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Perda súbita de visão Baixa de visão - Unilateral: direciona para problemas nos olhos - Bilateral: podem indicar principalmente doenças neurológicas sistêmicas - Presença de dor: inflamação ocular ou do nervo óptico ou alguma associação neurológica. A dor pode ser uma cefaleia ou na região periocular - Olho vermelho: hiperemia ocular associada à perda de visão mostra uma inflamação no olho, direcionando as hipóteses diagnósticas SINTOMAS · Alguns minutos, poucos dias · Visão borrada, nuvem, cortina · Ausência total · Flashes de luz · Floaters (moscas) · Uni/bilateral · Perda de campo visual · Dor · Olho vermelho (hiperemia) *estereopsia – noção de profundidade EXAME FÍSICO - Acuidade visual - Tela de amsler - Campo visual de confrontação - Reflexos pupilares (DPA-SNC) – neurite óptica ou neuropatia óptica isquêmica anterior · Direto – nervo óptico · Reflexo consensual – olho oposto (miose-n. oculomotor) - Biomicroscopia - Tonometria - Mapeamento de retina - Avaliação clínica (arterial sistêmica, diabetes e hipercolesterolemia Reflexo fotomotor direto = miose após estímulo luminoso. Reflexo consensual: miose no olho não estimulado pela luz Estímulo luminoso: olho do teste – miose (caso não ocorra – defeito no n. óptico) Olho oposto ao do teste – miose (caso não ocorra – defeito no n. oculomotor) *Teste visual de confrontação Unilateral Com dor – sem hiperemia · NOIA arterítica · Neurite ópticaNOIA -A Neurite óptica Inchaço pálido do disco · NOIA arterítica · Reumatológica, causada por arterite de células gigantes, com arterite temporal endurecida e palpável – artéria temporal superficial não pulsátil · Defeito atitudinal por nutrição em somente uma parte do nervo, o qual a artéria inerva · Entre 60-70 anos, sem reversão e com acometimento bilateral a longo prazo. Paciente demora com diagnóstico · Paciente claudica na mastigação, com muita dor e com alterações na face, gerando parada na mastigação · Defeito pupilar aferente (DPA) · Edema de papila e palidez eventual · Neurite óptica: olho branco, com inflamação do n. óptico, normalmente em mulheres, jovens, com queixa de baixa visão, unilateral, com dores no fundo do olho, uma das causas mais comuns é a esclerose múltipla, em que a desmielinização gera o dano e a dor. Paciente relata cansaço e fraqueza muscular. Neurite é inflamatória e melhora facilmente na maioria das vezes. Além disso, pode apresentar exame de fundo de olho normal - Olho calmo, sem hiperemia, dolorido (cefaleia ou a movimentação) e unilateral. Com baixa visão – pensar em NOIA ou neurite Unilateral Com dor – com hiperemia CERATOCONE AGUDO · Glaucoma agudo · Uveíte · Ceratocone agudo/ hidrópsia GLAUCOMA AGUDO Uveíte · Uveíte · Dor unilateral, fotofobia, vermelhidão e secreção aquosa · Infecciosa (varicela-zoster, tuberculose, sífilis); não infecciosa (AIJ, sarcoidose, LES) ; mascarada (neoplásica e não neoplásica) Unilateral sem dor – sem hiperemia · Hemorragia vítrea · DMRI · Amaurose fulgaz · Oclusões vasculares · NOIA- NA · Amaurose fugaz: · Idosos que queixam-se de 15 minutos sem enxergar (cortina descendo sobre o olho) · Embolia na retina: doença ipsilateral da carótida (placas de ateroma) ou êmbolos de origem cardíaca · Pedir avaliação da circulação carotídea · Hemorragia vítrea · Rupturas de vasos sanguíneos · Visão embaçada e “moscas volantes” · Baixa porque o sangue vaza e faz uma hemorragia – o vítreo, que é totalmente transparente, fica vermelho muito escuro por causa do sangue · Causa mais comum: retinopatia diabética · Outras causas: trauma, oclusão venosa · Descolamento de retina · Separação da retina neurossensorial do epitélio pigmentado da retina – gera acúmulo de fluido subretiniano entre essas estruturas · Paciente refere pontinhos no olho (luzes piscantes – fotopsia) e uma parte preta começando a aparecer · Normalmente é um paciente míope 6/7 graus · Retinopatia diabética proliferativa; trauma · A ruptura da retina estará no quadrante oposto ao que aparece o defeito no campo visual · Defeito pupilar aferente relativo – quando o descolamento de retina é extenso · Degeneração senil macular exsudativa · Ocorre em pacientes idosos caucasianos que possuem histórico familiar e geralmente são fumantes · Principal causa de perda visual em idosos em países desenvolvidos · Achados clínicos: drusas e alterações do epitélio pigmentado da retina. · Pode ser seca (não exsudativa) ou exsudativa · NOIA – NA: Neuropatia óptica isquêmica anterior Não Arterítica · Oclusão das artérias ciliares posteriores curtas – resulta em infarto da cabeça do n. óptico · Perda de visão indolor súbita, geralmente ao acordar Bilateral sem dor – sem hiperemia · Hipotensão postural · Idosos, diabéticos, hipovolemia, vasodilatadores ou diuréticos · Perda visual associada a tontura, mal-estar síncope · Diminuição do fluxo sanguíneo cerebral · Perda visual é transitória · Avaliação clínica · Fadiga · Leve, desconforto ocular e embaçamento visual relacionado a leitura prolongada ou a trabalho por muitas horas seguidas · Erro refracional, presbiopia, iluminação inadequada e desvio ocular latente · Cessar leitura; prescrição de lentes; orientações sobre postura e iluminação para leitura Bilateral com dor – sem hiperemia · Aumento da pressão intracraniana · Cefaleia, vômito em jato, papiledema Bilateral com dor – com hiperemia · Uveíte