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Direito Trabalhista
FLÁVIO PORPINO CABRAL DE MELO
Contrato individual e coletivo do trabalho.
Obrigação principal e acessória do contrato de trabalho
Duração da jornada de trabalho. Férias e 13º salário. Repouso semanal remunerado e feriados.
Justa causa, aviso prévio, estabilidade e FGTS
Alterações e extinção do contrato de trabalho.
Das normas especiais do trabalho: das disposições especiais da tutela do trabalho, da proteção do trabalho da Mulher e do Menor. Acidente do trabalho.
EMENTA
3
06/01/2023
Introdução ao Direito do Trabalho.
Conceito de trabalho. Áreas de não incidência do direito do trabalho.
Evolução da proteção ao trabalho.
Conceito de empregado e empregador.
Contrato individual e coletivo do trabalho.
Obrigações principais e acessórias do contrato de trabalho.
07/01/2023
PROGRAMAÇÃO
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20/01/2023
Duração da jornada de trabalho. Férias e 13º salário. Repouso semanal remunerado e feriados.
Alterações e extinção do contrato.
Justa causa, aviso prévio e FGTS.
Estabilidades.
Serviços Terceirizados.
Das normas especiais do trabalho: das disposições especiais da tutela do trabalho, da proteção do trabalho da Mulher e do Menor.
21/01/2023
PROGRAMAÇÃO
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Conceito de trabalho. Áreas de não incidência do direito do trabalho.
Evolução da proteção ao trabalho.
Conceito de empregado e empregador.
Contrato individual e coletivo do trabalho.
Obrigações principais e acessórias do contrato de trabalho.
Programa
CONHECIMENTO
NIVELAMENTO DE
O que é o Direito do Trabalho?
O que é uma relação de emprego?
O que é uma relação de trabalho?
O que é um contrato de trabalho?
O que é salário?
Nos arts. 7º ao 11 da CF, há diversos direitos trabalhistas.
União tem competência para legislar sobre Direito do Trabalho (art. 22, inciso I).
Nos arts. 196 e 200, há o dever do Estado promover o direito à saúde e a proteção do meio ambiente do trabalho.
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Constituição
E Direito do Trabalho
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei
VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.
Constituição
E Direito do Trabalho
Relação de trabalho diz respeito a toda e qualquer atividade humana em que haja prestação de trabalho.
Relação de emprego diz respeito ao trabalho subordinado, prestado por um tipo especial de trabalhador, que é o empregado.
Empregado
E Empregador
Art. 2º, CLT. Considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviço.
Empregado
E Empregador
Art. 3º, CLT. Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.
Pessoalidade.
Não eventualidade
Subordinação jurídica
Onerosidade
Alteridade
Elementos
Da Relação de Emprego
Elementos
Da Relação de Emprego
Pessoalidade
O contrato de trabalho é, via de regra, personalíssimo com relação ao empregado, que é sempre pessoa física.
Presentes os demais requisitos da relação empregatícia, mas ausente a pessoalidade do empregado na prestação de serviços, não há como ser reconhecido o vínculo de emprego
RECURSO ORDINÁRIO DO RECLAMANTE. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS SEM PESSOALIDADE E SUBORDINAÇÃO JURÍDICA. RELAÇÃO DE EMPREGO NÃO CARACTERIZADA.
Comprovado nos autos que o reclamante prestava serviços à reclamada sem pessoalidade, uma vez que podia se fazer substituir por outro pessoa no exercício de suas atribuições, além disso a contraprestação era recebida de outro colega de trabalho, sendo forçoso concluir pela inexistência do pretendido vínculo de emprego, nos moldes estabelecidos no artigo 3º da CLT. Recurso Ordinário Improvido.
(Processo: ROT - 0000603-47.2019.5.06.0121, Redator: Maria do Socorro Silva Emerenciano, Data de julgamento: 16/12/2019, Primeira Turma, Data da assinatura: 17/12/2019)
Aplicação
VÍNCULO DE EMPREGO. PEJOTIZAÇÃO. FRAUDE À LEGISLAÇÃO TRABALHISTA.
Para a configuração da relação de emprego é imprescindível a verificação, no caso concreto, dos elementos fático-jurídicos que a compõem e que estão elencados nos arts. 2º e 3º da CLT. São eles: trabalho por pessoa física, pessoalidade, onerosidade, não-eventualidade e subordinação.
No caso, houve comprovação da relação empregatícia, ante a fraude perpetrada por meio de pejotização. (TRT-10 00000357120155100020 DF, Data de Julgamento: 20/11/2019, Data de Publicação: 04/12/2019)
Aplicação
Elementos
Da Relação de Emprego
Não-Eventualidade
O contrato de trabalho exige uma prestação de serviço de forma habitual, constante e regular, levando-se em conta um espaço de tempo ou uma tarefa a ser cumprida.
Assim, trabalho eventual, esporádico, a princípio, não tipifica uma relação empregatícia.
Geralmente, o critério da não eventualidade é extraído a partir da identificação do trabalho realizado pelo trabalhador e atividade econômica desenvolvida pela empresa
VÍNCULO EMPREGATÍCIO. REQUISITOS.
[...] A teor da prova produzida nos autos, restou afastada a não eventualidade e a subordinação, já que o reclamante não laborava habitualmente, sendo chamado para cobrir folgas e em dias de maior movimento, bem como podia se recusar a esses chamados, por questões pessoais, como enfatizou a testemunha da reclamada, sem que nenhuma penalidade lhe fosse aplicada, a não ser a própria perda da diária, sendo convocado outro freelancer em seu lugar, o que denota também a ausência de pessoalidade na prestação dos serviços. Saliente-se, ainda, que o reclamante confirmou que o pagamento ocorria por diária, ao final de cada evento, o que reforça o caráter eventual da relação de trabalho. (TRT-2 10008503420205020041 SP, Relator: IVETE BERNARDES VIEIRA DE SOUZA, 18ª Turma - Cadeira 2, Data de Publicação: 20/10/2021)
Aplicação
RECURSO ORDINÁRIO INTERPOSTO PELO RECLAMANTE. TRABALHO AUTÔNOMO COMPROVADO. ENTREGADOR DE RESTAURANTE. "MOTOBOY". [...] No presente caso, o material probatório não deixa dúvidas quanto ao exercício do trabalho autônomo pelo reclamante, na condição de entregador de restaurante ("motoboy"), chegando-se à conclusão de que, excetuada a onerosidade, os demais requisitos necessários para a configuração da relação de emprego (artigo 3º da CLT) não se fizeram presentes, em especial o atinente à subordinação e pessoalidade, razão pela qual não há que se reconhecer a existência de vínculo empregatício. Recurso a que se nega provimento. (TRT-2 10012118020195020075 SP, Relator: JANE GRANZOTO TORRES DA SILVA, 6ª Turma - Cadeira 1, Data de Publicação: 21/07/2020)
Aplicação
Elementos
Da Relação de Emprego
Onerosidade
O empregado tem que receber remuneração, seja salário fixo, comissões ou utilidades, cujo pagamento pode ser estabelecido por dia, hora ou mês.
O trabalho prestado a título gratuito, voluntário, por caridade, não é protegido pelo direito do trabalho. Uma advertência: o fato de o salário não ser pago não desfigura a relação de emprego, pois pode caracterizar mora salarial do empregador
"VÍNCULO DE EMPREGO. OFÍCIO RELIGIOSO. AUSÊNCIA DE SUBORDINAÇÃO E ONEROSIDADE. TRABALHO VOLUNTÁRIO. Em regra, as atividades de assistência espiritual e social desempenhadas por religiosos em prol da comunidade não geram vínculo de emprego com as instituições, haja vista que se trata de atividade voluntária, decorrente de inclinação vocacional, onde o religioso guarda intuito de se dedicar ao próximo como manifestação do seu amor e temora Deus. Contudo, em apego ao princípio da primazia da realidade, necessário examinar com cuidado, em toda relação posta em juízo, se os requisitos do vínculo empregatício se afiguram (ou não) presentes. No caso concreto, ficou demonstrado que o trabalho prestado pela reclamante não tinha contornos trabalhistas, mas cunho meramente religioso, tendo a autora, na condição de vocacionada, escolhido, por devoção religiosa e afinidade, o projeto de recreação para crianças e adolescentes, não existindo nenhum traço de subordinação jurídica, nem de onerosidade. Configuração de trabalho voluntário. Recurso obreiro desprovido, no particular." (TRT18, ROT-0011467-65.2018.5.18.0083, Rel. GERALDO RODRIGUES DO NASCIMENTO, 4-6-2020)
Aplicação
VÍNCULO DE EMPREGO VERSUS SERVIÇO VOLUNTÁRIO. 1. Para a configuração da relação de emprego, é necessária a presença de todos os elementos previstos nos artigos 2º e 3º, da CLT, quais sejam: trabalho prestado por pessoa física, com pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação jurídica. 2. Por outro lado, o serviço voluntário, em conformidade com o artigo 1º, da Lei nº 9.608/98, consubstancia-se na "atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou a instituição privada de fins não lucrativos que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa". 3. São requisitos para a caracterização do serviço voluntário, segundo o entendimento adotado pelo Col. Tribunal Superior do Trabalho: "trabalhador pessoa física; entidade pública ou instituição privada sem fins lucrativos com objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social (artigo 1º da Lei nº 9.608/98); celebração de" termo de adesão "com a discriminação do objeto e condições do exercício das atividades (artigo 2º da lei mencionada); natureza não onerosa da prestação do serviço" (TST. AIRR-10704-52.2014.5.01.0059. 7ª Turma. Rel. Min. Cláudio Brandão. Data de publicação: 29/08/2018). 4. Ausentes os requisitos configuradores do serviço voluntário, cujo ônus de prova recaiu sobre a ré, impõe-se reconhecer o caráter empregatício da relação jurídica havida entre o autor e a ré. 5. Recurso ordinário conhecido e provido. (TRT-3 - RO: 00119292320175030035 0011929-23.2017.5.03.0035, Relator: Paula Oliveira Cantelli, Quarta Turma)
Aplicação
Elementos
Da Relação de Emprego
Alteridade
O empregado não sofre as consequências do desequilíbrio econômico-financeiro das atividades empresariais.
Logo, o empregador assume os riscos decorrentes do seu negócio, e não os repassa ao empregado.
Isto é, se o negócio vai bem ou mal, o salário do empregado deverá ser garantido.
RESSARCIMENTO DE DESPESAS COM O VEÍCULO PARTICULAR. USO PARA O TRABALHO. A teor do art. 2º da CLT, é vedada a transferência dos ônus do empreendimento ao empregado, competindo à empregadora fornecer todos os meios de produção necessários à consecução de suas finalidades. Inteligência do princípio da alteridade. É evidente, na relação de emprego regida pelas normas celetistas, a obrigação patronal de arcar com todos os ônus da prestação laboral, aí se incluindo as despesas decorrentes do uso e desgaste do veículo, em benefício direto do empreendimento patronal (art. 2º da CLT). A utilização obrigatória de veículo próprio, para viabilizar a prestação de serviços, deveria implicar o ressarcimento integral de custos diretos e indiretos relacionados à manutenção e depreciação do bem assim empregado em benefício da empresa, proporcionalmente ao respectivo uso como instrumento de trabalho. Solução diversa implicaria transferir ao obreiro parte dos encargos próprios do empreendimento, repercutindo no indébito enriquecimento sem causa do empregador (art. 884 do CC/02), que assim se desvencilha dos custos/despesas inerentes à aquisição/locação/manutenção de uma frota de veículos. Devida, no caso, a indenização a título de aluguel/uso do veículo do autor para a execução de suas atividades laborativas na ré. (TRT-3 - RO: 00104147820185030176 MG 0010414-78.2018.5.03.0176, Relator: Marcelo Lamego Pertence, Data de Julgamento: 15/07/2020, Setima Turma, Data de Publicação: 16/07/2020. DEJT/TRT3/Cad.Jud. Página 999. Boletim: Não.)
Aplicação
VÍNCULO DE EMPREGO. AUXILIAR DE ENFERMAGEM. HOME CARE. COOPERATIVA. EXISTÊNCIA. TRABALHO POR ALTERIDADE. FRAUDE POR MEIO DE COOPERATIVIZAÇÃO. NULIDADE DO AJUSTE. A reclamante trabalhou como auxiliar de enfermagem para empresa de cuidados médicos domiciliares, como se fosse membro de cooperativa. Aclarou a prova colhida que a cooperativa foi mera fornecedora de mão de obra, esvaziando, com isso, seu caráter de reunião de trabalhadores autônomos. A cessão da mão de obra para inserção no ciclo produtivo da tomadora é, data venia, fraude para ludibriar direitos fundamentais do trabalhador. O trabalho do autônomo, que significa, literalmente, o "dono das próprias regras", não se coaduna com o trabalho sob ordens, ou "subordinado", que se dá na hipótese de prestação de serviços por alteridade. É a dita inclusão no ciclo produtivo de outrem, mediante subordinação jurídica, que traz a qualificação da relação como de emprego. Recurso patronal não provido. (TRT-2 10013004820185020040 SP, Relator: MARCOS NEVES FAVA, 15ª Turma - Cadeira 2, Data de Publicação: 24/07/2020)
Aplicação
Elementos
Da Relação de Emprego
Subordinação
A subordinação decorre da situação de “dependência” (CLT, art. 3º) do empregado em relação ao empregador, quanto à definição das regras e tarefas que devem ser executadas pelo empregado.
Assim, sempre que o empregado não tiver total e irrestrita liberdade para definir como se comportar e o que fazer, significa que há subordinação.
RELAÇÃO DE EMPREGO. AUSÊNCIA DE SUBORDINAÇÃO. NÃO CARACTERIZAÇÃO DO LIAME. Para se configurar a relação de emprego é necessário o preenchimento dos requisitos estabelecidos no artigo 3º da CLT, quais sejam: pessoa física, pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação jurídica, sendo que a ausência de um desses pressupostos impossibilita o reconhecimento do vínculo empregatício entre as partes. Nesse sentido, se o trabalho era desenvolvido com autonomia, de modo que não existia subordinação do prestador de serviços perante o tomador, inexiste relação de emprego e, por consequência, não há que se falar em relação de emprego.
(TRT-3 - RO: 00102073320175030041 MG 0010207-33.2017.5.03.0041, Relator: Rosemary de O.Pires, Data de Julgamento: 22/02/2018, Decima Turma, Data de Publicação: 26/02/2018.)
Aplicação
VIGIA DE RUA. VÍNCULO EMPREGATÍCIO. AUSÊNCIA DE SUBORDINAÇÃO. A existência de "vigias de rua" é uma realidade no País. Comumente, são pessoas que residem próximas ou vizinhas a empreendimentos situados em locais mais isolados ou de maior criminalidade. Ou, como na hipótese, por indicação de ex-empregador. Há um ajuste pelo qual o "vigia" irá garantir a manutenção da integridade patrimonial do contratante. Esse tipo de relação de trabalho é mantido sem que haja subordinação direta, pois não há nenhum gerenciamento, intervenção ou exigência para que haja uma vigilância ativa e permanente do perímetro. Pela ausência de característica mais elementar da relação de emprego, o vínculo empregatício não deve ser reconhecido. Recurso ordinário conhecido e não-provido.
(TRT-16 00163802920145160005 0016380-29.2014.5.16.0005, Relator: JOSE EVANDRO DE SOUZA, Data de Publicação: 08/05/2019)
Aplicação
Colaborativo 01
Desafio
Use as informações até agora apresentadas.
Não se preocupe com formalidade.
Anote tudo que vem na sua mente.
Um diretor estatutário, diretamente subordinado ao Conselho de Administração da Cia, ingressou com ação judicial para reconhecer o vínculo de emprego dele.
Este pedido é possível?
Proteção da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III da CF/88);
Valores Sociais do Trabalho e da Livre Iniciativa (art. 1º, IV da CF88)
Solidariedade social, e erradicação da pobreza (art. 3º, I e II da CF/88);
Igualdade em sentidoamplo ou isonomia (art. 5º, caput da CF/88)
Princípios Gerais Trabalhistas
Função Social da Empresa (art. 170, III da CF/88);
Busca do Pleno empregado (art. 170, IV da CF/88);
Dignidade da pessoa humana (art. 170, caput da CF/88).
Princípios Gerais Trabalhistas
Princípio da Proteção;
Princípio da primazia da realidade
Princípio da continuidade (da relação de emprego);
Princípio da inalterabilidade contratual lesiva;
Princípio da intangibilidade salarial.
Princípio da irrenunciabilidade de direitos;
Princípios
Trabalhistas
Da Proteção
Princípio
O que é o Princípio da Proteção?
Aplicação da Norma mais favorável
Aplicação da condição mais benéfica
In dubio pro operario
a) Norma de Hierarquia Superior comanda as inferiores.
b) Norma de cronologia mais recente sobre a anterior.
c) Norma especial prevalece sobre a gerais.
Como Escolher as normas para o contrato de trabalho?
a) hierarquia material (princípio da norma mais favorável)
b) Norma de cronologia mais recente sobre a anterior.
c) Norma especial prevalece sobre a gerais.
Como Escolher as normas para o contrato de trabalho?
a) Se houver conflito entre norma heterônoma e norma heterônoma, aplicar-se-á a teoria atomista;
b) Se houver conflito entre norma heterônoma e norma autônoma, aplicar-se-á a teoria atomista.
c) Se houver conflito entre norma autônoma e norma autônoma, aplicar-se-á a teoria do conglobamento.
Se fosse um resumo, seria assim:
Colaborativo 02
Desafio
Como deve ser construído o contrato de trabalho ao lado?
Use as informações até agora apresentadas.
Não se preocupe com formalidade. Anote tudo que vem na sua mente.
Duas normas coletivas (ACT-1 e ACT-2), vigentes para o mesmo grupo de trabalhadores em algum Estado da Federação brasileira, possuem os seguintes conteúdos:
ACT-1: vale alimentação no valor de R$ 17,00 e aumento no valor pago pela hora na jornada noturna;
ACT-2: vale alimentação no valor de R$18,50 e redução/extinção da jornada noturna para os trabalhadores;
A Legislação: vale alimentação no valor de R$15,00 e redução/extinção da jornada noturna para os trabalhadores, com manutenção por 02 anos do pagamento de adicional noturno para os que laboravam a mais de 05 anos naquela condição.
O estudo do Contrato de Trabalho pode ser realizado com base, também, na classificação conforme seja a sua principal característica
Contrato de Trabalho
I – quanto à sua duração:
contrato por tempo indeterminado;
contrato por tempo determinado.
Classificação
II – quanto à qualidade do trabalho:
contrato de trabalho manual;
contrato de trabalho intelectual.
Classificação
Classificação
III – quanto à qualidade do trabalho:
contrato de trabalho em domicílio.
contrato de trabalho em local designado pelo empregador.
contrato de trabalho com cláusula de teletrabalho.
IV – quanto ao modo de remuneração:
contrato de salário fixo;
contrato de salário variável.
Classificação
Classificação
V – quanto à forma:
contrato escrito.
contrato verbal.
REMUNERAÇÃO
E SALÁRIO
O que é o Salário?
Quais as espécies de salários?
O que é a equiparação salarial?
Quais são as parcelas que compõe o salário?
O que é salário fixo?
O que é salário pago por comissões ou percentuais?
Quais são os principais adicionais salariais?
PRÓXIMOS
PASSOS
Duração da jornada de trabalho
Terceirização
Terminação do Contrato de Trabalho
44
OBRIGADO(A)
Flávio Porpino
Cabral de Melo
Cel: 08198869-1188
flavioporpino@cabraldemelo.adv.br
Twitter: @flavioporpino
Instagram: @flavioporpino
Facebook: flavioporpino
Professor,
Advogado,
Consultor
OBRIGADO(A)