Ed
há 2 meses
Vamos analisar o caso: - Paciente com pneumonia tratada com antibióticos (ceftriaxona e azitromicina). - Evoluiu com diarreia aquosa profusa, cólicas e febre baixa após 8 dias de internação. - Exame físico: desidratação leve, dor em fossa ilíaca esquerda, sem peritonite. - Leucocitose com neutrofilia e lactato elevado (2,1 mmol/L). - Teste rápido para C. difficile: GDH positivo (indica presença da bactéria), mas toxinas A e B negativas. - Colonoscopia indisponível. O GDH positivo indica que a bactéria está presente, mas a ausência de toxinas pode indicar que não há produção ativa delas ou que o teste não detectou. No entanto, a paciente tem quadro clínico compatível com colite por C. difficile. Segundo protocolos clínicos, em pacientes com sintomas sugestivos e GDH positivo, mesmo com toxinas negativas, o tratamento deve ser iniciado, pois o teste de toxinas pode ter falso negativo. Além disso, é importante manter isolamento de contato para evitar transmissão. Analisando as alternativas: A) Iniciar vancomicina oral 125mg 6/6h e manter isolamento de contato — correta, pois trata a infecção e previne transmissão. B) Solicitar PCR para C. difficile e aguardar resultado antes de tratar — pode atrasar tratamento em paciente sintomática grave. C) Suspender isolamento e iniciar probióticos — incorreto, pois há risco de transmissão e probióticos não são tratamento principal. D) Repetir teste de toxinas em 24h e manter apenas suporte — atraso no tratamento pode piorar quadro. Resposta correta: A. Iniciar vancomicina oral 125mg 6/6h e manter isolamento de contato.
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