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Questões resolvidas

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“Pois bem, se sabes ou acreditas que Deus é bom — e não nos é permitido pensar de outro modo —, Deus não pode praticar o mal. Por outro lado, se proclamamos ser ele justo — e negá-lo seria blasfêmia —, Deus deve distribuir recompensas aos bons, assim como castigos aos maus. E por certo, tais castigos parecem males àqueles que os padecem. É porque, visto ninguém ser punido injustamente — como devemos acreditar, já que, de acordo com a nossa fé, é a divina Providência que dirige o universo —, Deus de modo algum será o autor daquele primeiro género de males a que nos referimos, só do segundo”.
Fonte: AGOSTINHO. O Livre-Arbítrio (De Libero Arbitrio). Tradução de Nair Assis de Oliveira. São Paulo - SP, Editora Paulus, 1995, p. 25.
De acordo com o posicionamento do autor, avalie as alternativas abaixo e assinale a asserção correta:
a.
A fundamentação da noção de liberdade e de livre-arbítrio é mobilizada pelo autor para poder contornar o problema da existência do mal, decorrente do maniqueísmo.
b.
De acordo com Agostinho, Deus é o criador, pelos menos virtualmente, do mal.
c.
Maldade e bondade não existem para Agostinho.
d.
É possível que se possa conceber a existência do mal a partir de um ser perfeito como Deus, pelos menos no argumento agostiniano.
e.
O problema do mal para o autor é em realidade uma questão secundária que surge a partir da noção de liberdade.
“[...] o instrumento do conhecimento científico é uma espécie de silogismo que chamaremos demonstração, silogismo este cuja cientificidade se manifesta no mesmo fato de identificar-se a sua posse [...] com o conhecimento científico. Não é a ciência o silogismo demonstrativo, mas ele é o meio instrumental de sua efetivação, é o discurso de que sempre se acompanha”.
Fonte: PORCHAT, Oswaldo. Ciência e Dialética em Aristóteles. São Paulo, Fundação Editora Unesp, 2000, p. 68. 
Frente a tal concepção, verifique as asserções abaixo e depois assinale a alternativa correta: 
1) De acordo com Aristóteles, o modelo silogístico que deve ser utilizado nas investigações científicas, que tendem a justificar o universal é o modelo silogístico dialético.
POIS
2) O silogismo demonstrativo não possui força o suficiente para poder efetivar um silogismo que se baste por si mesmo, ou seja, que não precise incluir um outro silogismo para torná-lo válido.
a.
As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
b.
A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda é uma proposição verdadeira.
c.
As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
d.
As duas asserções são proposições falsas.
e.
A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda é uma proposição falsa.
 “Ockham só reconhece como válido e obrigatório um gênero de demonstração. Provar uma proposição consiste em mostrar seja que ela é imediatamente evidente, seja que ela se deduz necessariamente de uma proposição imediatamente evidente. Muitos outros antes dele já haviam admitido esse rigoroso critério de prova, mas Ockham vai fazê-lo provocar consequências totalmente novas pela aplicação implacável que dele fará. Acrescentemos a essa severa concepção da demonstração um gosto vivíssimo pelo fato concreto e pelo particular, que devia exprimir-se num dos empirismos mais radicais que se conhece, e teremos os dois dados iniciais que melhor nos ajudarão a compreender sua filosofia interna. O estudo de Guilherme de Ockham permite constatar um fato histórico de importância capital e que se costuma desconhecer: o de que a crítica interna feita contra ela mesma pelo que se chama com um termo bastante vago, de filosofia escolástica, provocou sua ruína bem antes da filosofia moderna ter logrado constituir-se”. 
Fonte: GILSON, Etienne. A Filosofia na Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 1995, p. 796 – 797. 
De acordo com o que foi estudado sobre a filosofia de Ocham, verifique as proposições abaixo e depois assinale a alternativa correta. 
1) Ockham é conhecido por realizar uma inversão no debate da querela dos universais, pois ele abordou o problema da existência deles a partir de um posicionamento lógico e linguístico, ao invés de se guiar pela perceptiva metafísica, como outros autores já trabalharam.
LOGO
2) Seu posicionamento acerca da querela dos universais foi denominado de realismo.
a.
As duas afirmações estão corretas, mas as duas afirmações são independentes.
b.
As duas afirmações estão corretas, sendo que a segunda complementa a primeira.
c.
Ambas asserções são falsas.
d.
Apenas a primeira declaração está correta.
e.
Somente a segunda afirmação está correta.
Aristóteles utiliza-se do nous e do logos como meios para pensar o objeto científico. Essa posição do autor se apresenta a partir da seguinte concepção: todos os animais apresentam uma capacidade discriminatória denominada percepção. Havendo tal percepção, alguns animais detêm a capacidade de reter os objetos que apresentados aos mesmos. Dessa capacidade de retenção surge a memória e, do exercício da mesma, acontece a experiência (empeiría). Dessa experiência dos objetos particulares, apresentados pela percepção, surge a noção de universalidade que se fixa na alma.
Frente a tal concepção, verifique as asserções abaixo e depois assinale a alternativa correta:
1) Logo, poderíamos apontar, nessa linha de raciocínio, que há uma habilidade de compreensão ou de entendimento inerente ao ser humano, habilidade que visa apreender as coisas e seus comportamentos. 
PORTANTO
2) Não há um desenvolvimento do conhecimento que se dá a partir da percepção.
a.
Ambas asserções estão corretas.
b.
A primeira afirmação está correta, mas a segunda é falsa.
c.
As duas declarações estão corretas, sendo que a primeira corrobora a segunda.
d.
A primeira e a segunda afirmação estão corretas, sendo que a segunda corrobora a primeira.
e.
Apenas a segunda afirmação está correta
“Ah! Suscitas precisamente uma questão que me atormentou por demais, desde quando era ainda muito jovem. Após ter-me cansado inútilmente de resolvê-la, levou a precipitar-me na heresia (dos maniqueus), com tal violência que fiquei prostrado. Tão ferido, sob o peso de tamanhas e tão inconsistentes fábulas, que se não fosse meu ardente desejo de encontrar a verdade, e se não tivesse conseguido o auxílio divino, não teria podido emergir de lá nem aspirar à primeira das liberdades — a de poder buscar a verdade. Visto que a ordem seguida, então, atuou em mim com tanta eficácia para resolver satisfatoriamente essa questão, seguirei igualmente contigo aquela mesma ordem pela qual fui libertado. Seja-nos, pois, Deus propício e faça-nos chegar a entender aquilo em que acreditamos. Estamos, assim, bem certos de estar seguindo o caminho traçado pelo profeta que diz: "Se não acreditardes não entendereis". Ora, nós cremos em um só Deus, de quem procede tudo aquilo que existe. Não obstante, Deus não é o autor do pecado. Todavia, perturba-nos o espírito uma consideração: se o pecado procede dos seres criados por Deus, como não atribuir a Deus os pecados, sendo tão imediata a relação entre ambos?” 
Fonte: AGOSTINHO. O Livre-Arbítrio (De Libero Arbitrio). Tradução de Nair Assis de Oliveira. São Paulo - SP, Editora Paulus, 1995, p. 25.
De acordo com o posicionamento do autor, avalie as alternativas abaixo e assinale a asserção correta: 
I – É possível que se possa conceber a existência do mal a partir de um ser perfeito como Deus, pelos menos no argumento agostiniano.
II – A fundamentação da noção de liberdade e de livre-arbítrio é mobilizada pelo autor para poder contornar o problema da existência do mal, decorrente do maniqueísmo.
III – De acordo com Agostinho é inconcebível que Deus, criador de todo universo, possibilitasse, mesmo virtualmente, o mal.
IV – O problema do mal para o autor é em realidade uma questão secundária que surge a partir da noção de liberdade.
a.
As alternativas I e IV estão corretas.
b.
Apenas a alternativa II é correta.
c.
Apenas asafirmações II e III estão corretas.
d.
As afirmações III, II e IV estão corretas.
e.
Todas as alternativas acima estão corretas.
“A doutrina da reminiscência, tal como exposta no Fédon, permite traçar o seguinte cenário: 1) todos os homens, no momento em que nascem, têm um conhecimento prévio, mas agora esquecido, dos universais; 2) assim sendo, Sócrates pode recorrer a argumentos complexos – acessíveis apenas aos filósofos – de modo a demonstrar que no hyperuranion existem objetos, a saber, as Ideias (i.e. os modelos perfeitos dos universais imperfeitos que encontramos na realidade mundana), e, por conseguinte, que a alma já existia antes de ser encarnada em um corpo; 3) se, por ora, deixarmos de lado a exposição do Fédon (que se dirige à imortalidade da alma) e seguirmos uma via hipotética na direção do conhecimento das Ideias, poderemos retirar duas conclusões: 3a) as Ideias nunca poderão ser conhecidas de um modo total e completo (as versões originais dos objetos terrenos existem apenas no hyperuranion); 3b) o conhecimento aproximado das Ideias é atingível por aqueles que exercitam a dialética como questionamento da alma”. 
Fonte: TRABATTONI, F. Reminiscência e metafísica em Platão. Archai 26,2019, p. 8 – 9. 
De acordo com a passagem anterior, verifique as asserções abaixo e depois assinale a alternativa correta:
I – A mácula que o corpo inflige a alma o impede totalmente de lembrar qualquer coisa sobre o mundo das Ideias.
II – O conhecimento, para Platão, dá-se exclusivamente na experiência sensível divergentes sobre a essência do estado natural e social.
III – A dialética é um traço essencial dos diálogos platônicos.
IV – A reminiscência é uma das principais ferramentas que o filósofo pode utilizar para rememorar o mundo das Ideias e produzir conhecimento verdadeiro.
a.
Somente a alternativa I está correta.
b.
Apenas a alternativa III está correta.
c.
As alternativas III e IV são as corretas.
d.
As asserções I e IV estão corretas.
e.
As proposições II e III estão corretas.
“O que todas têm em comum é o predicarem-se de muitas coisas. Mas (1) o gênero se predica das espécies e dos indivíduos, da mesma maneira para (2) a diferença; (3) a espécie: dos indivíduos por ela contidos; (4) o próprio: da espécie de que é o próprio, e dos indivíduos subordinados a essa espécie; (5) o acidente: das espécies e dos indivíduos. Com efeito, (1) animal é predicado dos cavalos e dos bois, que são espécies e deste cavalo e deste boi, que são indivíduos; (2) desprovido de razão é predicado dos cavalos e dos bois, e também dos [animais] particulares; (3) Mas uma espécie, como homem, é predicado só dos particulares; (4) o próprio (por exemplo: a capacidade de rir) é predicado tanto do homem quanto dos homens particulares; (5) negro, um acidente inseparável, é predicado da espécie dos corvos e dos [corvos] particulares; mover-se, um acidente separável, é predicado do homem e do cavalo, mas [este tipo de acidente] é predicado primordialmente dos indivíduos e só secundariamente do que contém os indivíduos”. 
Fonte: PORFÍRIO. Isagoge. Introdução, tradução e notas de Bento Silva Santos. Editora Attar, Cammpinas – SP, 2002, p. 52.
Como sabemos, Porfírio em sua Isagoge deixou a questão dos universais aberta, ao realizar um comentário sobre Aristóteles com alguns elementos platônicos. Tal abertura ocasionou em Boécio, bem nos demais pensadores do final da antiguidade e do medievo, um questionamento de como os universais – o conhecimento sobre um conjunto de seres particulares – pode ser adquirido e certificado. Referente ao problema dos universais, verifique as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:
I – A tradição filosófica caracteriza Aristóteles e Platão como realistas, sendo que o primeiro deposita os universais nos objetos sensíveis e o segundo em objetos supra sensíveis.
II – Boécio é comumente caracterizado como adepto da posição nominalista.
III – Guilherme de Ockham foi tido como um realista, pois defendia a ideia de que as substâncias são universais.
IV – Pedro Abelardo é geralmente caracterizado como um pensador conceitualista, principalmente por sua posição ponderada entre o realismo e o nominalismo.
a.
Todas as afirmações estão corretas.
b.
Somente a afirmação II é a correta.
c.
As afirmações I e III estão corretas.
d. As afirmações I e IV são as corretas. 
A educação como um tipo de ato humano e humanizante só pode ser pensada, na tradição democrática, em espaços de liberdade. Por isso, é eminentemente política. Em Platão, tanto o formativo quanto o ético-político pressupõem a atividade teórica da filosofia, da qual deriva um saber superior, epistêmico, que se sobrepõe à opinião e aos conhecimentos técnicos”. 
Fonte: ABREU, Waldir Ferreira; OLIVEIRA, Damião Bezerra. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 41, n. 1, p. 205, jan./mar. 2015.
 De acordo com a asserção acima, verifique as alternativas abaixo e assinale a alternativa correta:
a.
Para o autor, a democracia é a melhor forma de governo para o modelo das cidades-Estado clássicas.
b.
Existem apenas duas qualidades para o cidadão da república hipotética platônica, a temperança e a coragem.
c.
Para Platão, a educação tem um papel secundário na formação do cidadão.
d.
Segundo o autor, a educação não pode ser provida pelo Estado ou pólis.
e.
Para Platão, a educação é um dos principais critérios para avaliar qual o papel que cada cidadão poderá desempenhar dentro da república platônica.
“Agora, porém, já tendo sido estabelecida nas palavras a definição tanto do universal como do singular, investiguemos com cuidado notadamente a propriedade das palavras universais. Levantaram-se questões a propósito dessas palavras universais, porque se duvidava sobretudo de sua significação, uma vez que parecem não ter qualquer coisa subordinada nem fixar uma intelecção válida de algo. De fato, os nomes universais pareciam não se importar a coisa alguma, pois todas as coisas subsistiram distintas em si mesmas e, como foi mostrado (p.66-7), não se reuniriam em coisa alguma, podendo os nomes universais ser impostos de acordo com a reunião em tal coisa. Por conseguinte, como é certo que os universais não se impõem às coisas de acordo com a diferença de sua distinção, pois, decerto, já não seriam comuns mas singulares, nem poderiam, por outro lado, nomeá-las enquanto se reúnem em alguma coisa, pois não há coisa alguma na qual se reúnam, os universais parecem não recolher significação alguma das coisas, particulares por não fixarem nenhuma intelecção de coisa alguma”. 
Fonte: ABELARDO, Pedro. Lógica Para Principiantes. Tradução de Carlos Arthur Ribeiro do Nascimento. Editora Unesp, 2a edição, São Paulo – SP, 2006, p. 69 – 71.
Seguindo a linha de raciocínio do autor, verifique as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta acerca da Querela do Universais: 
(F) Pedro Abelardo é conhecido por sua posição nominalista frente a Querela dos Universais.
(F) A Querela dos Universais foi um problema filosófico discutido exclusivamente na Idade Média.
(V) Um dos textos que mais influenciou a discussão acerca da origem dos universais foi a Isagoge de porfírio.
(V) Concepção da querela dos universais que Pedro Abelardo se dedica a criticar em suas obras é a posição dos realistas.
a. V, F, F, F.
b. F, F, V, V.
c. F, V, V, F.
d. F, F, V, F.
e. V, F, V, F.
“Mas nós afirmamos quem nem todo o conhecimento é demonstrativo, no caso dos princípios imediatos não há demonstração – e é forçoso que isso seja evidente; pois se é necessário compreender as coisas que são primeiras, às quais a demonstração depende, e que ela venha a cessar em algum momento, é necessário para esses imediatos serem não demonstráveis. Desse modo nós argumentamos assim; e nós também afirmamos que não há apenas entendimento, mas similarmente alguns princípios de compreensão se tornam familiares com as definições”.
Fonte: ARISTOTLE. The Complete Works Vol. I. Edited by Jonathan Barnes. Rinceton University Press, 1984, 72b 19 – 24.
Frente a tal concepção, verifique asasserções abaixo e depois assinale a alternativa correta: 
1) Para Aristóteles, a indução ou experiência são essenciais para a construção do conhecimento científico.
POIS
2) No argumento aristotélico a formulação universal ocorre após a apreensão dos objetos pela experiência.
a.
Nenhuma das alternativas está correta.
b.
As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
c.
As duas afirmações estão corretas, sendo que a segunda corrobora a primeira.
d.
Apenas a segunda asserção está correta.
e.
Somente a primeira alternativa está correta.

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