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Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
RATO MURGANHO HAMSTER COELHO 
COBAIO/ 
PORQUINHO DA 
INDIA 
GERBILO 
 
 
CLASSIFICAÇÃO 
• Espécie: Rattus norvergicus 
• Ordem: Rodentia 
• Família: Muridae 
• Espécie: mus musculus 
• Ordem: Rodentia 
• Família: Muridae 
• Espécie: mesocricetus 
auratus (dourado ou sírio – 
mais usada), cricetulus 
griséus (chinês) 
• Ordem: Rodentia 
• Família: Cricetidae 
• Espécie: oryctologus 
cuniculus 
• Ordem: lagomorpha 
• Família: leporidea 
• Espécie: cavia 
porcellus 
• Ordem: 
Rodentia 
• Sub-ordem: 
Histricomorpha 
• Espécie: meriones 
unguiculatus 
• Família: cricetidae 
 
 
 
 
 
GENÉTICA 
É mais difícil fazer estirpes não 
consaguíneas e mantê-las em biotério. 
- Outbred: Charles river (CD); 
Inbred: Balb C (nudemouse – 
não tem SI), Híbridos F1; 
Mais murganhos 
- transgénicos que ratos. 
 - Inbred: estirpe 2 e 
13; 
- Outbred: dunkan-
hartley; Hartley 
 
Outbred (permite 
extrapolar os valores 
para a população 
humana): 
• Wistar – 1ª 
estirpe a ser 
usada; albinos 
• Long Evans 
Inbred (para 
estudar terapias, 
pois os resultados 
não são afetados 
por fatores 
genéticos): 
• Fischer 344 
(convulsões 
audiogénicas); 
• Híbridos F1 
(cruzamento 
entre 2 
inbred) 
 
 
 
TIPOS ECOLÓGICOS 
1) Axénicos: sem flora microbiana. Muitas vezes são imunodeprimidos. 
2) Gnotobióticos: conhecemos a flora microbiana especifica. 
3) Specific germ free (SPF): animal do qual retiramos uma população 
microbiana específica. 
4) Convencionais: flora microbiana normal. 
 
 
 
UTILIZAÇÃO 
• Hipertensão (envolve cirurgia - retirar 
1 rim mais 2/3 do outro), 
• carcinogénese, 
• toxicologia, 
• teratologia, 
• embriologia, 
• farmacodinâmica (fase II de ensaios), 
• alcoolismo, 
• doenças infeciosas, 
• comportamento 
• Toxicidade, 
• carcinogénese, 
• reprodução 
• genética (multiplicam-se 
muito rápido e tem 
ninhadas muito 
grandes)… 
• testes farmacológicos 
• anticorpos 
• vacinas 
Dourado ou 
sírio 
 
- efeitos de 
hipotermia (tem 
características 
epidérmicas 
quando a 
temperatura 
desce e 
hibernam); 
- 
Cardiomiopatia; 
- Fisiologia da 
reprodução 
(rápida 
reprodução). 
Chinês (- 
usado) 
 
-Carie 
dentária; 
- Cariotipo 
-Modelo de 
diabetes 
mellitus 
(mais 
utilizado os 
ratos por 
serem mais 
fácil de 
manter) 
 
- possuem 
células 
Fármacos; 
Ateroesclorase; 
Testar cosméticos (agora 
proibido); imunologia 
- Otologia (ouvido 
semelhante ao 
humano); 
 
- Vacinas; 
 
- Provas de 
diagnóstico; 
 
- Estudos 
nutricionais 
- Ateroesclerose; 
- Metabolismo do 
colesterol – metabolismo 
muito idêntico aos 
humanos; 
- Enfarte cerebral- forte 
irrigação do cérebro 
(hemisférios com 
vascularização separada); 
- Epilepsia espontânea. 
raças:
- New zeland white
- american dutch (manchas pretas no pelo
- californiano
- flemish giant (pesa 16-18kg; tem pelo com mistura de cores
ensaios ortppédicos - testar biomateriais
- Produção de vacinas e anticorpos: produzidas em coelhos, por ser de facil acesso (orelha grande) e por ter grande quantidade de sangue
raças:
- inglês (tricolor com pelagem branca, mel e negra)
- abissínio: pelo aos remoinhos
- peruviano: pesa 1kg
ingleses
Têm a estrutura de ouvido e capacidade de captar o som muito parecido ao nosso
rato do deserto
como tem ataques epiléticos espontâneos, estes podem ser estudados sem ter os fatores associados à sua etiologia (não tem) a interferir
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
- doenças 
infeciosas 
- Oncologia 
(principalmente 
cancro oral) 
- imunologia 
- investigação 
radiobiológica 
(porque a 
radiação raio-X 
sobre estes 
animais não 
induz 
mutações) 
embrionadas 
que podem 
ser úteis para 
outras 
investigações 
 
 
 
COMPORTAMENTO 
Meigo, sociável (entram em stress quando 
ficam isolados), fácil adaptação a 
ambientes, exploradores e capacidade de 
aprendizagem (reconhece o manipulador). 
Pode haver um macho dominante. 
O passo é menos elegante que nos 
murganhos 
Quando estão nervosos abanam a cauda 
com o objetivo de sensação de localização e 
ganho de equilíbrio 
Só se tornam agressivos com o 
envelhecimento 
Os ratos comem as próprias fezes para 
aproveitamento de vitaminas (cropofagia)e 
devemos permitir que o façam 
Só as fêmeas é que fazem ninho 
Agressivos, (pode ser 
minimizada com atividade 
física na gaiola para manterem 
o dia ocupado) e facilmente 
entram em stress, barbeiro 
(retirar as vibriças dos outros 
animais), tem hierarquia, 
territoriais, noturnos, os 
machos fazem ninho ao, 
contrário dos ratos. 
Possuem um passo elegante 
(levantam a cauda para cima a 
andar) 
Solitário, territorial, muito 
agressivo (1 por gaiola), noturno, 
hibernam com a diminuição da 
temperatura, ativos (8Km). 
Adultos são territoriais, 
noturnos/diurnos( adapta-se 
bem ao meio ambiente), 
calmos e dóceis. 
- Hierárquicos, 
- Barbeiros (comum 
nos machos), 
- sociáveis, 
- vocalização e 
gritos (sinais de 
stresse extremo) 
- diurnos 
- reflexo de Preyner 
(contração do 
pavilhão auricular) 
Sociáveis, ágeis, ativos, 
noturnos, construtores, 
banhos de sol, Piscam 
olho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
ALOJAMENTO 
- rato é predador natural de murganho logo 
não deve ser alojado na mesma sala. 
- as fêmeas também precisam de material 
para o ninho 
- podem ser alojados com outros ratos 
machos, porque normalmente só se tornam 
agressivos quando ficam mais velhos 
- menor frequência de limpeza das gaiolas, 
em comparação com os murganhos – 2 
vezes por semana (os machos gostam de 
sentir o próprio cheiro então deve-se 
colocar um pouco do seu pelo na nova 
cama) 
 
- fêmeas e machos necessitam 
de material para fazer o ninho. 
- pode haver a necessidade, 
consoante a estirpe, de os 
alojar individualmente porque 
eles tem tendência a lutar uns 
com os outros, a não ser que 
crescem juntos desde jovens 
- necessário limpar as gaiolas 
com mais frequência (1 a 2 
vezes por semana, se for IVC’s 
é a cada 2 semanas) 
- quando mudamos a gaiola 
nunca podemos mexer no 
ninho, porque ao induzirmos 
stress naquela gaiola, a fêmea 
come as crias 
- Individual (precisam de muito 
espaço) 
- coprofagia (próprias fezes), 
- fotoperíodismo. 
- enriquecimento ambiental: 
roda para fazerem exercício 
- 1 macho por gaiola: 
agressivos entre si (castram-se 
uns aos outros); 
- Fêmeas podem ser alojadas 
em conjunto menos quando 
parem; 
- Gaiola tem de permitir um 
fácil escoamento da urina 
(recolhem fezes ricas em fibra 
diretamente do anus-
cecotrofia); 
- Urina rica em amoníaco – 
cheiro intenso - trocar parte 
inferior todos os dias. 
- permitir que os coelhos 
façam ecotrofia 
- Em grupo; 
 
- Altura da gaiola 
tem de permitir que 
se ponham em pé; 
 
- Cuidado com o 
ruído por causa do 
reflexo de preyner 
- Gaiola alta por causa 
dos membros posteriores 
grandes; 
 
- Por casais; 
depende da pelagem - albinos são noturnos
cortam o pelo uns dos outros
capacidade de ouvir o barulho e mover a orelha em direção à fonte de onde veio o barulho
cama: carolo de milho
- Fiel - só cruza com aquela femea e nunca com outra, se desfizermos o casal não há mais descendencia
fazem túneis
- se não lhes damos atenção, eles dão pancadas na gaiola
- piscam o olho se gostarem da pessoa
cama: como o coelho e cobaio
e adequada às suas atividades construtoras
- o gerbilo ajuda as fêmeas a cuidar das crias
 Rato murganho hamster coelhocobaio gerbilo 
 
- nem devemos mudar a caixa 
de a ninhada tiver 4 dias 
- a cama convém que seja 
policarbonato duro porque 
assim podem ser autoclavada, 
estando sempre esterilizada 
- enriquecimento ambiental: 
música clássica minimiza os 
comportamentos 
estereotipados 
- Gaiolas transparentes com grelha e biberon com ponta metálica (prevenir 
os microrganismos) ; 
- Ventilação constante; 
- Humidade controlada (45 a 65% - fator + difícil de controlar): < 35% podem 
ter problemas respiratórios; pele seca; canibalismo; diminuição da fertilidade; 
> 80% favorece infeções fúngicas (através da comida), maior acumulação de 
resíduos e tóxicos, menor higiene e problemas de pele 
- ring tail: cauda contraída característica da diminuição de calor e humidade 
- Temperatura 20±2ºC: não podem ter temperaturas muito altas nem muito 
baixas, para não alterar a quantidade de água e alimento que ingerem; no 
entanto quando estão no rack, as gaiolas de cima ficam mais expostas à luz e 
temperaturas mas altas, e vice versa para as caixas do fundo; diferença de 5ºC 
do interior para o exterior da caixa) 
- Iluminação: são noturnos – fotoperiodismo (se no biotério estiver a luz 
acesa, eles dormem durante todo o período de luz; num biotério, devem ser 
mantidos a um regime de 12h de luz diárias (as mudanças deveriam ser 
graduais)); os albinos são mais sensíveis, pelo que o máximo ideal de luz são 
25 lux e para não albinos 100lux (acima dos 200lux induz danos na retina a 
melhor performance reprodutiva é atingida com ciclos de 10hescuro/14h luz 
porque comem menos 
- som e barulho: são muito sensíveis (em especial os ratos Fisher 344 que têm 
convulsões e ataques epilépicos por causa do ruído); deve ser abaixo dos 20Hz 
(acima deste é induzido stress) 
- tipos de cama: carolo de milho (é a melhor - maior capacidade de absorção 
e de reter o odor da urina); aparas duras de madeira (é a pior – além de ser 
rica em amoníaco o que deixa muito cheiro, não absorve a urina); papel; teixo 
- Enriquecimento ambiental: rolos de PVC e de papel; blocos de madeira; 
também poderia ser posto um labirinto mas pode não haver espaço na gaiola 
- Material para ninho: colocar na gaiola algodão/papel 
- As condições criadas no interior da caixa formam um microambiente. Para 
se proteger da luz, frio, e a si próprios, os murganhos constroem ninhos no 
interior da caixa. 
- A posição da caixa na rack também influencia este microambiente, tal como 
o número de animais na caixa 
- Os ninhos são uma boa forma de avaliarmos se os animais se encontram 
saudáveis – neste caso constroem ninhos completos; Ninhos incompletos são 
indicador de problemas no animal 
 
importante para eliminar os cheiros
- gaiolas metálicas
- Instalações dos coelhos requer uma ventilação especial porque a urina deles tem um cheiro muito intenso, tem de ter condições para comerem 
as próprias fezes eles produzem fezes moles e duras, durante a noite eles comem as moles porque é muito rico em fibras
- necessitam de material para fazer ninho (palha; papel de tras)
- enriquecimento ambiental: chaves de bebes e brinquedos que fazem barulho são os preferidos
- Higiene: deve ser diariamente higienizada com desinfetante por causa do cheiro
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
- muitos animais nas gaiolas causam stress 
- normalmente os machos são os mais agressivos 
- há diferenças entre estirpes: uns são mais meigos que outros 
 
 
CARACTERÍSTICAS 
ANATÓMICAS E 
FISIOLÓGICAS 
- corpo cilíndrico; 
- cabeça cónica; 
- membros curtos; 
- Longevidade 3.5 anos; 
- Urina com Ph muito alcalino; 
- Crescimento contínuo; 
- 
- Membros curtos; 
- orelhas redondas e eretas 
(importantes porque ao serem 
albinos têm visão mais 
sensível que é compensada 
pela audição); 
- cauda sem pelo (andam com 
a cauda levantada – elegantes) 
- Longevidade: 1.5 a 3 anos; 
- Gordura castanha (promove 
a termogénese e ha em maior 
quantidade em animais mais 
jovens e vai desaparecendo. 
No entanto, nos murganhos 
esta continua igual) 
- Cauda sem pelo e mais 
levantada (não arrasta o ânus 
no chão); 
- Macho maior que a fêmea; 
- Glândula harderiana 
- Longevidade 18-24 meses; 
- Fêmea maior que macho; 
- membros curtos 
- orelhas proeminentes 
- cauda curta 
- Glândula de flanco (na pata que 
liberta uma feromona que serve 
para marcar o território) 
- 5 pares de mamas; 
- Urina turva com cristais 
(proteinúria) – devido aos 
cristais e proteínas a urina tem 
coloração branca 
- Longevidade 5-6 anos; 
- Fêmea maior que macho; 
- órgãos linfoides; 
- olho: membrana nictitante; 
visão binocular (190º); 
glândula harderiana 
- esqueleto muito leve – ossos 
com densidade mineral muito 
inferior – fraturam facilmente; 
- glândula mamária 
 
- Macho maior que a 
fêmea; 
- Longevidade 4-5 
anos; 
- Bolhas timpânicas 
muito 
desenvolvidas; 
- Longevidade 3-4 anos; 
- Macho maior que 
femea; 
- Orelhas proeminentes; 
- Cauda comprida; 
- Glândula sebácea; 
- Glândula harderiana; 
- Glândula adrenal 
ligeiramente separada do 
rim; 
- Urina alcalina; 
- Circulo de willis 
incompleto (irrigação 
diferenciada do cérebro) 
 
- Glândula harderiana: atrás dos olhos, sintetiza uma lágrima rica em porfirina 
de cor vermelha - hemoglobina (cromodracriorreia). Presente quando os 
animais deixam de fazer grooming (doentes). 
- 6 pares de mamas (observáveis na fase de lactação) – muita amostra para 
indução de cancro da mama; 
- Macho maior que a fêmea 
 
 
 
 
TRATO 
GASTRINTESTINAL 
- Ausência de vesicula biliar – produz bilis no 
fígado, diretamente drenado para 
intestino; 
- Pâncreas difuso (pâncreas diferente do 
homem e não é possível identificar 
macroscopicamente); 
- Muitas glândulas salivares 
Com vesícula biliar; 
 
 
- Dentes incisivos e molares; 
- sínfise mandibular (separadas 
por espacinho); 
- Estômago glandular e 
aglandular; 
- bolsas submaxilares: aloja 
comida e filhos em condições de 
stress (escondem o que gostam 
quando se sentem ameaçados); 
- Intestino adaptado à absorção 
de agua (grosso e comprido) 
- Só não tem caninos; 
- estômago normal; 
- tem vesicula biliar, 
- ceco desenvolvido - 
pseudoruminação ou 
cecotrofia; 
Dentes molares - Dentes incisivos 
(crescimento continuo) e 
molares; Não tem 
caninos nem pré-
molares; 
- Estômago glandular e 
aglandular dividido por 
uma prega; 
 
- Dentes incisivos (crescimento continuo) e molares; 
- Não tem caninos nem pré-molares; (necessitam de alimento duro para 
desgastar os dentes porque quando cresce demais começa a enrolar e a 
danificar a gengiva; como só comem comida mole que é hipercalórica, damos 
lhes blocos de madeira para a gaiola para eles puderem desgastar os dentes) 
- Estômago glandular e aglandular; 
 
 
 
SEXAGEM 
Pela distância entre o orifício anal e 
abertura uretral (maior nos machos) 
- distância (Igual ao rato) 
- palpação abdominal (em 
stress, colocam os testículos 
Igual ao rato e murganho - Vê-se pela compressão na 
zona. 
Igual ao coelho por 
compressão 
Igual ao rato 
- depositam muito tecido adiposo
muito desenvolvido, porque todos os animais que comem muita fibra tem um ceco grande porque é nele que reside a flora bacteriana que ajuda a fazer a digestão da erva, palha, feno, .
Se o coelho não fizer isto morre, para fazer pseudoruminação é necessario garantir segurança ao coelho e de sossego
- processo vermiforrme: parecido ao nosso apendice - produz muitas células do sistema imunitário
3% da massa corporal do corpo compacto
- Coberta pelo pelo, apenas quando a coelha parir ela rapa o pelo todo para as crias ficarem quentes
- 3 pares, mas parem mais de 6 coelhos - mamam à vez e bebem muita agua 
estrutura que protege o olho de agressões
para conseguirem sobreviver, vê por trás
se carregarmosno penis, ele sai para fora
- corpo compacto
- cauda pequena
- patas pequenas
- come fezes
sem cauda
- patas compridas atrás e pequenas à frente
- a glândula sebácea serve para marcar o território
- glândulas mamárias: 6 pares
a urina com pior cheiro é dos murganhos e dos coelhos
e murganho
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
- fêmea possui um aparelho reprodutor 
semelhante ao humano, enquanto que o 
macho tem uma próstata dividida em 5 
partes 
para dentro do abdómen e 
depois não conseguimos 
distinguir se é macho ou 
fêmea, nesse caso temos de 
ver pela distância) 
Quando mais velhas pode ser 
ver pelo duplo queixo (não 
muito fiável) 
- devemos distinguir pela 
genitália externa 
- os machos têm os testículos 
perto do orifício 
- as fêmeas têm o orifício 
urogenital muito próxima do 
ânus 
 
 
 
 
 
REPRODUÇÃO 
- Poliestricas continuas; 
- Puberdade 6-8 semanas, 
- Efeito de Whitten (fêmeas na mesma 
gaiola ficam em anestro, junção de macho 
(feromonas ou cheiro) induz cio); 
- Monogâmicos ou poligâmicos (1macho 
para 2-6 fêmeas) 
- 21 dias de gestação; 
- Desmame entre 3-4 semanas; 
- nº de crias: 10-12 
- Poliestricas continuas 
(ovulação espontânea); 
- Puberdade 7-8 semanas, 
- Efeito de Whitten; 
- Efeito de Bruce: fêmeas 
grávidas, entra o macho, elas 
abortam e ele engravida-as; 
- Efeito de Lee-boot: fêmeas 
entram juntas em anestro. 
- Mono e poligâmicos (não é 
aconselhável cruzar 2 machos 
e 1 fêmea porque podem se 
tornar agressivos e matam e 
comem a fêmea) 
- diagnostico de gestação: pelo 
vaginal plug (tampão vaginal); 
- 19-21 dias de gestação; 
- Desmame entre 20-25 dias; 
- nº de crias: 5-9 
- Poliestricas continuas; 
- Puberdade 6-8 semanas, 
- Monogâmicos ou poligâmicos 
(+fêmeas para 1macho); 
- 16 dias de gestação; 
- Desmame aos 21 dias; 
Canibais; 
- libertam feromonas pela 
gladula do flanco para marcação 
de território 
- nº de crias: 4-16 
- canibais (comem as crias) 
- se deixarmos muito tempo na 
gaiola as crias, após o 
nascimento, os machos cruzam 
as filhas e irmãos entre si) 
- Puberdade: 3.5 – 9 meses 
(depende da raça, qt maior o 
porte, maior o período) 
- desmame: 28-30d 
- fêmea vai à gaiola do macho; 
- duração da gestação: 31-33d 
(descanso entre gestações de 
2-3 meses) 
- monogâmico ou poligâmico 
(1 macho para 2-5 fêmeas) 
- ninho feito do pelo que 
recobre o abdómen. 
- A coelha tem um ciclo de 
recetividade ao acasalamento; 
estando recetivas ao 
acasalamento cerca de 14 em 
cada 16 dias. 
- diagnóstico: Palpação 
abdominal: dia 12 após a 
cópula; ultrassom 
Nº de crias: 2-15 
- Os conteúdos de fibras da 
dieta da fêmea influenciam a 
qualidade do ninho, onde 
fibras inadequadas têm um 
efeito prejudicial. 
- Caixas-ninho: adicionadas à 
gaiola 28 a 29 dias após o 
cruzamento. Se as caixas 
forem adicionadas muito cedo, 
elas ficarão contaminadas com 
urina e fezes; basta 1 dia antes, 
a coelha puxa os pelos do seu 
corpo e constrói um ninho na 
caixa-ninho 
- Inicio aos 7 meses; 
- Poliestricas 
continuas; 
- Cruzamento 
monogâmico; 
- Membrana vaginal; 
- Diagnóstico de 
gestação por 
aumento da massa 
corporal; 
 
 
 
- Omníveros Omníveros Herbívoros Herbivoros; 
Cecotrofia; 
 
- se tivermos uma ninhada 
em que a mãe morre, 
tentamos junta-los a 
outra ninhada que tenha 
parido ao mesmo tempo. 
Para a mãe adotiva não 
matar os filhos adotivos, 
colocamos vicks no 
focinho da mãe para ela 
não reconhecer que são 
estranhos. nos machos 
mãe é necessário vicks 
- Adoção: misturar as crias adotivas (nos 
1os 3 dias), cobertos com o pelo da 
coelha adotiva, com as crias de uma 
coelha com uma ninhada menor 
- As crias de coelho nascem sem pelo, 
cegas e surdas. 
- Problemas na reprodução dos coelhos: 
liberdade de movimento limitada; 
comportamento estereotipado; 
inquietação; perturbação do 
comportamento sexual e da 
amamentação; canibalismo 
diagnóstico: vaginal plug
diagnóstico: alteração da massa corporal ou ecografia
coelha: ovulação induzida por cobrição; não tem cio
quando vao parir começam a tirar o pelo
como um íman
- Tem cio
ou ecografia
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
NECESSIDADES 
ALIMENTARES 
- Tem muita necessidade em comida calórica, que é mole e devemos tentar 
colocar comida mais dura ou brinquedos para eles desgastarem os dentes 
- alimentados ad libitum (alimento sempre disponível e eles apenas comem o 
que precisam) – pode induzir obesidade; regimes de restrição estão 
associados a menor morbilidade e motilidade 
- alimentados ad libitum (alimento sempre disponível e eles apenas comem o 
que precisam) – pode induzir obesidade; regimes de restrição estão 
associados a menor morbilidade e motilidade 
- comedouro deve ficar cheio para produzir algum peso para o animal 
conseguir morder o alimento – se não tiver cheio, eles podem não conseguir 
morder o alimento e entram em stress e não comem 
- alimento fornecido sob a forma de pellets 
- Biberões com tetina: risco de obstrução e de extravasão de água para a cama 
(redução da temperatura, facilita propagação de agentes, problemas de pele) 
- Deve ser mudada pelo menos uma vez por semana 
- Administração de medicamentos: pellets; gelatina concentrada; bolacha 
maria (é porosa e absorve o medicamento) 
Aporte de vitamina 
C (coloca-se na 
água) – ausência da 
enzima L-
gulonolactona 
oxidase 
- temos de saber se vamos comprar comida para reprodutores (dieta energeticamente mais ricas), de manutenção (dieta normal) 
- fêmeas que pariram têm muita sede e devemos dar o dobro da água 
PREVENÇÃO DE 
DOENÇAS 
Filtros, desinfeção, quarentena (1 semana), 
vigilância ideal diária, mas pode ser 1 vez 
por semana. 
Igual ao dos ratos exceto: 
Acidificação da água com 
lixivia (reduz bactérias). 
Evitar lutas ( lutam muito entre 
si e por vezes desenvolvem os 
abcessos e temos que os drenar 
com uma agulha) 
Controlar temperatura ( ficam 
debilitados porque para hibernar 
necessitam de ter depósitos de 
gordura), iluminação e 
humidade 
 
 
 
 
 
 
 
MANIPULAÇÃO 
(HANDLING) 
- Não pegar pela ponta da cauda, mas sim 
pela base de forma rápida – mecanismo de 
defesa: partem a cauda. 
- Esconder a cabeça na junção do braço e 
fazer festas para tranquilizar o animal. 
- Conter a cauda para evitar que a abane. 
- Habituar o animal ao manuseador, 
colocando a mão primeiro na gaiola. 
- Em procedimentos invasivos colocar o 
animal no bolso da bata; 
- contenção com um pano; 
- colocar dedos por baixo da cabeça do rato 
para evitar mordedura. 
- nunca se coloca o rato em cima de uma 
grelha, porque pode fraturar a unha e 
provocar hemorragia grave. 
Muito semelhante 
- podemos agarra-los pelo 
meio da cauda, final da cauda, 
(eles não rodam como os 
ratos); se agarrarmos na base 
ele pode morder e é muito 
agressivo- imobilização: dedo 
segura na pata, outro no dorso 
- Pegar por baixo ou prega na 
pele na região intraescapular 
(atrás do ombros) – 
praticamente não tem cauda; 
- Também pode usar a técnica de 
colocar a mão na gaiola 
- não dá para agarrar pela cauda, 
fica nervoso se não conhecer a 
pessoa 
Pega-se pela região 
intraescuplar, coloca-se a mão 
direita por baixo do coelho e à 
medida que levanta seguras 
nos membros posteriores e 
nunca pelas orelhas. 
Dedos da mão tem de ficar 
entre as patas; 
Tapar com um pano (por causa 
da visão binocular) 
Nervosos e 
escorregadios 
Sempre na posição 
vertical; 
Colocar a mão dentro da 
gaiola; 
 
COLHEITA DE 
SANGUE 
- seio orbital; 
- veia média da cauda; 
 
- Sítio para pegarno coelho é pela pele do cachaço pegando nas patinhas em baixo, pela orelha é doloroso e desconfortável
- Forma como pegamos no coelho é extremamamente importante pois pode-se partir um osso ou magoar o coelho
Conservação da dieta tem de ter cuidados especiais por ter vitamina C - conservada no frigorifico
gostam de ser manipulados na vertical
porque é um animal com enorme capacidade de visão, ou seja, em posição vertical ele consegue ver o que está à volta pois controla as coisas e sente-se confiante
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
 
Notas: 
• o nº de cromossomas é diferente entre animais de laboratório 
• animais humanized - novos modelos de investigação -> os animais têm um sistema imunitário semelhante ao do homem 
• Enriquecimento ambiental: serve para minimizar os comportamentos estereotipados (comportamentos repetitivos que indicam mau estar no animal); simples objetos 
para se esconderem, transportarem ou agarrarem contribuem 
• Numerar os animais: 
o Com símbolos (ex “|” é o 4 e “.” É o 1) 
o Deve-se marcar na cauda com 1 marcador (necessário fazer marcação a cada 3 dias); ou com tinta da china; ou fazer na orelha corte com u earpunch 
• Parâmetros fisiológicos: 
o Valores que independentemente da estirpe que têm uma linha de orientação - valores controlo 
o Os valores de controlo são temporais e podem variar com as condições ambientais 
o todas as experiências requerem que sejam feitas recolhas de sangue para fazer hematologia, função hepática e função renal para no final da experiência 
podermos comparar esses valores de inicio e fim de experiência 
o Quando sacrificamos os animais temos de recolher sangue para fazer hematologia e bioquímica sérica 
o Quando recolhemos tudo no final de uma experiência estamos a aplicar os 3Rs, n sendo necessário repetir ensaios com animais (para fazer o 
reaproveitamento e análise dos ratos após eutanásia necessitam de uma boa equipa (por volta de 16)) 
• vaginal plug (tampao vaginal): se cruzarmos o macho com a fêmea, no dia a seguir olhamos a vulva e verificamos que elas têm uma espécie de gelatina junto à vulva 
que significa que é o tal tampão que os machos libertam na ejaculação para impedirem que elas estejam com um macho 
Fatores ambientais dos ratos e murganhos: 
• Sobrepopulação e isolamento 
• Alimento e água 
• Qualidade do ar 
• Temperatura 
• Humidade 
• Luz 
• Som e barulho 
• Cama 
 
- punção intracardíaca (só fazemos se depois formos eutanasiar o animal porque pode envolver muitos danos na 
saúde do animal) 
- Também podemos fazer corte da ponta da cauda - animal enrolado num tubo de pano e depois corta a ponta 
da cauda para recolher as gotas de sangue 
- Parte externa podemos identificar um vaso sanguineo - veia marginal da orelha possivel proceder à administração de injeções intravenosas
 Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo 
 
Condições necessárias para a criação/manutenção de animais – informação geral 
Biotério: Qualquer local onde os animais são mantidos por um período superior a 12 horas; deve estar de acordo com a legislação aplicável – de acordo com a lei, podemos 
retirar os animais do biotério para procedimentos muito específicos e os animais devem ser levados numa gaiola em que o ambiente não contamine nem os animais nem o 
ambiente 
Alojamento Água Nº de animais Transporte e compra 
- gaiola Makrolon I, II, III, IV (diferem na área) 
- condições ambientais: ventilação da caixa 
(15 -20 mudanças opor hora), iluminação da 
sala, temperatura da sala (22+/-2ºC – pode 
ser controlada por um termostato e 
temporizador) e humidade da caixa 
- manutenção da higiene das gaiolas: 
Depende do tipo de cama que vamos utilizar, 
se usamos uma cada de carolo de milho 
(1x/semana) ou de aparas duras de madeira 
(2x/semana) 
- caixas: policarbonato ou polipropeno (são 
autoclaváveis); transparentes (para o 
investigador ver o animal mas tb para manter 
o bem estar animal, permitindo que ele 
possa ver o exterior); 
- Grelhas de metal: para suportar o alimento 
e água (espaço feito considerando os pellets 
das comidas e a parte de cima deve ser 
metálica) 
- Caixa IVC´s: tem uma tampa por cima, o 
IVCs é um sitio onde se coloca as gaiolas e o 
ar entre por um tubo – controla a entrada e 
saída do ar 
- deve ser verificada diariamente 
- quantidade e qualidade (análises 
periódicas) 
- esterilizada, destilada, autoclavada e 
acidificada) 
- deve ser mudada pelo menos uma vez por 
semana 
- Coelhos atualmente não tem biberon mas 
têm alimentador automático 
- Biberons castanhos serve para substancias 
fotossensiveis 
Depende de: 
- espécie/estirpe 
- sexo 
- idade 
- peso 
- tamanho do grupo de animais 
- familiaridade entre os animais 
- condição reprodutiva 
- o apêndice A deve ser consultado para 
saber o nº de animais que pudemos ter em 
cada caixa, consoante o peso 
- escolhemos as gaiolas Macron, consoante a 
área que precisamos de fornecer aos animais 
(penso que tb têm um site onde aconselham 
uma determinada gaiola consoante o peso) 
- caixa de transporte tem um filtro para eles 
não apanharem nenhum agente contagioso 
- a empresa que vende os animais tem de 
seguir as regras internacionais que indica no 
máximo 16 por gaiola 
- no transportador tem um registo 
computorizado da temperatura, que é 
entregue ao comprador, o momento da 
entrega 
- os animais ficam mais caros com a idade 
por causa dos custos de manutenção que a 
empresa sofreu 
- curva do crescimento - relaciona a idade do 
rato com o seu peso