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CAIC DR. JOSÉ CONTENTE
DOCENTES:
EMERSON MATHEUS DOS SANTOS NASCIMENTO
EMILLY DECANA BORGES GARCIA SERRAO
FRANCIARA TELES BATALHA
GEOVANA DA SILVA LIMA
HARYANE SORIANO DA SILVA
MISHEILA AGUIAR DE FREITAS
PRECPTORA:
AONDE BUSCAR AJUDAR:
UNIDADE DE SAÚDE 
(mais próxima)
CONSELHO TUTELAR
(mais próximo)
Delegacia especializada em proteção 
à criança e adolescente (DEPCA)
Rua 06, Quadra 7, s/n- conj. Vista 
bela- Bairro planalto.
Fone:3656-8575
Serviços de atendimento integral as 
vitimas de violência sexual- SAVVIS 
MMT:
Fone: 3216-8767
DENUNCIE E NOTIFIQUE:
Denúncia nacional: 100
(criança e adolescente, pessoa com 
deficiência, idoso e homofobia).
`
O que é a violência sexual ?
É qualquer ato que pretende gratificar ou 
satisfazer as necessidades sexuais de outra 
pessoa, incluindo indução ou coerção de 
uma criança para engajar-se em qualquer 
atividade sexual ilegal.
Tipos de violência mais comuns
Física- uso da força com objetivo de 
machucar, provocando ou não algum tipo 
de lesão (tapas, chutes, empurrões, 
estrangulamento, queimaduras, 
perfurações, mutilações, beliscões e etc).
Psicológica/ moral- toda ação que coloque 
em risco ou cause danos a autoestima, a 
identidade ou ao desenvolvimento da 
pessoa, causando constrangimento, 
rejeição ou depreciação ( xingamentos, 
humilhação, ameaça calúnia e etc).
Sexual- toda ação na qual uma pessoa, 
por meio de força física, coerção ou 
intimidação psicológica obrigar outra ao 
ato sexual contra a sua vontade ou que a 
exponha uma interação sexuais que sua 
vitimização ( estrupo, assédio, 
exploração, abuso, pornografia infantil e 
etc).
Indicações de que uma criança e/ou 
adolescente possa estar sendo vítima de 
violência:
Lesões físicas;
Doenças sexualmente transmissíveis (DST);
Problemas de aprendizagem;
Comportamento muito agressivo ou apático;
Comportamento extremamente tenso;
Afastamento, isolamento;
Conhecimento sexual inapropriado para a 
idade;
Negar-se a voltar para casa;
Atitudes que podem ajudar a criança ou 
o adolescente vitimizado:
Não culpá-la;
Mostrar que ela não está só;
Acreditar nela;
Deixar que ela fale sobre seus sentimentos;
Incentivar a procura de ajuda profissional;
Não criar expectativas que não sabe se
poderão ser cumpridas;

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