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Cidadania e Protagonismo Social (159976)

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Questões resolvidas

No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.

Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.

A noção de ‘eu’, enquanto indivíduo livre, autônomo e portador de uma dignidade plena, vai se construindo ao longo da história e tem seu principal momento de desenvolvimento no alvorecer da Modernidade. A marca desta nova concepção é a ‘autonomia’, o desprendimento em vista do ‘domínio’ da coletividade. Todavia, nem sempre foi assim, em outros momentos históricos esta capacidade era entendida de maneira diversa. Fonte: adaptado de: VÁRNAGY, T. O pensamento político de John Locke e o surgimento do liberalismo. In: BORON, A. A. Filosofia política: de Hobbes a Marx. Tradução de Celina Lagrutta. São Paulo: Clacso – Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, 2006.
Conforme o texto apresentado e acerca do ‘eu’ na Modernidade e a compreensão do indivíduo em outros período históricos, assinale a alternativa correta:
A Em todos os momentos históricos, a discussão sobre o ‘indivíduo’ foi bem delineada, o primeiro pensador a realmente propor uma teoria sólida sobre tal tema foi Agostinho.
B A noção de ‘eu’, enquanto sujeito singular, particular, surge com autores gregos da filosofia clássica, como Aristóteles, que defendia a formação subjetiva da moral.
C Na Modernidade, o ‘eu’, enquanto conceito filosófico, se diferenciará do proposto durante a Antiguidade exatamente por enaltecer o caráter produtivo, o ‘homo faber’, aquele que produz.
D Na Modernidade, a noção de ‘indivíduo’ se diferenciará das noções presentes na Antiguidade e na Idade Média, principalmente por conta da forte submissão do sujeito ao grupo nestes períodos.
E Se pensar na construção teórica sobre o ‘indivíduo’, se poderá ver que a noção de dignidade humana emerge de uma noção religiosa de valorização da vida, algo herdado do Medievo.

Ruth Benedict, no livro "O crisântemo e a espada", destaca como a cultura molda a percepção e comportamento humanos. Ela compara a cultura a uma lente que influencia a visão do mundo, ressaltando que grupos sociais distintos têm interpretações únicas da realidade. A diversidade cultural, formada por elementos históricos, religiosos e étnicos, não apenas afeta a maneira como vemos o ambiente, mas também como nos comportamos. Um exemplo é a floresta amazônica, vista de forma caótica por um antropólogo, mas carregada de significados para um indígena Tupi. Essa influência cultural vai além da percepção, impactando comportamentos como a forma de se sentar à mesa e expressar emoções, como o riso. Cada cultura desenvolve padrões específicos, moldando hábitos e ações de maneira singular.
De acordo com o texto apresentado e acerca da concepção de cultura em Ruth Benedict, analise as afirmativas a seguir:
I. A cultura é independente de nossos padrões de comportamento, uma vez que estes são determinados principalmente pela genética.
II. A cultura influencia a forma como enxergamos a natureza, tendo pouco impacto em nossos comportamentos sociais e individuais.
III. A diversidade cultural se manifesta em diferentes maneiras de interpretar e dar significado ao ambiente, como exemplificado pelo caso da floresta amazônica para antropólogos e indígenas Tupi.
IV. O modo como utilizamos nosso corpo, como sentar-se à mesa ou realizar atividades fisiológicas, é influenciado pela herança cultural, resultando em comportamentos distintos em sociedades diferentes.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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Questões resolvidas

No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas.

Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a Distância. Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.

A noção de ‘eu’, enquanto indivíduo livre, autônomo e portador de uma dignidade plena, vai se construindo ao longo da história e tem seu principal momento de desenvolvimento no alvorecer da Modernidade. A marca desta nova concepção é a ‘autonomia’, o desprendimento em vista do ‘domínio’ da coletividade. Todavia, nem sempre foi assim, em outros momentos históricos esta capacidade era entendida de maneira diversa. Fonte: adaptado de: VÁRNAGY, T. O pensamento político de John Locke e o surgimento do liberalismo. In: BORON, A. A. Filosofia política: de Hobbes a Marx. Tradução de Celina Lagrutta. São Paulo: Clacso – Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, 2006.
Conforme o texto apresentado e acerca do ‘eu’ na Modernidade e a compreensão do indivíduo em outros período históricos, assinale a alternativa correta:
A Em todos os momentos históricos, a discussão sobre o ‘indivíduo’ foi bem delineada, o primeiro pensador a realmente propor uma teoria sólida sobre tal tema foi Agostinho.
B A noção de ‘eu’, enquanto sujeito singular, particular, surge com autores gregos da filosofia clássica, como Aristóteles, que defendia a formação subjetiva da moral.
C Na Modernidade, o ‘eu’, enquanto conceito filosófico, se diferenciará do proposto durante a Antiguidade exatamente por enaltecer o caráter produtivo, o ‘homo faber’, aquele que produz.
D Na Modernidade, a noção de ‘indivíduo’ se diferenciará das noções presentes na Antiguidade e na Idade Média, principalmente por conta da forte submissão do sujeito ao grupo nestes períodos.
E Se pensar na construção teórica sobre o ‘indivíduo’, se poderá ver que a noção de dignidade humana emerge de uma noção religiosa de valorização da vida, algo herdado do Medievo.

Ruth Benedict, no livro "O crisântemo e a espada", destaca como a cultura molda a percepção e comportamento humanos. Ela compara a cultura a uma lente que influencia a visão do mundo, ressaltando que grupos sociais distintos têm interpretações únicas da realidade. A diversidade cultural, formada por elementos históricos, religiosos e étnicos, não apenas afeta a maneira como vemos o ambiente, mas também como nos comportamos. Um exemplo é a floresta amazônica, vista de forma caótica por um antropólogo, mas carregada de significados para um indígena Tupi. Essa influência cultural vai além da percepção, impactando comportamentos como a forma de se sentar à mesa e expressar emoções, como o riso. Cada cultura desenvolve padrões específicos, moldando hábitos e ações de maneira singular.
De acordo com o texto apresentado e acerca da concepção de cultura em Ruth Benedict, analise as afirmativas a seguir:
I. A cultura é independente de nossos padrões de comportamento, uma vez que estes são determinados principalmente pela genética.
II. A cultura influencia a forma como enxergamos a natureza, tendo pouco impacto em nossos comportamentos sociais e individuais.
III. A diversidade cultural se manifesta em diferentes maneiras de interpretar e dar significado ao ambiente, como exemplificado pelo caso da floresta amazônica para antropólogos e indígenas Tupi.
IV. O modo como utilizamos nosso corpo, como sentar-se à mesa ou realizar atividades fisiológicas, é influenciado pela herança cultural, resultando em comportamentos distintos em sociedades diferentes.
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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GABARITO | Avaliação I - Individual (Cod.:1627298)
Peso da Avaliação 1,50
Prova 123336989
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 9/1
Nota 9,00
Cada tipo de inteligência traz suas forças e perspectivas únicas, permitindo que os indivíduos abordem as 
decisões de vários ângulos e considerem diversos fatores. Reconhecer e alavancar essas diferentes inteligências 
pode levar a decisões mais abrangentes e bem informadas que levam em consideração uma ampla gama de 
considerações, contribuindo para melhores resultados e maior sucesso em vários domínios da vida.
Fonte: adaptado de: GARDNER, Howard. Inteligências múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes 
Médicas, 1995.
Conforme o texto apresentado e sobre as tipologias das inteligências múltiplas propostas por Howard Gardner, 
assinale a alternativa correta:
A Inteligência Naturalista: capacidade de refletir sobre questões fundamentais da existência humana, como o
propósito da vida e a busca de significado.
B Inteligência Lógico-matemática: habilidade física e coordenação motora, como esportes, dança e expressão
corporal.
C Inteligência Interpessoal:habilidade em lógica, raciocínio dedutivo, solução de problemas matemáticos e
pensamento analítico.
D Inteligência Existencial:habilidade de apreciar, compreender e criar música, bem como discernir ritmos e
padrões musicais.
E Inteligência Linguística: habilidade relacionada à linguagem, compreensão e expressão verbal.
No livro Por Que Fazemos O Que Fazemos?, Mario Sergio Cortella explora os dilemas cotidianos relacionados às 
nossas escolhas e ações. A reflexão sobre o motivo de evitar certas atitudes nos leva a considerar os princípios 
éticos e a importância da nossa integridade pessoal. A citação "De nada adianta um homem ganhar o mundo se 
perder a sua alma" simboliza a necessidade de manter nossa identidade intacta, mesmo diante de desafios. 
Escolher ações éticas, mesmo em situações desfavoráveis, exige sacrifícios, mas preserva nossa essência. No 
ambiente profissional, a integridade é fundamental, e o "escrúpulo" serve como guia para manter os valores. A 
adoção de práticas de compliance nas empresas é essencial para garantir consistência entre discurso e ação, 
protegendo a reputação em um mundo interconectado e repleto de informações instantâneas. 
Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a Distância. 
Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
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Sobre o livro de Cortella livro Por Que Fazemos O Que Fazemos? e a reflexão de considerar princípios éticos 
para manter a nossa integridade pessoal, analise as afirmativas a seguir:
I. A reflexão ética orienta nossas escolhas e preserva a integridade pessoal.
II. A escolha de ações éticas em situações difíceis preserva a essência e a identidade.
III. As práticas de compliance nas empresas garantem a consistência entre o discurso e a ação, protegendo a 
reputação organizacional.
IV. A integridade pessoal é irrelevante no ambiente profissional, pois os resultados frequentemente se sobrepõem 
aos princípios éticos, levando à priorização do lucro em detrimento dos valores essenciais.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C II e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
A noção de ‘eu’, enquanto indivíduo livre, autônomo e portador de uma dignidade plena, vai se construindo ao 
longo da história e tem seu principal momento de desenvolvimento no alvorecer da Modernidade. A marca desta 
nova concepção é a ‘autonomia’, o desprendimento em vista do ‘domínio’ da coletividade. Todavia, nem sempre 
foi assim, em outros momentos históricos esta capacidade era entendida de maneira diversa.
Fonte: adaptado de: VÁRNAGY, T. O pensamento político de John Locke e o surgimento do liberalismo. In: 
BORON, A. A. Filosofia política: de Hobbes a Marx. Tradução de Celina Lagrutta. São Paulo: Clacso – 
Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, 2006.
Conforme o texto apresentado e acerca do ‘eu’ na Modernidade e a compreensão do indivíduo em outros período 
históricos, assinale a alternativa correta:
A Em todos os momentos históricos, a discussão sobre o ‘indivíduo’ foi bem delineada, o primeiro pensador a
realmente propor uma teoria sólida sobre tal tema foi Agostinho.
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B A noção de ‘eu’, enquanto sujeito singular, particular, surge com autores gregos da filosofia clássica, como
Aristóteles, que defendia a formação subjetiva da moral.
C Se pensar na construção teórica sobre o ‘indivíduo’, se poderá ver que a noção de dignidade humana emerge
de uma noção religiosa de valorização da vida, algo herdado do Medievo.
D Na Modernidade, a noção de ‘indivíduo’ se diferenciará das noções presentes na Antiguidade e na Idade
Média, principalmente por conta da forte submissão do sujeito ao grupo nestes períodos.
E Na Modernidade, o ‘eu’, enquanto conceito filosófico, se diferenciará do proposto durante a Antiguidade
exatamente por enaltecer o caráter produtivo, o ‘homo faber’, aquele que produz.
A história da estratégia decisória não é a de puro progresso rumo a um perfeito racionalismo. Ao longo do tempo, 
tivemos inevitavelmente de aceitar limitações – tanto contextuais como psicológicos – à nossa capacidade de 
tomar a decisão ideal. Segundo Simon, circunstâncias complexas, tempo restrito, e poder mental de computação 
inadequado reduzem o tomador de decisão a um estado de racionalidade limitada. Embora Simon sugira que o 
homem tomaria decisões economicamente racionais se pudesse reunir informações suficientes, Daniel Kahneman 
e Amos Tversky identificam fatores capazes de levar alguém a decisões contrárias a seu próprio interesse 
econômico, mesmo quando ciente disso.
Fonte: BUCHANAN, L.; O’CONNELL, A. Uma breve história da tomada de decisão. Harvard Business 
Review, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 20–29, 2006. Disponível em: https://hbrbr.com.br/uma-breve-historia-da-
tomada-de-decisao/. Acesso em: 8 abr. 2025.
O excesso de informações externas compromete (celular, internet, redes sociais) a nossa tomada de decisão, o que 
nos leva a uma decisão contrária a uma ideal. Sobre o excesso de informações externas que prejudicam a nossa 
tomada de decisão interna, assinale a alternativa correta:
A O excesso de informações externas melhora a tomada de decisão, pois permite avaliar todas as
possibilidades de forma objetiva e racional.
B A racionalidade limitada sugere que, ao acessar muitas informações na internet, conseguimos superar nossas
limitações cognitivas e tomar decisões ideais.
C A internet e as redes sociais ajudam a eliminar os fatores psicológicos que influenciam negativamente a
tomada de decisão.
D O excesso de informações externas, como redes sociais e internet, pode sobrecarregar a capacidade cognitiva
e levar a decisões contrárias ao ideal.
E A teoria da racionalidade limitada de Herbert Simon afirma que os seres humanos tomam decisões
perfeitamente racionais em qualquer circunstância.
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No modelo capitalista, o trabalho se torna uma realização individual, diferentemente das sociedades anteriores, 
onde identificava socialmente o sujeito. O processo produtivo é guiado por variáveis econômicas e visa ao lucro, 
controlando até o tempo do trabalhador. Enquanto no feudalismo o ritmo era determinado pelo próprio indivíduo, 
no capitalismo é ditado pela máquina. Em ambos os modelos, há uma divisão entre os que possuem os meios de 
produção e os que vendem sua força de trabalho.
Fonte: CADORE, C. B. M. et al. Cidadania e Protagonismo Social. Núcleo de Educação a Distância. 
Florianópolis, SC: Arqué, 2024.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. No modo de produção capitalista, o ritmo de trabalho é determinado pela máquina, e não pelo próprio 
trabalhador.
PORQUE
II. Dessa forma, o tempo da pessoa que trabalha passa a ser controlado por variáveis econômicas que visam o 
lucro.
A respeito dessas asserções, assinale a opçãocorreta:
A A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
A cidadania é uma noção que toma novos delineamentos a partir da Modernidade, sendo pensada de maneira 
diversa do que era durante a Antiguidade e a Idade Média. Uma das principais consequências da nova concepção 
de cidadania é a noção de direitos humanos, sendo este um importante pilar para a constituição do chamado 
Estado Moderno. 
Fonte: adaptado de: Bobbio, Norberto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
Conforme o texto apresentado e sobre o conceito de direitos humanos, analise as afirmativas a seguir:
I. Os direitos humanos surgem com o Estado monarca, sendo mantido até a Contemporaneidade. 
5
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II. Os direitos humanos, na maioria dos Estados Modernos, são garantidos por meio da divisão de classes.
III. Os direitos humanos podem ser enumerados por três gerações, as quais foram conquistadas com lutas sociais 
e disputas políticas.
IV. A noção de cidadania foi primordial para o surgimento dos direitos humanos, pois afirma a dignidade da 
pessoa humana e seus direitos.
É correto o que se afirma em:
A I e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
C III e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E II e IV, apenas.
Todo estudante, profissional, tem que tomar decisões diuturnamente. A responsabilidade traz junto a necessidade 
de você tomar decisões, e são decisões acertadas, pois todos ao seu redor esperam que resultados positivos sejam 
alcançados. Logo, o seu desenvolvimento profissional estará ligado ao nível de decisões que você tomará.
Fonte: adaptado de: CARVALHO, M.; TAVEIRA, M. C. A implementação de decisões vocacionais: Revisão da 
literatura. Revista Brasileira de Orientação Profissional, v. 13, n. 1, p. 27-35, jun. 2012. Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-33902012000100005. Acesso em: 23 jul. 
2024.
De acordo com o texto apresentado e acerca das decisões profissionais, analise as afirmativas a seguir: 
I. O líder deixa as decisões aos subalternos tomar decisões por ele.
II. O grau hierárquico mais elevado de um profissional em uma organização torna suas decisões menos 
importantes.
III. A responsabilidade maior no seu emprego implica em decisões mais importantes que você será cobrado a 
fazer.
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http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-33902012000100005
IV. O líder de setor tem mais decisões a tomar que seu subalterno, especialmente em relação à responsabilidade 
de obter resultados, e o mesmo vale para coordenadores, gerentes, diretores, empresários, entre outras profissões. 
É correto o que se afirma em:
A I e IV, apenas.
B III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.
Durante o século XX, o Brasil enfrentou epidemias recorrentes, como a varíola. Em 1903, o presidente Rodrigues 
Alves promoveu reformas urbanas que incluíram a destruição de cortiços, intensificando a desigualdade social. 
Em resposta à epidemia, Oswaldo Cruz liderou a imunização obrigatória contra a varíola, enfrentando resistência 
popular e propagandas enganosas. Em 1914, o Brasil entrou na Primeira Guerra Mundial, enfrentando restrições 
comerciais. Nesse período, surgiu a Gripe Espanhola, propagada em meio às más condições da guerra. A 
população desconfiava das medidas de controle, e a desigualdade social impactava a disseminação da doença. 
Apenas após um mês, o Estado reconheceu a pandemia e adotou medidas de restrição, afetando escolas e locais 
de convivência.
Fonte: adaptado de: ANDRADE, C. D. R.; LOPES, G. A. H. Brasil República: uma história de surtos, pandemias 
e epidemias. Boletim de Conjuntura (BOCA), Boa Vista, v. 5, n. 14, p. 70-92, 2021. Disponível em: 
https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/242. Acesso em: 6 ago. 2024.
De acordo com o texto apresentado e sobre o impacto da Revolta da Vacina na população e nas políticas de saúde 
pública, analise as afirmativas a seguir: 
I. A população, na Revolta da Vacina, reagiu positivamente à imunização obrigatória, influenciada por 
informações enganosas.
II. A desigualdade social pouco impactou na disseminação da varíola na Revolta da Vacina quanto na propagação 
da Gripe Espanhola.
III. A Revolta da Vacina e a pandemia de Gripe Espanhola ambas provocaram reações adversas da população em 
resposta às ações do governo.
IV. As medidas restritivas da pandemia da Gripe Espanhola, influenciada pelas restrições comerciais decorrentes 
da Primeira Guerra Mundial, gerou desconfiança na população em relação às medidas de controle.
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É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B I, II, III e IV.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E I, apenas.
Tomar uma decisão é um processo complexo e que envolve diversas etapas. Uma das principais etapas está em se 
ter propriedade, conhecimento sobre o tema a ser decidido, e isto é válido desde para uma decisão pessoal até 
para se tomar uma grande decisão empresarial.
Fonte: adaptado de: HELLER, R. Como tomar decisões. São Paulo: Publifolha, 1999. (Série Sucesso 
Profissional: seu guia de estratégia pessoal).
De acordo com o texto apresentado e acerca do conhecimento no processo de decisão, assinale a alternativa 
correta:
A O conhecimento e informações detalhadas atrapalham a tomada de decisões bem-informadas.
B Algumas decisões é importante ter conhecimento, mas a maioria das decisões que tomamos é irrelevante ter
conhecimento sobre o assunto.
C Nunca vi conhecimento em um assunto para ajudar a tomar decisão, vou lá e decidi e pronto.
D O importante é tomar a decisão, no entanto a busca do conhecimento e informações sobre o problema
pouco interfere na decisão.
E Ter um conhecimento aprofundado, informações detalhadas sobre determinado problema a se tomar decisão
ajuda no processo para se decidir pela melhor opção.
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Ruth Benedict, no livro "O crisântemo e a espada", destaca como a cultura molda a percepção e comportamento 
humanos. Ela compara a cultura a uma lente que influencia a visão do mundo, ressaltando que grupos sociais 
distintos têm interpretações únicas da realidade. A diversidade cultural, formada por elementos históricos, 
religiosos e étnicos, não apenas afeta a maneira como vemos o ambiente, mas também como nos comportamos. 
Um exemplo é a floresta amazônica, vista de forma caótica por um antropólogo, mas carregada de significados 
para um indígena Tupi. Essa influência cultural vai além da percepção, impactando comportamentos como a 
forma de se sentar à mesa e expressar emoções, como o riso. Cada cultura desenvolve padrões específicos, 
moldando hábitos e ações de maneira singular.
Fonte: adaptado de: LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 4. ed. Rio de janeiro: Jorge 
Zahar Editor, 1989.
De acordo com o texto apresentado e acerca da concepção de cultura em Ruth Benedict, analise as afirmativas a 
seguir:
I. A cultura é independente de nossos padrões de comportamento, uma vez que estes são determinados 
principalmente pela genética.
II. A cultura influencia a forma como enxergamos a natureza, tendo pouco impacto em nossos comportamentos 
sociais e individuais.
III. A diversidade cultural se manifesta em diferentes maneiras de interpretar e dar significado ao ambiente, como 
exemplificado pelo caso da floresta amazônica para antropólogos e indígenas Tupi.
IV. O modo como utilizamos nosso corpo, como sentar-se à mesa ou realizar atividades fisiológicas, é 
influenciado pela herança cultural, resultando em comportamentos distintos em sociedades diferentes.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B I, II e III, apenas.
C I, II, III e IV.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.
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