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Ruth Benedict, no livro "O crisântemo e a espada", destaca como a cultura molda a percepção e comportamento humanos. Ela compara a cultura a uma lente que influencia a visão do mundo, ressaltando que grupos sociais distintos têm interpretações únicas da realidade. A diversidade cultural, formada por elementos históricos, religiosos e étnicos, não apenas afeta a maneira como vemos o ambiente, mas também como nos comportamos. Um exemplo é a floresta amazônica, vista de forma caótica por um antropólogo, mas carregada de significados para um indígena Tupi. Essa influência cultural vai além da percepção, impactando comportamentos como a forma de se sentar à mesa e expressar emoções, como o riso. Cada cultura desenvolve padrões específicos, moldando hábitos e ações de maneira singular.
De acordo com o texto apresentado e acerca da concepção de cultura em Ruth Benedict, analise as afirmativas a seguir:
I. A cultura é independente de nossos padrões de comportamento, uma vez que estes são determinados principalmente pela genética.
II. A cultura influencia a forma como enxergamos a natureza, tendo pouco impacto em nossos comportamentos sociais e individuais.
III. A diversidade cultural se manifesta em diferentes maneiras de interpretar e dar significado ao ambiente, como exemplificado pelo caso da floresta amazônica para antropólogos e indígenas Tupi.
IV. O modo como utilizamos nosso corpo, como sentar-se à mesa ou realizar atividades fisiológicas, é influenciado pela herança cultural, resultando em comportamentos distintos em sociedades diferentes.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.
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Estudo Através de Questões

há 4 dias

Respostas

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há 4 dias

Vamos analisar cada afirmativa: I. A cultura é independente de nossos padrões de comportamento, uma vez que estes são determinados principalmente pela genética. Falso. O texto destaca que a cultura molda comportamentos, ou seja, os padrões de comportamento são influenciados pela cultura, não apenas pela genética. II. A cultura influencia a forma como enxergamos a natureza, tendo pouco impacto em nossos comportamentos sociais e individuais. Falso. O texto mostra que a cultura influencia tanto a percepção da natureza quanto os comportamentos sociais e individuais. III. A diversidade cultural se manifesta em diferentes maneiras de interpretar e dar significado ao ambiente, como exemplificado pelo caso da floresta amazônica para antropólogos e indígenas Tupi. Verdadeiro. O texto exemplifica exatamente isso. IV. O modo como utilizamos nosso corpo, como sentar-se à mesa ou realizar atividades fisiológicas, é influenciado pela herança cultural, resultando em comportamentos distintos em sociedades diferentes. Verdadeiro. O texto menciona que comportamentos como sentar-se à mesa e expressar emoções são moldados pela cultura. Portanto, os itens verdadeiros são III e IV. Alternativa correta: E) III e IV, apenas.

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No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.

Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.

A noção de ‘eu’, enquanto indivíduo livre, autônomo e portador de uma dignidade plena, vai se construindo ao longo da história e tem seu principal momento de desenvolvimento no alvorecer da Modernidade. A marca desta nova concepção é a ‘autonomia’, o desprendimento em vista do ‘domínio’ da coletividade. Todavia, nem sempre foi assim, em outros momentos históricos esta capacidade era entendida de maneira diversa. Fonte: adaptado de: VÁRNAGY, T. O pensamento político de John Locke e o surgimento do liberalismo. In: BORON, A. A. Filosofia política: de Hobbes a Marx. Tradução de Celina Lagrutta. São Paulo: Clacso – Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, 2006.
Conforme o texto apresentado e acerca do ‘eu’ na Modernidade e a compreensão do indivíduo em outros período históricos, assinale a alternativa correta:
A Em todos os momentos históricos, a discussão sobre o ‘indivíduo’ foi bem delineada, o primeiro pensador a realmente propor uma teoria sólida sobre tal tema foi Agostinho.
B A noção de ‘eu’, enquanto sujeito singular, particular, surge com autores gregos da filosofia clássica, como Aristóteles, que defendia a formação subjetiva da moral.
C Na Modernidade, o ‘eu’, enquanto conceito filosófico, se diferenciará do proposto durante a Antiguidade exatamente por enaltecer o caráter produtivo, o ‘homo faber’, aquele que produz.
D Na Modernidade, a noção de ‘indivíduo’ se diferenciará das noções presentes na Antiguidade e na Idade Média, principalmente por conta da forte submissão do sujeito ao grupo nestes períodos.
E Se pensar na construção teórica sobre o ‘indivíduo’, se poderá ver que a noção de dignidade humana emerge de uma noção religiosa de valorização da vida, algo herdado do Medievo.

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