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Cadeia de Suprimentos - Unilever
A Unilever é uma das empresas que se destaca no mundo inteiro pela sua logística de alta performance. Para alimentar seus canais de venda de forma eficaz, a Unilever apostou na criação de Centros de Excelência, nos quais todos os processos de distribuição, transporte e armazenagem são coordenados. Em cada lugar do mundo, cada centro funciona de forma a se adaptar as peculiaridades e necessidades do local, para oferecer um serviço mais efetivo. 
No Brasil, a Unilever possui um armazém com capacidade de armazenamento para 83.569 paletes de 1.000x1200mm. Os produtos de consumo médio são posicionados em instantes de profundidade simples no centro do armazém, nos postos inferiores o picking é feito diretamente a partir dos paletes, e nos superiores são depositados os paletes de reserva. Nas estantes de profundidade dupla são alojados os produtos de elevada rotatividade. Esta solução oferece uma maior capacidade de armazenamento em relação à solução de profundidade simples, mas sem perder acesso direto aos paletes.
Marcelo Scarcelli, gerente de planejamento da empresa, diz que a transformação para o que conhecemos hoje, iniciou-se em meados de 2001 e 2002, onde a Unilever revisou todos os seus processos relacionados à cadeia de suprimentos, depois, entre 2003 e 2004 iniciou a centralização das atividades de gestão, nos dois anos seguintes deu um grande salto com a integração com um operador, fase em que houve aumento de produtividade e em 2007 e 2008 alcançou um novo patamar de indicadores de controladores de estoque. “O desafio era criar um modelo de gestão, equilibrar os pilares que atuam na cadeia de suprimentos da fábrica, minimizar a variação entre oferta e demanda, além de inovar em um processo logístico e de estoques que por anos foi muito comoditizado”, alega Marcelo
O projeto visava gerir a chegada de materiais à fábrica e o estoque, monitorar os desvios e prever situações que prejudicassem o andamento das operações ao longo da cadeia, realizar a transferência rodoviária de toneladas de granéis sólidos e líquidos e, por último, fazer a programação, call off e monitoramento dos níveis de serviços dos fornecedores e prestadores de serviços participantes da cadeia.
As ações giraram em torno de sete pilares: informação, transporte, entregas e estoque, volumes, planejamento, serviços e poder de ação. Com isso, alcançaram importantes ganhos de produtividade, como no transporte de sulfato de sódio de Santos para Indaiatuba, onde, antes, uma carreta-silo com capacidade de 27 toneladas transportava 918 toneladas por mês, e após os estudos e desenvolvimento de um transportador especial para essa operação, passaram a conseguir transportar 2.428 toneladas. Nos estoques, os ganhos foram a revisão dos planos para todos os materiais incluídos no novo modelo, a conciliação da redução de estoque em paralelo à redução de paradas e a duplicação da capacidade da planta, que possibilitou dobrar a produção, com a mesma quantidade de estoque.
Referências Bibliográficas:
https://www.logweb.com.br/materias/com-planejamento-unilever-melhora-cadeia-de-abastecimento/
https://www.youtube.com/watch?v=Ez_VBhJ6EGw&ab_channel=UnileverCareerBrazil
https://www.unilever.com.br/our-company/governos-e-instituicoes/praticas-setoriais/
https://redeprocursos.com.br/docs/T%C3%89CNICO%20EM%20LOG%C3%8DSTICA/Unilever%20otimiza%20estoques(1)(1)%20(1).pdf
https://www.mecalux.com.br/casos-praticos/exemplo-armazem-estantes-convencionais-unilever-brasil

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