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Gestante de 30 anos, G2P1, com 33 semanas de gestação, previamente normotensa, refere cefaleia leve há 2 dias, com melhora após analgésico simples. Nega escotomas, dor epigástrica/hipocôndrio direito e dispneia. Ao exame: pressão arterial (PA) de 152/96 mmHg, confirmada em nova aferição após 15 minutos; frequência cardíaca 82 bpm; edema em membros inferiores; sem sinais de respiratória. Urina tipo com proteinúria 3+ em fita reagente.
Qual é a melhor hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada?
a. Hipertensão arterial crônica; iniciar anti-hipertensivo e manter seguimento ambulatorial, realizando os exames de rotina do trimestre.
b. Hipertensão gestacional; analgésicos e agendar retorno em 7 dias para reavaliar a PA. Mantida a PA >140 X 90 mmHg, iniciar doses baixas de hipotensor e diurético.
c. Pré-eclâmpsia (sem evidências de gravidade); solicitar exames complementares para melhor avaliar a proteinúria, a existência de fatores de gravidade da pré- eclâmpsia, para avaliar bem-estar fetal.
d. Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade decorrente da cefaleia e PA sistólica maior que 150 mmHg; iniciar sulfato de magnésio e considerar uso de metildopa e diurético se a PA permanecer aumentada.
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Aprendendo com Exercícios

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar o caso: - Gestante com 33 semanas, previamente normotensa. - PA 152/96 mmHg em duas aferições. - Proteinúria 3+. - Cefaleia leve, sem outros sinais de gravidade (sem escotomas, dor epigástrica, dispneia). - Edema em membros inferiores. Esses achados indicam pré-eclâmpsia (hipertensão + proteinúria após 20 semanas de gestação). Não há sinais claros de gravidade (cefaleia leve, sem outros sintomas graves). Conduta inicial adequada: solicitar exames complementares para avaliar proteinúria, função renal, plaquetas, enzimas hepáticas e bem-estar fetal, para monitorar a evolução e identificar sinais de gravidade. Portanto, a alternativa correta é: c) Pré-eclâmpsia (sem evidências de gravidade); solicitar exames complementares para melhor avaliar a proteinúria, a existência de fatores de gravidade da pré-eclâmpsia, para avaliar bem-estar fetal.

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Paciente, sexo feminino, com 6 semanas e 3 dias de amenorreia, chega ao pronto atendimento com dor abdominal súbita, intensa progressiva, associada a sangramento vaginal discreto e episódio de lipotimia. Antecedentes: ciclos irregulares, sem uso de contraceptivos. Ao exame físico, estado geral: pálida, sudoreica, PA: 85/55 mmHg, FC: 118 bpm, palpação abdominal: dor difusa com sinais de irritação peritoneal. Exame especular: escasso. Toque vaginal: colo fechado, dor intensa à mobilização cervical, abaulamento doloroso em fundo de saco posterior. Após exames laboratoriais, apresenta os seguintes resultados: ß-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 9,5 g/dL. Na ultrassonografia cavidade uterina vazia, endométrio espessado (14 mm), massa anexial direita heterogênea de 3,5 cm, moderado volume de líquido livre com ecos internos em fundo de saco e cavidade abdominal.
Considerando o diagnóstico diferencial entre abortamento, gravidez ectópica e mola hidatiforme, avalie o quadro e assinale a que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta correta, priorizando a redução da morbimortalidade materna.
a. Abortamento incompleto com sangramento ativo, indicando uterino por aspiração manual intrauterina após estabilização clínica inicial.
b. Gravidez molar inicial associada a sangramento do primeiro trimestre, sendo indicada evacuação uterina e seguimento seriado do ß-hCG pós-procedimento.
c. Gravidez ectópica rota com hemoperitônio, devendo realizar imediatamente ressuscitação volêmica e intervenção cirúrgica emergencial.
d. Gestação de localização indeterminada hemodinamicamente instável, repetir o ß-hCG e ultrassonografia após estabilização antes da definição terapêutica.

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