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Questões resolvidas

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Desafio 
A posse é a exteriorização da propriedade e pode ser adquirida de dois modos: de maneira originária 
ou derivada. Cada uma dessas modalidades manifesta características distintas que determinam
a regularidade do direito do possuidor. 
Você é o advogado que assessorou Marcos na compra de uma casa. Conhecendo o instituto jurídico 
da posse, responda.
a) Quais são os modos de aquisição da posse manifestadas na situação descrita?
b) Quais são os requisitos legais fundamentais que devem ser atendidos nessas modalidades?
Padrão de resposta esperado
a) As duas modalidades de aquisição da posse indicadas no enunciado são derivadas, ou seja,
caracterizam-se pela existência de uma posse anterior que é transmitida ao adquirente em virtude de
um título, com a anuência do possuidor precedente. João, que adquiriu a casa por testamento,
recebeu-a por ato jurídico causa mortis, e Marcos, que a adquiriu mediante contrato de compra e
venda, tornou-se possuidor por ato jurídico inter vivos. A primeira, caracteriza-se pela acessão, e a
segunda, pela tradição.
b) Para que se possa adquirir a posse pelo modo derivado, por meio de qualquer ato jurídico, os
requisitos indicados no art. 104 do Código Civil devem ser plenamente atendidos. São eles: agente
capaz, objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não defesa em lei. 
1.  A posse pode ser classificada sob diversas perspectivas, de forma que, quando considerada 
quanto à extensão da garantia possessória, vincula-se diretamente aos poderes de propriedade.
Sendo assim, é correto afirmar que:
Você acertou!
A.  a posse direta não anula a posse indireta do bem.
A posse direta é aquela em que a pessoa tem o domínio direto do bem, mesmo que não seja
proprietária, como o locatário e o comandatário, por exemplo. Já a posse indireta é aquela em
que a pessoa é proprietária do bem, porém, não o tem em seu domínio direto. Ainda, nos
termos do art. 1.197 do Código Civil, a posse direta não anula a posse indireta do
bem, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
Resposta incorreta.
B.  o locador de um imóvel é possuidor direto do bem.
A posse direta é aquela em que a pessoa tem o domínio direto do bem, mesmo que não seja
proprietária, como o locatário e o comandatário, por exemplo. Já a posse indireta é aquela em
que a pessoa é proprietária do bem, porém, não o tem em seu domínio direto. Ainda, nos
termos do art. 1.197 do Código Civil, a posse direta não anula a posse indireta do
bem, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
Resposta incorreta.
C.  o comodatário é aquele que tem a posse indireta do bem.
A posse direta é aquela em que a pessoa tem o domínio direto do bem, mesmo que não seja
proprietária, como o locatário e o comandatário, por exemplo. Já a posse indireta é aquela em
que a pessoa é proprietária do bem, porém, não o tem em seu domínio direto. Ainda, nos
termos do art. 1.197 do Código Civil, a posse direta não anula a posse indireta do
bem, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
Resposta incorreta.
D.  o possuidor direto não pode defender a posse do possuidor indireto.
A posse direta é aquela em que a pessoa tem o domínio direto do bem, mesmo que não seja
proprietária, como o locatário e o comandatário, por exemplo. Já a posse indireta é aquela em
que a pessoa é proprietária do bem, porém, não o tem em seu domínio direto. Ainda, nos
termos do art. 1.197 do Código Civil, a posse direta não anula a posse indireta do
bem, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
Resposta incorreta.
E.  a posse direta não pode ser exercida pelo proprietário do bem.
A posse direta é aquela em que a pessoa tem o domínio direto do bem, mesmo que não seja
proprietária, como o locatário e o comandatário, por exemplo. Já a posse indireta é aquela em
que a pessoa é proprietária do bem, porém, não o tem em seu domínio direto. Ainda, nos
termos do art. 1.197 do Código Civil, a posse direta não anula a posse indireta do
bem, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.
2. Corpus e animus são conceitos que estão presentes no estudo das teorias que fundamentam
a posse, sendo essenciais para caracterizá-la corretamente. No que se refere a esses 
elementos, considerando as teorias subjetiva e objetiva, assinale a alternativa correta.
Resposta incorreta.
A.  O animus se caracteriza pelo poder de disponibilidade do bem.
Para a teoria subjetiva, a posse é constituída de dois elementos: o corpus e o animus; já de
acordo com a teoria objetiva, dispensa-se o animus, de forma que a posse dispõe de apenas
um elemento, o corpus. Por corpus, entende-se o poder de disponibilidade do bem, enquanto
o animus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade sobre a coisa.
Resposta incorreta.
B.  O corpus e o animus estão presentes na teoria objetiva da posse.
Para a teoria subjetiva, a posse é constituída de dois elementos: o corpus e o animus; já de
acordo com a teoria objetiva, dispensa-se o animus, de forma que a posse dispõe de apenas
um elemento, o corpus. Por corpus, entende-se o poder de disponibilidade do bem, enquanto
o animus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade sobre a coisa.
Resposta incorreta.
C. De acordo com a teoria subjetiva, o animus é dispensável.
Para a teoria subjetiva, a posse é constituída de dois elementos: o corpus e o animus; já de
acordo com a teoria objetiva, dispensa-se o animus, de forma que a posse dispõe de apenas
um elemento, o corpus. Por corpus, entende-se o poder de disponibilidade do bem, enquanto
o animus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade sobre a coisa.
Resposta incorreta.
D.  O corpus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade.
Para a teoria subjetiva, a posse é constituída de dois elementos: o corpus e o animus; já de
acordo com a teoria objetiva, dispensa-se o animus, de forma que a posse dispõe de apenas
um elemento, o corpus. Por corpus, entende-se o poder de disponibilidade do bem, enquanto
o animus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade sobre a coisa.
Você acertou!
E. Para a teoria objetiva, o elemento animus é dispensável.
Para a teoria subjetiva, a posse é constituída de dois elementos: o corpus e o animus; já de
acordo com a teoria objetiva, dispensa-se o animus, de forma que a posse dispõe de apenas
um elemento, o corpus. Por corpus, entende-se o poder de disponibilidade do bem, enquanto
o animus se caracteriza pela intenção de exercer o direito de propriedade sobre a coisa.
3.  De acordo com a doutrina majoritária, o direito de retenção por benfeitorias é um dos efeitos 
da posse, não podendo ser confundidas com pertenças. Sobre benfeitorias e pertenças, é 
correto afirmar que:
Resposta incorreta.
A.  benfeitorias são os bens que não constituem partes integrantes e se destinam, de modo duradouro,
ao uso de outro bem.
Benfeitorias são obras ou despesas feitas na coisa com o fim de conservá-la (benfeitorias
necessárias), melhorá-la (benfeitorias úteis) ou embelezá-la (benfeitorias voluptuárias);
pertenças são, de acordo com o art. 93 do Código Civil, os bens que, não constituindo partes
integrantes, destinam-se, de modo duradouro, ao uso, serviço ou aformoseamento de outro. 
Você acertou!
B. a pavimentação de acesso a um prédio tem por finalidade facilitar seu uso e, por isso, é
considerada como benfeitoria útil.
Benfeitorias são obras ou despesas feitas na coisa com o fim de conservá-la (benfeitorias
necessárias), melhorá-la (benfeitorias úteis) ou embelezá-la (benfeitorias voluptuárias);
pertenças são, de acordo com o art. 93 do Código Civil, os bens que, não constituindo partes
integrantes, destinam-se, de modo duradouro, ao uso, serviço ou aformoseamento de outro. 
Resposta incorreta.
C. as benfeitorias voluptuárias são aquelasque têm por finalidade conservar o bem ou evitar que ele
se deteriore.
Benfeitorias são obras ou despesas feitas na coisa com o fim de conservá-la (benfeitorias
necessárias), melhorá-la (benfeitorias úteis) ou embelezá-la (benfeitorias voluptuárias);
pertenças são, de acordo com o art. 93 do Código Civil, os bens que, não constituindo partes
integrantes, destinam-se, de modo duradouro, ao uso, serviço ou aformoseamento de outro. 
Resposta incorreta.
D. a construção de uma piscina em um imóvel no litoral é considerada uma benfeitoria necessária em
virtude do clima do local. 
Benfeitorias são obras ou despesas feitas na coisa com o fim de conservá-la (benfeitorias
necessárias), melhorá-la (benfeitorias úteis) ou embelezá-la (benfeitorias voluptuárias);
pertenças são, de acordo com o art. 93 do Código Civil, os bens que, não constituindo partes
integrantes, destinam-se, de modo duradouro, ao uso, serviço ou aformoseamento de outro. 
Resposta incorreta.
E. pertenças são acréscimos de mero deleite que não aumentam ou facilitam o uso habitual do bem.
Benfeitorias são obras ou despesas feitas na coisa com o fim de conservá-la (benfeitorias
necessárias), melhorá-la (benfeitorias úteis) ou embelezá-la (benfeitorias voluptuárias);
pertenças são, de acordo com o art. 93 do Código Civil, os bens que, não constituindo partes
integrantes, destinam-se, de modo duradouro, ao uso, serviço ou aformoseamento de outro. 
4.  Entende-se por efeitos da posse as consequências jurídicas desse instituto. Entre esses 
efeitos, a possibilidade de proposição de ações possessórias, como a ação de reintegração e a 
ação de manutenção de posse e o interdito proibitório, refere-se a qual efeito da posse, de 
acordo com a doutrina majoritária?
Resposta incorreta.
A.  À percepção dos frutos.
É o direito ao uso dos interditos que se refere à proposição de ações possessórias que, por
sua vez, seguem rito especial, de acordo com a legislação processual vigente, sempre que o
possuidor for ameaçado, turbado ou esbulhado em sua posse, a fim de encerrar essas
agressões e garantir-se como possuidor. Assim, são cabíveis, respectivamente, o interdito
proibitório, a ação de manutenção de posse e a ação de reintegração de posse. A percepção
dos frutos, a responsabilidade por deteriorações, o direito de retenção por benfeitorias e a
condução à usucapião são efeitos da posse que não admitem a proposição de ações
possessórias, tendo em vista que assumem condições próprias, de acordo com o Código Civil.
Você acertou!
B. Ao direito ao uso dos interditos.
É o direito ao uso dos interditos que se refere à proposição de ações possessórias que, por
sua vez, seguem rito especial, de acordo com a legislação processual vigente, sempre que o
possuidor for ameaçado, turbado ou esbulhado em sua posse, a fim de encerrar essas
agressões e garantir-se como possuidor. Assim, são cabíveis, respectivamente, o interdito
proibitório, a ação de manutenção de posse e a ação de reintegração de posse. A percepção
dos frutos, a responsabilidade por deteriorações, o direito de retenção por benfeitorias e a
condução à usucapião são efeitos da posse que não admitem a proposição de ações
possessórias, tendo em vista que assumem condições próprias, de acordo com o Código Civil.
Resposta incorreta.
C. À responsabilidade pelas deteriorações.
É o direito ao uso dos interditos que se refere à proposição de ações possessórias que, por
sua vez, seguem rito especial, de acordo com a legislação processual vigente, sempre que o
possuidor for ameaçado, turbado ou esbulhado em sua posse, a fim de encerrar essas
agressões e garantir-se como possuidor. Assim, são cabíveis, respectivamente, o interdito
proibitório, a ação de manutenção de posse e a ação de reintegração de posse. A percepção
dos frutos, a responsabilidade por deteriorações, o direito de retenção por benfeitorias e a
condução à usucapião são efeitos da posse que não admitem a proposição de ações
possessórias, tendo em vista que assumem condições próprias, de acordo com o Código Civil.
Resposta incorreta.
D. Ao direito de retenção por benfeitorias.
É o direito ao uso dos interditos que se refere à proposição de ações possessórias que, por
sua vez, seguem rito especial, de acordo com a legislação processual vigente, sempre que o
possuidor for ameaçado, turbado ou esbulhado em sua posse, a fim de encerrar essas
agressões e garantir-se como possuidor. Assim, são cabíveis, respectivamente, o interdito
proibitório, a ação de manutenção de posse e a ação de reintegração de posse. A percepção
dos frutos, a responsabilidade por deteriorações, o direito de retenção por benfeitorias e a
condução à usucapião são efeitos da posse que não admitem a proposição de ações
possessórias, tendo em vista que assumem condições próprias, de acordo com o Código Civil.
Resposta incorreta.
E. À condução à usucapião.
É o direito ao uso dos interditos que se refere à proposição de ações possessórias que, por
sua vez, seguem rito especial, de acordo com a legislação processual vigente, sempre que o
possuidor for ameaçado, turbado ou esbulhado em sua posse, a fim de encerrar essas
agressões e garantir-se como possuidor. Assim, são cabíveis, respectivamente, o interdito
proibitório, a ação de manutenção de posse e a ação de reintegração de posse. A percepção
dos frutos, a responsabilidade por deteriorações, o direito de retenção por benfeitorias e a
condução à usucapião são efeitos da posse que não admitem a proposição de ações
possessórias, tendo em vista que assumem condições próprias, de acordo com o Código Civil.
5.  A aquisição originária da posse se realiza de maneira unilateral, tendo em vista que se 
efetiva unicamente por vontade do adquirente. Qual das alternativas abaixo indica uma situação
que se refere à aquisição originária da posse?
Resposta incorreta.
A. O locatário que adquire o bem locado por contrato de compra e venda.
Encontrar um bem perdido na rua e se apossar dele é um exemplo de aquisição originária da
posse, principalmente porque não exige o consentimento do antigo possuidor. A compra e
venda de imóvel, assim como o testamento, a dação em pagamento e a permuta são modos
derivados de aquisição da posse, tendo em vista que dependem de anuência do possuidor
anterior.
Você acertou!
B.  A moça que encontra um anel de ouro caído na calçada.
Encontrar um bem perdido na rua e se apossar dele é um exemplo de aquisição originária da
posse, principalmente porque não exige o consentimento do antigo possuidor. A compra e
venda de imóvel, assim como o testamento, a dação em pagamento e a permuta são modos
derivados de aquisição da posse, tendo em vista que dependem de anuência do possuidor
anterior.
Resposta incorreta.
C. O filho que herda, por testamento, um veículo do pai falecido.
Encontrar um bem perdido na rua e se apossar dele é um exemplo de aquisição originária da
posse, principalmente porque não exige o consentimento do antigo possuidor. A compra e
venda de imóvel, assim como o testamento, a dação em pagamento e a permuta são modos
derivados de aquisição da posse, tendo em vista que dependem de anuência do possuidor
anterior.
Resposta incorreta.
D. O comerciante que recebe um imóvel em dação em pagamento.
Encontrar um bem perdido na rua e se apossar dele é um exemplo de aquisição originária da
posse, principalmente porque não exige o consentimento do antigo possuidor. A compra e
venda de imóvel, assim como o testamento, a dação em pagamento e a permuta são modos
derivados de aquisição da posse, tendo em vista que dependem de anuência do possuidor
anterior.
Resposta incorreta.
E. O vendedor de uma casa que recebe um apartamento como permuta. 
Encontrar um bem perdido na rua e se apossar dele é um exemplo de aquisição originária da
posse, principalmente porque não exige o consentimento do antigo possuidor. A compra e
venda de imóvel, assimcomo o testamento, a dação em pagamento e a permuta são modos
derivados de aquisição da posse, tendo em vista que dependem de anuência do possuidor
anterior.

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