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1 Maria Eduarda Mendes - 103 Acessos a Cavidade Abdominal LAPAROTOMIAS ✤ A partir de 1988, o avanço tecnológico na área médica permitiu o desenvolvimento da vídeo-laparoscopia, que vem gradativamente substituindo a laparotomia convencional em vários procedimentos intracavitários. O método consiste em pequenas incisões na parede abdominal e o uso de equipamentos ótico-eletrônicos. ✤ Laparotomia (laparon = flanco + tome = corte = ia) ✤ Celiotomia (celio = abdome +tome = corte + ia ✤ Etapas da laparotomia 1. Laparotomia - abertura cirúrgica da cavidade abdominal 2. Exploração da cavidade abdominal para avaliar a extensão da patologia e para identificar outras possíveis patologias não diagnosticadas previamente 3. Realização da cirurgia propriamente dita 4. Inventário ou revisão da cavidade abdominal para que se tenha certeza de que a cirurgia está completa e bem feita e para verificar se não foram esquecidos corpos estranhos na cavidade (compressas, gazes, agulhas, etc) 5. Fechamento da cavidade, procurando respeitar a anatomia encontrada previamente 2 Maria Eduarda Mendes - 103 Etapas: ➢ Musculatura lateral e a fáscia anterior se fundem na linha média. ➢ Temos várias planos, cada uma com inervação e vascularização próprias que devem ser respeitadas na laparotomia. • Pele • Subcutâneo • Fáscias • Fáscia superficial • Fáscia profunda • Músculos • Retos abdominais • Oblíquos interno e externo • Transverso • Fáscia transversa • Peritôneo • Irrigação sanguínea e inervação ➢ Nessa imagem, tiramos a fáscia anterior, e vemos a borda lateral do musculo reto - que é de fácil acesso, mas acaba sendo mais difícil devido a grande quantidade de nervos que inervam o m. reto abdominal e passam por ali. Assim se eu fizer uma incisão muito ampla ali, eu vou lesar os nervos e paralisar os músculos. ➔ As aponeuroses abraçam o reto e se fundem na linha média ou linha alba - Ponto de incisão cirúrgica (pele – subcutâneo – linha média – entrei na cavidade) 3 Maria Eduarda Mendes - 103 ➢ Nessa imagem as fáscias da parede da musculatura lateral. Temos uma fáscia anterior, posterior que se fundem na borda lateral do musculo reto abdominal, abraçam o musculo reto abdominal e voltam a se fundir na linha média. ➢ Lembrando que: Aponeurose posterior – inferiormente essas fáscias não abraçam o reto, mas são lançadas anteriormente ao musculo pra reforçar a parede do reto, para tolerar mais exercício. OBS: 2 pontos bons de incisão cirúrgica – linha média e linha paramediana (linha lateral do musculo reto) 4 Maria Eduarda Mendes - 103 ➢ Vascularização do abdome é feita pela artéria epigástrica superior (que é um prolongamento da artéria torácica interna, antes chamada de mamaria = a artéria epigástrica inferior, que é ramo das ilíacas) ➢ Epigastrica inferior se anastomosa com a epigástrica superior – maior anastomose do corpo 5 Maria Eduarda Mendes - 103 ✤ Divisão Do Quadrantes Do Abdome Saber o que tem em cada quadrante, e pra que serve uma incisão em cada quadrante. ✤ Classificação das laparotomias Quanto à finalidade: ❖ Eletivas: quando têm um objetivo definido e conhecido - já sei o que vou operar ➢ Aquela que eu tenho tempo de marcar, fazer os exames. ❖ Exploradoras: quando o objetivo é definir diagnóstico - exp: paciente em abdome agudo, paciente com choque hipovolêmico, preciso saber o que está causando 6 Maria Eduarda Mendes - 103 ❖ Exploradora eletiva: Paciente tem alguma patologia clínica, exemplo uma mulher que eu suspeito que tenha endometriose, cisto de ovário, eu posso fazer uma laparotomia exploratória eletiva, para fechar diagnostico ❖ Via de drenagem de coleções líquidas - exemplo para drenar um abcesso causado por uma diverticulite Com relação à cicatriz umbilical: ❖ Supra-umbilical (acima da cicatriz umbilical sejam obliquas, transversas, verticais) ❖ Peri-umbilical (região da cicatriz- ao redor) ❖ Infra-umbilica (abaixo) ❖ Trans-umbilicais (passando por cima da cicatriz) Com relação à linha média do abdome: ❖ Medianas - sobre a linha média: • supra-umbilical • infra-umbilical • xifo-púbica (do apêndice xifoide até o púbis - incisões amplas – melhor incisão para laparotomia exploratória, da acesso a todas as cavidades abdominais) ❖ Paramedianas - faço uma incisão paralela a linha média, pode ser direita ou esquerda (abro pele e subcutâneo e ai dou de cara com o msuculo) ➢ Com relação aos músculos retos - como vou abrir: ➔ Transretais - por divulsão Abro no meio do musculo, mas ali sangra muito, então se: paciente tem uma musculatura muito espessa eu não abro por ali pq vai sangrar muito tem uma musculatura bem delgada, abro por divulsão) Assim em casos de pacientes com musculatura muito espessa, eu posso fazer uma incisão paramediana, sem abrir no meio do reto, eu afasto, 7 Maria Eduarda Mendes - 103 abro pele, subcutâneo, e na hora de chegar no musuclo eu abro pararretal interna: ➔ Pararretais: • Interna (Lennander – paramediana pararretal interna) Ao invés de entrar pelo meio eu faço uma incisão dando a volta pelo reto. supra-umbilical para-umbilical infra-umbilical xifo-púbica • Externa Entro externamente ao reto. supra-umbilical infra-umbilical (Jalaguier – paramediana pararretal externa infra-umbilical/ para operar apendicite) (OBS: Lembrar que todas podem ser a direita ou a esquerda) Incisão mediana (linha média – supraumbilical, infraumbilical, xifopúbica) Incisão transretal no musculo reto Incisão pararretal externa no musculo reto Incisão pararretal interna no musculo reto 8 Maria Eduarda Mendes - 103 Quanto à direção: ❖ Longitudinais ➔ Na D vemos que é um Jalaguier, ❖ Transversais ➔ D - vemos uma incisão transversa total infra-umbilical – muito usada em crianças (pq o bebe é mais largo que comprido) ➔ A – Transversa parcial, direita supra-umbilical. ➔ C- Transversa aciforme sobre o púbis (phannenstiel) ➔ Incisão transversa no ponto de McBurney - David 9 Maria Eduarda Mendes - 103 OBS: Incisão mediana é uma incisão retinha – abre pele, subcutâneo, linha media e peritônio no mesmo sentido – e ai a sutura é no mesmo sentido, assim a chance de ter decência é muito grande, tenho força de tensão em um ponto só. Incisão de pfannenstiel é e grelha, pois eu abro a pele e a aponeurose no mesmo sentido e ai, não corto o musculo reto abdominal no mesmo sentido, eu descolo a aponeurose até a cicatriz umbilical, e abro o reto abdominal na linha média. – Assim a chance de abrir é menor. • Abertura da parede abdominal em planos anatômicos • Sutura da parede abdominal em planos anatômicos • Peritônio – Categute, simples, 2.0, chuleio • Aponeurose – Vycril, 0, chuleio simples • Subcutâneo – Categute, ponto simples • Pele – Mononylon, 3.0, ponto simples ou donatti ❖ Oblíquas (Im. 1 - L/K/J/I) • Subcostal/ Kocher - pode ser a esquerda ou a direita (clássica de colecistectomia - I) • Incisão no ponto de McBurney (espinha ilíaca com a cicatriz umbilical - divide em 3 partes, o ponto é na junção com 2/3 com o 1/3 externo) • diagonal epigástrica - estrelada supra-umbilical • estrelada infra-umbilical - Mc Burney • lombo-abdominal • toracolaparotomia e toracofrenolaparotomi OBS: INCISÕES PARA APENDICECTOMIA: ➢ Longitudinal - de Jalaguier (D) 10 Maria Eduarda Mendes - 103 ➔ Ninguem faz mais, pois o nervo entrapor ali, mt comum ter plegia do m. reto ➢ Transversa – de Davis/ Elliot Babcock (rotineira – imagem 2: I) ➢ Obliqua – de Mcburney (k) ➢ Na imagem incisão Kocher a esquerda para fazer uma esplenectomia ❖ Combinadas Uso duas incisões para uma coisa só. Normalmente quando a cirurgia está com dificuldade técnicas e ai tenho que ampliar a incisão. Ela precisa respeitar vascularização e nervos tbm! Normalmente decidimos no momento da cirurgia - mas são uito traumáticas. • Rio Branco (A) – Faço lesão mediana e depois amplio: quando queremos operar o baço, e ai preciso aumentar pois não tínhamos acesso a ele • Kehr (em baioneta) • Mayo-Robson • Alfredo Monteiro 11 Maria Eduarda Mendes - 103 ✤ Considerações sobre as incisões ❖ O compromisso do cirurgião é com o doente, não com a via de acesso. ❖ A escolha da via depende da proposição cirúrgica. ❖ Grandes cirurgiões, grandes incisões? Não. O tamanho da incisão deve ser o tamanho da via de acesso. ❖ Não se deve dar maior importância à via de acesso que à própria cirurgia ❖ Dor pós-operatória / interferência com respiração Incisão ideal: • Rápido acesso à cavidade abdominal • Permitir boa amplitude de movimentos por parte do cirurgião • Reconstituição perfeita da parede sob o aspecto anatômico, funcional e estético • Permitir ampliação, se necessária • Gerar o mínimo trauma OBS: Mediana atende os 4 primeiros pontos, mas não é estética, quanto as obliquas são mais estéticas pequenininhas, e ela também causa uma maior trauma OBS: Quanto maior a incisão, maior o trauma cirúrgico, e maior as probabilidades de complicação – infecção, decência, e dor - mas se necessário devemos fazer, não podemos priorizar a estética quando precisa-se de incisões grandes, e também não só fazer incisões enormes como se não tivesse consequências. 12 Maria Eduarda Mendes - 103 Escolha da Incisão Longitudinal • Vantagens: ➢ Acesso mais rápido ➢ Abordagem a qualquer ➢ Possibilidade de ampliação ➢ Sem secção de musculatura e por isso tenho pouco sangramento • Desvantagens: ➢ Estética ruim ➢ Menor resistência (menos planos de sutura) ➢ Lesão nervosa na parede abdominal (paramedianas) Tranversa • Vantagens: ➢ Mais estética ➢ Fechamento por vários planos de sutura - menor chance complicações ➢ Respeitam a inervação da parede • Desvantagens ➢ Mais demorada ➢ Mais sangramento por causa do descolamento - aumenta chance infecção ➢ Exposição mais limitada (exceção – crianças, consegui acessar todas as estruturas) PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DA INCISÃO Deiscencia 13 Maria Eduarda Mendes - 103 ❖ Evisceração ❖ Eventração ❖ Hérnia Incisional ✤ Deiscência da parede abdominal ❖ Deiscência é o afastamento total ou parcial de um ou de todos os planos suturados (abriu o ponto) ❖ O preparo pré-operatório adequado do paciente, o uso de técnicas cirúrgicas primorosas e cuidados rigorosos com a antissepsia reduz o risco de deiscência de incisão cirúrgica ❖ Tipos de deiscência: Evisceração ➢ Abre toda a parede (pele, subcutâneo, aponeurose) e a alça saiu para fora ➢ Tratamento de urgência – tem que operar dnv Eventração ➢ Abre peritônio, aponeurose, subcutâneo, mas a pele continua integra, a alça está toda a pele ➢ Pode ser até 30 dias após a cirurgia ➢ Tratamento de urgência – mas se o paciente tiver mt grave, essa pode postergar um pouco a relaparotomia. 14 Maria Eduarda Mendes - 103 Hérnia incisional ➢ Eventração tardia, a pele, gordura, subcutâneo já estão cicatrizadas – só abre a aponeurose ➢ Alça intestinal empurra o peritônio e forma um saco herniário (que envolve as estruturas abdominais) ➢ eletiva OBS: Diferença entre eventração e hérnia incisional ➢ Eventração é agudo e eu não tenho um saco herniário O que faz a deiscência abrir – déficit de cicatrização /Infecção/ hipofluxo/ desnutrição CIRURGIAS MINIMAMENTE INVASIVAS É definida como cirurgia miniinvasiva, aquela em que o acesso ás cavidades corpóreas se faz através de incisões mínimas. A realização de procedimento cirúrgico com a exposição mínima das vísceras parece diminuir significativamente a dor e o trauma metabólico pos-operatorio Suas vantagens são: menor desconforto pós-operatóiro, altas hospitalar precoce e retorno mais rápido do paciente às suas atividades. Adicionalmente, tem-se redução sensível das complicações relacionadas com a parede (hernias, infecções,etc) ❖ Cirurgia Vídeo-laparoscópica ➢ Que mais se detacava ➢ Preciso transformar um espaço virtual em espaço real, pois na cavidade abdominal não tem um espaço real ➢ Equipamentos: • Laparoscópio ou óptica Entra dentro da cavidade abdominal Fornece imagens ampliadas Tubo metálico rígido 15 Maria Eduarda Mendes - 103 Sistema de lentes especiais no centro, cilíndricas e alongadas (rod-lens) Luminosidade, contraste, resolução muito superiores X lentes convencionais Tem um angulação de 30º - para facilitar a proundidade • Câmera de vídeo Transmitir a imagem final à unidade de processamento à qual se liga Reconstrução da imagem Possui funções: White balance e gain (intensificação de imagem) • Monitor Precisa de um monitor de alta resolução. Precisa ser de no mínimo 700 linhas • Fonte de luz Precisa ser fria Pode ter lâmpada de halogênio ou de xenônio Vai se adaptando ao meio • Insuflador Injeta CO² na cavidade a uma pressão (14 mmhg) e velocidade de fluxo (L/min) previamente estabelecida Sempre que houver diminuição do pneumoperitonio, a insuflação ocorre 16 Maria Eduarda Mendes - 103 Preciso criar pressão dentro da barriga – o insuflador é o principal responsável pelas complicações abdominais ➔ Síndrome do compartimento: Pessoa quebrou o braço e colocaram gesso - tava bem apertado, mas como o braço esta quebrado a pressão foi aumentando e começou a edemaciar, mas o gesso restringe o edema, e ai a pressão vai aumentando, e vence a pressão da artéria radial e a ulnar, e quando vence essa pressão não chega mais sangue no dedo – sd. do compartimento. Preciso abrir o gesso. A barriga pode fazer isso: vai jogando gás, gás, e aumenta a pressão dentro do abdome, que aumenta tanto que eleva o diafragma (pct não respira), comprime veia cava (sangue não chega), comprime a aorta (o que chega não sai), comprime artéria renal (insuficiência renal) Assim pra fazer esse pneumoperitonio, precisa fazer de maneira lenta e inferior a 15min/mercúrio. OBS: Se for acima de 20mmHg tenho colapso dos vasos abdominais e hipotensão importante, e se insuflar muito rápido eu estiro o peritônio e o paciente faz estimulo vagal, fazendo bradicardia e parada cardíaca. OBS: BASES FISIOLOGICAS DO PNEUMOPERITONIO Para realizar a laparoscopia há necessidade de tornar real a cavidade virtual do abdome. Para tanto, injeta-se um determinado gás dentro da cavidade, que promove a distensão da parede abdominal e o afastamento das alças intestinais. Na cirurgia toracoscópica, a simples introdução de trocarte no tórax já cria o pneumotórax, que é suficiente para permitir a visualização dos órgãos torácicos e a execução do procedimento. (o pneumoperitonio sai já ao tirar o trocater) ➔ Já se usaram muito gases, mas esse ar irrita o peritônio podendo causar dor abdominal, ou esse gás é muito absorvido promovendo alterações, por isso, hoje usamos CO² pois mesmo sendo absorvido a concentração e a passagem no sangue é mt baixa. 17 Maria Eduarda Mendes - 103 ➔ Como faço? Faço uma incisão na pele, normalmente na cicatriz umbilical, uso a pinça de Barcauss – coloco na aponeurose, faço a manobrada gota, colo a agulha de Veress, e vou insuflando ➔ A medida que vou insuflando o abdome vai distendendo, estou transformando o espaço virtual em real Complicações do pneumoperitonio ➔ Enfisema subcutâneo (gás no subcutâneo) +comum ➔ Enfisema do espaço pre-peritoneal (gás entre peritônio e aponeurose) + temidas: ➔ Insuflação de viscera oca (colocar a agulha de Veress dentro de uma viscera) ➔ Pneumotórax e pneumomediastino ➔ Embolia gasosa – coloco a agulha dentro de um vaso e insuflo, mortalidade alta ➔ De ordem metabólica e cardiorrespiratória ➢ Laparoscopia aberta Faço quando eu tenho duvida, dificuldade, quando o paciente já operou varias vezes, ai eu faço a aberta. Eu abro aponeurose e coloco o trocater sob visão direta e jogo o CO². ➢ Instrumentos básicos • Agulha de Veress • Trocateres: é o túnel por onde vamos passar a pinça. 18 Maria Eduarda Mendes - 103 • Redutores (sleeves) • Afastadores • Pinças de dissecção e de preensão Temos algumas pinças especiais, como a pinça de Hook - que é um gancho que ligamos no cautério e ajuda a dissecar. • Tesouras • Dissectores (Hook) • Porta-agulhas (needleholder) • Clipadores • Grampeadores (Stapers) • Aspirador ➢ Complicações da cirurgia laparoscópica 1. Bolha de gas entre a aponeurose e o peritônio formando um espaço pré-peritonial (Não é letal, mas dificulta) 2. Lesões vasculares 3. Lesões viscerais 4. Lesões termoelétricas (queima estruturas como alças intestinais) 5. Complicações infecciosas 6. Hérnias de parede (são menores, pois as incisões são menores, assim a probabilidade de dar é menor) ❖ Cirurgias Endoscópicas 19 Maria Eduarda Mendes - 103 Tem um endoscopio,que tem um canal de isntrumentação por onde passam várias pinças (pra tumor, agulha de esclerose, balçao de dilataçãoetc) ➢ Aqui vemos um pólipo, que é cauterizado e retirado. Fazemos isso a nível ambulatorial 20 Maria Eduarda Mendes - 103 ➢ Aqui vemos varizes de esôfago fazendo ligadura elástica. ➢ Estenose: de piloro ou de cardia que ele dilata ➢ Colangiografia ➢ Podemos fazer tbm por endoscopia uma Gastrostomia (mas nem todo paciente da pra fazer gastrostomia pro via endoscopia, como no paciente com câncer de esôfago por exemplo) 21 Maria Eduarda Mendes - 103 Cirurgia Robótica ➢ Consegue operar a distancia ➢ Mas o aparelho é mais sensível ➢ Está começando e não desenvolveu muito ➢ A vantagem é que ela tem uma riqueza de detalhes muito maior ➢ Mas ela é cara e a manutenção é cara. ➢ Muito vantajosa no câncer de próstata, vejo o limite do tumor e consigo ressecar sem deixar o paciente impotente e também em cirurgias neurológicas, pois como tem mais detalhes consigo preservar melhor partes mais sadias. ✤ NOTES Surgery (Natural Orifice Translumenal Endoscopic Surgery) São cirurgias por orifícios naturais. Aparelho + calibroso que o endoscópio Não foi pra frente - muito traumática ❖ Experimental ❖ University Centers ❖ Orificios podem ser: • Boca/ Estomago 22 Maria Eduarda Mendes - 103 • Vagina • Reto