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PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 1 de 17 
 
 
F(NG).GQUA.001-1 
Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
SUPORTE NUTRICIONAL 
 
 
DIETAS ENTERAIS: 
 
• Preferência por dietas líquidas prontas a fim de evitar manipulação em demasia. 
 
• Preferência por dietas que atinjam 100% das recomendações das RDI para 
vitaminas, minerais e outros nutrientes em menor volume. 
 
• Presença de alimentos funcionais e fibras. 
 
• Perfil lipídico dentro das recomendações da AHA. 
 
• Preferência pelo uso do sistema fechado de administração de dieta. 
 
CONDIÇÕES CLÍNICAS PARA ADMINISTRAR DIETA: 
 
Condição clínica Energia Proteínas 
Paciente crítico, séptico ou em SIRS, 
hemodinamicamente estável com parâmetros 
de perfusão adequados, com ou sem drogas 
vasoativas. 
25 a 30 kcal /kg/ 
dia 
ou Harris Benedits 
1,5 a 2,0 gr /kg 
/dia 
Paciente crítico em fase de 
convalescência 
Aumentos progressivos conforme tolerância, 
com controle dos níveis glicêmicos e eletrólitos 
adequados e conforme protocolo da unidade. 
 
25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
 
1,2 a 1,5 gr / kg 
/ dia 
Paciente com patologia infecciosa, fora de 
cuidados intensivos 
25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
1 a 1,2 gr / kg / 
dia 
Paciente desnutrido nos 3 primeiros dias 
de TN 
(aumentar em intervalos de 2 dias, 5 
kcal/kg/dia, até 35 kcal/kg/dia, com controle 
de eletrólitos, glicemia e reposição de tiamina) 
20 kcal / kg / dia 
 
0,8 a 1,2 / kg / 
dia 
Insuficiência cardíaca 
(se indicado restrição hídrica, utilizar fórmulas 
com 1,2 kcal/ml ou mais) 
 
20 a 30 kcal / kg 
/ dia 
 
0,8 a 1,3 / kg / 
dia 
Insuficiência renal aguda 
(considerar evento desencadeante ao 
determinar as necessidades nutricionais) 
 
25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
 
1 a 1,5 gr / kg / 
dia 
Insuficiência renal crônica sem diálise 
(paciente ambulatorial, sem evento agudo: 
aminoácidos essenciais) 
25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
0,6 a 0,8 gr / kg 
/ dia 
Insuficiência renal crônica em diálise 
(Ver Anexo) 
30 a 40 kcal / kg 
/ dia (anexo) 
1,2 a 1,3 gr / kg 
/ dia 
Insuficiência hepática com encefalopatia 
(fórmulas com > 35% de AACR) 
25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
0,6 a 0,8 gr / kg 
/ dia 
Insuficiência hepática sem encefalopatia 25 a 35 kcal / kg 
/ dia 
0,8 a 1,0 gr / kg 
/ dia 
 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 2 de 17 
 
 
F(NG).GQUA.001-1 
Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
Via de administração 
A prioridade será sempre a via enteral. Vide 
indicações para nutrição parenteral no item 
correspondente. 
 
 
Quando iniciar Terapia Nutricional 
(NP ou NE) 
Uma vez estabelecida à indicação de 
nutrição enteral ou parenteral, o quanto 
antes, especialmente em pacientes críticos, 
desde que os parâmetros hemodinâmicos e 
de perfusão tecidual estejam adequados, 
sem distúrbios ácido-base e eletrolíticos 
importantes. 
 
Controles e 
monitorização: 
Pacientes 
críticos 
Pacientes desnutridos 
graves em 
realimentação 
Pacientes na 
enfermaria, 
estáveis 
calorias e proteínas 
recebidas Diário Diário Diário 
Evacuações 
(freqüência e 
características) 
Diário Diário Diário 
Vômitos, 
resíduo gástrico 
Diário Diário Diário 
Intercorrências, 
jejum para exames 
Diário Diário Diário 
Glicemia capilar 
Conforme 
protocolo da 
unidade 
2x ao dia, ajustando 
conforme necessidade 
2x ao dia no início 
da TN, ajustando 
conforme 
necessidade 
Sódio, potássio, cálcio 
magnésio, fósforo, 
creatinina, uréia 
conforme 
protocolo da 
unidade 
Diário nos primeiros dias, 
ajustando conforme 
necessidade e distúrbios 
que se apresentem 
1x/semana 
Triglicérides 
1x/semana, 
ajustando 
conforme 
necessidade 
1x/semana, ajustando 
conforme necessidade ou 
estabilidade 
1x/semana, 
ajustando conforme 
necessidade ou 
estabilidade 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 3 de 17 
 
 
F(NG).GQUA.001-1 
Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
Albumina 
Conforme 
protocolo da 
unidade 
1x/semana 
1x/semana, 
ajustando conforme 
necessidade ou 
estabilidade 
Balanço nitrogenado 
Quando 
necessário 
Quando necessário Quando necessário 
Peso corporal 
Conforme 
protocolo da 
unidade 
2x/semana 1x/semana 
Pregas cutâneas 
(Não realizado no 
momento) 
Admissão e 
1x a cada dez 
dias 
Admissão e 
1x a cada dez dias 
Admissão e 
1x a cada dez dias 
Lactato diário Qdo necessário Qdo necessário 
Diurese diário diário diário 
Hemoglobina e 
hematócrito 
diário Qdo necessário Qdo necessário 
Temperatura diário diário diário 
Controle da dieta 
ingestão/infusão 
 
diário 
 
diário 
 
diário 
 
 
Nutrição 
enteral: 
Indicações 
 
1. Intubação oro – traqueal; 
2. Rebaixamento do nível de consciência; 
3. Disfagia; 
4. Lesões de face que impossibilitem deglutição; 
5. Ingestão oral inadequada de causas diversas; 
6. Estado hipermetabólico no qual a ingesta oral não atende as 
necessidades estimadas para aquela situação clínica; 
7. Desnutrição grave de causa diversa, com ingestão oral 
inadequada às necessidades basais e de recuperação 
nutricional; 
8. Neoplasias de boca, orofaringe ou esôfago que impossibilitem 
a deglutição de alimentos que atendam de forma satisfatória 
às necessidades do paciente; 
9. Fístulas digestivas com acesso enteral distal à fístula; 
10. Síndrome de intestino curto; 
11. Gastroparesia de causa diversa com acesso duodenal ou 
jejunal; 
12. Pancreatite aguda, com acesso jejunal; 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 4 de 17 
 
 
F(NG).GQUA.001-1 
Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
 
 
Nutrição 
enteral: 
Contra- 
indicações 
 
1. Paciente crítico, instável do ponto de vista hemodinâmico, sem 
ressuscitação adequada da perfusão tecidual; 
2. Obstrução intestinal; 
3. Íleo adinâmico de causa diversa; 
4. Sangramento intestinal; 
5. Vômitos incoercíveis; gastroparesia grave; 
6. Diarréia sem controle ( Maciça); 
7. Fístula digestiva de alto débito ( >500ml) sem acesso distal à 
fístula; 
8. Angina mesentérica; 
9. Síndrome do intestino curto com ressecção maciça. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nutrição 
enteral: 
Vias de acesso 
 
Via Indicações 
 
Sonda 
nasogástrica 
 
Paciente que necessita nutrição enteral, sem sinais 
de comprometimento do peristaltismo gástrico. 
 
Sonda 
nasoenteral 
 
 
Gastroparesias 
 
Sonda 
nasojejunal 
 
Pancreatite aguda; 
Fístula intestinal alta com acesso distal (após a 
fístula). 
 
Gastrostomia 
 
Previsão de nutrição enteral por tempo prolongado 
(>2 meses); peristaltismo gástrico preservado. 
 
Jejunostomia 
 
Neoplasia intestinal obstrutiva alta; condições 
cirúrgicas diversas como gastrectomias, 
gastropancreatectomias, ressecções intestinais. 
 
Como iniciar e progredir a nutrição enteral 
 
Depende do sistema indicado, se aberto em infusão intermitente, ou fechado, em infusão 
contínua. 
A tendência é usar o sistema fechado na maioria das vezes na UTI; entretando, algumas 
situações podem exigir sistema aberto (algumas fórmulas só têm apresentação em pó, 
por exemplo e nos apts procura abrir o sistema)) 
 
 
 
 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 5 de 17 
 
 
F(NG).GQUA.001-1 
Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone:(83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
Sistema aberto, infusão intermitente 
1o. Dia 2o. Dia 3o.o dia > 3o. dia 
 
150ml a cada 3 
horas 
 
200ml a cada 3 
horas 
 
250ml a cada 
3 horas 
Aumentar o suficiente para atingir 
as necessidades determinadas em 
24h, no mesmo ritmo 
(50ml ou menos a cada dia) 
Iniciar com 50ml a cada horário para pacientes em anasarca, em jejum prolongado, ou 
uso de drogas vasoativas. 
Progredir 50ml a cada dia conforme tolerância. 
 
Sistema fechado, infusão contínua 
1º. dia 2º. dia 3º. dia em diante 
 
 
 
1000ml 
 
 
Evoluir de acordo c/ 
a necessidade 
Volume suficiente para 
atingir as 
necessidades 
nutricionais 
estimadas, conforme a 
fórmula em uso 
 
Iniciar com 500ml em 24h para pacientes em anasarca, em jejum 
prolongado, ou uso de drogas vasoativas. 
Progredir 500ml a cada dia conforme tolerância. 
 
Indicações de dieta oligomérica 
- Transição de nutrição parenteral para enteral, com desuso do trato gastrointestinal 
por tempo prolongado (mais de 10 dias); 
- Pancreatite aguda (com sonda em posição jejunal); 
- Síndrome do intestino curto; 
- Síndromes disabsortivas crônicas; 
- Diarréia (vide protocolo de abordagem da diarréia da instituição) 
 
 
Nutrição 
parenteral: 
 
Indicações 
 
 
 
Contra-indicações para o uso do trato gastrointestinal, ou quando 
este intolerante à infusão plena das necessidades energético-
protéicas definidas (distensão, diarréia, gastroparesia). 
 
 
 
 
 
 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 6 de 17 
 
 
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Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
 
 
Nutrição 
parenteral: 
Vias de acesso 
 
Via Indicações 
 
 
 
Periférica 
 
- Complementação de terapia nutricional enteral 
ou oral 
- Tempo máximo indicado: 7 dias 
- Osmolaridade máxima permitida: 700 mOsm; 
- Não deve ser utilizada por tempo prolongado 
como única fonte nutricional, pois seu conteúdo 
energético-protéico é baixo. 
 
Central 
 
- Permite infusão de soluções com osmolaridade 
ao redor de 1300mOsm; 
 
 
PROTOCOLO DE CUIDADO NUTRICIONAL 
 
PROTOCOLO DE ATENDIMENTO NUTRICIONAL A PACIENTES CRÍTICOS 
 
Introdução 
A prevenção primária é fundamental para o controle do paciente crítico e isto pode ser 
realizado através do manejo de vários fatores, entre eles o cuidado nutricional. 
 
A desnutrição prediz um resultado ruim na evolução da doença e as dificuldades para se 
alimentar, geralmente comuns nos pacientes críticos. São determinadas pela extensão do 
estresse metabólico ou trauma. 
A desnutrição, além de ser considerada preditor de mortalidade, está geralmente associada 
à presença de infecções pulmonares, presença de incapacidades, períodos mais longos de 
internação hospitalar e de cuidados institucionais. 
 
Pacientes admitidos, com dificuldades de mastigação ou deglutição devem ser 
imediatamente avaliados quanto ao grau de disfagia para que as intervenções dietéticas 
sejam realizadas da forma mais adequada (o fonoaudiólogo pode determinar de maneira 
mais precisa e segura a consistência da dieta a ser ofertada). 
 
Destes pacientes, aproximadamente 40% apresentam risco de aspiração silenciosa. 
 
Em algumas situações a indicação de terapia nutricional (enteral ou parenteral ) pode ser 
necessária até que se possa reiniciar a alimentação oral satisfatória. 
Março - 2009 
O uso de nutrição enteral em apenas alguns horários estratégicos pode ser útil nos casos 
em que as exigências nutricionais não são atendidas, mas se deseja treinar a alimentação 
oral. 
 
Na maioria dos casos o trato gastrintestinal permanece íntegro e a nutrição enteral deve ser 
o método preferido à nutrição parenteral. 
É importante realizar um desmame adequado da nutrição enteral para a nutrição oral, 
evitando prejudicar a oferta de nutrientes ao paciente, caso este apresente baixa aceitação 
da dieta. 
 
Objetivos: 
Manter ou recuperar o estado nutricional . 
Prover educaç ão nutricional para o paciente e família. 
Prevenir complicaç ões: aspiração da dieta, diarréia, obstipação intestinal, náuseas, 
vômitos, refluxo, entre outras... 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 7 de 17 
 
 
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Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
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Promover o auto cuidado 
Monitorar:  peso, evolução da dieta, hábito intestinal, estado nutricional, exames 
bioquímicos, dieta prescrita x recebido, aceitação e ingestão alimentar, evolução clínica, 
complicações, oferta nutricional x necessidades nutricionais. 
 
Critérios de Inclusão 
Todos os pacientes críticos admitidos na Unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital da 
Unimed João Pessoa. 
 
Critérios de Exclusão 
Paciente e/ou médico titular recusarem o acompanhamento nutricional. 
 
Critérios de Alta do atendimento nutricional 
Estado nutric ional adequado. 
Ingesta (via oral, via sonda) adequada . - 2009 
Complicaç ões inerentes a terapia nutricional controladas. 
 
CUIDADO NUTRICIONAL NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO 
 
Avaliação Inicial 
Segunda 
Avaliação Monitorização 
Preparo para Pós 
Alta Hospitalar 
Avaliação Paciente: 
1.Realizada em 24 
horas após a 
notificação do risco 
nutricional pela 
Nutricionista 
2. Coleta de dados do 
paciente com a equipe 
multiprofissional, 
verificação da história 
clínica. 
Anotar todos os dados 
em ficha de 
acompanhamento 
nutricional específica 
do Serviço Nutrição. 
Avaliação Nutricional: 
Ver Manual do Serviço 
de Nutrição. 
 
Traçar o Plano de 
Cuidados a Curto e a 
Longo Prazo conforme 
normas da JCAHO (The 
Joint Commission). 
Traçar Plano 
Educacional conforme 
definido pela JCAHO. 
 
Notificar Informações 
em Prontuário Médico. 
Retorno de acordo 
com o nível de 
assistência de 
cuidado nutricional, 
Adequação dos 
requerimentos se 
necessário. 
Avaliar evolução da 
dieta. 
Avaliar tolerância à 
dieta. 
Checar exames 
bioquímicos, hábito 
intestinal, 
complicações, peso, 
ingestão da dieta, 
oferta nutricional, 
evolução clínica. 
Se aceitação oral 
não atender 
Necessidades 
nutricionais, sugerir 
nutrição enteral . 
 
Retornos até alta 
hospitalar. 
De acordo com: 
A – Estado nutricional 
B – Aderência ao 
tratamento. 
C – Complicações do 
tipo de Terapia 
Nutricional adotado. 
Avaliar a efetividade 
do tratamento 
proposto se 
necessário refazer 
plano de tratamento. 
O planejamento deve 
incluir 
recomendações, 
soluções, plano de 
ação e plano 
educacional. 
 
A. Dados subjetivos 
Dieta via oral. 
1. Dados relativos à 
ingestão alimentar 
2. Dados atuais da 
ingestão alimentar e 
alterações no hábito 
alimentar após 
intervenção. 
3. Considerações 
psicológicas ou 
sociais que afetem o 
consumo alimentar 
A educação será 
Individual 
enfocando cada 
conceito da dieta 
em relação ao 
tratamento e 
possíveis 
complicações 
considerando as 
necessidades do 
paciente e/ou 
família). 
Pacientes 
receberão 
instruções quanto 
aos recursos 
disponíveis na 
comunidade para 
continuidade da 
assistência. 
 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 8 de 17 
 
 
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Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
4. Dieta orientada 
anteriormente e 
implicações no 
tratamento 
5. Informações 
obtidas por outros 
profissionais da 
equipe 
6. Reforçar o plano 
educacional se 
necessário. 
Terapia nutricional 
enteral ou 
parenteral: 
Oferta de nutrientes 
(atual x 
recomendado) 
Complicações 
 
B. Dados Objetivos: 
1. Reavaliação 
nutricional segundo 
antropometria 
1. % alteraçõesrecentes de peso 
2. Parâmetros 
bioquímicos de rotina 
3. Estimativa da 
ingestão de 
nutrientes na dieta 
4. Dieta orientada, 
incluindo suplementos 
ou terapia nutricional 
-Considerações: 
 
1. Antropometria: peso seco na admissão ou peso habitual, peso desejado, peso ajustado 
para obesidade, altura (pacientes e /ou acompanhantes que não souberem informar este 
dado, a medida da altura do joelho deverá ser coletada através do comprimento da perna 
ou através da estatura recubente, principalmente em idosos e pacientes criticos), ÍNDICE 
DE MASSA CORPÓREA (IMC), estimar peso para pacientes amputados, tetraplégico ou 
paraplégico. 
 
2. História dietética 
 
3. Definir a via de administração da dieta com equipe, evitar jejum prolongado > 48 horas. 
 
 Nutrição oral: para pacientes que apresentem condições de mastigação e reflexo de 
deglutição adequada a somente após avaliação da disfagia realizada pelo prfissional 
assistente. 
 Nutrição enteral (TNE): indicada para pacientes com trato gastrointestinal funcionante, 
que apresentem ingestão via oral ausente ou inferior a 60-75% das necessidades 
nutricionais ou desnutrição. Para pacientes com risco de aspiração o posicionamento da 
sonda deve ser duodenal ou jejunal. Recomenda-se gastrostomia ou jejunostomia 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 9 de 17 
 
 
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Av. Ministro José Américo de Almeida, 1450 – Torre – João Pessoa/PB – CEP: 58040-910 
Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
endoscópica percutânea, dependendo do risco de aspiração, para pacientes que 
permanecerão em TNE por período superior a 4-6 semanas de acordo com conduta médica. 
 Nutrição parenteral: indicada somente se o trato gastrointestinal não estiver 
funcionante e se a ingestão alimentar do paciente estiver bem abaixo de suas necessidades 
nutricionais .Cálculo das Necessidades de Nutrientes: 
 
Requerimento nutricional para pacientes em terapia Nutricional:( SBNEP Projeto 
diretrizes) 
Requerimento energético: 
 
25 Kcal/Kg/dia – paciente eutrófico ( ajustar conforme a evolução clinica). 
20 a 25 Kcal/kg/dia – pacientes acima de IMC 27, utilizando peso ajustado. 
Ou através da fórmula de Harris Benedict x Fator Injúria 
 
Requerimento de Carboidratos: 
 
50-60% das calorias estimadas ou, no mínimo, 130grs ao dia (evitar exceder 7g/kg/dia) 
 
Requerimento de Lipideos: 
 
20-35% do VET da dieta não devendo ultrapassar 2,5g/Kg/dia 
Iingestão adequada AG Linoleico( 2-4% do Vet) AG Linolênico( 0,25-05% do Vet). 
Pacientes graves em NPT, a máxima tolerância de lipídios é de 1g/Kg/dia 
 
 
Requerimento Protéico: 
 
Condições Clínicas Proteína 
 (g/kg/peso usual/dia) 
 
 
Sem Estresse Metabólico (10 a 15%) = 0,8 a 1g/kg/dia 
 
 
Estresse Metabólico Leve (hospitalização eletiva, paciente crônico) = 10 a 
1,2g/Kg/dia 
 
Estresse Metabólico Moderado (pós operatório complicado, infecção, trauma) = 
1,2 a 2g/Kg/dia 
 
Estresse Metabólico Intenso (sepse, pancreatite, trauma grave) = 1,5 a 
20g/Kg/dia 
 
Oferta protéica adicional pode ser necessária para alcançar BALANÇO NITROGENADO (BN) 
positivo em pacientes com úlceras de pressão ou imobilizados, restritos a cadeira de rodas 
ou leito. Discutir a consistência da dieta e adequações necessárias com Equipe. 
 
Requerimento protéico OBESOS CRÍTICOS ( ASPEN): 
 
IMC < 30 , 1,2 A 2,0g / Kg/Peso atual /dia ( 
requerimento aumenta em pacientes queimados e politraumatizados 
 
IMC 30 – 40 Obesidade grau I e II 2,0g/Kg de peso Ideal / dia 
 
PROTOCOLO 
ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL 
Código: PC.SND.001 Data: 02/06/2011 Versão: 2 Página: 10 de 17 
 
 
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IMC > 40, Obesidade grau III 2,5G/ kg de peso Ideal / dia 
 
 
Requerimento de Eletrólitos: 
Segue as recomendações das DRIs e ALs ajustadas conforme condição clinica 
específica 
 
Diredrizes da ASPEN: 
 
ELETRÓLITOS ENTERAL PARENTERAL 
Sódio 500mg ( 22MeQ/KG) 1-2 mEq/kg 
Potássio 2mg ( 51MeQ/KG) 1-2 mEq/kg 
Cloreto 750mg ( 21MeQ/KG) Conforme necessidade 
Magnésio 420mg ( 17MeQ/KG) 8-20 mEq/kg 
Cálcio 1200mg ( 30MeQ/KG) 10-15 mEq/kg 
Fósforo 700mg ( 23MeQ/KG) 20-40 mEq/kg 
 
 
Cálculo de Necessidades Hídricas: de 30ml a 40ml/Kg/dia ou 1,0 a 1,5ml/Kcal 
 
Diferentes Bases de Cálculo: 
� 1500 ml para os primeiros 20 kg + 20 ml/kg acima (crianças) 
� 30-40 ml/kg (média p/ adultos) 18-64 anos 
� 30 ml/kg (55-65 anos) - mais utilizada 
� 25 ml/kg (> 65 anos) 
� RDA 1 ml/kcal 
� 1 ml/kcal + 100 ml/g de nitrogênio ofertado 
 
OBS: Recomendação p/ lavagem de sonda: 20 a 40 ml antes e depois de cada 
administração de acordo com necessidades hídricas. 
 
Cuidado nutricional na Unidade de Reabilitação 
 
O processo de reabilitação inicia durante a internação, porém após a alta os cuidados 
relacionados à nutrição do paciente devem ser abordados de forma contínua e 
individualizada por profissionais capacitados com os seguintes objetivos: 
 
• Manter ou recuperar o estado nutricional. 
• Promover o ajuste do peso corporal saudável. 
• Favorecer o ajuste do perfil lipídico aos valores de referência. 
• Orientar o tratamento dietoterápico das comorbidades como diabetes eHAS. 
• Prevenir, em conjunto com a equipe de fonoaudiologia, o risco de aspiração 
ajustando a consistência da dieta alimentar. 
• Contribuir com a equipe de enfermagem de reabilitação na orientação das alterações 
esfincterianas e prevenção de escaras. 
• Promover educação nutricional do paciente e/ou familiar/cuidador. 
• Participar da equipe interdisciplinar com o foco em prevenção de novos episódios da 
doença. 
• Melhorar a qualidade de vida do paciente. 
• Após a prescrição médica inicia-se o acompanhamento que engloba uma minuciosa 
anamnese alimentar levantando-se: 
• Alimentação habitual. 
• Horários de refeição. 
 
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• Via(s) de administração da dieta. 
• Consistência dos alimentos. 
• Exames bioquímicos de maior importância ao caso. 
• Coleta de indicadores antropométricos como peso, altura, IMC, circunferência 
abdominal e dobras cutâneas. 
 
O paciente e ou cuidador/familiar recebe neste momento orientações preliminares com base 
na prescrição dietoterápica e diagnóstico nutricional. A terapia nutricional é individualizada, 
calculada e adequadas às novas necessidades como treinamento físico, utilização de 
órteses, disfagia, entre outras. Os requerimentos nutricionais devem ser ajustados ao grau 
de atividade física implementado no processo de reabilitação. 
Abordagem Educacional 
 
O objetivo da intervenção do profissional nutricionista neste programa é promover a 
recuperação ou manutenção do estado nutricional dos pacientes, controlar os fatores de 
risco, e adequação do planejamento alimentar, atividade física e medicamentos através da 
educação nutricional ao paciente e família - promovendo o auto cuidado, utilizando como 
recursos educativos disponíveis ao paciente e/ou familiares. 
 
SAD (Serviço de atendimento domiciliar) 
O programa de atendimento domiciliar é um programa para pacientes crônicos que são 
cadastrados e acompanhados por uma equipe multidisciplinar que oferece ao paciente a 
continuidade de sua terapia em domicilio . São verificados aderência ao tratamento 
proposto pela equipe. 
Verificação do Aprendizado do Paciente 
1. Verificar a aderência ao tratamento2. Monitorar controle de peso, parâmetros bioquímicos 
3. Verificar a integração entre dieta, exercício e insulina nos pacientes diabéticos 
 
4. Verificar o envolvimento no programa através de avaliação aplicada pelo nutricionista 
e/ou equipe multidisciplinar 
Março - 2009 
PROTOCOLO PARA TRATAMENTO DA DIARRÉIA EM TERAPIA NUTRICIONAL 
ENTERAL 
 
Critérios clínicos para considerar Diarréia 
 
• Evacuação líquida maior ou igual a 500 ml por 2 dias consecutivos 
• 3 ou mais evacuações líquidas por dia 
 
Condutas para o controle da diarréia durante a TNE: 
 
Fatores relacionados à sonda e a fórmula enteral: 
 
1-Infusão rápida principalmente guando a sonda estar pós-pilórica: 
• Reduzir gotejamento da administração da dieta 
 
2- Extremos de temperatura: 
• Administrar dieta em temperatura ambiente 
 
3- Contaminação da dieta: 
• Controlar regularmente o preparo e a quantidade bacteriológica da dieta 
 
 
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4- Sonda duodeno/jejunal; 
• Reposicionar a sonda em posição gástrica se possível: 
 
5- Dieta sem fibras: 
• Troque á fórmula com fibra solúvel (goma guar ou pectina) 
• Ou fórmula que contenha Fos e inulina. 
• Ou administre fibras solúveis e/ou simbioticos 
 
6- Hiperosmolaridade da fórmula: 
• Usar fórmula isotônica ou 
• Diminuir a velocidade de infusão 
 
 
Fatores relacionados à condição clínica do Paciente: 
 
1- Hipoalbuminemia < 2,5mg/dl: 
 
• Nos casos graves utilizar fórmulas hidrolizadas até que a capacidade absortiva 
intestinal esteja restaurada 
• Infundir dieta lentamente 
• Concentrar a dieta gradativamente 
• Administrar albumina exógena 
 
ATENÇÃO: A hipoalbuminemia grave é um fator de mau prognóstico quanto a aceitação da 
TNE. Discutir possibilidade de administração endovenosa de albumina 
 
 
2 - Jejum prolongado ( > 1 semana): 
• Iniciar com fórmula oligomérica ou monomérica com gotejamento lento 
 
3-Deficiência de lactase; 
• Trocar a fórmula para outra sem lactose 
 
4- Má absorção de gordura (esteatorréia): 
• Usar fórmula com baixo teor de gordura 
• Prescrever enzimas pancreáticas (insuficiência pancreática) 
• Usar dieta com TCM 
 
5- Intolerância à soja: 
• Usar fórmula sem soja (caseinato de calcio, etc). 
 
6- Antiácidos e Antibióticos; 
• Suspender medicamentos à base de Magnésio, Sorbitol, Manitol 
• Suspender se possível os suplementos com K e P ou diluir conforme farmacêutica 
• Suspender se possível os medicamentos a base de lactulose e certas drogas como 
Colchicina e colestiramina 
• Fazer uso de lactobacillus acidophilus 
 
Deve investigar (por coprocultura) também infecção pelo Clostridium difficile, pois 
aproximadamente metades dos pacientes com diarréia nosocomial em TNE são positivos 
para a toxina Clostridium difficile. Sondas localizadas pós-pilórica têm maior chance de 
adquirir esse microorganismo. 
 
 
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PROTOCOLO EM ACOMPANHAMENTO NA TERAPIA NUTRICIONAL PARENTERAL 
(NPT) 
 
• Exame Clínico: 
Avaliação e evolução da patologia básica, detectando anormalidades ou 
complicações, ligadas ou não ao suporte nutricional . 
 
• Monitorização na Tolerância Metabólica: 
 
1. Glicemia : De acordo com protocolo da UTI Geral, manter glicemia ≤ 
150mg/dl 
 
2. Hemograma, Uréia, Creatinina, Na, K, Cl, Ca, P, Mg : Diariamente, durante o 
período de progressão da dieta. Se estáveis, repetir a cada 2 a 3 dias. 
 
3. Gasometria arterial: Diariamente 
 
4. Transaminases, fosfatase alcalina, tempo e atividade de Protombina, 
proteínas totais e frações, triglicerídios: Solicitar no início da NPT e após 
semanalmente sempre nas segundas –feiras. 
 
 
• Monitorização Nutricionais: 
 
1. Medida do Peso Corporal > Semanalmente 
2. Balanço Nitrogenado > Semanalmente 
3. Albumina e/ou Pré albumina > Semanalmente 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS FÓRMULAS 
 
POLIMÉRICAS: 
 
� SUBCATEGORIA: Normoproteica 
 
• Indicação: catabolismo leve, desnutrição, capacidade digestiva e absortiva normal do 
TGI 
• Características da fórmula: 
a) Proteína ≥ 14% 
b) Isotônica 
c) Isenta de lactose e sacarose 
d) nutricionalmente completa 
 
 
• Forma do macronutrientes: 
a) Proteína intacta 
b) Polissacarídeos 
c) Polímeros de glicose 
d) PUFA 
e) TCM 
 
� SUBCATEGORIA: Hiperproteica 
 
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• Indicação : catabolismo moderado e intenso, desnutrição, capacidade digestiva e 
absortiva normal do TGI 
• Características da fórmula: 
e) Proteína > 16% 
f) Isotônica 
g) Isenta de lactose esacarose 
h) Nutricionalmente completa 
 
• Forma do macronutrientes: 
f) Proteína intacta 
g) Polissacarídeos 
h) Polímeros de glicose 
i) PUFA 
j) TCM 
 
� SUBCATEGORIA: Suplementada com fibras. 
• Indicação: Regulação da função intestinal, uso da TNE por período prolongado, 
capacidade digestiva e absortiva normal do TGI 
• Características da fórmula: 
a) Conteúdo de fibras de 5-20g/l de fórmula 
b) Isotônica 
c) Isenta de lactose 
d) Nutricionalmente completa 
 
• Forma do macro nutriente: 
a) Proteína intacta 
b) Polímeros de glicose 
c) Dissacarídes 
d) Fibra polissacárides de soja e/ou gomar guar e similares 
e) PUFA 
f) TCM 
 
� SUBCATEGORIA: Concentrada 
 
• Indicação: Restrição de líquidos, capacidade digestiva e absortiva normal do TGI 
• Características da fórmula: 
a) Densidade calórica 1,5-2,0 kcal/ml 
b) Alta osmolaridade (> 450mom/kg de água) 
c) Isenta de lactose 
d) Nutricionalmente completa 
 
• Forma do macro nutriente: 
a) Proteína intacta 
b) Polímeros de glicose 
c) Monossacarídeos 
d) PUFA 
e) TCM 
 
 
 
 
 
 
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CARACTERÍSTICAS DAS FÓRMULAS PARCIALMENTE HIDROLISADAS 
 
� SUBCATEGORIA : proteína parcialmente hidrolisada 
 
• Indicação: Mínima capacidade digestiva, limitada área de absorção do TGI (Síndrome 
do intestino curto, doença celíaca, desnutrição), enteropatias com perda proteica 
(doença intestinal inflamatória, doença actínica) 
• Características da fórmula: 
a) Médio conteúdo de lípides = 13-39% 
b) Média osmolaridade (300-550 mOm/kg de água) 
c) Isenta de lactose 
d) Nutricionalmente completa 
 
• Forma dos macronutrientes: 
a) Proteína hidrolisada 
b) Dipeptídios 
c) Tripeptídios 
d) Aminoácidos livres 
e) Polímeros de glicose 
f) Dissacárides 
g) Monossacárides 
h) PUFA 
i) TCM 
 
CARACTERÍSTICAS DAS FÓRMULAS ESPECIALIZADAS 
 
� SUBCATEGORIA : Nefropatia 
 
• Indicação: Insuficiência renal 
• Características da fórmula 
a) Contém alta taxa de aa essencial AVB 
b) Baixo conteúdo de eletrólitos 
c) Conteúdo limitado de eletrólitos 
d) Conteúdo limitado de vitaminas A e D, magnésio e fósforo 
e) Alta densidade calórica (2,0 kcal/ml) 
f) Alta osmolalidade (427 a 960 mOm/kg água) 
g) Isenta de lactose 
 
• Forma dos macronutrientes: 
f) Proteína intacta 
g) Polímeros de glicose 
h) Monossacarídeos 
i) PUFA 
j) TCM 
 
� SUBCATEGORIA : Hepatopatia 
 
• Indicação: Encefalopatia hepática 
• Características da fórmula: 
a) Contém 38- 45% de aa cadeiaramificada 
b) Alta osmolalidade (>450 mOm/kg água) 
c) Isenta de lactose 
 
 
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• Forma dos macronutrientes: 
a) AA cristalinos 
b) Polímeros de glicose 
c) Monossacárides 
d) PUFA 
e) TCM 
 
� SUBCATEGORIA: Intolerância à glicose 
 
• Indicação: estresse metabólico, diabetes mellitus 
• Características da fórmula: 
a) Baixo conteúdo de carboidratos: 30-56% 
b) Alto conteúdo de lípides: 38 a 49% 
c) Suplementada com fibras 
d) Isotônica (300mOm/kg água) 
e) Isenta de lactose 
f) Isenta de sacarose 
g) nutricionalmente completa 
 
• Forma dos macronutrientes: 
a) Proteína intacta 
b) Polissacárides 
c) PUFA 
 
� SUBCATEGORIA : Pneumo 
 
• Indicação: Ventilação Mecânica 
• Características da fórmula: 
a) Conteúdo de lípides: 50-60% 
b) Osmolalidade (385 mOm/kg água) 
c) Alta densidade calórica ( 1,5Kcal/ml) 
d) Isenta de lactose 
e) Nutricionalmente completa 
 
• Forma dos macro nutrientes: 
a) Proteína intacta 
b) Maltodextrina 
c) PUFA 
 
� SUBCATEGORIA: Trauma/Estresse 
 
• Indicação: Estresse metabólico, pré /pós cirurgicos disfunção imune ( Apache II 
>15) 
• Características da fórmula: 
a) Contém aa cadeia ramificada 
b) Alto conteúdo de proteínas ( 23%) 
c) Osmolalidade (350 mOm/kg água) 
d) Isenta de lactose 
 
• Forma dos macronutrientes: 
a) Proteína intacta 
b) RNA 
c) Arginina 
 
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Fone: (83) 2106-0216 E-mail: escritoriodaqualidade@hospital.unimedjp.com.br 
 
d) Glutamina 
e) Polímeros de glicose 
f) Dissacárides 
g) PUFA 
h) TCM 
 
 
 
REFERÊNCIAS/DOCUMENTOS COMPLEMENTARES: 
 
1. Allison, SP: What is the goal of nutrition in the Intensive Care Unit? Nestle 
Nutr Workshop Ser Clin Perform Programme. 2003;(8): 119-132. 
2. Dreyer E, Brito S: Terapia Nutricional: Cuidados de Enfermagem: 
procedimentos padronizados para pacientes adultos. Grupo de Apoio 
Nutricional Hospital das Clínicas da Unicamp (GAN). 
http://www.hc.unicamp.br/servicos/gan 
3. Heyland et al: Canadian clinical practice guidelines for nutrition support im 
mechanically ventilated, critically ill adult patientes. JPEN 2003, 27 (5): 
355-73. 
4. MacClave SA, et al: North American summit on aspiration in the critically ill 
patient: Consensus statement. 
JPEN 2002, 26 (6): S80 S85. 
5. Manual de Nutrição Enteral / Manual de Nutrição parenteral EPM 
6. Waitzberg, Dan L: Nutrição Oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3a. 
ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2000. 
7. ASPEN (Sociedade Americana de Nutrição Enteral e Parenteral). 
 
VALIDAÇÃO: 
 
ELABORADO E REVISADO POR: 
 
Vera Miranda – Coordenadora Nutrição 
Maria do Rosário Diniz – Nutricionista EMTN 
 
ELABORADO EM: 20/07/2010 REVISADO EM: 08/06/2011 
 
VALIDADO POR: 
 
Vera Miranda 
 
 
HISTÓRICO DE REVISÃO: 
 
Adicionados os itens: Requerimento nutricional para pacientes críticos.

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