletividade alimentar. 
C)Incômodo com o contato físico humano. 
D)Déficits de linguagem oral. 
E)Redução na capacidade de empatia. 
 
16)Banca: FEPESE Os estudantes com Transtorno do Espectro Autista apresentam 
características relacionadas à díade que compreende déficits persistentes na 
comunicação social e na interação social e padrões restritos e repetitivos de 
comportamento, interesse e atividades. Considerando estas características, assinale a 
alternativa que apresenta uma estratégia de trabalho junto a estes estudantes: 
A) As propostas de intervenção podem acontecer de forma desvinculada na sala de aula 
comum. O professor de Educação Especial poderá realizar atividades para o estudante com 
TEA, e o trabalho com a turma a qual ele frequenta continua paralelamente com o professor 
regente. 
B) Os recursos visuais são sinais concretos utilizados para complementar principalmente as 
informações não verbais dadas aos estudantes. As atividades desenvolvidas com os 
estudantes com TEA podem ser apoiadas por estes recursos. 
C )A utilização de recursos visuais, como objetos e imagens, para auxiliar a compreensão 
daquilo que é proposto ao estudante, dentre outros aspectos, quanto à previsibilidade do 
trabalho a ser realizado. 
D) Os materiais utilizados no trabalho com o estudante com TEA devem proporcionar a sua 
compreensão, pois quando o estudante compreende o que é esperado dele, pode 
apresentar comportamentos disruptivos. 
E) O professor do Atendimento Educacional Especializado e os professores do ensino 
comum, no ensino colaborativo, atuam separadamente, promovendo as adequações e as 
flexibilizações curriculares necessárias à participação do estudante com TEA nas propostas. 
 
121 
 
 
 
17)Banca: FGV Órgão: SEAD-AP 
Os números globais de indivíduos portadores de Transtornos do Espectro Autista 
(TEA) vêm aumentando significativamente, motivo pelo qual os cuidadores escolares 
precisam conhecer esse transtorno. Com relação ao TEA, analise as afirmativas a 
seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. 
( ) Como o espectro autista pode comprometer habilidades motoras, é importante que o 
cuidador seja informado sobre os procedimentos terapêuticos em curso. 
( ) Como a pesquisa sobre o diagnóstico e os medicamentos para o TEA permitem curar 
esse transtorno, cabe ao cuidador estar atualizado e contribuir para a involução da patologia. 
( ) Como a qualidade de vida de estudantes com TEA melhora com procedimentos 
especiais, o cuidador é importante para auxiliar as competências de comunicação do 
estudante. 
 
As afirmativas são, respectivamente, 
A) V – V – F. 
B) V – F – V. 
C )F – F – V. 
D) V – F – F. 
E) V – V – V. 
 
 
18) Ano: 2022 Banca: IESES Enzo é uma criança tímida, costuma evitar o contato 
visual, esconde-se atrás dos pais e não participa de brincadeiras com outras crianças; 
por esse motivo, algumas pessoas acham que ele é autista. Porém, é importante 
lembrar que no Transtorno do Espectro do Autismo - TEA, há outras características 
importantes que devem ser levadas em consideração para um diagnóstico preciso. 
Em relação às características do TEA presentes nos critérios diagnósticos, assinale 
as alternativas corretas: 
I. Déficits na reciprocidade socioemocional, nos comportamentos comunicativos e para 
desenvolver, manter e compreender relacionamentos são características do TEA. 
II. Os sintomas devem estar presentes precocemente no período do desenvolvimento. 
III. Enzo pode ter autismo, uma vez que padrões restritos e repetitivos de comportamento, 
interesses ou atividades não é um critério diagnóstico essencial no TEA. 
122 
 
 
 
IV. Os sintomas devem causar prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, 
escolar ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. 
A alternativa correta é: 
A) As assertivas I, II e III estão corretas. 
B) Apenas as assertivas II e III estão corretas. 
C) As assertivas I, II e IV estão corretas. 
D) Apenas as assertivas III e IV estão corretas. 
 
19) A elaboração e a execução do plano de AEE são de: 
I-competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de 
AEE. 
II-em articulação com os demais professores do ensino especial. 
III-com a participação das famílias e em interface com os demais serviços setoriais da 
saúde, da assistência social, entre outros necessários ao atendimento. 
 
A)Apenas as afirmativas I e II estão corretas. 
B)Apenas as afirmativas I e III estão corretas. 
C)Apenas as afirmativas II e III estão corretas. 
D)Todas as afirmativas estão corretas. 
 
20) Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Para Gomes, Poulin e Figueiredo (2010), o 
plano de atendimento educacional especializado é elaborado pelo professor do AEE a 
partir das informações obtidas sobre o aluno e a problemática vivenciada por ele, por 
meio do estudo de caso. Sobre esse plano, é incorreto afirmar: 
A)O acompanhamento do AEE considera, basicamente, o desenvolvimento e a avaliação 
desse plano. 
B)Representa a previsão de atividades que devem ser realizadas com o aluno na sala de 
recurso multifuncional e na sala deaula do ensino regular. 
C)Na elaboração do plano, o professor mobiliza os diversos recursos disponíveis (escola, 
comunidade, etc.), articulando-se também com o professor do ensino comum. 
123 
 
 
 
D)Nesse plano, o professor prevê um determinado período para o seu desenvolvimento, 
como também a realização de avaliação para redimensionar suas ações em relação ao 
acompanhamento do aluno. 
 
1. Na Declaração de Salamanca, o termo “necessidades educacionais especiais” refere-se a 
 (B) todas aquelas crianças ou jovens cujas necessidades educacionais especiais se originam em função 
 
 GABARITO LETRA B 
 
2. A orientação de que o princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem 
aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças 
que elas possam ter, está expressa (D) na Declaração de Salamanca. 
 
GABARITO LETRA D 
 
3. Ao discorrer sobre as áreas prioritárias, a Declaração de Salamanca (1994) afirma que a integração de 
criançase jovens com necessidades educacionais especiais seria mais efetiva e bem-sucedida se 
consideração especial fosse dada a planos de desenvolvimento educacional nas seguintes áreas: 
 (C) educação infantil, para garantir a educabilidade de todas as crianças, transição da educação para a 
vida adulta do trabalho e educação de meninas. 
 
GABARITO LETRA C 
4)Assinale a alternativa correta sobre dislexia .D)A dislexia corresponde a um transtorno específico 
no aprendizado da leitura, com rendimento escolar inferior ao esperado para a idade cronológica, ao 
potencial intelectual e ao nível de escolaridade. 
GABARITO LETRA D 
 
5) entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida 
preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Sendo assim, os sistemas de 
ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e 
altas habilidades ou superdotação, EXCETO: a letra D Educação especial para o trabalho, 
visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, porém sem condições 
adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo. 
 
06) Os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais 
do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. C)Nas classes comuns do ensino 
regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE). 
GABARITO LETRA C 
07) Conforme o documento Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da 
educação inclusiva, incluem-se no grupo de alunos com transtornos globais do 
desenvolvimento as crianças com C)autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose 
infantil. 
.GABARITO LETRA C 
GABARITO COMENTADO DAS QUESTÕES 
124 
 
 
 
 
08 )os ambientes pensados para complementar ou suplementar a aprendizagem dos 
estudantes, por exemplo, com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação.C)salas de recursos multifuncionais. 
GABARITO LETRA C 
09) a alternativa que indica corretamente transtorno neurobiológico enquadrado dentro da 
categoria de transtornos globais do desenvolvimento. Considerada, por muitos anos, uma 
condição distinta, porém próxima e bastante relacionada ao autismo. E) Asperger. 
GABARITO LETRA E 
10) O transtorno de espectro autista (TEA) está entre os Transtornos Globais do 
Desenvolvimento (TGD) que afetam a escolarização. Sendo assim, na atuação escolar com 
crianças portadoras de TEA, deve-se considerar que C)a aceitação de toda a equipe escolar 
é fundamental para o acolhimento. 
GABARITO LETRA C 
11) A alternativa que NÃO se refere a práticas pedagógicas inclusivas que favorecem a 
aprendizagem e respeitam a diversidade dos alunos com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento, altas habilidades/superdotação é a seguinte: E)Assegurar um espaço 
físico interno das salas pequeno para a quantidade de alunos, com maior sensação de 
acolhimento. 
GABARITO LETRA E 
12) Segundo a legislação vigente, os sistemas de ensino devem matricular os estudantes 
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação. 
Na perspectiva da educação inclusiva, estão entre as ações que devem ser realizadas no 
espaço escolar: B)Discutir estratégias para desenvolver uma proposta pedagógica que 
atenda ao grupo e às necessidades individuais. 
GABARITO LETRA B 
 
13) a opção que apresenta uma prática diferenciada a ser adotada por professor da escola 
regular ao atuar em turmas com aluno com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação para tornar as aulas inclusivas. C) dar 
apoio físico, verbal e instrucional para viabilizar a orientação e a mobilidade, visando à 
locomoção independente do aluno 
 
125 
 
 
 
14) Considerando as características essenciais do transtorno do espectro autista (DSM-5), 
alternativa INCORRETA. A)Manifestações do transtorno variam muito pouco dependendo da 
gravidade da condição autista, do nível de desenvolvimento e da idade cronológica. 
 
15) a opção que apresenta a característica essencial para o diagnóstico do Transtorno 
do Espectro Autista. A)Padrões restritos e repetitivos de comportamento. 
 
16)Os estudantes com Transtorno do Espectro Autista apresentam características 
relacionadas à díade que compreende déficits persistentes na comunicação social e na 
interação social e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesse e atividades. 
Considerando estas características, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia de 
trabalho junto a estes estudantes: C )A utilização de recursos visuais, como objetos e 
imagens, para auxiliar a compreensão daquilo que é proposto ao estudante, dentre outros 
aspectos, quanto à previsibilidade do trabalho a ser realizado. 
17) Os números globais de indivíduos portadores de Transtornos do Espectro Autista (TEA) 
vêm aumentando significativamente, motivo pelo qual os cuidadores escolares precisam 
conhecer esse transtorno. Com relação ao TEA, analise as afirmativas a seguir e assinale 
(V) para a verdadeira e (F) para a falsa. 
ALTERNATIVA VERDADEIRA : Como o espectro autista pode comprometer habilidades 
motoras, é importante que o cuidador seja informado sobre os procedimentos terapêuticos 
em curso. 
ALTERNATIVA FALSA :Como a pesquisa sobre o diagnóstico e os medicamentos para o 
TEA permitem curar esse transtorno, cabe ao cuidador estar atualizado e contribuir para a 
involução da patologia. 
ALTERNATIVA VERDADEIRA : Como a qualidade de vida de estudantes com TEA melhora 
com procedimentos especiais, o cuidador é importante para auxiliar as competências de 
comunicação do estudante. 
 GABARITO LETRA B) V – F – V. 
 
 
18 Enzo é uma criança tímida, costuma evitar o contato visual, esconde-se atrás dos 
pais e não participa de brincadeiras com outras crianças; por esse motivo, algumas 
pessoas acham que ele é autista. Porém, é importante lembrar que no Transtorno do 
Espectro do Autismo - TEA, há outras características importantes que devem ser 
levadas em consideração para um diagnóstico preciso. Em relação às características 
do TEA presentes nos critérios diagnósticos, assinale as alternativas corretas: 
126 
 
 
 
C) As assertivas I, II e IV estão corretas. 
19) A elaboração e a execução do plano de AEE são de: I-competência dos professores 
que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE III-com a participação das 
famílias e em interface com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, 
entre outros necessários ao atendimento. 
 
GABARITO LETRA B)Apenas as afirmativas I e III estão corretas. 
 
20) Para Gomes, Poulin e Figueiredo (2010), o plano de atendimento educacional 
especializado é elaborado pelo professor do AEE a partir das informações obtidas sobre o 
aluno e a problemática vivenciada por ele, por meio do estudo de caso. Sobre esse plano, é 
incorreto afirmar: que B Representa a previsão de atividades que devem ser realizadas com 
o aluno na sala de recurso multifuncional e na sala deaula do ensino regular. 
GABARITO LETRA B 
 
 
 
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO E INSTITUCIONAL 
 
 
 
 
 
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: 
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte 
e o saber; 
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; 
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância; 
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
O PPP- PROJETO POLITICO PEDAGOGICO – É O PRINCIPAL INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO 
DA ESCOLA, POIS TRADUZ SEUS OBJETIVOS , DIRETRIZES E AÇÕES EDUCATIVAS . O PPP PASSOU 
A SER OBRIGATÓRIO COMA ADVENTO DA LEI DE DIRETRIZAES E BASES DA EDUCAÇÃO 
NACIONAL DE 1996 LBD/1996127 
 
 
 
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
VII - valorização do profissional da educação escolar; 
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos 
sistemas de ensino; 
IX - garantia de padrão de qualidade; 
X - valorização da experiência extra-escolar; 
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. 
XII - consideração com a diversidade étnico-racial. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
XIII - garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida. (Incluído pela Lei nº 
13.632, de 2018) 
XIV - respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e 
com deficiência auditiva. (Incluído pela Lei nº 14.191, de 2021) 
 
 
 
 
 
 
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR 
 A finalidade da identificação dos estudantes com necessidades especiais é a 
possibilidade de orientar professores e demais profissionais da escola tanto no 
direcionamento pedagógico quanto na indicação de procedimentos adequados às 
necessidades educacionais dos estudantes com problemas de aprendizagem, que 
apresentam deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades/superdotação, e daqueles que apresentam transtornos funcionais específicos. 
Nesse sentido, a direção tem papel fundamental na construção de uma escola para todos, 
primeiro porque lhe cabe prever e prover o atendimento educacional especializado na escola 
e também porque precisa fomentar o comprometimento dos pais e dos professores das 
disciplinas, e a mediação do pedagogo no processo de identificação do estudante da 
Educação Especial. 
 Mas como ocorre essa identificação? 
SEDUNDO VEIGA – PRINCIPIOS IMPORTANTES . 
1- IGUALDADE 
2- QUALIDADE 
3- GESTÃO DEMOCRATICA 
4- LIBERDADE 
5- VALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13632.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13632.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2021/Lei/L14191.htm#art1
128 
 
 
 
É importante que a direção acompanhe e mobilize um trabalho colaborativo entre corpo 
docente e equipe pedagógica. 
 de forma que os possíveis problemas de aprendizagem dos estudantes sejam 
considerados, principalmente os mais recorrentes. A partir dos relatos dos professores, 
sobre as dificuldades apresentadas, a freqüência às aulas, as notas, os trabalhos, as 
avaliações dos conteúdos das tarefas de escola e de casa, entre outros, a equipe 
pedagógica poderá se envolver de forma mais efetiva na identificação. 
 
O QUE ENTENDEMOS POR DIVERSIDADE? 
Ela envolve concepções que vão muito além da compreensão de que as pessoas são 
fisicamente diferentes, possuem origem étnico-social diversa e se diferem pela 
personalidade que apresentam. Muito além da concepção do que se refere ao “diverso”, o 
conceito de diversidade tem sido usado como sinônimo de deficiência, de diferença, de 
identidade, de desigualdade. As desigualdades estão relacionadas mais especificamente 
às oportunidades de participação socioeconômica dos sujeitos na vida em sociedade; as 
identidades se referem às noções que os sujeitos e os grupos de pessoas constroem de si 
mesmos, as formas de reconhecimento próprio, como “eu”, como individualidade única ou do 
grupo a que pertence. É a partir das relações com os outros que se constrói a noção de 
identidade. Isolado do grupo, da convivência social e do diálogo com os outros, a pessoa 
não desenvolve sua noção de “eu”, sua identidade. Identidade e diferença estão intimamente 
relacionadas. Ao me reconhecer como um “eu”, eu me reconheço concomitantemente como 
um “não eu”, portanto, diferente dos outros 
 
 
DIVERSIDADE diferença, de identidade, de desigualdade. 
 oportunidades de participação socioeconômica dos sujeitos na 
vida em sociedade; 
 
. A diferença, ao mesmo tempo em que nos identifica, nos diferencia. Porém, a sociedade 
historicamente qualificou as diferenças entre as pessoas, atribuindo graus de valoração 
positivos e superiores às características dos grupos sociais hegemônicos, de poder. Foram, 
então, identificadas, como negativas ou inferiores, as características definidoras das 
diferenças para “menos”, para “baixo”; as que fogem ao padrão estabelecido pelos grupos 
majoritários. Especificamente utilizado para se referir às pessoas com deficiência, o termo 
diversidade avançou a partir de expressões carregadas de simbolismo negativo e pejorativo, 
para designá-las de maneira mais respeitosa e ética. 
 
 ●diferenças 
entre as pessoas, 
129 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A diversidade se refere à multiplicidade de diferenças individuais na sociedade e na escola. 
Esta se constitui como um microcosmo da sociedade em que estão presentes indivíduos 
diferentes entre si em aspectos étnicos-raciais, linguísticos, religiosos; em aspectos 
socioeconômicos e em condições de funcionamento físico, emocional, intelectual, entre 
outras características. A diversidade, no entanto, pressupõe a heterogeneidade dos 
indivíduos materializada pelas diferenças, que enfrentam resistências para serem aceitas 
por indivíduos ou grupos que se consideram hegemônicos. São os ditos “normais”, 
quetendem a excluir de seu convívio negros, homossexuais, prostitutas, deficientes, doentes 
mentais – enfim, os outros, os diferentes. 
DIVERSIDADE: 
 
A diversidade se refere à multiplicidade de diferenças individuais na sociedade e na escola. 
 Tendemos a nos afastar do diferente, por medo, por desconhecimento, ou mesmo por 
indiferença; ou tendemos a nos aproximar, por curiosidade, por admiração ou por 
identificação. Ou seja, aproximamos o que é idêntico e afastamos o que é diferente. Além 
disso, há outras facetas no entendimento da alteridade – daquilo que é relativo ao outro, da 
forma como percebemos o outro e sua difere– explicadas pela Teoria das Representações 
Sociais. 
A avaliação na perspectiva da educação inclusiva 
[...] toda avaliação que presuma o desempenho 
como decorrência da competência individual do 
aluno é equivocada. Beyer (2005, p. 100 
No âmbito da educação inclusiva, a avaliação é um tema discutido sob diferentes vieses por 
vários autores, como Beyer (2001, 2005), Booth e Ainscow (2012), Carvalho (2004), Duboc 
(2012), Oliveira (2011), entre outros. Fazemos nossa a conclusão de Macedo (2005) de que 
a avaliar é uma ação difícil e complexa que implica em atribuir valores para inferir uma 
aprendizagem. Para Beyer (2001), a avaliação é um dos pontos nevrálgicos, que necessita 
Termos antigos – como imbecil, idiota, oligofrênico, demente, anormal, excepcional – 
serviam mais para desqualificar, agredir, menosprezar e discriminar as pessoas com 
deficiência do que para identificar sua alteração funcional. No âmbito da educação, o 
entendimento da diversidade está associado à condição de diferença, de 
multiplicidade. Nesse sentido, os termos deficiente, especial, portador de deficiência, 
portador de necessidades especiais, muito utilizados no discurso acadêmico científico ao 
final do século XX, foram substituídos pela expressão “pessoa com deficiência”. Pois 
trata-se de uma “pessoa”, na concepção mais plena de “ser humano”. 
130 
 
 
 
ser revista, discutida e aprimorada. A avaliação na escola está intrinsecamente associada ao 
currículo como forma de aferir, julgar e comprovar se houve ou não a aprendizagem, o 
domínio dos conteúdos por meio do alcance dos objetivos estabelecidos para cada aluno, 
em cada turma da escola. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 São muitos os objetivos que podem responder o que motiva uma avaliação: Decidir 
sobre como atender às necessidadeseducacionais dos alunos; Remover as barreiras de 
aprendizagem, participação e acesso à educação, enquanto direito de todo e qualquer 
cidadão: Conhecer para proceder com intervenções de prevenção, de correção ou 
atenuação dos obstáculos ao aprendizado; Identificar potencialidades e necessidades 
educacionais dos alunos; Conhecer as condições da escola e das famílias; Ressignificar e 
contextualizar os instrumentos e procedimentos avaliativos; Indicar apoios e recursos 
pedagógicos para alunos e professores a fim de favorecer o ensino, a aprendizagem e a 
participação eficaz de todos na educação; Planejar a ação pedagógica, provendo recursos 
necessários às demandas educacionais dos alunos. 
 Remover as barreiras de aprendizagem, 
 Identificar potencialidades e necessidades educacionais 
dos alunos; 
 
A avaliação pedagógica como processo dinâmico considera tanto o conhecimento prévio e 
o nível atual de desenvolvimento do aluno quanto as possibilidades de aprendizagem futura, 
configurando uma ação pedagógica processual e formativa que analisa o desempenho do 
aluno em relação ao seu progresso individual, prevalecendo na avaliação os aspectos 
qualitativos que indiquem as intervenções pedagógicas do professor [...] (BRASIL, 2010, p. 
23). 
TECNOLOGIA ASSISTIVA 
É um processo que exige do professor uma formação aprofundada cientificamente para 
dar conta de procedimentos e instrumentos condizentes com as características do aluno e 
de forma democrática e objetiva. Por isso, é comum encontrarmos nas escolas e nas 
famílias questionamentos acerca do por que, para quê, como, quando e a quem compete 
o processo da avaliação. Esclarecimentos didáticos auxiliam na compreensão das 
questões. No âmbito da educação inclusiva, é unânime a opinião de estudiosos que o 
processo avaliativo requer revisão e atualização porque há a necessidade de implementar 
uma prática que respeite as necessidades educacionais dos educandos, com base nas 
novas dimensões políticas e sociais da educação. 
 
131 
 
 
 
Art. 74. É garantido à pessoa com deficiência acesso a produtos, recursos, estratégias, 
práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua 
autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida. 
Art. 75. O poder público desenvolverá plano específico de medidas, a ser renovado em cada 
período de 4 (quatro) anos, com a finalidade de: (Regulamento) 
I - facilitar o acesso a crédito especializado, inclusive com oferta de linhas de crédito 
subsidiadas, específicas para aquisição de tecnologia assistiva; 
II - agilizar, simplificar e priorizar procedimentos de importação de tecnologia assistiva, 
especialmente as questões atinentes a procedimentos alfandegários e sanitários; 
III - criar mecanismos de fomento à pesquisa e à produção nacional de tecnologia assistiva, 
inclusive por meio de concessão de linhas de crédito subsidiado e de parcerias com 
institutos de pesquisa oficiais; 
IV - eliminar ou reduzir a tributação da cadeia produtiva e de importação de tecnologia 
assistiva; 
V - facilitar e agilizar o processo de inclusão de novos recursos de tecnologia assistiva no rol 
de produtos distribuídos no âmbito do SUS e por outros órgãos governamentais. 
Parágrafo único. Para fazer cumprir o disposto neste artigo, os procedimentos constantes do 
plano específico de medidas deverão ser avaliados, pelo menos, a cada 2 (dois) anos 
Recursos de tecnologia assistiva e de comunicação alternativa e aumentativa 
 Os recursos de tecnologia assistiva, e entre eles os de comunicação alternativa, estão 
inseridos dentro do campo de conhecimento intitulado acessibilidade. Mas o que é TA? 
Tecnologia assistiva (TA) é uma expressão utilizada para identificar todo o arsenal de 
recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de 
pessoas com deficiência e, consequentemente, promover vida independente e inclusão. 
Tem como objetivo desenvolver as potencialidades humanas, valorizar os desejos, 
habilidades, expectativas positivas e a qualidade de vida, as quais incluem recursos de 
comunicação alternativa, de acessibilidade ao computador, de atividades de vida diárias, de 
orientação e mobilidade, de adequação postural, de adaptação de veículos, órteses e 
próteses, entre outros. 
 
 
 
 
 
As políticas públicas para garantir recursos e serviços de acessibilidade à população 
vêm se ampliando, a partir da publicação de dispositivos legais, como os que discutiremos a 
seguir. Assim, o Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, estabeleceu como recursos 
garantidos às pessoas com deficiência os equipamentos, maquinarias e utensílios de 
trabalho especialmente desenhados ou adaptados, bem como elementos de mobilidade, 
cuidado e higiene pessoal necessários para facilitar sua autonomia e segurança; elementos 
especiais para facilitar a sua comunicação, informação e sinalização; equipamentos e 
material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação; adaptações 
ambientais e outras que garantam o acesso, a melhoria funcional e a autonomia pessoal. 
 
132 
 
 
 
 
 
1) A comunicação alternativa é de grande importância na educação inclusiva. A 
respeito disto, marque a alternativa INCORRETA. 
 
A A comunicação alternativa destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em 
defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever 
B A comunicação alternativa pode acontecer sem auxílios externos e, neste caso, ela 
valoriza a expressão do sujeito, a partir de outros canais de comunicação diferentes da fala. 
C Os recursos de comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente 
personalizada, porém não levam em consideração várias características que atendem às 
necessidades deste usuário. 
D Com o objetivo de ampliar ainda mais o repertório comunicativo que envolve habilidades 
de expressão e compreensão, são organizados e construídos auxílios externos como 
cartões de comunicação, pranchas de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, ou 
o próprio computador que, por meio de software específico, pode tornar-se uma ferramenta 
poderosa de voz e comunicação. 
 
2) Ano: 2020 Banca: VUNESP Segundo BERSCH e MACHADO (2010), a Comunicação 
Alternativa e Aumentativa (CAA) é uma das categorias da 
Tecnologia Assistiva, que atende pessoas sem fala ou escrita funcional ou com 
A) formas de comunicação compreendida pelo seu grupo de convívio familiar. 
B) distúrbios de linguagem específicos de pessoas com deficiência. 
C) dificuldades entre a necessidade comunicativa e a habilidade em falar e/ou 
escrever. 
D) deficiência auditiva e que não fazem uso da língua de sinais. 
E )disfunções na produção de sons e na compreensão da fala em ambientes ruidosos. 
 
3) Banca: FUNRIO Avalie se os itens a seguir definem os sistemas de Comunicação 
Alternativa e Suplementar criados ou adaptados. 
 
I. Língua de sinais. 
SIMULADO TECNOLOGIA ASSISTIVA 
133 
 
 
 
 
II. Pranchas de alfabeto ou símbolos pictográficos. 
 
III. Comunicadores. 
 
Assinale a alternativa correta: 
 
A apenas o item I está correto. 
B apenas o item II está correto. 
C apenas os itens I e II estão corretos. 
D apenas os itens II e III estão corretos. 
E os itens I, II e III estão corretos. 
 
4) Banca: FEPESE São exemplos de Tecnologia Assistiva no contexto educacional. 
1. Mouses diferenciados 
2. Teclados virtuais com varreduras e acionadores 
3. Softwares de comunicação alternativa 
4. Textos em Braille 5. Recursos de mobilidade pessoal 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
A São corretas apenas as afirmativas 2 e 3. 
B São corretas apenas as afirmativas 4 e 5. 
C São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3. 
D São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. 
E São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. 
5) Banca: COMPERVE Órgão: UFRN"As altas habilidades/ superdotação (AH/SD) e 
sobre os estudantes com altas habilidades/ superdotação no cenário científico 
brasileiro, ainda são muitos pouco pesquisados, principalmente nas universidades, e 
faltam professores especializados para atender esta população. Podemos supor que 
134 
 
 
 
isso reflete o pensamento comum de que pessoas com comportamento de 
superdotação não apresentam as dificuldades que acometem outras pessoas, pois 
eles próprios superariam suas dificuldades por serem pessoas com níveis elevados 
de inteligência" Fonseca, S.M; Perèz, S.G. E depois que crescem... os estudantes com 
altas habilidades/superdotação. In Inclusão no ensino superior: Docência e 
necessidades educacionais especiais. Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo (org). 
Natal: EDUFRN. 2013 p. 167-183. 
 
A partir desse texto, infere-se que a prática pedagógica dos professores deve considerar 
A ) a desmotivação e a desatenção dos estudantes com AH/SD em sala de aula, o que 
possibilita a perda de foco com facilidade. 
B) a maturidade emocional dos estudantes com AH/SD, a qual está acima da sua faixa 
etária, como uma característica comum. 
C) a aceleração, que se refere à abreviação do tempo de duração do curso e o 
enriquecimento curricular para atender aos estudantes com AH/SD. 
D) a identificação de estudantes com AH/SD como uma tarefa dos Pedagogos da instituição, 
baseada em provas objetivas sistemáticas. 
 
6) Banca: CESPE / CEBRASPE No que se refere às deficiências intelectual, auditiva e 
visual e à surdez, julgue o item que se segue. O atendimento educacional 
especializado promove o ensino e o uso de recursos de tecnologia assistiva, tais 
como a comunicação alternativa e aumentativa, a informática acessível, o sorobã, 
recursos ópticos e não ópticos, softwares específicos, os códigos e as linguagens, as 
atividades de orientação e mobilidade. 
 
Certo 
Errado 
 
7) Ano: 2020 Banca: VUNESP Assinale a alternativa correta, segundo Mantoan (2015), 
sobre como ensinar a turma toda na escola inclusiva. 
 A )Parte-se do princípio de que os alunos sabem as mesmas coisas e que são capazes de 
aprender ao mesmo tempo. 
B) As dificuldades e limitações são reconhecidas e conduzem o processo de ensino na sala 
de aula. 
135 
 
 
 
C)É preciso ensinar atendendo às diferenças dos alunos, diferenciar o ensino e individualizar 
ao máximo as atividades. 
D) Busca-se a igualdade como produto final da aprendizagem, pois é sabido que há alunos 
menos capazes. 
E) É fundamental que o professor nutra uma elevada expectativa em relação à capacidade 
de progredir dos alunos. 
 
8) Seguindo os preceitos do MEC (MEC, 2010, Fascículo 1), a escola comum é aquela 
que se torna inclusiva quando: 
 
A )Dificulta a trajetória de alunos deficientes, segregando-os dos alunos normais. 
B )Foca o processo formativo em avaliações clínico-terapêuticas com o aval de especialistas 
da área médica. 
C) Repassa o problema para os familiares dos deficientes buscarem alternativas mais 
promissoras na educação. 
D) Reconhece as diferenças dos alunos diante do processo educativo e busca a participação 
e o progresso de todos. 
E) Recebe todos os alunos, mas mantém as mesmas formulações pedagógicas praticadas 
com alunos normais. 
 
9) Banca: FEPESE De acordo com MEC, 2010, Fascículo I, se o aluno com 
necessidades educacionais especiais, por exemplo, já estiver participando do AEE, a 
sua matrícula: 
 
A Deve estar condicionada à matricula no ensino regular. 
B Pode estar desvinculada da matrícula no ensino regular. 
C É custeada pelas famílias nas escolas públicas inclusivas. 
D Fica efetivada desde que a família disponibilize um cuidador. 
E Será realizada se não houver reprovação em nenhuma disciplina. 
 
10) Banca: FEPESE Analise o texto abaixo: 
136 
 
 
 
“O trabalho do professor do AEE é ajudar o aluno com ........................... a atuar 
.................................., considerando as suas 
especificidades – especificidades que dizem respeito principalmente à relação que ele 
estabelece com o conhecimento que 
promove sua ......................... intelectual” MEC, 2010, Fascículo II. 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto. 
A) Transtornos múltiplos • na vida profissional • vida profissional 
B )Deficiência auditiva • no ambiente escolar • autonomia 
C) Deficiência intelectual • no ambiente escolar e fora dele • autonomia 
D) Deficiência física • em sociedade • musculatura 
E) Transtornos globais • na vida social e familiar • formatação 
 
11.Banca: FEPESEO professor do AEE em Libras trabalha com os conteúdos 
curriculares que estão sendo estudados no ensino comum,articuladamente com o 
professor de sala de aula. 
Trata-se de um trabalho ........................................... ao que está sendo estudado na sala 
de aula. 
SEESP/MEC, Fascículo, IV, 2010. 
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto. 
A) opcional 
B) de reforço 
C) voluntário 
D) complementar 
E) individualizado 
 
12. Banca: FEPESE Com o objetivo de beneficiar os alunos e a melhoria da qualidade 
de ensino, o professor da Educação Especial pode contar com a articulação das 
atividades desenvolvidas por profissionais das Escolas Comuns (MEC, 2010, 
137 
 
 
 
Fascículo I). Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em 
relação a essa parceria. 
( ) Elaboração conjunta de planos de trabalho durante a construção do Projeto Pedagógico, 
sendo a Educação Especial um tema à parte da programação escolar. 
( ) O encaminhamento do aluno à Educação Especial deve ter sido previamente estudado e 
identificado. 
( ) Reflexão e discussão dos planos de atendimento educacional especializado com os 
membros da equipe escolar. 
 
( ) Desenvolvimento em parceria de recursos e materiais didáticos para o atendimento do 
aluno em casa com horário agendado. 
 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. 
 
A )V • V • F • V B) V • V • F • F C ) F • V • V • V D) F • V • V • F E ) F • F • V • V 
 
13. Banca: FEPESE Analise a frase abaixo: 
 
Em termos de recursos acessíveis de tecnologia assistiva, o ....................... facilita a 
.......................... do aluno com ......................... 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto. 
 
A )teclado luminoso • alfabetização • dificuldade auditiva 
B) mouse eletrônico • digitação • dificuldade visual 
C) teclado em relevo • comunicação • transtornos globais 
D) teclado colmeia • digitação • dificuldade motora 
E) visor luminoso • locomoção • disfagia 
 
14. Banca: FEPESE São considerados(as) na organização do Atendimento 
Educacional Especializado (AEE): 
138 
 
 
 
A) as características individuais de cada aluno. 
B) os aspectos mais urgentes e similares de todas as deficiências. 
C) as exigências de um número mínimo de alunos nas salas. 
D) limites de inscritos no atendimento, separados por deficiência. 
E) prescrições de laudos médicos e/ou de técnicos da saúde. 
 
15. Banca: VUNESP Leia o depoimento a seguir: “Sou mãe de uma menina com 5 anos, 
diagnosticada com autismo. Mudamos de bairro e procurei a escola de Educação Infantil 
mais próxima para realizar sua transferência. Fui muito bem atendida e orientada na 
secretaria da escola, assim combinamos que, antes de começarem as aulas, levaria minha 
filha para conhecer a nova escola. Para minha surpresa, quando cheguei na escola com 
minha filha, o tratamento mudou, negaram que tinham condições de recebê-la como aluna e 
não tentaram nenhum contato com ela. Fiquei muito chateada, decepcionada e, quando 
ganhei forças, questionei o motivo de mudança de postura da escola. Explicaram que minha 
filha era muito grande para 5 anos, que causaria problemas na turma, mas que não era um 
problema do diagnóstico e até me indicaram uma escola só para autistasno próprio bairro.” 
Com base nas contribuições do documento Política Nacional de Educação Especial na 
perspectiva da educação inclusiva, assinale a alternativa correta que apresenta ponderação 
a ser apresentada à mãe na busca da escola para a filha com TEA (Transtorno do Espectro 
Autista). 
A )A matrícula de aluno com necessidades educacionais especiais na escola deve atender 
ao pré-requisito essencial: laudo de médico descritivo do quadro da criança. 
B) A ausência de contato na escola com a criança revela respeito, pois toda pessoa com 
TEA apresenta dificuldade de contato físico, de concentração, com sons altos e outros. 
C) A escola deve se organizar para o atendimento de todos os educandos com 
necessidades educacionais especiais e assegurar a qualidade da educação. 
D) A escola necessita de um tempo para oferecer as condições de atendimento ao aluno 
com TEA, o que tem se tornado um problema com a má-formação dos professores. 
E) O atendimento educacional de alunos com TEA, quando realizado de forma mais isolada, 
impulsiona o desenvolvimento e permite o ingresso na sala comum. 
 
16. Ano: 2018 Banca: COSEAC No Brasil, a política educacional do Ministério da 
Educação para os alunos identificados como portadores de Altas Habilidades e 
Talentos aponta para duas alternativas: programas de enriquecimento curricular e 
programas de aceleraçãodos estudos (LDB n° 9.394/96, art. 59o, inciso II), ou uma 
139 
 
 
 
combinação de ambos. A criança com altas habilidades/superdotação precisa de um 
programa específico, baseado em: 
A) projetos de consciência multicultural, com incentivo à curiosidade e experimentação. 
B) características individuais próprias, para suprir e complementar suas necessidades, 
favorecendo sua criatividade e seus interesses. 
C) aquisição de novas habilidades e desenvolvimento do processo cognitivo, como a 
atenção, memória, percepção e o raciocínio. 
D) exercícios para estimular a curiosidade intelectual e utilizar as ciências com criticidade e 
criatividade. 
E) domínio de repertórios da comunicação e multiletramento, como acesso a diferentes 
plataformas e linguagens de programação. 
17 Banca: Colégio Pedro II Um olhar atento para os estudantes com altas habilidades 
ou superdotação permite constatar a importância de a instituição escolar desenvolver 
um trabalho pedagógico voltado para esse público. São objetivos do Atendimento 
Educacional Especializado, nesses casos, 
 
A) expandir o acesso do estudante a recursos de tecnologia, materiais pedagógicos e 
bibliográficos de sua área de interesse; estimular a proposição e o desenvolvimento de 
projetos de trabalho no âmbito da escola, com temáticas diversificadas. 
B) promover a participação do estudante em atividades de auxílio aos colegas com 
dificuldades de aprendizagem; solicitar à família que inscreva o estudante em projetos com 
temáticas diversificadas, como artes, esporte e ciências. 
C) potencializar a(s) habilidade(s) demonstrada(s) pelo estudante, por meio do 
enriquecimento curricular; expandir seu acesso a recursos de tecnologia, materiais 
pedagógicos e bibliográficos fora da sua área de interesse. 
D) minimizar a participação do estudante na classe comum do ensino regular; promover 
ações de complementação curricular em áreas em que apresente menor interesse. 
18. Banca: IBADE A Educação Especial deve ser ofertada em todos os níveis, etapas e 
modalidades de ensino por meio do 
Atendimento Educacional Especializado (AEE), para os alunos com Deficiência (física, 
mental, sensorial), Transtorno Global 
de Desenvolvimento (TGD) ou Altas Habilidades/Superdotação, bem como garante as 
condições de acesso, permanência e, principalmente, de aprendizagem desses alunos nas 
salas regulares de ensino, junto com os colegas da mesma faixa etária. O Atendimento 
Educacional Especializado deve ser realizado nas salas de: 
140 
 
 
 
A) reforço escolar 
B) atendimento psicopedagógico 
C) recursos multifuncionais. 
D) aula particular. 
E) ensino regular. 
 
19. Banca: FEPESE 
Analise o texto abaixo: 
 
Na educação inclusiva no contexto brasileiro, o trabalho em torno da tecnologia assistiva 
promove .................................. a 
participação dos alunos nos desafios educacionais. 
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto. 
 
A) a conscientização técnica que impede 
B) a ruptura de barreiras que impedem 
C) o assistencialismo que inclui 
D )estratégias paliativas buscando 
E) o amparo beneficente para efetivar 
20. Banca: MS CONCURSOS O Comitê de Ajudas Técnicas do Brasil define Tecnologia 
Assistiva como: “Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica 
interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e 
serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e 
participação depessoas com deficiência, incapacidades, ou mobilidade reduzida, 
visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social” (ATA VII 
– Comitê de Ajudas Técnicas – CAT). Simplificando, podemos definir Tecnologias 
Assistiva como: 
A)Tudo aquilo que é criado para ajudar pessoas com deficiência a terem independência e 
serem incluídas, seja proporcionando, ou ampliando suas habilidades de se comunicar, 
ouvir, ver, andar, ou tocar. 
B)Uma tecnologia criada para ser usada esporadicamente. 
141 
 
 
 
C)Uma tecnologia a ser executada apenas para pessoas sem nenhum tipo de deficiência. 
D)Uma tecnologia desenvolvida para ser usada apenas para pessoas que trabalhem na área 
de informática. 
 
 
1) A comunicação alternativa é de grande importância na educação inclusiva. A 
respeito disto, a alternativa INCORRETA É A LETRA . C Os recursos de 
comunicação de cada pessoa são construídos de forma totalmente personalizada, 
porém não levam em consideração várias características que atendem às 
necessidades deste usuário. 
GABARITO LETRA C 
2) A Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) é uma das categorias da C) 
dificuldades entre a necessidade comunicativa e a habilidade em falar e/ou escrever. 
 GABARITO LETRA C 
3) Avalie se os itens a seguir definem os sistemas de Comunicação Alternativa e 
Suplementar criados ou adaptados. I. Língua de sinais. II. Pranchas de alfabeto ou 
símbolos pictográficos. III. Comunicadores. E os itens I, II e III estão corretos. 
 
4) São exemplos de Tecnologia Assistiva no contexto educacional. 1. Mouses 
diferenciados 2. Teclados virtuais com varreduras e acionadores 3. Softwares de 
comunicação alternativa 4. Textos em Braille 5. Recursos de mobilidade pessoal .E São 
corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. 
GABARITO LETRA E 
 
5) "As altas habilidades/ superdotação (AH/SD) e sobre os estudantes com altas habilidades/ 
superdotação no cenário científico brasileiro, ainda são muitos pouco pesquisados, 
principalmente nas universidades, e faltam professores especializados para atender esta 
população. Podemos supor que isso reflete o pensamento comum de que pessoas com 
comportamento de superdotação não apresentam as dificuldades que acometem outras 
pessoas, pois eles próprios superariam suas dificuldades por serem pessoas com níveis 
elevados de inteligência" Fonseca, S.M; Perèz, S.G. E depois que crescem... os estudantes 
com altas habilidades/superdotação. In Inclusão no ensino superior: Docência e 
necessidades educacionais especiais. Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo (org). Natal: 
EDUFRN. 2013 p. 167-183. A partir desse texto, infere-se que a prática pedagógica dos 
SIMULADO COMENTADO DAS QUESTOES ACIMA 
142 
 
 
 
professores deve considerar C) a aceleração, que se refere à abreviação do tempo de 
duração do curso e o enriquecimento curricular para atender aos estudantes com AH/SD. 
6) No que se refere às deficiências intelectual, auditiva e visual e à surdez, julgue o item que 
se segue. O atendimento educacional especializado promove o ensinoe o uso de recursos 
de tecnologia assistiva, tais como a comunicação alternativa e aumentativa, a informática 
acessível, o sorobã, recursos ópticos e não ópticos, softwares específicos, os códigos e as 
linguagens, as atividades de orientação e mobilidade. A resposta é Certo 
GABARITO CERTO 
6) a alternativa correta, segundo Mantoan (2015), sobre como ensinar a turma toda na 
escola inclusiva. E) É fundamental que o professor nutra uma elevada expectativa em 
relação à capacidade de progredir dos alunos. 
 
GABARITO E 
 
8) a escola comum é aquela que se torna inclusiva quando: D) Reconhece as diferenças dos 
alunos diante do processo educativo e busca a participação e o progresso de todos. 
GABARITO LETRA D 
7) Se o aluno com necessidades educacionais especiais, por exemplo, já estiver 
participando do AEE, a sua matrícula A Deve estar condicionada à matricula no ensino 
regular. 
 
10) “O trabalho do professor do AEE é ajudar o aluno com ........................... a atuar 
.................................., considerando as suas 
especificidades – especificidades que dizem respeito principalmente à relação que ele 
Banca: FEPESEO estabelece com o conhecimento que 
promove sua ......................... intelectual” MEC, 2010, Fascículo II. C) Deficiência intelectual • 
no ambiente escolar e fora dele • autonomia 
GABARITO C 
11. professor do AEE em Libras trabalha com os conteúdos curriculares que estão sendo 
estudados no ensino comum,articuladamente com o professor de sala de aula. 
Trata-se de um trabalho ........................................... ao que está sendo estudado na sala de 
aula. SEESP/MEC, Fascículo, IV, 2010. D) complementar 
GABARITO LETRA D 
143 
 
 
 
12. Com o objetivo de beneficiar os alunos e a melhoria da qualidade de ensino, o professor 
da Educação Especial pode contar com a articulação das atividades desenvolvidas por 
profissionais das Escolas Comuns (MEC, 2010, Fascículo I). Identifique abaixo as 
afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação a essa parceria. 
ALTERNATIVA FALSA ; Elaboração conjunta de planos de trabalho durante a construção do 
Projeto Pedagógico, sendo a Educação Especial um tema à parte da programação escolar. 
ALTERNATIVA VERDADEIRA ; O encaminhamento do aluno à Educação Especial deve ter 
sido previamente estudado e identificado. 
ALTERNATIVA VERDADEIRA; Reflexão e discussão dos planos de atendimento 
educacional especializado com os membros da equipe escolar. 
 
ALTERNATIVA FALSA;Desenvolvimento em parceria de recursos e materiais didáticos para 
o atendimento do aluno em casa com horário agendado. 
 GABARITO LETRA D) F • V • V • F 
 
13 Em termos de recursos acessíveis de tecnologia assistiva, o ....................... facilita a 
.......................... do aluno com ......................... D) teclado colmeia • digitação • dificuldade 
motora 
GABARITO LETRA D 
14. São considerados(as) na organização do Atendimento Educacional Especializado (AEE): 
A) as características individuais de cada aluno. 
GABARITO LETRA A 
15. “Sou mãe de uma menina com 5 anos, diagnosticada com autismo. Mudamos de bairro e 
procurei a escola de Educação Infantil mais próxima para realizar sua transferência. Fui 
muito bem atendida e orientada na secretaria da escola, assim combinamos que, antes de 
começarem as aulas, levaria minha filha para conhecer a nova escola. Para minha surpresa, 
quando cheguei na escola com minha filha, o tratamento mudou, negaram que tinham 
condições de recebê-la como aluna e não tentaram nenhum contato com ela. Fiquei muito 
chateada, decepcionada e, quando ganhei forças, questionei o motivo de mudança de 
postura da escola. Explicaram que minha filha era muito grande para 5 anos, que causaria 
problemas na turma, mas que não era um problema do diagnóstico e até me indicaram uma 
escola só para autistas no próprio bairro.” Com base nas contribuições do documento 
Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, assinale a 
alternativa correta que apresenta ponderação a ser apresentada à mãe na busca da escola 
para a filha com TEA (Transtorno do Espectro Autista).C) A escola deve se organizar para o 
144 
 
 
 
atendimento de todos os educandos comnecessidades educacionais especiais e assegurar 
a qualidade da educação. 
GABARITO LETRA 
16. No Brasil, a política educacional do Ministério da Educação para os alunos identificados 
como portadores de Altas Habilidades e Talentos aponta para duas alternativas: programas 
de enriquecimento curricular e programas de aceleraçãodos estudos (LDB n° 9.394/96, art. 
59o, inciso II), ou uma combinação de ambos. A criança com altas habilidades/superdotação 
precisa de um programa específico, baseado em: B) características individuais próprias, 
para suprir e complementar suas necessidades, favorecendo sua criatividade e seus 
interesses. 
GABARITO LETRA B 
17 Um olhar atento para os estudantes com altas habilidades ou superdotação permite 
constatar a importância de a instituição escolar desenvolver um trabalho pedagógico voltado 
para esse público. São objetivos do Atendimento Educacional Especializado, nesses casos, 
A) expandir o acesso do estudante a recursos de tecnologia, materiais pedagógicos e 
bibliográficos de sua área de interesse; estimular a proposição e o desenvolvimento de 
projetos de trabalho no âmbito da escola, com temáticas diversificadas. 
GABARITO LETRA A 
. 
18. A Educação Especial deve ser ofertada em todos os níveis, etapas e modalidades de 
ensino por meio do Atendimento Educacional Especializado (AEE), para os alunos com 
Deficiência (física, mental, sensorial), Transtorno Global de Desenvolvimento (TGD) ou Altas 
Habilidades/Superdotação, bem como garante as condições de acesso, permanência e, 
principalmente, de aprendizagem desses alunos nas salas regulares de ensino, junto com os 
colegas da mesma faixa etária. O Atendimento Educacional Especializado deve ser 
realizado nas salas de: C) recursos multifuncionais. 
GABARITO LETRA C 
19. Na educação inclusiva no contexto brasileiro, o trabalho em torno da tecnologia assistiva 
promove .................................. a participação dos alunos nos desafios educacionais. B) a 
ruptura de barreiras que impedem 
GABARITO LETRA B 
20. O Comitê de Ajudas Técnicas do Brasil define Tecnologia Assistiva como: “Tecnologia 
Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba 
produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a 
funcionalidade, relacionada à atividade e participação depessoas com deficiência, 
incapacidades, ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade 
de vida e inclusão social” (ATA VII – Comitê de Ajudas Técnicas – CAT). Simplificando, 
145 
 
 
 
podemos definir Tecnologias Assistiva como: A)Tudo aquilo que é criado para ajudar 
pessoas com deficiência a terem independência e serem incluídas, seja proporcionando, ou 
ampliando suas habilidades de se comunicar, ouvir, ver, andar, ou tocar. 
GABARITO LETRA A 
 
 
 DEFICIÊNCIA VISUAL E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL 
ESPECIALIZADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A deficiência visual envolve as condições de cegueira e de baixa visão. A pessoa cega 
apresenta perda total da visão até a ausência de projeção de luz, enquanto pessoas com 
baixa visão conseguem perceber a projeção de luz, mas sua acuidade visual interfere e 
limita seu desempenho. A pessoa cega aprende por meio dos sentidos remanescentes (tato 
audição, olfato, paladar) e utiliza o sistema Braille como principal meio de comunicação 
escrita. A pessoa com baixa visão (anteriormente chamada de visão parcial ou visão 
subnormal) aprende por meio visual, mas com a utilização de recursos específicos (BRASIL, 
2003). Entre as causas mais frequentes estão causas orgânicas que podem ocorrer desde o 
nascimento, como: 
• Retinopatiada prematuridade – por imaturidade da retina decorrente de parto prematuro 
ou por excesso de oxigênio na incubadora; 
• Catarata congênita – por infecções na gestação, como rubéola, ou hereditárias; 
• Atrofia óptica – por problema de parto; 
• Deficiência visual cortical – encefalopatias, alteração do sistema nervoso ou convulsões 
(BRASIL, 2003). 
 
 A baixa visão é uma deficiência que requer a utilização de estratégias e de recursos 
específicos, sendo muito implicações pedagógicas dessa condição visual e usar os 
recursos de acessibilidade adequados no sentido de favorecer uma melhor qualidade de 
ensino na escola. Segundo o Artigo 5º, alínea C, do DecretoFederal No. 5.296, de 02 de 
dezembro de 2004, o qual regulamenta as Leis No. 10.048, de 8 denovembro de 2000, que 
dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade 
de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá ou traz providências, a baixa 
visão corresponde à acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no olho de melhor visão e com a 
melhor correção óptica. 
146 
 
 
 
Também pode ocorrer a cegueira adventícia ou adquirida – por causas acidentais ou 
traumas oculares, diabetes, deslocamento de retina, glaucoma etc. Quando a cegueira 
ocorre de forma associada com a perda da audição, ocasiona a deficiência chamada de 
surdo-cegueira. Muitas vezes, na escola, os professores podem identificar sinais e 
sintomas de possíveis deficiência visual e atuar preventivamente orientando a família a 
procurar o atendimento oftalmológico. 
 
Os alunos tendem a apresentar os seguintes sinais: apertar e esfregar os olhos, ter os olhos 
avermelhados e lacrimejantes, estrabismo, franzir a testa para fixar de perto ou de longe, 
dificuldades para leitura e escrita, desatenção e desinteresse, entre outros. capítulo 4 • 126 
A criança cega se alfabetiza por meio da aprendizagem do sistema Braille de escrita, com 
base na combinação de 63 pontos que representam as letras do alfabeto, os números e 
outros símbolos gráficos. 
 
 
01 Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Para a questão, considerar MACHADO (2009). 
Para alunos com baixa visão serão necessários, dentre outras coisas: 
A) pauta ampliada; plano inclinado; ampliação sonora. 
B) comunicação suplementar; tecnologia alternativa; braile. 
C) soroban; orientação e mobilidade; língua de sinais. 
D) material com contraste visual; braile; engrossador de lápis. 
E) ampliação de fontes; material com contraste visual; estimulação de resíduo visual. 
 
02 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Os itens de Tecnologia Assistiva concedidos pelo 
MEC – SEESP nos kits de recursos para alunos com baixa visão e alunos cegos do 
ensino fundamental de escolas públicas são: 
A) sacolão criativo, material dourado e cadeira de rodas. 
B) bengala dobrável e lupa de apoio tipo régua. 
C) dominó e esquema corporal. 
D) mesas quadradas e armários de madeira. 
E) calculadora comum e memória de numerais. 
 
 SIMULADO DEFICIÊNCIA VISUAL. 
147 
 
 
 
03 Banca: FEPESE Identifique se as afirmativas abaixo, sobre a adaptação de 
recursos ópticos para alunos com baixa visão, são verdadeiras. ( V ) ou falsas ( F ): 
( ) Muitos alunos com baixa visão, severa ou moderada, poderão se beneficiar da ajuda de 
recursos ópticos específicos, para perto ou longe, como forma de facilitar o processo de 
ensino e aprendizagem. 
( ) Óculos bifocais ou monofocais e lupas manuais e de apoio são exemplos de recursos 
ópticos especiais para auxílio para perto. 
( ) No processo de adaptação de recursos ópticos, o aluno deve levar o recurso para casa, 
para poder pesquisar livremente em seu ambiente, nos espaços externos de sua 
preferência, e decidir seguramente a melhor opção. 
( ) Os recursos ópticos oferecidos ao aluno com baixa visão no ambiente escolar não podem 
ser levados para casa ou para outros ambientes fora da escola. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. 
A) V – V – V – F 
B) V – V – F – V 
C) V – F – V – F 
D) F – V – V – F 
E) F – F – F – V 
 
04 Banca: VUNESP O professor do AEE e o professor da sala comum podem fazer uso 
de recursos e auxílios não ópticos para melhorar o funcionamento visual de alunos 
com baixa visão nas atividades de leitura e escrita. São exemplos desses auxílios: 
Alternativas 
A) tiposcópio, lápis 5B ou 6B, auxílios de lâmpadas eletrônicas, folhas com pautas escuras e 
prancheta inclinada para leitura. 
B) lupas manuais para ampliar as letras e o texto, com auxílio de pautas ampliadas, e lápis 
de grafite forte. 
C) uso da letra fonte 24, com contrastes de cores, tiposcópio, pauta ampliada e apoio de 
lupas ou telescópios. 
D) lupa eletrônica, lupas manuais, livros com texto ampliado, luzes incandescentes e 
oclusores laterais. 
E) contrastes nas cores, tamanhos de margens, pautas ampliadas e espaçamento de letras 
e lupa eletrônica. 
148 
 
 
 
 
05 Banca: FEPESE A baixa visão é uma deficiência que requer a utilização de 
estratégias e de recursos específicos, sendo muito importante compreender as 
implicações pedagógicas dessa condição visual e usar os recursos de acessibilidade 
adequados no sentido de favorecer uma melhor qualidade de ensino na escola. Os 
recursos de acessibilidade para os alunos com baixa visão classificam-se em auxílios 
ópticos e não ópticos. Em relação aos recursos ópticos, é correto afirmar: 
 
A) São recursos utilizados pelo aluno exclusivamente nas atividades escolares e devem ter 
seu uso acompanhado e avaliado pelo professor do atendimento educacional especializado. 
B) A prescrição desses recursos é da competência do oftalmologista que define quais são os 
mais adequados à condição visual do aluno. 
C) A prescrição desses recursos é de responsabilidade do oftalmologista e/ou do professor 
do atendimento educacional especializado que avaliam a adequação à condição visual do 
aluno. 
D) São recursos prescritos pelo oftalmologista para todos os alunos com baixa visão para 
uso durante as atividades escolares. 
E) Para a prescrição desses recursos deve ser levada em consideração a condição 
econômica do aluno, pois são de difícil acesso devido ao alto custo de aquisição e 
manutenção. 
 
06 no: 2019 Banca: FURB Ao matricular, em seu serviço de educação especial, um 
aluno com baixa visão, é correto afirmar que compete ao professor do atendimento 
educacional especializado: 
 
A) Identificar e organizar apenas os recursos não ópticos como lunetas e lupas 
B) Identificar e organizar o uso de recursos ópticos como ampliação em tinta. 
C) Identificar e organizar o uso de recursos ópticos e não ópticos. 
D) Identificar e organizar somente os recursos ópticos para esse aluno. 
E) Identificar e organizar o sistema braile. 
 
07 Ano: 2020 Banca: IDCAP A definição de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou 
visão residual) é complexa devido à variedade e à intensidade de comprometimentos 
149 
 
 
 
das funções visuais. Essas funções englobam desde a simples percepção de luz até a 
redução da acuidade e do campo visual que interferem ou limitam a execução de 
tarefas e o desempenho geral. Em muitos casos, observa-se o(a) __________, 
movimento rápido e involuntário dos olhos, que causa uma redução da acuidade 
visual e fadiga durante a leitura. 
 
A) Fibrimialgia. 
B) Nistagmo. 
C) Estigmatizo. 
D) Retinopatia. 
E) Glaucoma. 
 
08 Sobre a aprendizagem e alfabetização de alunos cegos é INCORRETO afirmar que: 
 
A) é considerado cego aquele que apresenta desde ausência total de visão até a perda da 
percepção luminosa. 
B) as crianças cegas, principalmente com cegueira congênita devem ser estimuladas o mais 
cedo possível, para que não haja um atraso em seu desenvolvimento. 
C) um ambiente favorável à alfabetização de uma criança cega deve estimular a exploração 
dos sentidos remanescentese considerar a cognição limitada. 
D) deve ser diminuído o contato com as demais crianças, videntes, nos intervalos de aulas, 
evitando o excesso de estímulos e a fadiga. 
E) o processo de aprendizagem de uma criança com deficiência visual requer procedimentos 
e recursos didáticos especializados. 
 
09 Ano: 2018 Banca: IDCAP A definição de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou 
visão residual) é complexa devido à variedade e à intensidade de comprometimentos 
das funções visuais. Tais funções abrangem: 
A) Apenas as dificuldades visuais a curta e média distância, sem a possibilidade de uso de 
lentes corretivas. 
B) Desde a simples percepção de luz até a redução da acuidade e do campo visual que 
interferem ou limitam a execução de tarefas e o desempenho geral. 
150 
 
 
 
C) Desde a habilidade tátil de cada indivíduo até o reconhecimento de cores na ampla visão 
do dia a dia. 
D) Somente o não reconhecimento de cores na vida diária. 
E) Apenas a percepção de tons de cores primárias com o auxílio de lentes corretivas 
permanentes. 
 
10 Ano: 2019 Banca: Colégio Pedro Estudantes com baixa visão fazem uso de 
recursos ópticos sendo que as escolhas e os níveis de adaptação obedecem às 
necessidades específicas de cada um. Observe os recursos de acessibilidade listados 
a seguir: 
1. contrastes texto-fundo na tela de computador e em material impresso; 
2. lupa eletrônica para TV e ampliação de tela; 
3. softwares de ampliação e lupa manual; 
4. pauta ampliada, reglete e Tadoma. 
Assinale a alternativa que aponta os recursos ópticos indicados para estudantes com baixa 
visão. 
A) 1, 2 e 3. 
B) 1, 2 e 4. 
C) 1, 3 e 4. 
D) 2, 3 e 4. 
 
11 Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: As alternativas abaixo listam várias 
recomendações para facilitar a formação de conceitos e construção de 
conhecimentos dos alunos com cegueira. Sobre o assunto está INCORRETO o que se 
diz em: 
 
A) O professor deve primar para que as explicações sejam descritivas e concretas, deixando 
a manipulação de objeto pelo aluno cego para o atendimento especializado. 
B) O professor, na sala regular, deve estimular o aluno cego a ouvir, a cheirar, a tocar, para 
o qual é imprescindível a educação destes sentidos. Aliás, isto é importante para todas as 
crianças. 
151 
 
 
 
C) É importante aprimorar a utilidade dos sentidos remanescentes na relação com os 
objetos, coisas e pessoas. 
D) São interessantes e recomendáveis recursos que atendam às diversas condições visuais, 
podendo usar o Sistema Braille, as fontes ampliadas e outras alternativas no processo de 
aprendizagem. 
E) O ideal é que, em parceria com o AEE, o professor procure providenciar, estímulos táteis, 
auditivos e olfativos, para que a criança consiga perceber diferentes texturas, formas e 
aromas. 
 
12 Ano: 2019 Banca: VUNESP O Sistema Braille possibilita para o aluno com cegueira 
o contato direto com a grafia das palavras, a interação do leitor com o texto e 
contribui para a compreensão e para o uso correto das letras, dos acentos e da 
pontuação, favorecendo o uso da escrita para comunicação, entretenimento e registro 
de informações de forma autônoma. Essa autonomia é relativa porque o Braille é um 
sistema restrito a um universo particular de usuários. Nessa concepção, é correto 
afirmar que o Braille. 
A) é o sistema específico de alfabetização para criança com cegueira que deve 
compreender que o Braille é uma modalidade de escrita diferente da escrita em tinta e que 
por isso tem outros usos e funcionalidades. 
B) é utilizado para ensinar a escrita a alunos com cegueira, suficiente para a sua 
alfabetização e que possibilita o processo de construção e conhecimento por meio da 
experiência não visual. 
C) deve ser introduzido em situações cotidianas, mesmo que a criança não saiba decifrar 
esse código, para que ela aprenda a se comunicar, se beneficiar da linguagem, da 
diversidade de jogos e de exercícios táteis o mais cedo possível. 
D) deve ser introduzido gradualmente no contexto de atividades preliminares à leitura, 
considerando os interesses, as habilidades e as necessidades da criança com cegueira, 
para que ela não se recuse a aprender seu único sistema de alfabetização. 
E) deve ser ensinado quando a criança com cegueira iniciar o ensino fundamental por ser 
um sistema de alfabetização, e, portanto, é necessário ensinar anteriormente as atividades 
do pré-Braille como pré-requisitos. 
 
 
 
152 
 
 
 
13) De acordo com a coleção do MEC “A Educação Especial na Perspectiva na 
Inclusão Escolar: baixa visão e cegueira”, sobre cegueira congênita e cegueira 
adventícia, é INCORRETO afirmar que: 
A) A ausência de visão manifestada durante os primeiros anos de vida é considerada 
cegueira congênita. 
B) A ausência de visão manifestada durante os primeiro anos de vida é considerada 
cegueira adquirida ou adventícia. 
C) A perda da visão de forma imprevista ou repentina é conhecida como cegueira adquirida 
ou adventícia. 
D) Dentre as principais causas da cegueira adventícia, destacam-se as doenças infecciosas, 
as enfermidades sistêmicas e os traumas oculares. 
E) Dentre as principais causas da cegueira congênita, destacam-se a retinopatia da 
prematuridade, a catarata, o glaucoma congênito e atrofia do nervo óptico. Trata-se de uma 
condição orgânica limitante que interfere significativamente do desenvolvimento infantil. 
 
14) Conforme o que dispõe a Lei n. 6.478, de 09 de julho de 2020, é correto afirmar: 
 
A) A Lei garante o acesso ao ensino em braile para alunos com cegueira e baixa visão. 
B)As publicações eletrônica não têm relevância a ao convívio social das pessoas com 
cegueira. 
C)A imagem deverá ser descrita sem quaisquer julgamentos ou opiniões. 
D)Deve-se considerar os princípios da áudio descrição dissertativa- argumentativa para 
produção dos textos descritivos. 
E)Quaisquer publicações estão isentas de incluir a legenda “#PraCegoVer”. 
 
15) Acerca da deficiência visual, assinale a opção correta. 
 
A) A visão depende exclusivamente do bom funcionamento do olho. 
 
B) A aprendizagem da pessoa com deficiência visual depende do uso de softwares e 
aplicativos de computador. 
153 
 
 
 
 
C) A baixa visão apresenta uma definição clara e objetiva, ao contrário da cegueira que 
inclui uma variedade de comprometimentos visuais. 
 
D) Do ponto de vista educacional, considera-se deficiente visual especificamente aquele que 
utiliza os sentidos remanescentes no processo de aprendizagem. 
 
E) A deficiência visual inclui dois grupos de condições distintas: cegueira e baixa visão. 
 
16) A articulação entre Educação Especial e escola comum, na perspectiva da 
inclusão, ocorre em todos os níveis e etapas do ensino básico e do superior, sendo 
assim os professores da escola comum e os da Educação Especial precisam se 
envolver para que seus objetivos específicos de ensino sejam alcançados, 
compartilhando um trabalho interdisciplinar e colaborativo. Com base no contexto 
acima assinale a alternativa que NÃO corresponde aos eixos de articulação: 
A)O estudo e a identificação do problema pelo qual um aluno é encaminhado à Educação 
Especial. 
B)A discussão dos planos de AEE ( Atendimento Educacional Especializado) com todos os 
membros da equipe escolar. 
C)O desenvolvimento em parceria de recursos e materiais didáticos para o atendimento do 
aluno em sala de aula e o acompanhamento conjunto da utilização dos recursos e do 
progresso do aluno no processo de aprendizagem. 
D)Atuação primordial no credenciamento, autorização de funcionamento e organização dos 
centros de AEE, zelando para que atuem dentro do que a legislação, orienta para que esse 
atendimento ocorra na escola comum. 
 
18) Ano: 2020 Banca: Quadrix De acordo com Rodrigues e Angelucci (2018), julgue os 
itens seguintes com relação à escolarização de crianças diagnosticadas com 
transtorno do espectro autista. 
 
I. O estabelecimento do diagnósticobiomédico como verdade sobre o sujeito não é operativo 
para a educação. Isso porque o rótulo que reduz questões subjetivas, sociais e políticas a 
um diagnóstico nosológico desincumbe o professor de seu trabalho. 
154 
 
 
 
II. A manutenção da relação da educação especial com uma perspectiva de reabilitação faz 
com que o professor suponha que precise se submeter a um saber biomédico para poder 
ensinar a seu aluno. Dessa forma, aquilo que se entende como escolarização de crianças 
diagnosticadas com transtorno do espectro autista continua a se manter muito próximo à 
clínica da normalização. 
III. Para pensar em um projeto de escolarização, é necessário identificar as barreiras que 
estão dificultando a permanência e a fruição da escola e o aprender e o socializar para a 
criança com transtorno do espectro autista. 
 
Assinale a alternativa correta. 
A) Apenas os itens II e III estão certos. 
B) Apenas o item I está certo. 
C) Apenas os itens I e II estão certos. 
D) Apenas os itens I e III estão certos. 
E) Todos os itens estão certos. 
 
19 Ano: 2022 Banca: SELECON Crianças com altas habilidades/superdotação (AH/SD) 
são aquelas que apresentam uma habilidade acima da média em determinadas áreas 
do conhecimento. No que tange à formação continuada, cabe ao psicólogo: 
A)ofertar o enriquecimento curricular para os estudantes 
B)ofertar a consultoria colaborativa para os professores 
C)acelerar a conclusão do percurso escolar dos estudantes 
D)afastar da prática docente os professores que não percebam os indicadores de AH/SD 
20) Ano: 2022 Banca: FEPESE Dentre os componentes que podem compor o 
atendimento aos estudantes com altas habilidades/ superdotação, público- alvo do 
atendimento dos professores de Educação Especial, estão: 
 
A)Enriquecimento extraescolar e fixação de conteúdos. 
B)Enriquecimento escolar e reforço de conteúdos. 
C)Enriquecimento intracurricular e fixação de conteúdos. 
D)Enriquecimento intracurricular e extracurricular. 
155 
 
 
 
E)Enriquecimento extracurricular e reforço de conteúdos. 
 
 
 
01) Para a questão, considerar MACHADO (2009). Para alunos com baixa visão serão 
necessários, dentre outras coisas: E) ampliação de fontes; material com contraste visual; 
estimulação de resíduo visual. 
 
02) Os itens de Tecnologia Assistiva concedidos pelo MEC – SEESP nos kits de recursos 
para alunos com baixa visão e B) bengala dobrável e lupa de apoio tipo régua. 
 
03) Identifique se as afirmativas abaixo, sobre a adaptação de recursos ópticos para alunos 
com baixa visão, são verdadeiras. ( V ) ou falsas ( F ): 
RESPOSTA VERDADEIRA: Muitos alunos com baixa visão, severa ou moderada, poderão 
se beneficiar da ajuda de recursos ópticos específicos, para perto ou longe, como forma de 
facilitar o processo de ensino e aprendizagem. 
RESPOSTA VERDADEIRA: Óculos bifocais ou monofocais e lupas manuais e de apoio são 
exemplos de recursos ópticos especiais para auxílio para perto. 
RESPOSTA VERDADEIRA: No processo de adaptação de recursos ópticos, o aluno deve 
levar o recurso para casa, para poder pesquisar livremente em seu ambiente, nos espaços 
externos de sua preferência, e decidir seguramente a melhor opção. 
RESPOSTA FALSA: Os recursos ópticos oferecidos ao aluno com baixa visão no ambiente 
escolar não podem ser levados para casa ou para outros ambientes fora da escola. 
 RESPOSTA CERTA A) V – V – V – F 
 
04) O professor do AEE e o professor da sala comum podem fazer uso de recursos e 
auxílios não ópticos para melhorar o funcionamento visual de alunos com baixa visão nas 
atividades de leitura e escrita. São exemplos desses auxílios: Alternativas E) contrastes nas 
cores, tamanhos de margens, pautas ampliadas e espaçamento de letras e lupa eletrônica. 
 
05) A baixa visão é uma deficiência que requer a utilização de estratégias e de recursos 
específicos, sendo muito importante compreender as implicações pedagógicas dessa 
 SIMULADO COMENTADO DAS QUESTÕES 
156 
 
 
 
condição visual e usar os recursos de acessibilidade adequados no sentido de favorecer 
uma melhor qualidade de ensino na escola. Os recursos de acessibilidade para os alunos 
com baixa visão classificam-se em auxílios ópticos e não ópticos. Em relação aos recursos 
ópticos, é correto afirmar: B) A prescrição desses recursos é da competência do 
oftalmologista que define quais são os mais adequados à condição visual do aluno. 
RESPOSTA LETRA B 
06) Ao matricular, em seu serviço de educação especial, um aluno com baixa visão, é 
correto afirmar que compete ao professor do atendimento educacional especializado: C) 
Identificar e organizar o uso de recursos ópticos e não ópticos. 
RESPOSTA LETRA C 
07) A definição de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou visão residual) é complexa 
devido à variedade e à intensidade de comprometimentos das funções visuais. Essas 
funções englobam desde a simples percepção de luz até a redução da acuidade e do campo 
visual que interferem ou limitam a execução de tarefas e o desempenho geral. Em muitos 
casos, observa-se o(a) __________, movimento rápido e involuntário dos olhos, que causa 
uma redução da acuidade visual e fadiga durante a leitura. B) Nistagmo. 
RESPOSTA LETRA B 
08)Sobre a aprendizagem e alfabetização de alunos cegos é INCORRETO D) deve ser 
diminuído o contato com as demais crianças, videntes, nos intervalos de aulas, evitando o 
excesso de estímulos e a fadiga. 
RESPOSTA LETRA D 
 
09)A definição de baixa visão (ambliopia, visão subnormal ou visão residual) é complexa 
devido à variedade e à intensidade de comprometimentos das funções visuais. Tais funções 
abrangem: B) Desde a simples percepção de luz até a redução da acuidade e do campo 
visual que interferem ou limitam a execução de tarefas e o desempenho geral. 
 
10) Estudantes com baixa visão fazem uso de recursos ópticos sendo que as escolhas e os 
níveis de adaptação obedecem às necessidades específicas de cada um. Observe os 
recursos de acessibilidade listados a seguir: 1. contrastes texto-fundo na tela de computador 
e em material impresso; 2. lupa eletrônica para TV e ampliação de tela; 3. softwares de 
ampliação e lupa manual; 
 RESPOSTA CERTA A) 1, 2 e 3. 
 
157 
 
 
 
11) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: As alternativas abaixo listam várias recomendações 
para facilitar a formação de conceitos e construção de conhecimentos dos alunos com 
cegueira. Sobre o assunto está INCORRETO o que se diz em: A) O professor deve primar 
para que as explicações sejam descritivas e concretas, deixando a manipulação de objeto 
pelo aluno cego para o atendimento especializado. 
.RESPOSTA LETRA A 
 
12) O Sistema Braille possibilita para o aluno com cegueira o contato direto com a grafia das 
palavras, a interação do leitor com o texto e contribui para a compreensão e para o uso 
correto das letras, dos acentos e da pontuação, favorecendo o uso da escrita para 
comunicação, entretenimento e registro de informações de forma autônoma. Essa 
autonomia é relativa porque o Braille é um sistema restrito a um universo particular de 
usuários. Nessa concepção, é correto afirmar que o Braille. C) deve ser introduzido em 
situações cotidianas, mesmo que a criança não saiba decifrar esse código, para que ela 
aprenda a se comunicar, se beneficiar da linguagem, da diversidade de jogos e de 
exercícios táteis o mais cedo possível. 
RESPOSTA LETRA C 
13) “A Educação Especial na Perspectiva na Inclusão Escolar: baixa visão e cegueira”, 
sobre cegueira congênita e cegueira adventícia, é INCORRETO B) A ausência de visão 
manifestada durante os primeiro anos de vida é considerada cegueira adquirida ou 
adventícia. 
RESPOSTA LETRA B 
14) Conforme o que dispõe a Lei n. 6.478, de 09 de julho de 2020, é C)A imagem deverá 
ser descrita sem quaisquer julgamentos ou opiniões. 
 
15) Acerca da deficiência visual, E) A deficiência visual inclui dois grupos de condições 
distintas:cegueira e baixa visão. 
 
16) A articulação entre Educação Especial e escola comum, na perspectiva da inclusão, 
ocorre em todos os níveis e etapas do ensino básico e do superior, sendo assim os 
professores da escola comum e os da Educação Especial precisam se envolver para que 
seus objetivos específicos de ensino sejam alcançados, compartilhando um trabalho 
interdisciplinar e colaborativo. Com base no contexto acima assinale a alternativa que NÃO 
corresponde aos eixos de articulação: D)Atuação primordial no credenciamento, autorização 
de funcionamento e organização dos centros de AEE, zelando para que atuem dentro do 
que a legislação, orienta para que esse atendimento ocorra na escola comum. 
158 
 
 
 
 
18) De acordo com Rodrigues e Angelucci (2018), julgue os itens seguintes com relação à 
escolarização de crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista. CERTO I. O 
estabelecimento do diagnóstico biomédico como verdade sobre o sujeito não é operativo 
para a educação. Isso porque o rótulo que reduz questões subjetivas, sociais e políticas a 
um diagnóstico nosológico desincumbe o professor de seu trabalho. CERTO II. A 
manutenção da relação da educação especial com uma perspectiva de reabilitação faz com 
que o professor suponha que precise se submeter a um saber biomédico para poder ensinar 
a seu aluno. Dessa forma, aquilo que se entende como escolarização de crianças 
diagnosticadas com transtorno do espectro autista continua a se manter muito próximo à 
clínica da normalização. CERTO III. Para pensar em um projeto de escolarização, é 
necessário identificar as barreiras que estão dificultando a permanência e a fruição da 
escola e o aprender e o socializar para a criança com transtorno do espectro autista. E) 
Todos os itens estão certos. 
RESPOSTA E 
19) Crianças com altas habilidades/superdotação (AH/SD) são aquelas que apresentam uma 
habilidade acima da média em determinadas áreas do conhecimento. No que tange à 
formação continuada, cabe ao psicólogo: C)acelerar a conclusão do percurso escolar dos 
estudantes. 
RESPOSTA C 
 
20) Dentre os componentes que podem compor o atendimento aos estudantes com altas 
habilidades/ superdotação, público- alvo do atendimento dos professores de Educação 
Especial, estão: D)Enriquecimento intracurricular e extracurricular. 
RESPOSTA D 
 
 
 
 
 
 
159 
 
 
 
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E O ATENDIMENTO 
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO 
QUESTÕES 
 
1.Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial. Uma das alternativas abaixo NÃO se refere à necessária 
articulação entre ensino comum e Atendimento Educacional Especializado (AEE). 
Assinale esta alternativa. 
A) A elaboração conjunta de planos de trabalho na construção do Projeto Pedagógico, 
sendo a Educação Especial um tópico à parte da programação escolar, já que não é a regra 
entre os alunos. 
B)Estudo e a identificação, conjuntos, do problema pelo qual um aluno é encaminhado à 
Educação Especial. 
C) A discussão dos planos de AEE com todos os membros da equipe escolar. 
D)A formação continuada dos professores e demais membros da equipe escolar, incluindo 
tópicos do AEE. 
E)O desenvolvimento em parceria de recursos e materiais didáticos para o atendimento do 
aluno em 
sala de aula e seu processo de aprendizagem. 
 
2,Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial. A opção que descreve corretamente características mais comuns 
de crianças no espectro autista é : 
 
A) Déficits na reciprocidade não-verbal, ecolalia, fixações com padrões e/ou rituais. 
B) Ecolalia, “stim” - movimentos repetidos para expressar emoções, inteligência elevada. 
C) Reação exagerada a estímulos sensoriais, déficits na reciprocidade não-verbal, 
incapacidade de sentir emoções. 
D)Fixações com padrões e/ou rituais, dificuldade com comunicação verbal, agressividade 
com outro. 
E)Ecolalia, “stim”, dificuldade com comunicação verbal, fixações com padrões e/ou rituais, 
tendência a comportamentos perigosos para si e para outros. 
 
3.Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial. Para atuação no Atendimento Educacional Especializado (AEE), o 
professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e 
formação específica na educação especial, inicial ou continuada. A alternativa que 
NÃO corresponde às atribuições do professor do AEE é: 
 
160 
 
 
 
A) Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos de 
acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos. 
B)Promover atividades e espaços de participação da família e a interface com os serviços 
setoriais da saúde, da assistência social, entre outros, salvo se a família já estiver em 
atendimento nesses serviços. 
C) Organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos 
multifuncional (também prevista para a escola). 
d)Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na 
disponibilização de diversos recursos de acessibilidade. 
E)Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade 
utilizados pelo aluno. 
 
4)BETAAno: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor - 
LibrasOs estudos de Quadros (Quadros, 1997, p. 30), afirmam que existem tipos de 
bilinguismo na educação de surdos. A alternativa que apresenta os tipos de 
bilinguismo é: 
A) existem de acordo com a autora citada, três formas catalogadas de bilinguismo: o 
concomitante, por identificação e competência. 
B) são formas de bilinguismo: o natural, o adquirido e o secundário. 
C) existem muitas formas de bilinguismo, porém a autora foca seus estudos apenas no 
bilingüismo concomitante. 
D) pode-se citar duas formas básicas de bilinguismo: uma delas envolve o ensino da 
segunda língua quase que de forma concomitante à aquisição da primeira língua e a outro 
caracteriza-se pelo ensino da segunda língua somente após a aquisição da primeira língua. 
E) a única forma de bilinguismo que a autora descreve seus estudos é a Diglossia. 
 
5)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial. Numerosos documentos nacionais e internacionais fundamentam 
o direito universal à educação e, nos casospertinentes, à educação inclusiva. A 
alternativa que NÃO está correta sobre princípios da educação inclusiva é : 
 
A) Cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de 
aprendizagem que lhe são próprias, únicas. 
B) A aprendizagem deve ser adaptada às necessidades da criança ao invés de se tentar 
adaptar a criança ao método de ensino e/ou teoria da aprendizagem em questão. 
C) Todas as crianças devem aprender juntas, independentemente de quaisquer dificuldades 
ou diferenças que elas tenham, sempre que isso seja possível. 
161 
 
 
 
D) As crianças com dificuldades de se adaptar ao método criado pela escola e equipe 
técnica chegaram a seu limite definitivo de aprendizagem e isso deve ser respeitado. 
E) Os governos devem adotar como lei e como política o princípio da educação inclusiva, 
admitindo todas as crianças nas escolas regulares, sendo isso possível. 
 
6)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial. Dentre as opções a seguir, aquela que inclui alunos com um perfil 
que NÃO se qualifica dentro do público-alvo da AEE é: 
 
A) Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, 
intelectual, mental ou sensorial. 
B) Alunos com deficiências como Down, paralisia cerebral, entre outras. 
C) Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro 
de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, 
na comunicação ou estereotipias motoras. 
D)Alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno 
desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos como hiperatividade e 
depressão. 
E) Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial 
elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou 
combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade. 
8) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor - Libras 
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e 
modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os serviços e 
recursos próprios desse atendimento e orienta os alunos e seus professores quanto a sua 
utilização nas turmas comuns do ensino regular (Política Nacional de Educação Especial na 
Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008, p. 16) Com base na Política apresentada, NÃO 
são atribuições do atendimento educacional especializado: 
A) desenvolver atividades que se diferenciam daquelas realizadas na sala de aula comum, 
não sendo substitutivas à escolarização. 
B) suplementar a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e 
fora dela. 
C) disponibilizar programas de enriquecimento curricular, o ensino de linguagens e códigos 
específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologia assistiva, entre 
outros. 
162 
 
 
 
D) identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem 
as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades 
específicas. 
E) criar um currículo próprio de ensino, ao longo de todo processo de escolarização dos 
educandos, de modo a ampliar a proposta pedagógica do ensino comum. 
8)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Libras Skliar et al (1995), apresenta propostas de objetivos da educação bilingue-
bicultural. Com base no autor, observe as proposições abaixo: 
A) Criar um ambiente linguístico apropriado às formas particulares de processamento 
cognitivo e linguístico das crianças surdas; 
B) Assegurar o desenvolvimento sócio-emocional íntegro das crianças surdas a partir da 
identificação com surdos adultos; 
C) Garantir o acesso das crianças as condições plenas de oralização e inserção a cultura de 
seu país, por meio da língua oral; 
D) Criar um ambiente linguístico apropriado às formas particulares de processamento 
cognitivo e linguístico das crianças surdas; e) Assegurar o desenvolvimento sócio-emocional 
íntegro das crianças surdas a partir da identificação com surdos adultos; 
 Identificando os objetivos apresentados pelo autor para o estabelecimento da educação 
bilingue-bicultural, os itens corretos são, apenas: 
 
a) A e B. 
b) A, B, D e E. 
c) B, C, D e E. 
d) A, C e E. 
e) B, C e D. 
 
9) Q1278177 Pedagogia Legislação da Educação A educação especial é uma 
modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o 
atendimento educacional especializado, disponibiliza os serviços e recursos próprios 
desse atendimento e orienta os alunos e seus professores quanto a sua utilização nas 
turmas comuns do ensino regular (Política Nacional deEducação Especial na 
Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008, p. 16) 
163 
 
 
 
Com base na Política apresentada, NÃO são atribuições do atendimento educacional 
especializado: 
A) desenvolver atividades que se diferenciam daquelas realizadas na sala de aula comum, 
não sendo substitutivas à escolarização. 
B) suplementar a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e 
fora dela. 
C) disponibilizar programas de enriquecimento curricular, o ensino de linguagens e códigos 
específicos de comunicação e sinalização, ajudas técnicas e tecnologia assistiva, entre 
outros. 
D) identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem 
as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades 
específicas. 
E) criar um currículo próprio de ensino, ao longo de todo processo de escolarização dos 
educandos, de modo a ampliar a proposta pedagógica do ensino comum. 
 
10)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Séries Iniciais. 
Antes, nós tínhamos a escola regular e a escola especial, separadamente. A educação 
inclusiva aparece para acabar com essa separação. Ela é a educação especial dentro da 
escola regular com o objetivo de permitir a convivência e a integração social dos alunos com 
deficiência, favorecendo a diversidade. A educação inclusiva não é a mesma coisa que a 
educação especial. A educação especial é uma modalidade de ensino que tem a função de 
promover o desenvolvimento das habilidades das pessoas com deficiência, e que abrange 
todos os níveis do sistema de ensino, desde a educação infantil até a formação superior. Ela 
é responsável pelo atendimento especializado ao aluno e seu público-alvo são os alunos 
com algum tipo de deficiência (auditiva, visual, intelectual, física ou múltipla), com distúrbios 
de aprendizagem ou com altas habilidades (superdotados). A educação inclusiva é uma 
modalidade de ensino na qual o processo educativo deve ser considerado como um 
processo social, em que: 
 
A) o ensino a distância não pode ser utilizado como complementação da aprendizagem. 
B) as comunidades indígenas e quilombolas não se encontram contempladas. 
C) todas as pessoas, com deficiência ou não, têm o direito à escolarização. 
D) é fundamental o fortalecimento dos vínculos com as famílias e demais redes de apoio. 
E) o ensino religioso faz parte integrante da formação básica em prol da cidadania. 
164 
 
 
 
11)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Bilingue “A inclusão também se legitima, porque a escola, para muitos alunos, é o 
único espaço de acesso aos conhecimentos. É o lugar que vai proporcionar lhes 
condições de se desenvolverem e de se tornarem cidadãos, alguém com uma 
identidade sociocultural que lhes conferirá oportunidades de ser e de viver 
dignamente”. (Mantoan, 2003, p.30) A autora defende que a escola precisa ofertar uma 
educação de qualidade, portanto, pode-se dizer EXCETO que: 
A) existe ensino de qualidade quando as ações educativas se pautam na solidariedade, na 
colaboração, no compartilhamento do processo educativo com todos os que estão direta ou 
indiretamente nele envolvidos. 
B) tem-se um ensino de qualidade a partir de condições de trabalho pedagógico que 
implicam formação de redes de saberes e de relações, que se entrelaçam por caminhos 
imprevisíveis para chegar ao conhecimento. 
C) existe ensino de qualidade quando as disciplinas como meios de conhecer melhor o 
mundo e as pessoas que nos rodeiam. 
D) nas práticas pedagógicas predominam a experimentação, a criação, a descoberta, a co-
autoria do conhecimento. 
E) o ensino deixa de ter qualidade quando as ações educativas se pautam na solidariedade 
e nacolaboração, visto que é necessário que a ação seja específica para aquela deficiência 
e nãocompartilhada com outras, correndo o risco de incorrer em grave erro técnico. 
 
12)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – 
Educação Especial A alternativa que NÃO se refere a práticas pedagógicas inclusivas 
que favorecem a aprendizagem e respeitam a diversidade dos alunos com deficiência, 
transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação é a seguinte: 
A) Realizar atividades que estimulem a convivência grupal e a aprendizagem de forma 
lúdica. 
B) Assegurar a heterogeneidade da turma, evitando constituir espaços e atividades 
segregadas. 
C) Manter a comunicação entre o professor regular e o da sala de recursos. 
D) Criar e alimentar estratégia interativa e colaborativa. 
E) Assegurar um espaço físico interno das salas pequeno paraa quantidade de alunos, com 
maiorsensação de acolhimento. 
13)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
Sobre a aprendizagem e alfabetização de alunos cegos é INCORRETO afirmar que: 
165 
 
 
 
A) é considerado cego aquele que apresenta desde ausência total de visão até a perda da 
percepção luminosa. 
B) as crianças cegas, principalmente com cegueira congênita devem ser estimuladas o mais 
cedo possível, para que não haja um atraso em seu desenvolvimento. 
C) um ambiente favorável à alfabetização de uma criança cega deve estimular a exploração 
dos sentidos remanescentes e considerar a cognição limitada. 
D) deve ser diminuído o contato com as demais crianças, videntes, nos intervalos de aulas, 
evitando o excesso de estímulos e a fadiga. 
E) o processo de aprendizagem de uma criança com deficiência visual requer procedimentos 
e recursos didáticos especializados. 
14)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor “Não 
importam as diferenças, não importam as deficiências: o ser humano tem direito de 
viver e conviver com outros seres humanos, sem discriminação e sem segregações 
odiosas. E quanto mais “diferente” o ser humano, quanto mais deficiências ele tem, 
mais esse direito se impõe. E este é um direito natural, que nem precisaria estar 
positivado em lei. Não precisava constar na Constituição” (Sartoretto, 2011). 
A) Recusar a matrícula por falta de condições objetivas da escola em realmente oferecer 
uma educação inclusiva não constitui discriminação. 
B) A partir deste entendimento, as classes especiais ou instituições especializadas 
passaram a ser o lugar das crianças e adolescentes com algum tipo de deficiência. 
C) O direito à educação, o direito de frequentar a escola comum, o direito a aprender nos 
“limites” daspróprias possibilidades são decorrentes do direito primordial à convivência e 
inclusão. 
D) Todos os alunos podem e devem estar na escola regular, sem qualquer exceção ou 
impossibilidade a ser considerada. 
E) A institucionalização e a impossibilidade de educação também são contempladas nesse 
princípio enunciado. 
15)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: ProfessorSobre 
alguns dos mais importantes marcos legais, políticos e educacionais da educação 
inclusiva NÃO é possível afirmar que: 
A) a Declaração de Salamanca consolidou a necessidade de inclusão das crianças, jovens e 
adultos comdeficiência e, em certos casos, com necessidades educacionais especiais, 
dentro do sistema regular de ensino. 
166 
 
 
 
B) a Declaração de Salamanca estruturou princípios, políticas e práticas na área da 
educação inclusiva e foi sendo incorporada às políticas educacionais brasileiras e ao 
arcabouço legislativo nacional. 
C) a Declaração de Salamanca estabelece que escolas inclusivas devem reconhecer as 
necessidades diversas de seus alunos, através de um currículo apropriado, estratégias de 
ensino, uso de recursos e parceria com as comunidades. 
D) as leis e normativas sobre educação inclusiva, de forma geral, não se referem à família e 
àcomunidade ou não o fazem de forma direta e extensa. 
E) as leis e normativas sobre educação inclusiva afirmam que a frequência em escola 
regular visaproporcionar ao estudante com deficiência o relacionamento com pares da 
mesma idade e o estímulo benéfico para seu desenvolvimento cognitivo, motor e afetivo. 
 
16)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: ProfessorSobre 
o atendimento educacional especializado (AEE), pode-se afirmar que: 
A) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos 
pedagógicos e deacessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos 
alunos, considerando suasnecessidades específicas. 
B)tem como função complementar ou suplementar a formação dos alunos em todos os 
níveis, etapas emodalidades de ensino. 
C) os profissionais de AEE precisam identificar quaisquer barreiras que impedem o acesso 
de alunosconsiderados diferentes. 
D)o público-alvo do AEE são alunos com deficiência; com transtorno global do 
desenvolvimento e comaltas habilidades/superdotação. 
E)deve disponibilizar programas de enriquecimento curricular no caso de altas habilidades, 
ensino delinguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, meios de 
locomoção e transporte nocaso de deficiência física, dentre outros. 
17) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
Sobre a Lei Federal que instaura o Estatuto da Pessoa com Deficiência, pode-se dizer 
que definiu: 
A) o conceito de deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza 
física,mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode 
obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as 
demais pessoas. 
B)o conceito de deficiência como a redução ou falta de capacidade de realizar uma atividade 
numpadrão considerado normal para o ser humano, em decorrência de uma deficiência. 
167 
 
 
 
C) o conceito de deficiência como a repercussão imediata da doença sobre o corpo, 
impondo umaalteração estrutural ou funcional ao nível tecidual ou orgânico. 
D) o conceito de deficiência como portador de necessidades especiais sendo ela toda perda 
ouanormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gere 
incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o 
ser humano. 
E) o conceito de deficiência como pessoa incapaz para o trabalho e para a vida 
independente. 
18) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
O documento que NÃO é citado na Nota Técnica no 04/2014 – MEC como base para a 
educação inclusiva no Brasil é: 
A) Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU 2006). 
B)Constituição Federal Brasileira de 1988. 
C) Decreto Executivo n°6.949/2009. 
D)Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva 
(MEC/2008). 
E)Declaração de Salamanca (1994). 
 
19) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: ProfessorNa 
Resolução no 04/2009 CNE/CEB, que institui as Diretrizes Operacionais para o Atendimento 
Educacional Especializado – AEE, Art. 1o, temos: “Para a implementação do Decreto no 
6.571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino 
regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos 
multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou 
de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos”. 
Pode-se afirmar que são os valores que guiam esta resolução: 
A) Educação inclusiva e foco técnico. 
B)Educação especializada e valorização da diversidade. 
C) Educação inclusiva e valorização da diversidade. 
D)Educação especializada e segregação do estudante com deficiência. 
E)Educação inclusiva e desenho universal. 
168 
 
 
 
20) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
Alguns sinais, se persistentes, podem despertar o professor para a baixa visão de um 
ou mais alunos. A identificação da questão é importante para que se inicie o 
atendimento adequado e o professor pode ajudar nesse esforço. A alternativa que tem 
um ou mais termos NÃO se referem a um desses sinais é: 
A) inclinação da cabeça para enxergar e dor de cabeça constante. 
B) olhos vermelhos ou lacrimejantes e hábito de apertar os olhos. 
C) trazer a página escrita para perto dos olhos e irritabilidade. 
D) tropeçar ou esbarrar em objetos ou pessoas com frequência e dores de cabeça 
frequentes. 
E) aproximar-se muito e/ou sempre do quadro negro ou da televisão para enxergar e olhos 
irritados, avermelhados.1) Uma das alternativas abaixo NÃO se refere à necessária articulação entre ensino comum e 
Atendimento Educacional Especializado (AEE). a) A elaboração conjunta de planos de trabalho na 
construção do Projeto Pedagógico, sendo a Educação 
Especial um tópico à parte da programação escolar, já que não é a regra entre os alunos. 
 
2) A opção que descreve corretamente características mais comuns de crianças no espectro autista é : a) 
Déficits na reciprocidade não-verbal, ecolalia, fixações com padrões e/ou rituais. 
 
3). Para atuação no Atendimento Educacional Especializado (AEE), o professor deve ter formação inicial 
que o habilite para o exercício da docência e formação específica na educação especial, inicial ou 
continuada. A alternativa que NÃO corresponde às atribuições do professor do AEE é: b)Promover 
atividades e espaços de participação da família e a interface com os serviços setoriais da saúde, da 
assistência social, entre outros, salvo se a família já estiver em atendimento nesses serviços. 
 
4) Os estudos de Quadros (Quadros, 1997, p. 30), afirmam que existem tipos de bilinguismo na 
educação de surdos. A alternativa que apresenta os tipos de bilinguismo é: d) pode-se citar duas 
formas básicas de bilinguismo: uma delas envolve o ensino da segunda língua quase que de forma 
concomitante à aquisição da primeira língua e a outro caracteriza-se pelo ensino 
 
5) Numerosos documentos nacionais e internacionais fundamentam o direito universal à educação e, 
nos casospertinentes, à educação inclusiva. A alternativa que NÃO está correta sobre princípios da 
QUESTÕES COMENTADAS 
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educação inclusiva é : d) As crianças com dificuldades de se adaptar ao método criado pela escola e 
equipe técnica chegaram a seu limite definitivo de aprendizagem e isso deve ser respeitado. 
 
6) Dentre as opções a seguir, aquela que inclui alunos com um perfil que NÃO se qualifica dentro do 
público-alvo da AEE é: d) Alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, 
transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos como hiperatividade e 
depressão. 
7) A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e 
modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os serviços e recursos 
próprios desse atendimento e orienta os alunos e seus professores quanto a sua utilização nas 
turmas comuns do ensino regular (Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da 
Educação Inclusiva, 2008, p. 16) Com base na Política apresentada, NÃO são atribuições do 
atendimento educacional especializado. e) criar um currículo próprio de ensino, ao longo de todo 
processo de escolarização dos educandos, de modo a ampliar a proposta pedagógica do ensino 
comum. 
 
 
8) Skliar et al (1995), apresenta propostas de objetivos da educação bilingue-bicultural. Com 
base no autor, observe as proposições abaixo:a) Criar um ambiente linguístico apropriado às 
formasparticulares de processamento cognitivo e linguístico das crianças surdas;b) Assegurar o 
desenvolvimento sócio-emocional íntegro das crianças surdas a partir da identificação com 
surdos adultos;d) Criar um ambiente linguístico apropriado às formas particulares de 
processamento cognitivo e linguístico das crianças surdas; e) Assegurar o desenvolvimento 
sócio-emocional íntegro das crianças surdas a partir da identificação com surdos adultos; 
Identificando os objetivos apresentados pelo autor para o estabelecimento da educação bilingue-
bicultural, os itens corretos são, apenas: 
b) A, B, D e E. 
 
9) Q1278177 Pedagogia Legislação da Educação A educação especial é uma modalidade de 
ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional 
especializado, disponibiliza os serviços e recursos próprios desse atendimento e orienta os 
alunos e seus professores quanto a sua utilização nas turmas comuns do ensino regular (Política 
Nacional deEducação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008, p. 16) Com base na 
Política apresentada, NÃO são atribuições do atendimento educacional especializado:e) criar um 
currículo próprio de ensino, ao longo de todo processo de escolarização dos educandos, de 
modo a ampliar a proposta pedagógica do ensino comum. 
10) Antes, nós tínhamos a escola regular e a escola especial, separadamente. A educação inclusiva 
aparece para acabar com essa separação. Ela é a educação especial dentro da escola regular com o 
objetivo de permitir a convivência e a integração social dos alunos com deficiência, favorecendo a 
diversidade. A educação inclusiva não é a mesma coisa que a educação especial. A educação 
especial é uma modalidade de ensino que tem a função de promover o desenvolvimento das 
habilidades das pessoas com deficiência, e que abrange todos os níveis do sistema de ensino, desde 
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a educação infantil até a formação superior. Ela é responsável pelo atendimento especializado ao 
aluno e seu público-alvo são os alunos com algum tipo de deficiência (auditiva, visual, intelectual, 
física ou múltipla), com distúrbios de aprendizagem ou com altas habilidades (superdotados). A 
educação inclusiva é uma modalidade de ensino na qual o processo educativo deve ser considerado 
como um processo social, em que: c) todas as pessoas, com deficiência ou não, têm o direito à 
escolarização. 
11) “A inclusão também se legitima, porque a escola, para muitos alunos, é o único espaço de 
acesso aos conhecimentos. É o lugar que vai proporcionar lhes condições de se desenvolverem 
e de se tornarem cidadãos, alguém com uma identidade sociocultural que lhes conferirá 
oportunidades de ser e de viver dignamente”. (Mantoan, 2003, p.30) A autora defende que a 
escola precisa ofertar uma educação de qualidade, portanto, pode-se dizer EXCETO que: e) o 
ensino deixa de ter qualidade quando as ações educativas se pautam na solidariedade e 
nacolaboração, visto que é necessário que a ação seja específica para aquela deficiência e 
nãocompartilhada com outras, correndo o risco de incorrer em grave erro técnico. 
 
 
12)Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor – Educação 
Especial 
A alternativa que NÃO se refere a práticas pedagógicas inclusivas que favorecem a aprendizagem e 
respeitam a diversidade dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas 
habilidades/superdotação é a seguinte: e) Assegurar um espaço físico interno das salas pequeno 
para a quantidade de alunos, com maiorsensação de acolhimento. 
 
13) Sobre a aprendizagem e alfabetização de alunos cegos é INCORRETO afirmar que: d) deve 
ser diminuído o contato com as demais crianças, videntes, nos intervalos de aulas, evitando o 
excesso de estímulos e a fadiga. 
 
14) “Não importam as diferenças, não importam as deficiências: o ser humano tem direito de 
viver e conviver com outros seres humanos, sem discriminação e sem segregações odiosas. E 
quanto mais “diferente” o ser humano, quanto mais deficiências ele tem, mais esse direito se 
impõe. E este é um direito natural, que nem precisaria estar positivado em lei. Não precisava 
constar na Constituição” (Sartoretto, 2011). c) O direito à educação, o direito de frequentar a 
escola comum, o direito a aprender nos “limites” daspróprias possibilidades são decorrentes do 
direito primordial à convivência e inclusão. 
 
15) Sobre alguns dos mais importantes marcos legais, políticos e educacionais da educação 
inclusiva NÃO é possível afirmar que:d) as leis e normativas sobre educação inclusiva, de forma 
geral, não se referem à família e àcomunidade ou não o fazem de forma direta e extensa. 
 
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16) Sobre o atendimento educacional especializado (AEE), pode-se afirmar que: e)deve 
disponibilizar programas de enriquecimento curricular no caso de altas habilidades, ensino 
delinguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização,meios de locomoção e 
transporte nocaso de deficiência física, dentre outros. 
 
17) O Estatuto da Pessoa com Deficiência, pode-se dizer que definiu: b)o conceito de deficiência 
como a redução ou falta de capacidade de realizar uma atividade numpadrão considerado normal 
para o ser humano, em decorrência de uma deficiência. 
18) O documento que NÃO é citado na Nota Técnica no 04/2014 – MEC como base para a educação 
inclusiva no Brasil é:e)Declaração de Salamanca (1994). 
 
19) Na Resolução no 04/2009 CNE/CEB, que institui as Diretrizes Operacionais para o Atendimento 
Educacional Especializado – AEE, Art. 1o, temos: “Para a implementação do Decreto no 6.571/2008, 
os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no 
Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em 
centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, 
confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos”. Pode-se afirmar que são os valores que guiam 
esta resolução: c) Educação inclusiva e valorização da diversidade. 
20) Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ESProva: Professor 
Alguns sinais, se persistentes, podem despertar o professor para a baixa visão de um ou mais 
alunos. A identificação da questão é importante para que se inicie o atendimento adequado e o 
professor pode ajudar nesse esforço. A alternativa que tem um ou mais termos NÃO se referem a um 
desses sinais é: c) trazer a página escrita para perto dos olhos e irritabilidade.

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