Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

Heider Júlio Ferreira Montero Frederico João Pereira Zagalo
r i I- 7 s W "
' * ü * i m i . VS>
31 ̂ iff, ' 8 * ■ 'W WÊk 1291M ■
m r r v & m j ^ _ =
tttw p r1 1$
■ r iL J id
flC ^ i
» ÍJ L* 
« á j> m s ;
Luso-Española
d e Ediciones
C i /maten
Unidade Areas lexicais Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
<N
í—1 
<6
60'<6
60'CtS
60'CS
Alfabeto. 
Apresentações. 
Profissões. 
Países, cidades, 
regiões. 
Nacionalidades.
Idiomas.
Parentesco.
Locais de trabalho. 
Léxico da aula. 
infra-estruturas da 
cidade.
A casa:
1. Exterior.
2. O quarto.
As horas.
Objectos de uso pes­
soal.
Pronomes pessoais sujeito.
Presente do indicativo dos verbos ser, 
ter, ir.
Artigo definido.
Contracções de artigo definido + prepo­
sições.
Formas de tratam ento: tu /você. 
N um erais cardinais: 0 - 100.
Futuro próximo: ir + infinitivo.
Artigo indefinido.
C ontracções de preposição + artigo 
indefinido.
Pronom es dem onstrativos.
Advérbios de lugar.
Pronom es de tratam ento.
Presente do indicativo (verbos regula­
res term inados em -ar).
Locuções prepositivas.
Linguagem eco.
Possessivos.
Interrogativas de confirmação. 
N um erais cardinais: 0 - 1000. 
N um erais ordinais: 0 - 12.
Regras de formação do feminino. 
Grafia das vogais e dos ditongos.
In terrogativas/afirm ativas/negativas.
A presentar-se / identificar-se.
Cum prim entar.
Responder ao cum prim ento.
A presentar alguém.
C um prim entar num a apresentação.
Retribuir cum prim entos num a apre­
sentação.
Com provar a identidade de alguém e 
responder.
Saudações de en co n tro /sau d açõ es 
reactivas de encontro.
Perguntar e responder sobre local de 
trabalho, residência e nacionalidade.
Saudações de despedida.
Pedir para soletrar.
“H
Responder afirmativa e negativamente. 
Pedir para identificar um a pessoa. 
Pedir inform ação pessoal.
Trocar inform ações sobre trabalho, 
actividade profissional, idiom a, etc. 
Cham ar a atenção do interlocutor. 
Perguntar por localização no espaço. 
Localizar no espaço.
Indicar trajectos.
Indicar não recepção.
Pedir para repetir.
Perguntar e dizer as horas.
Pedir e dar opinião.
Expressar opinião.
Estabelecer relações de posse. 
Enfatizar um a resposta.
Pedir licença e reagir a pedido de 
licença.
Pedir desculpa.
Agradecer e reagir a agradecimento. 
Exprimir preferência.
Falar de hábitos do quotidiano.
¡ssaraTv
* é ■
f e :
n
í ¿
Unidade Áreas lexicais Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
oLí
'v
'C
P
r
aLf
'C
P
A
aa
c<b
'Cp
rc
oa
'0
p
oc
a
crC
0t
P
0■)
s
s 4t<
ñ)JDG-i
A T _
Ni
g
\
: 5oJOGH
O .
As refeições. 
A limentos e bebidas. 
A cozinha.
A casa de banho.
A sala de estar.
Peças de vestuário. 
Talhas e núm eros de 
calçado.
As cores.
Descrição física.
Concordância do adjectivo com o subs­
tantivo.
G rau dos adjectivos e advérbios: com­
parativos de superioridade, igualda­
de e inferioridade.
N um erais multiplicativos.
Presente do indicativo dos verbos regu­
lares term inados em -er.
Acento gráfico e outros auxiliares da 
escrita.
Interrogativas alternativas.
Pronomes indefinidos variáveis e inva­
riáveis.
Regras de formação do plural.
Presente do indicativo dos verbos regu­
lares term inados em -ir.
Verbos term inados em -air.
Ortografia dos verbos.
Pretérito im perfeito do indicativo dos 
verbos term inados em -ar, -er, -ir.
Fazer comparações.
Pedir informação.
Responder a pedido de informação. : 
Form ular um a petição.
Exprim ir um a opinião.
Exprimir preferência.
Responder dubitativam ente.
Responder negativam ente.
Pedir para esclarecer.
Exortar alguém a falar. ¡ 
Responder a um a consulta. ; 
Pedir para mostrar.
Exprim ir quantificação exacta não 
numérica.
Exprimir dúvida. . 
Descrever o aspecto físico.
Pedir opinião. ; 
Considerar um facto como certo.
0
a 6
*5
Ó>0cH
U nidades de m edida 
de tempo.
Meios de transporte. 
Locais de interesse. 
Frutas.
Pretérito perfeito sim ples do indicativo 
dos verbos term inados em -ar, -er, -ir.
P retéritos im perfeitos do indicativo 
irregulares.
D iscordância gráfica e irregularidade 
verbal.
Regras de formação do plural dos subs­
tantivos compostos.
H aver + expressões de tempo.
A dvérbios de tempo.
N um erais (revisão).
c “ L /Situar acções no tempo.
P ed ir /d a r inform ação sobre horários. 
C om prar um bilhete.
E ntender avisos que se ouvem na 
estação.
Exprim ir habitualidade.
Exprim ir pontualidade.
Dar sugestões de acção colectiva. 
A ceitar/rejeitar sugestões.
Exprim ir possib ilidade/ im possib ili­
dade. j 
Exprimir obrigatoriedade.
Exprimir desilusão.
3 7
\D
ÓO
A casa: es tru tu ra e 
mobília.
Verduras e legumes. 
A ctiv idades quo ti­
dianas. ; v A ;/j 
Tarefas domésticas. 
U nidades de m edida, 
de d istância e 
superfície. ; /
Pretérito perfeito sim ples do indicativo 
e pretérito im perfeito do indicativo 
(revisão).
Pretérito perfeito sim ples do indicativo 
dos verbos irregulares term inados 
em -er.
Conjugação perifrástica.
Divisão silábica e m udança de linha.
Fonética: vogais nasais e semivogais.
Perguntar e responder sobre rotina 
diária.
Pedir informação sobre obrigatorieda­
de.
Considerar um facto como necessário 
ou não necessário.
Exprim ir obrigação, intenção, p ro i­
bição.
Indicar o que é necessário.
Dar licença.
Oferecer ajuda.
A ceitar/rejeitar ajuda.
Exprimir frequência.
3
O
P rodutos alim en ta­
res.
Pesos e m edidas. 
E s ta b e le c i m e n to s 
comerciais. 
Dinheiro. Trocos. 
Horóscopo.
Gentílicos (revisão).
Im perativo afirm ativo e negativo.
Presente do conjuntivo dos verbos ter­
m inados em -ar, -er, -ir.
Futuro sim ples dos verbos regulares.
Futuro dos verbos irregulares term ina­
dos em -er.
N um erais (revisão).
Preposição + artigo e expressão tem po­
ral (revisão).
Fonética: consoantes.
P edir/oferecer ajuda.
Indicar o que faz falta.
Pedir um produto alim entar ou outros 
artigos.
P ergun tar/ind icar o preço.
P ergun tar/ind icar peso.
Aconselhar alguém.
Exprim ir proibição.
«# 
u
Unidade Áreas lexicais Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
<N
CO
bC'rzCh
Oin
bC'03
P¡4
bC'03&h
bJD'03Ph
(No\
o\
bo'03Ph
10
11
12
13
A escola: m aterial e 
mobiliário da aula. 
Sistema Educativo. 
A ctiv idades realiza­
das na aula. 
P rodutos alim entares
II. 'iÊÊÈÈÊm
Telefones.
Correios.
A brev ia turas na 
correspondência.
Vocativos de início de 
correspondência e 
saudações finais.
Anúncios de em pre­
go-
Procurar emprego.
Redigir um curricu­
lum vitae.
Nom es de animais.
Partes do corpo. 
H igiene e saúde. 
Doenças e sintom as. 
Acidentes ~ 1
Flores.
Pedras preciosas. 
Metais.
Alimentos e bebidas. 
Temperos. : ■ 7 / Lj 
Utensílios de mesa. 
Louça e aparelhos 
domésticos. j
Acções realizadas na 
cozinha. / .
Q ualificativos para 
alimentação.
Conjugação reflexa.
Partícula apassivante: se.
Ortografia: em prego das letras m aiús­
culas.
Im perativo (revisão).
Interrogativos (revisão).
Possessivos (revisão).
N um erais (revisão).
Trocar inform ação sobre estudos. 
Fazer comparações.
Fazer sugestões e oferecer algum a 
coisa.
Exprimir necessidade.
P e d ir /d a r /re c u sa r au to rização /p er­
missão.
P e d ir /d a r ordens e conselhos.
 I s *
Pronom es de com plem ento directo e 
indirecto.
Contracções de com plem ento directo e 
indirecto.
Pronom es tónicos prececidos de prepo­
sição.
Talvez (quiçá) + conjuntivo.
Se calhar + indicativo.
Homófonos.
Im perativo (revisão).
Telefonar e perguntar por alguém. 
Iniciar um a conversa ao telefone. 
M ostrar recepção durante a conversa 
ao telefone.
Com binar um encontro.
Deixar recado.
Descrever um local e a sua localização. 
P e d ir /d a r opinião.
Considerar um facto como provável. 
Responder a anúncios de emprego. 
P ergun tar/responder sobre capacida­
des e aptidões.
Falar sobre obrigações e condições de 
trabalho.
Exprimir dúvida.
C onsiderar um facto como possível. 
Exprim ir hesitação.
P ronom es átonos de com plem ento 
directo de 3a pessoa: fenóm enos de 
alteração.Regras de colocação do pronom e átono 
e reflexo.
Pretérito perfeito sim ples do indicativo 
(revisão).
Im perativo (revisão).
Perguntar e responder sobre questões 
de saúde.
Descrever sintomas.
Expressar dor.
Diagnosticar um a doença.
Dar instruções e conselhos.
Exprimir surpresa e lamentação.
Perguntar e responder sobre porm e­
nores de um acidente.
Exortar a fazer algum a coisa.
A nim ar e cham ar a atenção de 
alguém.
Aconselhar alguém.
D ar ordens.
Expressar irritação e m au humor.
Pretérito perfeito com posto do indicati­
vo vs. pretérito perfeito sim ples do 
indicativo.
Pronom es átonos: regras de colocação 
(revisão).
Processos de enfatização.
Preposições simples.
Locuções prepositivas.
Im perativo (revisão).
C onvidar alguém.
A ceitar/rejeitar um convite. 
Oferecer algum a coisa.
Aceitar ofertas.
F azer/aceitar/recusar sugestões. 
M anifestar agradecimento.
Dar as boas-vindas.
Propor um brinde.
Reagir a um brinde.
Meteorologia. 
Feriados nacionais. 
Corpo hum ano II. 
Peças de vestuário 
(revisão).
H aver + expressões de tem po (revisão). 
H aver de + infinitivo.
Pretérito + expressões de tempo. 
Pretérito im perfeito do indicativo com 
função de condicional.
Preposições. Relações no tempo.
Gostar de + infinitivo.
Gostar que + conjuntivo.
D ar/aceitar sugestões.
Concluir.
Situar acções no tempo.
Falar do clima.
Fazer um a reclamação.
Expressar desagrado e descontenta­
mento.
Exprimir irritação e m au humor.
I l l
JBSá*
r.
¡¡5
Apéndices ....................................................
Consolidação ...............................................
Apêndice lex ica l..........................................
A pêndice g ram a tica l..................................
Soluções dos exercícios e ac tiv idades.....
Soluções dos exercícios de consolidação
pág. 217 
pág. 218 
Pág. 227 
Pág. 239 
Pág. 245 
Pág. 253
Conteúdos comunicativos
Pedir a concordância.
Exprimir concordância e discordância. 
Referir acontecimentos.
Tomar partido / concordar.
Indicar norm as e regulamentos.
Dar ordens e conselhos.
Exortar alguém.
Estim ular alguém.
Expressar resignação.
Lamentar-se.
Expressar alegria e entusiasmo.
P ed ir /d a r opinião sobre acontecim en­
tos desportivos.
Propor acção colectiva.
Pedir sugestões de acção colectiva. 
Dar sugestões de acção p ara os outros. 
Convidar alguém.
Exprimir desejo.
Exprimir diferentes emoções e senti­
mentos.
Falar de interesses.
Exortar alguém a tom ar um a decisão, 
a fazer algum a coisa.
Pedir informação sobre actos mentais. 
Dar inform ação sobre actos mentais. 
Pedir (dar explicações).
ü r
----- í
Áreas lexicais J Áreas gramaticais e estruturas
C om parativo (revisão).
Tempo livre. /
Desportos.
Locais para activida­
des desportivas. 
M aterial desportivo.
Pronom es relativos invariáveis. 
Pronom es relativos variáveis. 
Preposições de lugar.
Im perativo (revisão).
Pronom es e advérbios interrogativos 
(revisão).
H aver de + infinitivo (revisão).
Tempo livre II.
Espectáculos.
Música.
Televisão e cinema. 
Jogos e brincadeiras.
Classificação dos advérbios.
G raus de significação dos advérbios. 
Advérbios de modo.
A colocação dos advérbios.
Locuções adverbiais.
Interjeições.
Pretérito im perfeito do indicativo e p re­
térito perfeito sim ples do indicativo 
(revisão).
iv
Nota introductoria
Portugués para Todos es un método de enseñanza del portugués como lengua extranjera, dirigido a un público 
heterogéneo, fundamentalmente hispanohablante. Su meta es la adquisición de una competencia lingüística y comunicati­
va, oral y escrita, que permita la justa y fluida expresión en situaciones reales. El completo análisis, estudio y práctica de las 
estructuras gramaticales posibilitan su utilización tanto en el aprendizaje autodirigido como en el aula de portugués. La pro­
gresión de contenidos ha sido concebida en función de las dificultades inherentes al estudio del portugués (fundamental­
mente) para hablantes de español, no desarrollando, por obvias, las partes de léxico, sintaxis, e tc., comunes a ambas lenguas.
El presente método ha sido diseñado en función de las necesidades de comunicación, pero intentando, al mismo tiem­
po, conciliar comunicación y dificultades de estructuras gramaticales.
La lengua escogida para los diálogos, los documentos auténticos y el aprendizaje activo es el portugués normativo 
hablado/escrito que hablan las personas cultivadas, sin por ello tener en cuenta factores de edad, origen geográfico, clase 
social, etc.
ü
Portugués para Todos, concebido como un viaje por la geografía y la realidad portuguesas, se presenta en cuatro 
volúmenes, que, de m enor a mayor complejidad, se estructuran del siguiente modo:
Volum en 1. Comprende la morfología y sintaxis básicas, así como las situaciones comunicativas imprescindibles para 
la adquisición de un “nivel umbral”, tal como lo define el Consejo de Europa. Su marco geográfico de referencia es el Alen­
tejo, por ser este el ámbito de trabajo y convivencia de los autores.
Volum en 2 . Contempla el aprendizaje y práctica de estructuras más avanzadas. En él se completa la morfología ver­
bal y se desarrolla la coordinación, proporcionando al alumno las situaciones comunicativas necesarias para al final del 
niismo haber adquirido una competencia limitada. El marco geográfico en que se sitúa es la región centro, fundamental­
mente Lisboa.
Volum en j . Presenta las estructuras más complejas de la lengua portuguesa. Se pretende que el alumno domine total­
m ente la subordinación en una continua reutilización de las habilidades comunicativas aprendidas en los niveles anteriores, 
alcanzando al final del mismo una competencia amplia. El marco geográfico en que se sitúa es la región norte.
Volumen 4. Pretende proporcionar al alumno todos los matices de la lengua oral y escrita, introduciéndolo, al mismo 
tiempo, en el estudio y dominio de algunos lenguajes específicos (portugués comercial, negocios, banca, ciencias jurídicas, 
política, publicidad, ecología y medio ambiente, deporte, lectura y prensa, moda, arte, cine, teatro etc.) en un marco de temas 
de actualidad. La zona geográfica en que se sitúa es la región centro, sur, e islas, retom ando, finalmente, al punto de partida, 
Elvas.
Cada volumen comprende 15 unidades que constan de los siguientes apartados:página de inicio', resumen de conte­
nidos comunicativos, áreas estructurales y vocabulario: diálogos dram atizados que introducen los elementos nuevos de 
cada unidad, cuadros morfológico y /o sintácticos: con la explicación de los elementos nuevos introducidos en el diálogo; 
ejercicios y /o actividades escritas/orales basados en las situaciones comunicativas y en las estructuras aprendidas; ayudas'. 
cuadros informativos con la teoría elemental para una mejor comprensión de los cuadros morfológicos y/o sintácticos; un 
sumario', con la clasificación del léxico, de los objetivos estructurales y de las situaciones comunicativas (con ejemplos). A 
partir del segundo volumen aparecen textos adaptados que inciden en la cultura y civilización portuguesas, conforme el 
tema de cada unidad.
Cierra cada volumen un APÉNDICE que incluye: una batería de ejercicios para la evaluación de los conocimientos 
adquiridos en cada unidad (consolidação ); un amplio vocabulario (apéndice lex ica l, que sólo aparece unificado en el pri­
mer volumen, ya que en los restantes el léxico nuevo se ha incluido, también traducido, en cada página, proporcionando las 
primeras acepciones de cada término y los falsos amigos, además de las diferencias de género; las soluciones de los ejerci­
cios de cada unidad y los de la consolidação , facilitando, de este modo, la autoevaluación.
El soporte gráfico va acompañado de dos CDs por volumen, con la grabación de los diálogos, los textos de mayor 
importancia y los ejercicios de comprensión oral.
Está previsto que otros materiales vengan a complementar el método: ejercicios en soporte audio, cuadernos de ejer­
cicios y de textos en soporte gráfico, CD-Romsinteractivos, etc. Para los objetivos perseguidos, son imprescindibles los cua­
V
tro volúmenes en soporte gráfico, aunque los materiales complementarios, podrán ser utilizados en su totalidad, o ser com­
binados según el gusto de los usuarios y profesores.
a
ABREVIATURAS:
X/E4 = unidad (10), ejercicio (4)
(o) = masculino (m.) = masculino
(a) = femenino (f.) = femenino
(m/f) = masculino y femenino
(pl.) = plural
(adv.) = adverbio
(art.) = artículo
(conj.) = conjunción
(interj.) = interjección
(pop.) = popular
(prep.) = preposición
(v.i.) = verbo irregular
El presente m étodo propone num erosos ejercicios y /o actividades acom pañados de los siguientes
Símbolos:
Comprensión: Deberá escuchar la grabación del CD y leer al menos una vez en voz 
alta. Siga las instrucciones de los ejercicios; a veces deberá responder por escrito 
u oralmente.
Expresión escrita: deberá responder por escrito: textos incompletos, para rellenar 
huecos, ejercicios de transformación para entrenamiento de las estructuras gra­
maticales, ejercicios de concordancias, así como actividades, algunas guiadas y 
otras completamente libres.
Expresión oral: deberá responder oralmente: Diálogos, documentos auténticos y acti­
vidades guiadas.
Preste especial atención.
Deberá leer al menos una vez el texto antes de realizar los ejercicios.
Deberá consultar las unidades indicadas.
Deberá leer atentamente y consultar, si fuera necesario, los capítulos indicados.
Tenga en cuenta que muchos de los ejercicios le permitirán trabajar con elementos que 
ya ha aprendido y practicado por separado.
¡ *-
Agradecimentos
O presente manual procura ser um instrumento de 
apoio ao ensino da língua portuguesa e resulta da neces­
sidade sentida pelos autores de conceber um método prá­
tico e funcional para quem estuda, mas simultaneamente 
acessível, a quem pretenda ser autodidacta, destinando-se, 
por isso, a Todos.
A concretização deste projecto só foi possível 
graças à disponibilidade e apoio de alguns colaboradores, 
a quem exprimimos o nosso mais profundo agradecimen­
to.
Em primeiro lugar à Filipa Andrade e Silva, à Rita 
Fernandes, à Ana Zagalo, ao Luís Zagalo, ao Pedro Zagalo, 
ao José Carlos Zagalo e à Clara Zagalo, por aceitarem o 
desafio e o incômodo de serem as nossas personagens;
Ao José Paulete e ao Luís Raimundo, pelos dese­
nhos que gentilm ente fizeram expressamente para o livro;
Ao Antônio Andrade e Silva por nos ter disponibi­
lizado o consultório para uma sessão fotográfica;
À Marisol Beato por nos ter gentilmente cedido 
muitos documentos autênticos;
E finalmente ao Júlio César por nos proporcionar 
uma planta original da cidade de Eivas.
São Tomé e Príncipe
C apital: Sao Tomé.
N acionalidade: Sãotomcnsc.
Ãrea:
População:
Densidade:
964 knrv
128.000 habitantes.
132,8 h/km2.
M o çam b iq u e
Capital: Maputo.
Nacionalidade: Moçambicana
Area:
População:
Densidade:
801.590 km- 
14,8 milhões de 
habitantes. 
18,9h/km2.
Capital:
Nacionalidade:
Área:
População:
Densidade:
Lisboa.
Portuguesa.
92.083 km^ (incluído Madeira 
e Açores).
9,9 milhões de habitantes. 
107 h/km2.
A j u ^ o I u
Capital: Luanda.
Nacionalidade: Angolana.
Área: 1.246.700 km^.
População: 10,5 milhões de
habitantes (1992). 
Densidade: 9,2h/km^.
0 '4ÈÈ& zero
Unidade um
•bjectivos
Apresentar-se e cumprimentar. 
Responder a apresentações e cumprimentos. 
Apresentar alguém e trocar informação pessoal. 
Falar sobre nacionalidades e números de telefone.
Áreas gramaticais e estruturas ]
Pronomes pessoais sujeito: eu, tu /você , e le /e la , nós, 
vós, vocês, e les/e las.
Formas de tratamento: tu /v o cê , o (a) se n h o r(a ) .
Artigo definido: o, a.
Contracções com preposição: à, ao, do, da, n o , n a , pelo , 
pela.
Interrogativos: com o, quem , onde.
Possessivos: m eu, m in h a .
Pronome indefinido: m uito .
Demonstrativos: es te(s), estafs).
Advérbios: an tes, aqui, cá, bem , depo is, en tão , já, 
s im /n ão , tam bém .
Adjectivos: boa, m elho r.
Pronomes: com igo, connosco .
Conjunções: e, m as, nem , ou.
Preposições: a, até, de, em , en tre , p ara , por.
Presento do indicativo dos verbos cham ar(-se), m orar, 
ser, ter, ir.
Numerais cardinais: 0 a 100.
Expressões: à v on tade.
Conteúdos comunicativos
BBBraHE
C um prim entar: (+) Bom dia, boa tarde/noite, (—) Olá! Viva!
A p resen tar-se / Iden tificar-se: Chamo-me, sou, o meu 
nome é.
R e sp o n d e r ao c u m p rim e n to : (+) Bom dia, boa 
tarde/noite, (-) Olá! Viva!
A p re sen ta r alguém : Apresento-te/lhe; esta(e) é.
C u m p rim en ta r n u m a ap resen tação : Muito prazer / 
gosto; como estã?
R etrib u ir c u m p rim en to s n u m a ap resen tação : Muito 
p r a z e r / gosto; como está?; o prazer é todo meu.
C o m p ro v a r a id en tid ad e de a lguém e re sp o n d e r: És tu 
que vens passar dois meses connosco, não és?
P e rg u n ta r /re sp o n d e r so b re loca l d e re s id ê n c ia /tra b a ­
lh o e so b re n ac io n ab d ad e : Onde é que moras/tra­
balhas?
P ed ir p a ra so le tra r: Como é que se escreve?
V o c a b u l á r i o
Profissões.
Países / C idades / Regiões. 
Alfabeto: A - Z.
u m
^ Ola,
SOU 3 A n3,
sou e s tu d a n te e 
sou po rtu ^ u e- 
W sa. S
' sou o Luís. £ s te 
é o meu írmão 
P edro . £u ten h o 2 0 
v anos e e /e tem
v i s . y Somos írm ãos da 
Ana.
i r Somos
o casa( P ere ira , 
p a is da Ana, do P edro e 
do Luís. 0 meu marido 
^ c h a m a se João . ^
Quem és tu?
Ota, sou a Po (o res, 
sou espanhola , 
moro em Salam an­
ca e ten h o 21 
anos.
• h m m PVmeu
PORTUGAL
• Letfn
v íotnw
P vm ieçrv
L i a b M
Sintra * ■
Quem são voces?
d o is (d u as)
Diálogo
Ana: Mãe, já chegámos. Esta é a Dolores.
Mãe: Olá, Dolores. M uito prazer em conhecê-la.
Dol.: Olá, D. Clara, o prazer é todo meu. Como está?
Mãe: Bem, obrigada. Ana, o teu pai está na sala.
Ana: Pai, aqui te apresento a Dolores.
Pai: Boa tarde, Dolores. Desejo-lhe um a boa estada entre nós.
Dol.: M uito obrigada, dr. Pereira.
Pai: Sentem-se, por favor.
Ana: Não. Eu e a Dolores vam os prim eiro ao quarto pôr as malas. Até já,
pai.
Pai: Até já.
P r e s e n t e d o i n d i c a t i v o
Verbo S E R
(eu) sou
(tu) és
- (você)
(ele, ela) ^ é
(nós) som os
[vós] (vocês) sois
(eles, elas) ^ ~ isao
E l i e O S O U trO S . El pronom ­
bre personal eu se usa con más 
frecuencia precediendo a todos los 
dem ás, sin que por ello sea consi­
derado una falta de educación:
Eu e a Dolores...
Preposição
de
em
por
A r t i c o ¿ > e f í n í 4 o
m.s
o
ao
do
pelo
f.s
da
na
pela
m.pl.
os
aos
dos
nos
pelos
f.pl.
as
das
ñas
pelas
ü
Preencha com as preposições a, de e em , con­
traindo com o artigo definido se necessário, e 
descubra os títulos de alguns fados.
1. C h e ira .________L isboa.
2. M iú d o ________ (a) rú a .
3. A g o ra c h o r a ________ (a) v o n ta d e .
4. N a m o r ic o ________ (a) R ita.
5. F o i________ (a) T ra v e s s a__ . (a) P alha .
6. D u a s lá g r im a s ________ o rv a lh o .
7. S ou c o m p a n h e ir a ________ (o) v en to .
8. P o v o q u e l a v a s ________ (o) rio.
9. N e m ________ (as) p a re d e s confesso .
Sepa que es fre­
cuente encontrar nom bres 
propios precedidos de artícu­
lo, dando al nom bre una 
atm ósfera afectiva o familiar: 
A Dolores, a Ana, o Pedro.
; lo s posesivos van pre­
cedido? del artículo:
O teu pai está na sala.
SEPA TAMBIÉN QUE:
%■ Las fechas no llevan artí­
culo en portugués:
Eu nasciti 29 de Agosto.
Prep.
A portaria é de 11 de Janeiro.
A- N o llevan artículo las 
horas (São dez horas) n i las 
expresiones meio-dia, meia­
-noite, excepto cuando vayan 
precedidas de preposición: 
Encontramo-nos às nove.
art. ♦ prep.
■áé- A lgunos nombres geo­
gráficos tam bién adm iten el 
artículo:
O Brasil, a França, a Espanha. 
PERO los hay que no: 
Portugal, Angola, 
Moçambique.
No obstante, los que origina­
riam ente eran substantivos 
com unes, sí lo llevan:
A Guarda, O Porto.14. A b r i l .
15. F ad o
10. M e n in a
11. C a n o a s .
12. S ofrer _
13 . ________
_ (as) tra n ç a s p re ta s . 
. (o) Tejo.
 P o rtu g a l.
 (a) d e s p e d id a .
16. D á t e m p o ________ (o) te m p o .
17. V a i________ (o) M inho .
18. A R o s in h a ________(os) lim ões.
am or.
(a) c a p e l in h a . (a) G u ia .
19. O fa d o .
20. C h a ile
. (a) lu z . (a) can d e ia .
. m in h a m ãe .
Para saludar a alguien con quien se cruce en la calle 
utilice alguna de las siguientes fórmulas:
£ .
&
f f
Saudações de encontro:
Boa tarde / noite [Tratamento (+ formal)]. 
Como está? / Passou bem?
Olá! Viva! Então? [Tratamento (- formal)]. 
Tudo Bem?
Como é que isso vai?
(Es)tá(s) bom /boa?
Que tal?
Bem obrigado, e o senhor? 
Vou indo; vai-se andando..
Tudo bem (e tu / e você)? 
Tudo óptimo!
Mais ou menos!
Vai-se indo; vai-s.e andando...
Saudações de despedida:
Reencontro no m esm o dia:
Até já.
Até logo (à ta rd e /à noite).
Sem referência a encontro:
(Então) adeus.
Bom dia; boa ta rde /no ite . .
Com referência a reencontro fora do dia ̂ anunciado:
am anhã
Ti
A deus (bom dia...) até
+ (dia da semana), 
para a semana, 
para o ano, etc.
(Tive muito) prazer em vê-lo. (+ formal)
Ciao (Tchau). (- formal)
Adeuzinho.
lu es una form a de 
tratam iento informal 
usada entre amigos o 
personas que se conocen 
bien y, la m ayor parte de 
las veces, den tro de u n 
mismo grupo de edad.
Al igual que las formas 
de com plem ento te, ti, 
tiene la connotación de 
g ran fam iliaridad , y, en 
•’ general, no se usan en un 
prim er intercam bio verbal 
en tre adu ltos desconoci­
dos. No obstante, es fre­
cuente encontrarlas en las 
relaciones en tre n iños y 
adolescentes, incluso en 
prim eros acercam ientos 
verbales y entre adultos 
que ya establecieron pre­
v iam ente relaciones de 
fam iliaridad.
V s
r'océ es una form a 
de tratam iento más 
formal usada entre 
personas que no se cono­
cen bien o que m antienen 
una relación restringida, 
sin interferencia de facto­
res de índole afectiva.
Se usa tb. entre estratos 
socio-culturales diferentes, 
pero en estos casos es nece­
sario tener en cuenta que 
p roduce un a jerarquiza- 
ción, deb iendo prestarse 
especial atención a su uso 
para no hacer de menos a 
nadie.
Es usual que no aparez­
ca explícita, pero su concor­
dancia es realizada con la 
forma verbal de 3" persona.
Vós „„ Vocês?
P r o n o i v e r P e s s o a í s 
S u y e í + o
Smg.
l 'P eu
tu2aE
3aR
m. ele
f. ela
Plur.
FE nós
2aE vós
3aE
m. eles
f- elas
V pis
di.
>s es la form a de 
p lu ra l correspon­
diente a tu y a você. 
Su uso es más frecuente en 
la lengua escrita.
V «ei
n,
cês es la form a que 
en la lengua cotidia­
na substituye al vós. 
Es el p lural actual del tu. Su
concordancia verbal es tam­
bién realizada con la 3“ perso­
na del plural.
La persona con quien se 
habla puede ser expresada también 
por los pronombres de tratamiento 
(você, o senhor, V.Ex”, etc.). En estos 
casos la lengua recurre a la forma de 
la 3a persona gramatical.
quatro
Trate por t u ou por v ó s .
E x .: E le é d e P o rtu g a l.
1. E u so u d a Bélgica.
2. O se n h o r é d a A lem an h a .
3. N ó s so m o s d a A u str ia .
4. E u so u d e F rança .
5. N ó s so m o s d o Brasil.
6. Vocês são d e C ab o V erde.
7. E u so u d e A ngo la .
8. E u so u d a G récia.
A se n h o ra é d a H o la n d a . 
E u so u d a In g la te rra .
N ó s so m o s d a Irla n d a .
E u so u d a Itália .
E u so u d a Suiça.
O se n h o r é d o Japão .
9.
10 .
11 .
12.
13.
14.
|V Tu és portugués.
r * _________
r* _________
r* _________
r* _________
r* _________
r * _________
r* _________
r* _________
r* _________
r* _________
r* _________
r* _________
r* _________
i*
P r e s e n t e d o i n d i c a t i v o
Verbo T E R
(eu) te n h o
(tu) tens
- (você)
(ele, ela)
\]/
tem
(nós) tem os
[vós] (vocês) ten d es
; (eles, elas) ■' têm
VA A
t í * Diálogo
£
Pedro:
Ana:
Dolores:
Pedro:
Dolores:
Pedro:
Ana:
Dolores:
Ana:
Dolores:
O Pedro, o filho mais novo do casal Pereira, chega a casa vindo da aula de Ginástica e procura a irmã. j 
Ana! Onde estás?
Estou aqui na sala, Pedro. Olha, esta é a Dolores. Dolores, este é o m eu irmão Pedro.
Olá, Pedro.
Viva! Es tu que vens passar dois meses connosco, não és?
Sim. A tua irm ã e os teus pais convidaram -m e e eu aproveitei. Assim posso aprender m elhor o portu- . 
guês antes de ir para Lisboa, em Outubro.
Óptimo, adoro ter visitas em casa. Agora vou à piscina. Q uerem vir comigo?
Boa ideia. Espera um bocadinho que vam os vestir os fatos de banho. Queres telefonar à tua mãe?
Sim. Obrigada. Q ual é o indicativo daqui para Salamanca?
00 34 923 e depois o número.
Então é 00 34 923 175968.
Trate por v o c ê ou v o c ê s .
Ex.: A senhora é directora.
1. N ó s so m o s técn icos ag ró n o m o s .
2. Tu és p ad e iro .
3. O se n h o r é ta lh an te .
4. N ó s so m o s d ip lo m a ta s .
5. O s se n h o re s são in v e s tig a d o re s .
6. Tu és p e ixe ira .
7. E u so u e m p re g a d o d e m esa .
8. N ó s so m o s em p re sá rio s .
9. O se n h o r é in d u s tr ia l.
10. E u so u fu n c io n á rio .
r* Você é directora.
r* ____________
r* ____________
r* ____________
I* ____________
r* ____________
r* ____________
r* ____________
r* ____________
r* ____________
h*
V
p?mé
Wfgêà
W
)SO0
cinco
d
3
M-*
O*
P
Ç L
n
. 928 88 9^ 28 ''K m -v?! Ajude Huguinho, Zezinho e Luizinho afazer as
P* —■ ^jtfKãSl seguintes contas segundo o modelo.m
927 36 72 19 9 n0Ve 12 18
+ 7 m ais sete + 26 - 4
16 igual a dezasseis = 38 = 14
Escreva por extenso os números dos seguintes 
telefones.
Indicativo N úm ero
924 62 04 53
I * ____________________________________________________
0
1
2
3
4
5
6 
7
Zero
Um, um a
Dois, duas
Três
Q uatro
Cinco
Seis
Sete
8
9
10
11
12
13
14
15
Oito
Nove
Dez
Onze
Doze
Treze
Catorze
Quinze
16
17
18
19
20 
21 
22 
30
Dezasseis
Dezassete
D ezoito
D ezanove
Vinte
Vinte e um 
Vinte e dois 
Trinta
31
40
50
60
70
80
90
100
Trinta e um
Q uarenta
C inquenta
Sessenta
Setenta
Oitenta
Noventa
Cem (cento)
+ C ir+ I ic r ll,^ ;4 lI líld üJ
Mod.M aria de M edeiros A c tr iz /c in e m a P o rtu g u e sa P o rtu g a l P a ris
1. Steven Spielberg Director/cinema Norte-americano E.U.A Nova Iorque
2. Gerard Depardieu Actor/cinema Francês França Nice
3. E ltonjohn Cantor Inglês Inglaterra Londres
4. Sean Connery Actor/cinema Escocês Escócia Bahamas
5. Michael Schumacher Piloto F1 Alemão Alemanha Suiça
6. Gustavo Kuerten Tenista Brasileiro Brasil Florianápolis
7. Luís Figo Futebolista Português Portugal Madrid
8. Alexander Popov Nadador Russo Rússia Moscovo
9. Andrea Bocelli Tenor Italiano Itália Veneza
10. Carlos Sainz Piloto Ralis Espanhol Espanha Madrid
Q u e o u t r a s p e r s o n a g e n s p o r t u g u e s a s e / o u b r a s i l e i r a s c o n h e c e ?
Cham a-se M aria de M edeiros. Ela é actriz de cinema. É portuguesa. 
É de Portugal e actualm ente m ora em Paris.
Tenho um a casa com doze dam as, 
Cada dam a tem três quartos, 
Todas elas têm meias 
E nenhum a tem sapatos.
U tilize os elementos do quadro que se segue e complete segundo o modelo.
6 seis
E A c t iv id a d e ê
O bjectivo: Praticar os números. [Capacidade de com preensão/Produção oralj.
M etodologia: Fotocopiar e destacar pelo picotado. A seguir distribuir as operações entre os alunos da turma (uma ou 
várias) e pedir para eles realizarem correctamente a soma ou a subtracção. O professor iniciará a actividade dizendo de 
viva voz a primeira operação.
V ocabulário: Numerais cardinais (0 a 100); Mais, Menos; Igual a.
X X X
97-19 = 78-36= 42-17= 25+19=
44-26= 18+10= 28+61= 89-14=
75-6= 69-11= 58+21= 79-74=
5+7= 12+11= 23+27= 50-5=
45+18= 163+13= 76+24= 100-96=
4+5= 19+29= 38-1= 37+56=
93-21= 72-15= 57-54= 3-1=
2+6= 8+39= 47+13= 60-44=
16+15= 31+35= 66-52= 14+72=
86-27= 159+9= 68-1= 67+30=
X XX X X X
se te ‘Y
e0 
£ •
1 8*
Diálogo
N a piscina.
Luís: Pedro! Ana!
Pedro: Olha, Ana, o nosso irm ão tam bém cá está.
Ana: Luís, apresento-te a m inha am iga Dolores.
Luís: Olá, Dolores, m uito gosto.
Dolores: Olá.
Luís: Já conheces Elvas, Dolores?
Dolores: Não, não conheço. Podes tratar-m e por Lola. Cham o­
-me Dolores Vázquez Benegas, mas toda a gente me 
trata por Lola.
Luís: Que nom e complicado! Como é que se escreve?
Ana: Eu soletro: V-A-Z-Q-U-E-Z B-E-N-E-G-A-S
^ T Í f i
■ 1 rS. ii f M ü I1 m -wM
1 F P H - 1 ! “i
% Las letras k (capa), w (duplo vê/dâblio) e y (i grego / 
ípsilon) no form an parte del alfabeto port. Aparecen en 
abreviaturas y símbolos de valor internacional [kg., yd,
etc.], así como en deriva-
dos eruditos de palabras
A 1 f a b e t o extranjeras [darwinismo,
a á n ene byronismo, etc.].
b b é o ó V» Los conjuntos de letras
c ce P p e ch, lh, nh , son considera­
d dé q que dos com o dígrafos, y
e é r erre deben, po r consiguiente,
f efe s esse deletrearse in d iv id u a l­
g gué t té
mente: ce agá, ele agá, ene 
agá. Sí existen, sin em bar­
h aga u u go, los sonidos que simbo­
i i V ve lizan: ch [ j, lh [[X], n h [ji].
i jo ta X X1S A dem ás de estos tres
1 ele z zé dígrafos, existen otros dos:
¡ m em e rr [R] e ss [s].
Entre los dígrafos
U tilize os verbos s e r e te r e saiba qual o 
carro dos utentes que se seguem.
1. O se n h o r engenheiro e um BMW TDS.
2. V ó s médicos e um Volvo GLT.
3. T u .economista e um N issan 1.6 SLX.
4. Você ........... funcionário e um VW Passat
Variant GLTD.
5. Vocês tradutores e um Peugeot 106
XRD.
6. E la dom éstica e um Fiat Punto 55 SX.
7. Eles ........... estudantes e ........... um Renault Clio
Fidji.
8. N ó s comerciantes e um Seat Ibiza 1.1
CLX.
9. A se n h o ra enferm eira e ........... um Citroen
AX.
10. Os se n h o re s intérpretes e um Lancia
Delta HF turbo.
las combinaciones gu y qu antes de e, i cuando repre­
sentan las m ism as oclusivas que se escriben g y c antes 
de a, o y u:
guerra, seguir / galo, golo
Preste atención a la letra q, su nom bre en port. es qué: 
su nombre esp. (cu) es un falso amigo que significa en 
port. "culo".
Finalm ente, recuerde que el alfabeto port.
es masculino: o qué, o agá, o jota...
A c t iv id a d e
P e rg u n te o n o m e e o a p e l id o a o s c o le g a s .. . 
. .. e so le tre .
S o ito
F u t u r o ^róxii^o
2. podes /C ham o-m e /m a s / Joaquim / tratar-m e 
/Q u im / por.
I* _____________________________________________
3. Inés / m inha / João / apresento-te / am ig a / a.
r* ________________________________________
4. actriz / Ela / portuguesa / não / é / m as / cinema
/d e / é.
h* _____________________________________________
5. professor /L ínguas / na /Badajoz / de / tenho / 
Escola / de / anos / trinta e seis / Eu / e / sou.
r* _____________________________________________
I R + i n f i n i t i v o
Ajuda
Fíjese que en port. la expre­
sión del futuro próxim o no lleva 
nunca la preposición a, m ientras que 
en esp. es obligatoria: Voy a
.. salir, voy a cenar.
R ee n co n tre a ordem 
seg u in te s fra ses:
1. D. / cum prim entar / Vou /C la ra / a.
r* _______________________________
(eu) 
(tu) 
(você) 
(ele, ela) 
(nós)
[vós] (vocês) 
(eles, elas)
O q u e é q u e v a i fa z e r ?
vou
vais
vam os
ides
^ ---vao
vestir
jantar
beber
n o v e
I* Vou fechar a janela.
1.
2 .
3.
4.
5.
6 .
7.
8 . 
9.
10 .
Ex.: Fechar a janela./e u
C um prim entar a D. C la ra ./tu 
Trabalhar para Lisboa./você 
Tomar banho na p isc ina ./e la 
Cham ar o canalizador./ a senhora 
Telefonar ao m ecânico./vocês 
Falar com o professor./nós 
Levar as botas ao sapateiro ./vós 
Avisar o electricista./e u 
Ler este liv ro ./tu 
M orar para L isboa./você
9
Chat*10- 
-toe Ana. Sou esto- 
f d ante e sou portuguesa.
Tenho vinte e uto anos. Moro 
eto Eivas, na Pr a ceta Sá CarneJ 
ro nutoero onze. 0 toeu pai 
cha toa-se João Pereira e é pro 
fessor. Teto quarenta e oito 
k anos. A toinha toãe cpatoa-se 
Clara e teto quarenta e ^ 
quatro anos...
1 0 I Preencha a seguinte ficha com os seus dados e utilize-a semipre que precise de dar informações pessoais. Complete-a 
com o que for aprendendo ao longo das várias unidades.
LI português carece de una forma neutra (esp. "lo"), 
usando en su lugar la forma masculina .
N o debe contraer el art. con la prep.
a) cuando el art. forma parte de un título o nombre 
propio:
O autor de Os Lisiadas.
b) Cuando la prep. se relaciona con el verbo y no con 
el nom bre que acom paña al art.:
O facto de a mulher i s nr doente.
F! art. determ inado, en algunos casos, precede al pose­
sivo (también cuando éste funciona como adjetivo):
O pai é professor de Matemática.
El art. puede substituir al posesivo, sobre todo en casos 
en que la posesión es evidente:
Da está com o pai.
Agora já sabe:
• Identificar-se: Sou a Dolores. Sou espanhola.
• C um prim entar alguém: Boa tardei
• Responder ao cum prim ento: Boa tarde!
• Apresentar-se: Somos o casal Pereira.
• A presentar alguém: Este é o meu irmão Pedro.
• C um prim entar num a apresentação: Muito prazer em con­
hecê-la.
• Retribuir cum prim entos num a apresentação: O prazer é 
todo meu.
• Despedir-se: Até já!
• Perguntar: Querem vir comigo?
• Responder afirmativa e negativam ente. Queremos!/Não, 
não queremos.
• C om provar a identidade de alguém: És tu que vens passar 
dois meses connosco?
• Saudar e responder a um a saudação: — Olá , Pedro!
— Viva!
• Dizer a profissão de alguém: Ela é actriz de cinema.
• Perguntar a m orada e responder: — Onde é que mora?
— Mora no Rio de Janeiro.
• Perguntar a nacionalidade: Qual é a nacionalidade da 
Maria de Medeiros?
• Pedir para soletrar um a palavra: Como é que se escreve?
• Soletrar um a palavra: vê, á, zê, quê, u, é, zê.
• Contar até 100: Um, dois, três...
• Dizer um núm ero de telefone: Dezassete, cinquenta e nove, 
sessenta e oito.
• Identificar acções: Vbw jantar.
E ap rendeu o seguinte vocabulário: 
• Saudações:
Bom dia / boa tarde / boa noite.
A té logo / A té já / adeus.
• Profissões: padeiro, talhante, empresário, industrial, 
funcionário, actor.
• Países, gentílicos e cidades:
Portugal português Lisboa
França francês Paris
Alemanha alemão Bona
Irlanda irlandês Dublin
Bélgica belga Genebra
Itália italiano Veneza..
E de gram ática aprendeu:
• Artigos definidos: o, a, os, as.
• Contracções: ao, do, no, pelo...
• Preposições: a, de, em, por...
• Pronom es pessoais - sujeito: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas.
• Presente indicativo dos verbos: ser, ter, chamar-se, morar.
• Futuro próximo: ir + infinitivo.
• Conjunções: e, mas, nem, ou.
• Interrogativos: Como, qual, quem, onde.
• N um erais cardinais: Um, dois, três, quatro, cinco...
• Advérbios: antes, depois, sim, não, já, então...
• Possessivos: meu, minha.
o n z e U
U
nidade 
1
ALCl 7 / 7 £
Unidade dois ^Váínos conhecer
I Objectivos
111 11 ■ ' 1 ■1 ■
Falar sobre a família, o estado civil e o trabalho com amigos 
e/ou desconhecidos.
Pedir informações sobre trajectos e indicar trajectos e endereços.
. .. : . ■ 
Areas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
Artigo indefinido: um , um a.
Contracções do artigo indefinido: dum , dum a, n um , 
n um a.
Pronomes demonstrativos variáveis: es te (a), esse(a), 
aquele(a).
Pronomes demonstrativos invariáveis: isto, isso, aquilo .
Contracções de preposição + demonstrativo: deste, neste , 
àquele , d isto , n isto , àquilo .
Advérbios de lugar: aqui, aí, ali, cã, lã.
Pronomes de tratamento: o /a se n h o r(a ) , d ou to r, V.Exã, 
dom .
Adjectivos: bom , seguin te .
Advérbios: ag o ra , a in d a , a lém , a m a n h ã , a p e n a s , 
d e trás , em b o ra , longe , o n tem , p e rto , sem pre .
Interrogativos: q u an to , q u an ta , quan tos , quan tas, que, 
o que.
Preposições: com .
Pronomes indefinidos: pouco , todo .
Locuções prepositivas: d e ntro de, em c im a de, a trã s de, 
d eb a ix o de, em f re n te de, ao lado de, ao p é de, 
ju n to de.
Presente do indicativo dos verbos regulares: -ar.
Presente do indicativo dos verbos h av er, descer, seguir, 
su b ir, es tar.
Locuções: p o is sim , po is é, po is claro .
¡8
P ed ir p a ra id e n tif ica r u m a pessoa: Como (é que) se 
chama• qual é o seu nome? Quem é?
Id en tificar u m a pessoa: Chamo-me, o meu nome é...
P ed ir in fo rm ação pessoal: Quantos anos tem?
P ed ir in fo rm açõ es so b re u m facto: Sabes fa la r inglês, 
Lola?
R esp o n d er afirm ativa e nega tivam en te: Sei, sim. / Não, 
não sei.
T rocar in fo rm açõ es so b re trab a lh o e activ idades p ro ­
fissionais, id iom as, etc: A m inha irmã é solteira.
C ham ar a a ten ção do in te rlo cu to r: Desculpe, f a z (faça) 
favor.
P erg u n ta r p e la localização de u m local (localização 
abso lu ta): Desculpe, onde são os correios?
In d ica r n ão recepção : Desculpe, não percebi!
P ed ir p a ra re p e tir a lgum a coisa: Podía repetir? Não se 
importa (importava) de repetir?
In d ica r trajectos: Vira à direita e segue sempre em frente.
V o c a b u l á r i o
O parentesco. Idiomas.
Locais de trabalho. Léxico da aula.
Infra-estruturas da cidade.
o. Diálogo
Ana:
Lola
Ana
Lola
Ana
Lola
Ana
Lola
A na e Luís levam Lola a conhecer a cidade de Elvas.
Estamos num a im portante Praça de Elvas: a Praça da República. I 
Alóm é a Sé. Vamos atravessar a Praça e subir pelo lado esquerdo.
Olha um grupo de ingleses. Sabes falar inglés, Lola?
Sei, sim.
Também falas francês?
Falo, sim, falo um pouco. Gostava de aprender italiano porque o m eu irm ão é casado com urna italiana. 
N ão sabia que o teu irm ão era casado. Q uantos anos tem?
Sim. Tem 25. Casou no Verão passado. A m inha irm ã é que ainda é solteira.
Como é que ela se chama?
Chama-se Raquel e é enfermeira. Trabalha no H ospital Clínico de Salamanca.
L in g u a g e m e c o
Fíjese en el siguiente ejemplo:
— Sabes falar inglés, Lola?
— Sei, sim.
i; El portugués no suele utilizar en la lengua hablada el 
adverb io d e a firm ac ió n (sim) como contestación afir­
m ativa a una pregunta. Suele repetir m ecánicamente el 
verbo, m odificando, naturalm ente, la persona y el 
núm ero según las exigencias de la frase.
3 Cuando en la pregunta sea utilizado un verbo com­
puesto, repita el auxiliar en vez del verbo principal:
— Tens v is to televisão?
— Tenho.
Para un uso m ás formal, cuando quiera dem ostrar 
m ayor respeto al interlocutor, utilice la repetición del 
verbo seguida del advérbio más las fórm ulas senhor, 
senhora , m in h a s e n h o r a :
f — Gosto, sim.
— Gosta de cericaia? I — Gosto, sim senhor.
\ — Gosto, sim, minha senhora.
C uando en la p regunta figure alguno de los adver­
bios ja (ya) o a ín d a (aún) repita estos adverbios:
— fá leste o livro?
— Já li, (sim (senhor).
L Para responder afirm ativam ente, sobre todo en la 
lengua familiar, puede, además, usar la interj. po is (sí) y 
las locuciones po is s im (pues sí), p o is é (pues es, sí, 
claro):
— Vens connosco à piscina? — Pois.
— Quefria está a água! — Pois é. 
Lo m ism o sucede con el adverb io de n egación
(não). A com pañado o no de las form as de cortesía sen- 
h o r(a ) (señor(a)) o m in h a s e n h o ra (señora mía), el 
advérbio suele repetirse después de la form a negativa 
del verbo en vez de ir sólo o precederla como en espa­
ñol:
— Falas chinés?
— N ã o falo, n ã o .
También, cuando en la p regunta figuren los adverbios 
já , a ín d a , o n u n ca , estos suelen repetirse en la res­
puesta:
— A in d a não almoçaram?
— A in d a não.
A r t i g o / n ¿ e f i n H o
m .s f .s m .p l . f .p l .
P r e p o s iç ã o u m u m a u n s u m a s
d e du m d u m a d u n s du m as
e m n u m n u m a n u n s nu m as
m
c o n t r a c ç õ e s
Deben evitarse las contracciones del art.
, indeterm inado en los m ism os casos del 
determ inado (ver. pág. 10):
C. de Oliveira é o autor d e Uma Abelha na 
Chuva.
O facto d e um hom em ser bom. 
PERO,
%■ sobretodo en la lengua escrita, lo usual es 
no hacer la contracción con la prep. de: 
Tenho em casa o disco d e um amigo.
Leia com atençao o seguinte texto e complete com 
artigos definidos ou indefinidos (contraídos on não).
O ntem encon trei irm ã o A n a ____rua, pé ___
cinema e fa lá m o s chuva e bom te m p o ,___
exames, ___ férias, ___ vida em Elvas, futuro.
Depois fo m o s ca fé r u a Carm o e tom ám os
Faça o levantamento das formas de preposição 
mais artigo.
1) Encontrar ..
2) Falar
3) Ir
 rua (a)
. pé (o ) cinema (o)
 chuva (a)
 bom tem po (o)
 exames (os)
 férias (as)
 v ida (a)
 futuro (o)
 café (o)
14 catorze
Q u e . . O q u e •
%>■ Al igual que otros interrogativos, tam bién puede 
ser reforzado por é que.
Que como pronom bre aparece habitualm ente 
precedido de o, pero tam bién es posible usarlo sin 
esta form a cuando le siga una forma verbal:
(O ) q u e (é que) queres fazer amanhã?
N o obstante, cuando le siga un nom bre, es obli­
gatorio el uso de que:
Q ue homem poderia ter feito aquilo?
parece-Me que
FALTA qUAUSUEP.
C O IS A ,..a U A L C U Ê R
'¡mm
W
Adivinha
Complete com a preposição d e , se necessá­
rio fazendo a contracção com o artigo defi­
nido e saiba o que significam as seguintes 
siglas.
Ex.: • O que é a ONU? f* É a Organização d a s 
Nações Unidas.
1. O que é o CCB?
• É o Centro C u ltu ra l Belém.
2. O que é a PSP?
• É a P o lícia Segurança Pública.
3. O que é a CME?
• E a Câm ara M unicipal Elvas.
4. O que é a FLUL?
• E a F a cu ld ad e L e tra s U niversidade
 Lisboa.
5. O que é a ESEP?
• E a Escola S uperio r E ducação Portale­
gre.
6. O que é a RMP?
• E a Região M ilitar Porto.
7. O que é a LC?
• E a Liga Combatentes.
8. O que é o CEM A?
• E o C h e fe Estado M aio r Arm ada.
9. O que é a FENPROF?
• E a Federação N acional Professores.
10. O que são os BVE?
• São os Bombeiros V oluntários Elvas.
Adivinha
O que é, o que é 
que tem asas e não voa 
e tem boca e não fala?
01830 O
cuando se coloque en el final de la frase, se usará 
o quê:
Eles fizeram, o quê?
Úi> Los interrogativos que incluyen q u e son siempre 
átonos cuando se usan en el inicio de la frase y tóni­
cos cuando se utilizan en el final de la frase o en fra­
ses elípticas constituidas sólo por el pronombre:
O qu e é que ele disse?
Ele disse o q u é ?
^ Los interrogativos que no poseen en sus formas 
q u e son únicam ente tónicos en cualquier posición 
de la frase.
Que é. que é
tem um palmo de pescoço 
tem barriga 
e não tem osso?
q u in z e
U
nidade 
2
Diálogo
Turista:
Luís:
Turista:
Luís:
Turista:
Luís:
Ana:
Luís:
Ana:
Lola:
Luís:
Ana:
Luís:
Desculpe, onde são os correios?
O senhor desee aquela rua ao lado do posto de Turismo, v ira à direita e segue sem pre em frente. Os 
correios ficam ao fundo da rua, ao pé de um a farmácia.
Desculpe, não percebi bem. Ao pé de quê? Podia repetir, por favor?
Ao pé de um a farmácia.
M uito obrigado.
Não tem de quê.
O que querem fazer?
Vamos visitar a Sé. É m uito bonita. É estilo m anuelino, com três naves e a nave central tem ornam en­
tos góticos.
Também podem os m ostrar o castelo à Lola.
É longe?
Não, é perto e vale bem a pena. Foi conquistado aos m ouros por D. Sancho II.
De lá tem os um a bonita vista de um a parte da cidade.
Olha, aquela ali é a escola onde trabalha o m eu pai.
í > e r w o n ç + r a t Í N / o í
M s j c ü d n o F e w i n i i o o
s i n g u l a r plural s i n g u l a r plural 1* • —
cu
>
»—
V.
>
£
*—>
CU
>
V,
>
este es tes es ta es tas isto
esse esses essa essas isso
aq u e le aq u e le s a q u e la aq u e la s aq u ilo
Espaço Tempo
e s t e situação próxim a presente
e s s e situação interm ediá­ria ou distante
passado ou futuro 
pouco distantes
a q u e le situação longínqua passado vago ou remoto
^ Olhe, desculpe y faz favor son expresiones que sir­
ven para interpelaro llam ar la atención de alguien. 
Uselas para iniciar la com unicación cara a cara con 
un desconocido o en situaciones en las cuales el 
interlocutor no se encuentra en condiciones de 
atenderle directam ente (por ejemplo, en la com uni­
cación con u n camarero en u n restaurante). Puede 
em plearlas aisladam ente (Desculpe...), o com binar­
las entre si (Olhe! Faz favor). También puede utilizar 
algunas de ellas precedidas de alguna fórm ula cor­
tés de tratam iento:
O /a senhor(a)
desculpe.
A m enina
No se extrañe si el desconocido o el em pleado le 
responde lo mismo: 1 Faz favor... (de dizer)
Diga...
Sim...
¡o
♦ —
o
-Ck
CU
C o n ^ r a c ç õ e s - f o r c a s v a n ás/ e í f
d e des te(a)(s) d esse(a)(s) d aq u e le (a )(s)
esn neste(a)(s) nesse(a)(s) naq u e le (a )(s)
a àque le (a )fs)
Cu
\o
O"
Ô
-Ck
cu
C o n t r a c ç õ e * - f o r M a s i n v a r l á v e í s
d e d is to d isso d a q u ilo
e m nisto nisso n a q u ilo
a àq u ilo
C o n t r a c ç õ e s c o m
“outro”
es to u tro (a )(s)
esso u tro (a )(s)
a q u e lo u tro (a )(s)
16 dezasseis
I Complete as seguintes frases com os demonstrativos adequados,fazen- 
do, se necessário, contracções com as preposições.
. Funcionan tb. como dem ostrativos las 
partículas o u tro , m esm o, p ró p rio , o e ta l 
Cpl. tais) en los siguientes casos:
% M esm o, p ró p r io y o u tro cuando 
vayan determ inados por el artículo o por 
otro pron.:
Dá cá o livro; esse não, o ou tro .
]á tinha ouvido isso m esm o.
Foi o p r ó p r io Presidente que u fez.
1.
2 .
3.
4.
5.
6 . 
7.
9.
10.
________ é m uito difícil.
________ peras estão verdes.
________ fábrica ali está fechada.
________ escritório ali trabalham 20 pessoas.
________ loja ali vendem um bacalhau excelente.
________ aí é um a em presa de com putadores.
________ rapariga aí é m inha vizinha.
________ hom em ali fala m uito bem alemão.
________ rapazes aqui são irmãos do m eu colega.
________ ali é o aqueduto e restaurante é de um
amigo meu.
O(s), a(s) cuando preceden a que o de, 
equivaliendo a aquele(s), aquela(s), aquilo: 
Devenios evitar o que c perigoso.
Os que viajam aprendem muito.
O andar do Paulo não se confunde com o do 
irmão.
¿ O cuando, acom pañando a un verbo, 
equivale a isto, isso:
A Luisa é inteligente, mas o irmão 
também o é.
¿ Tal funciona como dem ostrativo cuan­
do
A prenda algum as e xp re ssõ e s
Além disso (Esp. "adem ás").
Ora essa (Esp. "lo que faltaba"; "faltaría
más"). Excl. de descontento
o sorpresa.
Por isso (Esp. "Por eso").
Isso mesmo (Esp. "Eso mismo").
Nem por isso (Esp. "N i por esas").
es
sinónim o
de este, 
esse, aque­
le, isto, y 
de seme­
lhante:
SABES O 1 Grafia das
- > O H S O í l í l t C S —
A p re n d a los s ig u ie n te s p rin c ip io s genera les:
*
Quando ta l ouvi, respirei tranquilo. 
Tal situação era insuportável para mim.
Los dem ostrativos pueden em plearse 
con sentido despectivo:
O João enganou-me; a q u ilo é fraco amigo 
(= o João).
Pero tam bién de form a enfática:
Apanhei uma d e s sa s descomposturas!
i En lenguaje familiar es frecuente que 
m esm o pueda variar de grado:
E a m esm íss im a Maria de Medeiros.
- A veces los dem ostrativos se unen a los 
posesivos para precisar el sentido de la 
frase:
A quele seu amigo.
Tradicionalmente se usa n is to con el 
valor de en tã o ("entonces"):
Nisto , ouvimos a trovoada muito perto.
No se escriben en portugués letras gem inadas, con 
la excepción de r r y ss:
torre , carro, m assa passeio.
Sólo se escriben como letras finales b, c, d, g y t 
(aunque no se pronuncian) en los nom bres propios 
bíblicos consagrados por el uso:
Jacob, Isaac. David, Gog, Josafat.
La n final sólo se escribe en determ inados cultis­
mos: líquen, hífen. En todos los dem ás casos se escribe
En general no se escriben letras que representen 
consonantes que no se pronuncian, excepto la c y la p 
de los grupos cc, cç, ct, pe, pç y pt:
a) cuando, precedidos de a, e, o transform en 
estas vocales en abiertas: acção, activo, 
adoptar, leccionar.
b) o para arm onizar grafías con palabras afi­
nes en las cuales la consonante se p ronun­
cia o indica la abertura de la vocal ante­
rior: Egipto y egipcio, corruptor y corrupto.
•p<
u
o
A
%
d e z a s s e te 17
pfóQ..
pmà
.fprtü"
■
¿¡stm
r p
t v
Advérbios 
de lugar R e f e r e m
aquí E sp aco s espec íficos próximos d o s in te r lo cu to re s .
ai E spaco espec ífico afastado d e a m b o s o s in te r lo cu to re s .
ali E sp aco g en é rico em q u e o lo c u to r se en co n tra .
lá E sp aco g en é rico em q u e o lo c u to r n ã o se en co n tra .
-¿ Los adverbios cá y lá sirven tam bién 
para:
Enfatizar el sujeto de la frase: Cá pone de realce 
formas de I a p.; Lá enfatiza formas de 2a y 3a p.
Eu cá sei o que digo.
Nós cá ficamos em casa.
Tu lá sabes o que queres.
Você lá sabe o que quer.
O Pedro lá sabe o que quer
Dar una respuesta dubitativa enfática: Sei lá! 
(fam.)
N egar enfáticamente: lá!
Exhortar a hablar: (Vá) diz lá!
Llamar la atención del interlocutor.
Ouve lá!, Olha lá!
Escuta lá! Dá-me lá! Vê lá!
Até
L im ite
n o
te m p o
L im ite
n o
esp aço
Estudei até a Paula chegar. 
Estudei até à s sete horas.
Fui até à praça.
Cheguei até ao rio.
Los pronom bres dem ostrativos, adem ás de 
acom pañados de algún gesto indicador, se u ti­
lizan en port. m uchas veces asociados (explíci­
ta o im plícitam ente) a adverbios de lugar y a 
los pronom bres personales relacionados con la 
persona que habla, para quien se habla o de 
quien se habla, para dar m ayor claridad o 
énfasis:
"Esta borracha aqui é minha".
"Esse livro ai é teu"._________
Oí ' \
detMonitratívoi 
Tr acotopa- 
fíbados de advér 
frioi de (usar.
Eu / Nos 
Tu
Vocé(s), Ele(s)
Aquí, cá 
Ai
Ali, lá, acolá
% En el portugués m oderno la preposición até, 
cuando rige un substantivo acom pañado de artículo, 
apesar de ser optativa, suele aparece, seguida de la p re­
posición a.
La preposición até sirve tam bién para enfatizar:
Ele a té sabe falar chinés.
% Recuerde que se utiliza con frecuencia al saludar en 
las despedidas haciendo referencia a un nuevo encuen­
tro:
Até logoAté já
Até amanhã
Até para a semana 
Até para o ano
Ex. : d ic io n ário . 1*
1. Caneta: r*
2. Pastas: i*
3. Dossier: r*
4. Borracha: i*
5. Lápis: r*
6. Livro: r*
7. Afiadeira: í*
8. Réguas: i*
9. Esquadro: i*
10. Cadernos: i*
Faça frases segundo o modelo.
le ali.
18 dezoito
I
r
V E R B O S PREPO SIÇÕES 
E LOCUÇÕES VOCABULÁRIO E X E M P L O S
DESCER
SUBIR (p o r)
rua , escadas, ave­
n ida , beco 
viela...
passad e ira
la rgo
p raç a
p rac e ta
“D esce (p o r) aquela ru a ...” 
“Sobe (p o r) aquelas escadas...”
VIRAR ã d ire ita 
à e sq u erd a “V ira à d ire ita ”.
CORTAR em + artigo “Corta n a prim eira rua à esquerda”. :.
SEGUIR em fre n te p o r
“Segue sem pre em frente...”
“Segue p o r essa viela...” :
ATRAVESSAR
IR
p o r
até
“Atravessa aquele largo ali..” 
“Vai até ao fundo da rua...”
HAVER (+um (a))
estátua, fon te 
sinal, rotunda 
sem áfo ro 
m o n u m e n to
“Há um jardim à direita...”
ESTAR
FICAR
SER
ao p é de 
ao lado de 
ju n to de 
ju n to a
“Está ao pé de um a ourivesaria..” 
“O correio fica ao fundo da rua ..” 
“Aesquadradapofidaémesmolã-”
{S: Diálogo
E A c t iv id a d e I
B » » Pergunte aos colegas ónde é que m oram e qu a l o tra- 
H je c lo q u e f a z e m d ia r ia m e n te p a r a v ir à E scola . P e rg u n te e
■ resp o n d a p o r o u tro s locais d e in teresse na su a cidade. \
d e z a n o v e 19
Ana: Estás cansada, Lola?
Lola: Não. Estou bem. Gosto m uito de andar a pé. E esta
parte da cidade é m uito bonita.
Ana: Por esta avenida vam os ter ao A queduto da Am orei­
ra, um m onum ento de que todos os elvenses m uito 
se orgulham .
Lola: E aquele ali ao fundo?
Ana: Exactamente. Que te parece?
Lola: Magnífico.
Ana: E do lado esquerdo fica a escola onde o m eu pai éprofessor.
Lola: Fica relativam ente perto da tua casa.
Ana: Sim, é perto. Seguimos por esta avenida, viram os à 
direita e depois dos semáforos é a terceira m a à 
esquerda.
(eu)
Descer Seguir Subir Estar Haver
d e s ç o s ig o su b o e s to u
(tu ) desces se g u es s o b e s es tás
(você)
j
(ele, ela) d esce se g u e so b e es tá h á
(n ó s) d esce m o s se g u im o s su b im o s es tam o s
[vós] (vocês) desce is1 se g u is su b is es ta is
(eles, elas) d esce m se g u e m so b e m e s tã o
Aprenda...
Verbos regulares em -ar
CANT -o 
CANT -as 
CANT -a 
CANT -am os 
CANT -ais 
CANT -am
... e complete:
1. Ficar: Nós
2. Falar: Eu
3. Visitar: Vós
4. Desejar: Ela
5. Telefonar: Tu
6. Gostar: Vocês
7. Virar: Vós
8. Olhar: Tu
9. Começar: Eles
10. Adorar: Você
\
8 I
Indique as duas
a) Ela _______
Eu ,tiro.
Nós_______
O u tr o s v e r b o s
Ficar Trabalhar
Falar Levar
Visitar Conquistar
besejar Considerar
Gostar Ina usurar
Virar Tirar
Olhar Aproveitar
Começar Esperar
Adorar Passar
Telefonar Convidar
Apresentar Chegar
Comprar
7 I
¡ ^ ^ ■ 1 Coloque os verbos na form a conveniente.
1. V ocês_______ um carro novo.
2. E u ___
3. Nós
num a escola de ensino secundário. 
_ o m enino à escola.
4. Os senhores_______ a exposição num a galeria.
5. E la _______ dois meses connosco.
6. T u _______ um a fotografia ao pelourinho.
7. Você_______ o tem po dum a form a m uito útil.
8. A D. C la ra ________am anhã de manhã.
9. Ele _
10. Eu
_ na Rua de Portalegre.
. -te a m inha am iga Lola.
[Com prar]
[Trabalhar]
[Levar]
[Visitar]
[Passar]
[Tirar]
[Aproveitar]
[Chegar]
[Morar]
[A presentar]
form as que faltam . 
e) Vocês ___ Elvas. Pelourinho
Eles inauguram . 
Vós __________
b) V ós. Eles
c)
Eles moram . 
Você______
E u ________
Eu conquisto. 
Ela ___
Tu
Tu convidas. 
Vocês______
Você considera. 
Nós __________
d) Ela h) Eles
Vós esperais. 
E u _________
Tu cantas. 
V ó s_____
vinte e um 21
f&i
m&kà
Ç*XSèmi
ff, 
\ &
Diálogo
À entrada da Escola Secundária.
Encarregado de educação: Bom dia. Queria falar com o Director de Turma da minha filha. 
Funcionário: Qual é o seu nome?
I E. E.: Januário Teixeira. Moro na rua de Portalegre, aqui em Elvas e sou encarrega­
do de educação da Cláudia Teixeira, n° 6 do 10" ano, turm a B.
| Funcionário: Desculpe, não percebi qual a turm a; podia repetir?
E. E.: 10" ano, turma B.
Funcionário: Ah, sim. O Director de turm a ó o professor João Pereira. Pode subir; ele está
na sala de professores.
Ana: Vamos em bora, Lola. O m eu pai nao está disponível.
A c t iv id a d e
Numa festa de família 
encontravam-se:
1 av ô 1 so g ro 1 irm ã o
1 av ó 1 n o ra 2 irm ã s
2 p a is 4 filhos 2 filhas
2 m ães 3 n e to s 1 so g ra
2 filhos
Adivinha
Duas mães e duas filhas vão 
à missa com três mantilhas.
.filan fi a firílñ fi .aêrn A
Pai al to, 
mã e re d o n d a , 
f i lh o s p r e to s , 
n e to s b r a n c o s
O u seja, vinte e três p e sso a s ao 
to d o , d i r ão vocés. M as não! Só e s ta ­
v am sete p esso as. T ra tem d e e x p li­
ca r ao s co leg as co m o é q u e isto é 
p o ssív e l. N ão se e sq u eç am d o v erb o 
HAVER e d o s n ú m e ro s .
Adaptadu de H.E.Dudeney 
ir. "Amusements in mathematics"
Adivinha
.oMriiq o 3 firiniq £ .oiisrlniq O
v in te e d o is ( d u a s )
\ !ired< > Gutierres
Sousa
João Lopes 
Coelho braça
I.iiis
G raça
Gina M o re ira Alexandre M oreira lnês M e n d e s
2. O que é que o sr. M iguel e a D. Fátim a são à lnês? 
I*
3. A lnês tem irmãos? 
I*
4. Q uantos prim os tem? 
r» '
5. Q ual o estado civil do sr. Luís Graça? 
r* _______
6. Q uem é a tia da lnês? 
r*
7. E o tio? 
r»
8. O que é a D. Isabel ao sr. M iguel Coelho? 
r* '
9. Q uem são os netos do sr. Coelho e da D. Sofia? 
b
10. O que são esses senhores à D. Isabel? 
r*_________________________________
%
Siga la pista de los apellidos de esta familia y com pruebe que en portugués el 
orden es diferente al español, colocándose en primer lugar el 2a de la madre y en 
segundo lugar el segundo del padre. No obstante, al consultar cualquier base de datos, 
bibliografías, guías telefónicas, etc., busque por el segundo apellido, por el del padre.
Margarida M endes Paulo A lm eida
d a Luz G raca
M endes
Com base na árvore genealógica responda às pergun­
tas segundo o modelo.
Ex.:Quem sao os bisavôs da Inés?
I* Os bisavôs da lnês são o sr. Paulo Graça e o sr. José Coelho. 
Q uem são os avôs da lnês? 
b_________________________________________________>
José P e re ira Virgínia T rin d ad e 
Coelho Lopes
Sousa
Rui Tavares 
F e rre ira
David G raça
test»
i*
8*
É¡
Formas de tratamiento
o senhor/a senhora 
o menino/a menina:
Equivalentes al español “usted” son formas usa­
das para designar un interlocutor desconocido 
que no posee ningún título académico o profesio­
nal. Son habituales en el dominio de las relaciones 
(restaurantes, tiendas, cafés, bancos, etc.). Llevan 
siempre el verbo en la 3a persona gramatical
O senhor (sr.) + nome próprio/apelido 
A senhora (sr”) (dona) + nome próprio
Son usadas en cualquier dominio de comunicación (excep­
to relaciones familiares). El uso de estas formas sólo se pro­
duce cuando ya se conoce el nombre del interlocutor por 
intercambios verbales anteriores.
O senhor + nome cargo/título 
O senhor doutor, o senhor professor...
Son formas usada, en el ámbito de las relaciones pedagógi­
cas o profesionales, cuando el interlocutor no se halla en 
posición de igualdad de cargo o título.
Doutor
Dr.
Engenheiro 
Arquitecto 
Capitão, etc.
nome próprio
Precediendo al nombre, equivalen tantoci 
al “Don” español como al “señor”. ^
Nós 
A gentei
U r L Son fórmulas de representación de un grupo del 
tisE |3 |cual el locutor considera que forma parte:
Onde é que a gente vai? 
n (“¿Dónde vamos?”)
^ 0 9 N ós, al igual que el esp. n o s o ­
tro s . exige que la concordancia se haga 
con la I a persona del plural. Pero A g e n te 
exige que la concordancia se haga con la 3 
persona del singular.
Doutor:
Se aplica en Portugal no sólo a los médicos, como en j r à 
España, sino a los doctores o licenciados por cual­
quier facultad universitaria.
En la escritura se distinguirá a los doctores, escrito 
con todas las letras (D o u to r ) de los licenciados, ~ 
escrito en abreviatura (Dr.).
i locutor se refiere a si mismo usando eu (suje­
i t o del verbo en la I a persona del singular), pudien- 
t do substituirla por las formas de complemento me
mi / y mim.
— :-■■■ " en intercambios familiares algunos 
'/Ip a d re s , tíos o abuelos se dirigen a hijos, sobrinos o nie- 
— I tos utilizando las formas pai, tio, avô, etc., refiriéndo-
I I se a sí mismos:
/ [El padre al hijo]: Ficas aqu í com a m ana que o p a i 
\ I volta logo. (“Te quedas aquí con tu hermana que yo vuel- 
' ■*> vo enseguida”).
Recuerde que en portugués el pronombre eu suele prece­
der a todos los demás, sin que sea considerado una falta de 
educación.
Ele, ela, eles, elas
Se usan para personas, animales o cosas visi­
bles en el momento de la enunciación. Usa-S 
dos de este modo para personas (que escu-' 
chan en el momento de proferirlas) connotanl 
mucha familiaridad. En estos casos, las formas 
menos familiares para referirse a personas que escuchan 
son: o + nome próprio, o se-nhor + cargo/título, etc.
O p a i, o avô, etc.
son usadas en el ámbito de las r e la c io n e s f a m i l i a r e s
de hijo a padre, de nieto a abuelo, etc., aunque en muchas 
familias se haya generalizado ya el uso del tu, indepen­
dientemente de la relación de parentesco. De no ser así, es 
posible que el tu aparezca de padres a hijos, pero no al 
revés.
Por otro lado, el pariente más joven puede también diri­
girse a los mayores haciendo uso de la forma você y vice­
versa.
i
O + nome próprio/apelido 
A + nome próprio
O Andró já concluiu relatório?
“Ya has acabado el informe,Andrés?”
“¿Ya has leído este libro, López?”
Esta fórmula es utilizada en cualquier dominio decomunica­
ción (excepto relaciones familiares), independientemente de 
que el interlocutor tenga o no un cargo o título. Es un trata­
miento frecuente entre individuos de la misma edad y catego­
ría social entre los que hay cierta amistad y/o confianza.
A menina + nome próprio
Es usado en cualquier dominio de comunicación (excepto 
relaciones familiares) para referirse a señoritas. El uso de esta 
forma también sólo se produce cuando ya se conoce el nom­
bre del interlocutor por intercambios verbales anteriores.
A malta
Es usado para designar un conjunto de perso­
nas, generalmente jóvenes, que se identifican 
por algo que tienen en común.
Vossa Excelência (V.Exa)
Se aplica a individuos de cierta categoría social, sin títulos 
académicos o de otra índole (o desconocidos) 
a los que se quiera demostrar respeto. Es fór­
mula usual ampliamente utilizada en la corres­
pondencia oficial y comercial.
Es reservado en portugués para Reyes, indivi­
duos de la alta nobleza y para dignidades ecle­
siásticas a partir de obispos.
Dona (D.)
 .En cambio, sobre todo en las ciudades, se utiliza
"para mujeres de clase social bastante modesta y cuyos 
maridos son tratados simplemente por senhor. Obsérvese que 
a las mujeres de categoría más elevada se les trata por Senho­
ra D ona (Sr“ D").
vinte e quatro
Complete o quadro com os graus de parentesco utilizan- 1 2 I Responda às seguintes perguntas u tili-
do o artigo definido e o possessivo segundo o modelo: zando c á e lá segundo o modelo.
Ex.: Ficas em Lisboa dois ou três dias? 
P* Eu f ic o lá ( d o is d ia s ) .
4. Vocês vão à piscina às quatro? 
P* S im ,____________________
5. Vós estais cá às duas horas? 
P* N ã o ,__________________
1. Eu vou à fábrica todos os dias. E a Júlia?
I* E la _______________________________________
2. O teu m arido trabalha em Eivas? 
b S im ,______________________________________
3. Tu m oras aqui em Eivas?
P> S im ,______________________________________
paí
Complete com os verbos se r e te r segundo o 
modelo.
Ex.: E u/18 anos/secretária/so lteira .
P" E u íe n h o d e z o i to a n o s , s o u s e c r e tá r ia e so u 
so lte ira .
1. Eu-ela/36 e 32 anos / professores / m arido e mulher.
P>___________________________________________________
2. E la/21 anos/recepcion ista /m eu cônjuge.
I*___________________________________________________
3. Tu/35 anos/arqu itec to /separado .
P*____________________________________________________
4. Você/67 anos/barbeiro /v iúvo .
I*___________________________________________________
5. E le/47 anos/advogado /d ivorciado .
r»___________________________________________________
6. E les/24 anos/cabeleireiros/casados.
I*___________________________________________________
7. Vocês/29 e 26 anos/ jornalistas/casal.
r*__________________________________________________
Introduza as preposições e os artigos (con­
traindo, se necessário) e coloque os verbos na 
forma adequada.
a) ____ centro ____ cidade ____ (haver) praça
m uito g ran d e . (ser) Praça Maior.
b ) m inha c a s a (ficar) p é um jar­
dim. (ser) ja rd im Alamedilla.
c ) ____ bairro o n d e (m orar) m eu irm ão ____
(ser) m uito tranquilo, ____ (ficar) arredores
 c id ad e , zona residencial.
d ) cu n h a d o Isab e l (ser) d e aldeia
p e r to P orta legre . cen tro a ld e ia____
(haver) chafariz e quiosque.
Ex.: Avô: O meu avô. / Avô: O meu.
1. fc__________ avó.
2. Sogro: 1».
3. Neta: P*_
4. I*______________ pai.
5. Filha: I*___________
6. P*__________marido.
7. Tia: P<
8. P*________sobrinho.
9. Cunhada: I*
10. f*____________genro.
11. M adrinha: P*_______
12. P*_________afilhado.
13. Prima: P*___________
14. P*___________irmão.
vinte e cinco 25
s.
Sí
rs
Responda de form a negativa segundo o modelo.
Ex.: Você tem um cão?
1. O senhor é português?
2. Tu m oras em Évora?
3. A senhora fica em Lisboa?
4. Você trabalha na vila?
5. Tu tens sobrinhos?
6. Essa rua fica na periferia?
f* Não, eu não tenho um cão.
r* N ão ,_______________________
r* Não, _ 
r* N ão ,. 
I'* N ã o ,. 
r* N ão,. 
I* Não,
x * ]
1. Eu _
2. Ela _
Complete o texto com as form as adequadas do presente 
do indicativo dos verbos s e r e te r .
. casada ,. trinta anos e . duas filhas.
 aulas todos os dias.
3. E iv as_______ um a cidade fronteiriça.
4. ________o casal Pereira e ________ três filhos. Eu . qua­
renta e oito anos e a Clara
5. E les_______ portugueses e .
solteiros.
. quarenta e quatro, 
três filhos. Os três .
17 I1 Apresente a sua família segundo o modelo.
Ex.: A n a /irm ã/e stu d an te . I* Esta é a Ana. É a minha irmã. Ela é estudante.
1. João /pai/p rofessor. f*
2. C lara/m ãe/enferm eira . I*
3. A n tón ia /tia /hospedeira . I*.
4. C arlos/sobrinho/polícia . P*.
5. A lexandra/afilhada/escrito ra. IV
A c t iv id a d e C l ü
Faça perguntas aos colegas e responda às que fizerem acerca do nome, profissão, idades, etc. dos seus parentes.
vinte e seis
n m tm tm m rn á o
Agora já sabe:
• Pedir para identificar um a pessoa: Como 
é que se chama ?
• Identificar um a pessoa: Chama-se Raquel 
e é enfermeira.
• Pedir inform ação pessoal: Sabes falar 
inglês?
• Responder afirmativamente: Sei, sim.
• Responder negativam ente: Não , não sei.
• Trocar inform ações: — Quantos anos 
tem? — Tem 25 anos.
• Cham ar a atenção do interlocutor: Des­
culpe! Faz favor!
• P erguntar onde fica um lugar: Onde 
ficam os correios?
• Indicar que não percebeu: Desculpe, não 
percebi bem.
• Pedir a alguém para repetir algum a 
coisa: Podia repetir, por favor?
• Indicar trajectos: Vira à direita e segue 
sempre em frente.
• Agradecer: Muito obrigado, sim?
• Reagir a agradecim ento: Não tem de quê!
E aprendeu o seguinte 
vocabulário:
• Parentesco:
Pai, mãe, filho, irmão, irmã, 
tio, tia, primo, prima, cunha­
do, cunhada, avô, avó, genro, 
nora...
• Idiomas:
Inglês, francês, italiano.
• Locais de trabalho:
Escola, escritório, fábrica, faculdade, farmácia, galeria, 
hospital, loja, restaurante, universidade.
E de gramática aprendeu:
• Artigos indefinidos: um, uma, uns, umas.
• Contracções de prep. + art. indef.: dum, duma, num, 
numa...
• Dem onstrativos variáveis: este, esse, aquele...
• Dem onstrativos invariáveis: isto, isso, aquilo.
• Contracções de prep. + dem onstrativos: deste, desse, 
daquele, neste, nesse, naquele, àquele, àquela, àquilo, disto, 
disso, daquilo, nisto, nisso, naquilo.
• Advérbios de lugar: aqui, aí, ali, cá, lá.
• Presente do indicativo da I a conjugação (-ar).
• Verbos: haver, descer, estar, seguir, subir.
• Léxico da aula:
Professor, aluno, afia­
deira, borracha, cader­
no, caneta, dossier, 
esquadro, exames, 
lápis, livro, pasta, 
régua, turma.
• Infra-estruturas da 
cidade:
Praça, rua, arredores, 
centro, bairro, jardim, 
Sé, aqueduto, Câmara 
Municipal, Posto de 
Turismo, Castelo, 
Correio, café, chafariz, 
igreja, Pelourinho, 
Museu, cruzamento, 
largo.
vinte e sete
X 
Jl
Objectivos
Perguntar e dizer as horas.
Fazer uma reserva num restaurante.
Pedir e dar informação sobre refeições, preços e serviços.
I
i n iimi iiniiiiiii Bammsmm*
Áreas gramaticais e estruturas 1
Possessivos: meu, teu, seu, nosso, vosso, dele.
Interrogativas de confirmação.
Pronomes interrogativos: quanto, qual/quais, quando, 
quê.
I Numerais cardinais: 100 -1.000.
Numerais ordinais: 0 -12.
Regras de formação do feminino.
I Grafia das vogais e dos ditongos.
Indefinidos: algum(a), tudo.
Preposições: sem.
Advérbios: só.
Adjectivos: amável, antigo, compatível, idoso, novo, 
palerma, pequeno, preto, simpático.
Locuções adverbiais: com certeza, por vezes.
Locuções prepositivas: perto de, por volta de.
Presente do indicativo dos verbos: achar, arranjar, par­
tilhar, procurar, costumar, cozinhar, gostar (de), 
conhecer, preferir, dar, fazer, poder.
Perguntar e dizer as horas: — Que horas são?;
— São dez horas.
Pedir opinião: ..., Nao achas?
Expressar opinião: Acho uma ideia óptima.
Estabelecer relações de posse:O meu país é Portugal. 
Certificar-se: Não é (verdade)?
Enfatizar uma resposta: Se são!
Pedir licença para passar/entrar: Posso entrar?
Reagir a pedido de licença: Podes!
Pedir desculpa: (Ai), desculpe!
Reagir a pedido de desculpa: Não f a z mal!
Agradecer: ÍMuito) obrigado(a) (sim?).
Reagir a agradecimento: (De) nada/Não tem de quê. 
Perguntar por gostos e preferências: Quais os teus p ra ­
tos preferidos?
Exprimir preferência: Prefiro os doces.
Falar de hábitos do quotidiano: Levantamo-nos habitual­
mente ãs 8 horas.
Confirmar perguntando: O senhor é estrangeiro, não é?
}0) V o c a b u l á r i o ©
A Casa: 1) Exterior.
2) O quarto.
As horas.
Objectos de uso pessoal.
vinte e nove 29
Diálogo
JosSá
fíi
Lola entra na sala de jantar com a toalha de m esa e os pratos.
Lola: Ai, desculpe. Não sabia que estava a trabalhar.
Dr. Pereira: Não faz mal!
Lola: Posso entrar? Ia pôr a mesa.
Dr. Pereira: Podes, podes... Então, Lola, estás a gostar de estar connosco?
Lola: São todos m uito am áveis comigo, dr. Pereira. Sinto-me m uito bem.
Dr. Pereira: H á grandes diferenças entre a nossa com ida e a vossa?
Lola: Há, há algum as diferenças, m as a D. Clara cozinha m uito bem. Eu prefiro carne, mas ela faz uns pratos
de peixe deliciosos. Aos horários das refeições é que ainda não m e habituei bem.
Dr. Pereira: Então como são os vossos horários?
Lola: De m anhã tom o o pequeno-alm oço às 8 horas e almoço por volta das três horas. Por vezes lancho ao
fim da tarde e janto lá para as dez.
Dr. Pereira: E quais os teus pratos preferidos?
Lola: Gosto m uito do vosso bacalhau dourado e de feijoada. Mas prefiro os doces. Sou m uito gulosa.
Dr. Pereira: Não adm ira. Cá os doces são excelentes, não é verdade?
Lola: Se são! São deliciosos!
p 0 s s e 5 S í 0 s
possuidor
Um
objecto
Vários
o b j e c t o s
Mase. Fem. Masc. Fem.
Ia pes eu m eu m inha m eus minhas
o
2a pes. 
2- pes.
tu teu tua teus tuas
você
seu sua seus suas•«—
co 3a pes.
o senhor 
a senhora
V
o
Ppes nós nosso nossa nossos nossas
2- pes. vocês vosso vossa vossos vossas
H 3a pes.
os senhores 
as senhoras seu sua seus suas
El port. no posee, como el esp. formas 
diferentes según el pronom bre sea adjunto 
(= adjetivo determ inativo) o absoluto:
O m eu livro é verde.
Este livro é m etí.
PE RO cuando funciona como adjetivo va 
precedido de a f t l í l i l o . También puede 
llevarlo cuando funciona como pronom ­
bre, pero entonces la atención, al igual que 
en español, recae sobre el objeto poseído y 
no sobre el poseedor:
Este livro é o m eu .
A No es obligatorio el uso del artículo con 
los nom bres de parentesco:
Ontem encontrei tua irmã na rua.
'£ Se omite cuando el adj. posesivo form a 
parte de un tratam iento o de un vocativo: 
Meu Capitão.
Digo-lhe, meu caro amigo,...
Se omite m uchas veces con la palabra
casa:
Vou a tua casa / vou à tua casa.
l._
2 . .
3._
4..
5._
6._ 
7.
10 .
Eli perco tudol Ando sempre à 
procura d e a lgum a coisa...
Ex.: D a m in h a p u lse ira .
_______ óculos!
_______ ag en d a!
_______ g u ard a -c h u v a !
_______ chaves!
_______ p o rta -m o e d a s!
_______ caneta!
_______ ca rtõ es d e créd ito !
_______ carteira!
________afiadeira !
_______ relógio!
No se usa en algunos grupos fraseológicos, como por ejemplo:
Por minha vontade..,
Em minha opinião...
Em meu poder...
Em meu nome..., etc.
% Para no confundir los poseedores de 3a pers. (+ 
formal) y de 2a pers. (- formal) con el poseedor de 3a 
pers. ausente, el port. tiende a usar en estos casos la 
form a analítica dele, déla, deshaciendo de este 
m odo la am bigüedad que el esp. resuelve añadien­
do al "su" o "sus" "de usted" o "de ustedes" cuan­
do se aplican para la segunda en fórm ulas de corte­
sía.
La forma seu, cuando el poseedor se halla pre­
sente, indica u n trato (+ formal), si se refiere a ola senhor(a) y a un trato 
(- formal) si se refiere a você.
■Ss- El port. prescinde del posesivo siem pre que la idea de posesión se 
subentienda perfectam ente, realizando entonces su función el artículo 
o u n pron. pers. com plem ento indirecto:
Elafoi com o pai (= con su padre)
Limpei a cara à toalha.
Reconheço-lhe os méritos.
30 -4$^ trinta
O dr. Pereira pensa unicamente...
Ex.: Na sua escola.
1. I*
2. I*
I*
I*
I*
r*
i*
i*
i*
. trabalho!
. voz!
. filhos!
. gravatas!
. alunos!
. mulher!
. carro!
. camisas! 
clube de futebol!
10. I* . amigos
Luís, nós vamos à piscina! Traz..
Ex.: A tua touca.
I*
r*
r*
i*
i*
calção, 
creme solar, 
chapéu de sol. 
toalha, 
bola.
óculos de sol.
H M eninos,esqueçam irem as malas e não se ie meter...
Ex.: Os vossos cadernos.
1. I*
4 r*
5 I*
6. r*
7. I*
8 .
9. r*
ténis! |
camisas!
livros!
------------- bola!
dicionário!
io. r*
. calças!
. escovas de dentes! 
. pentes!
. cintos!
■ Complete com m e u (s ) , n tin h a (s).
Ex.: O meu país é Portugal.
1. A_ 
2 . 0 .
3. O .
4. A_
5 . 0 . 
6. A_
7 . 0 .
8. A_
9. A_ 
10. O .
. língua é o português.
El posesivo, dependiendo de la entonación, 
presenta a veces un valor afectivo:
Meu aldrabão! (= ¡Mentiroso!)
Y otras u n valor recriminatorio:
Seu pateta! (= ¡Tonto!) 
Seu estúpido! (= ¡Estúpido!)
Como en esp., el posesivo se utiliza tb. para 
designar valor y cantidad aproximada:
O Avô tem os se u s 90 anos.
El posesivo norm alm ente precede al nombre, 
pero a veces va detrás, sobre todo si el subst. 
va precedido de u n artículo indefinido o de 
un demostrativo:
E um m eu amigo / E um amigo m eu.
Aquele se u amigo é muño esperto 
Aquele amigo se u é muño esperto.
_ nom e é Pedro.
. filme preferido é "M atrix".
. irm ã é a Ana.
_ perfum e é Chanel n° 5.
. estação favorita é o Outono.
_ pai é professor.
. irm ã é enfermeira.
. sobremesa preferida é a sericaia.
_ irm ão anda na Escola Secundária de Elvas.
Palavras afectuosas 
m in h a (s ) .
com m e u ( s ) e
amor!
bem!
flor!
caros amigos! 
filhinha! 
ilustres colegas! 
tesouro!
distintas senhoras!
Palavras depreciativas com m eu , m in h a , 
s e u , s u a (várias possibilidades).
. estupor!
. pateta!
. estúpida!
. ignorante! 
. atrasada!
. palerma! 
burra!
. parvo!
trinta e um
G
¡MU
p
a
O
t o
\a 
\A
O 
O
‘« C
CU
o
cy
Tem 
horas? ^ 
Dizia-me as horas, 
por favor?
Tem horas que me 
diga?
Podia dizer-me as 
horas, por 
\ . favor?
f São '
vinte para as 
V cinco. > São duas horas
São nove horas
meio-dia.
São sete horas.
R elógio de:
pulso, de parede, 
de sol, de areia, 
de quartzo...
São cinco horas.
A p re n d a a lg u m as exp ressões:
• H ora de ponta.
• A horas.
• Em cima da hora (= na hora exacta).
• Fora de horas (= a desoras).
• Fazer horas = entreter-se, ocupar-se
em algum a coisa.
s a o
Indique por extenso as horas dos seguintes relógios.
trinta e dois (duas)
9 I
| Descreva
Segunda-feira
10h/12h. 
Preparar a viagem 
a Lisboa. 
12h30/13h. 
Lavar o carro.
14h/14h45 
Almoçar com 
a família.
Terça-feira
7h30/7h45 
Tomar o 3)
pequeno-almoço. 
8h /13h 
Dar aulas. 
17h/18hl5 
Jogar ténis.
5)
Qoerí<íoy palŝ
Estou multo con+en+e por estar em 
casa da Ana» Payyatooy ur)s dias for- 
mldávels. Levantamo-nos habitual­
mente às 8 horas, toiviaivioy urvt 
duche, arroitoaitaoy o quarto e toMa* 
y\os o £e<?oeno-a(itooço às 8h*f5.
Ày 9h?0 saímos e v̂ aiv>oy \dyftar a 
cidade oo a(?oivia ex^oyíçao. 
A{(v>oça(v>oy à utoa ^ora, Vetooy oiv» 
pouco de televisa o e às Vh vamos 
até à piscina* Lanchados às 5h?0 e 
às ThlS vatooy para casa. Jantamos 
às 8h e umas vezes yaítooy para 
toldar oiv> café, oo+ray ficamos em 
casa a ver televisão ou a conversar. 
Peltamo-nos por volta das 11h?0. 
Tenho-me divertido itooi+o e aprendi- 
do ivíof+o português.
Orv> beijo da Lola.
P.S.: Escrevo em portugués para 
treinar f a c e to a exKeyyao escrita.
Ex.: 7h45:
llh35:
Faltam
12h30:
Faltam
23h55:
Faltam
13hl5:
Faltam
7h44:
Faltam
Transcreva a hora segundo o modelo.
I* São sete horas e quarenta e 
cinco minutos.
I* Falta um quarto para as oito.
r * _____________________________r * _____________________________
I* _____________________________
I* _____________________________
r * _____________________________
r * ___________________
r» ___________________
r * ___________________
i*
1 1 1I Indique o que fa z a Lola habitualmente. 
Ex.: I* Levanta-se às 8h.
as actividades do dr. Pereira.
Ex.: O que é que o dr. Pereira vai fa zer na segunda-feira?
Das dez horas ao meio-dia, ele vai preparar a viagem a Lisboa.
A c t iv id a d e
Escreva uma carta a um familiar ou a um 
amigo, contando o que faz habitualmente.
trinta e três
ap
ep
pi
ji
A c t iv id a d e C i
Fotocopie e destaque o relógio e os ponteiros. Com ajuda de um percevejo col 
ponteiros no centro da esfera. A seguir desloque os ponteiros, fazendo o exer 
pares de acordo com o modelo:
P.: Que horas são?
R«*
. . . ' Diálogo
Dr. Pereira: 
D. Clara: 
Dr. Pereira:
Clara, qual o núm ero de telefone do restaurante onde costum am os ir? Dom ingo a Lola faz anos e 
podem os fazer-lhe um a surpresa, não achas?
Acho um a ideia óptim a. Aqui está: 268 62 45 93
Está? É o senhor M arques? Bom dia. Fala o professor Pereira. Pode reservar-m e um a m esa para seis 
pessoas para o almoço de domingo?
Sr. Marques: Com certeza. Para que horas?
Dr. Pereira: Para a um a. Nesse dia têm bacalhau dourado e açorda de marisco?
Sr. Marques: Temos sim. Como são as especialidades da casa tem os sempre. E são as entradas habituais, não são?
Dr. Pereira: São, sim. Então até dom ingo à um a hora.
Sr. Marques: A té dom ingo e m uito obrigado.
I n t e r r o g a t i v a s de c o n f i r m a ç ã o a f i r m a t i v a s
Eu sou não sou?
Tu és não és?
Você é não é?
Ele/E la é não é?
O /A senhor(a) é não é?
Nós somos não somos?
Vocês são não são?
Eles/Elas são não são?
O s/A s senhores (as) são não são?
Pergunte aos colegas os números dos tele­
fones úteis que se seguem.
CP/218764523
Pergunta: Qual é o núm ero de telefone da CP? 
Resposta: O núm ero de telefone da CP é dois, 
um, oito, sete...
1. Farmácia (serviço permanente)/215420671.
I*_____________________________
2. N úm ero Nacional de Socorro/112.
r*_____________________________
3. Cruz Vermelha Portuguesa/217783003.
I*_____________________________
4. SOS Crianças/217931617.
I*_____________________________
5. Bombeiros Voluntários de Lisboa/213422798.
I n t e r r o g a t i v a s de c o n f i r m a ç ã o n e g a t i v a s R e s p o s t a
Eu 
Tu 
Você 
E le/E la 
O /A senhor(a) 
Nós 
Vocês 
Eles/Elas 
Os /A s senhores (as)
nã< sou
11 ã és
não é
não é 
não é ...
; üo somos
são
não são
n ão são
pois não? Não!
6. GNR Evora/266221178.
r»________________
7. PSP B arreiro /212076543.
8. TAP Aeroporto/218415000.
r*__________________
9. Rádio Táxis de L isboa/ 
213155061.
h*__________________
10. Informação m eteorológica/ 
151.
Sou!
nao es
trinta e cinco
U
nidade 
3
In variáveis
Que
O que
Quem
Onde
Quando
Como
Quanto Quarta Quartcs Quartas 
Qud Quais
O que
Qual
Quem
Onde
Quando
Quanto
Como
► + VERBO
Que
Qual, quais 
Quanto(-a) 
Quantos(-as)
% Las form as del pronom bre interrogativo coinciden con las del relativo (V éase 
u n id a d 14, pág in a 196).
Los interrogativos gue incluyen que son siem pre átonos cuando se usan en el 
inicio de la frase y tónicos cuando se utilizan en el final de la frase o en frases 
elípticas constituidas sólo por el pronom bre:
O qu e é q u e ele disse?
Ele d is se o q u é ?
% Los interrogativos que no poseen en sus form as que son únicam ente tónicos en 
cualquier posisición de la frase.
Frecuentem ente los pronom bres interrogativos son usados en las exclam acio­
nes, asum iendo variados m atices afectivos:
Q ue in o c ên c ia a d a q u e la rapariga!
%■ Estos pronom bres son frecuentem ente reforzados, sobre todo en la lengua 
hablada, por la expresión enfática í que, situada siem pre antes del verbo que 
acom paña al pronom bre:
Q u a n to s livros é q u e com praste?
% Después del interrogativo qual a veces se om ite el verbo:
Q u a l a su a profissão?
+ N O M E
Faça as perguntas correspondentes às respostas que se 
seguem.
Ex.: Onde estudam os seus filhos?
f* Os m eus filhos estudam em Elvas.
1. I*__________________________________________________?
Os m eus pais m oram em Portalegre.
2 . I*_____________________________________________________________________________ ?
A m inha irm ã tem 21 anos.
3. I*__________________________________________________ ?
As festas de Cam po Maior são em Setembro.
4. 1*__________________________________________________ ?
Eu quero tom ar um a água sem gás.
5. D*__________________________________________________ ?
Eu vou à piscina com vocês.
6. I*__________________________________________________?
Eu gosto mais daquele.
7 . r » _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ?
Todos os dias eu vou à escola a pé.
Responda às perguntas segundo o modelo.
Faça perguntas compatíveis com as res­
postas.
í. r * _____________________________________
Sim, o elevador está avariado.
2. r*____________________
A família Pereira m ora em Elvas.
3. r*____________________
Aqueles rapazes são os am igos do Pedro.
4. I* _____________________________________
O Luís tem dezassete anos.
5. I* _____________________________________
Para beber queremos água com gás.
Ex.: Qual é a profissão do sr. Alves? (contínuo/com petente). 
I * Ele é contínuo. É um contínuo competente.
1. Onde trabalha a m enina Dulce? (hospital/excelente)
r*________________________________________
2. Onde fica essa rua? (subúrbios/perigosos)
I*________________________________________
3. O que é que o Luís comprou? (relógio/de ouro)
h*________________________________________
4. Quais são os ténis da Ana? (estes/m odernos)
r*________________________________________
5. A que horas chega o comboio? (7h25 / rápido)
36 trinta e seis
(eu)
Dar Fazer Poder
dou faço posso
(tu)
(você)
dás fazes podes
; (ele, ela) ^ dá faz pode ;
(nós) dam os fazemos podem os
|vós] (vocês) dais fazeis podeis
(eles, elas) ^ dão fazem podem
'¿1
Preste atenção às preposições sublinhadas e 
encontre a pergunta correspondente às seguin­
tes respostas.
Construa perguntas com os elementos de A e B .
B
. vam os fazer à tarde?
. trabalha o dr. Pereira?
. é que m anda aqui?
. é que se chama a irm ã do Luís?
. ela faz em Portugal?
. irmãos tem a Ana?
. é que vais no próxim o fim-de-semana? 
. é a tua casa?
. é que são os concursos?
. raparigas há na tua aula?
Ex.: Eu vou com a Ana. I* Com quem é que vais?
1. F» ____________________________________ ?
Eu escrevo aos amigos.
2. I* ______________________________________________ ?
Ela pode contar com os irmãos.
3. I* ____________________________________ ?
Nós falamos da m ãe da Lola.
4. I* ____________________________________ ?
Nós sabemos a notícia pelo director.
5. I* ____________________________________ ?
Eles estudam em casa.
6. f* ____________________________________ ?
Eles pagam com um cheque.
7. I* ______________________ ?
Eles vão passar férias para o Algarve.
Responda às perguntas com frases negati­
vas segundo o modelo.
H B f a
I Responda às perguntas com frases afirmativas
segunao o modelo.
Ex.: Você janta hoje em casa? 1* Ja n to , sim. 1.
1 O senhor podi estar cá às 8h? 1* . sim.
2.
2 Tu ¡/es sem pre o trabalho de casa? r* , sim.
' Tu s aulas de português? r* , sim. 3.
4 Vocês \ erifií , m a pressão dos pneus? i* . sim.
4
5. . m - fa /e r o exercício em grupo? r* . sim.
6 Vocês fazem a instalação? > . sim. 5.
~ Eles dão o teste à professora? t* . sim.
6.
Ex.: Ó Ana, p o d e s chegar aqui um 
momento?
I* Não posso, não.
f* N ã o . 
A inda c 
r* N ã o . 
Vocês a 
N ã o . 
Vós trai 
r* N ão . 
Vocês d 
h* N ã o . 
Eles faz 
f* Não
nao.
_, nao.
, nao.
_, nao.
_, nao.
nao.
Relacione perguntas e respostas.
7. Eu posso entrar em casa à meia-noite? 
I* N ã o ________________ , não.
a) G o s fa s da l+ á(la?± 1. Claro, eu sou alemã.
b) Você é espanhola? 2. Sei lá, eu nãopercebo.
c) O que é isso aí? 3. Não, ela m ora em Beja.
d) O que é que ela faz em Portugal? 4. Sim, conheço França, Espanha e Portugal.
e) Você tem irmãos? 5. Não, não sou. Sou mexicana.
f) Conheces a Europa? 6. É um livro. i
g) O que é que ele diz? 7. Tenho, sim. Tenho duas irmãs.
h) Você tem am igos em Lisboa? ^S .G oy+o, eu adoro /e n e z a .
i) Você fala alemão? 9. Fia estuda português.
i) Ela m ora em Évora? 10. Tenho, sim. Eles moram na Ajuda.
trinta e sete
J*-"—V
íid
ad
e 
3
T e x t o
O Forte da Graça, construído no sécu­
lo XVIII, é uma obra prima da arquitec­
tura militar. Está no cimo do monte da 
Graça, um dos pontos mais altos desta 
região, obrigando à demolição de uma 
antiga ermida, mandada reedificar pela 
bisavó de Vasco da Gama.
O início da construção do forte data 
de 1763 e durante trinta anos aí traba­
lham numerosos homens e animais. 
Chegam a totalizar a dada altura 6000 
homens e 4000 animais. Destes, 1500
100 Cem (cento) . xnanr::-
900 Novecentos
200 Duzentos
1 .0 0 0 Mil. um milhar
300 Trezentos
2.000 Dois (duas) mil
400 Quatrocentos
10.000 Dez milOOLO Quinhentos
100.000 Cem mil
600 Seiscentos
1 . 0 0 0 .0 0 0 Um milhão
700 Setecentos
h-1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Um bilião
800 Oitocentos
transportam água.
Tem três corpos distintos e um fosso 
com cerca de 10 metros de largo.
Transforma-se em estabelecimento 
penal militar a partir de meados do sécu­
lo XIX. Está desactivado desde 1989-
Cem sólo se utiliza cuando va inm edia­
tam ente seguido por un substantivo: 
cem cadeiras; cem homens; 
o de una un idad de orden superior: 
cem mil; cem milhões.
En los dem ás casos se utiliza cento: 
cen to e quarenta.
Los números dois, meia dúzia, dez, cem, 
mil, seiscentos, milhentos (pop.) se uti­
lizan para indicar núm ero
S e t e \ in d e te rm in a d o :
M f t h õ e í , t r e - . í f f m ónios!' M ilhentas vezes 
ouvi eu a mesma 
coisa!
Vou dizer duas 
palavras. 
Contou-nos meia dúzia 
de anedotas.
z e n t o s e s e b e n t a 
e c i n c o M Í!» < j o a t r o * 
. c e n t o s e n o v ' e n t a y 
x e o í t o í /
. Al igual que en esp., el port. introduce la 
conj. copulativa entre las unidades v las dece­
nas. PERO el port. la introduce tam bién entre 
las centenas y las decenas.
C uando las centenas sean exactas 
(4.500), se introduce también la conjun­
ción entre las unidades de millar y 
las centenas (quatro m il e 
quinhentos).
38 trinta e oito
- .
p rim e iro (a )
s e g u n d o (a )
tere? ro(a)
qu arto (a)
q u in to (a )
se x to (a )
5 im o (a ) 
o tav o {a ) 
nono(a) 
d é c im o (a )
u n d é c im o (a ) o u d é c im o (a ) p rim e iro (a ) 
d u o d é c im o (a ) o u d é c im o (a ) se g u n d o (a ) 
d é c im o (a ) te rce iro (a ) 
d é c im o (a ) q u a r to (a ) 
d é c im o (a ) q u in to (a ) 
d é c im o (a ) s e x to (a ) 
d é c im o (a ) s é tim o (a ) 
d é c im o (a ) o ita v o (a ) 
d é c im o (a ) n o n o (a ) 
v ig é s im o (a ) , e tc .
I
•i;. En el cóm puto de los siglos y en la num eración de reyes y papas, 
son usados los ordinales, pero cuando el núm ero sea superior a 
diez, se utilizarán los cardinales, colocándose siem pre después. 
Así,
te rce iro século; século q u in to
P e r o
P e r o
Século d o ze (tb. décimo segundo). 
Carlos q u in to ; Paulo s e x to
Luís c a to r z e ; Pio d o ze 
SÉ> En las fracciones y núm eros quebrados, a partir de once es utili­
zado el sufijo "avos". _ J L _ quatro vinteavos 
20
22 I
| Escreva os seguintes números por extenso e vice-versa.
a) 139:1* _________________________________________
b) D uzentos e quarenta e cinco: f*
c) 961: I* _________________________
d) Q uinhentos e oitenta e seis:
e) 797: I* __________________
f) Oitocentos e cinquenta e três: I*
K) 322: f * ________
h) Novecentos e sessenta e oito: I*
i) 813:1* _________________________
j) Seiscentos e setenta e quatro: f*
23
Reencontre a ordem das frases que se seguem.
1. tenho / m esinhas /N o / quarto / cabeceira / 
duas / m eu / de.
Complete as seguintes frases segundo o modelo.
Ex.: Portugal (9.900.000). I* Em Portugal há (perto
de) nove milhões e novecentos mil habitantes.
1. Cabo Verde (341.607): f*_____________________
Angola (10.500.000): I*
São Tomé e Príncipe (128.000): 1*
Brasil (144.000.000): 1*
Guiné-Bissau (945.000): 1*
M oçambique (14.800.000): r*
2. Portalegre / pois não? / m oras / Tu / em / não. 
I*
3. 8h. / tomo / e / Eu / 7h.30 / às / levanto-me / às 
/pequeno-alm oço / o.
I*
4. Pereira / num a / é / m inha / pé /p race ta / ao / 
dr. / A / do / casa / pequena / da.
I*
5. data / século / da / O / dezoito / Forte / do / 
Graça.
r*
trinta e nove
Síntese da formação do feminino
Ah,
ah! Utn cavalo 
e or»a égua.
aluno > aluna
i, -essa, -isa:
hóspede > hóspeda; duque > duquesa 
conde > condessa; sacerdote > sacerdotisa
profeta > profetisa; poeta > poetisa
europeu > europeia
: judeu > judia.
5) -1, r, s, u, z + a: espanhd(a); leitcr(a) 
deus (a); peru(a); juiz(a)
M uitos subst. term inados em 'O 3+0100, 
cuja vogal tónica é [o] no m asculino, abrem 
no feminino em [D]:
im perador > im peratriz,***
actor > actriz
das seguintes maneiras:
■ana: irmão > irmã; sultão > sultana 
, -ona: leão > leoa; solteirão > solteimna
sogro sogra
porco porca
Cfr. unidade 5, página 63.
Formação do plural.
** M uitos perm anecem invariáveis.
*** A lguns term inados em ' d o r fazem o p lu ­
ral em -deira:
L avrador > lavradeira .
(Tb. lavradora).
ladrão > ladra; barão > baronesa 
tecelão > tecedeira; cão > cadela
avô > avó; rei > rainha; bode > cabra 
réu > ré; ilhéu > ilhoa; cavalo > égua, etc.
| Ponha as seguintes frases no fem in ino
1. O em pregado é estrangeiro.
•mea dos seguintes animais
 6. Peru: __
 7. Frango: __
 8. Pombo:____
 9. Pato: __
 10. Perd igão:__
1. Cavalo:
2. Bode:
3. Galo:
4. Carneiro:
2. Este em presário fala bem alemão.
3. Os funcionários públicos são competentes.
4. Esse m édico é um bom investigador.
Indique o género dos seguintes termos u tiliza n ­
do o, os, a, as.
( Re dar on?
sangue, 
nariz, 
sal.
postal, 
agá. 
xis.
costume, 
ensino, 
sorriso, 
diadem a, 
mel. 
quê. 
leite, 
lume. 
zê.
Açores.
. riso.
. croquetes.
5. O m eu irmao é director de um colégio.
garagem
viagem.
ponte.
águia.
6. Ele é um bom actor e um bom cantor.
7. O enfermeiro assistiu o nadador.
8. Aquele engenheiro construiu o bairro.
ongem. 9. Ele é solteiro e bom rapaz.
10. O professor de inglês é m uito exigente.
arvore.
valsa.
cútis.
ordem.
legumes.
40 4È quarenta
a) O colchão____
b) O candeeiro__
c) O travesseiro_
d) A alm ofada___
e) A colcha____
f) O guarda-fatos.
g) A fronha____
h) O despertador
i) O tapete____
j) A cruzeta____
1) As cortinas___
m) A cabeceira___
Escreva os números de 1 a 13 à fren te da palavra adequada
n)
o)
P)
q)
r)
s)
A cóm oda____
A m esinha de cabeceira_
O cobertor____
A gaveta____
O lençol____
Os pés da cama____
a) A p assad e ira___
b) O prim eiro andar
c) A jan e la___
d) O te lh ad o ___
Escreva os números de 1 a 18 à fren te da palavra adequada.
O predio
e) A v a ra n d a __
f) A á rv o re___
g) O ja rd im ___
h) A cham iné_
i)
í)
1)
m)
n)
A g arag em ___
O re lv a d o ___
A p o r ta ___
O gradeamento, 
O rés-do-chão _
quarenta e um
U
nidade 
3
Reúna as etiquetas duas a duas e faça frases como no e x e m p l o a
ideia óptim aSão todos m uito
b) I*.
c) r*
d) I*
e) r*
f) N
g) *
h) r*
i) r*
Preren+e do indicat ivo
V erbo C o n h e c e r
(eu) conheço
i- M conheces
- (você)
(ele, ela) conhece
(nós) conhecem os
fvós] (vocês) conheceis
(eles, elas) ^ conhecem
3 0 J
• Estas
• Esses
• Essa
• Aquelas
• Aquele
Faça as associações possíveis atendendo ao possuidor dado entre parêntesis e ao objecto possuído.
a) quadro [eu] 
r b) c a n d e e i r o [o senhor].^
c) tapetes [tu]
d) cadeiras [você]
e) mesa de cabeceira [elas]
f) espelho [tu]
g) relógio [D.Clara]
h) guarda-fatos [nós]
i) cómoda [eu] 
j) cama [casal Pereira]
1) alm ofadas [tu]
1. delas.
2. seo.
3. teus.
4. meu.
5. suas.
6. nosso.
7. tuas.
8. minha.
9. teu.
10. vossa.
42 quarenta e dois (duas)
Se escriben con e, pero se pronuncia [i] antes 
de la sílaba tónica, los subst. y adjs. que proceden 
de subst. term inados en -eio y -eia: 
aldeão, aldeola < aldeia 
candeeiro < candeia 
También se escriben con e antes de la vocal o del 
diptongo de la sílaba tónica los derivados de pala­
bras que term inan en é tónica:
galeão, galeote < galé
^ Las term inaciones -ear, -iar de los verbos se 
pronuncian igual. Para distinguirlos, tenga en 
cuenta que los acabados en -ear se relacionan con 
los substantivos term inados en -eio, -eia: 
aldear < aldeia, cear < ceia
Además, m uchos verbos en -ear tienen en el p re­
sente de indicativo las term inaciones -eio, -eia: 
clareio, falseio, guerreio...
y los acabados en -iar están relacionados con 
subst. de term inaciones átonas -ia o -io: 
ansiar < ânsia; odiar < odio.
En las sílabas finales el sonido [u] átono está 
siem pre representado por o: livro, tribo.... excepto 
algunos latinismos como bónus, ónus, virus, etc.
En m uchas palabras se usan indistintam ente 
los diptongos ou o oi:
ouro/oiro, louro/loiro.
Pero hay algunas en que sólo se em plea ou y otras 
en las que sólo se em plea oi:
doutrina, outro, ouvir /o ito , depois.
Com ufre un d iccionario .
âfe- La nasalización de las vocales es indicada por 
m antes de b o p y al final de la palabra, y por n 
en los dem ás casos:
zumbir, importar, algum,
La tilde (~)de nasalización se em plea en las term i­
naciones tónicas -ão(s), -ã(s) de las formas nom i­
nales y verbales, en las formas invariables y en las 
term inaciones átonas de los nombres: 
irmão, estarão, tão, Estêvão.
Tenga en cuenta que la nasalización en ã se con­
serva en los adverbios en -mente y en las palabras 
derivadas cuyo sufijo vaya precedido de la conso­
nante de unión -z-:
cristãmente, manhãzinha 
Se usa, además, en las terminaciones tónicas -ãe(s) y 
-õe(s) de las formas nominales y verbales: 
capitães, m ães, p õ es, fe ijões .
• n
MD
d)
9 .5 1 0 /
f) 11 .666 /
3 8 0 .2 2 7
h) 219 1
i) 5 8 3 .8 6 1 /
Ouça e repita.
, 2 19 100 777
1 6
j\
25 115 1.136
\ i o 26 211 5.391
1 13 27 316 t 76.225
k 1 6 50 347 380.337I 17 60 556 2.839.246
B 18
P * \jy óóò 13.955.212
quarenta e três % 43
c) 1 3 .9 9 2 .1 1 5 /
Grafías de las 
vocales y de los 
diptongos
Aprenda algunas reglas 
prácticas
33 I Complete utilizando o possessivo e o adjectivo 
correcto.
Ex.: O dr. Pereira tem um a mulher muito simpática, 
f* A mulher dele é muito simpática.
1. Tu tens um quarto muito pequeno, f * ________ _
¿SSs,
tesi,
V ¥ i
; i
2. Você tem um carro m uito caro. f* .
A
Bragança
3. Nós temos um professor de português mui to simpático.
4. Os senhores tem uma quinta mui to bonita, f*
5. Eu tenho um a bicicleta cinzenta, f*
6. Vocês têm um jardim mui to grande, f* .
Ela tem um avô m uito idoso, f*
8. Eles têm uma casa nova. f*
9. Eu tenho um rádio m uito antigo, f*
10. Nós temos um cão preto, f*
3 4 j
Faça perguntas segundo o modelo.
Ex.: As crianças correm pelo parque.
f* Por onde é que as crianças correm?
O Pedro bebe um sum o de laranja.
2. Eu leio o jornal.
r*
3. No dom ingo nós fazemos uma excursão a Évora.
4. A Lola aprende português.
I*
5. O carteiro traz o correio.
I*
6. Eles querem vender o carro.
Nós temos três filhos.
I*
E de gramática aprendeu:
Agora ja sabe:
Identificar-se ao telefone: Bom dia. Fala o professor Pereira. 
Fazer um a reserva num restaurante: Pode reservar-me uma 
mesa para seis pessoas?
Responder afirm ativam ente a um a consulta: Com certeza. 
Pedir a opinião de alguém: Podemos fazer-lhe 
uma surpresa, não achas?
Expressar opinião: Acho (penso, julgo, parece­
-me) uma óptima ideia.
Estabelecer relações de posse: O meu país é Por­
tugal.
Perguntar e dizer as horas: — Que horas são?;
— São dez horas.
Certificar-se: Não é (verdade)?
Enfatizar um a resposta: Se são!
P edir licença para 
p assa r /e n tra r: Posso 
entrar?
Reagir a ped id o de 
licença: Podes!/Pode!
Pedir desculpa: (Ai), 
desculpe!
Reagir a ped ido de 
desculpa: Não faz mal!
Agradecer: (Muito) obrigado(a).
Responder ao agradecimento: Não tem de quê.
Reagir a agradecim ento: (De) nada /N ão tem de quê. 
Perguntar por gostos e preferências: Quais os teus pratos 
preferidos?
Exprimir preferência: Prefiro os doces.
Falar de hábitos do quotidiano: Das duas horas ao meio-dia, 
ele vai preparar a viagem a Lisboa.
Confirm ar perguntando: O senhor é estrangeiro, não é?
• Possessivos: meu, teu, seu, nosso, vosso.
• Interrogativas de confirmação.
• P ronom es in terrogativos: quanto, qual/quais, 
quando, onde, quê.
• N um erais cardinais: 100 -1.000.
• N um erais ordinais: 0 -12.
• Regras de formação do feminino.
• Grafia das vogais e dos ditongos.
• Presente do indicativo. Verbos arranjar, partilhar, 
procurar, fazer, poder, dar, conhecer, achar, costumar, 
cozinhar, gostar (de), preferir, dar.
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• As horas:
Meio-dia, uma hora, um quarto, meia-noite, duas, 
três..., relógio, ponteiros...
• Num erais ordinais:
Primeiro(a), segundo(a), terceiro (a)...
• Léxico do exterior da casa:
Andar, casa, chaminé, garagem, gradeamento, janela, 
jardim, passadeira, porta, portão, rés-do-chão, telhado, 
varanda.
quarenta e cinco 45
Léxico do quarto:
Almofada, cabeceira, cadeira, cama, candeeiro, cober­
tor, colcha, colchão, cómoda, cortina, cruzeta, desper­
tador, espelho, fronha, gaveta, guarda-fatos, 
lençol,mala, mesa de 
cabeceira, pés da cama, 
quadro, tapete, travessei­
ro.
Adjectivos:
Afectuoso, amável, ava­
riado, compatível, com­
petente, delicioso, doura­
do, excelente, palerma, 
parvo, pateta.
Verbos:
Achar, chegar, colocar, 
completar, contar, costu­
mar, cozinhar, descrever, 
deslocar, destacar, levan­
tar-se, meter.
Unid de quatro
Objectivos
Felicitar alguém no di a do aniversário e agradecer as felicitações. 
Com parar pessoas, lugares e objectos.
Pedir nú ni restaurante.
Exprim ir opinião sobre com ida ou bebida.
' (.< í i leudos comun icativos
Pedir inform ação (interrogativa alternativa): Querem 
cerveja ou vinho?
Responder a pedido de informação: Para mim tanto fa z .
Formular uma petição: Eu quero uma talhada de melancia.
Exprim ir um a opinião: Este restaurante tem muito bom 
aspecto. / Se calhar!; sei lã!
Exprim ir preferência: Prefiro ãgua sem gãs.
R esponder dubitativamente: Não sei bem!
R esponder negativamente: Não! / Hum, hum !
Agradecer: Muito obrigada.
Reagir a agradecim ento: Ora essa!
Pedir para esclarecer: Pode explicar-me como é feito esse 
prato?
J0) V o c a b u l á r i o
As refeições. 
A limentos e bebidas. 
A casa 2: A cozinha.
A casa de banho.
Áreas gramaticais e estruturas S
Concordância do adjectivo com o substantivo.
Grau dos adjectivos e advérbios: comparativos de supe­
rioridade, igualdade, inferioridade: m ais... (do) que, 
m enos... (do) que, tanto (tão)... com o.
Indefinidos: algum (a), m uito(a), p ouco , bastante, 
nada, cada.
Numerais multiplicativos: duplo, dobro.
Numerais partitivos: m eio, m etade, terça parte.
Presente do indicativo dos verbos regulares terminados 
em -er.
Verbos: tomar, gostar (de), dizer, trazer, ler, ver, per­
der, querer, saber, valer.
Acento gráfico e outros sinais auxiliares da escrita.
Advérbios: atrás, frequentem ente, geralm ente, hoje.
Adjectivos: esperto, estreito, m agro, doce, m orno, 
quente, salgado.
quarenta e sete
T
T
n
ír
lí
ir
lf
* 
Á
B i á l o g ® 1
| Todos:
Lola:
Ana:
Lola: 
Luís :
Obrigada. Estou m uito conten­
te. Gosto m uito de ouvir este grupo musical. A Teresa Salgueiro tem ; 
a voz mais cristalina que eu conheço. E um grupo espectacular!
E hoje tam bém vam os todos almoçar fora. O m eu pai já fez um a ; 
reserva num restaurante m uito bom.
M uito obrigada. Vocês são m uito queridos.
O raessa! Não tens nada que agradecer! Já fazes parte da família!
Parabéns a você 
Nesta data querida 
Muitas felicidades 
Muitos anos de vida
Hoje é dia de festa, 
Cantam as nossas almas. 
Para a menina Lola 
Uma salva de palmas.
Lola faz anos e os amigos têm um a surpresa para ela. Logo 
m anhã oferecem-lhe um disco dos M adredeus e cantam -lhe os
parabéns:
G r a o ç/ o a 4 e V 0
Gomparatho de superioridade Comparativo de igualdade Comparadlo de inferioridade
■ Mais + Adj. + (do) que 
0 João é mais alto (do) que o Luís.
Tão + Adj. + como/quanto 
O João é tão alto como/quanto o Luís.
Menos +Adj. + (do) que 
O João é m enos alto (do) que o Luís.
Casos especiais S u p e r a t i V o
Absoluto Relativo
Sintético Analítico
bom m elhor 
mau p io r 
grande m aior
EstudiosíssimoMar.'
fácil > facílim o 
difícil > dificílimo 
pobre > paupérrim o Muito estudioso
pequeno m enor Casos especiais Bem “
O m enos estudioso.
alto superior 
baixo inferior
^ ' Quarr
bom óptimo 
mau péssimo 
grande m áxim o 
pequeno m ínim o 
alto supremo 
baixo ínfim o
Bastante “ 
Etc.
t/o roüfrer a «/ata 
</ o a n lv ersá rio i) os 
c o fe ja s nao perca a 
\ocasião para (he* c a n ta r / 
s i P a ra b én s a Você'.
C uando se com paran dos términos o dos cualidades, el uso de que
o do que es indistinto:
A D . Ana é mais idosa (do) que o marido.
PE RO cuando el segundo elem ento de la com paración es un verbo es 
obligatorio el uso de do que (al igual que en español "de lo que"): 
Isto é mais difícil do que eu pensava.
El uso de tão...como del com parativo de igualdad es semejante al 
del español "Tan...com o". N o obstante, cuando se hace una com­
paración entre dos cualidades aplicadas a un m ism o térm ino es 
posible la utilización indistinta de como y quanto:
A Mariazinha é tão bonita como/quanto elegante.
% A veces el segundo térm ino de la com paración puede ser in trodu­
cido por que nem:
Come que nem um abade.
quarenta e oito
In Astenx:
En el com parativo de igualdad puede suprim irse tão, siendo frecuente en 
lexicalizadas:
A noite estava escura como breu.
Isso é claro como agua.
La form a tanto(s), tanta(s) se usa en portugués en los mismos casos que 
en español, es decir: siempre que no le siga u n adjetivo o u n adverbio; o lo que 
es lo mismo: después de una form a verbal o antes de u n substantivo:
O João trabalha tanto como a Maria.
Eu tenho tan to dinheiro como tu
La utilización de mais grande por maior ES MUY" ^CORRECTA.
Aplicado a personas maior significa "m ayor de edad" y menor significa "m enor de
. Para com parar las edades de dos personas utilice mais velho (= "m ayor") y mais
novo (mais moço en Brasil (= "m enor"):
A Sofia é mais velha do que a Julia. ("Sofia es m ayor que Julia".)
A Júlia é mais nova do que a Sofia. ("Julia es m enor que Sofía".)
' El com parativo de inferioridad es m enos utilizado. N orm alm ente se usa el de superiori­
dad, m odificando el adjetivo, a no ser que se trate de adjetivos del tipo inteligente, esperto, etc.
* Cuando el adjetivo term ina en vocal átona ésta desaparece al añadirle el sufijo -íssim o p ara for­
m ar el superlativo absoluto sintético:
care > caríssim o
PERO
cuando acaba en -ão, -m, -z; -vel tiene lu g a r'u n proceso de regresión erudito, 
utilizándose entonces las viejas form as latinas acabadas en -n, -c y -bil:
são > saníssimo feliz > felicíssimo
com um > comuníssimo agradável > agradabilíssimo
^ V O L T E A I , 
JÚPITER/ 
VAO
Faça pares utilizando o comparativo segundo o 
modelo.
O rdenado T em po d e trabalho
João 1.000 euros/m ês 35h/sem ana.
Inês 870 euros/m ês 4 0 h / semana.
Inácio 450 euros/m ês 4 5 h / semana.
André 990 euros/m ês 25h/sem ana.
Maria 1.750 eu ros/m ês 35h/sem ana.
I* A Inês ganha oitocentos e setenta euros. Ganha 
menos do que o João m as ela trabalha mais.
1. Inácio/A ndré: f* ------------------------------------
2. M aria/João: b*
3. A ndré/M aria: I*
Responda utilizando m ais do que, menos 
do que, tanto com o.
Ex.: Eu trabalho 35h. Tu trabalhas 30h.
I* Eu trabalho mais horas do que tu.
1. Ela lê um livro por semana. Nós lemos quatro 
livros por mês. J*_________________________
2. O Alexandre ganha 900 euros por mês. Eu 
tam bém ganho 900 euros por mês. f * _____
3. Eu ouço rádio duas horas. Tu ouves rádio 
duas horas e meia. f* ___________________
4.
4. João/Inácio: I* ------------------------------------
------------------------------------------------------------------------ 5.
O dr. Pereira fum a dois maços por dia. Eu 
fum o só um. __________________________
Eu escrevo duas cartas por semana. A m inha 
irmã escreve todos os dias. ____________
quarenta e nove
U
nidade
Compare os elementos dados segundo o modelo, 
fazendo a concordancia com o adjectivo.
Ex.: O ó leo /a água (+ pesado).
r* O óleo é mais pesado do que a água.
1 . O aço /o chum bo (+ resistente).!^* -----------------------------
2. A s e d a /o algodão (+ leve), f*
3. O o u ro /a p rata (+ valioso), f*
4. O p e tró leo /a electricidade (+ poluente), f*
5. O av ião /o comboio (+ rápido), f*
IA
As qualidades de alguns animais são frequentemente 
comparadas com pessoas. Tente descobrir os animais 
que se escondem nas comparações que se seguem.
bode carí'aca raposa texugo
leão burro pavão cão
pato lesma cobra
Diálogo
No Restaurante.
Dr. Pereira: Boa tarde, m arcám os um a m esa para seis
pessoas.
Empregado: Com certeza. É esta mesmo. Aqui têm a
ementa.
Dr. Pereira: Gostas de açorda de marisco, Lola?
Lola: Realmente não sei bem. Pode explicar-me
como é feito esse prato?
Dr. Pereira: Olha, leva todo o tipo de marisco, gam ­
bas, pernas de sapateira, amêijoas, etc., 
tudo envolvido em pão. E um ovo em 
cima. Mas o segredo é pôr m uitos coen­
tros.
Empregado: Então, já escolheram?
Dr. Pereira: Já. Olhe, são duas doses de bacalhau dou­
rado, duas de bifes grelhados e duas de 
açorda de marisco.
Empregado: E para beber?
Descubra os diferentes elementos que se 
escondem nas comparações que se seguem.
casa tomate cacho porta
alface espeto chumbo
1. O Carlos carrega um saco de 50 kg em cada mão, 
é bruto como a s __________.
2. O Ricardo gosta m uitíssim o de vinho, anda sem­
pre bêbado como u m _________ .
3. A Sandra, quando ouve um palavrão, fica corada 
como u m __________.
4. O António corre 50 km mas fica fresco como uma
5. Esta caixa de livros é pesada como__________.
6. Não ouve nada, é surdo como um a __________.
7. A Luisa não come nada, está magra como um
1. O João come m uito, está gordo como u m __________.
2. O m eu cão é m uito corajoso, é valente como u m _________ .
3. Com aquela barbicha o Inácio está feio como u m ________ .
4. A m inha irm ã chega sem pre atrasada, é lenta como uma
5. O m eu irmão mais novo é esperto como u m a __________.
6. Aquele garoto é mau como a s ________.
7. O A ndré deixa-se enganar frequentem ente, é ingénuo 
como u m __________.
8. Não suporto aquele ar de im portante do professor A ntu­
nes, é vaidoso como u m __________.
9. O Zé anda sem pre atrás dele, é-lhe fiel como u m ________.
10. N unca dá o braço a torcer, é teimoso como u m __________.
11. Ele não nos deixa em paz, é chato como a s __________.
Dr. Pereira: 
Pedro:
Luís:
Clara:
Ana:
Dr. Pereira:
Empregado: 
Dr. Pereira: 
Lola:
Ana:
Q uerem cerveja ou vinho?
Para m im tanto faz.
Eu não quero cerveja nem vinho. Prefiro 
água sem gás. Tenho de estar em forma 
para o próxim o torneio de ténis.
Eu vou tom ar um a cerveja sem álcool. 
H um , hum! Eu e a Lola preferim os tom ar 
coca-cola.
Então é um a garrafa de vinho tinto de 
Borba, um a cerveja sem álcool, um a água 
sem gás e duas coca-colas.
Mais algum a coisa?
Mais nada, obrigado.
Este restaurante tem m uito bom aspecto. 
E servem m uito bem.
50 cinquenta
Estar cheio de fom e/sede.
Estar com traça.
Ser de bom comer.
Ter a barriga a dar horas.
Ter u m a fom e de lobo.
Com er à tripa-forra.
Com er à unha.
Com er com os dentes da frente. 
Com er como um abade.Com er como um pisco.
Com er pedras.
Com er raspas.
Faça a sua escolha e complete as frases segundo o 
modelo.
S a a J o j
Uma omefeta 
Uma sandes 
Um frango 
Uma safada 
Uma pizza 
Um rissoí 
Um croquete
De...
Com:
0 o c e *
Um Bofo 
Uma tarte 
Um gefado 
Uma torta 
Um semifrio 
Um pastef de nata 
Uma queijada
B e b í j a f .........
Água c/s . gás 
Sumo 
Gasosa 
Sangria
\ Y 1
Vinho
Chá
Laranjada
Bagaço
Carioca
Digestivo
Vermute
Amarguinha
Café
Cerveja
Ginja
Laranja - Batatas
Azeite Espinafres
Marmelada Nozes
Baunilha Ananás
Morango Chocolate
Cogumelos Leite
Presunto Queijo
Tomate , Maça
Limão Atum
Alface Agriões
Amêndoas Chila
1. Cu coma um a tanto do maçã.
2. Eu q u e ro ....................................................................................
3. T om am os...................................................................................
4. T ra g a ............................................................................................
5. Preparo j á ...................................................................................
6. D ê*-m e........................................................................................
7. Os senhores gostavam d e .....................................................?
8. A senhora d ese ja .....................................................................
9. Eu vou to m a r .............................................................................
10. Ela q u e r .......................................................................................
11. Vou p rep a ra r- te .........................................................................
M esmo exercício.
1. Eu q u e ro café quente e sopa quente.
2. Eu desejo cervejas geladas e sumo frio.
 dose de amêijoas e _____
■ *Vid. pág. 243 (presente do conjuntivo).Utilize o artigo indefinido e peça uma behida ao balcão.
3. Eu vou c o m e r_
bifes grelhados.
4. C om erem os rissóis e ___
quentinhos.
5. Eu p refiro vinho branco e
chá m orno.
. pastéis de nata
_ chávena de
1 .
2 .
. bica, por favor!
. im perial e bagaço, por favor!
3. Faz favor,_____ sum o de laranja!
4. Olhe, faz favor, h á mesa livre para duas pessoas?
5. Desculpe, queríam os porto branco e rosé.
6. Boa tarde! q u e r ia lim onada e batido de m orango.
7. Faz favor,_____caneca de cerveja e carioca de café.
8._______ galão e chá com limão, por favor!
9. Por favo r, fino e água m ineral sem gás.
 italiana e _____ conhaque, por favor.10.
cinquenta e um
R
M u l t i p l i c a t i v o s
d u p lo ( a ) / d o b r o
triplo
q u á d ru p lo
q u ín tu p lo
sé x tu p lo
cêntuplo.
Substituidos mui- 
\ tas vezes pelo car­
dinal seguido de
Vezes": "Dez ñezes 
m aior"
D obro (substantivo): quantadidadc ou m edida que
equivale duas vezes a uma outra, duas vezes maior, duas 
vezes mais:
“0 primeiro classificado receberá o
Verbo dobrar = duplicar
Duplo (adjectivo): que contém dois elementos mais ou 
menos semelhantes * singelo, único:
plo-tundo, duplo vé...
MAS Duplo também pode ser sinónimo de dobro 
“0 dr. Pereira esperava um ganho duplo nesse investimento"; dos? dupla.
Aprenda.. . i l
Verbos re g u iares em -e r 1
...Eu COM -O
Tu COM -es J
Ele/Você COM -e J
Nós COM -em o s í
Vós COM -e is
Eles/Vocês COM
¡ 1
■em ¡
■ e complete:
1. Resolver:
2. Conhecer:
3. Depender:
4. Correr:
5. Beber:
6. Crescer:
7. M order:
8. Conviver:
9. Aprender: 
10. Atender:
Nós
Eu
Vós
Ela
Tu
Vocês
Vós
Tu
Eles
Você
a) E la .
P a r t í t í V o s
m eio, -a, metade 
terço, terça parte 
quarto, quarta parte 
quinto, quinta parte 
sexto, sexta parte 
sétim o, sétim a parte 
oitavo, oitava parte 
nono, nona parte 
décim o, décim a parte 
undécim o, undécim a parte 
duodécim o, duodécim a parte 
vigésim o, vigésim a parte
centésim o, centésim a parte 
m ilésim o, m ilésim a parte.
Aprender Beber
Meter Correr
Prometer Converter
Resolver Morder
Bater P ro ce d e r
P r e n d e r Remover
CoiMbater Cowover
Conviver Atender
f n d o id e c e r Crescer
Aqoec er Fa\/orec er
Arrefec er Conbec er
Pese er Convenc er
Indique as duas form as que faltam . 
__________ e) E u ____________
Eu escrevo. 
N ó s______
A senhora inscreve. 
E les______
b) V ó s________
Eles vendem. 
Você________
f) N ó s ________
Tu respondes. 
E les________
■ Los verbos de la 2a conjugación 
cuyos radicales term inen en c [s] o g 
[3], al añadir las desinencias o, a, 
m odifican las consonantes para m an­
tener el m ismo sonido:
A quecer > aqueço 
Tanger > tanjo.
c) T u .
Nós recebemos. 
V ó s_____
g) Você______
Eles vivem. 
Tu
d) Você. h) Eu.
Ela compreende. 
T u _____________
O senhor enriquece.
N ó s ______________
cinquenta e dois (duas)
Coloque os verbos na form a adequada. 
 à porta antes de entrar.1. V ocês.
2. E u _________o leite no microondas.
3. N ó s _________o calor com um bom gelado.
4. As m e n in as_________com os ídolos.
5. Ele
6. Tu
7. Você
 toda a gente com as suas meiguices.
 a térra para plantar as flores.
 todas as camisas na mala.
8. O Engenheiro L o p es_________ter o relatório pronto
am anhã às nove horas.
9. E la_________toda a gente com as suas historias.
10. E u ________todos os dias pela rua Sá da Bandeira.
[Bater]
[Aquecer]
[Combater]
[Endoidecer]
[Convencer]
[Remover]
[Meter]
[Prometer]
[Comover]
[Descer]
P r e r e n + e d o i n d i c a t i v o
(eu)
Dizer Trazer Ler Ver Perder Querer Saber
d ig o trago le io v ejo perco quero se i
(tu) dizes trazes lês vês perdes queres sabes
(você) q
(ele, ela) ^ d iz traz lê vê perde quer sabe
(nós) dizem os trazem os lemos vemos perdemos queremos sabemos
|vós] (vocês) dizeis
n
trazeis ledes vedes perdeis quereis sabeis
! (eles, elas) ^ dizem trazem lêem vêem perdem querem sabem
que na 3a pessoa do p lural de 
alguns verbos e seus derivados:
Ler > Lêem 
Ver > Vêem
Dar > D êem (no pres. do conjuntivo) 
Crer > Crêem
M A S:
Vid. págs. 243 e 244. v p e r >
Vir > Y. m
a) Eu
b) Tu
c) Ele
d) Você
e) Ei a
f) Nós
g) Vós
h) Eles
i) Elas 
j) Vocês
Responda segundo o modelo.
Ex.: Conheces os E.U.A.? [V Não, mas eu conheço um 
americano e uma americana.
essoais e verbos. 1 . Conheces a Europa?
1. T ra /.
2. Conheces a França? r»
2. Q u erem .
3. Conheces a Alemanha? h*
3.Q<ie*% 4. Conheces Portugal? i*
4. Lêem . 5. Conheces a Suíça? r*
5. Vejo. 6. Conheces a Itália? r* — -
6 . L edes.
7. D iz.
7. Conheces a Inglaterra? f*
8 . V êem .
8. Conheces a M adeira? h*
9. D izes. 9. Conheces Lisboa? [*
10. T razem os. 10. Conheces a Irlanda? i*
cinquenta e três 53
Diálogo
Reencontre a ordem das seguintes frases.
Luís:
Lola:
Dr. Pereira: 
Lola:
Dr. Pereira: 
Clara:
Dr. Pereira:
Clara:
Todos.
Empregado: 
Dr. Pereira:
Empregado:
Luís:
Pedro:
Ana:
Clara:
Dr. Pereira:
Clara:
Lola:
Gostas de vinho, Lola?
Gosto, sim, m as prefiro cerveja. E m ais 
suave.
Ora aí estão as travessas. Podes servir­
-te, Lola.
M uito obrigada. Vou tirar um pouco de 
açorda em prim eiro lugar, para provar. 
Podes servir-nos, Clara?
Está bem. Este prato mais cheio é para 
ti. Eu quero m enos quantidade.
U m pouco de vinho?
Sim. E bom apetite para todos.
M uito obrigado.
Desejam algo mais?
Mais nada, obrigado. Estamos todos 
bastante bem.
E que sobremesas desejam?
Eu quero um a talhada de melancia.
Eu prefiro m eia meloa.
Para m im e para a Lola duas saladas de 
fruta.
Eu vou comer um Molotov.
E m ais seis cericaias com ameixas e qua­
tro cafés. E se calhar depois bebo um 
bagaço. E tu, Clara?
Sei lá! Bebo um golinho do teu.
Hum! Esta é a salada de frutas mais 
deliciosa que já comi. M uito obrigada 
por tudo.
1. que / por / favor? / Pode / este / o / explicar-me / é 
/ prato.
2. tem / se / de / Gostava / dezasseis / lugar / saber / 
pessoas / para.
3. pessoas? / Olhe / há / livre / quinze / para / algum a 
/ faz favor / mesa.
4. f ica / B olota/ Castanha / m elhor / é / Terrugem / de 
/ restaurante / o / daqui / e / perto / A / muito.
5. pedir/ Estou / sede / vou / água / gás / um a / m uita 
/ sem / m ineral / com.
1 4 I Complete com o pronome pessoal conveniente 
(várias possibilidades).
Ex.: Tu escreves à tua mãe.
1 . _______ comem duas doses de bacalhau.
2. _______ fazemos sem pre um a reserva aos fins de semana.
3. _______ está com apetite.
4. _______ podeis provar um doce de chila. Aqui as sobreme­
sas são óptimas.
5 . _______ bebo sem pre água m ineral sem gás.
6. _______ vão tom ar café?
7 . _______ tom a o pequeno almoço às 7h30.
8. _______ querem um a salada de alface e peixe grelhado.
9. _______ quer um a fatia de queijo ou fruta?
10. deseja mais algum a coisa?
cinquenta e quatro
A c t i v i d a d e
1. As sobrancelhas são os travessões.
2. Os olhos são pontos finais.
3. O ponto de interrogação é o nariz.
4. Os dois pontos são os botões do colarinho.
5. As reticências são a sua boca.
6. A língua é um a vírgula.
7. As aspas são as orelhas.
8. Os "ponto e vírgula" são os brincos.
9. Os parênteses são a sua face.
10. Os pontos de exclamação o seu cabelo.
Adaptado de Marión Chiss et alter: 
"Dictées CM2".
A
/ /
/ /
J
El 1 /02/1973 fue prom ulgado el Decre­
to Ley 32/73, suprim iéndose así los 
acentos circunflejos y graves en las síla­
bas subtónicas de los térm inos deriva­
dos con el sufijo -m e n te o los sufijos 
iniciados por -z: por lo tanto, cortés, 
pero cortesmente; avô, pero avozinho, etc.
Adivinha
Qual é a palavra portuguesa com 
44 [esétu/]?
■ O llB D O tnB O
Acentos g r é f l c os
Acento agudo ('): Acento de intensidad. Uti 
lizado para señalar las vocales tónicas 
cerradas i, u, y las vocales tónicas abier­
tas, a, e, o: aí, açúcar, amável, pé, pó.
Acento circunflexo (A): Acento de intensi­
dad. Usado para indicar el timbre cerrado 
de las vocales tónicas a, e, o: câmara, por­
tuguês, avô.
Acento grave ('): Em pleado para indicar la 
contracción de la preposición a con la 
forma femenina del artículo (a, as) e con 
los pronom bres dem ostrativos (aquele, 
aquela, aquilo): à, às, àqucle(s), àquela(s), 
àquilo. Indica también que la vocal es 
siem pre abierta.
Ootros slr\als 
aoxHíares <ia 
e s c r i t a
Til (~): Usado sobre la a, y la o para indicar 
la nasalidad de esas vocales: maçã, põe.
C edilha (,): Se coloca debajo de la c, antes de 
a, o, u, para representar la fricativa lin- 
guodental sorda [s]: caçar, maciço, açúcar.
Apóstrofo O: sirve para señalar la supre­
sión de un fonema (generalm ente de una 
vocal) en el verso, en ciertas pronuncia­
ciones populares o en palabras com pues­
tas unidas por la preposición de: croa, 'tá 
bem!, galinha-d'água.
Traço de união (hífen)(-): se usa para unir
los elem entos de palabras com puestas o 
derivadas por prefijación: couve-flor, pré- 
escolar; para unir pronom bres átonos a
verbos: como-o, cantá-lo-ei-, c ) para, al final 
de la linea, separar una palabra en dos 
partes: estudan-/te.
Trema ("): Utilizado únicam ente en la orto­
grafía de Brasil, para señalar que la u se 
pronuncia en las sílabas gue, gui, que, qui.
cinquenta e cinco
Mj Escreva os números de 1 a 21 correspondentes à palavra adequada.
. O pente h)
. A toalha i)
. A sanita j)
. O lavatório 1)
. O cotonete m)
. O secador n)
. O chuveiro o)
O dentífrico p)
O autoclismo q)
Os lenços de papel r)
A m áquina de lavar roupa s) 
A escova de dentes t)
A escova do cabelo u)
A banheira
A m áquina de barbear 
O banco 
O espelho 
A torneira 
A gilete
O papel higiénico
Escreva os números de 1 a 25 correspondentes à palavra adequada.
a) Os talheres s) A torneira m) Atarradeira s) Agaveta
b) Achávena h) O tacho n) Os copos t) A caneca
c) A frigideira i) O puxador o) Os pires u) Acolher
d) O bule i) Afaca P) ■ A jarra V) A prateleira
e) O garfo k) O armário q) Ofom o w ) O microondas
f) O lume D O lava-loiça r) Os pratos X) O frigorífico
cinquenta e seis
1. C onjunto dos dois peq u en o s vasos de v id ro , p a ra 
azeite e v inagre; 2. X ícara, vaso p eq u en o p a ra tom ar 
chá o u o u tra infusão; 3. P equeno vaso em que se g u a r­
d a o sal o u se leva à m esa; 4. A ssen to com costas, p a ra 
u m a pessoa; 5. A nel p a ra p ren d e r os gu ard an ap o s; 6 . 
Vaso pouco fun d o , gera lm en te circular, em que se serve 
o com er; 7. C esto baixo p a ra o pão; 8. Vaso b o judo e alto 
com bico e asa, p ró p rio p a ra conter água; 9. Vaso p ara 
beber, de boca u m pouco larga; 10. In stru m en to p a ra 
levar alim entos à boca, com posto d e u m cabo e de u m a 
p a rte côncava; 11. In stru m en to cortan te, d e lâm ina com 
cabo; 12. P equeno vaso, em que se 
serve o açúcar; 13. P ra to ob lon­
go; 14. Tabuleiro d e b o rd as b a i­
xas, p a ra serviço de chá, café, 
v inhos, doces, etc.; 15. Tigela 
v id rad a , b ranca ou de cor; 16.
In stru m en to d e m etal, p a ra 
p a rtir nozes.
/ e r + í c a i í
17. P rancha susten tada com pés e com várias apli­
cações; 18. P equeno prato , em que se coloca um a 
chávena ou ou tro pequeno vaso; 19. Peça de linho 
ou algodão, p ara cobrir m esas em que se come; 
20. Sopeira, vaso geralm ente com tam pa, no qual 
se leva a sopa à m esa; 21. P equeno vaso para se 
beber p o r ele; 22. Pano com que à m esa se lim pa 
a boca; 23. Reunião de garfo, colher e faca; 24. 
Vaso p ara serviço de chá; 25. Objecto de feitio 
análogo ao de um a colher m uito côncava, p ara 
servir a sopa; 26. Recipiente, geralm ente de v idro, 
e com gargalo estreito, p a ra conter líquidos; 27- 
Instrum ento com que se tiram as ro-lhas das 
garrafas; 28. U tensílio com três ou quatro dentes, 
p a ra levar pedaços de com ida à boca; 29. Prato 
g rande e fundo , que leva a sa lada à m esa; 30. Ban­
deja; 31. Espécie de xícara grande, sem asa.
cinquenta e sete 57
I 1
T! 
H 
lH
U
nidade 
4
Felicitar alguém no dia do seu aniversário: Para­
béns! Muitas felicidades!
Agradecer as felicitações: Muito obrigada!
Fazer comparações: Tem a voz mais cristalina que eu 
conheço.
Pedir informação: Querem cerveja ou vinho? 
Responder a pedido de informação: Tanto faz! Eu 
não quero nem cerveja nem vinho.
Pedir num restaurante: Então é uma garrafa de vinho 
tinto de Borba.
Exprimir um a opinião: Esta é a salada de frutas mais 
deliciosa que já comi.
Exprim ir preferência: Prefiro água sem gás. 
Responder dubitativam ente: Não sei bem! 
Responder negativam ente: Hum, hum! / Mais nada!
O
E aprendeu o seguinte vocabulário:
As refeições:
Pequeno-almoço; almoço; lanche; jantar.
Alimentos:
Açorda, açúcar, amêijoas, bacalhau, bife, bolo, castanha, 
cericaia, chila, croquete, doces, frango, gelado, nata, omele­
ta, pão, pastel, queijo, rissol, salada, salgados, sandes, 
sobremesa, sopa, tarte, torta.
Verbos: comer, cozer, grelhar, morder, remover, servir(-se). 
Bebidas:
Água, bagaço, batido, bica, 
carioca, cerveja, chá, coca­
-cola, conhaque, digestivo, 
fino, galão, garoto, gasosa, 
imperial, infusão, leite, limo­
nada, porto, sangria, vermu­
te, vinho.
Verbos: beber.
Frutas:
Ameixa, melancia, meloa 
(talhada de), noz.
E de gramática aprendeu:
Concordância do adjectivo com o substantivo: 
Duas cervejas geladas e um sumo frio.
C om parativo de superioridade: Mais... (do) que... 
C om parativo de inferioridade: Menos... (do) que... 
C om parativo de igualdade: Tanto (tão)... como... 
N um erais colectivos.
N um erais partitivos.
Presente de indicativo dos verbos regulares -er. 
Acento gráfico.
Auxiliares da escrita.
58 cinquenta e oito
Casa de banho:
Autoclismo, banco, banheira, chuveiro, cotonete, escova, 
espelho, gilete, papel higiénico, lâmina, lavatório, pente, 
sanita, secador, toalha, torneira.
verbos: barbear, pentear, tomar banho, tomar um duche.
A cozinha:
Asa, assento, bandeja, bule, cabo, 
cesto, chávena, colher, copo, faca, 
forno, frigideira, frigorífico, 
garfo, gargalo, garrafa, gás, 
gaveta, guardanapo, lume, 
microondas, pia, pires, pratelei­
ra, prato, recipiente, rolha, 
sopeira, tabuleiro, tacho, talhe­
res, terrina,tigela, toalha, torra­
deira, travessa, xícara.
Adjectivos:
bastante, bojudo, chato, corado, 
corajoso, doce, esperto, estreito, 
magro, mau, morno, quente, sal­
gado, vaidoso, valente, vidrado.
dg fica a 
cção de 
ituário?
Unidad*
Objectivos
Comprar. Perguntar por um a secção nuns grandes arm azéns. 
D ar a opinião sobre um artigo determ inado. 
Descrever a aparência física e as peças de vestuário.
Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
Pronomes indefinidos variáveis e invariáveis.
Regras de formação do plural.
Presente do indicativo, terceira conjugação: -ir: dorm ir, 
ouvir, pedir, servir, vir.
Verbos terminados em -air: cair, sair.
Ortografia dos verbos terminados em -uir, -uzir, -gir, etc. 
Pretérito imperfeito do indicativo: verbos em -ar, -er, -ir. 
Conjunções: em bora, quando.
Locuções conjuncionais: n o entanto.
Locuções adverbiais: ã direita, à esquerda, ao fundo, de 
certeza.
Advérbios: acima, aonde, largo.
Adjectivos: alheio, distinto, curto, com prido, cheio, 
calm o, confortável, esquisito.
Preposições: contra.
Expressões: pregar um a partida.
Interjeições: ora essa!
Exortar alguém a falar: Façam fa vo r de dizer!
Perguntar pela localização n o espaço: Pode dizer-me 
onde fic a a secção de vestuário?
Responder a um a consulta: Com certeza!
Localizar n o espaço: Ê ali ao fundo .
Exprimir quantificação exacta não num érica: O Paulo 
gosta de tudo.
Exprim ir dúvida: Não sei bem; sei lã; se calhar.
D escrever o aspecto físico: Tu és magra e alta.
Pedir opinião: Achas que me servia?
Considerar um facto com o certo: De certeza!
Pedir para mostrar: Pode mostrarmos em tons castanhos?
V o c a b u l á r i o
A casa 3: a sala de estar.
Peças de vestuário.
Tamanhos e núm eros de calçado.
As cores.
Descrição física (características físicas).
cinquenta e nove 59
Diálogo
“
a-,
S i
a
No hiperm ercado.
Lola: Ana, onde fica a secção de vestuário? _
Ana: N ão sei, é a prim eira vez que cá venho. Pergunta na recepção.
Recepcionista: Faz favor de dizer! ̂ _
Lola: Pode dizer-m e onde fica a secção de vestuário, por favor.
Recepcionista: Com certeza. É ao fundo daquele corredor, à direita.
Lola: Obrigada.
Recepcionista: N ão tem de quê.
Ana: Então já sabes?
Lola: Sim, é ali ao fundo.
Ana: Vamos já para lá ou com pram os algum a coisa primeiro?
Lola: Posso com prar uns gelados para oferecer aos teus irmaos?
Ana: Podes. Eles adoram gelados.
Lola: E que sabores preferem? . . -
Ana: G ostam de todos, m as preferem de baunilha, m orango ou am êndoa. Mas olha, vam os prim eiro
roupa e depois com pram os os gelados; assim não se derretem.
P r o n o m e * i n d e f i n i d o s 
va ríáveí*
Pronomes indefinidos 
i n v a r i á v e i s
Masc. sing. Masc. pl. Femin. sing. Femin. pl. alguém
algum alguns || algum a algum as nm guem
nenhum nenhuns nenhum a nenhum as algo
todo todos toda 1 todas tudo
outro outros outra outras nada
m uito m uitos m uita m uitas cada
pouco poucos pouca poucas outrem
certo || certos certa certas
tanto tantos tanta tantas
vário vários | •vária várias
quanto || quantos quanta quantas
qualquer quaisquer qualquer quaisquer | m Complete com os indefinidos adequados.
60 m sessenta
1. Por essa rua não p a s sa ___________ autocarro.
2. sabe onde fica essa rua?
3. _ H á ___________na escola aos sábados? - Não, não há l á -----------------•
4. Ana, esta saia fica-me u m ___________larga na cintura.
5. Eu não g o sto __________ de gente mentirosa.
6. N ão conheço__________ estação rodoviária perto de aqui.
7. - M a is___________ coisa, D. Clara? - Não, obrigada. Quanto é
 ?
8. - V ês__________ coisa, Ana? - Não, não v e jo ____________•
9. ___________devia dizer a verdade ao dr. Pereira.
10. N unca faz es___________ , Pedro. Sou eu quem f a z -----------------
sozinha.
11. Acho essa gravata u m ___________extravagante, pai.
12. Esses brincos s ã o ___________bonitos, mãe.
13. Não posso v e s tir___________. F ica-m e----------------- apertado.
14. S into__________m as não tem os saia desse número.
15. Estávamos em casa do Paulo quando ac o n te ce u ---------------
isso.
Lembre-se de que existe urna oposição siste­
mática entre alguns indefinidos:
S*H0)
U
A lgum
A lguém
Algo
N enhum
N inguém
N ada
o>
flí60
c
U
x01
o;
TírsT
£
Os gémeos. Faça segundo o modelo.
Ex.: O Paulo gosta de tudo. I* O Quim não gosta de nada. 
1. O Paulo conhecia alguém na festa.
2. O Paulo gosta muito da cor vermelha.
3. O Paulo tem muitos berlindes.
4. O Paulo come algumas cerejas.
5. O Paulo conhece alguns museus.
6. O Paulo estuda algumas lições.
A p r en d a a lg u m a s e x p r e s s õ e s 
in d e fin id a s:
0 "A certa altura '
£■ Los indefinidos que em piezan por vocal pueden 
form ar contracciones con las preposiciones de y em, 
aunque no es obligatorio:
de: dalgum, dalguns, dalguma, dalgumas 
em: nalgum, nalguns, nalguma, nalgumas
& A lguém , n inguém , algo y nada al igual que en 
español, sólo se usan como pronom bres substanti­
vos.
Certo, al igual que en español, sólo se usa como pro­
nom bre adjetivo.
Cada y qualquer, al igual que en español, van siem­
pre acom pañados de un sustantivo, un pronom bre o 
un num eral cardinal.
b O utrem tiene el significado de "otra persona".
A lgum y nenhum no poseen formas apocopadas, 
utilizándose la misma forma cuando realizan la 
función de pronom bre o la de adjetivo.
Alguns homens são inteligentes.
Nenhum deveria ser violento.
i- M uito posee una forma apocopada (mui), que sin 
em bargo prácticam ente no se usa, siendo necesario 
utilizar la forma muito seguida de adjetivo o adver- 
_ bio: •
Muito alto; muito depressa.
Tanto, al igual que en español, posee una form a 
apocopada (tão) cuando le siguen un adjetivo califi­
cativo o u n aderbio.:
A casa era tão grande...
O carro ia tão depressa...
La partícula todo tiene algunas construc 
ciones particulares:
Todo + artículo + nombre:
Nevou todo o dia 
Artículo + nombre + todo:
Nevou o dia todo.
Todo + adjetivo:
Ficou todo contente.
Las formas variables de los indefinidos son substi­
tuidas con frecuencia en la lengua cotidiana por for­
m as neutras, cuya form ación es realizada a partir 
del femenino singular del pronom bre + la palabra 
coisa:
alguma coisa; pouca coisa; nenhuma coisa 
tanta coisa; qualquer coisa, etc.
La expr. coisa nenhuma, con alteración del orden 
norm al, aparece exclusivamente en frases negativas.
0 "Um pouco de tudo".
0 "Todos os lados".
0 "Daqui a pouco".
0 "De qualquer maneira".
0 "Em parte nenhuma"
sessenta e um
62 sessenta e dois (duas)
odo? Tudo?
Sc usa siem pre tudo:
Í&- Con los colectivos 
neutros (isto, isso, aqui-
Se usa siem pre todo:
%• Con las expr.: o resto, 
o restante, o outro.
& En las loes. adv.
De todo = completamente. 
Ao todo = En total.
*íb Con los adjetivos subs­
tantivados:
O útü, o belo, o bom.. . 
Con la expr. o que 
cuando equivale a "el 
que" (art. o masculino): 
Todo o que quiser vir que 
levante a miiOj/Ts.
in la expr. o mais 
("Lo demás")
Querotudo"Quero todos 
os telefones?*'
Invariável
Variável w Con la expr. o que 
cuando equivale a 'lo 
que" (art. o neutro):
Tuda o que quero é dormir.
Con el significado de 
"sólo, unicamente":
As crianças choram e fazem 
birrinhas, tudo para chamar a 
atenção dos pais.
Con el significado de 
"todo el mundo":
Na procissão ia tudo descalço.
Totalidade
numérica
oü da* par­
te*.
En esp., cuando todo 
funciona como com ple­
mento directo, éste se 
repite con una forma 
pronominal:
Totalidade 
da* coI*a* 
de diferen­
te* íénero* 
e ciarse*.
Lo quiero todo: lo vi todo .
Sin em bargo, en port, cuando tudo desem peña 
la m ism a función, no se refuerza ese com ple­
m ento directo:
Quero tudo: vi tudo.
! N o comboio descendente 
// Vinha tudo à gargalhada.
I Uns por verem rir os outros 
| E os outros sem ser por nada.
hX , Fernando Pessoa.
Com plete com "todo(s), toda(s)" ou "tudo
1. - Luís, já colocaste___________na mala? - Coloquei, coloquei.
Já p u s ___________os livro s,___________ as camisas, as calças
___________ . Já p u s ___________ .
2. Vou com prar _________ a roupa que preciso naquela loja.
3. Acho que vou co m p ra r__________ naquela loja.
4 .__________ o que quero é paz, paz p a r a ___________ a gente.
5 . - 0 Pedro, queres laranjas ou queres m açãs? - Q uero 
____________ as laranjas e as m açãs. Q uero
6. Estás a faz e r__________ m a l.___________ as coisas devem ser
feitas devagar.
7 .- Luís, sabes o que significa esta palavra? - Claro, eu sei
B H T A O P A , w £ o 5 E £ N '£ f? \ j£ , '~ "'N£>£ E-SVà. DpVtoupO, e.ATA DEAVDLlPO 
i / O C £ ¿ T V E K f iM VAU TAc^E M , 
A P E jJ A Ã M A D E IR A E T G fJ Q a S > >
-DEMOLIMOS
T U D O /
8 . __________ isto é m uito chato para mim.
9 .__________ viram o novo professor na cantina.
10. Eu estudei os p ro n o m e s___________ e já s e i__________ as
regras.
11. T rouxe___________o que vocês me pediram .
12. D epois de p rep a ra r __________ os ingred ien tes, frite
__________ no azeite.in Asterix O Combate dos chefes.
p a r a a f o r ^ a ç a o <jo p ( u r a { K{
'■ í #
1 < Subst. terminados em vogal (oral ou nasal) ou em ditongo que não seja -ão, 
fazem o plural acrescentando um -sã
casacos maçãs chapéus bois mães
O subst. aVÔ tem dois plurais: avôs (‘pais dos pais’) e avôs (‘antepassados’).
1 • Subst. terminados em -ão:
2 . 1 • acrescentando um -s (Normalmente equivalem a temios castelhanos terminados em 
-anos):
irmãos mãos (Cast. 'hermanos’, m anos’)
Todos os subst. acabados em -ão átono, fazem o plural em -ãos.
órfãos órgãos
2«2< modificando -ão em -ães.(Normalmente equivalem a termos castelhanos termina­
dos em -anes):
pao > pães cão > cães (Cast. ‘panes’, ‘canes’).
2.3» modificando -ão em -ões.(Normalmente equivalem a termos castelhanos termina­
dos em -ones):
oração > orações lição > lições (Cast. 'oraciones’, ‘lecciones).
* M uitos subst. term ina­
dos em -o átono, cuja 
vogal tónica é [o] no sin­
gular, abrem no plural [o]:
[o] [3]
ovo ovos
osso ossos
olho olhos
tijolo tijolos.
Existem, nc entanto ,
num erosas excepções,
em que a vogal perm ane­
ce inalterável: gosto, moço,
piolho, etc.
Subst. terminados em consoante, excepto -1 e -m: acrescentam -es: 
dores deuses rapazes.
MAS, muitos dos vocábulos terminados em -s permanem invariáveis, excepto em 
palavras agudas (cortês > corteses, Luís > Luises):
o/os lápis o/os cais o/os alferes
e outros terminados em -x modificam o -x em ces: 
cálix > cálices códex > códices.
¥• Subst. terminados em -1:
-al tónico > -ais:
-el tónico > -éis:
-el átono > -eis:
-il tónico > -is:
-il átono > -eis:
-ol tónico > -õis:
-ol átono > -ois:
-ul > -uis:
B x c e t> ç Õ e s :
Cônsul > cônsules mel > meles ou méis 
M al > males fe l > feles.
5 • Subst. terminados em -m > -n + s:
bem > bens fim > fin s
atum > atuns sou: > sons
capital > capitais, 
anel > anéis, 
móvel > móveis, 
peitoril > peitoris, 
réptil > répteis, 
espanhol > espanhóis, 
álcool > álcoois, 
azu l > azuis.
0 B S £ R |/A Ç Q B S
O confronto com os 
vocábulos castelha­
nos nem sem pre é 
fiável, devendo ser­
vir apenas como 
orientação. Por 
exemplo: o substanti­
vo verão em espanhol 
tem o plural 'veranos', 
fazendo, porém , em 
português, verões.
u Passe para o singular os seguintes vocábulos. m
l . [Vi Dois espanhóis. 1 .
2. [Vi Dois casais.
2.
3.
3. [Vi Dois répteis.
4.
4. |Vi Dois rins. 5.
5. |Vi Dois corações. 6.
6. [Vi Duas camisolas.
7.
8.
7. [Vi Dois lápis. 9.
8. [Vi Dois órgãos. 10.
Passe para o plural os nomes e os adjectivos.
il espanhol. [^ D o is_________________
alemão. D o is_________________
:ol azul. f* D o is_________________
em amável. [V D o is_________________
5. Um pastel português. D o is_________________
[Si D o is . 
[Vi D o is . 
|St Duas 
f* D o is . 
[Vi Dois _
sessenta e três
Sublinhe os plurais das seguintes listas. Passe agora para o singular os vocábulos que se seguem.
1 . H om ens Jornais Pães l.D o is faróis: 1* um
2. Fim Cintos Blusa 2. Dois casais: r* um
3. Mãos Camisa Calções 3. Dois répteis: i* um
4. Roupa Fatos Biquini 4. Dois rins: r» um
5. Vestuário Luvas Robe 5. Dois corações: F* um
6. Alfinete Botões Rapazes 6. Duas camisolas: i* um a
7. Pulôver M anga Colarinhos 7. Dois lápis: t* um
8. Gabardina Bolso Lençóis 8. Dois órgãos: i* um
9. Sobretudos Barris Maçãs 9. Dois jardins: r* um
10. Azuis Papel Lenço 10. Dois projécteis: i* um
0 »v»ey«v»o yoiv», v / á r í a s ( e + r a j
Peixe, chá, rapaz, olhos.
Aprenda algumas das palavras mais usuais com x:
ameixa, baixo, bexiga, bruxa, caixa, caixilho, coxa, dei­
xar, desleixo, enxada, enxame, enxoval, enxuto, faixa, 
graxa, lixo, luxo, madeixa, mexer, mexerico, mexilhão, 
oxalá, puxar, taxa, xadrez, xaile, xarope, xerife.
P r o n ú n c i a
Qíia< é a coTía é e ía ?
Sem ela Xavier não eXistia, 
o Xadrez ninguém jogava, 
eXames não haveria, 
com roXo ninguém pintava, 
o meXilhão não meXia 
e o peiXe na peiXaria 
era coisa que faltava.
Está no meio do caiXote, 
no princípio do Xarope, 
quase no fim do repuXo 
e anda sem pre no táXi...
T n tó n io Torrado.
- O rapaz, 
vai ao Brás 
ver se te faz 
a tenaz.
- Foi pelo pombo trocaz 
a casa dos Sás,
a rogo do Vaz, 
com o M onsaraz.
- Pois leva o cabaz...
Se o preço for capaz, 
com pra-m e lá um goraz, 
e se as uvas não são más 
traz um quilo do Ferraz.
- E isto quem lho traz, 
senhora tâo sagaz?
Não hei-de andar pra diante e pra trás.
- Dá ao prim eiro machacaz 
que não seja ladravaz.
Se vires o Tomás 
que foi capataz 
da Com panhia do Gás, 
que m ande a aguarrás 
Pergunta-lhe, aliás, 
se já tem os a lvarás...
- À senhora nunca agrada o que se faz...
- Eu bem sei que és perspicaz, 
resolve lá como te apraz,
mas não te ponhas a ouvir os sabiás, 
de m aluqueiras tenho assaz.
Vai em paz.
Aquilino Ribeiro
sessenta e quatro
N a secção de vestuário.
Empregada:
Ana:
Empregada:
Lola:
Ana:
Lola:
Ana:
Lola:
Ana:
Lola:
Ana:
Em pregada:
Bom dia. Façam favor de dizer, meninas.
Bom dia. Queríam os ver roupa leve e fresca para a 
m inha amiga. Pode m ostrar-nos em tons castanhos e 
azuis?
Com certeza. O seu tam anho é o m édio, não é?
E, sim senhora.
Bom, e sabes exactam ente o que queres comprar, Lola? 
N ão sei bem . Se calhar um a t-shirt com decote redondo, 
m anga curta e de algodão e um a saia direita, lisa e com 
elástico na cintura para usar no Verão.
Tu és m agra e alta; qualquer peça te fica bem.
Olha esta saia. O que achas?
E bem bonita. É m uito fina e tenho a certeza que te fica 
bem ... com um a t-shirt azul, por exemplo.
Achas que m e servia?
De certeza. O lha aquela rapariga. E mais gorda do que 
tu, não é tão alta e tem um a, em bora de outra cor. Mas o 
m elhor é experimentares.
A vontade. O gabinete de provas é ali à direita.
Escreva os números de 1 a 22 correspondentes à palavra adequada.
a ) ___ O castiçal h) O pote P ) _ O papel p intado
b ) _ O televisor _ O ecrã q) — A estante
c ) ---- O cinzeiro í) — A lareira r) _ A aparelhagem
d ) _ O sofá 1) A m oldura s) ___ A m esa
e ) ---- O quadro ' _ O tapete t) _ Os phones
f ) _ Os livros n) _ O cadeirão u) _ O relógio de parede
8) — A planta o) ---- A jarra V) _ O vaso
x) _ As revistas
Qual o nome das seguintes peças 
de vestuário ou acessórios?
Diálogo
Depois de experimentar.
Lola: Fica-me um pouco apertada, prefiro o núm ero acima.
Ana: Então procura aí no expositor o núm ero 36.
Lola: Acho que vou ficar com esta.
Em pregada: M uito bem. Podem pagar na caixa.
Ana: M uito obrigada e bom dia.
Em pregada: Bom dia e m uito obrigada.
chinelo cinto w eias/beoiyas
catviisola collants sootien
saia sobretodo sabatos de salto
tén is boné ca |ças/yean s
c o le te boxers coecas
chahéo botas fa to de treino
cawisa (ovas gravata :
t-sh ir t cachecol casaco
sessenta e cinco
V e rb o s r e g u la r e s e m - i r
PART -o
PART -es
PART -e
PART - irnos
PART -is
PART -em
I Q f ... e complete:
1. Abrir: Nós
2. Definir: Eu
3. Invadir: Vós
4. Deduzir: Ela
5. Residir:Tu
1 1 I
1 Coloq
6. Decidir: Vocês
7. Evoluir: Vós
8. Fundir: Tu
9. Resumir: Eles
10. Conferir: Você
ne os verbos na form a adequada.
[Adquirir]1. Vocês os cadernos na livraria.
2. Eu para português esse autor. [Traduzir]
3. O rio do vale para o mar. [Fluir]
4. Elas a indisposição ao m au estado
do peixe. [Atribuir]
5. Ele com m uita cautela. [Conduzir]
6. Tu a possibilidade de almoçar fora. [Admitir]
7. Você ao facto. [Aludir]
8. Todos o perigo que correm. [Advertir]
9. Ela de intelectual. [Presumir]
10. Eu isso da conversa do outro dia. [Deduzir]
| | Í b E | I Complete os provérbios que se seguem com os verbos 
entre parênteses no presente do indicativo.
_ (IR)* à m esa da rainha.
. (CORRIGIR) cada um o seu.
(SENTIR) o frio conforme a roupa que 
_ (PEDIR) e m endigar que na forca
1. A ldeã é a galinha e
2. Pelo vício alheio
3. Cada u m ______
tem.
4. Mais vale ____
espernear.
5. A a c h a (SAIR) ao madeiro.
6. N a prim eira quem quer ______ (CAIR); na segunda
 (CAIR) quem quer; na te rc e ira (CAIR)
quem é tolo.
7. Q uando o velho se não 
néscios ou no açougue.
8. Q uem a to lo (PEDIR) conselho ainda é m ais tolo
do que ele.
9. O que mal s e (ADQUIRIR) m al se perde.
10. Mais ______ (PRODUZIR) culta tapada que herdade
. (OUVIR) ou está entre
És- Los verbos term inados en -air presentan 
una i antes de a y de o.
.. Los verbos term inados en -uir em plean en 
la 2a y 3a pers. del sing. del pres. de indic. 
el diptongo ui.
. Los verbos term inados en -u zir son irregu­
lares únicam ente en la 3a persona del sin­
gular del presente de indicativo, no pre­
sentando la vocal :.
éó' Por otro lado, tenga en cuenta que los ver­
bos que acaben en -gir sufren discordancia 
gráfica en la I a persona:
dirijo < dirigir
P r e s e n t e < /o í n c / I c a + í v o
S a ir VA . ; / Conduzir
(eu) sa io excluo c o n d u z o
(tu) sa is exc lu is c o n d u z e s
(você) |
(ele , ela) sa i exc lu i co n d u z
(n ós) sa ím o s excluímos orduzirrDS
[ws] (vocês) saís exc lu ís c o n d u z is
(eles, elas) sa em ex c lu em conduzem
m al am anhada.
11 . N ã o (IR)* n e m (VIR)*, m as qual siso
tive tal casa tenho.
12. Cada u m (PEDIR) para seu santo.
* verbos irregulares.
sessenta e seis
cinzenti
¡verde
Mais 
vale um a ho ra
verm elho do que 
toda a 
V vida. X
%■ El substantivo cor es en portugués 
fem en in o . Preste especial atención 
cuando la palabra cor aparezca como 
adjunto nominal:
Uns sapatos brancos.
Uns sapatos de cor branca.
% Los colores azul y verde, al igual que 
en español, sólo poseen plural: azuis y 
verdes.
Cor-de-laranja y cor-de-rosa, adem ás 
de com puestos, son invariables.
& El term ino encam ado, significa "del 
color de la carne", pero en usos petrifi­
cados significa también rojo ("verm e­
lho"): A bandeira portuguesa é verde e 
encarnada.
^ Diálogo ( 3
De regresso a casa.
Lola: Ana, já temos pouco tem po, não é?
Ana: E verdade, mas já com prám os tudo o que
queríamos. C om prar roupa dem ora sempre 
algum tempo. Q uando a m inha m ãe vinha 
com prar roupa para m im ou para os m eus 
irmãos, ouvia-a sem pre dizer que era preci­
so um a m anhã inteira.
Lola: E gasta-se tanto dinheiro!
Ana: E verdade. Mas as peças que com praste são
m uito bonitas e práticas. Ficam-te m uito 
bem. Gosto sobretudo das calças azuis e da 
camisa cinzenta às riscas.
Lola: São boas para este tem po quente. Aqui está
m uito mais quente que em Salamanca. O 
Verão em Elvas é sem pre assim?
Ana: N orm alm ente sim. Em todo o Alentejo há
sem pre m uito calor.
Lola: Ó Ana, sabes um a coisa?
Ana: Diz!
Lola: Sei lá, se calhar as calças não me ficam
assim tão bem! Não te parece que estou um 
bocadinho gorda? Podíam os voltar e trocar 
por outras m ais largas, mais do m eu tam a­
nho.
O r t o g r a f í a 
< j o s v e r p o s
1. Verbos term inados em -car e -gar, 
m udam o c e o g em qu e gu antes de
pecar > pequei; cegar > ceguei.
2. Verbos term inados em -ger, -gir, -çar, 
-cer, -cir, m udam o g em j e o ç em c e 
vice-versa segundo as exigências da orto­
grafia: dirigir > dirijo; almoçar > almocei.
3. Verbos term inados em -guer, -guir perdem o u
antes de o e a: erguer > erga; distinguir > distingo.
4. Verbos term inados em -ear, -iar fazem no pre­
sente do indicativo, respectivam ente, -eio, -io. 
Há, no entanto, excepções como as dos verbos 
odiar, negociar, etc., que m udam o i em ei nas 
três pessoas do singular e na 3a do p lural do 
presente do indicativo e do conjuntivo, bem 
como no im perativo singular.
5. Verbos term inados em -uir, em pregam na 
2a e na 3a pes. do sing. do pres. do indic. 
o ditongo ui: influis, influi.
6. O ditongo ão em prega-se nas formas verbais 
monossilábicas e não monossilábicas agudas 
(futuro): são, cantarão.
E, finalmente, quando tiver dúvidas 
na ortografia das formas verbais, 
consulte uma lista de verbos.
7. As terceiras pes. do pl. do pres. do indic. dos 
verbos ter e vir são: têm, vêm , MAS, as dos 
verbos crer, ler e ver são: crêem, lêem, vêem.
C5
z
Ana: Ora essa! N em penses nisso! Ficas tão gira
com elas! Vamos m as é em bora, que já é 
tarde demais.
Presen+e </o índíca+ívo - Forwaj i r regulares
Verbo
(eu)
(tu)
(você)
(ele, ela)
(nós)
[vós] (vocês)
(eles, elas)
dormir pedir
venho durmo j ouço/oiço peço
vens dorm es pedes
dorm e
dorm im os
vindes dorm is
ouve pede
pedim os servim os
pedis
dorm em ouvem pedem servem
sessenta e sete
«¡sí:
Pestanas (as)' 
Nariz (o) 
N arinas (as)' 
Lábios (os) - 
Queixo (o )" ' 
Mão (a) \ 
U nha ( a ) \
13 r Escolha os adjectivos (colunas esquerda e direita) que se 
podem u tilizar com os substantivos (coluna central).
l . r e d o r t ç / a ^ a) Um n a r iz ............ 12 . largas .
2. grande v. rb) (M a t>oca ..... 13. estreito
3. cavado c) Um a fa c e ............
14. m agra
4. grossos
d) Um as orelhas ....
15. largo
5. grandes
e) Um cab e lo ..........
16. pequena
6. com prido
f) U m a te s ta ...........
17. rectilíneo
7. curto 18. finos
g) Uns o lh o s ...........
19. estreitas8. alta
9. azuis
h) Uns lá b io s ..........
20. finas
10. castanhos
i) Um as n a r in a s .... 21 . gorda
11 . verm elhos j) Um as sobrancelhas. 22. grossas
G8 sessenta e oito
A c t i v i d a d e C
Alto ( l a r o Normal Amável
Baixo
E s c u r o
C a sta n h o Moreno
Rectangular
Pegueno
Grande
Antipático 
Bestial ( fm.)
Elegante Preto Redonda
Peguena Peguenas Carinhoso
Branco Cavado Divertido
L o u r o Grande Rectilíneo Grandes Esperto
Forte R u ivo Negro Oval Esgu isito
Fraco
C o m p r id o
Escuro
Lábios finos Côncavo Finas Estúpido
C urto Gorda Estreito Malcriado
Gordo L iso
F r is a d o
Preto
Magra
Lábios grossos
Largo
Narinas estreitas
Grossas Maluco
Maçador
Palerma
Hagro Encaracolado Narinas largas Porreiro (fâm.)
O e s c r ç v a aigutnas j a s | 
s e s u i n + e s p e r s o n a g e n s e j 
a s e g u i r d e s c r e v a cm dos j 
c o l e t a i da + ü r iv o . Â
sessenta e nove
) i 
u
â
á
d
c
U
nidade 
5
14
e complete:
1. C a n ta r: N ó s .
2. P a rtir : E les _
3. C o m er: E u _
4. P assa r: E la _
5. Beber: V ós _
6 . L avar: Vocês:
7. Sair: T u _____
8. C o n d u z ir : N ó s
9. T rabalhar: V ó s . 
10. D ar: E la s _____
A c t i v i d a d e C
Pt'OC'üi'C 10I
E u s a í a (Acção durativa)
x
As
fpcnrp
3
«joando ela c^e^oü. (Acção pontual) 
£ u f a l a v a (Acção habitual
X X X X '-a►i
$ >-«
3
fP
15 Faça o levantamento dos infinitivos da sopa de 
letras.
a n e n h u m o u t r o s t s a g m 0 V n i d 0 h c q V
1 t o d 0 f u m a d a s c o n s e q u e n c i s e u u á
g P e u r e c P e t i t o r i 0 n c r e t t a e n m a r
u e n u n r e n e 1 c a s o c o e s t a a f s r V a n i
m d s a b r P r o V a V e 1 m e n t e n o e q r e 1 t o
e i V o u e e 1 i n d u 1 t o d 0 i c a t c u d e c a s
u r n a u i t e r a t r a P a e c a n t a V a P a i s e
n 1 a e a r P e z a r c o m e s j u 1 i a q u e b o r r
u a P s h a m r e c u P e r io t o d d s r a r P m o c
n c m t o q e r a d a s V e c r t m e r f i e r 0 a 1 a
c o o a d r a e a s m i 1 i e e a o i c a r a 1 c e d s
a n c m i e a t Ç c e e r t s 1 n n m a f r a g u e d o
o s i e t b V i 1 i u s c a r h t e e n 1 r 0 c h a g t
f t t n o a e e a n q d a n s a o s d u e P e r d e t e
a i t u i s s r c t o a P t e r a z q u a 1 q u e a s i
r i a m a s t u V e j r a z d e f e r c o m e r r c o o
d e s o r e 1 c o m t e 1 e f o n e m a c s a t i n g u
m i r 1 0 P r o n u n c i a q m a 1 a a V V o 1 t c i s
V e a 0 c m a g i s a i r m a t i j u i s o f i a V n s
r o r c u r e s e r V a d c e r t o f i 1 t r a d b i o
m u i t o c i r c u n s t a t e n u a n c u m P 1 i d p
t e m c P q u a i s q u e r t o t a 1 i d a d e c a d a
70 setenta
ap ren d ia .»
Mar é <fif í m J po r tü jü ê i j aléM \
v ciP <jo verfro SER, há ou t ro i
 x f t r ê s <¡ue têto o t>re+érí+o
Twperfel+o 1° índíca+i- 
\ vo ¡rre#u(ar. . /
P r e t é n t o Í M ^ e r f e l + o 
\ Verbos regulares em -ar, -er, -ir
PA R TCANT COM
r " v V ( ' v
P r e t é r I t *o i M ^ e r f e i + o
i U tilize os verbos do exercíc io 14 para preencher o se g u in te te x to de A g u s tin a B essa -L u ís no
p re té r ito im p erfe ito
O Luís Gonzaga dezoito anos, -lhe quinze. . como um lobo, mas
mas Camilo Timoteo sim.
sem pre o 
 tudo omesmo, esbarrigado e esguio como um torçal. A m ãe nunca o ___
que ele _______ quando com ele, até que o m enino cresceu e se fez tunante e endiabrado. Da escola colheu
algum as varadas com o ponteiro do quadro preto. A Tñia tirou-o a tem po, que lho ________Mal tirar a
prova dos nove e que o prim eiro rei dera um a corrida na mãe Tareja, em São Mamede.
(Agustina Bessa-Luís).
a) Nós
Indique as duas form as que faltam .
e) Ela
x s j Preencha os espaços em branco com o pretérito 
imperfeito dos verbos indicados.
Ela partia. 
Você ____
b) Vós _____
Eu amava. 
Tu ______
Nós compreendíamos. 
Tu _________________
f) Vós ________________
Vocês reabriam.
Eu _________________
c) A sra ____
Tu vivias. 
Vós _____
d) Eu
g) Você ___________
Elas preparavam . 
Vós ____________
h) Tu
Vós brincáveis. 
Você_________
Eu almoçava. 
Você________
Em pequeninos vocês
andar em bicos de pés e __
mente. As v e z e s_________
(gostar) de
. (cair) constante-
(cliorar). A mãe
(magoar-se) um pouco
____________-vos (levar) ao
 -vos (desinfectar) as feri-
(prometer) ter mais juízo e
___________ (desaparecer) m uito sérios.
N o ca rn av a l_____________ (pregar) partidas a toda
(tratar) com paciência e
médico. Este __________
das. V ocês____________
a gente. (mascarar-se) e
(aparecer) subitam ente em ca sa ._____________ (fingir)
que não _____________ (conhecer) ninguém e que
_____________ (precisar) de ajuda.
Complete o seguinte texto com os verbos na forma correcta.
1. SER 6. SENTAR 11. APROXIMAR 16. SER
2. CONHECER 7. DESCER 12. VIR 17. VOLTAR
3. DAR 8. VER 13. ESTAR 18. PASSAR
4. MORRER 9. SER 14. PODER 19. TRABALHAR.
5. ESTAR 10. MENTIR 15. USAR 20. ANDAR
Da estação . -se a praia e o mar. A água . . de longe, muito azul e muito lisa, e .
-se, cada vez m enos azul e m enos lisa, até espadanar em pequenos cachões de espuma q u e na areia. A
p r a ia __________ deserta. Uma ou outra p e s so a ___________ os degraus de cimento da esplanada para matar o
te m p o , uns passos na a re ia ,___________ a subir os d eg rau s, -se a uma mesa como toda a
gente. ( . . . ) ___________ tal qual as pessoas dos filmes q u e ___________ no pequeno cinema do seu bairro. Mas aqui­
lo. n ã o _________ um _film e, verdacle. Os cartazes n ã o __________ . Em Ja n e iro ___________ uma tem­
peratura de princípios de Outono. __________ -se em cabelo. As raparigas não meias. Janeiro e
__________ -se andar como no Verão. Que diferente do seu bairro em Lisboa, das ruas que ( . . . ) ___________, do pré­
dio onde . em casa da Madame Ivone, dos jardins da cidade!
MÁRIO DIONISIO: O Dia Cinzento, 2a ed., pp. 79 e 80.
setenta e um
c
« 4
|*é.®
‘fâSÉSâ
U l
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• Sala de estar:
castiçal, cinzeiro, janela, jarro, jornal, lareira, moldu­
ra, planta, polo, quadro, sofá, tapete, televisor.
• As cores:
Amarelo, azul, branco, castanho, cinzeyito, cor-de- 
-laranja, cor-de-rosa, lilás, preto, verde, vermelho.
Falar de acções 
repetitivas e durativas no pretérito: Eu falava muito quan­
do era nova.
• Peças de vestuário e 
objectos de uso pesso­
al:
Alfinete, algodão, anel, 
biquíni, blusa, bolso, 
boné, botão, cachecol, 
calças, calção, camisa, 
camisete, camisola, casa­
co, colarinho, colete, 
collants, combinação, 
cuecas, decote, elástico, 
expositor, fato, fato de 
banho, gabardina, grava­
ta, lenço, linho, manga, 
meias, pijama, pulôver, 
risca, robe, roupa, 
roupão, saia, slip, sobre­
tudo, "soutien",
"t-shirt", vestido, ves­
tuário.
• Adjectivos:
Alto, amável, confortável, 
curto, dobrado, encaracolado, endiabrado, esguio, 
esquisito, feio, frisado, inteiro, largo, liso, maçador, 
magro, malcriado, maluco, palerma, preguiçoso.
• Verbos:
Achar, admitir, adquirir, advertir, amar, atribuir, 
calar, comprar, conhecer, deduzir, definir, desagradar, 
durar, enganar, experimentar, fingir, fundir, gastar, 
magoar-se, pregar.
Exortar alguém a falar: Faz favor de dizer! 
Perguntar pela localização no espaço: Pode 
dizer-me onde fica a secção de vestuário? 
Responder a um a consulta: Com certeza! 
Localizar no espaço: É ali ao fundo.
Exprimir quantificação exacta não num éri­
ca: O Paulo gosta de tudo.
Perguntar o tam anho de alguém: O seu tama­
nho é o pequeno, não é?
Exprim ir dúvida: Não sei bem; sei lá; se calhar. 
Descrever o aspecto físico de um a pessoa: Tu 
és magra e alta.
Descrever um objecto: As peças que compraste 
são muito bonitas e práticas.
Indicar a cor de qualquer peça de vestuário 
ou objecto: ... calças azuis.
Pedir opinião: Achas que me servia? 
Considerar um facto como certo: De certeza! 
N ão dar im por­
tância a algum a 
coisa: Ora essa!
Nem penses 
nisso!
Enfatizar um 
facto: Vamos mas 
é embora.
E de gramática aprendeu:
• Pronom es definidos variáveis e invariáveis: algum, 
nenhum, todo, outro, muito, pouco, certo, tanto, vário, quan­
to, qualquer, alguém, ninguém, algo, tudo, nada, cada, 
outrem.
• Diferenças entre todo e tudo.
• Regras de formação do plural.
• Presente do indicativo da 3a conjugação: -ir.
• O rtografia dos verbos term inados em -air, -uir, uzir, -gir.
• Pretérito imperfeito do indicativo dos verbos regulares: 
-ar, -er, -ir.
setenta e dois (duas)
que horas há
Situar no tem po.
Pedir inform ação sobre com boios e autocarros. 
Sugerir onde ir e o que fazer.
A ceitar e rejeitar sugestões.
Áreas gramaticais e estruturas ^ Conteúdos comunicativos
Pretérito perfeito simples dos verbos terminados em -ar, 
-er e -ir.
Pretérito imperfeito dos verbos irregulares: pôr, ser, ter, 
vir.
Discordancia gráfica e irregularidade verbal.
Regras de formação do plural dos substantivos compos­
tos.
Haver + expressões de tempo.
Advérbios de tempo: antigam ente, dantes, anteontem , 
on tem , geralm en te, sem p re, h oje, ainda, 
am anhã, cedo, tarde...
Locuções adverbiais: de manhã, à tarde, à noite, de longe...
Números: 0 - 1000 (revisão).
Preposições: durante.
Advérbios: bastante, quase, sim plesm ente.
V o c a b u l á r i o
U nidades de m edida de tempo: dias 
da sem ana / meses do ano. 
Meios de transporte.
Locais de interesse: m useus, sé, vistas, 
galeria de arte...
Pedir inform ação sobre horários: Podia dizer-me a que 
horas hã autocarro?
Dar in form ações sobre horários: Para lá às 9 h l5 . ..
Comprar um bilhete: Queria dois bilhetes.
Entender avisos que se ouvem na estação: Vai dar 
entrada no cais número 8 o autocarro de Lisboa.
Exprim ir habitualidade: Aos sábados jantamos sempre 
fora.
Exprim ir pontualidade: No sábado ficam os em casa.
Dar sugestões de acção colectiva: A m anhã queres visitar 
a Feira de Artesanato?
Aceitar e rejeitar sugestões: Boa ideia!
Exprim ir possibilidade/impossibilidade: Não posso.
Situar acções n o tem po: Nós viremos muitos anos no 
estrangeiro.
Perguntar a localização n o espaço: Onde é?
Exprim ir localização: É no Centro de Negócios Transfron- 
teiriço.
Exprim ir obrigatoriedade: Temos de treinar.
Exprim ir desilusão: Que pena!
setenta e três
o 
a
p
e
p
r
o
il
PART-COMCANT
Ele/Você
Nós
Vós
Eles/Vocês
im os
■istes
am os
eramaram
Visita à exposição.
Ana: Lola, então o que é que queres fazer am anhã? Queres visitar a Feira de Artesanato?
Lola: Boa ideia! Vamos. O nde é? _ .
Ana: É no Centro de Negócios Transfronteiriço, na zona industrial de Eivas, perto da Estaçao de Cam inho de
Ferro.
Lola: Vamos a pé?
Ana: Não, vam os de autocarro. É longe para irmos a pé.
Lola: E a que horas é que vam os? ^
Ana: Temos de passar pela Estação de Cam ionagem para saber o horário dos autocarros.
Lola: E depois de visitar a feira? . , , .,
Ana: Com emos qualquer coisa no bar do recinto. Servem bem e não é caro. A lém disso e um lugar m uito agra­
dável.
Lola: H á exposições com frequência nesse recinto? _ _
I Ana: Sim. É de longe o m elhor lugar para exposições da cidade. E tem um auditório extraordinário. Ja la estive
várias vezes e sem pre gostei muito.
Pedro: Olá, raparigas! Tudo bem? .
Lola: Tudo bem , e tu? Olha, Pedro, estam os a fazer planos para irm os am anha à Feira de Artesanato. Queres vir
connosco?
Pedro: A que horas? _
Ana: Provavelm ente de m anhã cedo. A inda precisam os de ir à estação para saber os horários.
Pedro: Se calhar não posso. Eu e o Luís tem os de treinar.
Ana: Que pena! Tenho a certeza de que ias gostar.
Acção pontual
Eles comeram tudo de repente.
Diálogo < i >
3. Comer: Eu 8. Conduzir: Nós
4. Passar: Ela 9. Trabalhar: Vós
5. Beber: Vós 10. Viajar: Elas
Los verbos de la 3a con­
jugación acabados en 
-air, contrariam ente a 
las reglas de acentua­
ción po rtuguesas y a 
diferencia de las formas 
de pretérito de los ver­
bos regulares, llevan 
acento en la i para dife­
renciar estas formas de 
pretérito perfecto sim ­
ple de otras hom ógra­
fas.
Com pare los verbos cair 
y sair con el paradigm a 
partir-
caíste saíste
caiu saiu
caím os saím os
caístes saístes
1 I
S ||¡j¡¡ | ... e complete:
1. Cantar: Nós __________ 6. Lavar: Vocês:
2. Partir: Eles 7. Sair: Tu
caíram saíram
Aprenda...
Pre+éri+o Perfe í+o Simples
Verbos regulares em ar, -er, -ir
74 setenta e quatro
■Preencha com as formas adequadas dos verbos entre parênteses, usanao o pretérito perfeito simples. Note bem que no pretérito perfeito simples...
1. Eles.
2. Tu _
. (merecer) o prém io que _ . (ganhar).
3. A Lola _
4. Vós
(aceitar) a boleia do colega.
 (aparecer) ontem lá em casa.
 (permitir) que as crianças vissem tele-
Tu
fa la s te
c a n ta s te
d e s te
visao até tarde. 
E u ___________
so rris te 
A ...
y fa la ste s 
c a n ta s te s 
V ós w. j estes
- so rris te s
0*
6. O P e d ro .
7. A m ã e __
8. N ó s ____
9. E la _____
(nascer) na Beira Alta. 
 (arranjar) emprego.
10. Os alunos
_ (proibir) que se fum asse na sala.
_ (viver) m uitos anos no estrangeiro.
. (beber) apenas um a cerveja sem álcool. 
 (estudar) m uito para este teste.
Escreva as seguintes frases no pretérito perfeito 
simples.
1. Eu não percebo nada.
2. Ele não atende ninguém .
3. Eles não querem * nada.
4. Tu não com pras nada, Pedro.
5. Vocês não entendem nada?
6. Ele instala o telefone. _
7. Nós não escrevemos a ninguém . f*_
8. Vocês não se ocupam de nada. f*_
9. Ele parte às 7h30 para o Porto. I*_ 
10. Eu deixo o recado no escritório. f*
r*
r»
r*
r*
r*
r*
P r e t . P e r f e i t o s í iv»Mes
j V erbo h a v e r
(eu)
(tu)
- (você)
(ele, ela) ‘ h o u v e
(nós)
[vós] (vocês)
(eles, elas)
’ % 
€
Refira, segundo o modelo, os acontecimentos noticia­
dos ontem no jornal.
P r e t . P e r f e i t o si s* ¿>(es
(eu)
D a r E s ta r
_ ..... ............ ........ ................
d e i es tiv e p u s í
(tu) d e s te es tiv e s te p u se s te
, .
(ele, ela) 
(nós)
d e u
d e m o s
estev e
estivemos
p ô s 
pusarcs ;
[vós] (vocês) d es te s estivestes p u se s te s
(eles, elas) d e ra m estiveram puseram
Ex.: Um bebé nasce com um dente. 1* Um bebé nasceu com um dente.
1. Dois gatunos entram num a m oradia. r*_
2. Uma m ulher m orre afogada, f*_________
3. Um rapaz cai no Cais do Sodré e parte um a orelha. I"
4. Um peão atropela um automóvel, f*_______________
5. Um a bicicleta aparece na catedral de Elvas. f*
6. Um m otorista sem carta de condução aluga sete carros. f*_
7. Um pintor expõe os seus desenhos na Sé. f*_____________
8. Uma galeria de p in tura abre durante 48 horas.
9. Um escultor afam ado visita a Torre de M enagem de Estremoz. h*_
10. Um cinema sem público fecha aos fins-de-semana, f*____________
11. Um cavalo preto está um a sem ana sem comer, f*________________
12. Um rapaz dá quinhentas voltas à cidade. I*____________________
13. H á uma invasão de turistas espanhóis. I*______________________
14. Uns pasteleiros de Cam po M aior preparam um pastel de nata de 5 kg.
15. Uns estudantes de Espanhol visitam a Biblioteca Municipal.
setenta e cinco
P retér ito
Ho ie encontrei o
Pedro na rua.
O n tem encontrei o 
Pedro na rua.
Esta semana tenho encontra­
do muitas vezes o Pedro na 
rua.
X d e c ir , el p .p .s . n. 
f p o r t . e q u iv a le ta n to X 
a l p e r fe c to s im p le com o 
al c o m p u e s to e s p a ñ o l , 
a ra u t i l i z a r lo c o r re c ta m e n 
te , en v e z de f i ja r te e n la 
u n id a d te m p o ra l , p r e s ta 
e s p e c ia l a te n c ió n a si la 
a c c ió n d e l v e rb o es / 
\ p u n t u a l o r e p e t i t iv a / 
X . y d u r a t i v a .
Los matices expresados por los verbos a veces no coinciden 
am bos idiomas.
C uando la acción expresada por el verbo es puntual, el por­
tugués utiliza el pretérito perfeito sim ples para situarla tanto en 
el pasado como en el presente, siendo entonces las equivalencias 
españolas:
a) Para situar la acción en el pasado:
Pret. perf. simples port. > pret. perfecto simple Esp.:
Ayer encontré a Pedro en la calle.
b) Para situar la acción en el presente: 
pret. perf. simples port. > pret. perf. compuesto esp:
Hoy he encontrado a Pedro en la calle.
% El portugués sólo utiliza el pretérito perfeito composto cuan­
do, adem ás de encontrarse la acción situada dentro de una uni­
dad tem poral abierta (por ej., esta semana), la acción a la que se 
refiere se repitió o duró duran te ese período de tiempo. La equi­
valencia española es entonces también:
Pret. perf. com posto > pret. perf. com puesto 
Esta semana he encontrado muchas 
veces a Pedro en la calle.
U na de las perífrasis verbales más frecuentes para m arcar la p u n ­
tualidad del hecho, p.p.s + de + infinitivo, tam poco coincide en las 
dos lenguas, ya que el esp. utiliza el presente de indicativo donde el 
port. usa el pret. perfecto simple:
Acabei de chegar ("acabo de llegar")
Cotnplete com as terminações adequadas do pretérito perfeito simples.
Ex.: Camilo Castelo Branco viveu um a existência difícil.
1. Eu entr na prim eira carruagem da frente.
2. Vós viaj em classe turística e eles viaj em
classe executiva.
3. Que transporte apanh ela ontem?
4. O aeroporto est fechado durante oito horas.
5. A que horas sa____o comboio para o Porto?
6. O dr. Pereira beb apenas água sem gás.
7. Nós m ud de autocarro na terceira paragem.
8. Já pic o bilhete, Lola?
9. N inguém desc____na terceira paragem.
10. O eléctrico não cheg ao fim do percurso.
76 setenta e seis
M Responda às seguintes perguntas.
i Ana já saiu? Sim, ela acabou de ; 
dez minutos.
1. O comboio já partiu? i* S im ,__________
2. A camioneta já chegou? f* S im ,.
3. O aviao já descolou? I* S im ,.
5. Eles já foram à estação? I* Sim, _
7. Já leste a revista, Pedro? I* S im ,.
8. Já puseram a mesa, meninos? f* S im ,.
9. Já fizeste os trabalhos de casa? f* S im ,.
10. Já tiraste a cartade condução? f* Sim,
V I R
,D â
i II
VOLTAR
3 = (Curta permanência)
p 3 r a = (Longa permanência)
A M Á S C A R A
Parei 
Espreitei 
Entrei 
Com prei 
Saí 
Subi 
Abri 
Sorri 
Peguei
Coloquei
Ajeitei
Desci 
Apareci 
Rugi 
E ri
Um leão!
Que aflição!
M as não 
E o João.
Maria Cândida 
Mendonça.
4. O barco já entrou no porto? f* S im ,.
P r e sen te do indicat ivo i
V erbo i r v i r
(eu) vou v e n h o !
(tu) vais v e n s
- (você) i
; (ele, ela) V •vai v e m 1
(nós) vam os v i m o s
[vós] (vocês) ides v i n d e s
(eles, elas) sy ~vao v ê m
6. Vocês já telefonaram aos vossos pais? I* S im ,.
P r e t é r i t o p e r f e i t o ç i toMes
v i r v i r
fui v i m
foste v i e s t e
; foi v e i o
fomos v i e m o s \
! fostes v i e s t e s ;;
i foram v i e r a m ;
D iscordância gráfica * irregularidade verbal
I a conj.: radicais term inados em:
Sons:
[kj -c
[s] -ç
[g] g
+ e
-que
-ce
-gue
ficar > fiquei
justiçar > justicei
chegar > cheguei
2a e 3a conj.: radicais term inados em:
Sons:
[S] -c
[3] -g
[g] -gu
+ o, a
• vencer > venço, vença
• tanger > tanjo, tanja
• restringir > restrinjo, restrinja
• erguer > ergo, erga
• extinguir > extingo, extinga
-Ça, -ÇO
D, -JO
-ga, -go
setenta e sete
es
jaaU
s
C N
Diálogo
H
Ana:
N a estação de camionagem.
Recepcionista:
Ana:
Recepcionista:
Ana:
Lola:
Ana:
Lola:
Bom dia. Podia dizer-m e, por favor, a 
que horas há autocarro para o Centro 
de Negócios Transfronteiriço?
Pretende de m anhã ou de tarde?
De m anhã para lá e de tarde para cá. 
Então temos: para lá às 9hl5, 10h25 e 
11H55; p ara cá, de tarde, às 1 Th 15, 
15h20,16h30...
Obrigada. Já chega. (Para Lola) Q ual te 
parece a m elhor hora?
Tu é que sabes. A que horas abre a feira? 
Às 9 horas.
Então podem os ir no autocarro das 
10h25.
(Vai dar entrada no cais número oito a camioneta de Lisboa)
Ana: (Para a recepcionista) Queria dois bilhe­
tes para o Centro de Negócios Trans­
fronteiriço.
Recepcionista: Só ida ou ida e volta?
Ana: Ida e volta para duas pessoas, por favor.
Recepcionista: São 2,10 euros.
Ana: Obrigada.
A ^ r e n - 
4a 4e 
cor.
% M ientras en espa­
ñol los m edios de trans­
porte son utilizados con 
la preposic ión en, en 
po rtu g u és es u sada la 
prep. de para referirse 
al m ed io de transporte de form a genérica: 
Andar de comboio, 
de avião, de carro, etc.
%■ Existen, no obstante, las excepciones a pé "a pie", 
à boleia "a dedo" y a cavalo "a caballo", que coinciden 
con el uso de las expresiones españolas.
Coincide tam bién con el español 
el uso de la prep. em "en" para refe­
rirse a un medio de transporte con­
creto y definido:
Parto amanhã no comboio das 7:30.
Pretérito imperfeito v'er&os irre^oiare*
p P (eu)
pôr ser ter vir
p u n h a e ra tin h a v in h a
(tu) p u n h a s e ra s tin iras v in h a s
(você)
(ele, ela) p u n h a e ra tin h a v in h a
(n ós) púnham .06 é ra m o s tín h a m o s vínham os
[vós] (vocês) p ú n h e is ére is tín h e is v ín h e is
-LD (eles, elas) p u n h a m e ra m tin h a m v in h a m
Substitua o presente do indicativo pelo pretérito imperfeito.
1. Hoje eu vou à universidade. 1̂* H á 5 anos eu n ã o ____
2. Hoje eles têm m uitos problem as, f* H á 10 anos não __
3. Hoje eu sou casado, f* Há 15 a n o s__________solteiro.
4. Hoje vejo m uito os amigos. I* Há 2 anos n ã o _______
5. Hoje vou de carro para o trabalho. I* Há três anos .
nenhum .
ninguém .
 de metropolitano.
6. Hoje visito igrejas, conventos e mosteiros, f* H á 20 a n o s__________apenas discotecas e bares.
7. Hoje gosto de quase todos os m onum entos. I* Dantes não---------------de quase nenhum .
8. Hoje ela põe os tarecos velhos no sótão. I* A ntigam ente
9. Hoje a mercearia abre todos os dias. I* H á 12 anos
-os na arrecadação.
. de segundas a sábados.
_______ desporto todos os dias.
11. Hoje venho de m etropolitano para o escritório. I* Há sete a n o s -----------------andando.
12. Hoje vocês põem os casacos cinzentos, f* H á treze a n o s ___________os casacos amarelos.
10. Hoje faço desporto aos fins-de-semana. I* Há quinze anos .
setenta e oito
IN F O R M A Ç Õ E S
Postos de ve'nda
ELVAS (268)
Belos Transportes 622144
TERRUGEM (268)
Café Central 657450
BORBA (268)
Café Brinquete 942796
VILA VIÇOSA (268)
Belos Transportes 981207
BENCATEL (268)
Pronto a Vestir Alfenim 482603
REDONDO (266)
Video Clube 991018
S. MIGUEL MACHEDE (266)
Jacinto M. Batista 981337
ESTREMOZ (268)
Belos Transportes 222826
VIMIEIRO (266)
José Custódio Carapinha 461079
ARRAIOLOS (266)
Bar Diana 427789
ÉVORA (266)
Belos Transportes 221213
MONTEMOR NOVO (266)
Belos Transportes 821107
VENDAS NOVAS (265)
Café Ideal 824889
VILA FRANCA DE XIRA (263)
Belos Transportes 221689
SETÚBAL (265)
Belos Transportes 5250512
ALMADA (21)
Rodoviária Sul Tejo 2590101
LISBOA (21)
Rede Nacional de Expressos 3545775
Dê as inform ações p o r 
extenso acerca das p a r tid a s 
e chegadas correspondentes 
às localidades que se 
seguem:
1. Vila Viçosa:
2. Évora:
E L V A S
A B c
4 45 640 730 8.30130016 30 18.30p505 700 8505 15 710 9:00133017007.15 9 05 s r:715 9.05 16 15 p* V i 16.257 40 . 9.30 16.40
I V 17.00530 8 15 13.4517.15550610 i I8.15 10.05 17.20 c' 830 * 10 15 * 1730 p6.35 900 I 14.3018,001800 0635 900 14 30180018 00 I p
E V O R A LISBO A
ELVAS 
TERRUGEM 80RBA 
: VILA VIÇOSA
BENCATEL
REDONDO
S MIGUEL MACHEDE 
ESTREMOZ
11 55 18:35 18 00 20 15 22.4018.15 f. L T11.25 1805 22 10P ' 18.00 22.05C 11.40 18.00 22.051130 f-11.18 17 36 21401063 t
11.10 1715
ARRAIOLOS
ÉVORA
MONTEMOR NOVO
I I 1930
1015 101S 1200 15 45 19 15 30,05 21 15
i NOVAS 
VILA FRANCA XIRA 
- ALUADA 
C I LISSOA
{ í t 1
P 10 35 17.00 : 21 06C 1035 16.50 I 20 45P 10 0510.0516 20163018302015c 10.05 9 4516.2018.15183020159 40 15.55 f f. f:8 35 14 50 I
* 850 1 15.20 {p 800 83014 1515 00 17 3019.00
A - Às 2*s Feiras (OU 3*i F«ras se dia 
B - Excepto Saijados 
C - Aos Domingos (ou 2»s Feiras
enatíõ)
3. Vila Franca de Xira:
4. Arraiolos:
5. Lisboa:
setenta e nove
U
nidade 
6
m ra m ra ri w.
S í H a ç ã o n o + e °
as h o ras : às 7h. 
d e m a n h ã 
a o m e io -d ia 
à ta rd e / d e ta rd e 
à n o ite / d e n o ite 
à m e ia -n o ite 
f im -d e -sem an a 
os d ia s d a se m a n a 
a q u in z e n a 
os m e ses 
o tr im e s tre 
o se m estre 
o an o 
o lu s tro 
a d é c a d a 
o sécu lo
m a n h ã
ta rd e
n o ite
d ia
se m a n a
m ês
an o
etc.
O tem po pergun ta ao tem po
quanto tem po o tem po tem
e o tem po responde ao tem po
tem tanto tem po quanto tem po o tem po tem.
Escreva as datas segundo o modelo.
Ex.: Terça-feira, 17/07. I* Hoje é terça-feira. Estamos a 
dezassete. Estamos em Julho.
1. Domingo, 12/01. r*_
2. Segunda-feira, 13/10. !*_
3. Quarta-feira, 14/12. I*_
4. Quinta-feira, 15/02. I*_
5. Sexta-feira, 16/06.
6. Sábado, 17/03. !*_
n ------- ►
E ste(a) p assad o (a )
Esse(a) p ró x im o (a)
A q u ele (a) q u e v e m
r53 od t/id ífl
0 d* 
& t í
há
havia
houve
^ L a s locuciones adverbiales de manhã, à tarde, e à 
noite refieren de forma vaga un futuro próximo al 
m om ento de la enunciación, pero no inmediato. Repa­
re en la diferente utilización de las preposiciones en 
las correspondientes locuciones españolas:
Por la mañana.
Por la tarde.
Por la noche.
áfe-Las locuciones de manhã, de tarde, y de noite, al igual 
que el español, refieren la parte del día contem plada 
en su totalidad: ~ IEu trabalho sempre de manhã.
"Yo trabajo siem pre por la m añana".
Escreva segundo o modelo.
Ex.: Lisboa, 5/10/1975. I* Assinado em Lisboa, aos 
cinco de Outubro de mil novecentos e setenta e cinco.
1. Porto, 11/07/1134. I * _ _____________________
2. Guarda, 9/08/1639. I*_______________________
3. Bragança, 31/12/1822. I* _________________
4. Elvas, 27/09/1753. I*________________________
5. Évora, 2 /06/1567. í* ._________________
6. Faro, 23/01/1216. I*_______________________
so oitenta
F.] portugués contrae la prep. a + art. definido plural
seguida de los días de la sem anapara marcar la repe­
tición habitual de un hecho:
Aos sábados jantamos sempre fora.
As sex tas vamos ao teatro.
El español, en cambio, utiliza únicam ente el artículo 
definido plural:
"Los sábados cenamos siem pre fuera".
"Los viernes vam os al teatro".
Del mismo m odo, para expresar la puntualidad del 
hecho, el portugués usa la contracción de la prep. em 
+ art. definido sing. seguida del día de la semana:
N o sábado ficamos em casa.
El español, en cambio, usa el artículo definido singular: 
"El sábado nos quedam os en casa"
Pronuncie as seguintes frases:
a) A dezanove de Junho, para os m eus 
dezoito anos, espero dezassete con­
v idados às dezasseis horas.
Recuerde que los días laborables de la sem ana son en 
portugués femeninos:
A segunda-feira...
Y que es habitual suprimir, por conocida y frecuente, 
la segunda parte del com puesto ("feira"):
Na terça vamos ao cinema.
Ac/vérí>íos e (ocoçõe* adverbial* de tel*»£o
b) A treze de Julho, para os m eus q u in ­
ze anos, espero catorze convidados 
às treze horas. Anterioridade
c) A onze de D ezem bro, para os m eus 
dez anos, espero qu inze convidados 
às dezasseis horas.
10
Complete segundo o modelo: 
N u m sécu lo h á ce m a n o s .
Antes 
Primeiro 
No dia anterior 
Na véspera 
Anteontem 
Ontem
1. N u m a n o h á
2. N u m m ê s h á
3. N u m a se m a n a h á
4. N u m d ia h á
5. N u m a h o ra h á
6. N u m m in u to h á
IV
IV
IV
IV
V 
h*
Contemporaneidade
Nessa altura 
N esse dia
0“Dc*w
Nessa tarde A&
Naquele mês '0w
Então
Hoje
Agora
Já
Imediatamente M l
Posterioridade
Terça-feira 
Quarta-feira 
Quinta 
Sexta 
Tanto faz
Desta ou doutra maneira 
Domingo ou segunda-feira 
N enhum a esperança me traz (...)
A c t i v i d a d e C O
Logo
Depois
Amanhã
Depois de amanhã 
No dia seguinte 
Na semana seguinte 
No mês seguinte 
No ano seguinte 
A seguir 
Daqui a bocado 
Daqui a + horas, etc. 
De hoje a...
Dentro de...
Para + art. + "dia da 
semana"
Para + art. + ano 
Para + nome de mês
António Gedeão: Chuva na areia.
d
Indique qual o dia da sem ana que falta n o p oem a de Antó­
n io Gedeão.
Pergunte a alguns colegas quando é que fazem anos e diga 
a sua data de nascim ento.
oitenta e um
U
nidade 
6
Leia o seguinte trecho e a seguir preencha a ficha.
António Lobo A ntunes é um dos rom ancistas portugueses mais traduzidos. Nasceu a um de Setembro de mil nove­
centos e quarenta e dois em Lisboa. Licenciou-se em medicina, tirando m ais tarde a especialidade de psiquiatria. Ga­
nhou o G rande Prémio APE em m il novecentos e oitenta e cinco com o romance Auto dos Danados. Tem sido várias 
vezes nom eado para Prémio N obel da Literatura. Escreveu também: Os Cus de Judas; Conhecimento do Inferno, Expli­
cação dos Pássaros, Manual dos Inquisidores, O Esplendor de Portugal, etc.
Escreva agora um trecho similar acerca de Maria de Medeiros. U tilize a informação fornecida pela ficha 
e um pouco de imaginação. ' '
Nome: Maria de Medeiros Esteves Victorino d'Almeida.
Profissão: Actriz de cinema.
Data de nascimento: 19 de Agosto de 1965. Idade: 37 anos.
Local de nascimento: Lisboa.
Nacionalidade: Portuguesa. País: Portugal.
Filmes: Henry and June, A Divina Comédia, Retrato de Família, Pulp Fiction... 
Prémios: Melhor interpretação feminina (Cannes 1994) pelo filme Três irmãos.
82 oitenta e dois (duas)
1 3 1 Complete outra ficha com os dados da sua personagem favorita.
Nom e: ..............................................................................................................................
Profissão: .......................................................................................................................
D ata de nascim ento: .............................................................................. Idade:
Local de nascim ento: ..............................................................................................
N acionalidade: País: ................................
Obras: ..............................................................................................................................
Prém ios:
Escreva segundo o modelo.
Ex.: Vitorino Nemesio n. 19/12/1901 -+ 21/02/1978.
I* Ele nasceu a dezanove de Dezembro de mil novecentos e 
um, no século vinte, e morreu a vinte e um de Fevereiro de 
mil novecentos e setenta e oito, no século vinte.
1. M arquesa de A lorna n. 31/10/1750 1 11/10/1839.
I*________
& A c t i v i d a d e C
2. Bocage n. 15/09/1765 t 21/12/1805.
N ã o m o s t r e a f i c h a a o s c o l e g a s 
e r e s p o n d a à s p e r g u n t a s q u e 
e s t e s lhe f a r ã o a c e r c a d a s u a 
p e r s o n a g e m . T a lv e z c o n s ig a m 
a d i v i n h a r a s u a id e n t id a d e .
3. Florbela Espanca n. 12/08/1895 t 12/08/1930.
I*
4. Teixeira de Pascoais n. 2 /11 /1877 1 14/12/1952.
I*______________
5. Aquilino Ribeiro n. 13/09/1885 t 27/05/1963.
I*
6. Jorge de Sena n. 2/11/1919 t 4/05/1978.
I*
A letra c pode ler-se 
de várias maneiras:
[s] antes de e, i: cego, cinto.
[f| antes de h: chave.
[k] antes de a, o , u , e de to d a s a s c o n s o ­
a n te s , excepto o h:
cara, cor, curva, facto.
oitenta e três
U
nidade 
6
Diálogo 3
Na feira de artesanato.
Gostei imenso desta feira. Vi coisas maravilhosas que me impressionaram ver­
dadeiramente. As estrelas-do-mar, em miniatura, os guarda-chuvas, os amores- 
-perfeitos, as couves-flores... .
São sempre autênticas obras de arte. De tarde ainda podemos ver melhor os 
artesãos do vidro; vão fazer miniaturas de utensílios de cozinha.
Senti-me muito contente; nunca vi uma tão grande variedade de artesanato 
numa mesma feira.
É a primeira vez que a feira é aqui. Dantes era no jardim municipal, mas havia 
pó e de tarde fazia muito calor.
Formação do plural da* palavras compostas
(Vid. Regras para a formação do plural - Unidade 5, pág. 63).
1.- Palavras compostas por dois substan­
tivos ligados por hífen: ambos os elementos 
vão para o plural:
couve-flor > couves-flores 
redactor-chefe > redactores-chefes
3.- Palavras compostas por substantivos e
adjectivo: ambos os elementos vão para o plural: 
amor-perfeito > amores-perfeitos 
obra-prima > obras-primas
5.- Palavras compostas por verbo + substantivo 
ou adjectivo: vão para o plural apenas os segun­
dos elementos:
quebra-luz > quebra-luzes 
vira-casaca > vira-casacas
M A S , nos nomes compostos dos quais faz parte 
a palavra guarda, esta fará o plural conforme seja 
entendida como verbo ou como substantivo: 
guarda-nocturno > guardas-nocturnos 
(como a regra n° 3) 
guarda-lama > guarda-lamas
4.- Palavras compostas por adjectivo e subs­
tantivo: o segundo vai para o plural.
baixo-relevo > baixo-relevos 
grão-mestre > grão-mestres
EXCEPTO: os nomes dos dias da semana (terça­
-feira > terças-feiras) e a palavra gentil-homem > 
gentis-homens.
6.- Palavras compostas por dois verbos: o 
segundo elemento vai para o plural: 
pisca-pisca > pisca-piscas
7.- Palavras compostas por palavra invariável + 
variável: unicamente o segundo tem plural: 
recém-nascido > recém-nascidos
15 I Passe para o plural os segu in tes nomes com ­
postos.
1. Guarda-civil: 1*
2. Pára-raios: f*
3. Abelha-mestra: 1*
4. Pé-de-cabra: r*
5. Mata-borrão:
6. Luso-espanhol: i*
7. Co-proprietário: f*
8. Lava-loiça: |*
9. Guarda-roupa:
10. Água-de-colónia: J*
11. Social-democrata: f*
12. Estrela-do-mar: J*
13. Porta-estandarte:
14. Andar-modelo: |*
15. Curto-circuito: [V
84 oitenta e quatro
2.- Palavras compostas por dois substantivos 
ligados por preposição: o primeiro vai para o plu­
ral:
pão-de-ló > pãcs-de-ló 
estrela-do-mar > estrelas-do-mar
Sugira à Lola um programa para o fim -de-semana. Não se esqueça de lhe indicar os locais das activida­
des e as horas.
DIAS 2 A 13
P intura de Marieta Lutegarda 
Casa da Cultura
DIA 4 - 21.30 H
Festival de Música Popular 
Praça da República
DIAS 6 DE JULHO 
A 6 DE NOVEMBRO
Exposição «Portugal na Aber­
tura do Mundo»
Organização da ComissãoNa­
cional para as Comemorações 
dos Descobrimentos P ortu­
gueses e da Cámara Municipal 
de Elvas 
Museu Municipal
DIA 10-21.30 H
Rancho Folclórico de São 
Caetano dos Açores 
Praça da República
DIA 11 -21.30 H
Encontro de Orquestras de 
Música Ligeira 
Praça da República
DIA 12-16.00 H
nAwriiDcn nc Miccec
C ine-Teatro 
DIA 13
Feira de Velharias 
Praça da Repúbuca
DIAS 15 A 31
Exposição de Pintura de Rogé­
rio Timóteo 
Casa da Cultura
DIA 18- 21.30 H
Encontro de Acordeonistas 
Praça da República
«RADA
CASAS DE PASTO E 
TABERNAS
CENTRAL 
Largo da Igreja, 22 - Tel: 894336 
ir condicionada.
TABERNA DO 40 
Rua D. Nuno Álvares Pereira, 2 
TpI' «qaotí______________
FESTAS E FEIRA S 
BORBA - Feira da Pascoela (domingo a seguir à Páscoa) 
ALCARAVIÇA - Festas em Honra de S. Lourenço (1° fím-de- 
na de Julho)
RIO DE MOINHOS - Festas em Honra de S. Tiago (2" í! 
semana de Julho)
DIA 25
Orquestra Típica de Águeda 
Praça da República
DIA 26
Passeio a Praia de Sesimbra 
Organização CURPI
DIA 27
Feira oe Velharias 
Praça da República
oitenta e cinco
U
nidade 
6
17 As frases desta conversa estão desordenadas. Coloque-as pela ordem correcta.
Funcionário: N ão tem de quê.
Funcionário: Sim, e le é p ro fe sso r nes ta Escola.
Mas n ã o es tá cá n e s te m om en to . 
A cho q u e foi to m ar café ao bar.
Funcionário: O lhe, e le é alto e forte, b as tan te 
m o ren o e tem b ig o d e . N orm alm en­
te v es te u m fato c in zen to , m as 
ac h o q u e ho je tem u n s je a n s azuis 
e u m a cam isa ta m b ém azul.
A. Tavares: P or favor, d ig a -m e co m o é e le fisi­
cam en te , p a ra o p o d e r identificar.
A. Tavares: B oa ta rd e , c h a m o -m e A n tó n io 
Tavares. Sou o p a i d a Lídia Tavares 
e p ro c u ro o dr. Jo ã o P ereira . Ele 
trab a lh a aqui, n ã o é?
A Tavares: M uito ob rigado . Vou v e r se e le está
n o bar.
%
Responda livremente às seguintes perguntas. 
1. Que horas são?
r» ___________________________________________
2.
4.
5.
2. Estamos em que estação do ano?
3. Q ual o seu núm ero de Bilhete de Identidade?
4. Q ual a tem peratura da sala?
5. Estamos em que ano? I*
6 A quantos estam os hoje?
r*
7. Em Janeiro está frio ou está calor no seu país?
8. Q uantos alunos há na sua turma?
9. Q ual a data de nascim ento da sua mãe?
10. Elá quanto tem po não vai ao estrangeiro?
86 oitenta e seis
Escreva segundo o modelo.
Ex.: A lexandre O 'Neill (1924 -11986).
I* Alexandre O'Neill nasceu em mil novecentos e vinte 
e quatro e morreu em mil novecentos e oitenta e seis.
1. Álvaro Feijó (1916 - +1941).
António Boto (1897 - +1959).
r*
3. António Corrêa de Oliveira (1879 - +1960).
4. Bernardo Santareno (1924 - +1980).
Reencontre a ordem das seguintes frases.
1. expresso / por favor? / que / parte /
M adrid / A / é que / horas / o / para.
do / núm ero / linha / da / dezassete / Atenção /
comboio / partida / onze / à.
3. destino / o / meio-dia / da / com / Paris / previs­
ta / está / A / para / m eia / chegada / e / camio­
neta / a.
4. aterrar / causa / chuva / avião / da / pôde / não / 
O / por / Nova Iorque / Lisboa / em / de / proce­
dente.
5. Évora / para / de / Um / faz favor / bilhete / volta
/ sim ples / e / Portalegre / e / ida / outro / para.
fSüè
sí
=pssi®i:
W
Á-plf
.,,ç
a [a] 1 d o , m 1, s 1.
a M , c a d a , d a , p a r a
e [3] ca t . leq u e .
e [e] v e , m do.
e [3] d iss , sed e, de .
i, e [i] p ão , lea l, r:o .
o [3] ca raco l, s 1.
o [oj a v ô , so p a .
o, u [u] p a s s , r a, 1 m e
Genro, Gíria, Janeiro, Hoje 
G unicamente seguido de e ou L 
As tenranações^ageme-ugern escrevem-se 
sempre comg.
Os verbos com g no infinitivo mudam o g em j antes 
deaoua
A prenda algum as das palavras m ais usuais 
com J:
Gorjeta, jejum, jeropiga, laje, laranjeira, 
lojista, majestade, manjerico, manjedou­
ra, pajem, ajeitar, sarjeta, sujeito, traje, 
trejeito, ultraje.
é t í ^ a 
^ o ^ a í y o r a i s
oitenta e sete
Onida.de 
6
Pedir inform ação sobre horários: Podia dizer-me a 
que horas há autocarro?
Dar inform ações sobre horarios: Para lá às 
9hí5...
C om prar um bilhete: Queria dois bilhe­
tes.
Entender avisos que se ouvem na 
estação: Vai dar entrada no cais núme­
ro 8 a camioneta de Lisboa.
Indicar m eios de transporte:
Vamos de autocarro.
Exprim ir hab itualidade: Aos 
sábados jantamos sempre fora.
Exprim ir pon tua lidade: No 
sábado ficamos em casa.
Dar sugestões de acção colecti­
va: O que é que queres fazer 
amanhã?
A ceitar e rejeitar sugestões:
Boa ideia!
Exprim ir possibilidade / im ­
possibilidade: Não posso.
Situar acções no tempo: Nós 
vivemos muitos anos no estrangei­
ro.
P ergun tar a localização no 
espaço: Onde é?
Exprimir localização: E no Centro 
de Negócios transfronteiriço.
Convidar alguém: Queres vir connos­
co?
Exprim ir obrigatoriedade: Temos de pas­
sar pela estação de Camionagem..
Exprim ir desilusão: Que pena!
E de gramática aprendeu:
Pretérito perfeito sim ples dos verbos term inados em
-ar, -er e -ir.
Pretérito im perfeito dos verbos irregulares: pôr, ser, ter, 
vir.
Regras de formação do plural dos substantivos com­
postos.
H aver + expressões de tempo: Há vinte anos visitava ape­
nas discotecas e bares.
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• Dias da semana:
Domingo, segunda-feira, terça-feira, 
quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, 
sábado.
• Meses:
Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, 
Maio, Junho, Julho, Agosto, 
Setembro, Outubro, Novembro, 
Dezembro.
• M eios de transporte:
Autocarro, automóvel, avião, 
barco, bicicleta, camioneta, 
carruagem, cavalo, comboio, 
eléctrico, metropolitano.
• Locais de interesse:
Aeroporto, auditório, bar, 
biblioteca, cantina, catedral, 
cidade, cinema, convento, dis­
coteca, estação, exposição, feira, 
igreja, jardim, monumento, 
mosteiro, recinto, torre, Univer­
sidade.
• Adjectivos:
Careca, velho.
• Verbos:
Abrir, aceitar, aparecer, apreciar, arranjar, 
atender, aterrar, 
atropelar, averi­
guar, comprar, dar, 
deixar, descolar, expor, 
fazer, fechar, fumar, 
ganhar, impressionar, 
indicar, instalar, ler, 
merecer, nascer, ocupar, 
partir, passar, querer, 
sentir-se, servir, tirar.
oitenta e oito
Pretérito perfeito simples v. Pretérito imperfeito (Revisão).
Pretérito perfeito simples dos verbos irregulares termina­
dos em -er: dizer, fazer, poder, querer, saber, tra­
zer, ver.
Conjugação perifrástica: estar a + inf.; andar a + inf.; ir 
a + inf.; ter de (que) + inf.; haver de + inf.
Divisão silábica e m udança de linha.
Fonética: vogais nasais e semivogais.
Advérbios: dem asiado, im enso, im ediatam ente.
Adjectivos: am plo, novo, feio.
Conjunções: enquanto.
Locuções adverbiais: com frequência, de vez em quan­
do.
0 ) V o c a b u l á r i o ( 0
A casa (Estrutura e mobília.)
P rodutos alimentares: verduras e legumes. 
Verbos de actividades quotidianas.
Tarefas domésticas.
U nidades de m edida de distância e superfície.
Perguntar e responder sobre a rotina diária: Antes de 
sair de casa faço a cama e arrumo o meu quarto.
Pedir inform ação sobre obrigatoriedade: É preciso 
esperar muito tempo?
Considerar um facto com o necessário: Tenho de ir rapi­
damente para a Estação de Melhoramento de Plantas.
Considerar um facto com o não necessário: Não tens de 
fa ze r os exercícios.
Exprimir obrigação: Sempre é necessário fa ze r alguma 
coisa.
Exprim ir intenção: Hei-de ir um dia ao Rio de Janeiro.
Expressar proibição: Não é permitido estacionar.
Indicar o que é necessário: É necessário um a assinatura 
nova.
Pedir licença para entrar: Podemos passar?
Dar licença: Podem, podem.
O ferecer ajuda: Queres que fa ç a alguma coisa?
Aceitar/rejeitar ajuda: Não é preciso.
Exprimir frequência: Eu quase nunca vou ao cinema, 
mas semanalmente compro o jornal.
Falar de hábitos do quotidiano. 
M ostrar a casa a alguém . 
Falar de obrigações.
Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
oitenta e nove %89
a
- i
Diálogo 1 5
Visita a urna amiga.
A Cláudia, am iga da Ana, convidou-a para ir lanchar a sua casa. A Ana 
foi e levou a am iga dela. Enquanto esperavam na paragem do autocar­
ro...
Lola: É preciso esperar m uito tempo?
Ana: Não, o autocarro deve estar quase a chegar.
Lola: Onde fica a casa da tua amiga? _
Ana: Fica no centro histórico da cidade. É urna casa m uito bonita, antiga e
m obilada com m uito gosto.
Lola: O que faz a tua amiga?
Ana: A nda a fazer um estágio na Estação Nacional de M elhoram ento de
Plantas. É investigadora na área dos cereais.
Lola: Mas a investigação é m uito absorvente. Deve ter o dia m uito ocupado.
Ana: Sim. M as ainda tem tem po para ir às com pras, ir ao banco, pagar a luz
e o telefone... É um a pessoa m uito organizada. Vais gostar dela.
P r e t é r i t o ^ e r f e í t o s i i v ^ e * v e t a o s i r r e i ru ia re s et* - e r
dizer fazer poder querer saber trazer ver
(eu) d isse fiz p u d e q u is so u b e tro u x e vi
(tu) d isse s te fizeste p u d e s te q u ise s te so u b e ste tro u x e s te
v is te
(você)
(ele, ela) d isse fez p ô d e q u is so u b e tro u x e v iu
(n ós) d issem o s fizem o s p u d e m o s q u ise m o s soubem os trouxem os v im o s
fvós] (vocês) d isse s te s fizestes p u d e s te s q u ise s te s so u b e s te s trouxestes v is tes
(eles, elas) ^ d is s e ra m fiz e ra m p u d e ra m q u ise ra m souberam trouxeram v ira m
n ã o d i s s e <joe 
era difícil .'? 
C o n s u l t e tawfeéM a 
V p á g i n a l ' f ' f . y
Z ' Mós 
tatobétn 
debemos ajudar 
k . to dos. .A
Responda às perguntas segundo o modelo.
1.
7.
Q uem é que pôde chegar a horas?/V ós.
r * _______________________________________
Q uem é que quis convidar a A na?/Tu.
I * _______________________________________
Q uem é que soube prim eiro a noticia?/Eles.
I*
Q uem é que trouxe este jornal?/N ós.
Quem é que v iu esse film e?/Elas.
i* Romos
mío ha casa é obrigatório
 'Zajudar nas tarefas dotoés-y
ticas.
Q uem é que fez as cam as?/Eu.
r*
Ex.: Q uem é que trouxe a carne do talho?/N ós. 
nós que trouxemos.
Q uem é que disse isso ao pai?/Vocês.
r * _______________________ _________
noventa
Íi-La perífrasis portuguesa estar a + inf. refiere la 
duración y repetición del hecho, del mismo 
m odo que la perífrasis española estar + gerun­
dio:
O Luís está a estudar no quarto.
"Luis está estudiando en su habitación".
Una duración m ás prolongada, no obstante, 
suele expresarse por m edio de la forma perifrás­
tica andar a + inf.:
O Luís anda a ler Os Lusíadas.
"Luis está leyendo Los Lusíadas".
^ •N o confunda la locución an terior con otra 
hom ógrafa, pero con matices diferentes, como 
son los de inminencia de realización del hecho:
O Luís está a chegar (= vai chegar 
daqui a pouco, daqui a bocado).
"Luis esta al llegar = Está a punto de llegar".
8 En el pasado la duración y repetición del hecho, 
adem ás de con la perífrasis referida, aunque con 
el auxiliar en pret. imperfecto,
Estava a chover quando cheguei a casa.
"Estaba lloviendo cuando llegué a casa", 
puede expresarse tam bién con la perífrasis ir a + 
inf.:
lam todos a cantar pela estrada.
"Iban todos cantando por la carretera".
No obstante, repare que tam bién puede expresar 
la inm inencia del hecho:
O Luís ia a abrir a porta quando a Ana bateu.
"Luis iba a abrir la puerta cuando Ana llamó". 
En este caso la estructura es idéntica en 
portugués y en español (7r 3 + inf*)
& RZCUEROE, adem ás, tal como estudió en la 
U nidad I, que el verbo ¡ R se usa como verbo 
auxiliar de tiem po en formas verbales complejas 
para expresar futuro:
Voufazer os exercícios.
O Luís disse que ia fazer os exercícios.
"Voy a hacer los ejercicios".
"Luis dijo que iba a hacer los ejercicios".
Este auxiliar confiere a la frase un valor aspec­
tual de intención de realización del hecho en el 
tiempo futuro considerado como próxim o por el 
locutor.
'-^Por último, recuerde que am bas perífrasis, tanto 
la portuguesa como la española substituyen en 
la lengua hablada al futuro de indicativo.
£ í f a r a + I nfiní+ivo 
Andar a + Infinitivo
Realização 
prolongada 
no presente
A g o ra 
N e s te m o m e n to
Eu estou a e s tu d a r p o r tu g u és 
Eu ando a e s tu d a r p o r tu g u ês
Estar a t Infinitivo 
Andar a + infinitivo 
Ir a t Infinitivo
Realização 
prolongada 
no passado
Então 
Naquela altura
Eu es ta va a e s tu d a r p o r tu g u ês 
Eu an dava a e s tu d a r p o r tu g u ês 
Eu ia a ca n ta r p e la e s tra d a
Repare nas seguintes gravuras e responda.
0 <jue é <Jü ç ele* er+ao a fazer?
noventa e um 91
í Jn idade 
7
O b r i g a ç ã o P r o ib iç ã o /n + e n ç ã o
1 cIg I TER + inf.
1 d g 1 TER + inf.
N ão dever 
" dizer 
" fazer
H aver de + inf.
! 1 que J ) Tue 1 " poder hei-de '
(Não) precisar de + inf. Ser preciso + N. " ser perm itido hás-de
Ser preciso + inf. Ser necessário + inf. Ser proibido há-de
Ser preciso que + conj. (Não) Dever. De nenhum a maneira! havem os de
X 0
N em pensar (nisso)! 
Nunca!
haveis de L 
hão-de Ui
/ <jue é íu e \
atw anfia í
1. 1't’ns dc estudar essa lição.
2. Precisas de estudar mais.
3. 1 preciso falar m ais I 
baixo.
4) K necessário um a assi­
natura nova.
5. Enecessáru trabalhar.
6. \ ã o deves fum ar tanto.
7. Não /.'v.!- nada à Lola.
8. Não/ííçvís isso.
9. Não é perm itido estacionar.
10. I lci-dt ir um dia ao Rio de Janeiro.
Responda às perguntas segundo o modelo.
Ex.: O nde é que vocês vão dorm ir esta no ite? /U m hotel, 
f* Nós vamos dormir num hotel.
1. A quem vão visitar esta ta rde?/N ossa m adrinha.
I * _________________________________________________
2. O que é que os senhores vão com er?/B acalhau à Brás.
r*_________________________________
3. O que é que vocês vão ver? /U m a peça de teatro.
h*_________________________________________________
4. Aonde é que vocês vão am anhã?/A praia.
I * _________________________________________________
5. A quem vais te lefonar?/A m inha mãe.
I * _________________________________________________
6. O que vam os b eber?/A gua sem gás.
I * _________________________________________________
7. Para onde é que eles vão passar fé r ia s? /0 Algarve.
r*_________________________________________________
8. A quem vais perg u n ta r? /O polícia.
r*_________________________________________________
9. Onde vais jantar am anhã?/ Casa.
I* _________________________________________________
10. O que vais dizer ao teu p a i? /A verdade.
% Los verbos auxiliares de m odo se usan para j 
expresar un punto dc vista en relación al enun- j 
ciado y al interlocutor. Los principales son: 
Probabilidad: Dever.
Posibilidad: Poder.
Autorización: Poder.
Necesidad: Precisar (de), ter de (que).
Obligación: Ter de (que), dever.
Ter de y ter que, equivalen am bas al español | 
tener que; adem ás de expresar la necesidad y la i 
obligación, consideran un hecho como necesa- jj 
rio o no necesario:
(Não) tens de fazer os exercícios.
"(No) tienes que hacer los ejercicios".
Parece existir en la lengua hablada cierta predi­
lección por la estructura ter de, sin que ello ¡ 
m arque ningún tipo de diferencia entre ambas, i
Preste especial atención a las formas m onosilá- ,
Ibicas del verbo haver cuando vayan seguidas í 
de la preposición de, ya que es obligatorio el , 
uso del hífen (-).
% El verbo h av e res un verbo auxiliar de tiempo. | 
Confiere a la frase un valor aspectual de inten- . 
ción de realización del hecho en un futuro no ' 
determ inado:
Hei-de trabalhar.
"He de trabajar".
Además, aparece en num erosas construcciones i 
con matices m uy diversos:
Existencia: Hñ leite.
Disponibilidad: Não há leite mas há ovos. 
Ocurrencia: Hoje há um bom filme na tv. 
Localización absoluta en el espacio: Em Por- j 
timão há uma praia muito grande.
Referencia en el tiempo: Estou aquí há meia hora, i 
Previsión del tiempo: Amanhã há bom tempo.
Etc. 1
92 ̂ noventa e dois (duas)
m Responda à pergunta.
Ex.:O que é que ele tem de fazer antes de tom ar o 
pequeno alm oço?/Tom ar um duche e fazer a barba.
I* Antes de tomar o pequeno almoço, ele tem de (há-de) 
tomar um duche e fazer a barba.
5. O que é que vais fazer hoje à tarde?/V isitar o avô.
6. O que é que o senhor vai fazer hoje de 
m anhã?/T ratar das reservas do hotel.
1. O que é que vam os fazer agora?/C orrig ir os testes.
7. O que é que vam os fazer depois da aula de Portu­
guês?/Tom ar uns copos.
2. O que é que a Lola vai fazer am anhã?/C om prar uns 
sapatos.
8. O que é que eles vão fazer agora?/A rrum ar o quar­
to.
3. O que é que vais fazer na quinta-feira?/Ficar em casa. 9. O que é que vocês vão fazer depois de am anhã?/ 
Descansar.
4. O que é que vais fazer depois de jan tar? /dançar no 
arraial.
Diálogo 2
10. O que é que você vai fazer depois de 
com er?/Tom ar café.
Em casa da Cláudia.
Ana:
Cláudia:
Ana:
Cláudia:
Lola:
Cláudia:
Ana:
Cláudia:
Lola:
Cláudia:
Ana:
Cláudia:
Olá, Cláudia. Podem os entrar?
Podem, podem .
Apresento-te a Lola, a am iga espanhola de quem te falei.
Olá, como estás? Tenho m uito gosto em te receber em m inha casa.
Olá, m uito prazer. Que casa tão bonita!
Era dos m eus bisavós. A m aior parte das m obílias são desse tempo. Procurám os conservar tudo. 
Cláudia, não te im portas de m ostrar a casa à Lola?
Com m uito gosto. Passem por aqui. Esta cozinha está como no tem po dos m eus bisavós; os azulejos são 
os mesmos. Com prám os m áquinas de lavar louça e roupa e um a arca congeladora, mas o frigorífico 
ainda foi com prado pela m inha avó. A qui é a despensa e ao fundo do corredor a sala de jantar.
E enorme!
Sim, os m eus bisavós tinham seis filhos e recebiam visitas frequentem ente. Aqui é a sala de estar e a 
seguir o m eu escritório. Daquele lado ficam os quartos. Mas vam os é p reparar um café.
Queres que faça algum a coisa?
N ão é preciso. Já tenho tudo preparado.
QUE ESTk m ¡/ARAtf&A:
Que èstá na varanda? 
Lima fita de ganga.
Que está na janela? 
i mu fita amarela. 
Q ué/está no poço?
Uma casca de tremoço. 
Quem está no telhado? 
Um gato pingado.
Que está na chaminé? 
/Uma caixa de rapé.
Que está na rua?
.Uma espada nua.
Que está atrás da porta? 
I ma vara torta.
Que está no ninho?
Um passarinho.
Deixa-o no morno 
Dá-lhe pãozinho.
%
Cancioneiro Popular Portugués.
*
©
w
»w
f i
t>WÍsão s i lábica 
t*u<jança tfe linha
La división silábica coincide en lineas generales 
en portugués y español: 
a-do-les-cen-te, e-xa-me, abs-trac-lo, 
abs-ten-ção,
Sin embargo, tenga en cuenta las siguientes 
peculiaridades del portugués:
consonantes iguales se separan obligatoriamente: 
ar-rastar: lec-cionar; res-soar; ac-ção.
Si un guión une palabras conpuestas o enclíticas y coin­
cide con el final de la linea, es obligatorio repetirlo en 
el inicio de la siguiente:
m ão-//-de-obra 0 mao-de-//-obra.
Nós fizemo-//-lo.
Jjfc,
; *
m
noventa e três 93
I
Descreva com todos os pormenores como é a sua casa e onde fica situada. Medir
Altura Alto
Baixo
Com prim ento
Com prido
C urto
Longo
Largura Largo
Volume, Volumoso
Máximo
Mínimo
assoalhada degrau botão
hall terraço interruptor
quarto chaminé tom ada
despensa renda ficha
parede em préstim o fio
chão m ensalidade ligar
tecto contrato desligar
sótão aquecim ento acender
varanda calorífero apagar
m arquise aquecedor abrir
arrecadação gás fechar
jardim electricidade
m uro luz
elevador corrente
escada gás
mm. çiMiiímetrov d
dm. Decímetro d ;
ilT : Metro quadrado
m. Metro ; i;
km. Quilóm etro
, n
km - Q uilóm t i i.. q 11 a d ia d , •
ha. Hectare
A ^ re n <Ja outro vocabulário útil
Qual i f icat ivos para a casa
A rw f> ien + e
andar
apartam ento
edifício
lote
m oradia
prédio
quarto
vivenda
amplo
excelente.
pequeno
velho
antigo
novo
moderno
cave (cv.) 
rés-do-chão (r/c.) 
andar 
núm ero 
direito (dto.) 
esquerdo (esq.) 
frente (fte.) 
rua, estrada,
( ? f
recente
luxuoso
bonito
feio
simpático
acolhedor
agradável
avenida, praça,
largo, etc.
FICAR/SEREM
centro
periferia
arredores
bairro
prático
simples
sossegado
barulhento
limpo
asseado
arrumado
i V o s
desarrumado
assim, assim
bom
mau
giro
sujo
caro
barato...
rico
pobre
degradado
zona de luxo
m oderno
antigo
poluído
zona verde
plano
m ontanhoso
longe
perto
J.1SNITH
noventa e quatro
A c t i v i d a d e Pê a ca ja y r as/ora o no toe correcto.
7. Caixote do lixo
8. Chávena
9. Caneca
10. Cafeteira
11. Caixa do correio
12. Fogão 
13-Lareira
20. Aparelhagem
21. Batedeira
22. Baú
23. Cachimbo
24. Cortinado
25.Máquina de barbear
26. Máquina de lavar roupa
33. Cálice
34.Esfregona
35. Escadote
36. Escova dos dentes
37. Ferro de engomar
38. Cómoda
39. Castiçal
1. Cruzeta
2. Escova do cabelo
3. Bengalas
4. Lâmpada
5. Chapéu
6. Espelho
14. Charuto
15. Bule
16. Aspirador
17. Banheira
18. Balde
19. Agulha
27. Luvas
28.Máquina de lavar loiça
29. Mesa
30. Cadeira
31. Chave
32. Frigideira
40 .Jornal
41. Livro
42.Maço de tabaco
43. Copo
44. Cinzeiro
45. Cama
46. Garrafão
47. Chuveiro
48.Lenços de papel
49. Frigorífico
50. Candeeiro
noventa e cinco
U
nidade
Diálogo
Conversando..
4. r*
5. i*
6. i*
7. r*
8. r*
9. i*
10. h*
11. i*
12. i*
13. N
14.
15. r*
96 noventa e seis
Lola:
Cláudia:
Lola:
Cláudia:
Lola:
Cláudia:
Gostas de viver aqui?
Gosto imenso. N unca morei noutro sítio e ligam-me a esta casa laços afectivos.
E as tarefas dom ésticas quem as faz?
Sou eu. Antes de sair de casa faço apenas a cama e arrum o o m eu quarto, porque tenho de ir para a 
Estação de M elhoram ento de Plantas. À hora de almoço cozinho qualquer coisa rapidam ente. Venho 
comer a casa porque gosto m uito de cozinhar. Aos fins-de-sem ana aspiro o pó ou varro e passo a ferro 
algum a roupa.
E ninguém te ajuda? Com um a casa tão grande...!
Sim. Às sextas-feiras à tarde vem cá a Vicência, um a excelente em pregada, que faz um a lim peza mais
profunda e passa a ferro a roupa. Mas sem pre é necessário fazer algum a 
coisa.
0 q u e é q u e e u f a ç o t o j o s o s j J a s ! ?
(as-)jidsap
❖
\
Diga o que ela faz durante um dia normal. ^ 
Nao se esqueça de indicar as horas. ^
vestir(-se)
Descreva as deslocações que a D. Clara fez 
ontem.
Ex.: 8h30: Ir/Escola: As oito e m e ia /o i à escola.
1. 9hl5: Voltar/casa: h* ________________________
2. lOhOO: A rrum ar/quartos: I*____________________
3. 10H20: Ir/B anco /levan tar dinheiro: f*__________
4. 10h37: Ir/S uperm ercado /faze r compras: I* ___
5. Ilh45: V oltar/casa: N _______________________
6. 12h00: Preparar/alm oço: i* __________________
7. 13h00: A tender /telefone: I * ___________________
Q o e t o t r a f r a l h a (a elfo casa?
Indique o que ela faz durante um dia normal.
aspirar
$
10. .
11..
12.
Para que a letra C 
se leia sem pre [s], 
deve escrever
c antes de e, i:
céu, cidade; 
ç antes de a, o, u:
raça, poço, açúcar.
W
fS
e
PS
6JD
O
¿ e * r a s
i , an, am 
en, em 
on, om 
im, in 
un
¿e+ra s
F o n é f i c a
( / o ^ a í s n a s a i s
[b] alema, m anta, lám pada,
[ê] lenda, sem pre.
[õ] pon to , pom ba.
[i] fim , gínja.
[ü] m undo, fundo.
S e w l ^ o ^ a i j
u [w] quatro, suave.
’ e, i [j] diálogo, fêmea.
noventa e sete 97
-i Recorde a sua semana passada e escreva aquilo que fe z de mais importante. U tilize os verbos que se 
seguem. Não se esqueça de indicar as horas.
Acordar Ir Ler Ver Deitar-se Jantar Vir
Levantar-se Almoçar Jantar Falar Sair Fazer Cozinhar
Tomar duche Voltar C om prar A rrum ar Trabalhar Escrever Entrar
Q ü a r t a
D e m a n h ã ...
Q ü í n + a
D e ta rd e ...
S e x + a
À n o ite ...
S á b a d o
À ' t i
/ \
/y
t i
f
1
7
i
Tale de si aos colegas.
1. Em que data nasceu?
r* ________________
2. Q uantos irmãos tem? Com que idades?
3. Q ual é a profissão dos seus pais?
4. Qual é o seu passatem po favorito?
5. Quais as suas preferências?
r* ______________________
6. A que horas se levanta?
r* ________________
7. O nde é que mora?
r* _________
8. Q uanto tem po dem ora a chegar à Escola?
9. De quecor é o seu quarto?
r* ___________________
10. Conte sucintam ente o que fez hoje.
11 Reescreva as seguintes frases no pretérito 
perfeito simples e no pretérito imperfeito. 5.
Ex.: A G uida acorda às sete horas.
a) A G uida acordou às sete horas.
b) A G uida acordava às sete horas.
1. Ela levanta-se alguns m inutos m ais tarde.
a)f* _______________________________ __
b) r*
Às 7h45 sai para o trabalho.
a) r* ____________________
b) 1* ____________________
Entra no escritório às 8h.
a) N _________________
b) I*
Im ediatam ente começa a trabalhar.
a) r* ___________________________
b)l*
2. Pouco depois tom a um duche.
a)l* _______________________
b)I* _______________________
3. A seguir veste-se.
a) I'* ___________
b )l*
4. Depois bebe um café e um sum o de laranja.
a) P* ___________________________________
b )l * ___________________________________
Toma café com as am igas às 10h30.
a) r * ______________________
b )f* ___________________________
Regressa ao escritório às 10h45.
a ) P ___________________________
b ) l*
10 . Sai ao m eio-dia e chega a casa por volta das 13h.
a) p* _________________________
b)P* __________________________________:_____
noventa e oito
12 I Diga aos colegas as coisas de que gosta e aquelas que detesta e com que frequência as realiza. Faça frases 
segundo os modelos A e B.
Nem
Quase 
INunca Sem pre
Alguma(s) I Todos(as) os(as) ■ Aos / No 
1 Às / NaBastantes V Dias, M anhãs
M uitas I Tardes, N oites i Sábado(s)
Poucas... J Sem anas, M eses Dom ingo(s)
Vez(es) ' Anos Segunda(s)...
Diariamente
Semanalmente
M ensalmente
Anualmente
Com frequência 
Frequentemente 
De vez em 
quando 
Raramente
A c ç õ e s
Tomar duche
lr ao cinema
Viajar ao
estrangeiro
Pôr a mesa
Subir um a
m ontanha
Praticar
desporto
jan tar fora
Visitar os
amigos
Ir ao médico
Ler o jornal
Dizei- a verdade
Trazer amigos
a casa
Fazer a barba
M o d e lo A E u q u a se n u n c a vou ao c in em a m as s e m a n a lm e n te compro o jo rn a l. 
M o d elo B: E u a n tig a m e n te jantava fo ra to d o s o s d ia s m as a g o ra ra ra m e n te o faço.
1. 
2.
3.
4.
5 ..
6 .. 
7 .. 
8.
9.
10.
• Nem es conjunción disyuntiva en frases del tipo:
N em eu, nem ele estivemos na festa; 
y copulativa cuando es correlativa de não:
Hoje não vou ao cinema, nem quero 
que tu vás.
- Nem es usada con el valor de não delante de sempre, 
todo, tudo, ainda, mesmo, por isso y en frases enfá­
ticas:
Nem toda a gente sabe cozinhar.
■ Recuerde que À s/aos + dias de la semana indica 
habitualidad, m ientras que no, na + dias de la sema­
na indica puntualidad de la acción.
• A dem ás de los adverbios y locuciones que aparecen 
en el cuadro, puede utilizar para indicar la frecuencia 
construcciones del tipo:
Numeral + por + unidad de medida de tiempo: 
Faço as compras duas vezes por semana.
♦ Numeral + de cada vez:
Entra um de cada vez.
4* De ... em:
Deve vir cá de dois em dois dias.
4b Cada vez que:
Cada vez que vejo a Paula falamos de cinema.
* Por:
Leio vinte ¡ivros por ano.
U tilize o pretérito imperfeito.
num a aldeia1. (Morar) A ntigam ente nós 
pequenina.
2. (Ser) O m eu irm ã o ______
3. (Partir) E la para o escritorio às 8h.
. um bom futebolista.
4. (Levantar-se) E le s .
5. (Deitar-se) E la ___
6. (Ir)Nós _________
-se às 7h30.
-se a m eia-noite e meia.
 ao cinema mas na bicha da
bilheteira (haver)___________dem asiadas pessoas.
7. (Trazer) A m inha m ã e sem pre ameixas e
m orangos da frutaría.
8. (Pôr) V ocês___________a mesa todos os dias.
9. (Ter) E les___________um cão m uito obediente.
10. (Viajar) N ó s _________ com frequência ao estran­
geiro.
noventa e nove
U
nidade 
7
14 I Reescreva os seguintes itinerários usando o pretérito 
perfeito simples.
1. Apanho um táxi na Praça de República e vou até Estremoz.
p* ___________________ ___________
2. De m anhã visito o Castelo e contemplo as portas medievais.
p * ______________________ __________
3. Tomo um a cerveja na Pousada da Rainha Santa Isabel e 
peço ao em pregado a conta.
N ________
____________________________ Passe as frases anteriores para a 3" pessoa do
4. Almoço no "São Rosas" à lh30 e a seguir desço até à Baixa Pretér't0 Verf eito simples. 
e tomo um café.
1. Ele, e la /V o c ê /O /A senhor(a). P* Apanhou um táxi 
— ----- n a Praça da República e foi até Estremoz.
2. P*________________________________
5. Às 16hl5 parto p ara Borba. Pergunto pela A dega Coope­
rativa. Chego lá e compro um as garrafas de vinho branco. 3^
P* . —
4. P*
6. Paro uns m inutos em frente das ruínas do Castelo e ^ 
depois visito o M useu de Cerâmica.
P* ___________ - 6. P*
A c t i v i d a d e C P r e e n c h a a s e & u í n t e g r e l h a c o m o s n o M e s d a s v e r d u r a s e l e g u M e s q u e s e s e g u e M .
H orizontais: Espinafre; couve; alface; couve-flor; 
beterraba; pepino; tomate; cenoura; espargo; aipo; 
ervilha; feijão; lentilha; nabiça, batata.
Verticais: cebola; fava; alcachofra; azeitona; abóbo­
ra; nabo; pim ento; agrião; grão; beringela; rabanete; 
alho.
1 0 0 cem
¿ > a ( a v r a * M a i s o s u a t s coim
6* "9 99 é
0 d e s t o o joiv>, 
v a r i a r ( e + r a r
Asa, Zero.
Amizade, catorze, conduzir, cozer, cozi­
nha, dizer, doze, fazer, juízo, onze, prazer, 
produzir, razão, rezar, traduzir, treze, tre­
zentos, vizinho, azar, azeite, azeitona, 
azul, baliza, deslizar, gazeta, gozar, 
granizo, guizo, horizonte, natureza, etc.
Reencontre a ordem das seguintes frases.
1. levantar / m anhã / os / dias / sete / às / e / da / trinta 
/ todos / Eu / me / de / tenho.
2. nova / m eu / um a / quarto / A / sem ana / com prám os 
/ cóm oda / o / para / passada.
3. pus / e / loiça / lavou / a / O ntem / eu / Lola / a / 
mesa / a.
4. quando / fora / mas / D e / elegantes / vam os / restau­
rantes / a / sem pre / jantam os / nem / vez / em.
português / móveis / é / casa / A / antiga / um a / com 
/ m obilada / casa / estilo / de / m inha.
Escrevem-se com Z :
7« As palavras term inadas no sufixo -izar: 
actual(-izar);
X« N om es form ados a partir de adjectivos + -ez ou 
-eza:
ávido > avidez; 
certo > certeza.
(Ma í escrevem-se com S (apesar do som final 
ser igual [z]):
As palavras da família de verbos term ina­
dos
em -der:
D efender > defesa;
Prender > presa.
O feminino dos gentílicos:
Inglês > inglesa 
O feminino de alguns títulos:
Cônsul > consulesa;
Barão > baronesa.
3* As palavras no aum entativo ou dim inutivo: 
hom em > hom enzarrão / hom enzinho.
¥« As palavras derivadas de outras já com z: 
Civilizar > civilização.
5* E m uitas outras palavras cuja ortografia é justi­
ficada pela sua origem latina, árabe ou outra.
cento e um 101
¡3
a
8
n
- 4
102 cento e dois (duas)
Perguntar sobre a rotina diária: O 
que é que eu faço todos os dias?
Falar de háb itos do quotidiano: 
Antes de sair de casa faço a cama e 
arrumo o meu quarto.
M ostrar a casa a alguém: Aqui é a 
sala de estar e a seguir o meu escritório. 
Pedir inform ação sobre obrigatorie­
dade: É preciso esperar muito tempo? 
Considerar um facto como necessá­
rio: Tenho de ir rapidamente para a 
Estação de Melhoramento de Plantas. 
C onsiderar um facto com o não 
necessário: Não tens de fazer os exercí­
cios.
Exprim ir obri­
gação: Sempre é
necessário fazer
alguma coisa.
Exprim ir intenção:
Hei-de ir um dia ao 
Rio de Janeiro.
Expressar p ro i­
bição: Não é permi­
tido estacionar.
Indicar o que é 
necessário: E neces­
sário uma assinatura 
nova.
Pedir licença para entrar: Pode­
mos passar?
Dar licença: Podem, podem.
Oferecer ajuda: Queres que faça 
alguma coisa?
A ceitar/rejeitar ajuda: Não é pre­
ciso.
• Exprim ir frequência: Eu quase 
nunca vou ao cinema, mas sema­
nalmente compro o jornal.
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• A casa (estrutura):
Andar, apartamento, arrecadação, 
assoalhada, cave, clmminó, chão, 
degrau, despensa, edifício,elevador, 
escada, hall, jardim, lote, marquise, 
moradia, muro, parede, predio, quar­
to, rés-do-chão, sótão, teclo, terraço, 
varanda, vivenda.
• Utensílios:
Agulha, aparelhagem, aspirador, 
bàlde, banheira, batedeira, baú, ben­
galas, bule, cachimbo, cadeira, cafe­
teira, caixa dos correios, caixote do 
lixo, cálice, cama, candeeiro, caneca, 
castiçal, chapéu, chave, chávena, chu­
veiro, cinzeiro, cómoda, copo, corti­
nado, cruzeta, escadote, escova do 
cabelo, escova dos dentes, esfregona, 
espelho, ferro de engomar, fogão, fr i­
gideira, frigorífico, garrafão, lâmpa­
da, lareira, lenços de papel, maço de 
tabaco, máquina de barbear, máquina 
de lavar loiça, máquina de lavar 
roupa, mesa.
Tarefas domésticas:
Acender, apagar, arrumar, aspirar, atender, cozinhar, deitar-se, 
desligar, passar (aferro), preparar, tratar, varrer.
Acções quotidianas:
Acordar, ajudar, almoçar, descansar, despir, engomar, estender, 
fechar, jantar, lanchar, levantar-se, levar, ligar, telefonar, 
tomar, vestir-se.
• Verduras e legumes:
Abóbora, agrião, aipo, alcachofra, alface, alho, beringela, beter­
raba, cebola, cenoura, couve, ervilha, espargo, espinafre, fava, 
feijão, grão, lentilha, nabiça, nabo, pepino, pimento, rabanete, 
tomate.
• Bebidas:
Água, aguapé, aguardente, aperitivo, bagaço, brândi, cacau, 
café, cerveja, chá, champanhe, chocolate, coktail, conhaque, 
gasosa, gin, laranjada, leite, licor, limonada, ponche, porto, 
rum, soda, sumo, uísque, vermute, vinho, vodca, xarope.
• Adjectivos:
Acolhedor, antigo, arrumado, 
asseado, barulhento, desarrumado, 
giro, limpo, luxuoso, novo, poluí­
do, sossegado, sujo, velho.
E de gramática aprendeu:
Pretérito perfeito sim ples dos verbos irregula­
res em -er.
Conjugação perifrástica:
Estar a + infinitivo.
Andar a + infinitivo.
Ir a + infinitivo.
ter de (que) + infinitivo.
Divisão silábica e m udança de linha.
Fonética das vogais e semivogais.
Verbos:
Abrir, começar, conservar, mos­
trar, pagar, pedir, perguntar, pra­
ticar, receber, regressar, subir, visi­
tar.
Indicar o que faz falta.
Pedir diferentes produtos indicando quantidade. 
Pedir a alguém que faça alguma coisa.
Perguntar o preço e o peso.
Dar conselhos e expressar proibição.
U r Conteúdos comunicativos
Pedir ajuda: lúa. podes ir in às compras?
O ferecer ajuda: Posso arrum ar a cozinha?
Indicar o que faz falta: Precisava de carne do talho.
Pedir um produto alim entar ou outros artigos: Quería 
um quilo de pescada e dois de lulas.
Perguntar o preço: Qual é o preço?
Indicar preço: A qui tem. São 26,40 euros.
Pedir para pesar um produto: Pese-me estepeixe-espada, 
por favor.
Indicar o peso: Pesa dois quilos e meio.
A conselhar alguém: Não se põem os cotovelos na mesa.
Exprim ir proibição: Éproibido afixar cartazes nesta pro ­
priedade.
Areas gramaticais e estruturas
Imperativo afirmativo e negativo.
Presente do conjuntivo: verbos em -ar, -er, -ir.
Futuro dos verbos regulares.
Futuro dos verbos irregulares terminados em -er: dizer, 
fazer, trazer.
Numerais: revisão.
Preposição + artigo e expressão temporal (revisão).
Advérbios: dem ais, depressa, sequer, tanto. 
Conjunções: porém , pois.
Interjeição: ah!
Adjectivos: grosso, só.
Preposições: desde.
Locuções prepositivas: além de.
|0) V o c a b u lá r io @j
Produtos alimentares. Pesos e m edidas.
Estabelecimentos comerciais. O dinheiro. Trocos.
Horóscopo. Gentílicos (revisão).
Frutas.
cento e três
U
ni
da
de
 
8
U
nidade 
8
Diálogo
Compras.
A m ãe da Ana pediu-lhe para ir às com pras porque ela não tinha tempo.
Clara: Ana, hoje tenho m uito trabalho. Podes ir tu às com pras, por favor?
Ana: Posso. E tam bém posso arranjar a cozinha ou ajudar a arrum ar os quartos. Assim dava-lhe um a m ão­
zinha.
Clara: Bom, m as prim eiro vais às com pras, e depois ajudas-m e a acabar isto, sim?
Ana: Está bem. O que precisa?
Clara: Precisava de carne, peixe e fruta.
Ana: Certo. Eu vou com a Lola. Assim ela ajuda-m e a trazer tudo de um a só vez.
Clara: Do talho traz carne de vaca e de borrego, da peixaria traz peixe-espada, pescada e lulas e da frutaría
traz dois quilos de uvas, um melão e um cacho de bananas.
Ana: Não precisa de mais nada?
Clara: Passa pela padaria e traz um pão e um a dúzia de papossecos.
Ana: É tudo?
Clara: Sim, acho que não esqueci nada, filha. Toma lá cento e cinquenta euros.
Ana: Vamos, Lola. Depois irem os à loja do senhor Joaquim e com prarem os aquele tecido de que eu gostei
tanto.
A prenda...
F u f u r o ç r f eT+o 
V erbos regu lares em -ar, -er, -ir 
CANTAR COMER PAROR
Eu -ei
Tu -ás
Ele/Você -á
Nós -em os
Vós -eis
Eles/Vocês -ao
1 % , / Í W A .
... e com p le te
1. Cantar: Nós
2. Partir: Eles
3. Comer: Eu
4. Passar: Ela
5. Beber: Vós
Tu
8. Conduzir: Nós
9. Trabalhar: Vós 
10. Viajar: Elas
" \
% Para la formación del 
futuro im perfecto basta 
con añadir a la forma de 
infinitivo las terminaciones 
-ei, -ás, -á, -emos,
-eis y -ño.
P E R O
no siguen esta regla los ver­
bos dizer, fazer y trazer,
así como sus derivados.
Lo mismo sucede (como 
veremos en su momento) 
con las formas del condi­
cional, siendo las formas de 
estos tres verbos, respecti­
vamente:
diría
faria
traria.
J
P e s o s e ivtecfídas'
Kg Quilo, quilogram a 
g Grama 
t Tonelada
m M etro 
cm Centím etro 
m m Milímetro
1 Litro 
1 /2 1 (0,5 1) Meio litro
m 3 M etro cúbico
F u f a r o s I r r e g u l a r e s
(eu)
DIZER FAZER TRAZER
direi farei trarei
(tu) dirás farás trarás
- (você) n
(ele, ela) dirá fará trará
(nós) diremos faremos traremos
[vós] (vocês) direis fareis trareis
(eles, elas) ^ dirão farão trarão
104 cento e quatro
Diálogo í 2
à Àna e a Lola lá foram às compras. Ño talho 
esperaram m uito tem po porque havia um a gran­
de bicha. Com praram dois quilos de bifes de 
vaca por 22 euros, um a perna de borrego por 
13,50 e dois quilos e meio de costeletas de borre­
go por 14,85 euros.
N a peixaria não esperaram m uito tempo; havia 
m enos gente.
Peixeira: Que deseja?
Ana: O peixe é todo fresco?
Peixeira: Sim, fui buscá-lo à lota esta m adrugada.
Ana: Q ual é o preço do peixe-espada?
Peixeira: Sete euros e meio o quilo.
Ana: Então pese-m e este peixe-espada, por
favor.
Peixeira: Pesa dois quilos e meio. Deseja que o parta 
às postas?
Ana: Sim, por favor. Também queria um quilo
de pescada e dois de lulas.
Peixeira: N ão quer levar mexilhões? Hoje são um a 
categoria, freguesa.
Ana: Obrigada, m as é tudo.
Peixeira: A qui tem. São 26,40 euros.
Ana: Só tenho 50 euros. Tem troco?
Peixeira: Tenho, sim. Aqui tem 23,60 euros de troco 
e m uito obrigada.
Ana: De nada.
'fsm
A c t i v i d a d e
Pesar Peso
(m uito / pouco)
Pesado/leve
Gordo
Tamanho
Magro
Fino
Grosso
G rande
Pequeno
M édio
Às rodelas (p. peixe) 
Aos molhos 
Às fatias 
Em filetes (p. peixe)
Um cálice 
U m copo de... 
Um a taça de... 
Um a chávena de.. 
Um a garrafa de... 
(Duas) colheres de.
Porções e medidas
U m bocado 
U m bocadinho 
U m pouco 
Um pacote 
U m a/m eia dose
P r e e n c h a a s e g u i n t e g r e l h a c o m o s n o M e s d a s 
f r u t a s q u e s e s e g u e M
H o r lz o f í ta h : ameixa; ananás; pêro; pêssego; tangerina; 
cereja; ginja; melancia; framboesa; laranja; limão; romã;
/ e r t l c a i s l melão; banana; néspera; uvas; maçã; pêra; 
alperce; figo; castanha; m orango; coco;
j g / L
Aprenda outro vocabulário útil
cento e cinco
Io *
8
Q *
n
00
106 cento e seis
D e sd e quand o?
1 de Janeiro de 
2002
1 cêntimo
2 cêntimos
2$50 dois escudos 
e cinquenta 
centavos
5 cêntimos
10 cêntimos
5 $00 cinco escudos 20 cêntimos
50 cêntimos10$00 dez escudos
20$00 vinte escudos 
25$00 vinte e cinco escudos 
50$00 cinquenta escudos 
1Q0$00 cem escudos m- - - --
• • : Nota»
500$00 quinhentos escudos j 
1 0 0 0 $ 0 0 escudos 
5 0 0 0 $ 0 0 escudos 
10 000$00 escudos *► : -
0,49
2,49
► 4,99
► 24,94
► 49,88
200$482
400$964
1002$4l 
2004$82 
4009$64 
10024$10 
20048$20 
40096$40 
10024l$00
1 euro
2 euros
f a s 
5 euros10 euros 
20 euros 
50 euros 
100 euros 
200 euros 
500 euros
Quanto teriam custado em escudos os seguintes produtos ou serviços? 
Faça a conversão para saber.
1. Á gua consum o 
doméstico (m3):
2. A parelho de televisão X . L t o
Sony 55 cm .:. ■ s # ®v
*
Prestação 
C.Habitação 
350 Euros 
(70.168$00)
4. Litro de leite:
5. Gasóleo (litro):
o
 S | M
— t o
$> 6. M ercedes 200:
3. Bacalhau (kg):
- Lisboa):
7. Gasolina s/chum bo 95(litro):
9. Selo correio normal:
10. Laranjas (kg):
12. Im pulso telefónico nacional:
14. Uma dúzia de ovos:
16. Bandeirada táxi Lisboa:
3. Electricidade (K w /h
11. Esferográfica:
13. Jornal "Expresso":
15. Batatas (kg):.
17. Ponte Vasco da Gama:
cento e sete
s
p
q
p
í
i
i
f
i
'
0 0
Quais as dúvidas que 
s portugueses tiveram
A partir de 1 de Janeiro de 2002, os portugueses 
passaram a u tilizar uma nova moeda. Uma 
mudança tão radical iria suscitar, obviamente, 
m uitas dúvidas. Coloque os verbos entre parên­
teses no fu tu ro .
pagar em escudos fora de
com os contratos
1. (Poder) ________
Portugal?
2. Que se (passar) 
datados de antes de 1999?
3. (D ever)___________ renegociar em euros o m eu
contrato de arrendam ento e a m inha apólice de 
seguros?
4. O escudo (desaparecer) __________ com pleta­
mente?
5. Q uando (ter)___________de trocar todas as notas
e m oedas em escudos em euros? 
De que im portância (ser)_______
A partir de quando (d ev e r)______
subscritos em euros?
O euro ( te r)___________cêntimos?
. as notas de euro? 
 os contratos ser
Aprenda algumas expressões chaves 
acerca do dinheiro
aswB»?
_ a ser fabricadas as notas eQ uando (com eçar)______
as moedas?
Q uantos escudos (valer)___________um euro?
(Ser)___________tão fácil utilizar euros como escudos?
(N ecessitar)______
Q uando se (fazer) 
(aceder)_________
. de dois livros de cheques? 
 a selecção dos países que
Estar cheio dele. 
Ser podre de rico. 
Ter muita massa.
Estar liso.
" teso.
" sem pilim.
Não ter onde cair morto.
ao euro?
. o Reino Unido boicotar o euro?
 m ais produtos financeiros em euros
m enos atracti-
(Ir)_____
(H aver)______
nos mercados?
Que investim entos se (to rn ar). 
vos?
Como (ser)__________ feitos os arrendam entos?
(H aver)__________ ajudas para efectuar as conversões e
arredondam entos?
Q ue (fazer)__________ se receber um cheque em euros?
(Ter)___________ de ir ao banco a pedir que troquem as
m inhas acções em escudos por acções em euros?
Q uando se (fazer)___________a redenom inação em euros
das acções?
Que consequência (ter) __________ a im plantação do
euro para a banca?
Q uando (dever)__
m entos em euros?
(Baixar) _________
Custar um dinheirão.
Fazer um negócio chorudo. 
Ser um negócio da China. 
Ser um a pechincha, etc.
. fazer a declaração dos rendi-
a rentabilidade dos m eus novos
investim entos?
Que inconvenientes (ter)
N ão (ten ta r)__________
form a os seus gastos?
Q uando (com eçar)_____
rar em euros?
Q uando (receber)______
os bancos com pensar por outra 
 o sector financeiro a ope-
o ordenado e o subsídio de
desem prego em euros? Guia do Euro n B 1 
Expresso/BPI (Adaptação).
6.
7.
8. 
9.
10.
11 .
12 .
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20 .
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
108 cento e oito
O quarto planeta era o de um hom em de 
negocios. Este hom em estava tão ocupado 
que nem sequer levantou a cabeça à chega­
da do principezi-nho.
— Bom dia, disse-lhe este. Olhe que tem o cigarro 
apagado.
— Três e dois cinco. Cinco e sete doze. Doze e três 
quinze. Bom dia. Q uinze e sete vinte e dois. Vinte e 
dois e seis vinte e oito. Não tenho tem po de o acen­
der. Vinte e seis e cinco trinta e um. Uff! isto soma 
quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois 
mil, setecentos e trinta e um.
— Q uinhentos milhões de quê?
[...]
— Milhões de coisinhas que às vezes se avistam 
no céu.
— Moscas?
— N ada disso, coisinhas que b rilham ...
— Abelhas?
— N ada disso. Coisinhas douradas que fazem 
devanear os vagabundos.
— Ah! Estrelas?
— Isso mesmo. Estrelas.
— E o que fazes com quinhentos milhões de 
estrelas?
— Q uinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e 
duas mil, setecentas e trinta e um a. Eu cá sou um a 
pessoa séria, falo com precisão.
— E o que fazes com essas estrelas?
— O que faço?
— Sim.
— Nada. Possuo-as.
Saint-Exupéry: O Principezinho.
Ex.: 117 euros. Tenho cento e dezassete euros.
1. 369 dólares americanos. r*
2. 16.125 marcos alemães. >
3. 519.784 libras inglesas.
4. 2.666.938 liras italianas. i*
5. 478 florins holandeses. [*
6. 121 francos belgas. i*
7. 36.322 francos suiços. N
8. 9.786 ienes japoneses. r*
9. 432 coroas suecas. r*
10. 11.792 coroas norueguesas. i*
11. 32.879.562 coroas dinam arquesas. i*
12. 252 libras irlandesas. i*
13. 13.266 dracm as gregos. r*
14. 13.456.892 dólares canadianos. i*
15. 19.711 xelins austríacos. i*
16. 45.262 patacas macaenses. i*
aL> •
Ex.: D ic io n ário (29,85). í* O d ic io n á r io cu s ta v in te e 
n o v e eu ro s e o ite n ta e c inco cên tim os.
1. Livro (24,38): 1*
2. Caneta (39,76): 1*
3. Borracha (0,52): 1*
4. Revista (3,17): t*
5. Lápis (0,68): 1*
cento e nove
U
nidade
Diálogo 3
Ana e Lola arrum aram as com pras nos respectivos lugares. Porém, verifica­
ram que não havia na despensa película aderente ou papel de alum ínio e não 
podiam envolver os alimentos.
Ana: Lola, ainda tenho de sair. A m inha m ãe não me avisou que tam bém não tinha
película aderente e eu tenho de ir comprar.
Lola: Eu posso ir. Achas que m e percebem?
Ana: De certeza. Já falas m uito bem e com poucos erros. Até te agradeço que vás
para eu poder ajudar a m inha m ãe a fazer o almoço.
Lola: E de qual trago?
Ana: Traz um rolo de 25 metros. Não tragas de 40, que se estraga m uito. Leva 5
euros; chega e sobra.
Aprenda.
Formação do 
presente do conjuntivo
En los verbos r ç ffu - \
/ (ares el presente de subjuntivo \ 
se forma substituyendo la desinencia 
de infinitivo de la I a conjugación 
( -a r) por " e y las de la 2a ( "e r) y de la 3' 
(-ir) por - a. os i r r e g u l a r e s (v. ¿>ec/ír.)
% E n lo s V e rb o s I r r e g u l a r e s el radical dei 
presente de subjuntivo proviene del radical de la 
I a persona del presente de indicativo. No obs­
tante, hay verbos que no siguen esta regia,
\ como los verbos ç| a r , e s t a r , b a V e r , i 
\ « J ü e r e r , s a b e r , i e r e i r , for- / 
N. m ando, pues, tam bién de forma /
N. irregular, el im perati­
vo.
cant ar - - — »- cant e
beb er - —¡Ü beb a
abr ir - - >- abr a
Ia pes. peç 0 m>— - V peç a
pedes peç as
pede P eÇ a
110 cento e dez
Presen+e /rxfiea+ívo
Eu canto bebo abro
Tu cantas bebes abres
E le /e la /v o cê ( canta j ((b e b e^ ) ((abre
Nós cantam os bebem os abrim os
Vós cantais bebeis abris
Eles /e las /vocês cantam bebem abrem
nao
Utilize o imperativo de 2a pes. (Tratamento por "tu") 
e descubra um poema de Antônio Sérgio.
 - ........ (vir), 6 menino, ............ (comer) a tua sopa.
- Não a comerei!
 - ........ (vir) tu, palmatória........ (bater) no menino.
■ Não baterei.
 ■...... (vir) tu. ó braseiro, ....... (queimar) a palmatória.
■ Não a queimarei!
 - ...... (vir) tu, água fria, ......... (apagar) o braseiro.
- Não apagarei!
 ■....... (vir) tu, vitelinho, ........ (beber) a água fria.
- Não a beberei!
 ■........ (vir) tu, facalhão, ........ (matar) o vitelinho.
• Não o matarei!
 - ........ (vir) tu, ó ferreiro, ......... (quebrar)-me esta faca.
■ Não a quebrarei!
 ■..... (vir) tu, corda grossa (prender)-me o ferreiro.
■ Não o prenderei!
 (vir) tu. ó ratinho, ....... (roer) a corda grossa.
Não a roerei!
 (vir), então, ó gato........... (papar>m e este rato!
VOI PAPA-LO JÁ!
Anlônio Sctvio.
Forme o imperativo.
Ex.: Tu alugas um carro. I* Aluga um carro / Não 
alugues um carro.
1. Vocês continuam a trabalhar.
2. Tu perguntas muito.
r* __________________________________
3. Tu apanhas um comboio.
4. Os senhores bebem cerveja sem álcool.5. Vocês apanham a camioneta.
6. jhi falas depressa.
7. Você abre a janela.
r* _________________________
8. Vocês lêem um a revista.
h*__________________________________
9. Vocês trabalham muito.
r* __________________________________
10. A senhora escreve um postal.
cento e onze 111
U
nidade 
8
/ w P e r a t i v o s í r r e g ü ( a r e s
Infinitivo
Ordens para "Tu"
Ordens para 
“você, ele/ela 
o senhor/a senhora"
Ordens para 
“vocês, eles/elas 
os senhores/as senhoras"
Afirmativa Negativa Afirmativa e negativa Afirmativa e negativa
dar dá n ã o dês (n ão ) dê (n ão ) dêem !
estar está n ã o estejas (n ão ) esteja (n ão ) estejam
querer
saber
quer
sabe
n ã o queiras 
n ã o saibas
(n ão ) queira 
(n ão ) saiba
(n ão ) queiram 
(n ão ) saibam
ser sê n ã o sejas (n ão ) seja (n ão ) sejam
ir vai n ã o vás (n ão ) vá (n ã o ) vão
3. Blusas / papelaria / boutique. I*
4. Flores / drogaria / florista. I*
5. Carne / frutaria / talho. I*
9. M assa / feira / superm ercado. I*
10. Fato / self-service / centro comercial. I*
Diga o contrário.
Ex.: Vem cá! I* Não venhas cá!
1. Escreve à mão! P*_______________
2. Presta atenção! I* _______________
3. Come tudo! 1*_______________
4. Parte imediatam ente! I * _______________
5. Acende o lume! P*_______________
6. Diz a verdade! 1*_______________
7. A prende a dançar! P*_______________
8. A panha o eléctrico! I * _______________
9. Em presta o dicionário! 1*______________
10. Vê televisão! I * _______________
Transforme segundo o modelo, indicando 
a seguir o infinitivo.
Ex.: Entre! P* Entremos! (Nós)
P* Entrem! (Vocês) I* Entrar. (Infinitivo)
1. Ponha! P*
P*
2. Saia! P«
P*
3. Venha! P*
P*
4. Saiba! P*
P*
5. Leia! P*
P*
6. Vá! P*
P«
7. Faça! P*
P*
8. Ouça! P*
P*
9. Peça! P*
P*
10. Siga! P*
P*
2. Livros /ou rivesaria / livraria. I*
O Sr. Gato não sabe onde fazer as 
compras. A jude o desnorteado Sr. 
Gato a encontrar os estabelecimentos 
adequados.
Ex.: Pão / tabacaria / padaria. I* Não compre p ã o m im a 
tabacaria. Vá a um a padaria.
Sapatos / m ercearia / sapataria. I * --------------------------------1.
6. Pescada / cervejaria / peixaria. I*
7. Perfum e / arm azém / perfum aria. I*
8. Jornais / loja / quiosque. P*
cento e doze
A c t i v i d a d e £
!>esc r e s / a a s i t u a ç ã o .
A c t i v i d a d e
F a ç o u m a p e s q u i s a e e n c o n a r e a t g u m a s ç/as p r o i b i ç õ e s M a i s f r e q u e n t e s n a s u a 
c i d a d e - ( N ã o s e e s q u e ç a d e i n d i c a r o s t o c a i s o n d e a p a r e c e m a f i x a d o s ) .
(É) proibido afixar cartazes nesta propriedade! P* N um a parede. 
(É) proibido estacionar! Neste passeio.
(É) proibido fazer barulho! I* N um hospital
t iv e
(É) proibido deitar entulho! I* N um a tapada. 
(É) proibido fumar! P N um escritório.
w *
Wrea*
N e m p e n s a r 
n is s o !
cento e treze
U
nidade 
8
Transforme os seguintes conselhos dados às crianças.
Ex.: Não se fala com a boca cheia.
r* Não fales com a boca cheia. ^
1. Não se interrom pem os adultos! I*_________
2. Não se canta à mesa! P*_
3. Não se brinca com o pao!
4. Não se põem os cotovelos na mesa! I*_
5. Não se m astiga ruidosamente!
6. Não se m ete a m ão na comida! I*_
12 I Dê o
Diga o contrário.
Ex.: Serve-te! f* Não te sirvas!
1. Lava as mãos! I*____________
2. Ocupem-se dela! i*__________
3. Senta-te! I*_________________
7. Não se parte a carne com as mãos!
4. Despachem-se! N___
5. Cortem os cabelos! I*_
6. Escova os dentes! I* _
7. Acorda cedo! I*_
8. Descansa um pouco! I*_
9. Deita-te à meia-noite! I*_
Ex.: Em Badajoz faz m uito calor em A gosto (ir).
i* Não vás a Badajoz em Agosto.
1. Em A tenas há um a enorm e poluição (ficar).
2. Em Itália há belas cidades (viajar).
3. N a A lem anha as pessoas adoram a cerveja (beber).
r* _________________________
4. Em Portugal eu tenho grandes am igos (vir).
r* __________
5. Em Londres chove com frequência (esquecer o guar­
da-chuva).
r * _______________________________________________
6. N a D inam arca está m uito frio (apanhar frio).
1* ______
7. Em França os condutores vão m uito depressa (condu­
zir).
-Is» A letra g tem dois sons bem 
diferentes:
lê-se [g] antes de a, o, u 1. n , r.
gato. gota, régua. glaciar, magnífico, grande.
E lê-se [3] antes de e, i:
gente, fu g ir .
F o n é t i c a 4 >
8. Na Bélgica há um excelente chocolate (comprar).
N
¿ e tr a s £ > i i o n # o y nasais
9. N a H olanda as pessoas usam pouco 0 carro (andar de 
bicicleta).
I*
ãe, em , e n 
ã o , am
[ej] m ãe , ta m b ém , v ia g en s , 
j fw ] ca n ta ra m , ca n ta rã o , cão .
A--i--''';::6. n,?
•;a •
10. N a Irlanda 0 ar é m uito puro (partir).
r* õ e [õj]wBBSXÊ
p õ e , lições.
114 cento e catorze
O u ç a o s e u h o r ó s c o p o cor» a t e n ç a o .
Carneiro
21/3 a 20 /4
|Poderá fazer valer os 
seus pontos de vista. 
Terá boa saúde, m as te n h a cuidado 
com ela. P ense duas vezes antes de 
confiar em alguém. Tente m anter a 
calma. Você sairá bem das situações 
usando a cabeça. Não faça dem asia­
dos planos para o futuro.
a
Caranguejo
22 /6 a 22 /7
Esta sem ana sentirá 
mais vitalidade e opti­
mismo. Poderá realizar m uitas das 
suas ambições neste período. A pro­
v e ite o bom clim a financeiro. 
E n fren te os problem as de trabalho 
com a coragem que o caracteriza e 
conseguirá tudo o que deseja.
Balança
24/9 a 23/10
Não d e ixe nunca de ser
um a pessoa sensata. Atingirá nesta 
fase um a certa estabilidade. Não 
rep r im a os seus sentim entos e n ão 
receie em m ostrar às pessoas o seu 
verdadeiro EU. D ed ique-se com 
em penho à sua v ida profissional. 
Não ex ija dem ais do seu organismo.
Capricórnio
22/12 a 20/1
Precisará de algum a 
d iscip lina para
alcançar os seus objectivos. P ro cu re 
descontrair-se. P repare-se para sal­
dar dívidas de toda a espécie. Seja 
mais flexível nas pequenas coisas e o 
seu relacionam ento com a pessoa 
am ada será m ais feliz.
Touro
21/4 a 21/5
Durante esta fase irão 
ocorrer modificações 
im portantes. A p ren d a a sobreviver 
com o m enos possível e faça deste 
período um a lição para aqueles que 
não sabem o que é lutar. A lguns ele­
m entos m arcantes redefin irão o 
seu relacionam ento com a pessoa 
am ada.
Leão
23/7 a 23 /8
Os sentim entos am o­
rosos serão intensos e levarão a um 
relacionam ento harm onioso. T enha 
cuidado com o tabaco. Não abuse 
nas suas acções e ambições. Seja 
resoluto, m as n ão in s is ta em apro­
ximar-se de quem não gosta de si. 
P ro c u n cu idar m elhor da sua 
saúde.
Escorpião
24/10 a 22/11
Seja um a pessoa ple­
nam ente concentrada. A conteci­
m entos positivos estim ularão a sua 
auto-confiança. Terá boas relações 
com chefes e colaboradores. C uida­
do com a saúde, não faça esforços. 
T e n h a cu idado com as consti­
pações. Saúde um pouco debilitada.
Aquário
21/1 a 19/2
As suas em oções 
estarão cheias de 
energia positiva. Profissionalmente 
esta será um a sem ana neutra, mas 
xaii ine os negócios em andam en­
to. T en h a cuidado com as dores de 
cabeça. Não b eb a dem asiado. Pode­
rá desorganizar-se em relação ao 
dinheiro.
Gémeos
22/5 a 21/6
P oderá ter que
enfren tar problem as 
na sua v ida profissional. P ro cu re 
evitar que os seus hábitos de saúde 
se degenerem . Evite discussões e 
converse mais com os seus filhos. 
Vá ao médico. 'T eu / .’ m ais p rudên ­
cia e m enos audácia.
Virgem
24 /8 a 23 /9
 [Melhorará m aterial e
financeiram ente graças ao apoio de 
pessoas am igas, m as o trabalho 
ocupará todo o seu tem po e pensa­
mentos. P ra tiq u e exercício físico. 
Os problem as com a pessoa am ada 
serão resolvidos em colaboração.
Sagitário
23/11 a 22/12
Esta sem ana poderá 
receber u m aum ento 
de salário. ! n h a cuidado com os 
problem as de fígado. M omento bas­
tante propício para investir, a p ro ­
veite a ocasião. Não a ss in e docu­m entos. Evite desperdícios 
m ateriais. P ro c u re m an ter um a 
rotina positiva na alimentação.
Peixes
20/2 a 20/3
M uitas coisas boas lhe
virão para as mãos. E xp resse as 
suas opiniões de um a m aneira 
calma. Bom clima familiar, m as dê 
mais atenção aos filhos. R espeite o 
seu organism o e co n trib i para 
que ele não se desgaste. P ro cu re 
obter o reequilíbrio emocional.
cento e quinze
14 I As Previsões A strais anteriores referem as tendências gerais dos vários SIGNOS. A s situações pessoais e as tendências internas específicas, só o estudo astral individualizado com a data, local e hora de nasci­
mento, poderá orientar com exactidão a pessoa, mas sempre através de consulta pessoal.
Dê os dados pessoais de algum colega e faça para ele uma carta m uito especial.
CL
Ç k
a
x
1. Descrição física: I*
2. Temperamento: I*
in Correio de Domingo, n° 6611, p. 46.
3. Amor: f*
4. Saúde: f* .
5. Trabalho: I* .
6. Dinheiro: I*
cento e dezasseis
Com as datas podem ser usadas várias preposições, algumas delas contraídas com o artigo. Entre as 
seguintes etiquetas encontrará anos, meses, semanas, dias, partes do dia e horas. Relacione cada uma 
delas com as preposições correspondentes.
EM NO NA DE AS AO
^ T e x t o 2 ^
A té 1911 a m oeda portuguesa era o Real. O escudo fo i criado por decreto de 22 de Maio de 1911. Mas o Real perdurou além da reform a do últim o sistem a m onetário 
da m onarquia. Equivalendo a m il réis da m onarquia, 
o escudo de 1911 só chegou a ser apresentado com a 
eclosão da Primeira Guerra Mundial.
As m oedas de um escudo então lançadas só 
foram em itidas durante dois anos pois a sua cunha­
gem foi suspensa em 1916. E em 1919 foram substi­
tuídas por notas do Banco de Portugal, que se m an­
tiveram em circulação até ao in icio de 1929.
Durante pouco mais de 20 anos o real e o escu­
do circularam lado a lado mas até hoje sobreviveram 
exp ressões relacionadas com o Real: um con to - 
redução da designação “con to de réis”, correspon­
dente a um m ilhão de réis - m antém -se desde os pri­
m órdios da nacionalidade. Resta agora aguardar 
acontecim entos e que a m oeda única coloque o ver­
dadeiro “p onto final” à unidade m onetária provavel­
m ente m ais antiga da Europa.
Guia do Euro n- 1 .Expresso/BPHAdaptação).
Depois de ler atentam ente o texto, respon­
da às seguintes perguntas.
1. Em que ano nasceu o escudo?
N _______
2. A quantos escudos equivalia um conto de réis?
N
3. Q uando é que o escudo foi apresentado pela p ri­
meira vez?
N
4. D urante quantos anos circularam lado a lado o 
escudo e o real?
N
5. Dê a sua opinião acerca da m oeda única.
cento e dezassete
U
nidade 
8
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• Produtos alimentares:
Bacalhau, batata, bife, borrego, carne, chocolate, 
coco, costeleta, dourada, lulas, pão, paposseco, peixe, 
peixe-espada, perna, pescada, posta, vaca, vitela.
• Frutas:
Aguacate, alperce, ameixa, amora, ananás, banana, 
castanha, cereja, figo, fram boesa, ginja, laranja, 
limão, maçã, manga, marmelo, medronho, melão, 
melancia, meloa, morango, néspera, pêra, pêro, pês­
sego, romã, tangerina, uva.
• Estabelecimentos comerciais:
Arm azém , boutique, drogaria, f r u ­
taría, loja, lota, mercado, ourive­
saria, padaria, peixaria, perfum a­
ria, quiosque, self-service, 
supermercado, talho.
• Eloróscopo:
Carneiro, Touro, Gémeos, Caranguejo, Leão, Virgem, 
Balança, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário, 
Peixes.
• Adjectivos:
Aderente, atractivo, austríaco, belga, canadiano, des­
norteado, dinam arquês, doméstico, fácil, fresco, 
grego, holandês, irlandês, italiano, japonês, m onetá­
rio, norueguês, sério, sueco, suíço.
E de gramática aprendeu:
• Im perativo afirmativo e negativo.
• Presente do conjuntivo dos verbos term inados em
-ar, -er, -ir.
• Futuro dos verbos regulares.
• Futuro dos verbos irregulares term inados em -er:
dizer, fazer, trazer.
• Verbos:
Acender, adorar, afixar, agradecer, ajudar, alugar, 
apagar, arrum ar, avisar, avistar, boicotar, brilhai, 
buscar, circular, compensar, comprar, conduzir, cor­
tar, dançar, desaparecer, 
devanear, efectuar, emitir, 
emprestar, envolver, equi­
valer, esperar, estacionar, 
estragar, fabricar, in ter­
romper, lançar, necessitar, 
ocupar, oferecer, operar, 
orientar, papar, partir, per­
durar, pesar, pescar, poder, 
possuir, precisar, prender, 
prestar, quebrar, queimar, 
renegociar, sentar, servir, 
sobrar, sobreviver, somar, 
lom ar, trocar, verificar, 
viajar.
descansar, despachar-se,
A gora já sabe:
Oferecer-se para fazer algum a coisa: Precisa de 
m ais algum a coisa?
Pedir ajuda: ... depois ajudas-me a fa ze r isto. 
Pedir ajuda: Ana, podes ir tu às compras? 
Oferecer ajuda: Posso arrum ar a cozinha. 
Indicar o que faz falta: Precisava de carne do 
talho.
Pedir um produto alim entar ou outros 
artigos: Queria um quilo de pescada e 
dois de lulas.
Perguntar o preço: Qual é o preço?
Indicar preço: São 26,40 euros.
Pedir para pesar um produto: Pese-me 
este peixe-espada, p o r favor.
Indicar o peso: Pesa dois quilos e 
meio.
Aconselhar alguém: Não se põem 
os cotovelos na mesa.
Exprimir proibição: Éproibido afi­
xar cartazes nesta propriedade.
118 # cento e dezoito
Objectivos
Dsmè
hSs
fgp^à
' wJ
,_,
V--.
Falar sobre habilitações e interesses pessoais. 
Pedir informação sobre bolsas de estudo e propinas. 
Falar de planos e projectos para o futuro.
Areas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
Conjugação reflexa: lavo-me, lavas-te, lava-se...
A partícula apassivante: se.
Ortografia: emprego das letras maiúsculas.
Imperativo (revisão).
Interrogativos (revisão).
Possessivos (revisão).
Numerais (revisão).
Conjunções: caso, porque, quer... quer, senão. 
Advérbios: ligeiram ente, novam ente, obrigatoriam en­
te.
Locução adverbial: a p ouco e pouco.
Locução conjuncional: à m edida que.
Locução preposicional: de trás.
Adjectivos: adiado, espaçoso, húm ido, isolado, m olha­
do, nu, orgulhoso, ousado, pior, possível, questio­
nável.
Fazer com parações: Este ano as propinas são mais caras 
do que o ano passado.
Trocar inform ação sobre estudos: Correu-te bem o teste?
Fazer sugestões e oferecer alguma coisa: Só tens um a 
m aneira de te safar: é ir para um a explicação.
Exprimir necessidade: Tenho de tirar positiva no próxi­
mo teste.
Pedir autorização/perm issão: Permite-me que fu m e na 
sala?
Dar autorização/perm issão: Com certeza!
Recusar autorização/perm issão: Não, não fu m e!
Pedir conselhos: O que é que me aconselhas a fazer?
Dar ordens e conselhos: Desaparafuse a dobradiça.
V o c a b u lá r io
A escola: m aterial e mobiliário da aula. 
Sistema Educativo.
Actividades realizadas na aula. 
P rodutos alim entares II.
cento e dezanove
U
nidade 
9
Diálogo
A Ana e a Lola foram esperar o dr. Pereira à saída da escola porque com binaram ir com ele à Casa da 
C ultura à inauguração de um a exposição. Enquanto aguardam o dr. Pereira, a Ana e a Lola assistem 
à conversa de alguns alunos que vão saindo.
Aluno: Correu-te bem o teste?
Aluna: Não, não m e correu nada bem. Só respondi aos prim eiros dois grupos; os outros dois deixei-os quase
em branco. E a ti?
Aluno: Também me correu mal. Vou ter negativa, de certeza. E o pior é que assim tenho negativa no final do
período. A m atéria é m uito difícil e para cúm ulo a professora faltou toda a semana. N ão pudem os 
fazer um as revisões nem tirar dúvidas.
Aluna: Tenho de tirar positiva no próxim o teste porque senão não dispenso o exame. E um exame é sem pre
um exame! O que é que me aconselhas a fazer?
Aluno: Só tens um a m aneira de te safar: é ir para um a explicação. O problem a é arranjar um bom explicador
que conheça a m atéria e explique bem.
Aluna: Olha, e falando noutra coisa. Já soubeste algum a coisa da bolsa?
Aluno: Não, ainda não. Espero que não haja problem as. Este ano as propinas são mais caras do que no ano
passado, e o m eu pai disse que se continuam a aum entar, se calhar não podereiir para Lisboa. Terei 
de ficar em Évora. E claro, já sabes, Évora não é Lisboa.
Aluna: Pois, não há comparação. Que chatice!
A p ren d a...
(Y C o n j u g a ç ã o r e f l e x a J
f meto-me 
metes-te 
mete-se 
metemo-nos 
meteis-vos 
metem-se
' me meto 1 
te metes
se mete J 
nos m etem oS ; 
vos meteis 
se metem
120 cento e vinte
Responda à pergunta.
Ex.: Podem os sentar-nos aqui?
a) I* Sim, sentem-se aí.
b) I* Não, não se sentem aí.
1. Deitamo-nos às dez?
3 )1 * ____________________________________
b ) l * ____________________________________
2. Em prestas-m e a tua borracha?
a) I* ____________________________________
b ) l * ____________________________________
3. Tu penteias-te todos os dias?
a) I* ____________________________________
b) I* ____________________________________
4. Tu ajoelhas-te na igreja?
a) I * ____________________________________
b ) l * ____________________________________
5. Vocês portam -se bem?
a) I * ____________________________________
b ) l * ____________________________________
6. O professor ausenta-se da aula algum a vez?
a ) l * ____________________________________
b) I* ____________________________________
7. Você cala-se com frequência?
a) I * ____________________________________
b ) l * ____________________________________
8. Elas levantam -se cedo?
A que horas te vestes?/7h45.
I * ________________________
Q uantas vezes te penteias por sem an a? /16 vezes.
h*_____________________________________
Como é que os senhores se deslocam para o traba­
lho? / Carro.
h*______________________________________________
O que é que eles se chamaram um ao outro?/ De nomes.
r * ______________________________________________
Com quem é que vocês se avistaram hoje?/Director.
I* ___________
Qual foi a que se licenciou prim eiro?/ A irmã mais nova.
h*______________________________________________
Você não se importa, porquê?/ O assunto é lá com eles.
h*______________________________________________
O nde é que te despes?/ O m eu quarto.
f * ______________________________________________
A que horas é que te deitas?/M eia-noite e meia.
I * __________________________________________
a; i ______________________________________
b ) l * ______________________________________
9. Os senhores candidatam -se tam bém ao lugar?
a) I* ______________________________________
b ) l * ______________________________________
10. Constipas-te m uito durante o Inverno?
a) I * _______________________________________
b) f * _______________________________________
Tenga en cuenta que la conjunción tem poral 
e n < Jü 3 f) tO expresa un m atiz de sim ultaneidad, 
equivaliendo en castellano a “m ie n t r a s ”: 
Enquanto aguardam, a Ana e a Lola assistem 
à conversa.
"M ientras esperan, Ana e Lola asisten 
a la conversación".
La traducción de la locución castellana e n c u a n to 
expresando la inm ediatez de la acción, es en po r­
tugués (offo <jue.
Logo que chegues, telefona.
"En cuanto llegues llama".
9.
10.
Las acciones que recaen sobre la to talidad del 
sujeto (cuando este es el cuerpo hum ano) son, al 
igual que en castellano, reflexivas:
Eu lavo-M e = "Yo m e lavo".
Eu penteio- e = "Yo m e peino".
PERO
cuando la acción recae sobre u n a parte del cuer­
po o sobre una p renda de vestir el uso del verbo 
en portugués es únicam ente transitivo:
Eu lavo as mãos = "Yo m e lavo las manos".
Eu dispo o casaco = "Yo m e quito la chaqueta".
 H°Jc s. y ' Eu
l e v a n t e . - \ / faM £ éM r»e
-we müi+o (evantei tarde,
tarde! , £ tlve de iwe
 ̂ vestir à fres-y
SC1
Responda às seguintes perguntas segundo o 
modelo.
Ex.: A que horas é que você se levanta?/7h30.
f* Levanto-m e às sete e meia.
1. Q uantas vezes te lavas por d ia?/Q uatro .
cento e v in te e um
PSL
&ÈM
€ b
... _
Diálogo 2
Enquanto o pai da Ana não chegava, as 
duas am igas conversavam...
Lola: Estes alunos parecem m uito
desanim ados.
Ana: E verdade. Estão preocupa'
dos com o futuro.
Lola: Não há ensino superior aqui
em Eivas?
Ana: Elá. Funciona a Escola Supe­
rior Agrária, dependendo do 
Instituto Politécnico de Porta­
legre. H á m uito tem po que a 
Câm ara reivindica a instalação de um 
pólo da U niversidade de Évora, mas até 
agora não foi possível.
Lem bro-m e de ter visto n u m jornal de 
Eivas, há pouco tem po, u m anúncio 
p a ra p ro fesso res com m e strad o ou 
d ou to ram en to p ara a Escola S uperior 
A grária.
Sim. É um dos processos de recrutam en­
to de professores. Licenciados têm m ui­
tos, m as com pós-graduações na área da 
agricultura há poucos.
H á m uitos alunos nessa Escola Superior? 
Este ano lectivo há duas turm as. Mas a 
coisa está feia. Acho que deve ser tão 
difícil arranjar em prego quer em P ortu­
gal quer em Espanha.
Pois é. E o desem prego é um dos gran­
des problem as sociais da nossa época.
Lola:
Aprenda os seguintes verbos para expres­
sar as actividades realizadas na aula e 
escreva o substan tivo correspondente 
quando possível.
1.P i n t a r ................. J a) A análise.
2. D ese n h a r ................ b) A escrita.
3. E screver.................. c) O estudo.
4. A notar .................... d) A pergunta.
5. L e r ............................ e) O desenho.
6. D ita r ......................... f) A divisão.
7. C o p ia r ..................... s) A cópia.
8. Perguntar ............... h) A correcção.
9. R esp o n d er.............. * i) A pintora.
10. Explicar .................. . i) A explicação.
11. A n a lisa r ...............
12. C o rrig ir ...............
i 1) A multiplicação.
\A \
\ \ \ \
m) O ditado.
13. C om preender......... h \ n) A soma.
14. E s tu d a r ...................
'-A c.: o)
A anotação.
15. Div i d i r .................... P) A resposta.
16. M ultip licar............. q) A subtracção.
17. Somar ..................... r) A com preensão.
18. S u b tra ir ................... s) A leitura.
7. A esferográfica é azul./Tu.
8. As disciplinas deste curso sao difíceis./Eu.
9. O professor é sim pático ./O s senhores.
10. O horário é excelente./Ela.
I*
U Complete com os possessivos adequados segun­do o possuidor que se indica.
Ex.: A aula é espaçosa./E u P* A minha aula é espaçosa.
1. A turm a tem 27 alunos./N ós.
*
2. A bolsa de estudos é pequena./Vocês.
3. Os colegas estudam pouco./E le.
4. As cadeiras são baixas./N ós.
5. O retroprojector não funciona./Você.
IDADES ORGANIGRAM A DO SISTEM A EDUCATIVO
.s doutoramento
15 16. 17
112,13.14.
I 10,11%
j 6 7.8,9
j 3,4,5
INSiNO
UNIVERSITÁRIO
LICENCIATURA
BACHARELATO
ENSINO
POLITECNICO
1
CURSOS
COMHJMeWIARÍS
DIPLOMA
ENSINO
rícwco
PR0H8SKWAL
SN8IN0
PRQRSSIONAt
DIPLOMA
3.® m o
2? CíCLO
1? dicto
10,11,12
1 ■**
| 5.« ;
¡1 2.3 4
6. O m apa está incom pleto ./O senhor.
I 1 EDUCAÇÃO PRÉ* ESCOLAR
cento e vinte e dois (duas)
Fixe
Bem!
Não ^ 
me apetece nada 
ir à escola. 
Deixem-me tran­
quilo.
o
cfe (as (etras 
Mayü*co(as
F.l portugués, en general, es más estricto con el í 
uso de las letras m ayúsculas que el español. 
Tenga en cuenta las siguientes norm as para una 
escritura m ás correcta. Escriba con mayúsculas:
I La prim era palabra de una cita, después de dos 
puntos:
Alguém disse: “A amizade é a mais bela prenda".
" i* 1*1 nom bre de Deus (Dios) y dem ás entidades 
religiosas, y los relacionados con la creencia p ro­
fesada:
Mossa Senhora, Céu, Matai.
I os nom bres de los astros y divinidades paga­
nas, y los pertenecientes al calendario (excepto 
los días de la semana):
Sol, Lúa, Marte.
A» Los nom bres que expresan conceptos políticos y 
religiosos:
Igreja, Estado, Mação.
Títulos de honor y dignidades:
Presidente da República, Primeiro-Ministro. í
íÍ>Las formas pronom inales referidas a entidades/,” 
sagradas (Deus, Maria, etc.), o cuando personas 
de alta categoría (papas, bispos, reis, etc.) se refie­
ren a si mismos:
A Deus vemo-Lo em toda a parte.
Apraz-Mos dar a Mossa bênção.
A, Los nom bres y títulos de entidades o personas a f 
las que se dem uestra gran respeto:Meu Pai; o nosso Professor; o teu Amigo e Colega.
v. Los nom bres de artes y ciencias cuando se refie­
ren a asignaturas escolares:
Pintura, Matemática.
Sfc-Los nom bres relativos a épocas históricas, 
hechos y actos solemnes, fiestas públicas, etc. 
Quinhentos (= século XVI).
Descobrimento do Brasil.
Los títulos de libros y publicaciones periódicas:
A Cidade e as Serras; Diário de Motícias.
En este caso se escriben con inicial minús­
cula los siguientes componentes: el artí­
culo, las palabras invariables y las locu- ; 
ciones de palabras invariables:
Reflexões sobre a Língua Portuguesa.
Algumas Palavras a respeito da Língua Portuguesa.
. Adem ás de los nom bres de persona, las palabras 
Fulano(a), Sicrano(a), Beltrano(a) porque desig­
nan personas de un m odo vago. Pero se escriben 
con m inúscula cuando signifiquen "individuo, 
sujeto, tipo".
a Los puntos cardinales cuando indiquen regio-
L s j de ve escrever:
? no início de palavra: sal; no inicio de 
urna sílaba: fa ls o ; e no interior da 
palavra, desde que não esteja entre 
vogais: pensar, morse. (Entre 
vogais o J lê-se sem pre [* ]). 
y y no meio da palavra, sem pre entre 
vogais: passeio, pássaro, vosso.
nes:
O Morte de Portugal; os mares do Sul.
Faça f r a s e s seg u n do o m o d e lo , u t i l i ­
z a n d o "precisar de".
Ex.: G ram ática/aprender português.
I* Para aprender português preciso de uma gramática.
1. M arcador/Sublinhar.
r* __________________________________
2. Dicionário/Procurar o significado de um a palavra.
r* ___________________________________________
3. C adeira/Sentar-m e.
I * ____________________________________________
4. R égua/Fazer um a linha recta.
r* _________________________________
5. C aderno/Escrever o ditado.
6. B orracha/A pagar o lápis.
7. A u la/leccionar.
r*
8. G iz/Escrever no quadro.
r*
9. A pagado r/A pagar o giz.
I*
10. P asta /L evar o livros.
r*
cento e vinte e três
Diálogo
fm¡Sj
;s,
:̂ K *
4 ;
M
O dr. Percira, a Lola e a Ana vão depois buscar a Maria, filha de uns vizinhos, à Escola do 2" e 3o ciclos 
do Ensino Básico, a quem ele costum a dar boleia.
Dr. Pereira: A inda não saiu a Maria?
Ana: Não. Já vi alguns alunos da turm a dela, mas ela ainda aqui não chegou.
Dr. Pereira: Vou à portaria saber em que pavilhão teve aulas.
Ana: Não vale a pena. Já vem ali. E bem disposta, como habitualm ente.
Maria: Olá, como estão? Desculpem o atraso, m as a professora de Geografia passou m uitos trabalhos para casa
e eu estive a passar para o dossiê o que ela escreveu no quadro. Como tinha um a dúvida, no final da 
aula fui falar com a professora para me esclarecer.
Ana: Não há problem a. Temos tempo. Podes pôr a mochila no carro e entrar.
Maria: Está m uito pesada. Tenho os livros de Geografia, Português, Inglês e História. Depois tenho o dossiê e
a carteira dos lápis. Q uando tenho Educação Visual ainda tenho de trazer mais material e uma régua 
em "T" tão grande que nem cabe na mochila.
Responda afirmativa ou negativamente.
Ex.: Já fizeram o teste de Filosofia?/N ós sim — Eles não.
i* Fizemos, sim. Já fizemos o teste de Filosofia, mas eles ainda 
não fizeram.
1. Esta m atéria já não vem para exam e?/Esta, sim — As 
lições 12 a 1 5, não.
2. Já passaste na prova de M atem ática?/Sim — Desenho
3. Já chum baste algum a vez em Educaçao F ísica?/N ão 
Língua Portuguesa duas vezes.
4. Já tens certificado do terceiro ciclo 2?/N ã o — Segundo 
ciclo.
5. Já te preparaste para a prova de Q uím ica?/Sim — Paula 
não.
r * _________________________________________________
6. O Pedro ainda não fez inglês?/Sim — Eu não.
124 cento e vinte e quatro
O <joe é <2oe e(a cfíz para •••?
1.
2.
3.
4.
5.
6. 
7. :ui3n§jg JB^uomudiurQ -£\
5. Perdoar:
9.
10.
11.
12.
Responda às perguntas e dé ou recuse a auto­
rização.
Ex.: Podem os esperar aqui?
a) í* Com certeza, esperem ai.
b) I'1 Não, não esperem ai.
1. Posso levantar-m e mais tarde, mãe?
a ) N _____________________________
bl I* ________________________
e) Não está mal!
2. Im porta-se que passe à frente?
a ) l * ________________________
b ) f * ________________________
 ̂Cn
3. Permite-m e que'fum e na sala?
a) l'1________________________
b) h ________________________
4. Seria possível sair hoje mais cedo?
a) r * ____________________________
b) I* ____________________________
& 9^
5. Deixavas-me ir ao cinema à noite, mãe? 
a) r * _________________________________
b ) h .
aicr(Tk
3
P ara dar autorización o perm iso, use tam bién las 
siguiesiguientes estructuras:
Sim, faz favor!
Sim, sim!
(É) claro!
También puede responder de forma afirm ativa o negativa 
a través del lenguaje eco, conjugando el verbo utilizado en 
la pregunta:
I* Pode/Não, não pode.
I* Deixo/Não, não deixo.
Posso...?
Deixas-me...?
Seria possível...? P* É/Não, não é.
Importas-te...? P1. . ./Não, não me importo, etc.
6. Ó pai, dás-m e autorização para sair hoje à noite?
a) I * _________________________________________
b ) f » _________________________________________
7. Precisava de sair mais cedo, é possível?
a) I* _________________________________
b ) N ________________________________
Gostava de telefonar à minha mãe, se não se importa.
a ) l * __________________________________________
b )I * __________________________________________
9. Queria levar o teu carro ao concerto, está bem?
a ) l * ________________________________________
b) I * _______________________________________
10. Autoriza-m e a sair m eia hora antes, dr. Silva?
a ) I * ______________________________________
b ) l * ______________________________________
cento e vinte e cinco
Explique a um amigo a receita de um prato 
típico da sua região, utilizando as duas formas 
anteriormente propostas.
La colocación en la frase de la forma 
SE se rige por las reglas de coloca­
ción de los pronom bres átonos. 
(Véase la U nidad 11).
S E
Se em plea para referir un agente 
colectivo del que el locutor forma 
parte:
Prepara-se qualquer coisa.
= Tu e eu (e ele) preparamos qualquer coisa.
Recuerde que lo m ism o se puede 
hacer con el substantivo colectivo a 
gente (llevando el sujeto del verbo 
en la 3a persona del singular):
A gente prepara qualquer coisa.
= Nós preparamos qualquer coisa.
-a* Se utiliza tam bién para referir un 
agente hum ano no especificado: 
Tempera-s e a carne na véspera.
• Pero tam bién se puede expresar lo ¡ 
m ismo utilizando uma pessoa:
Uma pessoa disse-me que a Lola 
ganhou um premio.
• o el indefindo alguém:
Alguém me disse que a Lola 
ganhou um prémio.
-a- De un m odo general el sujeto gram a- : 
tical se usa después de la forma ver- ; 
bal. Por ejemplo:
• Em EIvas comem-se muitas ameixas,
• pero la colocación del sujeto gra­
matical después del verbo hace que 
m uchas veces (sobre todo en lengua- ; 
je descuidado) se produzca una pér; 
d ida de concordancia con el mismo: 
Em Eivas come-se muitas ameixas.
•Sé Los verbos dizer ("decir") y contarse 
u san frecuentem ente en construccio- j 
nes pasivas con SE, seguidos de una 
oración completiva:
Diz-se/Conta-se que a 
auto-estrada está pronta em Dezembro.
•ii> La preposición que rige el comple- : 
m entó agente de la pasiva, cuando 
este aparece expreso, es la prep. 
p o f, como en español, pero es fre­
cuente encontrar tam bién la prep.
4 €, sobretodo con verbos como ado­
rar, apreciar, es tim ar y otros de 
carácter emotivo:
O dr. Pereira é muito 
estimado dos alunos.
Repare ñas forma verbais empregadas e trans­
forme-as no imperativo.
A s e g u i n t e r e c e ita é d e unta s o b r e m e s a t í p i c a
de E iva s: a S E R I C A I A
In g re d ie n te s:
8 ovos; 0,5 de leite; 250 g de açúcar; 50 g. 
de farinha; canela e casca de limão.
Batem-se as gemas, junta-se-lhes o açúcar e tornam-se a
bater. Pouco a pouco adiciona-se a farinha e depois o 
leite, tam bém aos poucos, e a casca de limão.
Depois de tudo batido, vai a lum e brando mexendo-se 
sempre. Q uando o creme estiver espesso deixa-se arrefe­
cer um pouco antesde se lhe m isturarem as claras em cas­
telo.
Em colheradas desencontradas um a a direito outra atra­
vessada, alternadam ente, deita-se toda a m assa num 
prato que possa ir a forno quente, depois de polvilhada 
generosam ente com canela.
cento e vinte e seis
W A c t i v i d a d e 1
P r o c u r e et» J o r n a i s e r e v i s t a s e d e s t a q u e a q u e ~ 
( e s d o c u m e n t o s er» q u e e n c o n t r e f o r m a s d e 
i m p e r a t i v o ( a f i r m a t i v o e n e s a t i v o ).
\
Vá para fora cá dentro. Portugal
O í O A u d i E S RBT'fáAM I &SUR¿E4 o&\s,í>ecA¿-\
~ / 0 & T A V O \ 
/e-m q u E W o í- . Jjyè j { ruzef&M
— PAPA JA PON HAM'fAE 
/AC4M PAMÊWTD EM OtZPEM « j OUE Pouca V0260NHA £ £>TA */,'/ 
t 0= NUNCAMAV MÉ FAL^MpfeTA L &¿SíA!MAjn
fáaSÉ̂ULatíiasjká̂t̂ l̂ Kcertinhos. 
Demita-se de sugerir ideias novas 
■aaauera só tem soluções antigas.
Oferta de um Relógio Exclusivo Ideias & Negócios
Demita-se dos adiamentos dos sonhos por concretizar.
Demita-se do talento não reconhecido,
 ... ilii esforço sem retomo.
% SÜ« g | {. .
Olhe à sua volta. 0 mercado está i sua espera: 
aposta na sua ideia, no seu produto, no seu serviço, 
sdita em si, na sua capacidade de inovação, no seu gf 
Chegou a hora de assumir riscos.
De angariar apoios, de constnw parcerias, 
^de criar urna rede de alianças e cumplicidades.
C om plete a se g u in te receita de A m ê ijo a s com m o lh o de fr ic a s s é 
com os im p era tiv o s necessários.
Ingredientes:
24 amêijoas; 3 colheres de sopa de azeite; 50 g de fatias finíssimas de bacon; 3 dentes 
de alho; 1 limão em sumo; 2 colheres de sopa de salsa picada; 2 gemas; pimenta.
(Levar)__________ as amêijoas ao lume forte e (re tirar)___________ -as da panela à
medida que forem abrindo. (Tirar) __________ -lhes a bolsa de areia e (lavar)
___________ -as no seu próprio líquido. (C oar)___________ o líquido. (Reservar)
 • (A quecer) o azeite e (ju n ta r)___________ o bacon, os
alhos picados e as amêijoas. (B ater) então as gemas com o sumo de
limão. (Acrescentar) ___________ a salsa e, a pouco e pouco, o líquido quente.
(Levar)__________ novamente a lume baixíssimo, mexendo sempre até engrossar
ligeiramente não (deixar) ___________ ferver. (Deitar) este molho
sobre as amêijoas. (Polvilhar)___________com pimenta e (servir)___________ ime­
diatamente.
cento e vinte e sete
U
nidade 
9
Quer modificar a direcção da abertura da porta do seu 
frigorífico?
1. (Retirar) _________ a tam pa da dobradiça
superior. ( D e s a p a r a f u s a r ) ____________a
dobradiça superior e (retirar) _________ a
porta superior.
2. (D esaparafusar) 
rodapé e (re tirar). 
para baixo.
3. (Desaparafusar) _
_ o suporte de 
. fazendo pressão
. a dobradiça infe-
Poupança de energia. Transforme os 
conselhos dados no infinitivo em imperativos.
1. Não (abrir). . a porta mais vezes
do que é necessário. 
2. Não (deixar) ___
rior com a anilha da dobradiça interm édia e (puxar)
__________a porta inferior.
4. (D esaparafusar)__________a dobradiça interm édia.
5. (R etirar). . as tam pas dos furos na parte oposta
da porta do aparelho.
6. (Trocar)__________ o suporte do eixo da dobradiça da
porta e as tam pas dos embelezadores.
7. (Aparafusar) _________ a dobradiça inferior na porta
oposta.
8. (Girar) a dobradiça interm édia e (colocar)
__________a anilha sobre a dobradiça.
9. (A com odar)__________a porta superior.
10. (Pôr) o em belezador
da dobradiça inferior e (tapar)
_________ os furos. Finalmente,
(examinar) _________ as juntas
magnéticas.
 a porta aberta
durante m uito tempo.
3. (Permitir) __________ a ventilação apro­
priada do aparelho. 
4. ( G i r a r ) ______ o botão do term ostato da
posição superior para a posição inferior quando as 
condições o permitirem.
5. Antes de colocar os alimentos, (deixar)______
arrefecer os alimentos à tem peratura ambiente.
6. (E lim inar)________ as cam adas de gelo quando
atingirem 3-5 m m de espessura.
Mesmo exercício.
Observações importantes.
1. (L igar)____
ca.
2. Não (tocar).
. devidam ente o aparelho à rede eléctri-
. nas superfícies frias de refrigeração
1. T am pa d a d o b rad iç a superio r.
2. D obrad iça superior.
3. D o b rad iça in term édia .
4. A nilha d a d o b rad iç a in term édia .
5. D obrad iça inferior.
6. S u p o rte d e rodapé .
7. E m b e lezad o r d a d o b rad iça inferior.
8. T am p ão do em b e le z a d o r d a d o b rad iç a da 
p o rta superior.
9. S uporte d o e ixo d a d ob rad iça .
com mãos húm idas ou m olhadas durante o funcionam en­
to do aparelho.
3. N ão (congelar) bebidas em garrafas, especial­
m ente bebidas gasosas, como água mineral, vinhos espu­
m antes, cerveja, etc.
4. Não (comer) __________ alim entos congelados porque
pode sofrer de queim aduras.
5. Não (u tiliza r)__________ alimentos cuja cor seja questio­
nável.
6. (Desligar) _________ obrigatoriam ente o aparelho antes
de reparar, lim par ou substituir a lâm pada.
7. N ão (descongelar) _________ o aparelho com aparelhos
eléctricos e não (rem over) o gelo com objectos
afiados.
128 cento e vinte e oito
15 S in ta -se Sexy!A auto-estima faz milagres. D ese n vo lva a 
sua sensualidade e aprecie o efeito que causa 
nos outros e em si própria.
Televisão a cores: advertências e precauções.
1. (M udar) __________o seu visual; (procurar)
um bom cabeleireiro e (pedir)
. opmiao.
tranquila; (sentir) .2. (D orm ir)______
a sua pele em contacto com os lençóis lavados.
3. ( D e i x a r ) _____________ -se fotografar; (pedir)
__________ a um a am iga que a fotografe. (Livrar)
__________ -se de todas a inibições e (deixar)
__________ -se levar pelo prazer de se im aginar
bonita nas fotografias.
4. (A ndar) direita. Uma boa postura é fun­
dam ental. (Endireitar) as costas, (levan­
tar) ___________ a cabeça_e (olhar)_ a
direito. Nao (an d a r)_________
olhos postos no chão. (Sentir)
lhosa da sua im agem e não ( te r )______
de que a achem convencida.
5. ( S e n t i r ) ____________o seu corpo.
__________ a casa, (despir)__________
. na rua curvada de
_________ -se orgu-
 m edo
am biente confortável, (deixar)
(Chegar) 
-se num 
a brisa
que vem do exterior arrepiar a sua pele.
6. D an çar)__________ . (Sair)___________ m ais vezes
para dançar. (Escolher) __________ um local de
divertim ento que mais se adapte à sua
persona lidade e (saltar) __________
p ara a p ista. N ão se (encolher) ?
___________a um canto isolada. (Soltar)
____________ o seu corpo e (dançar)
___________ até se libertar das suas ini-
1. (utilizar) para o telecom ando duas pilhas de
elem entos secos.
2. Caso verifique algum m au funcionam ento, _________
(substituir) as pilhas e (limpar) a janela do
indicador.
3. Não _________ (utilizar) um a pilha velha juntam ente
com um a nova.
4. __________ (verificar) se as pilhas foram colocadas com
as polaridades correctas.
5. N ã o _________ (expor) o aparelho de tv à chuva ou à
hum idade excessiva.
6. N ã o _________ (retirar) a tam pa de trás.
7. __________ (evitar) expor o aparelho de tv à luz directa
do sol ou a outras fontes de calor.
8. __________ (retirar) a ficha de alimentação da tom ada
quando o aparelho não for utilizado durante um longo 
período de tempo.
9. N ã o _________ (puxar) o fio de alimentação para retirar
a ficha da to m a d a ._________ -a (retirar) sem pre puxan­
do a ficha.
10. N ão _____ (utilizar) soluções contendo benzina
nem petróleo para lim par o aparelho.
o n é t \ c
C o n s o a n + e *
bições. 
7. (Sentir)
(m eter).
______ -se jovem e (agir)
como um a jovem . N ão 
 na cabeça que deter­
m inados com portam entos não são pró­
prios para a sua idade. (Ser)__________
ousada e (fazer) ___________ o que lhe
der na cabeça.
8. (C om er)___________um pêssego, (sabo­
rear) ___________ e_(d e ix a r) 
o tem po passar.
9. (Fingir) ______ que é um a estrela
de cinema.
10. (Pôr) ____(pôr) ____
lh a r)_____
_ um a roupa bonita, 
_ saltos altos, (maqui- 
. -se e (u sar)__________
óculos de sol. Tudo isto só para ir à rua.
b [b] bom , lobo.
d [d] dar, dedo.
f [f] faca, ofensa.
g , g u + ( e , i ) [g] gato, lagoa.
h 8+ (e> i) t3] já, Teio, genro, ágil.
c + ( a , o , u ) , q u + ( e , i ) [k] copo, porco, quente, aqui.
1 [1] lama, sala.
m [m] mesa, amor.
n [n] nada, pena.
P [P] pão, presépio.
r , r r [R] rosa, ten o, cari o.
r [r] caro, dar.
s , s s , c, ç , X [s] sol, passo, céu, poço, máximo.
t [t] tu, canto.
V [v] vaso, lavar.
S , Z , X [z] casa, zebra, exame.
c h , x IJ] chave, machado, enxame.
n h Ln] vi ho, caminho.
lli [A] talho, lhe.
cento e vinte e nove
Reencontre a ordem das seguintes frases
1. ao / meia / Hoje / as / acabei / meio-dia / aulas / e.
mas / certificado / requeri / há / não / o / duas / ainda / Já / o / recebi / semanas
biblioteca / leitor / requisitar / O / livro / porque / cartão / de / deixou / não / tinha / não / funcionário / me / 
da / um / o.
secretaria / da / bicha / guiché / pagar / N o / grande / um a / as / havia / na / para / propinas.
inscrição / os / porque / adiada / data / d a / im pressos / A / desapareceram / foi.
A Sandra estã com tosse 
Já não pára sossegada. 
Queres um con selho , Sandra? 
Come cenoura açucarada.
0 ( v t e * t o o s o t o » 
v ' á i ' í a s ( e + r a *
Com um X se escreve m áxim o 
E tam bém aproxim ar.
O próxim o dá bom exem plo 
Quando m e quer auxiliar.sá b ad o , falso , assar, c ice ro n e , aço , 
aux ílio
/ Pensava que eu x
 / «ão ¿em 5
/ A / //eão, e <//rre que 'a 
professo- \ apanhar uma raposa, 
r<? disse-te 1 mar a í A o ?í/e o ter+e 
y aiyuma / \ n a o correu assim tão 
o c — k coisa? á A ma/ para cpum- > 
y . ^ar.
A cebola não é pacífica, 
Sem pre m e p õe a chorar. 
Mas agora decidi 
Com a faca m e hei-de vingar.
Narciso com seu cigarro 
Também m e p õe a chorar. 
Dou-lhe o cinzeiro cinzento 
Para o cigarro apagar.
A C onceição fo i à caça 
Com o pai que é caçador. 
Não viu coe lh o n em gazela 
Mas sim um lindo castor.
No açude da estação 
Estava um bando de açores. 
T rouxem os a espingarda sem chumbo. 
Oh! que belos caçadores!
1 3 0 # cento e trinta
A gora já sabe:
Interessar-se pelo resu ltado de um exame: 
Correu-te bem o teste?
Responder de forma afirm ativa ou negativa: Não 
me correu nada bem.
Exprim ir necessidade: Para 
aprender português preciso de 
uma gramática.
Fazer comparações: Este ano as 
propinas são mais caras do que o 
ano passado.
Trocar inform ação sobre estu­
dos: Correu-te bem o teste?
Fazer sugestões e oferecer 
algum a coisa: Só tens uma 
maneira de te safar: é ir para uma 
explicação.
Exprimir necessidade:
Tenho de tirar positiva 
no próximo teste.
P edir au torização / 
permissão: Permite-me 
que fum e na sala?
Dar au to rização /per­
missão: Com certeza!
Recusar autorização/perm issão: Não, não fume! 
Pedir conselhos: O que é que me aconselhas afazer? 
Dar ordens e conselhos: Desaparafuse a dobradiça. 
Pedir desculpa: Desculpe, não foi de propósito. 
A provar um a coisa: Não está mal!
Elogiar: Óptimo!
Objectar: Isso é que era bom!
Perdoar: Não tem importância!
Duvidar: Sei lá!
Exprimir agrado: Adoro!
Agradecer: Obrigado!
Exprimir aborrecimento: Que chatice!
Dar dispensa: Com certeza!
Cham ar a atenção: Olha ali!
Apresentar alguém: O meu irmão!
Cum prim entar alguém: Viva!
Pedir para passar: Com licença!
Felicitar: Muitos parabéns!
Avisar: Toma atenção!
Léxico da aula:
Aluno, apagador, aula, bolsa, borracha, cadeira, carteira, 
certificado, curso, desenho, dicionário, ditado, divisão, dos­
sier, doutoramento, dúvida, Educação Física, Educação 
Visual, ensino, escola, escrita, esfero­
gráfica, estudo, exame, explicação, 
explicador, Geografia, giz, História, 
horário, impresso, inscrição, Instituto, 
lectivo, leitura, lição, lugar, mapa, 
marcador, Matemática, matéria, 
matricida, mestrado, mochila, negati­
va, pasta, pergunta, pintura, professor, 
propina, régua, resposta, retropro- 
jector, revisão, soma, subtracção, 
teste, turma, Universidade.
• Actividades realizadas 
na aula:
Analisar, apagar, assinar, assistir, 
ausentar-se, chumbar, compreen­
der, conversar, copiar, corrigir, 
desenhar, dispensar, ditar, dividir, 
esclarecer, explicar, exprimir, fal­
tar, leccionar, lembrar-se, multi­
plicar, objectar, perguntar, requisi­
tar, responder, somar, sublinhar, substituir, subtrair.
Produtos alimentares:
Alho, amêijoa, azeite, "bacon", bebida, cerveja, fatia, gaso­
sa, gema, limão, líquido, molho, pêssego, sumo.
Adjectivos:
Adiado, agrário, congelado, convencido, espaçoso, gaulês, 
inglês, isolado, lectivo, necessário, nu, orgulhoso, ousado, 
pesado, português, possível, questionável.
Verbos:
Acrescentar, adaptar, adorar, aguardar, ajoelhar, amuar, 
aproveitar, arranjar, arrepiar, atingir, avisar, avistar-se, 
buscar, caber, candidatar-se, chamar-se, coar, conhecer, 
constipar-se, construir, costumar, criar, dançar, deitar-se, 
deixar, demitir-se, depender, desaparafusar, desaparecer, 
descongelar, descidpar, desligar, deslocar-se, despedir-se, 
despir-se, eliminar, elogiar, 
emprestar, endireitar, engros­
sar, esperar, existir, felicitar, 
fingir, fotografar, fumar, fu n ­
cionar, girar, importar-se, 
juntar, lavar-se, levantar-se, 
libertar, licenciar-se, maqui­
lhar, mudar, parecer, pentear, 
perdoar, permitir, pingar, 
pintar, poder, polvilhar, por­
tar-se, procurar, registar, rei­
vindicar, requerer, reservar, 
saborear, safar, sentar-se, sen­
tir-se, utilizar, valer, vestir-
E aprendeu o seguinte vocabulário:
E de gramática aprendeu:
• Conjugação reflexa: lavo-me, lavas-te, lava-se...
• A partícula apassivante: se.
• Ortografia: Emprego das letras maiúsculas.
• Im perativo (revisão).
cento e trinta e um
A que horas é 
última
Descrever um local ou situação.
Combinar um encontro com alguém. Exprimir dedução e hipótese.
Falar sobre o trabalho ou a profissão. Interpretar e responder a um anúncio de trabalho.
Redigir um c u r r i c u l u m v i t a e .
Redigir pequenos bilhetes e deixar recados.
Áreas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
Pronomes complemento: me, te, lhe, nos, vos, lhes, 
o(s), a(s).
Contracções de Complemento Directo e Complemento 
Indirecto: m o, to, lho, no-lo, vo-lo ...
Pronomes tónicos precedidos de preposição: com igo, 
contigo, con n osco , con vosco, para m im Çti, si...).
Talvez (quiçá) + conjuntivo.
Se calhar + indicativo.
Palavras homófonas.
Imperativo (revisão).
Advérbios: assim , pronto.
Adjectivos: atraente, controlável, d ificílim o, d ispon í­
vel, preferível, recente.
Preposições: após.
Conjunções: em bora, se.
Locuções Preposicionais: em frente a.
V o c a b u lá r io @(
Telefones / Correios.
Anúncios de emprego.
Abreviaturas na correspondência.
Vocativos de início de correspondência e saudações 
finais.
Nom es de animais.
Iniciar um a conversa ao telefone: (Es)tou. Faz fa vo r de 
dizer.
Telefonar e perguntar por alguém: O Paulo está? 
Mostrar recepção durante a conversa ao telefone:
Pois.. . pois.. . pois.
Combinar um encontro: Encontramo-nos nas escadas da 
Sé â um a hora.
Deixar recado: Não se esqueça de lhe d izer que... 
D escrever um local e a sua localização: Era um a sala 
pequena, embora com janelas largas...
Pedir a op in ião a alguém: F. vocês, o que é que acham? 
Dar opinião: Julgo que sim; creio que não...
Considerar um facto com o provável: Se calhar vou/Tal­
vez vã.
Responder a anúncios de em prego.
Perguntar e responder sobre capacidade e competência. 
Falar sobre as obrigações e as cond ições de trabalho. 
Exprim ir dúvida: Não sei bem.
Considerar um facto com o possível: A sala pode estar 
ocupada.
Exprim ir hesitação: Ainda não sei se vou â piscina.
cento e trinta e três % 133
01 
3|ir prijQ
U
nidade 
10
Diálogo ' 1
Clara:
Lola:
Clara:
Lola:
Clara:
Lola:
Clara:
Luís:
Paulo:
Luís:
Paulo:
Luís:
Paulo:Luís:
Paulo:
Ana:
Funcionária:
Ana:
Funcionária:
Ana:
Funcionária:
Ana:
Funcionária:
Ana:
Lola, a tua mãe telefonou porque pediram , de Lisboa, com a m áxim a urgencia, o teu certificado de 
habilitações. Podes consultar o atendedor autom ático de cham adas, pois a tua m ãe gravou a m ensa­
gem. Q uando ela telefonou, não estava ninguém em casa.
E como posso enviar o certificado? _
O u em correio azul ou em fax. Talvez seja preferível em fax, dada a urgência.
E como faço? .
Olha, a A na vai contigo aos Correios, pedem um im presso para enviar um fax, preenchem e envia-se.
Vou aceitar a sua sugestão e vam os aos Correios. .
Talvez o Luís queira ir convosco. É que a esta hora deve haver m uita gente. Ele fica no carro a vossa
espera porque é difícil arranjar estacionam ento em frente aos Correios. Tu não te im portas, pois nao. 
Não, não me im porto. Combinei ir ter à casa do Paulo ao meio-dia, m as eu telefono-lhe e com bina­
mos para mais tarde.
(Es)tou.
Bom dia. O Paulo está?
É o próprio. , . . _
Olá, Paulo. Olha, ao meio-dia não posso estar na Praça porque tenho de levar a Lola e a mintia irma
aos Correios. Podes lá estar à um a hora?
Posso, posso. Não há problem a. _
Então fica com binado. Encontramo-nos nas escadas da Sé à um a hora. Até logo.
Até logo. . '
Nos Correios. >í áS || SM ll»
A Ana aproxim ou-se do guiché, cum prim entou a funcionária e pediu:
Boa tarde. Queria um im presso para enviar um fax e três selos para Espanha, por favor. 
Para correio norm al ou correio a/.ul?
Correio normal.
São 1,50 euros; 0,50 cada.
A que horas é a últim a tiragem?
Para o correio norm al às 17h30; para o correio azul às 17h00.
Também vende envelopes?
Sim. E já com o selo incluído, ao mesm o preço de um selõ%imples.
Obrigada.
.............................. ............................. .......... ...................."NMÍMÜ :
■ » i * .
P ronom es P r o n o m e s c o m p l e m e n t o pronomes
su je u o C. ind irec to C. d irec to c / p rep o siçã o c / p rep o siçã o “com ”
Eu m e m e m im com igo m e
Tu te te ti contigo te
Você o, a si con sigo
O senhor lhe o
si (o senhor) con sigo (c/o senhor)
A senhora a si (a senhora) con sigo Ce/a senhora) se
Ele o ele com ele
Ela a ela com ela
Nós n os nos n ós con n osco nos*
Vós vós convosco vos
Vocês
V o s V o s
vocês com vocês
Os senhores os senh ores convosco
As senhoras as senhoras se
Eles lhes os eles com elesElas as elas com elas
134 cento e trinta e quatro
Lavam o& nos (Port.)
(Esp.) "nos la v a m o f.
" lavemdÁnosf' (Esp.)
(Port.) lavemo-nos. 
con pérdida de la -s final, pero no se 
debe confundir con los fenómenos de 
alteración sufridas por las formas áto­
nas de objeto directo [o, a, os, as].
Véase en el cuadro de la pág ina 
siguiente los casos de contracciones de j 
com plem ento indirecto y com plem en­
to directo (no-lo, vo-lo).
Tenga en cuenta que en un estrato de uso medio-alto 
prevalece el uso de vós, m ientras que un estrato bajo 
o de m ayor intim idad se usa cada vez m ás vocês.
* R£C0£R£>£ que la colocación enclítica (detrás) 
del pronom bre reflexivo [nos] en la conjugación p ro­
nom inal sufre en la prim era persona del p lural un 
proceso semejante a la colocación enclítica en casos 
de im perativo em español:
J Responda às seguintes perguntas segundo o modelo.
Ex.: Vens comigo ao cinema? I* Vou, vou contigo!
Contracções de C. indirecto + C. directo
m o
Posso falar consigo?/Sim . m os
mas
Q uerem brincar connosco?/Sim .
Este presente é para m im ?/N a o (+)
Eles m oram por baixo de vocês?/Sim.
Este pacote é para ti?/Sim .
Os senhores jantam connosco am anhã?/Sim .
R esponda às p e rg u n ta s usayido p ro n o m es 
pessoa is com plem ento .
Vocês estão zangados com igo?/N ão (+) Ex.: Emprestas-me a tua borracha?
I* a) Sim, empresto-ta. 
f* b) Nâo, não ta empresto.
1. Luís, trazes-m e o jornal, por favor?
C a l v i n k ttobbf ç
por B ill W atterson thaouçaq de helena gubernatis 2. Os senhores m ostram -m e a vossa casa?
PRONTO, PEÇO DESCULPA. 
TU NÃO ÉS UMA 
BOLA-PE-PÉLO, AGORA,
A ABELHA EST 
AQUI OU NÃO? /
NÃOTODIGO.
CHAMASTE-ME
BOLA-DE-PÊLO.
'A ABELHA 
AINDA AQUI 
ESTÁ,
OU JÁ NÃO? 3. Dás-me o núm ero de telefone da Dulce?
4. A senhora vende-nos este tapete de Arraiolos?
5. O senhor recom enda-m e este restaurante?
Fixe
Bem! 6. A senhora com pra-m e estas flores?
Para poder ler [k] deve 
p j g * ! I escrever sempre:
ÇSPOjÉQ ^ antes de 3, O, U: 
cara, cor, curva)
<1 ü antes de Ç, t :
aquela, aqui.
Mas preste especial atenção a determi­
nados vocábulos com que, q u i, já que, 
por exemplo, tranquilo [trêkwílu], fre ­
quente [frokwêta], mas quente [kèto].
7. Pai, em prestas-nos o teu carro?
8. O professor explica-vos bem a lição?
9. As senhoras dão-nos hoje a resposta?
10. Deixas-me a tua caneta, Pedro?
cento e trinta e cinco
¡*®
pi&fe'
W *
«KA
CL
f t
jssa*
Ex.: Em prestas-m e o /íhro? 
a) r* Se calhar empresto-to. 
a) I'* Talvez to empreste.
1. Vais levar-lhe o disco novo?
« j l * ___________________ /f c > K
2.
3.
Trazes-me ura pacote de arroz da mercearia? 
a j l * __________________ / b ) \ * ____________
Dás-me a tua camisola cor-de-laranja?
a ) l * ___________________/ b ) l * ______
Deixas-nos a tua raqueta de ténis?
a ) t* ___________________/ b ) l * ______
Emprestas-lhe as tuas revistas?
a) r * ___________________/ b ) I * ______
Para responder de 
forlba ç/übítatíva 
use também 
N ã o sei (bem).
Sei lã! (enfático-fam.).
Para considerar oito facto coimo *>oyyiVe(
use também o verbo p o d e r .
A sala pode estar ocupada.
Pode ser que a sala esteja ocupada.
Para exhrTIV»rr h e s i t a ç ã o use
IVão saber: — Ainda não sei se vou à piscina. 
Depender: — O que é que vais fazer? — D epende..
■ R esp o n d a às se g u in te s p e r g u n ta s segundo o m odelo.
Ex.: A m anhã vens connosco à piscina?
a) f* Se calhar vou. / b) P* Talvez vá.
1. Julgas que am anhã pode chover? 
a )1 * / b ) l * _________
2. Sabes se o João virá à festa?
a ) > / b ) I * ______
3. Pensas assistir à estreia dessa peça?
a) f * _______________ / b) I * ______
4. Achas que a sala estará ocupada?
_______________ / b ) l * _____
5. Julgas que é um a boa ideia convidar a Joana? 
a) I * _______________ / b ) f * ________________
6. Sabes se isto é assim?
a ) f * ________________/ b ) t * _______________
7. Viajarás até Portugal nas férias grandes?
a ) l * _______________ / b ) l * ___________
Com prarás esse carro de que tanto gostas?
a) l * _______________ / b ) l * _____________
9. Telefonarás à tua mãe?
a ) f * ________________/ b ) 1 * _______
10. Crês que o sim ganhará o referendo?
a) I * ________________/ b ) I * _______
„
136 cento e trinta e seis
6. Levas-nos am anhã as BD de Astérix? 
a) I * ___________________/ b ) l * _____
S u b stitu a os com plem entos em itá lico pelos 
p ro n o m es adequados.
Ex.: Eu dou o livro ao meu irmão. 
h a) Eu dou-lhe o livro.
I* b) Eu dou-o ao meu irmão. 
h c) Eu dou-lho.
1. Eu com pro os bifes ao talhante. 
h a ) _________________________
h b ) ________________________
h c ) _________________________
2. O em pregado leva ao Luís um a bica.
h a ) ______________________________
h b ) ______________________________
h c ) ______________________________
3. Ele dá (a nós) o livro. 
h a ) ________________
h b ) _______________
h c ) ________________
4. A m anhã eu trago à senhora o vestido azul.
h a ) ___________________________________
h b ) ___________________________________
h c ) ____________________________________
5. O professor pergunta a lição aos alunos.
h a ) _________________________________
h b ) _________________________________
h c ) _________________________________
6. A Ana explica à Lola algumas frases.
h a ) ______________________________
h b ) _____________________________
h c ) ______________________________
7. Ela oferece um a prenda à Lola.
h a ) _________________________
h b ) ________________________
h c ) _________________________8. Ela deu (a vós) a notícia.
h a ) ___________________
h b ) ___________________
h c ) ___________________
9. Ela lê aos filhos um conto.
h a ) ____________________
h b ) ___________________
h c ) ____________________
10. Esta tarde eu dou aos senhores a resposta.
h a ) __________________________________
h b ) __________________________________
h c ) __________________________________
Homófonos
Debido a la complejidad del sistema grafemático, en por­
tugués hay muchas palabras que se escriben de manera lige­
ramente diferente, pero que se leen del mismo modo. Preste 
especial atención a la hora de escribir.
Aquí tiene una pequeña lista con algunas de las más fre­
cuentes:
à (prep. + artigo)
a ce - (liga de metais) 
apreçar (dar o preço) 
acento C ' A)
cení (100)
cinto (faixa para apertar) 
coser (costurar) 
cena (representação) 
concerto (música) 
concelho (município) 
cela (quarto) 
cervo (veado) 
era (< verbo ser) 
houve (< verbo haver) 
peão (que anda a pé) 
paço (residência) 
nós (pronom e pessoal) 
vós (pronome pessoal) 
vês (< verbo ver) 
maça (utensílio) 
essa (determinante/pron.) 
cheque (ordem de paga­
mento) 
soar (produzir som) 
tacha (prego) 
viagem (passeio) 
cegar (ficar cego) 
círio (vela de cera)
há (cverbo haver 
ah! (interjeição) 
asso (< verbo assar) 
apressar (ter pressa) 
assento (objecto para se 
sentar) 
sem (prep. = exclusão) 
sinto (< verbo sentir) 
cozer (cozinhar) 
sena (carta de seis pintas) 
conserto (reparação) 
conselho (sugestão) 
sela (< verbo selar / assento) 
servo (criado) 
hera (planta) 
ouve (< verbo ouvir) 
pião (brinquedo) 
passo (< verbo passar, passada) 
noz (fruto da nogueira) 
voz (som humano) 
vez (ocasião) 
massa (alimento)
Eça (nome próprio) 
xeque (lance de jogo)
suar (transpirar) 
taxa (imposto) 
viajem (< verbo viajar) 
segar (ceifar) 
sírio (habitante da Síria)
cento e trinta e sete
« 8
e ,
§ issaá
r t :
WíMr.
O
A c t i v i d a d e
1 8
Com a a j u i a «/o professor iden+ífiqoe os se^uTn+es aníMais 
e preencha a g r e lh a .
11
1 9
1 2 4
3
2
21 2 2
2 0 2 7
4 2 3
5 6
25 2 8
7 ¡
3 0 8 2 6
2 9
109 1 7
12
3 1
1 4
1 3
15 1 6
H o rizo n tais
<i
A c t i v i d a d e
Faça perguntas e responda. 
Peça informações acerca dos 
diferentes serviços.
Quer deixar recado à telefonista? 
Então diga
® (Então) por favor diga-lhe que...
® Agradeço que lhe diga que...
® Não se esqueça de lhe dizer que...
Eis algumas respostas possíveis 
daquela/e que recebeu o recado
® Fique descansado. Já tomei nota. 
o Muito hem, eu dou(-lhe) o recado. 
F.slá bem, eu vou transmitir.
Com certeza, não esqueço, nao.
® Não me esqueço, fique tranquilo.
Optimus Livre.
Livre de obrigações. Livre de preocupações. Sem assinatura.
Sem recarregamento obrigatório. Chamadas Nacionais
Original:
Para falar mais entre Optimus, 
sem obrigações . 
b Optimus 0,20
b Outras redes 0,60
Total:
Para falar ao mesmo preço para todas as redes, 
sem obrigações e sem complicações, 
tf Todas as redes 0,32
, Preços por minuto.
Facturação em períodos de 10 segundos após o primeiro minuto.
Mensagens Escritas - SMS 
b Mensagens escritas nacionais: 0,10
b Mensagens escritas internacionais: 0,22
Siem ens C 45
Acesso à Internet.
das chamadas é de 0 ,175 IVA inc. para Clientes 
Regulares e 0 ,24 IVA inc. pata Clientes Pré-Pagos e a 
taxação é ao segundo, após o primeiro minuto.
Para a utilização deste Serviço é necessário o mesmo Equi­
pamento que para o Serviço de dados, e o Cliente neces­
sita ter ter uma conta aberta num ISP.
n e ro O p tim us ISP N - de Acesso N aciona l
12803 Telepac 6 7 1 7 1 7 0 0 0
“ NetSapo "
12804 Clix 6 7 9 3 1 0 0 0 0
12808 EUNet 6 7 1 5 1 5 0 0 0
12807 M eganef 2 1 3 1 7 7 9 0 0
b A u tonom ia em conversação :
B A u tonom ia em standby:
S erviços d e red e
B B arram en to d e C ham adas:
B R een cam in h am en to d e C ham adas:
B Aviso d e C ham ada em Espera:
B C ham ada em C onferência :
B V isualização d o N úm ero d o C ham ador: 
B R estrição à A p resen tação d o N úm ero:
B E nvio d e M ensagens Escritas (SMS):
B R ecep ção d e M ensagens Escritas (SMS): 
B D ad o s / Fax:
Serviços A dicionais
B C artão in te ligen te (STK):
B E nvio d e m e n sag e n s d e im agem 
B W ap:
B C ontro lo d e custos:
F u n cio n a lid ad es A dicionais
B C alculadora:
B T o q u e p o r Vibração:
B M odem p a ra co m u n icação d e dados:
B Alarme:
B C alendário:
B Infraverm elhos:
B M arcação p o r Voz:
300 m in 
200 h
Características:
B D im ensões:
B P eso com Bateria:
B D isplay:
B C ap ac id ad e da bateria:
B T ecno log ia d a B ateria (Li-ion): 
, A utonom ia
109x46x23 m m 
105 g 
5 linhas 
550 m A h 
NiMH m Ah
cento e trinta e nove
E is a lg u m a s r e s p o s ta s p o ss ív e is a e s ta p e rg u n ta
P ° Sí 0 \ Vou passar (o telefonema) ao meu colega. Um momento.
Desculpe. Há uma 11 / " " na linha. Hão oito bem.
0 telefone está ocupado, á R i f
P a ra l ig a r
 chamada foi cortada.
Sinto muito. Não posso dar-lhe linha.
Um momento. Vou passar-lhe o telefone.
Não está, não. Quer deixar recado?
Faca favor de dizer quem é e qual é o assunto. 
Neste momento está ocupado.
268171619?
Édo 268171619?
f Para \ Falado 268171619.
iniciar ) Posso falar com...?
a comuni­ Desejava falar com...
cação 
 ̂ use: /
Bom dia, será possível falar com...?
Pois...Pois„.Pois...
Sim...Sim...Sim....
Então adeus.
Até logo.
Até breve.
Adeuzinho.
(Então), com licença, (sim?)
*ara a te n d e r
Sim. Faz favor de dizer.
(Es)tou. Faz favor de dizer.
Z681/1619. Com guem deseja falar?
Está sim. Um momento,
Com certeza. Um momento, por favor.
Não, não.Éengano
6 | O rdene as fra se s p o r fo r m a a obter m diálogo lógico.
Conversa A
Isabel:
Clara:
Clara:
Telefonista:
Clara:
Telefonista:
Isabel
Isabel
Isabel
Isabel:
Clara:
Clara:
Isabel:
Isabel:
Clara:
Clara:
Não se esqueça, por favor, senão ele vem 
não há cã ninguém.
Olá, D. Isabel, como está? O meu marid 
saiu, mas não demora.
E, sim.
Está? É de casa do dr. Pereira?
Tubo bem. Olhe, o m eu marido foi às finanças, 
mas deve estar a chegar. Disse-me que tinha 
uma reunião na escola às cinco e...
Fala da Escola de Sta Luzia. Não desligue, que 
vou passar a chamada.
Adeus, até qualquer dia.
Então obrigada e desculpe o incômodo.
Estou a ligar precisamente por causa dessa reu­
nião. Surgiu um imprevisto e teve de ser adia­
da para dia seis, às sete e um quarto.
Está? Fala Isabel Marques, do departamento de 
Língua Portuguesa. O dr. Pereira está?
Está bem, fique descansada que eu dou o reca­
do.
Não há problema. Disponha, sempre que pre­
cisar.
Olá, D. Clara! Como tem passado?
Não, não precisa.
Garanto que não me esqueço.
Então ele não precisa de ir à escola hoje?
Aprenda o seguinte 
vocabulário útil
Lista te lefón ica 
Ind icativo 
C abine 
M oeda 
R anhura 
C ham ada 
A uscultador 
A ten d er o te le fo n e 
A tendedo r 
D esligar 
In terro m p er 
Fio
U rbana 
In te ru rb an a 
In ternac iona l 
T elem óvel 
R ede fixa
Converja B
Telefonista:
Clara:
Telefonista:
Clara:
Telefonista:
Clara:
Telefonista: 
Clara: Não: 
Telefonista: 
Clara:
Telefonista.
Telefonista:
Sou, sim.
Não faz mal. Algum algarismo está trocado. 
Boa tarde. Pretendia falar com o senhor 
Rogério, por favor.
Não, não é.
Então não é do 268629010?
Mas aqui não mora ninguém com esse 
nome.
Deve ser. Vou confirmar. Boa tarde.
É do 268622931.
Desculpe, é engano.
É a mesma senhora que ligou há um minuto? 
Desculpe, minha senhora, mas foi este o 
número que me deram para pedir a ligação. 
Boa tarde. É de casa do senhor Rogério?
cento e quarenta
^
13168369
'Pio do n.iíúniai
# A c t i v i d a d e C
# A c t i v i d a d e C
CAM GES SEMPRE
20.00
^^74-M im anifta-
PO MB Aí. IN \ DÁ
H . ’ ■ «OMBaJ
P O R T U G A L lM
PQ.RTUCAL
PORTUGAL
£yco(fa ütoa <jas persona(l<ja4es evocaba? noy yç(oy e procure 
doeoMen+ar-ye yo&re e(a. Pepois escreva tma p e p e n a ficíia £iojráf?ca,
fycreva omlííajo^o idêntico aoy anteriorey? üyando os elewentoy forne■ 
cidoy, tendo ei" conta o ye^oin+e ^oíao;
Pretende obter alguma informação sobre uma obra que não se 
encontra no mercado, mas existe em depósito na Biblioteca 
Nacional, o que o leva a falar telefonicamente com uma fun­
cionária.
cento e quarenta e um 141
Espe­
ro <¡ue respon 
¡jato de pre ssa l
/ Ponha • 
aqui o ende­
reço do reme­
tente.
Ponha 
ui o selo.
Exm° Sr. João Pereira 
Praceta Sá Carneiro,!! <
7350-130 Elvas .
PORTUGAL
~¡É- V • E x d (Vossa Excelen­
cia) equivale a Vd. Utilícelo 
dentro de la corresponden­
cia para m anifestar respeto 
a la persona a la que se d iri­
ge y en la despedida final, 
siem pre situado a la dere-
De V.Ex2 
Atentamente, A Use en los vocativos de inicio de 
correspondencia: 
Meritíssimo p ara jueces. 
Reverendo para sacerdotes. 
Reverendíssimo p ara obispos.Assinatura,
cento e quarenta e dois (duas)
João Pereira
1 jc. Fil. (íermànica
Q (Y*~+ o <■ p-£>■3; -r
roUOou. JU *U d U Z U T ^/d ^
JUaa^ . T ü L l v ^ dU 1 1 ’ o-u^, dU / Í L G iJ - w ã ( SHrl^UTv 
O .twvAí JL« iLc vC/Uc <jj< AtT
) ct^Xc*.G\
■jg (JVC*. t>7 <>VS_¿Xtc*<-íío
Pracela Sá Carneiro. 11 
Bairro dc São Pedro
Telef.: 268622921 
7350-130 ELVAS
P reencha o seu p róprio posta l, e 
co n te a q u ilo q u e f e z de m a is 
im portan te no d ia de on tem .
<&xV
A'4'
BILHETE POSTAL
CODIGO POSTAL
!Maria íAdeíina Quintino 
Travessa 'Beatriz PHhena, 10 
7.000- iv o v p i
! Exm° Sr. João Pereira 
i Praceta de Sã Carneiro, 11 
! 7350-130 Elvas-
" “TÈÍFCOM TELEGRAMA
Portugal fotocom. S
ACEITAÇÃO MARCA DO DIA
I HOPA i I !ND¡C SEflVlÇO
A PREENCHER PELO EXPEDIDOR (Antes de preencher leia. por favor, a informação que figura em pé de p 
DESTINATÁRIO (nome, endereço, código poetai)
DESTINATÁRIO TELEFONE
T T 1 r r u
ENTREGA 
AO DESTINATÁRIO 
Escolha a opção conveniente
N O R M A L O
(D
U R G E N T E - Taxa dup la U 
(2)
A A n a teve de sa ir u rg en tem en te e não p o d e 
ja n ta r com a Lola. R edija um breve bilhete.
1 3 Bl OCO |Q0 Ciirutleres)
EXPEDIDOR (Nomo, endereço, código postai a telefone)
TOTAL
TELEGRAMA NACIONAL: j CUST0 (3)
(1) = Telograma Normal; i .
A entrega eleciuar sB É alé bo dia útil seguinte ao da atia emissão
0 telegrama ó enlmgue na eaixa do correio do destmalério ou directamente via telefona, lax eu telex.
(8) ■ Telegrama Urgente;
A enirega é assegurada no mesmo dia em tede o pais desde que o telegrama se|a emitido até as te horas. A entrega e feita via entregado* 
telelone, fax eu ¡ele* no domicilio do destinatário
TELEGRAMA INTERNACIONAL:
• DE PORTUGAL PARA O ESTRANGEIRO Via Operador internacional O telegrama urgente tem estatuto pnorilano junto dos 
Operadores Internacionais.
HORÁRIOS BAS ENTREGAS; Dias Cites*. em todo o pais, «te as íg fi e aos sábados, em Lisboa e Porto, até às. 18 30 u 
(3) • MÉTODO DB TAXAÇÃO:
Telegrama nacional Aos telegramas normar? ou urgente* e «pticavei um* taxação por blocos ate bo irmitn do $ bloco* de texto, o s " 
tom 190 nsracterss * e S.* «wn 90 caracteres.
Telegrama Internacional f: aplicável uma taxa lixe * uma taxa por palavra (endereço* texto). As laxas de entrega normal o.i < ¡mente 
dependem tio pais de do «¡tino Pata mais intormaçáo contacte o n » 133 da Portuga; Teterom
telefone: 183 i Mi 0800 30 0183 3-
cento e quarenta e três
U
nidade 
10
Diálogo
Lola:
Clara:
Ana:
Clara:
Ana:
Lola:
Q uando chegaram a casa, a Lola contou que estiveram m uito tem po num a fila errada porque não repa­
raram que aquele guiché era para encom endas, vales postais e certificados de aforro.
Q uando chegou a nossa vez a funcionária disse-nos que tínham os de ir para a fila ao lado, pois naque­
le guiché não era possível enviar o fax. N a outra fila havia ainda m ais gente e para cúm ulo era um a sala 
m uito pequena, em bora com janelas largas, e como estava no rés-do-chão havia pouca luz. Até houve 
um m om ento em que me senti indisposta. Depois de enviar o fax, perguntám os se era possível enviar 
um e-mail para confirmar o envio do fax. Assim eu ficava mais tranquila. Porém, a funcionária disse­
nos que naquele m om ento o servidor não estava disponível. Viemos em bora, m as não estou m uito tran ­
quila porque nunca lhes envio docum entação sem ser em carta registada.
Podes ficar descansada. Se o fax foi enviado, não é preciso mais nada. M as guarda a prova contigo.
Ó mãe, o almoço já está pronto?
Ainda dem ora um pouco.
Então, Lola, podíam os responder a algum dos anúncios de trabalho que vêm no jornal e assim treina­
vas o teu português escrito. O que é que achas? ~
Penso que é um a óptim a ideia. / í*
v/o c ê * o
OS EUROPEUS EM NUMEROS
Os jovens 
europeus (II)
O s p o rtu g u eses são os q u e m ais 
a p o ia m o c o n tro lo d e n ata lidad e 
Certos tipos de pessoas que incomodam
Homossexuais Geme que veste 
de forma diferente
Bélgica 8,0 23
Dinamarca 7,7 0,7
Alemanha 15,4 ¡3
Grecia m u
Espanha 0,7 0,5
frança 13,0 0,9
Irlanda 15,1 1,4
Itália 17,2 1,2
Luxemburgo 10,7 1,2
Holanda 7,7 23
Áustria 12,0 m
Portugal 14,9 0,9
Finlândia 13,1 1,2
Suécia 8,8 0,8
Remo Unido 14,5 0,4
|Total UE !l i y n
Eutanásia Pena de
morte
A fa vo r d e ...
Bélgica 52,5 m
Dinamarca 72,3 20,1
Alemanha 55,7 38,0
Grécia 20,1 44,2
Espanha 03,9 20,9
França 47,7 39,3
Irlanda 29,4 19,9
Itália 23,0 24,3
Luxemburgo 63,1 30,8
Holanda E D O 38,9
Austria 49,2 27,3
Portugal 40,0 37,9
Finlándta 77,0 29,1
Suécia 03,7 30,8
Reino Unido 50,9 40.0
Gente com menos 
dinheiro que tu
3,1
7>
4,5
8,0 253 10,4 2,8 1,4
IA ¡43 _ 9,9 1,0 1,4
J E 24,7 19,7 15,8 1,93,1 29,8 13,0 0,0 0,94Ã 24,8 15,9 11,4 0,5
: 1,3 30,4 20,7 8,5 CD
! 3,0 41,7 30,8 ¡7,9 0,7
5,1 203 23,8 17,4 0,0
i 2,1 21,7 14,4 3,1 0,7
1 2,8 323 23,5 4,9 0,0
1 12 48,1 333 ¡3,7 1,4
1 33 27,0 12,4 8,4 0,9
1 3,9 ■ a 20,1 ¡2,8■ 9
Direito dos Castigar Controlo de Direito dos Serviço Teste
homossexuais os abusos natalidade homossexuais militar de sida
a adoptarem sexuais nas ciasses mais a contrair obrigatono obrigatório
filhos a menores desfavorecidas matrimónio
30,2 56,8 44,4 48,9 15,2 56,4
383 67,8 15,6 70,9 39,1 36,0
35,4 76,2 31,0 43,4 33 3 47,6
28,5 66,2 51,3 47,4 783 E H
5 2 J 51,3 47,7 76,3 13,4 56,2
43,2 73,4 34,1 56,3 163 70,5
26,7 75,0 28,3 36,1 11x8 61,5
21,3 53,2 29,5 39,7 17,2 71,3
37,7 54 3 24,8 59,2 10,0 65,3
E H 78,6 25,9 m 9,4 53,0
32,8 723 31,0 40,8
30,2 49,5
32,0
24,4
623
64,1
E É
8,9
50,3
58,6
M
E S
77,3
53,1
193 78,8 18,9 59,9 393
52,9
30.1 E B 34,6 42,7 173 57,2
Portugal 4%
Luxemburgo 4% 
Irianda 3%
Suécia 3%
Finlândia |%
Sexo Sexo Clonagem
ames do (ora
82.4
92.1 
86,7­
89,5
90.1
91.2 
74,9
83.0
85.5
90.4
87.0
80.0
90.4
E H
80.2
¡5,4 7,4
17.2 9,2
2 5 J .4,7
27.2 B I 
29,1
29,2
14,8
25,0
5,5
9,1
0,1
m ii,9
10.4 11,5
31,3 7,8
24.5 m
20,7 10,3
10.0 0,7
20.0 11,0
Fome: Com issão Europíio Eu roboróme Iro Aári/.junfto I 997. ¡ovem entre H e i 4 onos.
144 cento e quarenta e quatro
Acha que sim?
o u
Achar Pensar Julgar Parecer Crer
de de de que que
+ subst. sobre sobre
que acerca de acerca de 
+ adv. que que
O que é que achas do meu carro novo? 
Achas Lisboa uma capital moderna? 
Achas bem que leve esta camisa?
O que é que pensas desta blusa azul?
O que pensas sobre esse assunto? 
Parece-te que esse film e é bom? 
Parece-te bem que eles fumem?
Dê a sua opinião acerca das seguintes 
afirmações.
1. Este exercício é dificílimo.
r*___________________________
2. Todas as pessoas gostam de futebol.
> ___________________________
3. Os portugueses são m uito simpáticos.
n*___________________________
4. As pessoas escrevem cada vez menos.
r*___________________________
5. Acabados os estudos é fácil encontrar trabalho.
h*___________________________
6. Victor Baía é um m au guarda-redes.
I*___________________________
7. M uita gente não tem telefone.
I*___________________________
8. N em todos os alunos gostam do professor.
I*___________________________
9. C hopin era um m au pianista.r*___________________________
10. N a A lem anha bebe-se m uita cerveja.
r* ________________
Para expressar opinião use, além dos 
mesmos verbos, seguidos de que:
Acho/Penso/Julgo/Creio/Parece-me que 
As seguintes expressões:
Q uanto a 
Para
+Pronome pessoal com plem ento.
N a + possessivo + opinião 
A + possessivo + opinião + ser
Considerar +
Ter + a im pressão + (de) que
+ nom e
+ que + subst. + ser
Quanto a mim o film e é muito fraco.
Para mim Lisboa é uma cidade lindíssima. 
Na minha/nossa opinião Portugal é umpaís lindo. 
A minha opinião é que o livro é excelente. 
Considero esse filme excelente.
Considero que o filme é excelente.
Tenho a impressão (de) que amanhã vai chover.
Os verbos julgar, pensar, achar, 
crer. etc, também servem para 
exprimir suposição, mas tam­
bém pode utilizar o verbo
su p o r .
Portai <fos Correros
Querida mãe, querido pai, então que tal?
Nós andamos do jeito que Deus quer. 
Entre os dias que passam menos mal 
Lá vem um que nos dá mais que fazer.
Mas falemos de coisas bem melhores:
A Laurinda faz vestidos por medida,
O rapaz estuda nos computadores,
Dizem que é um emprego com saída.
Cá chegou direitinha a encomenda 
Pelo Expresso que parou na Piedade,
Pão de trigo e linguiça p’ra merenda 
Sempre dá para enganar a saudade.
Espero que não demorem a mandar 
Novidades na volta do correio.
A ribeira corre bem ou vai secar?
Como estão as oliveiras de candeio?
Já não tenho mais assunto p’ra escrever, 
Cumprimentos ao nosso pessoal,
Um abraço deste que tanto vos quer,
Sou capaz de ir aí pelo Natal.
Rio Grande
cento e quarenta e cinco
Unidade 
10
146 cento e quarenta e seis
# A c t i v i d a d e C
Repa­
re nes+eí ootros 
recados deixados 
pelo resto da 
fatnília
0 Luís cpçfo u atrasad o ao encon+ro cotw o fnviao e encontroo 
o se^ointe recado afixado na porta do Clupe de ténis:
^ R e d i j a \ 
um a série d e 
n o + as fcreves p a ra 
d i f e r e n t e s t»ef«&ros 
da sua fa tmída .
L el a 
c o im a+enção 
os se^oírpes 
a n u n c i o s .
P A R A A B ER T U R A D E N O V O S ESC RITÓRIOS A D M IT E (m /f)
VENDEDORES/ANGARIADORES/ 
/DIRECTOR C O M ER C IAL
P R E FER IM O S Q U E:
» - Resida em Estoril ou Cascais 
* - Conheça o M ercado Imobiliário de Qualidade 
»■ Tenha um nfvel sociocultural elevado 
3- Tenha disponibilidade total
EX IG IM O S Q U E:
> Tenha apresentação muito cuidada 
»■ Cultura de nivel superior
> • Seja am bicioso
»■ Tenha um elevado sentido ético
O F E R E C E M O S :
>■ Qualidade e prestígio em M ediação Im obiliária
> Carteira de clientes de m uito bom nível 
» - Produtos seleccionados
> - Possibilidade de carreira
>■ R em uneração anual líquida superior a € 2 4 .9 4 0
Enviar «curriculum» com fotografia para a seguinte morada: 
Largo da Estação, n.° 8 - 2." Dto. - 2750-340 CASCAIS
E M P R E SA IN D USTR IAL,SU B S ID IÁ R IA DE CO M PANH IA I 
INTERNACIONAL, CO M PO SIÇÃ O DE L ID ERA N ÇA NO 
M ER C A D O NACIONAL, PR O C U R A PARA A S SU A S IN S ­
T A LAÇ Õ ES LO CA L IZA DA S NO CACÉM:
CHEFE DE COMPRAS
(m/f)
Para execução das compras, desde a consulta, negocia- . 
ção e análise de propostas, de todos o s bens e serviços 
adquiridos peia empresa, quer no mercado nacional 
quer no estrangeiro.
Experiência pretendida:
• Mínimo 3 anos de experiência na área compras
• Habilitações mínimas do nível 12.9, sendo a formação 
universitária considerada factor preferencial
• Bom nível de Inglês falado e escrito
• Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador
• Idade entre 30 e 40 anos
Temos para oferecer:
• Integração numa empresa sólida com grandes 
perspectivas de futuro
• Remuneração compatível com experiência demonstrada
Resposta com currículo vitae ao n.9 3026 D/98 deste Jornal
A c t i v i d a d e
ALGARVE
LICENCIADO EM 
INFORMáTICA DE 8ESTÂ0
C / 1 ano de experiênc ia . In ­
g lês fa la d o e e sc rito , p re ­
tende c o lo c a ç ã o c o m p a tí­
vel.
T e l.: 0933 845 41 64
£1°
Sr \ c
SECRETARIA 
ADMINISTRATIVA
Experiência na funçào 
de 8 anos 
Fluência em inglês, 
Francês e Espanhol 
Domínio de Informática 
na óptica do utilizador 
(Microsoft Office 97)
T.M.: 0936 29 48 70 
294 87 02
cento e quarenta e sete 147
U
nidade 
10
O
Está 
à procura de 
emprego?
Procurar emprego não 
deve ser feito ao acaso, £m qUe tipo de actividades 
ñas de urna forma organi­
zada: Comece por fazer a me lstin8ul- 
avaliação de si próprio ^
respondendo às fej diSD
seguintes re8iSo? ° 3 717 üc?
questões:
A nexo: Currículo.
João da Silva 
Largo do Rato, n2 17 
: 7750 Mértola 
Telef.: 286612345
i
E.xm" Sr. Presidente,
Tenho acom panhado com o maior interesse as actividades desenvolvidas pelo pelou­
ro da cultura dessa Cámara.
Sou licenciado em Historia de Arte, área que penso poderá ser dinamizada por esse 
pelouro, dada a riqueza arquitectónica e arqueológica desta região. Durante as minhas 
férias, enquanto estudante, participei em diversas iniciativas ligadas à arqueologia e à recu­
peração do património.
Na esperança de poder aprofundar as minhas perspectivas neste domínio, aguardo a 
oportunidade dc numa próxima entrevista dar mais informações.
Subscrevo-me com a máxima consideração.
T e x to 2 ^
ala, 18 de Julho de 2003
O
procurai* 
tmprego
cento e quarenta e oito
T—**t
w
w
» ?3«i
W A c t i v i d a d e £
Responda a algum dos seguintes 
anúncios de emprego com uma carta 
de candidatura espontânea. Se tiver 
alguma dúvida, siga os conselhos que 
se seguem nos dois exercícios em 
baixo.
A co n se lh e a q u e les qu e p ro c u ra m 
emprego.
1. N ão ( d e s a n i m a r ) ___________! (A prender))
___________a adoptar um a atitude positiva e dinâ­
mica.
2. Não (passar)__________ os dias a ver televisão!
3. Não (ficar) __________ à espera que o telefone
toque!
4. (O rganizar)___________um plano de acção.
5. (Inform ar)___________-se sobre o m ercado de tra­
balho.
6. (Ler)___________diariam ente os anúncios_publica­
dos nos jornais e (seleccionar) os que
lhe interessam.
7. (C onsu ltar)___________ as ofertas disponíveis no
Centro de Emprego.
8. ( C o n ta c ta r ) ____________ fam iliares, am igos e
conhecidos para obter inform ações sobre oportu­
nidades de emprego.
9. (A nalisar)___________quais os postos de trabalho
mais pedidos pelos em pregadores.
10. (R esponder)___________im ediatam ente aos anún­
cios que seleccionou.
Q uer saber com o responder aos a n ú n c io s de 
emprego?
1. (Enviar) __________ o currículo acom panhado de um a
carta de apresentação.
2. (O rgan izar)___________ o seu currículo descrevendo as
funções ao longo do tempo.
3. (D e s c re v e r )____________ a experiência de trabalho
começando pela m ais antiga.
4. (Salientar) ___________ as actividades em que se tenha
em penhado.
5. (Pôr) __________ em evidência toda e qualquer reali­
zação concreta e as responsabilidades assum idas nessas 
actividades.
6. (Tornar)___________ atraente a leitura do seu currículo.
(Ter)___________em conta as seguintes regras:
7. (Dactilografar)__________ „ sem erros de ortografia ou de
gramática, em folha branca, tipo A4.
8. Não (u ltrapassar)___________2 ou 3 páginas.
9. (Preferir)___________verbos de acção; (falar)____
na I a pessoa e (descrever) ___________ de um a forma
clara e concisa, aquilo que é capaz de fazer.
10. (U tilizar)___________palavras sim ples e frases curtas.
11. (Evitar) ___________ parágrafos com m ais de 5 linhas.
(Transm itir)___________um a ideia por parágrafo.
12. Não (escrever)___________os núm eros por extenso.
13. (Apresentar) ___________ as datas sem pre da m esm a
maneira.
14. (Escrever)___________o significado das siglas logo após
a sua utilização.
15. O Currículo é um a im agem de si! (d a r )___________ -lhe
um a apresentação cuidada!
cento e quarenta e nove
já sabe:
Iniciar um a conversa ao telefone: (Es)tou. Faz favor de 
dizer.
Telefonar e perguntar por alguém: O Paulo está?
• M ostrar recepção durante a conversa ao telefone: Pois...pois... pois.
• C om binar um encontro: Encontramo-nos 
nas escadas da Sé ã um a hora.
• Deixar recado: Não se esqueça de lhe dizer 
que...
• Exprimir preferência: Talvez seja preferível 
em fax .
• Descrever um local e a sua localização: Era
um a sala pequena, embora com janelas lar­
gas. ..
• Pedir a opinião a alguém: E vocês, o que é 
que acham?
• Dar opinião: Julgo que sim; creio que não...
• C onsiderar um facto como provável: Se 
calhar vou / talvez vã.
• R esponder a 
anúncios de 
emprego.
• Redigir um curri­
culum vitae.
• Perguntar e res­
ponder sobre 
capacidade e 
competência.
• Falar sobre as
E aprendeu o seguinte vocabulário:
• Nom es de animais:
Abelha, andorinha, borboleta, borrego, camelo, 
cão, cavalo, coelho, escaravelho,
• Abreviaturas na correspondên­
cia:
Exm°., Exm°. Sr., V. Exa, P.S.
• Adjectivos:
Antigo, assumido, atraente, capaz, 
conciso, controlável, descansado, 
detalhado, dificílimo, dinâmico, 
disponível, extenso, incluído, melhor, preferível, 
pronto, recente.
• Advérbios:
Am anhã, assim.
galinha, galo, gato, joan inha , 
macaco, mocho, ovelha, pato, 
pavão, pintainho, pomba, porco, 
rã, raposa, tartaruga, touro, urso, 
vaca. vesna. vitela.
• Verbos:
Aceitar, admitir, adoptar, aproximar-se, arranjar, 
confirmar, consultar, contactar, convidar, crer, 
dactilografar, demorar, desanimar, descrever, 
empenhar, enviar, evi-^ 
tar, exigir, ganhar, gra- j 
var, guardar, julgar, Wc 
organizar, preencher, « p 
reparar, salientar, H l 
seleccionar, telefonar, 
tocar, transmitir, trei­
nar, utilizar, viajar.
obrigações e as 
condições de trabalho.
• Exprimir dúvida: Não sei bem.
• Considerar um facto como possível: A sala pode estar 
ocupada.
• Exprim ir hesitação: Ainda não sei se vou à piscina.
• Como iniciar a correspondência: Meu caro amigo...
• Como despedir-se na correspondência: Um grande 
abraço.
E de gramática aprendeu:
• Pronom es pessoais complemento: me, te, lhe, nos, vos, 
lhes, o(s), a(s).
• Contracções de C.D. e C. I.: mo, to, lho, no-lo, vo -lo ...
• Pronom es tónicos precedidos de preposição: comigo, 
contigo, connosco, convosco, para mim (ti, si...).
• Talvez (quiçá) + conjuntivo.
• Se calhar + indicativo.
• Palavras homófonas.
cento e cinquenta
Objectivos
Marcar uma consulta.
Explicar sintomas.
Dar instruções sobre o tratamento médico. 
Falar sobre acidentes.
Conteúdos comunicativosÁreas gramaticais e estruturas
■■■■■■■■■i 1
Fenómenos de alteração do pronome de complemento 
directo de 3a pessoa: lo , la, los, las, no, na, n os, ñas.
Regras de colocação do pronome átono.
Verbo doer: dói, doem .
Pretérito perfeito simples (revisão).
Imperativo (revisão).
Interjeição: ai! caramba! então!
Adverbios: logo, devagar.
Adjectivos: adequado, brincalhão, corajoso, fanhoso, 
forte, im une, insatisfeito, irritável, m elindroso, 
nervoso, são, saudável, torto. 
______________________________________________________
J0) V o c a b u l á r i o ©
Partes do corpo.
Higiene e saúde.
Doenças e sintomas.
Termos sobre acidentes.
Nomes de flores, pedras preciosas e metais.
Perguntar e responder sobre questões de saúde:
—Já não te dói o dente?
—Sinto apenas u m a ligeira impressão.
D escrever sintom as: Estou com dores de cabeça. 
Expressar dor: Ai!
Diagnosticar um a doença: Tem u m a enxaqueca.
Dar instruções e conselhos: Não comer m uitos doces. 
Exprim ir surpresa: Não posso acreditar!
Exprim ir lam entação: Que pena!; coitada da Lola! 
Perguntar e responder sobre porm enores de um aci­
dente: Teve de receber tratatam ento no hospital. 
Exortar alguém a fazer alguma coisa: Vá lá, rapariga... 
Anim ar ou cham ar a atenção de alguém: Então! 
A conselhar alguém: Tenham paciência.
Ordenar alguma coisa: Apaguem a luz!
Expressar irritação, mau humor: Caramba!
cento e cinquenta e um
II
 
a
p
u
p
íu
n
Diálogo 1
No dentista.
A Ana e a Lola divertiram-se imenso no fim­
-de-semana. Passearam, jogaram e encon­
traram-se com os amigos. Porém, na tarde 
de Domingo, a Lola sentiu uma grande dor 
de dentes. A noite tomou um comprimido 
para poder descansar.
Na segunda-feira de manhã a Ana telefonou 
ao médico dentista da família para marcar 
uma consulta para a Lola. Como o médico 
dava consulta de tarde, a assistente sugeriu 
que a Lola fosse às 17 horas.
A hora marcada lá estava a Ana com a 
amiga Lola, um pouco assustada. Enquanto
Ana:
Lola:
Ana:
Lola:
Ana:
Forma verbal terminada em: Forma Pronominal
- r
- s
- z }
- r
- s
o ( s )
a ( s ) }
l o ( s )
l a ( s )
aguardavam que saísse o paciente que esta­
va no consultório, a Ana tentava distrair a 
Lola.
Verás que esta noite já vais descansar bem. 
Conheces o dentista há muito tempo? 
Conheço. É amigo dos meus pais; conhece­
mo-lo há anos numa urgência. E muito brin­
calhão, procura descontrair os doentes 
durante os tratamentos, canta frequente­
mente e normalmente tem música no con­
sultório. Não tenhas medo. Vai correr tudo 
bem. Consideram-no aqui um excelente 
dentista.
Caramba! Pelo menos deixarei de ter esta 
dor horrorosa.
Coitada da Lola!
A l t e ­
r a ç õ e s d a 
f o r m a v e r b a l e d a s 
f o r m a s d e 
C o m p l e m e n t o D i r e c t o
o , a , o s , 
a s ?
*
Cantar a canção 
Cantas a cancão 
Sj | Faz o jantar
Cantár-Ja 
Cant as--a 
Fá*-Jo
Após a alteração, se a 
últim a vogal for tóni­
ca:
o - a > - a 
o - e > - ê
Forma verba! terminada em:
- m
- ã o
- õ e
o ( s )
a ( s )
o
"S.
aOJXw
Cantam a cancão 
Eles dão esmola 
Põe a mesa
Cantam -na
Dão-na
Põe-na
E x c e p ç õ e s
I6 ¡r> A forma verbal permanece inalterável quando terminada em nasal.
quer < “querer” (3a pes. sing. pres. indic): 
Ela q u e r u m bolo > E la quere-o 
* A forma verbal acrescenta um e para nao 
modificar o lexema.
tens < “ter” (2 a pes. sing. pres. indic):
Tu ten s u m bolo > Tu tem -lo 
* O pronome sofre a alteração correspondente, 
mas a forma verbal modifica o -n em -m devi­
do às regras ortográficas.
152 cento e cinquenta e dois (duas)
■ Responda à pergunta de form a afirmativa e nega­tiva.
Ex.: Fizeste os trabalhos de casa?
a) I'1 Sim, fi-los.
b) I* Não, não os fiz.
1. Resolveu o problema das facturas, D. Clara?
a) r* _____________________________________
b ) l * _____________________________________
2. O professor disse-vos a data do exame?
a) r* _____________________________________
b) I*____________________________
3. Elas marcaram a data do encontro?
a) i*____________________________
b) I*____________________________
4. Ganhaste o prim eiro prémio?
a) r» _______________________
b) I* _______________________
5. Vocês souberam todas as perguntas do teste?
a) I* ______________________________________
b ) l * ______________________________________
6. Traduziu a senhora esse romance?
3 ) 1* _______________________________________________________________
b) I * ______________________________________
7. Puseste o sobretudo cinzento?
a) I* ________________
b ) l * ________________________
G uiou ela o carro do pai?
a ) l * ___________________
b ) l * ___________________
9. Trouxeram-vos o com putador novo?
a) I* ______________________________
b) I* ____________________
10. Fizeram ontem a reunião? 
a ) I* ____________________
b ) l * ____________________
m T ransform e segundo o modelo.
Ex.: A paguem a luz, meninos!
a) f* Apagamo-la já, mãe.
b) I* Vamos apagá-la já, mãe..
c) I* Apagá-la-emos dentro de 10 minutos.
1. Fecha a porta, Pedro!
a)F * _______________
b ) l * _______________
c)l * ________________
2. Traz o jornal, Ana!
a) f * _____________
b ) I * _____________
c) I* _____________
3. Levem os sobretudos!
a) I* ________________
b ) l * ________________
c )l * ________________
4. Entregue o recado, D. Clara!
a) I* _______________
b ) l * ______________________
c) I * ___________________
5. Façam os exercícios
a) I * _____________
b) r*
c) I*
Responda ás p e rg u n ta s .
Ex.: A quem é que pediste emprestado o carro?/M eu pai. 
I* Pedi-o ao meu pai.
1. Quem ganhouo campeonato de ténis?/O m eu irmão.
r*_______________________________
2. Quem lhes serviu o jantar?/Um a empregada.
I* ;
3. A quem é que a professora corrigiu os exercícios?/Alunos.
I*_______________________________
4. Quem descobriu o pacote na caixa dos correios?/0 Luís.
r* _______________________________________________
5. A quem levaste as laranjas?/Avó.
Para poder ler sempre 
deverá escrever
g antes de a, o, u, 1, n e r: 
f a f o , f o f a , r é f o a , a l a c i a r , 
M a g n í f i c o , g r a n d e *
gu antes de e, i: f U e l r a ^ f ü J “
c h é *
cento e cinquenta e três
R e g ra s d e co lo cação d o s p ro n o m e s á to n o s : p ro n o m e s p e s s o a is n a fo rm a 
d e c. d ire c to , c. in d ire c to e p ro n o m e s re f le x o s
Forma verbal simples:
Excepções
0
Forma verbal composta:
Regra geral Excepções Regra geral
o / ( ( o / n o ; o t í n h a _ o / ( ( o / n o j c a n t a d o
• o canto.
• o cantam.
• Canto-o.
• Cantá-lo.
• Cantam-no.
• <> o tinha cantado.
• Já o tinha cantado.
Eu tinha-o cantado.
Tu tinha-lo cantado. 
Eles tinham-no cantado.
Excepções Ma í
Regra geral 
Eu 0
Eu 0
Regra geral
y _ ( o — Ç i Cantá-lo-ei cantar-te-ei.
y — ( o —- J 3 ^ Cantá-lo-ia cantar-te-ia.
cem ut* PwtsioMEieo I I
SAULès ff/ r ' i
v .
m
• o cantarei.
• Também o cantarei.
La regia general, únicamente cuando la forma verbal de 
futuro o condicione:! no inicien e! periodo
APANHEM
n o m
P e r íf ra se :
Excepções
0
* En la lengua hablada, en las perí­
frasis, existe una marcada tendencia 
a seguir la regla general incluso en 
los casos de las excepciones, p e ro 
n o con los interrogativos:
Qatw c <tue o cotoeçou a insul­
tar?
Regra geral
P e r íf r a s e com p re p o s iç ã o :
Excepções Regra geral
q u e r o c a n t a * — (o o t e n h o P r e p . o c a n t a r
• Eu tenho de o fazer.
• Quero cantá-lo
• Não o quero cantar.
• Não quero cantá-lo.
• Ela veio para se preparar.
• * Todos temos de ofazer.
• * Ela também veio para se preparar. 
E xcepções Regra geral
o * C o rv teça ra rn
P r e p .
Aquellas formas que no producen fenóme­
nos de alteración, se colocan atendiendo 
únicamente a la regla • Começaram a insulta-lo.
cento e cinquenta e quatro
4 I. ' Transforme segundo o modelo.
Ex.: Diz tudo! I* Com certeza, di-lo-ei.
1. Tenham paciencia!
I* Com cerífera,______________________
2. Façam caso da mãe!
Com ceerfê a,____
3. A paguem a luz!
h* Com cenfega,____
4. Telefonem-me às oito!
P* Com ______
5. Sejam pontuais!
I*4 Com cebíe^a,______
6. A com panhem a Lola aos correios!
r* Com cetfega,_________________
3. Já lhes devolveu o dinheiro?
a) r* ___________________ , /b ) r» .
c) ^ ____________________
4. Já fizeste os exercícios?
a) I * ___________________ . /b ) >
c) r * ____________________
5. Já vos disse a verdade?
a) I * _________________
c) r * _________________
, /b ) I*
6. Já viram este filme?
a) r * ______________
c) r»______________
_■ /b ) 1*.
7. Já descobriram o ladrão?
a) r * ____________________. /b ) >
c) f * ___________________
8. Já abriste a prenda?
a) r*______________
c) P»______________
/b ) f * .
9. Já com praram os bifes? 
a) I'*_________________
c) I * _________________
_■ / b) I* .
10. Já telefonaste à mãe?
a) r*_________
c ) N _______________
/b ) h»
Responda às perguntas segundo o modelo.
Ex.: Já puseram a mesa?
a) h* Pusemo-la, sim. /b ) I* Não, ainda não a pusemos. 
c) t* Sim, já a pusemos.
1. Já resolveram o problema?
a) r* .. /b ) r*________________
c) I* ____________________
2. Já escreveu a carta?
a) 1*___________________ . /b ) I* ________________
c) r*_____________
£ x c e í > c i o i r > e y 
a (a re?(a ^er»era(
1. Frases iniciadas p or pronom bres y adver­
bios interrogativos:
Como se chama?
Onde é que o puseste?
2. Frases enfáticas e iniciadas por palabras 
exclam ativas:
Que Deus a abençoe!
Talvez nos diga a verdade.
Oxalá o encontre de saúde.
II
3. En frases negativas:
Não lhes vou dizer nada.
Nunca o tinha visto.
Ig
4. En frases con adverbios m odales antes 
del verbo (só, apenas, mal, hem, depres­
sa, logo, sempre, já , ainda, etc.)'.
Aquele livro ainda o tenho.
Já o fiz .
I :
5. En frases con pronom bres indefinidos, 
mi num eral, o el adjetivo “am bos”:
Alguém me disse que não vinhas. 
Ambos se sentiam bem.
6. En frases alternativas: ^
Das duas urna: 
ou as fa z ela ou as faço eu.
1
7. En frases con gerundio regido por 
la preposición “£M”:
V.m a não vendo...
En las frases subordinadas:
O Pedro pediu-me 
que lhe emprestasse o livro. 
Emprestei-lho porque o estimo.
ero si hubiese una pausa entre el ele­
mento que obliga a la proclisis y el 
verbo, la colocación volvería a regir­
se por la regla general:
Poucos se detiveram a descansar. 
Pouco depoisJ detiveram-se de novo.
Este foi à serra 
Este achou um perinho 
Este descascou 
Este comeu
Este disse que era bonzinho
cento e cinquenta e cinco
156 cento e cinquenta e seis
A c t iv id a d e CA tr ib u a o n ú m e ro c o rre c to 
a c ad a p a r te d o c o rp o
Punho (o)
Maçã de Adão (a) 
Ancas (as)
Cabelo (o)
Pulmões (os)
Boca (a)
Olho (o)
Barriga da perna (a) 
Coxa (a)
Estômago (o)
Canela (a)
Pé (o)
Joelho (o)
Coração (o)
Cotovelo (o)
Orelha (a)
Pescoço (o)
Braço (o)
Calcanhar (o)
Cabeça (a) 
Ombro (o) 
Costas (as) 
Intestino (o) 
Queixo (o) 
Tronco (o)
Peito (o) 
Vesícula (a) 
Perna (a)
Nariz (o)
Seios (os)
Planta do pé (a) 
Pulso (o) 
Umbigo (o) 
Pálpebra (a) 
Sobrancelha (a) 
Tornozelo (o) 
Testa (a)
Fígado (o)
V Diálogo i 2
A assistente do dentista cham ou as duas amigas. Entraram , cum prim entaram o médico e a Lola sentou­
-se na cadeira.
Dentista:
Ana:
Dentista:
Lola:
Dentista:
Entao, Ana, esta é que é a tua am iga que está a passar férias contigo?
É; já cá está há um mês.
E o que é que lhe aconteceu? Tem com ido m uitos doces?
No dom ingo à tarde fomos à pastelaria lanchar com uns amigos. Q uando comia a ameixa da cericaia, 
trinquei o caroço sem querer. Julgo que se partiu um dente molar que já tinha sido reconstituído. A par­
tir dessa altura já não parou de me doer.
Logo vi, m etem -se nas gulodices... Então abre lá a boca para verm os se temos que arrancar já os dentes 
todos.
Dentista:
Ana:
Dentista:
O dentista e a Ana riam à gargalhada, m as a Lola não estava a perceber bem a situação.
Bem, Lola, isto não é nada complicado. Vais abrir bem a boca e dar-te-ei um a pequena anestesia para 
que não sintas absolutam ente nada. Ficarás com o teu dente outra vez forte e saudável, mas... cuidado 
com as ameixas!
E esse dente não voltará a incom odá-la nunca mais?
Espero bem que não. Tratá-lo-emos para que assim seja. Vá lá, rapariga, fecha os olhos e abre a boca!
Depois da consulta, a assistente ainda tirou um a radiografia aos dentes da Lola para o médico ter a cer­
teza de que não haveria mais nenhum problem a. É que as dores de dentes são m uito difíceis de supor­
tar e é preciso ter m uito cuidado. Mais vale prevenir que remediar.
u S o u u t n d e s a s t r e !
Tenho 14 anos e sou a rapariga mais feia que 
existe: o nariz torto, as pernas grossas, os 
seios pequenos, os olhos "normais", as mãos 
compridas, as orelhas pequenas, as sobran­
celhas grossas de mais... Não gosto de mim! 
Que hei-de fazer?
Sandra Filipa.
Q ue exagero! N ão acredito que haja adoles­
centes feias.
1. Não (d a r) . _ dem asiada im portân­
cia ao espelho! 
2. (A ceitar)_____
ám ente, (cu idar). 
(V igiar)________
. -te assim e, sim ultane- 
_______ do teu corpo.
(Praticar).
5. N ão (desanimar) 
dificuldades.
6. (P rocurar)______
. a tua higiene.
 desporto.
__________ às prim eiras
. um visual que esteja
de acordo com os teus desejos ocultos.
7. (M udar)___________de penteado.
8. (Sorrir)__________ com mais frequência.
9. Não (levar) __________ estas coisas tão a
sério.
10. E, finalmente, (fa la r)___________ com a tua
mãe.
Reescreva as seguintes frasessubstitu indo as 
palavras sublinhadas por pronomes.
Ex.: Ele gostava de falar ao dr. Pereira.
P* Ele gostava de lhe falar.
1. Vou com prar fruta ao mercado.
2. Ela não pôde visitar a exposição do CCB.
3. Eu nao posso telefonar a essas pessoas.
4. Ele nao devia ter fechado a p o rta .
Detesto tom ar o café frio.
I*
6. Nós preferim os com prar as revistas no quiosque.
W
cento e cinquenta e sete
Sinto-me mal!
Mal/bem 
Com dor(es) de.. 
Com tosse 
Ferido
Tenho
Tive
= A cabeça. 
Aqui
Um acidente 
Um desastre 
Uma enxaqueca...
Mal / Bem 
Saudável 
Pálido 
Com bom /m au aspecto 
Irritável
Constipado
Inflamado
Grave
Mal?
Irritável?
Mau/bom aspecto 
Dor(es) de cabeça 
Febre 
Tosse 
Arrepios 
Falta de apetite 
Um corte (na perna) 
Mal-estar geral 
O nariz fanhoso 
O nariz entupido 
Um golpe (na mão) 
Uma queimadura em... 
Ferida em...
O pescoço.. 
Aqui?
Infecção
Constipação
Fazer análises ao sangue 
Fazer análises à urina 
Fazer uma radiografia
-rTome
Ficar de cama 
Fazer um a ecografía 
Tirar sangue...
,Com prim ido
Pastilha
, contra Pílula
Drageia
A p r e n d a o u + r a í 
p a l a v r a s c h a v e
Agulha 
Álcool 
Algodão 
Água oxigenada 
Consulta 
Consultório 
Doente 
Enfermeira 
Farmácia 
Gotas 
Injecção 
Ligadura 
Medicamento 
Mercúrio 
Paciente
Penso (rápido/ higiénico)
Pinça
Pomada
Preservativo
Receita
Supositório
Tampão
Termómetro
Tintura de iodo
Urgência
m s m m
P e c g u t ) * e e r e s p o n c / a 
aos cofegas c/a + ürwa.
Presente c/o inc/Tcatívo
Verbo D o e r
(eu)
(tu)
(você)
(ele, ela) * Dói
(nós)
[vósl (vocês)
(eles, elas) ^ Doem
l/er(> os 
f re<j tientes
Adoecer
Aleijar-se
Cair
Constipar-se
Cortar-se
Ferir-se
Ficar doente
Gemer
Infectar
Magoar-se
Partir
Queimar-se
Tossir
Os sintomas começaram a mani­
festar-se...
...há poucos dias. 
...ontem.
...hoje (de manhã...).
cento e cinquenta e oito
Trocar as voltas = Escapar-se
^ 2 T e x t o 2$^
“ C o n s t i p a ç õ e s
e
g r i p e s ”
2. Como é que se transmite o vírus da gripe?
3. Que partes do corpo afectam os vírus e os 
rinovírus?
4. Conte o que você fez durante os primeiros 
dias da última constipação ou gripe que teve.
Cada um de nós apanha, em 
média, três constipações por - -
ano. Porque é que não ficam os imunes logo 
com a prim eira? A resposta parece com plica­
da, mas não é. Para cada constipação, o orga­
nismo produz anticorpos adequados e efica­
zes. O pior é que existem m ilhares de vírus 
diferentes, que “trocam as voltas” ao nosso 
sistem a im unitário. Os principais são os ade- 
novirus e os rinovírus. Todos estes afectam o 
tracto respiratório superior (nariz e gargan­
ta), invadindo as células que formam o nariz, 
levando os vasos sanguíneos a engrossar e 
aumentando a produção de secreções. Disto 
resu lta que o nariz entope e os olhos 
começam a chorar porque as lágrim as não 
conseguem fu g ir pelos canais habituais, 
agora entupidos.
Os laboratórios farm acêuticos esforçam-se 
muito, mas a verdade é que ainda não encon­
traram nenhum remédio para destruir os 
vírus que provocam constipações.
Os antibióticos funcionam apenas contra 
as bacterias. Como não têm qualquer acção 
sobre os vírus, não ceda à tentação de tomar 
aquele que lá tem em casa, até porque, 
depois, é provável que já não surta efeito.
Como é o vírus da gripe?
O vírus da gripe anda por aí à nossa volta 
e transmite-se por contacto directo, princi­
palmente em ambientes como um quarto 
quente, um autocarro apinhado de gente, ou 
em sítios mal ventilados. Basta a vítim a tos­
sir, espirrar ou mesmo partilhar um copo, 
para que haja mais uma baixa a registar!
E assim que tão depressa uma gripe se 
transform a numa epidemia.
Adaptado de 
Notícias M agazine, 2/2/1997.
Leia atentam ente o texto 
seguintes perguntas.
e responda às
1. Descreva os sintom as de uma constipação.
cento e cinquenta e nove
CsU
&
O.
f&
■M''
Use o v o c a b u l á r i o a p r e n d i d o n e s t a unidade-' e s c r e v a a s i t u a ç ã o das s e g u i n t e s 
v i n h e t a s e im ag in e o d i á l o g o , S e p r e c i s a r de alguma e x p r e s s ã o , e i s a lgu mas das
mais f r e q u e n t e s e algum v o c a b u l á r i o út i l .
€ v .
Ú l I j M s P V ­
A
Marcar um a consulta
Ir ao médico
Auscultar
Diagnosticar
R ecatar
Farmácia
Respirar fu n d o
I iiuelbecer
Piorar
Confiar em
Estar conforme com
Óptimo
Estar de acordo 
Dar uma vista de olhos 
Tirar a roupa (despirí-se)) 
Vestiré-se)
A i ida r preocupado 
Cair o coração aos />és 
bicar desapontado 
Ser pele e ossos 
t lagro - Emagrecer 
Xtio protestar Protesto 
hiizer tratam ento 
Palm adinha nas cosias.
In Quino
160 cento e sessenta
U Z t. Diálogo 3
Ao jantar.
Dr. Pereira: Então, Lola, já não te dói o dente?
Lola: Sinto apenas um a ligeira impresssão. D urante a noite é que foi horrível. Graças ao com prim ido que
tomei dorm i razoavelm ente. O dentista foi m uito sim pático e resolveu-me o problem a com m uita efi­
ciência.
Dr. Pereira: E m uito im portante ter os dentes sãos. Q uando estão cariados, eles são os responsáveis por várias
doenças no nosso organismo. Sofre o estômago, os rins, o fígado... podem os dizer que sofre todo o
corpo.
Lola: Eu costum o ir ao dentista todos os anos, quando estou de férias. Este ano, como vim para Portugal
nem me lembrei disso. Mas agora creio que já está tudo resolvido.
Ana: Não gostaste do dentista?
Lola: Sim, sim. N ão foi m enos sim pático do que o m eu de Salamanca. Antes de me sentar na cadeira é que
estava nervosa, m as ele foi m uito sim pático e depois do tratam ento senti um enorm e alívio.
Dr. Pereira: Fez-te algum a recomendação?
Lola: Fez, sim. Não comer m uitos doces nem com ida sólida durante duas horas.
Dr. Pereira: Que pena! Assim não podes comer molotov!
Lola: Molotov! Não posso acreditar!
se (queixar) 
6. (Haver) ___ um acidente m as n inguém se
(m agoar).
7. Ambas (com er)__________o mesmo, mas só a Clara
se (sen tir)__________mal depois do jantar.
8. Nós (te r)_________ de fazer a vacina contra o téta­
no como tratam ento preventivo.
9. A dona Rosa (se r)__________operada à garganta e
(sofrer)__________muitíssimo.
10. Eu (queim ar). 
o almoço.
11. N ós (ter)____
-me quando estava a fazer
_ um desastre mas não temos ne-
10 I quados no pretérito perfeito simples.
1. Ela (ca ir)_________ e (fe rir)__________-se gravem ente
10 I Complete as seguintes frases com os verbos ade­
raos
nhum ferimento.
12. Eu (fazer)_________ um tratam ento nas term as e já
me encontro melhor.
nos joelhos.
2. Eles ( ir) à Casa de Saúde porque o filho mais
novo (p a rtir)__________o tornozelo.
3. Eu (p recisar)__________ de levar um a injecção porque
(fu rar)__________um dedo com um prego ferrugento.
4. Ela ia d istra ída , ( t r o p e ç a r ) e (aleijar)
__________um a perna.
5. A Lola (precisar)__________de tirar um dente, m as não
Ligue os elementos das duas colunas para fo r ­
mar frases.
f) Os presentes.
g) A peça...........
1.
j l.
3.
s .
3.
6.
7 7 ­
! 8 . 
9.
1 0 .
.. .deu-no-los o teu pai.
.. .dói-me imenso.
.. .levo-to hoje à tarde.
.. .eu li-o o ano passado.
.. .disse-ma o teu irmão.
.. .queimou-as ontem.
...eu não lhes em presto o 
carro.
.. .disse-lhes a verdade. 
...trazem-na no fim-de­
-semana.
... devolvo-to amanhã.
cento e sessenta e um
162 & cento e sessenta e dois (duas)
# A c t iv id a d e
A c t iv id a d e C
Acidente de Viação
■ases
Jovem vítima de acidente
No Hospital do Espirito Santo, onde deu entrada vítima de acídente, 
veñafeiecerojovem Nelson David Murteira Neto. solteiro, comerciante.
1. cabeça? / para / Tem / as / com prim idos / de / dores.
2. ir / A m anhã / de / dentista / tenho / ao.A familia enlutada "Diário do Sul* apresenta sentidades
— Vítima de acidente de viação, teve tte receber tratamento no Hos­
pital do Espírito Santo, o snr. Gilberto Oliveira Nascimento, de 49 aios 
de idade, residente em fteguengos de MonsasL 
Depois deassistido recolheu a casa.
Agentes da PSP 
feridos à pedrada
DOIS AGENTES da PSP foram agredidos e feri-
(bs na madrugada de sáhado, iius arredores de Lis- . U / ç U
Soa, quando se encontraram envolvitke em opera- I
çôesrebcMjnadascomoroubode viaturas. |
O primeiro caso ocorreu oerea da meia-noite. ■
no Bairro do Alto da Loba. em Paço d’Areos, 
quando dois agentes recuperaram uma viatura 
roubada e ali estacionada. Ao abandonarem o lo­
cai, e ao passarem por um grupo de jovens, foram 
sipédrejados e alvejados com dois dispares de ar­
ma de fogo. Uma das pedras atingiu na cara um 
dos agente e causou-lbe v a t e traumatismos, 
nomeadamente um maxilar fracturado. Trans­
portada para o Hospital de São José, a vítima foi 
submetida a uma intervenção cirúrgica, manten­
do-se aindaintemada.
As 5h50, em linda-a-Velha, quando outros 
dois agentes tentavam impedir o roubo de uma 
natura por três indivíduos, furam apedrejados por 
um quarto elemento que se encontrava escondijo.
Um dos agente sofreu vários traumatismos, que o 
obrigaram a receber tratamento hospitalar, sem, 
noentanto, ficar internado. ■ r „In Diario âe Noticias.
3. dedo / estava / o / quando / jantar / indicador / fazer / 
o / Queim ei / a.
4. acidente / foi / U m a / de / rapariga / um / viação / de 
/ anos / de / vítim a / dezassete.
5. criança / rua / à f atropelou / um a / carro / jogava / Um 
/ bola / na / que.
Escreva uma notícia breve à 
semelhança das anteriores.
Pergunte aos colegas a data 
de nascimento e qual o horós­
copo deles e se efectivamente os 
gostos e preferências estão de 
acordo com o quadro que se 
segue.
Sagitário CapricórcnioVirgem Balança EscorpiãoCaranguejcTouroP la n e ta Carne Gémec
N eptunoUranoSaturnoPlutão JúpiterVénu;Vénus
desejo usoanalisotenhosou
MísticoRebeldePrudente ¡ ResponsávelMelindrosoCorajoso Profissional IndecisoC aracte- Criativo Perseverante
HumanitárioImpaciente OportunistaD om inador Crítico DiplomáticoObstinado Inconstante Taciturncrís tic a s Agressiv
SangueJoelhosRins Órgãos sexuais AncasMãosCoraçãoC o rp o
Crisântemo Gladíolo U Madressilva Amor-perfeito NenúfarCaléndulaAcanto
Ametista Água-marinh:Topázio . Turquesa GranadaSafiraEsmeraldíP e d ra Diamante 
p rec io sa
EstanhoEstanho Chumbo UrânioPlatinaBronzeCobre MercúrioM etal Fei
A daptado de Almanaque 1'
o
Perguntar e responder sobre questões 
de saúde:
—Já não te dói o dente?
— Sinto apenas uma ligeira impressão. 
Descrever sintomas: Estou com dores de 
cabeça.
IMS
1
g j j l j
. «.
E aprendeu o seguinte vocabulário: 
Partes do corpo:
Anca, barriga da perna, boca, braço, cabeça, cabelo, calcanhar, cane­
la, coração, costas, cotovelo, coxa, dente, estômago, fígado, intestino, 
joelho, mão, molar, nariz, olho, ombro, orelha, ovário, pálpebra, pé, 
peito, perna, pescoço, planta do pé, pulmão, pulso, punho, queixo, 
rim, sangue, seios, sobrancelha, testa, tornozelo, tracto, tronco, 
umbigo, vesícida.
Doenças e sintomas:
Arrepio, constipação, dor, enxaqueca, epidemia, fanhoso, febre, gripe, 
infecção, inflamado, mal-estar, queimadura, tétano, tosse.
Termos médicos e farmácia:
Agua oxigenada, agulha, álcool, algodão, análise, anestesia, antibió­
tico, anticorpo, bactéria, cariado, comprimido, consulta, consultório, 
dentista, drageia, ecografía, enfermeira, laboratório, farmacêutico, 
farmácia, imune, imunitário, ligadura, medicamento, médico, penso, 
pílula, pinça, pomada, preservativo, radiografia, receita, supositório, 
tampão, termómetro, tratamento, urgência, urina, vacina.
Flores:
D iagnosticar um a doença:
Tem uma enxaqueca.
Expressar dor: A i 
Lamentar-se a si próprio: Ai!
Que desgraça a minha!
Exprim ir lam entação: Que 
' coitada da Lola!
Expressar irritação, m au hum or: 
Caramba!
Exprimir surpresa: Não posso acreditar! 
Perguntar e responder sobre porm eno­
res de um acidente: Teve de receber tra- 
tatamento no hospital.
Exortar alguém a fazer algum a coisa: 
Vá lá, rapariga...
Dar instruções e conselhos: Não comer 
muitos doces.
A nim ar ou cham ar a atenção de 
alguém: Então!
Aconselhar alguém: Tenham paciência. 
O rdenar algum a coisa: Apaguem a luz!
E de gramática aprendeu:
Fenómenos de alteração do pronom e 
de com plem ento directo da 3a pessoa: 
lo, la, los, las, no, na, nos, nas.
Regras de colocação do pronom e 
átono.
Verbo doer. .
Acanto, amor-perfeito, caléndula, crisântemo, gladíolo, 
madressilva, malmequer, margarida, narciso, nenúfar, 
violeta.
• Pedras preciosas:
Agua-marinha, ametista,
diamante, esmeralda, opala, 
topázio, pérola, rubi, safira, 
turquesa.
• Metais:
Chumbo, cobre, estanho, 
ferro, mercúrio, prata, ouro, 
urânio.
Verbos:
Aceitar, acompanhar, acontecer, afectar, aguardar, aleijar-se, apagar, 
arrancar, auscultar, bastar, ceder, confiar, conhecer, considerar, 
constipar-se, corrigir, cortar-se, costumar, cuidar, desanimar, des­
cansar, descobrir, descontrair, despir-se, detestar, devolver, diagnos­
ticar, distrair, divertir-se, doer, ema­
grecer, encontrar-se, engrossar, 
entregar, entupir, envelhecer, esforçar- 
se , esperar, espirrar, existir, ferir-se, 
fugir, ganhar, gemer, guiar, incomo­
dar, invadir, jogar, julgar, lanchar, 
magoar(-se), manifestar-se, marcar, 
meter-se, mudar, padecer, partilhar, 
passear, piorar, praticar, prevenir, pro­
curar, produzir, protestar, queimar, 
receitar, reconstituir, remediar, resol­
ver, resultar, rir, sentir, sorrir, sugerir, 
suportar, surtir, tentar, tomar, tossir, 
traduzir, transmitir-se, trincar, tro­
peçar, vestir-se, vigiar.
cento e sessenta e três 163
Objectivos
Convidar alguém para jantar. 
Propor um brinde e reagir ao brinde. 
Falar de receitas de cozinha. 
Qualificar a alimentação.
■
M .
■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■
Areas gramaticais e estruturas Conteúdos comunicativos
Pretérito perfeito com posto (tenho cantado) vs. Pretéri­
to perfeiro simples (cantei). Diferenças com o preté­
rito perfeito composto espanhol.
Pronomes átonos: regras de colocação (revisão).
Processos de enfatizaçào: é que, é...
Preposições simples: a, ante, após, até...
Principais locuções prepositivas: a fim de, acim a de, ao 
pé de, atrãs de, depois d e...
Imperativo (revisão).
Adjectivos: am olecido, brando, dem olhado, divinal, 
esm agado, estufado, folhado, incansável, inúm e­
ro, m acio, m oído, sozinho.
Interjeição: hum!
Fazer sugestões: Podemos fa zer vitela estufada. 
Aceitar sugestões: Estã bem, assim pode ser.
Recusar sugestões: Mas eu não sei cozinhar a vitela. 
Convidar alguém: Aceitas?
Aceitar/Rejeitar um convite: Aceito com muito gosto. 
Oferecer alguma coisa: Toma lã estes bolos.
Aceitar ofertas: Mas, não era preciso trazer úada. 
M anifestar agradecim ento: Obrigada.
Dar as boas-vindas a um convidado: Bem-vindo! 
Propor um brinde: Brindemos por esse jantar.
Reagir a brinde: Tcbim, tchim! À nossa!
J 0 V o c a b u l á r i o @(
Alimentos e bebidas.
Temperos.
Utensílios de mesa.
Louça e aparelhos domésticos. 
Acções realizadas na cozinha. 
Qualificativos para a alimentação.
cento e sessenta e cinco
IfC
t
f <***>
Ana:
Clara.
Ana:
Clara:
Ana:
Diálogo
■i
Um amigo.
A Ana tem um am igo de infância que não 
vê há m uito tem po, pois está na tropa no 
Algarve. Este fim -de-sem ana veio a casa 
dos pais e a Ana perguntou à m ãe se podia 
convidá-lo para jantar, pois gostava que a 
Lola o conhecesse.
Que podem os fazer para o jantar, mãe?
O Paulo gosta m ais de carne do que de 
peixe. Podem os fazer vitela estufada... 
Mas eu não sei cozinhar a vitela.
Não há problem a, tenho feito este prato 
tantas vezes que sei a receita de cor; eu 
ensino-te e tu já podes fazer.
Então está bem , assim pode ser.
Clara: Toma nota, que não é difícil. Primeiro
pica-se a cebola e o alho para dentro de 
um tacho; depois junta-se um decilitro de 
azeite e salsa picada. A seguir põe-se a 
carne cortada aos pedaços, cenoura às 
rodelas e sal que baste. Mexe-se em lum e 
b ran d o e vão-se de itando pequenas 
porções de água e um decilitro de vinho. 
Tapa-se o tacho e deixa-secozer em lume 
brando, m exendo de vez em quando. Ao 
fim de 40 m inutos está pronto a servir. 
Achas difícil?
Ana: Penso que não.
A cção d u rad o u ra 
e repetitiva
(D
D
o
Desde Janeiro tem chovido muitíssimo.
1. Cantar: N ós 1* essa
ca n çã o em to d o s o s an iversários.
2. Partir: Eles P“_________________________p a ra o
cin em a se m p re à m esm a hora .
3. Comer: U ltim am e n te eu
P*_______________________ co z id o à p o rtu g u esa
to d a s as sem anas.
4. Passar: Os ú ltim o s a n o s e la
f*________________________ férias n o A lgarve.
5. Beber: D u ra n te as ú ltim as fe s ta s vós 
f*_______________________ dem asiada cerveja.
6. Lavar: Vocês: I* a louça
d u ra n te a ú ltim a sem ana.
7. Sair: Esta se m an a tu P*
dem asiad as v ezes à no ite .
8. Conduzir: D e sd e o a n o p a s s a d o n ó s
f*_______________________ m uitos qu ilóm etros.
9. Trabalhar: E ste a n o v ó s
P*_______________________ m uito e m erece is um
prem io.
10. Viajar: Elas P* . p o r toda a
E u ro p a e p a rte d a Ásia.
com plete:
A p re n d a ...
Pre+éri+o P erfefto C o ^ o y + o
Verbos regulares em -ar, -er, -ir
Eu tenho X
Tu tens I Cantado
Ele/'Você tem 1
V Bebido
Nós temos M
Vós tendes 1 Partido
Eles/Vocês têm J
cento e sessenta e seis
El p re + é r i+ o p e r f e c t o coiv»-
t> U e í+ O portugués expresa una acción duradera 
y repetitiva que, iniciada en un pun to cualquiera 
del pasado, se prolonga hasta el m om ento de la 
expresión del locutor. Presenta, no obstante, una 
pequeña variación de matices con respecto al p re­
térito perfecto com puesto español: al igual que su 
hom ólogo español, es im prescindible que la uni­
dad tem poral seleccionada p ara el desarrollo de la 
acción aún no se haya com pletado {hoy, esta sema­
na, desde enero para acá...).
SIM f M B A R G O , el portugués, m ás que fijarse en 
la un idad tem poral abierta o cerrada, centra su 
atención en la puntua lidad o en la repetición del 
hecho, indicando SIEMPRE estos matices, m ien­
tras que el español, la m ayor parte de las veces, 
indica acción pun ta l {He visto a Luis en la calle - 1 
vez), necesitando de adverbios, locuciones adver­
biales, o del contexto, para indicar la reiteración 
del hecho (Ultimamente he visto mucho a Luis = 
varias veces).
USE Pretérito perfeito composto sólo cuando el perí­
odo de tiem po al que se refiere el locutor incluya tam bién 
el m om ento en que el locutor habla y la acción sea repe­
titiva y duradera:
Esta semana f e n h o VÍS+O o Paulo várias vezes.
"Esta sem ana he visto a Paulo varias veces".
Na minha vida fC fíh o V i i fo muitas coisas.
"En mi v ida he visto m uchas cosas".
USE Pretérito perfeito Simples cuando la acción sea 
puntual, aunque la un idad tem poral seleccionada aún 
esté abierta:
Hoje V i o Luís na Praça.
"H oy he visto a Luis en la Plaza".
% Esta pequeña diferencia es extrapolable tam bién a 
algunos usos y a algunas perífrasis en las cuales el espa­
ñol entiende el tiem po como copresente (y por tanto 
usará presente de indicativo en el auxiliar) y el portugués 
entiende la acción como puntual, usando, por consi­
guiente, pret. perfeito simples:
O que se passou?
"¿Que ha pasado?"
O Luís acabou de chegar mesmo agora.
"Luis acaba de llegar en este m om ento."
/r 1 / T e x t o 1 ^ *■' 0
Dois am igos jogam à bola na sala de estar de um deles. Diz um para o outro:
Quim:
Tó:
Quim:
Mãe:
Quim e Tó: 
Mãe:
Quim:
Mãe:
Quim:
Mãe:
Olha o queJizeste\ Partiste a jarra da m inha mãe!
Eu não fui, eu não fui, fo i a bola!
Claro quefoste, claro quefoste tu! As bolas não partem nada sozinhas! Eu vi per­
feitam ente que foste tu! Chutaste com força de mais!
> J a s a n #
m
- f W
O que é que vocêsfizeram com a m inha linda jarra??!! _
Nós não fom os !!!
Tenho dito inúm eras vezes que não se joga futebol na sala, m as na rúa!
Mas...
Nem mas, n em m eio mas! Tenho dito e ten ho repetido que aqui não se joga à bola!
Tenho cum prido, m ãe. Só hoje é que...
Tens feito m uitos disparates esta semana!
■ Leia com atenção o texto e a seguir faça o levantamento dos verbos em itálico atenden­do ao tipo de acção.
A Pontual
A ■
>h Repetitiva 
Durativa
W X X X X
tfOTf BfM;
Ambas utilizaciones en portugués corresponden 
en español al pretérito perfecto compuesto:
A Pontual i M RepetitivaA x Durativa1 % Has hecho y x x x x
Has partido
He sido
Ha sido He dicho
Has sido He dicho
He visto He repetido
Has sido He cumplido
Has tirado : Has hecho
Habéis hecho
Hemos sido
cento e sessenta e sete % 167
rs
d
>“ Y
U
nidade 
12
D escreva as g ra v u ra s e d iga o que é que 
eles f iz e r a m hoje.
T a ivç z precise se jü in te v o c a l a r i o
Ler o jornal Ficar na cama
Pregar um prego Passear o bebé
Dar aulas Viajar de avião
Cumprimentar alguém Lavar a loiça 
Andar de bicicleta Preparar café
2 .
3.
4.
5.
6 .
7.
9.
10.
♦ A c t iv id a d e £ Ü
168 cento e sessenta e oito
Diálogo
Ana:
Ana.
Paulo:
Ana:
Paulo:
Lola:
Paulo:
Ana:
Paulo:
Ana.
Paulo:
Lola:
Paulo:
Lola:
Ao jantar.
São quase oito horas. O Paulo deve estar a chegar.
Ouve-se a cam painha da porta e a Ana vai abrir. E o Paulo.
Olá, Paulo. Bem-vindo! Como estás? H á im enso tem po que não te via.
É verdade. Eu estou bem e tu tam bém estás com óptim o aspecto.
Olha, Paulo, esta é a m inha am iga Lola.
Olá, tudo bem?
Tudo bem. M uito gosto em conhecer-te.
Toma lá. São uns bolos para a sobremesa.
Mas, não era preciso trazer nada. Tomas um a bebida enquanto esperam os pelo jantar?
Não, obrigado. Não bebo bebidas alcoólicas porque continuo a praticar desporto.
Então podem os sentar-nos a conversar um pouco. O m eu pai deve estar a chegar, pois com binám os o 
jantar às oito.
Gostas de estar cá em Eivas, Lola?
Gosto imenso. Têm sido um as férias extraordinárias. Tenho aprendido m uito português e tenho-m e 
divertido bastante. Estes m eus amigos são o máximo.
E quando começas a trabalhar?
A inda não sei bem. Provavelm ente em Setembro ou então no princípio de Outubro. Mas por agora 
quero é divertir-me.
’p m á
I I Siga o modelo.
6. N ozes/am êndoas.
r * _______________
7. C astanhas/azeitonas.
I* ___________
A A<jüT N 
f ica o Paolo, 
à cafcçceira da 
Meia. ,
Para marcar um encontro 
NÃO utilize o verbo 11( \R
Ex.: L aranjas/tangerina. N Gosto muito de laranjas mas 
aprecio mais as tangerinas.
1. M arm elada/iogurte .
I* _______________________________________________
2. G elados/pudim .
r*_______________________________________________
3. Pastéis/bolos.
r * _______________________________________________
4. Pão com m an te iga /pão com chocolate.
I* _______________________________________________
5. Tostas de queijo /to rradas com manteiga.
I* _
8. Cachorros quen tes/sandes de fiambre.
I * __________________________________
9. Rissóis e queques/pasté is de bacalhau.
I * __________________________________
10. Pregos e b ifanas/bitoques.
I* ______________________
I m mm i se: 
Encontramo-nos 
am anhã às 
/ cinco e meia.
' Combinar: 
Combinei ir ter à 
casa dela às 
sete horas.
Estar.
Eu dou-lhe o reca­
do; am anhã 
estou com ela.
a agradecer, 
a felicitar, 
a despedir-se. 
sentidos pêsames, 
agradece reconhecido. 
Boas Festas e Bom Ano.
Ciam ía 9{azaré Cacfieirinfia 
João Tereira
João Pereira 
Clara de Nazaré Cacheirinba
Têm o prazer de convidar V. ExQpara 
assistir ao jantar que terã lugar no dia 27 
de Julho, âs 20 horas, em sua casa.
Praceta Sá Carneiro, 11 
7350-130 - Eivas 
Telf.: 266 62 29 21
C onsoan te o seu fim , costu m a m en cion ar­
-se no cartão as se g u in te s indicações:
cento e sessenta e nove 169
)bb&
|n&8
«ssèá
r n . t a »
Kl
Complete a seguinte receita de Línguas de 
Bacalhau com grão e curgetes.
Ingredientes:
1 kg de línguas; 3 0 0 g de 
grão; 3 curgetes; 1 cebola; 
4 den tes de alho; 2 tom a­
tes; coentros; azeite; sal; 
p im en ta em grão m oída.
(Cozer) o grão e (refogar)
_______ a_cebola_picada no_azeite._(Acres­centar) _______ os albos picados e o toma­
te esmagado. (Deixar) estufar bem.
(Juntar) então as curgetes cortadas
em lâminas grossas e um pouco de água de 
cozer o grão. Quando as curgetes estiverem
macias (acrescentar) _______ o grão e as
línguas previamente demolhadas. (Tapar) 
_______ e (deixar) apurar. (Rec­
tificar) os temperos. (Polvilhar)
com os coentros e (servir)
Trate por f ü.
Ex.: Peça um carioca de limão. P Pede um carioca de 
limão.
1. Prove a especialidade da casa.
I* _________________________________________________
2. Dê-me um garoto, duas bicas e um galão.
r* _________________________________________________
3. Deixe a garrafa de bagaço na mesa.
I* _________________________________________________
4. Traga-me um sum o de laranja e um batido de m orango.
r* _________________________________________________
5. Encom ende-me um a sericaia.
> _________________________________________________
6. Leve o cacau e o leite para a mesa.
i* ;_____________________________
7. Beba devagar esta bagaceira.
I * _________________________________________________
8. Diga-me qual é a especialidade da casa.
r* _________________________________________________
9. M isture bem o martini.
r*
10. Prove um a autêntica italiana.
1. Toma um aperitivo.
r * ________________
2. Bebe um a caneca de cerveja.
3. Pede um a im perial ao balcão.
4. Consulta a nossa lista de sobremesas.
5. Tempera com azeite e vinagre
6. Frita tudo em óleo bem quente.
7. Deita um cálice de vinho do Porto.
8. Põe um pouco de açúcar no chá.
9. Come mais um bocadinho de bolo.
10. Serve acom panhado de um a boa salada.
Q c/a tr f íca+ Tvos (¡ara a ü M e n ta ç a o
e e n c o n + ro y y o c í a f i .
Saber (bem /m al)
C heirar (bem /m al)
Doce A zedo Amargo
Insonso Salgado Gorduroso
Picante Estragado Q ueim ado
Delicioso Apetitoso Saboroso
Bom gosto M au gosto
Frio M om o Q uente
Gelado Fresco N atural
(Bem /M al) cozido (_ /_) frito (_ /_) passado
cento e setenta
Diálogo
N o final do jantar.
Paulo: A D. Clara continua a fazer uns cozinhados
excelentes!
Clara: Obrigada. Mas olha que eu só fiz a sopa. A
Ana e a Lola é que fizeram o resto.
Paulo: Que grande surpresa! Não sabia que cozi­
nhavas tão bem , Ana!
Ana: A m inha mãe deu-nos um a boa ajuda; orien­
tou-os nos ingredientes e nas quantidades.
Paulo: A vitela estufada estava divinal!
Ana: E verdade, tam bém achei que estava boa. A
cebola, o alho, a salsa e o vinho dão um ópti-
Lola:
Clara:
Paulo:
Lola:
Paulo:
Todos:
m o paladar. É claro que antes de pôr a carne 
a estufar, pu-la com tem peros durante algum 
tempo. Sempre que possível uso ervas aro­
máticas, pois o paladar é m uito melhor. 
Gosto m uito da salsa, dos coentros e dos 
orégãos.
Eu queria era aprender a cozinhar as comi­
das típicas alentejanas.
M as nós tam bém querem os aprender com a 
Lola algum as com idas típicas espanholas. 
Posso fazer um a sugestão? Para a próxim a a 
Lola põe os seus dotes culinários à prova e 
faz ela o jantar. Aceitas?
Aceito, com m uito gosto.
Então brindem os por esse jantar.
Tchim, tchim! A nossa!
«TÜsf
Planta vivaz, de 30 a 80 cm de altura, de cor verde, por vezes manchado de vermelho. As suas folhas são opostas, agudas, verdes, em 
ambas as páginas. As flores são 
numerosas, de cor púrpura.
Tem propriedades antiespasmó- 
dicas, antibacterianas e anti- 
fúngicas, benéficas para 
afecções pulm onarès 
digestivas.
É uma planta comum em toda a 
Europa tem perada e na 
Ásia. O orégão gosta de terre­
nos pedregosos e de prados 
soalheiros. O seu nome evoca o 
seu habitat - oros significa “monta­
nha” em grego.
salsa é utilizada desde a Antiguidade. Os m édicos gregos e 
árabes ocupam -se dela nos seus tratamentos pelas suas pro­
priedades diuréticas. Em França, foi prim eiram ente cultivada 
com o planta m edicinal. A sua utilização com o condim ento com eça 
a expandir-se no sécu lo XV
A/jrent/a ootroy 
not^eí ç/e t e d e r o s 
Molhos
azeite 
i ó leo 
sa l
v in h o
açúcar
a lh o
v in a g re
lim ão
p im en ta
p ir ip ir i
can ela
ceb o la
louiro
lanta anual de 
caule brilhante e 
estriado. Os fru­
tos têm propriedades 
antiespasmódicas devi­
do ao óleo essencial 
que contêm e utilizam­
-se nas colites espasmó­
dicas dolorosas, nas 
digestões difíceis e 
dores de estômago.
O coentro já era conhecido 
entre os Egípcios, como o provam as inscrições 
hieroglíficas e os seus frutos presentes em 
numerosos túmulos.
O seu emprego como planta aromática e medicinal e 
ainda habitual entre os Arabes. Em Portugal, as 
partes verdes, frescas, têm utilização na cozinha 
regional.
Coen+ro
cento e setenta e um
+ é q u e + art. + subst.
Quero é qu e a Lola aprenda a cozinhar bem. 
+ é /e r a + infinitivo
Quero é aprender a cozinhar.
Q ueria era aprender a cozinhar.
Es habitual encontrar en portugués diferentes
procesos de enfatizacióti
â&La locución é q ue constituye el proceso sintáctico más 
usado para enfatizar cualquier constituyente de la frase. 
RECÜ£R¿>£ que é q ue sólo se puede usar en la frase 
cuando el elemento a enfatizar se encuentra delante del 
verbo, ya que é que incide siempre sobre el elemento 
que se encuentra a su izquierda:
A Lola é que fe z o jantar.
De laranjas é q ue o Luís não gosta.
% La introducción de é q ue en frases con estructura inte­
rrogativa total produce una alteración semántica y trans­
forma esas frases en parciales, haciendo incidir la duda 
sobre la unidad léxica que se encuentra a la izquierda de 
é que:
No fim -de-sem ana é q ue vamos a Lisboa?
Siempre que utilize é que omita el pronombre o adver­
bio que substituya al elemento enfatizado:
Esse film e é que o Pedro não (•&) viu!
%■ Los complementos de la frase también pueden ser enfa­
tizados con é que:
A m anh ã é q ue eu vou fa z e r o teste.
Otro de los procesos más utilizados para enfatizar es el 
uso en el inicio de la frase de un p ron om b re relativo 
o una locu c ión p ro n o m in a l seguidos de una forma del 
verbo SER inmediatamente a la izquierda del elemento 
que se quiere realzar y en concordancia temporal con el 
verbo principal de la frase. En estos casos el elemento a 
realzar de la frase pasa a la derecha:
Q u e m fe z o alm oço f o i a Lola.
A q u e m o Pedro deu o presente fo i â Lola.
O q u e a Lola f e z foi um excelente almoço.
A q u i l o d e q u e não gosto é de melancia.
O n d e a Lola f e z muitos am igos fo i em Elvas.
A o n d e a Lola vai voltar é a Salam anca.
Q u a n d o a Lola não vai â p isc in a é hoje.
Otro proceso es realizar las construcciones anteriores 
omitiendo el pronombre o locución pronominal del ini­
cio, incidiendo entonces el énfasis de la frase sobre el 
elem ento colocado a la derecha de la forma del verbo 
ser:
A Lola f e z fo i um excelente almoço.
Não temos já é leite.
Finalmente, podrá enfatizar también colocando al princi­
pio de la frase una forma adecuada del verbo SER, en 
concordancia temporal con el verbo principal, seguida 
del elem ento a enfatizar y después de éste un pronombre 
relativo, al cual se pospone el resto de la frase. En estos 
casos se utiliza con mucha más frecuencia el pronombre 
relativo q ue en vez de quem, quando , o que, etc.:
Foi a Lola ( q u e m ) /q u e f e z o almoço. 
É leite (o ) q u e não temos cã.
Foi à p isc in a q u e os garotos foram .
Aprenda y use 
otros procesos 
t>ara e nf a t i zar
§®=> Mesmo: Ele é mesmo muito esperto!
Até: Ela até sabe tocar violino.
§®=> Lá: Traz lá esses livros.
Não te esqueças d e/q ue o jantar é às nove. 
2®»É preciso não esquecer que... “
§®=> Note-se que nesse dia eu não estava em casa.
É de notar que...
S®=> Saliente-se que...
2®=-É de salientar que...
cento e setenta e dois (duas)
P r e p o s i ç õ e s S fiv> p (ec
a com em por
ante contra entre sem
após de para sob
até desde perante sobre
trás
%
Exis­
tem tam bém 
a lgu n s ad jectivo s 
em p regu es com o p rep o ­
sições: conforme, consoan 
te, durante, excepto,mediante, salvo, 
segundo.
U
Ex.: Venho
 lá.
P* Venho da
Complete com as preposições que faltam.
 Faro e vou ______ o Porto, fico
No confundir la prcp até (esp. hasta), que 
indica movimiento, con até (e.sp. incluso, 
hasta) (partícula denotadora de inclusión). 
Con la preposición até se usan las for­
mas tónicas del pronombre mim, ti. si, 
etc.:
Até m im veio o cheiro d a linguiça. 
Cuando se trata de partícula denotadora 
de inclusión, equivalente en portugués a 
m esm o , tam bém , in c lu sive , se construye 
con los pronombres personales:
A téeu estou fa r to desta situação.
Mientras en español la acumulación de pre­
posiciones es condenada, salvo los casos de 
“por entre” y “para con”, es frecuente encon­
trar en portugués varías preposiciones juntas: 
O cão veio a té ju n to de nos.
En el portugués europeo, de m odo general, 
se usa la preposición até con la preposición 
a cuando rige substantivo acompañado 
artículo,
Iremos até ao Porto e voltaremos-, 
mientras que en el portugués de Brasil se 
tiende más a la construcción de la prep. até 
directamente con el término regido.
Faro e voti pata o Porto, fico pat leí.
1. O homem tirou um cigarro . . (o) bolso.
2. Prefiro o cinem a teatro.
3. Aprendemos escrever português.
4. Eu não me preocupo essas coisas.
5. Importas-te repetir a pergunta?
6. _______(as) três horas da madrugada bateram .
Refetwfcre.'
\, além de preposição, é também artigo definido, prono­
me pessoal e pronome demonstrativo.
(a) porta.
7. Lembra-se (a) conversa que teve comigo?
8. A Ana chegou atrasada e não esperámos ela.
9. Ele é bastante crescido tomar conta si.
a + a = à
a + o = ao
de + o = do
em + o = no
por + o = pelo
a + aquele = àquele
em + este = neste
de + ele = dele
10. Os soldados devem morrer
11. A D. Rosa so fre frequência
cas.
12. Lançou um olhar rápido ______
ombro.
13. Conhece algum remédio_
(a) pátria.
 enxaque-
i ______ (o)
. (a) tosse?
14. Há muitas pessoas que ainda acreditam isso.
15. O político esqueceu-se (as) suas promessas.
16. A rapariga aproximou-se (a) janela.
17. Era bom demais ser verdade.
ela.
Dei um livro à Lola.
Dei um livro ao Pedro.
Este livro é do João.
Ontem encontrei o Paulo no cinema. 
Vou pelo passeio.
Vou a este café e não àquele.
Senta-te nesta cadeira.
Esta é a irmã dele. qsbqg;
18. Todos nos apaixonámos
19. A mãe tem saudades__
20. Folgo m uito__
. (os) filhos.
MAS
Nunca se dá a contracção quando o pronome c sujeito ou 
complemento de um verbo no infinitivo:
N ão houve au las p o r causa de < professor estar doente. 
C um prim entei-o por o respeitar muito.
o ver tão bem disposto.
cento e setenta e três & 173
Zl 
apB
pfiiíl
A c t iv id a d e Mo quadro que se segue e i+so ercon did a?
mmWÊÊÊÊf ® m -mam■ m 1 SHIm A ' x. r
a b c d e f g h i 1 1 m n o P q r s t
1 s E G u R A S M E N T E I S T R E M I
2 i B O L E T E V R T G Q Z X M N P O R
3 N R E H A B M I L I T A c I O N P R I
4 T E N Q U A N T O L O M p I D A E O L
5 A N T E c A S U A L S O B R E P S F U
6 E F I N A L D D S D I C N I E A O E T
7 G S C O N E O D A S R E T S T R N S D
8 B O D E N S I B A R R E N T R E O I E
9 E B I O A E N E R O E D A R L O L O S
10 N T E T R A S E C O T X E R A s O E D
11 E Q U I E R O R L É T A E L L p D J E
12 F H E L D E R A E T J U R I O o S E R
13 I F E R R E I R A N P D R D S L E R E
14 O M O N T E R O P E E J U I A I I D T
15 P C E P A R A O R M R H P C R c N R O
16 E O D N P M E J R L A N Q A T I S T T
17 R I I C O N O T A I N E s S N A P U S
18 A N C A s D I F I C T D R O O Z E P E
19 E M C I o N P A R A E G U A C s E S O
Preencha o texto que se segue com 
as locuções dadas. Não se esqueça 
das contracções.
Perto de D entro de
Apesar de A lém de
D efronte de Por baixo de
Apesar de
A p r e n d a o u t r a s d s s p r i n c i p á i s
( o c u ç õ e s p r e p o s i t i v a s
a fim d e a resp e ito de aba ixo de­
acim a d e a n te s d e ã o lado de
i ao p é d e ao red o r d e aq u ém ele
atrás d e através d e cerca d e
d ep o is de d ia n te d e em to rn o de
em v e / de fora d e lo n g e de­
p a ra com 
p ró x im o de
p o r cim a d e p o r en tre
__________ minha casa há um grande jardim ,___________
o qual costumam brincar as crianças. __________ estar
muito calor, há sempre crianças a andar nos baloiços. 
__________ crianças, também há adultos que as acom pa­
nham. ________________ (o) jardim há uma pastelaria
onde os pais passam o tem po enquanto os filhos se diver­
tem. _________________ (a) pastelaria fica uma gelataria,
verdadeira tentação das crianças, que, ________________
ter gelados caros, está sempre cheia.
\
No interior das pala­
vras, as letras m e n , com 
som nasal, aparecem antes das 
seguintes consoantes:
a) m antes de b e p: p o m b o , lim p o .
b) n antes de todas as outras, excep to h, 
porque esta forma o dígrafo n h |p |: 
cinco, t/u a n d o . confiar, tenro , a n zo l.
Nota: q.b. = que baste.
(M isturar)__________a farinha e o sal diluído na água e (traba­
lhar) __________a_massa até a ligar. (D iv id ir)__________a m arga­
rina em três porções. (Estender) __________ a massa, (espalhar)
___________sobre ela urna das porções de m argarina e (enrolar)
_________ como um tapete. (R epetir)__ _____esta operação mais duas ve/es
até esgotar a m argarina. No final (deixar)__________descansar 20 m inutos. Em seguida, (co rtar)__________a m assa
em fatias com cerca de 2 cm de espessura e depois (colocar)__________cada fatia sobre urna form a lisa p rópria para
queques; (ro d a r)__________com os dois polegares a form a num sentido, espalhando a m assa de m odo a encher com
ela a form a toda. Entretanto, (levar)__________ao lum e em banho-m aria as gem as batidas com o açúcar e as natas até
o p reparado engrossar. (Deixar)_________ arrefecer e (deitar)__________um a colher de sobremesa de recheio em cada
forma. (Levar)__________as form as ao forno até os pastéis ficarem cozidos e tostados.
In Tesouros da Cozinha Tradicional Portuguesa.
cento e setenta e cinco 175
H á dofs factores a ter em conta para o êx ito da receita na confecção das 
queijadas de Évora, doces especialm ente finos: a m anteiga deve ser 
am olecida em banho-m aria e utilizada em frio; a m assa deve ser sova­
da com o se se tratasse de m assa de pão. As form as próprias destas queijadas 
são baixas e frisadas.
In Tesouros da Cozinha Tradicional Portuguesa.
Use o imperativo.
\ Q ^ e t / a ç / a s f v o r a
Tempo de preparação: lh25m.
Tempo de cozedura: 25 minutos.
Recheio:
400 gr. de queijo de ovelha fresco 
250 gr. de açúcar 
4 gem as + 1 clara 
60 gr. de m anteiga 
1 colher de chá bem cheia de farinha 
1 colher de café de canela
(Derreter) __________ sal em água quente e (deixar)
_________ am ornar. (Colocar) _________ a farinha em
monte, (escavar) _________ -lhe o centro e (introduzir)
_________ nele a m anteiga am olecida e o ovo. (Trabalhar)
_________ os três ingredientes até os ligar e depois (ir)
_________ m olhando as mãos na água m orna tem perada
com sal e (continuar) __________a am assar até a massa
adquirir a consistência indicada. (D eixar)__________des­
cansar pelo m enos 50 m inutos. E ntretanto , (untar)
_________ as form as com m anteiga e (polvilhar)
_________ -as com farinha, (passar) __________ o queijo
por um passador, ajudando com o maço de m adeira, 
(misturar) __________ -lhe a clara e as gemas conjunta­
m ente batidas, a m anteiga am olecida e fria, o açúcar, a 
canela e a farinha. (Forrar)_________ as formas já p repa­
radas com um a cam ada fina de m assa e (encher)
_________ -as com o recheio. (Levar) _________ -as a
cozer em forno quente. (Desenformar)_________ -as e só
as (vo lta r)__________depois de arrefecerem.
a y + é í í d e
O s pastéis de nata eram originariamente conhe­
cidos por pastéis de Belém, dado serem espe­
cialidade de uma confeitaria ainda existente 
nessa zona de Lisboa. Tão apreciados são estes bolos 
que, hoje em dia, não há pastelaria nem leitaria, por 
mais modestasque sejam, que não vendam pastéis de 
nata; poucos, no entanto, se mantêm genuínos. Há 
quem aprecie comê-los polvilhados com canela e açú­
car em pó.
Tempo de preparação: lh30m .
Tempo de cozedura: 25 minutos.
Ingredientes (20 pastéis)
Massa:
300 gr. de farinha
250 gr. de m argarina para folhados 
Sal e água q. b.
Creme:
5 dl. de natas 
9 gemas
9 colheres de sopa de açúcar
Ingredientes (12 queijadas)
Massa:
125 gr. de farinha 
1 colher de sopa de m anteiga 
1 ovo
Agua, sal, m anteiga e farinha q.b.
U
ni
da
de
 
12
U
nidade 
12
Responda à pergunta.
u
Ex.: Com praram os bilhetes?
a) I* Comprámo-los sim.
b) I* Não, ainda não os comprámos.
Coloque o pronome entre parênteses no devi- 
1 2 do lugar.
1. Venderam o carro? 
a) f * _____________ _ /b ) IV
2. A rranjaste a bicicleta?
a ) ! * __________________/b ) I V
3. O senhor tom ou o remédio?
a) r» __________________/b ) r*
4. Leste o romance?
a) I * __________________/b ) I V
5. M ostraste-lhes a cidade?
a ) N __________________/ b ) I V
6. Viram o telejornal de hoje?
a) I* __________________/b ) I*
7. Trouxeste as revistas?
a) I * _________________ /b ) l*
Lavaste as mãos?
a) r * __________________ /b ) r* .
9. Viste o Paulo no cinema?
a ) ! * __________________ /b ) f*
10. A lugaram o apartam ento?
a) I * __________________ /b ) I* .
Responda negativamente às seguintes per­
guntas.
Ex.: A lgum a vez estiveste doente?
a) I* Não, nunca estive doente.
b) I* Não, não estive nunca doente.
Ex.: Todos os desejos podem realizar (se)
I* Todos os desejos ée podem realizar .
1. N inguém __ disse______ onde estava aquela rua. [me]
2. Como é que v o c ê____ c h a m a ? [se]
3. E u _le v an to sem pre às sete horas, [me]
4. Eu j á _d is s e tudo. [lhe]
5. O p a i tro u x e para nós. [no-la]
6. Eu tam b ém lev an to à m esm a hora. [me]
7. N u n c a v i nesta cafetaria. [a]
8. Os t r ê s conheciam m uito bem. [se]
9. A Paula? T a lv ez v e ja am anhã na aula de
Matemática, [a].
10. Sim, os meus óculos! Onde é q u e puseste . [os]
11. A verdade o u d iz e s tu o u d ig o ____
eu. [lha/lha]
1. A lgum a vez ele ganhou algum prémio?
a) r * _________________________________
b) I * _________________________________
2. Já leste algum rom ance chinês?
a ) l * _________________________
b ) l * _________________________
3. A lgum a vez votaste num referendo?
a) r * ______________________________
b ) l * ______________________________
4. A lgum a vez o senhor viajou de avião?
a) r * ______________________________
b> r * _______________________________
5. Já foste algum a vez aos Açores?
a) r * _________________________
b ) l * _________________________
6. Já estiveste algum a vez no Brasil?
a) r*___________
b) I * ___________________________
7. A lgum a vez perdeste o comboio?
a) N ___________________________
b ) f * ___________________________
8. A lgum a vez trabalhaste no campo?
a )f * _____________________________
b )f * _____________________________
9. A lgum a vez falou deste assunto?
a) I * ___________________________
b ) f “ ___________________________
10. A lgum a vez passeaste ao luar à meia-noite?
a ) I * _____________________________________
b) f* _____________________________________
176 cento e setenta e seis
• Fazer sugestões: Podemos fazer vitela estufada.
■ Aceitar sugestões: Está bem, assim pode ser.
• Recusar sugestões: Mas eu não sei cozinhar a vite­
la.
> Convidar alguém: Acei­
tas?
> A ceitar/R ejeitar um con­
vite: Aceito com muito 
gosto.
• O ferecer a lgum a coisa:
Toma lá estes bolos.
' Aceitar ofertas: Mas, não 
era preciso trazer nada.
1 M anifestar agradecim en­
to: Obrigada.
Dar as boas-vin­
das a um convi­
dado: Bem-vindo!
Propor um brin­
de: Brindemos
por esse jantar
Reagir a brinde: Tchim, tchim! À nossa!
Enfatizar: mas por agora quero é divertir-me. 
M arcar um encontro: Encontramo-nos amanhã às 
cinco e meia.
E aprendeu o seguinte vocabulário: 
Alim entos e bebidas:
Agua, amêndoa, aperitivo, azeitona, bacalhau, bagaceira, 
bagaço, bifana, bitoque, cacau, cachorro, café, carioca, cas­
tanha, cenoura, chá, chocolate, curgete, fiambre, galão, gela­
do, grão, imperial, iogurte, italiana, martini, morango, nata, 
pastel, prego, pudim, queijada, queijo, queque, rissol, salada, 
sandes, sobremesa, tangerina, 
torrada, tosta, vitela.
• Temperos:
Açúcar, alho, azeite, canela, cebo­
la, coentro, limão, louro, mantei­
ga, marmelada, noz, óleo, orégão, 
pimenta, piripiri, sal, salsa, vina­
gre, vinho.
• U tensílios de mesa louça e 
aparelhos domésticos:
Cálice, caneca, garrafa, loiça, jarra, prato, tacho.
Adjectivos:
Amolecido, aromático, atrasado, autêntico, brando, cheio, 
culinário, ãemolhado, divinal, esmagado, estufado, folhado, 
imenso, incansável, inúmero, macio, moído, morno, picado, 
quente, sozinho.
E de gramática aprendeu:
Pretérito perfeito com posto (tenho cantado) vs. 
Pretérito perfeiro sim ples (cantei). Diferenças 
com o pretérito perfeito com posto espanhol. 
Processos de enfatização: é que, é...
Preposições simples: a, ante, após, até... 
Principais locuções prepositivas: a fim de, acima 
de, ao pé de, atrás de, depois de...
cento e setenta e sete 177
Verbos:
Abrir, aceitar, acompanhar, acrescentar, adquirir, alugar, 
amornar, apaixonar, apreciar, aprender, apurarf brincar, 
chutar, combinar, conduzir, consultar, costumar, cozer, 
cozinharcumprir, deixar-se, derreter, desenformar, dever/ 
encontrar-se, engrossaf, ensi­
nar, escavar, escolher, esgotar," 
estufar, folgar, forrar, fritar,' 
importar-se, juntar-se, lem­
brar-se, mexer-se, misturar, 
olhar, orientar, ouvir-se, partir, 
passear, perder, picar, poder, 
polvilhar, praticar, pregar, pre­
ocuparse, prestar, provar, rec­
tificar, repetir, servir, sofrer, 
tapar(-se), tomar, trabalhar, 
untar, viajar, votar.
U
ni
da
de
 
12
U
nidade 
12
setenta
9
75
3
Procurar alojamento num hotel. Fazer uma reserva.
Falar das férias no passado.
Referir acontecimentos no passado.
Falar de gostos e preferências. Exprimir desagrado e aversão.
Áreas gramaticais e estruturas I
Haver + expressões de tempo (revisão).
Haver de + infinitivo.
Pretérito + expressões de tempo.
Pretérito imperfeito do indicativo com função de condicio­
nal: passavam lá o dia...
Preposições. Relações no tempo.
Gostar de + infinitivo.
Gostar que + conjuntivo.
Comparativo (revisão).
Verbo: preferir, importar-se.
Advérbios: preferentem ente.
Adjectivos: em aranhado, lim po, satisfeito.
Locuções adverbiais: de preferência.
V o c a b u l á r i o
M eteorologia.
Feriados nacionais.
Corpo hum ano (revisão). 
Peças de vestuário (revisão).
Conteúdos comunicativos
Dar sugestões: Não se esqueçam de procurar botei bem 
cedo.
Aceitar sugestões: Não há problema.
Concluir: Bom, nesse caso deixo-vos logo à porta de um 
hotel.
Situar acções n o tem po: Fiz o exam e há três meses.
Falar do tem po m eteorológico: Céu pouco nublado ou 
limpo.
Reclamar: As camisas continuam cheias de nódoas.
Expressar desagrado e descontentam ento: Estou farto 
destes clientes.
Exprim ir irritação e mau hum or: Vai passear!
Pedir a concordância: Estes postais são óptimos, não te 
parece?
Exprim ir concordân cia /d iscordân cia: Tens toda a 
razão.
Referir acontecim entos: Primeiro visitámos os m onu­
m entos m ais importantes.
K M vrrc
Objectivos
cento e setenta e nove
U
nidade 
13
Diálogo 1
Havem os de ir a Évora.
A Ana e o Pedro com binaram ir m ostrar a cidade de Évora à Lola, no fim -de-sem ana seguinte. O Luís 
não podia ir porque tinha um torneio de ténis em M onforte e já se tinha inscrito há m uito tempo.
O pai da A na e do Pedro ia levá-los no sábado de m anhã a Évora. Passavam lá o dia, dorm iam num 
hotel e vinham no dia seguinte, de autocarro.
Prepararam tudo e lá partiram . Estavam m uito contentes, pois o tem po estava óptimo. M uito sol, 
algum calor, e poucas nuvens.
Pelo caminho o dr. Pereira deu algum as sugestões aos jovens:
Dr. Pereira: Nãose esqueçam de p rocurar hotel bem cedo, pois há-de haver m uitos turistas nesta altura em Évora
e pode não ser fácil.
; Ana: Não há problem a, pai, temos m uito tempo; ainda é m uito cedo.
Lola: Penso que o teu pai tem razão, Ana. Procuram os alojamento e ficamos daí descansados.
Dr. Pereira: Bom, nesse caso, deixo-vos logo à porta de um hotel. Eu volto a Eivas para levar o Luís a Monforte.
Las formas m onosilábi­
cas llevan h í f e n entre el 
verbo y la preposición.
Con expresiones de tiem po, el verbo 
haver sólo se usa en la tercera persona del 
singular:
V Vi o Paulo há três dias. .
\ Tenga en cuenta que en estos casos / 
el español utiliza el verbo / 
hacer (port./azer).
... e com plete:
1. Eu P _____________jogar ténis. 5. Nós
2. Tu P _____________ler o livro. 6. Vós
3. Ela P*_____________escrever o poem a. 7. Eles
4. Ele P _____________visitar o palácio. 8. Elas
P4____________ sair à noite.
P4____________ fechar a janela.
P4____________ arrum ar o carro.
P4____________ preparar a refeição.
Aprenda...
H a s / ç r ç /e + i n f i n i t i v o
Expressar intenção e convicção no futuro
Eu h ei-
Tu h ãs-
E le/V ocê hã-
N ó s h a v e m o s
V ós h a v e is
Eles /V ocês h ão-
levar
trazer
cento e oitenta
■ Complete segundo o modelo.
Ex.: Fiz o exame em Dezem bro./E stam os em Março. 
I* Fiz o exame há três meses.
1. Hoje saí do trabalho às sete e m eia./S ão dez horas.
2. No dom ingo estivemos na Praia de M elides./H oje é 
quinta-feira.
3. Fui a Paris em 1974./E stam os em 2003.
4. N evou em Fevereiro./Estam os em Julho.
5. O comboio partiu ao m eio-dia./São quatro e meia.
6. H ouve um acidente no dom ingo./H oje é terça-feira.
/ i v i ¿ > o r + 3 - í e ?
(eu)
S i ni N ã o
im porto-m e não me im porto •
(tu) im portas-te não te im portas
(você) q
(ele, ela) importa-se não se im porta
(n ós) im portam o-nos não nos importamos
fvós] (vocês) im portais-vos não vos im portais
(eles, elas) im portam -se não se im portam
R e c u e r d e
que el verbo importar-se
es en portugués pronominal y que puede tener varios usos, 
fundamentalmente como atenuador en determinados 
objetivos funcionales:
1. Como introductor en frases interrogativas directas:
Importas-te de me d izer onde mora o Alexandre?
2. Como atenuador al pedir autorización, permiso, etc.
Im p orta se que p asse a fren te?
Importa-se que sata m ais cedo?
3. Como atenuador al pedir/dar órdenes, instrucciones, etc.
Importava-se de me d izer o que tenho p a ra fa ze r?
Não se im portava de sair?
4. Como atenuador para pedir ayuda:
Importava-se de me ler esta carta?
3. Exhortar a hablar con un tercero:
Importavas-te de d izer a Lola que...
6. Pedir a alguien que se calle, para que hable más 
alto/bajo, que repita, etc.:
Importas-te de te calar?
Importas-te de fa la r m ais baixo?
~. Rechazar de forma cortés cualquier petición.
Importa-se de esperar um m inuto?
p n l l S A D A D O S L o t o s 
r e s i d e n c i a l p o n e a r p o
r e s i d e n c i a l d i a n a 
R E S I D E N c I A L R ' v I E R A
Use o pretérito perfeito simples.
Ex.: A camioneta chega ao m eio-dia./Ontem /Hoje.
a) I* Ontem chegou ao meio-dia. ,
b) I* Hoje chegou ao meio-dia.
1. Eu levanto-m e m uito cedo ./N o dom ingo/H oje.
a) f» ______________
b) I* ________________________ ________________
2. Você não diz n ad a ./O n tem à noite/H oje.
a) h*__________________________________________
b) I * ____________ ____________________________
3. O filme é mesm o b o m ./O filme de o n tem /O filme 
de hoje.
a) F » _____________________________
r* ________________________________ ___
4. Eles vão dar um passeio de m anhã ./O n tem /E sta 
tarde.
a) r * ______________________________________
b) f * _____________________________
5. Ele vem de avião./A semana passada/Esta semana.
a) r* ___________________________________
b) I * _________________________ _______________
6. Está muito frio./N o Invernó passado/Este Invernó.
a) > _________________________________________ _
b)F * _______________ _________________________
7. Elas têm de estudar./O mês passado/Esta semana.
a) I* _______________
b ) f * ____________________ _____________________
8. Ficamos em casa./Anteontem /Este fim-de-semana.
a) F » ________________
b ) f r ______________
9. Eles não podem ir à festa./O ano passado/Este ano.
a) I*__________________________________________
b)F » _______________________ _________________
10. O casal Pereira está doente. /A sem ana passa­
d a /E sta semana.
a) F»__________________________________________
b) F»_______________________
cento e oitenta e um 1
U
ni
da
de
 
13
kiáé
P
O *
n
'ptms
O i
I£2 cento e oitenta e dois (duas)
A c t iv id a d e
HOJE
No continente
Céu pouco nublado ou limpo, apre­
sentando-se muito nublado e com 
neblinas ou nevoeiros pela madruga­
da e manhã nas regiões do litoral a 
norte do Cabo da Roca. Vento fraco, 
soprando de leste, moderado no lito­
ral oeste durante a tarde. Pequena 
descida da temperatura máxima.
A M A M A
Céu pouco nublado, apresentando-se 
muito nublado pela madrugada e manhã 
nas regiões do litoral oeste. Vento fraco 
de noroeste soprando moderado a forte, 
no litoral oeste durante a tarde. Durante 
a noite possibilidade de ocorrência de 
aguaceiros fracos. Descida da temperatu­
ra. _________________ _
E s t a d o do M a r
Costa ocidental, ondas de noroeste 
com 1,5 a 2 metros.
Nos Açores
Céu geralmente muito nublado 
Vento sul moderado.
Na Madeira
Períodos de céu muito nublado. 
Vento norte moderado, 25 a 35 
km/h. Aguaceiros fracos.
F a ç a o pro g nó st i co do tempo 
para as doze h o ra s de amanha, T a l v e z p r e c i s e de mais 
algum lé x ic o ch a v e :
Use
Boletim m eteorológico 
Clima 
Tempo 
Quente 
Calor 
Aquecer 
Frio
Fresco 
Arrefecer 
Humidade (cair) 
Geada (cair)
Gelo (gelar)
Temporal
Tempestade
Ventania
Rajadas
Trovoada
Trovão
Relâmpago
Neve (nevar) - (cair)
Névoa
Enevoado
Nuvem
Limpo
Sombra
Chuva (chover) 
Chuvisco (chuviscar) 
Granizo 
Ar
Melhorar
Piorar
Astro
Planeta
Sol
Lua
Estrela
Estação
Época
Vaga
Diálogo
Em Évora.
Q uando chegaram a Évora, os três 
am igos d irig iram -se ao hotel. 
Enquanto aguardavam a chegada da 
recepcionista, observaram aten ta­
m ente o hall do hotel, pois era m uito 
bonito.
Recepcionista: Bom dia. Que desejam?
Ana: Bom dia. Tem quartos vagos para
esta noite?
Recepcionista: Tenho quase tudo completo. Deixe­
-me ver... tenho um quarto indivi­
dual no prim eiro andar e outro tam ­
bém sim ples no segundo andar. O 
que posso fazer, se não se im portam , 
é pôr um a cama num dos quartos.
Ana:
Recepcionista:
Ana:
Recepcionista:
Ana:
Pedro (para Lola):
Lola:
Está bem. Ficamos as duas nesse 
quarto e o Pedro fica no do prim eiro 
andar. E qual é o preço?
Faço o m esm o preço pelos dois: 35 
euros, incluindo o pequeno-almoço. 
Está bem . D iga-m e só os 
núm eros, por favor.
O do prim eiro andar é o 
125 e o do segundo o 234. _ _
M uito obrigada e 
logo.
É um hotel óptim o, nãc 
achas? Há três meses 
estive aqui com colegas 
num a visita de estudo e 
gostám os imenso.
A recepcionista foi m uito sim ­
pática e não me pareceu nada caro, 
atendendo à época que é.
Tfísaj.
M
Onde 
é que fica o 
h o te l? /
perto do 
centro. Arranjar alojamento
um hotel 
óptimo, não 
achas?
Para casal.
Para pessoa só.
' Individual. 
Q uarto . Particular. 
Duplo. 
Fazer um a reserva. 
Tratamento de roupa.
Com pequeno-alm oço...
F.vor,i. Pou<nt1.i ,1,« ! «ir~
Tem
quartos
•rayos?
w r Pro- \ 
cure informação e 
explique aos C O ley as a 
razão <fos principais 
\ feriados nacionais. ,
Fe r i ados nac i ona i s f i x o s
Janeiro
Abril
Maio
Junho
Agosto
Outubro
Novembro
Dezembro
Dezembro
Solenidade da Santa Mãe de Deus 
Dia da Liberdade.
Dia do Trabalhador.
Dia de Portugal.
Assunção de Nossa Senhora. 
Implantação da República.
Dia de Todos os Santos. 
Restauração da Independência. 
Imaculada Conceição.
Natal.
25
10
15
Dezembro 25
Fer iadosnacionais Móveís
Fevereiro/Março
Março/Abril
Maio/Junho
Terça-feira de Carnaval. 
Sexta-Feira Santa e Páscoa. 
Quinta-feira, Corpo de Deus.
cento e oitenta e três
A c t iv id a d e C
0 se rv ido d e l a v a n d a r i a extraviou aQuMar «/as s u a t p e ç a s 
d e v e s t u á r i o e com outras nao ficou satisfeito. D e sc r e v a ao 
r e c e p c io n i s t a a s p e ç a s p e r d id a s e f a ç a p or escrito a rec(a- 
Mação pertinente.
SERVIÇO DE LAVANDARIA
LAUNDRY SERVICES
HOTEL D. LUÍS
Que chatice!
Não me chateies!
Vai chatear outro!
(Ora) Bolas!
Caramba!
Que irritação!
Não me irrites!
Estou muito irritado contigo! 
Vai passear!
Êbora, Cate4ra
cento e oitenta e quatro
Comida:
Bebida:
' ' "
Música:
. -
Aromas:
Vestuário:
Cores:
Cinema:
Televisão:
M ulheres/Homens:
Desporto:
Bebida:
Música:
Aromas:
Vestuário:
Cores:
Cinema:
Televisão:
M ulheres/Hom ens:
Desporto:
Substantivo 
Gostar 4 C + Verbo
Pronome
El verbo gostar en português no es pronominal \ 
además va regido por la preposición de:
Eu gosta 4 e laranjas.
Eu gosto 4 e com er laranjas.
Eu gosto 4 e si.
Gostar ?(/€ + Conjuntivo
Gostava q U e ele viesse à festa.
En este tipo de construcciones es muy frecuente 
encontrar que el pretérito imperfecto de indicati­
vo substituya al condicional para expresar el 
deseo en el futuro:
G o s td V a ele ir a Paris na Prim avera. 
G o s ta V a que boje fosse domingo.
Outras palavras que re iv e w para fo4tear
Gostos e preferencias Desagrado
Apreciar 
Gostar de 
Ser interessante 
lnteressar-se por 
Preferir
Ter preferencia por 
Ser preferível 
Ser melhor
Querer antes (antes = ad v.= de preferência) 
Amar
Detestar 
Ter odio a 
Não gostar (nada) de 
Não poder com
Forme urna frase com cada urna das 
expressões aprendidas.
Ex.: Apreciar filmes de terror/film es de aventuras: 
Aprecio muito filmes de terror mas também gosto de 
filmes de aventuras.
1. Interessar-se por p o e s ia /teatro.
2. Preferir tangerinas/laranjas.
3. Ter preferencia por ténis/futebol.
4. Ser preferível ficar em casa à no ite/sa ir de vez em 
quando.
I* _____________________
Ser m elhor José Saram ago/Lobo Antunes.
6. Q uerer antes com prar um carro/m otas.
cento e oitenta e cinco
Unidade 
13
Para facilitar as
R e ( a ç Õ e s +e t o f >or a í s
USEao contar alguma coisa
Além de verbos de acção no pretérito perfeito simples, 
1 l.ola c liegou a casa. bebeu uni sumo e a seguir 
começou a pôr a mesa: 
as seguintes construções:
Primeiro 
Depois 
Entretanto 
Quando 
De repente 
Até que
No principio
A seguir Mais tarde
A certa altura A dada altura
No momento em que Enquanto 
De súbito 
Finalmente
E p a r a conclu ir:
bem, bom, portanto, enfim, então, em conclusão, 
concluindo, por isso, 
daí que + conjuntivo:
( .. .) d a í que não tenha havido aulas.
Adoro 
pastéis de 
nafa'. A
W ' Pri- 
~ rweíro vaMos 
toMar um c a f é e 
defois irewos a 
, I g r e ja de S.
) Francisco. A
^ Entao 
seMpre vaMos 
v is itar a capela 
dos ossos? ,
- -•*- ' f j . - ---'ta _'̂ .¿Iworá.̂ Ternpk¿tie, fOtWŜt
A c t iv id a d e
Diálogo 5
Passeio pela cidade.
Pedro: Vamos prim eiro ao Templo de Diana?
Ana: Não, vam os antes visitar a Sé Catedral, que pode fechar.
Pedro: Está bem. E depois?
Ana: Já é um pouco tarde, por isso apenas podem os visitar a Sé.
Depois almoçamos e continuam os a visita de tarde.
Pedro: Boa ideia. Gosto mais de visitar m onum entos de tarde do que de m anhã; já há algum a som bra e podem os
proteger-nos do sol.
Ana: Depois do almoço visitam os o Templo de Diana, a pousada dos Lóios, o pátio da universidade, o Paço e
a capela dos ossos. Concordas, Pedro?
Pedro: Perfeitamente. Só discordo de um a coisa: não incluíste no roteiro um a passagem pelo café Arcada, na
Praça do Giraldo. Descansamos um pouco e comemos um as queijadas. A Lola há-de gostar, pois são deli­
ciosas.
Ana: A doro queijadas, m as prefiro os pastéis de nata.
Lola: Estou com curiosidade de ver tudo isso. H á uns anos eu e os m eus pais fizemos férias em G ranada, um a
cidade tam bém im ponente e adorei. Primeiro visitám os os m onum entos mais im portantes, e depois assis­
tim os a um festival, passeám os im enso e ficámos com m uitos conhecimentos sobre história. H á cidades 
que são autênticos m useus de história viva, e esta tam bém deve ser um a delas.
C o n t e COM t o d o s os 
n o r M e n o r e s a u (t ÍMa 
v i s i t a q u e f e z a uma 
c id a d e q u a l q u e r .
cento e oitenta e seis
T e x t o 2
Património da Humanidade
/
E muito provável que a colina onde hoje se situa Évora tenha sido ocupada por uma povoação castrense antes de se transformar, com 
a ocupação romana, na cidade de 
Ebora, também chamada Liberalitas 
Julia.
A cidade situava-se a meio 
percurso da via que unia Olissipo 
(actual Lisboa) a Emérita (actual 
Mérida) e era defendida por uma 
forte muralha que envolvia o seu 
núcleo urbano. É este perímetro do 
circuito amuralhado, com aproxi­
madamente 1200 metros de com­
primento, que estrutura, numa pri­
meira fase, a cidade de Évora.
Esta prim eira cidade, que 
abrange uma área com cerca de 12 
ha, é perfeitamente perceptível no 
centro histórico de Évora, corres­
pondendo à zona de maior altime­
tria e que é envolvida por uma pla- 
tafòrma de nível que abrange os 
largos de acesso às então existentes 
portas da cidade. Destes espaços 
destacamos a actual Praça do Giraldo que, por certo, seria a 
praça mais importante extramuros, vocacionada para activi­
dades lúdicas, culturais e mercantis, com significado para a 
cidade.
Da cidade romana temos, ainda, como testemunhos da 
sua importância estratégica, cultural e económica, além das 
muralhas e do arco da Porta de D. Isabel, o templo romano 
e vestígios dos banhos públicos (recentem ente encontrados 
no edifício da Câmara Municipal), assim como todo um con­
junto de frescos descobertos numa habitação na rua de Bur­
gos.
Do traçado da cidade intramuros, que em termos ide­
ais deveria ser regular, po,uco se sabe, mas os achados e as 
investigações que se têm feito demonstram que existia um 
traçado de ruas cruzadas em ângulo recto, que definiam 
quarteirões rectangulares, as “insulae”.
É esta cidade que mais tarde é ocupada por godos e 
muçulmanos, que reconstruíram e adaptaram a sua malha 
urbana.
Da longa ocupação muçulmana (do séc. VIII ao séc. 
XIII), muitos vestígios nos surgem, com especial incidência 
no emaranhado da estrutura urbana e na tipologia das cons­
truções que se fecham sobre as ruas e se abrem sobre pátios 
ou jardins interiores. Ainda hoje essa influência se traduz na 
toponímia, ao depararem-se-nos nomes corno Rua das 
Alcaçarias, Rua do Amauriz.Alcárcova de Baixo,Alcárcova de 
Cima, Beco de Alconchelk ou mesmo rua da Mouraria.
Com a conquista da cidade por D. Afonso Henriques 
(pela primeira vez no ano de 1159) e com a reconquista 
definitiva por Giraldo Sem Pavor, no ano de 1165, cresce a 
urbe para fora do primeiro circuito de muralhas, com duas
zonas de expansão distintas: a Mouraria , a norte, e a 
Judiaria, a sul.
No reinado de D. Afonso IV iniciou-se a cons­
trução do perímetro do segundo circuito de muralhas 
da cidade, concluída no reinado de D. Fernando. Sur­
gem, nesta altura, os grandes edifícios da época medie­
val, com destaque para a Sé Catedral, o Palácio e Igre­
ja Real de S. Francisco e inúmeros conventos.
Estas instalações, de grande 
dimensão, irão estruturar a nova 
cidade intramuros. Foi esta a 
época de ouro de Évora, teste­
munhada pela riqueza dos seus
I- i edifícios e ornatos, fundamentoVi para a sua classificação pela Unes­™ co, em 1986, como Património
Mundial.
MIGUEL LTMA: 
In “Guia das Cidades e Vilas His­
tóricas de Portugal.
Ouça com atenção o texto il 
e responda.
1. Onde se situava Évora duran- li
ilte a época romana?
2. Qual era a área da primeira cidade e qual o i 
com prim ento da muralha?
3- Que tipo de actividades eram realizadas na 
Praça do Giraldo?
4. Quais os vestígios romanosque ainda se con ­
servam na cidade?
5. Quantos séculos durou a ocupação muçul- | 
mana? il
6 . Quem conquistou a cidade aos m uçulm anos 
e em que data?
7. Quando é que se in iciou a construção do 
segundo circuito de muralhas da cidade?
8 . Porque é que a data de 1986 é de grande 
im portância para a cidade de Évora?
cento e oitenta e sete 187
Un
ida
de
 
15
P r e p o s i ç õ e s
R e l a ç õ e s n o t e m p o
R e p a re n o s s e g u in te s ex em p lo s:
1 <
a) Ela veio ao anoitecer, mas a irmão veio à tarde.
b) Eu nasci a 29 de Agosto.
c) Aos domingos jogamos futebol e às vezes também 
às sextas.
d) Eu levanto-me todos os dias às sete horas da manhã.
2 - i j a) Levantou-se com o rom per da manhã.
DE
 
i
a) As filhas acompanham a mãe de dia e de noite.
b) O Natal é a 25 de Dezembro.
c) Todos os dias trabalho das 8 ao meio-dia.
E
M
a Nasci em Agosto de 1961.
b) Nasci no dia 29 de Agosto de 1961.
c) Na Primavera os campos são uma maravilha.
d) Na quinta-feira não tenho aulas.
e) No Natal juntamo-nos todos em casa da mãe.
51
' a) Já comprei tudo para amanhã, 
b) Saio do trabalho às dez para as sete.
t f6.0
t f
a) Eu vou a casa dos pais sempre pelo Natal.
b) Ontem a Ana e a Lola chegaram pelas duas da 
madrugada.
^ 1 ) La preposición a se usa con las p a r­
tes del día (a), en las fechas cuando se 
m enciona el día del mes (b) (recuerde que 
en estos casos no lleva artículo), con los 
días de la sem ana para m arcar acciones 
habituales (c), y con las horas (d).
% 2 ) La preposición C o to se usa con 
substantivos o estructuras que indiquen
inicio, comienzo:
% 3) La preposición 4 e se usa con las 
partes del día (a), en las fechas con los 
meses (b) y con las horas (c).
. 4) La preposición Ç to se usa con los 
meses (a), con el adjunto nom inal "dia"
(b), con las estaciones del año (c), con los 
días de la sem ana para m arcar puntuali­
dad de la acción (d), y con las épocas fes­
tivas (e).
% 5) La preposición para refiere el tiempo 
al que es destinado un objeto o acción.
% 6) La preposición p O r se usa con las 
épocas del año (a) y con las horas (b).
T e x t o 3
6ERAL&Q S£M PAf/OR
oi um notável guerreiro do tem po de D. 
Afonso Henriques, d e quem nada se sabe 
até 1165. Segundo algumas fontes, Geraldo, 
estando desavindo com o rei, tom ou a cida­
de à sem elhança do que fez com outras, 
noutras circunstâncias: assalto ao castelo pela calada 
da noite, insensível às inclem encias do tem po e com 
um exército dim inuto e irregular, entregando-a depois 
ao monarca.
D epois disto fizeram as pazes e D. Afonso Henri­
ques nom eou-o alcaide da cidade e fronteiro-mor do 
Alentejo.
Não se sabe ao certo se os acontecim entos foram 
exactam ente assim, dado que tem-se com o certo que 
D. Afonso Henriques terá suspendido toda a activida­
de bélica a partir de 1158.
Num a das suas sortidas terá sido aprisionado, 
apenas conseguindo a liberdade m ediante a entrega 
de praças tomadas.
Em 1173 ou 1174 aparece em Sevilha bandeado 
com os Mouros, que o honraram e levaram para 
Marrocos, on de foi executado, em circunstâncias 
p ou co esclarecidas.
m Complete com as preposições adequadas. 
manhã levantamo-nos _______ sete horas.
m as________domingos ficamos na cama a té _______
nove ou nove e m eia._______ tarde,________ quatro
_______ cinco e meia vamos ao clube e jogamos
tenis.
3. A portaria e ____
4. _______ Páscoa,
Inverno a minha mãe acorda-nos sempre 
d e z ________as oito.
1666..25 . _ Junho.
dom ingo. _ tarde vou
a casa do meu padrinho buscar o folar.
Os nossos amigos chegaram ______
_______ três horas . _______ tarde.
sexta-feira
cento e oitenta e oito
Forme o comparativo.
Ex.: Esta canção dc Natal c muito bonita ./A quelas.
r Sim, mas aquelas canções são muito mais bonitas do que 
estas.
1. Esta casa é espaçosa./A quelas.
I*_________________________________
2. Esta laranja é doce./A quelas.
3. Este carro é rápido./A queles.
4. Este prédio é alto./A queles.
5. Este livro é m uito interessante./A queles.
6. Esta pensão é m uito barata./A quelas.
7. Esta cadeira é confortável./A quelas.
8. Esta avenida é m uito com prida./A quelas.
9. Esta rapariga é m uito bonita ./A quelas.
10. Este hom em é rico./A queles.
IA Forme o comparativo de superioridade.
Ex.: Estas calças são grandes./Essas. 
P* Sim, mas essas são maiores.
1. Esta livraria tem bons livros./Essa.
2. Estes poem as são m uito m aus./Esses.
3. Este filme é m uito bom ./Esse.
4. Este lenço é pequeno./Esse.
5. Este trabalho é m uito m au./Esse.
6. Esta carne é m á./Essa.
r*
7. Estas crianças são m uito m ás./Essas.
8. Este quarto é m uito pequeno./Esse.
9. Estas maçãs são m uito pequenas./Essas.
10. Este restaurante é m uito bom ./Esse.
oando (>or der ivação é c r ia ­
da otoa nova <>a(avra;
se a p a lav ra prim itiva já tin h a s co m o 
so m [z], a p a lav ra d e riv a d a m a n tém a 
le tra s: 
a n á lise > a n a lis a r 
av iso > avisar.
M a s se a p a lav ra prim itiva n ã o tin h a a 
le tra s, n a p a lav ra d e riv ad a ap a re c e u m 
z:
su av e > suav iza r 
rea l > realizar 
civil > civilizar.
Forme o comparativo seguindo o modelo.
Ex.: O m eu irm ao fum a dois maços de tabaco./Tu. 
I* O meu irmão fuma tantos maços de tabaco como tu
1. Vocês bebem m uito leite./N ós.
2. A m inha filha come m uita fru ta ./A tua.
3. Eles têm pressa./Eu.
r*
4. Você come m uita carne./Eu.
5. O senhor lê m uitos jo rnais./O m eu pai.
6. Nós temos m uita sede./E la.
7. Eu tenho m uitos livros./Tu.
I*
8. Eles têm m uitos filhos./O s senhores.
9. Elas têm m uitos problem as./N ós.
10. Este restaurante tem m uitos clientes./A quele.
cento e oitenta e nove
Forme o comparativo e o superlativo.
Ex.: Ele bebe pouco ./E u/A lexandre.
a) I* Eu bebo menos do que ele.
b)N O Alexandre é o que menos bebe.
1. Eu vejo televisão./A m inha m u lh e r/O s m eus filhos.
a) I * ____________________________________________
b ) l * ____________________________________________
2. Eu tenho pouca paciencia./O João /O Frederico.
a) I * _________________________________________
b ) l * ________________________________________
3. Gosto m uito desta cam isa./E ssa/A quela.
a) h*__________________________________
b) r*_______________________
4. A m inha cunhada fum a m u ito ./A m inha sobrinha/E u.
a) r*_______________________________
b) I * _______________________________________________
5. O m eu vizinho cozinha p o u co ./A R osa/O Paulo.
a) I * __________________________________________
b )P *__________________________________________
6. O senhor conduz mais h o ras ./O m eu p a i /A Júlia.
a) I * __________________________________________
b ) l * __________________________________________
Forme o comparativo de igualdade.
7. A G uida sai m uito cedo do trabalho./E u /O m arido déla
ají*_______________________________
b ) l * ____________
8. Eu levanto-me cedo. / A m inha m u lh e r/ As m inhas filhas
a) I * _______________________________________________
b )l * ____________________________________
9. O Pedro lê m uito pou co ./A A n a /O Carlos.
a)l * ____________________________________
b) N ________________________
10. Eu ouço m uita m úsica ./A G in a/O Tó.
a) I * ____________________________________
b ) l * ___________________________ :________
Ex.: Aquele restaurante é pequeno?/Este.
í* É sim, é tão pequeno como este.
1. Aqueles estudantes são aplicados?/Estes.
2. Aqueles carros são rápidos?/Estes.
3. Aquela cam a é confortável?/Esta.
4. Aquele hom em é alto?/Este.
5. Aquelas flores são bonitas?/Estas.
6. Aquela cabeleireira é cara?/Esta.
7. Aqueles relatórios são im portantes?/Estes.
8. A quela aldeia é grande?/Esta.
9. A quela saia é elegante?/Esta.
10. A quelas estátuas são antigas?/Estas.
Responda à pergunta.
Ex.: É esta a tua m elhor camisa?
I* Não, não é a melhor, é a pior.
1. É este o m onum ento mais antigo da cidade?
r*__________________________

Mais conteúdos dessa disciplina