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4ª) Ao falarmos da fase de contrato definitivo é incorreta: a) o contrato definitivo é a concretização de vontades que se caracteriza pelo "[...] choque ou encontro de vontades originário da liberdade contratual ou autonomia privada" (Tartuce, 2019, p. 167). Nesse momento, as partes já estão decididas em face de suas perdas e de seus ganhos, ao menos de certa forma, e optam por celebrarem a avença final, esperando que se produzam todos os efeitos jurídicos prescritos pela lei ou por ela não proibidos. b) acima de tudo, "o contrato estará aperfeiçoado, gerando todas as suas consequências como, por exemplo, aquelas advindas da responsabilidade civil contratual" (Tartuce, 2019, p. 167). c) para Azevedo (2009, p. 67), "o contrato definitivo, é o que se delineia, em seus principais contornos, no preliminar, contendo este, às vezes, as próprias cláusulas daquele, mas de modo incompleto". Não fosse assim, não haveria razão para as partes celebrarem os contratos preliminares, se a cada pacto se revestisse da característica de definitivo. O contrato definitivo encontra previsão no art. 463 do Código Civil, destaque-se: Art. 463. Concluído o contrato preliminar, com observância do disposto no artigo antecedente, e desde que dele não conste cláusula de arrependimento, qualquer das partes terá o direito de exigir a celebração do definitivo, assinando prazo à outra para que o efetive. Parágrafo único. O contrato preliminar deverá ser levado ao registro competente. (Brasil, 2002a) d) a lei, por si só, consagra o princípio da segurança jurídica ao constatar que o direito ao contrato definitivo é de ambas as partes, contudo, podendo apenas uma delas exigir a formação da avença final.
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Solange Bruneli

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