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Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo RATO MURGANHO HAMSTER COELHO COBAIO/ PORQUINHO DA INDIA GERBILO CLASSIFICAÇÃO • Espécie: Rattus norvergicus • Ordem: Rodentia • Família: Muridae • Espécie: mus musculus • Ordem: Rodentia • Família: Muridae • Espécie: mesocricetus auratus (dourado ou sírio – mais usada), cricetulus griséus (chinês) • Ordem: Rodentia • Família: Cricetidae • Espécie: oryctologus cuniculus • Ordem: lagomorpha • Família: leporidea • Espécie: cavia porcellus • Ordem: Rodentia • Sub-ordem: Histricomorpha • Espécie: meriones unguiculatus • Família: cricetidae GENÉTICA É mais difícil fazer estirpes não consaguíneas e mantê-las em biotério. - Outbred: Charles river (CD); Inbred: Balb C (nudemouse – não tem SI), Híbridos F1; Mais murganhos - transgénicos que ratos. - Inbred: estirpe 2 e 13; - Outbred: dunkan- hartley; Hartley Outbred (permite extrapolar os valores para a população humana): • Wistar – 1ª estirpe a ser usada; albinos • Long Evans Inbred (para estudar terapias, pois os resultados não são afetados por fatores genéticos): • Fischer 344 (convulsões audiogénicas); • Híbridos F1 (cruzamento entre 2 inbred) TIPOS ECOLÓGICOS 1) Axénicos: sem flora microbiana. Muitas vezes são imunodeprimidos. 2) Gnotobióticos: conhecemos a flora microbiana especifica. 3) Specific germ free (SPF): animal do qual retiramos uma população microbiana específica. 4) Convencionais: flora microbiana normal. UTILIZAÇÃO • Hipertensão (envolve cirurgia - retirar 1 rim mais 2/3 do outro), • carcinogénese, • toxicologia, • teratologia, • embriologia, • farmacodinâmica (fase II de ensaios), • alcoolismo, • doenças infeciosas, • comportamento • Toxicidade, • carcinogénese, • reprodução • genética (multiplicam-se muito rápido e tem ninhadas muito grandes)… • testes farmacológicos • anticorpos • vacinas Dourado ou sírio - efeitos de hipotermia (tem características epidérmicas quando a temperatura desce e hibernam); - Cardiomiopatia; - Fisiologia da reprodução (rápida reprodução). Chinês (- usado) -Carie dentária; - Cariotipo -Modelo de diabetes mellitus (mais utilizado os ratos por serem mais fácil de manter) - possuem células Fármacos; Ateroesclorase; Testar cosméticos (agora proibido); imunologia - Otologia (ouvido semelhante ao humano); - Vacinas; - Provas de diagnóstico; - Estudos nutricionais - Ateroesclerose; - Metabolismo do colesterol – metabolismo muito idêntico aos humanos; - Enfarte cerebral- forte irrigação do cérebro (hemisférios com vascularização separada); - Epilepsia espontânea. raças: - New zeland white - american dutch (manchas pretas no pelo - californiano - flemish giant (pesa 16-18kg; tem pelo com mistura de cores ensaios ortppédicos - testar biomateriais - Produção de vacinas e anticorpos: produzidas em coelhos, por ser de facil acesso (orelha grande) e por ter grande quantidade de sangue raças: - inglês (tricolor com pelagem branca, mel e negra) - abissínio: pelo aos remoinhos - peruviano: pesa 1kg ingleses Têm a estrutura de ouvido e capacidade de captar o som muito parecido ao nosso rato do deserto como tem ataques epiléticos espontâneos, estes podem ser estudados sem ter os fatores associados à sua etiologia (não tem) a interferir Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo - doenças infeciosas - Oncologia (principalmente cancro oral) - imunologia - investigação radiobiológica (porque a radiação raio-X sobre estes animais não induz mutações) embrionadas que podem ser úteis para outras investigações COMPORTAMENTO Meigo, sociável (entram em stress quando ficam isolados), fácil adaptação a ambientes, exploradores e capacidade de aprendizagem (reconhece o manipulador). Pode haver um macho dominante. O passo é menos elegante que nos murganhos Quando estão nervosos abanam a cauda com o objetivo de sensação de localização e ganho de equilíbrio Só se tornam agressivos com o envelhecimento Os ratos comem as próprias fezes para aproveitamento de vitaminas (cropofagia)e devemos permitir que o façam Só as fêmeas é que fazem ninho Agressivos, (pode ser minimizada com atividade física na gaiola para manterem o dia ocupado) e facilmente entram em stress, barbeiro (retirar as vibriças dos outros animais), tem hierarquia, territoriais, noturnos, os machos fazem ninho ao, contrário dos ratos. Possuem um passo elegante (levantam a cauda para cima a andar) Solitário, territorial, muito agressivo (1 por gaiola), noturno, hibernam com a diminuição da temperatura, ativos (8Km). Adultos são territoriais, noturnos/diurnos( adapta-se bem ao meio ambiente), calmos e dóceis. - Hierárquicos, - Barbeiros (comum nos machos), - sociáveis, - vocalização e gritos (sinais de stresse extremo) - diurnos - reflexo de Preyner (contração do pavilhão auricular) Sociáveis, ágeis, ativos, noturnos, construtores, banhos de sol, Piscam olho. ALOJAMENTO - rato é predador natural de murganho logo não deve ser alojado na mesma sala. - as fêmeas também precisam de material para o ninho - podem ser alojados com outros ratos machos, porque normalmente só se tornam agressivos quando ficam mais velhos - menor frequência de limpeza das gaiolas, em comparação com os murganhos – 2 vezes por semana (os machos gostam de sentir o próprio cheiro então deve-se colocar um pouco do seu pelo na nova cama) - fêmeas e machos necessitam de material para fazer o ninho. - pode haver a necessidade, consoante a estirpe, de os alojar individualmente porque eles tem tendência a lutar uns com os outros, a não ser que crescem juntos desde jovens - necessário limpar as gaiolas com mais frequência (1 a 2 vezes por semana, se for IVC’s é a cada 2 semanas) - quando mudamos a gaiola nunca podemos mexer no ninho, porque ao induzirmos stress naquela gaiola, a fêmea come as crias - Individual (precisam de muito espaço) - coprofagia (próprias fezes), - fotoperíodismo. - enriquecimento ambiental: roda para fazerem exercício - 1 macho por gaiola: agressivos entre si (castram-se uns aos outros); - Fêmeas podem ser alojadas em conjunto menos quando parem; - Gaiola tem de permitir um fácil escoamento da urina (recolhem fezes ricas em fibra diretamente do anus- cecotrofia); - Urina rica em amoníaco – cheiro intenso - trocar parte inferior todos os dias. - permitir que os coelhos façam ecotrofia - Em grupo; - Altura da gaiola tem de permitir que se ponham em pé; - Cuidado com o ruído por causa do reflexo de preyner - Gaiola alta por causa dos membros posteriores grandes; - Por casais; depende da pelagem - albinos são noturnos cortam o pelo uns dos outros capacidade de ouvir o barulho e mover a orelha em direção à fonte de onde veio o barulho cama: carolo de milho - Fiel - só cruza com aquela femea e nunca com outra, se desfizermos o casal não há mais descendencia fazem túneis - se não lhes damos atenção, eles dão pancadas na gaiola - piscam o olho se gostarem da pessoa cama: como o coelho e cobaio e adequada às suas atividades construtoras - o gerbilo ajuda as fêmeas a cuidar das crias Rato murganho hamster coelhocobaio gerbilo - nem devemos mudar a caixa de a ninhada tiver 4 dias - a cama convém que seja policarbonato duro porque assim podem ser autoclavada, estando sempre esterilizada - enriquecimento ambiental: música clássica minimiza os comportamentos estereotipados - Gaiolas transparentes com grelha e biberon com ponta metálica (prevenir os microrganismos) ; - Ventilação constante; - Humidade controlada (45 a 65% - fator + difícil de controlar): < 35% podem ter problemas respiratórios; pele seca; canibalismo; diminuição da fertilidade; > 80% favorece infeções fúngicas (através da comida), maior acumulação de resíduos e tóxicos, menor higiene e problemas de pele - ring tail: cauda contraída característica da diminuição de calor e humidade - Temperatura 20±2ºC: não podem ter temperaturas muito altas nem muito baixas, para não alterar a quantidade de água e alimento que ingerem; no entanto quando estão no rack, as gaiolas de cima ficam mais expostas à luz e temperaturas mas altas, e vice versa para as caixas do fundo; diferença de 5ºC do interior para o exterior da caixa) - Iluminação: são noturnos – fotoperiodismo (se no biotério estiver a luz acesa, eles dormem durante todo o período de luz; num biotério, devem ser mantidos a um regime de 12h de luz diárias (as mudanças deveriam ser graduais)); os albinos são mais sensíveis, pelo que o máximo ideal de luz são 25 lux e para não albinos 100lux (acima dos 200lux induz danos na retina a melhor performance reprodutiva é atingida com ciclos de 10hescuro/14h luz porque comem menos - som e barulho: são muito sensíveis (em especial os ratos Fisher 344 que têm convulsões e ataques epilépicos por causa do ruído); deve ser abaixo dos 20Hz (acima deste é induzido stress) - tipos de cama: carolo de milho (é a melhor - maior capacidade de absorção e de reter o odor da urina); aparas duras de madeira (é a pior – além de ser rica em amoníaco o que deixa muito cheiro, não absorve a urina); papel; teixo - Enriquecimento ambiental: rolos de PVC e de papel; blocos de madeira; também poderia ser posto um labirinto mas pode não haver espaço na gaiola - Material para ninho: colocar na gaiola algodão/papel - As condições criadas no interior da caixa formam um microambiente. Para se proteger da luz, frio, e a si próprios, os murganhos constroem ninhos no interior da caixa. - A posição da caixa na rack também influencia este microambiente, tal como o número de animais na caixa - Os ninhos são uma boa forma de avaliarmos se os animais se encontram saudáveis – neste caso constroem ninhos completos; Ninhos incompletos são indicador de problemas no animal importante para eliminar os cheiros - gaiolas metálicas - Instalações dos coelhos requer uma ventilação especial porque a urina deles tem um cheiro muito intenso, tem de ter condições para comerem as próprias fezes eles produzem fezes moles e duras, durante a noite eles comem as moles porque é muito rico em fibras - necessitam de material para fazer ninho (palha; papel de tras) - enriquecimento ambiental: chaves de bebes e brinquedos que fazem barulho são os preferidos - Higiene: deve ser diariamente higienizada com desinfetante por causa do cheiro Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo - muitos animais nas gaiolas causam stress - normalmente os machos são os mais agressivos - há diferenças entre estirpes: uns são mais meigos que outros CARACTERÍSTICAS ANATÓMICAS E FISIOLÓGICAS - corpo cilíndrico; - cabeça cónica; - membros curtos; - Longevidade 3.5 anos; - Urina com Ph muito alcalino; - Crescimento contínuo; - - Membros curtos; - orelhas redondas e eretas (importantes porque ao serem albinos têm visão mais sensível que é compensada pela audição); - cauda sem pelo (andam com a cauda levantada – elegantes) - Longevidade: 1.5 a 3 anos; - Gordura castanha (promove a termogénese e ha em maior quantidade em animais mais jovens e vai desaparecendo. No entanto, nos murganhos esta continua igual) - Cauda sem pelo e mais levantada (não arrasta o ânus no chão); - Macho maior que a fêmea; - Glândula harderiana - Longevidade 18-24 meses; - Fêmea maior que macho; - membros curtos - orelhas proeminentes - cauda curta - Glândula de flanco (na pata que liberta uma feromona que serve para marcar o território) - 5 pares de mamas; - Urina turva com cristais (proteinúria) – devido aos cristais e proteínas a urina tem coloração branca - Longevidade 5-6 anos; - Fêmea maior que macho; - órgãos linfoides; - olho: membrana nictitante; visão binocular (190º); glândula harderiana - esqueleto muito leve – ossos com densidade mineral muito inferior – fraturam facilmente; - glândula mamária - Macho maior que a fêmea; - Longevidade 4-5 anos; - Bolhas timpânicas muito desenvolvidas; - Longevidade 3-4 anos; - Macho maior que femea; - Orelhas proeminentes; - Cauda comprida; - Glândula sebácea; - Glândula harderiana; - Glândula adrenal ligeiramente separada do rim; - Urina alcalina; - Circulo de willis incompleto (irrigação diferenciada do cérebro) - Glândula harderiana: atrás dos olhos, sintetiza uma lágrima rica em porfirina de cor vermelha - hemoglobina (cromodracriorreia). Presente quando os animais deixam de fazer grooming (doentes). - 6 pares de mamas (observáveis na fase de lactação) – muita amostra para indução de cancro da mama; - Macho maior que a fêmea TRATO GASTRINTESTINAL - Ausência de vesicula biliar – produz bilis no fígado, diretamente drenado para intestino; - Pâncreas difuso (pâncreas diferente do homem e não é possível identificar macroscopicamente); - Muitas glândulas salivares Com vesícula biliar; - Dentes incisivos e molares; - sínfise mandibular (separadas por espacinho); - Estômago glandular e aglandular; - bolsas submaxilares: aloja comida e filhos em condições de stress (escondem o que gostam quando se sentem ameaçados); - Intestino adaptado à absorção de agua (grosso e comprido) - Só não tem caninos; - estômago normal; - tem vesicula biliar, - ceco desenvolvido - pseudoruminação ou cecotrofia; Dentes molares - Dentes incisivos (crescimento continuo) e molares; Não tem caninos nem pré- molares; - Estômago glandular e aglandular dividido por uma prega; - Dentes incisivos (crescimento continuo) e molares; - Não tem caninos nem pré-molares; (necessitam de alimento duro para desgastar os dentes porque quando cresce demais começa a enrolar e a danificar a gengiva; como só comem comida mole que é hipercalórica, damos lhes blocos de madeira para a gaiola para eles puderem desgastar os dentes) - Estômago glandular e aglandular; SEXAGEM Pela distância entre o orifício anal e abertura uretral (maior nos machos) - distância (Igual ao rato) - palpação abdominal (em stress, colocam os testículos Igual ao rato e murganho - Vê-se pela compressão na zona. Igual ao coelho por compressão Igual ao rato - depositam muito tecido adiposo muito desenvolvido, porque todos os animais que comem muita fibra tem um ceco grande porque é nele que reside a flora bacteriana que ajuda a fazer a digestão da erva, palha, feno, . Se o coelho não fizer isto morre, para fazer pseudoruminação é necessario garantir segurança ao coelho e de sossego - processo vermiforrme: parecido ao nosso apendice - produz muitas células do sistema imunitário 3% da massa corporal do corpo compacto - Coberta pelo pelo, apenas quando a coelha parir ela rapa o pelo todo para as crias ficarem quentes - 3 pares, mas parem mais de 6 coelhos - mamam à vez e bebem muita agua estrutura que protege o olho de agressões para conseguirem sobreviver, vê por trás se carregarmosno penis, ele sai para fora - corpo compacto - cauda pequena - patas pequenas - come fezes sem cauda - patas compridas atrás e pequenas à frente - a glândula sebácea serve para marcar o território - glândulas mamárias: 6 pares a urina com pior cheiro é dos murganhos e dos coelhos e murganho Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo - fêmea possui um aparelho reprodutor semelhante ao humano, enquanto que o macho tem uma próstata dividida em 5 partes para dentro do abdómen e depois não conseguimos distinguir se é macho ou fêmea, nesse caso temos de ver pela distância) Quando mais velhas pode ser ver pelo duplo queixo (não muito fiável) - devemos distinguir pela genitália externa - os machos têm os testículos perto do orifício - as fêmeas têm o orifício urogenital muito próxima do ânus REPRODUÇÃO - Poliestricas continuas; - Puberdade 6-8 semanas, - Efeito de Whitten (fêmeas na mesma gaiola ficam em anestro, junção de macho (feromonas ou cheiro) induz cio); - Monogâmicos ou poligâmicos (1macho para 2-6 fêmeas) - 21 dias de gestação; - Desmame entre 3-4 semanas; - nº de crias: 10-12 - Poliestricas continuas (ovulação espontânea); - Puberdade 7-8 semanas, - Efeito de Whitten; - Efeito de Bruce: fêmeas grávidas, entra o macho, elas abortam e ele engravida-as; - Efeito de Lee-boot: fêmeas entram juntas em anestro. - Mono e poligâmicos (não é aconselhável cruzar 2 machos e 1 fêmea porque podem se tornar agressivos e matam e comem a fêmea) - diagnostico de gestação: pelo vaginal plug (tampão vaginal); - 19-21 dias de gestação; - Desmame entre 20-25 dias; - nº de crias: 5-9 - Poliestricas continuas; - Puberdade 6-8 semanas, - Monogâmicos ou poligâmicos (+fêmeas para 1macho); - 16 dias de gestação; - Desmame aos 21 dias; Canibais; - libertam feromonas pela gladula do flanco para marcação de território - nº de crias: 4-16 - canibais (comem as crias) - se deixarmos muito tempo na gaiola as crias, após o nascimento, os machos cruzam as filhas e irmãos entre si) - Puberdade: 3.5 – 9 meses (depende da raça, qt maior o porte, maior o período) - desmame: 28-30d - fêmea vai à gaiola do macho; - duração da gestação: 31-33d (descanso entre gestações de 2-3 meses) - monogâmico ou poligâmico (1 macho para 2-5 fêmeas) - ninho feito do pelo que recobre o abdómen. - A coelha tem um ciclo de recetividade ao acasalamento; estando recetivas ao acasalamento cerca de 14 em cada 16 dias. - diagnóstico: Palpação abdominal: dia 12 após a cópula; ultrassom Nº de crias: 2-15 - Os conteúdos de fibras da dieta da fêmea influenciam a qualidade do ninho, onde fibras inadequadas têm um efeito prejudicial. - Caixas-ninho: adicionadas à gaiola 28 a 29 dias após o cruzamento. Se as caixas forem adicionadas muito cedo, elas ficarão contaminadas com urina e fezes; basta 1 dia antes, a coelha puxa os pelos do seu corpo e constrói um ninho na caixa-ninho - Inicio aos 7 meses; - Poliestricas continuas; - Cruzamento monogâmico; - Membrana vaginal; - Diagnóstico de gestação por aumento da massa corporal; - Omníveros Omníveros Herbívoros Herbivoros; Cecotrofia; - se tivermos uma ninhada em que a mãe morre, tentamos junta-los a outra ninhada que tenha parido ao mesmo tempo. Para a mãe adotiva não matar os filhos adotivos, colocamos vicks no focinho da mãe para ela não reconhecer que são estranhos. nos machos mãe é necessário vicks - Adoção: misturar as crias adotivas (nos 1os 3 dias), cobertos com o pelo da coelha adotiva, com as crias de uma coelha com uma ninhada menor - As crias de coelho nascem sem pelo, cegas e surdas. - Problemas na reprodução dos coelhos: liberdade de movimento limitada; comportamento estereotipado; inquietação; perturbação do comportamento sexual e da amamentação; canibalismo diagnóstico: vaginal plug diagnóstico: alteração da massa corporal ou ecografia coelha: ovulação induzida por cobrição; não tem cio quando vao parir começam a tirar o pelo como um íman - Tem cio ou ecografia Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo NECESSIDADES ALIMENTARES - Tem muita necessidade em comida calórica, que é mole e devemos tentar colocar comida mais dura ou brinquedos para eles desgastarem os dentes - alimentados ad libitum (alimento sempre disponível e eles apenas comem o que precisam) – pode induzir obesidade; regimes de restrição estão associados a menor morbilidade e motilidade - alimentados ad libitum (alimento sempre disponível e eles apenas comem o que precisam) – pode induzir obesidade; regimes de restrição estão associados a menor morbilidade e motilidade - comedouro deve ficar cheio para produzir algum peso para o animal conseguir morder o alimento – se não tiver cheio, eles podem não conseguir morder o alimento e entram em stress e não comem - alimento fornecido sob a forma de pellets - Biberões com tetina: risco de obstrução e de extravasão de água para a cama (redução da temperatura, facilita propagação de agentes, problemas de pele) - Deve ser mudada pelo menos uma vez por semana - Administração de medicamentos: pellets; gelatina concentrada; bolacha maria (é porosa e absorve o medicamento) Aporte de vitamina C (coloca-se na água) – ausência da enzima L- gulonolactona oxidase - temos de saber se vamos comprar comida para reprodutores (dieta energeticamente mais ricas), de manutenção (dieta normal) - fêmeas que pariram têm muita sede e devemos dar o dobro da água PREVENÇÃO DE DOENÇAS Filtros, desinfeção, quarentena (1 semana), vigilância ideal diária, mas pode ser 1 vez por semana. Igual ao dos ratos exceto: Acidificação da água com lixivia (reduz bactérias). Evitar lutas ( lutam muito entre si e por vezes desenvolvem os abcessos e temos que os drenar com uma agulha) Controlar temperatura ( ficam debilitados porque para hibernar necessitam de ter depósitos de gordura), iluminação e humidade MANIPULAÇÃO (HANDLING) - Não pegar pela ponta da cauda, mas sim pela base de forma rápida – mecanismo de defesa: partem a cauda. - Esconder a cabeça na junção do braço e fazer festas para tranquilizar o animal. - Conter a cauda para evitar que a abane. - Habituar o animal ao manuseador, colocando a mão primeiro na gaiola. - Em procedimentos invasivos colocar o animal no bolso da bata; - contenção com um pano; - colocar dedos por baixo da cabeça do rato para evitar mordedura. - nunca se coloca o rato em cima de uma grelha, porque pode fraturar a unha e provocar hemorragia grave. Muito semelhante - podemos agarra-los pelo meio da cauda, final da cauda, (eles não rodam como os ratos); se agarrarmos na base ele pode morder e é muito agressivo- imobilização: dedo segura na pata, outro no dorso - Pegar por baixo ou prega na pele na região intraescapular (atrás do ombros) – praticamente não tem cauda; - Também pode usar a técnica de colocar a mão na gaiola - não dá para agarrar pela cauda, fica nervoso se não conhecer a pessoa Pega-se pela região intraescuplar, coloca-se a mão direita por baixo do coelho e à medida que levanta seguras nos membros posteriores e nunca pelas orelhas. Dedos da mão tem de ficar entre as patas; Tapar com um pano (por causa da visão binocular) Nervosos e escorregadios Sempre na posição vertical; Colocar a mão dentro da gaiola; COLHEITA DE SANGUE - seio orbital; - veia média da cauda; - Sítio para pegarno coelho é pela pele do cachaço pegando nas patinhas em baixo, pela orelha é doloroso e desconfortável - Forma como pegamos no coelho é extremamamente importante pois pode-se partir um osso ou magoar o coelho Conservação da dieta tem de ter cuidados especiais por ter vitamina C - conservada no frigorifico gostam de ser manipulados na vertical porque é um animal com enorme capacidade de visão, ou seja, em posição vertical ele consegue ver o que está à volta pois controla as coisas e sente-se confiante Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo Notas: • o nº de cromossomas é diferente entre animais de laboratório • animais humanized - novos modelos de investigação -> os animais têm um sistema imunitário semelhante ao do homem • Enriquecimento ambiental: serve para minimizar os comportamentos estereotipados (comportamentos repetitivos que indicam mau estar no animal); simples objetos para se esconderem, transportarem ou agarrarem contribuem • Numerar os animais: o Com símbolos (ex “|” é o 4 e “.” É o 1) o Deve-se marcar na cauda com 1 marcador (necessário fazer marcação a cada 3 dias); ou com tinta da china; ou fazer na orelha corte com u earpunch • Parâmetros fisiológicos: o Valores que independentemente da estirpe que têm uma linha de orientação - valores controlo o Os valores de controlo são temporais e podem variar com as condições ambientais o todas as experiências requerem que sejam feitas recolhas de sangue para fazer hematologia, função hepática e função renal para no final da experiência podermos comparar esses valores de inicio e fim de experiência o Quando sacrificamos os animais temos de recolher sangue para fazer hematologia e bioquímica sérica o Quando recolhemos tudo no final de uma experiência estamos a aplicar os 3Rs, n sendo necessário repetir ensaios com animais (para fazer o reaproveitamento e análise dos ratos após eutanásia necessitam de uma boa equipa (por volta de 16)) • vaginal plug (tampao vaginal): se cruzarmos o macho com a fêmea, no dia a seguir olhamos a vulva e verificamos que elas têm uma espécie de gelatina junto à vulva que significa que é o tal tampão que os machos libertam na ejaculação para impedirem que elas estejam com um macho Fatores ambientais dos ratos e murganhos: • Sobrepopulação e isolamento • Alimento e água • Qualidade do ar • Temperatura • Humidade • Luz • Som e barulho • Cama - punção intracardíaca (só fazemos se depois formos eutanasiar o animal porque pode envolver muitos danos na saúde do animal) - Também podemos fazer corte da ponta da cauda - animal enrolado num tubo de pano e depois corta a ponta da cauda para recolher as gotas de sangue - Parte externa podemos identificar um vaso sanguineo - veia marginal da orelha possivel proceder à administração de injeções intravenosas Rato murganho hamster coelho cobaio gerbilo Condições necessárias para a criação/manutenção de animais – informação geral Biotério: Qualquer local onde os animais são mantidos por um período superior a 12 horas; deve estar de acordo com a legislação aplicável – de acordo com a lei, podemos retirar os animais do biotério para procedimentos muito específicos e os animais devem ser levados numa gaiola em que o ambiente não contamine nem os animais nem o ambiente Alojamento Água Nº de animais Transporte e compra - gaiola Makrolon I, II, III, IV (diferem na área) - condições ambientais: ventilação da caixa (15 -20 mudanças opor hora), iluminação da sala, temperatura da sala (22+/-2ºC – pode ser controlada por um termostato e temporizador) e humidade da caixa - manutenção da higiene das gaiolas: Depende do tipo de cama que vamos utilizar, se usamos uma cada de carolo de milho (1x/semana) ou de aparas duras de madeira (2x/semana) - caixas: policarbonato ou polipropeno (são autoclaváveis); transparentes (para o investigador ver o animal mas tb para manter o bem estar animal, permitindo que ele possa ver o exterior); - Grelhas de metal: para suportar o alimento e água (espaço feito considerando os pellets das comidas e a parte de cima deve ser metálica) - Caixa IVC´s: tem uma tampa por cima, o IVCs é um sitio onde se coloca as gaiolas e o ar entre por um tubo – controla a entrada e saída do ar - deve ser verificada diariamente - quantidade e qualidade (análises periódicas) - esterilizada, destilada, autoclavada e acidificada) - deve ser mudada pelo menos uma vez por semana - Coelhos atualmente não tem biberon mas têm alimentador automático - Biberons castanhos serve para substancias fotossensiveis Depende de: - espécie/estirpe - sexo - idade - peso - tamanho do grupo de animais - familiaridade entre os animais - condição reprodutiva - o apêndice A deve ser consultado para saber o nº de animais que pudemos ter em cada caixa, consoante o peso - escolhemos as gaiolas Macron, consoante a área que precisamos de fornecer aos animais (penso que tb têm um site onde aconselham uma determinada gaiola consoante o peso) - caixa de transporte tem um filtro para eles não apanharem nenhum agente contagioso - a empresa que vende os animais tem de seguir as regras internacionais que indica no máximo 16 por gaiola - no transportador tem um registo computorizado da temperatura, que é entregue ao comprador, o momento da entrega - os animais ficam mais caros com a idade por causa dos custos de manutenção que a empresa sofreu - curva do crescimento - relaciona a idade do rato com o seu peso