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As diferentes proteínas que compõem o nosso organismo são polímeros de 21 aminoácidos, denominados comuns, e muitas vezes também aminoácidos modificados a partir de alguma reação enzimática. Os diferentes aminoácidos têm propriedades ácido-base e cargas que determinam as suas atividades biológicas. A estrutura primária de uma proteína compreende a sua estrutura covalente, que inclui a sequência de resíduos de aminoácidos. A partir desta estrutura outras estruturas geradas não covalentemente formam outros níveis de organização das proteínas, tais como, estrutura secundária, terciária e quaternária. A estrutura secundária refere-se ao dobramento local do esqueleto polipeptídico, enquanto a estrutura terciária refere-se à estrutura tridimensional do polipeptídio e a quaternária refere-se à associação não covalente de subunidades polipeptídicas de uma proteína de múltiplas subunidades (portanto nem toda proteína possui estrutura quaternária). O conjunto de todas as estruturas de uma proteína define as suas propriedades químicas e biológicas e, portanto, são fundamentais para o entendimento de suas funções no organismo. OBJETIVOS: reconhecer a estrutura básica dos aminoácidos e proteínas; conhecer as propriedades químicas e físicas dos aminoácidos Estrutura básica dos aminoácidos: - O aminoácido é uma molécula formada por um carbono alfa, um grupo amino (NH2), um grupo carboxílico (COOH) e uma cadeia lateral (R é comumente uma das 20 cadeias laterais diferentes). Tem a capacidade de ter tanto o grupo amino quanto o grupo carboxila ionizados em um pH próximo ao neutro (7) Obs: Aminoácidos polares tem sua cadeia lateral de preferência sem anel aromático, porém se tiver um anel aromático e uma ligação de hidrogênio é polar também, a menos que a ligação de hidrogênio esteja dentro do anel aromático (acontece com N e S), se tornando apolar Obs2: Aminoácido livre é chamado de aminoácido. Porém geralmente o aa tem perdas no caminho (de hidrogênio, etc), então quando ocorreu perda ao se ligar com alguém é chamado resíduo de aa - Existem aminoácidos que são monômeros de cadeias polipeptídicas, proteínas; temos um N- terminal e um C-terminal, onde ocorre as ligações peptídicas (metionina, asparagina, leucina, tirosina). - Características: sólidos, cristalizáveis, incolores - Funções: monômeros das proteínas e peptídeos; precursores hormonais (tiroxina, serotonina, auxinas); intermediários do metabolismo (sinalizam reações de metabolismo ou fazem parte do metabolismo; podendo ser quebrados para fornecer energia ou sintetizados); precursores de nucleotídeos - Classificação conforme a ocorrência: proteicos (mais frequentes; fazem parte de proteínas- 20 aminoácidos padrão); não proteicos derivados dos aminoácidos proteicos (raros; cisteína-cisteína; lissina-N-metisilada; podem ter função de sinalização ou estrutural); também há os não proteicos que não são derivados dos proteicos Obs: Para representar sequências de aa em proteínas, abreviaturas de três letras e de uma letra para os aminoácidos comuns são usadas - Classificação conforme cadeia lateral: ácido (cadeia lateral negativa; tem mais de um O), básico (cadeia lateral positiva; tem NH3), polar não carregado (cadeia lateral polar sem nenhuma carga), apolar (cadeia lateral apolar). Quando esses aminoácidos forem ser monômeros de proteínas, essas cadeias laterais vão influenciar decisivamente na característica de um Julia Jordão- TXXII determinado domínio proteico ou até de toda a proteína e sua funcionalidade, dependendo dessa organização Os aminoácidos podem ser classificados em essenciais (são necessários serem adquiridos pela alimentação, não são sintetizados no corpo) e não essenciais (são sintetizados no corpo) -Dica: essenciais são todos com letra L, H, V e M. não essenciais com letra G, A, P, S - O leite materno é constituído por grane parte de aminoácidos essenciais, por isso é extremamente importante para o desenvolvimento humano Propriedades dos aminoácidos: isomeria óptica - O carbono alfa é assimétrico, o que permite duas formas especulares isômeras (ou estereoisômeros) - Os aminoácidos podem se apresentar na sua forma levógira ou dextrógira, o carbono assimétrico permite essas duas formas de isômeros - Aminoácidos que fazem parte de proteínas são os L-aminoácidos, enquanto os D-aminoácidos não são proteicos, relacionados a outras funções do organismo - A vantagem de isômeros é que, se o aminoácido não for usado para constituir a proteína, ele poderá ter função sinalizadora Propriedades iônicas dos aminoácidos - Os aminoácidos, quando estão em solução aquosa, estão ionizados e podem atuar como ácidos ou como bases (anfoteria); - Carga elétrica varia conforme a composição do meio - Em meio ácido, pH baixo, há disponibilização de H+ que se ligará a carboxila, gerando uma forma protonada (uma porção com carga neutra e uma porção com carga positiva). Em meio alcalino, pH alto, há retirada de H+ do grupo amino, formando uma forma desprotonada (uma porção neutra e uma porção negativa). No pH neutro há uma carga resultante=0 (carboxila e amina ionizadas, que se anulam) - Conforme você modula o pH de um meio, o aminoácido vai se comportar como ácido ou base, sendo na forma protonada ou desprotonada Propriedades ópticas dos aminoácidos: forma iônica da leucina - pK: constante de equilíbrio de ionização (medida da tendência dos grupos a ceder prótons) quando os aminoácidos estão livres no meio, se comportando como ácido ou base - pK1: COOH: 50%COO dissociado e 50%COO não dissociado - pK2: 50%NH3 não dissociado e 50%NH2 dissociado - pI (ponto isoelétrico): corresponde ao pH em que 100% das moléculas encontram-se com carga neutra (isoelétrica/isoiônica) - Conforme diminui o pH, disponibiliza H+ no meio, e as glicinas recebem esse H+, se tornando protonadas, até chegar no ponto pK1 onde 50% dos aminoácidos estão protonados. Aumentando o pH, retira-se H+, até chegar no pK2, na forma desprotonada - Em pH abaixo do pI, a molécula é carregada positivamente. Em pH acima do pI, negativamente Ligação peptídica: - Os aminoácidos que fazem parte de proteínas sofrem uma ligação do grupo carboxila com amino de outro aminoácido, formando uma ligação peptídica, resultando em água (por isso os chamamos de resíduo de aminoácido). As cadeias laterais dão determinadas características aos aminoácidos Estrutura de proteínas: - Todas as proteínas possuem diferentes níveis de organização, que por sinal interferem na função - Uma estrutura primária envolve a composição básica de um polipeptídeo, ou seja, uma sequência de um polipeptídeo (quais aminoácidos e qual a sequência desses aminoácidos) *estrutura primária: sequência de aminoácidos, a composição e sequencia em que os aminoácidos estão organizados - Temos o grupo peptídico trans, que é formado entre o ângulo de ligação entre os aminoácidos igual a 180 (planos opostos). - O grupo peptídico cis é quando esse ângulo é igual a 0 (R no mesmo plano) - A ligação cis ou trans determina a conformação secundária da região da proteína - A maior parte das ligações entre os aminoácidos são trans Planaridade dos grupos peptídicos: conformação proteica estendida - A partir do ângulo entre os grupos peptídicos, vai se formar uma organização local, chamada de estrutura secundária *conformação local - Os ângulos formados pelas ligações peptídicas fazem com que a cadeia proteica assuma uma conformação espacial chamada de estrutura secundária. Há a formação de uma conformação espacial e local; dependendo do ângulo entre as ligações peptídicas há uma disposição local conformacional. Essas estruturas são chamadas de alfa-hélice e folha-beta-pregueada - O conjunto de estruturas secundárias formam a terciária Estrutura terciária: - A partir dessas diferentes estruturas secundárias,com diferentes interações (as cadeias laterais ficam próximas e podem interagir) como por exemplo, alterações eletrostáticas, ligações de hidrogênio, alterações de van der Waals, e diferentes interações pelas cadeias laterais, vão organizar a chamada estrutura terciária * conformação tridimensional - A estrutura terciária dá a conformação espacial da proteína, popularmente chamada de “dentes da chave”, na situação chave-fechadura - Mutações alteram a função da proteína, porque alterando a sequência primária de aminoácidos (compromete a estrutura secundária) pode prejudicar as interações das cadeias laterais, gerando uma estrutura terciária afuncional Estrutura quaternária - Se uma determinada proteína envolve diferentes cadeias polipeptídicas (cada uma delas com estruturas primárias, secundárias e terciárias interagindo entre si), teremos uma estrutura quaternária - Essa estrutura quaternária pode resultar em uma estrutura supramolecular - Podem ser utilizadas na modelagem molecular, uma conformação da proteína para poder gerar, por exemplo, inibidores Modificações pós-traducionais Proteínas podem ser simples (constituídas apenas por aminoácidos) ou conjugadas (proteínas que além de aminoácidos, contem outro componente do grupo prostético, que são grupos covalentemente ligados, podendo ser glicídio- glicoproteína-, lipídio-lipoproteína- ou metal- metaloproteína) *HDL e LDL são lipoproteínas relacionadas ao transporte *hemoglobina é metaloproteína Como visto anteriormente, a composição e arquitetura de uma proteína são determinadas pelos seus diferentes níveis estruturais (estrutura primária, secundária, terciária e quaternária) e definem a sua função no organismo. Como exemplos da relação entre estrutura e função das proteínas pode-se observar as famílias das imunoglobulinas, serino-proteases, fatores de transcrição e proteínas receptoras de membrana. OBJETIVOS: reconhecer as diferentes funções das proteínas; entender a relação estrutura-função das moléculas de imunoglobulinas; entender a relação estrutura- função das proteínas com atividade serino- protease; entender a relação estrutura-função das proteínas que se ligam ao DNA; entender a relação estrutura função das proteínas receptoras de membrana. Os popularmente chamados anticorpos (superfamília das proteínas imunoglobulinas- conjunto de moléculas com estrutura e função semelhantes) são estruturas quaternárias em forma de “y” com características em comum: uma região constante caudal, uma dobradiça, e sítios de ligação para o antígeno- que gera reação no sistema imunológico; são diferentes cadeias polipeptídicas (unidas por pontes de sulfeto) que formam as imunoglobulinas. São produzidos pelo linfócito B, no fígado e baço. Existem diferentes tipos de imunoglobulinas, cada uma com diferentes papeis na resposta imunológica do organismo - Tem a porção variável (porque varia a composição de aminoácidos de acordo com a imunoglobulina, de maneira a reconhecer especificamente determinado antígeno) formada pela cadeia leve e parte da cadeia pesada, formando o local de ligação do antígeno - As imunoglobulinas podem ser secretadas (G) ou ligadas a membrana (M), formar dímeros ou pentâmeros. Mas, ambas possuem conformação espacial específicas em comum (a região variável que muda, porque cada uma tem uma conformação espacial diferente) - Durante o processo de gerar respostas específicas envolve um certo tempo para a produção e diferenciação de cada plasmócito. No processo de produção de cada plasmócito vai recombinar a sequência de nucleotídeos da região variável da imunoglobulina (ação de recombinases), que será testada para afinidade com o antígeno. Escolhida a imunoglobulina adequada, o plasmócito produtor é proliferado. • Imunoglobulinas A: - Neutralizam toxinas; - Bloqueiam a ligação de antígenos (micro- organismos) nas superfícies das mucosas; • Imunoglobulinas E: - Promovem a degranulação de mastócitos e basófilos, causando reação de inflamação pela liberação de histamina por exocitose; - O antígeno é reconhecido pela imunoglobulina E (a célula possui imunoglobulinas com diferentes regiões variáveis para alcançar um número máximo de antígenos). A resposta dirigida por elas é a mesma, pois através da região constante, a célula de resposta possui somente um tipo de receptor na superfície, mesmo que a região variável seja diferente. Por isso, reações alérgicas geram uma mesma resposta inflamatória, com antígenos representando uma mesma ameaça • Imunoglobulinas G: - Apresentam quatro subclasses: IgG1, IgG2, IgG3, e IgG4 - Apresentam cadeias pesadas - Fixam complemento - São únicas que podem atravessas a placenta - Fazem opsonização - Neutralizam todas as toxinas *OPSONIZAÇÃO: marcação de identificação de antígeno para ser fagocitada por um fagócito (macrófago ou neutrófilo). As regiões variáveis identificam os antígenos de superfície, os fagócitos identificam a região constante das imunoglobulinas e promovem a fagocitose • Imunoglobulinas M: - Neutralizam toxinas; - Monomérica: receptor de antígenos na superfície dos linfócitos B; - Fixam o complemento (é uma cadeia de eventos que faz parte do sistema imunológico. Essa cadeia de eventos vai sinalizar para o sistema imunológico eliminar o antígeno); A imunoglobulina reconhece e se liga a determinada porção do antígeno pelo seu sítio de ligação, havendo uma alta especificidade. O fato de ser variável em termos de composição e estrutura torna possível ela se ligar especificamente a um antígeno - A dobradiça (região composta por aminoácidos) confere flexibilidade, fazendo com que a imunoglobulina possa se ligar a antígenos que estão distantes entre si, aumenta sua eficiência de ligação (aumenta a capacidade de ação da imunoglobulina) - A cadeia pesada é constante para sinalizar determinadas vias comuns da resposta imunológica - Características estruturais importantes para a resposta imunológica relacionada a imunoglobulinas: a região variável (ligação especifica a determinado antígeno), flexível (capacidade de ligação a antígenos distantes entre si) e constante (vai dirigir para determinadas respostas) - Proteínas com mecanismo catalítico: serino- proteases (possui um aminoácido serina no sítio catalítico, exercendo uma função fundamental); realizam papeis importantes no organismo: enzimas do tipo quimiotripsina, tripsina e elastase com capacidade de reconhecimento em determinados polipeptídeos e hidrólises específicas; *Clivam/Hidrolisa determinadas proteínas (suas ligações peptídicas) a partir de resíduos de aa como serina ativada, usada no sitio de ligação do substrato para catalisar suas ligação peptídicas * a quimiotripsina hidrolisa ligações peptídicas em seguida a resíduos de aminoácidos hidrofóbicos: leucina, metionina, tirosina, fenilalamina ou triptofano; * a elastase hidrolisa ligações peptídicas em seguida a resíduos de aminoácidos: serina, glicina ou alanina * a tripsina hidrolisa ligações peptídicas em seguida a resíduos de aminoácidos básicos: argenina ou lisina * Essas serino-proteases são produzidas no ciclo de ribossomos ligados a membrana, encaminhadas por vesículas a superfície. Como elas não clivam as proteínas desde o lúmen do retículo endoplasmático até a chegada na membrana plasmática? Essas proteases não ficam ativas no interior das células, sintetizada como zimógenos, com conformações diferentes, que serão modificadas, por pH ou clivagem, por exemplo, para ativá-las conforme a necessidade (tripsinogênio; quimiotripsinogênio) - No caso de carboxil-proteases, também há enzimas que reconhecem ligações peptídicas: * a pepsina hidrolisa ligações peptídicas em seguida a resíduos de aminoácidos hidrofóbicos: leucina, fenilalanina ou triptofano As proteínas que se ligam a DNAsão de famílias de fatores de transcrição (específicos de uma via de reação), para se ligarem possuem estruturas que permitem o reconhecimento e associação a determinadas sequencias no DNA: - As proteínas hélice-volta-hélice são duas alfa-hélices ligadas por uma volta (resíduos de aa); esse fator de transcrição é capaz de reconhecer, por exemplo, determinadas sequências presentes no promotor (exemplo: proteína P53) - As proteínas dedos de zinco possuem determinada conformação espacial em que é formada devido a interação de resíduos de aminoácidos com zinco, formando projeções que permitem a associação estrutural em diferentes sequências do DNA, permitindo a ligação do fator de transcrição em local específico do promotor (exemplo: TFIIIA) - As proteínas zíper de leucina possuem região carboxiterminal rica em leucina com uma configuração em formato de zíper; aa básicos interagem na estrutura do promotor (exemplo: jum e fos) - Os receptores de membrana precisam de uma estrutura peculiar: domínio extracelular, transmembranal (hidrofóbica, composta de resíduos de aminoácidos apolares hidrofóbicos que permitem interação com fosfolípideos) e intracelular (com aa característicos para uma conformação adequada); transmitem um sinal que vem do extracelular pro intracelular; tem a presença de aa hidrofóbicos para interagir com a bicamada lipídica - A composição dos aminoácidos que estão em contato com a cauda do fosfolipídeo são apolares, mas no centro do canal que forma um poro, temos aminoácidos polares, para passagem de íons, por exemplo - A acetilcolina liga-se ao receptor, causa uma mudança conformacional que permite a abertura para passagem de sódio, por exemplo, quando a molécula é retirada o receptor fecha - Existem diferentes receptores associados a canais iônicos, podem já fazer parte do canal (ionotrópico) ou geram uma resposta para gerar a conformação do canal (metabotrópico); podem estar associados a proteína G ou enzimas RETOMANDO- ESTRUTURA DE AA E PROTEÍNAS Estrutura 1°: é a estrutura covalente que inclui a sequência de resíduos de aa e a formação de pontes dissulfeto (cistina); necessária para entender sua estrutura e mecanismo de ação, sua biossíntese, incluindo as modificações pós-tradução de sua estrutura e sua relação com outras proteínas com papeis fisiológicos semelhantes. Exemplo: insulina Obs: Pode ocorrer substituição de um aminoácido por outro de polaridade semelhante. Nesse caso é uma substituição conservativa. Além da polaridade, volume molecular e área de superfície do resíduo determina se a substituição alterara na função da proteína Estrutura 2°: é considerada como nível superior de proteína, pois a conformação da cadeia polipeptídica não é gerada covalentemente; ângulo formados pela ligação peptídica causa um dobramento local do esqueleto polipeptídico em conformação de hélice, folha pregueada ou ao acaso; não tem cadeia lateral. O resto das propriedades é normal (carbono α ligam resíduos de aa a proteínas); se formam entre o carbono α e o nitrogênio e o carbono α e o carbono da carbonila Estrutura 3º: é considerada como nível superior de proteína, pois a conformação da cadeia polipeptídica não é gerada covalentemente; refere-se a união de estrutura secundárias dando uma conformação tridimensional a proteína Estrutura 4º: é considerada como nível superior de proteína, pois a conformação da cadeia polipeptídica não é gerada covalentemente; refere-se à interação/associação não covalente de diferentes cadeias polipeptídicas; presença de uma super-hélice OBSERVAÇÃO- ESTRUTURA E FUNÇÃO DE PROTEÍNAS * receptor de acetilcolina tem uma conformação que permite a ligação especifica dessa molécula e uma sinalização intracelular; é um neurotransmissor (é secretado extracelularmente e através da reação especifica com os receptores age dentro da célula) * cinética de ligação do receptor nicotínico de acetilcolina: Acetilcolina se liga ao receptor, sofre uma mudança conformacional e o sódio pode passar por esse canal * receptores associados a canais iônicos: Sitio de ligação dos receptores são iguais, o diferente é a resposta em células especificas ou na mesma célula * receptores alfa-adrenérgicos associados a proteína Gq e mensageiro lipídico: Receptor vai agir com diferentes proteínas, vai liberar um sinal e vai gerar uma cascata, para abertura do canal com uma via de transdução (conjunto de modificações) * receptores alfa-adrenérgicos associados a proteína G inibitória (determinado sinalizador->transdução): A mesma sinalização vai gerar respostas diferentes; receptor vai agir com diferentes proteínas, vai liberar um sinal e vai gerar uma cascata * receptores beta-adrenérgicos associados a proteína G estimulatória (estimulação-> reconhecimento- >conformação espacial-> transdução-> resposta celular): Receptor vai agir com diferentes proteínas, vai liberar um sinal e vai gerar uma cascata