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IEFE- EVOLUÇÃO EDUCACIONAL TURMA: PEDAGOGIA L - 22 NOME DA ALUNA(O) :LUCIANA SOUZA MENDES DA ROCHA NOME DA CURSO: PEDAGOGIA NOME DA PROFESSORA. IOLANDA BEZERRA DE LIMA. DATA DA AULA: 06/08/2022 SEGUNDO AS LEITURAS DESTA AULA, E ARGUIÇÕES REALIZADAS. ELEBORE UM TEXTO ABORDANDO AS SEGUINTES QUESTÕES: BREVE RELATO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO A história da educação no Brasil se confunde com a sua “descoberta em 1500”. A companhia de Jesus - os Jesuítas tinham o objetivo de converter os nativos na fé católica. Apresentaram um método pedagógico de alfabetização porque acreditavam ser o caminho mais seguro para uma dominação e assim, catequizaram os povos indígenas, começando a história da educação no Brasil. Nos primeiros anos o Padre Manuel da Nobrega fundou colégio e escolas de educação elementares. Os jesuítas tinham dois modelos de educação: um para os povos indígenas e outro para os filhos dos colonos, sendo este mais elaborados e cultos. Porém todos os modelos de educação implantado, que perdurou por mais de 200 anos, tinha a ausência de discursões e pensamentos críticos. Os ensinamentos dos Jesuítas era alheio aos interesses da colônia portuguesa, que agora queria colocar as escolas a serviço da coroa Portuguesa e não mais da fé. Esse modelo de escola finalizou quando o Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas e foi quando a família real veio para o Brasil e fez escolas técnicas, faculdade, bibliotecas entre outros, porém a escola de base ficou um longo período esquecido criando um vácuo histórico. Com a partida da família real e em 1822, com a independência, aparece os primeiros sinais do ensino como instituição. O artigo na primeira constituição brasileira não deixa dúvida: “a instrução primaria e gratuita a todos os cidadãos”. Em 1834 passa aos estados os deveres de se responsabilizar pelos ensinos primários e secundários, tornando-se assim um fracasso a educação no Brasil. Entre 1889 a 1929 a educação brasileira teve a influência de Auguste Comte, que pregava o ensino leigo, livre e gratuito. Em 1930 Getúlio assumiu o poder e a atenção ao ensino especializado para atender a necessidade da Indústria. Assim diversas reformas e a criação do Ministério da Educação e Saúde Pública priorizaram as escolas de segundo grau e as Universidades. Em 1934 a promulgação da Constituição e nela, pela primeira vez, que a educação é direito a todos e que deve ser promovida pelos poderes públicos e pela família. A nova forma de governo, em 1937, o Estado Novo - há o retrocesso quanto se retira do texto que a educação é direito de todos e é nesse período nasce a UNE - o que reivindicava reformas e que nesse ano se torna a discussão sobre a reforma do ensino médio e industrial que é regulamentada por decreto. Só em 1945 que ocorrerá a mudança significativa, entrando assim o período de redemocratização da educação brasileira retornando a premissa de que a educação é um direito a todos. Em 1946, com o fim da Segunda Guerra e a queda da ditadura Vargas, a eleição de Eurico Gaspar Dutra (PSD) e a elaboração de uma nova Constituição Federal, o país tentava reorganizar-se. Para tanto, a Constituição previra a elaboração de uma lei que norteasse a educação nacional. Em 1948 surge a LDB. Em 1951 com a reforma do Poder de Getúlio é que volta a discussão sobre o pensamento de Piaget na didática das escolas brasileiras. Se discute o conceito de escola classe e escola parque e as escolas passam a ter um ministério próprio. Em 1956 Juscelino Kubitschek foi um governo que impulsionou a indústria e deixou educação de lado. pois a mão de obra não precisava ter educação. Com isso gerou inúmeras manifestações e nesse impasse do governo educação criou-se espaço para defensores das escolas particulares e assim mais discussões, pois enquanto uma classe lutava por compromisso do governo com as escolas públicas de qualidade outro amparava pelo clima de desenvolvimento do comércio, passa a ter a comercialização da Educação. Essa discussão vai até 1961 quando foi aprovada a nova LDB lei 4.024. Desfavorável as classes populares o movimento da escola nova era criticado, porque começou a ter grande incentivo e subsídio para as escolas particulares, sendo assim, a escola pública ficava para segundo plano. Nesse período surge o movimento pernambucano que tinha Paulo Freire como seu percursor e que por conta desse movimento foram elaborados os planos nacionais de educação e programação Nacional de alfabetização - com caráter de redemocratização da educação brasileira. Logo após temos mais um golpe militar que inibe esse movimento, pois ele tinha um caráter agitador e controverso ao regime militar. Durante o período militar (1964 a 1984) ocorreu uma modernização das Universidades e a expansão do ensino obrigatório para oito anos. Ainda em 1964 o governo havia assinado um acordo do MEC com a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, segundo a Embaixada Norte-americana, é um órgão independente do governo federal dos EUA responsável por programas de assistência econômica e humanitária em todo o mundo.)- utilizando metodologia Americana e a partir disso que se elaborou a reforma da Universidade ensino fundamental. Logo após, na administração de Jarbas Passarinho se reformulou os novos métodos de ingresso a universidade, através de exame (vestibular) como ainda é até hoje- exame classificatório, ocorreu também o decreto lei 477 que era rígido com subversivos. Em 1984 ocorreu a transição democrática, onde educadores de diferentes áreas do conhecimento passaram a discutir o ensino de uma forma mais ampla e democrática. Com a promulgação da nova constituição, em 1988, nasce a última verão da LDB (aprovada só em 1996), baseada no principio fundamental do direito a educação para todos e trazendo a principal característica: o ensino fundamental obrigatório e gratuito, gestão democrática do ensino publico e progressiva autonomia pedagógica e administrativa das unidades escolares. HISTÓRICOS DA EAD, CARACTERÍSTICAS E REGULAMENTAÇÕES LEGAIS A EaD surgiu nos EUA, na Universidade de Boston, em 1728 com curso de taquigrafia que ia semanalmente pelo correio. sendo este é o primeiro registro de um curso a distância. A primeira geração é denominada estudo por correspondência. A segunda geração tem como característica a utilização de novas mídias, como televisão, rádio, fitas de áudio, vídeo, telefone e a criação das universidades abertas de ensino a distância. A terceira geração teve início com a introdução de videotexto, do computador, da tecnologia multimídia, do hipertexto e de redes de computadores. Por último, a quarta geração tem como característica a utilização da rede no processo de ensino e aprendizagem. Ou seja, se destacam aqui os ambientes virtuais de aprendizagem – as videoaulas. No Brasil pouco antes de 1900 já haviam anúncios de curso de datilografia por correspondência; Em 1904- iniciou-se ensino tecnológico por correspondência; Em 1923- Rádio Sociedade do RJ fundou cursos por rádio; Em 1939- criação do Instituto Universal e Instituto Monitor – cursos profissionalizantes a distância por correspondência; Em 1970 - Instituições privadas e organizações não governamentais oferecem cursos supletivos a distância e uso da TV, o governo criou uma série de programas cujo objetivo era alavancar as iniciativas de Educação a Distância. Entre esses podemos citar o Programa Nacional de Tecnologias Educacionais; o Projeto Minerva, envolvendo mais de 1.200 emissoras de rádio; Em 1974- Na TV Ceará começou cursos das antigas 5ª e 8ª series; Em 1976 – é criado o Sistema Nacional de Teleducação com cursos através de matérias instrucional; O que diferencia o Brasil de outros países é que, aqui, a Educação a Distância ficou por muito tempo restrita a iniciativas de educação supletiva ou de formação profissional denível básico. Por muito tempo vigorou uma falsa crença de que não se poderia fazer ensino regular a distância; Em 1979 – a Universidade de Brasília é pioneira no Brasil no uso de educação a distância no ensino superior; A Constituição Federal de 1988 preceitua, em seu Art. 205, que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, devendo ser promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, de modo a viabilizar o pleno desenvolvimento da pessoa e a prepara-la para o exercício da cidadania, qualificando-a para o trabalho. A EaD ganhou reconhecimento e credibilidade em 1996, com a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB), com seus métodos educacionais buscando atingir um público para facilitar a formação com aulas não presenciais No Brasil, a Educação a Distância está prevista em vários documentos oficiais do governo; o decreto que regulamenta a Educação a Distância é o de nº 5.622/05; ele caracteriza a EaD como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Os avanços e as possibilidades que expandiram essa modalidade de ensino devem-se à evolução dos meios de comunicação e das tecnologias da informação, com acesso à internet, liberdade de horários e a possibilidade de estudar em casa, dando toda a condição de formação para todos aqueles que trabalham o dia inteiro. Sendo assim, a Educação a Distância (EaD) expande-se em prol da associação de múltiplos elementos tecnológicos e virtuais com o intuito de subsidiar uma nova configuração educacional capaz de suprir determinadas necessidades de aprendizagem dos indivíduos, além de oferecer uma modalidade de ensino caracterizada pela flexibilidade e assincronia das relações de ensino- aprendizagem. A modalidade EaD é, assim, uma das formas que os indivíduos tem de acesso aos conhecimentos sistematizados gerados pelas históricas transformações do meio social frente à demanda de aperfeiçoamento de mão de obra por meio de maior qualificação especializada. Busca, portanto, suprir necessidades de aprendizagem de seus alunos por meio de recursos de ensino, suporte e registro legítimos, em que professores e alunos tem encontros subsidiados por toda uma conjuntura de elementos favoráveis à expansão de habilidades cognitivas articuladas de maneira implementada, qualificada e embasada em concepções teórico-práticas plausíveis e sustentáveis, principalmente no que se refere ao “feedback” das relações entre professor e aluno. REGGIO EMILIA, CONCEITOS/ QUEM FOI LORIS MALAGUZZI? O período por guerra, no norte da Itália -1945, em Reggio Emilia, Loris Malaguzzi, educador e psicólogo, com sua bicicleta, havia participado da construção de uma escola em Vila Cela, cidade vizinha, a partir dos destroços oriundos do período de guerra e resolveu trazer a proposta a Reggio, num conceito de fato participativo, pois a escolha da cidade foi investir na educação das crianças, de qualidade, a partir da venda de carros bélicos e cavalos deixado pelos alemães. Era 1946, os conflitos recém haviam cessado e a prioridade das famílias era construir uma escola com os tijolos das casas bombardeadas. Quando soube disso, Malaguzzi sentiu-se “hesitante e assustado”. Loris Malaguzzi nasceu em 23 de fevereiro de 1920, na comuna de Correggio, localizada a 20 quilômetros de Reggio Emilia – ou a 70 quilômetros de Bolonha, Itália. Em 1940, depois de se formar em Pedagogia na Universidade de Urbino, começou a dar aulas nas escolas primárias da região. Foi assim até o fim da guerra, quando soube do movimento de Reggio Emilia. Foi muito mais que pedagogo e educador, suas ideias repercutem até o momento. Dedicado professor, utiliza como base material os próprios itens da natureza para sua pedagogia, tornando-se idealizador da Teoria da Escuta Ativa e Teoria das Cem Linguagens. Algumas grandes influências que teve, de vanguarda na época, foram Freinet, Dewey, Wallon, Erikson, Decroly, Vygotsky e inclusive Piaget, cuja teoria é validada com olhar crítico. Assim, a construção pedagógica das escolas se concretiza dentro de uma perspectiva sócio- construtivista em que o conhecimento se constrói por meio da ação do sujeito, no próprio contexto, junto à inovação social e com a cultura local, ou seja, crianças aprendem pelas experiências significativas vividas e nas experiências da ação e do fazer. Malaguzzi acreditava com toda certeza que as crianças podiam aprender de outras maneiras, não apenas de uma forma mecânica. Acreditava que as crianças possuíam enorme potencial e que a aprendizagem podia acontecer de uma maneira mais dinâmica e criativa. A escola é como se fosse a um verdadeiro laboratório, há a análise constante das crianças e de suas potencialidades, compara-se a uma obra que está em processo de elaboração. As experiências de Reggio Emília, esse seu contexto histórico e social ao longo das últimas décadas o estabeleceu um novo marco para a educação infantil sob uma nova filosofia acerca da criança e da infância, a qual vê na criança o protagonista de todo o processo, como agente mediador e potencializador de suas habilidades e competências. Esta forma de enxergar a criança demonstra a sua particularidade no processo, em que não se trata de um ser passivo, mas sim ativo, em que são respeitadas todas suas potencialidades, explorando-as através das mais diversas linguagens, as quais incluem aspectos expressivos, cognitivos, comunicativos; sua imaginação, sua simbologia, cultura, metáforas, tudo o que interfere direta e/ou indiretamente em seu processo de formação. Neste processo, o diálogo e a interação são essenciais, uma vez que envolvem os elementos que trazem informações as quais serão processadas, adaptadas e transformadas conforme o necessário. A representação simbólica é valorizada pela abordagem de Reggio Emília e neste interim surgiram os Ateliês, que privilegiavam a ludicidade através de um ambiente educativo artístico, em que as diversas atividades, como pintura, pesquisa, música, histórias, entre outras, faziam da brincadeira uma importante aliada para a construção da aprendizagem significativa. O ateliê era um espaço privilegiado, nele professores e alunos construíam a aprendizagem através da exploração de projetos e pesquisas, em que não apenas constavam ideias, mas sim objetos e instrumentos que pudessem nortear o mundo das ideias e pensamentos, fazendo com que a imaginação fosse fator importante também neste processo. Como marca constituinte da prática educativa o educador percorre junto à criança o caminho da observação, da documentação, da formulação de hipóteses, da interpretação, da pesquisa e da escuta ativa num ambiente estimulante, convicto, cuidadosamente planejado, que desafia, considerando o terceiro educador Por meio dos ateliês, Lóris Malaguzzi, pretendia criar uma verdadeira revolução no espaço educacional. E, diga-se de passagem, conseguiu. As escolas de Reggio Emília que atendiam a educação infantil enfocaram em suas estruturas a construção de um ateliê, fugindo assim dos métodos tradicionais que eram baseados em fórmulas medíocres. Isto porque, tratava-se de um ambiente planejado, moldado pelas próprias crianças exigindo a exploração individual e buscando a sensibilização de cada um em todo o processo. A expressão e a comunicação eram um forte aliado, permitindo a exploração da criatividade da criança, onde elas podiam explorar o seu conhecimento e interagir com os demais. Quanto ao professor auxiliará nas descobertas vivenciadas por estas crianças e observará a construção das mesmas, e diante delas construirá as estratégias necessárias para a sua promoção. No contexto educativo das escolas de Reggio,os pais, como responsáveis pelas crianças e também como representantes da comunidade, fazem parte nos processos educativos, são valorizados, estão na essência da experiência, uma vez que não existe criança sem pais. Pode-se dizer que se trata de uma pedagogia da relação e da escuta, que parte do pressuposto de que a criança conhece o mundo como uma pesquisadora, investigativa, potente, curiosa, questionadora, atenta e que neste processo é produtora de teorias interpretativas e provisórias. Enfim, as escolas e creches de Reggio Emilia são espaços projetados para as crianças, onde estas encontram contextos verdadeiramente pensados para acreditarem e expressarem suas linguagens, cultura e seu verdadeiro eu. QUEM FOI EMMI PIKLER? Nascida em 1902, em Viena, Emilie Madeleine Reich é conhecida por seu trabalho como pediatra e suas teorias de aprendizagem e desenvolvimento infantil. Filha de uma professora e de um artesão, aos 6 anos mudou-se com a família para Budapeste, onde cresceu apenas com o pai depois de 1914, quando a mãe faleceu. O sobrenome mais http://pedagogiaeinfancia.com.br/crianca-numa-perspectiva-reggio/ conhecido da médica veio do casamento com um matemático e professor. Juntos, quando tiveram o primeiro filho, permitiram que a criança se desenvolvesse com liberdade e respeitaram seu tempo –princípios da abordagem Pikler. Em 1935, Pikler qualificou-se como pediatra. Entre 1936 e 1945 – no contexto da Segunda Guerra Mundial – o marido da pediatra foi preso por ser judeu. Nessa época, Emmi era médica de família, e foram essas pessoas que ajudaram a doutora e sua própria família a sobreviver durante a guerra. Com o fim da guerra, depois de ter mais dois filhos, Pikler trabalhou com crianças abandonadas e desnutridas. Desde então, produziu materiais escritos e palestrou sobre o ensino e a aprendizagem de bebês e crianças pequenas. Em 1946, na cidade de Budapeste, HU. Uma cidade devastada pela guerra, que deixou órfãs um cem número de crianças. Em um momento da história mundial no qual as esperanças de um futuro digno para as crianças e para a própria humanidade se erguia dentre os escombros da barbárie, o olhar diferenciado de Pikler a fez pioneira em sua estratégia e, principalmente, foi uma grande observadora do crescimento mental e da maturação das crianças que vivem em casa com suas famílias. O coração de uma mulher forte, que viveu além do seu tempo, nos trouxe o legado do cuidado amoroso como ética no trabalho com as crianças bem pequenas. Nesse cenário a pediatra aceitou o convite para ser diretora de um abrigo para crianças de 0 a 3 anos, na Rua Lóczy, junto com Maria Vincze. Pikler trouxe para esse contexto a sua filosofia de trabalho e experiência como pediatra de família, exposta no livro “O que o seu bebê já consegue fazer?” (What can your baby do already), editado em 1940, na Hungria. No orfanato, começou algo absolutamente novo em relação ao trabalho institucional com crianças pequenas. Surgia uma nova pedagogia. Emmi Pikler aceitou esse desafio como um compromisso com as crianças e esteve à frente do Instituto até à sua morte, em 1984. O desejo de Emmi Pikler era conhecer o bebê como pessoa. Neste sentido, iniciou um trabalho de observação e atenção ao bebê, valorizando a atividade autônoma da criança, sua saúde física e o desenvolvimento de uma imagem positiva de si mesma, juntamente com um investimento nas relações pessoais, dando ênfase à necessidade de um vínculo forte e amoroso do bebê com aquele adulto que cuida dele. Assim, Emmi Pikler transformou o Instituto Lóczy em um espaço de observação e documentação minuciosa da vida cotidiana dos bebês, sem, no entanto, transformar as crianças em sujeitos de experimentos. Para Pikler, os bebês eram, acima de tudo, pessoas de relação. Com isso, as crianças que passaram por Lóczy tiveram a oportunidade de ser menos afetadas pelas marcas do abandono e dos não cuidados que persistiam na maioria dos orfanatos. Em 1970 o Instituto se transformou em Instituto Nacional de Metodologia dos Orfanatos da Hungria, afirmando a qualidade e a seriedade do seu trabalho. Em 1986 o Instituto assumiu o nome de Emmi Pikler. Foi no início da década de 70 que duas psicólogas francesas, Geneviève Appell e Myriam David, conheceram Lóczy e, encantadas com o que descobriram, escreveram, em 1973, o livro “Lóczy: uma forma incomum de maternidade” (Lóczy an Unusual Approach to Mothering), revelando ao ocidente que pedagogia era essa que acontecia em Lóczy. Desde então as ideias de Pikler têm se espalhado pelo mundo. REFERÊNCIAS • https://youtu.be/eTYWvbW8XPw. Acesso em 08/08/22 às 09:23; • https://youtu.be/VoTX8_pPrQE. Acesso em 08/08/22 às 10:56; • https://revistaeducacao.com.br/2016/12/14/historia-da-ldb/. Acesso em 09/08/22 às 8h; • https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/19/17/educacao-a-distancia-no- mundo-e-no- brasil#:~:text=A%20primeira%20gera%C3%A7%C3%A3o,aprendizagem%20 %E2%80%93%20as%20videoaulas. Acesso em 10/08/22 às 11hs; • https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/19/17/educacao-a-distancia-no- mundo-e-no-brasil#:~:text=No%20caso%20do,recentes%20no%20pais. Acesso em 10/08/22 às 20hs • https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/5/tecnologia-e-informacao- contribuicoes-da-educacao-a-distancia-para-uma-formacao-de- qualidade#:~:text=a%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20a,professor%20e%20al uno. Acesso em 11/08/22 às 20hs • https://youtu.be/ZjpGahGdrGQ. 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