Ed
há 2 meses
Para responder à pergunta sobre as características da via posterior na artroplastia total de quadril (ATQ), vamos analisar cada alternativa: a) É de fácil execução, é a mais estável, pouco risco de luxação, porém há risco de lesão dos abdutores. - Essa descrição não é precisa, pois a via posterior tem um risco maior de luxação. b) Não acomete inserções tendíneas, é mais trabalhosa, exigindo uma longa curva de aprendizado para os cirurgiões, há risco de lesão do nervo cutâneo lateral, porém o risco de luxação é menor. - Essa descrição se refere mais à via lateral ou anterolateral, não à posterior. c) Acomete inserções tendíneas, é menos trabalhosa, exigindo uma longa curva de aprendizado para os cirurgiões, há risco de lesão do nervo cutâneo lateral, porém o risco de luxação é menor. - Essa descrição não se aplica à via posterior, que é mais complexa. d) É a menos usada, provê uma boa exposição do acetábulo e canal femoral, acarreta em menos complicações no glúteo médio e de trombose venosa profunda (TVP), porém pode ser menos instável quando comparada com outras vias de acesso. - Essa descrição não é correta para a via posterior, que é bastante utilizada. e) É a mais usada, provê uma boa exposição do acetábulo e canal femoral, acarreta em menos complicações no glúteo médio e de trombose venosa profunda (TVP), porém pode ser mais instável quando comparada com outras vias de acesso. - Essa descrição é a mais precisa, pois a via posterior é frequentemente utilizada e oferece boa exposição, mas tem um risco maior de instabilidade. Portanto, a alternativa correta é: e) É a mais usada, provê uma boa exposição do acetábulo e canal femoral, acarreta em menos complicações no glúteo médio e de trombose venosa profunda (TVP), porém pode ser mais instável quando comparada com outras vias de acesso.
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